Harry Potter e o Último dos Riddle
MoonSerenidade escreveu:Arigatou gozaimasu!
porque parei? bem a imaginação foi-se e o tempo começou a ser pouco para escrever
também não sei onde fui buscar tantas traições, sou completamente contra isso, mas gosto de complicar XD
pode ser que volte a escrever um dia destes, o que começo gosto de acabar, pode é levar um tempinho
Obrigado por teres lido Tinoco
Dou Itashimashite

Awn pah, mas a imaginaçao volta, e só tu quereres *-* E o tempo, sempre se arranja filhota

Mas ri-me bue com as traiçoes. A suposta traiçao da Ginny e depois a retribuição do Harry, embora, e na minha opiniao, a Hermione tenha sido um bocado... parva mas ta-se XD Enfim

Tens todo o meu apoio na continuaçao *-*
Se recomeçares a escrever, eu estarei ca para ler depois *-*
Nao tens de agradecer, eu disse que vinha ler, bastava arranjar um tempinho
(e que no meio de tantas, e dificil pegar uma e ler
)
さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Tinoco escreveu:Ah... a "suposta traição" da Ginny... mas eu essa sei bem onde vai parar... Se a Hermione foi parva, o Harry vai ter um ataque XDMoonSerenidade escreveu:Arigatou gozaimasu!
porque parei? bem a imaginação foi-se e o tempo começou a ser pouco para escrever
também não sei onde fui buscar tantas traições, sou completamente contra isso, mas gosto de complicar XD
pode ser que volte a escrever um dia destes, o que começo gosto de acabar, pode é levar um tempinho
Obrigado por teres lido Tinoco
Dou Itashimashite
Awn pah, mas a imaginaçao volta, e só tu quereres *-* E o tempo, sempre se arranja filhota
Mas ri-me bue com as traiçoes. A suposta traiçao da Ginny e depois a retribuição do Harry, embora, e na minha opiniao, a Hermione tenha sido um bocado... parva mas ta-se XD Enfim
Tens todo o meu apoio na continuaçao *-*
Se recomeçares a escrever, eu estarei ca para ler depois *-*
Nao tens de agradecer, eu disse que vinha ler, bastava arranjar um tempinho(e que no meio de tantas, e dificil pegar uma e ler
)
bem vou ver o que se arranja que também estou a ficar com saudades de escrever XD

Este capitulo (ou esta parte) é dedicado à Tinoco-chan pois fez-me ter vontade de continuar esta fic.
Ainda não acaba aqui o capitulo. Até lá boa leitura.
Capitulo 7 (Parte 3) – Um Natal Negro
Ainda não acaba aqui o capitulo. Até lá boa leitura.
Capitulo 7 (Parte 3) – Um Natal Negro
Eric ao ouvir as palavras de Ron ofereceu-se para ir deitar a pequena Lili, retirando-se. O ambiente na sala dos Potter estava de cortar a faca. Agora a sós, não se percebia qual dos quatro estava mais arrependido pelo que tinha feito. Hermione continuava a sentir-se culpada por ter julgado o marido sem mais nem menos; Ginny acariciava a barriga, agora de quatro meses, enquanto olhava com os olhos marejados para Harry sendo abraçado pelo irmão. Ron, por sua vez, olhava para a mulher e para o melhor amigo completamente enojado. Aquele que havia sido o seu pior pesadelo em tempos tinha-se realizado. Vendo que nenhum dos três dava sinais de se querer explicar Harry virou costas dirigindo-se em seguida ao móvel onde guardava o álbum de fotografias dos tempos em que os quatro andavam em Hogwarts.
- O que nos aconteceu? – Era apenas um sussurro mas todos o ouviram. – Como chegamos a este ponto? Nem pelas crianças tivemos respeito… - Harry não conseguia continuar a ver a colectânea de fotos que enchiam as páginas do álbum. Sempre que mudava de página e via os rostos alegres que lhe sorriam uma pequena lágrima escorria-lhe pelo rosto. – Foi nisto que nos tornámos ao fim de todos estes anos?
Nenhum dos restantes tinha palavras para responder a tudo aquilo. Todos se lembravam do começo das suas amizades, das aventuras que partilharam, dos bons e dos maus momentos. Como tinham chegado aquele ponto? Desconfiança, vingança, preocupação. Tudo aquilo tinha começado quando aparecera Riddle, ou quase tudo…
- Harry?... – Ginny soltara-se do abraço do irmão e dirigia-se ao marido. Nos seus olhos, uma pequena lágrima teimava-lhe em sair. – Eu sei que não acreditas mas eu não te trai! – Como que em um desabafo, as lágrimas saltaram-lhe dos olhos. A única pessoa que tinha ouvido todo o seu desabafo fora Eric num dia de Outubro.
[Flashback]
As folhas caíam das árvores do quintal dos Potter. Ginny e Eric observavam, a partir da varanda, o treino da pequena Lili, enquanto bebiam um chá. Eric já estava à um mês em casa dos Potter e sentia-se bem no seio daquela família, não propriamente feliz mas com uma grande história.
Eric estava envolto nos seus pensamentos quando ouve alguém a chorar. Quando desvia o olhar da sua protegida percebe que é Ginny quem não contém as lágrimas.
- Eu sei que é custoso Ginny, mas vais ver que esta ameaça em breve desaparecerá.
- Eric… - Ginny não aguentava mais. Tudo aquilo que se havia passado tinha-a deixado de rastos. – Eu também estou preocupada com a Lili, mas… - Ela tentava a todo o custo se acalmar mas sem sucesso.
- Precisas de desabafar? Sabes que podes contar comigo para tudo Ginny. Também, é o mínimo que posso fazer depois de toda a vossa hospitalidade.
- Obrigado Eric. – Aquelas palavras pareciam ter deixado Ginny mais calma. Olhou de relance para Harry e deixou escapar mais uma lágrima. – Eu nunca contei isto a ninguém, nem mesmo ao Harry. – Eric percebeu que qualquer que fosse o assunto que deixara Ginny naquele estado não tinha a ver com a sua amada. Qualquer coisa que tivesse a ver com Lili era tratada no momento para não correrem mais riscos. – Sabes a revelação que fiz ao Harry no Departamento de Mistérios? – Eric assentiu. A revelação de que Ginny engravidara de outro pôs um fim ao amor que Harry sentia pela sua mulher. – Eu fui falar com o Dean e ele diz que tal coisa nunca aconteceu entre nós dois, ou pelo menos nada que se lembra-se, e por isso aceitou fazer um teste de paternidade dos Muggles. Mas o teste deu negativo…
- Mas isso é óptimo não é? – Eric não estava a perceber onde Ginny queria chegar. Se o filho não era do Dean só poderia ser de Harry, ou será que não?
- Podia ser mas… Os médicos não sabem como mas o bebé só tem os meus genes. Dizem que é como se não tivesse pai…
Aquela afirmação fez com que Eric tivesse um mau pressentimento. Já tinha ouvido muito acerca dos médicos muggles mas nada que se comparasse aquilo.
- Por muito que eu queira ajudar não sei o que posso fazer Ginny. Uma situação dessas ultrapassa-me de todas as formas. Mas porque não dizes isso ao Harry?
- Depois de tudo o que ele passou e pelo que ele está a passar por causa da filha, acho que não é boa altura para lhe contar isto…
[Fim do Flashback]
Depois de contar tudo isso, os presentes na sala não sabiam como reagir. Hermione levantara os olhos, que estavam fixos no chão desde que Eric abandonara a sala, e exibia uma expressão de incompreensão face ao que ouvira. Ron deixara-se cair no sofá. Nunca imaginara o sofrimento em que a irmã se encontrara durante todos aqueles meses, e nunca se iria perdoar de lhe ter chamado de oferecida quando Harry lhe havia contado de tudo o que se tinha passado no Ministério. Já este último estava imóvel. A notícia de que a criança que Ginny transportava não tinha pai tinha-o deixado perdido. Havia-a traído por se ter sentido assim, mas agora tudo aquilo não fazia sentido. Queria pedir desculpa à mãe dos seus filhos, queria-a abraçar e dizer-lhe que estava tudo bem, porém não estava. Ele tinha sido estúpido e agora estava a pagar pelos seus erros. Abriu a boca mas nenhum som saiu. Voltou a abri-la.
- Eu não te mereço Ginny. Eu fui um parvo. Acabei com o nosso casamento, com o dos meus melhores amigos, e ainda duvidei que me amasses. Desculpa. – A última palavra por ele proferida fez com que Ginny visse de novo o rapaz por quem se tinha apaixonado. Aproximou-se dele, abraçando-o. Harry ficou confuso. Depois de tudo o que lhe tinha feito ela ainda o abraçava?
- Eu sei que não acreditas-te em mim e que me trais-te mas, nem que seja só até este pesadelo acabar, fica comigo. – Harry comoveu-se com o desejo da mulher. Ela podia estar desolada mas ainda assim demonstrava-lhe o quanto gostava dele.
- Claro que fico. Fico por ti, pelos nossos filhos e por nós, meu amor. – O beijo que se seguiu foi único. As lágrimas que escorriam dos olhos dos dois juntavam-se, as suas mãos estavam entrelaçadas e os seus corações batiam no mesmo ritmo. Tinham-se esquecido de Ron e Hermione. Naquele momento tudo tinha desaparecido.
- Ron… - O sussurro de Hermione fora praticamente inaudível mas ele compreendeu. Foram até à cozinha. Esta estava decorada com móveis de madeira de pinho, uma mesa a combinar e todos os electrodomésticos nos seus respectivos lugares. Quem não soubesse que naquela casa viviam feiticeiros nunca iria adivinhar. – Eu sei que nunca vou ter o teu perdão, mas quero que saibas que estou muito arrependida pelo que fiz. Nunca te deveria ter traído e muito menos com o teu melhor amigo. Chateia-te comigo, mas não descarregues em cima do Harry. Tu próprio apontas-te o dedo à tua irmã. O Harry estava frágil por causa da filha, e da maneira como a noticia da gravidez da Ginny o afectou ele nem sequer pensou duas vezes. Já eu sentia-me abandonada e deixei-me levar pelo carinho que tenho por ele. Isto nunca deveria ter acontecido…
O relógio da cozinha marcava duas e meia da manhã. O rosto de Ron estava marcado pelo cansaço, pela preocupação e pelo arrependimento. De algum modo ele também tinha tido a culpa. Não tinha ouvido a irmã quando esta necessitava de apoio e tinha abandonado, ainda que não fosse essa a sua ideia, a família.
- Hermione sabes bem que sempre fui doido por ti. Este golpe custou-me muito. Este sempre foi o meu pior pesadelo e vê-lo transformado em realidade… Nem sei bem descrever a dor que senti, nem que estou a sentir, mas estou disposto a tentar esquecer tudo. Até lá cuida dos miúdos. Vou passar uns tempos a casa do meu pai. Preciso de me afastar.
- Eu compreendo. – Hermione nunca pensou tal resposta do marido. – Obrigado – acrescentou.
- O que nos aconteceu? – Era apenas um sussurro mas todos o ouviram. – Como chegamos a este ponto? Nem pelas crianças tivemos respeito… - Harry não conseguia continuar a ver a colectânea de fotos que enchiam as páginas do álbum. Sempre que mudava de página e via os rostos alegres que lhe sorriam uma pequena lágrima escorria-lhe pelo rosto. – Foi nisto que nos tornámos ao fim de todos estes anos?
Nenhum dos restantes tinha palavras para responder a tudo aquilo. Todos se lembravam do começo das suas amizades, das aventuras que partilharam, dos bons e dos maus momentos. Como tinham chegado aquele ponto? Desconfiança, vingança, preocupação. Tudo aquilo tinha começado quando aparecera Riddle, ou quase tudo…
- Harry?... – Ginny soltara-se do abraço do irmão e dirigia-se ao marido. Nos seus olhos, uma pequena lágrima teimava-lhe em sair. – Eu sei que não acreditas mas eu não te trai! – Como que em um desabafo, as lágrimas saltaram-lhe dos olhos. A única pessoa que tinha ouvido todo o seu desabafo fora Eric num dia de Outubro.
[Flashback]
As folhas caíam das árvores do quintal dos Potter. Ginny e Eric observavam, a partir da varanda, o treino da pequena Lili, enquanto bebiam um chá. Eric já estava à um mês em casa dos Potter e sentia-se bem no seio daquela família, não propriamente feliz mas com uma grande história.
Eric estava envolto nos seus pensamentos quando ouve alguém a chorar. Quando desvia o olhar da sua protegida percebe que é Ginny quem não contém as lágrimas.
- Eu sei que é custoso Ginny, mas vais ver que esta ameaça em breve desaparecerá.
- Eric… - Ginny não aguentava mais. Tudo aquilo que se havia passado tinha-a deixado de rastos. – Eu também estou preocupada com a Lili, mas… - Ela tentava a todo o custo se acalmar mas sem sucesso.
- Precisas de desabafar? Sabes que podes contar comigo para tudo Ginny. Também, é o mínimo que posso fazer depois de toda a vossa hospitalidade.
- Obrigado Eric. – Aquelas palavras pareciam ter deixado Ginny mais calma. Olhou de relance para Harry e deixou escapar mais uma lágrima. – Eu nunca contei isto a ninguém, nem mesmo ao Harry. – Eric percebeu que qualquer que fosse o assunto que deixara Ginny naquele estado não tinha a ver com a sua amada. Qualquer coisa que tivesse a ver com Lili era tratada no momento para não correrem mais riscos. – Sabes a revelação que fiz ao Harry no Departamento de Mistérios? – Eric assentiu. A revelação de que Ginny engravidara de outro pôs um fim ao amor que Harry sentia pela sua mulher. – Eu fui falar com o Dean e ele diz que tal coisa nunca aconteceu entre nós dois, ou pelo menos nada que se lembra-se, e por isso aceitou fazer um teste de paternidade dos Muggles. Mas o teste deu negativo…
- Mas isso é óptimo não é? – Eric não estava a perceber onde Ginny queria chegar. Se o filho não era do Dean só poderia ser de Harry, ou será que não?
- Podia ser mas… Os médicos não sabem como mas o bebé só tem os meus genes. Dizem que é como se não tivesse pai…
Aquela afirmação fez com que Eric tivesse um mau pressentimento. Já tinha ouvido muito acerca dos médicos muggles mas nada que se comparasse aquilo.
- Por muito que eu queira ajudar não sei o que posso fazer Ginny. Uma situação dessas ultrapassa-me de todas as formas. Mas porque não dizes isso ao Harry?
- Depois de tudo o que ele passou e pelo que ele está a passar por causa da filha, acho que não é boa altura para lhe contar isto…
[Fim do Flashback]
Depois de contar tudo isso, os presentes na sala não sabiam como reagir. Hermione levantara os olhos, que estavam fixos no chão desde que Eric abandonara a sala, e exibia uma expressão de incompreensão face ao que ouvira. Ron deixara-se cair no sofá. Nunca imaginara o sofrimento em que a irmã se encontrara durante todos aqueles meses, e nunca se iria perdoar de lhe ter chamado de oferecida quando Harry lhe havia contado de tudo o que se tinha passado no Ministério. Já este último estava imóvel. A notícia de que a criança que Ginny transportava não tinha pai tinha-o deixado perdido. Havia-a traído por se ter sentido assim, mas agora tudo aquilo não fazia sentido. Queria pedir desculpa à mãe dos seus filhos, queria-a abraçar e dizer-lhe que estava tudo bem, porém não estava. Ele tinha sido estúpido e agora estava a pagar pelos seus erros. Abriu a boca mas nenhum som saiu. Voltou a abri-la.
- Eu não te mereço Ginny. Eu fui um parvo. Acabei com o nosso casamento, com o dos meus melhores amigos, e ainda duvidei que me amasses. Desculpa. – A última palavra por ele proferida fez com que Ginny visse de novo o rapaz por quem se tinha apaixonado. Aproximou-se dele, abraçando-o. Harry ficou confuso. Depois de tudo o que lhe tinha feito ela ainda o abraçava?
- Eu sei que não acreditas-te em mim e que me trais-te mas, nem que seja só até este pesadelo acabar, fica comigo. – Harry comoveu-se com o desejo da mulher. Ela podia estar desolada mas ainda assim demonstrava-lhe o quanto gostava dele.
- Claro que fico. Fico por ti, pelos nossos filhos e por nós, meu amor. – O beijo que se seguiu foi único. As lágrimas que escorriam dos olhos dos dois juntavam-se, as suas mãos estavam entrelaçadas e os seus corações batiam no mesmo ritmo. Tinham-se esquecido de Ron e Hermione. Naquele momento tudo tinha desaparecido.
- Ron… - O sussurro de Hermione fora praticamente inaudível mas ele compreendeu. Foram até à cozinha. Esta estava decorada com móveis de madeira de pinho, uma mesa a combinar e todos os electrodomésticos nos seus respectivos lugares. Quem não soubesse que naquela casa viviam feiticeiros nunca iria adivinhar. – Eu sei que nunca vou ter o teu perdão, mas quero que saibas que estou muito arrependida pelo que fiz. Nunca te deveria ter traído e muito menos com o teu melhor amigo. Chateia-te comigo, mas não descarregues em cima do Harry. Tu próprio apontas-te o dedo à tua irmã. O Harry estava frágil por causa da filha, e da maneira como a noticia da gravidez da Ginny o afectou ele nem sequer pensou duas vezes. Já eu sentia-me abandonada e deixei-me levar pelo carinho que tenho por ele. Isto nunca deveria ter acontecido…
O relógio da cozinha marcava duas e meia da manhã. O rosto de Ron estava marcado pelo cansaço, pela preocupação e pelo arrependimento. De algum modo ele também tinha tido a culpa. Não tinha ouvido a irmã quando esta necessitava de apoio e tinha abandonado, ainda que não fosse essa a sua ideia, a família.
- Hermione sabes bem que sempre fui doido por ti. Este golpe custou-me muito. Este sempre foi o meu pior pesadelo e vê-lo transformado em realidade… Nem sei bem descrever a dor que senti, nem que estou a sentir, mas estou disposto a tentar esquecer tudo. Até lá cuida dos miúdos. Vou passar uns tempos a casa do meu pai. Preciso de me afastar.
- Eu compreendo. – Hermione nunca pensou tal resposta do marido. – Obrigado – acrescentou.

Desde já, e um primeiro agradecimento pela dedicatória 
Segundo, nao podia deixar que uma fic de HP ficasse ao abandono *-* Amo Harry Potter *-*
Terceiro: awn pah *-*
Reconciliaçoes *-* Tao lindo *-*
Fiquei derretida *-*
Ai se isto fosse comigo, eu nao perdoava XD
odeio traiçoes, por muito que ame uma pessoa. Nao era capaz de perdoar... Juro que nao era... Mas prontos XD
Eu aceito
XD
Ai Moon-sama *-* Amei o cap *-*
Obrigada por teres continuado, mesmo que seja só por minha causa, sinto-me muito honrada por ter feito com que voltasses a escrever
Quando postas a continuaçao??
Beijocas

Segundo, nao podia deixar que uma fic de HP ficasse ao abandono *-* Amo Harry Potter *-*
Terceiro: awn pah *-*
Reconciliaçoes *-* Tao lindo *-*
Fiquei derretida *-*
MoonSerenidade escreveu:- Ron… - O sussurro de Hermione fora praticamente inaudível mas ele compreendeu. Foram até à cozinha. Esta estava decorada com móveis de madeira de pinho, uma mesa a combinar e todos os electrodomésticos nos seus respectivos lugares. Quem não soubesse que naquela casa viviam feiticeiros nunca iria adivinhar. – Eu sei que nunca vou ter o teu perdão, mas quero que saibas que estou muito arrependida pelo que fiz. Nunca te deveria ter traído e muito menos com o teu melhor amigo. Chateia-te comigo, mas não descarregues em cima do Harry. Tu próprio apontas-te o dedo à tua irmã. O Harry estava frágil por causa da filha, e da maneira como a noticia da gravidez da Ginny o afectou ele nem sequer pensou duas vezes. Já eu sentia-me abandonada e deixei-me levar pelo carinho que tenho por ele. Isto nunca deveria ter acontecido…
O relógio da cozinha marcava duas e meia da manhã. O rosto de Ron estava marcado pelo cansaço, pela preocupação e pelo arrependimento. De algum modo ele também tinha tido a culpa. Não tinha ouvido a irmã quando esta necessitava de apoio e tinha abandonado, ainda que não fosse essa a sua ideia, a família.
- Hermione sabes bem que sempre fui doido por ti. Este golpe custou-me muito. Este sempre foi o meu pior pesadelo e vê-lo transformado em realidade… Nem sei bem descrever a dor que senti, nem que estou a sentir, mas estou disposto a tentar esquecer tudo. Até lá cuida dos miúdos. Vou passar uns tempos a casa do meu pai. Preciso de me afastar.
- Eu compreendo. – Hermione nunca pensou tal resposta do marido. – Obrigado – acrescentou.
Ai se isto fosse comigo, eu nao perdoava XD
odeio traiçoes, por muito que ame uma pessoa. Nao era capaz de perdoar... Juro que nao era... Mas prontos XD
Eu aceito
XD
Ai Moon-sama *-* Amei o cap *-*
Obrigada por teres continuado, mesmo que seja só por minha causa, sinto-me muito honrada por ter feito com que voltasses a escrever

Quando postas a continuaçao??
Beijocas


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Calma ai que ele ainda não perdoou...
Como eu nem sequer isto tinha escrito não faço a mínima ideia.
Pode ser que me apeteça escrever nas aulas de economia... Por menos assim não adormeço XD
Não prometo nada mas talvez até domingo me apeteça escrever qualquer coisinha.
Beijinhos e obrigada por leres.
Como eu nem sequer isto tinha escrito não faço a mínima ideia.
Pode ser que me apeteça escrever nas aulas de economia... Por menos assim não adormeço XD
Não prometo nada mas talvez até domingo me apeteça escrever qualquer coisinha.
Beijinhos e obrigada por leres.

MoonSerenidade escreveu:Calma ai que ele ainda não perdoou...
Como eu nem sequer isto tinha escrito não faço a mínima ideia.
Pode ser que me apeteça escrever nas aulas de economia... Por menos assim não adormeço XD
Não prometo nada mas talvez até domingo me apeteça escrever qualquer coisinha.
Beijinhos e obrigada por leres.
Sim, eu sei disso XD
Mas mesmo assim, acalento esperanças *-*
aahha
Aulas sao um bom poiso para escrever fics, acredita no que te digo *-* Eu faço isso a toda a hora *-*
Mas enfim

Eu espero entao
por domingo, se conseguires, mas mesmo que nao consigas eu espero na mesma *-* Sou paciente *-*Beijoquinhas *-*

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Capitulo 7 (Parte 4) – Um Natal Negro
Ron tinha ido para casa de Mr. Weasley e Hermione ficara na casa dos Potter, pois Hugo e Rosa estavam a dormir e já passavam das três da manhã. Harry, ao não conseguir adormecer decidiu ir até à sala de estar. Ao descer as escadas deparou-se com Eric.
- Ainda acordado?
- Sim, mas não estou só…
Ao entrar na sala Lili levanta-se do sofá e Eric vai até ela e abraça-a. – Está tudo bem. Não podes esconder esse segredo por mais tempo Lili. – Harry começava a ficar desconfiado. Que segredo assim tão grande uma menina de nove anos podia esconder?
- Pai, é que…
…
No quarto de James e Albus podia-se ouvir um burburinho proferido pelos filhos mais velhos dos casais.
- Achas que é assim tão grave? Os nossos pais disseram que mandavam uma carta… porque nos chamaram assim tão de repente? – Rosa esgueirara-se até ao quarto dos primos. Em Hogwarts ela e James passavam muitas noites na sala comum a falar nos últimos acontecimentos.
- O meu pai sempre disse que o sítio mais seguro para se estar era Hogwarts, por isso não deve haver perigo de estarmos em casa. Eu só acho estranho toda aquela tensão que estava na sala. Nunca os tinha visto assim. – James tinha uma inteligência que espantava qualquer um. Mal tinha posto os pés na sala de estar e já se tinha apercebido que qualquer coisa estava mal.
Albus remexia-se no meio dos lençóis. James e Rosa sabiam bem que ele podia ouvir qualquer palavra que eles proferissem, por isso deixaram a conversa para quando estivessem com os pais ou sozinhos.
…
- Quando estavas a pensar contar-nos isso Lili? – Harry estava perplexo com o que a filha lhe contara. A sua menina… Como poderia tudo aquilo ser verdade? – Então descobriste tudo isso enquanto estiveste adormecida no Departamento de Mistérios…
- Sim. Foi por isso que o Riddle não me veio buscar no dia seguinte, como tinha dito. Ele pensou que a minha magia ainda estava adormecida e que assim não haveria problemas em me raptar, mas quando se apercebeu deve ter pensado que o melhor era um ataque surpresa.
- Faz sentido. Mas já nos devias ter dito Lili. E tu Eric que sabias de tudo…
- Só soube esta noite. – Assim era. Lili contara todos os pormenores a Eric mesmo antes de Riddle aparecer, e só por muita insistência deste, Lili contara ao pai o grande segredo que guardava havia meses.
- Mas isso pode-nos por em vantagem, pelo menos até encontrarmos a Lágrima de Esmeralda.
- Isso vai ser impossível Harry… Já te disse que durante décadas o Ministério andou à procura da Lágrima e nunca a encontrou…
- Eu vou encontrar a Lágrima, nem que morra a tentar! – Harry parecia ter recuperado as esperanças. Por tudo o que ele mais amava, iria até aos confins do mundo para salvar a sua família. – Além do mais já sabemos que se encontra num deserto, pois é por ai que vamos começar as buscas. Eu usarei o colar e fundirei a minha magia com a da Lili.
Lili desviara o olhar. Sabia o que viria a seguir mas não sabia se estaria pronta para tudo aquilo. Quando se atreveu a olhar para o pai de novo este sorria e uma pequena lágrima teimava em lhe aparecer no olho direito. O seu olhar verde brilhava pela primeira vez em meses. Então abraçou-a.
- A decisão é tua, minha filha. Sabes bem que qualquer que seja a ta decisão eu te apoiarei. – A lágrima escorreu pela face de Harry que ao mesmo tempo que tirava o colar de dentro de uma pequena caixa de veludo azul que levava consigo para todo o lado. – Não vou deixar que aconteça nada a esta família. – Mal acabou de proferir estas palavras, a pequena lágrima caiu no meio do coração de prata. Uma imensa luz rosa inundou a sala de estar voltando de seguida para dentro do colar. Começava agora uma nova guerra.
…
- Pai? Pai estás em casa? – Ron chegara à Toca naquele preciso momento. Desde a morte de sua mãe que ele não ia a casa dos pais. Por muito que a sua irmã lhe pedisse ele não conseguia. Todas as recordações que tinha deixavam-no triste. Ao entrar na cozinha vê Mr. Weasley a dormir sobre a mesa, onde se encontram diversos livros. Ao ler um dos títulos de uma página, Ron percebe que o pai estava a pesquisar sobre a Lágrima de Esmeralda num livro de Muggles, onde haviam algumas passagens sublinhadas:
Também num outro livro se encontravam algumas passagens, mas desta vez acerca de lendas:
- Mas como é que ele sabe da Lágrima? – Sussurrava Ron para si próprio. – Pai! Acorda!
- Hum…? Ron…? Que fazes aqui a estas horas? – As olheiras apresentadas por Mr. Weasley mostravam o quão cansado ele estava.
- Isso não interessa… O importante agora é como sabes da Lágrima…? – Ron fechava as mãos com força para não pensar em todos os acontecimentos daquela noite. Neste momento o mais importante era os filhos e os sobrinhos.
- Lágrima? Que lágrima?
- A Lágrima de Esmeralda! Qual haveria de ser?
- Mas Ron… Eu não faço ideia do que estás a falar, filho.
- Mas… Estes livros todos… As esmeraldas e o deserto… - Se Mr. Weasley não conhecesse o filho, diria que este estava louco. Nada fazia sentido. Ron recusara-se sempre a ir velo e ali estava ele a meio da noite, sem dizer uma única coisa coerente.
- Acalma-te! Agora explica-me tudo direito…
…
Depois de deitar a pequena Lili, Harry desceu novamente as escadas para se encontrar a sós com Eric na sala. Este último acabara de fazer um chá e acender a fogueira que tinha sido apagada umas horas antes. Aquela noite adivinhava-se ainda longa, e o frio fazia-se sentir cada vez mais.
- Achas que ela o fará?
- Ela fará o que achar melhor. – Harry olhava agora para o jardim através do vidro da janela. – Tenho a certeza que qualquer que seja a sua decisão, ela acarretará com as consequências.
_____________________________________
[1] Retirado do livro: Sonho Verde: aventura num garimpo de esmeraldas
[2] Retirado de: http://www.portaldasjoias.com.br/Maio_03/Curiosidades/curiosidades.htm
Ron tinha ido para casa de Mr. Weasley e Hermione ficara na casa dos Potter, pois Hugo e Rosa estavam a dormir e já passavam das três da manhã. Harry, ao não conseguir adormecer decidiu ir até à sala de estar. Ao descer as escadas deparou-se com Eric.
- Ainda acordado?
- Sim, mas não estou só…
Ao entrar na sala Lili levanta-se do sofá e Eric vai até ela e abraça-a. – Está tudo bem. Não podes esconder esse segredo por mais tempo Lili. – Harry começava a ficar desconfiado. Que segredo assim tão grande uma menina de nove anos podia esconder?
- Pai, é que…
…
No quarto de James e Albus podia-se ouvir um burburinho proferido pelos filhos mais velhos dos casais.
- Achas que é assim tão grave? Os nossos pais disseram que mandavam uma carta… porque nos chamaram assim tão de repente? – Rosa esgueirara-se até ao quarto dos primos. Em Hogwarts ela e James passavam muitas noites na sala comum a falar nos últimos acontecimentos.
- O meu pai sempre disse que o sítio mais seguro para se estar era Hogwarts, por isso não deve haver perigo de estarmos em casa. Eu só acho estranho toda aquela tensão que estava na sala. Nunca os tinha visto assim. – James tinha uma inteligência que espantava qualquer um. Mal tinha posto os pés na sala de estar e já se tinha apercebido que qualquer coisa estava mal.
Albus remexia-se no meio dos lençóis. James e Rosa sabiam bem que ele podia ouvir qualquer palavra que eles proferissem, por isso deixaram a conversa para quando estivessem com os pais ou sozinhos.
…
- Quando estavas a pensar contar-nos isso Lili? – Harry estava perplexo com o que a filha lhe contara. A sua menina… Como poderia tudo aquilo ser verdade? – Então descobriste tudo isso enquanto estiveste adormecida no Departamento de Mistérios…
- Sim. Foi por isso que o Riddle não me veio buscar no dia seguinte, como tinha dito. Ele pensou que a minha magia ainda estava adormecida e que assim não haveria problemas em me raptar, mas quando se apercebeu deve ter pensado que o melhor era um ataque surpresa.
- Faz sentido. Mas já nos devias ter dito Lili. E tu Eric que sabias de tudo…
- Só soube esta noite. – Assim era. Lili contara todos os pormenores a Eric mesmo antes de Riddle aparecer, e só por muita insistência deste, Lili contara ao pai o grande segredo que guardava havia meses.
- Mas isso pode-nos por em vantagem, pelo menos até encontrarmos a Lágrima de Esmeralda.
- Isso vai ser impossível Harry… Já te disse que durante décadas o Ministério andou à procura da Lágrima e nunca a encontrou…
- Eu vou encontrar a Lágrima, nem que morra a tentar! – Harry parecia ter recuperado as esperanças. Por tudo o que ele mais amava, iria até aos confins do mundo para salvar a sua família. – Além do mais já sabemos que se encontra num deserto, pois é por ai que vamos começar as buscas. Eu usarei o colar e fundirei a minha magia com a da Lili.
Lili desviara o olhar. Sabia o que viria a seguir mas não sabia se estaria pronta para tudo aquilo. Quando se atreveu a olhar para o pai de novo este sorria e uma pequena lágrima teimava em lhe aparecer no olho direito. O seu olhar verde brilhava pela primeira vez em meses. Então abraçou-a.
- A decisão é tua, minha filha. Sabes bem que qualquer que seja a ta decisão eu te apoiarei. – A lágrima escorreu pela face de Harry que ao mesmo tempo que tirava o colar de dentro de uma pequena caixa de veludo azul que levava consigo para todo o lado. – Não vou deixar que aconteça nada a esta família. – Mal acabou de proferir estas palavras, a pequena lágrima caiu no meio do coração de prata. Uma imensa luz rosa inundou a sala de estar voltando de seguida para dentro do colar. Começava agora uma nova guerra.
…
- Pai? Pai estás em casa? – Ron chegara à Toca naquele preciso momento. Desde a morte de sua mãe que ele não ia a casa dos pais. Por muito que a sua irmã lhe pedisse ele não conseguia. Todas as recordações que tinha deixavam-no triste. Ao entrar na cozinha vê Mr. Weasley a dormir sobre a mesa, onde se encontram diversos livros. Ao ler um dos títulos de uma página, Ron percebe que o pai estava a pesquisar sobre a Lágrima de Esmeralda num livro de Muggles, onde haviam algumas passagens sublinhadas:
“No antigo Egipto, os faraós diziam que as esmeraldas eram um símbolo de imortalidade. A figura que mais representa a esmeralda na Antiguidade é a rainha Cleópatra. […] Cleópatra tinha uma mina de esmeraldas só dela, no meio do deserto!” [1]
Também num outro livro se encontravam algumas passagens, mas desta vez acerca de lendas:
“Vem de longe o fascínio que as esmeraldas exercem sobre as pessoas sensíveis e apaixonadas. Admirada à mais de quatro mil anos, a gema tem fama de avivar a inteligência e o coração, além de ser vista até hoje como guardiã do amor […]”[2]
- Mas como é que ele sabe da Lágrima? – Sussurrava Ron para si próprio. – Pai! Acorda!
- Hum…? Ron…? Que fazes aqui a estas horas? – As olheiras apresentadas por Mr. Weasley mostravam o quão cansado ele estava.
- Isso não interessa… O importante agora é como sabes da Lágrima…? – Ron fechava as mãos com força para não pensar em todos os acontecimentos daquela noite. Neste momento o mais importante era os filhos e os sobrinhos.
- Lágrima? Que lágrima?
- A Lágrima de Esmeralda! Qual haveria de ser?
- Mas Ron… Eu não faço ideia do que estás a falar, filho.
- Mas… Estes livros todos… As esmeraldas e o deserto… - Se Mr. Weasley não conhecesse o filho, diria que este estava louco. Nada fazia sentido. Ron recusara-se sempre a ir velo e ali estava ele a meio da noite, sem dizer uma única coisa coerente.
- Acalma-te! Agora explica-me tudo direito…
…
Depois de deitar a pequena Lili, Harry desceu novamente as escadas para se encontrar a sós com Eric na sala. Este último acabara de fazer um chá e acender a fogueira que tinha sido apagada umas horas antes. Aquela noite adivinhava-se ainda longa, e o frio fazia-se sentir cada vez mais.
- Achas que ela o fará?
- Ela fará o que achar melhor. – Harry olhava agora para o jardim através do vidro da janela. – Tenho a certeza que qualquer que seja a sua decisão, ela acarretará com as consequências.
_____________________________________
[1] Retirado do livro: Sonho Verde: aventura num garimpo de esmeraldas
[2] Retirado de: http://www.portaldasjoias.com.br/Maio_03/Curiosidades/curiosidades.htm

Tens de entrar para responderes neste tópico.
Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.