Sailor Moon - Dimensão B
Capítulo 4 - Tóquio
Usagi manteve-se imóvel.
- Vamos! - repetiu Niomendy. A rapariga continuou a não se mexer. O homem aproximou-se e agarrando-lhe num braço, puxou-a, tentando não ser demasiado agressivo. Usagi começou a chorar.
- Princesa, agora não é altura para choros. Toca a levantar vamos. - a muito custo Usagi levantou-se. Niomendy começou a andar, e pegando na mão de Usagi guiou-a para o exterior, onde os esperavam dois cavalos.
- Suponho que já tenha forças para montar. - disse Niomendy apontando para um cavalo castanho.
- Eu...eu não sei montar. - disse Usagi um pouco envorganhada. A expressão de Niomendy mudou.
- Não...Não sabe montar? Que raio de princesa não sabe montar? - perguntou sarcasticamente.
- De onde eu venho, há meios de transporte mais... - Usagi começou a pensar nos carros, autocarros, motas e outros veículos a motor, pelos vistos ali não havia nada daquilo. - ...modernos. E rápidos.
- Hmpf...Então parece que terás de vir na minha égua. - disse o homem apontando para um animal branco. - Sabes, acho que a Eri tem razão...Tu provavelmente nem és princesa nenhuma, és só um fardo que vou ter de carregar até à cidade. Espero que a Mya possa tirar isto a limpo.
- Vai-se arrepender de me tratar assim. Quando me encontrarem vão-vos pedir satisfacções. - disse Usagi tentando paracer uma princesa. Era verdade tudo o que tinha dito, mas não podia negar que não falava como um membro de uma família real, não se vestia como tal, não andava elegantemente...Provavelmente aquilo não fazia sentido para aquelas pessoas. Por isso não acreditavam nela...
Niomendy voltou a colocar uma venda nos olhos de Usagi.
- Para que é isso afinal? - perguntou ela.
- Menos perguntas, Princesa. - respondeu Niomendy.
- Hmpf... - bufou Usagi.
- Não queremos que saibas como sair ou como chegar a este sítio. Não é óbvio? - Usagi corou e apesar de não poder ver, não só por ter a venda colocada mas também por causa da máscara, Niomendy esboçou um pequeno sorriso.
Começaram a cavalgar rapidamente.
Não sabia há quanto tempo estava em cima daquele cavalo, mas estava estafada. Subitamente pararam. Niomendy tirou a venda dos olhos de Usagi e após ter descido do cavalo, ajudou a rapariga a fazer o mesmo.
- Vamos parar aqui para comer qualquer coisa e dormir um par de horas. - disse o rapaz. Já havia anoitecido, Usagi olhou à volta e reparou que se encontravam numa pequena clareira. Conseguia ouvir vários animais à sua volta, piares subtis, pequenos movimentos nos ramos... Niomendy pegou em alguns ramos e começou a tentar acender uma fogueira friccionando duas pedras. Usagi não conseguiu conter-se e desatou a rir.
- Mas estamos o quê? Na idade média? - disse a rapariga, falando de livre vontade pela primeira vez desde que havia chegado àquele estranho mundo. Pôs a mão no bolso e tirou um isqueiro. Apesar de não fumar tinha sempre um à mão, não fôsse o diabo tecê-las. O seu lema era sempre, "Mulher prevenida vale por duas!". Rapidamente acendeu uma fogueira. Niomendy ficou paralisado ao ver tudo aquilo.
- O que?...Mas?...És uma...feiticeira!!! - disse o homem. Usagi sorriu.
- Não, de onde eu venho toda a gente sabe utilizar isto...é um isqueiro. Eu não sei explicar-te como funciona, se a Amy estivesse aqui dizia-te...Mas eu não sou muito boa nestas coisas. É um gás qualquer que está aqui dentro...não importa.
- Quem é a Amy? - perguntou Niomendy curioso.
- Uma amiga...deixa lá.
Comeram carne. Usagi nem quis saber de que animal era, só sabia que estava cheia de fome, e o que quer que fosse soube-lhe bastante bem.
- Agora dorme um pouco. - disse Niomendy passando-lhe uma manta. O homem sentou-se encostado a uma árvore e ficou a olhar para o céu.
- Tu não vais dormir? -perguntou Usagi.
- Não. Vou ficar a vigiar. Além disso, não tenho outra manta e está frio de mais. - Usagi teve um pouco de pena daquela pessoa.
- Bem, isso não é problema. - começou a rapariga. Sentou-se ao lado de Niomendy e estendeu a manta por cima de ambos.
- Isso não é algo que uma princesa faria. - disse ele.
- Eu não sou uma princesa qualquer. Sou a princesa da Lua. - Niomendy estremeceu ao ouvi-la dizer isto, mas Usagi não ousou perguntar nada.
- Afinal, de onde é que tu vens? - perguntou Niomendy.
- De Toquio. - respondeu Usagi. Niomendy teve um súbito ataque de riso.
- Muito bem, de Tóquio. Mais uma vez a Eri tinha razão, és uma grande mentirosa.
- Não, não sou!
- Shhh...Agora dorme.Ainda temos muito que cavalgar.
Usagi acabou por adormecer. Mal começou a amanhecer Niomendy acordou-a. Comeram os restos do dia anterior e seguiram viagem. A meio da manhã Usagi avistou uma povoação.
- O que é aquilo? - perguntou.
- Não reconheces a tua própria cidade? Aquilo é Tóquio!
- Não não é!
- Ai isso é que é! É a maior cidade das redondezas...É enorme. - Usagi não conseguiu perceber porque é que Niomendy dizia aquilo, afinal de contas aquela povoação não era maior que uma pequena vila.
Chegaram muito perto da cidade. Niomendy obrigou Usagi a desmontar e deu-lhe para a mão um papel.
- Ninguém entra ou sai da cidade sem identificação. - Usagi olhou para o seu papel.
"Serenity Baich"
- Mas... - começou a rapariga.
- Vais entrar como minha mulher. Não havia outra maneira que não fosse suspeita. Também não me agrada a mim. - Usagi corou e sentiu-se um pouco ofendida.
- Vou-te pedir uma coisa. Tenho de tirar a máscara. Não podia entrar na cidade com ela sem ser preso. Os rebeldes não são bem vindos aqui, estamos perto de mais dos domínios dela. Não te assustes por favor... - Niomendy retirou a máscara branca que lhe tapava toda a cara excepto os olhos. Não foi a grande cicatriz que lhe desfigurava parte do rosto que a surpreendeu, mas sim o que estava por trás dela.
- MAMO-CHAN!
Usagi manteve-se imóvel.
- Vamos! - repetiu Niomendy. A rapariga continuou a não se mexer. O homem aproximou-se e agarrando-lhe num braço, puxou-a, tentando não ser demasiado agressivo. Usagi começou a chorar.
- Princesa, agora não é altura para choros. Toca a levantar vamos. - a muito custo Usagi levantou-se. Niomendy começou a andar, e pegando na mão de Usagi guiou-a para o exterior, onde os esperavam dois cavalos.
- Suponho que já tenha forças para montar. - disse Niomendy apontando para um cavalo castanho.
- Eu...eu não sei montar. - disse Usagi um pouco envorganhada. A expressão de Niomendy mudou.
- Não...Não sabe montar? Que raio de princesa não sabe montar? - perguntou sarcasticamente.
- De onde eu venho, há meios de transporte mais... - Usagi começou a pensar nos carros, autocarros, motas e outros veículos a motor, pelos vistos ali não havia nada daquilo. - ...modernos. E rápidos.
- Hmpf...Então parece que terás de vir na minha égua. - disse o homem apontando para um animal branco. - Sabes, acho que a Eri tem razão...Tu provavelmente nem és princesa nenhuma, és só um fardo que vou ter de carregar até à cidade. Espero que a Mya possa tirar isto a limpo.
- Vai-se arrepender de me tratar assim. Quando me encontrarem vão-vos pedir satisfacções. - disse Usagi tentando paracer uma princesa. Era verdade tudo o que tinha dito, mas não podia negar que não falava como um membro de uma família real, não se vestia como tal, não andava elegantemente...Provavelmente aquilo não fazia sentido para aquelas pessoas. Por isso não acreditavam nela...
Niomendy voltou a colocar uma venda nos olhos de Usagi.
- Para que é isso afinal? - perguntou ela.
- Menos perguntas, Princesa. - respondeu Niomendy.
- Hmpf... - bufou Usagi.
- Não queremos que saibas como sair ou como chegar a este sítio. Não é óbvio? - Usagi corou e apesar de não poder ver, não só por ter a venda colocada mas também por causa da máscara, Niomendy esboçou um pequeno sorriso.
Começaram a cavalgar rapidamente.
Não sabia há quanto tempo estava em cima daquele cavalo, mas estava estafada. Subitamente pararam. Niomendy tirou a venda dos olhos de Usagi e após ter descido do cavalo, ajudou a rapariga a fazer o mesmo.
- Vamos parar aqui para comer qualquer coisa e dormir um par de horas. - disse o rapaz. Já havia anoitecido, Usagi olhou à volta e reparou que se encontravam numa pequena clareira. Conseguia ouvir vários animais à sua volta, piares subtis, pequenos movimentos nos ramos... Niomendy pegou em alguns ramos e começou a tentar acender uma fogueira friccionando duas pedras. Usagi não conseguiu conter-se e desatou a rir.
- Mas estamos o quê? Na idade média? - disse a rapariga, falando de livre vontade pela primeira vez desde que havia chegado àquele estranho mundo. Pôs a mão no bolso e tirou um isqueiro. Apesar de não fumar tinha sempre um à mão, não fôsse o diabo tecê-las. O seu lema era sempre, "Mulher prevenida vale por duas!". Rapidamente acendeu uma fogueira. Niomendy ficou paralisado ao ver tudo aquilo.
- O que?...Mas?...És uma...feiticeira!!! - disse o homem. Usagi sorriu.
- Não, de onde eu venho toda a gente sabe utilizar isto...é um isqueiro. Eu não sei explicar-te como funciona, se a Amy estivesse aqui dizia-te...Mas eu não sou muito boa nestas coisas. É um gás qualquer que está aqui dentro...não importa.
- Quem é a Amy? - perguntou Niomendy curioso.
- Uma amiga...deixa lá.
Comeram carne. Usagi nem quis saber de que animal era, só sabia que estava cheia de fome, e o que quer que fosse soube-lhe bastante bem.
- Agora dorme um pouco. - disse Niomendy passando-lhe uma manta. O homem sentou-se encostado a uma árvore e ficou a olhar para o céu.
- Tu não vais dormir? -perguntou Usagi.
- Não. Vou ficar a vigiar. Além disso, não tenho outra manta e está frio de mais. - Usagi teve um pouco de pena daquela pessoa.
- Bem, isso não é problema. - começou a rapariga. Sentou-se ao lado de Niomendy e estendeu a manta por cima de ambos.
- Isso não é algo que uma princesa faria. - disse ele.
- Eu não sou uma princesa qualquer. Sou a princesa da Lua. - Niomendy estremeceu ao ouvi-la dizer isto, mas Usagi não ousou perguntar nada.
- Afinal, de onde é que tu vens? - perguntou Niomendy.
- De Toquio. - respondeu Usagi. Niomendy teve um súbito ataque de riso.
- Muito bem, de Tóquio. Mais uma vez a Eri tinha razão, és uma grande mentirosa.
- Não, não sou!
- Shhh...Agora dorme.Ainda temos muito que cavalgar.
Usagi acabou por adormecer. Mal começou a amanhecer Niomendy acordou-a. Comeram os restos do dia anterior e seguiram viagem. A meio da manhã Usagi avistou uma povoação.
- O que é aquilo? - perguntou.
- Não reconheces a tua própria cidade? Aquilo é Tóquio!
- Não não é!
- Ai isso é que é! É a maior cidade das redondezas...É enorme. - Usagi não conseguiu perceber porque é que Niomendy dizia aquilo, afinal de contas aquela povoação não era maior que uma pequena vila.
Chegaram muito perto da cidade. Niomendy obrigou Usagi a desmontar e deu-lhe para a mão um papel.
- Ninguém entra ou sai da cidade sem identificação. - Usagi olhou para o seu papel.
"Serenity Baich"
- Mas... - começou a rapariga.
- Vais entrar como minha mulher. Não havia outra maneira que não fosse suspeita. Também não me agrada a mim. - Usagi corou e sentiu-se um pouco ofendida.
- Vou-te pedir uma coisa. Tenho de tirar a máscara. Não podia entrar na cidade com ela sem ser preso. Os rebeldes não são bem vindos aqui, estamos perto de mais dos domínios dela. Não te assustes por favor... - Niomendy retirou a máscara branca que lhe tapava toda a cara excepto os olhos. Não foi a grande cicatriz que lhe desfigurava parte do rosto que a surpreendeu, mas sim o que estava por trás dela.
- MAMO-CHAN!

I never got my letter to Hogwarts...so I'm moving to Forks to live with the Cullens.xD
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God !




Mim na binca 
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