Onde estás Endymion? [Actualizada cap.10 05/09/2010]
bem vou tentar... até porque nas minhas outras fics escrevo sempre bastante, nao sei porque nesta haveria de ser diferente 
mas obrigada

mas obrigada
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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3. Digressão… “vêm comigo?”
A luz do amanhecer bateu nas cortinas no quarto de Usagi, ao som do despertador. Luna levantou-se da cama e espreguiçou-se, olhando depois para o espaço ocupado na cama por um edredão com coelhinhos. Usagi dormia e parecia nem ter notado no barulho que o despertador fez:
-Acorda sua dorminhoca!
-ah! Luna só mais cinco minutos. – Respondeu uma vozinha no meio dos cobertores, meio ensonada.
-Usagi, tens de ajudar a tua mãe com as limpezas. Tu prometeste! – Disse Luna, agitando com as patas, Usagi.
-hum… mas a mãe pode esperar… - E ouviu-se um leve ressonar debaixo dos cobertores. Luna tentou controlar-se, mas a cada ressonar de Usagi, menor era a sua paciência
-USAGI TSUKINO! SAÍ JÁ DA CAMA SE NÃO ARREBENTO-TE ESSES TÓTÓS LOIROS! – Gritou aos ouvidos de Usagi. Esta gritou, assustada, e caiu da cama, fazendo um estrondo ao bater.
-Ai! Luna porque é que gritaste tão alto? – Usagi pôs a mão na cabeça, onde nascia um pequeno galo.
-és sempre a mesma coisa. Ontem prometeste á tua mãe que a ajudavas a apanhar as ervas daninhas, a limpar os vidros, a estender a roupa e outras coisas.
-e então? Tenho a tarde toda para fazer isso!
-mas a tua mãe quer sair de tarde, daí que tens de ter as tarefas feitas no final da manha.
-bem… sendo assim tenho a manha toda para isso…
-mas já te esqueceste que a Minako telefonou-te e pediu que estivesses ao meio-dia no “Koro Sushi”?
-hum… – Usagi tentou lembrar-se – penso que sim.
-então… – Luna aproximou-se do despertador – o relógio mostra que são 10h05. Achas que tens tempo para fazer tudo em menos de duas horas?
-MENOS DE DUAS HORAS? Ai! Luna porque é que não me acordaste mais cedo? Vou gastar cerca de meia hora nas ervas daninhas, meia hora nos vidros, quinze minutos a estender a roupa… ainda tenho que fazer um bolo para a avó, que a mãe vai visitar esta tarde, que vai levar-me dez minutos a fazer o bolo e vinte á espera que coza. Ai, que depois não tenho tempo para pintar as unhas! – Levantou-se e correu para a casa e banho, fechando a porta atrás de si.
-e porque raio é que ela quer pintar as unhas? – Perguntou para si própria, Luna.
Apesar de tentar ser despachada, acabou por chegar atrasada:
-Usagi, tu não tens emenda! Sempre a chegar atrasada! Devias deixar-te disso. Olha que assim nenhum homem te vai querer. Se bem que, de qualquer jeito não tens muito para oferecer.
-Rei!!! Tens sorte que estou muito cansada para dizer-te quantas eu valho.
-bem…
-meninas, podem parar? Eu tenho um anúncio muito importante a fazer – interrompeu Minako, calma.
Usagi sentou-se no seu lugar, juntamente com Rei. Ami e Makoto, sempre calmas, fizeram os pedidos pelas amigas e depois, todas se juntaram, com Artemis e Luna presentes, para ouvir Minako:
-bem, como sabem. Eu agora sou famosa.
-tinhas logo de por isso em conversa, não? – Perguntou Rei, aborrecida.
-chio, sua invejosa. Quem fala agora sou eu!
-ela ficou muito convencida desde que a editora aceitou vender o seu novo disco – sussurrou Artemis para as outras. Minako não ouviu.
-como estava a dizer. Agora sou famosa. E o meu novo disco “c’est la vie!” está a fazer um enorme sucesso no Japão. Acontece que eu não tenho apenas fãs aqui, mas também tenho na Rússia, nos E.U.A e na Europa. Por isso, nestas férias, vou ter que fazer uma digressão pelo mundo para promover o meu CD.
Silencio na mesa. Já não era novidade a digressão. Minako estava sempre a comentar esse tema. E como gostava de voltar a Londres, e ver Paris, a cidade do amor.
-então? Não têm nada a dizer? - Perguntou, surpresa.
-eu pergunto antes o que tu tens para nos dizer. Já sabíamos que ias em digressão. Tu nunca páras de falar sobre o assunto! – Comentou Makoto.
Bem... pode ser verdade, mas tenho novidades. Apesar de ter bastantes cidades no roteiro, pedi ao meu agente que adiasse as digressões de todos os países, porque este verão, quero divertir-me com as minhas amigas!
-isso é muito simpático Mina! – Exclamou Ami.
-obrigada. Acontece que o meu agente não conseguiu cancelar a digressão pelos E.U.A, porque fui convidada por quase todos os 25 estados americanos.
-ah, Minako? São 50 os estados americanos! – Corrigiu Ami.
-ah, ou isso... bem, quero assim dizer que tenho que ir a Nova Iorque amanha, mas… não vou sozinha.
-claro que não! O teu agente tem que ir contigo. Ainda és menor! – Declarou Rei, pondo a mão direita a suportar a cabeça.
-Rei, já fiz 18 anos!
-eu quis dizer mentalmente!
-hum… vais ficar com a pior cama por essa.
-como assim a pior cama? – Perguntou Rei, desconfiada.
-pois… vocês não me deixam acabar. Eu não vou sozinha porque – levantou-se da mesa e pôs o dedo indicador direito no ar – vocês vêm comigo!
-nós? – Exclamaram as quatro, em uníssono.
-yup! Quero que vocês venham comigo. Até porque vão haver bastantes festas... com bastantes rapazes giros.
-ah? Conta comigo! – Gritou logo Rei.
-mas como é que vai a tua relação com o… – começou Ami.
-já não há… ele é parvo até dizer chega! – Terminou Rei.
-bem, sendo assim está tudo combinado! – Afirmou Minako.
-mais devagar Mina… eu acho que não posso.
-Ai, Ami, não sejas desmancha-prazeres! É como diz o ditado: quem não belisca não petisca!
-diz-se: quem não arrisca, não petisca. E além disso não é assim tão fácil ir a N.Y. há que pensar no local onde vamos ficar a dormir.
-ficam comigo no meu Hotel!
-e também há que pensar em como pagar o alojamento, a viagem e o resto.
-bem, sendo assim não posso ir. Estou a ficar lisa. O Shingo pediu-me dinheiro emprestado e ainda não mo devolveu. – Lamentou-se Usagi.
-não se preocupem. Eu trato do hotel e da viagem. Só têm de levar dinheiro para as compras que vamos fazer em Time Square.
-Time Square? Onde fica isso?
-em NY, é claro.
-bem, sendo assim, penso que podemos ir. Até nos vai fazer bem! – Disse Luna, até agora calada.
-hum... e quem é que disse que tu e o Artemis iam? – Disse, desdenhosa, Minako.
-é claro que nos vão leva, certo? – Luna mostrou as suas unhas afiadas e aproximou-as da cara de Usagi.
-está bem! Vens comigo! – esta gemeu e tentou afastar a cara das garras.
-Usagi, o hotel é capaz de não gostar de animais! – Disse Ami.
-vamos escondidos. – Sugeriu Artemis.
-como queiras. Mas aviso-te já que no avião vais numa casota e ao entrares no hotel, vais ficar na minha mala. Vê lá se não sufocas.
-Minako, mesmo assim… não podes planear isto á última da hora. É que temos que avisar os nossos pais e tudo mais.
-Vá lá meninas… vai ser a melhor digressão do mundo. Festas e mais festas, rapazes giros, compras fabulosas… – Minako olhou para as amigas. Podia imaginar ver estrelas nos olhos delas – e então… vêm comigo?
-sim! – Exclamaram todas em uníssono.
-ah, está bem.. eu vou! - rendeu-se Ami.
A luz do amanhecer bateu nas cortinas no quarto de Usagi, ao som do despertador. Luna levantou-se da cama e espreguiçou-se, olhando depois para o espaço ocupado na cama por um edredão com coelhinhos. Usagi dormia e parecia nem ter notado no barulho que o despertador fez:
-Acorda sua dorminhoca!
-ah! Luna só mais cinco minutos. – Respondeu uma vozinha no meio dos cobertores, meio ensonada.
-Usagi, tens de ajudar a tua mãe com as limpezas. Tu prometeste! – Disse Luna, agitando com as patas, Usagi.
-hum… mas a mãe pode esperar… - E ouviu-se um leve ressonar debaixo dos cobertores. Luna tentou controlar-se, mas a cada ressonar de Usagi, menor era a sua paciência
-USAGI TSUKINO! SAÍ JÁ DA CAMA SE NÃO ARREBENTO-TE ESSES TÓTÓS LOIROS! – Gritou aos ouvidos de Usagi. Esta gritou, assustada, e caiu da cama, fazendo um estrondo ao bater.
-Ai! Luna porque é que gritaste tão alto? – Usagi pôs a mão na cabeça, onde nascia um pequeno galo.
-és sempre a mesma coisa. Ontem prometeste á tua mãe que a ajudavas a apanhar as ervas daninhas, a limpar os vidros, a estender a roupa e outras coisas.
-e então? Tenho a tarde toda para fazer isso!
-mas a tua mãe quer sair de tarde, daí que tens de ter as tarefas feitas no final da manha.
-bem… sendo assim tenho a manha toda para isso…
-mas já te esqueceste que a Minako telefonou-te e pediu que estivesses ao meio-dia no “Koro Sushi”?
-hum… – Usagi tentou lembrar-se – penso que sim.
-então… – Luna aproximou-se do despertador – o relógio mostra que são 10h05. Achas que tens tempo para fazer tudo em menos de duas horas?
-MENOS DE DUAS HORAS? Ai! Luna porque é que não me acordaste mais cedo? Vou gastar cerca de meia hora nas ervas daninhas, meia hora nos vidros, quinze minutos a estender a roupa… ainda tenho que fazer um bolo para a avó, que a mãe vai visitar esta tarde, que vai levar-me dez minutos a fazer o bolo e vinte á espera que coza. Ai, que depois não tenho tempo para pintar as unhas! – Levantou-se e correu para a casa e banho, fechando a porta atrás de si.
-e porque raio é que ela quer pintar as unhas? – Perguntou para si própria, Luna.
Apesar de tentar ser despachada, acabou por chegar atrasada:
-Usagi, tu não tens emenda! Sempre a chegar atrasada! Devias deixar-te disso. Olha que assim nenhum homem te vai querer. Se bem que, de qualquer jeito não tens muito para oferecer.
-Rei!!! Tens sorte que estou muito cansada para dizer-te quantas eu valho.
-bem…
-meninas, podem parar? Eu tenho um anúncio muito importante a fazer – interrompeu Minako, calma.
Usagi sentou-se no seu lugar, juntamente com Rei. Ami e Makoto, sempre calmas, fizeram os pedidos pelas amigas e depois, todas se juntaram, com Artemis e Luna presentes, para ouvir Minako:
-bem, como sabem. Eu agora sou famosa.
-tinhas logo de por isso em conversa, não? – Perguntou Rei, aborrecida.
-chio, sua invejosa. Quem fala agora sou eu!
-ela ficou muito convencida desde que a editora aceitou vender o seu novo disco – sussurrou Artemis para as outras. Minako não ouviu.
-como estava a dizer. Agora sou famosa. E o meu novo disco “c’est la vie!” está a fazer um enorme sucesso no Japão. Acontece que eu não tenho apenas fãs aqui, mas também tenho na Rússia, nos E.U.A e na Europa. Por isso, nestas férias, vou ter que fazer uma digressão pelo mundo para promover o meu CD.
Silencio na mesa. Já não era novidade a digressão. Minako estava sempre a comentar esse tema. E como gostava de voltar a Londres, e ver Paris, a cidade do amor.
-então? Não têm nada a dizer? - Perguntou, surpresa.
-eu pergunto antes o que tu tens para nos dizer. Já sabíamos que ias em digressão. Tu nunca páras de falar sobre o assunto! – Comentou Makoto.
Bem... pode ser verdade, mas tenho novidades. Apesar de ter bastantes cidades no roteiro, pedi ao meu agente que adiasse as digressões de todos os países, porque este verão, quero divertir-me com as minhas amigas!
-isso é muito simpático Mina! – Exclamou Ami.
-obrigada. Acontece que o meu agente não conseguiu cancelar a digressão pelos E.U.A, porque fui convidada por quase todos os 25 estados americanos.
-ah, Minako? São 50 os estados americanos! – Corrigiu Ami.
-ah, ou isso... bem, quero assim dizer que tenho que ir a Nova Iorque amanha, mas… não vou sozinha.
-claro que não! O teu agente tem que ir contigo. Ainda és menor! – Declarou Rei, pondo a mão direita a suportar a cabeça.
-Rei, já fiz 18 anos!
-eu quis dizer mentalmente!
-hum… vais ficar com a pior cama por essa.
-como assim a pior cama? – Perguntou Rei, desconfiada.
-pois… vocês não me deixam acabar. Eu não vou sozinha porque – levantou-se da mesa e pôs o dedo indicador direito no ar – vocês vêm comigo!
-nós? – Exclamaram as quatro, em uníssono.
-yup! Quero que vocês venham comigo. Até porque vão haver bastantes festas... com bastantes rapazes giros.
-ah? Conta comigo! – Gritou logo Rei.
-mas como é que vai a tua relação com o… – começou Ami.
-já não há… ele é parvo até dizer chega! – Terminou Rei.
-bem, sendo assim está tudo combinado! – Afirmou Minako.
-mais devagar Mina… eu acho que não posso.
-Ai, Ami, não sejas desmancha-prazeres! É como diz o ditado: quem não belisca não petisca!
-diz-se: quem não arrisca, não petisca. E além disso não é assim tão fácil ir a N.Y. há que pensar no local onde vamos ficar a dormir.
-ficam comigo no meu Hotel!
-e também há que pensar em como pagar o alojamento, a viagem e o resto.
-bem, sendo assim não posso ir. Estou a ficar lisa. O Shingo pediu-me dinheiro emprestado e ainda não mo devolveu. – Lamentou-se Usagi.
-não se preocupem. Eu trato do hotel e da viagem. Só têm de levar dinheiro para as compras que vamos fazer em Time Square.
-Time Square? Onde fica isso?
-em NY, é claro.
-bem, sendo assim, penso que podemos ir. Até nos vai fazer bem! – Disse Luna, até agora calada.
-hum... e quem é que disse que tu e o Artemis iam? – Disse, desdenhosa, Minako.
-é claro que nos vão leva, certo? – Luna mostrou as suas unhas afiadas e aproximou-as da cara de Usagi.
-está bem! Vens comigo! – esta gemeu e tentou afastar a cara das garras.
-Usagi, o hotel é capaz de não gostar de animais! – Disse Ami.
-vamos escondidos. – Sugeriu Artemis.
-como queiras. Mas aviso-te já que no avião vais numa casota e ao entrares no hotel, vais ficar na minha mala. Vê lá se não sufocas.
-Minako, mesmo assim… não podes planear isto á última da hora. É que temos que avisar os nossos pais e tudo mais.
-Vá lá meninas… vai ser a melhor digressão do mundo. Festas e mais festas, rapazes giros, compras fabulosas… – Minako olhou para as amigas. Podia imaginar ver estrelas nos olhos delas – e então… vêm comigo?
-sim! – Exclamaram todas em uníssono.
-ah, está bem.. eu vou! - rendeu-se Ami.
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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esta muito gira mana continua.
.o: 
.o: 
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
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obrigada mana 

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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obrigada =)
o importante é escrever com o coração... e além disso se a tua fic fosse má, não a terias postado aqui não?
o importante é escrever com o coração... e além disso se a tua fic fosse má, não a terias postado aqui não?

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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AnA_Sant0s escreveu: -claro que não! O teu agente tem que ir contigo. Ainda és menor! – Declarou Rei, pondo a mão direita a suportar a cabeça.
-Rei, já fiz 18 anos!
-eu quis dizer mentalmente!
lool!

Estás a ir muito bem Ana! A fic está bem escrita e as falas e personalidades de cada personagem estão tão bem adaptadas que parece que estou lá a ver tudo!

Continua!!

obrigada LunaR... 

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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e aqui está um capitulo um pouco chibi, mas tenho tido pouco tempo para escrever 
peço desculpa por estar tao.. lamechas, mas nao pude evitar
4. Lágrimas da Distância
Ali estava Ela deitada na sua cama. Apenas o lençol branco cobria a sua nudez. Apesar da respiração calma, o seu coração batia mil a uma. Era das poucas pessoas que sabia o que estava a acontecer. A janela estava fechada, mas com as cortinas abertas, que mostravam um céu cinzento e chuva. Muita chuva. Ninguém achara estranho chover daquela maneira. Apesar de ser invulgar. Estavam todos ocupados com outras novidades.
Acariciou a sua barriga, debaixo do lençol. Quatro meses e pouco tinha crescido. Mas não era isso que lhe importava. A criança dentro de si pressentia o mal em redor. Da mesma forma que Ela sentia. Como é que tudo começara? Ela não sabia a resposta. Nem queria saber. Para quê chorar sobre o leite derramado?
Um trovão rasgou o céu. Tremeu. Não de frio, mas de medo. Algo mexeu-se dentro dela. Até um embrião de 4 meses sentia aquelas energias.
Algo estava errado. Mas ninguém notara nisso.
Alguém ao seu lado estremeceu. Aproximou-se Dela e beijou-lhe na face rosada. Levantou-se.
Nem Ele notara no medo Dela. Não notara que estava cada vez mais distante a cada dia que passava. Parecia que o amor desaparecera como fumo.
Ele saiu do quarto. Murmurou algumas palavras para Ela. Ela apenas abanou a cabeça. A porta bateu devagar contra a parede.
Mais um trovão. Tremeu de novo. Talvez fosse pelo medo que tinha em relâmpagos, ou talvez fosse pelas lágrimas que saíam dos seus olhos e que ele não notara. As lágrimas da distância.
**
Usagi arrumava as malas quando aquilo aconteceu. Um trovão. Forte e rápido. Não o ouvira. Estava demasiado absorvida em outros pensamentos.
Luna observava-a de perto.
Usagi aproximou-se do armário, de onde tirou uma camisola vermelha. Olhou para ela com ar duvidoso. Depois atirou-a para a mala aberta, quase cheia, em cima da cama. “E ainda falta tanta coisa!”, pensou Usagi.
Alguém bateu á porta:
-Usagi querida, aqui tens aquilo que pediste! – Uma mulher de cabelo azul-escuro enfiou a cabeça pela porta. Trazia uma pequena casota na mão.
-obrigada mãe! – Usagi aproximou-se e pegou na casota – serve perfeitamente para a Luna.
Esta fez um ar zangado, em sinal de protesto.
-estou a ver que a gatinha não quer ir aí! – A Sr.ª Tsukino aproximou-se da cama da filha e dobrou as roupas mal dobradas que se encontravam dentro da mala.
-Se não vier aqui, não vai! – Usagi olhou para Luna com ar de “quem manda aqui sou eu!”. Esta fez outro olhar. Olhar que significava “Vais pagar por essa!”, achou Usagi, mordendo o lábio.
-bem, sendo assim... a que horas vais amanha? – Virou-se para a filha.
-apanho o avião das 10h.
-hum…
-Mãe, não vou chegar atrasada!
-seria milagre se tal não acontecesse. Mas, pronto, amanha vê-se. Acordo-te ás 6h30.
-o quê? Tão cedo? – Usagi fez algo semelhante a uma cara de aborrecida. Nos pensamentos de Luna e da mãe, tratava-se da Cara da preguiça.
-sim! Ou tu nunca ouviste dizer que tens de chegar 3 horas antes do embarque? E depois ainda tens que te vestir e como sei que és lenta, há que prevenir! - Dirigiu-se para a porta e fechou-a atrás de si.
-Ahhhhhhhhhhhh! Não é justo – amuada, sentou-se na cama, ouvindo a porta fechar-se.
-bem... Usagi se pensas que vou ficar naquela gaiola a viagem inteira estás muito enganada, ouviste? – Luna chegou perto da loira.
-sim, Luna! – Respondeu, suspirando sem vontade de escutar Luna. Levantou-se e continuou a fazer a mala. De repente mudou de expressão. De calma para aterrorizada. Ouvira um trovão. Deu um berro e um salto. E enfiou-se dentro do armário. Luna, já habituada com as paranóias de Usagi, decidiu brincar, como vingança pela história da “casota”:
-Usagi... o que se passa? – aproximou-se do armário fechado.
-Luna. Não ouviste? – Ouviu-se uma voz dentro do armário.
-ouvi o que? – Luna riu baixinho.
-o trovão!!!! – Usagi tremeu só de dizer a palavra.
-ah! A sério? Nem tinha ouvido. – Talvez por estar uma porta de madeira a separá-las, Usagi não ouviu a ironia na voz de Luna. – Usagi, sabia que não podes estar dentro de armários de madeira? Atrais os relâmpagos!
-pois, pois… pensas que me enganas, mas não... eu sei que a madeira afasta os trovões.
-mas não madeira qualquer!
Silencio dentro do armário.
-não pode ser do mesmo tipo de madeira que o teu armário.
Ouviu-se um trovão. E Usagi saiu a correr e a saltar do armário.
-AAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIII Luna! Vamos embora daqui! Detesto trovões!!!!
-Usagi acalma-te. – Luna mantinha-se em frente ao armário, tentando controlar a gargalhada.
-como posso acalmar-me? Quase tudo no meu quarto é feito de MADEI… – e bateu com a cabeça na porta que a própria mãe tinha aberto.
-ai, Usagi! Estás bem? Ouvi um berro e pensei que não te sentisses bem… Usagi? Usagi?
Mas Usagi já não estava no seu quarto.
**
Estava num jardim. Onde belas flores exibiam a sua beleza ao sol. Arvores cresciam sem que nada as impedisse. Uma bela rapariga andava por entre elas. O seu belo vestido passeava pelo chão, sem nunca deixar de ser branco. Uma pequena brisa soprava, fazendo os seus belos cabelos loiros, presos em odangos, voarem levemente. Ela sorria. De felicidade. Pegou numa rosa vermelha. Pensou Nele. Será que estava a pensar Nela? Tal como Ela pensava Nele?
Sentou-se na relva verde e encostou as costas ao tronco de uma árvore. E viu ao longe o rio. A água corria ao seu ritmo, com pequenos peixes a nadar. Agua azul e pura. Como os olhos Dela.
Ouviram-se passos. Ela virou-se. Por trás do tronco da árvore onde ela estava, surgiu um belo homem. Devido á sombra que o sol fazia ao bater na árvore, Ela não pode ver a cara Dele. Mas sabia quem era. Sentiu a alegria entrar dentro do corpo. Queria levantar-se a abraçá-lo. E assim o fez. As saudades eram tantas que ela começou a chorar. Estar longe Dele era o mesmo que ir ao inferno.
Ele pegou na mão dela e beijou a palma.
-tenho de ir! – Disse de repente, apanhando-a desprevenida.
-já? – A desilusão entrou dentro Dela tão depressa como a alegria entrara.
-os meus pais querem que eu esteja presente. – Ele aproximou-se os seus lábios dos Dela. Estavam quase a tocar-se até que se ouviu o som dos cavalos. Ele não viera sozinho. Tinha amigos á espera Dele. Não podia ficar ali. Mas queria tanto beijá-la! Abraça-la por muito tempo e encostar os seus lábios aos dela. Lábios doces e delicados. Mas tinha de ir.
Deixou-a. Sozinha.
Ela tentou aguentar. Já devia estar habituada. Mas não conseguia. Amava-o mais do que a sua própria vida.
De longe ouviu as amigas chamarem-na. Estava na hora de ela também ir.
Mas ficou no seu lugar, a chorar. Lágrimas da Distância.
**
Usagi sentia-se tonta ao acordar.
-estás bem filha? – Perguntou a sua mãe, com um saco com gelo pousado na cabeça de Usagi. – A pancada foi forte.
-hum… – Usagi pôs a mão no galo que crescia cada vez mais na sua cabeça até ao ponto de se parecer com um terceiro odango. – Estou bem.
-bem... mas tens a certeza?
-sim mãe. Não fiques preocupada. – Levantou-se e sentou-se na cama com a cabeça ainda a latejar de dor.
-se assim o dizes eu vou fazer o almoço. – E saiu. Luna aproveitou para saltar para a cama de Usagi, virando-se para esta.
-és mesmo trapalhona. Era bem feita ficares com esse odango extra.
-Luna, cala-te que estou a pensar.
-pensar... ah, isso é coisa rara vindo de ti – murmurou a gata.
Usagi não a ouviu. Estava confusa. Não da pancada, mas do sonho que tivera. Quem era aquela rapariga. Era tão parecida consigo. E aquele homem? Quem seria?

peço desculpa por estar tao.. lamechas, mas nao pude evitar

4. Lágrimas da Distância
Ali estava Ela deitada na sua cama. Apenas o lençol branco cobria a sua nudez. Apesar da respiração calma, o seu coração batia mil a uma. Era das poucas pessoas que sabia o que estava a acontecer. A janela estava fechada, mas com as cortinas abertas, que mostravam um céu cinzento e chuva. Muita chuva. Ninguém achara estranho chover daquela maneira. Apesar de ser invulgar. Estavam todos ocupados com outras novidades.
Acariciou a sua barriga, debaixo do lençol. Quatro meses e pouco tinha crescido. Mas não era isso que lhe importava. A criança dentro de si pressentia o mal em redor. Da mesma forma que Ela sentia. Como é que tudo começara? Ela não sabia a resposta. Nem queria saber. Para quê chorar sobre o leite derramado?
Um trovão rasgou o céu. Tremeu. Não de frio, mas de medo. Algo mexeu-se dentro dela. Até um embrião de 4 meses sentia aquelas energias.
Algo estava errado. Mas ninguém notara nisso.
Alguém ao seu lado estremeceu. Aproximou-se Dela e beijou-lhe na face rosada. Levantou-se.
Nem Ele notara no medo Dela. Não notara que estava cada vez mais distante a cada dia que passava. Parecia que o amor desaparecera como fumo.
Ele saiu do quarto. Murmurou algumas palavras para Ela. Ela apenas abanou a cabeça. A porta bateu devagar contra a parede.
Mais um trovão. Tremeu de novo. Talvez fosse pelo medo que tinha em relâmpagos, ou talvez fosse pelas lágrimas que saíam dos seus olhos e que ele não notara. As lágrimas da distância.
**
Usagi arrumava as malas quando aquilo aconteceu. Um trovão. Forte e rápido. Não o ouvira. Estava demasiado absorvida em outros pensamentos.
Luna observava-a de perto.
Usagi aproximou-se do armário, de onde tirou uma camisola vermelha. Olhou para ela com ar duvidoso. Depois atirou-a para a mala aberta, quase cheia, em cima da cama. “E ainda falta tanta coisa!”, pensou Usagi.
Alguém bateu á porta:
-Usagi querida, aqui tens aquilo que pediste! – Uma mulher de cabelo azul-escuro enfiou a cabeça pela porta. Trazia uma pequena casota na mão.
-obrigada mãe! – Usagi aproximou-se e pegou na casota – serve perfeitamente para a Luna.
Esta fez um ar zangado, em sinal de protesto.
-estou a ver que a gatinha não quer ir aí! – A Sr.ª Tsukino aproximou-se da cama da filha e dobrou as roupas mal dobradas que se encontravam dentro da mala.
-Se não vier aqui, não vai! – Usagi olhou para Luna com ar de “quem manda aqui sou eu!”. Esta fez outro olhar. Olhar que significava “Vais pagar por essa!”, achou Usagi, mordendo o lábio.
-bem, sendo assim... a que horas vais amanha? – Virou-se para a filha.
-apanho o avião das 10h.
-hum…
-Mãe, não vou chegar atrasada!
-seria milagre se tal não acontecesse. Mas, pronto, amanha vê-se. Acordo-te ás 6h30.
-o quê? Tão cedo? – Usagi fez algo semelhante a uma cara de aborrecida. Nos pensamentos de Luna e da mãe, tratava-se da Cara da preguiça.
-sim! Ou tu nunca ouviste dizer que tens de chegar 3 horas antes do embarque? E depois ainda tens que te vestir e como sei que és lenta, há que prevenir! - Dirigiu-se para a porta e fechou-a atrás de si.
-Ahhhhhhhhhhhh! Não é justo – amuada, sentou-se na cama, ouvindo a porta fechar-se.
-bem... Usagi se pensas que vou ficar naquela gaiola a viagem inteira estás muito enganada, ouviste? – Luna chegou perto da loira.
-sim, Luna! – Respondeu, suspirando sem vontade de escutar Luna. Levantou-se e continuou a fazer a mala. De repente mudou de expressão. De calma para aterrorizada. Ouvira um trovão. Deu um berro e um salto. E enfiou-se dentro do armário. Luna, já habituada com as paranóias de Usagi, decidiu brincar, como vingança pela história da “casota”:
-Usagi... o que se passa? – aproximou-se do armário fechado.
-Luna. Não ouviste? – Ouviu-se uma voz dentro do armário.
-ouvi o que? – Luna riu baixinho.
-o trovão!!!! – Usagi tremeu só de dizer a palavra.
-ah! A sério? Nem tinha ouvido. – Talvez por estar uma porta de madeira a separá-las, Usagi não ouviu a ironia na voz de Luna. – Usagi, sabia que não podes estar dentro de armários de madeira? Atrais os relâmpagos!
-pois, pois… pensas que me enganas, mas não... eu sei que a madeira afasta os trovões.
-mas não madeira qualquer!
Silencio dentro do armário.
-não pode ser do mesmo tipo de madeira que o teu armário.
Ouviu-se um trovão. E Usagi saiu a correr e a saltar do armário.
-AAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIII Luna! Vamos embora daqui! Detesto trovões!!!!
-Usagi acalma-te. – Luna mantinha-se em frente ao armário, tentando controlar a gargalhada.
-como posso acalmar-me? Quase tudo no meu quarto é feito de MADEI… – e bateu com a cabeça na porta que a própria mãe tinha aberto.
-ai, Usagi! Estás bem? Ouvi um berro e pensei que não te sentisses bem… Usagi? Usagi?
Mas Usagi já não estava no seu quarto.
**
Estava num jardim. Onde belas flores exibiam a sua beleza ao sol. Arvores cresciam sem que nada as impedisse. Uma bela rapariga andava por entre elas. O seu belo vestido passeava pelo chão, sem nunca deixar de ser branco. Uma pequena brisa soprava, fazendo os seus belos cabelos loiros, presos em odangos, voarem levemente. Ela sorria. De felicidade. Pegou numa rosa vermelha. Pensou Nele. Será que estava a pensar Nela? Tal como Ela pensava Nele?
Sentou-se na relva verde e encostou as costas ao tronco de uma árvore. E viu ao longe o rio. A água corria ao seu ritmo, com pequenos peixes a nadar. Agua azul e pura. Como os olhos Dela.
Ouviram-se passos. Ela virou-se. Por trás do tronco da árvore onde ela estava, surgiu um belo homem. Devido á sombra que o sol fazia ao bater na árvore, Ela não pode ver a cara Dele. Mas sabia quem era. Sentiu a alegria entrar dentro do corpo. Queria levantar-se a abraçá-lo. E assim o fez. As saudades eram tantas que ela começou a chorar. Estar longe Dele era o mesmo que ir ao inferno.
Ele pegou na mão dela e beijou a palma.
-tenho de ir! – Disse de repente, apanhando-a desprevenida.
-já? – A desilusão entrou dentro Dela tão depressa como a alegria entrara.
-os meus pais querem que eu esteja presente. – Ele aproximou-se os seus lábios dos Dela. Estavam quase a tocar-se até que se ouviu o som dos cavalos. Ele não viera sozinho. Tinha amigos á espera Dele. Não podia ficar ali. Mas queria tanto beijá-la! Abraça-la por muito tempo e encostar os seus lábios aos dela. Lábios doces e delicados. Mas tinha de ir.
Deixou-a. Sozinha.
Ela tentou aguentar. Já devia estar habituada. Mas não conseguia. Amava-o mais do que a sua própria vida.
De longe ouviu as amigas chamarem-na. Estava na hora de ela também ir.
Mas ficou no seu lugar, a chorar. Lágrimas da Distância.
**
Usagi sentia-se tonta ao acordar.
-estás bem filha? – Perguntou a sua mãe, com um saco com gelo pousado na cabeça de Usagi. – A pancada foi forte.
-hum… – Usagi pôs a mão no galo que crescia cada vez mais na sua cabeça até ao ponto de se parecer com um terceiro odango. – Estou bem.
-bem... mas tens a certeza?
-sim mãe. Não fiques preocupada. – Levantou-se e sentou-se na cama com a cabeça ainda a latejar de dor.
-se assim o dizes eu vou fazer o almoço. – E saiu. Luna aproveitou para saltar para a cama de Usagi, virando-se para esta.
-és mesmo trapalhona. Era bem feita ficares com esse odango extra.
-Luna, cala-te que estou a pensar.
-pensar... ah, isso é coisa rara vindo de ti – murmurou a gata.
Usagi não a ouviu. Estava confusa. Não da pancada, mas do sonho que tivera. Quem era aquela rapariga. Era tão parecida consigo. E aquele homem? Quem seria?
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

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Estás bué fixe!!!!!Continua... pirralha a rir
O meu sonho,é que fossemos felizes para sempre,só nós os dois.
http://sailor-moon-4ever.forumeiros.com
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Editado pela última vez em
muito obrigada pelos comentários... realmente dei aqui o meu lado lamechas mas tambem real *mimsonhamuitocomoseuprincipeencantadomaselenaoaparece:(*
pensava que já sabias
ClairDeLune escreveu:Olá![]()
Wow tao fixe!
Adorei ...Adoreiiiii msm mt... Fico a espera de mais!
e so mais uma coisa...mas onde anda o Gonçalo? LOOl
pensava que já sabias

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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este capitulo também esta muito giro e não esta nada lamechas.
continua mana que eu estou a adorar. :dança: :dança: :g1: :g1:
continua mana que eu estou a adorar. :dança: :dança: :g1: :g1:
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

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muito obrigada a todos 
5. Preparativos e… a viagem
- Estás a brincar, não? – Espantou-se Rei. Usagi, após o almoço, fora ter com elas ao parque para combinarem os restantes preparativos juntas e aproveitara para contar o seu sonho.
-eu sei Rei. Não sei porque é que ando a sonhar estas coisas… – suspirou Usagi.
-Não! Eu quis dizer como é que acreditaste que a madeira atraía trovões. Francamente Usagi devias ter vergonha! Até um gato te passa a perna.
Minako e Rei riram-se. Usagi fez cara de amuada, mas Ami continuou séria.
-Usagi. Mas quem era esse homem? – Perguntou.
-não sei. Não me lembro dele.
-Não ligues, Ami! Deve ser o namorado imaginário da Usagi. Anda tão desesperada em encontrar um que até se põe a sonhar. – Interveio Rei.
-não gozes Rei! Tenho a certeza que aquele homem era-me familiar, mas não sei quem é…
-será um daqueles tipos que conheces no chat? – Perguntou Minako.
-não… – Usagi levantou-se. Makoto ainda não tinha chegado. Queria contar-lhe. Talvez ela entendesse. Rei e Minako gozavam com ela, enquanto Ami ficava preocupada. Usagi sabia que não havia motivos para se preocuparem, mas também tinha o pressentimento de que aquele sonho fora real. Mas não se lembrava de nada.
Ao longe surgiu Makoto vestida com fato de treino. Obviamente que estivera a correr. Começara a fazer jogging há cerca de um ano, quando olhou-se ao espelho e viu que os seus bíceps estavam a ficar mais pequenos. Principalmente nas pernas. Então começou a correr todas as tardes. Mas desde que começara a trabalhar num restaurante que só podia fazer jogging de madrugada. Por isso nas suas folgas dormia até tarde e, duas horas após o almoço, corria.
-desculpem o atraso. – Disse, arfando.
-tudo bem. Íamos agora a começar. – Disse Ami.
-pois bem... – Makoto sentou-se no banco onde as amigas estavam sentadas. Usagi ficou de pé.
-muito bem... Amanha temos que estar ás 9h30 no aeroporto.
-espera Minako! É muito tarde. Temos que chegar três horas mais cedo. – Argumentou Ami.
-não quando vais num jacto particular.
-JACTO PARTICULAR??!! – Gritaram as outras em uníssono.
-yup.
-mas Minako, desde quando é que tens direito a um jacto particular? – Perguntou Makoto.
-desde que sou uma estrela.
-ela está a mentir! – Artemis saiu por detrás de um arbusto sorrateiramente. – Ela implorou a um cantor/actor que a deixasse ir no seu jacto privado. Azar o dela que ele também vai nesse mesmo dia para N.Y.
-cala a boca Artemis. Nem devias estar aqui! – Apareceram duas rugas na testa de Minako.
-e porque não? – Perguntou Rei. – Se ele vem na viagem connosco.
-bem… – Minako calou-se. Querendo mudar de assunto, virou-se para Usagi que continuava calada. – Oh rapariga fala de uma vez! Só por causa de um sonho não podes ficar tão perdida em pensamentos. Olha que os teus neurónios ainda queimam.
-os que restam. – Sussurrou Rei.
-mas que sonho? – Perguntou Makoto, que não sabia de nada.
-ah, pois não estavas aqui. Bem, a Usagi sonhou com um jardim, onde ela estava á espera de alguém. De repente surge um homem que a beija e outras coisas que tais. Depois ele vai embora. – Contou Minako.
-não é assim tão simples Minako. Eu tenho a sensação que o conheço, mas não me lembro dele.
-não sabes o seu nome? – Perguntou Makoto.
Usagi pensou. Ele não lhe tinha dito o seu nome. Porque Ela sabia quem ele era. E então lembrou-se. Ela estava de vestido branco… tal como…
-penso que ele era…. Endymion.
-Endymion? O apaixonado da princesa Serenity?
-sim Ami. É ele. Sei-lo porque eu estava vestida de Princesa. Era ele.
-e porque é que agora irias sonhar com ele? Anos depois de termos destruído a Beryl? – Rei descruzou as pernas.
“Ela tem razão!”, pensou Usagi. Não havia razão para sonhar com um homem ligado ao seu passado. Não agora que estava tudo bem. Ela destruíra Beryl. Custara a vida das amigas, mas conseguira. Sozinha. Ou melhor, com o cristal prateado.
Baixou a cabeça.
-não sei. – Por fim disse.
Ficaram caladas por uns minutos.
-olhem e que tal irmos ao Crown? – Sugeriu Minako, tentando quebrar o gelo.
-ora ai está uma boa ideia. – Apoiou Artemis. Rei, Makoto e Ami abanaram a cabeça, em sinal de afirmação. Usagi sorriu, confirmando também.
Pelo caminho foram falando do novo disco de Minako. O seu grande Hit, C’est la vie estava já nos TOP 10 do Japão e estava no 36º no TOP 50 dos E.U.A. Bastante bom para uma artista japonesa que apenas começara a sua carreira recentemente.
Chegaram ao Crown. Entraram rapidamente e Minako “atacou” logo o novo jogo da Sailor Moon, que, mesmo sem a guerreira activa, continuava a fazer sucesso. Makoto ficou na porta. Usagi olhou para a amiga e sorriu:
-Makoto, porque não entras?
-ah... – Makoto corou um pouco.
-bem… não podes continuar assim com o Motoki. Já passou algum tempo desde que ele acabou com a namorada.
-mas... tu não… não te importas?
-claro que não. Ele é apenas um amigo. Gosto dele por isso. Nada mais.
Makoto sorriu. Ambas entraram. Lá dentro Motoki cumprimentou-as:
-olá Usagi! Olá Makoto.
-olá Motoki. – Cumprimentou, sempre sorridente, Usagi.
-olá! – Makoto ainda corava quando se juntou as outras. Minako tentava passar, sem êxito, o 2º nível do jogo:
-que raiva! Porque põe os jogos tão difíceis?
-mas qual é a dificuldade de dar pontapés a um monstro?
-tenta tu Rei, já que pensas que sabes fazer melhor! – Resmungou Minako, levantando-se da cadeira. Aproximou-se de Motoki:
- Não tens outro jogo… mais fácil? – Perguntou
-mais fácil que isto só os infantis – gritou Rei, apertando as teclas do jogo.
-bem… devo ter algum por aqui. É verdade que amanha vão para N.Y?
Minako sorriu. “Até que enfim que ele fala disso!”
-sim! Estamos muito ansiosas. Vamos a muitas festas, fazer compras e conhecer muitos rapazes giros. – Contou entusiasmada, não notando que Motoki ficara um pouco corado. – Não é verdade meninas?
-é… em parte – respondeu Ami. Makoto e Usagi riram-se. Rei mordeu a língua ao passar finalmente de nível.
-eu tenho um amigo a estudar nos E.U.A. Ele agora está a trabalhar em N.Y. Se quiserem eu contacto-o para ele vos fazer uma visita guiada pela cidade. – Atirou Motoki.
Minako aproximou-se do ouvido de deste.
-esse teu amigo é… giro? – Sussurrou.
-aaahhh… – Motoki ficou embaraçado, sem nada para dizer. Pelo menos algo de útil.
-vou considerar isso um sim. Dá-me o número dele. – Disse, sorridente, estendendo a mão.
-como queiras. – Motoki chegou perto do telemóvel e procurou o número. Procurou na sua agenda telefónica e escreveu o número num guardanapo, entregando-o de seguida a Minako:
-vê lá o que fazes. Ele não é daqueles que costuma ir ás festas e do outro tipo. É apenas para vos mostrar a cidade. Não me responsabilizo por danos provocados pelo meu amigo caso tu o enfureças. Não estou a brincar, Mina!
-hum… como queiras. – Minako chegou perto de Rei, que perdera o jogo – toma lá que já levaste. Pensaste que eras melhor do que eu.
-ao menos eu avancei mais níveis que tu. – Respondeu, mal-humorada, Rei.
-pois, pois, não mudes de conversa. Ei Usagi já fizeste as malas, certo? – Gritou para a sua amiga.
- Ainda não. Mas estou quase.
-perfeito! – Aproximou-se – preciso que me leves uma coisa – sussurrou ao ouvido.
-ahhhh… não sei não Minako… – Usagi tentou, em vão, esquivar-se da conversa.
-vá lá… lembra-te que vais comigo num jacto privado, vais ficar num hotel cinco estrelas SEM PAGAR!!!
-aff, está bem. – Desistiu. Era difícil espaçar dessa quando Minako tinha as cartas todas do baralho.
-yupi, eu sabia que me fazias esse favor. – Minako deu um pulinho de alegria. De seguida tirou da sua mala uma caixa, estranhamente grande para caber na mala vermelha que Minako sempre usava, e estendeu-o a Usagi – toma e não o abras!
-porquê? O que tem dentro?
-não interessa agora. Mas guarda isto até estarmos no hotel, ok? Não abras, porque é segredo. Tenho a certeza que com isto nos vamos divertir muito durante a noite.
Usagi olhou para a caixa. Qualquer coisa cabia lá dentro. Esperava saber o quê.

5. Preparativos e… a viagem
- Estás a brincar, não? – Espantou-se Rei. Usagi, após o almoço, fora ter com elas ao parque para combinarem os restantes preparativos juntas e aproveitara para contar o seu sonho.
-eu sei Rei. Não sei porque é que ando a sonhar estas coisas… – suspirou Usagi.
-Não! Eu quis dizer como é que acreditaste que a madeira atraía trovões. Francamente Usagi devias ter vergonha! Até um gato te passa a perna.
Minako e Rei riram-se. Usagi fez cara de amuada, mas Ami continuou séria.
-Usagi. Mas quem era esse homem? – Perguntou.
-não sei. Não me lembro dele.
-Não ligues, Ami! Deve ser o namorado imaginário da Usagi. Anda tão desesperada em encontrar um que até se põe a sonhar. – Interveio Rei.
-não gozes Rei! Tenho a certeza que aquele homem era-me familiar, mas não sei quem é…
-será um daqueles tipos que conheces no chat? – Perguntou Minako.
-não… – Usagi levantou-se. Makoto ainda não tinha chegado. Queria contar-lhe. Talvez ela entendesse. Rei e Minako gozavam com ela, enquanto Ami ficava preocupada. Usagi sabia que não havia motivos para se preocuparem, mas também tinha o pressentimento de que aquele sonho fora real. Mas não se lembrava de nada.
Ao longe surgiu Makoto vestida com fato de treino. Obviamente que estivera a correr. Começara a fazer jogging há cerca de um ano, quando olhou-se ao espelho e viu que os seus bíceps estavam a ficar mais pequenos. Principalmente nas pernas. Então começou a correr todas as tardes. Mas desde que começara a trabalhar num restaurante que só podia fazer jogging de madrugada. Por isso nas suas folgas dormia até tarde e, duas horas após o almoço, corria.
-desculpem o atraso. – Disse, arfando.
-tudo bem. Íamos agora a começar. – Disse Ami.
-pois bem... – Makoto sentou-se no banco onde as amigas estavam sentadas. Usagi ficou de pé.
-muito bem... Amanha temos que estar ás 9h30 no aeroporto.
-espera Minako! É muito tarde. Temos que chegar três horas mais cedo. – Argumentou Ami.
-não quando vais num jacto particular.
-JACTO PARTICULAR??!! – Gritaram as outras em uníssono.
-yup.
-mas Minako, desde quando é que tens direito a um jacto particular? – Perguntou Makoto.
-desde que sou uma estrela.
-ela está a mentir! – Artemis saiu por detrás de um arbusto sorrateiramente. – Ela implorou a um cantor/actor que a deixasse ir no seu jacto privado. Azar o dela que ele também vai nesse mesmo dia para N.Y.
-cala a boca Artemis. Nem devias estar aqui! – Apareceram duas rugas na testa de Minako.
-e porque não? – Perguntou Rei. – Se ele vem na viagem connosco.
-bem… – Minako calou-se. Querendo mudar de assunto, virou-se para Usagi que continuava calada. – Oh rapariga fala de uma vez! Só por causa de um sonho não podes ficar tão perdida em pensamentos. Olha que os teus neurónios ainda queimam.
-os que restam. – Sussurrou Rei.
-mas que sonho? – Perguntou Makoto, que não sabia de nada.
-ah, pois não estavas aqui. Bem, a Usagi sonhou com um jardim, onde ela estava á espera de alguém. De repente surge um homem que a beija e outras coisas que tais. Depois ele vai embora. – Contou Minako.
-não é assim tão simples Minako. Eu tenho a sensação que o conheço, mas não me lembro dele.
-não sabes o seu nome? – Perguntou Makoto.
Usagi pensou. Ele não lhe tinha dito o seu nome. Porque Ela sabia quem ele era. E então lembrou-se. Ela estava de vestido branco… tal como…
-penso que ele era…. Endymion.
-Endymion? O apaixonado da princesa Serenity?
-sim Ami. É ele. Sei-lo porque eu estava vestida de Princesa. Era ele.
-e porque é que agora irias sonhar com ele? Anos depois de termos destruído a Beryl? – Rei descruzou as pernas.
“Ela tem razão!”, pensou Usagi. Não havia razão para sonhar com um homem ligado ao seu passado. Não agora que estava tudo bem. Ela destruíra Beryl. Custara a vida das amigas, mas conseguira. Sozinha. Ou melhor, com o cristal prateado.
Baixou a cabeça.
-não sei. – Por fim disse.
Ficaram caladas por uns minutos.
-olhem e que tal irmos ao Crown? – Sugeriu Minako, tentando quebrar o gelo.
-ora ai está uma boa ideia. – Apoiou Artemis. Rei, Makoto e Ami abanaram a cabeça, em sinal de afirmação. Usagi sorriu, confirmando também.
Pelo caminho foram falando do novo disco de Minako. O seu grande Hit, C’est la vie estava já nos TOP 10 do Japão e estava no 36º no TOP 50 dos E.U.A. Bastante bom para uma artista japonesa que apenas começara a sua carreira recentemente.
Chegaram ao Crown. Entraram rapidamente e Minako “atacou” logo o novo jogo da Sailor Moon, que, mesmo sem a guerreira activa, continuava a fazer sucesso. Makoto ficou na porta. Usagi olhou para a amiga e sorriu:
-Makoto, porque não entras?
-ah... – Makoto corou um pouco.
-bem… não podes continuar assim com o Motoki. Já passou algum tempo desde que ele acabou com a namorada.
-mas... tu não… não te importas?
-claro que não. Ele é apenas um amigo. Gosto dele por isso. Nada mais.
Makoto sorriu. Ambas entraram. Lá dentro Motoki cumprimentou-as:
-olá Usagi! Olá Makoto.
-olá Motoki. – Cumprimentou, sempre sorridente, Usagi.
-olá! – Makoto ainda corava quando se juntou as outras. Minako tentava passar, sem êxito, o 2º nível do jogo:
-que raiva! Porque põe os jogos tão difíceis?
-mas qual é a dificuldade de dar pontapés a um monstro?
-tenta tu Rei, já que pensas que sabes fazer melhor! – Resmungou Minako, levantando-se da cadeira. Aproximou-se de Motoki:
- Não tens outro jogo… mais fácil? – Perguntou
-mais fácil que isto só os infantis – gritou Rei, apertando as teclas do jogo.
-bem… devo ter algum por aqui. É verdade que amanha vão para N.Y?
Minako sorriu. “Até que enfim que ele fala disso!”
-sim! Estamos muito ansiosas. Vamos a muitas festas, fazer compras e conhecer muitos rapazes giros. – Contou entusiasmada, não notando que Motoki ficara um pouco corado. – Não é verdade meninas?
-é… em parte – respondeu Ami. Makoto e Usagi riram-se. Rei mordeu a língua ao passar finalmente de nível.
-eu tenho um amigo a estudar nos E.U.A. Ele agora está a trabalhar em N.Y. Se quiserem eu contacto-o para ele vos fazer uma visita guiada pela cidade. – Atirou Motoki.
Minako aproximou-se do ouvido de deste.
-esse teu amigo é… giro? – Sussurrou.
-aaahhh… – Motoki ficou embaraçado, sem nada para dizer. Pelo menos algo de útil.
-vou considerar isso um sim. Dá-me o número dele. – Disse, sorridente, estendendo a mão.
-como queiras. – Motoki chegou perto do telemóvel e procurou o número. Procurou na sua agenda telefónica e escreveu o número num guardanapo, entregando-o de seguida a Minako:
-vê lá o que fazes. Ele não é daqueles que costuma ir ás festas e do outro tipo. É apenas para vos mostrar a cidade. Não me responsabilizo por danos provocados pelo meu amigo caso tu o enfureças. Não estou a brincar, Mina!
-hum… como queiras. – Minako chegou perto de Rei, que perdera o jogo – toma lá que já levaste. Pensaste que eras melhor do que eu.
-ao menos eu avancei mais níveis que tu. – Respondeu, mal-humorada, Rei.
-pois, pois, não mudes de conversa. Ei Usagi já fizeste as malas, certo? – Gritou para a sua amiga.
- Ainda não. Mas estou quase.
-perfeito! – Aproximou-se – preciso que me leves uma coisa – sussurrou ao ouvido.
-ahhhh… não sei não Minako… – Usagi tentou, em vão, esquivar-se da conversa.
-vá lá… lembra-te que vais comigo num jacto privado, vais ficar num hotel cinco estrelas SEM PAGAR!!!
-aff, está bem. – Desistiu. Era difícil espaçar dessa quando Minako tinha as cartas todas do baralho.
-yupi, eu sabia que me fazias esse favor. – Minako deu um pulinho de alegria. De seguida tirou da sua mala uma caixa, estranhamente grande para caber na mala vermelha que Minako sempre usava, e estendeu-o a Usagi – toma e não o abras!
-porquê? O que tem dentro?
-não interessa agora. Mas guarda isto até estarmos no hotel, ok? Não abras, porque é segredo. Tenho a certeza que com isto nos vamos divertir muito durante a noite.
Usagi olhou para a caixa. Qualquer coisa cabia lá dentro. Esperava saber o quê.
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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**
A luz do luar invadiu o quarto de Usagi. Juntamente com uma sombra estranha que surgiu no canto mais escuro do quarto. A sombra olhou para a figura que dormia na cama. Usagi estava prestes a cair da cama, mas não parecia importar-se com isso. Dormia de boca aberta (e agora fico a imaginar: se entrasse uma aranha na boca dela, ela chegaria a acordar ou comê-la-ia?) e com os pés fazia uma luta ruidosa com os cobertores. Mas a sombra não se importou com esses detalhes. O importante era Ela.
**
A luz do dia atravessou os cortinados da janela do quarto de Usagi. O alarme estava caído no chão, partido. E Usagi ainda a dormir.
-Usagi… acorda! – Chamou a sua mãe.
-hum… só mais cinco minutos.
-vá lá Usagi, acorda. Estou farta de te chamar. É impossível. Já são 9h20.
-9H20!!!!!!!!!! Mãe, porque não me acordaste mais cedo?
-e acordei. Mas tu não te levantavas. Até mandei o Shingo, mas mandaste-lhe uma cotovelada. Parece que vai ficar com o olho negro.
-o que é que isso importa agora?! Só tenho 10 minutos para ir para o aeroporto. Oh, vou chegar atrasada. – Levantou-se apressada.
-Usagi, ah… – mas era tarde de mais. Usagi já estava trancada na casa de banho a vestir-se.
Esta vestiu-se como um relâmpago, algo vulgar para quem chega sempre atrasada ás aulas. Tomou o pequeno-almoço rapidamente e correu para o aeroporto. Claro que, sendo uma cabeça de serradura, ia a meio da rua quando a mãe grita:
-Usagi aonde é que vais? Esqueceste-te das malas e o táxi já vem a caminho.
No fundo da rua uma loira de odangos ria bastante alto, algo que fazia quando estava embaraçada. Atrás de si chegou o táxi que a mãe chamara. Pegou nas suas malas e em Luna, que se remexia dentro da casota, e entrou no táxi, despedindo-se da mãe com mil beijinhos e recomendações.
-já ias esquecer-te de mim, não? – Sussurrou Luna.
-não, claro que não. Mas é que por momentos pensei que ia para a escola.
-és mesmo distraída. Só não te esqueces da cabeça porque está agarrada ao pescoço.
-Luna está calada!
-desculpe menina? – Perguntou o taxista, que ouviu a ultima frase.
-oh, não é nada! Estava a falar sozinha. – Usagi continuou a rir-se o que fez o homem pensar se a rapariga era doida “isso não interessa, desde que pague!”.
Foi uma viagem tranquila até ao aeroporto. A partir dai foi só confusão. Apesar de irem num jacto privado Artemis e Luna não pararam de queixar-se até que Minako deixou os gatinhos irem no avião mas nas traseiras. Rei deixou a sua mala cair em cima do pé de Usagi, fazendo esta gritar de dor. Ami deixou cair um livro sobre bioquímica (podem imaginar a grossura do livro) em cima de uma das hospedeiras. Esta teve que ir ao posto médico. Makoto chegou atrasada (“eh estás a ver Rei não fui eu a ultima a chegar!) e, como esquecera-se do passaporte na casa de banho, foram mais 5 minutos de espera. 10h30 e ainda estavam em terra.
Finalmente, as cinco amigas instalaram-se nas cadeiras confortáveis. A hospedeira de bordo dava as ultimas indicações do voo quando entrou uma nova personagem no jacto. Minako levantou-se de imediato esquecendo-se das indicações da hospedeira:
-querido Mark! Estás aqui! Mais uma vez muito obrigada por nos levares neste maravilhoso jacto até Nova Iorque.
-de nada. Foi com prazer minha queridinha Minazinha. – Mark pegou na mão de Minako e beijou a palma. Depois virou-se para as restantes meninas – espero que apreciem a viagem, minhas lindas.
-muito obrigada – disseram todas em uníssono. Usagi e Rei arregalaram os olhos a olhar para Mark. Este era extremamente atraente com a sua pele cor de chocolate negro e olhos negros directos. Lábios grossos loucos por beijar um inocente rapariga, o cabelo negro, a camisola verde-garrafa e os jeans de ganga escura davam-lhe um estilo casual que surpreendeu as raparigas. Mark era o estilo de “estrela pop”, tudo porque fora a um casting e, como tinha boa figura e boa voz conseguira os papéis. No entanto era muito selectivo e o seu agente quase que rompia o contrato dele com a editora devido á sua recusa de cantar canções de outras pessoas e interpretar papeis fúteis.
Mark sentou-se num lugar perto da janela e Minako sentou-se ao seu lado.
Após o aviso da hospedeira, sentiram o jacto elevar-se no ar. Usagi fechou os olhos. Tinha bastante sono e queria dormir a viagem toda.
O jacto estabilizou-se. Ami pegou num livro para ler (o mesmo que caíra em cima da hospedeira), Minako conversava alegremente com Mark, que não parecia minimamente interessado, Makoto observava a paisagem da janela e Rei ouvia musica no seu MP3. Tinha o hábito de ouvir MP3 a altos berros, para infelicidade de Makoto que pouco apreciava as escolhas musicais de Rei: musica clássica. A certa altura do voo, Rei, farta de tanto Beethoven e Chopin, mudou de faixa e, sem querer, seleccionou a famosa música de Minako: C’est la vie. Com o som no máximo, não foi difícil a Minako ouvir:
-Rei mas que surpresa! Eu sabia que gostavas da minha música.
-ah, bem… – Quando Minako falava das suas músicas, Rei ou mudava de assunto ou não respondia. Não por inveja nem por não gostar mesmo. Simplesmente não gostava do estilo da música. Mas, quando deixou o MP3 em casa a semana passada, o avô terá certamente mexido. E Rei sabia que o avô adorava a música e o videoclip de Minako (a principal razão era o facto desta aparecer com uma micro-saia vermelha e um top laranja ás riscas com alto decote). – Não é a minha preferida. Mas pronto… ouve-se.
-ouve-se? Para estar no teu MP3 cheio de musicas clássicas é mesmo porque tu ADORAS a minha musica. – Minako levantou-se (para alivio de Mark que já se perguntava quando é que ela se iria calar) e chegou perto de Rei – é bom saber que todas as minhas amigas apreciam o meu trabalho. Olha, eu tenho uma letra nova para uma canção e gostava da tua ajuda. Aceitas, Rei?
Por essa é que Rei não esperava. Minako fora sincera e ainda pedira-lhe ajuda numa letra. E tudo porque pensava que Rei gostava da sua música. “A opinião de uma amiga vale por mil!”, pensou ao mesmo tempo que sorria.
**
Nas traseiras do Jacto duas gaiolas mexiam-se de um lado para o outro, até que finalmente uma se abriu. Luna apressou-se a libertar Artemis:
-não tinhas dito que ias com a Minako? – Perguntou ao mesmo tempo que tentava com as patinhas abrir a pequena cancela de plástico.
-sim, mas ao que parece o Sr. Mark é alérgico a gatos. – Artemis saiu da gaiola como um raio. – É melhor não nos aproximarmos muito dele. Se ele começa a espirrar, a Minako atira-nos pela saída de emergência.
-não te preocupes. – Luna e Artemis seguiram então caminho pelo corredor e chegaram á cozinha, onde duas hospedeiras falavam do piloto do avião, apesar deste ser casado e viram ai a sua oportunidade para escapar. Avançaram pelo estreito corredor. Quando espreitaram viram Usagi, ainda a dormir, de costas. Luna chegou-se perto dela sem fazer barulho, Artemis seguiu-a. Deitaram-se os dois no lugar vago ao lado de Usagi. E adormeceram.
**
-hum… Minako parece interessante. – Mark já nem ouvia Minako, que já falava pelos cotovelos e parecia que funcionava a pilhas Duracel. Observava Ami que acabara de ler o livro a passara a outro. “Que rapariga tão bela!”, pensou. Estava hipnotizado. Não conseguia parar de olhar para os olhos azuis de Ami que fitavam um romance de 650 páginas. Exibia um sorriso doce. “Deve estar a gostar do livro! Talvez vá ter com ela perguntar-lhe que livro está a ler. Assim já tenho tema de conversa!”. Olhou para Minako ao seu lado (ainda a falar). “Mas como é que me livro desta melga?”, pensou por uns instantes. Em seguida levantou-se:
-Mark, onde vais? – Perguntou Minako, um pouco aborrecida por parar a conversa que ninguém ouvia.
-vou á casa de banho. – Mark avançou. Escusado será dizer que Ami estava á frente de Usagi que era a que estava mais perto da casa de banho e da cozinha. Mal Mark passou perto dos gatos sentiu o seu nariz ficar vermelho.
-Atchim! Tem algum gato por aqui? – Gritou, acordando Usagi e os gatos. Esta corou ao ver Mark espirrar e os gatos no banco ao lado.
-oh, peço desculpa. Eles soltaram-se. – Usagi pegou em Luna e Ami em Artemis e levaram os gatos para longe de Mark. Este continuava a espirrar sem parar.
-Atchim... tirem essas coisas nojentas daqui…Atchim… eu sou alérgico, atchim… – Mark começou a recuperar com os gatos do outro lado do jacto. Olhou para os gatos e para as raparigas que os seguravam. Usagi pegava em Luna e ainda estava vermelha pelo acontecido. Ami olhava para ele com um olhar que demonstrava tristeza e desilusão, com Artemis nos braços. Mark viu que não tinha hipótese alguma com Ami após a cena da alergia.
Makoto viu pela janela altos arranha-céus, os edifícios característicos de N.Y. Tinham chegado ao seu destino.
**
Noutra geração, uma pequena esfera brilhava num quarto escuro. Era um sinal de alerta. Aquilo que o poder negro da esfera tinha separado estava mais uma vez próximo. Era preciso impedir.
Mas ninguém sentiu, ouviu ou notou no alerta da Esfera.
Esta brilhou sozinha.
A luz do luar invadiu o quarto de Usagi. Juntamente com uma sombra estranha que surgiu no canto mais escuro do quarto. A sombra olhou para a figura que dormia na cama. Usagi estava prestes a cair da cama, mas não parecia importar-se com isso. Dormia de boca aberta (e agora fico a imaginar: se entrasse uma aranha na boca dela, ela chegaria a acordar ou comê-la-ia?) e com os pés fazia uma luta ruidosa com os cobertores. Mas a sombra não se importou com esses detalhes. O importante era Ela.
**
A luz do dia atravessou os cortinados da janela do quarto de Usagi. O alarme estava caído no chão, partido. E Usagi ainda a dormir.
-Usagi… acorda! – Chamou a sua mãe.
-hum… só mais cinco minutos.
-vá lá Usagi, acorda. Estou farta de te chamar. É impossível. Já são 9h20.
-9H20!!!!!!!!!! Mãe, porque não me acordaste mais cedo?
-e acordei. Mas tu não te levantavas. Até mandei o Shingo, mas mandaste-lhe uma cotovelada. Parece que vai ficar com o olho negro.
-o que é que isso importa agora?! Só tenho 10 minutos para ir para o aeroporto. Oh, vou chegar atrasada. – Levantou-se apressada.
-Usagi, ah… – mas era tarde de mais. Usagi já estava trancada na casa de banho a vestir-se.
Esta vestiu-se como um relâmpago, algo vulgar para quem chega sempre atrasada ás aulas. Tomou o pequeno-almoço rapidamente e correu para o aeroporto. Claro que, sendo uma cabeça de serradura, ia a meio da rua quando a mãe grita:
-Usagi aonde é que vais? Esqueceste-te das malas e o táxi já vem a caminho.
No fundo da rua uma loira de odangos ria bastante alto, algo que fazia quando estava embaraçada. Atrás de si chegou o táxi que a mãe chamara. Pegou nas suas malas e em Luna, que se remexia dentro da casota, e entrou no táxi, despedindo-se da mãe com mil beijinhos e recomendações.
-já ias esquecer-te de mim, não? – Sussurrou Luna.
-não, claro que não. Mas é que por momentos pensei que ia para a escola.
-és mesmo distraída. Só não te esqueces da cabeça porque está agarrada ao pescoço.
-Luna está calada!
-desculpe menina? – Perguntou o taxista, que ouviu a ultima frase.
-oh, não é nada! Estava a falar sozinha. – Usagi continuou a rir-se o que fez o homem pensar se a rapariga era doida “isso não interessa, desde que pague!”.
Foi uma viagem tranquila até ao aeroporto. A partir dai foi só confusão. Apesar de irem num jacto privado Artemis e Luna não pararam de queixar-se até que Minako deixou os gatinhos irem no avião mas nas traseiras. Rei deixou a sua mala cair em cima do pé de Usagi, fazendo esta gritar de dor. Ami deixou cair um livro sobre bioquímica (podem imaginar a grossura do livro) em cima de uma das hospedeiras. Esta teve que ir ao posto médico. Makoto chegou atrasada (“eh estás a ver Rei não fui eu a ultima a chegar!) e, como esquecera-se do passaporte na casa de banho, foram mais 5 minutos de espera. 10h30 e ainda estavam em terra.
Finalmente, as cinco amigas instalaram-se nas cadeiras confortáveis. A hospedeira de bordo dava as ultimas indicações do voo quando entrou uma nova personagem no jacto. Minako levantou-se de imediato esquecendo-se das indicações da hospedeira:
-querido Mark! Estás aqui! Mais uma vez muito obrigada por nos levares neste maravilhoso jacto até Nova Iorque.
-de nada. Foi com prazer minha queridinha Minazinha. – Mark pegou na mão de Minako e beijou a palma. Depois virou-se para as restantes meninas – espero que apreciem a viagem, minhas lindas.
-muito obrigada – disseram todas em uníssono. Usagi e Rei arregalaram os olhos a olhar para Mark. Este era extremamente atraente com a sua pele cor de chocolate negro e olhos negros directos. Lábios grossos loucos por beijar um inocente rapariga, o cabelo negro, a camisola verde-garrafa e os jeans de ganga escura davam-lhe um estilo casual que surpreendeu as raparigas. Mark era o estilo de “estrela pop”, tudo porque fora a um casting e, como tinha boa figura e boa voz conseguira os papéis. No entanto era muito selectivo e o seu agente quase que rompia o contrato dele com a editora devido á sua recusa de cantar canções de outras pessoas e interpretar papeis fúteis.
Mark sentou-se num lugar perto da janela e Minako sentou-se ao seu lado.
Após o aviso da hospedeira, sentiram o jacto elevar-se no ar. Usagi fechou os olhos. Tinha bastante sono e queria dormir a viagem toda.
O jacto estabilizou-se. Ami pegou num livro para ler (o mesmo que caíra em cima da hospedeira), Minako conversava alegremente com Mark, que não parecia minimamente interessado, Makoto observava a paisagem da janela e Rei ouvia musica no seu MP3. Tinha o hábito de ouvir MP3 a altos berros, para infelicidade de Makoto que pouco apreciava as escolhas musicais de Rei: musica clássica. A certa altura do voo, Rei, farta de tanto Beethoven e Chopin, mudou de faixa e, sem querer, seleccionou a famosa música de Minako: C’est la vie. Com o som no máximo, não foi difícil a Minako ouvir:
-Rei mas que surpresa! Eu sabia que gostavas da minha música.
-ah, bem… – Quando Minako falava das suas músicas, Rei ou mudava de assunto ou não respondia. Não por inveja nem por não gostar mesmo. Simplesmente não gostava do estilo da música. Mas, quando deixou o MP3 em casa a semana passada, o avô terá certamente mexido. E Rei sabia que o avô adorava a música e o videoclip de Minako (a principal razão era o facto desta aparecer com uma micro-saia vermelha e um top laranja ás riscas com alto decote). – Não é a minha preferida. Mas pronto… ouve-se.
-ouve-se? Para estar no teu MP3 cheio de musicas clássicas é mesmo porque tu ADORAS a minha musica. – Minako levantou-se (para alivio de Mark que já se perguntava quando é que ela se iria calar) e chegou perto de Rei – é bom saber que todas as minhas amigas apreciam o meu trabalho. Olha, eu tenho uma letra nova para uma canção e gostava da tua ajuda. Aceitas, Rei?
Por essa é que Rei não esperava. Minako fora sincera e ainda pedira-lhe ajuda numa letra. E tudo porque pensava que Rei gostava da sua música. “A opinião de uma amiga vale por mil!”, pensou ao mesmo tempo que sorria.
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Nas traseiras do Jacto duas gaiolas mexiam-se de um lado para o outro, até que finalmente uma se abriu. Luna apressou-se a libertar Artemis:
-não tinhas dito que ias com a Minako? – Perguntou ao mesmo tempo que tentava com as patinhas abrir a pequena cancela de plástico.
-sim, mas ao que parece o Sr. Mark é alérgico a gatos. – Artemis saiu da gaiola como um raio. – É melhor não nos aproximarmos muito dele. Se ele começa a espirrar, a Minako atira-nos pela saída de emergência.
-não te preocupes. – Luna e Artemis seguiram então caminho pelo corredor e chegaram á cozinha, onde duas hospedeiras falavam do piloto do avião, apesar deste ser casado e viram ai a sua oportunidade para escapar. Avançaram pelo estreito corredor. Quando espreitaram viram Usagi, ainda a dormir, de costas. Luna chegou-se perto dela sem fazer barulho, Artemis seguiu-a. Deitaram-se os dois no lugar vago ao lado de Usagi. E adormeceram.
**
-hum… Minako parece interessante. – Mark já nem ouvia Minako, que já falava pelos cotovelos e parecia que funcionava a pilhas Duracel. Observava Ami que acabara de ler o livro a passara a outro. “Que rapariga tão bela!”, pensou. Estava hipnotizado. Não conseguia parar de olhar para os olhos azuis de Ami que fitavam um romance de 650 páginas. Exibia um sorriso doce. “Deve estar a gostar do livro! Talvez vá ter com ela perguntar-lhe que livro está a ler. Assim já tenho tema de conversa!”. Olhou para Minako ao seu lado (ainda a falar). “Mas como é que me livro desta melga?”, pensou por uns instantes. Em seguida levantou-se:
-Mark, onde vais? – Perguntou Minako, um pouco aborrecida por parar a conversa que ninguém ouvia.
-vou á casa de banho. – Mark avançou. Escusado será dizer que Ami estava á frente de Usagi que era a que estava mais perto da casa de banho e da cozinha. Mal Mark passou perto dos gatos sentiu o seu nariz ficar vermelho.
-Atchim! Tem algum gato por aqui? – Gritou, acordando Usagi e os gatos. Esta corou ao ver Mark espirrar e os gatos no banco ao lado.
-oh, peço desculpa. Eles soltaram-se. – Usagi pegou em Luna e Ami em Artemis e levaram os gatos para longe de Mark. Este continuava a espirrar sem parar.
-Atchim... tirem essas coisas nojentas daqui…Atchim… eu sou alérgico, atchim… – Mark começou a recuperar com os gatos do outro lado do jacto. Olhou para os gatos e para as raparigas que os seguravam. Usagi pegava em Luna e ainda estava vermelha pelo acontecido. Ami olhava para ele com um olhar que demonstrava tristeza e desilusão, com Artemis nos braços. Mark viu que não tinha hipótese alguma com Ami após a cena da alergia.
Makoto viu pela janela altos arranha-céus, os edifícios característicos de N.Y. Tinham chegado ao seu destino.
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Noutra geração, uma pequena esfera brilhava num quarto escuro. Era um sinal de alerta. Aquilo que o poder negro da esfera tinha separado estava mais uma vez próximo. Era preciso impedir.
Mas ninguém sentiu, ouviu ou notou no alerta da Esfera.
Esta brilhou sozinha.
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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Tens de entrar para responderes neste tópico.
mas eu concordo contigo o que importa é escrever com curação e eu estou a dar o meu melhor para escrever a minha fanfict 
: como eu gosto.
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