Sailor Moon Eternal Power
Aki vai mais um capítulo, da autoria de Suh-chan 
Enjoy
e boa leitura
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Capítulo 4
O cabelo dela, o cheiro dela, o seu toque, a respiração dela no seu ouvido, o roçar de pele contra pele, o seu sabor… Seiya encontrava-se na sua cama, envolto nos seus cobertores, agarrado a uma almofada enquanto sonhava... e que sonho… Uma gota de suor escorreu-lhe pelo rosto, e dos seus labios entreabertos saiu um sussurro "Bunny... Bunny..."
Uma figura num pijama verde-claro com estrelas alaranjadas surgiu na entrada do quarto... Olhou para o Seiya, ficou com os olhos arregalados, e correu em direcçao a outra divisao da casa, onde entrou, e abanou a pessoa que estava deitada na cama...
- Taiki! Taiki! Acorda pah! - sussurrou... Vendo que nao obtinha resposta, decidiu que precisava de medidas drásticas... Encostou a porta, e pouco depois, ouviu-se um estrondo...
- Yaten! - gritou Taiki, atirando-se para cima dele.
- Shiiuuu! - repreendeu Yaten, pondo o dedo à frente dos labios - Vai espreitar o Seiya! Rápido! É urgente!
Taiki levantou-se, abriu a porta, e em bicos de pés dirigiu-se para o quarto de Seiya.
O que viu fê-lo rir, tal como tinha acontecido com Yaten.
Naquele momento, o amigo estava agarrado à almofada e quando mais uma vez lhe saiu “Bunny” por entre os lábios, enterrou o rosto nela.
- Acordamo-lo?
- Nah… ainda não… quero vê-lo mais um bocado – disse Yaten, enquanto Seiya se virava na cama pondo-se mesmo na pontinha…
Bunny estava no parapeito da sua janela, observando o céu, enquanto pensava no Gonçalo. Ele não tinha ido dormir a casa… Estava em casa do Mário… Ao menos tinha tido a preocupação de lhe deixar uma carta a dizer onde estava, apesar de esta ser fria como tudo.
O vento embatia na sua cara, despenteando-lhe o cabelo e fazendo-a estremecer, mas ela não se moveu. Estava mesmo a precisar de apanhar ar… Como a sua vida tinha dado uma reviravolta nos últimos dias. Casara-se e quando deveria de estar a aproveitar a sua nova bela vida, aparecera-lhe Seiya à frente. Quem diria que ele iria se comportar assim. Aquele não era o Seiya que ela conhecia. Ou será que ela não o conhecia mesmo?
Nesse momento, uma estrela cadente cruzou o céu. Bunny olhou para ela e depois fechou os olhos e pediu um desejo…
E foi então que a campainha tocou. O coração de Bunny bateu mais rápido, ao pensar que seria Gonçalo, de volta a casa. Correu para a porta, abriu-a, e deu de caras com Amy.
- A-Amy?! O que se passa? Confesso que eras a ultima pessoa que eu esperava ver a esta hora… Mas entra! Senta-te na sala-de-estar, que eu vou já ter contigo!
Amy entrou, sentou-se num sofá creme, e encostou-se nas grandes almofadas pretas e rosas. Passados uns instantes, a Bunny regressou, carregando chá e duas grandes fatias de bolo de morangos e chantilly.
- Então diz lá, o que se passa?
- Bem…… Hamm… Antes demais, peço desculpa pela invasão, principalmente a estas horas… Espero não ter acordado o Gonçalo… - Amy estava pouco à vontade, e bebeu um gole de chá…
Uma sombra passou pela face da Bunny, que, recompondo-se logo de seguida, exclamou
- Não, não o acordaste! Ele está a dormir como uma pedra! – e enfiou um enorme bocado de bolo na boca.
- Ah… Ainda bem! Bunny, eu vim falar contigo, porque tenho um problema, na verdade, um grande problema, e não conseguia dormir… E pensei que do grupo, tu serias a que me darias melhores conselhos, porque és casada… E se as outras soubessem, metiam-se logo… Já sabes como elas são… Sempre a competir por tudo e por nada… - Ao dizer a ultima frase, Amy olhou disfarçadamente para os lados.
No sofá da frente, Bunny tinha congelado, com os olhos muito abertos e a mão parada no ar, a meio do movimento. O pedaço de bolo que estava no garfo caiu ao chão, mas Bunny nem reparou, de tão perplexa que estava.
- Tu… Tu queres conselhos… meus?!
- Bem… Sim… Mas não te preocupes, são conselhos que estão ao teu alcance… - sorriu Amy, um pouco envergonhada.
- Ah, então tudo bem… Conta! – Bunny completou o movimento de levar o garfo à boca, e trincou-o. Depois, olhou para o garfo, admirada, e só depois percebeu que o pedaço de bolo estava no chão. Sentou-se na ponta do sofá, e com um papel, começou a apanha-lo.
- Bem, é… sobre rapaze … - confessou Amy
Bunny ia caindo ao chão, e fixou o olhar em Amy, que estava totalmente escarlate, e depois sentou-se direita no sofá, e cruzou as pernas, ainda apanhada desprevenida.
- Bem……… E o que queres saber?
- Ham… Como é que eu me torno intima de um rapaz, e lhe digo que gosto dele?
- Então… Começas a falar com ele e marcas encontros… Tens que te tornar sua amiga, antes de tudo… Depois...
- Espera um pouco! – interrompeu Amy, tirando um caderno e uma caneta da sua mala - Fala!
- Para que é isso? – perguntou Bunny
- Ah, é para estudar aquilo que disseres…
- Ah, está bom…… - Bunny deu uma risadinha – Então… Depois disso, tu tens que......
Enquanto Bunny ia falando, Amy ia tirando notas a alta velocidade.
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Era manha. O escuro céu da noite tinha sido substituído por um céu azul claro, ainda pintado com tons rosas, roxos, e laranjas, trazidos pelo sol nascente.
Numa pequena cama, dormia um rapaz com cabelos negros. Passados uns instantes, acordou.
Gonçalo sentou-se na cama, sem reconhecer o lugar onde se encontrava… Mas então, as lembranças do dia anterior caíram em cima dele como uma pedra. O seu rosto pareceu ser coberto por um véu de sofrimento. Levantou-se, e foi até à cozinha beber um copo de àgua. Na porta do frigorifico estava um papel escrito por Mário.
“Gonçalo, fica à vontade... Eu fui trabalhar… Devias resolver as coisas com a Bunny… A sério, faz um esforço!” – Gonçalo olhou duramente para a mensagem, e depois amachucou-a, deitando-a no lixo. Foi tomar banho, tomou o pequeno almoço, e saiu, para clarificar as ideia .
Sentou-se num banco, num jardim…
- Hey! Gonçalo! – chamou uma voz
Gonçalo olhou, e viu uma antiga colega de turma. Lembrou-se de que ela gostava dele.
A rapariga sentou-se ao seu lado, e começaram a conversar.
E foi ai que apareceu uma figura com longos cabelos loiros presos em odangos.
- Gonçalo? – disse, insegura
Uma sombra escura passou pelo sol, e o Gonçalo beijou a rapariga.
Bunny ficou estática no seu lugar, e o vento começou a soprar o seu uivo, quebrando o silencio.
Passados uns segundos, virou-se e começou a correr o mais rápido que podia. A imagem de Gonçalo a beijar a rapariga não lhe saia da cabeça.
O caminho estava enevoado, graças às lágrimas reprimidas, e chegou ao parque.
Sentou-se no baloiço, e as lágrimas começaram a cair.
- Bunny? – ouviu
Seiya estava à sua frente. No seu olhar dava para ver a preocupação que estava a sentir. Agachou-se à sua frente, e perguntou
- O que aconteceu?
- N-não é nada! – engasgou-se Bunny
- Como não é nada?! Dá perfeitamente para ver que não estas bem! Foi o Gonçalo?
Bunny deu conta de que não ia aguentar se não falasse com alguém.
Seiya ouviu em silêncio o que a Bunny lhe disse. Depois abraçou-a, e deixou-a chorar no seu ombro.
Enquanto os seus braços envolviam Bunny, lembrou-se do que tinha acontecido nessa manha…
Flashback 
- Hey, Seiya! Isso é uma almofada, não a Bunny!
Yaten e Taiki partiram-se a rir, e Seiya acordou, olhando para os seus braços. Ao ver que estava firmemente agarrado à almofada, o seu rosto ficou de um forte vermelho, e largou-a imediatamente.
- Nunca pensamos isso de ti! A sério! esperávamos que fosses hetero, homo, ou bissexual… Mas que tivesses preferência por almofadas! Isso nunca nos passou pela cabeça! – exclamou Yaten, enquanto Taiki caia ao chão de tanto rir .
Fim do Flashback 
A partir desse instante, Taiki e Yaten estavam sempre a gozar com ele.
- No entanto, agora é mesmo ela… - pensou, sentindo-se um pouco culpado para com Bunny, pelo sonho que tinha tido… O seu rosto tornou-se escarlate, mas continuou firmemente agarrado a ela.
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Do outro lado da cidade, Rita, Joana e Maria, acompanhadas de Yaten e Taiki, espiavam Amy, que estava sentada num café, conversando animadamente com o seu acompanhante de cabelos roxos.

Enjoy
e boa leitura
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Capítulo 4
O cabelo dela, o cheiro dela, o seu toque, a respiração dela no seu ouvido, o roçar de pele contra pele, o seu sabor… Seiya encontrava-se na sua cama, envolto nos seus cobertores, agarrado a uma almofada enquanto sonhava... e que sonho… Uma gota de suor escorreu-lhe pelo rosto, e dos seus labios entreabertos saiu um sussurro "Bunny... Bunny..."
Uma figura num pijama verde-claro com estrelas alaranjadas surgiu na entrada do quarto... Olhou para o Seiya, ficou com os olhos arregalados, e correu em direcçao a outra divisao da casa, onde entrou, e abanou a pessoa que estava deitada na cama...
- Taiki! Taiki! Acorda pah! - sussurrou... Vendo que nao obtinha resposta, decidiu que precisava de medidas drásticas... Encostou a porta, e pouco depois, ouviu-se um estrondo...
- Yaten! - gritou Taiki, atirando-se para cima dele.
- Shiiuuu! - repreendeu Yaten, pondo o dedo à frente dos labios - Vai espreitar o Seiya! Rápido! É urgente!
Taiki levantou-se, abriu a porta, e em bicos de pés dirigiu-se para o quarto de Seiya.
O que viu fê-lo rir, tal como tinha acontecido com Yaten.
Naquele momento, o amigo estava agarrado à almofada e quando mais uma vez lhe saiu “Bunny” por entre os lábios, enterrou o rosto nela.
- Acordamo-lo?
- Nah… ainda não… quero vê-lo mais um bocado – disse Yaten, enquanto Seiya se virava na cama pondo-se mesmo na pontinha…
Bunny estava no parapeito da sua janela, observando o céu, enquanto pensava no Gonçalo. Ele não tinha ido dormir a casa… Estava em casa do Mário… Ao menos tinha tido a preocupação de lhe deixar uma carta a dizer onde estava, apesar de esta ser fria como tudo.
O vento embatia na sua cara, despenteando-lhe o cabelo e fazendo-a estremecer, mas ela não se moveu. Estava mesmo a precisar de apanhar ar… Como a sua vida tinha dado uma reviravolta nos últimos dias. Casara-se e quando deveria de estar a aproveitar a sua nova bela vida, aparecera-lhe Seiya à frente. Quem diria que ele iria se comportar assim. Aquele não era o Seiya que ela conhecia. Ou será que ela não o conhecia mesmo?
Nesse momento, uma estrela cadente cruzou o céu. Bunny olhou para ela e depois fechou os olhos e pediu um desejo…
E foi então que a campainha tocou. O coração de Bunny bateu mais rápido, ao pensar que seria Gonçalo, de volta a casa. Correu para a porta, abriu-a, e deu de caras com Amy.
- A-Amy?! O que se passa? Confesso que eras a ultima pessoa que eu esperava ver a esta hora… Mas entra! Senta-te na sala-de-estar, que eu vou já ter contigo!
Amy entrou, sentou-se num sofá creme, e encostou-se nas grandes almofadas pretas e rosas. Passados uns instantes, a Bunny regressou, carregando chá e duas grandes fatias de bolo de morangos e chantilly.
- Então diz lá, o que se passa?
- Bem…… Hamm… Antes demais, peço desculpa pela invasão, principalmente a estas horas… Espero não ter acordado o Gonçalo… - Amy estava pouco à vontade, e bebeu um gole de chá…
Uma sombra passou pela face da Bunny, que, recompondo-se logo de seguida, exclamou
- Não, não o acordaste! Ele está a dormir como uma pedra! – e enfiou um enorme bocado de bolo na boca.
- Ah… Ainda bem! Bunny, eu vim falar contigo, porque tenho um problema, na verdade, um grande problema, e não conseguia dormir… E pensei que do grupo, tu serias a que me darias melhores conselhos, porque és casada… E se as outras soubessem, metiam-se logo… Já sabes como elas são… Sempre a competir por tudo e por nada… - Ao dizer a ultima frase, Amy olhou disfarçadamente para os lados.
No sofá da frente, Bunny tinha congelado, com os olhos muito abertos e a mão parada no ar, a meio do movimento. O pedaço de bolo que estava no garfo caiu ao chão, mas Bunny nem reparou, de tão perplexa que estava.
- Tu… Tu queres conselhos… meus?!
- Bem… Sim… Mas não te preocupes, são conselhos que estão ao teu alcance… - sorriu Amy, um pouco envergonhada.
- Ah, então tudo bem… Conta! – Bunny completou o movimento de levar o garfo à boca, e trincou-o. Depois, olhou para o garfo, admirada, e só depois percebeu que o pedaço de bolo estava no chão. Sentou-se na ponta do sofá, e com um papel, começou a apanha-lo.
- Bem, é… sobre rapaze … - confessou Amy
Bunny ia caindo ao chão, e fixou o olhar em Amy, que estava totalmente escarlate, e depois sentou-se direita no sofá, e cruzou as pernas, ainda apanhada desprevenida.
- Bem……… E o que queres saber?
- Ham… Como é que eu me torno intima de um rapaz, e lhe digo que gosto dele?
- Então… Começas a falar com ele e marcas encontros… Tens que te tornar sua amiga, antes de tudo… Depois...
- Espera um pouco! – interrompeu Amy, tirando um caderno e uma caneta da sua mala - Fala!
- Para que é isso? – perguntou Bunny
- Ah, é para estudar aquilo que disseres…
- Ah, está bom…… - Bunny deu uma risadinha – Então… Depois disso, tu tens que......
Enquanto Bunny ia falando, Amy ia tirando notas a alta velocidade.
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Era manha. O escuro céu da noite tinha sido substituído por um céu azul claro, ainda pintado com tons rosas, roxos, e laranjas, trazidos pelo sol nascente.
Numa pequena cama, dormia um rapaz com cabelos negros. Passados uns instantes, acordou.
Gonçalo sentou-se na cama, sem reconhecer o lugar onde se encontrava… Mas então, as lembranças do dia anterior caíram em cima dele como uma pedra. O seu rosto pareceu ser coberto por um véu de sofrimento. Levantou-se, e foi até à cozinha beber um copo de àgua. Na porta do frigorifico estava um papel escrito por Mário.
“Gonçalo, fica à vontade... Eu fui trabalhar… Devias resolver as coisas com a Bunny… A sério, faz um esforço!” – Gonçalo olhou duramente para a mensagem, e depois amachucou-a, deitando-a no lixo. Foi tomar banho, tomou o pequeno almoço, e saiu, para clarificar as ideia .
Sentou-se num banco, num jardim…
- Hey! Gonçalo! – chamou uma voz
Gonçalo olhou, e viu uma antiga colega de turma. Lembrou-se de que ela gostava dele.
A rapariga sentou-se ao seu lado, e começaram a conversar.
E foi ai que apareceu uma figura com longos cabelos loiros presos em odangos.
- Gonçalo? – disse, insegura
Uma sombra escura passou pelo sol, e o Gonçalo beijou a rapariga.
Bunny ficou estática no seu lugar, e o vento começou a soprar o seu uivo, quebrando o silencio.
Passados uns segundos, virou-se e começou a correr o mais rápido que podia. A imagem de Gonçalo a beijar a rapariga não lhe saia da cabeça.
O caminho estava enevoado, graças às lágrimas reprimidas, e chegou ao parque.
Sentou-se no baloiço, e as lágrimas começaram a cair.
- Bunny? – ouviu
Seiya estava à sua frente. No seu olhar dava para ver a preocupação que estava a sentir. Agachou-se à sua frente, e perguntou
- O que aconteceu?
- N-não é nada! – engasgou-se Bunny
- Como não é nada?! Dá perfeitamente para ver que não estas bem! Foi o Gonçalo?
Bunny deu conta de que não ia aguentar se não falasse com alguém.
Seiya ouviu em silêncio o que a Bunny lhe disse. Depois abraçou-a, e deixou-a chorar no seu ombro.
Enquanto os seus braços envolviam Bunny, lembrou-se do que tinha acontecido nessa manha…
Flashback 
- Hey, Seiya! Isso é uma almofada, não a Bunny!
Yaten e Taiki partiram-se a rir, e Seiya acordou, olhando para os seus braços. Ao ver que estava firmemente agarrado à almofada, o seu rosto ficou de um forte vermelho, e largou-a imediatamente.
- Nunca pensamos isso de ti! A sério! esperávamos que fosses hetero, homo, ou bissexual… Mas que tivesses preferência por almofadas! Isso nunca nos passou pela cabeça! – exclamou Yaten, enquanto Taiki caia ao chão de tanto rir .
Fim do Flashback 
A partir desse instante, Taiki e Yaten estavam sempre a gozar com ele.
- No entanto, agora é mesmo ela… - pensou, sentindo-se um pouco culpado para com Bunny, pelo sonho que tinha tido… O seu rosto tornou-se escarlate, mas continuou firmemente agarrado a ela.
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Do outro lado da cidade, Rita, Joana e Maria, acompanhadas de Yaten e Taiki, espiavam Amy, que estava sentada num café, conversando animadamente com o seu acompanhante de cabelos roxos.

muito giro
coitadinha da bunny,nunca a deixam ser feliz...
continua
coitadinha da bunny,nunca a deixam ser feliz...
continua

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
Adorei!
Optimo optimo optimo!
Parabens e fico a espera de mais!
O Seya e mesmo parvo!
O Gonçalo merecia um bom par de estalos!
A Bunny merecia ser feliz!
QUEROO MAIS!
Optimo optimo optimo!
Parabens e fico a espera de mais!
O Seya e mesmo parvo!
O Gonçalo merecia um bom par de estalos!
A Bunny merecia ser feliz!
QUEROO MAIS!

The Forgotten Sailors 2-> 11ºCapitulo
Sailor Moon:The Crystal Desire->Epilogo (completo)
Amor sobre o Gelo->20ºCapitulo
Chance of a Lifetime-> 2ºCapitulo
Bem pessoal, devido a ter muito trabalho no meu estagio e me deixar mesmo de rastos, e também por agora ter de vir pouco ou nada à net devido a ja ter excedido o trafego internacional gratis e antes k me cortem a net, eu vou adiar a continuação da fic, não tenho tempo nem cabeça... no fim de semana talvez inicie o proximo capitulo e vou tentar posta lo 2ª feira, se não, só no proximo fim de semana é k o posto...
Agradecida pela vossa compreensão...
Beijos*
Agradecida pela vossa compreensão...
Beijos*

Após tanto tempo sem postar a fanfic, decidi voltar a reescrevê-la aqui no fórum 
Espero que gostem
e comentem 
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Capítulo 5
Eram 11h e Bunny encontrava-se em cima da passadeira electrica a correr para fugir ao stress. Tinha largado os bolos poucos meses antes e nao queria regressar a eles. Já nao era a bebe chorona que tinha sido... "Mas continuo a chorar como uma... como é qu... NAO! Nao posso pensar nele, nao posso pensar nisso..." Bunny começou a correr mais depressa enquanto lagrimas teimavam em querer saltar.
A sua imagem estava reflectida pelos diversos espelhos espalhados pelo ginasio. Atraves deles era observada por um vulto obscurecido pelas sombras.
- Desculpe, precisa de ajuda? – uma jovem empregada aproximou-se.
Quando a pessoa lhe dirigiu o olhar, sentiu terror.. um terror que a deixou pregada ao chão, apenas capaz de continuar a fixar aqueles olhos.
- Serás a minha marioneta aqui. Os teus olhos serão meus e o teu pensamento pertencer-me-á. – estendeu uma mão em direcção à mulher, ignorando os seus olhos esbugalhados e suplicantes.
Os seus olhos perderam o brilho, e ela fez uma vénia, retirando-se.
- Vais ver, Serenidade. Nos estamos destinados.
- Como assim nao podemos entrar aqui?! Quem é o senhor para nos proibir de fazer alguma coisa? – uma voz histérica fez-se ouvir pelo edifício.
- As meninas não são membros deste clube, por isso não posso permitir que entrem! Lamento! – um guarda vestido de vermelho escuro barrou-lhes a entrada.
- ATAQUEM MENINAAAS! – berrou a rapariga, lançando-se ao homem.
De repente so se ouvem urros e arranhadelas pelo edificio.
Uma câmara ia registando o tumulto que se passava na entrada do ginásio.
Uma rapariga com longos cabelos loiros e olhos azuis encontrava-se pendurada nas costas do guarda, mordendo-lhe uma orelha.
Uma rapariga com cabelos negros agarrava nos braços do homem, enquanto um alta rapariga com cabelos castanhos se encarregava das pernas
Uma única pessoa observava a estranha luta que decorria, meio envergonhada com o comportamento das amigas. Avançou timidamente, tirou o cartão que pendia de um colar do pescoço do guarda e abriu a entrada.
Entao tudo se acalma.. Passado uns segundos aparecem 4 raparigas a compor o cabelo ou a camisola e a sorrirem.
- Bunnyyy! – Joana corre em direcção a Bunny, mas acaba por esbarrar num espelho.
- Joana? Eu estou aqui! – respondeu Bunny, do outro lado da sala, saltando de cima do aparelho .
Maria e Amy desatam-se a rir.
- Só mesmo esta parola para se deixar enganar por um reflexo – comentou Rita, com o seu habitual ar de superioridade.
Joana levanta-se do chão, ainda meio zonza do embate, e começa a discutir com a Rita.
- Eu? Parola? Sua.. sua.. sua saloia!
- Por favor, não vão recomeçar, pois não? Vieram assim durante todo o caminho! – resmungou Maria – Vamos Ami.
Quando as duas se afastaram, Rita e Joana voltaram a enfiar as línguas dentro da boca e correram para as alcançar.
O grupo passou pelo único canto da sala que não estava iluminado, sem notar no pequeno movimento e no ligeiro sussurro que se fez ouvir.
Bunny encontrava-se sentada na ponta da passadeira, olhando para elas com um ar divertido. O seu olhar captou algo no lugar por onde as amigas tinham passado, e espreitou mais atentamente. Percebeu que o lugar se encontrava vazio e decidiu que devia ter sido só produto da sua imaginação.
- O que é que estão aqui a fazer? Esperem, eram vocês que estavam a fazer aquela barulheira toda?! – Bunny encarou com os olhos esbugalhados as suas caras culpadas.
- Bem, nos pensámos que se passava alguma coisa contigo.. e com o Gonçalo.. – começou Rita – Por isso decidimos vir ver como estavas..
- E não te largamos tão cedo! – exclamou Joana, com um brilho ofuscante nos olhos – O Quarteto Solar Interior vai descobrir o que se passa! Nos somos as QSI! – Acabou, com uma pose fenomenal.
As outras observaram-na, com gotas na cabeça.
- Mas… ? Hey, era suposto vocês estarem a posar comigo! Ami, Rita, Maria! – começou a esbracejar.
- Meninas, não é caso para tanto… – Bunny deu uma risadinha nervosa – Ah, mas ainda não me contaste Ami! Como correu o encontro?
Como planeava, as atenções centraram-se em Ami, que corou profundamente.
- Não mudes de conversa Bunny Chiba! – defendeu-se.
- São elas! Foram elas que me atacaram e forçaram a entrada! Apanhem-nas! – o guarda tinha chegado, e trazia consigo um grupo de seguranças.
- Boa, agora é que são elas... – suspirou Maria – Temos que ir, Bunny! Tamos à tua espera no parque infantil daqui a meia hora! Não te atrases!
- Hey, onde pensam que vão?! – o guarda começou a correr atrás delas, seguido de imediato pelos seguranças.
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- Yaten!
Yaten virou-se e deparou-se com Taiki à sua frente.
- O que foi?
- As Sailors chamaram-nos! Há um inimigo! Viste o Seiya?
- Não, não o vejo à horas! Onde é que elas estão?
- No parque! Vou deixar uma mensagem ao Seiya. MAKER STAR POWER!
- HEALER STAR POWER!
As duas começaram a saltar de prédio em prédio.
Alguns quarteirões à frente, uma Sailor vestida de branco e laranja era atirada pelo ar, de encontro a um escorrega.
- Mars Flame Sniper!
Após um gesto da Sailor Mars, o monstro que as atacava foi totalmente rodeado por chamas, e esta virou-se para Sailor Mercury.
- Mercury, não temos muito tempo! Já descobriste a Bunny?
Sailor Mercury teclava freneticamente no seu computador.
- Não, não há sinal dela! Cuidadooo!
Uma corrente negra envolvida de raios de energia roxos atravessou o peito da Sailor Mars, e enrolou-se no pescoço da Sailor Mercury, que no ultimo momento enfiou uma mão entre o seu pescoço e a corrente. O seu computador caiu ao chão.
- Jupiter Oak Evolution!
O ataque de Jupiter destrói a corrente, e enquanto esta enfrentava o monstro, Sailor Venus correu ao encontro da Sailor Mars.
- Mars! Acorda! Oh meu deus... – Sailor Venus olha para o ferimento dela – Mercury, temos que a tirar daqui urgentemente!
Todas são projectadas por uma enorme força magnética e caem no chão.
O monstro ri-se, e no instante em que se preparava para para as matar, ouviram-se duas vozes numa só.
- Star Sensitive Inferno!
- Star Gentle Creator!
O monstro fica com um enorme ferimento nos membros, e vira-se para encarar os seus atacantes.
- Pára imediatamente! – três silhuetas estavam em cima de uma carrinha. Enquanto a do meio falava, as duas que a rodeavam estalavam os dedos. – Não vou permitir que destruas a calma e paz que reinam nesta cidade, nem que mates alguém! Sou uma bela guerreira que luta pelo amor e pela justiça! Etenal Sailor Moon! E em nome da Lua, vou castig… AAAHHHH!
Eternal Sailor Moon deu um pulo, fazendo uma espargata, enquanto um raio semelhante ao que atravessara Sailor Marte passava por baixo dela.
- Mercury Aqua Rhapsody!
- AGORA ETERNAL SAILOR MOON! – gritou Sailor Venus.
- Okay, okay, vou já.. Starlight Honey Moon Teraphy Kiss!
No entanto, o seu ataque nao destruiu o monstro, que simplesmente perdeu a consciencia.
- Mars! – todos a rodearam, com lágrimas nos olhos, até que Sailor Mercury, com uma enorme força de vontade, tomou a liderança .
- Vamos leva-la, e ao monstro, para a nossa base. Poderemos tentar salva-la, e perceber porque é que o ataque da Eternal Sailor Moon não resultou.. Vamos, rápido! Não temos um minuto a perder!
No cimo de um prédio alto, ao lado do parque, estavam duas silhuetas a observar.
Uma tinha um comprido rabo de cavalo.
- Seiya, está na altura de começarmos a apertar o cerco.. Mete-os sob o poder do Cristal Negro, um por um. – ordenou a outra pessoa .
Será que as Sailors vão conseguir salvar a Sailor Mars?
Qual será o plano dos inimigos?
Não percam o próximo capitulo, porque nós também não.
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Capítulo 6
Durante a batalha, Rita ficara gravemente ferida. As guerreiras Navegantes e as Starlights levaram-na para o Templo e telefonaram ao Gonçalo. Após a sua chegada, Gonçalo e Ami foram observar Rita e quando regressaram para perto das suas amigas informaram que o diagnóstico não era muito favorável.
- Temos más notícias.. o coração puro da Rita foi retirado - diz Ami com voz sumida
- Mas.. então isso quer dizer que a Rita...
- Sim Joana, ela está entre a vida e a morte...
Ficaram todos em silêncio, ninguém conseguia pronunciar uma única palavra tal era a raiva, a preocupação e o sofrimento.
De repente, Bunny levanta-se e agarra no braço de Gonçalo levando-o consigo até à cozinha.
- Precisamos de falar - diz Bunny muito séria
- Não tenho nada para falar contigo - responde Gonçalo friamente, virando-lhe as costas
- Deves-me uma explicação! Quem era aquela rapariga que beijaste? Olha para mim, Gonçalo! Nós somos casados!
- Agora sabes o que eu senti quando te vi beijares outro.
- Foi ele que me beijou, eu.. nem sei porque te estou a dar explicações se tu nunca me darás ouvidos...
Maria aparece de repente na cozinha com um ar ofegante:
- Bunny, Gonçalo, depressa! A Rita.. a Rita desapareceu!!
Os três dirigiram-se para o quarto de Rita e viram um enorme buraco na parede. Lá fora ouve-se um grito e correm em direcção deste. Uns metros mais à frente está o monstro que tinham capturado com Rita presa por uma espécie de tentáculos que saíam do seu corpo.
- Venus Love Me Chain!
Uma corrente surgia do outro lado do Templo que se agarra a um dos tentáculos do monstro, o que faz Rita cair ao chão. Mercury corre ao seu encontro e tira-a dali, mas é atacada por um raio negro.
Bunny estava petrificada no seu lugar ao ver as suas amigas lutarem. "Porquê.. porque está tudo isto a acontecer.. porquê???"
- ... Bunny! BUNNY!
Bunny volta a si ao ouvir o grito de Gonçalo, olha para ele com um olhar assustado mas ao mesmo tempo determinado.. não podia ficar ali parada a ver as suas amigas morrer!
- Moon Eternal, Make Up!
- Jupiter Oak Evolution!
- Mercury Aqua Rhapsody
- Venus Love and Beauty Shock!
- Star Sensitive Uterus!
- Star Gentle Creator!
Os cinco ataques tornam-se um só e acertam em cheio no monstro. Este cai atordoado no chão mas ainda a mexer-se.
- Sailor Moon, tenta agora!
- Sim!.. Starlight Honeymoon Teraphy Kiss!
O monstro grita de dor e acaba por desaparecer transformando-se em pó. No ar vê-se um objecto vermelho brilhante, ao aproximarem-se desse objecto notam que se trata do coração puro de Rita. Bunny agarra-o e corre para junto do corpo inanimado da amiga, pousa-o sobre o peito dela e afasta-se. Um brilho intenso surge quando o coração puro começa a se fundir com o peito da Navegante e um enorme poder a envolve transformando-a em Eternal Sailor Mars. Todos ficam surpreendidos com o que se lhes deparava à frente e no mesmo instante Rita volta ao normal. Após uns segundos, Rita abre os olhos e levanta-se, olha para as amigas com ar de quem não entende nada do que se está a passar.
- Ritaaa! Voltaste! Estavamos tão preocupadas! - diz Joana ao abraçar emocionada a sua amiga
- Aiii! Estás a aleijar-me sua desmiolada!
- Ohhh! Que saudades que tinha de te ouvir implicares comigo!
Todas as Navegantes se riam daquela cena. Bunny olhava em volta à procura de Gonçalo, olha para trás e vê-o a ir-se embora.
Será que ele um dia a vai perdoar?

Espero que gostem
e comentem 
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Capítulo 5
Eram 11h e Bunny encontrava-se em cima da passadeira electrica a correr para fugir ao stress. Tinha largado os bolos poucos meses antes e nao queria regressar a eles. Já nao era a bebe chorona que tinha sido... "Mas continuo a chorar como uma... como é qu... NAO! Nao posso pensar nele, nao posso pensar nisso..." Bunny começou a correr mais depressa enquanto lagrimas teimavam em querer saltar.
A sua imagem estava reflectida pelos diversos espelhos espalhados pelo ginasio. Atraves deles era observada por um vulto obscurecido pelas sombras.
- Desculpe, precisa de ajuda? – uma jovem empregada aproximou-se.
Quando a pessoa lhe dirigiu o olhar, sentiu terror.. um terror que a deixou pregada ao chão, apenas capaz de continuar a fixar aqueles olhos.
- Serás a minha marioneta aqui. Os teus olhos serão meus e o teu pensamento pertencer-me-á. – estendeu uma mão em direcção à mulher, ignorando os seus olhos esbugalhados e suplicantes.
Os seus olhos perderam o brilho, e ela fez uma vénia, retirando-se.
- Vais ver, Serenidade. Nos estamos destinados.
- Como assim nao podemos entrar aqui?! Quem é o senhor para nos proibir de fazer alguma coisa? – uma voz histérica fez-se ouvir pelo edifício.
- As meninas não são membros deste clube, por isso não posso permitir que entrem! Lamento! – um guarda vestido de vermelho escuro barrou-lhes a entrada.
- ATAQUEM MENINAAAS! – berrou a rapariga, lançando-se ao homem.
De repente so se ouvem urros e arranhadelas pelo edificio.
Uma câmara ia registando o tumulto que se passava na entrada do ginásio.
Uma rapariga com longos cabelos loiros e olhos azuis encontrava-se pendurada nas costas do guarda, mordendo-lhe uma orelha.
Uma rapariga com cabelos negros agarrava nos braços do homem, enquanto um alta rapariga com cabelos castanhos se encarregava das pernas
Uma única pessoa observava a estranha luta que decorria, meio envergonhada com o comportamento das amigas. Avançou timidamente, tirou o cartão que pendia de um colar do pescoço do guarda e abriu a entrada.
Entao tudo se acalma.. Passado uns segundos aparecem 4 raparigas a compor o cabelo ou a camisola e a sorrirem.
- Bunnyyy! – Joana corre em direcção a Bunny, mas acaba por esbarrar num espelho.
- Joana? Eu estou aqui! – respondeu Bunny, do outro lado da sala, saltando de cima do aparelho .
Maria e Amy desatam-se a rir.
- Só mesmo esta parola para se deixar enganar por um reflexo – comentou Rita, com o seu habitual ar de superioridade.
Joana levanta-se do chão, ainda meio zonza do embate, e começa a discutir com a Rita.
- Eu? Parola? Sua.. sua.. sua saloia!
- Por favor, não vão recomeçar, pois não? Vieram assim durante todo o caminho! – resmungou Maria – Vamos Ami.
Quando as duas se afastaram, Rita e Joana voltaram a enfiar as línguas dentro da boca e correram para as alcançar.
O grupo passou pelo único canto da sala que não estava iluminado, sem notar no pequeno movimento e no ligeiro sussurro que se fez ouvir.
Bunny encontrava-se sentada na ponta da passadeira, olhando para elas com um ar divertido. O seu olhar captou algo no lugar por onde as amigas tinham passado, e espreitou mais atentamente. Percebeu que o lugar se encontrava vazio e decidiu que devia ter sido só produto da sua imaginação.
- O que é que estão aqui a fazer? Esperem, eram vocês que estavam a fazer aquela barulheira toda?! – Bunny encarou com os olhos esbugalhados as suas caras culpadas.
- Bem, nos pensámos que se passava alguma coisa contigo.. e com o Gonçalo.. – começou Rita – Por isso decidimos vir ver como estavas..
- E não te largamos tão cedo! – exclamou Joana, com um brilho ofuscante nos olhos – O Quarteto Solar Interior vai descobrir o que se passa! Nos somos as QSI! – Acabou, com uma pose fenomenal.
As outras observaram-na, com gotas na cabeça.
- Mas… ? Hey, era suposto vocês estarem a posar comigo! Ami, Rita, Maria! – começou a esbracejar.
- Meninas, não é caso para tanto… – Bunny deu uma risadinha nervosa – Ah, mas ainda não me contaste Ami! Como correu o encontro?
Como planeava, as atenções centraram-se em Ami, que corou profundamente.
- Não mudes de conversa Bunny Chiba! – defendeu-se.
- São elas! Foram elas que me atacaram e forçaram a entrada! Apanhem-nas! – o guarda tinha chegado, e trazia consigo um grupo de seguranças.
- Boa, agora é que são elas... – suspirou Maria – Temos que ir, Bunny! Tamos à tua espera no parque infantil daqui a meia hora! Não te atrases!
- Hey, onde pensam que vão?! – o guarda começou a correr atrás delas, seguido de imediato pelos seguranças.
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- Yaten!
Yaten virou-se e deparou-se com Taiki à sua frente.
- O que foi?
- As Sailors chamaram-nos! Há um inimigo! Viste o Seiya?
- Não, não o vejo à horas! Onde é que elas estão?
- No parque! Vou deixar uma mensagem ao Seiya. MAKER STAR POWER!
- HEALER STAR POWER!
As duas começaram a saltar de prédio em prédio.
Alguns quarteirões à frente, uma Sailor vestida de branco e laranja era atirada pelo ar, de encontro a um escorrega.
- Mars Flame Sniper!
Após um gesto da Sailor Mars, o monstro que as atacava foi totalmente rodeado por chamas, e esta virou-se para Sailor Mercury.
- Mercury, não temos muito tempo! Já descobriste a Bunny?
Sailor Mercury teclava freneticamente no seu computador.
- Não, não há sinal dela! Cuidadooo!
Uma corrente negra envolvida de raios de energia roxos atravessou o peito da Sailor Mars, e enrolou-se no pescoço da Sailor Mercury, que no ultimo momento enfiou uma mão entre o seu pescoço e a corrente. O seu computador caiu ao chão.
- Jupiter Oak Evolution!
O ataque de Jupiter destrói a corrente, e enquanto esta enfrentava o monstro, Sailor Venus correu ao encontro da Sailor Mars.
- Mars! Acorda! Oh meu deus... – Sailor Venus olha para o ferimento dela – Mercury, temos que a tirar daqui urgentemente!
Todas são projectadas por uma enorme força magnética e caem no chão.
O monstro ri-se, e no instante em que se preparava para para as matar, ouviram-se duas vozes numa só.
- Star Sensitive Inferno!
- Star Gentle Creator!
O monstro fica com um enorme ferimento nos membros, e vira-se para encarar os seus atacantes.
- Pára imediatamente! – três silhuetas estavam em cima de uma carrinha. Enquanto a do meio falava, as duas que a rodeavam estalavam os dedos. – Não vou permitir que destruas a calma e paz que reinam nesta cidade, nem que mates alguém! Sou uma bela guerreira que luta pelo amor e pela justiça! Etenal Sailor Moon! E em nome da Lua, vou castig… AAAHHHH!
Eternal Sailor Moon deu um pulo, fazendo uma espargata, enquanto um raio semelhante ao que atravessara Sailor Marte passava por baixo dela.
- Mercury Aqua Rhapsody!
- AGORA ETERNAL SAILOR MOON! – gritou Sailor Venus.
- Okay, okay, vou já.. Starlight Honey Moon Teraphy Kiss!
No entanto, o seu ataque nao destruiu o monstro, que simplesmente perdeu a consciencia.
- Mars! – todos a rodearam, com lágrimas nos olhos, até que Sailor Mercury, com uma enorme força de vontade, tomou a liderança .
- Vamos leva-la, e ao monstro, para a nossa base. Poderemos tentar salva-la, e perceber porque é que o ataque da Eternal Sailor Moon não resultou.. Vamos, rápido! Não temos um minuto a perder!
No cimo de um prédio alto, ao lado do parque, estavam duas silhuetas a observar.
Uma tinha um comprido rabo de cavalo.
- Seiya, está na altura de começarmos a apertar o cerco.. Mete-os sob o poder do Cristal Negro, um por um. – ordenou a outra pessoa .
Será que as Sailors vão conseguir salvar a Sailor Mars?
Qual será o plano dos inimigos?
Não percam o próximo capitulo, porque nós também não.
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Capítulo 6
Durante a batalha, Rita ficara gravemente ferida. As guerreiras Navegantes e as Starlights levaram-na para o Templo e telefonaram ao Gonçalo. Após a sua chegada, Gonçalo e Ami foram observar Rita e quando regressaram para perto das suas amigas informaram que o diagnóstico não era muito favorável.
- Temos más notícias.. o coração puro da Rita foi retirado - diz Ami com voz sumida
- Mas.. então isso quer dizer que a Rita...
- Sim Joana, ela está entre a vida e a morte...
Ficaram todos em silêncio, ninguém conseguia pronunciar uma única palavra tal era a raiva, a preocupação e o sofrimento.
De repente, Bunny levanta-se e agarra no braço de Gonçalo levando-o consigo até à cozinha.
- Precisamos de falar - diz Bunny muito séria
- Não tenho nada para falar contigo - responde Gonçalo friamente, virando-lhe as costas
- Deves-me uma explicação! Quem era aquela rapariga que beijaste? Olha para mim, Gonçalo! Nós somos casados!
- Agora sabes o que eu senti quando te vi beijares outro.
- Foi ele que me beijou, eu.. nem sei porque te estou a dar explicações se tu nunca me darás ouvidos...
Maria aparece de repente na cozinha com um ar ofegante:
- Bunny, Gonçalo, depressa! A Rita.. a Rita desapareceu!!
Os três dirigiram-se para o quarto de Rita e viram um enorme buraco na parede. Lá fora ouve-se um grito e correm em direcção deste. Uns metros mais à frente está o monstro que tinham capturado com Rita presa por uma espécie de tentáculos que saíam do seu corpo.
- Venus Love Me Chain!
Uma corrente surgia do outro lado do Templo que se agarra a um dos tentáculos do monstro, o que faz Rita cair ao chão. Mercury corre ao seu encontro e tira-a dali, mas é atacada por um raio negro.
Bunny estava petrificada no seu lugar ao ver as suas amigas lutarem. "Porquê.. porque está tudo isto a acontecer.. porquê???"
- ... Bunny! BUNNY!
Bunny volta a si ao ouvir o grito de Gonçalo, olha para ele com um olhar assustado mas ao mesmo tempo determinado.. não podia ficar ali parada a ver as suas amigas morrer!
- Moon Eternal, Make Up!
- Jupiter Oak Evolution!
- Mercury Aqua Rhapsody
- Venus Love and Beauty Shock!
- Star Sensitive Uterus!
- Star Gentle Creator!
Os cinco ataques tornam-se um só e acertam em cheio no monstro. Este cai atordoado no chão mas ainda a mexer-se.
- Sailor Moon, tenta agora!
- Sim!.. Starlight Honeymoon Teraphy Kiss!
O monstro grita de dor e acaba por desaparecer transformando-se em pó. No ar vê-se um objecto vermelho brilhante, ao aproximarem-se desse objecto notam que se trata do coração puro de Rita. Bunny agarra-o e corre para junto do corpo inanimado da amiga, pousa-o sobre o peito dela e afasta-se. Um brilho intenso surge quando o coração puro começa a se fundir com o peito da Navegante e um enorme poder a envolve transformando-a em Eternal Sailor Mars. Todos ficam surpreendidos com o que se lhes deparava à frente e no mesmo instante Rita volta ao normal. Após uns segundos, Rita abre os olhos e levanta-se, olha para as amigas com ar de quem não entende nada do que se está a passar.
- Ritaaa! Voltaste! Estavamos tão preocupadas! - diz Joana ao abraçar emocionada a sua amiga
- Aiii! Estás a aleijar-me sua desmiolada!
- Ohhh! Que saudades que tinha de te ouvir implicares comigo!
Todas as Navegantes se riam daquela cena. Bunny olhava em volta à procura de Gonçalo, olha para trás e vê-o a ir-se embora.
Será que ele um dia a vai perdoar?

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LOOOOL!


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