Sailor Moon - Dimensão B
Aqui vai....
Capítulo 2 - Na floresta
Olhou em volta na expectativa de encontrar algum ponto de refer
encia...Mas tudo era verde...e estranhamente semelhante.
Decidiu começar a caminhar para Norte...Ou para onde julgava ser Norte. Nunca se tinha orientado muito bem, afinal de contas o seu nome do meio era "distraída".
- Usagi Distraída Tsukino... - riu-se da sua própria piada mas depressa o medo se apoderou das suas entranhas e se fez sentir na sua barriga que começou a fazer barulho. - Vamos pensar que é fome e não medo...Eu sou forte.
Quando estava prestes a irromper em lágrimas reparou que a paisagem começara a mudar. As árvores começavam a ser mais frequentes e mais próximas umas das outras. Depressa se encontrava numa densa floresta onde os raios de luz tinham dificuldade em penetrar.
Qualquer barulho a assustava...Desde um leve movimento de um esquilo numa árvore próxima, até ao piar de um mocho...O seu batimento cardíaco estava acelaradíssimo e não conseguia dar três passos sem tropeçar numa raíz ou numa pedra.
Começou a ouvir um barulho misterioso e, repentinamente sentiu-se observada. Um homem com ar mal intencionado saiu das sombras.
- Ahhhh.... - gritou Usagi.
De repente mais dois homens saltaram de trás de duas árvores. Usagi paralisou...Não podia fazer nada...Sem o alfinete não era nada...Sem os seus poderes não se podia defender...
- Sim senhor...O que temos nós aqui? - disse um dos homens num tom voraz e indecente.
- Saiu-nos a sorte grande! - disse outro
- Ora ora, uma menina...Tão sozinha...Que pena....Ahahahahah! - falou o terceiro.
Era cada um mais nojento que o outro. Tinham ar de serem ladrões e ordinários. As suas mãos eram calosas e as suas unhas estavam imundas. Nenhum dos três tinha a face sem cicatrizes e as suas roupas estavam esfarrapadas e sujas.
Usagi não sabia o que fazer...Estava perdida! Ia morrer... Só conseguia pensar em Mamoru...O que estaria ele a pensar...Estaria a tentar vir buscá-la?
Um dos homens agarrou-a pela cintura e puxou-a para si, rasgando-lhe a blusa.
- Muito bem, muito bem...Tão perfeitinha...É de facto uma pena.
Usagi cuspiu-lhe na cara. Em resposta levou um safanão e foi atirada de encontra a uma árvore. Os outros dois riam.
O homem voltou a bater na rapariga fazendo com que esta começasse a sangrar do lábio inferior. Aproximou-se mais, desapertou as suas calças e levantou-lhe o vestido. Agarrando-lhe os braços preparava-se para a violar. Usagi gritava.
- Não..Não por favor...Eu...Eu sou uma Princesa de um país distante, vão-se arrepender. Hão-de vir à minha procura. - Não se lembrava de mais nada para dizer e não tinha forças para combater aquele criminoso com o triplo do seu tamanho. Os homens riam-se cada vez mais.
- Uma princesa? Uma princesa não anda sozinha por estes lugares...E muito menos assim vestida. Acreditava mais depressa que eras uma prostitutazinha do que uma princesa. - A respiração do homem estava demasiado perto de si...
Subitamente algo o atingiu nas costas. Era uma seta, vinda de algures de entre o meio das árvores. O homem caiu morto em cima de Usagi que começou a gritar e chorar ainda mais alto. Os outros dois ladrões depressa desembainharam as suas espadas.
Vindos do nada surgiram dois cavalos e seus cavaleiros...A visão de Usagi estava a turvar-se...Não conseguia pensar claramente.Quem seriam os seus salvadores? Rapidamente os dois ladrões foram mortos, sem dar grande luta às misteriosas personagens que haviam surgido.
Os cavaleiros desmontaram e começaram a aproximar-se de Usagi. A rapariga encolheu-se.
- Está em mau estado Eri... - disse uma voz masculina. Eram duas figuras encapuçadas e com máscaras que lhes cobriam toda a face deixando apenas os olhos à vista. Usagi tentou focar a visão para perceber quem é que se aproximava dela. Sentia-se a desmaiar e estava em choque profundo...Não conseguia articular um único som.
- Não quero saber disso. Vamos levá-la. Ela disse que era uma princesa, podemos servir-nos disso se de facto fôr verdade. - agora era uma voz feminina que falava.
- Ela está magoada e tu só consegues pensar em dinheiro e vingança...Vem, nós não te fazemos mal. - disse de novo a voz masculina. As vozes dos cavaleiros encontravam-se um pouco abafadas devido às máscaras que usavam, mas parecia a Usagi que soavam algo familiares...A rapariga não se mexeu. Estava com um olho negro e com um lábio inchado e ensaguentado. Os seus braços estavam vermelhos devido à brutalidade com que havia sido agarrada e as suas roupas estavam rasgadas deixando-a demasiado exposta.
- Não me venhas com moralismos. Ata-lhe as mãos e põe-lhe uma venda. - ordenou a mulher encapuçada.
- Desculpa... - disse o homem a Usagi. - Eu levo-a no meu cavalo.
- Faz como queiras. Vamos despachar-nos...Temos muito a tratar.
O cavaleiro emprestou a usagi um manto para se tapar e pegou-lhe sentando-a em cima do seu cavalo.
- Ela é parecida com... - começou ele a dizer sendo logo interrompido pela mulher.
- Não, ninguém é parecido com ela percebes? Ninguém.
O homem sussurrou ao ouvido de Usagi que ainda não tinha parado de chorar:
- Shhh...Vai tudo correr bem. Não te preocupes.
Capítulo 2 - Na floresta
Olhou em volta na expectativa de encontrar algum ponto de refer
encia...Mas tudo era verde...e estranhamente semelhante.
Decidiu começar a caminhar para Norte...Ou para onde julgava ser Norte. Nunca se tinha orientado muito bem, afinal de contas o seu nome do meio era "distraída".
- Usagi Distraída Tsukino... - riu-se da sua própria piada mas depressa o medo se apoderou das suas entranhas e se fez sentir na sua barriga que começou a fazer barulho. - Vamos pensar que é fome e não medo...Eu sou forte.
Quando estava prestes a irromper em lágrimas reparou que a paisagem começara a mudar. As árvores começavam a ser mais frequentes e mais próximas umas das outras. Depressa se encontrava numa densa floresta onde os raios de luz tinham dificuldade em penetrar.
Qualquer barulho a assustava...Desde um leve movimento de um esquilo numa árvore próxima, até ao piar de um mocho...O seu batimento cardíaco estava acelaradíssimo e não conseguia dar três passos sem tropeçar numa raíz ou numa pedra.
Começou a ouvir um barulho misterioso e, repentinamente sentiu-se observada. Um homem com ar mal intencionado saiu das sombras.
- Ahhhh.... - gritou Usagi.
De repente mais dois homens saltaram de trás de duas árvores. Usagi paralisou...Não podia fazer nada...Sem o alfinete não era nada...Sem os seus poderes não se podia defender...
- Sim senhor...O que temos nós aqui? - disse um dos homens num tom voraz e indecente.
- Saiu-nos a sorte grande! - disse outro
- Ora ora, uma menina...Tão sozinha...Que pena....Ahahahahah! - falou o terceiro.
Era cada um mais nojento que o outro. Tinham ar de serem ladrões e ordinários. As suas mãos eram calosas e as suas unhas estavam imundas. Nenhum dos três tinha a face sem cicatrizes e as suas roupas estavam esfarrapadas e sujas.
Usagi não sabia o que fazer...Estava perdida! Ia morrer... Só conseguia pensar em Mamoru...O que estaria ele a pensar...Estaria a tentar vir buscá-la?
Um dos homens agarrou-a pela cintura e puxou-a para si, rasgando-lhe a blusa.
- Muito bem, muito bem...Tão perfeitinha...É de facto uma pena.
Usagi cuspiu-lhe na cara. Em resposta levou um safanão e foi atirada de encontra a uma árvore. Os outros dois riam.
O homem voltou a bater na rapariga fazendo com que esta começasse a sangrar do lábio inferior. Aproximou-se mais, desapertou as suas calças e levantou-lhe o vestido. Agarrando-lhe os braços preparava-se para a violar. Usagi gritava.
- Não..Não por favor...Eu...Eu sou uma Princesa de um país distante, vão-se arrepender. Hão-de vir à minha procura. - Não se lembrava de mais nada para dizer e não tinha forças para combater aquele criminoso com o triplo do seu tamanho. Os homens riam-se cada vez mais.
- Uma princesa? Uma princesa não anda sozinha por estes lugares...E muito menos assim vestida. Acreditava mais depressa que eras uma prostitutazinha do que uma princesa. - A respiração do homem estava demasiado perto de si...
Subitamente algo o atingiu nas costas. Era uma seta, vinda de algures de entre o meio das árvores. O homem caiu morto em cima de Usagi que começou a gritar e chorar ainda mais alto. Os outros dois ladrões depressa desembainharam as suas espadas.
Vindos do nada surgiram dois cavalos e seus cavaleiros...A visão de Usagi estava a turvar-se...Não conseguia pensar claramente.Quem seriam os seus salvadores? Rapidamente os dois ladrões foram mortos, sem dar grande luta às misteriosas personagens que haviam surgido.
Os cavaleiros desmontaram e começaram a aproximar-se de Usagi. A rapariga encolheu-se.
- Está em mau estado Eri... - disse uma voz masculina. Eram duas figuras encapuçadas e com máscaras que lhes cobriam toda a face deixando apenas os olhos à vista. Usagi tentou focar a visão para perceber quem é que se aproximava dela. Sentia-se a desmaiar e estava em choque profundo...Não conseguia articular um único som.
- Não quero saber disso. Vamos levá-la. Ela disse que era uma princesa, podemos servir-nos disso se de facto fôr verdade. - agora era uma voz feminina que falava.
- Ela está magoada e tu só consegues pensar em dinheiro e vingança...Vem, nós não te fazemos mal. - disse de novo a voz masculina. As vozes dos cavaleiros encontravam-se um pouco abafadas devido às máscaras que usavam, mas parecia a Usagi que soavam algo familiares...A rapariga não se mexeu. Estava com um olho negro e com um lábio inchado e ensaguentado. Os seus braços estavam vermelhos devido à brutalidade com que havia sido agarrada e as suas roupas estavam rasgadas deixando-a demasiado exposta.
- Não me venhas com moralismos. Ata-lhe as mãos e põe-lhe uma venda. - ordenou a mulher encapuçada.
- Desculpa... - disse o homem a Usagi. - Eu levo-a no meu cavalo.
- Faz como queiras. Vamos despachar-nos...Temos muito a tratar.
O cavaleiro emprestou a usagi um manto para se tapar e pegou-lhe sentando-a em cima do seu cavalo.
- Ela é parecida com... - começou ele a dizer sendo logo interrompido pela mulher.
- Não, ninguém é parecido com ela percebes? Ninguém.
O homem sussurrou ao ouvido de Usagi que ainda não tinha parado de chorar:
- Shhh...Vai tudo correr bem. Não te preocupes.

I never got my letter to Hogwarts...so I'm moving to Forks to live with the Cullens.xD
ahahah o nobel da literatura kakakakak n m posso deixar de ri...muito...
oh, desculpem la a cena um bocadinho grafica. mas apeteceu-me ser um bocadinho agressiva. não pode ser tudo bom não é? lool
e muito obrigada pelos comments
conta la as teorias kasei
vou tentar por mais um amanha, agora vou é dormir, pq tenho aulas as 8 amanha buaaaaaaaaa
oh, desculpem la a cena um bocadinho grafica. mas apeteceu-me ser um bocadinho agressiva. não pode ser tudo bom não é? lool
e muito obrigada pelos comments
conta la as teorias kasei

vou tentar por mais um amanha, agora vou é dormir, pq tenho aulas as 8 amanha buaaaaaaaaa

I never got my letter to Hogwarts...so I'm moving to Forks to live with the Cullens.xD
Capítulo 3 - Princess Serenity
De olhos vendados, Usagi conseguia sentir o vento na cara. Estava aterrorizada, no entanto, aquele misterioso cavaleiro deixava-a algo confortável.
Mamo-chan onde páras tu...Meninas... As suas lágrimas eram absorvidas pelo tecido negro que lhe tapava os olhos.
A cavalgada foi longa e dolorosa, a meio do caminho a rapariga acabou por perder a consciência...Nem se apercebeu se tinha adormecido ou desmaiado. Lentamente estava a voltar a si...Ouviam-se vozes, Usagi tentou ficar imóvel para que não se apercebessem de que estava acordada.
- Será que ela é uma...? - perguntou o mesmo homem com quem tinha vindo.
- Não sei...O alfinete parace ser original. Mas está partido, não emana qualquer tipo de energia. - disse uma rapariga. Não era Eri, a mulher com quem se tinha encontrado antes. Esta voz era mais doce e melodiosa, mas um pouco triste também...
- Vou enviá-lo à Mya para que o examine o mais depressa possível. - era Eri quem falava. A sua voz era rispida e imperativa, Usagi tinha-a visto a tratar todos com frieza e superioridade. Devia ser uma espécie de líder ou chefe para aquela gente.
- Acho que ela está a acordar... - deviam ter ouvido a respiração de Usagi. A rapariga achou que não valia a pena fingir, gemeu de dor quando se mexeu, e lentamente abriu os olhos. Viu que se encontrava num quarto escuro e com pouca mobília. Havia uma pequena mesa a um canto, uma cadeira e a cama em que a própria Usagi estava deitada. A mulher desconhecida tomou a palavra:
- Toma, come um pouco. - disse estendendo-lhe um prato com uma mistela incompreensível. Usagi não se mexeu.
- Não sejas demasiado simpática Niam, é só uma prisioneira, nada mais. - Eri falava com um certo ódio nas suas palavras - Come rapariga, vais precisar de forças para a próxima viagem. Se não comeres vais acabar por morrer, e não é isso que tu queres pois não?
- Nem tu, Eri. - o cavaleiro que salvara Usagi tinha acabado de entrar na divisão. Trazia uma pequena vela na mão que iluminou um pouco a sala. Usagi conseguiu ver que as pessoas mantinham as suas máscaras, mas também conseguiu vislumbrar um pouco aquilo que estava por detrás delas. Eri era morena, tinha o cabelo escuro, apanhado e Niam tinha longos cabelos loiros, soltos. Os olhos eram a única parte da face vísivel, Eri tinha-os muito escuros, ao contrário de Niam. Quando se voltou para observar o homem Usagi reparou que o seu olhar era de um azul profundo. Tudo aquilo era estranhamente familiar...Aquelas pessoas...Sentia que as conhecia. Talvez de uma outra vida, pensou.
- Bem, vamos lá falar um pouco. Princesa dizes tu? - começou o cavaleiro.
- Deixa-me apertar com ela, Niomendy. - dizia Eri.
- Não, Eri. Desta vez sou eu quem falo. A rapariga está perturbada, temos de fazer as coisas com calma. - continuou Niomendy. Eri bufou e virou costas, saindo de rompante, Niam seguiu-a. Mas em vez de sair da sala ficou a guardar a entrada.
- Certifica-te que ninguém nos incomoda. - disse o homem a Niam. - Muito bem, eu sou Niomendy. Já conheceste a Eri, comandante dos rebeldes. E ali à porta está Niam, a nossa melhor conselheira. Agora que sabes quem somos, tenho de te perguntar o teu nome... - Usagi tremeu ao ouvir aquilo e começou a tentar verbalizar. Não conseguia articular nem uma sílaba...
- Shhh...Tem calma...Vai tudo correr bem, cara de lua. - Niam estremeceu ao ouvir aquilo, mas a pessoa mais surpresa naquela sala era Usagi...Como? Só Mamoru lhe chamava assim. Irrompeu num choro descontrolado.
- Err...Eu, disse alguma coisa de mal? - perguntou Niomendy. Usagi acalmou-se lentamente.
- O...me..meu no...no...nome é Usag...Serenity. - não percebeu muito bem porque tinha dito o seu nome enquanto princesa da lua, mas achou que era o melhor a fazer naquela altura. Niam deu um pequeno guincho ao ouvir aquilo e Niomendy ficou com os olhos muito arregalados.
- Manda chamar a Eri, depressa. Temos de partir, a Mya precisa de falar com esta rapariga. Se de facto o teu nome é Serenity e se é verdade que és uma princesa, então vais ter muito que explicar. - Niomendy saiu do quarto sem dizer mais nada e fechou a porta agressivamente.
Usagi ficou pensativa e cada vez mais assustada com aquela situação. Onde é que se teria vindo meter? Quem eram aquelas pessoas? E porque é que o seu nome os teria deixado tão surpresos?
De repente a porta voltou a abrir-se.
- Repete o teu nome, já! - gritou Eri.
- Eu...Princesa Serenidade, da Lua. - disse Usagi.
- Não pode ser... - Eri começou a andar de um lado para o outro do quarto. De repente parou:
- Vamos partir agora, a Mya precisa de saber disto. Eu vou à frente para abrir caminho com a Niam, é preciso de informar a Katomo. Tu vais com ela directamente para a cidade, ouviste? - só nesse momento Usagi reparou que Niomendy estava à porta. O misterioso homem acenou com a cabeça.
- Vamos. - ordenou apontando para Usagi.
De olhos vendados, Usagi conseguia sentir o vento na cara. Estava aterrorizada, no entanto, aquele misterioso cavaleiro deixava-a algo confortável.
Mamo-chan onde páras tu...Meninas... As suas lágrimas eram absorvidas pelo tecido negro que lhe tapava os olhos.
A cavalgada foi longa e dolorosa, a meio do caminho a rapariga acabou por perder a consciência...Nem se apercebeu se tinha adormecido ou desmaiado. Lentamente estava a voltar a si...Ouviam-se vozes, Usagi tentou ficar imóvel para que não se apercebessem de que estava acordada.
- Será que ela é uma...? - perguntou o mesmo homem com quem tinha vindo.
- Não sei...O alfinete parace ser original. Mas está partido, não emana qualquer tipo de energia. - disse uma rapariga. Não era Eri, a mulher com quem se tinha encontrado antes. Esta voz era mais doce e melodiosa, mas um pouco triste também...
- Vou enviá-lo à Mya para que o examine o mais depressa possível. - era Eri quem falava. A sua voz era rispida e imperativa, Usagi tinha-a visto a tratar todos com frieza e superioridade. Devia ser uma espécie de líder ou chefe para aquela gente.
- Acho que ela está a acordar... - deviam ter ouvido a respiração de Usagi. A rapariga achou que não valia a pena fingir, gemeu de dor quando se mexeu, e lentamente abriu os olhos. Viu que se encontrava num quarto escuro e com pouca mobília. Havia uma pequena mesa a um canto, uma cadeira e a cama em que a própria Usagi estava deitada. A mulher desconhecida tomou a palavra:
- Toma, come um pouco. - disse estendendo-lhe um prato com uma mistela incompreensível. Usagi não se mexeu.
- Não sejas demasiado simpática Niam, é só uma prisioneira, nada mais. - Eri falava com um certo ódio nas suas palavras - Come rapariga, vais precisar de forças para a próxima viagem. Se não comeres vais acabar por morrer, e não é isso que tu queres pois não?
- Nem tu, Eri. - o cavaleiro que salvara Usagi tinha acabado de entrar na divisão. Trazia uma pequena vela na mão que iluminou um pouco a sala. Usagi conseguiu ver que as pessoas mantinham as suas máscaras, mas também conseguiu vislumbrar um pouco aquilo que estava por detrás delas. Eri era morena, tinha o cabelo escuro, apanhado e Niam tinha longos cabelos loiros, soltos. Os olhos eram a única parte da face vísivel, Eri tinha-os muito escuros, ao contrário de Niam. Quando se voltou para observar o homem Usagi reparou que o seu olhar era de um azul profundo. Tudo aquilo era estranhamente familiar...Aquelas pessoas...Sentia que as conhecia. Talvez de uma outra vida, pensou.
- Bem, vamos lá falar um pouco. Princesa dizes tu? - começou o cavaleiro.
- Deixa-me apertar com ela, Niomendy. - dizia Eri.
- Não, Eri. Desta vez sou eu quem falo. A rapariga está perturbada, temos de fazer as coisas com calma. - continuou Niomendy. Eri bufou e virou costas, saindo de rompante, Niam seguiu-a. Mas em vez de sair da sala ficou a guardar a entrada.
- Certifica-te que ninguém nos incomoda. - disse o homem a Niam. - Muito bem, eu sou Niomendy. Já conheceste a Eri, comandante dos rebeldes. E ali à porta está Niam, a nossa melhor conselheira. Agora que sabes quem somos, tenho de te perguntar o teu nome... - Usagi tremeu ao ouvir aquilo e começou a tentar verbalizar. Não conseguia articular nem uma sílaba...
- Shhh...Tem calma...Vai tudo correr bem, cara de lua. - Niam estremeceu ao ouvir aquilo, mas a pessoa mais surpresa naquela sala era Usagi...Como? Só Mamoru lhe chamava assim. Irrompeu num choro descontrolado.
- Err...Eu, disse alguma coisa de mal? - perguntou Niomendy. Usagi acalmou-se lentamente.
- O...me..meu no...no...nome é Usag...Serenity. - não percebeu muito bem porque tinha dito o seu nome enquanto princesa da lua, mas achou que era o melhor a fazer naquela altura. Niam deu um pequeno guincho ao ouvir aquilo e Niomendy ficou com os olhos muito arregalados.
- Manda chamar a Eri, depressa. Temos de partir, a Mya precisa de falar com esta rapariga. Se de facto o teu nome é Serenity e se é verdade que és uma princesa, então vais ter muito que explicar. - Niomendy saiu do quarto sem dizer mais nada e fechou a porta agressivamente.
Usagi ficou pensativa e cada vez mais assustada com aquela situação. Onde é que se teria vindo meter? Quem eram aquelas pessoas? E porque é que o seu nome os teria deixado tão surpresos?
De repente a porta voltou a abrir-se.
- Repete o teu nome, já! - gritou Eri.
- Eu...Princesa Serenidade, da Lua. - disse Usagi.
- Não pode ser... - Eri começou a andar de um lado para o outro do quarto. De repente parou:
- Vamos partir agora, a Mya precisa de saber disto. Eu vou à frente para abrir caminho com a Niam, é preciso de informar a Katomo. Tu vais com ela directamente para a cidade, ouviste? - só nesse momento Usagi reparou que Niomendy estava à porta. O misterioso homem acenou com a cabeça.
- Vamos. - ordenou apontando para Usagi.

I never got my letter to Hogwarts...so I'm moving to Forks to live with the Cullens.xD
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Lindo! Ideia genial! qero mais!!
obrigada pelo comment=)
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