Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

O combate final de Sailor Moon: saga das Artes (novo cap!)

#681
*ansiosa por mais*


ataooooooooo, como e k isso ta a correr?



The Forgotten Sailors 2-> 11ºCapitulo
Sailor Moon:The Crystal Desire->Epilogo (completo)
Amor sobre o Gelo->20ºCapitulo
Chance of a Lifetime-> 2ºCapitulo
#682
Bem, o primeiro grupo está ao encargo da Kasei e o segundo ao meu! =)
Como ja devem ter visto na sala check in/check out, a Kasei n está mt bem d saúde, e por isso poderá demorar a escrever o capítulo! Por isso só temos k lhe dar força e apoio! Quando ela escrever será postado aqui sem demoras! =)
Embaracoso



Fanfic com Kasei (clica na imagem! =D):


Dos confins do Universo chega a navegante do infinito para salvar as guerreiras navegantes da destruição. O seu nome: Sailor Universe
#683
Pois eu nao sabia disso da Kasei.

FORÇA KASEI! Smile
Nos esperamos!!!



The Forgotten Sailors 2-> 11ºCapitulo
Sailor Moon:The Crystal Desire->Epilogo (completo)
Amor sobre o Gelo->20ºCapitulo
Chance of a Lifetime-> 2ºCapitulo
#684
Então... como é k vai isso? N nos vão deixar aki à espera, pois n? SadSad *mim chorar*

Lool! Bem, k tal vai isso? Ainda falta muito? Se faltar nós esperamos, tb n temos outro remédio... Mas demorem o tempo k for preciso, para ficarem bons, para escreverem, para tudo, n se sintam pressionados!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#685
Bem, A Kasei diz k se atrasou um pouco mas k está a organizar tudo para k a história n fique "tosca". N desesperem! N deverá faltar muito! =)
E obrigado _S.E.A_ por teres vindo cá! Significa k há alguém k não se esqueceu de nós! =)



Fanfic com Kasei (clica na imagem! =D):


Dos confins do Universo chega a navegante do infinito para salvar as guerreiras navegantes da destruição. O seu nome: Sailor Universe
#687
K bom Black! Very Happy Pois... é melhor k n fique tosca, senão... mas eu duvido k algum de vcs conseguisse fazer uma coisa tosca XD
Claro k n me esqueci de vcs!! Acham k eu m eskecia?? Razz

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#688
Bem... Cada vez mais há menos gente a ler esta fic... Daí eu ficar contente por se lembrarem de nós! =)



Fanfic com Kasei (clica na imagem! =D):


Dos confins do Universo chega a navegante do infinito para salvar as guerreiras navegantes da destruição. O seu nome: Sailor Universe
#689
Enaaaa!!! O black tem razão, é bom n se esquecerem de nós! (sim, é verdade, notamos cada vez menos comentários... n vos censuro, realmente temos demorado, as coisas n vão mt bem...)

Bom, tenho metade do capítulo escrito, outra metade "alinhavada" na cabeça. É como disse o black, n quero fazer uma porcaria qq... Estou a ver e rever tudo pra ficar bom...

Desta semana n passa, fica prometido! Terão novidades!

#690
eu continuo-vos fiel :jupimgood:

e estou ansiosa pelo proximo cap...mas, take your time kaseizinha! n t apresses... tenho a certeza q vai ser fenomenal!!!!!

I never got my letter to Hogwarts...so I'm moving to Forks to live with the Cullens.xD
#691
Eu tambem vos continuo fiel, e fico ansiosamente a espera de um capitulo.



The Forgotten Sailors 2-> 11ºCapitulo
Sailor Moon:The Crystal Desire->Epilogo (completo)
Amor sobre o Gelo->20ºCapitulo
Chance of a Lifetime-> 2ºCapitulo
#692
Fiel? Eu?? Claro k sim! Tou aki de guarda ao posto!
Kasei se n passa desta semana... Podia ser amanhã?? Era tão bom ter um presentinho de anos Very HappyD *faz cara de cachorrinho abandonado*.
Bem, logo se vê, desde k fique bom leva o tempo que precisares!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#693
Eu tou a esforçar-me pra isso! Desculpem mais uma vez a demora, tou a pôr os acontecimentos q imaginei em ordem, e cheguei a uma parte difícil... Desiludido

Tou a tentar acabar pra amanhã, sim, mas depois já sabem, tenho q conferenciar com o black, pra saber se ele concorda! Wink

#694
Ok! Leva o tempo k precisares eu n me importo de receber uma prenda de anos atrasada! XD Very Happy

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#695
Benhe... A minha parte já tá! Acabei ontem. Passei ao black, mas pelo nick dele no messenger acho q ele n tá cá hoje... Por isso, temos mm q esperar...

Obrigado por continuarem a ler!

#696
Bem, o capítulo vai ser postado daqui a pouco. Peço desculpa pelo double post, mas preciso de deixar umas notas antes de lerem.

A Ilha da Páscoa, pra quem eventualmente n conheça, existe mesmo. Moais são as enormes esculturas de pedra com figuras de cabeças que nela se encontram, e q tornaram a ilha célebre. Hanga Roa é o nome da vila mais povoada da ilha, eventualmente a única.

Tudo o resto é ficção. Não faço ideia se existem hotéis e quantos, como são as estradas ou se alugam carros por lá. Nem tão pouco se existem voos da Europa pra lá. A pesquisa q fiz foi a estritamente necessária pra fazer algumas referências acertadas ao lugar.

Dito isto... espero q gostem!

#697
E depois das notas da Kasei cá vai a primeira parte do capítulo escrito por ela! =D



Capítulo 18: Ilha de
Páscoa, parte 1





Sentia-se observada. Enquanto fixava os olhos num livro em
que não conseguia concentrar-se, Catherine sentia os olhos de Mamoru e
Alexander fixos nela. Fazia um esforço para disfarçar e não olhar para eles
também, não queria criar situações constrangedoras.


Já deveria estar habituada, pensou.


~~~~~~~~


Abriu os olhos. E viu as outras guerreiras abrirem-nos também. Já o
sabia antes de as olhar nos olhos, mas teve a confirmação. Todas sentiam o
mesmo. Todas compreenderam que uma mesma energia as preenchia, criando uma
ligação inquebrável. Todas tinham a mesma expressão no olhar enquanto olhavam
para as outras. A de uma profunda compreensão mútua, como se a partir de agora
pudessem sentir-se umas às outras. Observavam as outras e também a si mesmas,
vendo os seus fatos, agora semelhantes ao de Sailor Moon, que se mantinha igual
mas com faixas prateadas na saia.



- Agora podemos ir tratar de assuntos sérios – disse Sailor Sun com um
sorriso, e vendo os sorrisos das outras guerreiras como resposta.



- Boa sorte, guerreiras. Confio em vocês, mais uma vez. – disse o
holograma de Queen Serenity.



- Rainha… - interpelou-a Sailor Mercury – como sabemos que os
fragmentos ainda se encontram nesses locais, depois de todo este tempo?



A rainha olhou para ela com um sorriso terno, um toque de orgulho no
seu olhar. Sempre fora a mais inteligente e perspicaz do grupo, Sailor Mercury.



- Os fragmentos estão protegidos por um poderoso encantamento. Só se
revelam a quem já teve acesso à imagem deste localizador. Assim, só pode
encontrá-lo quem estiver a trabalhar em conjunto com o príncipe Endymion. É a
forma de garantir que só são usados para atingir bons fins.



- E como saberemos onde os encontrar?... – acrescentou Chibiusa.


- Quanto a isso, guerreiras… Confio que conseguirão descobrir quando
chegar o momento. Não vos posso ajudar.



~~~~~~~~~~~


Sim, já se
deveria ter habituado. Desde que se juntara àquela batalha que sentia os
olhares de curiosidade em si, e nem poderia ser de outra forma, de tal forma
espesso era o véu de mistério que colocara à sua volta. Sempre meias verdades,
sempre histórias meio contadas. Habituada a lutar sozinha e sem se fazer notar,
acompanhando de perto as outras guerreiras desde que não passavam de
adolescentes assustadas com os novos poderes descobertos, e até as auxiliando
sem que elas nem o sonhassem, tinha de se habituar a esta nova condição de
parte de um grupo. Mas agora era diferente, o grupo já não era de 16, mas
apenas 3, e sentia por isso os outros muito mais perto. E as suas interrogações
silenciosas pareciam muito mais pesadas. Principalmente de Mamoru.


- Porque
não me dizes o que estás a pensar? – perguntou sem levantar os olhos. Mamoru,
que se sentava no avião ao lado de Catherine, percebeu que a pergunta era para
si.


- Não é a
primeira vez que enfrentamos um inimigo que nos coloca em sérias dificuldades…
Porque é que só agora te decidiste a ajudar-nos? – perguntou, tentando não
colocar na frase demasiada agressividade que, de resto, não sentia.


- Quem disse
que é a primeira vez? – Desta vez, ao terminar a frase, Catherine olhou para
ele, percebendo a surpresa que resultou da sua resposta. Tal como os outros,
ele nem sonhava.


- Que
queres dizer?... – perguntou novamente, sem saber se o deveria ter feito. Catherine
respondia frequentemente com frases curtas que encerravam a questão sem
exactamente a esclarecer. Era óbvio que tinha algo a esconder. Embora, por
alguma razão, isso não o fizesse desconfiar dela.


- Já vos
ajudei outras vezes. Acompanhei o vosso percurso desde o início, desde a época
em que não tinhas ideia do porquê das tuas incursões nocturnas como Tuxedo
Kamen para auxiliar guerreiras que nem conhecias. Desde que as guerreiras não
passavam de adolescentes, sem nenhuma experiência de batalha.


Fez uma
pequena pausa, pesando as palavras, pensando no que podia dizer. Olhou para
cima, recordando uma cena passada há alguns anos, que a eles parecia uma
eternidade, de tanto que haviam atravessado desde aí.


- Depois de
despertar do coma e de recuperar o Cristal do Sistema Solar, sepultado no Pólo
Norte desde o fim da batalha contra Metallia no Milénio Prateado, e de começar
a dominar os meus poderes, não foi difícil sentir a vossa energia. Percebi
assim que vocês descobriram os vossos poderes, quando ainda mal os sabiam usar.
Foi nessa altura que viajei para o Japão. – Olhou novamente para ele. – Não
pensaste que era sempre graças a ti que a Sailor Moon se safava das situações
em que se metia, pois não? – Perguntou, forçando-se a um sorriso enquanto se relembrava
das várias vezes em que estiveram tão longe mas tão perto, às vezes
arriscando-se a si própria para as ajudar, sempre na sombra.


Enquanto
Mamoru, de semblante carregado, deglutia toda aquela informação, também a mente
de Catherine continuava perdida por essa época. Lembrou a batalha final no Pólo
Norte, a morte das guerreiras e de Mamoru, do desespero e força final de Usagi.
De como quase tudo estivera perdido. Pela
segunda vez poderia ter evitado tudo
, pensou. O que pensariam de mim se o soubessem?


A amargura
que lhe assomou ao rosto não passou despercebida a Alexander, que os observava em silêncio. Talvez
por também ser um novo elemento do grupo, não partilhava com as guerreiras a
desconfiança em relação a ela. Pelo contrário, sentia até um pouco de
compaixão. Algo nela lhe fazia lembrar Cathy na sua época mais negra, quando
tomou sobre os seus ombros o peso da morte dos pais, embora nada pudesse ter
feito para o evitar. Uma qualquer culpa antiga que carregava, e que lhe
assomava ao rosto na forma da profunda amargura que mostrava naquele momento.
Também para ele era óbvio que havia algo que ela não contava. Mas, de alguma
forma, entendia que deveria haver uma forte razão para tal. A sua experiência
como guardião de Cathy tinha-lhe permitido desenvolver um sexto sentido sobre
as pessoas que lhe fazia neste caso adivinhar que ela não era perigosa, e que
as suas intenções eram boas.


Tinha
seguido a conversa desde o início. Também ele tinha muitas questões sobre
Catherine. Neste ponto decidiu intervir.


- Mas se
acompanhaste as guerreiras desde o início… - disse, pondo de parte a questão de
ela se ter mantido sempre oculta. O facto parecia lembrar-lhe algo que lhe
trazia grande dor, e não queria levantá-lo de novo. – Pareces ser muito
poderosa. Aliás, ontem mostraste que o és de facto. Porque é que os outros não
sentiram a tua energia, tal como sentiste a deles?


Catherine
sorriu. Questão perspicaz, digna de um guerreiro experiente. Lembrou-se do
treino e do esforço que lhe exigiu desenvolver essa capacidade.


- Embora
vocês ainda não o tenham visto, eu posso controlar campos magnéticos. Um poder
indispensável quando se detém o poder de um astro com campos tão fortes como o
sol. Com um pouco de trabalho – reprimiu um sorriso. “Um pouco de trabalho” era,
no mínimo, um eufemismo. – consegui controlar campos à minha volta para conter
a minha energia. Por isso nem Sailor Mars me conseguiu detectar.


Faz
sentido, pensou Alexander. Também por isso a sua energia não era detectada em
Elysion, um reino de olhos sempre postos na Terra, a guardá-la.





A viagem
foi longa. À parte uma ou outra conversa de ocasião, foram silenciosos o resto
do caminho. Tinham já antes feito escala na Europa, visto não haver voos de
Mali para a Ilha da Páscoa, e encontravam-se num voo de umas longas 15 horas.
Aos poucos o cansaço causados pelas várias viagens, batalhas, pouco sono e
diferentes fusos horários foi-se sobrepondo ao estado de alerta pelo perigo, e
Mamoru e Alexander adormeceram. Acordaram algumas horas depois com o sol a bater-lhes
na face, sentindo no corpo o desconforto de terem dormido sentados. O que eu não daria por 24 horas a descansar
no meu apartamento, na minha cama
, pensou Mamoru, ainda de olhos fechados,
ofuscado pela claridade. O seu apartamento. Essa realidade pareceu-lhe tão
distante que poderia ter sido noutra vida. Bom…
pelo menos estou a lutar pelo meu mundo,
pensou então, lembrando-se de
Cathy e Alexander, que tinham deixado o seu planeta, aquele planeta paralelo
que velava pela Terra, para protegerem um mundo que não era o seu. Perguntou-se
se o destino de Hélios poderia ter sido diferente, caso os dois guerreiros lá
estivessem, e sentiu uma ponta de culpa.


Conseguindo
finalmente abrir os olhos, olhou para a janela tentando descortinar se já se
encontravam sobre terra ou ainda sobrevoavam o oceano. Reparou então em
Catherine, que continuava na mesma posição, ainda a ler o livro. Parecia um
pouco cansada, mas serena.


- Não
dormes? – perguntou-lhe.


- Não
consegui – respondeu, olhando para ele. – Não te preocupes, estou bem. –
acrescentou, sorrindo.


Mamoru
ficou a olhá-la mais uns segundos, sendo interrompido pela chegada das bandejas
do pequeno-almoço. Ou de uma qualquer mistela que era suposto sê-lo. Os três
suspiraram e entreolharam-se; nem era preciso falar, todos desejavam o mesmo:
uma boa e quente refeição, algo que escasseava nos últimos dias, tantas eram as
viagens.


A meio do
dia chegaram finalmente. Ao porem os pés no chão, depois de descerem do avião,
esticaram-se com gosto, inspirando o ar deliciosamente húmido, depois de
estarem horas a fio sujeitos ao ar condicionado e à pressurização do avião.


- Agora,
com um bom banho, uma refeição quente e uma cama, era um homem quase feliz –
diz Alexander em tom de desabafo. Mamoru e Catherine olharam-no surpreendidos.
Não esperavam de Alexander, sempre tão sério, uma deixa daquelas, digna de
Usagi ou Chibiusa. Acabaram por rir, num misto de compreensão e sincero
divertimento, e Alexander juntou-se a eles.


Pediram um
táxi que os levasse a um hotel médio na cidade de Hanga Roa, que era
praticamente a única zona habitada, onde puderam finalmente satisfazer a
vontade de um banho e comida decente. Mal tinham acabado de comer, Catherine
levanta-se.


- Vamos a
isto? – diz com ar decidido. Mamoru e Alexander olharam-na surpreendidos.
Estavam exaustos, não poderiam dormir umas horas antes?...


- Quanto
mais cedo resolvermos isto, melhor – respondeu ela à pergunta que adivinhava
que lhes ia na cabeça. – Lembrem-se que estamos em contra-relógio.


- O cansaço
diminui os nossos reflexos, entorpece os sentidos – argumentou Alexander, ao
que Mamoru acena positivamente. – Deveríamos descansar um pouco, se for
necessário combater, não estamos em condições.


- Não –
retorquiu Catherine peremptoriamente – não podemos descansar. Cada minuto
conta. E quanto mais nos demorarmos, mais tempo os servos de Metallia terão
para nos encontrar, e mais provavelmente será necessário combater.


Os dois
olharam-na. Tinha razão, pensaram. E repararam também no ar cansado que ela
tinha. Estava visivelmente em pior estado do que eles, o que os fez sentir que
não tinham razão em
queixar-se. Acederam então. Ainda tinham algumas horas até ao
pôr-do-sol, não havia porque não aproveitar para começar a investigar.


- Muito bem
então – acedeu Alexander – e por onde começamos, alguma ideia? – perguntou
enquanto se levantava também, no que foi seguido por Mamoru.


- Bom, acho
que se procurarmos um objecto misterioso, o mais óbvio é começar por um lugar
misterioso, não? – respondeu prontamente. – Vamos à encosta dos Moais, as
misteriosas esculturas da ilha da Páscoa.


Sim, era o
mais natural, concordaram em
pensamento. Na verdade era uma ideia tão boa como qualquer
outra, mas tinham que começar por algum lado.


Dirigiram-se
à recepção do hotel, para pedir informações sobre meios de transporte para a
zona dos Moais. Sendo qualquer um deles fluente em inglês, não tiveram
problemas em comunicar com a recepcionista. Esta, porém, recebeu a pergunta com
uma expressão surpreendida.


- Os Moais?
– perguntou, arqueando as sobrancelhas. – Nesta época do ano?


Foi a vez
de Catherine, Mamoru e Alexander se surpreenderem.


- Qual é o
problema? – perguntou Catherine?


- Bem, a
qualquer momento pode cair uma tempestade, e como devem ter visto nos postais,
não há muito onde se abrigarem…


Os três
entreolharam-se. Não estavam, de facto, à espera deste obstáculo para complicar
ainda mais as coisas. Não são uns pingos
de água que me vão atrasar
, pensou Catherine, e antes que os outros
tivessem oportunidade de a tentar demover novamente, voltou à carga.


- Não
importa – retornou para a recepcionista. – Temos mesmo muita vontade de ver,
mal podemos esperar, não queremos adiar para amanhã – acrescentou com um
sorriso, quando verificou que a recepcionista principiava a ficar desconfiada com
a insistência.


- Lamento,
– respondeu num tom educado – mas nesta época do ano há poucos transportes
devido ao reduzido número de turistas. E a estas horas já não vão encontrar
nenhum. Mesmo os táxis se recusam a ir tão longe ao fim do dia, de tão imprevisíveis
são as condições meteorológicas.


Mamoru e
Alexander entreolharam-se, Catherine olhou para o mapa da ilha afixado na
parede atrás da recepcionista, soltando um suspiro. Era demasiado longe para ir
a pé, sem dúvida, levariam horas e chegariam já de noite. Bolas, pensou, se só o
transporte é tão difícil, nem quero imaginar o que teremos de passar para nos
apossarmos do fragmento…



- E
rent-a-car? – perguntou de repente, com a expressão de quem tinha encontrado a
sua salvação.


A
recepcionista voltou à sua expressão desconfiada. Estranhos turistas aqueles,
pensou, dispostos a apanhar uma tempestade e possivelmente ficarem presos toda
a noite, só para não adiar a visita até à manhã seguinte. Olhou uns segundos
para Catherine sem responder. Bem…,
pensou por fim, estamos na época baixa,
os clientes são poucos, e um hotel pequeno como este não pode dar-se ao luxo de
ficar com a marca de clientes descontentes. O melhor é aceder ao pedido.



- Com
certeza – respondeu por fim, voltando a abrir um sorriso educado. – Tem
preferência no modelo?



Fanfic com Kasei (clica na imagem! =D):


Dos confins do Universo chega a navegante do infinito para salvar as guerreiras navegantes da destruição. O seu nome: Sailor Universe
#698
Mamoru seguia ao volante do utilitário que acabavam de
alugar, com Alexander ao lado e Catherine atrás.


- Caramba,
isso é que foi insistência! – disse ele, agora que se encontravam novamente os
três a sós.


- Realmente…
Chegou a levantar suspeitas, tenho a certeza… Com tantas dificuldades, porque
não começámos a procurar noutro lugar? – acrescentou Alexander.


- Ora essa,
e onde é que vocês esperam encontrar o fragmento? Num salão de chá, à vossa
espera? – disse ironicamente, num tom de voz que denotava um pouco de
irritação, e que eles atribuíram ao cansaço. – É uma peça com uma enorme carga
de misticismo. É natural que esteja num lugar de grande simbolismo. Quem sabe,
essas grandes esculturas até podem ter surgido ali por causa da presença do
fragmento. Deu uma espécie de inspiração aos habitantes para as fazerem, sei lá
– explicou, em jeito de justificação.


- Bem… Esse
raciocínio foi digno da Ami! – respondeu Mamoru, enquanto reconhecia para si
mesmo que, de facto, fazia todo o sentido. Aquele objecto estava ali há
milénios. Quem sabe que influência teria tido naquele lugar?


- Obrigada
– disse Catherine, reconhecendo o elogio, enquanto olhava pela janela,
apreciando a paisagem e procurando combater o cansaço. – Ainda faltará muito? –
perguntou.


- Pelo mapa
parece que não, mas as estradas não estão nas melhores condições, se formos
mais depressa ainda nos arriscamos a rebentar um pneu – respondeu Alexander,
que olhava alternadamente para o mapa e para a estrada à sua frente, procurando
pontos de referência naquela ilha quase deserta.


De facto,
passado cerca de meia hora, começaram a avistar as enormes esculturas. Pararam
o carro à distância de uma ou dias centenas de metros dos primeiros Moais,
visto que ali acabava a estrada. Saíram com o coração acelerado. Por uma
qualquer razão, ao chegarem ali, os três tiveram a súbita certeza de que não
havia erro, tinha de ser aquele o lugar. E isso, os três sabiam, queria também
dizer que, inevitavelmente, estavam em perigo.


- É melhor
transformarmo-nos. A partir daqui o perigo é eminente. – Afirmou Catherine com
expressão séria, olhando para as esculturas que tinham à frente, e para as
negras nuvens que começavam a formar-se no céu, fazendo adivinhar que uma forte
tempestade se aproximava.


Mamoru e
Alexander anuíram, também eles de olhos fixos nos enormes Moais.


- Sun Star Bright Power! – exclamou. Mamoru
e Alexander foram envolvidos numa luz, aparecendo o primeiro no seu smoking, e
o segundo numa brilhante armadura. Em segundos, também Catherine era Sailor
Sun, no seu fato branco e dourado.


- Vamos! – exclamou Tuxedo Kamen,
e os três começaram a correr na direcção dos Moais.


Pouco depois, Tuxedo Kamen e
Alexander abrandavam, começando a caminhar entre os gigantes de pedra,
procurando qualquer sinal que pudesse indicar a presença do fragmento, embora
nenhum deles tivesse a menor ideia do que o sinal pudesse ser, ao mesmo tempo
que mantinham os sentidos alerta para qualquer perigo. Levou alguns segundos
até que percebessem que Sailor Sun tinha ficado para trás.


Um doloroso gemido fez com que os
dois se voltassem. Sailor Sun tinha-os finalmente alcançado, mas já não corria.
Caminhava um pouco dobrada sobre si mesma, com uma mão sobre o peito, como
tentando acalmar uma dor. Quando chegou perto deles caiu sobre os joelhos…



Fanfic com Kasei (clica na imagem! =D):


Dos confins do Universo chega a navegante do infinito para salvar as guerreiras navegantes da destruição. O seu nome: Sailor Universe
#699
:O
Nao acredito que acabaram assim o capitulo. E mau demais. :O

O que lhe aconteceu? Oh por favor agora fiquei ruida de curiosidade.

Ohhh, o meu Alexander tem direito a descanso coitadinho. Surprised.o:

Hmmm....a Catherine insistiu e conseguiu. Matreiro Poça...Matreiro

Capitulo fantastico, maravilhoso, sem duvida espantoso. Surprised.o:



The Forgotten Sailors 2-> 11ºCapitulo
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Amor sobre o Gelo->20ºCapitulo
Chance of a Lifetime-> 2ºCapitulo
#700
que giro Surprised.o:
mete mais, metes, isto está interesante

mas Sailor Sun Desiludido

quem é?
PORQUE JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!!!

Tens de entrar para responderes neste tópico.

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