Onde estás Endymion? [Actualizada cap.10 05/09/2010]
Fartei-me de matutar se devia ou não postar esta Fic... Gosto muito dela, até porque as ideias já estão na minha cabeça.
Espero que gostem =)
Índice:
Prólogo-----página 1
1. Dois anos Depois-----página 1
2. Uma parada constante-----página 1
3. Digressão... "Vêm comigo?"-----página 2
4. Lágrimas da Distância-----página 2
5. Preparativos e… a viagem-----página 2
6. Nova Iorque, 1ª parte-----página 3
7. Nova Iorque 2ª Parte / “Ai Uont tu bia a dê bê dê!”-----página 4
8. Caras por desvendar parte 1-----página 4
9. Caras por desvendar parte2-----página 5
10. Sailor Cúpido-----página 5
Espero que gostem =)
Índice:
Prólogo-----página 1
1. Dois anos Depois-----página 1
2. Uma parada constante-----página 1
3. Digressão... "Vêm comigo?"-----página 2
4. Lágrimas da Distância-----página 2
5. Preparativos e… a viagem-----página 2
6. Nova Iorque, 1ª parte-----página 3
7. Nova Iorque 2ª Parte / “Ai Uont tu bia a dê bê dê!”-----página 4
8. Caras por desvendar parte 1-----página 4
9. Caras por desvendar parte2-----página 5
10. Sailor Cúpido-----página 5
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

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Editado pela última vez em
Prólogo
Precisava de forças. Não aguentava mais. Estar ali a mais. Amor. A Palavra mais dura de todas. Amar e não receber esse amor de volta. Miséria. Como era possível isto acontecer a ele? Ele que nunca tinha amado ninguém na vida. A vida dera-lhe riqueza, fama, luxo, mulheres. Até que a viu, tão bela, tão sorridente. Mataria por ela. Pelo seu amor. Mas ela não o amava. Apenas via-o como um amigo. Oh, que palavra mais dura de se ouvir da mulher dos seus sonhos e pesadelos.
Não podia ficar ali. Não podia olhar para ela mais uma vez. Estava grávida. Do seu melhor amigo. Aquele que sempre respeitara e protegera. Doía ter de trai-lo. Mas tinha de o fazer. Que culpa tinha que ele, ao apresentar a sua mulher, tivesse iniciado este amor impossível e a loucura que radiava agora no seu coração. No seu coração que nunca batera tão forte por uma mulher. Nem pela sua própria mãe.
Entrou no seu quarto e fechou a porta á chave. Já era noite. Queria estar sozinho, não olhar para a cara de mais ninguém a não ser a sua própria num espelho. Mas até ao admirar a sua bela cara, lembrou-se dela. Os dois fariam o melhor par de sempre. Mas ela não o queria. Sabia que podia mudar isso. Mudar tudo o que lhe acontecia agora. Deixar de sofrer. Por amor. Podia fazê-lo. Mas era arriscado. Para além de estar a trair o seu amigo. Reflectiu. Louco de amor que estava decidiu arriscar.
Correu para uma sala na qual nunca entrava. Apenas ele e a irmã tinham acesso a essa sala. Naquele momento ele abria a porta de metal e entrava sorrateiramente.
No centro uma esfera brilhava intensamente. Assim que tocou, um flash de luz explodiu.
Pouco mudara. Em Tokyo, Ami Mizuno lia um livro sobre Geometria Euclidiana, Rei Hino gritava com o seu avô por este ter-se atirado a uma mulher viúva que lá fora rezar, Makoto Kino via na televisão um programa de culinária, Minako Aino via uma telenovela mexicana, enquanto falava ao telemóvel com o seu agente e Usagi Tsukino via a mesma novela que Minako, invejando a vida da protagonista que era uma rapariga vulgar que amava e era amada, enquanto Usagi era uma guerreira navegante, solteira.
Precisava de forças. Não aguentava mais. Estar ali a mais. Amor. A Palavra mais dura de todas. Amar e não receber esse amor de volta. Miséria. Como era possível isto acontecer a ele? Ele que nunca tinha amado ninguém na vida. A vida dera-lhe riqueza, fama, luxo, mulheres. Até que a viu, tão bela, tão sorridente. Mataria por ela. Pelo seu amor. Mas ela não o amava. Apenas via-o como um amigo. Oh, que palavra mais dura de se ouvir da mulher dos seus sonhos e pesadelos.
Não podia ficar ali. Não podia olhar para ela mais uma vez. Estava grávida. Do seu melhor amigo. Aquele que sempre respeitara e protegera. Doía ter de trai-lo. Mas tinha de o fazer. Que culpa tinha que ele, ao apresentar a sua mulher, tivesse iniciado este amor impossível e a loucura que radiava agora no seu coração. No seu coração que nunca batera tão forte por uma mulher. Nem pela sua própria mãe.
Entrou no seu quarto e fechou a porta á chave. Já era noite. Queria estar sozinho, não olhar para a cara de mais ninguém a não ser a sua própria num espelho. Mas até ao admirar a sua bela cara, lembrou-se dela. Os dois fariam o melhor par de sempre. Mas ela não o queria. Sabia que podia mudar isso. Mudar tudo o que lhe acontecia agora. Deixar de sofrer. Por amor. Podia fazê-lo. Mas era arriscado. Para além de estar a trair o seu amigo. Reflectiu. Louco de amor que estava decidiu arriscar.
Correu para uma sala na qual nunca entrava. Apenas ele e a irmã tinham acesso a essa sala. Naquele momento ele abria a porta de metal e entrava sorrateiramente.
No centro uma esfera brilhava intensamente. Assim que tocou, um flash de luz explodiu.
Pouco mudara. Em Tokyo, Ami Mizuno lia um livro sobre Geometria Euclidiana, Rei Hino gritava com o seu avô por este ter-se atirado a uma mulher viúva que lá fora rezar, Makoto Kino via na televisão um programa de culinária, Minako Aino via uma telenovela mexicana, enquanto falava ao telemóvel com o seu agente e Usagi Tsukino via a mesma novela que Minako, invejando a vida da protagonista que era uma rapariga vulgar que amava e era amada, enquanto Usagi era uma guerreira navegante, solteira.
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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começo a gostar da tua fic espero pelo 1 capitulo
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

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se calhar posto hoje, brigada mana! 

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

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fico a espera mana.
:dança: :g1:
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a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

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muito obrigada :')
1. Dois anos depois
Dois anos depois de terem derrotado a Galáxia, as Sailors levavam uma vida normal. Ami, Minako e Usagi esperavam ansiosamente pela resposta. Se entraram nas universidades pretendidas ou não. Enquanto Usagi e Minako concorreram a uma universidade local, no curso de Marketing, Ami concorreu a uma universidade famosa na Alemanha. Makoto inscrevera-se num curso de cozinha e Rei decidira dedicar-se exclusivamente ao templo, por causa do avô que não lhe dava descanso.
Haruka e Mitchiru continuavam juntas, e Mitchiru continuava a tocar violino, cada vez mais em espectáculos importantes. Hotaru viajara com o pai para o estrangeiro e Setsuna desaparecera. Ninguém sabia onde ela se encontrava.
Mas, apesar de tudo, era Junho e as meninas continuavam a encontrar-se para beber um batido e, mais recentemente no “Koro Sushi” um restaurante, gerido por um amigo de Rei, que tinha já dois anos de funcionamento, onde elas eram clientes frequentes. Eram a principal razão para a qual o restaurante era bastante frequentado. Todas as sextas e fins-de-semana cinco belas raparigas entravam no restaurante para comerem. Tal como naquele dia:
-Bom dia meninas, o que querem desta vez? – Perguntou Koro, o amigo de Rei. Era um belo rapaz ruivo, com sardas e olhos castanhos-claros.
-hum… desta vez quero Sushi de ananás. Parece apetitoso. – Respondeu a rapariga mais alta de todas, com olhos verdes e cabelos castanhos escuro, olhando para o menu.
-boa escolha, Makoto. É realmente um prato muito apetitoso.
-hum… sendo assim também quero um! – falou uma rapariga loira, de olhos azuis, com um penteado estranho – estou esfomeada!
-como sempre, Usagi! – Comentou outra de cabelos negros como o carvão e olhos da mesma cor – enfim, Koro, eu quero Sushi de abacaxi.
-como queiras, Rei!
-também como um desses! – Acrescentou uma rapariga semelhante a Usagi, só que apanhava o cabelo num laço vermelho, não largando o seu telemóvel que tocava naquele momento. – Estou? Sim, fala a Minako! – Respondeu, perdendo-se na conversa.
-eu quero apenas um chá. Não tenho fome. – Pediu a ultima, a mais calma de cabelo azul e olhos da mesma cor.
-Ami, porque não pedes Saqué? Agora que tens mais de 16 anos, podes beber álcool á vontade! Eu quero um copo! – Pediu Usagi.
-Usagi, Saqué é para as pessoas responsáveis beberem. Por isso estás proibida pela tua mãe de tocar em álcool.
-Oh Rei. Só por causa daquela festa…
-só por causa da MINHA festa em que bebeste todo o saqué do meu avô, arrostaste como um porco, depois vieste a cambalear para casa e mal chegaste, tiveste vontade de vomitar e confundiste o teu irmão com a sanita. – Atirou Rei, pouco de importando com o facto de Koro estar a ouvi-la. - para além de teres acordado de ressaca!
-foi um acidente! Não vai voltar a acontecer!
-por isso, não tocas no saqué! – Rei dirigiu um olhar sério a Usagi, que logo desistiu.
-está bem. Eu bebo água. – Cruzou os braços em sinal de birra.
-Muito bem… volto já. – Koro dirigiu-se para a cozinha, ainda um pouco embaraçado com a conversa de Rei.
Os pedidos pouco demoraram e começaram a comer, acabando Minako por desligar o telemóvel:
-desde que ficaste famosa que agora não tens um minuto de sossego. – Comentou Makoto.
-enfim! É assim a vida dos famosos. E o pior está para vir porque tenho que ir em digressão do meu novo disco.
“Pura sorte”, pensava Usagi. Fora por pura sorte que Minako conseguira um contrato com uma editora para gravar o seu disco. Certo dia estava numa loja a ouvir musica pelo discman, enquanto via certas peças de roupa e não reparou que cantava demasiado alto. Quando o gerente veio ter com ela, um homem chegou primeiro. Dizia que era um agente de uma discografia famosa e que queria uma audição com ela. Claro que Minako aceitou, aos pinchinhos, acabando por derrubar dois manequins e quase partir o vidro da montra.
Agora Minako podia dedicar-se á música. Até porque, desde o fim da batalha contra a galáxia, que não lutavam mais. As canetas andavam sempre com elas, mas nunca saíam do bolso. Obviamente que tinham saudades da adrenalina, mas por outro lado, gostavam de ter uma vida normal como as outras raparigas.
Usagi ainda se lembrava da sua primeira batalha. Estava muito assustada e se não fosse a Luna e uma réstia de coragem que viera das suas veias, teria sido destruída. Depois quando conhecera as outras Sailors, continuava assustada, mas sempre lutara. Dera sempre o seu melhor mesmo que, de vez em quando, falhasse. Mas no final conseguira vencer. A rainha Bery e Metalia não foram fáceis de vencer. Foi necessário toda a força de Usagi e das navegantes. Para além do Cristal Prateado. A misteriosa pedra que todos procuravam. Extremamente poderosa, pertencente á Rainha Serenity, do Milénio Prateado. Usagi descobrira também que era a princesa Serenity reencarnada e que morrera por amor. Por amor a Endymion. Quem seria esse Endymion? Usagi lembrava-se de sonhar com ele desde os seus três anos e, quando descobrira a verdade sobre o seu passado, os sonhos aumentavam constantemente. Quem seria ele?
1. Dois anos depois
Dois anos depois de terem derrotado a Galáxia, as Sailors levavam uma vida normal. Ami, Minako e Usagi esperavam ansiosamente pela resposta. Se entraram nas universidades pretendidas ou não. Enquanto Usagi e Minako concorreram a uma universidade local, no curso de Marketing, Ami concorreu a uma universidade famosa na Alemanha. Makoto inscrevera-se num curso de cozinha e Rei decidira dedicar-se exclusivamente ao templo, por causa do avô que não lhe dava descanso.
Haruka e Mitchiru continuavam juntas, e Mitchiru continuava a tocar violino, cada vez mais em espectáculos importantes. Hotaru viajara com o pai para o estrangeiro e Setsuna desaparecera. Ninguém sabia onde ela se encontrava.
Mas, apesar de tudo, era Junho e as meninas continuavam a encontrar-se para beber um batido e, mais recentemente no “Koro Sushi” um restaurante, gerido por um amigo de Rei, que tinha já dois anos de funcionamento, onde elas eram clientes frequentes. Eram a principal razão para a qual o restaurante era bastante frequentado. Todas as sextas e fins-de-semana cinco belas raparigas entravam no restaurante para comerem. Tal como naquele dia:
-Bom dia meninas, o que querem desta vez? – Perguntou Koro, o amigo de Rei. Era um belo rapaz ruivo, com sardas e olhos castanhos-claros.
-hum… desta vez quero Sushi de ananás. Parece apetitoso. – Respondeu a rapariga mais alta de todas, com olhos verdes e cabelos castanhos escuro, olhando para o menu.
-boa escolha, Makoto. É realmente um prato muito apetitoso.
-hum… sendo assim também quero um! – falou uma rapariga loira, de olhos azuis, com um penteado estranho – estou esfomeada!
-como sempre, Usagi! – Comentou outra de cabelos negros como o carvão e olhos da mesma cor – enfim, Koro, eu quero Sushi de abacaxi.
-como queiras, Rei!
-também como um desses! – Acrescentou uma rapariga semelhante a Usagi, só que apanhava o cabelo num laço vermelho, não largando o seu telemóvel que tocava naquele momento. – Estou? Sim, fala a Minako! – Respondeu, perdendo-se na conversa.
-eu quero apenas um chá. Não tenho fome. – Pediu a ultima, a mais calma de cabelo azul e olhos da mesma cor.
-Ami, porque não pedes Saqué? Agora que tens mais de 16 anos, podes beber álcool á vontade! Eu quero um copo! – Pediu Usagi.
-Usagi, Saqué é para as pessoas responsáveis beberem. Por isso estás proibida pela tua mãe de tocar em álcool.
-Oh Rei. Só por causa daquela festa…
-só por causa da MINHA festa em que bebeste todo o saqué do meu avô, arrostaste como um porco, depois vieste a cambalear para casa e mal chegaste, tiveste vontade de vomitar e confundiste o teu irmão com a sanita. – Atirou Rei, pouco de importando com o facto de Koro estar a ouvi-la. - para além de teres acordado de ressaca!
-foi um acidente! Não vai voltar a acontecer!
-por isso, não tocas no saqué! – Rei dirigiu um olhar sério a Usagi, que logo desistiu.
-está bem. Eu bebo água. – Cruzou os braços em sinal de birra.
-Muito bem… volto já. – Koro dirigiu-se para a cozinha, ainda um pouco embaraçado com a conversa de Rei.
Os pedidos pouco demoraram e começaram a comer, acabando Minako por desligar o telemóvel:
-desde que ficaste famosa que agora não tens um minuto de sossego. – Comentou Makoto.
-enfim! É assim a vida dos famosos. E o pior está para vir porque tenho que ir em digressão do meu novo disco.
“Pura sorte”, pensava Usagi. Fora por pura sorte que Minako conseguira um contrato com uma editora para gravar o seu disco. Certo dia estava numa loja a ouvir musica pelo discman, enquanto via certas peças de roupa e não reparou que cantava demasiado alto. Quando o gerente veio ter com ela, um homem chegou primeiro. Dizia que era um agente de uma discografia famosa e que queria uma audição com ela. Claro que Minako aceitou, aos pinchinhos, acabando por derrubar dois manequins e quase partir o vidro da montra.
Agora Minako podia dedicar-se á música. Até porque, desde o fim da batalha contra a galáxia, que não lutavam mais. As canetas andavam sempre com elas, mas nunca saíam do bolso. Obviamente que tinham saudades da adrenalina, mas por outro lado, gostavam de ter uma vida normal como as outras raparigas.
Usagi ainda se lembrava da sua primeira batalha. Estava muito assustada e se não fosse a Luna e uma réstia de coragem que viera das suas veias, teria sido destruída. Depois quando conhecera as outras Sailors, continuava assustada, mas sempre lutara. Dera sempre o seu melhor mesmo que, de vez em quando, falhasse. Mas no final conseguira vencer. A rainha Bery e Metalia não foram fáceis de vencer. Foi necessário toda a força de Usagi e das navegantes. Para além do Cristal Prateado. A misteriosa pedra que todos procuravam. Extremamente poderosa, pertencente á Rainha Serenity, do Milénio Prateado. Usagi descobrira também que era a princesa Serenity reencarnada e que morrera por amor. Por amor a Endymion. Quem seria esse Endymion? Usagi lembrava-se de sonhar com ele desde os seus três anos e, quando descobrira a verdade sobre o seu passado, os sonhos aumentavam constantemente. Quem seria ele?
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

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Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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...tiveste vontade de vomitar e confundiste o teu irmão com a sanita.
:
=D: mana esta está demais. fico a espera de um novo capitulo.
:
=D: mana esta está demais. fico a espera de um novo capitulo.
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

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obrigada mana 
ja tou a pensar no proximo

ja tou a pensar no proximo

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

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obrigada a todas =)
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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aqui está o 2º capitulo... devo dizer que estou inspirada.. mas o melhor está pra vir 
2. “Uma parada constante”
Quando acabaram de comer, despediram-se e cada uma seguiu o seu caminho. Durante o caminho, Usagi foi pensando na universidade. Seria mesmo aquilo que queria? Apesar de ter média de 13, sempre fora aluna fraca a matemática e inglês, cuja média alta das duas foi um seis. Valeria a pena estudar? Até porque no futuro seria Rainha. Suspirou, quando chegou à entrada da sua casa:
-mãe, cheguei! – Gritou, limpando os pés na entrada e calçando os chinelos – onde estás?
Ninguém respondeu. “Se calhar foi ás compras”. Usagi entrou no seu quarto e viu uma gatinha, com uma lua em quarto crescente na testa, a dormitar.
-Luna, sua dorminhoca! Porque é que tu e o Artemis não vieram almoçar comigo e com as meninas?
-temos mais que fazer do que estar a ouvir conversas que adolescentes mimadas! – Respondeu, secamente, Luna.
-adolescentes mimadas? Mas para quem é que pensas que estás a falar, hã? Agora não tens mais nada que fazer a não ser resmungar, não? – Reclamou Usagi, com as mãos nas ancas – vá! Levantas o traseiro da minha cama que estás a enchê-la de pêlos.
-aff, estás cada vez mais refilona! Tens que arranjar um namorado Usagi Tsukino! - Disse a gata, virando-se para a loira furiosa.
-ai, que também só sabes reclamar! Já pareces a minha mãe. – Sentou-se na secretária, olhando para uma foto dela com ChibiUsa. Tinha saudades. Sempre se zangara com ela por coisas mínimas, mas adorava-a. Afinal era a sua filha. Viera do futuro para encontrar o cristal prateado e, assim, salvar a sua mãe. Fizera uma espécie de “lavagem ao cérebro” na sua família, dando-se por prima. Sempre lhe provocara problemas. Primeiro porque o Rubi e as irmãs da Caça procuravam-na e depois porque Usagi não podia dar um passo em falso sem que ChibiUsa se metesse com ela. Mas ajudara-a. Não lhe dera o cristal, mas fora com ela ao futuro. Foi aí que descobrira que ela era a sua filha e que era Rainha. Mas o mais misterioso fora a pessoa que lhe contara a novidade. A Sailor Pluto. Uma sailor misteriosa que guarda as portas do tempo. Contara-lhes tudo. Mas pouco mudara. Após a destruição do Sábio, ela e ChibiUsa continuaram a dar-se como cão e gato.
-ouviste o que eu disse, Usagi? – Perguntou uma bola de pêlo que surgiu á sua frente, fazendo-a deixar a moldura cair.
-ai, Luna! Já viste o que fizeste? Quem te mandou assustar-me? – Usagi abaixou-se e apanhou a moldura partida. Quase se cortou com os pedaços.
-Tu é que estás sempre distraída. E alem disso és mesmo medrosa. Assustas-te com pouco.
-arght… pára com isso! Pára de me insultar! O que é que eu fiz de mal desta vez, hã? Já não tenho grandes responsabilidades. A minha vida está normal. Não há motivos para eu…. – Explodiu. Mas Luna estava ainda calma a olhar para ela, em cima da secretária. - Deixa lá. O que é que tinhas dito? – Perguntou, tentando também acalmar-se.
-disse que a Vida é uma parada constante!
-porquê?
-nunca sabes se a parada vai cair num buraco, ou se vai chover ou fazer sol. Podes não controlar o espaço á tua volta, mas podes controlar a parada. Podes fazê-la parar ou continuar. Acontece que, se parares, o tempo irá azedar e a tua parada ficará sem abrigo. Tens que continuar. Pára de ficares triste ou zangada. Desde que deixaste de lutar que tens andado triste e desanimada. Já nem pareces a mesma!
-eu ainda ando animada!
-Mas não como das outras vezes. – Continuou Luna, sempre calma. – O que é que te põe assim? Tu não queres ser uma rapariga vulgar?
-quero! Claro que quero! Mas… sinto que falta-me alguma coisa. Não sei o quê, mas… sinto-me vazia!
-será que não te sentirias assim, se fosses Sailor Moon outra vez?
Usagi vagueou pelo quarto ás voltas. Ouviu o som da porta abrir-se. A mãe tinha chegado. Faria-lhe o lanche. E Shingo devia estar a chegar. Ela tinha uma família feliz, verdadeiras amigas e uma missão. Proteger a Terra. Mas naquele momento a sua missão estava parada, pois a Terra estava segura. O que é que lhe faltaria?
-não! Ser Sailor Moon pode pôr-me alegre ou triste. A sensação que tenho não me dá alegria nenhuma.

2. “Uma parada constante”
Quando acabaram de comer, despediram-se e cada uma seguiu o seu caminho. Durante o caminho, Usagi foi pensando na universidade. Seria mesmo aquilo que queria? Apesar de ter média de 13, sempre fora aluna fraca a matemática e inglês, cuja média alta das duas foi um seis. Valeria a pena estudar? Até porque no futuro seria Rainha. Suspirou, quando chegou à entrada da sua casa:
-mãe, cheguei! – Gritou, limpando os pés na entrada e calçando os chinelos – onde estás?
Ninguém respondeu. “Se calhar foi ás compras”. Usagi entrou no seu quarto e viu uma gatinha, com uma lua em quarto crescente na testa, a dormitar.
-Luna, sua dorminhoca! Porque é que tu e o Artemis não vieram almoçar comigo e com as meninas?
-temos mais que fazer do que estar a ouvir conversas que adolescentes mimadas! – Respondeu, secamente, Luna.
-adolescentes mimadas? Mas para quem é que pensas que estás a falar, hã? Agora não tens mais nada que fazer a não ser resmungar, não? – Reclamou Usagi, com as mãos nas ancas – vá! Levantas o traseiro da minha cama que estás a enchê-la de pêlos.
-aff, estás cada vez mais refilona! Tens que arranjar um namorado Usagi Tsukino! - Disse a gata, virando-se para a loira furiosa.
-ai, que também só sabes reclamar! Já pareces a minha mãe. – Sentou-se na secretária, olhando para uma foto dela com ChibiUsa. Tinha saudades. Sempre se zangara com ela por coisas mínimas, mas adorava-a. Afinal era a sua filha. Viera do futuro para encontrar o cristal prateado e, assim, salvar a sua mãe. Fizera uma espécie de “lavagem ao cérebro” na sua família, dando-se por prima. Sempre lhe provocara problemas. Primeiro porque o Rubi e as irmãs da Caça procuravam-na e depois porque Usagi não podia dar um passo em falso sem que ChibiUsa se metesse com ela. Mas ajudara-a. Não lhe dera o cristal, mas fora com ela ao futuro. Foi aí que descobrira que ela era a sua filha e que era Rainha. Mas o mais misterioso fora a pessoa que lhe contara a novidade. A Sailor Pluto. Uma sailor misteriosa que guarda as portas do tempo. Contara-lhes tudo. Mas pouco mudara. Após a destruição do Sábio, ela e ChibiUsa continuaram a dar-se como cão e gato.
-ouviste o que eu disse, Usagi? – Perguntou uma bola de pêlo que surgiu á sua frente, fazendo-a deixar a moldura cair.
-ai, Luna! Já viste o que fizeste? Quem te mandou assustar-me? – Usagi abaixou-se e apanhou a moldura partida. Quase se cortou com os pedaços.
-Tu é que estás sempre distraída. E alem disso és mesmo medrosa. Assustas-te com pouco.
-arght… pára com isso! Pára de me insultar! O que é que eu fiz de mal desta vez, hã? Já não tenho grandes responsabilidades. A minha vida está normal. Não há motivos para eu…. – Explodiu. Mas Luna estava ainda calma a olhar para ela, em cima da secretária. - Deixa lá. O que é que tinhas dito? – Perguntou, tentando também acalmar-se.
-disse que a Vida é uma parada constante!
-porquê?
-nunca sabes se a parada vai cair num buraco, ou se vai chover ou fazer sol. Podes não controlar o espaço á tua volta, mas podes controlar a parada. Podes fazê-la parar ou continuar. Acontece que, se parares, o tempo irá azedar e a tua parada ficará sem abrigo. Tens que continuar. Pára de ficares triste ou zangada. Desde que deixaste de lutar que tens andado triste e desanimada. Já nem pareces a mesma!
-eu ainda ando animada!
-Mas não como das outras vezes. – Continuou Luna, sempre calma. – O que é que te põe assim? Tu não queres ser uma rapariga vulgar?
-quero! Claro que quero! Mas… sinto que falta-me alguma coisa. Não sei o quê, mas… sinto-me vazia!
-será que não te sentirias assim, se fosses Sailor Moon outra vez?
Usagi vagueou pelo quarto ás voltas. Ouviu o som da porta abrir-se. A mãe tinha chegado. Faria-lhe o lanche. E Shingo devia estar a chegar. Ela tinha uma família feliz, verdadeiras amigas e uma missão. Proteger a Terra. Mas naquele momento a sua missão estava parada, pois a Terra estava segura. O que é que lhe faltaria?
-não! Ser Sailor Moon pode pôr-me alegre ou triste. A sensação que tenho não me dá alegria nenhuma.
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a usagi parece deprimida o que se passara e será o que lhe falta é o endymion fico a espera do resto mana
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obrigada mana =)
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muito obrigada ás duas =)
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