[FIC] Uma nova Era
eheheh quinta ela posta outro 

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

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Nao há problema. Vale sempre a pena esperar por um capitulo teu =) Alias até és mais assidua nos capitulos do que eu nas minhas fics 
amanha vais postar um novo (assim como uma user cuja fic eu Amo
.. amanha será o meu dia de sorte
)

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Capítulo V
-Misteriosa aparição- Parte I
-Misteriosa aparição- Parte I
Amanhecera já há algum tempo mas Kunzite ainda se encontrava no seu quarto a dormir. As paredes eram de tom azul celeste, contrastando com os móveis de tom castanho-escuro. Os raios de sol espreitaram por entre as cortinas, indo ao encontro do rapaz que tinha a cara afundada numa grande almofada, fazendo-o acordar. Abriu lentamente os olhos e virou-se na cama e, ainda sonolento, olhou para o despertador que estava sobre a mesa-de-cabeceira. Fez um pequeno esforço para focar o pequeno objecto. Repentinamente saltou da cama como se tivesse acabado de apanhar um choque. Correu pelo corredor para acordar os restantes moradores.
Mamoru acordou ao ouvir a correria que havia em casa. Olhou à sua volta procurando por Hoshi, não a vendo em parte alguma. Saiu do quarto, ignorando todo o alvoroço. Os rapazes vestiam-se à pressa, tendo alguma dificuldade em sincronizar rapidez com eficiência. Pouco tempo depois, estavam prontos. Quando se preparavam para sair repararam que Mamoru não os iria acompanhar.
- Mamoru, tu não vens? – inquiriu Kunzite.
- Hum? – Mamoru pareceu despertar dos seus pensamentos encarando os rapazes – Depois vou lá ter.
- Sabes que horas são? As aulas estão quase a começar. – Mamoru assentiu e deixou-os, seguindo para o jardim. Os rapazes entreolharam-se com o cenho franzido. Ele definitivamente estava estranho, sempre fora o mais pontual, o mais responsável e agora… Parecia simplesmente desligado de tudo e todos.
- É melhor irem para não chegarem tarde. – afirmou Nephrite – Eu fico com ele.
- Tens a certeza? Eu posso ficar. – interveio Zoicite.
- Muito espertinho. – sussurrou Kunzitem fitando com expressão séria o irmão ao perceber as suas segundas intenções. – Vais para as aulas nem que sejas arrastado. – resmungou – Se for preciso alguma coisa diz-me e eu venho cá ter. – informou dirigindo-se a Nephrite.
***
Usagi e Minako chegaram à sala um pouco antes de a aula começar. Alguns alunos conversavam entre si, enquanto outros aguardavam sentados pela chegada da professora. As duas amigas encaminharam-se até Makoto que estava sentada em cima de uma das mesas.
- Bom dia. – cumprimentaram em uníssono.
- Bom dia. – retorquiu a morena – Chegaram a horas. – disse sorridente – Estou a gostar de ver.
- Claro. Já que não temos muito boas notas, e se queremos arranjar namorado, temos de nos mostrar aplicadas. – disse com entusiasmo.
- Ah Mina, não tens vergonha de dizer uma coisa dessas? – perguntou Usagi envergonhada.
- Vergonha? Não. – respondeu prontamente – Afinal, quem não tem cão caça o peixe. – Usagi e Makoto suspiraram conformadas.
- Talvez arranjasses namorado se não dissesses tantos disparates. – afirmou Makoto.
- Sim é verdade. – concordou Usagi.
- O que foi? – perguntou Minako confusa – O que é que eu disse de errado agora?
***
Kunzite conduzia um carro topo de gama de tom azul metalizado. A seu lado estava Zoicite que fitava o caminho que era percorrido a uma velocidade considerável. No banco de trás encontrava-se Motoki e Jadeite. Iam todos em silêncio até Motoki se pronunciar.
- O que é que se passa convosco? – inquiriu fitando os passageiros da frente.
- Hum? – Zoicite virou-se um pouco para olhar para o banco de trás – O que queres dizer?
- Vocês os dois andam muito estranhos. – esclareceu o loiro – E agora parecem ainda mais.
- Estamos preocupados com o Mamoru. – respondeu Kunzite.
- Só porque ele resolveu ficar em casa? – perguntou Jadeite confuso – Quer dizer, não é muito normal nele mas, não é caso para tanto.
- Não é isso. Ele tem o dever de… – começou Zoicite sendo interrompido por Kunzite.
- Ele tem o dever de nos acordar todos os dias. – afirmou olhando de esguelha para o irmão.
- E estamos preocupados porque se ficarmos dependentes do Kunzite vamos chumbar por faltas. – concluiu Zoicite de forma provocativa.
- Mas… – sussurrou Jadeite.
- Eu posso ficar encarregue de acordar todos, não me importo. – afirmou Motoki.
- Mas o Mamoru não… – proferiu Jadeite sendo interrompido por Kunzite.
- É claro que ele não se vai importar se for o Motoki a tratar disso. – referiu olhando, através do espelho retrovisor, o irmão que parecia confuso.
***
O jardim tinha bastante vegetação. Junto à piscina encontravam-se várias espreguiçadeiras. Canteiros com flores coloriam os trilhos que permitiam percorrer o recinto, sem ser necessário pisar a relva. O sol brilhava com muita intensidade fazendo a temperatura aumentar mais que o habitual. Mamoru dirigiu-se até ao fundo do jardim. Nephrite aproximou-se sorrateiramente observando o irmão.
Mamoru chegou perto de uma árvore e tocou-lhe com a palma da sua mão. Encheu os pulmões de ar e suspirou em desalento. Uma lágrima percorreu-lhe o rosto e em desespero gritou bem alto jogando-se de joelhos ao chão.
- Está tudo bem? – perguntou Nephrite sobressaltando o moreno.
- O que estás aqui a fazer? – retorquiu desnorteado.
- Achei que estavas a precisar de companhia. – Nephrite encaminhou-se até ele e estendeu-lhe a mão para o ajudar a levantar-se.
- Não é preciso, podes ir. – respondeu simplesmente.
- O que aconteceu para estares assim? Algum sonho estranho? – Mamoru levantou o rosto encarando Nephrite.
- O quê? – perguntou levantando-se – Como sabes?
- Eu? Eu não sei de nada, foi um palpite. – Nephrite deu um passo atrás – Mas o que sonhaste?
- Sonhei com os meus pais. – Mamoru voltou a fitar a árvore a seu lado – Sonhei com o dia em que eles morreram… Por minha causa.
- Já te dissemos mil e uma vezes que a culpa não foi tua. Foi um acidente. – afirmou Nephrite.
- Não. Não foi um acidente. – Mamoru esmurrou com toda a força a árvore, ferindo gravemente a mão esquerda. Colocou a mão direita sobre a ferida e esta simplesmente curou-se. Nephrite assistia sem qualquer surpresa. – Se os meus pais não tivessem visto isto nós não teríamos saído naquele dia e não teríamos tido aquele maldito acidente. É por isso que não vou voltar a fazer isto, nunca mais.
- Ela está em perigo. Tem de a proteger. – Mamoru ouviu uma voz ecoar pelo recinto – Ela está em perigo.
- O que é que disseste? – Nephrite franziu o cenho.
- Eu? – perguntou desconfiado – Não disse nada.
- Tens a certeza? – insistiu Mamoru segurando o irmão pelos ombros.
- Tenho. – Mamoru fitou-o seriamente.
- Queres parar com isso? – perguntou Nephrite tentando desembaraçar-se – O que é que te deu?
- Desculpa. – afirmou largando-o – Devo estar a ficar doido.
- Acho melhor irmos para as aulas. – aconselhou Nephrite – Pelo menos ocupas as ideias.
- Sim. Acho melhor mesmo. – concordou o moreno.
***
A campainha tocou e os alunos saíram das salas de aula para aproveitar o intervalo. Usagi, Minako e Makoto conversavam animadas no corredor.
- O Jadeite levou-vos a casa? Que sorte… – afirmou Makoto sorridente.
- Ele não nos levou. Ele levou a Usa. – frisou Minako.
- Estou a ver aí uma pontinha de ciúmes. – zombou a morena.
- Não digas disparates. – disse Minako visivelmente desinteressada – Só acho é que ele não é a pessoa certa para ela.
- Mas quem tem de decidir isso é ela. – afirmou Makoto.
- Sim, mas como amiga da Usa tenho de zelar por ela. – retorquiu Mina.
- Ela já não é nenhuma criança. Sabe bem o que faz. – continuou a morena.
- Hei! – exclamou Usagi – Eu estou aqui, está bem?
- Desculpa. – as amigas começaram a rir. Um grupo de raparigas aproximou-se.
- Olá meninas. – cumprimentou Ami sorridente.
- Olá! – retribuíram as amigas animadas.
- Ainda não nos conhecemos. – afirmou a rapariga mais alta do grupo – Eu sou a Petz. Ela é a Calaveras. – disse apontando para uma rapariga a seu lado.
- Eu sou a Berthier. – afirmou uma rapariga de voz suave – E esta é a Rei. – concluiu apontando a morena.
- Muito prazer. – disseram as amigas em uníssono.
Uma estranha sensação avassalou Usagi, Minako, Makoto, Rei e Ami que entreolharam-se confusas. O toque da campainha fê-las despertar e, um pouco relutantes, despediram-se para regressarem às respectivas salas de aula.
- Está tudo bem? – perguntou Koan observando Ami e Rei.
- Sim, acho que sim. – respondeu Rei sorrindo para Ami.
~*Atalanta V*~

Gandas malucos!! XD
***
Luna e Artemis encontravam-se no interior de uma casa. O exterior, degradado, afastava qualquer pessoa. Pelo contrário, o interior era harmonioso e confortável. Os gatos estavam sentados num sofá, lado a lado, de frente para um outro sofá.
- Falta-nos encontrar duas navegantes. – afirmou Luna.
- Não percebo como é que uma das navegantes despertou sozinha. – disse Artemis – Será que foi atacada?
- Penso que não. – afirmou uma voz feminina.
- O inimigo é muito forte. Não sei se terão poder suficiente, mesmo estando todas juntas. – alertou Luna.
- Não se preocupem com isso. Procurem as guerreiras e eu trato do resto. – afirmou retirando-se.
- Não gosto nada dela. – resmungou Luna.
- Eu gosto. – respondeu Artemis – Afinal de contas foi ela quem nos fez despertar.
- Sim. Mas não sabemos nada sobre ela, nem o que quer. Nem o porquê ou como nos fez despertar. – insistiu Luna.
- Ela parece de confiança. – Luna olhou Artemis seriamente – Er… Mas sim, tens toda a razão. – afirmou um pouco assustado.
- O que é que achas que ela vai fazer agora? – perguntou Luna com ar desconfiado.
- Não sei. – respondeu Artemis – Não sei mesmo…
-continua...-
__________________
Espero que tenham, gostado.
Beijinhos e até à próxima.
~*Atalanta V*~

Gandas malucos!! XD
que capitulo tão pequeno ;_; mas já me deu para matar as saudades que tenho desta fanfic, para além de estar a amar cada detalhe. Aquele poder do Mamoru á fabuloso, não me lembro dele o ter no anime.
Ah, e a Mina tem ciumes...
Dá mesmo para ver que são ciumes e não preocupação com a amiga visto o Jadeite leva-la num carrinho para casa, preocupar-se com ela...
quero mais capitulo!!!! espero em breve!!!!
Ah, e a Mina tem ciumes...
Dá mesmo para ver que são ciumes e não preocupação com a amiga visto o Jadeite leva-la num carrinho para casa, preocupar-se com ela... quero mais capitulo!!!! espero em breve!!!!

Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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AnA_Sant0s escreveu:que capitulo tão pequeno ;_; mas já me deu para matar as saudades que tenho desta fanfic, para além de estar a amar cada detalhe. Aquele poder do Mamoru á fabuloso, não me lembro dele o ter no anime.
Ah, e a Mina tem ciumes...Dá mesmo para ver que são ciumes e não preocupação com a amiga visto o Jadeite leva-la num carrinho para casa, preocupar-se com ela...
quero mais capitulo!!!! espero em breve!!!!
concordo com tuso o que disseste....... eu tb ja tenho muitas saudades desta fic!!!!
Olá leitores!
Obrigada pelos comentários =)
AnA_Sant0s o Mamoru tem esse poder no manga, assim como o ataque - Crescent Beam ([EDIT] o aparelhozito usado pela sailor V para fazer este ataque)- da Sailor V que me baseei no manga (da Sailor V).
Agora só vou poder pegar na fic no final de Junho (dps da época de exames). Já foi bem difícil escapulir-me para a sala dos pcs da faculdade nos poucos minutinhos livres que apareceram. Depois prometo que vos compenso!
Deixo-vos o resto do capítulo V que espero que gostem e se divirtam a ler.
Beijinhos.
_______________
Naquela habitação sombria, Eiko escovava os seus longos cabelos dourados não tirando os seus belos olhos azuis do espelho do salão onde contemplava diariamente a sua beleza. Com apenas quinze anos, o seu rosto e corpo delicados eram de uma beleza e formosura invejáveis a qualquer mulher. Uma rapariga que vive no seu próprio mundo. A mais jovem e doce do grupo, mas capaz de ser bastante bravia quando contrariada. Aparentava uma grande fragilidade, no entanto, revelava-se detentora de um grande poder.
Shou também estava no salão, sentado numa grande poltrona, pensativo. Possuía um corpo escultural e um rosto quase perfeito. A sua pele morena e os seus cabelos negros salientavam o tom verde intenso emanado dos seus olhos. Com os seus dezanove anos era o mais velho e maduro dos quatro, apesar de aparentar mais jovialidade do que aquela que possuía na realidade. Orientava os restantes, encarregando-se desde sempre da sua segurança e sobrevivência. Forte, determinado, assertivo e com um grande espírito de liderança. Não gostava de ser desprazido e muito menos confrontado. Tinha a necessidade de ter sempre algum controlo nas situações pois sabia que de outro modo estariam todos perdidos.
No terceiro andar, Yoru ocupava um dos quartos onde planeava o ataque ao mais ínfimo pormenor. Sabendo que seria a sua última hipótese para concretizar a missão que lhe fora incutida, nada poderia correr mal. Não só pretendia vingar-se da navegante que o humilhara como queria mostrar-se capaz de cumprir essa missão.
Yoru, de dezasseis anos, possuía olhos tom de mel, muito expressivos. A sua tez pálida contrastava com os seus cabelos negros que caíam até meio do rosto. Inteligente e calculista, sendo por vezes arrogante, porém muito meigo quando se tratava de lidar com a sua irmã Nozomi a quem tinha muito respeito e admiração.
Encontrava-se sentado em frente a uma mesa coberta de papéis. Algumas folhas amachucadas estavam espalhadas pelo chão. Permanecia concentrado, desenhando diagramas e adicionando-lhes notas, completando todo o raciocínio. Foi interrompido pelo som da porta da habitação que fora aberta.
Tratava-se de Nozomi que espreitava por entre a porta semi-aberta. Era uma bela rapariga de cabelos negros e selvagens com reflexos azuis intensos. Os seus olhos acinzentados mostravam alguma tristeza devido a todo o seu passado, enquanto, a sua expressão séria revelava toda a sua maturidade. Não tinha mais de dezoito anos, possuindo um corpo deveras torneado. As suas roupas acentuavam-lhe cada curva. Audácia e perspicácia sempre foram as suas grandes qualidades.
- Como está a correr? Queres ajuda? – perguntou a morena tentando ver o que o irmão fazia.
- Está a correr bem. – afirmou recolhendo os papéis para que ela não os visse – Quero fazer isto sozinho. Vou encontrar um guardião e aquela idiota vai ter o que merece.
- E o que estás a pensar? – perguntou, ficando satisfeita pela determinação que o rapaz mostrava.
- Não te vou dizer senão vais querer intrometer-te. – respondeu como se adivinhasse o que ia no pensamento de Nozomi.
- Não quero que faças disparates, só isso. – afirmou a rapariga fitando o moreno – E já encontraste um possível guardião?
- Sim. – respondeu com um sorriso.
Haruka abriu os olhos ao despertar após uma longa noite de sono. Virou o rosto fitando a bela rapariga que dormia profundamente a seu lado. Sorriu perante tamanha serenidade e perfeição. Observou-a por instantes, caindo em devaneios devido ao tumulto de informação que lhe invadia os pensamentos. As duas respiravam no mesmo compasso como se fossem uma pessoa só. Permaneceram assim durante algum tempo. Haruka voltou a si quando Michiru respirou mais profundamente aconchegando-se nos seus braços. Passou uma das mãos pelos cabelos da bela rapariga que dormia, fazendo-a despertar lentamente.
- Bom dia. – disse Michiru ainda ensonada.
- Bom dia. – respondeu Haruka visivelmente bem-disposta.
- Que horas sã…? – uma luz intensa invadiu toda a habitação ofuscando-as. Haruka, por instinto, debruçou-se sobre Michiru para a proteger de um eventual perigo. Rapidamente a luz atenuou-se.
- Estás bem? – perguntou Haruka, certificando-se que estava tudo bem.
- Sim, estou. – Michiru desviou o olhar ao encontro de alguém que se encontrava no quarto.
Uma figura feminina estava diante delas. A mulher possuía cabelos de tom acinzentado, um pouco ondulados, que caíam quase até ao chão. Na sua testa havia um cristal, branco e vermelho, em forma de lágrima. Envergava um vestido branco, semi-transparente, com mangas de tom azul claro que lhe cobriam somente os antebraços. Um bracelete enfeitava-lhe o braço, junto ao ombro, e um cinto dourado cobria-lhe a cintura. Os seus lindos olhos castanhos olhavam atentamente para elas, no entanto a sua expressão não lhes permitia perceber se estavam, ou não, perante alguma ameaça.
***
Após mais um dia de aulas Usagi, Minako e Makoto dirigiram-se para casa da família Tsukino. Não havia mais ninguém em casa para além das amigas que conversavam no quarto que era partilhado por Usagi e Minako. Usagi encontrava-se sentada em cima da sua cama, juntamente com Luna e Artemis, enquanto Minako e Makoto estavam sentadas, no chão, à sua frente.
- Fiquei com uma estranha sensação quando estávamos com a Ami e as amigas. – afirmou Minako. Usagi acenou concordando com a situação.
- Comigo aconteceu o mesmo. – disse Makoto pensativa. Usagi e Mina entreolharam-se. – Bem, meninas, tenho de ir andando. – afirmou a morena levantando-se. Despediu-se das amigas e retirou-se do quarto.
- Esta rapariga transmite uma forte energia. – disse Luna.
- O que queres dizer com isso? – perguntou Minako.
- Pensas que pode tratar-se de mais uma navegante? – perguntou Usagi entusiasmada.
- Não sei, talv… Miau. – Luna tentou disfarçar quando se apercebeu que Makoto estava junto à porta. Usagi dirigiu o olhar na mesma direcção que Luna vendo que a morena regressara e olhava para todos com os olhos arregalados.
- Makoto. – Usagi levantou-se e dirigiu-se até à amiga – Esqueceste-te de alguma coisa? – perguntou fingindo que não se passava nada.
- Deixei aqui a minha pasta. – respondeu sem tirar os olhos de Luna. Usagi e Minako riram forçosamente.
- Aqui tens. – disse Minako entregando-lhe a pasta – Então… Vemo-nos amanhã, certo?
- Eu vi. Ou melhor… Ouvi. – disse Makoto dirigindo-se até Luna. Agachou-se um pouco e fitou a gata atentamente.
- Ouviste o quê? – perguntou Minako olhando apreensiva para Usagi.
- Ouviu a Luna a falar. – respondeu Usagi. Minako jogou as mãos à cabeça em desespero.
- O que é que pensas que estás a fazer Usagi Tsukino?! – precipitou-se Luna, só percebendo que falara quando já era tarde demais.
- Ela é nossa amiga, podemos confiar nela. Não é verdade Makoto? – a morena sorriu e assentiu. Luna suspirou de alívio. Makoto fez uma festa ao pêlo de Luna e a gata fitou-a, fazendo surgir uma caneta de transformação de cor verde.
- Penso que isto te pertence. – afirmou Luna. Makoto olhou para a caneta com o cenho franzido.
- Que bom! – Usagi correu para junto de Makoto abraçando-a.
- O que foi? – perguntou a morena confusa – O que é que se passa?
Nozomi percorria todo o recinto de uma ponta à outra impaciente, após tantas horas de espera. Shou não se encontrava no salão enquanto Eiko permanecia em frente ao espelho.
- Queres parar com isso? – perguntou Eiko interrompendo o silêncio.
- O quê?! – Nozomi parou e foi ao encontro da loira – Tu passas os dias grudada a esse espelho e pedes-me a mim para parar? Não tens noção de que o tempo está a passar e ainda não encontrámos nenhum guardião? E que… – a porta foi aberta e Yoru entrou, seguido de Shou.
- Estás pronto? – perguntou Nozomi. Yoru assentiu. – Eu vou contigo.
- Não. – afirmou Yoru – Já disse que quero tratar de tudo sozinho. Vocês vão ficar todos aqui.
- E o que pensas fazer? – perguntou Shou.
- Vão ver. – afirmou Yoru retirando-se.
Mamoru, Jadeite e Motoki jogavam à bola no jardim da mansão. Alguns momentos mais tarde Jadeite e Motoki saíram de casa, ficado Mamoru deitado na relva. No interior da habitação, junto à janela, encontravam-se Kunzite, Zoisite e Nephrite.
- O Mamoru recusa-se a usar os seus poderes. – disse Nephrite.
- Temos de o fazer mudar de ideias. – afirmou Zoisite – Ele tem de encontrar a princesa.
- Não nos podemos precipitar. – contrapôs Nephrite.
- O que queres dizer com isso? – perguntou Zoisite – Ela disse que o Mamoru tem de encontrar a princesa e protegê-la do inimigo.
- O Nephrite tem razão. – interveio Kunzite – Não sabemos nada sobre ela nem sobre essa princesa. Nem sequer sabemos se podemos confiar nela. Temos de estar atentos e protegê-lo a todo o custo. – disse olhando, através da janela, para Mamoru que brincava com Hoshi.
Rei encontrava-se de joelhos em frente a enormes labaredas que se mexiam violentamente. O calor emanado aquecia toda a habitação sem, no entanto, incomodar a morena que permanecia, há um par de horas, concentrada naquela posição. Na sua mente revelavam-se-lhe as imagens que preenchiam os seus sonhos. Um berço ocupado por um bebé que gargalhava, começando a chorar com a aproximação daquela mulher. De súbito, as chamas intensificaram-se e, abriu os olhos. Por entre as chamas surgiu a forma de um homem de cabelos negros, caídos até meio do rosto, e olhos tom de mel. A sua pulsação acelerou.
- Chegou a hora…
No parque da cidade aparecera um demónio. Uma criatura de quase dois metros de altura. O seu rosto assemelhava-se a um gato mas o seu corpo era coberto de escamas de tonalidade roxa. Possuía longas garras e, das suas costas, emergiam grandes asas. Atacou várias pessoas que encontrou no seu caminho, recolhendo várias esferas negras. O demónio preparava-se para atacar mais uma mulher.
- World Shaking! – uma bola de energia atingiu-o, destruindo-o. As esferas negras pairavam no ar sobre os corpos das pessoas, que se encontravam caídas no chão, inanimadas. – Isto foi fácil. – afirmou Úrano desconfiada.
- Demasiado fácil… – completou a navegante de Neptuno.
Obrigada pelos comentários =)
AnA_Sant0s o Mamoru tem esse poder no manga, assim como o ataque - Crescent Beam ([EDIT] o aparelhozito usado pela sailor V para fazer este ataque)- da Sailor V que me baseei no manga (da Sailor V).
Agora só vou poder pegar na fic no final de Junho (dps da época de exames). Já foi bem difícil escapulir-me para a sala dos pcs da faculdade nos poucos minutinhos livres que apareceram. Depois prometo que vos compenso!
Spoiler
Ainda tenho a pré-edição das imagens do Projecto Mantuga que o coitado do Sammu está à espera há mais tempo do que eu gostaria, por isso o tempo que tiver disponível será para dedicar ao PM.
Deixo-vos o resto do capítulo V que espero que gostem e se divirtam a ler.
Beijinhos.
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Capítulo V
-Misteriosa aparição- Parte II
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-Misteriosa aparição- Parte II
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Naquela habitação sombria, Eiko escovava os seus longos cabelos dourados não tirando os seus belos olhos azuis do espelho do salão onde contemplava diariamente a sua beleza. Com apenas quinze anos, o seu rosto e corpo delicados eram de uma beleza e formosura invejáveis a qualquer mulher. Uma rapariga que vive no seu próprio mundo. A mais jovem e doce do grupo, mas capaz de ser bastante bravia quando contrariada. Aparentava uma grande fragilidade, no entanto, revelava-se detentora de um grande poder.
Shou também estava no salão, sentado numa grande poltrona, pensativo. Possuía um corpo escultural e um rosto quase perfeito. A sua pele morena e os seus cabelos negros salientavam o tom verde intenso emanado dos seus olhos. Com os seus dezanove anos era o mais velho e maduro dos quatro, apesar de aparentar mais jovialidade do que aquela que possuía na realidade. Orientava os restantes, encarregando-se desde sempre da sua segurança e sobrevivência. Forte, determinado, assertivo e com um grande espírito de liderança. Não gostava de ser desprazido e muito menos confrontado. Tinha a necessidade de ter sempre algum controlo nas situações pois sabia que de outro modo estariam todos perdidos.
No terceiro andar, Yoru ocupava um dos quartos onde planeava o ataque ao mais ínfimo pormenor. Sabendo que seria a sua última hipótese para concretizar a missão que lhe fora incutida, nada poderia correr mal. Não só pretendia vingar-se da navegante que o humilhara como queria mostrar-se capaz de cumprir essa missão.
Yoru, de dezasseis anos, possuía olhos tom de mel, muito expressivos. A sua tez pálida contrastava com os seus cabelos negros que caíam até meio do rosto. Inteligente e calculista, sendo por vezes arrogante, porém muito meigo quando se tratava de lidar com a sua irmã Nozomi a quem tinha muito respeito e admiração.
Encontrava-se sentado em frente a uma mesa coberta de papéis. Algumas folhas amachucadas estavam espalhadas pelo chão. Permanecia concentrado, desenhando diagramas e adicionando-lhes notas, completando todo o raciocínio. Foi interrompido pelo som da porta da habitação que fora aberta.
Tratava-se de Nozomi que espreitava por entre a porta semi-aberta. Era uma bela rapariga de cabelos negros e selvagens com reflexos azuis intensos. Os seus olhos acinzentados mostravam alguma tristeza devido a todo o seu passado, enquanto, a sua expressão séria revelava toda a sua maturidade. Não tinha mais de dezoito anos, possuindo um corpo deveras torneado. As suas roupas acentuavam-lhe cada curva. Audácia e perspicácia sempre foram as suas grandes qualidades.
- Como está a correr? Queres ajuda? – perguntou a morena tentando ver o que o irmão fazia.
- Está a correr bem. – afirmou recolhendo os papéis para que ela não os visse – Quero fazer isto sozinho. Vou encontrar um guardião e aquela idiota vai ter o que merece.
- E o que estás a pensar? – perguntou, ficando satisfeita pela determinação que o rapaz mostrava.
- Não te vou dizer senão vais querer intrometer-te. – respondeu como se adivinhasse o que ia no pensamento de Nozomi.
- Não quero que faças disparates, só isso. – afirmou a rapariga fitando o moreno – E já encontraste um possível guardião?
- Sim. – respondeu com um sorriso.
***
Haruka abriu os olhos ao despertar após uma longa noite de sono. Virou o rosto fitando a bela rapariga que dormia profundamente a seu lado. Sorriu perante tamanha serenidade e perfeição. Observou-a por instantes, caindo em devaneios devido ao tumulto de informação que lhe invadia os pensamentos. As duas respiravam no mesmo compasso como se fossem uma pessoa só. Permaneceram assim durante algum tempo. Haruka voltou a si quando Michiru respirou mais profundamente aconchegando-se nos seus braços. Passou uma das mãos pelos cabelos da bela rapariga que dormia, fazendo-a despertar lentamente.
- Bom dia. – disse Michiru ainda ensonada.
- Bom dia. – respondeu Haruka visivelmente bem-disposta.
- Que horas sã…? – uma luz intensa invadiu toda a habitação ofuscando-as. Haruka, por instinto, debruçou-se sobre Michiru para a proteger de um eventual perigo. Rapidamente a luz atenuou-se.
- Estás bem? – perguntou Haruka, certificando-se que estava tudo bem.
- Sim, estou. – Michiru desviou o olhar ao encontro de alguém que se encontrava no quarto.
Uma figura feminina estava diante delas. A mulher possuía cabelos de tom acinzentado, um pouco ondulados, que caíam quase até ao chão. Na sua testa havia um cristal, branco e vermelho, em forma de lágrima. Envergava um vestido branco, semi-transparente, com mangas de tom azul claro que lhe cobriam somente os antebraços. Um bracelete enfeitava-lhe o braço, junto ao ombro, e um cinto dourado cobria-lhe a cintura. Os seus lindos olhos castanhos olhavam atentamente para elas, no entanto a sua expressão não lhes permitia perceber se estavam, ou não, perante alguma ameaça.
***
Após mais um dia de aulas Usagi, Minako e Makoto dirigiram-se para casa da família Tsukino. Não havia mais ninguém em casa para além das amigas que conversavam no quarto que era partilhado por Usagi e Minako. Usagi encontrava-se sentada em cima da sua cama, juntamente com Luna e Artemis, enquanto Minako e Makoto estavam sentadas, no chão, à sua frente.
- Fiquei com uma estranha sensação quando estávamos com a Ami e as amigas. – afirmou Minako. Usagi acenou concordando com a situação.
- Comigo aconteceu o mesmo. – disse Makoto pensativa. Usagi e Mina entreolharam-se. – Bem, meninas, tenho de ir andando. – afirmou a morena levantando-se. Despediu-se das amigas e retirou-se do quarto.
- Esta rapariga transmite uma forte energia. – disse Luna.
- O que queres dizer com isso? – perguntou Minako.
- Pensas que pode tratar-se de mais uma navegante? – perguntou Usagi entusiasmada.
- Não sei, talv… Miau. – Luna tentou disfarçar quando se apercebeu que Makoto estava junto à porta. Usagi dirigiu o olhar na mesma direcção que Luna vendo que a morena regressara e olhava para todos com os olhos arregalados.
- Makoto. – Usagi levantou-se e dirigiu-se até à amiga – Esqueceste-te de alguma coisa? – perguntou fingindo que não se passava nada.
- Deixei aqui a minha pasta. – respondeu sem tirar os olhos de Luna. Usagi e Minako riram forçosamente.
- Aqui tens. – disse Minako entregando-lhe a pasta – Então… Vemo-nos amanhã, certo?
- Eu vi. Ou melhor… Ouvi. – disse Makoto dirigindo-se até Luna. Agachou-se um pouco e fitou a gata atentamente.
- Ouviste o quê? – perguntou Minako olhando apreensiva para Usagi.
- Ouviu a Luna a falar. – respondeu Usagi. Minako jogou as mãos à cabeça em desespero.
- O que é que pensas que estás a fazer Usagi Tsukino?! – precipitou-se Luna, só percebendo que falara quando já era tarde demais.
- Ela é nossa amiga, podemos confiar nela. Não é verdade Makoto? – a morena sorriu e assentiu. Luna suspirou de alívio. Makoto fez uma festa ao pêlo de Luna e a gata fitou-a, fazendo surgir uma caneta de transformação de cor verde.
- Penso que isto te pertence. – afirmou Luna. Makoto olhou para a caneta com o cenho franzido.
- Que bom! – Usagi correu para junto de Makoto abraçando-a.
- O que foi? – perguntou a morena confusa – O que é que se passa?
***
Nozomi percorria todo o recinto de uma ponta à outra impaciente, após tantas horas de espera. Shou não se encontrava no salão enquanto Eiko permanecia em frente ao espelho.
- Queres parar com isso? – perguntou Eiko interrompendo o silêncio.
- O quê?! – Nozomi parou e foi ao encontro da loira – Tu passas os dias grudada a esse espelho e pedes-me a mim para parar? Não tens noção de que o tempo está a passar e ainda não encontrámos nenhum guardião? E que… – a porta foi aberta e Yoru entrou, seguido de Shou.
- Estás pronto? – perguntou Nozomi. Yoru assentiu. – Eu vou contigo.
- Não. – afirmou Yoru – Já disse que quero tratar de tudo sozinho. Vocês vão ficar todos aqui.
- E o que pensas fazer? – perguntou Shou.
- Vão ver. – afirmou Yoru retirando-se.
***
Mamoru, Jadeite e Motoki jogavam à bola no jardim da mansão. Alguns momentos mais tarde Jadeite e Motoki saíram de casa, ficado Mamoru deitado na relva. No interior da habitação, junto à janela, encontravam-se Kunzite, Zoisite e Nephrite.
- O Mamoru recusa-se a usar os seus poderes. – disse Nephrite.
- Temos de o fazer mudar de ideias. – afirmou Zoisite – Ele tem de encontrar a princesa.
- Não nos podemos precipitar. – contrapôs Nephrite.
- O que queres dizer com isso? – perguntou Zoisite – Ela disse que o Mamoru tem de encontrar a princesa e protegê-la do inimigo.
- O Nephrite tem razão. – interveio Kunzite – Não sabemos nada sobre ela nem sobre essa princesa. Nem sequer sabemos se podemos confiar nela. Temos de estar atentos e protegê-lo a todo o custo. – disse olhando, através da janela, para Mamoru que brincava com Hoshi.
***
Rei encontrava-se de joelhos em frente a enormes labaredas que se mexiam violentamente. O calor emanado aquecia toda a habitação sem, no entanto, incomodar a morena que permanecia, há um par de horas, concentrada naquela posição. Na sua mente revelavam-se-lhe as imagens que preenchiam os seus sonhos. Um berço ocupado por um bebé que gargalhava, começando a chorar com a aproximação daquela mulher. De súbito, as chamas intensificaram-se e, abriu os olhos. Por entre as chamas surgiu a forma de um homem de cabelos negros, caídos até meio do rosto, e olhos tom de mel. A sua pulsação acelerou.
- Chegou a hora…
***
No parque da cidade aparecera um demónio. Uma criatura de quase dois metros de altura. O seu rosto assemelhava-se a um gato mas o seu corpo era coberto de escamas de tonalidade roxa. Possuía longas garras e, das suas costas, emergiam grandes asas. Atacou várias pessoas que encontrou no seu caminho, recolhendo várias esferas negras. O demónio preparava-se para atacar mais uma mulher.
- World Shaking! – uma bola de energia atingiu-o, destruindo-o. As esferas negras pairavam no ar sobre os corpos das pessoas, que se encontravam caídas no chão, inanimadas. – Isto foi fácil. – afirmou Úrano desconfiada.
- Demasiado fácil… – completou a navegante de Neptuno.
***
~*Atalanta V*~

Gandas malucos!! XD
Noutro ponto da cidade, outro demónio atacava a população. O seu corpo de aparência humana estava coberto de escamas douradas. Da sua cabeça surgiam dois chifres de pontas redondas e das suas costas duas asas. Agarrou um homem e começou a sugar-lhe o ar.
- Espera aí! – ordenou a navegante da lua – Como ousas destruir a paz da nossa cidade?
- Em nome da lua vamos castigar-te! – disseram Sailor Moon e Sailor V em conjunto. O demónio ignorou-as, continuando a sugar o ar do homem, fazendo aparecer uma esfera negra.
- Crescent Beam! – atacou a Sailor V. O demónio ficou apenas um pouco atordoado. Inesperadamente surgiu outro demónio, exactamente igual, que as atacou.
Jadeite e Motoki encaminhavam-se até ao salão de jogos. Descendo do céu, um demónio interpôs-se na sua passagem. O seu corpo coberto de escamas prateadas e espinhos conferia-lhe um ar algo tenebroso. As restantes pessoas fugiram assustadas. Abrindo as suas asas empurrou Jadeite, que bruscamente embateu numa parede ficando imediatamente inconsciente.
- Jadeite! – gritou Motoki tentando ir em seu auxílio, sendo impedido pelo monstro. Motoki foi agarrado e o seu ar foi sugado. Yoru assistia à cena com entusiasmo, sorrindo orgulhosamente. Todo o seu plano estava a correr na perfeição.
Em casa, Shou e Nozomi assistiam às várias cenas que eram divulgadas no espelho do salão. A navegante de Úrano e a navegante de Neptuno olhavam à sua volta, certificando-se que estava tudo bem quando foram atacadas por mais um demónio. A navegante da lua e a navegante V debatiam-se contra os dois monstros com bastante dificuldade. Por fim, observavam atentamente o alvo do ataque, esperando que se tratasse de um dos guardiões. O demónio sugou-lhe o ar, mas foi simplesmente mais uma esfera negra que surgiu.
- Oh não… – sussurrou Nozomi sofridamente.
- Falhou mais uma vez. – prenunciou-se Shou.
A Sailor Moon e a Sailor V estavam encurraladas pelos dois monstros, não tendo saída possível. Os demónios ergueram as mãos e uma bola de energia começou a formar-se para ferir as navegantes. Uma rosa foi lançada, atingindo as mãos dos monstros fazendo com que a bola de energia se esfumasse.
- É ele outra vez. – sussurrou a navegante da lua sorridente ao ver o misterioso rapaz que vira no outro dia.
- Vocês estão bem? – perguntou encaminhando-se até às navegantes..
- Quem és tu? – perguntou a Sailor V.
- Sou o Mascarado. – respondeu olhando para Sailor Moon que continuava sorridente e sonhadora a olhar para ele.
- Olhem! – gritou a Sailor V alertando a Sailor Moon e o Mascarado. Os dois monstros reuniram-se, começando a formar uma enorme bola de energia.
Motoki foi largado no chão inanimado. Yoru segurou a esfera libertada pelo corpo do rapaz ficando deveras irritado por se ter enganado mais uma vez. Depois daquele fracasso só lhe restava ir ao encontro da navegante de Úrano. Pelo menos teria o gosto de se vingar da rapariga que o humilhara. Estava pronto a retirar-se quando Luna deu um salto à sua frente, apanhando a esfera, partindo na direcção de Motoki.
- Mas… – Yoru, antes de conseguir reagir, foi atacado por uma bola de fogo, ficando bastante ferido. Caído no chão, praticamente sem forças, virou o rosto para ver de onde vinha o ataque. – Mais navegantes? Não pode ser… – sussurrou.
- Eu sou a navegante de Marte! – afirmou a navegante que envergava um fato de cor vermelha.
- E eu sou a navegante de Júpiter. – disse a navegante que usava um fato de cor verde.
- Akuryo Taisan. – a navegante de Marte atacou o demónio, imobilizando-o.
- Supreme Thunder! Fire Soul! – as navegantes atacaram o demónio ao mesmo tempo. O ataque atingiu Yoru, que estava demasiado perto do monstro, destruindo ambos.
Nozomi ficou estática a olhar para o espelho, não acreditando no que via. Com a morte de Yoru os outros demónios esfumaram-se e as esferas negras regressaram aos corpos das pessoas que, lentamente, começavam a acordar. Shou desligou o monitor e colocou as mãos sobre os ombros de Nozomi. O olhar da rapariga estava vidrado.
- Agora não há nada a fazer. – pronunciou-se Shou – Temos de pensar bem no que vamos fazer antes de agir.
- Como é possível? – perguntou encarando o rapaz à sua frente.
- Os poderes dos demónios estão ligados aos nossos poderes. Ele criou imensos demónios e a força dele foi repartida entre eles, deixando-o mais vulnerável. E o pior é que nem sequer conseguiu encontrar um dos guardiões. A morte dele foi completamente em vão. – lamentou Shou.
- Já está tudo tratado. – disse Eiko animada ao entrar no salão – O que foi? O que é que se passa? – perguntou apreensiva ao ver o estado em que os outros dois se encontravam.
Sailor Moon e Mascarado corriam, de mãos dadas, ao lado da Sailor V, tentando escapar à bola de energia formada pelos demónios. Estranhando a demora do ataque olharam para trás de si, verificando que os demónios tinham desaparecido e que as pessoas começavam a acordar aos poucos. Um pouco atónitos, permaneceram parados por momentos a observar o que se passava à sua volta.
- Mas que estranho. – disse Sailor Moon aproximando-se da amiga – Parece que está tudo bem.
- Continuo sem perceber o que o inimigo pretende. – afirmou a Sailor V pensativa.
- Mascarado, tu… – Sailor Moon virou-se para o Mascarado, mas este desaparecera, ficando uma rosa vermelha no lugar onde se encontrava antes.
Yoru fora derrotado, o que deixara as navegante de Marte e Júpiter deveras surpreendidas. Luna encarregara-se de devolver a esfera negra a Motoki, que começava a despertar.
- Muito bem meninas. Bom trabalho. – disse Luna satisfeita com as navegantes.
- Luna, achas que vão ficar bem? – perguntou Júpiter olhando para Jadeite e Motoki.
- Sim, não se preocupem. – tranquilizou Artemis. As navegantes retiraram-se, ficando Luna e Artemis junto dos rapazes que começavam a despertar, certificando-se que ficavam bem. – Gostava de saber como é que ela sabia que a Rei é a navegante de Marte e que já despertara. – afirmou pensativo.
- Ela tem-nos ajudado mas… Não consigo perceber se podemos confiar nela. Por enquanto, o que importa é que já temos quatro das cinco navegantes reunidas. – afirmou Luna.
Úrano e Neptuno assistiam ao regresso das esferas aos corpos das pessoas, sem perceberem o que se estava a passar. Uma luz surgiu à frente delas, dando lugar a uma forma feminina.
- O que aconteceu? – perguntou Úrano.
- Um dos inimigos foi destruído. – informou a mulher.
- E os guardiões estão a salvo? – perguntou Neptuno.
- Sim. Por agora... – afirmou a mulher desaparecendo, deixando para trás um rasto de estrelas cintilantes.
__________
Até à próxima! =)
- Espera aí! – ordenou a navegante da lua – Como ousas destruir a paz da nossa cidade?
- Em nome da lua vamos castigar-te! – disseram Sailor Moon e Sailor V em conjunto. O demónio ignorou-as, continuando a sugar o ar do homem, fazendo aparecer uma esfera negra.
- Crescent Beam! – atacou a Sailor V. O demónio ficou apenas um pouco atordoado. Inesperadamente surgiu outro demónio, exactamente igual, que as atacou.
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Jadeite e Motoki encaminhavam-se até ao salão de jogos. Descendo do céu, um demónio interpôs-se na sua passagem. O seu corpo coberto de escamas prateadas e espinhos conferia-lhe um ar algo tenebroso. As restantes pessoas fugiram assustadas. Abrindo as suas asas empurrou Jadeite, que bruscamente embateu numa parede ficando imediatamente inconsciente.
- Jadeite! – gritou Motoki tentando ir em seu auxílio, sendo impedido pelo monstro. Motoki foi agarrado e o seu ar foi sugado. Yoru assistia à cena com entusiasmo, sorrindo orgulhosamente. Todo o seu plano estava a correr na perfeição.
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Em casa, Shou e Nozomi assistiam às várias cenas que eram divulgadas no espelho do salão. A navegante de Úrano e a navegante de Neptuno olhavam à sua volta, certificando-se que estava tudo bem quando foram atacadas por mais um demónio. A navegante da lua e a navegante V debatiam-se contra os dois monstros com bastante dificuldade. Por fim, observavam atentamente o alvo do ataque, esperando que se tratasse de um dos guardiões. O demónio sugou-lhe o ar, mas foi simplesmente mais uma esfera negra que surgiu.
- Oh não… – sussurrou Nozomi sofridamente.
- Falhou mais uma vez. – prenunciou-se Shou.
***
A Sailor Moon e a Sailor V estavam encurraladas pelos dois monstros, não tendo saída possível. Os demónios ergueram as mãos e uma bola de energia começou a formar-se para ferir as navegantes. Uma rosa foi lançada, atingindo as mãos dos monstros fazendo com que a bola de energia se esfumasse.
- É ele outra vez. – sussurrou a navegante da lua sorridente ao ver o misterioso rapaz que vira no outro dia.
- Vocês estão bem? – perguntou encaminhando-se até às navegantes..
- Quem és tu? – perguntou a Sailor V.
- Sou o Mascarado. – respondeu olhando para Sailor Moon que continuava sorridente e sonhadora a olhar para ele.
- Olhem! – gritou a Sailor V alertando a Sailor Moon e o Mascarado. Os dois monstros reuniram-se, começando a formar uma enorme bola de energia.
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Motoki foi largado no chão inanimado. Yoru segurou a esfera libertada pelo corpo do rapaz ficando deveras irritado por se ter enganado mais uma vez. Depois daquele fracasso só lhe restava ir ao encontro da navegante de Úrano. Pelo menos teria o gosto de se vingar da rapariga que o humilhara. Estava pronto a retirar-se quando Luna deu um salto à sua frente, apanhando a esfera, partindo na direcção de Motoki.
- Mas… – Yoru, antes de conseguir reagir, foi atacado por uma bola de fogo, ficando bastante ferido. Caído no chão, praticamente sem forças, virou o rosto para ver de onde vinha o ataque. – Mais navegantes? Não pode ser… – sussurrou.
- Eu sou a navegante de Marte! – afirmou a navegante que envergava um fato de cor vermelha.
- E eu sou a navegante de Júpiter. – disse a navegante que usava um fato de cor verde.
- Akuryo Taisan. – a navegante de Marte atacou o demónio, imobilizando-o.
- Supreme Thunder! Fire Soul! – as navegantes atacaram o demónio ao mesmo tempo. O ataque atingiu Yoru, que estava demasiado perto do monstro, destruindo ambos.
***
Nozomi ficou estática a olhar para o espelho, não acreditando no que via. Com a morte de Yoru os outros demónios esfumaram-se e as esferas negras regressaram aos corpos das pessoas que, lentamente, começavam a acordar. Shou desligou o monitor e colocou as mãos sobre os ombros de Nozomi. O olhar da rapariga estava vidrado.
- Agora não há nada a fazer. – pronunciou-se Shou – Temos de pensar bem no que vamos fazer antes de agir.
- Como é possível? – perguntou encarando o rapaz à sua frente.
- Os poderes dos demónios estão ligados aos nossos poderes. Ele criou imensos demónios e a força dele foi repartida entre eles, deixando-o mais vulnerável. E o pior é que nem sequer conseguiu encontrar um dos guardiões. A morte dele foi completamente em vão. – lamentou Shou.
- Já está tudo tratado. – disse Eiko animada ao entrar no salão – O que foi? O que é que se passa? – perguntou apreensiva ao ver o estado em que os outros dois se encontravam.
***
Sailor Moon e Mascarado corriam, de mãos dadas, ao lado da Sailor V, tentando escapar à bola de energia formada pelos demónios. Estranhando a demora do ataque olharam para trás de si, verificando que os demónios tinham desaparecido e que as pessoas começavam a acordar aos poucos. Um pouco atónitos, permaneceram parados por momentos a observar o que se passava à sua volta.
- Mas que estranho. – disse Sailor Moon aproximando-se da amiga – Parece que está tudo bem.
- Continuo sem perceber o que o inimigo pretende. – afirmou a Sailor V pensativa.
- Mascarado, tu… – Sailor Moon virou-se para o Mascarado, mas este desaparecera, ficando uma rosa vermelha no lugar onde se encontrava antes.
***
Yoru fora derrotado, o que deixara as navegante de Marte e Júpiter deveras surpreendidas. Luna encarregara-se de devolver a esfera negra a Motoki, que começava a despertar.
- Muito bem meninas. Bom trabalho. – disse Luna satisfeita com as navegantes.
- Luna, achas que vão ficar bem? – perguntou Júpiter olhando para Jadeite e Motoki.
- Sim, não se preocupem. – tranquilizou Artemis. As navegantes retiraram-se, ficando Luna e Artemis junto dos rapazes que começavam a despertar, certificando-se que ficavam bem. – Gostava de saber como é que ela sabia que a Rei é a navegante de Marte e que já despertara. – afirmou pensativo.
- Ela tem-nos ajudado mas… Não consigo perceber se podemos confiar nela. Por enquanto, o que importa é que já temos quatro das cinco navegantes reunidas. – afirmou Luna.
***
Úrano e Neptuno assistiam ao regresso das esferas aos corpos das pessoas, sem perceberem o que se estava a passar. Uma luz surgiu à frente delas, dando lugar a uma forma feminina.
- O que aconteceu? – perguntou Úrano.
- Um dos inimigos foi destruído. – informou a mulher.
- E os guardiões estão a salvo? – perguntou Neptuno.
- Sim. Por agora... – afirmou a mulher desaparecendo, deixando para trás um rasto de estrelas cintilantes.
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Até à próxima! =)
~*Atalanta V*~

Gandas malucos!! XD
Ah, mas que lindo ;_;
Capitulo mais bem feito. Pena a morte do Yoru. Pensei que eles fossem bem mais dificeis de derrotar mas ao que parece criaste vilões com personalidades humanas. A cobiça e o orgulho levaram Yoru à morte...
Ah e mais uma coisa: fiquei confusa com a frase da Luna "quatro navegantes de cinco". Das duas uma: ou ela não sabe contar (enfim é uma gata
), ou não considera a Navegante de Marte como uma dessas cinco.
Em relação ao poder do Mamoru estou no acto 9 e ainda não notei nisso. Se calhar terei que rever...
Esperarei até Junho ansiosamente (tambem já não falta muito
)
Capitulo mais bem feito. Pena a morte do Yoru. Pensei que eles fossem bem mais dificeis de derrotar mas ao que parece criaste vilões com personalidades humanas. A cobiça e o orgulho levaram Yoru à morte...
Ah e mais uma coisa: fiquei confusa com a frase da Luna "quatro navegantes de cinco". Das duas uma: ou ela não sabe contar (enfim é uma gata
), ou não considera a Navegante de Marte como uma dessas cinco. Em relação ao poder do Mamoru estou no acto 9 e ainda não notei nisso. Se calhar terei que rever...

Esperarei até Junho ansiosamente (tambem já não falta muito
)
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
Ainda não tive tempo de ler todos os capítulos que postas-te, mas estou a adorar e para dizer a verdade tiveram que me ameaçar para eu para de ler :
:
(A J@n!nh@ fez birra mas os trabalhos tão primeiro :='(: )
Continua o bom trabalho
Beijokitas
Ps: quando puderes dá um saltinho à minha fic: A mudança do Mundo- Crystal Tokio
: (A J@n!nh@ fez birra mas os trabalhos tão primeiro :='(: )
Continua o bom trabalho
Beijokitas
Ps: quando puderes dá um saltinho à minha fic: A mudança do Mundo- Crystal Tokio

Obrigado Dumpling <3
Que bom, comentários!! Pois bem...
Deixas-me smp babada com estes comentários. :g12: Fico muito contente por saber que estás a gostar.
Quanto à Luna: fartei-me de rir com o que disseste, pobre da bichana lol a Luna estava a referir-se que já encontraram 4 navegantes (de Marte, Júpiter, V e Lua) das cinco que procuram, falta uma (a mercúrio, as outter não contam XD).
Ainda não chegaste ao acto em que aparece esse poder do Mamoru, desculpa, esqueci-me de avisar esse pormenor antes de colocar o capítulo. Para quem não leu se calhar é chato saber de certas coisas antes da hora.
Obrigada =) Ainda bem que ficas curiosa espero que fiquem todos os leitores assim
Mas quem é que te ameaçou para parares de ler?! Eu dou-lhe porrada! lol Espero que estejas a gostar da história. Qd puder vou ler e comentar as vossas fics fica prometido!
Ainda bem que gostaste. Mas ainda muita coisa está por vir. =)
Beijinhos a todas!
AnA_Sant0s escreveu:Ah, mas que lindo ;_;
Capitulo mais bem feito. Pena a morte do Yoru. Pensei que eles fossem bem mais dificeis de derrotar mas ao que parece criaste vilões com personalidades humanas. A cobiça e o orgulho levaram Yoru à morte...
Ah e mais uma coisa: fiquei confusa com a frase da Luna "quatro navegantes de cinco". Das duas uma: ou ela não sabe contar (enfim é uma gata), ou não considera a Navegante de Marte como uma dessas cinco.
Em relação ao poder do Mamoru estou no acto 9 e ainda não notei nisso. Se calhar terei que rever...
Esperarei até Junho ansiosamente (tambem já não falta muito)
Deixas-me smp babada com estes comentários. :g12: Fico muito contente por saber que estás a gostar.
Quanto à Luna: fartei-me de rir com o que disseste, pobre da bichana lol a Luna estava a referir-se que já encontraram 4 navegantes (de Marte, Júpiter, V e Lua) das cinco que procuram, falta uma (a mercúrio, as outter não contam XD).
Ainda não chegaste ao acto em que aparece esse poder do Mamoru, desculpa, esqueci-me de avisar esse pormenor antes de colocar o capítulo. Para quem não leu se calhar é chato saber de certas coisas antes da hora.
Sandra Pereira escreveu:ta muito giro!!!! tu escreves muito bem!!! fico curiosissima cada vez que postas mais um capitulo ou mais uma parte!!!
Obrigada =) Ainda bem que ficas curiosa espero que fiquem todos os leitores assim

J@n!nh@ escreveu:Ainda não tive tempo de ler todos os capítulos que postas-te, mas estou a adorar e para dizer a verdade tiveram que me ameaçar para eu para de ler ::
(A J@n!nh@ fez birra mas os trabalhos tão primeiro :='(: )
Continua o bom trabalho
Beijokitas
Ps: quando puderes dá um saltinho à minha fic: A mudança do Mundo- Crystal Tokio
Mas quem é que te ameaçou para parares de ler?! Eu dou-lhe porrada! lol Espero que estejas a gostar da história. Qd puder vou ler e comentar as vossas fics fica prometido!
Lena_Dias escreveu:que coisa fofatants cap.s novos pa eu ler : D
foi msm fofa essa parte da navegante e do mascarado irem a correr de maos dadas !
Ainda bem que gostaste. Mas ainda muita coisa está por vir. =)
Beijinhos a todas!
~*Atalanta V*~

Gandas malucos!! XD
Já sabes como é AtlantaV...Uma pessoa sugadita a ler os capitulos tão bonitos da fic "Uma nova era" e grita a maluca da colega aqui da J@n!nh@ que mora no rés-do-chão: Joana anda fazer os trabalhos ou n ponho o teu nome neles, já!!!
E pronto, uma ameaça convincente visto que quero ter nota, então contrariada tive mesmo de deixar a historia a meio.
Mas agora que já li até ao ultimo capitulo que postas-te estou a amar mesmo...É linda
Beijokitas
E pronto, uma ameaça convincente visto que quero ter nota, então contrariada tive mesmo de deixar a historia a meio.
Mas agora que já li até ao ultimo capitulo que postas-te estou a amar mesmo...É linda
Beijokitas

Obrigado Dumpling <3
atalantaV escreveu:Que bom, comentários!! Pois bem...
AnA_Sant0s escreveu:Ah, mas que lindo ;_;
Capitulo mais bem feito. Pena a morte do Yoru. Pensei que eles fossem bem mais dificeis de derrotar mas ao que parece criaste vilões com personalidades humanas. A cobiça e o orgulho levaram Yoru à morte...
Ah e mais uma coisa: fiquei confusa com a frase da Luna "quatro navegantes de cinco". Das duas uma: ou ela não sabe contar (enfim é uma gata), ou não considera a Navegante de Marte como uma dessas cinco.
Em relação ao poder do Mamoru estou no acto 9 e ainda não notei nisso. Se calhar terei que rever...
Esperarei até Junho ansiosamente (tambem já não falta muito)
Deixas-me smp babada com estes comentários. :g12: Fico muito contente por saber que estás a gostar.
Quanto à Luna: fartei-me de rir com o que disseste, pobre da bichana lol a Luna estava a referir-se que já encontraram 4 navegantes (de Marte, Júpiter, V e Lua) das cinco que procuram, falta uma (a mercúrio, as outter não contam XD).
Ainda não chegaste ao acto em que aparece esse poder do Mamoru, desculpa, esqueci-me de avisar esse pormenor antes de colocar o capítulo. Para quem não leu se calhar é chato saber de certas coisas antes da hora.
Eu adoro esta fanfic. Uma historia alternativa mas sem sair do contexto da original. E tambem é culpa é tua por pores sempre assuntos interessantes para comentar. Caso contrario apenas diria "ok, continua que tou a gostar!"

Ah lol esqueci-me dessa (ai de mim a renegar a Navegante de Mercurio, a mais esperta de todas e a unica que gosta de xadrez e de ler como eu
)A sério? Isso deixa-me ainda mais curiosa sobre o proximo acto

E agora vou dar um de pedinte (
) e pedir-te pra dares uma olhadela numa das minhas fanfic...
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
Tenho tanta pena que tenhas deixado de postar aqui capitulos. Deves andar muito ocupada.
Mas só para o caso de te teres esquecido desta fanfic, então deixo o recadinho
Ah e já agora... PARABENS!!!! :
=D:
Ao que parece esta fanfic é agora, uma premium.
Mas só para o caso de te teres esquecido desta fanfic, então deixo o recadinho

Ah e já agora... PARABENS!!!! :
=D: Ao que parece esta fanfic é agora, uma premium.
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!

Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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cof cof
Tanto pó...
Bem... há quanto tempo! Gomen. O mais engraçado é que constatei que é mais fácil para mim escrever em tempo de aulas, realmente eu trabalho melhor sobre pressão, tenho alguma tendência a procrastinar por isso qt menos tempo tenho disponivel mais proveito lhe dou lol Vou postar a primeira parte pq estou a acertar os últimos detalhes da parte final e para quem acompanha a fic deixo aqui este excerto para se entreterem até postar o resto.
Anokas, minha mais assídua leitora, não me esqueci garanto-te, e foi pelo teu pedido que resolvi postar já qlq coisa. A espera foi bem longa espero não voltar a ficar tanto tempo seguido sem postar nada senão acabo a fic quando já tiver netos
E muito obrigada a ti e aos que votaram para que a fic fosse para a secção premium. [Esta imagem já não existe]
____________
Usagi corria em desespero. O seu coração palpitava numa ânsia enorme, sendo invadida por um sentimento de angústia que assolou o seu ser. Trémula, procurou mover-se mas deu por si encurralada. Uma sombra aproximou-se dela e um arrepio percorreu-lhe a espinha. Assustada, gritou tanto quanto pôde mas, estranhamente, o seu próprio grito parecia-lhe abafado. Lentamente ergueu a cabeça e foi contemplada com um dos mais belos sorrisos que já vira e todo o temor simplesmente desapareceu. O rapaz com o rosto semi-oculto por trás de uma máscara, estendeu-lhe uma rosa do mais puro vermelho. Sem pensar duas vezes, correu para ele abraçando-o com toda a força que pôde com receio de o ver desaparecer diante dos seus olhos.
- Usagi. – o sussurro do seu nome deu-lhe uma alegria imensa. Porquê? Não sabia, mas sentiu-se a flutuar. – Estou e estarei sempre a teu lado. Nunca te esqueças. – aproximou a sua mão do rosto do rapaz e este começou a desaparecer. Enlaçou-o pelo pescoço para que ele não se fosse embora, mas a sua imagem tornava-se cada vez menos nítida.
- Usagi larga-me! – Luna, quase sufocada, esperneava tanto quanto podia.
- Hum? – Usagi entreabriu os olhos, ensonada – Luna?
- Espero que não tenhas sonhado comigo. – Kunzite focou a pessoa à sua frente, vendo que se tratava de Motoki, que o olhava com ar divertido.
- O que estás aqui a fazer? – perguntou Kunzite de repente de mau humor.
- Vim acordar-te. – respondeu Motoki visivelmente animado com o sucedido – Ficou combinado que eu passava a acordar-vos.
- Mas não é preciso. – afirmou um pouco rabugento.
- Eu não me importo. Agora levanta-te para não chegarmos atrasados outra vez. – disse saindo do quarto para acordar os restantes.
- Quando eu apanhar o Zoisite… – deitando-se novamente cobriu a cabeça com o lençol.
Mamoru dormia tranquilamente sob as cobertas. Hoshi estava no tapete, enroscada em si mesma. A porta do quarto foi aberta e Motoki entrou um pouco reticente ao encarar com Hoshi que ficara alerta ao se aperceber da aproximação de alguém ao quarto. O loiro seguiu pelo quarto sem tirar os olhos de Hoshi que o fitava atentamente.
- Mas que… - Mamoru acordou sobressaltado ao sentir um peso cair-lhe em cima – O que fazes aqui? Importaste de sair de cima de mim?
- Er… Desculpa. Vim acordar-te. – Motoki saiu de cima de Mamoru um pouco embaraçado e Mamoru deu uma gargalhada.
- Está bem. E posso saber o que aconteceu?
- Eu estava a olhar para a Hoshi e tropecei. – Hoshi aproximou-se dos rapazes, saltando para cima da cama, deitando-se ao lado de Mamoru.
- Ela é muito estranha. – Motoki fitou Hoshi e estremeceu ao vê-la encará-lo.
- Ela é estranha? – perguntou o moreno com o cenho franzido – Vindo de alguém que me acordou com um mergulho matinal como este… – Motoki sentia-se cada vez mais envergonhado, para divertimento de Mamoru. – Afinal de contas porque vieste acordar-me?
- O Zoisite pediu-me, já que era tua tarefa acordar todos, é menos uma coisa para te preocupares. – explicou Motoki.
- Mas eu não… Bem, não interessa. É melhor ir tomar banho e despachar-me.
- E eu vou acordar o resto do pessoal. – Motoki saiu do quarto, fechando a porta atrás de si.
- Que estranho, o que será que o Zoisite anda a tramar desta vez? – sussurrou pensativo.
Rei acordara. E naquele preciso momento foi invadida pela certeza de que algo iria acontecer. “Mas o que poderá ser?” A pergunta ecoava na sua mente com uma força imensa. Sentando-se à beira da cama fechou os olhos concentrando-se para reflectir sobre aquele pressentimento. Emergiram na sua mente imagens que pareciam transportá-la para outro mundo. Um mundo desconhecido. Um palácio. Pessoas a correr e a gritar. Ruínas. Lágrimas brotaram dos seus olhos. “Que lugar será?” Confusa com a explosão de emoções que ameaçava consumi-la, levou as mãos ao rosto enxugando as lágrimas que lhe corriam pela face.
Levantou-se e, notando o coração disparado, res­pirou pausadamente. Olhou de soslaio para a janela que estava entreaberta e por momentos pôde jurar que alguém estava próximo a ela. Muito próximo. Encaminhou-se até à janela, abrindo-a, e espreitou para o exterior, porém nada viu, nem ninguém, o que por si só não a deixou tranquila.
Forçando-se a ignorar a desconfiança que possuía por natureza, resolveu que estava na hora de se preparar para mais um dia que tinha pela frente e, se tivesse sorte, poderia encontrar-se com as outras navegantes e juntas poderiam descobrir… Não! Não podia. Mal as conhecia para saber se poderia confiar nelas. Não, não quando a pessoa que mais admirava e em quem mais confiava a traíra e parecia fazer questão de a magoar todos os dias como se sentisse algum tipo de prazer pelo seu sofrimento. Talvez um dia pudesse vir a confiar em alguém. Talvez…
- Ainda estás assim? – perguntou Haruka ao ver Michiru ainda de camisa de dormir. Michiru deu uma pequena gargalhada perante o desastroso estado de Haruka. – Vamos atrasar-nos. – completou a loira um pouco embaraçada.
- Estou cansada. – afirmou Michiru abraçando Haruka, encostando a cabeça ao seu ombro. – Podíamos faltar às aulas…
- Faltar? – Haruka afastou-se um pouco para encará-la – Isso nem parece teu.
- Não dormi nada. – lamentou – Passei a noite em claro a pensar no que ela nos contou.
- Pelo menos agora sabemos um pouco mais sobre o que nos espera. – disse Haruka abraçando Michiru.
O intervalo da manhã chegara e o silêncio foi substituído pelo burburinho de conversas que decorriam por toda a parte. Os alunos saíam animadamente das salas de aula. Usagi, Makoto, Minako e Jadeite dirigiram-se até ao pátio, onde se sentaram na relva aproveitando o agradável calor do sol que se fazia sentir. Minako, apesar de um pouco contrariada, pela presença do rapaz, conformou-se com a ideia de irem acompanhadas.
- Tenho quase a certeza que era ele quem estava caído ao pé do Motoki ontem à tarde. – sussurrou Makoto ao ouvido de Minako.
- Não digas disparates. Porque é que o Motoki haveria de estar com ele? – retorquiu a loira em voz baixa.
- Não sei… Talvez simplesmente fossem os dois a passar na mesma rua quando foram atacados. – continuou Makoto.
- Isso seria muita coincidência. – Minako observou de esguelha Usagi e Jadeite que conversavam entre si – Além disso, ele parece-me bem. Se ele…
- O que é que vocês duas tanto cochicham? – perguntou Usagi com ar desconfiado.
- Nada de mais. – disfarçou Makoto forçando um sorriso – Estávamos apenas a comentar que está um pouco de calor aqui.
- Sim, mas é agradável. – Usagi sorriu para as amigas – Mas estou a ficar com sede. Acho que vou beber água. – afirmou levantando-se.
- Queres que vá contigo? – perguntaram Minako e Jadeite em uníssono.
- Não é preciso. Obrigada. – Usagi sacudiu um pouco a roupa retirando algumas folhas de relva que ficaram agarradas ao uniforme. – Não demoro nada. – correu pelo pátio ao ver um chafariz um pouco mais à frente, ao mesmo tempo dirigiu o olhar para perto do campo de jogos onde se encontravam várias raparigas que pareciam olhar de modo sonhador na sua direcção.
- Esperem lá. Antes de mais, já me podem explicar o porquê do Motoki ir acordar-nos a todos esta manhã? – perguntou Nephrite impaciente. Zoisite começou a rir-se lembrando-se das trapalhadas que Motoki fizera.
- Ontem tivemos de inventar uma desculpa porque o Zoisite ia dando com a língua nos dentes e acabámos a dizer ao Motoki para nos acordar. – disse Kunzite. Nephrite olhou sério para Zoisite.
- Porque será que eu já estava à espera que tivesses alguma coisa a ver com o assunto? – perguntou Nephrite a Zoisite.
- Diz lá que não gostaste de ser acordado pelo Motoki. – provocou Zoisite.
- Estás a brincar?! – retorquiu Nephrite – Como eu não acordava entornou-me um copo de água em cima!
- Parem lá com isso. – pediu Kunzite – Há coisas mais importantes com que nos devemos preocupar.
- Sim. Tens razão. – afirmou Zoisite satisfeito pela mudança de assunto – Ontem vimos o Mamoru a sair à socapa e quando lhe perguntámos onde tinha ido… – relatou a Nephrite – Bem, disfarçou muito mal…
- Ele realmente nunca teve muito jeito para mentir. – disse Kunzite com ar divertido – Mas também não me parece que valha a pena pressioná-lo.
- Sim, mas… – começou Zoisite – Ela disse-nos que ele tem o dever de proteger este planeta. E nós temos de o proteger a ele. Mas proteger do quê? Ou de quem? E onde é que ele terá ido? – questionou-se pensativo.
- A única coisa que me ocorre é que tem algo a ver com os poderes do Mamoru. – afirmou Nephrite – Talvez seja mesmo melhor ele não os voltar a usar. Ele próprio o afirmou.
- Penso que é precisamente o contrário. – disse Kunzite. Os irmãos olharam-no na expectativa. – Pensem bem. Se ele tem o dever de proteger este planeta, terá de os usar para o conseguir.
- Sim, é verdade. Será que ele sabe alguma coisa? – questionou Nephrite.
- Não me parece. Senão já teria vindo falar connosco. – respondeu Kunzite – O que achas Zoisite?
- Mas será possível?! – resmungou Zoisite observando o pátio, ignorando a conversa.
- O que foi? – perguntou Nephrite curioso ao olhar para o pátio.
- Não estás a ver ali? – disse Zoisite apontando para Mamoru – As miúdas a babarem-se por ele e ele está a ler! Realmente, eu às vezes não o entendo.
- Eu às vezes também não te entendo. – afirmou Nephrite fitando Zoisite – Estamos a ter uma conversa séria e tu simplesmente desligas do assunto. – Zoisite deu de ombros.
- Aquela rapariga não vai contra… – começou Kunzite ao ver uma rapariga de cabelos loiros correndo na direcção de Mamoru.
- Parece que vai. – disseram em uníssono Zoisite e Nephrite.
- Deve ter doído. – disse Kunzite, com o cenho franzido, vendo a rapariga chocar contra as costas de Mamoru.
Tanto pó...
Bem... há quanto tempo! Gomen. O mais engraçado é que constatei que é mais fácil para mim escrever em tempo de aulas, realmente eu trabalho melhor sobre pressão, tenho alguma tendência a procrastinar por isso qt menos tempo tenho disponivel mais proveito lhe dou lol Vou postar a primeira parte pq estou a acertar os últimos detalhes da parte final e para quem acompanha a fic deixo aqui este excerto para se entreterem até postar o resto.
Anokas, minha mais assídua leitora, não me esqueci garanto-te, e foi pelo teu pedido que resolvi postar já qlq coisa. A espera foi bem longa espero não voltar a ficar tanto tempo seguido sem postar nada senão acabo a fic quando já tiver netos
E muito obrigada a ti e aos que votaram para que a fic fosse para a secção premium. [Esta imagem já não existe] ____________
Capítulo VI
- Doce tentação - Parte I
- Doce tentação - Parte I
Usagi corria em desespero. O seu coração palpitava numa ânsia enorme, sendo invadida por um sentimento de angústia que assolou o seu ser. Trémula, procurou mover-se mas deu por si encurralada. Uma sombra aproximou-se dela e um arrepio percorreu-lhe a espinha. Assustada, gritou tanto quanto pôde mas, estranhamente, o seu próprio grito parecia-lhe abafado. Lentamente ergueu a cabeça e foi contemplada com um dos mais belos sorrisos que já vira e todo o temor simplesmente desapareceu. O rapaz com o rosto semi-oculto por trás de uma máscara, estendeu-lhe uma rosa do mais puro vermelho. Sem pensar duas vezes, correu para ele abraçando-o com toda a força que pôde com receio de o ver desaparecer diante dos seus olhos.
- Usagi. – o sussurro do seu nome deu-lhe uma alegria imensa. Porquê? Não sabia, mas sentiu-se a flutuar. – Estou e estarei sempre a teu lado. Nunca te esqueças. – aproximou a sua mão do rosto do rapaz e este começou a desaparecer. Enlaçou-o pelo pescoço para que ele não se fosse embora, mas a sua imagem tornava-se cada vez menos nítida.
- Usagi larga-me! – Luna, quase sufocada, esperneava tanto quanto podia.
- Hum? – Usagi entreabriu os olhos, ensonada – Luna?
***
Kunzite ouvia alguém, ao longe, a chamar por si. O som estava cada vez mais perto. E mais perto. Abriu lentamente os olhos encarando com dois olhos azuis reluzentes e esboçou um grande sorriso. Afinal não era um sonho, ela existia realmente.- Espero que não tenhas sonhado comigo. – Kunzite focou a pessoa à sua frente, vendo que se tratava de Motoki, que o olhava com ar divertido.
- O que estás aqui a fazer? – perguntou Kunzite de repente de mau humor.
- Vim acordar-te. – respondeu Motoki visivelmente animado com o sucedido – Ficou combinado que eu passava a acordar-vos.
- Mas não é preciso. – afirmou um pouco rabugento.
- Eu não me importo. Agora levanta-te para não chegarmos atrasados outra vez. – disse saindo do quarto para acordar os restantes.
- Quando eu apanhar o Zoisite… – deitando-se novamente cobriu a cabeça com o lençol.
Mamoru dormia tranquilamente sob as cobertas. Hoshi estava no tapete, enroscada em si mesma. A porta do quarto foi aberta e Motoki entrou um pouco reticente ao encarar com Hoshi que ficara alerta ao se aperceber da aproximação de alguém ao quarto. O loiro seguiu pelo quarto sem tirar os olhos de Hoshi que o fitava atentamente.
- Mas que… - Mamoru acordou sobressaltado ao sentir um peso cair-lhe em cima – O que fazes aqui? Importaste de sair de cima de mim?
- Er… Desculpa. Vim acordar-te. – Motoki saiu de cima de Mamoru um pouco embaraçado e Mamoru deu uma gargalhada.
- Está bem. E posso saber o que aconteceu?
- Eu estava a olhar para a Hoshi e tropecei. – Hoshi aproximou-se dos rapazes, saltando para cima da cama, deitando-se ao lado de Mamoru.
- Ela é muito estranha. – Motoki fitou Hoshi e estremeceu ao vê-la encará-lo.
- Ela é estranha? – perguntou o moreno com o cenho franzido – Vindo de alguém que me acordou com um mergulho matinal como este… – Motoki sentia-se cada vez mais envergonhado, para divertimento de Mamoru. – Afinal de contas porque vieste acordar-me?
- O Zoisite pediu-me, já que era tua tarefa acordar todos, é menos uma coisa para te preocupares. – explicou Motoki.
- Mas eu não… Bem, não interessa. É melhor ir tomar banho e despachar-me.
- E eu vou acordar o resto do pessoal. – Motoki saiu do quarto, fechando a porta atrás de si.
- Que estranho, o que será que o Zoisite anda a tramar desta vez? – sussurrou pensativo.
***
Rei acordara. E naquele preciso momento foi invadida pela certeza de que algo iria acontecer. “Mas o que poderá ser?” A pergunta ecoava na sua mente com uma força imensa. Sentando-se à beira da cama fechou os olhos concentrando-se para reflectir sobre aquele pressentimento. Emergiram na sua mente imagens que pareciam transportá-la para outro mundo. Um mundo desconhecido. Um palácio. Pessoas a correr e a gritar. Ruínas. Lágrimas brotaram dos seus olhos. “Que lugar será?” Confusa com a explosão de emoções que ameaçava consumi-la, levou as mãos ao rosto enxugando as lágrimas que lhe corriam pela face.
Levantou-se e, notando o coração disparado, res­pirou pausadamente. Olhou de soslaio para a janela que estava entreaberta e por momentos pôde jurar que alguém estava próximo a ela. Muito próximo. Encaminhou-se até à janela, abrindo-a, e espreitou para o exterior, porém nada viu, nem ninguém, o que por si só não a deixou tranquila.
Forçando-se a ignorar a desconfiança que possuía por natureza, resolveu que estava na hora de se preparar para mais um dia que tinha pela frente e, se tivesse sorte, poderia encontrar-se com as outras navegantes e juntas poderiam descobrir… Não! Não podia. Mal as conhecia para saber se poderia confiar nelas. Não, não quando a pessoa que mais admirava e em quem mais confiava a traíra e parecia fazer questão de a magoar todos os dias como se sentisse algum tipo de prazer pelo seu sofrimento. Talvez um dia pudesse vir a confiar em alguém. Talvez…
***
Haruka encontrava-se na cozinha tentando, sem muito sucesso, preparar o pequeno-almoço. O seu rosto e o seu uniforme, impecavelmente engomado, estavam completamente cobertos de farinha. Michiru com os seus passos suaves aproximou-se vagarosamente.- Ainda estás assim? – perguntou Haruka ao ver Michiru ainda de camisa de dormir. Michiru deu uma pequena gargalhada perante o desastroso estado de Haruka. – Vamos atrasar-nos. – completou a loira um pouco embaraçada.
- Estou cansada. – afirmou Michiru abraçando Haruka, encostando a cabeça ao seu ombro. – Podíamos faltar às aulas…
- Faltar? – Haruka afastou-se um pouco para encará-la – Isso nem parece teu.
- Não dormi nada. – lamentou – Passei a noite em claro a pensar no que ela nos contou.
- Pelo menos agora sabemos um pouco mais sobre o que nos espera. – disse Haruka abraçando Michiru.
***
O intervalo da manhã chegara e o silêncio foi substituído pelo burburinho de conversas que decorriam por toda a parte. Os alunos saíam animadamente das salas de aula. Usagi, Makoto, Minako e Jadeite dirigiram-se até ao pátio, onde se sentaram na relva aproveitando o agradável calor do sol que se fazia sentir. Minako, apesar de um pouco contrariada, pela presença do rapaz, conformou-se com a ideia de irem acompanhadas.
- Tenho quase a certeza que era ele quem estava caído ao pé do Motoki ontem à tarde. – sussurrou Makoto ao ouvido de Minako.
- Não digas disparates. Porque é que o Motoki haveria de estar com ele? – retorquiu a loira em voz baixa.
- Não sei… Talvez simplesmente fossem os dois a passar na mesma rua quando foram atacados. – continuou Makoto.
- Isso seria muita coincidência. – Minako observou de esguelha Usagi e Jadeite que conversavam entre si – Além disso, ele parece-me bem. Se ele…
- O que é que vocês duas tanto cochicham? – perguntou Usagi com ar desconfiado.
- Nada de mais. – disfarçou Makoto forçando um sorriso – Estávamos apenas a comentar que está um pouco de calor aqui.
- Sim, mas é agradável. – Usagi sorriu para as amigas – Mas estou a ficar com sede. Acho que vou beber água. – afirmou levantando-se.
- Queres que vá contigo? – perguntaram Minako e Jadeite em uníssono.
- Não é preciso. Obrigada. – Usagi sacudiu um pouco a roupa retirando algumas folhas de relva que ficaram agarradas ao uniforme. – Não demoro nada. – correu pelo pátio ao ver um chafariz um pouco mais à frente, ao mesmo tempo dirigiu o olhar para perto do campo de jogos onde se encontravam várias raparigas que pareciam olhar de modo sonhador na sua direcção.
***
Kunzite, Nephrite e Zoisite subiram até ao telhado onde podiam conversar usufruindo de privacidade ao mesmo tempo que podiam observar o pátio. A brisa soprava mais forte no alto do edifício o que se tornava refrescante perante o calor não muito característico daquela época do ano. Nos últimos tempos as suas vidas eram toldadas por sonhos que a cada dia se tornavam mais reais, principalmente depois da aparição dos seus sonhos lhes ter surgido diante dos olhos mostrando-se bem mais real do que alguma vez poderiam imaginar. Dando-lhes informação que os deixou mais confusos do que gostariam, no entanto, tal não os incomodava mas sim o facto de uma estranha sensação de perigo iminente acrescendo aos comportamentos, não menos estranhos, de Mamoru. Desde pequenos reuniam-se sempre que sentiam algum desconforto ou necessidade de esclarecer algum assunto. Chegando mesmo a formar grupos secretos onde vestiam a pele de detectives para averiguar as mais diversos assuntos, até mesmo o acidente dos pais do irmão Mamoru. Agora a situação não era muito diferente com tantas perguntas por responder. Contudo, alguns eram sempre mais empenhados que outros…- Esperem lá. Antes de mais, já me podem explicar o porquê do Motoki ir acordar-nos a todos esta manhã? – perguntou Nephrite impaciente. Zoisite começou a rir-se lembrando-se das trapalhadas que Motoki fizera.
- Ontem tivemos de inventar uma desculpa porque o Zoisite ia dando com a língua nos dentes e acabámos a dizer ao Motoki para nos acordar. – disse Kunzite. Nephrite olhou sério para Zoisite.
- Porque será que eu já estava à espera que tivesses alguma coisa a ver com o assunto? – perguntou Nephrite a Zoisite.
- Diz lá que não gostaste de ser acordado pelo Motoki. – provocou Zoisite.
- Estás a brincar?! – retorquiu Nephrite – Como eu não acordava entornou-me um copo de água em cima!
- Parem lá com isso. – pediu Kunzite – Há coisas mais importantes com que nos devemos preocupar.
- Sim. Tens razão. – afirmou Zoisite satisfeito pela mudança de assunto – Ontem vimos o Mamoru a sair à socapa e quando lhe perguntámos onde tinha ido… – relatou a Nephrite – Bem, disfarçou muito mal…
- Ele realmente nunca teve muito jeito para mentir. – disse Kunzite com ar divertido – Mas também não me parece que valha a pena pressioná-lo.
- Sim, mas… – começou Zoisite – Ela disse-nos que ele tem o dever de proteger este planeta. E nós temos de o proteger a ele. Mas proteger do quê? Ou de quem? E onde é que ele terá ido? – questionou-se pensativo.
- A única coisa que me ocorre é que tem algo a ver com os poderes do Mamoru. – afirmou Nephrite – Talvez seja mesmo melhor ele não os voltar a usar. Ele próprio o afirmou.
- Penso que é precisamente o contrário. – disse Kunzite. Os irmãos olharam-no na expectativa. – Pensem bem. Se ele tem o dever de proteger este planeta, terá de os usar para o conseguir.
- Sim, é verdade. Será que ele sabe alguma coisa? – questionou Nephrite.
- Não me parece. Senão já teria vindo falar connosco. – respondeu Kunzite – O que achas Zoisite?
- Mas será possível?! – resmungou Zoisite observando o pátio, ignorando a conversa.
- O que foi? – perguntou Nephrite curioso ao olhar para o pátio.
- Não estás a ver ali? – disse Zoisite apontando para Mamoru – As miúdas a babarem-se por ele e ele está a ler! Realmente, eu às vezes não o entendo.
- Eu às vezes também não te entendo. – afirmou Nephrite fitando Zoisite – Estamos a ter uma conversa séria e tu simplesmente desligas do assunto. – Zoisite deu de ombros.
- Aquela rapariga não vai contra… – começou Kunzite ao ver uma rapariga de cabelos loiros correndo na direcção de Mamoru.
- Parece que vai. – disseram em uníssono Zoisite e Nephrite.
- Deve ter doído. – disse Kunzite, com o cenho franzido, vendo a rapariga chocar contra as costas de Mamoru.
~*Atalanta V*~

Gandas malucos!! XD
***
O edifício estava praticamente camuflado pela densa neblina. O único som envolvente provinha do murmúrio das folhas e o ranger dos ramos. No seu interior não se ouvia absolutamente nada, passos, vozes, qualquer característica de vida no local era aparentemente ausente… A casa estava submersa num absoluto silêncio. Nozomi estava deitada no seu divã predilecto, segurando uma pulseira prateada, com todo o cuidado. Por cima de si estava suspenso um candelabro que iluminava tenuemente a divisão.
- O que estás a fazer? – a rouca voz de Shou ecoou pela casa.
- Estou a pensar. – Nozomi continuou a fitar o tecto – Precisamos de outra estratégia para chegar aos guardiões.
- E temos de recolher energia. Ela está cada vez mais fraca. E retirar as esferas negras não está a causar distúrbios significativos por si só. – informou Shou – Penso que o melhor é centrarmo-nos nos guardiões. Afinal de contas, depois de os encontrarmos, os estragos futuros serão muito maiores.
- Não te preocupes, eu trato disso. – afirmou Nozomi decidida com um sorriso nos lábios – Dá-me só algum tempo para pensar no que vou fazer.
***
- Vê se tens mais cuidado! – Usagi assustou-se com a voz do rapaz – Mas será que hoje vais passar o dia nisto? – o rapaz parecia um pouco aborrecido e Usagi franziu o cenho perante a sua indiferença pois ele permaneceu na mesma posição.
“Se calhar é melhor pedir desculpa” disse a si mesma. “Mas ele nem olhou para mim. Rapaz esquisito.”. Sentindo-se estranhamente incomodada, virou costas e encaminhou-se para o interior do edifício.
– Não dizes nada? – não obtendo resposta alguma virou-se para trás – Motoki?
Usagi percorreu o corredor procurando um bebedouro. Avistou Rei e Ami um pouco mais à frente e foi ter com elas. Permaneceram a conversar até que o toque da campainha ressoou por toda a escola, dando sinal que o intervalo chegara ao fim.
Minako e Makoto encaminharam-se para a sala de aula, após esperarem por Usagi que teimava em não aparecer. Ao fundo do corredor avistaram a loira a conversar com Rei e Ami.
- Não demoravas nada não era? – resmungou Minako ao chegar perto das amigas.
- Olá meninas, desculpem a má educação. – afirmou Makoto olhando para Minako.
- Er… Olá. – disse Minako um pouco envergonhada – Foste beber água onde? – dirigiu o olhar a Usagi que arregalou os olhos.
- Ah é verdade! Não cheguei a ir beber água. – disse Usagi.
- Então o que é que andaste a fazer? – perguntou Makoto – Ficámos à tua espera até agora.
- Vim aqui beber água e encontrei-as. Acho que acabei por me esquecer. – Usagi corou um pouco ao ver a cara das amigas.
- Porque é que não bebeste água lá fora? – perguntou Minako.
- Os professores chegaram, é melhor irmos. – interrompeu Ami vendo os professores aproximando-se – Adeus meninas.
- Encontramo-nos depois das aulas? – perguntou Makoto a Rei.
- Er… Sim. Pode ser no templo Hikawa?
- Sim, mas… Porquê no templo?
- Vivo lá com o meu avô.
- Ah, está bem. Então vemo-nos lá mais tarde.
- Sim, está combinado. – respondeu Usagi acenando a Rei.
- O que é que fica combinado? – perguntou Minako cheia de curiosidade.
- Vamos ao Templo Hikawa. Não estavas a ouvir? – perguntou Makoto com o cenho franzido.
- Estava a pensar
- Ah, estás aqui! – disse Jadeite chegando perto de Usagi – Corri tudo à tua procura.
- É melhor entrarmos. – disse Makoto.
- Oh não! – murmurou Usagi ao sentar-se na sua cadeira.
- O que foi? – perguntou Minako que se sentara ao seu lado.
- Não fiz os trabalhos de casa. – respondeu apoiando a cabeça em cima da mesa.
***
Nozomi deambulava pelo salão segurando uma das pulseiras que pertenceram a Yoru, a única que restara após o ataque mortal que sofrera. Chegou perto de uma mesa que estava um pouco mais à frente, pousando-a com cuidado. Shou entrou no salão, acompanhado de Eiko, aproximando-se de Nozomi.
- Estás pronta? – informou Shou.
- Sim. – Nozomi encaminhou-se até à porta.
- Eu também posso ir? – perguntou Eiko quando a porta foi aberta.
- Não, fica aqui. E trata de pensar numa forma de não seres descoberta. – disse Nozomi retirando-se.
- Será que ela está bem? – perguntou Eiko aproximando-se de Shou.
- Espero que sim. – Shou acariciou a face de Eiko que lhe sorriu.
- Ainda falta muito? Estou ansiosa por um pouco de acção. – afirmou entusiasmada.
- Com o que aconteceu com o Yoru temos de ter mais cuidado. – acautelou Shou – É certo que ele é… Era o mais fraco de todos nós. E precipitou-se… – completou num sussurro – Mas não podemos de todo subestimar as navegantes. – Eiko assentiu concordando – Vou só tratar de alguns pormenores. Já falta pouco. Ficas bem?
- Sim. – respondeu sorridente.
- Não lhe mexas. – pediu o rapaz olhando para a pulseira que estava em cima da mesa.
- Eu não… – começou Eiko.
- Conheço-te bem demais. – disse Shou olhando-a nos olhos – Não quero que te magoes.
- Não te preocupes. – afirmou Eiko. Shou beijou-lhe a bochecha e saiu do salão.
Mal a porta se fechou, Eiko fitou o seu reflexo no espelho dirigindo de seguida o olhar até à mesa onde a pulseira de Yoru permanecia. Sorriu. Olhou para a porta principal por onde acabara de sair Shou. Sabendo que nem ele nem Nozomi voltariam tão depressa, aproximou-se sorrateiramente da mesa. Com todo o cuidado que o entusiasmo lhe permitiu, pegou nela, colocando-a no seu pulso direito. Correu para junto do espelho contemplando a sua figura.
A pulseira era grossa e adornada com uma pedra de cor negra. Ao erguer o braço, aproximando a pulseira do seu colar, ficou um pouco triste pois não combinava com o tom dourado das jóias que envergava, além disso, era um pouco pesada magoando-lhe o pulso delicado. Receando a chegada de alguém tentou retirá-la, no entanto, percebeu que estava um pouco presa. Puxou a pulseira com alguma brusquidão e desequilibrou-se acabando por cair. Com o tombo a pulseira embateu no chão e a pedra quebrou-se. Assustada, levantou-se num pulo ao ver a fumaça negra que era libertada.A fumaça começou a ganhar forma dando origem a um ser alado. Aos seus olhos a criatura tinha um ar repugnante o que a fez estremecer. Começou a recuar procurando afastar-se do salão mas o monstro abriu abruptamente as asas, fazendo a rapariga colidir contra a parede, e foi de encontro à janela, partindo-a, voando em direcção à cidade deixando para trás Eiko inconsciente.
________
Pronto, por agora é tudo. Espero que tenham gostado. Beijinhos

~*Atalanta V*~

Gandas malucos!! XD
Tens de entrar para responderes neste tópico.



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