Harry Potter e o Último dos Riddle
Olá!
Esta é a minha primeira fic.
A fic conta a história depois de terem passado 19 anos no último livro, por isso contem alguns spoilers.
Espero que gostem!
Índice
Capitulo 1 - A Cicatriz ----> Página 1
Capitulo 2 - Um novo Inimigo ----> Página 1
Capitulo 3 - A Descoberta ----> Página 1
Capitulo 4 - O Departamento de Mistérios ----> Página 1
Capitulo 5 - Os Segredos são Revelados (parte 1) ----> Página 2
Capitulo 5 - Os Segredos são Revelados (parte 2) ----> Página 2
Capitulo 5 - Os Segredos são Revelados (parte 3) ----> Página 3
Capitulo 5 - Os Segredos são Revelados (parte 4) ----> Página 3
Capitulo 6 - Conversas a dois ----> Página 3
Capitulo 6 - Conversas a dois (parte 2) ----> Página 3
Capitulo 7 - Um Natal Negro ----> Página 3
Capitulo 7 - Um Natal Negro (parte 2) ----> Página 3
Capitulo 7 - Um Natal Negro (parte 3) ----> Página 4
Capitulo 7 – Um Natal Negro (parte 4) ----> Página 4
Esta é a minha primeira fic.
A fic conta a história depois de terem passado 19 anos no último livro, por isso contem alguns spoilers.
Espero que gostem!
Índice
Capitulo 1 - A Cicatriz ----> Página 1
Capitulo 2 - Um novo Inimigo ----> Página 1
Capitulo 3 - A Descoberta ----> Página 1
Capitulo 4 - O Departamento de Mistérios ----> Página 1
Capitulo 5 - Os Segredos são Revelados (parte 1) ----> Página 2
Capitulo 5 - Os Segredos são Revelados (parte 2) ----> Página 2
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Capitulo 5 - Os Segredos são Revelados (parte 4) ----> Página 3
Capitulo 6 - Conversas a dois ----> Página 3
Capitulo 6 - Conversas a dois (parte 2) ----> Página 3
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Editado pela última vez em
Capítulo 1 - A Cicatriz
"Há dezanove anos que a cicatriz não o incomodava. Estava tudo bem."
Assim pensava Harry. Nessa noite muitas imagens lhe vieram à cabeça: como soubera que era feiticeiro, como tinha derrotado tantas vezes Voldemort enquanto adolescente, e a batalha final entre eles. Quando essa imagem lhe veio à mente sentiu uma dor intensa na cicatriz. Acordou num salto e então viu que Ginny tinha acordado preocupada. Não poderia ser, ele tinha-o morto, tinha a certeza.
- Está tudo bem Harry? - Pergunta Ginny num tom preocupado.
- A cicatriz... Era como se Voldemort ainda estivesse vivo. Ao me lembrar da última batalha senti uma forte dor na cicatriz. - Harry parecia ter visto Voldemort à sua frente.
- Acalma-te Harry - dizia Ginny enquanto lhe beijava a cabeça para o acalmar. - Foi um sonho. Simplesmente lembraste-te dos tempos horrorosos que já passaram...
- Não foi um sonho... Eu sei que não foi!
- A cicatriz... Era como se Voldemort ainda estivesse vivo. Ao me lembrar da última batalha senti uma forte dor na cicatriz. - Harry parecia ter visto Voldemort à sua frente.
- Acalma-te Harry - dizia Ginny enquanto lhe beijava a cabeça para o acalmar. - Foi um sonho. Simplesmente lembraste-te dos tempos horrorosos que já passaram...
- Não foi um sonho... Eu sei que não foi!
Ginny estava desesperada por ver Harry assim. Desde a queda de Lord Voldemort que Harry não sentia dores na cicatriz. Desde esse dia que estavam juntos e felizes. O seu casamento tinha sido lindo, harmonioso e ainda com a noticia que iriam ter um filho. Quando James nasceu, reinou a alegria naquela casa. Amigos de Harry e Ginny vieram de toda a parte para verem o pequeno. Um ano depois nasceu Albus, e a correria de ver o segundo filho de Harry começou. Quando nasceu a pequena Lili, dois anos mais tarde, já Harry e Ginny sabiam o que iria acontecer: visitas de todos os seus amigos começaram. Ron e Hermione moravam ali perto e a sua filha Rose passava muito tempo a brincar com James e Albus. Nesse momento Ginny lembrara-se de algo: Harry tinha-lhe contado sobre os Horcruxes e Ginny tinha ficado surpreendida por ele achar normal saber quantos havia. O diário, a taça, o anel, o medalhão, o diadema, a cobra Nagini, e involuntariamente Harry. Sete horcruxes, mas um involuntário. Harry tinha-lhe dito que Voldemort tinha feito apenas sete, mas ele próprio tinha sido um. Ginny pensou por momentos se não haveria outro Horcruxe, mas afastou rapidamente essa ideia da cabeça: ela tinha visto Harry matar Voldemort.
Harry olhava para ela e lembrava-se de como a tinha conhecido, como tinha receado namorar com ela por causa de Ron e como tinha sido difícil se separar dela enquanto procurava as Horcruxes. Ao ver o seu rosto assustado, inquiriu:
Harry olhava para ela e lembrava-se de como a tinha conhecido, como tinha receado namorar com ela por causa de Ron e como tinha sido difícil se separar dela enquanto procurava as Horcruxes. Ao ver o seu rosto assustado, inquiriu:
- Passa-se alguma coisa?
- Não. Estava só a pensar... - E como se pondera-se se havia de lhe dizer o que pensava, acrescentou - Tens a certeza que eram só sete Horcruxes? Tu eras o oitavo... Poderá ainda haver mais algum?
- Ginny... - Também ele receava que ela estivesse certa, mas não podia ser... Mas então o que seria?
Lili tinha acordado com as vozes dos pais. Ao vê-los acordados aquela hora tardia e com cara assustada pergunta:
- Mãe, pai, que aconteceu?
- Não aconteceu nada querida - respondeu Harry. - Anda, vou-te deitar.
- Não. Estava só a pensar... - E como se pondera-se se havia de lhe dizer o que pensava, acrescentou - Tens a certeza que eram só sete Horcruxes? Tu eras o oitavo... Poderá ainda haver mais algum?
- Ginny... - Também ele receava que ela estivesse certa, mas não podia ser... Mas então o que seria?
Lili tinha acordado com as vozes dos pais. Ao vê-los acordados aquela hora tardia e com cara assustada pergunta:
- Mãe, pai, que aconteceu?
- Não aconteceu nada querida - respondeu Harry. - Anda, vou-te deitar.
Obediente, Lili foi para o quarto seguida do pai. Ginny continuava preocupada e decide escrever uma carta ao pai. Mr. Weasley estava reformado e dedicava-se agora a coleccionar objectos de Muggles.
Olá pai,
eu sei que já não escrevia há algum tempo mas surgiu uma grande preocupação.
A cicatriz do Harry voltou-lhe a doer enquanto ele estava a sonhar com a última batalha com Voldemort.
Achas que é grave? E se ele não morreu?
O Harry não sabe que estou a mandar esta carta, por isso não lhe fales de nada, está bem?
Espero que esteja tudo bem contigo e com a mãe,
Ginny.
eu sei que já não escrevia há algum tempo mas surgiu uma grande preocupação.
A cicatriz do Harry voltou-lhe a doer enquanto ele estava a sonhar com a última batalha com Voldemort.
Achas que é grave? E se ele não morreu?
O Harry não sabe que estou a mandar esta carta, por isso não lhe fales de nada, está bem?
Espero que esteja tudo bem contigo e com a mãe,
Ginny.
Mal tinha acabado de enviar a carta, Harry entra no quarto:
- Estive a contar-lhe uma história. Ela não queria dormir...
- Harry, achas que os miúdos estão seguros?
- Claro que sim. Lembra-te que não há sitio mais seguro que Hogwarts. Mas achas mesmo que o que eu senti pode ter alguma coisa a ver com Lord Voldemort?
- Não sei, mas tenho a certeza que a dor da tua cicatriz não pode ser coisa boa.
- Harry, achas que os miúdos estão seguros?
- Claro que sim. Lembra-te que não há sitio mais seguro que Hogwarts. Mas achas mesmo que o que eu senti pode ter alguma coisa a ver com Lord Voldemort?
- Não sei, mas tenho a certeza que a dor da tua cicatriz não pode ser coisa boa.

obrigado a kem está a ler a fic e ainda bem k gostam
Boa Leitura!
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Capitulo 2 - Um novo Inimigo
Boa Leitura!
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Capitulo 2 - Um novo Inimigo
Tinha amanhecido. Estava um lindo dia de Outono com um céu azul claro e as folhas castanhas nas árvores, apesar de mal ter começado Setembro. Harry e Ginny não tinham voltado a dormir. Tinham estado toda a noite a pensar em significados para a dor na cicatriz de Harry. Ouvem barulho e apercebem-se que Lili acordara. Quando chegou à cozinha, iluminada pelo sol de Outono, pergunta numa voz ensonada:
- Mãe, posso ir brincar com o Hugo?
Hugo era o segundo filho de Ron e Hermione. Subitamente Harry lembrou-se que ainda não tinha os informado daquela dor. Antes de Ginny responder, já Harry estava a dizer:
- Lili, se queres ir brincar com o Hugo, toma o pequeno-almoço que o pai leva-te.
- Obrigado pai! - Corre para Harry e abraça-o. De seguida senta-se e espera que a mãe lhe dê o pequeno-almoço.
- Harry, vais-lhes contar? - Ginny sabia o que ia na cabeça dele. - E se não for nada? Eles vão-se preocupar para quê?
- Acho que eles devem saber. Mas se não querias preocupar ninguém, porque escreves-te a Mr. Weasley?
- Como é que sabes que eu escrevi?
- Estive a ver-te escrever enquanto murmuravas as palavras. Só inventei que tinha estado a ler uma história à Lili para não ficares aborrecida. Mas ainda não me respondes-te! Porque lhe escreves-te?
- Sabes que o meu pai está reformado e pode investigar mais do que nós. Além disso pensei que a família devia saber!
- Então deves ter-te lembrado que o Ron e a Hermione fazem parte da família. - Respondeu Harry a sorrir. – Afinal é teu irmão.
Nisto Lili caí da cadeira, imóvel. Harry e Ginny correm para ela, porém só depois Harry se apercebe que está alguém na porta da cozinha. Ele já tinha visto aquele rosto, mas não podia ser... Aquele rosto só podia pertencer a duas pessoas, e elas estavam mortas. Foi então que essa pessoa falou:
- Harry James Potter. Finalmente encontramo-nos. Acho que deves saber por menos alguma coisa a meu respeito. – O rapaz mirava Harry de alto abaixo.
- Não sei quem és, - começou Harry - mas acho que sei quais as tuas origens. Só podes ser um Riddle.
- Sim, de facto. Mas não quem tu pensas.
- Não. Se fosses quem eu penso, já tinhas assassinado toda a minha família. Mas presumo que me vais dizer. - Harry tinha aprendido a falar com a mesma calma com que Dumbledore falava com ele durante os seis anos passados em Hogwarts.
- Sendo assim... Já deves ter ouvido falar de Tom Riddle Júnior, suponho?
- Sim, definitivamente já. Tu és filho dele com...?
- Muito bem. Já sabes quem é o meu pai. Também deves saber de quem ele gostava, suponho?
- Estás a falar da Merope ou da Muggle com quem ele andava antes?
- Essa Muggle de quem estás a falar. Mas fica a saber que ela era feiticeira, mas escondeu os seus poderes por amor ao meu pai. Ele não gostava de magia. Chamava-se Megan. Quando o meu pai deixou a Merope voltou para ela. Disse que não estava em si quando foi com ela. A minha mãe sabia, claro. Era feiticeira, por isso sabia que ele não tinha ido por vontade própria. Dez anos depois de se terem reencontrado, nasci eu. Como deves estar a pensar, passados uns anos, Voldemort matou o nosso pai. Como vês, temos os mesmos genes do lado do pai, e as mães feiticeiras, talvez por isso eu ser fascinado pela Magia Negra desde criança, e por isso decidi seguir os passos do meu meio-irmão. Estudei em Durmstrang, viajei pelo mundo, e aprendi as mais obscuras artes. Nem Voldemort era tão poderoso. Fui muito mais longe que qualquer um, mas falta-me fazer uma coisa... Algo que ninguém conseguiu até hoje...
Harry, sabendo o que o esperava, só pode fazer uma coisa:
- Avada Kedavra!
Com um aceno de varinha, Riddle extinguiu a maldição.
- Achas mesmo que me podes matar?
- Não pode ser! Como... - Ginny estava perplexa a olhar para aquele cenário.
- Leva a Lili e põe-te a salvo! - Gritou Harry. Ginny olhou-o assustada, mas sabia que tinha de levar a pequena para um sítio seguro. Desapareceu de imediato. - Agora nós! Que queres de mim? – Já não conseguia se controlar.
- De ti nada. É a tua filha que me interessa... - E nisto desapareceu.
Ao lado de Harry Apareciam Ron e Hermione que vinham em seu auxilio.
- Onde está... -começou a dizer Ron.
- Foi-se embora. - Cortou Harry. - Disse que a única coisa que queria era... era a Lili!
- Mãe, posso ir brincar com o Hugo?
Hugo era o segundo filho de Ron e Hermione. Subitamente Harry lembrou-se que ainda não tinha os informado daquela dor. Antes de Ginny responder, já Harry estava a dizer:
- Lili, se queres ir brincar com o Hugo, toma o pequeno-almoço que o pai leva-te.
- Obrigado pai! - Corre para Harry e abraça-o. De seguida senta-se e espera que a mãe lhe dê o pequeno-almoço.
- Harry, vais-lhes contar? - Ginny sabia o que ia na cabeça dele. - E se não for nada? Eles vão-se preocupar para quê?
- Acho que eles devem saber. Mas se não querias preocupar ninguém, porque escreves-te a Mr. Weasley?
- Como é que sabes que eu escrevi?
- Estive a ver-te escrever enquanto murmuravas as palavras. Só inventei que tinha estado a ler uma história à Lili para não ficares aborrecida. Mas ainda não me respondes-te! Porque lhe escreves-te?
- Sabes que o meu pai está reformado e pode investigar mais do que nós. Além disso pensei que a família devia saber!
- Então deves ter-te lembrado que o Ron e a Hermione fazem parte da família. - Respondeu Harry a sorrir. – Afinal é teu irmão.
Nisto Lili caí da cadeira, imóvel. Harry e Ginny correm para ela, porém só depois Harry se apercebe que está alguém na porta da cozinha. Ele já tinha visto aquele rosto, mas não podia ser... Aquele rosto só podia pertencer a duas pessoas, e elas estavam mortas. Foi então que essa pessoa falou:
- Harry James Potter. Finalmente encontramo-nos. Acho que deves saber por menos alguma coisa a meu respeito. – O rapaz mirava Harry de alto abaixo.
- Não sei quem és, - começou Harry - mas acho que sei quais as tuas origens. Só podes ser um Riddle.
- Sim, de facto. Mas não quem tu pensas.
- Não. Se fosses quem eu penso, já tinhas assassinado toda a minha família. Mas presumo que me vais dizer. - Harry tinha aprendido a falar com a mesma calma com que Dumbledore falava com ele durante os seis anos passados em Hogwarts.
- Sendo assim... Já deves ter ouvido falar de Tom Riddle Júnior, suponho?
- Sim, definitivamente já. Tu és filho dele com...?
- Muito bem. Já sabes quem é o meu pai. Também deves saber de quem ele gostava, suponho?
- Estás a falar da Merope ou da Muggle com quem ele andava antes?
- Essa Muggle de quem estás a falar. Mas fica a saber que ela era feiticeira, mas escondeu os seus poderes por amor ao meu pai. Ele não gostava de magia. Chamava-se Megan. Quando o meu pai deixou a Merope voltou para ela. Disse que não estava em si quando foi com ela. A minha mãe sabia, claro. Era feiticeira, por isso sabia que ele não tinha ido por vontade própria. Dez anos depois de se terem reencontrado, nasci eu. Como deves estar a pensar, passados uns anos, Voldemort matou o nosso pai. Como vês, temos os mesmos genes do lado do pai, e as mães feiticeiras, talvez por isso eu ser fascinado pela Magia Negra desde criança, e por isso decidi seguir os passos do meu meio-irmão. Estudei em Durmstrang, viajei pelo mundo, e aprendi as mais obscuras artes. Nem Voldemort era tão poderoso. Fui muito mais longe que qualquer um, mas falta-me fazer uma coisa... Algo que ninguém conseguiu até hoje...
Harry, sabendo o que o esperava, só pode fazer uma coisa:
- Avada Kedavra!
Com um aceno de varinha, Riddle extinguiu a maldição.
- Achas mesmo que me podes matar?
- Não pode ser! Como... - Ginny estava perplexa a olhar para aquele cenário.
- Leva a Lili e põe-te a salvo! - Gritou Harry. Ginny olhou-o assustada, mas sabia que tinha de levar a pequena para um sítio seguro. Desapareceu de imediato. - Agora nós! Que queres de mim? – Já não conseguia se controlar.
- De ti nada. É a tua filha que me interessa... - E nisto desapareceu.
Ao lado de Harry Apareciam Ron e Hermione que vinham em seu auxilio.
- Onde está... -começou a dizer Ron.
- Foi-se embora. - Cortou Harry. - Disse que a única coisa que queria era... era a Lili!

Ainda bem que estão a gostar.
Sim de facto os capitulos são pequenos, vou tentar fazer alguns maiores.
Boa Leitura
Capitulo 3 - A Descoberta
Sim de facto os capitulos são pequenos, vou tentar fazer alguns maiores.
Boa Leitura
Capitulo 3 - A Descoberta
- A Lili?! - Exclamaram os amigos em uníssono.
- Sim. - No rosto de Harry viam-se agora lágrimas. - Usei o Avada Kedrava mas, não resultou.
- O quê? Mas a única pessoa que resistiu à maldição...
- Fui eu... - concluiu Harry desesperado. - Mas ele nem pestanejou. Antes de a maldição o atingir, extinguiu-se. Foi como se não se passa-se de um sonho. Em falar nisso...
Harry contou-lhes o que tinha acontecido naquela noite. Hermione rapidamente acrescentou que só poderia ser aquela estranha personagem a causadora da dor na cicatriz de Harry, ao que Harry concordou.
De repente Hermione lembra-se:
- Harry é melhor vires já à nossa casa. A Ginny está muito nervosa.
- Vamos. Quero ver a minha filha.
Ao chegarem à casa de Ron e Hermione, Ginny está lavada em lágrimas. Estava sentado no sofá com a cabeça da filha no colo. A Sala dos Weasley era espaçosa e decorada a gosto, tanto de Hermione com estantes e livros de que ela gostava, como de Ron, que a tinha decorado com as cores dos Chudley Cannons e elementos de Quidditch: pequenas vassoras em miniatura e também miniaturas dos melhores jogadores. As fotografias dos filhos eram visíveis por toda a casa. Harry corre para Ginny e vê Lili ainda imóvel.
- Ginny, ela... não pode estar morta! - Harry já não continha as lágrimas. - Não pode! Aquele que estava à nossa porta não me quer a mim, quer a Lili...
- Ele q-quer a Li-lili? Mas... - Já não conseguia falar.
- Se ele a quisesse morta já o poderia ter feito! Ennervate! - Lili continuava sem reacção.
- Já tentei! Ela não reage!
De súbito aparece uma coruja-das-torres desconhecida. Harry, temendo o pior, desamarrou a carta e enquanto a lia, escorriam-lhe lágrimas silenciosas.
Como já devem ter reparado, a vossa filha não acorda.
Amaldiçoei-a com um feitiço muito pouco usado.
Devo ser a segunda pessoa a utilizá-lo.
Se quiserem que a vossa filha continue viva entreguem-ma!
Ela é a única que tem um poder que eu não tenho.
Ninguém a consegue reanimar, por isso não têm escolha.
Amanhã ao pôr-do-sol, irei a vossa casa buscá-la.
Podem fazer isto a bem ou a mal, a escolha é vossa.
Riddle
Ginny, Hermione e Ron leram a carta. Harry tinha caído de joelhos ao lado do sofá onde estava Lili. Estava lavado em lágrimas. Ginny soluçava encostada ao ombro de Hermione e Ron andava de um lado para o outro. Subitamente parou, agarrou Harry pelos ombros e puxou-o para cima. Harry estava demasiado preocupado para pensar que o amigo tinha uma ideia, até que Ron falou.
- Lembrei-me agora! Porque não vamos a Hogwarts e fala-mos com o retrato do Dumbledore? Ele sabia de Magia mais do que qualquer um!
- É verdade - Harry enxugou as lágrimas a manga do manto - , mas nem ele sabia parar o Avada Kedrava! Não custa tentar. Ginny, Hermione, fiquem aqui a tomar conta da Lili e do Hugo enquanto...
- O Hugo! - Exclamaram Ron e Hermione. Correram escada acima e quando voltaram vinham mais aliviados. Harry sabia que eles estavam com receio que lhe tivesse acontecido alguma coisa.
- Bem, vamos indo Harry?
- Sim, Ron. Voltamos depressa, mas mesmo assim vou fazer alguns encantamentos na casa.
Chegaram a Hogwarts já passava das dez. Iam a entrar no Átrio quando ouvem a voz de McGonagall.
- Sejam bem-vindos! Já não vos via há algum tempo. Que fazem por aqui?
- Gostaríamos de falar com o retrato do professor Dumbledore e com a senhora. - Disse Harry que ainda não conseguia esconder bem as lágrimas.
- Mas, o que aconteceu?
- Poderíamos falar nisso em privado? - Ron reparara que havia um aglomerado número de alunos que estavam a ouvir a conversa.
- Claro. Bem, então vamos.
Subiram a escadaria até ao escritório que outrora tinha sido de Dumbledore. McGonagall podia ser a directora, mas o escritório estava igual. Ainda se podiam ver os objectos, os livros, e tudo o que tinha sido de Dumbledore. A espada de Gryffindor e o chapéu Seleccionador continuavam no mesmo sitio em que Harry se lembrava, só o poleiro de Fawkes havia desaparecido. Ao chegarem lá, a professora pergunta novamente o que se tinha passado.
- ... e então pensamos se o professor saberia de algum contra-feitiço. - Concluiu Ron. Harry não conseguia desprender os olhos do chão. As lágrimas ainda não tinham parado de correr pela sua cara. Dumbledore falou então:
- A tua filha tem o poder mais forte do mundo e que está encerrado numa das salas do Departamento de Mistérios. Sabes qual é Harry?
- O poder do amor... - Acabara-se de lembrar. Dumbledore tinha referido essa sala no seu quinto ano, quando ele não conseguia aceitar que Sirius morrera. - Mas... o que quer isso dizer?
- Sabes porque ainda não paraste de chorar desde que aqui chegaste? Pelo amor que tens à tua filha. Tu, a Ginny e a Lili têm de ir ao ministério e entrar nessa sala para quebrar a maldição. Eu não faço ideia de qual é o encantamento que ela tem, mas já sabia que irias ter uma filha com um poder especial, se derrotasses Lord Voldemort.
- Sim. - No rosto de Harry viam-se agora lágrimas. - Usei o Avada Kedrava mas, não resultou.
- O quê? Mas a única pessoa que resistiu à maldição...
- Fui eu... - concluiu Harry desesperado. - Mas ele nem pestanejou. Antes de a maldição o atingir, extinguiu-se. Foi como se não se passa-se de um sonho. Em falar nisso...
Harry contou-lhes o que tinha acontecido naquela noite. Hermione rapidamente acrescentou que só poderia ser aquela estranha personagem a causadora da dor na cicatriz de Harry, ao que Harry concordou.
De repente Hermione lembra-se:
- Harry é melhor vires já à nossa casa. A Ginny está muito nervosa.
- Vamos. Quero ver a minha filha.
Ao chegarem à casa de Ron e Hermione, Ginny está lavada em lágrimas. Estava sentado no sofá com a cabeça da filha no colo. A Sala dos Weasley era espaçosa e decorada a gosto, tanto de Hermione com estantes e livros de que ela gostava, como de Ron, que a tinha decorado com as cores dos Chudley Cannons e elementos de Quidditch: pequenas vassoras em miniatura e também miniaturas dos melhores jogadores. As fotografias dos filhos eram visíveis por toda a casa. Harry corre para Ginny e vê Lili ainda imóvel.
- Ginny, ela... não pode estar morta! - Harry já não continha as lágrimas. - Não pode! Aquele que estava à nossa porta não me quer a mim, quer a Lili...
- Ele q-quer a Li-lili? Mas... - Já não conseguia falar.
- Se ele a quisesse morta já o poderia ter feito! Ennervate! - Lili continuava sem reacção.
- Já tentei! Ela não reage!
De súbito aparece uma coruja-das-torres desconhecida. Harry, temendo o pior, desamarrou a carta e enquanto a lia, escorriam-lhe lágrimas silenciosas.
Como já devem ter reparado, a vossa filha não acorda.
Amaldiçoei-a com um feitiço muito pouco usado.
Devo ser a segunda pessoa a utilizá-lo.
Se quiserem que a vossa filha continue viva entreguem-ma!
Ela é a única que tem um poder que eu não tenho.
Ninguém a consegue reanimar, por isso não têm escolha.
Amanhã ao pôr-do-sol, irei a vossa casa buscá-la.
Podem fazer isto a bem ou a mal, a escolha é vossa.
Riddle
Ginny, Hermione e Ron leram a carta. Harry tinha caído de joelhos ao lado do sofá onde estava Lili. Estava lavado em lágrimas. Ginny soluçava encostada ao ombro de Hermione e Ron andava de um lado para o outro. Subitamente parou, agarrou Harry pelos ombros e puxou-o para cima. Harry estava demasiado preocupado para pensar que o amigo tinha uma ideia, até que Ron falou.
- Lembrei-me agora! Porque não vamos a Hogwarts e fala-mos com o retrato do Dumbledore? Ele sabia de Magia mais do que qualquer um!
- É verdade - Harry enxugou as lágrimas a manga do manto - , mas nem ele sabia parar o Avada Kedrava! Não custa tentar. Ginny, Hermione, fiquem aqui a tomar conta da Lili e do Hugo enquanto...
- O Hugo! - Exclamaram Ron e Hermione. Correram escada acima e quando voltaram vinham mais aliviados. Harry sabia que eles estavam com receio que lhe tivesse acontecido alguma coisa.
- Bem, vamos indo Harry?
- Sim, Ron. Voltamos depressa, mas mesmo assim vou fazer alguns encantamentos na casa.
Chegaram a Hogwarts já passava das dez. Iam a entrar no Átrio quando ouvem a voz de McGonagall.
- Sejam bem-vindos! Já não vos via há algum tempo. Que fazem por aqui?
- Gostaríamos de falar com o retrato do professor Dumbledore e com a senhora. - Disse Harry que ainda não conseguia esconder bem as lágrimas.
- Mas, o que aconteceu?
- Poderíamos falar nisso em privado? - Ron reparara que havia um aglomerado número de alunos que estavam a ouvir a conversa.
- Claro. Bem, então vamos.
Subiram a escadaria até ao escritório que outrora tinha sido de Dumbledore. McGonagall podia ser a directora, mas o escritório estava igual. Ainda se podiam ver os objectos, os livros, e tudo o que tinha sido de Dumbledore. A espada de Gryffindor e o chapéu Seleccionador continuavam no mesmo sitio em que Harry se lembrava, só o poleiro de Fawkes havia desaparecido. Ao chegarem lá, a professora pergunta novamente o que se tinha passado.
- ... e então pensamos se o professor saberia de algum contra-feitiço. - Concluiu Ron. Harry não conseguia desprender os olhos do chão. As lágrimas ainda não tinham parado de correr pela sua cara. Dumbledore falou então:
- A tua filha tem o poder mais forte do mundo e que está encerrado numa das salas do Departamento de Mistérios. Sabes qual é Harry?
- O poder do amor... - Acabara-se de lembrar. Dumbledore tinha referido essa sala no seu quinto ano, quando ele não conseguia aceitar que Sirius morrera. - Mas... o que quer isso dizer?
- Sabes porque ainda não paraste de chorar desde que aqui chegaste? Pelo amor que tens à tua filha. Tu, a Ginny e a Lili têm de ir ao ministério e entrar nessa sala para quebrar a maldição. Eu não faço ideia de qual é o encantamento que ela tem, mas já sabia que irias ter uma filha com um poder especial, se derrotasses Lord Voldemort.

Capitulo 4 – O Departamento de Mistérios
Harry tremia. Tinha uma dúvida que era importantíssima. Não conseguia falar com o choque. Dumbledore parecia ter-lhe lido os pensamentos:
- Como deves estar a pensar neste preciso momento, não só a tua filha pode derrotar o Riddle. Ela precisará de ajuda. Ainda é muito nova e não sabe controlar os poderes.
- Mas... Professor, e se essa sala não resolver a situação dela?! - Estava desesperado. O seu rosto não conseguia esconder o que sentia: os olhos marejados de lágrimas, os lábios comprimidos, também um aperto no peito sem explicação, apetecia-lhe gritar e matar Riddle.
- Se não resolver... Não sei Harry. Lamento.
- Potter, Weasley - McGonagall parecia nervosa - eu acho que precisam de descansar. Weasley se quiseres deixar o Hugo aos meus cuidados para ajudarem com a Lili, estou inteiramente disponível. Potter, eu sei que não é altura para isto, mas hás-de gostar de saber que o Albus foi para os Gryffindor.
- Obrigado – responde Ron com a voz firme. Além de estar abalado com a história de Lili, conseguia-se manter firme - , mas por agora a Hermione toma conta dele. Só em caso extremo é que iremos sair todos para ajudar, além que a Ginny também pode ficar a tomar conta dele.
- Mas se for preciso alguma coisa, da parte de qualquer um de vocês, não hesitem em me procurar.
- Obrigado pela ajuda. Também gostei de saber do Albus - murmurou Harry.
Voltaram para a casa de Ron. Quando entraram na sala, Ginny correu para Harry e, sem olhar para ele, entregou-lhe uma carta. Tanto Harry como Ron tiveram um mau pressentimento. Abriu a carta e leu-a sem hesitação:
Querida Ginny,
primeiro que nada quero que te acalmes.
Tenho uma noticia chocante para ti, por isso tem calma.
Poucos minutos antes da coruja chegar, a tua mãe morreu.
Já tinha idade por isso não te preocupes.
Respondendo á tua carta, acho que poderá ser apenas por serem recordações dolorosas.
Se se passar alguma coisa de importante mantém-me avisado.
À espera que te encontres bem,
Arthur Weasley.
Não podia ser: Mrs. Weasley não poderia ter morrido, logo naquela altura. Primeiro Harry, depois Lili, e ainda Mrs. Weasley… Eram muitas coisas para apenas algumas horas. Ron parecia aterrorizado, e enquanto Hermione lhes preparava um chá calmante, não disse uma única palavra. Quando se sentia mais calmo, exclamou:
- Desde os onze anos até aos dezoito, nunca tivemos sossego… Passaram-se dezanove a apanhar devoradores da morte… E ao fim deste tempo todo, ainda temos problemas! Parece que fomos amaldiçoados!
- Ron! – Hermione estava espantada. Como podia Ron estar a falar de maldições com Harry e Ginny com a filha amaldiçoada?
- Oh! Desculpem…
- Acho que está na altura de nos contarem sobre a conversa com o Dumbledore – disse Hermione rapidamente.
- Bem, o Dumbledore acha que…
Harry foi-lhes contando a história, enquanto havia partes que Ron tivera que contar, por Harry estar desolado. Quando tudo foi dito, Ginny ergueu-se e, decidida, caminha para o seu amor.
- Temos de a levar a essa sala. Não sei se irá resultar, mas é a nossa última esperança.
- Sim, não há mais nada a fazer. Vamos antes que seja tarde.
- Harry, Ginny… Nós gostávamos de vos acompanhar, mas é melhor irem só vocês.
- Não te preocupes Hermione. Nós sabemos o que fazer. – Responde Ginny firmemente.
Chegaram ao Ministério e foram recebidos por Shacklebolt, que era agora o Ministro, e que entendeu de imediato a situação. Harry não lhe contou acerca dos poderes maravilhosos da sua filha, apenas lhe explicou que ela tinha sido amaldiçoada e que Dumbledore lhe tinha dito que essa sala poderia resolver aquela situação.
- Coitados de vocês. Já sofreram tanto e ainda assim continuam a sofrer. Bem, nessa sala só podem entrar os Inomináveis, mas com esse caso, vou abrir uma excepção.
Foram caminhando até aos grandes elevadores dourados que levavam aos diversos pisos. Quando lá chegaram, todos os que esperavam pelos elevadores, deram passagem ao Ministro e aos Potter. Entraram no elevador e desceram até ao Departamento de Mistérios, sem uma única palavra pelo caminho. Ao chegarem à grande porta preta que dava para o Departamento de Mistérios, depararam-se com um homem bem estruturado, louro, e com uns grandes olhos verdes, à sua espera.
- Ainda bem que te encontro Eric. – Disse Shacklebolt. – Poderás…
- …levar Mrs. e Mr.Potter com a sua filha Lili, à sala que contem o mais maravilhoso e poderoso poder do mundo? Será uma honra!
Até o Ministro estava surpreendido. Como era que Eric sabia dos poderes de Lili?
- Desculpa Harry –disse Shacklebolt - , mas não vos posso acompanhar. Mesmo sendo o Ministro, não posso entrar nas salas reservadas.
- Não te preocupes Shacklebolt. Nós mantemos-te informado. – Harry estava agora determinado a conter as lágrimas. Poderia chorar mas não adiantava.
Eric passou pela porta que, tanto Harry e Ginny sabiam, ia dar a uma sala circular com doze portas. Quando estavam todos lá dentro, Eric proferiu:
- Sala das Profecias!
Harry e Ginny olharam um para o outro. “Sala das Profecias?”, pensavam eles. Não havia tempo a perder e não era aquela a sala onde deveriam estar. Enquanto pensavam na sala em que quase tinham sido mortos, a sala circular girou e a porta em que Eric queria entrar, abriu-se em sua frente.
- Desculpe, mas… - começou Harry. Porém, foi interrompido por Eric.
- Eu sei que quer ir para a sala que poderá salvar a sua filha, mas primeiro tem de saber uma coisa muito importante.
- É outra profecia? – Ginny estava assustada. Ainda se lembrava da profecia que, também ela, havia tirado daquela sala à tantos anos atrás. Lili estava nos seus braços, ainda imóvel como se tivesse morrido.
- Não é nenhuma profecia, mas tem uma grande importância para o futuro da pequena, e também para o vosso.
- Como deves estar a pensar neste preciso momento, não só a tua filha pode derrotar o Riddle. Ela precisará de ajuda. Ainda é muito nova e não sabe controlar os poderes.
- Mas... Professor, e se essa sala não resolver a situação dela?! - Estava desesperado. O seu rosto não conseguia esconder o que sentia: os olhos marejados de lágrimas, os lábios comprimidos, também um aperto no peito sem explicação, apetecia-lhe gritar e matar Riddle.
- Se não resolver... Não sei Harry. Lamento.
- Potter, Weasley - McGonagall parecia nervosa - eu acho que precisam de descansar. Weasley se quiseres deixar o Hugo aos meus cuidados para ajudarem com a Lili, estou inteiramente disponível. Potter, eu sei que não é altura para isto, mas hás-de gostar de saber que o Albus foi para os Gryffindor.
- Obrigado – responde Ron com a voz firme. Além de estar abalado com a história de Lili, conseguia-se manter firme - , mas por agora a Hermione toma conta dele. Só em caso extremo é que iremos sair todos para ajudar, além que a Ginny também pode ficar a tomar conta dele.
- Mas se for preciso alguma coisa, da parte de qualquer um de vocês, não hesitem em me procurar.
- Obrigado pela ajuda. Também gostei de saber do Albus - murmurou Harry.
Voltaram para a casa de Ron. Quando entraram na sala, Ginny correu para Harry e, sem olhar para ele, entregou-lhe uma carta. Tanto Harry como Ron tiveram um mau pressentimento. Abriu a carta e leu-a sem hesitação:
Querida Ginny,
primeiro que nada quero que te acalmes.
Tenho uma noticia chocante para ti, por isso tem calma.
Poucos minutos antes da coruja chegar, a tua mãe morreu.
Já tinha idade por isso não te preocupes.
Respondendo á tua carta, acho que poderá ser apenas por serem recordações dolorosas.
Se se passar alguma coisa de importante mantém-me avisado.
À espera que te encontres bem,
Arthur Weasley.
Não podia ser: Mrs. Weasley não poderia ter morrido, logo naquela altura. Primeiro Harry, depois Lili, e ainda Mrs. Weasley… Eram muitas coisas para apenas algumas horas. Ron parecia aterrorizado, e enquanto Hermione lhes preparava um chá calmante, não disse uma única palavra. Quando se sentia mais calmo, exclamou:
- Desde os onze anos até aos dezoito, nunca tivemos sossego… Passaram-se dezanove a apanhar devoradores da morte… E ao fim deste tempo todo, ainda temos problemas! Parece que fomos amaldiçoados!
- Ron! – Hermione estava espantada. Como podia Ron estar a falar de maldições com Harry e Ginny com a filha amaldiçoada?
- Oh! Desculpem…
- Acho que está na altura de nos contarem sobre a conversa com o Dumbledore – disse Hermione rapidamente.
- Bem, o Dumbledore acha que…
Harry foi-lhes contando a história, enquanto havia partes que Ron tivera que contar, por Harry estar desolado. Quando tudo foi dito, Ginny ergueu-se e, decidida, caminha para o seu amor.
- Temos de a levar a essa sala. Não sei se irá resultar, mas é a nossa última esperança.
- Sim, não há mais nada a fazer. Vamos antes que seja tarde.
- Harry, Ginny… Nós gostávamos de vos acompanhar, mas é melhor irem só vocês.
- Não te preocupes Hermione. Nós sabemos o que fazer. – Responde Ginny firmemente.
Chegaram ao Ministério e foram recebidos por Shacklebolt, que era agora o Ministro, e que entendeu de imediato a situação. Harry não lhe contou acerca dos poderes maravilhosos da sua filha, apenas lhe explicou que ela tinha sido amaldiçoada e que Dumbledore lhe tinha dito que essa sala poderia resolver aquela situação.
- Coitados de vocês. Já sofreram tanto e ainda assim continuam a sofrer. Bem, nessa sala só podem entrar os Inomináveis, mas com esse caso, vou abrir uma excepção.
Foram caminhando até aos grandes elevadores dourados que levavam aos diversos pisos. Quando lá chegaram, todos os que esperavam pelos elevadores, deram passagem ao Ministro e aos Potter. Entraram no elevador e desceram até ao Departamento de Mistérios, sem uma única palavra pelo caminho. Ao chegarem à grande porta preta que dava para o Departamento de Mistérios, depararam-se com um homem bem estruturado, louro, e com uns grandes olhos verdes, à sua espera.
- Ainda bem que te encontro Eric. – Disse Shacklebolt. – Poderás…
- …levar Mrs. e Mr.Potter com a sua filha Lili, à sala que contem o mais maravilhoso e poderoso poder do mundo? Será uma honra!
Até o Ministro estava surpreendido. Como era que Eric sabia dos poderes de Lili?
- Desculpa Harry –disse Shacklebolt - , mas não vos posso acompanhar. Mesmo sendo o Ministro, não posso entrar nas salas reservadas.
- Não te preocupes Shacklebolt. Nós mantemos-te informado. – Harry estava agora determinado a conter as lágrimas. Poderia chorar mas não adiantava.
Eric passou pela porta que, tanto Harry e Ginny sabiam, ia dar a uma sala circular com doze portas. Quando estavam todos lá dentro, Eric proferiu:
- Sala das Profecias!
Harry e Ginny olharam um para o outro. “Sala das Profecias?”, pensavam eles. Não havia tempo a perder e não era aquela a sala onde deveriam estar. Enquanto pensavam na sala em que quase tinham sido mortos, a sala circular girou e a porta em que Eric queria entrar, abriu-se em sua frente.
- Desculpe, mas… - começou Harry. Porém, foi interrompido por Eric.
- Eu sei que quer ir para a sala que poderá salvar a sua filha, mas primeiro tem de saber uma coisa muito importante.
- É outra profecia? – Ginny estava assustada. Ainda se lembrava da profecia que, também ela, havia tirado daquela sala à tantos anos atrás. Lili estava nos seus braços, ainda imóvel como se tivesse morrido.
- Não é nenhuma profecia, mas tem uma grande importância para o futuro da pequena, e também para o vosso.

ta a ser fixe...
apenas pergunto uma coisa... como é que o Shacklebolt sabiam que a lili tinha um grande poder? eu penso que mantens as caracteristicas do harry do livro na fic, acho que o harry nao se iria a atrever a revelar que a sua filha tinha um poder que muitos desconheciam... ja o eric é diferente, visto o ministro nao o ter avisado, podia pelo menos "alguem" ter sido avisado de que iria chegar a altura de revelar alguma coisa aos pais da lili...
nao estou a criticar nada do teu trabalho, porque ta excelente...
mas fiquei com aquela impressao... de inicio deixei, porque era capaz de aparecer a resposta
espero que continues o teu belo trabalho, que estou a gostar...
Parabens...
apenas pergunto uma coisa... como é que o Shacklebolt sabiam que a lili tinha um grande poder? eu penso que mantens as caracteristicas do harry do livro na fic, acho que o harry nao se iria a atrever a revelar que a sua filha tinha um poder que muitos desconheciam... ja o eric é diferente, visto o ministro nao o ter avisado, podia pelo menos "alguem" ter sido avisado de que iria chegar a altura de revelar alguma coisa aos pais da lili...
nao estou a criticar nada do teu trabalho, porque ta excelente...
mas fiquei com aquela impressao... de inicio deixei, porque era capaz de aparecer a resposta

espero que continues o teu belo trabalho, que estou a gostar...
Parabens...

ainda bem que estás a gostar Judoka
respondendo á tua "pergunta":
eu expliquei mal essa parte, quando eu pus "Chegaram ao Ministério e foram recebidos por Shacklebolt, que era agora o Ministro, e que entendeu de imediato a situação.", queria dizer que o Harry tinha dito ao Shacklebolt o que se passava, porque não podia entrar no departamento de mistérios sem autorização.
Agora o Eric saber da situação... Vai ser explicado num capitulo próximo...
Não deverei pôr o próximo capitulo antes do fim de semana, pois ainda não consegui acabá-lo.
respondendo á tua "pergunta":
eu expliquei mal essa parte, quando eu pus "Chegaram ao Ministério e foram recebidos por Shacklebolt, que era agora o Ministro, e que entendeu de imediato a situação.", queria dizer que o Harry tinha dito ao Shacklebolt o que se passava, porque não podia entrar no departamento de mistérios sem autorização.
Agora o Eric saber da situação... Vai ser explicado num capitulo próximo...
Não deverei pôr o próximo capitulo antes do fim de semana, pois ainda não consegui acabá-lo.

MoonSerenidade escreveu:
eu expliquei mal essa parte, quando eu pus "Chegaram ao Ministério e foram recebidos por Shacklebolt, que era agora o Ministro, e que entendeu de imediato a situação.", queria dizer que o Harry tinha dito ao Shacklebolt o que se passava, porque não podia entrar no departamento de mistérios sem autorização.
eu o que queria dizer nao era em relaçao a autorizaçao ou nao... era em relaçao a relaçao entre o harry e o shacklebolt, porque eles nao eram muito proximos, e se estiver a dar continuidade as caracterisicas psicologicas do harry atraves do livro, o harry nao iria revelar que a sua filha tinha um poder que todos desconheciam... apenas revelava aos amigos mais chegados e ao dumbledor... tambem me questiono no facto de ele tambem querer que a mcgonagall soubesse desse facto, sendo que so o snape e o dumbledor sabiam dos factos e sacrificaram-se...
(eu nao to a criticar, apenas tou a mostrar o meu ponto de vista)
mas prontos... na volta nao entendes t o que eu disse... mas deixa estar :
':
Pára tudo!
Eu nunca escrevi que o Shacklebolt tinha ficado a saber dos poderes da Lili! Eu escrevi que ele tinha entendido a situação. Eu vou pôr uma explicação melhor no capitulo (é que essa parte me passou mesmo ao lado :
': ).
Quanto à McGonagall, eu sei que não eram muito chegados, mas, além dela ser directora, à coisas que vão ser explicadas mais tarde, e que vão completar o que falta, porque se já reparas-te, passaram-se dezanove anos depois da queda de Voldemort, e nesse tempo aconteceram muitas coisas, como por exemplo o casamento de Harry e Ginny, que eu já falei um pouco no primeiro capitulo.
As coisas vão ficar mais claras à medida que a história vai continuando. No próximo capitulo acho que não vai haver nada sobre o passado, mas talvês no seguinte algumas coisas fiquem mais exclarecidas.
EDIT: já está uma pequena explicação.
Eu nunca escrevi que o Shacklebolt tinha ficado a saber dos poderes da Lili! Eu escrevi que ele tinha entendido a situação. Eu vou pôr uma explicação melhor no capitulo (é que essa parte me passou mesmo ao lado :
': ).Quanto à McGonagall, eu sei que não eram muito chegados, mas, além dela ser directora, à coisas que vão ser explicadas mais tarde, e que vão completar o que falta, porque se já reparas-te, passaram-se dezanove anos depois da queda de Voldemort, e nesse tempo aconteceram muitas coisas, como por exemplo o casamento de Harry e Ginny, que eu já falei um pouco no primeiro capitulo.
As coisas vão ficar mais claras à medida que a história vai continuando. No próximo capitulo acho que não vai haver nada sobre o passado, mas talvês no seguinte algumas coisas fiquem mais exclarecidas.
EDIT: já está uma pequena explicação.
Spoiler
Chegaram ao Ministério e foram recebidos por Shacklebolt, que era agora o Ministro, e que entendeu de imediato a situação. Harry não lhe contou acerca dos poderes maravilhosos da sua filha, apenas lhe explicou que ela tinha sido amaldiçoada e que Dumbledore lhe tinha dito que essa sala oderia resolver aquela situação.

antes k a arika me mate aqui vai úm novo capitulo
Boa Leitura
Capitulo 5 – Os Segredos são Revelados (parte 1)
Finalmente chegaram à sala das profecias. Estava igual ao que se lembravam: a sala mal iluminada, com milhares de globos que continham as mais variadas profecias. Não se ouvia nada além dos passos deles no chão de mosaico negro. Eric continuou e a família Potter segui-o. Andaram durante algum tempo. Quando chegaram à fila 1753, avistaram uma porta. Eric dirigiu-se-lhe, ao que Harry e Ginny seguiram-no e avistaram uma pequena sala.A sala estava fracamente decorada: viam-se cinco sofás, de cor creme, individuais no meio, um armário com portas de vidro que deixavam ver um pequeno colar prateado com um pendente em forma de coração, e uma lareira acesa para onde os sofás estavam virados. As paredes eram somente em pedra preta e o chão dava-lhes continuidade.
- Ainda bem que chegas-te Eric. – Diz uma voz que Harry pensava conhecer.
- Aqui estão eles Firenze.
- Firenze?! – Harry e Ginny estavam perplexos. Aquele que em tempos fora um dos seus professores, estava naquela sala, onde nem o próprio Ministro podia estar.
O centauro saiu das sombras que o ocultavam e dirigiu-se-lhes.
- As estrelas falaram-me de um eleito, cujos poderes são mais fortes do que tudo o que conhecemos. Esse eleito detém o poder para destruir a raça humana, mesmo que não o saiba. Esse eleito é Lili Potter.
- Firenze, que queres dizer com isso? A Lili vai ter que derrotar o Riddle sozinha, é isso? – Harry já esperava que aquilo viesse a acontecer. Já o sabia desde a sua conversa com o retrato de Dumbledore.
Ginny, que estava agachada sob o sofá onde depositara a sua filha, escondia o rosto onde era possível ver pequenas lágrimas nos seus olhos.
- Não. A Lili tem imenso poder, mas ainda não o sabe controlar. Por esse motivo tiveram de vir aqui. Precisam de saber o que poderá acontecer caso ela fracasse.
- O que poderá acontecer…? – Ginny tremia descontroladamente.
- Antes de mais, peço que não me interrompam.
«Como já disse, Lili tem muito poder mas não o sabe controlar. Harry Potter, já possuis-te, e ainda possuis, a protecção desse poder. Sabes melhor que ninguém a força desse poder, por esse motivo acho que és a pessoa mais indicada para a missão. Ginny Potter, a tua coragem é grande, mas não sei se eras capaz de dar a vida pela tua filha, enquanto tens os teus outros três filhos…
- Três filhos?! – Harry não se conseguiu conter. – Mas se nós só temos dois filhos tirando a Lili…Ginny, o que é isto?
- Harry, acalma-te. Eu sei qual é o filho que Firenze está a falar, mas queria-te dizer na altura certa…
Harry tinha os pensamentos bloqueados. Vendo que ele não respondia, Ginny prosseguiu:
- Harry, eu estou grávida…
- Mas isso é óptimo… - Harry ficou aliviado, mas Ginny ainda não tinha terminado a frase.
- … e acho que é do Dean Thomas.
O coração de Harry parou de bater, não conseguia respirar nem pensar. Não era capaz de proferir nem uma palavra. Como Harry não falava, e Ginny chorava, Firenze prosseguiu:
- A sala a que vais levar a Lili irá curá-la, mas ela necessitará de toda a ajuda que lhe poderes dar.
«Este colar – Firenze acabara de tirar o colar, com o pendente em forma de coração, do pequeno armário. -, irá ajudar a Lili a controlar melhor os seus poderes. Porém, necessita de uma lágrima da pessoa, ou pessoas, que mais gostam dela. Assim a pessoa que lhe der a lágrima, terá poder para ajudá-la a controlar os seus poderes. Mas à um senão… Se a Lili for magoada, mas a pessoa que deu a lágrima gostar mesmo dela, só sentirá a dor provocada nela, se a pessoa gostar dela mas quiser o poder para ela própria, um simples arranhão que a Lili faça, poderá custar a vida a quem lhe deu a sua lágrima.
- Eu próprio lhe darei a lágrima. – Harry falara pela primeira vez desde a notícia que Ginny o tinha traído com Dean. Dirigia-se agora para Firenze que lhe estendia o colar.
- Antes de deitares a lágrima no coração, temos de levar a tua filha para a sala do amor. Ela tem de ter conhecimento da missão a que foi destinada, ou poderá causar danos graves no mundo inteiro, pois tem poder para isso.
Harry assentiu com a cabeça. Sem olhar para Ginny, que estava sentada no chão de pedra preta ao lado do sofá onde estava a sua filha, pegou em Lili e dirigiu-se para Eric, que já estava perto da porta pela qual eles tinham entrado.
Então era por isso que Eric sabia de Lili. Firenze tinha-o informado. Mas afinal o que estava Firenze ali a fazer? E quem era Eric?
Boa Leitura
Capitulo 5 – Os Segredos são Revelados (parte 1)
Harry abraçava Ginny. Tinham os dois os olhos marejados de lágrimas.
Finalmente chegaram à sala das profecias. Estava igual ao que se lembravam: a sala mal iluminada, com milhares de globos que continham as mais variadas profecias. Não se ouvia nada além dos passos deles no chão de mosaico negro. Eric continuou e a família Potter segui-o. Andaram durante algum tempo. Quando chegaram à fila 1753, avistaram uma porta. Eric dirigiu-se-lhe, ao que Harry e Ginny seguiram-no e avistaram uma pequena sala.A sala estava fracamente decorada: viam-se cinco sofás, de cor creme, individuais no meio, um armário com portas de vidro que deixavam ver um pequeno colar prateado com um pendente em forma de coração, e uma lareira acesa para onde os sofás estavam virados. As paredes eram somente em pedra preta e o chão dava-lhes continuidade.
- Ainda bem que chegas-te Eric. – Diz uma voz que Harry pensava conhecer.
- Aqui estão eles Firenze.
- Firenze?! – Harry e Ginny estavam perplexos. Aquele que em tempos fora um dos seus professores, estava naquela sala, onde nem o próprio Ministro podia estar.
O centauro saiu das sombras que o ocultavam e dirigiu-se-lhes.
- As estrelas falaram-me de um eleito, cujos poderes são mais fortes do que tudo o que conhecemos. Esse eleito detém o poder para destruir a raça humana, mesmo que não o saiba. Esse eleito é Lili Potter.
- Firenze, que queres dizer com isso? A Lili vai ter que derrotar o Riddle sozinha, é isso? – Harry já esperava que aquilo viesse a acontecer. Já o sabia desde a sua conversa com o retrato de Dumbledore.
Ginny, que estava agachada sob o sofá onde depositara a sua filha, escondia o rosto onde era possível ver pequenas lágrimas nos seus olhos.
- Não. A Lili tem imenso poder, mas ainda não o sabe controlar. Por esse motivo tiveram de vir aqui. Precisam de saber o que poderá acontecer caso ela fracasse.
- O que poderá acontecer…? – Ginny tremia descontroladamente.
- Antes de mais, peço que não me interrompam.
«Como já disse, Lili tem muito poder mas não o sabe controlar. Harry Potter, já possuis-te, e ainda possuis, a protecção desse poder. Sabes melhor que ninguém a força desse poder, por esse motivo acho que és a pessoa mais indicada para a missão. Ginny Potter, a tua coragem é grande, mas não sei se eras capaz de dar a vida pela tua filha, enquanto tens os teus outros três filhos…
- Três filhos?! – Harry não se conseguiu conter. – Mas se nós só temos dois filhos tirando a Lili…Ginny, o que é isto?
- Harry, acalma-te. Eu sei qual é o filho que Firenze está a falar, mas queria-te dizer na altura certa…
Harry tinha os pensamentos bloqueados. Vendo que ele não respondia, Ginny prosseguiu:
- Harry, eu estou grávida…
- Mas isso é óptimo… - Harry ficou aliviado, mas Ginny ainda não tinha terminado a frase.
- … e acho que é do Dean Thomas.
O coração de Harry parou de bater, não conseguia respirar nem pensar. Não era capaz de proferir nem uma palavra. Como Harry não falava, e Ginny chorava, Firenze prosseguiu:
- A sala a que vais levar a Lili irá curá-la, mas ela necessitará de toda a ajuda que lhe poderes dar.
«Este colar – Firenze acabara de tirar o colar, com o pendente em forma de coração, do pequeno armário. -, irá ajudar a Lili a controlar melhor os seus poderes. Porém, necessita de uma lágrima da pessoa, ou pessoas, que mais gostam dela. Assim a pessoa que lhe der a lágrima, terá poder para ajudá-la a controlar os seus poderes. Mas à um senão… Se a Lili for magoada, mas a pessoa que deu a lágrima gostar mesmo dela, só sentirá a dor provocada nela, se a pessoa gostar dela mas quiser o poder para ela própria, um simples arranhão que a Lili faça, poderá custar a vida a quem lhe deu a sua lágrima.
- Eu próprio lhe darei a lágrima. – Harry falara pela primeira vez desde a notícia que Ginny o tinha traído com Dean. Dirigia-se agora para Firenze que lhe estendia o colar.
- Antes de deitares a lágrima no coração, temos de levar a tua filha para a sala do amor. Ela tem de ter conhecimento da missão a que foi destinada, ou poderá causar danos graves no mundo inteiro, pois tem poder para isso.
Harry assentiu com a cabeça. Sem olhar para Ginny, que estava sentada no chão de pedra preta ao lado do sofá onde estava a sua filha, pegou em Lili e dirigiu-se para Eric, que já estava perto da porta pela qual eles tinham entrado.
Então era por isso que Eric sabia de Lili. Firenze tinha-o informado. Mas afinal o que estava Firenze ali a fazer? E quem era Eric?

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