Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

[FIC] Uma nova Era

#101
OMG adorei, que coisa mais linda! escreves tão bem
o que aconteceu a seguir estou muito curiosa para saber o que era aquele demónio e também o que aconteceu à Eiko.

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :) 
#102
Oh, novo cap. Surprised.o: AMEI!!!

Aquela Usa é sempre a mesma. Vai contra o Mamoru, esquece-se das amigas que tavam à sua espera e nem faz os trabalhos de casa Rolar
Ri-me com a parte do Motoki com medo da cadela xDD Cobardolas...
Então, mesmo depois daquele "estrondo", os dois ainda não viram?? Assim não dá, foi uma desilusão o Mamoru não se virar :/

OHHHH, o que será aquele demonio? Será que a Eiko morreu? Bem, menos trabalho para as navegantes Twisted Evil

Estou muito contente por teres voltado a escrever. Achei estranho no verão quase todas as fanfics que lia ficarem paradas, incluindo a tua. Mas se dizes que em tempos de aulas escreves mais, ficarei à espera da continuação.
Nunca pares de escrever. Tens talento para a coisa x)
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!




Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
Visitem a minha 1ª Fic ----->The Four elements
#103
Oh já tenho comentários tão bons! [Esta imagem já não existe] Só por isso vale smp a pena continuar a história. Obrigada Zir vou tentar não desapontar com a continuação. Fico mt contente por saber que continuas por aqui =) Pois é Anokas ainda não foi desta que eles se conheceram, ms podes smp culpar o Motoki pois foi graças aos seus desastres que tudo ficou assim Qto ao resto... bem, já não falta muito para postar a continuação deste capítulo Wink Beijocas para as meninas!
~*Atalanta V*~

Gandas malucos!! XD

#104
Olá meus fiéis leitores! Isto está tão mau de comentários. Sad Mas pronto, apesar de poucos foram bons. Deixo-vos a continuação do capítulo 6, o resto ficará para o próximo capítulo. Boas leituras!

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Capítulo VI
- Doce tentação - Parte II


Mais um dia de aulas chegara ao fim, para satisfação dos alunos que saíam ordeiramente das suas salas de aula. Makoto e Minako, caminhando pelo pátio, depararam-se com Motoki junto ao portão.

- O que fazes aqui? – perguntou Minako com um enorme sorriso – Vieste buscar-nos?

- Porque é que ele haveria de nos vir buscar? – inquiriu Makoto com o cenho franzido.

- Sei lá, por que outro motivo estaria ele aqui? – retorquiu a loira.

- Eu estudo aqui. – respondeu Motoki. As duas raparigas olharam para ele, surpresas.

- Desde quando? – perguntou Minako em tom de brincadeira.

- Desde que as aulas começaram. – disse o rapaz divertido com a cara das amigas.

- O quê? Será que ele ficou afectado com o ataque do inimigo? – sussurrou Minako para Makoto.

- Não digas parvoíces! – repreendeu Makoto um pouco alto – Er… Motoki, e porque não nos disseste nada antes?

- Quis fazer-vos uma surpresa, mas não tem sido fácil encontrar-vos.

- Foi realmente uma surpresa – disse Makoto tentando assimilar a notícia – Não estávamos nada à espera de te ter como colega mais uma vez.

- Nós vamos visitar o templo Hikawa, queres vir? – perguntou Minako. Makoto olhou-a com ar reprovador.

- Não posso, estou à espera de uns amigos. – respondeu Motoki percebendo o olhar de Makoto quase fuzilar a loira – Mas obrigado na mesma.

- Oh, que pena. – disse Makoto com ar inocente – Então vamos indo. Até amanhã. – Makoto puxou Minako pelo braço enquanto esta acenava para Motoki, despedindo-se. – Não sabes estar calada?! – repreendeu ao afastarem-se do rapaz – A Luna pediu para que fizéssemos uma reunião de navegantes e não um convívio entre amigos.

Motoki via as raparigas afastarem-se perguntando-se o quanto elas tinham mudado. Ou seria ele que mudara? Não sabia bem dizer mas não podia deixar de assistir com estranheza certos comportamentos das amigas de infância.

- Olá Motoki, desculpa a demora. – disse Kunzite ao chegar ao portão, acompanhado por Zoisite, Nephrite e Mamoru. – Motoki! – insistiu tirando Motoki dos seus devaneios.

- Então sempre vamos ao Game Crown? – perguntou Motoki. Os rapazes assentiram de imediato encaminhando-se para o carro.
***
Os pássaros, sensíveis e graciosos, transpunham o seu canto afinado na mais pura subtileza acompanhando as flores de cerejeira que esvoaçavam delicadamente, abraçadas pelo vento que fazia soltar algumas pétalas solitárias e delicadas que pareciam dançar em volta dos visitantes, saudando-os. Todo o ambiente envolvente facultava serenidade e paz interior. O ar era fresco e o aroma das flores revigorante. Aquele local de orações em perfeita harmonia atraía inúmeras visitas dos quatro cantos do mundo.

- Olá Rei. – cumprimentaram Minako e Makoto ao chegarem ao Templo acompanhadas por Luna.

Rei olhou para trás das duas recém-chegadas franzindo o cenho ao dar por falta de Usagi.

- Onde está a Usagi?

- Ficou de castigo. – respondeu Makoto.

- Não fez os trabalhos de casa. – completou a loira.

- Não gosto nada de atrasos. – resmungou Rei – Enfim, desde que seja uma vez sem exemplo.

- Se fosse a ti não contava muito com isso. – sussurrou Minako.

- Disseste alguma coisa? – perguntou Rei confusa.

- Não. Nada. – respondeu Makoto dirigindo um olhar duro a Minako.
***
Shou entrou no grande salão parando de repente ao deparar-se com uma pequena confusão. Passeou os olhos pelo local que estava parcialmente destruído. O divã de Nozomi fora jogado contra a parede, a mesa, algumas cadeiras e a janela estavam partidas, havendo destroços aqui e acolá.

- Eiko… – disse num sussurro ao perceber o que ocorrera. O coração começou a bater descompassado. Correu para o centro do salão e avistou Eiko que estava caída no chão, junto à parede.

- Tinhas de lhe mexer. – Shou ajoelhou-se no chão segurando Eiko. Acariciou-lhe o rosto e a rapariga lentamente começou a abrir os olhos. – Estás bem?

- Sim. Não. – respondeu levando a mão à cabeça que latejava.

- Eu pedi-te para não lhe mexeres, não foi? – perguntou com ar sério. – Podias ter morrido.

Nozomi dirigiu-se ao salão distraída com inúmeros papéis em mãos não se apercebeu imediatamente do caos em que se encontrava o local até embater num pedaço de madeira. Ergueu a cabeça e arregalou os olhos olhando à sua volta confusa.

- Mas que…? Eiko! – Nozomi encaminhou-se até Shou e Eiko – Eu bem te disse que ela não devia ter ficado sozinha. – repreendeu Shou que a olhou seriamente. Não estava habituado e não gostava minimamente de ser tratado como uma criança. – És uma autêntica criança! – Shou levantou-se preparado para discutir quando percebeu que a morena se dirigia a Eiko que se encolhia envergonhada – Não tens noção daquilo que fazes?!

- Desculpa-me, eu…

- Não conseguiste resistir. Fazes sempre o mesmo!

- Não fiz por mal. – desculpou-se olhando para Shou pedindo-lhe ajuda. O rapaz sabia que Nozomi tinha toda a razão e limitou-se a encará-la e a fazer sinal para Nozomi. Eiko percebeu o que ele pretendia e a contragosto proferiu cabisbaixa o que menos queria. – Não volta a acontecer, prometo.
***

Esperaram por Usagi durante algum tempo, o que começou a deixar Rei e Luna algo impacientes. Makoto e Minako sentindo o ambiente cada vez mais tenso procuraram distraí-las até à chegada da amiga. Resolveram relatar a Rei como se conheceram há alguns anos atrás.


Makoto corria apressadamente seguida por Motoki. Os alunos desviavam-se deles de forma desajeitada ao serem apanhados desprevenidos. As professoras tentavam acalmá-los como podiam mas sorrateiramente escapavam das suas vistas com grande astúcia, e naquele dia não foi excepção.

- Vou ganhar! Vou ganhar! – gritou animadamente Makoto esticando o braço em direcção à parede. Olhou de esguelha para Motoki e viu o rapaz prestes a alcançá-la. Num último esforço correram ambos a fitarem-se mutuamente só parando ao embaterem em algo. Ou alguém…

- Minako. Estás bem? – perguntou Usagi.

- Sim. Vocês deviam ter mais cuidado! – disse Minako encarando Makoto e Motoki.

- O que é que tens aí? – perguntou Motoki arregalando os olhos em direcção a Minako.

- Nada. – respondeu prontamente tentando ocultar algo entre o casaco – Não é nada.

Motoki olhou para ela com ar desconfiado e Makoto olhou de igual modo para ela ao ver a face de Usagi ganhar um tom avermelhado. Minako começou a recuar e algo na zona da sua barriga pareceu movimentar-se. Fitando-a com atenção tiveram a certeza que algo se movera, algo que ela procurava ocultar de todas as formas. A rapariga um pouco atrapalhada tentou fechar mais o casaco mas algo branco começou a surgir.

- É um gato! – gritou Motoki animado.

- Shh. – Usagi saltou para cima do rapaz tapando-lhe a boca – Não digas nada senão ficamos de castigo. – o rapaz assentiu e ela largou-o.

- Posso pegar-lhe? – perguntou Makoto aproximando-se e Minako estendeu-lhe o pequeno gato branco.

- Sim. Chama-se Artemis.


- A Makoto comportava-se como um rapaz naquela altura. Onde estava o Motoki ela também estava. Por isso é que eles os dois… – Minako foi interrompida por uma cotovelada de Makoto.

- E vocês são amigos desde então, certo? – perguntou Rei com um sorriso triste.

- Sim. Apesar das picardias somos muito amigos. – respondeu Minako sorridente.

- E apesar dos disparates de alguns, não é? – concluiu Makoto.

Foram interrompidas com alguém a bater à porta do quarto de Rei. Makoto suspirou aliviada e Rei levantou-se de imediato surpreendendo-se ao ver que se tratava de Ami e não de Usagi.

- Olá. – disse Ami com um sorriso – Rei, vim devolver-te o livro que o teu avô me emprestou. – as raparigas arregalaram os olhos perante o volumoso livro que Ami retirara da sua mala.

- E gostaste? – perguntou Rei sem se espantar com a situação.

- Sim, é bastante interessante. Descreve alternativas medicinais utilizadas em todo o mundo. E revela uma complexidade… – parou ao ver o ar de espanto das outras raparigas – Bem… Sim, gostei. – concluiu embaraçada.

Luna adoptou um comportamento estranho e olhou para Makoto e Minako. Minako franziu o cenho e curvou-se um pouco para se aproximar de Luna. Makoto esticou o braço detendo-a.

- Está a ficar tarde, é melhor irmos andando.

- Hum? Mas porquê? – Makoto olhou seriamente para a amiga – Ah, sim, acho que tens razão. – Conversamos amanhã. Até amanhã Rei. – Minako parou à soleira da porta e olhou para Ami – Vens Ami? – Makoto estacou de imediato boquiaberta.

- Sim, claro. Até amanhã Rei. – Makoto fitou Minako com uma expressão feroz no rosto e suspirou resignada ao ver as duas saírem.

- Até amanhã. – disse Rei num sussurro ao ver Luna seguir atrás das raparigas, resmungando algo inaudível.

Rei foi ao encontro do seu avô, carregando o livro que fora trazido por Ami. Ao aproximar-se do quarto do avô ouviu uma voz que lhe era bastante familiar e a sua expressão endureceu. Deu a volta, preparando-se para ir embora quando a porta atrás de si foi aberta. Uma mão tocou-lhe no ombro. Sabendo de quem se tratava tentou seguir o seu caminho, tendo sido interceptada.

- Precisamos conversar. – Rei fitou o homem à sua frente o cabelo um pouco mais grisalho que da última vez que o vira e a expressão cansada mas severa permanecia intacta.

- Sobre o quê?

- Não te faças desentendida. Que história é essa de estudares numa escola pública?

- Ah, isso. Como não te vejo há tanto tempo pensei que fosse levar mais tempo até descobrires. Mas o que te trás por cá? Um cliente? Uma nova namorada?

- Comporta-te. – a sua voz reflectia a calma que não sentia – Paguei uma fortuna para que frequentasses sempre os melhores colégios e…

- Para que fizessem o trabalho por ti.

- O que disseste?

- Nem te lembras que tens uma filha. Quando combinas algo comigo, chegas atrasado ou simplesmente não apareces! Agora chegas aqui como um pai prestável e preocupado com a educação da filha? Eu não…

- Rei, vai para o teu quarto. Deixa-me falar a sós com o teu pai.

- Está bem avô. – Rei deu meia volta sussurrando ao ouvido do ancião: Desculpa…
~*Atalanta V*~

Gandas malucos!! XD

#105
***
As máquinas soavam como uma sinfonia descompassada em função dos botões comprimidos freneticamente pelos vários jogadores, misturando-se com o burburinho das conversas trocadas pelos presentes no local. Motoki, após servir os clientes juntou-se à mesa onde se encontravam os amigos que eram alvo do olhar atento de um grupinho de meninas que rodeava uma das máquinas que, distraídas pelos galanteios que Zoisite lhes fazia ao longe, iam perdendo um jogo e outro e outro…

- Queres parar com isso? – resmungou Kunzite entre dentes. Zoisite olhou para o irmão e não fazendo caso algum do que o outro dissera preparou-se para se levantar. Dando-lhe um valente puxão no braço, Kunzite obrigou-o a sentar-se novamente.

- Ei! Então?

- O Kunzite tem toda a razão. – disse Motoki chamando-lhe a atenção – É melhor que fiques aí quieto, não quero perder clientes por tua causa. – Suspirando, cruzou os braços e recostou-se na cadeira com ar amuado. Os restantes entreolharam-se e soltaram uma gargalhada. Mamoru parou e seguiu com os olhos um movimento no exterior do estabelecimento. Levantou-se de repente e saiu a correr perante o olhar confuso dos restantes.

Desembaraçando-se tanto quanto podia das pessoas que encontrava pela frente continuou a correr atrás dela observando-a a correr mais adiante entre a multidão.
***
Ami, Minako e Makoto, numa conversa bastante animada, seguidas por Luna, cortaram caminho pelo parque chegando rapidamente ao outro lado da cidade. À medida que se aproximavam da rua principal, começaram a ouvir gritos e a ver algumas pessoas assustadas a correr de forma desnorteada.

- Mas o que se passa ali? – inquiriu Ami.

- Não deve ser nada. – Minako deu de ombros.

- Ah! Lembrei-me que tenho… De ir comprar qualquer coisa para o jantar. Não queres vir comigo Minako?

- Mas disseste que hoje ias jantar fora com os teus pais.

- És tão despistada Mina. Isso foi ontem.

- O que é aquilo? – Ami observava a cena, absorta da conversa das amigas.

Uma criatura hedionda voava em direcção a um grupo de pessoas que por ali passava. Minako e Makoto entreolharam-se apreensivas, não sabendo ao certo o que fariam em relação a Ami. Antes de conseguirem fazer o que quer que fosse, o monstro dirigiu-se rapidamente até elas.

- Meninas transformem-se! – ordenou Luna. Minako e Makoto transformaram-se diante do olhar incrédulo de Ami e um símbolo iluminou-se na sua testa. – Sailor Mercúrio… – sussurrou atraindo os olhares de ambas as navegantes. Fez surgir uma caneta de transformação de cor azul, a qual entregou a Ami.

- Crescent Beam! – Sailor V foi a primeira a atacar e a atingir o monstro que ficou ligeiramente abalado, recuperando-se de imediato.
***
Era ela. Só podia ser. A mesma rapariga que vira no outro dia. A única pessoa que o fazia sentir que o mundo à sua volta desaparecia, restando só ele e ela. Tinha de a alcançar, falar com ela, saber o seu nome, vislumbrar aqueles olhos azuis que pareciam ter o poder de o hipnotizar… distraindo-se com o rumo dos seus pensamentos perdeu-a de vista. Parou e olhou à sua volta, percebendo que ela desaparecera, passou a mão pelo cabelo sentindo-se frustrado. De repente deu-se conta do porquê de tanta gente e agitação. As pessoas pareciam fugir, correndo desenfreadamente em todas as direcções possíveis enquanto que vários corpos jaziam pelos passeios e pelas estradas. Embora com a confusão não conseguisse ver a causa do alarido, via que todas vinham do mesmo local. Ouvindo gritos começou a correr em direcção ao som.
***
- É muito rápido. – disse Júpiter ofegante ao esquivar-se mais uma vez do monstro. – Nenhum dos meus ataques o atinge.

- Ami transforma-te! – Sailor V continuava a pedir à amiga que continuava a olhar fixamente para o objecto que tinha à sua frente.

Ainda estava a tentar assimilar o que Luna lhe dissera antes de partir à procura de Rei. Uma gata a falar, ia contra todas as crenças científicas que tanto prezava. Mas, por algum motivo, parecia-lhe fazer todo o sentido. A sensação de que havia algo mais, algo que a ciência não poderia explicar, fazia todo o sentido agora. – Precisamos da tua ajuda! – ao ouvir as palavras de Sailor V agarrou a caneta e transformou-se.

- O que é que está a acontecer? – sussurrou a Sailor Moon ao chegar junto das amigas. As roupas da Sailor V foram substituídas por um uniforme de cor laranja, em muito semelhante ao das restantes guerreiras e a lua que se desenhava na sua testa desapareceu, dando lugar a uma tiara que se iluminou acompanhada pelas tiaras de Mercúrio e Júpiter.
***
Luna percorreu o parque o mais depressa que pôde, não parando por um segundo sequer. O Artemis iria levar um valente sermão por ainda não ter arranjado os intercomunicadores. Ela bem insistiu para que queria ficar encarregue da tarefa, acusando-o de ser demasiado despistado e irresponsável. Mas ciente de que o magoara, incumbira-o de tratar do assunto. Mas encontrava-se mais que arrependida. Esgueirando-se pelas traseiras do templo alcançou o quarto de Rei. Deu um pulo para o interior deparando-se com Rei transformada e uma luz vermelha era emitida pela sua tiara. Aproximando-se dela verificou que os seus olhos se encontravam vidrados e o seu corpo rígido permanecia de pé.


Aquele local era-lhe familiar. Ouviu o choro de um bebé e teve uma sensação de déjà vu. Novamente aquele sonho. Olhou ao seu redor. Não. Não era igual. Agora conseguia ver mais nitidamente. Encontrava-se num corredor e não num quarto. Ouviu o som de passos apressados vir na sua direcção. Instintivamente colocou-se em posição de ataque, as pessoas que corriam direito a ela não pareceram intimidar-se. Vendo-as cada vez mais perto resolveu atacar, tentando golpeá-las, caindo desamparada no chão ao atravessar os seus corpos densos como nuvens que continuaram a correr pelo corredor. Intrigada, seguiu-as procurando saber para onde iam. Enquanto se dirigia até eles uma mão pousou no seu ombro sobressaltando-a o que a faz parar.

- Rei? – ao virar-se deparou-se com Júpiter.

- Makoto, consegues ver-me.

- Que lugar é este?

- Não sei. – respondeu retomando o rumo. – Como é que vieste aqui parar?

- Isso queria eu saber. O mais estranho é que este lugar parece-me familiar, mas tenho a certeza que nunca estive aqui antes. – Mais um grupo de pessoas, vindo de outro corredor juntou-se ao primeiro e, após murmurarem algo, entraram de rompante por uma porta. – O que é que se passa ali? – Aproximando-se espreitaram para o interior. As pessoas que haviam passado por elas estavam dispostas em torno de algo.

- Anda. – puxando Makoto pelo braço, Rei conduziu-a para dentro. – Eu já aqui estive. – murmurou. Makoto olhou-a de forma interrogativa. – Quer dizer, não exactamente. Sonhei com este lugar. – Uma mulher envergando um elegante vestido branco debruçava-se sobre um berço segurando ao colo um bebé enquanto uma outra mulher se debatia ao ser arrastada para fora do quarto. – Parece a mulher que tentou chegar perto do bebé no meu sonho. – pensou Rei.

- Quem será?

- Não sei. Mas sinto uma aura maligna à volta dela. Tive essa impressão antes, mas agora tenho a certeza.

- Vais arrepender-te amargamente! – vociferou a mulher erguendo o rosto.

- Olha ali! – disse Makoto apontando para a mulher arrastada – É uma lua.

- Tens razão. – murmurou Rei franzindo o cenho – É igual à da Sailor V…
***

- Mas onde é que ele terá ido? – perguntou Motoki. Já há algum tempo que esperavam por Mamoru e nem sinal dele.

– Não sei. – respondeu Kunzite olhando para Nephrite com ar preocupado. Aproximou-se do irmão e sussurrou: – Sentiste?

- Sim. Achas que devíamos ir procurá-lo?

- Vocês preocupam-se demais. – interrompeu Jadeite chegando acompanhado de Zoisite – Não deve ter sido nada. O mais provável é ter-se lembrado que tinha algo para fazer. Ele tem andado um pouco estranho e tem-se agarrado aos livros mais que o normal. Deve ser só mal de amores.

Zoisite e Nephrite exasperaram-se e preparavam-se para o repreender quando Kunzite respondeu:

- Sim, não deve ter sido nada.

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Espero que tenham gostado. Não se esqueçam de comentar, está bem? Façam uma pseudo-escritora feliz. XD
Beijocas
~*Atalanta V*~

Gandas malucos!! XD

#106
Fogo, isto é que é rapidez. O verão inteiro sem capítulos e numa semana são dois xDD
Pois, agora as boas fanfics estão paradas, tanto de capítulos como de coments. :Pensativo:

Adorei, como sempre. A Usa é a rapariga mais despistada que conheço. Mas a Minako e a Makoto ficam tão bem como amigas Surprised.o: Adorei a forma comon elas se conheçeram. Oxalá a Makoto volte a namorar com o Motoki. x)
E, apesar de novo capítulo, continuo sem ver a Usa a conhcer o Mamoru! Tipo, ela desaparece e ele, perdido em pensamentos, não toma atenção ao caminho. (Se ele fosse despistado que nem a Usa, já teria caído redondinho no chão :Matreiro: ) Embaracoso Assim não dá. Tenho que fazer chantagem? xDD

Não sei como, mas a forma como a Ami reagiu foi a melhor. Há algo mais que a ciencia não consgue explicar. Só a Ami se basearia nisso para acreditar que uma gata azul acabara de lhe ordenar para ela vestir um fato de marinheiro xDD

Aquele sonho... Oh, não! Será que vão raptar a Rainha, deixando uma falsa no lugar? Ou então a Usa torna-se dark e rapta a Minako e fica com a filha dela? Tudo no próximo capítulo study

(Presumo que, a esta velocidade, daqui a uma semana já o vejo Toma toma) Continua assim!

P.S: Já tinha reparado, mas agora decidi dize-lo. Foste mazinha em ocultar a Naru. Sei que ela no manga e no anime tem um papel pequeno mas ainda assim... Mas pronto, se achaste que ela não era necessária, não te critico! xDD
Espero por ti em cada segundo , porque tu és o meu mundo!




Se para salvares aqueles que amas, tivesses que recordar o passado que tanto receias... O que farias?
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