"O Deus da Morte - O Último Suspiro"NoVo CaP
Prefacio
No alto o sol brilhava quente e radiante.
Parecia ser um dia alegre.
Em marcha lenta caminhava por aquele longo caminho, em meu redor as pessoas choravam e sussurravam palavras amistosas.
Eu não compreendia o que se passava, apenas sabia que eles não mais voltariam para mim, que nunca mais ouviria a voz da minha mãe a chamar o meu nome ou me sentaria ao colo do meu pai.
Porém a razão porque jamais voltaria a vê-los ainda me era estranha e apesar de desconhecida doía-me no peito como se tivesse sido me tirado um brinquedo favorito, talvez a comparação não fosse justa, mas afinal eu só tinha quatro anos como poderia exprimir dor ou outro sentimento profundo?
O meu lábio tremeu, senti que os meus olhos se enchiam de lágrimas quando algo capetou a minha atenção, ao longe no meio daqueles túmulos, encontrava-se uma pessoa diferente de todas aquelas que já tinha visto.
Estava sentado em cima de uma lápide, vestia-se todo de preto, a sua pele era tão branca que mais parecia um fantasma porém o que mais me chamou atenção foi o cabelo prateado, nunca vira nada assim.
Então ele olhou para mim com aqueles olhos frios, sem vida e apenas por um momento senti uma pontada forte no peito, fechei os olhos para aclamar a dor mas sem saber porquê voltei a abri-los, era como se não quisesse desviar o olhar dele e quando voltei a olhar no seu lugar apenas estava um corvo que esvoaçou.
Esta é a memoria que melhor recordo daquela altura e que sempre permanecerá comigo.
**
Cápitulo 1
O sonho começava sempre da mesma maneira, ela caminhava atrás do cortejo fúnebre, as pessoas choravam e sussurravam, mas os seus rostos eram totalmente desconhecidos para ela, passavam pelas lápides daqueles que outrora foram alguém neste mundo e que provavelmente agora eram pó.
O tempo era límpido.
Ela caminhava lentamente, sentia-se triste, sozinha, parecia que tudo o que até ali conhecia e compreendia tinha-se quebrado e ninguém podia colar.
As lágrimas começaram a escorrer quando se deparava com a incerteza e a incompreensão de não saber porque é que os pais não mais voltariam, até que voltou a cabeça.
E viu-o, sentado em cima de uma lápide, era alto mesmo sentado podia ver-se isso, usava uma capa preta, os cabelos eram prateados e os seus olhos eram da mesma cor mas eram frios, desprovidos de vida, a sua pele a que o manto não cobria era branca como o marfim, sentiu um arrepio.
Então já não tinha quatro anos mas sim quinze.
Já não estava no funeral dos seus pais, nem no cemitério, encontrava-se antes na margem de um rio subterrâneo, a água era azul como se brilhassem safiras no seu fundo, do outro lado estava um barco parado e diante deste uma colossal porta feita de granizo preto, nesta destacavam-se alguns desenhos, na parte inferior encontravam-se esqueletos que erguiam os seus braços para o alto, onde em cada lado estavam duas mulheres, a do lado direito tinha uma cobra envolta em si e a do lado esquerdo tinha correntes.
A porta abriu-se e foi sugada para dentro, viu o trono feito da mesma matéria que a porta e sentado nela estava uma mulher lindíssima, da parte esquerda podia-se ver os seus cabelos longos e loiros que faziam lembrar uma ceara de trigo, a pele era branca como a seda, o olho era azul claro fazia lembrar o céu de um dia de Verão, os lábios carnudos tentadores, vestia um longo vestido vermelho que esvoaçava com a brisa, porém o seu lado esquerdo em nada correspondia ao seu lado direito, nele apenas havia ossos.
E dentro da sua cabeça ouvia uma voz fantasmagórica sussurrar “És minha”.
Acordou sobressaltada, ligou a luz do candeeiro, juntou as pernas ao seu tronco e começou a balançar enquanto tentava normalizar a sua respiração, aquele sonho ou melhor pesadelo acompanhava desde de que se lembrava que era gente, ao principio era vago e nem deixava uma lembrança profunda porém com o passar do tempo essas imagens pouco claras começaram a ganhar mais nitidez dentro da sua mente e ultimamente essa nitidez começara a ganhar uma certa realidade ou algo parecido, porque ela ainda sentia o frio e a desolação esmagadora daquele lugar.
O despertador tocou anunciando as sete da manha, hora de se levantar e preparar para a escola, pensaria mais tarde naquele assunto.
No alto o sol brilhava quente e radiante.
Parecia ser um dia alegre.
Em marcha lenta caminhava por aquele longo caminho, em meu redor as pessoas choravam e sussurravam palavras amistosas.
Eu não compreendia o que se passava, apenas sabia que eles não mais voltariam para mim, que nunca mais ouviria a voz da minha mãe a chamar o meu nome ou me sentaria ao colo do meu pai.
Porém a razão porque jamais voltaria a vê-los ainda me era estranha e apesar de desconhecida doía-me no peito como se tivesse sido me tirado um brinquedo favorito, talvez a comparação não fosse justa, mas afinal eu só tinha quatro anos como poderia exprimir dor ou outro sentimento profundo?
O meu lábio tremeu, senti que os meus olhos se enchiam de lágrimas quando algo capetou a minha atenção, ao longe no meio daqueles túmulos, encontrava-se uma pessoa diferente de todas aquelas que já tinha visto.
Estava sentado em cima de uma lápide, vestia-se todo de preto, a sua pele era tão branca que mais parecia um fantasma porém o que mais me chamou atenção foi o cabelo prateado, nunca vira nada assim.
Então ele olhou para mim com aqueles olhos frios, sem vida e apenas por um momento senti uma pontada forte no peito, fechei os olhos para aclamar a dor mas sem saber porquê voltei a abri-los, era como se não quisesse desviar o olhar dele e quando voltei a olhar no seu lugar apenas estava um corvo que esvoaçou.
Esta é a memoria que melhor recordo daquela altura e que sempre permanecerá comigo.
**
Cápitulo 1
O sonho começava sempre da mesma maneira, ela caminhava atrás do cortejo fúnebre, as pessoas choravam e sussurravam, mas os seus rostos eram totalmente desconhecidos para ela, passavam pelas lápides daqueles que outrora foram alguém neste mundo e que provavelmente agora eram pó.
O tempo era límpido.
Ela caminhava lentamente, sentia-se triste, sozinha, parecia que tudo o que até ali conhecia e compreendia tinha-se quebrado e ninguém podia colar.
As lágrimas começaram a escorrer quando se deparava com a incerteza e a incompreensão de não saber porque é que os pais não mais voltariam, até que voltou a cabeça.
E viu-o, sentado em cima de uma lápide, era alto mesmo sentado podia ver-se isso, usava uma capa preta, os cabelos eram prateados e os seus olhos eram da mesma cor mas eram frios, desprovidos de vida, a sua pele a que o manto não cobria era branca como o marfim, sentiu um arrepio.
Então já não tinha quatro anos mas sim quinze.
Já não estava no funeral dos seus pais, nem no cemitério, encontrava-se antes na margem de um rio subterrâneo, a água era azul como se brilhassem safiras no seu fundo, do outro lado estava um barco parado e diante deste uma colossal porta feita de granizo preto, nesta destacavam-se alguns desenhos, na parte inferior encontravam-se esqueletos que erguiam os seus braços para o alto, onde em cada lado estavam duas mulheres, a do lado direito tinha uma cobra envolta em si e a do lado esquerdo tinha correntes.
A porta abriu-se e foi sugada para dentro, viu o trono feito da mesma matéria que a porta e sentado nela estava uma mulher lindíssima, da parte esquerda podia-se ver os seus cabelos longos e loiros que faziam lembrar uma ceara de trigo, a pele era branca como a seda, o olho era azul claro fazia lembrar o céu de um dia de Verão, os lábios carnudos tentadores, vestia um longo vestido vermelho que esvoaçava com a brisa, porém o seu lado esquerdo em nada correspondia ao seu lado direito, nele apenas havia ossos.
E dentro da sua cabeça ouvia uma voz fantasmagórica sussurrar “És minha”.
Acordou sobressaltada, ligou a luz do candeeiro, juntou as pernas ao seu tronco e começou a balançar enquanto tentava normalizar a sua respiração, aquele sonho ou melhor pesadelo acompanhava desde de que se lembrava que era gente, ao principio era vago e nem deixava uma lembrança profunda porém com o passar do tempo essas imagens pouco claras começaram a ganhar mais nitidez dentro da sua mente e ultimamente essa nitidez começara a ganhar uma certa realidade ou algo parecido, porque ela ainda sentia o frio e a desolação esmagadora daquele lugar.
O despertador tocou anunciando as sete da manha, hora de se levantar e preparar para a escola, pensaria mais tarde naquele assunto.
Adorei!!
Sabes que eu adoro!!! Quero mais!!
Espero ansiosamente pelo proximo capitulo!
:g1:
Sabes que eu adoro!!! Quero mais!! Espero ansiosamente pelo proximo capitulo!
:g1:
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
Capitulo 1 - Continuação
Saiu da cama e abriu a janela.
As nuvens cobriam o céu, hoje iria chover, mas o tempo era imprevisível naquela região ou seria por toda a Escócia? Ela achava que sim.
Viera viver para St. Andrews quando tinha quatro anos, os pais tinham perecido num acidente de viação e a única parente viva que lhe restava era a avó materna.
A sua avó não era muito parecida com aquilo que se lia nos livros, não era a avozinha querida e indefesa mas também não era nenhuma bruxa má, era apenas uma senhora que gostava das coisas a sua maneira, esta nunca gostara de ver a sua única filha casada com um emigrante português e muito menos quando este levou, não só a sua preciosa filha como também a sua neta de volta para o seu país de origem.
Depois da morte trágica do genro e da filha, acolheu a neta em sua casa e tomou conta dela sem nunca olhar para trás, sem nunca culpar ninguém do seu infortúnio, pelo menos em voz alta.
Para ser sincera gostaria de chegar a idade da avó e ter não só a sua força de vontade como também a sua boa aparência.
A avó continuava alta, magra, o seu rosto oval não apresentava muitas rugas, apesar dos seus longos sessenta e cinco anos, os olhos eram verdes como o musgo, os cabelos a muito que tinham perdido o seu encarnado vivo mas mantinham as ondas que perdia num coque sempre impecável.
Dawn em nada tinha a ver com a sua avó, a não ser a altura, já media 1.70 e rezava para não crescer mais, do avô já falecido herdara os olhos azuis escuros, da mãe a pele clara, o que a deixava ligeiramente irritada porque não podia apanhar muito sol sem ficar com um escaldão e do pai tinha herdado a cor dos cabelos, castanhos escuros, provavelmente tinha algo mais dele, porém a sua avó nunca tinha mostrado fotos dele e Dawn nunca havia perguntado.
Vestiu o uniforme da escola. Desceu as escadas sem pressa ainda tinha tempo, afinal hoje era o primeiro dia de aulas.
Entrou na espaçosa cozinha e a sua espera, como sempre, tinha o pequeno-almoço já feito.
-Bom dia Vó. – Deu um pequeno beijo a avó e notou a sobrancelha ligeiramente levantada, Amanda O’Conner detestava quando não era usada a linguagem correcta mas desta vez deixou passar.
-Bom-dia Dawn. Não comas com tanta pressa ainda te engasgas.
Abanou a cabeça mas continuou a comer a pressa, apesar de ser o primeiro dia e de ainda ter tempo que chegasse sabia que Mary estaria a espera dela e não podia esquecer que talvez, apenas talvez conseguisse ver Aindan.
Suspirou.
Enquanto engolia os cereais, pensava como Aindan era perfeito, um sorriso que faria inveja a qualquer actor de cinema, cabelos ruivos que pareciam faiscar, olhos verdes tão brilhantes como jóias e o seu corpo alto e musculado sentiu-se corar, sempre corava quando se lembrava dele.
A sua beleza deslumbrava mas não era só isso, Aindan era inteligente e número em vários desportos e sem sombra de dúvida ele era em todos os sentidos um sonho impossível de alcançar, claro que Dawn sabia disso porém isso não a fazia estar menos encantada por ele desde que o vira pela primeira vez a um ano atrás quando Mary arrastar para ver um jogo de futebol amigável entre alguns rapaz do Madras College.
Madras College é um edifício fundado em 1833, pelo Reverendo D. Andrew Bell situado na South Street e esta dividido em dois edifícios o Kilrymont Road e o South Street. O primeiro é para os alunos que frequentam do sétimo ao nono e o segundo é para o secundário.
Aindan frequentava o segundo ano no South Street enquanto Dawn iria para o primeiro ano mas mesmo assim ela faria tudo para ele reparar nela, apesar de Mary achar isso impossível.
Correu para lavar os dentes, gritou um adeus e saiu de casa, pegando na sua bicicleta, em St. Andrews existiam três maneiras para chegar aos sítios: a pé, de carro ou de bicicleta.
Dawn gostava mais da última.
A sua espera quando saiu de casa estava a sua amiga desde de sempre Mary Brenna Magnus, uma rapariga baixa, pelo menos para o metro e setenta de Dawn, de generosas formas ou seja umas maminhas grandes e um rabo ligeiramente salientado, cabelos loiros encaracolados, olhos azuis e um sorriso brilhante, em resumo parecia uma princesa dos contos de fadas.
- Estas atrasada Di! – Bufou ela.
- Desculpa Mary!
- Vamos, rápido!
- Não percebo para que a pressa, nunca gostas-te muito da escola.
- Bem mas este ano é diferente, vamos para o South Street onde todos os rapazes giros andam, ai só de pensar que alguns deles vão a minha festa hoje.
-Han? Vão? Como?
Mary levantou a sobrancelha bem arranjada, contou até dez.
- Enquanto tu perdes-te o teu precioso tempo no acampamento, eu andei a travar conhecimentos com as pessoas certas, ou seja, rapazes do segundo ano.
- Eu não andei a perder tempo. O acampamento e Verão foi uma oportunidade para estarmos todos juntos e ...
-Pois pois, vamos andando.
Saiu da cama e abriu a janela.
As nuvens cobriam o céu, hoje iria chover, mas o tempo era imprevisível naquela região ou seria por toda a Escócia? Ela achava que sim.
Viera viver para St. Andrews quando tinha quatro anos, os pais tinham perecido num acidente de viação e a única parente viva que lhe restava era a avó materna.
A sua avó não era muito parecida com aquilo que se lia nos livros, não era a avozinha querida e indefesa mas também não era nenhuma bruxa má, era apenas uma senhora que gostava das coisas a sua maneira, esta nunca gostara de ver a sua única filha casada com um emigrante português e muito menos quando este levou, não só a sua preciosa filha como também a sua neta de volta para o seu país de origem.
Depois da morte trágica do genro e da filha, acolheu a neta em sua casa e tomou conta dela sem nunca olhar para trás, sem nunca culpar ninguém do seu infortúnio, pelo menos em voz alta.
Para ser sincera gostaria de chegar a idade da avó e ter não só a sua força de vontade como também a sua boa aparência.
A avó continuava alta, magra, o seu rosto oval não apresentava muitas rugas, apesar dos seus longos sessenta e cinco anos, os olhos eram verdes como o musgo, os cabelos a muito que tinham perdido o seu encarnado vivo mas mantinham as ondas que perdia num coque sempre impecável.
Dawn em nada tinha a ver com a sua avó, a não ser a altura, já media 1.70 e rezava para não crescer mais, do avô já falecido herdara os olhos azuis escuros, da mãe a pele clara, o que a deixava ligeiramente irritada porque não podia apanhar muito sol sem ficar com um escaldão e do pai tinha herdado a cor dos cabelos, castanhos escuros, provavelmente tinha algo mais dele, porém a sua avó nunca tinha mostrado fotos dele e Dawn nunca havia perguntado.
Vestiu o uniforme da escola. Desceu as escadas sem pressa ainda tinha tempo, afinal hoje era o primeiro dia de aulas.
Entrou na espaçosa cozinha e a sua espera, como sempre, tinha o pequeno-almoço já feito.
-Bom dia Vó. – Deu um pequeno beijo a avó e notou a sobrancelha ligeiramente levantada, Amanda O’Conner detestava quando não era usada a linguagem correcta mas desta vez deixou passar.
-Bom-dia Dawn. Não comas com tanta pressa ainda te engasgas.
Abanou a cabeça mas continuou a comer a pressa, apesar de ser o primeiro dia e de ainda ter tempo que chegasse sabia que Mary estaria a espera dela e não podia esquecer que talvez, apenas talvez conseguisse ver Aindan.
Suspirou.
Enquanto engolia os cereais, pensava como Aindan era perfeito, um sorriso que faria inveja a qualquer actor de cinema, cabelos ruivos que pareciam faiscar, olhos verdes tão brilhantes como jóias e o seu corpo alto e musculado sentiu-se corar, sempre corava quando se lembrava dele.
A sua beleza deslumbrava mas não era só isso, Aindan era inteligente e número em vários desportos e sem sombra de dúvida ele era em todos os sentidos um sonho impossível de alcançar, claro que Dawn sabia disso porém isso não a fazia estar menos encantada por ele desde que o vira pela primeira vez a um ano atrás quando Mary arrastar para ver um jogo de futebol amigável entre alguns rapaz do Madras College.
Madras College é um edifício fundado em 1833, pelo Reverendo D. Andrew Bell situado na South Street e esta dividido em dois edifícios o Kilrymont Road e o South Street. O primeiro é para os alunos que frequentam do sétimo ao nono e o segundo é para o secundário.
Aindan frequentava o segundo ano no South Street enquanto Dawn iria para o primeiro ano mas mesmo assim ela faria tudo para ele reparar nela, apesar de Mary achar isso impossível.
Correu para lavar os dentes, gritou um adeus e saiu de casa, pegando na sua bicicleta, em St. Andrews existiam três maneiras para chegar aos sítios: a pé, de carro ou de bicicleta.
Dawn gostava mais da última.
A sua espera quando saiu de casa estava a sua amiga desde de sempre Mary Brenna Magnus, uma rapariga baixa, pelo menos para o metro e setenta de Dawn, de generosas formas ou seja umas maminhas grandes e um rabo ligeiramente salientado, cabelos loiros encaracolados, olhos azuis e um sorriso brilhante, em resumo parecia uma princesa dos contos de fadas.
- Estas atrasada Di! – Bufou ela.
- Desculpa Mary!
- Vamos, rápido!
- Não percebo para que a pressa, nunca gostas-te muito da escola.
- Bem mas este ano é diferente, vamos para o South Street onde todos os rapazes giros andam, ai só de pensar que alguns deles vão a minha festa hoje.
-Han? Vão? Como?
Mary levantou a sobrancelha bem arranjada, contou até dez.
- Enquanto tu perdes-te o teu precioso tempo no acampamento, eu andei a travar conhecimentos com as pessoas certas, ou seja, rapazes do segundo ano.
- Eu não andei a perder tempo. O acampamento e Verão foi uma oportunidade para estarmos todos juntos e ...
-Pois pois, vamos andando.
ohhh soube a pouco...
Mas ainda bem que actualizaste...:dança: Já sabes que gosto, mas quero mais!!!!:g1:
Força e cntinua a postar!!:dança:
Mas ainda bem que actualizaste...:dança: Já sabes que gosto, mas quero mais!!!!:g1: Força e cntinua a postar!!:dança:
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
Capitulo 1 - Última parte
Antes que desse por isso Mary saiu disparada na sua bicicleta, por isso Dawn limitou-se a segui-la.
Não devia espanta-la que Mary já tivesse travado conhecimentos com os rapazes do segundo ano, afinal Mary era espontânea, divertida para além de bonita e atlética, também era bastante popular principalmente entre os rapazes.
Apesar de amizade delas ter começado pela imposição das famílias de ambas, elas acabaram amigas e se não fosse Mary Dawn não tinha com quem falar ou contar como gostava de ser mais do que amiga de Aindan.
Perdida em devaneios notou tarde de mais que amiga tinha parado e se não tivesse bons reflexos tinha chocado com esta.
-Que se passa Mary?
- Olha, parece que o Senhor O’Tolle não esta bem.
Olhou para o outro lado da estrada onde ambulância estava parada, viu que algumas pessoas paravam para ver o que se passava, umas mais por curiosidade outras por preocupação.
O Senhor O’Tolle era um homem já com uma idade avançada, talvez fosse mais velho que a sua avó mas ao contrario desta a saúde não era algo que o preocupasse.
Os paramédicos saíram da casa, levando-o na maca.
Um brisa fria passou por ela. Sentiu um arrepio.
Então viu misturado com a pequena multidão que se formava no passeio, alto, envolvido na sua manta negra, observava até que desviou o seu olhar do homem e olhou-a com uma intensidade que a gelou por dentro.
E tão rápido como apareceu, desvaneceu.
- Pobre Senhor O’Tolle, acho que foi desta para melhor.
-Han?
- Oh Dawn vê lá se acordas sim? O senhor O’Tolle de certeza que bateu a bota!
-Oh não! Achas memos? Ele era tão querido.
- E velho.
Dawn já não lhe prestava atenção voltou o olhar para o sitio onde ele tinha estado, seria um ilusão? Ou realidade? Mary tinha o visto? Só havia uma maneira de saber mas quando abriu a boca para perguntar, fechou-a de seguida.
Parado a distancia de um passo estava Aindan, mais os amigos.
- Aindan.- Mal disse o nome dele sentiu-se corar, o que atraiu o olhar de Mary que virou a cabeça para onde Dawn olhava como se enfeitiçada.
- Esquece-o sim?
Dawn olhou para ela imediatamente.
-Porquê?
-Oh por favor! Tu e o Ainda MacGrave? Sim continua a sonhar. Ele esta fora do teu alcance.
Aquilo doeu, apesar de Dawn já saber que Aindan era de mais para ela, doeu porque a sua melhor amiga devia apoia-la não desanima-la.
-Eu sei mas talvez ele pudesse...
-Sim claro! Talvez num mundo perfeito. Desculpa Di mas a verdade dói.
-Olá meninas!
Ambas olharam para trás e viram Aindan parado mesmo junto a elas, sorrindo.
- Olá Aindan! Não achas uma pena o que aconteceu ao senhor O’Tolle? Espero que ele fique bem. – A voz de Mary era tão pesarosa que se Dawn não tivesse ouvido as palavra duras a pouco teria acreditado.
O sorriso de Aindan diminui um pouco enquanto falava acerca daquele assunto e voltou a iluminar-se quando o assunto mudou, Dawn nem se quer conseguia manter uma linha de raciocínio enquanto pensava como a voz dele era tão suave e pensou que ia derreter quando ele olhou para ela e falou. Teve que recorrer a toda a sua concentração para entender o que ele estava a perguntar, qualquer coisa sobre a festa. Dawn fez um aceno positivo e baixou o olhar.
- Fixe! Vemo-nos na festa então Dawn. Adeus!
Ergueu o olhar e viu afastar-se. E sorriu.
Enquanto ao seu lado Mary olhava para ela, com a sobrancelha ligeiramente levantada.
Não sabia como tinha chegado a escola ou como apresentação tinha passado tão rapidamente, nem se apercebeu dos novos colegas e dos antigos que tinham ficado na mesma turma e muito menos do mau humor de Mary.
A única coisa que estava na sua mente era aquela frase “ Fixe! Vemo-nos na festa então Dawn”, voltou a suspirar e a sorrir até que sentiu uma pequena dor aguda no braço.
- Podes parar com isso?
- Han? Desculpa Mary mas tu ouvis-te o que ele disse?
-Sim pela milésima vez! Mas lá porque ele disse aquilo não podes pensar que ele esta interessado.
-Porque?
- Olha para ti? Como tua amiga tenho que te dizer que não estas no teu melhor.
- Como assim?
O toque para o último período tocou. Mary caminhou rapidamente pelos corredores até chegar a aula e sentou-se numa mesa no fundo da sala, Dawn seguia e sentou-se ao seu lado.
Como era carteiras individuais não podia perguntar o que queria ela dizer com aquilo mas podia escrever e foi isso que fez, Mary viu o papel mas ignorou-o.
Continuou a ignora-lo até o professor de Inglês se apresentar e falar sobre os objectivos da sua aula e aquilo que esperava dos alunos, Dawn começava a desesperar até que um papel aterrou no meio do seu caderno:
“ Como é obvio o Aindan e os amigos dele são os rapazes mais giros e populares da escola, claro que existem outros, mas esses estão fora do alcance de qualquer miúda.
Mas continuando... olha para ti!
O teu cabelo chega-te quase a cintura e esta sempre preso nessa idiota trança... se honesta quando foi a ultima vez que o cortas-te?
Depois existe o problema da pele, quer dizer ter a pele branca é uma coisa ser pálida como uma albina é outra, certo?! Ah e a tua altura? Pareces um gigante! Sem esquecer que essa roupa ou qualquer roupa que tenhas fica-te mal e é antiquada! Como esperas sair com o rapaz mais popular nessa figura? Só irias causar embaraço para ti e para ele.
Eu sou tua amiga e não me importo porque até sei que és um amor de pessoa e tudo isso mas achas mesmo que ele ou alguém do seu grupo pensara o mesmo? Querida o melhor é esquecer!”
Dawn sentiu as lágrimas a queimarem nos olhos, não sabia que era assim tão horrível, quer dizer sabia que o corte era um pouco fora de moda mas usava-o assim em honra a sua mãe que sempre tivera cabelos longos, era uma maneira de sentir perto dela.
A roupa podia não ser a mais actual mas Mary nunca se queixara dela até agora e a sua pele era um pouco pálida mas seria mesmo uma albina?
“Nunca disseste nada porque agora?”
“ Porque sou tua amiga mas agora que vejo que estas a criar falsas ilusões... Enfim só quero o melhor para ti!”
“ Então ajuda-me para logo a noite sim?”
“ Oh gostava tanto...sabes que sim não sabes? Mas é impossível tenho tanto para fazer e a festa é hoje! Mas que tal uma remodelação no domingo? “
“ Mas a festa é hoje... Não posso esperar!”
“ Claro que podes! Não vais a festa hoje e segunda estarás uma nova Dawn para o Aindan que tal?”
“ Não! Eu disse que ia e vou! Deixa estar vou pensar em algo!”
Mary não respondeu mais e assim que deu finalmente o toque para a saída, Dawn não a conseguiu apanhar, o que iria fazer? Tinha que se arranjar ficar perfeita para que Aindan ou os amigos dele não pensassem que ela era uma falhada mas como ia conseguir isso em quatro horas? Iria ser um desafio mas ia conseguir!
Antes que desse por isso Mary saiu disparada na sua bicicleta, por isso Dawn limitou-se a segui-la.
Não devia espanta-la que Mary já tivesse travado conhecimentos com os rapazes do segundo ano, afinal Mary era espontânea, divertida para além de bonita e atlética, também era bastante popular principalmente entre os rapazes.
Apesar de amizade delas ter começado pela imposição das famílias de ambas, elas acabaram amigas e se não fosse Mary Dawn não tinha com quem falar ou contar como gostava de ser mais do que amiga de Aindan.
Perdida em devaneios notou tarde de mais que amiga tinha parado e se não tivesse bons reflexos tinha chocado com esta.
-Que se passa Mary?
- Olha, parece que o Senhor O’Tolle não esta bem.
Olhou para o outro lado da estrada onde ambulância estava parada, viu que algumas pessoas paravam para ver o que se passava, umas mais por curiosidade outras por preocupação.
O Senhor O’Tolle era um homem já com uma idade avançada, talvez fosse mais velho que a sua avó mas ao contrario desta a saúde não era algo que o preocupasse.
Os paramédicos saíram da casa, levando-o na maca.
Um brisa fria passou por ela. Sentiu um arrepio.
Então viu misturado com a pequena multidão que se formava no passeio, alto, envolvido na sua manta negra, observava até que desviou o seu olhar do homem e olhou-a com uma intensidade que a gelou por dentro.
E tão rápido como apareceu, desvaneceu.
- Pobre Senhor O’Tolle, acho que foi desta para melhor.
-Han?
- Oh Dawn vê lá se acordas sim? O senhor O’Tolle de certeza que bateu a bota!
-Oh não! Achas memos? Ele era tão querido.
- E velho.
Dawn já não lhe prestava atenção voltou o olhar para o sitio onde ele tinha estado, seria um ilusão? Ou realidade? Mary tinha o visto? Só havia uma maneira de saber mas quando abriu a boca para perguntar, fechou-a de seguida.
Parado a distancia de um passo estava Aindan, mais os amigos.
- Aindan.- Mal disse o nome dele sentiu-se corar, o que atraiu o olhar de Mary que virou a cabeça para onde Dawn olhava como se enfeitiçada.
- Esquece-o sim?
Dawn olhou para ela imediatamente.
-Porquê?
-Oh por favor! Tu e o Ainda MacGrave? Sim continua a sonhar. Ele esta fora do teu alcance.
Aquilo doeu, apesar de Dawn já saber que Aindan era de mais para ela, doeu porque a sua melhor amiga devia apoia-la não desanima-la.
-Eu sei mas talvez ele pudesse...
-Sim claro! Talvez num mundo perfeito. Desculpa Di mas a verdade dói.
-Olá meninas!
Ambas olharam para trás e viram Aindan parado mesmo junto a elas, sorrindo.
- Olá Aindan! Não achas uma pena o que aconteceu ao senhor O’Tolle? Espero que ele fique bem. – A voz de Mary era tão pesarosa que se Dawn não tivesse ouvido as palavra duras a pouco teria acreditado.
O sorriso de Aindan diminui um pouco enquanto falava acerca daquele assunto e voltou a iluminar-se quando o assunto mudou, Dawn nem se quer conseguia manter uma linha de raciocínio enquanto pensava como a voz dele era tão suave e pensou que ia derreter quando ele olhou para ela e falou. Teve que recorrer a toda a sua concentração para entender o que ele estava a perguntar, qualquer coisa sobre a festa. Dawn fez um aceno positivo e baixou o olhar.
- Fixe! Vemo-nos na festa então Dawn. Adeus!
Ergueu o olhar e viu afastar-se. E sorriu.
Enquanto ao seu lado Mary olhava para ela, com a sobrancelha ligeiramente levantada.
Não sabia como tinha chegado a escola ou como apresentação tinha passado tão rapidamente, nem se apercebeu dos novos colegas e dos antigos que tinham ficado na mesma turma e muito menos do mau humor de Mary.
A única coisa que estava na sua mente era aquela frase “ Fixe! Vemo-nos na festa então Dawn”, voltou a suspirar e a sorrir até que sentiu uma pequena dor aguda no braço.
- Podes parar com isso?
- Han? Desculpa Mary mas tu ouvis-te o que ele disse?
-Sim pela milésima vez! Mas lá porque ele disse aquilo não podes pensar que ele esta interessado.
-Porque?
- Olha para ti? Como tua amiga tenho que te dizer que não estas no teu melhor.
- Como assim?
O toque para o último período tocou. Mary caminhou rapidamente pelos corredores até chegar a aula e sentou-se numa mesa no fundo da sala, Dawn seguia e sentou-se ao seu lado.
Como era carteiras individuais não podia perguntar o que queria ela dizer com aquilo mas podia escrever e foi isso que fez, Mary viu o papel mas ignorou-o.
Continuou a ignora-lo até o professor de Inglês se apresentar e falar sobre os objectivos da sua aula e aquilo que esperava dos alunos, Dawn começava a desesperar até que um papel aterrou no meio do seu caderno:
“ Como é obvio o Aindan e os amigos dele são os rapazes mais giros e populares da escola, claro que existem outros, mas esses estão fora do alcance de qualquer miúda.
Mas continuando... olha para ti!
O teu cabelo chega-te quase a cintura e esta sempre preso nessa idiota trança... se honesta quando foi a ultima vez que o cortas-te?
Depois existe o problema da pele, quer dizer ter a pele branca é uma coisa ser pálida como uma albina é outra, certo?! Ah e a tua altura? Pareces um gigante! Sem esquecer que essa roupa ou qualquer roupa que tenhas fica-te mal e é antiquada! Como esperas sair com o rapaz mais popular nessa figura? Só irias causar embaraço para ti e para ele.
Eu sou tua amiga e não me importo porque até sei que és um amor de pessoa e tudo isso mas achas mesmo que ele ou alguém do seu grupo pensara o mesmo? Querida o melhor é esquecer!”
Dawn sentiu as lágrimas a queimarem nos olhos, não sabia que era assim tão horrível, quer dizer sabia que o corte era um pouco fora de moda mas usava-o assim em honra a sua mãe que sempre tivera cabelos longos, era uma maneira de sentir perto dela.
A roupa podia não ser a mais actual mas Mary nunca se queixara dela até agora e a sua pele era um pouco pálida mas seria mesmo uma albina?
“Nunca disseste nada porque agora?”
“ Porque sou tua amiga mas agora que vejo que estas a criar falsas ilusões... Enfim só quero o melhor para ti!”
“ Então ajuda-me para logo a noite sim?”
“ Oh gostava tanto...sabes que sim não sabes? Mas é impossível tenho tanto para fazer e a festa é hoje! Mas que tal uma remodelação no domingo? “
“ Mas a festa é hoje... Não posso esperar!”
“ Claro que podes! Não vais a festa hoje e segunda estarás uma nova Dawn para o Aindan que tal?”
“ Não! Eu disse que ia e vou! Deixa estar vou pensar em algo!”
Mary não respondeu mais e assim que deu finalmente o toque para a saída, Dawn não a conseguiu apanhar, o que iria fazer? Tinha que se arranjar ficar perfeita para que Aindan ou os amigos dele não pensassem que ela era uma falhada mas como ia conseguir isso em quatro horas? Iria ser um desafio mas ia conseguir!
Com amigas destas.... Que precisa de inimigas???
Mt boa pessoa essa mary....:Hã?!:
Cntinuaaaaa:g1:
Mt boa pessoa essa mary....:Hã?!:
Cntinuaaaaa:g1:
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
Concordo com a kittty... Com amigas dessas... Criticar sim, mas não deitar abaixo uma pessoa dessa maneira... Grande amiga que ela se saiu... :
:
Tenho apenas uma pequena coisita a apontar:

Agora quanto a teorias... Aindan McGrave? McGrave? Grave é sepultura... Isso deixou-me um bocadinho desconfiada dele.
Gostei muito deste fim de capítulo! Continua!
:Tenho apenas uma pequena coisita a apontar:
O Senhor O’Tolle era um homem já com uma idade avançada, talvez fosse mais velho que a minha avó mas ao contrario dela a saúde não era algo que o preocupasse.Quando estava a ler essa frase, tive que a reler novamente, pois passaste de um narrador na 3ª pessoa para um na 1ª e pode causar um bocadinho de confusão.

Agora quanto a teorias... Aindan McGrave? McGrave? Grave é sepultura... Isso deixou-me um bocadinho desconfiada dele.

Gostei muito deste fim de capítulo! Continua!


Capitulo 2
O quarto era amplo, as paredes estavam pintadas de branco, o tecto alto de um azul escuro decorado com pequenas estrelas que na escuridão brilhavam e o candeeiro redondo e branco fazia lembrar a lua cheia, a janela dava para um jardim muito bem cuidado que naquele momento estava nu para o mundo devido ao Outono, ao lado desta estava uma escrivaninha já antiga, talvez do século XVI, que suportava um computador que mais parecia um microondas e no centro do quarto estava uma enorme cama estilo dossel que fazia lembrar a cama de uma princesa.
Era um quarto simples e bonito mas naquele momento mais parecia uma zona de guerra, espalhado pelo chão e pela enorme cama encontravam-se roupas e sapatos e no meio daquela confusão estava uma rapariga alta e magra em roupa interior e com rolos no cabelo.
Este foi o cenário que Amanda O’Conner se deparou quando entrou no quarto da neta.
Quando algumas horas antes esta tinha chegado a casa apressada e se fechou no quarto dizendo ter uma enorme tarefa pela frente, pela mente de Amanda passou muita coisa menos que essa tarefa fosse desarrumar o guarda vestidos e falar sozinha.
- Nunca vou ser capaz de ir! Raios, raios , raios ...
- Dawn Izabel O’Conner Pereira nesta casa não se pragueja.
Dawn deu um salto e virou-se para a porta onde a sua avó estava de braços cruzados e sobrancelha levantada, estava em sarilhos, a sua avó só usava o seu nome completo quando fazia alguma asneira e praguejar era uma.
Dawn sentou-se na cama e deu um pontapé a um sapato.
- Desculpa avó. Não foi por mal só estou a ter um ataque de nervos tipicamente adolescente, avó sabe como é, certo?
Amanda cruzou o quarto, depois muito cuidadosamente desviou algumas roupas da cama e sentou-se, naquele momento a sua neta precisava de apoio e não de uma lição acerca das diferenças entre ser adolescente em 1960 e uma actualmente.
- O que se passa?
- Não tenho roupa nenhuma para levar a festa da Mary.
Ou como ir a uma festa no principio do ano lectivo era completamente desnecessário.
- Dawn o teu quarto esta cheio de roupa, não me digas que não encontras nada do teu agrado?
- Não!
- Não?
- É tudo desactualizado avó! Vou ser gozada e desprezada e eu quero estar bonita...
- Tu és bonita! E não me parece que um bando de meninas do 10º ano vão gozar contigo só porque vais levar roupa do dia a dia.
Dawn não contara a parte mais importante, que a festa de Mary não iam só raparigas também iam rapazes e rapazes mais velhos para além disso também não havia supervisão de adultos os pais de Mary tinham ido fazer uma escapadinha romântica, porque se tivesse contado não chegaria a porta do quarto quanto mais da rua, além do mais como Mary disse uma mentirinha não iria magoar ninguém certo? Bem agora não era a melhor altura para estar com remorsos e Dawn sabia disso.
-Pois como o sol... Avó sou um gigante andante e mais pareço uma albina.
- Dawn só vão raparigas certo?
“Bolas!” não tinha muito jeito para mentir porém havia coisas importantes a serem feitas naquela noite por isso tinha que tentar ser o mais honesta possível e mudar rapidamente de assunto.
- Sim avó. Acho que estou assim por causa do Senhor O’Tolle.
O que não era mentira mas também não era a verdade total, sentia-se mal por ele afinal não tinha conseguido sobreviver ao AVC.
-Querida não fiques triste. A vida é um ciclo vicioso, vivemos para morrer. Não penses mais nisto e arruma o teu quarto antes de ires.
Dawn levantou-se e começou a dobrar a roupa, talvez não fosse a festa era melhor ligar a Mary e avisa-la.
-Querida – Olhou para avó que estava parada a porta – Leva o vestido azul combina com os teus olhos.
Correu para o guarda roupa e tirou o vestido azul.
Era uma peça que tinha comprar algum tempo com Mary, olhara e simplesmente apaixonara-se por ele, mas nunca tivera coragem de usa-lo alias a sua avó quando o vira proibira que fosse usado.
Então porque dar a ideia de usa-lo? Bem não interessava!
Vestiu com cuidado para não desmanchar os rolos e olhou-se ao espalho, o vestido realmente realçava a cor dos seus olhos, ficava-lhe pela coxa e mostrava as suas longas e torneadas pernas, o decote em V realçava-lhe o peito e como o vestido não tinha tecido atrás as suas costas. Era demasiado sensual e era perfeito.
Tirou os rolos, os cabelos caíram encaracolados e selvagens, pôs um pouco de maquilhagem apenas para realçar tal como vira nos programas de TV que Mary obriga-la a ver e por fim calçou as sandálias pretas faziam um pouco mais alta mas nada de especial.
Olhou para o relógio já eram 21h30? “Raios”
A festa já começar, de casa dela a casa de Mary ainda demorava algum tempo e ainda não jantar de certeza que fora isso que avó vinha dizer quando entrou a pouco mas comia depois qualquer coisa.
Vestiu o casaco e saiu.
O quarto era amplo, as paredes estavam pintadas de branco, o tecto alto de um azul escuro decorado com pequenas estrelas que na escuridão brilhavam e o candeeiro redondo e branco fazia lembrar a lua cheia, a janela dava para um jardim muito bem cuidado que naquele momento estava nu para o mundo devido ao Outono, ao lado desta estava uma escrivaninha já antiga, talvez do século XVI, que suportava um computador que mais parecia um microondas e no centro do quarto estava uma enorme cama estilo dossel que fazia lembrar a cama de uma princesa.
Era um quarto simples e bonito mas naquele momento mais parecia uma zona de guerra, espalhado pelo chão e pela enorme cama encontravam-se roupas e sapatos e no meio daquela confusão estava uma rapariga alta e magra em roupa interior e com rolos no cabelo.
Este foi o cenário que Amanda O’Conner se deparou quando entrou no quarto da neta.
Quando algumas horas antes esta tinha chegado a casa apressada e se fechou no quarto dizendo ter uma enorme tarefa pela frente, pela mente de Amanda passou muita coisa menos que essa tarefa fosse desarrumar o guarda vestidos e falar sozinha.
- Nunca vou ser capaz de ir! Raios, raios , raios ...
- Dawn Izabel O’Conner Pereira nesta casa não se pragueja.
Dawn deu um salto e virou-se para a porta onde a sua avó estava de braços cruzados e sobrancelha levantada, estava em sarilhos, a sua avó só usava o seu nome completo quando fazia alguma asneira e praguejar era uma.
Dawn sentou-se na cama e deu um pontapé a um sapato.
- Desculpa avó. Não foi por mal só estou a ter um ataque de nervos tipicamente adolescente, avó sabe como é, certo?
Amanda cruzou o quarto, depois muito cuidadosamente desviou algumas roupas da cama e sentou-se, naquele momento a sua neta precisava de apoio e não de uma lição acerca das diferenças entre ser adolescente em 1960 e uma actualmente.
- O que se passa?
- Não tenho roupa nenhuma para levar a festa da Mary.
Ou como ir a uma festa no principio do ano lectivo era completamente desnecessário.
- Dawn o teu quarto esta cheio de roupa, não me digas que não encontras nada do teu agrado?
- Não!
- Não?
- É tudo desactualizado avó! Vou ser gozada e desprezada e eu quero estar bonita...
- Tu és bonita! E não me parece que um bando de meninas do 10º ano vão gozar contigo só porque vais levar roupa do dia a dia.
Dawn não contara a parte mais importante, que a festa de Mary não iam só raparigas também iam rapazes e rapazes mais velhos para além disso também não havia supervisão de adultos os pais de Mary tinham ido fazer uma escapadinha romântica, porque se tivesse contado não chegaria a porta do quarto quanto mais da rua, além do mais como Mary disse uma mentirinha não iria magoar ninguém certo? Bem agora não era a melhor altura para estar com remorsos e Dawn sabia disso.
-Pois como o sol... Avó sou um gigante andante e mais pareço uma albina.
- Dawn só vão raparigas certo?
“Bolas!” não tinha muito jeito para mentir porém havia coisas importantes a serem feitas naquela noite por isso tinha que tentar ser o mais honesta possível e mudar rapidamente de assunto.
- Sim avó. Acho que estou assim por causa do Senhor O’Tolle.
O que não era mentira mas também não era a verdade total, sentia-se mal por ele afinal não tinha conseguido sobreviver ao AVC.
-Querida não fiques triste. A vida é um ciclo vicioso, vivemos para morrer. Não penses mais nisto e arruma o teu quarto antes de ires.
Dawn levantou-se e começou a dobrar a roupa, talvez não fosse a festa era melhor ligar a Mary e avisa-la.
-Querida – Olhou para avó que estava parada a porta – Leva o vestido azul combina com os teus olhos.
Correu para o guarda roupa e tirou o vestido azul.
Era uma peça que tinha comprar algum tempo com Mary, olhara e simplesmente apaixonara-se por ele, mas nunca tivera coragem de usa-lo alias a sua avó quando o vira proibira que fosse usado.
Então porque dar a ideia de usa-lo? Bem não interessava!
Vestiu com cuidado para não desmanchar os rolos e olhou-se ao espalho, o vestido realmente realçava a cor dos seus olhos, ficava-lhe pela coxa e mostrava as suas longas e torneadas pernas, o decote em V realçava-lhe o peito e como o vestido não tinha tecido atrás as suas costas. Era demasiado sensual e era perfeito.
Tirou os rolos, os cabelos caíram encaracolados e selvagens, pôs um pouco de maquilhagem apenas para realçar tal como vira nos programas de TV que Mary obriga-la a ver e por fim calçou as sandálias pretas faziam um pouco mais alta mas nada de especial.
Olhou para o relógio já eram 21h30? “Raios”
A festa já começar, de casa dela a casa de Mary ainda demorava algum tempo e ainda não jantar de certeza que fora isso que avó vinha dizer quando entrou a pouco mas comia depois qualquer coisa.
Vestiu o casaco e saiu.
So raparigas... Exacto.... muito esperta esta meninaaa...
hum... k vai sair daqui... Cntinua a postar! Esta mto fixe!!!
.o:
hum... k vai sair daqui... Cntinua a postar! Esta mto fixe!!!
.o:
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
Hum... NOVA LEITORA!
Escreves muito bem, e parece-me a mim que tens muito geito para Fics. gostei muito da tua, muito mesmo.
Acho que é muito realista, e isso agrada-me.
A Vida nem sempre é um conto de Fadas.
E claro, as tuas personagens tanto tem defeitos como qualidades e separá-los é uma coisa óptima.
(Há gente que não o faça.)
Bem, mais uma vez, ADOREI!
Escreves muito bem, e parece-me a mim que tens muito geito para Fics. gostei muito da tua, muito mesmo.
Acho que é muito realista, e isso agrada-me.
A Vida nem sempre é um conto de Fadas.
E claro, as tuas personagens tanto tem defeitos como qualidades e separá-los é uma coisa óptima.
(Há gente que não o faça.)
Bem, mais uma vez, ADOREI!
A Felicidade...
... é a coisa mais importante do Mundo.
ClairDeLune escreveu:Olá Killy!
Estas boa?
Ohhh Obrigado :g1: !
É sempre bom ver q alguem gosta da minha fic e q de alguma maneira as minhas palavras "tocaram"!
Espero q continues atenta a minha fic e q vas deixando a stuas opinioes![]()
bju*
Estou sim, muito obrigada.
E é verdade as tuas palavras "tocam".
Claro que vou continuar a ler, com o maior prazer de sempre. E cá não poderiam faltar as minhas opiniões.
Um beijinho.
Killy
A Felicidade...
... é a coisa mais importante do Mundo.
Disse que vinha ler esta fanfic e aqui estou 
Tenho de te dar os parabéns! Está fantástica!
Escreves muito bem, a tua escrita "prende" as pessoas. Já estou ansiosa por saber o que vai acontecer na festa
.o: É difícil envolver-me tanto numa história e tu conseguiste-o *-*
Digo-te mais... tens um bom título, que "convida" as pessoas a vir ler a fanfic (;
Continua, por favor
.o: É tão interessante
.o: Tens muito talento para a escrita
.o:

Tenho de te dar os parabéns! Está fantástica!
Escreves muito bem, a tua escrita "prende" as pessoas. Já estou ansiosa por saber o que vai acontecer na festa
.o: É difícil envolver-me tanto numa história e tu conseguiste-o *-* Digo-te mais... tens um bom título, que "convida" as pessoas a vir ler a fanfic (;
Continua, por favor
.o: É tão interessante
.o: Tens muito talento para a escrita
.o: Obrigada Kaoru-chan, amei, está perfeita *-* Avril <3
Está mt giro!!!!!Kero mais!!!!
O meu sonho,é que fossemos felizes para sempre,só nós os dois.
http://sailor-moon-4ever.forumeiros.com
http://sailor-moon-4ever.forumeiros.com
Aaaaawww maninha nova (Clair)!!!
.o:
.o: Tá excelente!!! como o forum tá um pouco mais calminho hoje, decidi dar cá um saltinho!Prometi vir cá espreitar, numa das minhas tardes mais livres e solitárias, e olha... não me arrependo!!! Agarrei em mim, muni-me de corbetores, comida e tabaquinho
e pus-me a ler!! Gostei mesmo!!
Quando disses-te que tinhas uma fanfic, pensei ya, deve ser gira, mas não deve ser assim nada por aí além!! desde já me arrependo dos meus pensamentos :g7: !! O título devia-me logo ter alertado que era algo diferente!! E cativou-me, como tenhoa certeza que há-de cativar o resto da malta!!!!
Pois bem, a fic está muito realista, porque a escrita está muito cuidada e, o mais importante, muito pormenorizada!! dás importancia a detalhes que tornam muito fácil imaginar a acção, o "movimento", o meio envolvente. Por exemplo aqui, que foi uma das partes que tornam a Dawn tão real, humana mesmo!oh melher, que queres que diga? Gostei, nao consigo explicar! :xd3:
Gosto da avó!! Muito rigída, muito "senhora", muito certa daquilo que gosta e que não gosta, daquilo que deve ou nao ser, mas também muito preocupada com a neta, vê-se que nutre um amor por ela que só as avós conhecem! Está muito credível, e acho que podemos esperar algumas surpresas dela, um história especial, um segredo importante!!!! loool
desculpa, ponho-me a imaginar e a sonhar!!!
*Carillon a mandar muitas vibrações positivas do seu coraçao de maninha nova :xd2:
.o:
.o: Tá excelente!!! como o forum tá um pouco mais calminho hoje, decidi dar cá um saltinho!Prometi vir cá espreitar, numa das minhas tardes mais livres e solitárias, e olha... não me arrependo!!! Agarrei em mim, muni-me de corbetores, comida e tabaquinho
e pus-me a ler!! Gostei mesmo!! Quando disses-te que tinhas uma fanfic, pensei ya, deve ser gira, mas não deve ser assim nada por aí além!! desde já me arrependo dos meus pensamentos :g7: !! O título devia-me logo ter alertado que era algo diferente!! E cativou-me, como tenhoa certeza que há-de cativar o resto da malta!!!!
Pois bem, a fic está muito realista, porque a escrita está muito cuidada e, o mais importante, muito pormenorizada!! dás importancia a detalhes que tornam muito fácil imaginar a acção, o "movimento", o meio envolvente. Por exemplo aqui, que foi uma das partes que tornam a Dawn tão real, humana mesmo!
Spoiler
"Acordou sobressaltada, ligou a luz do candeeiro, juntou as pernas ao seu tronco e começou a balançar enquanto tentava normalizar a sua respiração"
Gosto da avó!! Muito rigída, muito "senhora", muito certa daquilo que gosta e que não gosta, daquilo que deve ou nao ser, mas também muito preocupada com a neta, vê-se que nutre um amor por ela que só as avós conhecem! Está muito credível, e acho que podemos esperar algumas surpresas dela, um história especial, um segredo importante!!!! loool
desculpa, ponho-me a imaginar e a sonhar!!!
o mais importante:
Continua a postar!!!
Força, que isto promete!!
Continua a postar!!!
Força, que isto promete!!
*Carillon a mandar muitas vibrações positivas do seu coraçao de maninha nova :xd2:
Olá
Catte obrigado por teres vindo
Fico mesmo muito feliz por de alguma maneira as minhas palavras terem conseguido prender-te a minha historia e fazer-te ansiar por mais
Espero que sempre que possas continues a vir aqi e a deixar a tua opinão!
Selma Obrigado por as tuas palavras e prometo postar muito brevemente
*Carillon* Maninha nova de mim
.o:
Estas boa?
Oh espero que sim apesar de este frio dar cabo das cruzes e é preciso ser-se mesmo muito corajosa para sair da caminha eheh
Epah este teu comentario deixou mesmo muito feliz, a serio!
Ah e foi bom vires aqi com uma ideia de "Ah e tal é gira mas..." e dpois ficares cativada porque como escritora é muito bom ver que de alguma maneira consiguh "tocar" as pessoas com as minhas palavras e conseguir com que queiram mais
E tal como tu se metam a sonhar com o que podera ser eheh
Posso desde já dizer que estou acabar o capitulo e que sera postado ainda hoje
* mim recebe as vibrações da *Carillon* e fica inspirada para escrever mais*
Bju*
Catte obrigado por teres vindo
Fico mesmo muito feliz por de alguma maneira as minhas palavras terem conseguido prender-te a minha historia e fazer-te ansiar por mais
Espero que sempre que possas continues a vir aqi e a deixar a tua opinão!
Selma Obrigado por as tuas palavras e prometo postar muito brevemente
*Carillon* Maninha nova de mim
.o: Estas boa?
Oh espero que sim apesar de este frio dar cabo das cruzes e é preciso ser-se mesmo muito corajosa para sair da caminha eheh
Epah este teu comentario deixou mesmo muito feliz, a serio!
Ah e foi bom vires aqi com uma ideia de "Ah e tal é gira mas..." e dpois ficares cativada porque como escritora é muito bom ver que de alguma maneira consiguh "tocar" as pessoas com as minhas palavras e conseguir com que queiram mais
E tal como tu se metam a sonhar com o que podera ser ehehPosso desde já dizer que estou acabar o capitulo e que sera postado ainda hoje
* mim recebe as vibrações da *Carillon* e fica inspirada para escrever mais*
Bju*
Capitulo 2 - Continuação
Caminhou pela rua com um sorriso estampado na cara, a sua felicidade era enorme que quase não cabia dentro do peito.
Estava atrasada mas pelo menos iria e mostraria o quanto valia, parou e olhou o céu, ficou deslumbrada com o brilho das estrelas e a luz da lua “ um bom pressagio”, pensou.
Ao longe o relógio da Igreja batia as dez badaladas, o que fez com que parasse de sonhar acordada e voltasse ao seu curso, chegou a casa de Mary pouco depois.
Quando Dawn entrou a festa estava no seu auge, a casa estava abarrotar, havia rapazes e raparigas do primeiro e segundo ano, as conversas eram abafadas pela música que saia da aparelhagem mexida e actual, bebidas andavam de um lado para o outro.
O sonho de comer algo foi por agua abaixo quando reparou que não havia comida alguma então partiu em busca de Mary, tentando não ser esmagada no processo por todas aquelas pessoas mas a sua busca foi em vão porque não a encontrou pelo menos não no primeiro andar onde a festa decorria.
“Talvez ainda esteja no seu quarto!”, quando se dirigia para as escadas foi parada por uma rapariga ruiva e cheia de sardas para ser ouvida puxou o braço de Dawn e com a sua estridente voz gritou ao ouvido desta.
- Olá Dawn! Não sabia que vinhas, a Mary disse-nos que não vinhas eu até achei estranho vocês são unha e carne.
Dawn ergueu a sobrancelha.
- Olá Beth! Disse-nos? A quem?
- Oh a todos! Bem não a todos porque tu não conheces todos os que estão aqui mas a mim e ao resto do pessoal. Ah e também a aquele rapaz do segundo ano acho que ele é capitão da equipa de futebol.
“Aindan!”
-Onde ela esta?
- A Mary? Foi lá acima. Olha porque não esperas aqui um pouco e eu vou lá chama-la? Ou então porque não esperas que ela desça?
-Claro, eu fico a espera que ela desça.
- Eu vou buscar algo para beber. Queres?
-Sim traz-me qualquer coisa
Dawn viu-a afastar-se, estranhou atitude de Beth afinal elas não eram muito amigas alias eram mais do tipo conhecidas, porque haveria ela de querer mantê-la ali em baixo? E Mary porque haveria de dizer que ela não ia? Afinal Dawn tinha dito que ia e só estava um pouco, muito atrasada mas mesmo assim…
Tudo aquilo era muito estranho, fazendo da altura sua aliada percorreu a enorme sala a procura de Aindan, não o viu, talvez estivesse noutro lugar.
Decidiu, antes que Beth voltasse, subir ao andar de cima e ir ter com Mary.
Subiu as escadas em caracol que levavam ao segundo piso, existiam pelo menos quatro quartos e uma casa de banho, quando passou por esta reparou que uma rapariga do segundo ano já tinha bebido de mais, pois estava debruçada sobre a pia e a emitir ruídos pouco elegantes e a rodeá-la estavam duas raparigas, provavelmente amigas que quando sentiram que Dawn olhava para elas murmuraram algo e fecharam a porta com força, o ficando o corredor em silencio.
Encolheu os ombros e percorreu o corredor até ao fim, passando pelas paredes pintadas de cor bege e elegantemente decoradas com quadros de paisagens escocesas.
A porta de Mary estava entreaberta, Dawn ponderou se devia ou não bater
à porta mas depois achou que era uma parvoíce, elas eram amigas e raramente batiam à porta uma da outra porque haveria agora de começar?
Quando abriu a porta o quarto, este estava as escuras mas mesmo assim sabia que as paredes estavam pintadas de um rosa muito claro, que do seu lado esquerdo estava a escrivaninha com um computador último modelo, que no centro do quarto estava a enorme cama de dossel e de frente para esta um enorme guarda roupa, que a janela dava para a rua. O quarto de Mary era praticamente igual ao seu, mudando apenas algumas coisas e a principal era o facto que no quarto de Dawn ou melhor dizendo na cama de Dawn não estava um rapaz seminu e por cima deste não estava a sua melhor amiga a beija-lo de uma forma avassaladora. Quando a luz da lua iluminou o rosto Dawn reprimiu um grito, ali deitado na cama com a sua melhor amiga estava o rapaz por quem Dawn nutria sentimentos, estava Aindan.
Ficou ali especada a observar as mãos dele a subirem pelas costas dela enquanto as mãos dela percorriam o corpo dele, sedentos de tocarem mais um no outro, da carne tocar na carne.
Então pararam para tomar o folgo e reparam nela, ficaram um segundo a olhar uns para o outros e no segundo a seguir Mary e Aindan falavam ao mesmo tempo, sentindo os olhos a ficarem cheios de lágrimas Dawn saiu a correr deixando-os para trás.
Saiu a correr daquela casa quando chegou a rua deixou as lágrimas caírem enquanto sentia que por dentro o seu coração parecia partir-se em mil bocados.
Corria sem rumo e sem se importar onde ia apenas queria sair dali, queria esquecer o que vira, como podia ela a sua melhor amiga trai-la de uma forma tão cruel? Como? E porque havia ela criado uma ilusão tão doce acerca dele? Mary tinha razão não era nada de mais.
As lágrimas cegavam-na e a dor magoava de maneiras impossíveis de descrever, na sua mente aquela imagem persistia a repetir-se vezes sem conta, por isso não tenha visto o carro até ser tarde de mais.
Os travões fizeram gravilha saltar, o som chamou atenção das pessoas que aquela hora da noite passeavam na Market Street, as suas mãos tremulas estavam pousadas no capo do carro que ficara a milímetros da suas pernas, a sua respiração saia ofegante pelo esforço de correr quando levantou a cabeça viu as pessoas que se amontoavam para ver o que se passava sentiu no braço a mão do condutor e mas as palavras não faziam sentido algum porque o olhar de Dawn estava noutro sitio.
Ali no meio da multidão estava aquele que assombrava há anos os seus sonhos, apesar do capuz que cobria a sua face, ela sabia quem ele era, então ele virou-se e sem pensar Dawn correu atrás dele.
OH MY GOD!!!!
Eu nao disse?????
Aquela amiga é uma cobra!
Uma trapaçeira!
Uma judas!!!!:zangado:
Vingançaaaaaaaa!!!!! LOOOOOOL Ela vai ter de levar com algo em cima...
ou entao não ha justiça neste mundo!!
E agora apareçe uma nova personagem..... É so surpresas....
Cntinua.... a curiosidade é mta....
.o:
.o:
Eu nao disse?????
Aquela amiga é uma cobra!
Uma trapaçeira!
Uma judas!!!!:zangado: Vingançaaaaaaaa!!!!! LOOOOOOL Ela vai ter de levar com algo em cima...
ou entao não ha justiça neste mundo!!
E agora apareçe uma nova personagem..... É so surpresas....
Cntinua.... a curiosidade é mta....
.o:
.o:
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
loool
*carillon ri-se com reacção de kitty
Kal nova personagem??? Aquela personagem surreal já apareceu antes (agora anda é de capuz, deve ser do frio que está, afecta todos lool) :xd2:
Está muit bom maninha, mas realmente pareces saramago, engoles tudo o que é pontos e virgulas!!!:
':
Não tenho muito tempo pa comentar, mas estou a gostar bastante!! Tenta descrever mais a acção como fizes-te no prologo, porque enriqueces ainda mais a narrativa!!
Estou a dizê-lo porque sei que o consegues fazer muito bem e melhor!!!
Continua, quero saber o que vem a seguir*****
*carillon ri-se com reacção de kitty
Kal nova personagem??? Aquela personagem surreal já apareceu antes (agora anda é de capuz, deve ser do frio que está, afecta todos lool) :xd2:
Está muit bom maninha, mas realmente pareces saramago, engoles tudo o que é pontos e virgulas!!!:
':Não tenho muito tempo pa comentar, mas estou a gostar bastante!! Tenta descrever mais a acção como fizes-te no prologo, porque enriqueces ainda mais a narrativa!!
Estou a dizê-lo porque sei que o consegues fazer muito bem e melhor!!!
Continua, quero saber o que vem a seguir*****
Tens de entrar para responderes neste tópico.

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