Onde estás Endymion? [Actualizada cap.10 05/09/2010]
Desculpa o atraso Monica. Obrigada pelo teu comentário 
Aqui está novo capítulo. Também já tenho um pronto na outra fanfic, mas esse só posto quando tiver mais comentários xDD
Espero que gostem, apesar de ser pequinino, já deu para fechar o maldito capitulo de descrições de Nova Iorque
7º Nova Iorque 2ª Parte / “Ai Uont tu bia a dê bê dê!”
Um bengaleiro dispôs-se para ajudar as meninas a levarem as malas para a suite que iriam ocupar. Livres do enorme peso, apressaram-se para fazer o check-in.
Com a pressa de Alex, que tentava a todo o custo empurrar Minako para a suite, para depois conversar com ela, nem Usagi, nem as outras puderam admirar a beleza da recepção do hotel. Apenas se lembraram de entrar no elevador luxuoso forrado em cores vivas, parar no quadragésimo sexto andar e entrar por entre uma porta cor de vinho tinto.
A Suite era maravilhosa, descrita numa palavra. O papel de parede bege com um padrão de linhas agradável era praticamente insignificante ao pé das majestosas camas, com cobertas de algodão e almofadas de penas, da casa de banho cor de pérola com pequenas formas num tom dourado, com uma banheira gigante e um lavatório de querer invejar aos vulgares de Tokyo.
A decorar as paredes, sustinham três quadros de arte abstracta e, no meio da suite, um sofá de veludo vermelho e um enorme plasma completavam a decoração.
-Yupii! - gritou Minako, atirando-se para uma das camas.
-Isso digo eu. - Disse Makoto, seguindo o gesto de Mina e atirando-se para outra das camas. - Nunca tive uma viagem mais cansativa.
-Eu cá concordo! Estou esfomeada.
-Para não variar Usagi Tsukino! - Rei aproximou-se do mini-bar que se encontrava perto da porta e fez uma careta ao olhar para as bebidas. Pegou numa garrafa e mostrou-a às amigas, com um ar confuso - Isto é água mineral?
-É sim. Essa marca é muito conhecida aqui nos E.U.A. -respondeu Minako, descalçando os sapatos.
-Pois, mas eu sou do Japão e bebo água japonesa.
-Qual é a diferença? É água e é.
-Olha que não é bem assim. A água dos E.U.A precisa de mais…
-Poupa os discursos de professora, Ami! Afinal estamos de férias. - resmungou Makoto, deixando a amiga corar levemente.
-É esse o espírito, miúda!
Bateram à porta. Alex resmungava do outro lado, rogando pragas a tudo e todos. Minako suspirou e saltou da cama, abrindo a porta ao agente.
-Até que enfim. Já estava a ver que estavas a tomar banho.
-Não. Estava apenas a instalar-me e…
-Tempo é dinheiro, cara Mina - interrompeu Alex. Apesar de ter provocado choque nas meninas, Minako exibia uma cara serena, como quem já estava habituada. - Não temos tempo para parvoíces. Agora temos que ensaiar.
-Mas eu prometi às meninas.. - Minako apontou para as amigas, com um olhar de desespero, mas foi novamente interrompida por Alex.
-Elas arranjam um guia. Não te esqueças que tens um jantar de elite daqui a duas semanas. Não podes falhar! - dito isso, saiu do quarto, fechando a porta com força.
Minako mordeu o lábio e virou-se para as amigas:
-Bem. Parece que já não vou fazer compras com vocês a Time Square. Mas divirtam-se! - disse, exibindo um dos seus calorosos sorrisos.
-Como é que aguentas aquele tipo? - perguntou Makoto, ainda indignada pela atitude de Alex.
-Tenho que aguentar. Afinal ele deu-me uma oportunidade única.
-Mas será que vale a pena?
Minako revirou os olhos para Rei, mudando de direcção em seguida.
Sussurrou alguma coisa enquanto calçava os sapatos, mas que as outras não puderam ouvir. Voltou a virar-se para as amigas, sempre a sorrir:
-Bem.. Eu vou arranjar-vos um guia.
-Não é preciso Mina. Eu tenho aqui um mapa! - afirmou Ami, pegando num grande pedaço de papel que tinha várias rotas traçadas.
-Têm a certeza? É que é bastante fácil perderem-se por aqui!
-Não te preocupes connosco! Devias mas é gravar esse disco, que nós estamos ansiosas por ouvi-lo. - Usagi chegou-se perto da amiga, pousando as suas mãos nos ombros desta, confortando-a - Nós ficamos bem!
-Se assim o dizem! - Pegou na sua mala pequena e saiu, não antes de deitar um sorriso triste para as amigas, antes de fechar a porta.
**
No meio da rua, Rei resmungava a alto e bom som:
-Que mal educado. Até parece que a Mina é um objecto. Ela tem direito a divertir-se.
-Tens toda a razão. - Ami parecia ser a única preocupada com o sinal verde para peões a piscar regularmente. Atravessar uma rua em Nova Iorque podia ser muito perigoso. - Mas a fama é assim. Tem os seus prós e contras. Este é um contra.
Pouco falaram durante o percurso. Enquanto Ami observava o mapa de minuto a minuto, as outras observavam cada canto de Nova Iorque. Já no Hotel fora difícil olhar para onde pisavam. As tapeçarias elegantes a bordõ e dourado decoravam a grande divisão com elegância e alta estética. Magníficos padrões sobressaíam-se no tecto e um papel de parede simples iluminava a sala. O Hotel parecia ser feito de ouro, com o resplandecente dourado a decorar a recepção, as maçanetas das portas, enfim, praticamente tudo o que devia ter escrito no código de barras de compra “Mostrem-me!”.
Várias plantas, dispostas em cantos e entradas, davam um ar mais natural enquanto o luxuoso candeeiro de tecto, sustido por uma corrente de ferro amarela, emitia a sua luz em pequenas lâmpadas de vidro, para quem ainda precisasse.
E os funcionários pareciam também fazer parte da decoração. Sempre cordiais, com o seu uniforme rigoroso e a sorrir.
Agora haviam saído para a rua e, apesar de elegância ter descido uns bons pontos em relação ao Hotel, não deixava de ser diferente.
Por todo o lado, existiam cartazes de publicidade a marcas ou produtos fixados em vários pontos. Os carros arrancavam a grande velocidade, sendo possível ouvir o chiar dos pneus no solo duro e frio. As pessoas corriam apressadas para todo o lado, sem pararem para cumprimentar seja quem for.
Em cada esquina havia um vendedor de cachorros ou de qualquer outro mantimento para quem estivesse disposto a gastar cinco minutos do seu tempo a comer, em vez de ficar com a barriga vazia.
Viam-se animais vadios por todo o lado. Eles farejavam a comida do lixo, em busca de uma saborosa refeição e o mesmo acontecia a certos humanos, que vestiam roupas imundas e tinham em posse um carrinho de compras, com vários objectos seus (roubados ou encontrados).
A certa altura, Usagi deitou o olhar para o chão. Já não conseguia olhar mais para tamanha miséria. Aquela cidade podia assemelhar-se a um conjunto de fios que faziam funcionar uma bomba. Se algum fio fosse cortado, não tardaria muito até a bomba rebentar.
Viraram várias esquinas até finalmente Ami parar de repente, fazendo com que as outras fossem contra ela:
-Ami! -. Resmungaram todas, em busca de uma explicação. - Porque paraste!
-É aqui! - Foi tudo o que Ami disse, guardando o mapa na sua mala e erguendo o olhar para a frente. As meninas e os gatos seguiram o exemplo e ficaram maravilhados com aquilo que viram. – Isto é… se quiserem fazer compras.
Era praticamente uma rua vulgar, se não fosse um pequeno grande detalhe em vista.
Lojas! Montes e montes de lojas! Roupa, música, acessórios, jóias, comida… enfim, TUDO!!
Rei e Usagi fizeram um enorme esforço para não correr que nem loucas pela rua fora, mas era difícil. Tanta variedade, tanta beleza!
-Ai, isto é o paraíso das compras! - deixou escapar Usagi, num gritinho histérico.
-Oh, por amor de Deus! Controla-te Usagi Tsukino! - Apesar de implicar com a amiga, Rei concordava com o seu pensamento. - Não podes ficar louca só porque vês… AQUELES SAPATOS TÊM QUE SER MEUS!! - E assim correu, atravessando a rua que nem louca, em direcção a uma loja de calçado, fazendo os carros buzinarem a alto e bom som.
Entretanto as outras ficaram paradas, sem qualquer expressão, a não ser a de atrapalhadas (gotas).
-Aff, esta Rei é maluquinha! - Luna saltou do colo de Usagi, embatendo no chão. Olhando em volta, não fosse ver algum cão vadio, atravessou a rua cautelosamente.
As meninas seguiram-na, atravessando pela passadeira. Quando chegaram perto de Rei, viram-na dentro da loja a fitar uns sapatos vermelhos de salto de agulha com um ar apaixonado. A vendedora sorria, mas todas sabiam que não era para ser cordial. Era mais para controlar a enorme vontade de soltar uma gargalhada.
-Hum… Se querem saber, eu não penso ficar por esta loja. - Afirmou Makoto, olhando em volta. Avistou uma loja de música com um nome apelativo. - Quem vem comigo ali a aquela loja?
-Eu vou. Não preciso de sapatos. - Ofereceu-se Usagi, despedindo-se de Ami, Luna e Artemis que entraram na loja e tentaram acalmar Rei, que contava os tostões que tinha no porta-moedas, com um ar desesperado.
MusicVideo era uma loja curiosa. Estava decorada ao estilo dos mais jovens. Graffitis coloridos cobriam as paredes por completo, deixando pouco espaço para se notar a cor base, de um branco pérola. As prateleiras, cheias de CD’s e DVD’s estavam ordenadas num forma indefinida, que apenas lembrava às duas japonesas, o efeito dominó. Se uma prateleira caísse, as outras iam atrás.
No balcão ostentava um jovem, cujo rosto estava escondido por detrás de um livro grosso, deitando de vez em quando um olho à loja.
Separaram-se e deram uma vista de olhos. Havia bastante variedade e Makoto ficou surpreendida por encontrar discos de alguns cantores japoneses.
Usagi dava uma volta pelos DVD’s. Havia tantos títulos. Infelizmente, ela não entendia nada. Tentava olhar para as capas e tentar perceber o significado do filmes, mas ainda assim poucos resultados conseguia.
Até que encontrou um certo DVD. Ela conhecia-o. Titanic era um nome único e inalterável para qualquer país. Apesar de estar tudo em inglês, conseguiu distinguir a palavra “japonese” no fundo, como se indicasse que tinha, ou legendas ou diálogos a japonês. Ambos eram boas opções para ela.
Observou o preço. Era um pouco puxado, mas sabia que as meninas iriam gostar de ver aquela linda história de amor.
Sonhadora, dirigiu-se para o balcão e pela primeira vez observou o rapaz que lá estava, que continuava a ler o seu livro. Era bastante alto, mesmo sentado, e os seus olhos pareciam capazes de fazer uma rapariga suspirar.
Usagi sentiu o seu coração bater com força. Era a sua oportunidade. Tinha que fazer boa figura:
-Solly? - Esperou que o rapaz centrasse a sua atenção em si. Viu que os olhos dele eram azuis escuros, como o céu nocturno, mas não achou estranho o olhar confuso do rapaz. “Deve-me achar linda!”, pensou. - Ai Uont tu bia a dê bê dê!”
O rapaz achou ter ouvido mal. Ou então ouviu bem, mas ela falara mal. Sorriu, tentando conter a gargalhada. Levantou-se. O seu cabelo escuro roçava levemente por cima da orelha, o que lhe dava um ar de príncipe. A pulsação de Usagi aumentou.
-Will you buy that DVD? - perguntou, apontando para o DVD que Usagi tinha na mão.
-Yesse. - confirmou a loira, com um sorriso.
Ele riu-se. Usagi ficou um pouco confusa, no entando não retirou o seu sorriso.
-Your not from here, aren’t you?
Tentando assimilar aquilo que ele dissera, ela hesitou um pouco. Ao fim de uns segundos, conseguiu um resultado.
-no, I’m Japoneize.
-Japonesa? - perguntou o rapaz, na sua língua, não conseguindo conter a gargalhada. - Já viste a idade que tens? E ainda por cima não sabes falar inglês. – Pousou a mão na cabeça, tentando controlar-se. – Mas afinal, quantos anos tens?
-Dezoito. - sussurrou Usagi, um pouco corada.
-A sério! - Ele parecia não conseguir parar e rir. A certa altura chamou a atenção de Makoto e de outros clientes. Esta aproximou-se da amiga.
-O que se passa Usagi?
-Nada! - “Porque raio não fiquei calada?”, amaldiçoou-se.
-Nada? - Ele virou-se para a morena. - A tua amiguinha não fala inglês correctamente. Precisa de umas explicações. Tiveste sorte em eu ser também do Japão, porque se fosse de cá, ria-me à força toda.
-Tu não te estás a rir à força toda? - provocou Usagi, tentando ganhar pontos a seu favor.
-Por acaso não. Como também sou estrangeiro, respeito os que também não são de cá, mas não consigo evitar rir-me de uma raparigas que nem “Desculpe!” sabe dizer correctamente.
Usagi olhou para Makoto, com um olhar desesperado. “Ajuda-me!”. Esta, no entanto, não conseguia dizer nada. Bem, ela concordava com o rapaz. Usagi deveria ser, pelo menos, capaz de dizer frases simples em inglês.
-És de que parte do Japão? – perguntou, com um sorriso amistoso. Viu pelo canto do olho que Usagi estava agora irritada, mirando-a com frieza. “Não era essa ajuda que queria!!”
-Tokyo. Mas já estou aqui há dois anos. Estudo na faculdade de medicina de Nova Iorque. - De súbito, lembrou-se. - Ah, já me esquecia. O meu nome é Mamoru Chiba. E o vosso?
-Makoto Kino e esta - disse, apontando para Usagi - é a minha amiga, Usagi Tsukino.
Quando ambos os jovens ouviram soar o nome de cada um, algo de dentro deles soou. Uma sensação familiar. Um formigueiro no estômago.
Era como se ambos já se tivessem conhecido em algum lado. Mas havia algo mais. Ambos perderam-se a olhar para os seus olhos, ambos da mesma cor, que traziam vários mistérios por desvendar.
Dos três, apenas Makoto notou que tanto Mamoru como Usagi, sorriam um para o outro.
Uma tossidela de um cliente, fez Mamoru despertar:
-Queres uma saca? - pegou no DVD de Usagi e registou o código de barras através de uma luz infravermelha. De imediato, o som confirmou a compra e, após o pagamento, ambas as raparigas puderam sair da loja. Makoto prometera a Mamoru voltar a passar por ali, no entanto Usagi não ouviu.
Algo a fazia suspirar. Alguma força a impedia de ir embora. Algo queria que ela ficasse. Mamoru olhou para ela e Usagi, por um segundo, sentiu o seu coração parar.
Não podia fica ali, por muito que quisesse. Apressou o passo e saiu da loja quase a correr, deixando para trás uma Makoto muito confusa e um jovem, cujo coração ardia pela nostalgia sentida.

Aqui está novo capítulo. Também já tenho um pronto na outra fanfic, mas esse só posto quando tiver mais comentários xDD
Espero que gostem, apesar de ser pequinino, já deu para fechar o maldito capitulo de descrições de Nova Iorque

7º Nova Iorque 2ª Parte / “Ai Uont tu bia a dê bê dê!”
Um bengaleiro dispôs-se para ajudar as meninas a levarem as malas para a suite que iriam ocupar. Livres do enorme peso, apressaram-se para fazer o check-in.
Com a pressa de Alex, que tentava a todo o custo empurrar Minako para a suite, para depois conversar com ela, nem Usagi, nem as outras puderam admirar a beleza da recepção do hotel. Apenas se lembraram de entrar no elevador luxuoso forrado em cores vivas, parar no quadragésimo sexto andar e entrar por entre uma porta cor de vinho tinto.
A Suite era maravilhosa, descrita numa palavra. O papel de parede bege com um padrão de linhas agradável era praticamente insignificante ao pé das majestosas camas, com cobertas de algodão e almofadas de penas, da casa de banho cor de pérola com pequenas formas num tom dourado, com uma banheira gigante e um lavatório de querer invejar aos vulgares de Tokyo.
A decorar as paredes, sustinham três quadros de arte abstracta e, no meio da suite, um sofá de veludo vermelho e um enorme plasma completavam a decoração.
-Yupii! - gritou Minako, atirando-se para uma das camas.
-Isso digo eu. - Disse Makoto, seguindo o gesto de Mina e atirando-se para outra das camas. - Nunca tive uma viagem mais cansativa.
-Eu cá concordo! Estou esfomeada.
-Para não variar Usagi Tsukino! - Rei aproximou-se do mini-bar que se encontrava perto da porta e fez uma careta ao olhar para as bebidas. Pegou numa garrafa e mostrou-a às amigas, com um ar confuso - Isto é água mineral?
-É sim. Essa marca é muito conhecida aqui nos E.U.A. -respondeu Minako, descalçando os sapatos.
-Pois, mas eu sou do Japão e bebo água japonesa.
-Qual é a diferença? É água e é.
-Olha que não é bem assim. A água dos E.U.A precisa de mais…
-Poupa os discursos de professora, Ami! Afinal estamos de férias. - resmungou Makoto, deixando a amiga corar levemente.
-É esse o espírito, miúda!
Bateram à porta. Alex resmungava do outro lado, rogando pragas a tudo e todos. Minako suspirou e saltou da cama, abrindo a porta ao agente.
-Até que enfim. Já estava a ver que estavas a tomar banho.
-Não. Estava apenas a instalar-me e…
-Tempo é dinheiro, cara Mina - interrompeu Alex. Apesar de ter provocado choque nas meninas, Minako exibia uma cara serena, como quem já estava habituada. - Não temos tempo para parvoíces. Agora temos que ensaiar.
-Mas eu prometi às meninas.. - Minako apontou para as amigas, com um olhar de desespero, mas foi novamente interrompida por Alex.
-Elas arranjam um guia. Não te esqueças que tens um jantar de elite daqui a duas semanas. Não podes falhar! - dito isso, saiu do quarto, fechando a porta com força.
Minako mordeu o lábio e virou-se para as amigas:
-Bem. Parece que já não vou fazer compras com vocês a Time Square. Mas divirtam-se! - disse, exibindo um dos seus calorosos sorrisos.
-Como é que aguentas aquele tipo? - perguntou Makoto, ainda indignada pela atitude de Alex.
-Tenho que aguentar. Afinal ele deu-me uma oportunidade única.
-Mas será que vale a pena?
Minako revirou os olhos para Rei, mudando de direcção em seguida.
Sussurrou alguma coisa enquanto calçava os sapatos, mas que as outras não puderam ouvir. Voltou a virar-se para as amigas, sempre a sorrir:
-Bem.. Eu vou arranjar-vos um guia.
-Não é preciso Mina. Eu tenho aqui um mapa! - afirmou Ami, pegando num grande pedaço de papel que tinha várias rotas traçadas.
-Têm a certeza? É que é bastante fácil perderem-se por aqui!
-Não te preocupes connosco! Devias mas é gravar esse disco, que nós estamos ansiosas por ouvi-lo. - Usagi chegou-se perto da amiga, pousando as suas mãos nos ombros desta, confortando-a - Nós ficamos bem!
-Se assim o dizem! - Pegou na sua mala pequena e saiu, não antes de deitar um sorriso triste para as amigas, antes de fechar a porta.
**
No meio da rua, Rei resmungava a alto e bom som:
-Que mal educado. Até parece que a Mina é um objecto. Ela tem direito a divertir-se.
-Tens toda a razão. - Ami parecia ser a única preocupada com o sinal verde para peões a piscar regularmente. Atravessar uma rua em Nova Iorque podia ser muito perigoso. - Mas a fama é assim. Tem os seus prós e contras. Este é um contra.
Pouco falaram durante o percurso. Enquanto Ami observava o mapa de minuto a minuto, as outras observavam cada canto de Nova Iorque. Já no Hotel fora difícil olhar para onde pisavam. As tapeçarias elegantes a bordõ e dourado decoravam a grande divisão com elegância e alta estética. Magníficos padrões sobressaíam-se no tecto e um papel de parede simples iluminava a sala. O Hotel parecia ser feito de ouro, com o resplandecente dourado a decorar a recepção, as maçanetas das portas, enfim, praticamente tudo o que devia ter escrito no código de barras de compra “Mostrem-me!”.
Várias plantas, dispostas em cantos e entradas, davam um ar mais natural enquanto o luxuoso candeeiro de tecto, sustido por uma corrente de ferro amarela, emitia a sua luz em pequenas lâmpadas de vidro, para quem ainda precisasse.
E os funcionários pareciam também fazer parte da decoração. Sempre cordiais, com o seu uniforme rigoroso e a sorrir.
Agora haviam saído para a rua e, apesar de elegância ter descido uns bons pontos em relação ao Hotel, não deixava de ser diferente.
Por todo o lado, existiam cartazes de publicidade a marcas ou produtos fixados em vários pontos. Os carros arrancavam a grande velocidade, sendo possível ouvir o chiar dos pneus no solo duro e frio. As pessoas corriam apressadas para todo o lado, sem pararem para cumprimentar seja quem for.
Em cada esquina havia um vendedor de cachorros ou de qualquer outro mantimento para quem estivesse disposto a gastar cinco minutos do seu tempo a comer, em vez de ficar com a barriga vazia.
Viam-se animais vadios por todo o lado. Eles farejavam a comida do lixo, em busca de uma saborosa refeição e o mesmo acontecia a certos humanos, que vestiam roupas imundas e tinham em posse um carrinho de compras, com vários objectos seus (roubados ou encontrados).
A certa altura, Usagi deitou o olhar para o chão. Já não conseguia olhar mais para tamanha miséria. Aquela cidade podia assemelhar-se a um conjunto de fios que faziam funcionar uma bomba. Se algum fio fosse cortado, não tardaria muito até a bomba rebentar.
Viraram várias esquinas até finalmente Ami parar de repente, fazendo com que as outras fossem contra ela:
-Ami! -. Resmungaram todas, em busca de uma explicação. - Porque paraste!
-É aqui! - Foi tudo o que Ami disse, guardando o mapa na sua mala e erguendo o olhar para a frente. As meninas e os gatos seguiram o exemplo e ficaram maravilhados com aquilo que viram. – Isto é… se quiserem fazer compras.
Era praticamente uma rua vulgar, se não fosse um pequeno grande detalhe em vista.
Lojas! Montes e montes de lojas! Roupa, música, acessórios, jóias, comida… enfim, TUDO!!
Rei e Usagi fizeram um enorme esforço para não correr que nem loucas pela rua fora, mas era difícil. Tanta variedade, tanta beleza!
-Ai, isto é o paraíso das compras! - deixou escapar Usagi, num gritinho histérico.
-Oh, por amor de Deus! Controla-te Usagi Tsukino! - Apesar de implicar com a amiga, Rei concordava com o seu pensamento. - Não podes ficar louca só porque vês… AQUELES SAPATOS TÊM QUE SER MEUS!! - E assim correu, atravessando a rua que nem louca, em direcção a uma loja de calçado, fazendo os carros buzinarem a alto e bom som.
Entretanto as outras ficaram paradas, sem qualquer expressão, a não ser a de atrapalhadas (gotas).
-Aff, esta Rei é maluquinha! - Luna saltou do colo de Usagi, embatendo no chão. Olhando em volta, não fosse ver algum cão vadio, atravessou a rua cautelosamente.
As meninas seguiram-na, atravessando pela passadeira. Quando chegaram perto de Rei, viram-na dentro da loja a fitar uns sapatos vermelhos de salto de agulha com um ar apaixonado. A vendedora sorria, mas todas sabiam que não era para ser cordial. Era mais para controlar a enorme vontade de soltar uma gargalhada.
-Hum… Se querem saber, eu não penso ficar por esta loja. - Afirmou Makoto, olhando em volta. Avistou uma loja de música com um nome apelativo. - Quem vem comigo ali a aquela loja?
-Eu vou. Não preciso de sapatos. - Ofereceu-se Usagi, despedindo-se de Ami, Luna e Artemis que entraram na loja e tentaram acalmar Rei, que contava os tostões que tinha no porta-moedas, com um ar desesperado.
MusicVideo era uma loja curiosa. Estava decorada ao estilo dos mais jovens. Graffitis coloridos cobriam as paredes por completo, deixando pouco espaço para se notar a cor base, de um branco pérola. As prateleiras, cheias de CD’s e DVD’s estavam ordenadas num forma indefinida, que apenas lembrava às duas japonesas, o efeito dominó. Se uma prateleira caísse, as outras iam atrás.
No balcão ostentava um jovem, cujo rosto estava escondido por detrás de um livro grosso, deitando de vez em quando um olho à loja.
Separaram-se e deram uma vista de olhos. Havia bastante variedade e Makoto ficou surpreendida por encontrar discos de alguns cantores japoneses.
Usagi dava uma volta pelos DVD’s. Havia tantos títulos. Infelizmente, ela não entendia nada. Tentava olhar para as capas e tentar perceber o significado do filmes, mas ainda assim poucos resultados conseguia.
Até que encontrou um certo DVD. Ela conhecia-o. Titanic era um nome único e inalterável para qualquer país. Apesar de estar tudo em inglês, conseguiu distinguir a palavra “japonese” no fundo, como se indicasse que tinha, ou legendas ou diálogos a japonês. Ambos eram boas opções para ela.
Observou o preço. Era um pouco puxado, mas sabia que as meninas iriam gostar de ver aquela linda história de amor.
Sonhadora, dirigiu-se para o balcão e pela primeira vez observou o rapaz que lá estava, que continuava a ler o seu livro. Era bastante alto, mesmo sentado, e os seus olhos pareciam capazes de fazer uma rapariga suspirar.
Usagi sentiu o seu coração bater com força. Era a sua oportunidade. Tinha que fazer boa figura:
-Solly? - Esperou que o rapaz centrasse a sua atenção em si. Viu que os olhos dele eram azuis escuros, como o céu nocturno, mas não achou estranho o olhar confuso do rapaz. “Deve-me achar linda!”, pensou. - Ai Uont tu bia a dê bê dê!”
O rapaz achou ter ouvido mal. Ou então ouviu bem, mas ela falara mal. Sorriu, tentando conter a gargalhada. Levantou-se. O seu cabelo escuro roçava levemente por cima da orelha, o que lhe dava um ar de príncipe. A pulsação de Usagi aumentou.
-Will you buy that DVD? - perguntou, apontando para o DVD que Usagi tinha na mão.
-Yesse. - confirmou a loira, com um sorriso.
Ele riu-se. Usagi ficou um pouco confusa, no entando não retirou o seu sorriso.
-Your not from here, aren’t you?
Tentando assimilar aquilo que ele dissera, ela hesitou um pouco. Ao fim de uns segundos, conseguiu um resultado.
-no, I’m Japoneize.
-Japonesa? - perguntou o rapaz, na sua língua, não conseguindo conter a gargalhada. - Já viste a idade que tens? E ainda por cima não sabes falar inglês. – Pousou a mão na cabeça, tentando controlar-se. – Mas afinal, quantos anos tens?
-Dezoito. - sussurrou Usagi, um pouco corada.
-A sério! - Ele parecia não conseguir parar e rir. A certa altura chamou a atenção de Makoto e de outros clientes. Esta aproximou-se da amiga.
-O que se passa Usagi?
-Nada! - “Porque raio não fiquei calada?”, amaldiçoou-se.
-Nada? - Ele virou-se para a morena. - A tua amiguinha não fala inglês correctamente. Precisa de umas explicações. Tiveste sorte em eu ser também do Japão, porque se fosse de cá, ria-me à força toda.
-Tu não te estás a rir à força toda? - provocou Usagi, tentando ganhar pontos a seu favor.
-Por acaso não. Como também sou estrangeiro, respeito os que também não são de cá, mas não consigo evitar rir-me de uma raparigas que nem “Desculpe!” sabe dizer correctamente.
Usagi olhou para Makoto, com um olhar desesperado. “Ajuda-me!”. Esta, no entanto, não conseguia dizer nada. Bem, ela concordava com o rapaz. Usagi deveria ser, pelo menos, capaz de dizer frases simples em inglês.
-És de que parte do Japão? – perguntou, com um sorriso amistoso. Viu pelo canto do olho que Usagi estava agora irritada, mirando-a com frieza. “Não era essa ajuda que queria!!”
-Tokyo. Mas já estou aqui há dois anos. Estudo na faculdade de medicina de Nova Iorque. - De súbito, lembrou-se. - Ah, já me esquecia. O meu nome é Mamoru Chiba. E o vosso?
-Makoto Kino e esta - disse, apontando para Usagi - é a minha amiga, Usagi Tsukino.
Quando ambos os jovens ouviram soar o nome de cada um, algo de dentro deles soou. Uma sensação familiar. Um formigueiro no estômago.
Era como se ambos já se tivessem conhecido em algum lado. Mas havia algo mais. Ambos perderam-se a olhar para os seus olhos, ambos da mesma cor, que traziam vários mistérios por desvendar.
Dos três, apenas Makoto notou que tanto Mamoru como Usagi, sorriam um para o outro.
Uma tossidela de um cliente, fez Mamoru despertar:
-Queres uma saca? - pegou no DVD de Usagi e registou o código de barras através de uma luz infravermelha. De imediato, o som confirmou a compra e, após o pagamento, ambas as raparigas puderam sair da loja. Makoto prometera a Mamoru voltar a passar por ali, no entanto Usagi não ouviu.
Algo a fazia suspirar. Alguma força a impedia de ir embora. Algo queria que ela ficasse. Mamoru olhou para ela e Usagi, por um segundo, sentiu o seu coração parar.
Não podia fica ali, por muito que quisesse. Apressou o passo e saiu da loja quase a correr, deixando para trás uma Makoto muito confusa e um jovem, cujo coração ardia pela nostalgia sentida.
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
:g1:
Lindo, liindo!
A Usagi viu o Mamoru finalmente!
Eles sentiram-se coisos! :g1:
Ai gostei tanto! Ai a usagi a falar Ingles! Ate eu sou melhorzita! hehehe!
adorei Ana, está optimo, descreveste tudo na perfeiçao!
Amei!!
Fico á espera de mais! bjokas
Lindo, liindo!
A Usagi viu o Mamoru finalmente!
Eles sentiram-se coisos! :g1:
Ai gostei tanto! Ai a usagi a falar Ingles! Ate eu sou melhorzita! hehehe!

adorei Ana, está optimo, descreveste tudo na perfeiçao!
Amei!!
Fico á espera de mais! bjokas
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
Obrigada
. Agora sim, posso recomeçar com a historia. Decidi alterar uns certos pontinhos. Acho k assim fica melhor
A Usa é tão má a Inglês como a Matemática (lembras-te do primeiro teste da Bunny? Era de Inglês, pois a Carolina dá aulas de inglês)
. Agora sim, posso recomeçar com a historia. Decidi alterar uns certos pontinhos. Acho k assim fica melhor
A Usa é tão má a Inglês como a Matemática (lembras-te do primeiro teste da Bunny? Era de Inglês, pois a Carolina dá aulas de inglês)
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
lol, 30 %! 
Eu entendo a rapariga! tambem sou um desastre a ingles, mas acho que aquela frase me saia melhor do que á Usagi!
lol
Ainda bem que actualizeste esta fic, ja estava a dar saudades!

Eu entendo a rapariga! tambem sou um desastre a ingles, mas acho que aquela frase me saia melhor do que á Usagi!
lol
Ainda bem que actualizeste esta fic, ja estava a dar saudades!

as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
A sério? Inglês é tão facil! xDD
Se eu fosse o Mamoru, berrava a alto e bom som. "Solly?"
Yup, actualizei. Ainda esta semana começarei a escrever o capítulo (É que de repente veio uma luz de inspiraão que tenho k aproveitar
)
P.S: reparei na sala de fanfic que tens uma da sailor moon. Porque não a actualizas?
Se eu fosse o Mamoru, berrava a alto e bom som. "Solly?"

Yup, actualizei. Ainda esta semana começarei a escrever o capítulo (É que de repente veio uma luz de inspiraão que tenho k aproveitar
)P.S: reparei na sala de fanfic que tens uma da sailor moon. Porque não a actualizas?
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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esta muito giro.
Ai a Bunny é péssima a inglês (deve sair a mim em inglês,
mas eu ainda sei disser Sorry e nao solly, correctamente. lool)
quero mais.
Ai a Bunny é péssima a inglês (deve sair a mim em inglês,
mas eu ainda sei disser Sorry e nao solly, correctamente. lool) quero mais.

a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm
Está fantástica!
Parece que vamos ter uma "batalha" entre a Usagi e o Mamoru...
Pobre Minako!!!! Que um Youma acabe com aquele agente de meia tigela!!!!
Fico à espera de mais...
Parece que vamos ter uma "batalha" entre a Usagi e o Mamoru...
Pobre Minako!!!! Que um Youma acabe com aquele agente de meia tigela!!!!
Fico à espera de mais...
Espero que tenham gostado deste capítulo. O próximo vais demorar uma pouco porque agora ando em avaliações.
Fico à espera de comentários. Beijinhos para todos!!!!!
Realmente exagerei um bocadinho no mau ingles da Usa, mas pronto, consegui passar a mensagem.
Hum... essa ideia do Youma nao me soa nada mal
brigada pelos comentarios silva e monica
Hum... essa ideia do Youma nao me soa nada mal

brigada pelos comentarios silva e monica

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

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Olá!
Bem, primeiro q tudo, cumprimentos á escritora e mtos parabens!
A Tua fic esta Sensacional!!!! T.T
Fiquei surpresa quando li q a Usagi estava de 4 meses! Demais!
Adorei ler as intervenções da Ami quanto á Minako! Ela é sempre assim! Nunca lhe escapa uma!
Adorei mesm a fic! Vou passar a acompanha-la!
Parabens mais uma vez!Fico ah espera do prox cap!
Ja né
Bem, primeiro q tudo, cumprimentos á escritora e mtos parabens!
A Tua fic esta Sensacional!!!! T.T
Fiquei surpresa quando li q a Usagi estava de 4 meses! Demais!
Adorei ler as intervenções da Ami quanto á Minako! Ela é sempre assim! Nunca lhe escapa uma!
Adorei mesm a fic! Vou passar a acompanha-la!
Parabens mais uma vez!Fico ah espera do prox cap!
Ja né

Muito obrigada pelo eu comentário Haruka Tenou =)
Pois, em relação à gravidez, irei aprofundá-la mais para a frente. Vão reparar numa nova personagem principal(que é antiga, mas tbm merece protagonismo), mas de resto...
Eheheh, à Ami não escapa nada. Mas tbm já está habituada. A Mina não entende uma
Mais uma vez, obrigada
Pois, em relação à gravidez, irei aprofundá-la mais para a frente. Vão reparar numa nova personagem principal(que é antiga, mas tbm merece protagonismo), mas de resto...
Eheheh, à Ami não escapa nada. Mas tbm já está habituada. A Mina não entende uma

Mais uma vez, obrigada

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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ola...
a tua fic ta espetacular...
a usagi e sempre a mesma...
nao sabe ingles tem que se desenrrascar mesmo que diga asneiras...
e o mamuro ainda goza com ela...
mas algu me diz que vai dar alguma coisa entre eles os dois...
fiquei surpresa com a gravidez...ja com 4 meses...
fico a espera do proximo capitulo...
quando postas??
[Esta imagem já não existe]
a tua fic ta espetacular...
a usagi e sempre a mesma...
nao sabe ingles tem que se desenrrascar mesmo que diga asneiras...
e o mamuro ainda goza com ela...
mas algu me diz que vai dar alguma coisa entre eles os dois...
fiquei surpresa com a gravidez...ja com 4 meses...
fico a espera do proximo capitulo...
quando postas??
[Esta imagem já não existe]
Muito obrigada pelo teu comentário anita! 
Ah... bem.... Já tenho meio capítulo feito, mas ainda quero desenvolver mais. O problema é que estou em semana de testes, por isso, vai demorar uma actualização
Mas este fim-de-semana, posso postar aquilo que já tenho, mais umas linhas...

Ah... bem.... Já tenho meio capítulo feito, mas ainda quero desenvolver mais. O problema é que estou em semana de testes, por isso, vai demorar uma actualização

Mas este fim-de-semana, posso postar aquilo que já tenho, mais umas linhas...
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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esto com saudades da tua fic
a tua fic esta muito boa
quando a actualizas

a tua fic esta muito boa
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a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
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Antes do final do mês haverá capítulo. Prometo 

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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Peço desculpa pelo (grande) atraso de actualização de fanfic, mas não tenho tido muita cabeça para escrever. Enfim, tempo de exames e testes 
Se aguem não perceber o dialogo em ingles, que mo diga sff
8. Caras por desvendar parte 1
Algures numa árvore, um pássaro chiou uma pequena e leve melodia, acordando uma rapariga dos seus pensamentos. Rapariga quase mulher. Já possuía as curvas, as pernas compridas e as feições maduras de uma pessoa adulta. Mas havia muito que deixara de ser criança.
Os seus olhos escuros procuravam algo não concreto no meio da luz matinal. Pegou ao acaso numa madeixa do seu longo cabelo escuro liso com brilhos púrpura que caía abaixo dos ombros. Tinha que cortar o cabelo. No entanto, tinha tido tantas preocupações que nem pensara em si própria nos últimos meses.
Um pouco irritada com a extrema luminosidade, entrou pela porta, fechando-a atrás de si.
Atravessou vários e largos corredores, até chegar a um quarto amplo, decorado com cores claras. Lá, viu uma jovem pouco mais velha do que ela. Estava sentada na beira da sua cama a ler um livro.
Arqueou as sobrancelhas perante estranha visão e entrou sem bater.
-Hoje não ireis sair, vossa majestade? - Perguntou. A bela jovem virou-se para ela. Os seus olhos azuis-escuros focaram-se nos da rapariga. Depois, sorriu. Parecia que a luz da qual ela quisera livrar-se há pouco voltara a aparecer naquele sorriso. Mas, ao contrário da luz do sol, aquela luz era maravilhosa e extremamente agradável de se ver, até para a Guerreira da Escuridão. - Estais a ler o quê? - Inclinou-se para o pequeno livro nas mãos da sua Rainha.
-Um livro pré-natal. Sugestão da Ami.
-Oh claro, só podia.
-Que queres dizer com isso, Hotaru? - A Bela rainha fez uma careta, provocando um sorriso amável na rapariga.
-Nada que toda a gente não saiba. Mas vossa majestade não respondeu à minha pergunta.
-Não, não irei sair hoje. E mesmo que fosse, não precisas de andar sempre atrás de mim. Já não sou uma criança.
-Mas transporta uma criança dentro de si.
O sorriso da Rainha alargou-se até às orelhas.
-Estás ansiosa pela chegada da tua amiga, não é? É por isso que andas sempre atrás de mim?
-Sim - respondeu, dizendo a verdade a uma pergunta, mentindo a outra. Não adiantaria de nada a Rainha saber de tudo.
-Bem, não precisas de te preocupar, está tudo bem. - Tranquilizou a Rainha, levantando -se da beira da cama, massajando o ventre com a mão. A sua barriga estava agora maior, perto dos sete meses e as estranhas sensações ainda não desapareceram. Claro que ela não contara a ninguém. Porque haveria de contar? A única coisa que falhava era a ligação que ela tinha com o marido. Algo estava errado. Mas isso talvez fosse de estarem juntos havia muito tempo. De resto, o mundo estava cheio de paz e sossego e, se nem as navegantes localizaram um inimigo, porque haveria ela de se preocupar com o que um feto sentia?
Sentiu uma pequena dor no ventre, mas tentou ocultá-la. Hotaru percebeu se que algo se passava, mas nada disse. Talvez fossem apenas pontapés. Nada para preocupar a Rainha, o Rei e as outras navegantes.
-Deixa-me só. - Pediu a Hotaru, virando-se para a cama, onde de certo iria se deitar para repousar.
A Navegante de Saturno acenou e saiu. Ao passar dos corredores principais para os secundários, virou para uma sala iluminada por aparelhos electrónicos.
A Sala de Comandos. Onde se situavam as câmaras de vigilância do palácio e do reino.
Sentou-se numa cadeira desconfortável de metal e observou. Viu as navegantes a fazer os seus deveres, as criadas a passearem de um lado para o outro, sempre atarefadas e, no jardim, o Rei a conversar com um grupo de amigos. Estava vestido como um ser humano normal e sorria abertamente, enquanto bebia uma bebida fresca. Hotaru sabia que falavam sobre a criança que vinha a caminho. A Herdeira do Trono.
Observou melhor os homens que acompanhavam o Rei. Conhecia todos pessoalmente. Alguns eram os maridos das navegantes, outros eram amigos da família real e outro…
Era o único que não sorria verdadeiramente naquele frenesim de homens. Fitava o Rei com um semblante de inveja mal discreto. Também estava vestido de forma natural, mas parecia incomodado com isso.
Hotaru suspirou de raiva. Ela sabia o que ele lhe chamava.
“A Outra”
Como se ela se estivesse a intrometer em alguma coisa. Era ele que estava a alterar as coisas. Ele não pertencia ali, a aquele mundo.
Mas agora, ele falhara. Estava tudo a correr conforme o planeado. Agora ele teria que voltar para o cantinho de onde pertencia.
Virou a sua atenção para as outras imagens de diferentes divisões. Foi aí que se levantou, surpreendida pela imagem de uma das câmaras. Alguém se encontrava na biblioteca a observar os homens.
Reconheceu de imediato a pessoa e, aterrorizada, saiu da sala a correr. Atravessou cerca de quatro divisões, tomando alguns atalhos para chegar ao outro lado do palácio, onde se encontrava o jardim e a biblioteca.
Ao chegar a porta, absteve-se. Inspirou fundo. Aqui, ela tinha a sua idade, não podia tratá-la como um bebé. Também aqui não tinha poder algum sobre ela. Estava à vontade para lhe dar um grande sermão. Rodou a maçaneta, abriu a porta e entrou, dizendo de imediato:
-Não devias estar aqui!
A rapariga no meio da divisão, encontrava-se a olhar para a grande janela de vidro. Não se mexeu quando Hotaru entrou, nem quando esta falou para ela.
-Eu sei. - respondeu, numa voz cansada.
A navegante de Saturno fechou a porta, em busca de privacidade e aproximou-se. Lá fora, uma nuvem branca afastou-se do sol, deixando que os raios deste penetrassem na divisão, iluminando a figura da rapariga. Era alta e tão bela quanto a Rainha, talvez mais, contando as belas expressões que herdara do pai . Os cabelos cor de rosa estavam caído em caracóis até aos cotovelos. Hotaru não conseguiu deixar de pensar Afinal é assim que o cabelo dela fica quando tira os estúpidos odangos! .Tinha vestido uma top branco de alças comprido e umas calças de ganga. Se não a conhecesse, diria que se tratava de uma rapariga normal.
Mas ela não era uma rapariga normal...
-Filho da mãe! - disse ela de repente, com os olhos sempre postos numa única pessoa.
Hotaru suspirou. Ela mais que ninguém, tinha motivos para estar irritada.
-Não adianta chorar sobre o leite derramado. Se fosse a ti voltava para onde pertences.
-Não saio daqui, enquanto não ter a certeza que tudo ficará bem.
-Vai ficar. Já tratamos de tudo. A Usagi e o Mamoru já se conheceram.
-Mas vai demorar algum tempo até que eles se apaixonem e se apercebam que pertencem um ao outro. Até lá, ele pode fazer alguma coisa.
-Como o quê?
-Como ir ao passado.
Seguiu-se um pequeno momento de silêncio, que Hotaru apenas não quebrou por respeitar a amiga.
-Ele não faria isso. - disse, finalmente.
-Eu também pensei nisso, mas já viste o que aconteceu.
A voz dela era tão fria que Saturno sentiu-se incomodada.
-Se é assim, ficaremos atentas a…
-Isso não chega! - interrompeu ela, virando-se para Hotaru. Os seus olhos vermelhos cor do sangue estavam agora muito escuros de tal modo que podiam ser confundidos pelo castanho do carvalho. - Temos que impedi-lo de sequer tentar. É melhor alguém ir ao passado.
-Alguém? Mas quem? Além disso, sabes muito bem que a Plutão não te irá permitir.
-Quanto queres apostar que não me impedirá?
-Mil ienes. - respondeu Hotaru, com um sorriso. A amiga também sorriu. Um sorriso que não herdara nem da mãe, nem do pai. Era só dela.
-Eu vou. Farei tudo com discrição e impedirei que ele se intrometa. Para além de poder acelerar as coisas com o casalinho. - sugeriu Hotaru.
-Não. Eu vou contigo. Fui eu que causei isto, então tenho que ser eu a corrigir.
-Já te castigaste demasiado.
-Mas não é o suficiente.
**
-Alguém me pode explicar o que raios se passa?
A pergunta de Minako soou por toda a suite, acordando Rei de sobressalto.
-Cruzes, fala baixo!
-Não reclames… eu quero saber o que raio aconteceu na saída para estarem todas cabisbaixas.
-Não aconteceu nada, Mina. - disse Makoto, enquanto bebia um sumo de laranja. - Estamos apenas cansadas.
-Desde quando é que ir às compras cansa uma pessoa? A sério, eu não vos compreendo - E assim terminou o “histerismo” de Minako, que pegou no seu leitor de CD’s e, de imediato, uma música rock começou a rodar.
Makoto encolheu os ombros. Era normal Mina estar chateada por não ter podido ir com elas às compras. Principalmente porque durante todo o tempo esteve a ouvir o agente a falar de lucros e despesas e, claro, de tempo gasto.
Olhou à sua volta. Viu Ami a ver as noticias na televisão e ergueu as sobrancelhas ao ver que a amiga não parecia ter alguma dificuldade em entender o que o pivot dizia. Rei voltara a adormecer em cima da sua cama, já convenientemente preparada. Ao pé da cama, afigurava-se os tão amados sapatos de Rei que, ao fim de meia hora a usá-los, deu cabo do salto de um.
Apenas Usagi tinha um ar melancólico.
-O que se passa? - perguntou à amiga loira.
-nada de especial. É só que… - e não completou a frase.
-Sabes que podes confiar em mim - afirmou a morena, tentando encontrar coragem em Usagi.
-Eu sei que sim. - inspirou, soltando o ar em seguida. - Tive uma sensação estranha hoje de tarde. Não sei bem explicar.
-Quando foi?
-Quando estávamos naquela loja de música. O rapaz do balcão… ele… deu-me a sensação de que… já tinha vivido algo semelhante. Uma sensação igual…
-Tu queres dizer Deja Vu? - perguntou Ami, virando-se para as amigas. - Que, ao ver o rapaz, sentiste algo estranho. Uma sensação que tens quase a certeza ter sentido?
-Sim é isso! Deja Vu! - exclamou Usagi, contente por finalmente ter entendido a estranha sensação.
-Ah? Quem é que deu um pum?*
Makoto, Usagi e Ami riram-se de Mina, que ainda não entendia o que se passava. As gargalhadas só pararam, quando Rei voltou a acordar e, rogando pragas a torto e a direito, obrigou as raparigas a pedirem o jantar.
**
Na recepção, o telefone soou:
-Plaza Hotel’s reception? What’s your request? - perguntou o funcionário, sorrindo a torto e a direito, apesar de ninguém conseguir ver o seu sorriso.
-Hi! This is Minako Aino. Can someone bring us the dinner? We’re starving. - A voz feminina do outro lado tropeçava um pouco no inglês, mas o funcionário percebeu cada palavra. De imediato, pediu um jantar especial para as cinco raparigas na suite presidencial.
**
-I’ll take the dinner.
-Let me do it, John!
-Andrew, give it to me. The girls are starving.
-If you think you’ll take this dinner, you’re very wrong!
A discussão dos empregados não terminava. Não era apenas dois, mas sim quatro ou cinco. Quando o gerente se aproximou, achou estranho ver os seus funcionários a disputarem um carrinho com o jantar para a suite presidencial.
-What’s wrong here? - perguntou, irritado. Os funcionários pararam com a zaragata, envergonhados. - Why are you doing this mess?
-Sir, we were just… - começou um empregado, fitando o chão.
-Yes…? Please continue!
-We were just… trying to be the one to bring the dinner to Miss Aino and her friends.
-I’ll take the dinner! - afirmou o gerente, querendo acabar com as discussões dos empregados. Deu-lhes um grande sermão e seguiu caminho até à suite. Não entendia porque aqueles homens queriam tanto entregar o jantar a Miss Aino. Sabia que ela era uma cantora famosa, mas nada mais sabia sobre ela, que pudesse levar ao interesse dos seus funcionários.
Bateu à porta, esperando pacientemente. A porta abriu-se e mostrou uma rapariga em camisa de dormir até aos joelhos, mostrando umas belas pernas. Esta abrira a porta quase por completo, mas ainda assim sendo possível visualizar as outras quatro raparigas também de camisa de dormir até aos joelhos. E todas belas raparigas.
That's why they wanted to bring the dinner to Miss Aino - pensou o gerente, corando levemente.
-Thanks. - agradeceu a loira que lhe abrira a porta, que sabia ser Minako Aino. Pegou no carrinho e arrastou-o para dentro, agradecendo com mil e um sorrisos. Quando a porta se fechou, o gerente reparou que estava de boca aberta. Repôs-se, dirigindo-se para o elevador.
---------------
*Toda a gente sabe que diz-se pú (
), mas ao que parece escreve-se Pum...

Se aguem não perceber o dialogo em ingles, que mo diga sff

8. Caras por desvendar parte 1
Algures numa árvore, um pássaro chiou uma pequena e leve melodia, acordando uma rapariga dos seus pensamentos. Rapariga quase mulher. Já possuía as curvas, as pernas compridas e as feições maduras de uma pessoa adulta. Mas havia muito que deixara de ser criança.
Os seus olhos escuros procuravam algo não concreto no meio da luz matinal. Pegou ao acaso numa madeixa do seu longo cabelo escuro liso com brilhos púrpura que caía abaixo dos ombros. Tinha que cortar o cabelo. No entanto, tinha tido tantas preocupações que nem pensara em si própria nos últimos meses.
Um pouco irritada com a extrema luminosidade, entrou pela porta, fechando-a atrás de si.
Atravessou vários e largos corredores, até chegar a um quarto amplo, decorado com cores claras. Lá, viu uma jovem pouco mais velha do que ela. Estava sentada na beira da sua cama a ler um livro.
Arqueou as sobrancelhas perante estranha visão e entrou sem bater.
-Hoje não ireis sair, vossa majestade? - Perguntou. A bela jovem virou-se para ela. Os seus olhos azuis-escuros focaram-se nos da rapariga. Depois, sorriu. Parecia que a luz da qual ela quisera livrar-se há pouco voltara a aparecer naquele sorriso. Mas, ao contrário da luz do sol, aquela luz era maravilhosa e extremamente agradável de se ver, até para a Guerreira da Escuridão. - Estais a ler o quê? - Inclinou-se para o pequeno livro nas mãos da sua Rainha.
-Um livro pré-natal. Sugestão da Ami.
-Oh claro, só podia.
-Que queres dizer com isso, Hotaru? - A Bela rainha fez uma careta, provocando um sorriso amável na rapariga.
-Nada que toda a gente não saiba. Mas vossa majestade não respondeu à minha pergunta.
-Não, não irei sair hoje. E mesmo que fosse, não precisas de andar sempre atrás de mim. Já não sou uma criança.
-Mas transporta uma criança dentro de si.
O sorriso da Rainha alargou-se até às orelhas.
-Estás ansiosa pela chegada da tua amiga, não é? É por isso que andas sempre atrás de mim?
-Sim - respondeu, dizendo a verdade a uma pergunta, mentindo a outra. Não adiantaria de nada a Rainha saber de tudo.
-Bem, não precisas de te preocupar, está tudo bem. - Tranquilizou a Rainha, levantando -se da beira da cama, massajando o ventre com a mão. A sua barriga estava agora maior, perto dos sete meses e as estranhas sensações ainda não desapareceram. Claro que ela não contara a ninguém. Porque haveria de contar? A única coisa que falhava era a ligação que ela tinha com o marido. Algo estava errado. Mas isso talvez fosse de estarem juntos havia muito tempo. De resto, o mundo estava cheio de paz e sossego e, se nem as navegantes localizaram um inimigo, porque haveria ela de se preocupar com o que um feto sentia?
Sentiu uma pequena dor no ventre, mas tentou ocultá-la. Hotaru percebeu se que algo se passava, mas nada disse. Talvez fossem apenas pontapés. Nada para preocupar a Rainha, o Rei e as outras navegantes.
-Deixa-me só. - Pediu a Hotaru, virando-se para a cama, onde de certo iria se deitar para repousar.
A Navegante de Saturno acenou e saiu. Ao passar dos corredores principais para os secundários, virou para uma sala iluminada por aparelhos electrónicos.
A Sala de Comandos. Onde se situavam as câmaras de vigilância do palácio e do reino.
Sentou-se numa cadeira desconfortável de metal e observou. Viu as navegantes a fazer os seus deveres, as criadas a passearem de um lado para o outro, sempre atarefadas e, no jardim, o Rei a conversar com um grupo de amigos. Estava vestido como um ser humano normal e sorria abertamente, enquanto bebia uma bebida fresca. Hotaru sabia que falavam sobre a criança que vinha a caminho. A Herdeira do Trono.
Observou melhor os homens que acompanhavam o Rei. Conhecia todos pessoalmente. Alguns eram os maridos das navegantes, outros eram amigos da família real e outro…
Era o único que não sorria verdadeiramente naquele frenesim de homens. Fitava o Rei com um semblante de inveja mal discreto. Também estava vestido de forma natural, mas parecia incomodado com isso.
Hotaru suspirou de raiva. Ela sabia o que ele lhe chamava.
“A Outra”
Como se ela se estivesse a intrometer em alguma coisa. Era ele que estava a alterar as coisas. Ele não pertencia ali, a aquele mundo.
Mas agora, ele falhara. Estava tudo a correr conforme o planeado. Agora ele teria que voltar para o cantinho de onde pertencia.
Virou a sua atenção para as outras imagens de diferentes divisões. Foi aí que se levantou, surpreendida pela imagem de uma das câmaras. Alguém se encontrava na biblioteca a observar os homens.
Reconheceu de imediato a pessoa e, aterrorizada, saiu da sala a correr. Atravessou cerca de quatro divisões, tomando alguns atalhos para chegar ao outro lado do palácio, onde se encontrava o jardim e a biblioteca.
Ao chegar a porta, absteve-se. Inspirou fundo. Aqui, ela tinha a sua idade, não podia tratá-la como um bebé. Também aqui não tinha poder algum sobre ela. Estava à vontade para lhe dar um grande sermão. Rodou a maçaneta, abriu a porta e entrou, dizendo de imediato:
-Não devias estar aqui!
A rapariga no meio da divisão, encontrava-se a olhar para a grande janela de vidro. Não se mexeu quando Hotaru entrou, nem quando esta falou para ela.
-Eu sei. - respondeu, numa voz cansada.
A navegante de Saturno fechou a porta, em busca de privacidade e aproximou-se. Lá fora, uma nuvem branca afastou-se do sol, deixando que os raios deste penetrassem na divisão, iluminando a figura da rapariga. Era alta e tão bela quanto a Rainha, talvez mais, contando as belas expressões que herdara do pai . Os cabelos cor de rosa estavam caído em caracóis até aos cotovelos. Hotaru não conseguiu deixar de pensar Afinal é assim que o cabelo dela fica quando tira os estúpidos odangos! .Tinha vestido uma top branco de alças comprido e umas calças de ganga. Se não a conhecesse, diria que se tratava de uma rapariga normal.
Mas ela não era uma rapariga normal...
-Filho da mãe! - disse ela de repente, com os olhos sempre postos numa única pessoa.
Hotaru suspirou. Ela mais que ninguém, tinha motivos para estar irritada.
-Não adianta chorar sobre o leite derramado. Se fosse a ti voltava para onde pertences.
-Não saio daqui, enquanto não ter a certeza que tudo ficará bem.
-Vai ficar. Já tratamos de tudo. A Usagi e o Mamoru já se conheceram.
-Mas vai demorar algum tempo até que eles se apaixonem e se apercebam que pertencem um ao outro. Até lá, ele pode fazer alguma coisa.
-Como o quê?
-Como ir ao passado.
Seguiu-se um pequeno momento de silêncio, que Hotaru apenas não quebrou por respeitar a amiga.
-Ele não faria isso. - disse, finalmente.
-Eu também pensei nisso, mas já viste o que aconteceu.
A voz dela era tão fria que Saturno sentiu-se incomodada.
-Se é assim, ficaremos atentas a…
-Isso não chega! - interrompeu ela, virando-se para Hotaru. Os seus olhos vermelhos cor do sangue estavam agora muito escuros de tal modo que podiam ser confundidos pelo castanho do carvalho. - Temos que impedi-lo de sequer tentar. É melhor alguém ir ao passado.
-Alguém? Mas quem? Além disso, sabes muito bem que a Plutão não te irá permitir.
-Quanto queres apostar que não me impedirá?
-Mil ienes. - respondeu Hotaru, com um sorriso. A amiga também sorriu. Um sorriso que não herdara nem da mãe, nem do pai. Era só dela.
-Eu vou. Farei tudo com discrição e impedirei que ele se intrometa. Para além de poder acelerar as coisas com o casalinho. - sugeriu Hotaru.
-Não. Eu vou contigo. Fui eu que causei isto, então tenho que ser eu a corrigir.
-Já te castigaste demasiado.
-Mas não é o suficiente.
**
-Alguém me pode explicar o que raios se passa?
A pergunta de Minako soou por toda a suite, acordando Rei de sobressalto.
-Cruzes, fala baixo!
-Não reclames… eu quero saber o que raio aconteceu na saída para estarem todas cabisbaixas.
-Não aconteceu nada, Mina. - disse Makoto, enquanto bebia um sumo de laranja. - Estamos apenas cansadas.
-Desde quando é que ir às compras cansa uma pessoa? A sério, eu não vos compreendo - E assim terminou o “histerismo” de Minako, que pegou no seu leitor de CD’s e, de imediato, uma música rock começou a rodar.
Makoto encolheu os ombros. Era normal Mina estar chateada por não ter podido ir com elas às compras. Principalmente porque durante todo o tempo esteve a ouvir o agente a falar de lucros e despesas e, claro, de tempo gasto.
Olhou à sua volta. Viu Ami a ver as noticias na televisão e ergueu as sobrancelhas ao ver que a amiga não parecia ter alguma dificuldade em entender o que o pivot dizia. Rei voltara a adormecer em cima da sua cama, já convenientemente preparada. Ao pé da cama, afigurava-se os tão amados sapatos de Rei que, ao fim de meia hora a usá-los, deu cabo do salto de um.
Apenas Usagi tinha um ar melancólico.
-O que se passa? - perguntou à amiga loira.
-nada de especial. É só que… - e não completou a frase.
-Sabes que podes confiar em mim - afirmou a morena, tentando encontrar coragem em Usagi.
-Eu sei que sim. - inspirou, soltando o ar em seguida. - Tive uma sensação estranha hoje de tarde. Não sei bem explicar.
-Quando foi?
-Quando estávamos naquela loja de música. O rapaz do balcão… ele… deu-me a sensação de que… já tinha vivido algo semelhante. Uma sensação igual…
-Tu queres dizer Deja Vu? - perguntou Ami, virando-se para as amigas. - Que, ao ver o rapaz, sentiste algo estranho. Uma sensação que tens quase a certeza ter sentido?
-Sim é isso! Deja Vu! - exclamou Usagi, contente por finalmente ter entendido a estranha sensação.
-Ah? Quem é que deu um pum?*
Makoto, Usagi e Ami riram-se de Mina, que ainda não entendia o que se passava. As gargalhadas só pararam, quando Rei voltou a acordar e, rogando pragas a torto e a direito, obrigou as raparigas a pedirem o jantar.
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Na recepção, o telefone soou:
-Plaza Hotel’s reception? What’s your request? - perguntou o funcionário, sorrindo a torto e a direito, apesar de ninguém conseguir ver o seu sorriso.
-Hi! This is Minako Aino. Can someone bring us the dinner? We’re starving. - A voz feminina do outro lado tropeçava um pouco no inglês, mas o funcionário percebeu cada palavra. De imediato, pediu um jantar especial para as cinco raparigas na suite presidencial.
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-I’ll take the dinner.
-Let me do it, John!
-Andrew, give it to me. The girls are starving.
-If you think you’ll take this dinner, you’re very wrong!
A discussão dos empregados não terminava. Não era apenas dois, mas sim quatro ou cinco. Quando o gerente se aproximou, achou estranho ver os seus funcionários a disputarem um carrinho com o jantar para a suite presidencial.
-What’s wrong here? - perguntou, irritado. Os funcionários pararam com a zaragata, envergonhados. - Why are you doing this mess?
-Sir, we were just… - começou um empregado, fitando o chão.
-Yes…? Please continue!
-We were just… trying to be the one to bring the dinner to Miss Aino and her friends.
-I’ll take the dinner! - afirmou o gerente, querendo acabar com as discussões dos empregados. Deu-lhes um grande sermão e seguiu caminho até à suite. Não entendia porque aqueles homens queriam tanto entregar o jantar a Miss Aino. Sabia que ela era uma cantora famosa, mas nada mais sabia sobre ela, que pudesse levar ao interesse dos seus funcionários.
Bateu à porta, esperando pacientemente. A porta abriu-se e mostrou uma rapariga em camisa de dormir até aos joelhos, mostrando umas belas pernas. Esta abrira a porta quase por completo, mas ainda assim sendo possível visualizar as outras quatro raparigas também de camisa de dormir até aos joelhos. E todas belas raparigas.
That's why they wanted to bring the dinner to Miss Aino - pensou o gerente, corando levemente.
-Thanks. - agradeceu a loira que lhe abrira a porta, que sabia ser Minako Aino. Pegou no carrinho e arrastou-o para dentro, agradecendo com mil e um sorrisos. Quando a porta se fechou, o gerente reparou que estava de boca aberta. Repôs-se, dirigindo-se para o elevador.
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*Toda a gente sabe que diz-se pú (
), mas ao que parece escreve-se Pum...
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
Ai aos anos que eu nao via esta fic! 
No inicio, devo admitir, que nao estava a entender o que se passava, mas, ah!!! Era no futuro! Lol
Quem era o sujeitinho que andava a fazer borrada, hein? Hum...
Deja vu! Quem deu um pum?! lool Só mesmo a minako!
Eh lá, nao me digas que as meninas e os empregados ainda se vao conhecer! Era giro, o sotaque ingles devia ser jeitoso, devia!
Bem, nao é preciso dizer que a tua escrita é optima! lol Acho que digo isto em todos os comentarios que te faço, mas acredita que é verdade! Eu adoro a forma como descreves os acontecimentos, e por isso é que gosto tanto das tuas fics!
Fico á espera do proximo capitulo! bjokas

No inicio, devo admitir, que nao estava a entender o que se passava, mas, ah!!! Era no futuro! Lol
Quem era o sujeitinho que andava a fazer borrada, hein? Hum...
Deja vu! Quem deu um pum?! lool Só mesmo a minako!

Eh lá, nao me digas que as meninas e os empregados ainda se vao conhecer! Era giro, o sotaque ingles devia ser jeitoso, devia!
Bem, nao é preciso dizer que a tua escrita é optima! lol Acho que digo isto em todos os comentarios que te faço, mas acredita que é verdade! Eu adoro a forma como descreves os acontecimentos, e por isso é que gosto tanto das tuas fics!
Fico á espera do proximo capitulo! bjokas
as minhas fic's:
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
-Unidos pelo destino, unidos por todos!
-Angelical
Leiam, vale a pena! e nao se eskeçam de comentar! ^^
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