Harry Potter e o Último dos Riddle
ja a tanto que nao vinha aqui...
mas como sou muito burra ou despasarada, li mas nao postei...
adorei...
quero é saber como vai ela reagir com o que lhe é destinado...
quando é que vai sair o proximo capitulo?
e ainda vais continuar por partes? XD
bem tantas perguntas e tantas curiosidades... vou para por aqui...
to desejosa por ler mais...
mas como sou muito burra ou despasarada, li mas nao postei...
adorei...

quero é saber como vai ela reagir com o que lhe é destinado...
quando é que vai sair o proximo capitulo?
e ainda vais continuar por partes? XD
bem tantas perguntas e tantas curiosidades... vou para por aqui...
to desejosa por ler mais...
ahaha.. eu sei qual é o proximo capitulo... só nao sei porque é k ela nao o posta aqui...
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
falta de tempo Ana!
hum... falta qualidade e originalidade a este capitulo mas pronto
aqui vai o final do 5º capitulo
Capitulo 5 – Os Segredos são Revelados (parte 4)
hum... falta qualidade e originalidade a este capitulo mas pronto
aqui vai o final do 5º capitulo
Capitulo 5 – Os Segredos são Revelados (parte 4)
- O quê papá?
- Lili – Harry olha para Ginny pedindo forças para aquela situação. Firenze fez sinal a Eric para que os deixassem a sós com a filha. Eric foi então até a parede oposta à do coração e murmurou algumas palavras. A resposta às suas palavras deu origem a uma porta que ia dar a uma sala adjunta à que se encontravam. Firenze e Eric entraram na sala e mal a porta se fechou, o coração de Harry deu um pulo: estava na altura de a sua filha saber a verdade. Agora não podia recuar na sua missão.
…
- Fizeste o que estava certo, tu sabes disso.
- Sim eu sei. Quanto me custa ver o que ela vai ter de passar e eu não poder fazer nada. – Eric não conseguia estar quieto. Tinham entrado numa sala semelhante à anterior mas mais pequena. As paredes, a disposição dos sofás e das estantes, tudo estava igual. Apenas se podia ver uma coisa de diferente na sala. Eric não tirava os olhos dessa coisa. Sabia que era poderosa mas ainda não a poderia retirar do sítio. O que dava ser um Inominável… Saber o que aquele objecto poderia fazer e mesmo assim não o poder usar.
…
- Lili, querida… - Começou Ginny. Nenhum dos dois sabia o que dizer. Como explicar aquela situação a uma menina de nove anos? – Terás de nos ouvir até ao fim, está bem?
- Sim mamã. Mas o que é que eu fiz?
- Não fizeste nada filhota, mas há uma coisa que vais ter de fazer. – Harry tinha um nó na garganta. Já tinha começado, agora não podia deixar a meio o que tinha de dizer. Lili olhava para os pais com uma cara séria. Naquela altura quem quer que a visse não lhe diria que tinha uma idade tão tenra. – Como sabes, o pai derrotou Lord Voldemort, o pior feiticeiro de todos os tempos. Agora o meio-irmão de Voldemort apareceu e quer “terminar” o trabalho que o irmão deixou a meio…
- E tu vais derrotá-lo, não vais papá?
- Lili, o que o teu pai está a querer dizer é que…
- …é que desta vez eu só posso ajudar. A missão de derrotar o Riddle é tua. – Harry pensava ter morrido. Custara-lhe dizer aquilo à sua filha, e sabia que ela não iria compreender o que aquilo queria dizer. Mas a pequena Lili surpreendera-o com a sua resposta. Ninguém esperava por aquela resposta naquele momento. Mal Harry acabara de proferir aquelas terríveis palavras, a sua apenas disse:
- Sou tua filha pai, por isso vou conseguir derrotar o Riddle, mas primeiro quero saber o que ele quer de mim.
- Lili… - Ginny começara a chorar. Aquela resposta não podia ser de uma menina de nove anos. – Lembras-te de quando descobris-te os teus poderes?
- Sim mamã.
- Filha, eu sei que é duro ouvires isto e que não entendes muito bem a situação, mas… o Riddle quer o teu poder.
- Pai… Eu não quero ficar sem os meus poderes… Mas entendo a situação. Se quiseres simplificar as coisas, o que está a acontecer é outro Lord Voldemort.
- Não querida. – Desta vez Harry já não conseguia falar. Aquela não parecia a sua filha. Ginny parecia escolher as palavras seguintes: - Lord Voldemort só queria “governar” o mundo dos feiticeiros e dos muggles, e o Riddle quer ainda ir mais longe que o meio-irmão. – As lágrimas começaram a aparecer-lhe novamente nos olhos. Harry reparou nesse pormenor e apertou-lhe as mãos. – Só existe uma pessoa mais poderosa que ele querida.
- E eu sou essa pessoa? Por isso é que ele quer o meu poder? Para ser o feiticeiro mais poderoso do mundo?
…
- Tanto que olhas para esse anel… Tem poder suficiente? – Já se tinha passado algum tempo e Firenze desconfiava que Eric pudesse fazer alguma coisa que mudasse o destino de todos.
- An? Desculpa estava a pensar… Sim tem. Não te posso dizer qual é o seu verdadeiro poder, mas posso dizer que pode destruir o mundo.
- Pensas usá-lo? O risco é grande, pensa nisso.
- Não - Além de o usar ser um grande risco, eu não tenho poder suficiente para tal feito. Só existem duas pessoas que podem usar este anel e ambas estão na sala donde esta provém.
- Já estava à espera de uma resposta dessas. – Firenze olhou pela segunda vez para o anel. Este era feito de um material fino e com um pequeno coração igual ao do fio que estava agora com Lili. Firenze perguntava-se qual o seu verdadeiro poder.
…
Harry e Ginny haviam-se esquecido que estavam zangados. Depois das suas respostas às perguntas de Lili, esta começou a chorar. Acabara por adormecer nos braços da mãe e com o choro do pai que já tinha sofrido tanto e não queria que a filha passa-se pelo mesmo. Ginny estava sentada no sofá com a filha no colo apoiada nos seus braços. Harry encontrava-se de joelhos a acariciar a face de Lili e subitamente diz a Ginny, num sussurro:
- Ainda há um problema que temos de tratar.
- Qual? – Ginny pensava que a resposta aquela pergunta só poderia ser uma: a sua traição.
- Temos de resolver onde é que vais ficar com a Lili enquanto eu vou procurar o Riddle.
- O quê? Não vais ficar comigo?
- Não posso. Não quero que a Lili seja atacada antes de estar pronta. Tenho de falar com o Eric antes de irmos.
- Temos de acabar esta conversa! Eu não sou a pessoa indicada para proteger a Lili sozinha…
- Não vais estar sozinha. Por isso tenho de falar com o Eric.
- Lili – Harry olha para Ginny pedindo forças para aquela situação. Firenze fez sinal a Eric para que os deixassem a sós com a filha. Eric foi então até a parede oposta à do coração e murmurou algumas palavras. A resposta às suas palavras deu origem a uma porta que ia dar a uma sala adjunta à que se encontravam. Firenze e Eric entraram na sala e mal a porta se fechou, o coração de Harry deu um pulo: estava na altura de a sua filha saber a verdade. Agora não podia recuar na sua missão.
…
- Fizeste o que estava certo, tu sabes disso.
- Sim eu sei. Quanto me custa ver o que ela vai ter de passar e eu não poder fazer nada. – Eric não conseguia estar quieto. Tinham entrado numa sala semelhante à anterior mas mais pequena. As paredes, a disposição dos sofás e das estantes, tudo estava igual. Apenas se podia ver uma coisa de diferente na sala. Eric não tirava os olhos dessa coisa. Sabia que era poderosa mas ainda não a poderia retirar do sítio. O que dava ser um Inominável… Saber o que aquele objecto poderia fazer e mesmo assim não o poder usar.
…
- Lili, querida… - Começou Ginny. Nenhum dos dois sabia o que dizer. Como explicar aquela situação a uma menina de nove anos? – Terás de nos ouvir até ao fim, está bem?
- Sim mamã. Mas o que é que eu fiz?
- Não fizeste nada filhota, mas há uma coisa que vais ter de fazer. – Harry tinha um nó na garganta. Já tinha começado, agora não podia deixar a meio o que tinha de dizer. Lili olhava para os pais com uma cara séria. Naquela altura quem quer que a visse não lhe diria que tinha uma idade tão tenra. – Como sabes, o pai derrotou Lord Voldemort, o pior feiticeiro de todos os tempos. Agora o meio-irmão de Voldemort apareceu e quer “terminar” o trabalho que o irmão deixou a meio…
- E tu vais derrotá-lo, não vais papá?
- Lili, o que o teu pai está a querer dizer é que…
- …é que desta vez eu só posso ajudar. A missão de derrotar o Riddle é tua. – Harry pensava ter morrido. Custara-lhe dizer aquilo à sua filha, e sabia que ela não iria compreender o que aquilo queria dizer. Mas a pequena Lili surpreendera-o com a sua resposta. Ninguém esperava por aquela resposta naquele momento. Mal Harry acabara de proferir aquelas terríveis palavras, a sua apenas disse:
- Sou tua filha pai, por isso vou conseguir derrotar o Riddle, mas primeiro quero saber o que ele quer de mim.
- Lili… - Ginny começara a chorar. Aquela resposta não podia ser de uma menina de nove anos. – Lembras-te de quando descobris-te os teus poderes?
- Sim mamã.
- Filha, eu sei que é duro ouvires isto e que não entendes muito bem a situação, mas… o Riddle quer o teu poder.
- Pai… Eu não quero ficar sem os meus poderes… Mas entendo a situação. Se quiseres simplificar as coisas, o que está a acontecer é outro Lord Voldemort.
- Não querida. – Desta vez Harry já não conseguia falar. Aquela não parecia a sua filha. Ginny parecia escolher as palavras seguintes: - Lord Voldemort só queria “governar” o mundo dos feiticeiros e dos muggles, e o Riddle quer ainda ir mais longe que o meio-irmão. – As lágrimas começaram a aparecer-lhe novamente nos olhos. Harry reparou nesse pormenor e apertou-lhe as mãos. – Só existe uma pessoa mais poderosa que ele querida.
- E eu sou essa pessoa? Por isso é que ele quer o meu poder? Para ser o feiticeiro mais poderoso do mundo?
…
- Tanto que olhas para esse anel… Tem poder suficiente? – Já se tinha passado algum tempo e Firenze desconfiava que Eric pudesse fazer alguma coisa que mudasse o destino de todos.
- An? Desculpa estava a pensar… Sim tem. Não te posso dizer qual é o seu verdadeiro poder, mas posso dizer que pode destruir o mundo.
- Pensas usá-lo? O risco é grande, pensa nisso.
- Não - Além de o usar ser um grande risco, eu não tenho poder suficiente para tal feito. Só existem duas pessoas que podem usar este anel e ambas estão na sala donde esta provém.
- Já estava à espera de uma resposta dessas. – Firenze olhou pela segunda vez para o anel. Este era feito de um material fino e com um pequeno coração igual ao do fio que estava agora com Lili. Firenze perguntava-se qual o seu verdadeiro poder.
…
Harry e Ginny haviam-se esquecido que estavam zangados. Depois das suas respostas às perguntas de Lili, esta começou a chorar. Acabara por adormecer nos braços da mãe e com o choro do pai que já tinha sofrido tanto e não queria que a filha passa-se pelo mesmo. Ginny estava sentada no sofá com a filha no colo apoiada nos seus braços. Harry encontrava-se de joelhos a acariciar a face de Lili e subitamente diz a Ginny, num sussurro:
- Ainda há um problema que temos de tratar.
- Qual? – Ginny pensava que a resposta aquela pergunta só poderia ser uma: a sua traição.
- Temos de resolver onde é que vais ficar com a Lili enquanto eu vou procurar o Riddle.
- O quê? Não vais ficar comigo?
- Não posso. Não quero que a Lili seja atacada antes de estar pronta. Tenho de falar com o Eric antes de irmos.
- Temos de acabar esta conversa! Eu não sou a pessoa indicada para proteger a Lili sozinha…
- Não vais estar sozinha. Por isso tenho de falar com o Eric.

pronto... depois de uns meses de pausa aqui está o novo capitulo... com BOLINHA VERMELHA XD
Haviam-se passado três meses desde o que se passara no Ministério. Harry tinha acedido ao pedido de Ginny para que este permanece-se com ela até ao Natal, treinando assim a pequena Lili e podendo se despedir dos filhos antes da sua jornada à procura de Riddle.
- Eric deves estar esfomeado… - Afirma Ginny com um à-vontade surpreendente, e carregada com uma bandeja de bolachas e chá para dois. Eric tinha passado os últimos três meses em casa dos Potter para interagir cada vez mais com Lili e ajudar a protege-la. – Não queres entrar? Está a começar a ficar um pouco de frio…
- Agradeço o lanche mas sabes que prefiro ficar a observar o treino da Lili. Tem evoluído cada vez mais… Não parece ter apenas nove anos… - Eric estava debruçado na varanda com um olhar que tanto tinha de apaixonado como de protector a olhar para a pequena feiticeira. – Ginny ela só pode mesmo sair aos pais… Nenhum feiticeiro ou feiticeira de tão tenra idade conseguiria fazer o que ela faz com a sua idade…
- Saí ao Harry… Comparada com ele, eu não tenho poder absolutamente nenhum.
- Agora Lili vamos ao final do treino, pode ser?
- Claro pai.
- Faz levitar aquela mesa.
- Wingardium Leviosa!
- Muito bem. Agora vamos aumentar a dificuldade… acende aquela fogueira e depois apaga-a.
- Incendio! Aquamenti!
- Muito bem! Agora para terminar vamos ao mais difícil… Quero que me mostres o teu patronos.
- Expecto Patronum!
- Exelente! Por hoje terminamos. Amanhã continuamos e começamos por aqui.
- Pai posso ir brincar com o Hugo?
- Claro Lili. O pai leva-te a casa do tio Ron.
- É espantoso como ela executa um patronos corponeo com tamanha facilidade. Aquilo que para alguns feiticeiros adultos é dificílimo, para ela é relativamente fácil…
- Ela mantém o pai muito orgulhoso… Eu tenho muito orgulho nela, mas o poder todo que ela tem assusta-me…
Toc toc toc…
- Olá Lili! Olá Harry… - Hermione estava alegre de os ver. Nos últimos tempos viam-se os três muitas vezes, e Hermione e Harry não pareciam se importar. – O Hugo está no quarto Lili… Podes lá ir ter com ele…
- Obrigado tia. – Proferiu a pequena com um grande sorriso no rosto e entrou em casa dos tios.
- Harry não pensas ficar à porta pois não?
- Não estava a pensar em tal coisa, querida… - Acrescenta Harry num sussurro.
Mal a porta se fechou, beijos intensos encheram a divisão. O caminho que os dois tão bem sabiam parecia interminável. Mal chegaram ao quarto de Hermione e fecharam a porta com um feitiço, Hermione parou.
- Harry isto está a começar a ser insuportável… Estar contigo durante o dia e com o Ron à noite… gostava tanto que não houvessem tantas complicações nas nossas vidas para que pudéssemos assumir o que sentimos…
- Hermione… Acredita que também é o que eu desejo… Mas o melhor é irmos com calma…
- Sim é verdade… Mas enquanto isso podemos aproveitar o momento…
Não foram precisos nem dois minutos até as roupas inundarem o chão do quarto. O único barulho que se ouvia naquela casa era o da respiração acelerada de dois amantes. Os corpos bem juntos balançando ao ritmo da respiração, o explorar dos corpos com um ardor escaldante e o embaciar dos vidros eram as únicas coisas visíveis no quarto.
Capitulo 6 – Conversas a dois
Haviam-se passado três meses desde o que se passara no Ministério. Harry tinha acedido ao pedido de Ginny para que este permanece-se com ela até ao Natal, treinando assim a pequena Lili e podendo se despedir dos filhos antes da sua jornada à procura de Riddle.
- Eric deves estar esfomeado… - Afirma Ginny com um à-vontade surpreendente, e carregada com uma bandeja de bolachas e chá para dois. Eric tinha passado os últimos três meses em casa dos Potter para interagir cada vez mais com Lili e ajudar a protege-la. – Não queres entrar? Está a começar a ficar um pouco de frio…
- Agradeço o lanche mas sabes que prefiro ficar a observar o treino da Lili. Tem evoluído cada vez mais… Não parece ter apenas nove anos… - Eric estava debruçado na varanda com um olhar que tanto tinha de apaixonado como de protector a olhar para a pequena feiticeira. – Ginny ela só pode mesmo sair aos pais… Nenhum feiticeiro ou feiticeira de tão tenra idade conseguiria fazer o que ela faz com a sua idade…
- Saí ao Harry… Comparada com ele, eu não tenho poder absolutamente nenhum.
…
- Agora Lili vamos ao final do treino, pode ser?
- Claro pai.
- Faz levitar aquela mesa.
- Wingardium Leviosa!
- Muito bem. Agora vamos aumentar a dificuldade… acende aquela fogueira e depois apaga-a.
- Incendio! Aquamenti!
- Muito bem! Agora para terminar vamos ao mais difícil… Quero que me mostres o teu patronos.
- Expecto Patronum!
- Exelente! Por hoje terminamos. Amanhã continuamos e começamos por aqui.
- Pai posso ir brincar com o Hugo?
- Claro Lili. O pai leva-te a casa do tio Ron.
…
- É espantoso como ela executa um patronos corponeo com tamanha facilidade. Aquilo que para alguns feiticeiros adultos é dificílimo, para ela é relativamente fácil…
- Ela mantém o pai muito orgulhoso… Eu tenho muito orgulho nela, mas o poder todo que ela tem assusta-me…
…
Toc toc toc…
- Olá Lili! Olá Harry… - Hermione estava alegre de os ver. Nos últimos tempos viam-se os três muitas vezes, e Hermione e Harry não pareciam se importar. – O Hugo está no quarto Lili… Podes lá ir ter com ele…
- Obrigado tia. – Proferiu a pequena com um grande sorriso no rosto e entrou em casa dos tios.
- Harry não pensas ficar à porta pois não?
- Não estava a pensar em tal coisa, querida… - Acrescenta Harry num sussurro.
Mal a porta se fechou, beijos intensos encheram a divisão. O caminho que os dois tão bem sabiam parecia interminável. Mal chegaram ao quarto de Hermione e fecharam a porta com um feitiço, Hermione parou.
- Harry isto está a começar a ser insuportável… Estar contigo durante o dia e com o Ron à noite… gostava tanto que não houvessem tantas complicações nas nossas vidas para que pudéssemos assumir o que sentimos…
- Hermione… Acredita que também é o que eu desejo… Mas o melhor é irmos com calma…
- Sim é verdade… Mas enquanto isso podemos aproveitar o momento…
Não foram precisos nem dois minutos até as roupas inundarem o chão do quarto. O único barulho que se ouvia naquela casa era o da respiração acelerada de dois amantes. Os corpos bem juntos balançando ao ritmo da respiração, o explorar dos corpos com um ardor escaldante e o embaciar dos vidros eram as únicas coisas visíveis no quarto.
…
- Lili queres um bolo de chocolate?
- Por acaso gostava…
- Vamos pedir à minha mãe para fazer um…
Os pequenos desceram as escadas a correr e correram todas as divisões da casa. Nem sinal dos pais, até que ouviram um barulho vindo do quarto de Hermione. Hugo tenta abrir a porta mas em vão.
- Espera… Eu uso magia… Alohomora!
Os olhos dos pequenos percorreram o quarto e pararam na cama. Os pais subitamente apanhados ficaram sem palavras. Então Hugo quebra o silêncio com a inocência de uma criança:
- Mãe, podes fazer-nos um bolo de chocolate?
- Claro… Vão até ao quarto que eu já vou fazer.
- Hugo deixa-os dormir a sesta. Depois a tia faz o bolo. – Diz Lili sem interesse no que via. – Vamos brincar.
- Sim vão meninos. – Afirmam os pais em uníssono.
Mal fecharam a porta os dois suspiraram de alívio. Aquilo para o qual nenhum deles estava preparado aconteceu.
- E agora o que fazemos? – Pergunta Hermione completamente petrificada.
- E agora preparamo-nos para enfrentar a realidade.
- Por acaso gostava…
- Vamos pedir à minha mãe para fazer um…
Os pequenos desceram as escadas a correr e correram todas as divisões da casa. Nem sinal dos pais, até que ouviram um barulho vindo do quarto de Hermione. Hugo tenta abrir a porta mas em vão.
- Espera… Eu uso magia… Alohomora!
Os olhos dos pequenos percorreram o quarto e pararam na cama. Os pais subitamente apanhados ficaram sem palavras. Então Hugo quebra o silêncio com a inocência de uma criança:
- Mãe, podes fazer-nos um bolo de chocolate?
- Claro… Vão até ao quarto que eu já vou fazer.
- Hugo deixa-os dormir a sesta. Depois a tia faz o bolo. – Diz Lili sem interesse no que via. – Vamos brincar.
- Sim vão meninos. – Afirmam os pais em uníssono.
Mal fecharam a porta os dois suspiraram de alívio. Aquilo para o qual nenhum deles estava preparado aconteceu.
- E agora o que fazemos? – Pergunta Hermione completamente petrificada.
- E agora preparamo-nos para enfrentar a realidade.

ha tanto tempo q ñ venho cá...
e cdeparo me com isto
então, ñ axas q andas a ver demasiadas novelas da tvi?
*joking*
mas de resto, ta interessante
e o q é pa melhorar, so com practica
mas atenção, tens muita falta de descrições mais detalhadas! tanto do espaço onde tão as personagens como dos seus sentimentos. oki? :
:
e cdeparo me com isto
então, ñ axas q andas a ver demasiadas novelas da tvi?
*joking*
mas de resto, ta interessante
e o q é pa melhorar, so com practica
mas atenção, tens muita falta de descrições mais detalhadas! tanto do espaço onde tão as personagens como dos seus sentimentos. oki? :
:Capitulo 6 (Parte 2) – Conversas a dois
Hermione sai da cama muito tensa. Já não bastava terem sido apanhados como amantes, como tinham sido apanhados pelos próprios filhos.
- Como vamos ultrapassar isto Harry?
- Não faço ideia Hermione… Mas agora o mal está feito… Não podemos voltar atrás… Por isso mais vale aproveitar-mos o momento… Anda cá… Vou-te fazer uma massagem…
- Nós devíamos pensar em como enfrentar esta situação…
- Como queres pensar tão nervosa como estás?
- Eu sei… Tens razão… Primeiro tenho de me acalmar…
- Sim tens. Agora vem cá…
Hermione volta para a cama e Harry abraça-a. Seguidamente vira-a de costas. Sai da cama apenas para ir buscar o creme que estava em cima da cómoda, ao lado da foto do seu melhor amigo. Harry sentiu-se mal consigo mesmo. Em tudo o que tinha acontecido, Ron era o único que não tinha traído ninguém. Voltou para perto de Hermione e começou a massajar-lhe as costas com movimentos circulares, descendo cada vez mais e passando ás suas pernas e pés. Voltou a subir até aos seus lábios e recomeçaram tudo no ponto onde haviam parado.
…
- Não sei Ron… Não achas que é arriscado demais?
- Luna… O que seria da vida sem riscos?
- E o Neville? E a Hermione?
- Eles não necessitam de saber…
- E se formos apanhados Ron?
- É um risco que estou pronto a correr… Vamos fazê-lo por nós Luna…
…
- A Lili é tão bonita… Eu passo o tempo a pensar que ela nunca irá olhar para mim… Ela só tem olhos para o primo…
- Eric, ela tem nove anos… É normal que não olhe para ti…
- Eu sei Ginny mas, ás vezes não consigo controlar-me tão bem como parece… O que sinto por ela é tão forte…
- Eu sei. Também me sinto assim pelo Harry. Acreditas em mim quando digo que não trai o Harry, Eric?
- Acredito. Os teus olhos deixam transparecer o quanto gostas dele e que nunca o irias trair.
- E achas que ele me trairia? Ele passa tanto tempo com a Hermione…
- Ginny, a Hermione é a melhor amiga dele e tia dos vossos filhos… Além que achas que ele iria trair o teu irmão, o seu melhor amigo?
- Eu sei disso, mas o Harry tem andado muito distante… Não parece ele… Parece que só tem olhos para a Lili e para a Hermione…
- Vais ver que isso passa…
…
- Está a ficar tarde Luna… É melhor eu ir para casa antes que a Hermione comece a pensar alguma coisa.
- Sim… Acontece o mesmo com o Neville se chega a casa e nos vê aos dois assim…
- Podemos continuar isto amanhã se quiseres…
- Então continuamos amanhã… Para nenhum dos dois desconfiar de nada…
- Então até amanhã Luna…
- Até amanhã Ron.
…
- Hermione… - chama levemente Harry a uma Hermione adormecida. – Amor tenho de me ir embora. Está quase na hora do jantar… E tu prometeste aos miúdos um bolo… - e com isto dá um beijo suave na face de Hermione. Esta acorda, calma e serena, e retribui-lhe o beijo.
- Estou com medo do que os miúdos possam dizer…
- Achas que devíamos esclarecer tudo?
- Não sei. O melhor é pensarmos melhor no assunto… - Hermione começou a vestir-se, enquanto que Harry, já vestido, se encontra sentado no fundo da cama a olhar fixamente para a fotografia de Ron. – Que se passa amor?
- Não paro de pensar no Ron. Estou a trai-lo com a minha melhor amiga e mulher dele, sem falar que estou a trair a Ginny que é irmã dele… Mesmo amando-te não sei se isto está certo…
- Eu sei… Mas lembra-te que estamos a trair os dois… Não sei se vou continuar com o Ron depois do que ele fez… Mas também não quero que te separes da Ginny…
- Hermione, o meu casamento com a Ginny está acabado Tu sabes que desde os nossos 18 anos que eu gosto de ti… Mas tu estavas perdidamente apaixonada pelo Ron… Se ele não te tivesse feito o que fez serias capaz de o ter traído, mesmo me amando?
Aquela pergunta ficou no ar. O ar cabisbaixo de Hermione mostrava que ela nunca havia pensado nisso.
…
- Será que a minha mãe já fez o bolo? – pergunta Hugo à prima.
- Não sei… Eles já não devem estar a dormir… E também já são horas de jantar…
- Lili, com essa tu não me enganas… Tu nunca queres jantar… EU sei que só queres ir ter com o teu querido Eric…
- Hugo! – Lili cora um pouco. Tirando o primo, mais ninguém sabia o seu fraquinho por Eric. – E se os nossos pais ouvem…? Eu não tenho hipóteses com o Eric…
- Já experimentas-te lhe dizer?
- Não… Ele nunca vai olhar para mim…
- Então porque é que ele está à três meses em tua casa?
- Os meus pais dizem que ele está lá para ajudar a proteger-me…
Mas nem no que Lili dizia ela acreditava. Será que Eric poderia sentir alguma coisa por ela.
…
- Bem, vou chamar a Lili para ir jantar.
- E eu vou fazer o jantar e o bolo.
- Porque não passas lá por casa depois? Quero provar o teu delicioso bolo de chocolate…
- Harry… Com essa vozinha sedutora eu sou mesmo obrigada a ir… - Hermione estava agora com um sorriso estampado no rosto que fazia lembrar a sua felicidade em tempos de infância. – Além disso a Lili também quer bolo…
- Só tu Hermione. – E dá-lhe um longo beijo. – Lili vem para baixo! Vamos jantar!
…
- Obrigado pela ajuda Eric.
- De nada. Já que aqui estou a “morar” não me custa ajudar.
- Querida, cheguei!
- Estava a ver que tínhamos de jantar sozinhos. Onde é que os meninos andaram? – Diz Ginny com ar de riso.
- Estive a brincar com o Hugo! – Nisto Lili vai-se sentar ao lado de Eric, pois já estavm todos à mesa menos ela. De seguida sussurra a Eric:
- Depois de jantar posso falar contigo a sós?
Eric surpreendido com a pergunta da pequena responde-lhe afirmativamente, ao que esta lhe responde ainda com um sorriso.
- É verdade Ginny, a Hermione ficou de cá vir ter depois do jantar e trazer o bolo de chocolate que eles lhe pediram.
…
- Olá amor.
- Ron?! Pensava que chegavas mais tarde amor. Ainda não acabei o jantar.
- Não faz mal. Assim vou tomar um banho. O Hugo está no quarto?
- Sim está. A Lili esteve uma boa parte da tarde com ele.
- Hum… Então vou lá vê-lo e depois vou tomar um banho. Queres que eu o chame quando vier para baixo?
- Se não te importares querido, agradecia muito.
…
- Eric… eu… eu… - Lili estava coradíssima, deitada na relva do jardim ao lado de Eric, a ver as estrelas. – Eu sei que isto é parvoíce… Esquece… Tu não queres estar a aturar-me…
- Lili, eu gosto de te aturar – afirma ele com uma pequena risada.
- Eric, eu… Eu acho que gosto de ti…
Eric ficou sem reacção. Além de ser aquilo pelo qual ele estava à espera desde que a pequena havia nascido, soava estranho vindo dela.
- Lili, tens a certeza do que dizes?
- Como posso eu ter a certeza de uma coisa que não compreendo…? Sei que não quero estar separada de ti… - e dito isto desata a chorar. Não um chora de menina, mas sim de uma mulher adulta que tem medo de perder aquilo que ama.
- Lili… Eu amo-te desde o dia em que nasces-te. Não precisas de chorar…
- Não estou a chorar só por causa disso… O meu pai anda a trair a minha mãe com a tia Hermione! Eu tive de fingir que não percebia por causa do Hugo, e o meu pai percebeu a minha reacção! Mesmo disfarçando bem, eu sei que ele percebeu…
- Minha flor… - Eric parecia estar em choque. Harry não podia ter traído ter traído Ginny, não depois do amor que ele sentira entre os dois nos meses que havia passado em sua casa. Os Potter já não eram uma família unida: Harry arruinara tudo.
- Lili, sabes o que estás a dizer?
- Eric posso ter só nove anos mas achas que não sei algumas coisas que não devia? Por favor não digas aos meus pais, não os quero ver zangados…
- Anda cá minha linda. – Eric abraça a pequena com ternura e afaga-lhe os cabelos docemente.
- Eric, há uma coisa que te quero contar, mas por favor não fales disto a ninguém! – Lili parecia mais calma, mas com alguma preocupação naquilo que iria dizer a Eric.
- Lili, Estou pronto para ouvir tudo o que me disseres…
…
Truz Truz
Eram nove horas. Ginny abriu a porta a Hermione, Ron e Hugo, que parecia desconfiado por ainda não ter ouvido a prima.
- Olá Ginny! O Harry disse-te que aparecíamos cá? – Hermione parecia ter apanhado um susto. A sua voz tremia, e o bolo que segurava acompanhava-lhe a voz, mais parecendo uma gelatina.
- Oh, olá. Sim disse. Vou chamar a Lili e o Eric…
- Não vais não querida – Harry desce as escadas que iam dar ao primeiro andar e resume-lhes a história. – A Lili parece que admitiu ao Eric gostar dele. Ele estava a abraça-la, mas quase de certeza que não estou enganado.
- Então vamos os deixar a sós – apressa-se Hermione a dizer. Ouvir Harry a tratar Ginny por querida tinha quase acabado com o seu controle.
…
- Lili isso é importantíssimo! Porque não nos contas-te isso antes?
- Tive medo. Achas que para mim é fácil? Se de um dia para o outro te acontecesse isso, que farias?
- Não sei, mas esse segredo é grande demais…
- E pode trazer um perigo ainda maior – conclui Lili. - Foi ai que te conheci. Ouvi tudo a respeito de ter de me apaixonar por ti, mas não foi por isso que me apaixonei. Algo faz com que me sinta bem perto de ti. Mas para ti isso agora deve ser difícil de acreditar depois do que te disse.
- Não, não é. Confio plenamente em ti. Sei que estás a ser sincera.
- Obrigado.
- Agora não será melhor voltar-mos para dentro?
- Sim. A tia Hermione já deve ter chegado. Vou ter de fingir novamente que ao sei de nada...
Hermione sai da cama muito tensa. Já não bastava terem sido apanhados como amantes, como tinham sido apanhados pelos próprios filhos.
- Como vamos ultrapassar isto Harry?
- Não faço ideia Hermione… Mas agora o mal está feito… Não podemos voltar atrás… Por isso mais vale aproveitar-mos o momento… Anda cá… Vou-te fazer uma massagem…
- Nós devíamos pensar em como enfrentar esta situação…
- Como queres pensar tão nervosa como estás?
- Eu sei… Tens razão… Primeiro tenho de me acalmar…
- Sim tens. Agora vem cá…
Hermione volta para a cama e Harry abraça-a. Seguidamente vira-a de costas. Sai da cama apenas para ir buscar o creme que estava em cima da cómoda, ao lado da foto do seu melhor amigo. Harry sentiu-se mal consigo mesmo. Em tudo o que tinha acontecido, Ron era o único que não tinha traído ninguém. Voltou para perto de Hermione e começou a massajar-lhe as costas com movimentos circulares, descendo cada vez mais e passando ás suas pernas e pés. Voltou a subir até aos seus lábios e recomeçaram tudo no ponto onde haviam parado.
…
- Não sei Ron… Não achas que é arriscado demais?
- Luna… O que seria da vida sem riscos?
- E o Neville? E a Hermione?
- Eles não necessitam de saber…
- E se formos apanhados Ron?
- É um risco que estou pronto a correr… Vamos fazê-lo por nós Luna…
…
- A Lili é tão bonita… Eu passo o tempo a pensar que ela nunca irá olhar para mim… Ela só tem olhos para o primo…
- Eric, ela tem nove anos… É normal que não olhe para ti…
- Eu sei Ginny mas, ás vezes não consigo controlar-me tão bem como parece… O que sinto por ela é tão forte…
- Eu sei. Também me sinto assim pelo Harry. Acreditas em mim quando digo que não trai o Harry, Eric?
- Acredito. Os teus olhos deixam transparecer o quanto gostas dele e que nunca o irias trair.
- E achas que ele me trairia? Ele passa tanto tempo com a Hermione…
- Ginny, a Hermione é a melhor amiga dele e tia dos vossos filhos… Além que achas que ele iria trair o teu irmão, o seu melhor amigo?
- Eu sei disso, mas o Harry tem andado muito distante… Não parece ele… Parece que só tem olhos para a Lili e para a Hermione…
- Vais ver que isso passa…
…
- Está a ficar tarde Luna… É melhor eu ir para casa antes que a Hermione comece a pensar alguma coisa.
- Sim… Acontece o mesmo com o Neville se chega a casa e nos vê aos dois assim…
- Podemos continuar isto amanhã se quiseres…
- Então continuamos amanhã… Para nenhum dos dois desconfiar de nada…
- Então até amanhã Luna…
- Até amanhã Ron.
…
- Hermione… - chama levemente Harry a uma Hermione adormecida. – Amor tenho de me ir embora. Está quase na hora do jantar… E tu prometeste aos miúdos um bolo… - e com isto dá um beijo suave na face de Hermione. Esta acorda, calma e serena, e retribui-lhe o beijo.
- Estou com medo do que os miúdos possam dizer…
- Achas que devíamos esclarecer tudo?
- Não sei. O melhor é pensarmos melhor no assunto… - Hermione começou a vestir-se, enquanto que Harry, já vestido, se encontra sentado no fundo da cama a olhar fixamente para a fotografia de Ron. – Que se passa amor?
- Não paro de pensar no Ron. Estou a trai-lo com a minha melhor amiga e mulher dele, sem falar que estou a trair a Ginny que é irmã dele… Mesmo amando-te não sei se isto está certo…
- Eu sei… Mas lembra-te que estamos a trair os dois… Não sei se vou continuar com o Ron depois do que ele fez… Mas também não quero que te separes da Ginny…
- Hermione, o meu casamento com a Ginny está acabado Tu sabes que desde os nossos 18 anos que eu gosto de ti… Mas tu estavas perdidamente apaixonada pelo Ron… Se ele não te tivesse feito o que fez serias capaz de o ter traído, mesmo me amando?
Aquela pergunta ficou no ar. O ar cabisbaixo de Hermione mostrava que ela nunca havia pensado nisso.
…
- Será que a minha mãe já fez o bolo? – pergunta Hugo à prima.
- Não sei… Eles já não devem estar a dormir… E também já são horas de jantar…
- Lili, com essa tu não me enganas… Tu nunca queres jantar… EU sei que só queres ir ter com o teu querido Eric…
- Hugo! – Lili cora um pouco. Tirando o primo, mais ninguém sabia o seu fraquinho por Eric. – E se os nossos pais ouvem…? Eu não tenho hipóteses com o Eric…
- Já experimentas-te lhe dizer?
- Não… Ele nunca vai olhar para mim…
- Então porque é que ele está à três meses em tua casa?
- Os meus pais dizem que ele está lá para ajudar a proteger-me…
Mas nem no que Lili dizia ela acreditava. Será que Eric poderia sentir alguma coisa por ela.
…
- Bem, vou chamar a Lili para ir jantar.
- E eu vou fazer o jantar e o bolo.
- Porque não passas lá por casa depois? Quero provar o teu delicioso bolo de chocolate…
- Harry… Com essa vozinha sedutora eu sou mesmo obrigada a ir… - Hermione estava agora com um sorriso estampado no rosto que fazia lembrar a sua felicidade em tempos de infância. – Além disso a Lili também quer bolo…
- Só tu Hermione. – E dá-lhe um longo beijo. – Lili vem para baixo! Vamos jantar!
…
- Obrigado pela ajuda Eric.
- De nada. Já que aqui estou a “morar” não me custa ajudar.
- Querida, cheguei!
- Estava a ver que tínhamos de jantar sozinhos. Onde é que os meninos andaram? – Diz Ginny com ar de riso.
- Estive a brincar com o Hugo! – Nisto Lili vai-se sentar ao lado de Eric, pois já estavm todos à mesa menos ela. De seguida sussurra a Eric:
- Depois de jantar posso falar contigo a sós?
Eric surpreendido com a pergunta da pequena responde-lhe afirmativamente, ao que esta lhe responde ainda com um sorriso.
- É verdade Ginny, a Hermione ficou de cá vir ter depois do jantar e trazer o bolo de chocolate que eles lhe pediram.
…
- Olá amor.
- Ron?! Pensava que chegavas mais tarde amor. Ainda não acabei o jantar.
- Não faz mal. Assim vou tomar um banho. O Hugo está no quarto?
- Sim está. A Lili esteve uma boa parte da tarde com ele.
- Hum… Então vou lá vê-lo e depois vou tomar um banho. Queres que eu o chame quando vier para baixo?
- Se não te importares querido, agradecia muito.
…
- Eric… eu… eu… - Lili estava coradíssima, deitada na relva do jardim ao lado de Eric, a ver as estrelas. – Eu sei que isto é parvoíce… Esquece… Tu não queres estar a aturar-me…
- Lili, eu gosto de te aturar – afirma ele com uma pequena risada.
- Eric, eu… Eu acho que gosto de ti…
Eric ficou sem reacção. Além de ser aquilo pelo qual ele estava à espera desde que a pequena havia nascido, soava estranho vindo dela.
- Lili, tens a certeza do que dizes?
- Como posso eu ter a certeza de uma coisa que não compreendo…? Sei que não quero estar separada de ti… - e dito isto desata a chorar. Não um chora de menina, mas sim de uma mulher adulta que tem medo de perder aquilo que ama.
- Lili… Eu amo-te desde o dia em que nasces-te. Não precisas de chorar…
- Não estou a chorar só por causa disso… O meu pai anda a trair a minha mãe com a tia Hermione! Eu tive de fingir que não percebia por causa do Hugo, e o meu pai percebeu a minha reacção! Mesmo disfarçando bem, eu sei que ele percebeu…
- Minha flor… - Eric parecia estar em choque. Harry não podia ter traído ter traído Ginny, não depois do amor que ele sentira entre os dois nos meses que havia passado em sua casa. Os Potter já não eram uma família unida: Harry arruinara tudo.
- Lili, sabes o que estás a dizer?
- Eric posso ter só nove anos mas achas que não sei algumas coisas que não devia? Por favor não digas aos meus pais, não os quero ver zangados…
- Anda cá minha linda. – Eric abraça a pequena com ternura e afaga-lhe os cabelos docemente.
- Eric, há uma coisa que te quero contar, mas por favor não fales disto a ninguém! – Lili parecia mais calma, mas com alguma preocupação naquilo que iria dizer a Eric.
- Lili, Estou pronto para ouvir tudo o que me disseres…
…
Truz Truz
Eram nove horas. Ginny abriu a porta a Hermione, Ron e Hugo, que parecia desconfiado por ainda não ter ouvido a prima.
- Olá Ginny! O Harry disse-te que aparecíamos cá? – Hermione parecia ter apanhado um susto. A sua voz tremia, e o bolo que segurava acompanhava-lhe a voz, mais parecendo uma gelatina.
- Oh, olá. Sim disse. Vou chamar a Lili e o Eric…
- Não vais não querida – Harry desce as escadas que iam dar ao primeiro andar e resume-lhes a história. – A Lili parece que admitiu ao Eric gostar dele. Ele estava a abraça-la, mas quase de certeza que não estou enganado.
- Então vamos os deixar a sós – apressa-se Hermione a dizer. Ouvir Harry a tratar Ginny por querida tinha quase acabado com o seu controle.
…
- Lili isso é importantíssimo! Porque não nos contas-te isso antes?
- Tive medo. Achas que para mim é fácil? Se de um dia para o outro te acontecesse isso, que farias?
- Não sei, mas esse segredo é grande demais…
- E pode trazer um perigo ainda maior – conclui Lili. - Foi ai que te conheci. Ouvi tudo a respeito de ter de me apaixonar por ti, mas não foi por isso que me apaixonei. Algo faz com que me sinta bem perto de ti. Mas para ti isso agora deve ser difícil de acreditar depois do que te disse.
- Não, não é. Confio plenamente em ti. Sei que estás a ser sincera.
- Obrigado.
- Agora não será melhor voltar-mos para dentro?
- Sim. A tia Hermione já deve ter chegado. Vou ter de fingir novamente que ao sei de nada...

ai... desculpa...
mas como sempre ja tinha lido o capitulo, mas nao sei porque fico sempre com ideia que postei sobre ele... que vicio... bahhh...
agora o capitulo...
agora é moda... e modernice... o casa e descasa... os amantes...
só falta é meteres a 3 XD
ron e luna... ele que a chamava de lunatica XD
coitado do nevile... to pra ver quem é que escapa ao jogo dos amantes XD
bom capitulo...
espero pelo proximo...
mas como sempre ja tinha lido o capitulo, mas nao sei porque fico sempre com ideia que postei sobre ele... que vicio... bahhh...
agora o capitulo...
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só falta é meteres a 3 XD
ron e luna... ele que a chamava de lunatica XD
coitado do nevile... to pra ver quem é que escapa ao jogo dos amantes XD
bom capitulo...
espero pelo proximo...

Capitulo 7 (Parte 1) – Um Natal Negro
- Olá tia, olá tio… - Lili podia não querer o mal da família, mas guardar aquele segredo custava-lhe. Eric mantinha um sorriso um pouco forçado. Além de estar feliz com o amor da pequena, sabia que ela estava a sofrer. – Hum… É esse o bolo? Tem um aspecto delicioso tia Hermione! – O bolo de Hermione parecia uma obra-prima: de três camadas do mais puro chocolate que encontrara, Hermione tinha-se esmerado na decoração daquele bolo, não por causa das crianças, mas sim do seu amado. As pequenas flores de açúcar que ornamentavam o bolo pareciam dizer “come-me”, a cobertura, também ela de chocolate e enfeitiçada para que parecesse uma cascata, dava vontade de beber, e os montinhos de natas a volta das camadas chamavam qualquer ser que não fosse guloso para as provar.
- Olá sobrinha! – Retribuiu Ron com um olhar desejoso para aquela maravilha preparada por Hermione. – Então como estás? Já sei que estiveste a brincar com o Hugo hoje…
Hugo aparece de repente e corta a palavra ao pai:
- Sim estivemos. Só foi pena a mãe não fazer logo o bolo quando a acordamos…
- Acordaram a Hermione? – Ginny estava a ficar desconfiada. Harry tinha estado toda a tarde com Hermione. Porque não tinha vindo para casa se ela estava a dormir?
- Sim. – Respondeu Hugo inocentemente. – Ela e o tio Harry estavam os dois na cama a dormir…
Eric apenas teve tempo de dizer em bom som “Meninos porque não vamos brincar para o jardim?”. Ginny percebeu a intenção de Eric. Ron, que estava vorazmente a devorar um pedaço de bolo, deixou o prato cair no chão: - O quê?
Quando Eric e os miúdos saíram da sala, Ginny rebentou:
- Vocês os dois importam-se de explicar o que vem a ser isto?
- Harry…
- Hermione não podemos esconder mais… Que queres que faça? Temos de contar a verdade… - Respirou fundo e prosseguiu, tentando manter um tom calmo: - O que se passa é que, desde que me traíste eu nunca mais consegui pensar em ti da mesma forma Ginny. E já me sentia atraído pela Hermione à muitos anos.
- E isso lá é desculpa para me traíres? Espera… Isso não é mesmo desculpa! Eu não te traí Harry! Mas não há perdão para o que me fizeste… - Ginny caí prostrada no sofá a chorar. O seu cabelo ruivo caia-lhe sobre as faces, escondendo as lágrimas que escapavam dos seus olhos.
- Hermione isto é verdade? Conseguiste-me trair após todos estes anos? Sempre confiei em ti…
- O que acontece é que eu estou farta de ti à anos! Foi a gota de água teres trocado a tua família pelo ouro do Draco Malfoy. Sim ele paga-te bem… Mas à quanto tempo não passas um dia em casa com a família? À quanto tempo não brincas com os teus filhos? À quanto tempo não chegas a casa e passas um tempo comigo? Eu sempre gostei muito do Harry, e quando ele se aproximou mais de mim e tu não me ligavas, eu cedi! – Até Harry percebeu que aquilo já não era só pela traição. Hermione estava completamente vermelha; as lágrimas escorriam-lhe pelas faces, mas a sua expressão estava calma, como se acabasse de tirar um grande peso de cima. – Ainda me condenas por te ter traído, agora que sabes que a culpa é toda tua?
- Até podes pensar que a culpa é minha, - Ron adquiriu uma expressão dura: as sobrancelhas arqueadas, os olhos semi-serrados e a cabeça firme, impunham respeito – mas se eu aceitei o emprego do Malfoy e nunca mais estive em casa foi porque tinha razões para isso. Eu sei que não tenho dado atenção a nenhum de vocês, mas eu tenho passado muito tempo com a Luna a preparar algo, que supostamente deveria ser surpresa para todos, pois esta família à muito que não sorri. Desde que o Riddle apareceu nunca mais ninguém ficou alegre, já repararam? Tentam manter os miúdos afastados para que não sofram, mas nós continuamos a sofrer dia após dia. A Luna e eu temos trabalhado imenso numa grande festa de Natal para os miúdos. Nem o Neville sabe de nada. Eu só fui trabalhar para o Malfoy porque neste tempo, com todos assustados por causa da Lili, se esqueceram do que é alegria, e eu queria que todos se divertissem numa grande festa. – Todos naquela sala ficaram surpresos. Ron estava a falar a sério, e Hermione havia-o julgado mal. Sentou-se completamente enojada com o que fizera ao seu marido, além de continuar a amar Harry. O que fizera não tinha perdão.
…
- Lili, não queres vir brincar comigo? – Hugo estranhava a proximidade da prima com Eric: estavam os dois sentados no baloiço de jardim que os Potter tinham no quintal, e conversavam um pouco preocupados.
- Agora não Hugo… - E piscou-lhe o olho. Hugo percebeu o que a prima estava a fazer. Ele próprio dissera que ela gostava de Eric, mas nunca pensara que ela o viesse a admitir. Deitou-se no chão a olhar para as estrelas e em pouco tempo adormeceu.
- O que achas que se está a passar lá dentro?
- Tem calma Lili. Está tudo muito calmo. Acho que a pior parte da discussão já passou. – Eric apenas tentava acalmar a pequena, pois não acreditava em nada daquilo que dizia. – Olha o teu primo está a dormir… Não seria o melhor fazeres o mesmo? Foi um dia agitado…
Nisto um riso maquiavélico ouviu-se no ar. Eric, instantaneamente, gritou:
- Foge Lili!
Os Potter e os Weasley aperceberam-se que algo estava errado. Apesar da tristeza que sentiam, correram com todas as suas forças para a quintal.
- Riddle! – Harry estava dividido pela fúria de ver a sua família atacada, e pelo medo de perder a sua filha numa batalha. – Que queres tu de nós afinal?
- Tinha-te por inteligente Potter… Entrega-me a miúda e tudo acaba em bem…
- Não te vou entregar a minha filha, nem que tenha de morrer!
- Só estás a prolongar o jogo Potter… - A voz de Riddle era tão calma que Harry estava cada vez mais furioso. – Para que insistes em repetir tudo aquilo que os teus pais fizeram?... Achas que vale mesmo a pena te sacrificares por uma coisinha tão insignificante?
- Avada…
- Harry, Harry, Harry… Não te lembras do que aconteceu da última vez que me tentas-te matar?...
Harry não conseguia compreender porque Riddle estava tão calmo em relação à maldição da morte. Lembrava-se perfeitamente da maneira como tinha sido enfrentado com a realidade que Riddle sabia fugir da maldição, mas nunca percebera como.
- Dou-te uma semana para poderes entregar a tua filha. Se não a entregares, todos os elementos da tua família morrerão… Um por um…
Nisto desapareceu. Ginny abraçava Lili, Hermione e Ron estavam perto de Hugo, que com toda a confusão tinha acordado, e Harry e Eric estavam lado a lado ainda com uma expressão de desafio.
- Temos de arranjar uma solução – dizia Harry com convicção. – Não entregarei a minha filha, nem deixarei morrer a minha família por nada deste mundo.
- Olá tia, olá tio… - Lili podia não querer o mal da família, mas guardar aquele segredo custava-lhe. Eric mantinha um sorriso um pouco forçado. Além de estar feliz com o amor da pequena, sabia que ela estava a sofrer. – Hum… É esse o bolo? Tem um aspecto delicioso tia Hermione! – O bolo de Hermione parecia uma obra-prima: de três camadas do mais puro chocolate que encontrara, Hermione tinha-se esmerado na decoração daquele bolo, não por causa das crianças, mas sim do seu amado. As pequenas flores de açúcar que ornamentavam o bolo pareciam dizer “come-me”, a cobertura, também ela de chocolate e enfeitiçada para que parecesse uma cascata, dava vontade de beber, e os montinhos de natas a volta das camadas chamavam qualquer ser que não fosse guloso para as provar.
- Olá sobrinha! – Retribuiu Ron com um olhar desejoso para aquela maravilha preparada por Hermione. – Então como estás? Já sei que estiveste a brincar com o Hugo hoje…
Hugo aparece de repente e corta a palavra ao pai:
- Sim estivemos. Só foi pena a mãe não fazer logo o bolo quando a acordamos…
- Acordaram a Hermione? – Ginny estava a ficar desconfiada. Harry tinha estado toda a tarde com Hermione. Porque não tinha vindo para casa se ela estava a dormir?
- Sim. – Respondeu Hugo inocentemente. – Ela e o tio Harry estavam os dois na cama a dormir…
Eric apenas teve tempo de dizer em bom som “Meninos porque não vamos brincar para o jardim?”. Ginny percebeu a intenção de Eric. Ron, que estava vorazmente a devorar um pedaço de bolo, deixou o prato cair no chão: - O quê?
Quando Eric e os miúdos saíram da sala, Ginny rebentou:
- Vocês os dois importam-se de explicar o que vem a ser isto?
- Harry…
- Hermione não podemos esconder mais… Que queres que faça? Temos de contar a verdade… - Respirou fundo e prosseguiu, tentando manter um tom calmo: - O que se passa é que, desde que me traíste eu nunca mais consegui pensar em ti da mesma forma Ginny. E já me sentia atraído pela Hermione à muitos anos.
- E isso lá é desculpa para me traíres? Espera… Isso não é mesmo desculpa! Eu não te traí Harry! Mas não há perdão para o que me fizeste… - Ginny caí prostrada no sofá a chorar. O seu cabelo ruivo caia-lhe sobre as faces, escondendo as lágrimas que escapavam dos seus olhos.
- Hermione isto é verdade? Conseguiste-me trair após todos estes anos? Sempre confiei em ti…
- O que acontece é que eu estou farta de ti à anos! Foi a gota de água teres trocado a tua família pelo ouro do Draco Malfoy. Sim ele paga-te bem… Mas à quanto tempo não passas um dia em casa com a família? À quanto tempo não brincas com os teus filhos? À quanto tempo não chegas a casa e passas um tempo comigo? Eu sempre gostei muito do Harry, e quando ele se aproximou mais de mim e tu não me ligavas, eu cedi! – Até Harry percebeu que aquilo já não era só pela traição. Hermione estava completamente vermelha; as lágrimas escorriam-lhe pelas faces, mas a sua expressão estava calma, como se acabasse de tirar um grande peso de cima. – Ainda me condenas por te ter traído, agora que sabes que a culpa é toda tua?
- Até podes pensar que a culpa é minha, - Ron adquiriu uma expressão dura: as sobrancelhas arqueadas, os olhos semi-serrados e a cabeça firme, impunham respeito – mas se eu aceitei o emprego do Malfoy e nunca mais estive em casa foi porque tinha razões para isso. Eu sei que não tenho dado atenção a nenhum de vocês, mas eu tenho passado muito tempo com a Luna a preparar algo, que supostamente deveria ser surpresa para todos, pois esta família à muito que não sorri. Desde que o Riddle apareceu nunca mais ninguém ficou alegre, já repararam? Tentam manter os miúdos afastados para que não sofram, mas nós continuamos a sofrer dia após dia. A Luna e eu temos trabalhado imenso numa grande festa de Natal para os miúdos. Nem o Neville sabe de nada. Eu só fui trabalhar para o Malfoy porque neste tempo, com todos assustados por causa da Lili, se esqueceram do que é alegria, e eu queria que todos se divertissem numa grande festa. – Todos naquela sala ficaram surpresos. Ron estava a falar a sério, e Hermione havia-o julgado mal. Sentou-se completamente enojada com o que fizera ao seu marido, além de continuar a amar Harry. O que fizera não tinha perdão.
…
- Lili, não queres vir brincar comigo? – Hugo estranhava a proximidade da prima com Eric: estavam os dois sentados no baloiço de jardim que os Potter tinham no quintal, e conversavam um pouco preocupados.
- Agora não Hugo… - E piscou-lhe o olho. Hugo percebeu o que a prima estava a fazer. Ele próprio dissera que ela gostava de Eric, mas nunca pensara que ela o viesse a admitir. Deitou-se no chão a olhar para as estrelas e em pouco tempo adormeceu.
- O que achas que se está a passar lá dentro?
- Tem calma Lili. Está tudo muito calmo. Acho que a pior parte da discussão já passou. – Eric apenas tentava acalmar a pequena, pois não acreditava em nada daquilo que dizia. – Olha o teu primo está a dormir… Não seria o melhor fazeres o mesmo? Foi um dia agitado…
Nisto um riso maquiavélico ouviu-se no ar. Eric, instantaneamente, gritou:
- Foge Lili!
Os Potter e os Weasley aperceberam-se que algo estava errado. Apesar da tristeza que sentiam, correram com todas as suas forças para a quintal.
- Riddle! – Harry estava dividido pela fúria de ver a sua família atacada, e pelo medo de perder a sua filha numa batalha. – Que queres tu de nós afinal?
- Tinha-te por inteligente Potter… Entrega-me a miúda e tudo acaba em bem…
- Não te vou entregar a minha filha, nem que tenha de morrer!
- Só estás a prolongar o jogo Potter… - A voz de Riddle era tão calma que Harry estava cada vez mais furioso. – Para que insistes em repetir tudo aquilo que os teus pais fizeram?... Achas que vale mesmo a pena te sacrificares por uma coisinha tão insignificante?
- Avada…
- Harry, Harry, Harry… Não te lembras do que aconteceu da última vez que me tentas-te matar?...
Harry não conseguia compreender porque Riddle estava tão calmo em relação à maldição da morte. Lembrava-se perfeitamente da maneira como tinha sido enfrentado com a realidade que Riddle sabia fugir da maldição, mas nunca percebera como.
- Dou-te uma semana para poderes entregar a tua filha. Se não a entregares, todos os elementos da tua família morrerão… Um por um…
Nisto desapareceu. Ginny abraçava Lili, Hermione e Ron estavam perto de Hugo, que com toda a confusão tinha acordado, e Harry e Eric estavam lado a lado ainda com uma expressão de desafio.
- Temos de arranjar uma solução – dizia Harry com convicção. – Não entregarei a minha filha, nem deixarei morrer a minha família por nada deste mundo.

Bigada 
Capitulo 7 (Parte 2) – Um Natal Negro

Capitulo 7 (Parte 2) – Um Natal Negro
Aquela noite não tinha sido fácil. O relógio antigo pendurado na parede da sala dos Potter parecia ter parado. Na sala encontravam-se Harry, que andava de um lado para o outro com toda a preocupação de não arranjar uma solução a tempo, Ginny e Ron que estavam sentados a um canto com a cabeça prestes a explodir devido à preocupação e às noticias daquela noite, e Lili que tinha adormecido ao colo de Eric que se encontrava sentado no sofá completamente preocupado com a pequena.
- Mas porquê? – Harry não conseguia aguentar mais a raiva que tinha a Riddle. – Primeiro os meus pais, depois eu e agora a minha filha! Tudo por culpa de “um” Riddle! – Dito isto caiu de joelhos no chão, já sem força para pensar. – Eu só queria uma vida calma para os meus filhos mas nem isso consegui!
- Harry… - Além de extremamente magoada, Ginny não conseguia ver o marido assim. O que ele estava a dizer ela sabia bem que não era verdade. Nada daquilo tinha acontecido por sua culpa e custava-lhe imenso vê-lo assim. – Sabes que a culpa disto ter acontecido não é tua…
- É minha sim! Eu não estou só a falar do Riddle, estou também a falar em nós Ginny! Estraguei tudo, a minha família está ameaçada e eu não posso fazer nada!
Neste momento Hermione, que tinha estado no quarto de Lili a adormecer o pequeno Hugo, desce as escadas com um ar abatido mas também de quem sabia de alguma coisa que os pudesse ajudar. – Não sei se será solução, mas encontrei algo que pode ser útil…
…
Entretanto, em Hogwarts todos começavam a pensar nas férias de Natal, especialmente três elementos dos gryffindor:
- Algum de vocês recebeu alguma coruja hoje? – Perguntava Albus com tristeza.
- Não… - respondeu o irmão. – E a Rosa também não. – Acrescentava James enquanto olhava para a prima que se encontrava à janela da sala comum. – Já devíamos ter recebido uma carta dos pais a dizer se sempre vamos passar o Natal a casa ou não.
- Será que eles se esqueceram de nós?
- Claro que não Albus. – Era a primeira vez que Rosa falava naquela noite, e uma das raras vezes que ela falava durante toda aquela semana. Albus notara que a prima e o irmão estavam estranhos desde que tinham sido chamados ao gabinete da Directora, mas não os conseguira convencer a contar-lhe o que se passava. – James, achas que está tudo bem?
- Não duvido que haja qualquer coisa que esteja mal, mas se assim fosse já nos tinham dito. – Ao acabar de dizer isto, os três ouvem umas pancadinhas na janela. A coruja das torres que lhes levava a carta era desconhecida mas a carta podia ser reconhecida em qualquer parte.
“Por favor venham os três ao meu gabinete. Tragam a carta quando vierem caso vos vejam a estas horas fora da cama.
M. McGonagall”
- O que será que se passou desta vez? – Perguntaram em simultâneo Rosa e James. Albus estava confuso. McGonagall nunca o tinha chamado ao seu gabinete, e muito menos a uma hora daquelas. Era quase meia-noite, mas mesmo assim os três se dirigiram para o gabinete da Directora.
- Ainda bem que aqui estão meninos. – A professora McGonagall nunca tinha tido um aspecto tão cansado à vista dos seus alunos. – James e Rosa podem calcular porque vos chamei?
- Não é por causa do Riddle, pois não professora? – James ainda tinha esperança que o assunto fosse outro. Harry não queria que nenhum dos pequenos soubesse da situação pra não os preocupar, mas face aos acontecimentos, não o pode deixar de fazer.
- Infelizmente é. Recebi à pouco uma carta dos vossos pais a pedirem-me que fossem para casa ainda hoje ou amanha pois precisam de falar com vocês os três. – McGonagall fez uma pausa. Gostava demasiado das crianças para fingir a preocupação com que estava. – Por isso vos chamei aqui. Desbloqueei a minha lareira para poderem voltar para casa pelo pó de Floo. Irão todos para casa dos Potter.
Todos assentiram e um a um deixaram o gabinete da Directora.
…
- Como descobriste isso Hermione? – Harry estava capaz de beijar Hermione naquele preciso momento, mas dadas as circunstâncias conteve-se.
- No Verão andei a fazer uma pequena pesquisa sobre objectos mágicos e encontrei esse num livro muito antigo. Não sei se poderá ajudar, além que não temos a sua localização, mas pelo menos é uma ideia.
- Já ouvi falar nesse objecto. O seu nome é Lágrima de Esmeralda. Dizem que tem poderes nunca antes vistos, mas nunca ninguém a encontrou. O Ministério andou à procura da Lágrima durante anos a fio, para não dizer décadas. Mas a única pista que conseguiu obter foi que a Lágrima estava escondida num deserto e era protegida por feitiços incrivelmente avançados. – Eric parecia ter ficado surpreendido com a inteligência e memória de Hermione. – Mesmo que a quisesse-mos encontrar não tínhamos tempo.
- Ainda temos um trunfo na manga. – Harry sabia que iria ser arriscado mas tinha que tentar. – Eu usarei o colar. Se o poder da Lili é assim tão forte podemos tentar ganhar tempo para encontrar a Lágrima de Esmeralda.
- As hipóteses de a encontrarmos são quase nulas Harry.
- Temos de tentar Eric. Nem que seja para ganharmos tempo para pensar num plano.
Harry olhava agora para a sua filha com um sorriso nos lábios. Ele não a ia perder, não depois de tudo o que ele já tinha sofrido.
Ouve-se um barulho, e da lareira que existia na sala aparecem as três crianças. Ginny e Hermione apressam-se a abraça-las, mas Albus afasta-a.
- Gostava de saber o que se passa! Porque todos parecem não me querer dizer o que está a acontecer?
- Já é tarde, amanhã falamos todos, pode ser? – Ginny e Hermione não tinham gostado da decisão de Harry sobre contar a verdade aos miúdos mas sabia os motivos que o tinham levado a fazer isso. Anos antes tinham-lhe escondido o que sabiam sobre o que Voldemort procurava e isso resultara na morte do seu padrinho. Ele sofrera muito com essa morte e sabia que, de alguma maneira, podia ter sido evitada. Não queria que o erro se voltasse a repetir.
- As vossas mães têm razão. Falamos todos amanhã. Já é tarde e a noite foi cansativa. Até amanha meninos. – Ao ouvir as palavras do pai, Albus percebeu que não valia insistir no assunto. O pai cumpria sempre o que dizia e a verdade é que ele já não conseguia aguentar muito mais tempo acordado. Subiram, então, os três. Albus e James foram para o seu quarto e Rosa para o quarto de Lili. – O melhor é nos irmos deitar também. O dia de amanha não vai ser fácil.
- Esperem. – Ron parecia ter acordado subitamente. – Ainda temos um assunto a tratar esta noite…
- Mas porquê? – Harry não conseguia aguentar mais a raiva que tinha a Riddle. – Primeiro os meus pais, depois eu e agora a minha filha! Tudo por culpa de “um” Riddle! – Dito isto caiu de joelhos no chão, já sem força para pensar. – Eu só queria uma vida calma para os meus filhos mas nem isso consegui!
- Harry… - Além de extremamente magoada, Ginny não conseguia ver o marido assim. O que ele estava a dizer ela sabia bem que não era verdade. Nada daquilo tinha acontecido por sua culpa e custava-lhe imenso vê-lo assim. – Sabes que a culpa disto ter acontecido não é tua…
- É minha sim! Eu não estou só a falar do Riddle, estou também a falar em nós Ginny! Estraguei tudo, a minha família está ameaçada e eu não posso fazer nada!
Neste momento Hermione, que tinha estado no quarto de Lili a adormecer o pequeno Hugo, desce as escadas com um ar abatido mas também de quem sabia de alguma coisa que os pudesse ajudar. – Não sei se será solução, mas encontrei algo que pode ser útil…
…
Entretanto, em Hogwarts todos começavam a pensar nas férias de Natal, especialmente três elementos dos gryffindor:
- Algum de vocês recebeu alguma coruja hoje? – Perguntava Albus com tristeza.
- Não… - respondeu o irmão. – E a Rosa também não. – Acrescentava James enquanto olhava para a prima que se encontrava à janela da sala comum. – Já devíamos ter recebido uma carta dos pais a dizer se sempre vamos passar o Natal a casa ou não.
- Será que eles se esqueceram de nós?
- Claro que não Albus. – Era a primeira vez que Rosa falava naquela noite, e uma das raras vezes que ela falava durante toda aquela semana. Albus notara que a prima e o irmão estavam estranhos desde que tinham sido chamados ao gabinete da Directora, mas não os conseguira convencer a contar-lhe o que se passava. – James, achas que está tudo bem?
- Não duvido que haja qualquer coisa que esteja mal, mas se assim fosse já nos tinham dito. – Ao acabar de dizer isto, os três ouvem umas pancadinhas na janela. A coruja das torres que lhes levava a carta era desconhecida mas a carta podia ser reconhecida em qualquer parte.
“Por favor venham os três ao meu gabinete. Tragam a carta quando vierem caso vos vejam a estas horas fora da cama.
M. McGonagall”
- O que será que se passou desta vez? – Perguntaram em simultâneo Rosa e James. Albus estava confuso. McGonagall nunca o tinha chamado ao seu gabinete, e muito menos a uma hora daquelas. Era quase meia-noite, mas mesmo assim os três se dirigiram para o gabinete da Directora.
- Ainda bem que aqui estão meninos. – A professora McGonagall nunca tinha tido um aspecto tão cansado à vista dos seus alunos. – James e Rosa podem calcular porque vos chamei?
- Não é por causa do Riddle, pois não professora? – James ainda tinha esperança que o assunto fosse outro. Harry não queria que nenhum dos pequenos soubesse da situação pra não os preocupar, mas face aos acontecimentos, não o pode deixar de fazer.
- Infelizmente é. Recebi à pouco uma carta dos vossos pais a pedirem-me que fossem para casa ainda hoje ou amanha pois precisam de falar com vocês os três. – McGonagall fez uma pausa. Gostava demasiado das crianças para fingir a preocupação com que estava. – Por isso vos chamei aqui. Desbloqueei a minha lareira para poderem voltar para casa pelo pó de Floo. Irão todos para casa dos Potter.
Todos assentiram e um a um deixaram o gabinete da Directora.
…
- Como descobriste isso Hermione? – Harry estava capaz de beijar Hermione naquele preciso momento, mas dadas as circunstâncias conteve-se.
- No Verão andei a fazer uma pequena pesquisa sobre objectos mágicos e encontrei esse num livro muito antigo. Não sei se poderá ajudar, além que não temos a sua localização, mas pelo menos é uma ideia.
- Já ouvi falar nesse objecto. O seu nome é Lágrima de Esmeralda. Dizem que tem poderes nunca antes vistos, mas nunca ninguém a encontrou. O Ministério andou à procura da Lágrima durante anos a fio, para não dizer décadas. Mas a única pista que conseguiu obter foi que a Lágrima estava escondida num deserto e era protegida por feitiços incrivelmente avançados. – Eric parecia ter ficado surpreendido com a inteligência e memória de Hermione. – Mesmo que a quisesse-mos encontrar não tínhamos tempo.
- Ainda temos um trunfo na manga. – Harry sabia que iria ser arriscado mas tinha que tentar. – Eu usarei o colar. Se o poder da Lili é assim tão forte podemos tentar ganhar tempo para encontrar a Lágrima de Esmeralda.
- As hipóteses de a encontrarmos são quase nulas Harry.
- Temos de tentar Eric. Nem que seja para ganharmos tempo para pensar num plano.
Harry olhava agora para a sua filha com um sorriso nos lábios. Ele não a ia perder, não depois de tudo o que ele já tinha sofrido.
Ouve-se um barulho, e da lareira que existia na sala aparecem as três crianças. Ginny e Hermione apressam-se a abraça-las, mas Albus afasta-a.
- Gostava de saber o que se passa! Porque todos parecem não me querer dizer o que está a acontecer?
- Já é tarde, amanhã falamos todos, pode ser? – Ginny e Hermione não tinham gostado da decisão de Harry sobre contar a verdade aos miúdos mas sabia os motivos que o tinham levado a fazer isso. Anos antes tinham-lhe escondido o que sabiam sobre o que Voldemort procurava e isso resultara na morte do seu padrinho. Ele sofrera muito com essa morte e sabia que, de alguma maneira, podia ter sido evitada. Não queria que o erro se voltasse a repetir.
- As vossas mães têm razão. Falamos todos amanhã. Já é tarde e a noite foi cansativa. Até amanha meninos. – Ao ouvir as palavras do pai, Albus percebeu que não valia insistir no assunto. O pai cumpria sempre o que dizia e a verdade é que ele já não conseguia aguentar muito mais tempo acordado. Subiram, então, os três. Albus e James foram para o seu quarto e Rosa para o quarto de Lili. – O melhor é nos irmos deitar também. O dia de amanha não vai ser fácil.
- Esperem. – Ron parecia ter acordado subitamente. – Ainda temos um assunto a tratar esta noite…

AWWWWN *_*
Moon-sama, gostava mesmo de saber porque paraste T.T
Está tao querida *-* Mas nunca imaginei ver tantas traições T.T
E esse Riddle está a percisar de uma boa liçao *-*
Tens de continuar esta fic Moon-sama *-* Eu queria tanto saber como acaba *-* Se quiseres ajuda, eu ajudo-te, mas continua, onegai desu*-*
Moon-sama, gostava mesmo de saber porque paraste T.T
Está tao querida *-* Mas nunca imaginei ver tantas traições T.T
E esse Riddle está a percisar de uma boa liçao *-*
Tens de continuar esta fic Moon-sama *-* Eu queria tanto saber como acaba *-* Se quiseres ajuda, eu ajudo-te, mas continua, onegai desu*-*

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Arigatou gozaimasu!
porque parei? bem a imaginação foi-se e o tempo começou a ser pouco para escrever
também não sei onde fui buscar tantas traições, sou completamente contra isso, mas gosto de complicar XD
pode ser que volte a escrever um dia destes, o que começo gosto de acabar, pode é levar um tempinho
Obrigado por teres lido Tinoco
porque parei? bem a imaginação foi-se e o tempo começou a ser pouco para escrever
também não sei onde fui buscar tantas traições, sou completamente contra isso, mas gosto de complicar XD
pode ser que volte a escrever um dia destes, o que começo gosto de acabar, pode é levar um tempinho
Obrigado por teres lido Tinoco

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