Eterna Sailor Moon
- Diga lá o que quer? Quem é esse pão? É seu namorado porque para me mandar calar é porque você é Gay…. – Dizia a mulher deixando os pasmos
**gotas**
- Então não me diz o que quer? Está a aborrecer-me. Olhe que eu digo que me estão a assediar…
**gotas**
- Então diga… - Respondia Taiki
- SOCORRO! Estão me apalpar e assediar socorro!!!!! – Gritava a mulher
- Ok pronto nós dizemos… Por acaso não viu este rapaz? – Perguntava Yaten
- Este rapaz... hum… hum… não… Há já sei é o vosso companheiro de menage-a-trois? Já pensaram em fazer um menage-a-quatre mas com uma mulher? – Falava a mulher
**gota**
- Não, não é! É nosso irmão… - Respondia Taiki
- AH… Esse rapaz com cara cavalo e de crina presa a um elástico. Não, não vi. Agora com licença. SOCORRO QUEREM-ME RAPTAR!!!
Yaten e Taiki despregaram a correr como medo daquilo que lhes podia acontecer, mas o estranho foi quando eles tiveram ido embora a mulher calara-se.
Entretanto as outras tentavam entrar no lugar no sombrio, longínquo. Estavam exaustas, sem fôlego, não faziam a ideia quão longe era o local que pensavam ser o esconderijo da sombra. Nada fazia prever que Rita sentisse várias áureas, estaria Bunny naquele lugar? Estaria acompanhada por alguém? Não podiam saber ao certo pois o facto de estar bastante escuro tornava-se numa enorme desvantagem para elas, não podiam enxergar nada a não ser o soturno de todos os cantos guiados pelo vento que assobiava cada vez mais forte, que as fazia perder o sentido de onde estavam, de tudo o que acreditavam, fazia-as tremer por dentro e por fora. Buscaram até não poderem mais. Uma névoa bastante densa instalou-se em torno do local, lá dentro na cama de rosas, algo acorrentou-a, algo prendeu-a fazendo gritar mas sem que as outras ouvissem os seus gritos. O vento parou quando as outras guerreiras abandonaram local. A meio do caminho foram atacadas por Phi e Chi:
- Quem são vocês? - Perguntava Rita
- Somos Chi e Phi os braços direitos da sombra. Somo as guardiãs daquele lugar!
- Agora sei que era a vossa áurea… Preparem-se para se haver connosco! – Exclamava Rita
- De estão à espera suas inúteis? – Afrontava Chi
- Névoa Aquática de Mercúrio – Atacava Mercúrio deixando-as atónitas – agora meninas….
- Queimadura Solar! – Atacava a guerreira do sol queimando-as em vários pontos
- Ciclone de Cocos de Júpiter – Dizia Júpiter
O nevoeiro criado por mercúrio começava agora a desaparecer, Chi e Phi já podiam ver e atacar mas devido às queimaduras provocadas pela Aya decidiram-se retirar. As navegantes tinham agora atenção redobrada pois não sabia quando podiam ser atacadas pelas servas da sombra.
O que acontecerá a seguir? Será que Seiya raptou mesmo Bunny?
**gotas**
- Então não me diz o que quer? Está a aborrecer-me. Olhe que eu digo que me estão a assediar…
**gotas**
- Então diga… - Respondia Taiki
- SOCORRO! Estão me apalpar e assediar socorro!!!!! – Gritava a mulher
- Ok pronto nós dizemos… Por acaso não viu este rapaz? – Perguntava Yaten
- Este rapaz... hum… hum… não… Há já sei é o vosso companheiro de menage-a-trois? Já pensaram em fazer um menage-a-quatre mas com uma mulher? – Falava a mulher
**gota**
- Não, não é! É nosso irmão… - Respondia Taiki
- AH… Esse rapaz com cara cavalo e de crina presa a um elástico. Não, não vi. Agora com licença. SOCORRO QUEREM-ME RAPTAR!!!
Yaten e Taiki despregaram a correr como medo daquilo que lhes podia acontecer, mas o estranho foi quando eles tiveram ido embora a mulher calara-se.
Entretanto as outras tentavam entrar no lugar no sombrio, longínquo. Estavam exaustas, sem fôlego, não faziam a ideia quão longe era o local que pensavam ser o esconderijo da sombra. Nada fazia prever que Rita sentisse várias áureas, estaria Bunny naquele lugar? Estaria acompanhada por alguém? Não podiam saber ao certo pois o facto de estar bastante escuro tornava-se numa enorme desvantagem para elas, não podiam enxergar nada a não ser o soturno de todos os cantos guiados pelo vento que assobiava cada vez mais forte, que as fazia perder o sentido de onde estavam, de tudo o que acreditavam, fazia-as tremer por dentro e por fora. Buscaram até não poderem mais. Uma névoa bastante densa instalou-se em torno do local, lá dentro na cama de rosas, algo acorrentou-a, algo prendeu-a fazendo gritar mas sem que as outras ouvissem os seus gritos. O vento parou quando as outras guerreiras abandonaram local. A meio do caminho foram atacadas por Phi e Chi:
- Quem são vocês? - Perguntava Rita
- Somos Chi e Phi os braços direitos da sombra. Somo as guardiãs daquele lugar!
- Agora sei que era a vossa áurea… Preparem-se para se haver connosco! – Exclamava Rita
- De estão à espera suas inúteis? – Afrontava Chi
- Névoa Aquática de Mercúrio – Atacava Mercúrio deixando-as atónitas – agora meninas….
- Queimadura Solar! – Atacava a guerreira do sol queimando-as em vários pontos
- Ciclone de Cocos de Júpiter – Dizia Júpiter
O nevoeiro criado por mercúrio começava agora a desaparecer, Chi e Phi já podiam ver e atacar mas devido às queimaduras provocadas pela Aya decidiram-se retirar. As navegantes tinham agora atenção redobrada pois não sabia quando podiam ser atacadas pelas servas da sombra.
O que acontecerá a seguir? Será que Seiya raptou mesmo Bunny?

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Actualização da fanfic: XI quase a sair irei inclusivé começar o XII
o capitulo nao ta grande coisa *runs*
Boa leitura!!
Em torno do templo circundava uma névoa branca densa capaz até de cortar a respiração a quem se atrevesse a atravessar a floresta, que antecedia o templo sagrado, com uma florestação bastante cortante e compacta cobria todos os vestígios que ali se encontravam, cobria até o todo o templo fazendo com que curiosos deixassem de o ver. Outrora, este templo era visitado por turistas curiosos que se deixavam pasmar pela beleza deste templo, o ar puro das árvores, os cantares dos pássaros, as flores de vários tipos e tons davam um ar primaveril àquele que durante anos foi um dos monumentos mais emblemáticos de todo o Japão. Mas em volto de uma grande beleza havia um grande mistério. Muitos tentaram descortinar o tal mistério sem sucesso, seria possível que Bunny ou Seiya estivessem naquele lugar? O mistério do seu desaparecimento continuava intacto, sem pistas e nem mesmo com Aya e Maya a seu lado, as guerreiras conseguiam achá-los e, ainda por cima com Taiki e Yaten de costas viradas tornava-se ainda mais difícil conseguir.
“ Senão se despacharem, guerreiras, a Terra perder-se-á na escuridão para sempre. É necessário que encontrem este local o mais rápido possível… Sigam os pássaros arco íris…”
Estas eram as palavras que Rita vira no seu fogo. Sentia que poderia ser uma pista importante mas não sabia o que lhes levara, perguntara-se a si própria se as levava para outra espera, mas que raio era os pássaros arco-íris? Tentara ver mais algo para além mas nada aconteceu.
Rita começara-se a isolar na sua floresta e no seu templo, já não atendia o telemóvel, não atendia o telefone nem se atrevia a sair do seu templo, porquê? Ora nem mesmo Rita sabia o porquê de estar assim daquela forma, talvez a razão fosse o sentimento, ou quem sabe poderia ser o medo. Medo? Rita nunca tivera medo de nada, anteriormente já vira através do seu elemento, o fogo, situações relacionadas com inimigos. Esta era diferente. Algo despertara na guerreira de Marte, inexplicável, irrespondível, incompreensível, o sentimento que sentira, os sentidos estavam apurados porque de um momento para o outro algo de estranho, para além do que acontecera antes, poderia acontecer no entanto tinha a esperança que era algo que poderia ajudar nesta luta interminável, nesta luta sem fim…
“Guerreira de Marte, porque não se apressam? É importante que guardem o tesouro. Se cair em mãos alheias o fim estará próximo”
Rita continuava a ouvir vozes. Perseguiam-na a torto e a direito a onde quer que fosse, estava sempre com ela. O mesmo acontecia com as outras guerreiras, agora não era apenas Rita que ouvira mas todas as outras também, a voz combinara entre todas no parque onde os pássaros arco-íris estariam à espera.
Espantadas por se encontrarem ali uma delas quebrou o silêncio:
- Meninas não sei se passou o mesmo com vocês mas… pareceu-me que uma voz anda a seguir-me…
o capitulo nao ta grande coisa *runs*
Boa leitura!!
Capítulo XI
“O Caminho para o templo Sagrado”
“O Caminho para o templo Sagrado”
Em torno do templo circundava uma névoa branca densa capaz até de cortar a respiração a quem se atrevesse a atravessar a floresta, que antecedia o templo sagrado, com uma florestação bastante cortante e compacta cobria todos os vestígios que ali se encontravam, cobria até o todo o templo fazendo com que curiosos deixassem de o ver. Outrora, este templo era visitado por turistas curiosos que se deixavam pasmar pela beleza deste templo, o ar puro das árvores, os cantares dos pássaros, as flores de vários tipos e tons davam um ar primaveril àquele que durante anos foi um dos monumentos mais emblemáticos de todo o Japão. Mas em volto de uma grande beleza havia um grande mistério. Muitos tentaram descortinar o tal mistério sem sucesso, seria possível que Bunny ou Seiya estivessem naquele lugar? O mistério do seu desaparecimento continuava intacto, sem pistas e nem mesmo com Aya e Maya a seu lado, as guerreiras conseguiam achá-los e, ainda por cima com Taiki e Yaten de costas viradas tornava-se ainda mais difícil conseguir.
“ Senão se despacharem, guerreiras, a Terra perder-se-á na escuridão para sempre. É necessário que encontrem este local o mais rápido possível… Sigam os pássaros arco íris…”
Estas eram as palavras que Rita vira no seu fogo. Sentia que poderia ser uma pista importante mas não sabia o que lhes levara, perguntara-se a si própria se as levava para outra espera, mas que raio era os pássaros arco-íris? Tentara ver mais algo para além mas nada aconteceu.
Rita começara-se a isolar na sua floresta e no seu templo, já não atendia o telemóvel, não atendia o telefone nem se atrevia a sair do seu templo, porquê? Ora nem mesmo Rita sabia o porquê de estar assim daquela forma, talvez a razão fosse o sentimento, ou quem sabe poderia ser o medo. Medo? Rita nunca tivera medo de nada, anteriormente já vira através do seu elemento, o fogo, situações relacionadas com inimigos. Esta era diferente. Algo despertara na guerreira de Marte, inexplicável, irrespondível, incompreensível, o sentimento que sentira, os sentidos estavam apurados porque de um momento para o outro algo de estranho, para além do que acontecera antes, poderia acontecer no entanto tinha a esperança que era algo que poderia ajudar nesta luta interminável, nesta luta sem fim…
“Guerreira de Marte, porque não se apressam? É importante que guardem o tesouro. Se cair em mãos alheias o fim estará próximo”
Rita continuava a ouvir vozes. Perseguiam-na a torto e a direito a onde quer que fosse, estava sempre com ela. O mesmo acontecia com as outras guerreiras, agora não era apenas Rita que ouvira mas todas as outras também, a voz combinara entre todas no parque onde os pássaros arco-íris estariam à espera.
Espantadas por se encontrarem ali uma delas quebrou o silêncio:
- Meninas não sei se passou o mesmo com vocês mas… pareceu-me que uma voz anda a seguir-me…

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- Sim eu também ouvi… mas não percebo o que são os pássaros arco-íris… – Comentava Joana
- Deve ser aquilo… olha estão a ir-se embora… devemos segui-los? – Perguntava Ami
- Bem a voz dizia que sim… não temos nada a perder… – Respondia Maria
Seguiram em direcção a sul em busca de algo que não faziam a ideia do que era. De repente chegaram a uma floresta, que deixou de ter aquela névoa e a vós surgiu:
- Ainda bem que chegaram. Venham por favor…
A floresta densa abria-lhes caminho para passarem. Chegaram a um porta. A porta abriu-se fazendo um som estridente, todas entraram cautelosas, nunca entraram num lugar como aquele, parecia perigoso mas já que estavam ali por que não avançar? Uma fenda abriu-se e todas caíram numa espécie de labirinto mágico. Sítio dava arrepios mas apenas porque um forte e gélido vento as trespassava, trespassava-lhes a alma, o espírito, o coração….
- Meninas é melhor pararmos por aqui! – Dizia Luna – o vento está a ficar cada vez mais forte
- Eu não desisto a Bunny pode estar aqui! – Falava Rita na esperança de que este lugar pudesse ser alguma pista para descortinar todos os mistérios
- Rita… - Falava Maria - … Estou contigo…
Desta vez as guerreiras não seguiram os conselhos da gata azul, preferiram seguir Rita algo lhes fazia acreditar de que algo naquele templo as ajudaria a combater a sombra mas o que seria?
- Meu amo, as navegantes dirigem-se para um templo sagrado que contém um grande mistério…. – Relatava Chi
- Hum… talvez se encontre lá o cristal… Avancem… – Ordenava a sombra
Dirigiram-se para lá, devido ao seu poder imenso tiveram facilidade em entrar, os espelhos que serviam de escudos ao templo tiveram sido quebrados. Avançaram a grande velocidade e em pouco tempo encontraram as navegantes.
- Ora, ora vejam quem são elas! As guerreiras navegantes… - Falava Chi cinicamente
- Vocês vão pagar bem caro! Nevão Galáctico de Plantas! – Atacavam as duas servas
O poderoso ataque desfizera uma parede no labirinto mágico. Aya que começava a ficar irritadiça disse:
- Ceptro solar vem até mim! Agora vamos ajustar contas. Preparadas para uma luta como nunca tiveram? - Sim diziam todas em uníssono. Prontas para atacar e sendo agora sete navegantes parecia que tinham a vantagem, mas seria o suficiente para as destruir? Queriam
- Deve ser aquilo… olha estão a ir-se embora… devemos segui-los? – Perguntava Ami
- Bem a voz dizia que sim… não temos nada a perder… – Respondia Maria
Seguiram em direcção a sul em busca de algo que não faziam a ideia do que era. De repente chegaram a uma floresta, que deixou de ter aquela névoa e a vós surgiu:
- Ainda bem que chegaram. Venham por favor…
A floresta densa abria-lhes caminho para passarem. Chegaram a um porta. A porta abriu-se fazendo um som estridente, todas entraram cautelosas, nunca entraram num lugar como aquele, parecia perigoso mas já que estavam ali por que não avançar? Uma fenda abriu-se e todas caíram numa espécie de labirinto mágico. Sítio dava arrepios mas apenas porque um forte e gélido vento as trespassava, trespassava-lhes a alma, o espírito, o coração….
- Meninas é melhor pararmos por aqui! – Dizia Luna – o vento está a ficar cada vez mais forte
- Eu não desisto a Bunny pode estar aqui! – Falava Rita na esperança de que este lugar pudesse ser alguma pista para descortinar todos os mistérios
- Rita… - Falava Maria - … Estou contigo…
Desta vez as guerreiras não seguiram os conselhos da gata azul, preferiram seguir Rita algo lhes fazia acreditar de que algo naquele templo as ajudaria a combater a sombra mas o que seria?
*
- Meu amo, as navegantes dirigem-se para um templo sagrado que contém um grande mistério…. – Relatava Chi
- Hum… talvez se encontre lá o cristal… Avancem… – Ordenava a sombra
Dirigiram-se para lá, devido ao seu poder imenso tiveram facilidade em entrar, os espelhos que serviam de escudos ao templo tiveram sido quebrados. Avançaram a grande velocidade e em pouco tempo encontraram as navegantes.
- Ora, ora vejam quem são elas! As guerreiras navegantes… - Falava Chi cinicamente
- Vocês vão pagar bem caro! Nevão Galáctico de Plantas! – Atacavam as duas servas
O poderoso ataque desfizera uma parede no labirinto mágico. Aya que começava a ficar irritadiça disse:
- Ceptro solar vem até mim! Agora vamos ajustar contas. Preparadas para uma luta como nunca tiveram? - Sim diziam todas em uníssono. Prontas para atacar e sendo agora sete navegantes parecia que tinham a vantagem, mas seria o suficiente para as destruir? Queriam

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acreditar que sim, queriam acreditar que mais uma vez eram capazes de derrotar o inimigo como o fizeram passado. Esta luta estava longe de ser fácil com o inimigo invulnerável as hipóteses de vitória eram diminutas, não perdiam a esperança de que algo milagroso as ajudasse, sabiam bem que era o tudo por tudo e que provavelmente seria a última vez que elas, guerreiras, lutavam para salvar o mundo.
O silêncio fora quebrado por um poderoso ataque de Chi e Phi, por pouco as navegantes não viam aquilo que era os seus verdadeiros medos, morrer sem encontrar aquela que era querida para elas, aquela a quem juraram proteger: a princesa Serenidade ou melhor Bunny Tsukino.
A luta começava a ficar intensa. Conseguiriam elas vencer Chi e Phi? Os sucessivos ataques que as navegantes sofriam mostravam o desespero que começavam a sentir. Tudo o que acreditavam, tudo aquilo que tinham conseguido conquistar com esforço começava agora desvanecer-se para dar lugar ao sofrimento, à agonia, à dor. Dava lugar a todos os sentimentos negros que cada uma sentia aquando, o ódio lhes crescia pelas veias, aquando se irritavam com algo que magoasse fosse quem fosse. Aya levantou-se e disse:
- Agora já chega… Ataque do Cristal Solar!
Um forte ataque derrubou Chi e Phi que se retiraram feridas. Por enquanto parecia ser o suficiente que por momentos parassem a investida dos inimigos e que pudessem continuar até ao desvendar do tesouro do templo.
- Acho melhor irmos por aqui… - Sugeria Joana
- Eu acho que por aqui seria melhor – Contrapunha Rita
- Esperem vou analisar no mini computador… - dizia Ami enquanto mexia no mini computador. As outras esperavam expectantes que Ami dissesse algo que as ajudasse a sair do local onde estavam perdidas.
- Lado direito… não faço ideia o que iria acontecer depois…. – Dizia Ami
Avançaram sem demora. Não sabiam certamente o que iriam encontrar depois do caminho que percorriam, seria mais armadilhas? Talvez sim, talvez não, as navegantes eram obrigadas, a caminhar sorrateiramente pois um passo em falso e poderia ser o fim.
- Cuidado meninas ai à frente à uma pedra solta… - Avisava Luna
Escurecia cada vez mais lá dentro. Um nevoeiro bastante denso e cerrado instalava-se de vez, o vento era cada vez mais forte, o perigo de caírem numa armadilha aumentava a cada passo contudo Joana dera um passo em falso e uma grande fenda abriu-se desequilibrando a guerreira de Vénus que por sorte ficara presa por um braço.
- Tem, calma vamos te tirar daí – Dizia Maria
- Despachem-se não… aguento mais… – Respondia Joana aflita por ver o seu fim mais próximo do que julgava. As suas dores eram intensas e as suas forças começavam a desvanecer, pouca esperança lhe restara.
O silêncio fora quebrado por um poderoso ataque de Chi e Phi, por pouco as navegantes não viam aquilo que era os seus verdadeiros medos, morrer sem encontrar aquela que era querida para elas, aquela a quem juraram proteger: a princesa Serenidade ou melhor Bunny Tsukino.
A luta começava a ficar intensa. Conseguiriam elas vencer Chi e Phi? Os sucessivos ataques que as navegantes sofriam mostravam o desespero que começavam a sentir. Tudo o que acreditavam, tudo aquilo que tinham conseguido conquistar com esforço começava agora desvanecer-se para dar lugar ao sofrimento, à agonia, à dor. Dava lugar a todos os sentimentos negros que cada uma sentia aquando, o ódio lhes crescia pelas veias, aquando se irritavam com algo que magoasse fosse quem fosse. Aya levantou-se e disse:
- Agora já chega… Ataque do Cristal Solar!
Um forte ataque derrubou Chi e Phi que se retiraram feridas. Por enquanto parecia ser o suficiente que por momentos parassem a investida dos inimigos e que pudessem continuar até ao desvendar do tesouro do templo.
- Acho melhor irmos por aqui… - Sugeria Joana
- Eu acho que por aqui seria melhor – Contrapunha Rita
- Esperem vou analisar no mini computador… - dizia Ami enquanto mexia no mini computador. As outras esperavam expectantes que Ami dissesse algo que as ajudasse a sair do local onde estavam perdidas.
- Lado direito… não faço ideia o que iria acontecer depois…. – Dizia Ami
Avançaram sem demora. Não sabiam certamente o que iriam encontrar depois do caminho que percorriam, seria mais armadilhas? Talvez sim, talvez não, as navegantes eram obrigadas, a caminhar sorrateiramente pois um passo em falso e poderia ser o fim.
- Cuidado meninas ai à frente à uma pedra solta… - Avisava Luna
Escurecia cada vez mais lá dentro. Um nevoeiro bastante denso e cerrado instalava-se de vez, o vento era cada vez mais forte, o perigo de caírem numa armadilha aumentava a cada passo contudo Joana dera um passo em falso e uma grande fenda abriu-se desequilibrando a guerreira de Vénus que por sorte ficara presa por um braço.
- Tem, calma vamos te tirar daí – Dizia Maria
- Despachem-se não… aguento mais… – Respondia Joana aflita por ver o seu fim mais próximo do que julgava. As suas dores eram intensas e as suas forças começavam a desvanecer, pouca esperança lhe restara.

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Haruka como era a mais forte tentou segurar Vénus com uma mão e disse:
- Estás a precisar de uma dieta menina Joana. Dá-me a tua outra mão rápido!
- Haruka não consigo… tenho a mão ferida não consigo levantá-la… - Respondia Joana emocionada
- Assim torna-se difícil e já não tenho força… A tua mão está a escorregar!!! – Gritava Haruka. Haruka não teve mais força. Joana acabara de cair na fenda. Haruka ficara ajoelhada no chão, não queria acreditar que Joana morrera por sua culpa, lágrimas gotejavam pela sua face pálida, estática e sem reflexos levantou-se e disse:
- Mereço morrer! Por minha culpa ela morreu!
- Não foi por tua culpa Haruka. Isto aconteceria se fosse comigo ou com outra de nós… não precisas de te culpar… - Tentava acalmar Maria os ânimos – Estamos tão desoladas quanto tu Haruka…
- Meninas… Vamos continuar… De certeza que Joana gostaria que continuássemos a nossa busca. Não podemos deixar de lutar só porque um contratempo….
- Achas que a morte da Joana é um contratempo. Achas??? – Gritava Haruka enraivecida
- Para o inimigo é Haruka! Já reparaste que a morte da Joana, lhes dá a hipótese de avançar mais um pouco. A Joana era a líder das Inner, sem ela e a sua espada estamos bastante vulneráveis… - Respondia Aya – Eu vou continuar sozinha… se me quiserem acompanhar venham senão fiquem aí…
Aya avançou sem olhar para trás, as outras desgostadas pelo o sucedido limitavam-se a vê-la partir.
“Guerreira de Vénus, acorda não estás morta estás sobre o meu poder. Não se preocupe que está bem. Enquanto não acharem estará a salvo aqui junto de mim”
Joana ouvira esta voz novamente. Estava desmaiada, não tivera forças para se levantar. Surpreendentemente o braço que Joana partida aquando da queda na fenda tinha sido curado milagrosamente.
A voz que as tivera atraído as navegantes para o templo sagrado encontrava-se a lado da navegante de Vénus aguardando que as outras guerreiras chegassem ao local onde se encontravam.
Outro mistério vinha ao de cima, a voz que falara era a voz um homem, quente, calma e adulta, poderia ser o Seiya? As hipóteses eram válidas e ninguém as descartava. Seria possível que Seiya fosse o guardião do local? Todos sabiam que Seiya, Taiki e Yaten não eram terrestres, eram viajantes do espaço. Outra pergunta surgia a razão de eles terem voltado a Terra era desconhecida, teria Kaykyuu desaparecido de novo? Da última vez eles cantavam para encontrá-la e agora? Agora parecia que eles não queriam fazer nada para achá-la, provavelmente teriam encontrado outra maneira de a encontrarem. As visitas das Starlights eram suspeitas especialmente para Haruka que continuava adepta de que eles não eram de confiança, era adepta que Seiya tivera sido o autor do raptado e fosse verdade ela prometera sim própria que ele não escapava impune e as consequências iriam ser graves…
- Estás a precisar de uma dieta menina Joana. Dá-me a tua outra mão rápido!
- Haruka não consigo… tenho a mão ferida não consigo levantá-la… - Respondia Joana emocionada
- Assim torna-se difícil e já não tenho força… A tua mão está a escorregar!!! – Gritava Haruka. Haruka não teve mais força. Joana acabara de cair na fenda. Haruka ficara ajoelhada no chão, não queria acreditar que Joana morrera por sua culpa, lágrimas gotejavam pela sua face pálida, estática e sem reflexos levantou-se e disse:
- Mereço morrer! Por minha culpa ela morreu!
- Não foi por tua culpa Haruka. Isto aconteceria se fosse comigo ou com outra de nós… não precisas de te culpar… - Tentava acalmar Maria os ânimos – Estamos tão desoladas quanto tu Haruka…
- Meninas… Vamos continuar… De certeza que Joana gostaria que continuássemos a nossa busca. Não podemos deixar de lutar só porque um contratempo….
- Achas que a morte da Joana é um contratempo. Achas??? – Gritava Haruka enraivecida
- Para o inimigo é Haruka! Já reparaste que a morte da Joana, lhes dá a hipótese de avançar mais um pouco. A Joana era a líder das Inner, sem ela e a sua espada estamos bastante vulneráveis… - Respondia Aya – Eu vou continuar sozinha… se me quiserem acompanhar venham senão fiquem aí…
Aya avançou sem olhar para trás, as outras desgostadas pelo o sucedido limitavam-se a vê-la partir.
*
“Guerreira de Vénus, acorda não estás morta estás sobre o meu poder. Não se preocupe que está bem. Enquanto não acharem estará a salvo aqui junto de mim”
Joana ouvira esta voz novamente. Estava desmaiada, não tivera forças para se levantar. Surpreendentemente o braço que Joana partida aquando da queda na fenda tinha sido curado milagrosamente.
A voz que as tivera atraído as navegantes para o templo sagrado encontrava-se a lado da navegante de Vénus aguardando que as outras guerreiras chegassem ao local onde se encontravam.
Outro mistério vinha ao de cima, a voz que falara era a voz um homem, quente, calma e adulta, poderia ser o Seiya? As hipóteses eram válidas e ninguém as descartava. Seria possível que Seiya fosse o guardião do local? Todos sabiam que Seiya, Taiki e Yaten não eram terrestres, eram viajantes do espaço. Outra pergunta surgia a razão de eles terem voltado a Terra era desconhecida, teria Kaykyuu desaparecido de novo? Da última vez eles cantavam para encontrá-la e agora? Agora parecia que eles não queriam fazer nada para achá-la, provavelmente teriam encontrado outra maneira de a encontrarem. As visitas das Starlights eram suspeitas especialmente para Haruka que continuava adepta de que eles não eram de confiança, era adepta que Seiya tivera sido o autor do raptado e fosse verdade ela prometera sim própria que ele não escapava impune e as consequências iriam ser graves…

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Actualização da Fanfic: Hoje terão a revelação de dois mistérios, O primeiro virá na primeira Parte e o segundo na segunda parte do capítulo. Daqui a pouco posto a primeira parte!
Depois de alguns momentos as Inners e duas da Outers voltaram a juntar-se a Aya que se tinha separado anteriormente e as deixara para trás, uma áurea surgia, poderia ser o final do labirinto? Não evitavam que, nos seus sentimentos criassem expectativas altas, ilusões de que em breve chegariam ao fim do caminho. Ilusões, essas que se tornavam realidade. Passo a pós passo, cada metro que caminhavam. A meio do caminho algo saía no chão. Algo que quase transpôs a Guerreira de Júpiter que se conseguiu esquivar empurrando-a para um buraco sem fim. Seria também o final da guerreira dos trovões? A luz quente que se apoderava aquando da queda da guerreira do amor apoderava-se também da guerreira de Júpiter levando-a talvez para o mesmo sítio que levara Joana.
- Sinto uma luz quente apoderar-se de mim… Para me onde leva?
Minutos depois Maria recuperara os sentidos e a realidade de onde estava. Lembrava-se apenas, de espetos vindos do chão que por pouco a pungiam e de cair para um buraco que se abrira anteriormente a sua passagem. Maria acordara finalmente ao seu lado estava Joana que olhava intensamente para ela:
- Joana que fazes aqui pensava que tinhas morrido… - Dizia Maria estaticamente
- Não sei como aqui vim parar. Eu senti uma luz quente a apoderar-se de mim e quando acordei estava aqui. O que mais surpreende é que ouvi a mesma voz que tínhamos ouvido antes de virmos para este lugar tão arrepiante e estranho. E como vieste aqui parar? – Explicava Joana
- Eu vi parar da mesma maneira que tu, também senti uma luz forte e quente depois… depois… acordei aqui. Viste a voz quem era? – Justificava Maria surpresa por isto acontecer
- Não desapareceu logo que recuperei os sentidos… - Concluía Joana
Outro mistério era criado como é que elas tinham ido parar ali? A luz quente que lhes salvara a vida era igualmente misteriosa, a voz que ouviram era quente, parecia a voz de um homem extremamente pacífico.
Estáticas estavam as outras guerreiras que viam a guerreira dos trovões a cair de um penhasco a morrer o que jamais pensariam era que ela sobrevivesse a um altura tão grande com aquela que o penhasco aparentemente mostrava ter.
Avançaram sem que nada as parasse apenas tinham de fugir das constantes armadilhas que encontravam, das constantes ilusões que viam e tinham. O cansaço afectava a guerreira de Marte, as tonturas que sentia não permitiam que esta continuasse junto das outras, do momento para o outro deixara de ter forças, desmaiara, deixara de respirar…
Haruka, Mariana e Aya começavam a ficar preocupadas com o que realmente se passara naquela gruta, primeiro Joana caíra numa fenda que mais parecia não ter
Capítulo XII
“O templo sagrado”
I
“O templo sagrado”
I
Depois de alguns momentos as Inners e duas da Outers voltaram a juntar-se a Aya que se tinha separado anteriormente e as deixara para trás, uma áurea surgia, poderia ser o final do labirinto? Não evitavam que, nos seus sentimentos criassem expectativas altas, ilusões de que em breve chegariam ao fim do caminho. Ilusões, essas que se tornavam realidade. Passo a pós passo, cada metro que caminhavam. A meio do caminho algo saía no chão. Algo que quase transpôs a Guerreira de Júpiter que se conseguiu esquivar empurrando-a para um buraco sem fim. Seria também o final da guerreira dos trovões? A luz quente que se apoderava aquando da queda da guerreira do amor apoderava-se também da guerreira de Júpiter levando-a talvez para o mesmo sítio que levara Joana.
- Sinto uma luz quente apoderar-se de mim… Para me onde leva?
Minutos depois Maria recuperara os sentidos e a realidade de onde estava. Lembrava-se apenas, de espetos vindos do chão que por pouco a pungiam e de cair para um buraco que se abrira anteriormente a sua passagem. Maria acordara finalmente ao seu lado estava Joana que olhava intensamente para ela:
- Joana que fazes aqui pensava que tinhas morrido… - Dizia Maria estaticamente
- Não sei como aqui vim parar. Eu senti uma luz quente a apoderar-se de mim e quando acordei estava aqui. O que mais surpreende é que ouvi a mesma voz que tínhamos ouvido antes de virmos para este lugar tão arrepiante e estranho. E como vieste aqui parar? – Explicava Joana
- Eu vi parar da mesma maneira que tu, também senti uma luz forte e quente depois… depois… acordei aqui. Viste a voz quem era? – Justificava Maria surpresa por isto acontecer
- Não desapareceu logo que recuperei os sentidos… - Concluía Joana
Outro mistério era criado como é que elas tinham ido parar ali? A luz quente que lhes salvara a vida era igualmente misteriosa, a voz que ouviram era quente, parecia a voz de um homem extremamente pacífico.
Estáticas estavam as outras guerreiras que viam a guerreira dos trovões a cair de um penhasco a morrer o que jamais pensariam era que ela sobrevivesse a um altura tão grande com aquela que o penhasco aparentemente mostrava ter.
Avançaram sem que nada as parasse apenas tinham de fugir das constantes armadilhas que encontravam, das constantes ilusões que viam e tinham. O cansaço afectava a guerreira de Marte, as tonturas que sentia não permitiam que esta continuasse junto das outras, do momento para o outro deixara de ter forças, desmaiara, deixara de respirar…
Haruka, Mariana e Aya começavam a ficar preocupadas com o que realmente se passara naquela gruta, primeiro Joana caíra numa fenda que mais parecia não ter

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fim de seguida Maria que caíra de um grande penhasco, agora Rita desmaiara sem mais nem menos, pensavam quem seria a próxima a cair, os medos começavam a agora a invadir-lhes o espírito de cada uma, sentimentos de dor e angústia, o sofrimento que começavam sentir por serem apenas três guerreiras já meio enfraquecidas deixaram-se se ficar por ali mas no entanto e sem que nada as fizesse reparar a luz quente que salvara Maria e Joana acabara de ir buscar Rita, para onde? Para o sítio onde as outras estavam quase, surpresa foi quando as últimas três guerreiras repararam que Rita já não se encontrava com elas…
- RITA! RITA! Acorda… - Gritava Maria
- Hum…ah…onde estou…? Joana, Maria…? O que estão aqui a fazer? E como vim aqui parar? – Perguntava Rita estupefacta com o que acabara de acontecer – Pensei que estavam mortas…
- Sentimos uma luz quente que nos trouxe para aqui. – Respondia Joana
- E uma maneira de sairmos daqui, não? Temos de ir ter com as outras depressa… - Respondia Rita
- Não Rita… não há maneira de sairmos daqui é escusado amiga… - Acenava Maria com cabeça diminuindo assim as esperanças da sua amiga
Só restara três navegantes: Haruka, Aya e Mariana. Todas escapavam com facilidade às armadilhas mas um pequeno descuido bastaria que uma delas tivesse o mesmo destino que as outras. Quem seria a tal voz? Joana, Maria e Rita sabiam que a voz que tivera ouvido era a mesma que as guiara, a todas, até ao parque. Provavelmente o dono dessa voz estaria próxima, no entanto, algo passou à frente das guerreiras, os pássaros arco-íris que as guiara até ali voltavam, talvez para as guiar de novo, corriam cada vez mais depressa para conseguirem segui-los. Algo acontecia à guerreira das águas profundas que acabara de ficar presa e ferida. Ninguém contava que Mariana fosse a próxima a cair nas armadilhas existentes. A sua perna sangrava efusivamente, a dor e o sofrimento eram visíveis na sua cara cansada.
- Mariana estás bem? – Perguntava Aya
- Dói-me a perna… vão sem mim… - Respondia Mariana
- Não te deixo aqui sozinha Mariana! – Recusava Haruka
- Haruka, não podem se atrasar pelo facto deste acidente ter acontecido. Não podem desistir por minha causa. Têm de continuar decerto que certamente gostariam que descortinassem este mistério… Haruka por mais que recuses a ir eu recuso que fiques comigo..! – Exclamava Mariana sentido o seu coração a bater com força, nunca na sua vida tivera enfrentado alguém. A sua personalidade era de uma pessoa dócil, meiga, gentil que raramente impunha alguma coisa. Contudo Haruka tinha ficado atónica, pela primeira vez na vida alguém a contrariava e alguém lhe levantara a voz, mesmo sendo mariana a pedir Haruka ficara contrariada e dissera:
- Isso é estupidez! Não te deixo aqui! – Recusava mais uma vez Haruka
- não vale a pena insistires Haruka, por favor vai em frente por mim e pelas outras, é importante descobrirem o que há por de trás deste grande mistério. Tenho o pressentimento que é algo que nos vai dar uma grande ajuda… Por favor!!! – Pedia Mariana esperançada que a sua amada cedesse.
- RITA! RITA! Acorda… - Gritava Maria
- Hum…ah…onde estou…? Joana, Maria…? O que estão aqui a fazer? E como vim aqui parar? – Perguntava Rita estupefacta com o que acabara de acontecer – Pensei que estavam mortas…
- Sentimos uma luz quente que nos trouxe para aqui. – Respondia Joana
- E uma maneira de sairmos daqui, não? Temos de ir ter com as outras depressa… - Respondia Rita
- Não Rita… não há maneira de sairmos daqui é escusado amiga… - Acenava Maria com cabeça diminuindo assim as esperanças da sua amiga
Só restara três navegantes: Haruka, Aya e Mariana. Todas escapavam com facilidade às armadilhas mas um pequeno descuido bastaria que uma delas tivesse o mesmo destino que as outras. Quem seria a tal voz? Joana, Maria e Rita sabiam que a voz que tivera ouvido era a mesma que as guiara, a todas, até ao parque. Provavelmente o dono dessa voz estaria próxima, no entanto, algo passou à frente das guerreiras, os pássaros arco-íris que as guiara até ali voltavam, talvez para as guiar de novo, corriam cada vez mais depressa para conseguirem segui-los. Algo acontecia à guerreira das águas profundas que acabara de ficar presa e ferida. Ninguém contava que Mariana fosse a próxima a cair nas armadilhas existentes. A sua perna sangrava efusivamente, a dor e o sofrimento eram visíveis na sua cara cansada.
- Mariana estás bem? – Perguntava Aya
- Dói-me a perna… vão sem mim… - Respondia Mariana
- Não te deixo aqui sozinha Mariana! – Recusava Haruka
- Haruka, não podem se atrasar pelo facto deste acidente ter acontecido. Não podem desistir por minha causa. Têm de continuar decerto que certamente gostariam que descortinassem este mistério… Haruka por mais que recuses a ir eu recuso que fiques comigo..! – Exclamava Mariana sentido o seu coração a bater com força, nunca na sua vida tivera enfrentado alguém. A sua personalidade era de uma pessoa dócil, meiga, gentil que raramente impunha alguma coisa. Contudo Haruka tinha ficado atónica, pela primeira vez na vida alguém a contrariava e alguém lhe levantara a voz, mesmo sendo mariana a pedir Haruka ficara contrariada e dissera:
- Isso é estupidez! Não te deixo aqui! – Recusava mais uma vez Haruka
- não vale a pena insistires Haruka, por favor vai em frente por mim e pelas outras, é importante descobrirem o que há por de trás deste grande mistério. Tenho o pressentimento que é algo que nos vai dar uma grande ajuda… Por favor!!! – Pedia Mariana esperançada que a sua amada cedesse.

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Haruka relutante em aceitar o pedido da amada acabou por ceder. Seguindo agora sozinha juntamente com Aya, via Mariana a ficar para trás, mas quando tornou a olhar para o local reparara que Mariana já não se encontrava lá.
- MARIANA!!! Onde estás Mariana??? – Procurava Haruka desesperadamente – Eu sabia que não a devia deixar sozinha…
- Haruka acalma-te! Decerto que está tudo bem… - Tentava acalmar Aya
- A Mariana desapareceu!!! E achas que está tudo bem? – Dizia Haruka extremamente irritada como há muito não estava.
- Haruka sinto uma áurea poderosa penso que… - Tentava dizer Aya
- MARIANA!!!
Haruka começara a correr seguindo-a estava Aya que não proferira mais nenhuma palavra até que o caminho terminou, deram de caras com uma porta de pedra. Talvez fosse a passagem que necessitavam para que a sua busca, o mistério involutos em mistérios pudesse finalmente acabar.
- A áurea vem daqui… - Suspeitava Aya
- Mariana!!!!! Ouves-me??? – Gritava Haruka enquanto tentava empurrar sozinha a porta de pedra bastante espessa
- Haruka essa porta é muito pesada para apenas duas moverem… - Dizia Aya
- Então não tenho outra hipótese…. Turbulência do Espaço!!- Atacava Haruka. Todavia a sua acção fora em vão, a porta estava intacta, nem um arranhão a porta sofrera com o ataque.
Exaustas, desoladas pela perda das suas amigas e, especialmente Haruka pela perda da sua amada, sentaram-se numas pedras cinzentas e brancas que tinham a forma de bancos de jardim, pensavam numa maneira de abrir a porta de pedra que mostrava o seu lado soturno.
No entanto algo entrava pelo caminho que as navegantes tiveram percorrido até ali. Uma força maligna poderosa decidia agora em ir até ao tesouro do templo para se apoderar dele e poder assim conquistar a galáxia destruindo todos aqueles que lhes fizessem frente. Surpreendentemente essa força maléfica conseguira passar destruindo tudo à sua volta, a uma velocidade quase instantânea dirigiu-se a Haruka e a Aya, dizendo:
- Está na hora da vossa destruição! Ah, Ah, Ah - ria-se as duas servas da sombra
- Nem penses! – Respondia Aya, com suor a percorrer-lhe todo o seu corpo.
Não sabia qual a força que Chi e Phi possuíam, mas decerto que seria forte muito forte, nem mesmo Haruka que costumava ser dura aquando de uma luta sentia também algum receio por este confronto.
Um forte ataque dirigido às duas guerreiras, que se desviaram, arrebentara a porta de pedra como ambas queriam, contudo a sua felicidade não durara muito, a luta tornara-se mais violenta, mais sangrenta, tornara-se a pior de luta de sempre na vida das guerreiras. As suas forças começavam a sucumbir, os ataques eram do espelho do cansaço, da angústia, do sofrimento que viviam desde de que a força maléfica invadira o planeta terrestre, com Haruka desmaiada Aya aguentava mais que podia a lutar contra os braços direitos da sombra, numa última tentativa Aya pensara para sim própria: “ tem de ser agora…”, e resolvera dizer:
- MARIANA!!! Onde estás Mariana??? – Procurava Haruka desesperadamente – Eu sabia que não a devia deixar sozinha…
- Haruka acalma-te! Decerto que está tudo bem… - Tentava acalmar Aya
- A Mariana desapareceu!!! E achas que está tudo bem? – Dizia Haruka extremamente irritada como há muito não estava.
- Haruka sinto uma áurea poderosa penso que… - Tentava dizer Aya
- MARIANA!!!
Haruka começara a correr seguindo-a estava Aya que não proferira mais nenhuma palavra até que o caminho terminou, deram de caras com uma porta de pedra. Talvez fosse a passagem que necessitavam para que a sua busca, o mistério involutos em mistérios pudesse finalmente acabar.
- A áurea vem daqui… - Suspeitava Aya
- Mariana!!!!! Ouves-me??? – Gritava Haruka enquanto tentava empurrar sozinha a porta de pedra bastante espessa
- Haruka essa porta é muito pesada para apenas duas moverem… - Dizia Aya
- Então não tenho outra hipótese…. Turbulência do Espaço!!- Atacava Haruka. Todavia a sua acção fora em vão, a porta estava intacta, nem um arranhão a porta sofrera com o ataque.
Exaustas, desoladas pela perda das suas amigas e, especialmente Haruka pela perda da sua amada, sentaram-se numas pedras cinzentas e brancas que tinham a forma de bancos de jardim, pensavam numa maneira de abrir a porta de pedra que mostrava o seu lado soturno.
No entanto algo entrava pelo caminho que as navegantes tiveram percorrido até ali. Uma força maligna poderosa decidia agora em ir até ao tesouro do templo para se apoderar dele e poder assim conquistar a galáxia destruindo todos aqueles que lhes fizessem frente. Surpreendentemente essa força maléfica conseguira passar destruindo tudo à sua volta, a uma velocidade quase instantânea dirigiu-se a Haruka e a Aya, dizendo:
- Está na hora da vossa destruição! Ah, Ah, Ah - ria-se as duas servas da sombra
- Nem penses! – Respondia Aya, com suor a percorrer-lhe todo o seu corpo.
Não sabia qual a força que Chi e Phi possuíam, mas decerto que seria forte muito forte, nem mesmo Haruka que costumava ser dura aquando de uma luta sentia também algum receio por este confronto.
Um forte ataque dirigido às duas guerreiras, que se desviaram, arrebentara a porta de pedra como ambas queriam, contudo a sua felicidade não durara muito, a luta tornara-se mais violenta, mais sangrenta, tornara-se a pior de luta de sempre na vida das guerreiras. As suas forças começavam a sucumbir, os ataques eram do espelho do cansaço, da angústia, do sofrimento que viviam desde de que a força maléfica invadira o planeta terrestre, com Haruka desmaiada Aya aguentava mais que podia a lutar contra os braços direitos da sombra, numa última tentativa Aya pensara para sim própria: “ tem de ser agora…”, e resolvera dizer:

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- Chegou o vosso fim! Já duraram tempo a mais! – Dizia Aya levantando-se com as suas últimas réstias de forças – Brilho Solar, Acção!
Chi e Phi tinham ficado sem ver, uma oportunidade que a guerreira solar poderia aproveitar mas fora ofuscada também por uma luz forte. No final já não restara ninguém a não ser Aya que acabara desmaiar com a exaustação da luta. Seria que Chi Phi estariam mortas? Quem as tinha morto? Mais outro mistério que surgia. Aya começava acordar, lembrava-se que lutara contra duas guerreiras bastante poderosas até lançar o seu ataque mas depois Aya parecia que tinha perdido a sua memória…
Recomposta mas ainda assim ferida pela luta dirigia-se para o lado da porta, que as servas da sombra entretanto tinham destruído, continuava a sentir uma áurea bastante poderosa que estava muito próxima de si, de repente ouvira algo:
- Parabéns! Pela fantástica luta! – Dissera a voz
- Quem és? – Perguntava Aya curiosa
- Com o tempo saberás… Agora entra por aquela porta de pedra e junta-te às tuas amigas – Respondera a voz com um sorriso suave na face pálida
Aya assim o fez. Ficara estática quando vira que as suas amigas estavam vivas. Contudo algo extremamente importante iria ser revelado. Luzes amarelas acenderam-se e a voz aparecera…
- SEIYA?!?! – Diziam todas em uníssono
- Sim sou eu… - Dizia ele
- Que fazes aqui? E onde está Bunny? – Perguntava Maria
- Não sei… Bem vou começar do início… - começava Seiya – Tudo se passou no dia em que a Bunny se despediu do Gonçalo no lago, eu estava a dar uma volta pelo parque quando vi Bunny desolada e cabisbaixa tentei consolá-la como bom amigo que sou, mas algo de estranho aconteceu uma força bastante poderosa envolveu-nos e trouxe-me até aqui…
- O que aconteceu depois? – Perguntava Rita ansiosa
- Uma voz falou comigo. Disse-me “ Seiya tu és o escolhido para guardares o tesouro…” Eu perguntei-lhe qual tesouro e a voz respondeu-me “ O cristal do teu planeta. Misteriosamente veio para a Terra aquando da destruição do teu planeta… Por favor contacta as navegantes, só elas podem cuidar deste cristal se cai em mãos erradas será o fim de tudo. E por favor salva a pessoa que está aprisionada num lugar longínquo…” – Concluía Seiya
- Estranho isto tudo! – Queixava-se Joana
- Sim é verdade… Mas agora é melhor voltarmos todos para casa… O teu Fernandinho deve estar preocupado… - Dizia Maria metendo-se com a sua amiga
- ELE NÃO É MEU!!! – Gritava Rita bastante envergonhada
Uma forte gargalhada quebrou o silêncio daquele lugar arrepiante. Todos sabiam que Fernando amava Rita desde do primeiro dia em que a vira ao contrário da Rita que apenas lhe dava desprezo mas no fundo sentia um grande carinho por ele por tudo aquilo Fernando fazia por eles no templo. Demoraram algum tempo a que todos chegassem às suas respectivas casas.
Na casa dos Kou, Yaten e Taiki tiveram uma surpresa…
- Seiya onde te meteste? Procuramos-te por todo o que era lado… - Dizia Yaten
- A culpa foi daquela sonsa e do grupo de amigas – Criticava Taiki
- Não o meu pudinzinho não teve nada haver com o meu desaparecimento… - Confessava Seiya
Seiya contara tudo aquilo que se passara. Havia uma grande probabilidade de ser a Bunny presa no lugar longínquo mas o que teria Bunny a ver com cristal Stars?
a segunda parte já está a ser escrita e o 2º mistério a ser desvendando também. não sei é se ainda posto hoje espero que gostem desta parte!
Chi e Phi tinham ficado sem ver, uma oportunidade que a guerreira solar poderia aproveitar mas fora ofuscada também por uma luz forte. No final já não restara ninguém a não ser Aya que acabara desmaiar com a exaustação da luta. Seria que Chi Phi estariam mortas? Quem as tinha morto? Mais outro mistério que surgia. Aya começava acordar, lembrava-se que lutara contra duas guerreiras bastante poderosas até lançar o seu ataque mas depois Aya parecia que tinha perdido a sua memória…
Recomposta mas ainda assim ferida pela luta dirigia-se para o lado da porta, que as servas da sombra entretanto tinham destruído, continuava a sentir uma áurea bastante poderosa que estava muito próxima de si, de repente ouvira algo:
- Parabéns! Pela fantástica luta! – Dissera a voz
- Quem és? – Perguntava Aya curiosa
- Com o tempo saberás… Agora entra por aquela porta de pedra e junta-te às tuas amigas – Respondera a voz com um sorriso suave na face pálida
Aya assim o fez. Ficara estática quando vira que as suas amigas estavam vivas. Contudo algo extremamente importante iria ser revelado. Luzes amarelas acenderam-se e a voz aparecera…
- SEIYA?!?! – Diziam todas em uníssono
- Sim sou eu… - Dizia ele
- Que fazes aqui? E onde está Bunny? – Perguntava Maria
- Não sei… Bem vou começar do início… - começava Seiya – Tudo se passou no dia em que a Bunny se despediu do Gonçalo no lago, eu estava a dar uma volta pelo parque quando vi Bunny desolada e cabisbaixa tentei consolá-la como bom amigo que sou, mas algo de estranho aconteceu uma força bastante poderosa envolveu-nos e trouxe-me até aqui…
- O que aconteceu depois? – Perguntava Rita ansiosa
- Uma voz falou comigo. Disse-me “ Seiya tu és o escolhido para guardares o tesouro…” Eu perguntei-lhe qual tesouro e a voz respondeu-me “ O cristal do teu planeta. Misteriosamente veio para a Terra aquando da destruição do teu planeta… Por favor contacta as navegantes, só elas podem cuidar deste cristal se cai em mãos erradas será o fim de tudo. E por favor salva a pessoa que está aprisionada num lugar longínquo…” – Concluía Seiya
- Estranho isto tudo! – Queixava-se Joana
- Sim é verdade… Mas agora é melhor voltarmos todos para casa… O teu Fernandinho deve estar preocupado… - Dizia Maria metendo-se com a sua amiga
- ELE NÃO É MEU!!! – Gritava Rita bastante envergonhada
Uma forte gargalhada quebrou o silêncio daquele lugar arrepiante. Todos sabiam que Fernando amava Rita desde do primeiro dia em que a vira ao contrário da Rita que apenas lhe dava desprezo mas no fundo sentia um grande carinho por ele por tudo aquilo Fernando fazia por eles no templo. Demoraram algum tempo a que todos chegassem às suas respectivas casas.
Na casa dos Kou, Yaten e Taiki tiveram uma surpresa…
- Seiya onde te meteste? Procuramos-te por todo o que era lado… - Dizia Yaten
- A culpa foi daquela sonsa e do grupo de amigas – Criticava Taiki
- Não o meu pudinzinho não teve nada haver com o meu desaparecimento… - Confessava Seiya
Seiya contara tudo aquilo que se passara. Havia uma grande probabilidade de ser a Bunny presa no lugar longínquo mas o que teria Bunny a ver com cristal Stars?
a segunda parte já está a ser escrita e o 2º mistério a ser desvendando também. não sei é se ainda posto hoje espero que gostem desta parte!

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Actualização da FanFic: II parte escrita
As nuvens soturnas que se formavam no sul do Japão teimavam em não deixar que os raios da estrela que, há milhões de tempo morrera e que iluminava de novo o sistema solar, iluminasse o dia com a sua luz reluzente. Gotas grossas começavam a cair, batendo com força nas janelas das moradias e prédio pelas várias ruas e avenidas. Ninguém se atrevera a sair, depois algum tempo o clima estar constante algo fazia alterar-se, para as guerreiras navegantes não era estranho o poder negro que a sombra pressionava sobre a Terra ajudava a que factos misteriosos, para a maior parte da população terrestre, acontecessem.
A força de alguém começava a fraquejar. A falta do cristal tornava-a vulnerável, poderia ser Bunny? Era uma hipótese que estava esquecida. Segundo o que fora transmitido a Seiya, guardião do cristal stars, o cristal deveria ser entregue à única pessoa que o podia controlar mas primeiro era preciso salvá-la, os três luzes e mais propriamente Seiya estavam inquietos pois tinham quase a certeza de que a tal presença seria a sua princesa.
Por momentos a chuva parou, alguns raios de sol soltavam-se pela imensa negrura das nuvens, as navegantes que estavam abrigadas num café até que a chuva parasse combinaram que o próximo local a visitar seria o local onde uma presença feminina permanecia deitada na cama de rosas desde de algum tempo.
À medida que caminhavam, o vento tornava-se mais forte, o nevoeiro ficava mais denso e espesso a cada segundo, as fortes rajadas impediam-nas de avançar rapidamente. Chegaram ao local. A escuridão era notória parecia mesmo que a sombra estaria ali, talvez estivesse pois ambas as partes tentavam desvendar o mistério em torno daquele lugar.
O vento começava assobiar como se estivesse a chamar alguém, algo acorrentara o corpo dela fazendo-a gritar, assobiava cada vez mais sem que ninguém desse, conta de que alguém estaria a gritar.
- Meninas este lugar arrepia… - Queixava-se Joana – A escuridão é imensa…
- Estás com medo Joana? – Perguntava Rita em tons de gozo
- Não, não tenho medo até vou a frente… - Respondia Joana. No fundo, Joana sentia algum receio assim como todas as outras estariam. Joana tinha razão o lugar longínquo fazia arrepios, a sua escuridão significava, por vezes, inimigos mas este não era o caso ou talvez fosse. Por fim entraram, não se via nada a não ser negrura de repente o cristal começara a brilhar, a cada passo que davam brilhava mais, não faziam ideia do que poderia ser, seria a pessoa que Seiya procurava? Quiçá fosse, mas era de estranhar pois eles não estavam presentes no local e as navegantes é
Nota: O ataque dos inimigos estão em inglês devido ao facto de que não se encontra a tradução de alguns
II
As nuvens soturnas que se formavam no sul do Japão teimavam em não deixar que os raios da estrela que, há milhões de tempo morrera e que iluminava de novo o sistema solar, iluminasse o dia com a sua luz reluzente. Gotas grossas começavam a cair, batendo com força nas janelas das moradias e prédio pelas várias ruas e avenidas. Ninguém se atrevera a sair, depois algum tempo o clima estar constante algo fazia alterar-se, para as guerreiras navegantes não era estranho o poder negro que a sombra pressionava sobre a Terra ajudava a que factos misteriosos, para a maior parte da população terrestre, acontecessem.
A força de alguém começava a fraquejar. A falta do cristal tornava-a vulnerável, poderia ser Bunny? Era uma hipótese que estava esquecida. Segundo o que fora transmitido a Seiya, guardião do cristal stars, o cristal deveria ser entregue à única pessoa que o podia controlar mas primeiro era preciso salvá-la, os três luzes e mais propriamente Seiya estavam inquietos pois tinham quase a certeza de que a tal presença seria a sua princesa.
Por momentos a chuva parou, alguns raios de sol soltavam-se pela imensa negrura das nuvens, as navegantes que estavam abrigadas num café até que a chuva parasse combinaram que o próximo local a visitar seria o local onde uma presença feminina permanecia deitada na cama de rosas desde de algum tempo.
À medida que caminhavam, o vento tornava-se mais forte, o nevoeiro ficava mais denso e espesso a cada segundo, as fortes rajadas impediam-nas de avançar rapidamente. Chegaram ao local. A escuridão era notória parecia mesmo que a sombra estaria ali, talvez estivesse pois ambas as partes tentavam desvendar o mistério em torno daquele lugar.
O vento começava assobiar como se estivesse a chamar alguém, algo acorrentara o corpo dela fazendo-a gritar, assobiava cada vez mais sem que ninguém desse, conta de que alguém estaria a gritar.
- Meninas este lugar arrepia… - Queixava-se Joana – A escuridão é imensa…
- Estás com medo Joana? – Perguntava Rita em tons de gozo
- Não, não tenho medo até vou a frente… - Respondia Joana. No fundo, Joana sentia algum receio assim como todas as outras estariam. Joana tinha razão o lugar longínquo fazia arrepios, a sua escuridão significava, por vezes, inimigos mas este não era o caso ou talvez fosse. Por fim entraram, não se via nada a não ser negrura de repente o cristal começara a brilhar, a cada passo que davam brilhava mais, não faziam ideia do que poderia ser, seria a pessoa que Seiya procurava? Quiçá fosse, mas era de estranhar pois eles não estavam presentes no local e as navegantes é
Nota: O ataque dos inimigos estão em inglês devido ao facto de que não se encontra a tradução de alguns

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que tinham o cristal. Que planeavam eles? Saírem do planeta o mais rapidamente possível? Talvez. Mas a razão para isso só eles poderiam responder.
- Meninas… devemos parar… Sinto uma áurea bastante forte. Será que é um inimigo? – Suspeitava Rita
As suas premonições raramente falhavam e Rita estava certa, ali naquele sítio estavam duas novas servas da sombra, após Chi e Phi terem sido derrotadas, Mnemosyne e Lethe tinham agora a sua oportunidade de atacá-las ao qual não perderam tempo:
- Vocês é que são as famosas guerreiras navegantes? – Falava Lethe
- Quem são vocês? – Perguntava a guerreira de Marte
- Somos o vosso pior pesadelo, aquele que vos vai destruir para sempre Ah, Ah, Ah – Riam-se maleficamente a servas – Preparem para a luta Ah, Ah, Ah Galatic Myosotys Alpestri!
- Meninas cuidado! Esta água é a água do rio do esquecimento quem se molhar perde as memórias todas e não há maneira de recuperá-las! – Avisava Aya
- Aya estás a querer me dizer que elas são as guardiãs do planeta Lethe e Mnemosyne e do rio do esquecimento? – Perguntava Maya chocada
- Sim minha fiel companheira…
O silêncio instaurava-se no local durante largos minutos, apenas se ouvia o vento que teimava em soprar cada vez mais forte. Mal se aguentavam em pé, a força que o vento inseria nas rajadas era imenso, derrubava-as num piscar de olhos. Não muito longe daquele espaço encontra-se aquela que seria portadora e a única capaz de controlar o cristal. Os seus gemidos eram cada mais altos, as fortes correntes que se tinham apoderado dela magoavam-na, os seus gritos soavam a dor, angústia, tristeza e principalmente sofrimento. Sofrimento, esse que se notava à medida que o vento se tornara mais forte e as correntes a apertavam.
Uma luta extremamente dolorosa começava agora. Exaustas, e sem forças devido ao imenso vento que se fazia sentir, lutavam com tudo o que tinham, a servas da sombra na realidade eram mais fortes que Chi e Phi que foram derrotadas por algo misterioso no templo. Só um milagre as podia salvar. As guerreiras olhavam chocadas para aquelas que estavam prestes a matá-las, sentiam que a morte estava ao lado de cada uma delas.
- Solta-nos! É uma ordem!
- Ah, Ah, Ah! – Riu-se a sombra num tom sério, franzindo as suas sobrancelhas aproximou-se da sua vítima e a apertando-lhe o colarinho continuou a falar – Aqui quem manda sou eu e não me dás ordens! Senão a tua amiga vai primeiro…
- Octávia tu não és má tu tens amigas que gostam muito de ti, que te dão carinho, que te valorizam por aquilo que és. Não tens de mudar só porque podem não gostar de ti….
- Quem és tu para me dar lições de vida? Quando tu não és exemplo para ninguém, quando tu foges das tuas responsabilidades. Não tens moral para falar de quer que seja. Não passaste momentos traumáticos na vida, não enfrentaste medos, não fizeste sacrifícios, não lutaste para sobreviver… - Dizia Mistress 9 confrontando-a
- Meninas… devemos parar… Sinto uma áurea bastante forte. Será que é um inimigo? – Suspeitava Rita
As suas premonições raramente falhavam e Rita estava certa, ali naquele sítio estavam duas novas servas da sombra, após Chi e Phi terem sido derrotadas, Mnemosyne e Lethe tinham agora a sua oportunidade de atacá-las ao qual não perderam tempo:
- Vocês é que são as famosas guerreiras navegantes? – Falava Lethe
- Quem são vocês? – Perguntava a guerreira de Marte
- Somos o vosso pior pesadelo, aquele que vos vai destruir para sempre Ah, Ah, Ah – Riam-se maleficamente a servas – Preparem para a luta Ah, Ah, Ah Galatic Myosotys Alpestri!
- Meninas cuidado! Esta água é a água do rio do esquecimento quem se molhar perde as memórias todas e não há maneira de recuperá-las! – Avisava Aya
- Aya estás a querer me dizer que elas são as guardiãs do planeta Lethe e Mnemosyne e do rio do esquecimento? – Perguntava Maya chocada
- Sim minha fiel companheira…
O silêncio instaurava-se no local durante largos minutos, apenas se ouvia o vento que teimava em soprar cada vez mais forte. Mal se aguentavam em pé, a força que o vento inseria nas rajadas era imenso, derrubava-as num piscar de olhos. Não muito longe daquele espaço encontra-se aquela que seria portadora e a única capaz de controlar o cristal. Os seus gemidos eram cada mais altos, as fortes correntes que se tinham apoderado dela magoavam-na, os seus gritos soavam a dor, angústia, tristeza e principalmente sofrimento. Sofrimento, esse que se notava à medida que o vento se tornara mais forte e as correntes a apertavam.
Uma luta extremamente dolorosa começava agora. Exaustas, e sem forças devido ao imenso vento que se fazia sentir, lutavam com tudo o que tinham, a servas da sombra na realidade eram mais fortes que Chi e Phi que foram derrotadas por algo misterioso no templo. Só um milagre as podia salvar. As guerreiras olhavam chocadas para aquelas que estavam prestes a matá-las, sentiam que a morte estava ao lado de cada uma delas.
*
- Solta-nos! É uma ordem!
- Ah, Ah, Ah! – Riu-se a sombra num tom sério, franzindo as suas sobrancelhas aproximou-se da sua vítima e a apertando-lhe o colarinho continuou a falar – Aqui quem manda sou eu e não me dás ordens! Senão a tua amiga vai primeiro…
- Octávia tu não és má tu tens amigas que gostam muito de ti, que te dão carinho, que te valorizam por aquilo que és. Não tens de mudar só porque podem não gostar de ti….
- Quem és tu para me dar lições de vida? Quando tu não és exemplo para ninguém, quando tu foges das tuas responsabilidades. Não tens moral para falar de quer que seja. Não passaste momentos traumáticos na vida, não enfrentaste medos, não fizeste sacrifícios, não lutaste para sobreviver… - Dizia Mistress 9 confrontando-a

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Novas novidades irão aparecer fica atento :)
- Luto sim Octávia. Luto para ser feliz, luto pelo amor, pela amizade das amigas que me rodeiam. Luto para sobreviver perante os inimigos, para salvar a Terra!!!
- NÃO TU NÃO SABES O QUE É LUTAR! Tu tens sempre alguém que faça as coisas por ti tens sempre quem te ajude, quem te salve… E EU TENHO O QUÊ? NÃO TENHO NADA!
- Isso é mentira! Tens nos a nós Octávia que te damos amor e carinho…
- MENTIROSA! Viveram sempre a troçar de mim por ser a mais nova do grupo…
- NÃO A OUÇAS! Ninguém gosta de ti! Só eu. Só me tens a mim e mais ninguém! A tua alma, o teu espírito pertence-me! – Dizia a sombra aparecendo novamente
- Sim mestre… - Falava Mistress 9
Ambos se retiraram deixando as duas vítimas presas num local escuro. A solidão parava sobre aquele lugar. No ponto D a sombra ficara pensativa, provavelmente as palavras e a personalidade forte de uma das suas vítimas despertara os verdadeiros sentimentos do Gonçalo. Pensava para si próprio “, “o que faço aqui?” porque a tenho aqui?”. Não obtinha respostas, o poder do chaos crescera entretanto, desde da altura da galáxia que o Chaos absorvia o poder tornando-o mais forte, assim, devido a esse acontecimento o poder da alma e do espírito de Gonçalo não era suficiente para expelir a força e o poder do Chaos que se entranhara no seu corpo algum tempo atrás. Os seus pensamentos foram quebrados pelo o seu novo braço direito, Mistress.
- Mestre… devo-a matar? – Perguntava a serva
- NÃO! Não faças nada sem a minha ordem! – Ordenava a Sobra
A violenta luta continuava sem dar tréguas assim como o vento que se fazia sentir fortemente. Cada vez mais incapacitadas de lutar apenas poderiam esperar por algo milagroso, pela esperança que lhes restara, por alguém que lhes viesse socorrer. O tempo para terminar as missões minguava rapidamente e ajuda que precisavam tardava em aparecer. A esperança, que possuíam, desvanecia rapidamente, começavam a perde-la, um sentimento nunca antes fora sentido por nenhuma guerreira. O vento que outrora soprava fortemente tinha amainado despertando a atenção de todos, um forte clarão iluminava o local que nunca vira a luz mas sim a escuridão, ele brilhava intensamente, algo fazia despertar o enorme feixe de luz dourado que fora quebrado por Lethe, do outro lado ouvira-se um grito de dor e de sofrimento, um forte e breve gemido despertara e distraía as servas da sombra assim como as restantes guerreiras.
Três ataques entraram de rompante pela casa, deixando Lethe e Mnemosyne pregadas ao chão, era a primeira vez que alguém tão poderoso lhes fazia frente, seriam aquelas que iriam salvar as guerreiras? Na realidade eram as starlights envergonhadas pelas palavras que lhes tiveram proferido, especialmente Taiki e Yaten, sacrificarem-se era a sua forma de mostrar toda a gratidão pela amizade que lhes mostravam, sentiam que tinha de fazer algo e esta a oportunidade ideal para se remedirem do seus erros que quase destruía a união das guerreiras, que as quase separava para sempre numa fase tão determinante para a salvação do Planeta Terra.
- Yaten…! – Dizia Maria em choque
- Meninas abriguem-se pois esta luta ainda agora vai começar … - Falava Fighter num tom sério
- NÃO TU NÃO SABES O QUE É LUTAR! Tu tens sempre alguém que faça as coisas por ti tens sempre quem te ajude, quem te salve… E EU TENHO O QUÊ? NÃO TENHO NADA!
- Isso é mentira! Tens nos a nós Octávia que te damos amor e carinho…
- MENTIROSA! Viveram sempre a troçar de mim por ser a mais nova do grupo…
- NÃO A OUÇAS! Ninguém gosta de ti! Só eu. Só me tens a mim e mais ninguém! A tua alma, o teu espírito pertence-me! – Dizia a sombra aparecendo novamente
- Sim mestre… - Falava Mistress 9
Ambos se retiraram deixando as duas vítimas presas num local escuro. A solidão parava sobre aquele lugar. No ponto D a sombra ficara pensativa, provavelmente as palavras e a personalidade forte de uma das suas vítimas despertara os verdadeiros sentimentos do Gonçalo. Pensava para si próprio “, “o que faço aqui?” porque a tenho aqui?”. Não obtinha respostas, o poder do chaos crescera entretanto, desde da altura da galáxia que o Chaos absorvia o poder tornando-o mais forte, assim, devido a esse acontecimento o poder da alma e do espírito de Gonçalo não era suficiente para expelir a força e o poder do Chaos que se entranhara no seu corpo algum tempo atrás. Os seus pensamentos foram quebrados pelo o seu novo braço direito, Mistress.
- Mestre… devo-a matar? – Perguntava a serva
- NÃO! Não faças nada sem a minha ordem! – Ordenava a Sobra
A violenta luta continuava sem dar tréguas assim como o vento que se fazia sentir fortemente. Cada vez mais incapacitadas de lutar apenas poderiam esperar por algo milagroso, pela esperança que lhes restara, por alguém que lhes viesse socorrer. O tempo para terminar as missões minguava rapidamente e ajuda que precisavam tardava em aparecer. A esperança, que possuíam, desvanecia rapidamente, começavam a perde-la, um sentimento nunca antes fora sentido por nenhuma guerreira. O vento que outrora soprava fortemente tinha amainado despertando a atenção de todos, um forte clarão iluminava o local que nunca vira a luz mas sim a escuridão, ele brilhava intensamente, algo fazia despertar o enorme feixe de luz dourado que fora quebrado por Lethe, do outro lado ouvira-se um grito de dor e de sofrimento, um forte e breve gemido despertara e distraía as servas da sombra assim como as restantes guerreiras.
Três ataques entraram de rompante pela casa, deixando Lethe e Mnemosyne pregadas ao chão, era a primeira vez que alguém tão poderoso lhes fazia frente, seriam aquelas que iriam salvar as guerreiras? Na realidade eram as starlights envergonhadas pelas palavras que lhes tiveram proferido, especialmente Taiki e Yaten, sacrificarem-se era a sua forma de mostrar toda a gratidão pela amizade que lhes mostravam, sentiam que tinha de fazer algo e esta a oportunidade ideal para se remedirem do seus erros que quase destruía a união das guerreiras, que as quase separava para sempre numa fase tão determinante para a salvação do Planeta Terra.
- Yaten…! – Dizia Maria em choque
- Meninas abriguem-se pois esta luta ainda agora vai começar … - Falava Fighter num tom sério

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- O que pensam que estão a fazer? Não podem fazer isto assim… - Respondia Aya com firmeza
- Peço-vos desculpas pelo vos dissemos acerca de vocês e da vossa amiga. Fomos demasiados rudes para convosco agora é a nossa vez de fazer algo por vós para vos mostrar a nossa gratidão para com o vosso carinho e amizade que sempre demonstraram para connosco…
Estas palavras soaram como adeus no fundo do coração da guerreira dos trovões, tinham-lhe tocado, nunca umas palavras tinham a tocado emocionalmente como aquelas que Yaten acabava de proferir. A violenta luta era agora reatada sem dar tréguas e espaços aos três luzes que se esquivavam dos ataques das servas da sombra. Exaustas, as starlights, tentavam se levantar para continuar a lutar mas as suas reversas estavam nos limites. Poderia ser o fim para todas, o fim da terra, o principio de um reino de ódio e de terror como havia se instaurado no futuro, precisamente no século XXX. Voltou a brilhar intensamente, ofuscando tudo e todos, do meio do feixe de luz surgiu uma voz:
- Starlights Royal Straight Flush! – Gritou a presença misteriosa
Aquele ataque tão poderoso que derrubara Lethe e Mnemosyne num piscar de olhos era sonho tornado realidade para Taiki, Seiya e Yaten, a sua missão estava terminada, haviam encontrado a sua princesa. O que fariam agora? Iriam partir ou ficar ajudar a libertar a Terra? Na realidade Seiya prometera a si mesmo que encontraria o seu pudinzinho apesar de saber que não iria ter hipóteses, os seus sentimentos não tinham mudado, isso irritava Haruka e os seus companheiros. Todos sabiam que se eles ficassem juntos, podiam acontecer distúrbios irremediáveis no espaço-tempo que ninguém conseguiria fixar. Provavelmente só Plutão poderia fixá-los. Maria e Ami percebiam agora que na realidade eles apenas se interessavam pela sua princesa, que estavam apaixonados por ela.
*
Num ponto distante a sombra estava abespinhada pelos constantes falhanços das suas servas. Só lhe restava mais duas: Metal Papillon e Mistress 9. Estava a ficar sem recursos para as derrotar. Muito pensativo na sala quando Metal Papillon interrompeu:
- Meu amo…
- Que é queres? – Respondeu a sombra rusticamente – Como te atreves a interromper o meu pensamento?
Metal Papillon ficara, pasma com a resposta do seu amo, mas mesmo assim falou:
- Meu Amo deixe-me tratar delas, eu juro pela minha vida que as derroto! – Exclamava a serva
- Muito bem… - Respondera ela. – Se falhares como todas elas morrerás, pagarás caro, pagarás pela tua vida. Lembram-te que prometeste… - Sim meu amo… - Respondera afirmativamente depois de engolir em seco com receio, não esperava que o seu amo levasse isso tão seriamente. Retirara-se deixando novamente perdido nos seus pensamentos. A sombra mais uma vez via a imagem de Bunny Tsukino. Faltavam poucas pétalas para que o poder do Chaos controlasse definitivamente Gonçalo. O destino da Terra aproximava-se
- Peço-vos desculpas pelo vos dissemos acerca de vocês e da vossa amiga. Fomos demasiados rudes para convosco agora é a nossa vez de fazer algo por vós para vos mostrar a nossa gratidão para com o vosso carinho e amizade que sempre demonstraram para connosco…
Estas palavras soaram como adeus no fundo do coração da guerreira dos trovões, tinham-lhe tocado, nunca umas palavras tinham a tocado emocionalmente como aquelas que Yaten acabava de proferir. A violenta luta era agora reatada sem dar tréguas e espaços aos três luzes que se esquivavam dos ataques das servas da sombra. Exaustas, as starlights, tentavam se levantar para continuar a lutar mas as suas reversas estavam nos limites. Poderia ser o fim para todas, o fim da terra, o principio de um reino de ódio e de terror como havia se instaurado no futuro, precisamente no século XXX. Voltou a brilhar intensamente, ofuscando tudo e todos, do meio do feixe de luz surgiu uma voz:
- Starlights Royal Straight Flush! – Gritou a presença misteriosa
Aquele ataque tão poderoso que derrubara Lethe e Mnemosyne num piscar de olhos era sonho tornado realidade para Taiki, Seiya e Yaten, a sua missão estava terminada, haviam encontrado a sua princesa. O que fariam agora? Iriam partir ou ficar ajudar a libertar a Terra? Na realidade Seiya prometera a si mesmo que encontraria o seu pudinzinho apesar de saber que não iria ter hipóteses, os seus sentimentos não tinham mudado, isso irritava Haruka e os seus companheiros. Todos sabiam que se eles ficassem juntos, podiam acontecer distúrbios irremediáveis no espaço-tempo que ninguém conseguiria fixar. Provavelmente só Plutão poderia fixá-los. Maria e Ami percebiam agora que na realidade eles apenas se interessavam pela sua princesa, que estavam apaixonados por ela.
*
Num ponto distante a sombra estava abespinhada pelos constantes falhanços das suas servas. Só lhe restava mais duas: Metal Papillon e Mistress 9. Estava a ficar sem recursos para as derrotar. Muito pensativo na sala quando Metal Papillon interrompeu:
- Meu amo…
- Que é queres? – Respondeu a sombra rusticamente – Como te atreves a interromper o meu pensamento?
Metal Papillon ficara, pasma com a resposta do seu amo, mas mesmo assim falou:
- Meu Amo deixe-me tratar delas, eu juro pela minha vida que as derroto! – Exclamava a serva
- Muito bem… - Respondera ela. – Se falhares como todas elas morrerás, pagarás caro, pagarás pela tua vida. Lembram-te que prometeste… - Sim meu amo… - Respondera afirmativamente depois de engolir em seco com receio, não esperava que o seu amo levasse isso tão seriamente. Retirara-se deixando novamente perdido nos seus pensamentos. A sombra mais uma vez via a imagem de Bunny Tsukino. Faltavam poucas pétalas para que o poder do Chaos controlasse definitivamente Gonçalo. O destino da Terra aproximava-se

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com rapidez e com Bunny presa nada se podia fazer a não ser esperar alguma coisa acontecesse. O mistério do cristal prateado ainda estava por desvendar. Onde estaria ele? Diariamente as guerreiras colocavam a si próprias a questão irrespondível. Hipótese mais concreta era o que o cristal estivesse no ponto onde estaria a sombra, mas para isso tinham de descobrir o caminho para lá.
No ponto D, mais precisamente nos calabouços onde estavam presos Diamante e Princesa Serenidade….
- Princesa estás cada vez mais bela. Tão bela como a tua mãe… - Dizia Diamante enquanto se aproximava a sua cabeça à de Bunny
- Diamante pára… - Dizia ela tentando que parasse
- Não posso parar, princesa há muito que espero por isto… - Respondera Diamante dando-lhe um beijo. Talvez Diamante estivesse mesmo apaixonado por ela. Bunny não pode fazer nada a não ser se entregar a um beijo de uma personagem que outrora tinha sido inimigo mas que agora estava ali com ela mostrando-lhe o seu lado bom. O tal beijo despertara uma reacção esquisita na sombra, Gonçalo voltara a sobrepor-se ao poder do Chaos, mas desta vez estava arreliado, deslocou-se até ao local onde estavam. O seu ódio crescia-lhe pela veias do nada atacou Diamante.
- Como pudeste fazer-me isto Bunny? Beijar o teu inimigo? Traidora…. – dizia Gonçalo visivelmente furioso.
- Gonçalo contínuo a amar te. O Diamante mostrou-me o seu lado bom e meigo. O beijo não significou nada eu pensei em ti sempre Gonçalo. - Respondera Bunny com lágrimas as escorrem-lhe pela sua face pálida e exausta mas que ao mesmo tempo bela
- Mentirosa!!!! Raios Negros….
Diamante pusera-se em frente de Bunny
- Eu beijei-a pois eu amo-a! Uma coisa que não sabes fazer, tu na realidade não sabes o que é amor, se realmente soubesses não a terias a atacado…
Gonçalo caíra de joelhos no chão, o que ele acabava de lhe dizer tinha um pingo de verdade, no entanto Chaos voltou a tomar Gonçalo e dissera:
- Estúpido! Também não és exemplo para ninguém tentaste conquistar a Terra e raptá-la…
- Eu sempre a amei e tinha de a ter custo o que custasse... – Respondera Diamante com convicção
- Ah, Ah, Ah – Ria-se a Sombra – Patético
- Adeus princesa, foi bom conhecer-te….
Diamante lutara contra a sombra mas acabara por morrer por amor. Bunny estava lavada em lágrimas, não queria acreditar que alguém ainda há alguns meses seria seu inimigo e agora lutava para salvar a sua vida. Acto bonito que poucos teriam feito por ela a não ser as suas amigas e o seu amado que agora estava à sua frente cada vez mais forte e mais frio, cada vez mais controlado pelo poder negro do caos que se apodera dele, retirou-se deixando a só na solidão. A ver os factos estava Mistress o que teria ela em mente?
No ponto D, mais precisamente nos calabouços onde estavam presos Diamante e Princesa Serenidade….
- Princesa estás cada vez mais bela. Tão bela como a tua mãe… - Dizia Diamante enquanto se aproximava a sua cabeça à de Bunny
- Diamante pára… - Dizia ela tentando que parasse
- Não posso parar, princesa há muito que espero por isto… - Respondera Diamante dando-lhe um beijo. Talvez Diamante estivesse mesmo apaixonado por ela. Bunny não pode fazer nada a não ser se entregar a um beijo de uma personagem que outrora tinha sido inimigo mas que agora estava ali com ela mostrando-lhe o seu lado bom. O tal beijo despertara uma reacção esquisita na sombra, Gonçalo voltara a sobrepor-se ao poder do Chaos, mas desta vez estava arreliado, deslocou-se até ao local onde estavam. O seu ódio crescia-lhe pela veias do nada atacou Diamante.
- Como pudeste fazer-me isto Bunny? Beijar o teu inimigo? Traidora…. – dizia Gonçalo visivelmente furioso.
- Gonçalo contínuo a amar te. O Diamante mostrou-me o seu lado bom e meigo. O beijo não significou nada eu pensei em ti sempre Gonçalo. - Respondera Bunny com lágrimas as escorrem-lhe pela sua face pálida e exausta mas que ao mesmo tempo bela
- Mentirosa!!!! Raios Negros….
Diamante pusera-se em frente de Bunny
- Eu beijei-a pois eu amo-a! Uma coisa que não sabes fazer, tu na realidade não sabes o que é amor, se realmente soubesses não a terias a atacado…
Gonçalo caíra de joelhos no chão, o que ele acabava de lhe dizer tinha um pingo de verdade, no entanto Chaos voltou a tomar Gonçalo e dissera:
- Estúpido! Também não és exemplo para ninguém tentaste conquistar a Terra e raptá-la…
- Eu sempre a amei e tinha de a ter custo o que custasse... – Respondera Diamante com convicção
- Ah, Ah, Ah – Ria-se a Sombra – Patético
- Adeus princesa, foi bom conhecer-te….
Diamante lutara contra a sombra mas acabara por morrer por amor. Bunny estava lavada em lágrimas, não queria acreditar que alguém ainda há alguns meses seria seu inimigo e agora lutava para salvar a sua vida. Acto bonito que poucos teriam feito por ela a não ser as suas amigas e o seu amado que agora estava à sua frente cada vez mais forte e mais frio, cada vez mais controlado pelo poder negro do caos que se apodera dele, retirou-se deixando a só na solidão. A ver os factos estava Mistress o que teria ela em mente?

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Capítulo XIII
“A Revolta de Mistress. A Batalha final”
“A Revolta de Mistress. A Batalha final”
Mistress vira tudo aquilo. Que pensaria? Estaria a guerreira da morte e da escuridão a lutar com o poder maléfico dentro de si? Na verdade Mistress, depois de ter ouvido as palavras que Bunny pronunciara, andara um pouco estranha, pensativa, falara para ela própria:
- Sinto-me só… Porquê, porquê? Será que ela tem razão? A Solidão, a negrura da escuridão leva-me por caminhos desconhecidos, será este o meu verdadeiro eu? Estarei destinada à maldade, à dor, ao sofrimento dos outros? Porque estou aqui, porquê? O que me aconteceu?....
As grandes portas do salão abriram-se, do escuro surge uma personagem repleta maldade, de ódio disposta a conquistar a terra. Dirigiu-se a Mistress dizendo-lhe:
- Este é o teu destino…!
Seguidamente dirigiu-se às janelas abrindo os braços, dissera:
- O TEU DESTINO É A MALDADE, É ESPALHAR ÓDIO E SOFRIMENTO A QUEM SE ATREVA A DESAFIAR-NOS. O TEU DESTINO É ESPALHAR O TERROR EM TODO O UNIVERSO, O TEU DESTINO É A MORTE…
- Sim meu amo… - dissera Mistress hipnotizada pelo o poder maléfico da sombra
- AGORA SACRIFICA-TE PELO TEU AMO! VAI….!!!!!!! – Ordenara Gonçalo cada vez mais possuído pelo poder negro que há alguns meses, invadira a Terra
Fortes tempestades invadiram o Japão, Nevões assolavam o hemisfério sul. A seca palmilhava por todos os países do hemisfério norte. Fortes trovões destruíam prédios, moradias, escolas, matavam os pobres terrestres. Os incêndios alastravam agora por todas as cidades do Japão, um manto negro começava cobrir definitivamente a Terra, no alto estava Mistress, hipnotizada pelo seu amo sacrificava-se por ele sem noção das consequências que iria quando ela morresse.
- Meninas olhem! É a Octávia… - Exclamara Joana
- Octávia desde daí! Por Favor … - Pedia Rita
- EU SOU A MISTRESS!
- Octávia peço-te por favor desde daí! – Dissera Tomoe. Tomoe, estava visivelmente pálido, a sua respiração era ofegante como tivesse percorrido quilómetros. Na realidade fizera isso mesmo, preocupado com a actual situação e sabendo do que se tratava seguira-as até aquele sítio.
Os braços de Mistress descaíam a pouco e pouco, os seus poderes também descaiam, estariam as palavras que seu pai proferira a sortir efeito? Mistress 9 reconhecia a voz, reconhecia o seu pai, mas o poder maléfico dentro de si controlava-a cada vez mais. No céu negro a sombra dissera:
- NÃO MISTRESS! A TUA FAMÍLIA SOU EU, ELES ODEIAM-TE. AGORA DESTROI TUDO À TUA VOLTA SACRIFICA-TE…. AH, AH, AH…

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Longe dali, lágrimas escorriam pela face esgotada, pálida de Bunny. Desejava do fundo do seu coração que Octávia não fizesse aquilo. Ela, possuída pelo poder maligno se tinha instaurado por Kaorinite há algum tempo atrás que apanhara todos de surpresa, seguira as ordens do seu amo.
- Por favor! Não faças isso vais morrer… - Gritava Mariana ferida
- Porque não haveria de o fazer? Se já não tenho quem se preocupe comigo, se já não tenho quem goste de mim… - Dizia Mistress
- Isso é mentira Octávia, nós gostamos todos muito de ti! – Tentava Haruka que a sua amiga caísse em si e na razão
- CALEM-SE!!! – Dissera Mistress irritada. Atacara com o seu cabelo longo falhando o alvo. Estava cada vez mais infrutuosa e cada vez mais abespinhada. Atacava sem dar tréguas às outras navegantes que apenas se limitavam a fugir do seu cabelo longo que ansiava por matar quem se atrevesse a fazer-lhe frente. Do nada ataques surgiram, um deles era de uma princesa, que as guerreiras pensavam que poderia ser a sua princesa mas na realidade era a sailor Kakyuu, que dissera:
- Starlights Royal Straight Flush!
As cartas em círculo, que dançavam à sua volta, cortando o ar e movendo-se rapidamente atingiram Mistress mas nada lhe acontecera. Espantadas com a resistência da sua inimiga, pensavam o que poderiam fazer para a derrotar mas sem sucesso pois os sucessivos ataques de Mistress perturbavam-lhes os seus pensamentos e a sua concentração.
- Meninas a única maneira é atacá-la! – Comentava Aya
- Mas não surtem efeito, a Kakyuu atacou-a e… - Respondia a guerreira de Vénus
- E nada Joana. Eu vou atacar. Brilho solar! – A guerreira do sol atacara sem demoras a sua oponente, contudo Mistress desviara-se com rapidez.
De facto Joana tinha razão nenhum ataque mesclava efeito, a velocidade com que Mistress se movimentava-se no ar o a tornava num alvo inatingível para as guerreiras navegantes que apenas se limitavam a vê-la nos céus cobertos de ódio e escuridão.
- Pensam que me vencem? Estúpidas! – Dizia Mistress com um tom cínico – Não perdem pela demora.... A Terra vai ser minha… Ah, Ah, Ah…
- Mistress obedece-me! Obedece ao teu amo… - Arriscara a sombra controlá-la mas sem sucesso. O seu poder aumentara em segundo, ficara ainda mais forte que o seu amo que espantado com tamanho poder ficara olhar sem saber o que fazer.
- Tu não és meu amo! Tu não és ninguém, agora quem manda sou eu e vou conquistar a Terra e matar-vos a todos… Ah… Ah…Ah. – Ria-se Mistress
- Não podes fazer isso Octávia - Dissera a guerreira dos céus. Haruka pusera-se em frente da sombra. - Temos uma missão proteger o Rei Endymion!
- Tolas! Vou-vos matar a todos – Dissera Mistress num tom severo – O primeiro serás tu!
O cabelo longo fora direito a Gonçalo que o puxou para perto de Mistress.
- Queres dizer as tuas últimas palavras antes de morreres? – Perguntara ela
- Bunny amo-te… - Dissera Gonçalo derramando uma lágrima minutos antes de fechar os seus belos olhos azuis
- Por favor! Não faças isso vais morrer… - Gritava Mariana ferida
- Porque não haveria de o fazer? Se já não tenho quem se preocupe comigo, se já não tenho quem goste de mim… - Dizia Mistress
- Isso é mentira Octávia, nós gostamos todos muito de ti! – Tentava Haruka que a sua amiga caísse em si e na razão
- CALEM-SE!!! – Dissera Mistress irritada. Atacara com o seu cabelo longo falhando o alvo. Estava cada vez mais infrutuosa e cada vez mais abespinhada. Atacava sem dar tréguas às outras navegantes que apenas se limitavam a fugir do seu cabelo longo que ansiava por matar quem se atrevesse a fazer-lhe frente. Do nada ataques surgiram, um deles era de uma princesa, que as guerreiras pensavam que poderia ser a sua princesa mas na realidade era a sailor Kakyuu, que dissera:
- Starlights Royal Straight Flush!
As cartas em círculo, que dançavam à sua volta, cortando o ar e movendo-se rapidamente atingiram Mistress mas nada lhe acontecera. Espantadas com a resistência da sua inimiga, pensavam o que poderiam fazer para a derrotar mas sem sucesso pois os sucessivos ataques de Mistress perturbavam-lhes os seus pensamentos e a sua concentração.
- Meninas a única maneira é atacá-la! – Comentava Aya
- Mas não surtem efeito, a Kakyuu atacou-a e… - Respondia a guerreira de Vénus
- E nada Joana. Eu vou atacar. Brilho solar! – A guerreira do sol atacara sem demoras a sua oponente, contudo Mistress desviara-se com rapidez.
De facto Joana tinha razão nenhum ataque mesclava efeito, a velocidade com que Mistress se movimentava-se no ar o a tornava num alvo inatingível para as guerreiras navegantes que apenas se limitavam a vê-la nos céus cobertos de ódio e escuridão.
- Pensam que me vencem? Estúpidas! – Dizia Mistress com um tom cínico – Não perdem pela demora.... A Terra vai ser minha… Ah, Ah, Ah…
- Mistress obedece-me! Obedece ao teu amo… - Arriscara a sombra controlá-la mas sem sucesso. O seu poder aumentara em segundo, ficara ainda mais forte que o seu amo que espantado com tamanho poder ficara olhar sem saber o que fazer.
- Tu não és meu amo! Tu não és ninguém, agora quem manda sou eu e vou conquistar a Terra e matar-vos a todos… Ah… Ah…Ah. – Ria-se Mistress
- Não podes fazer isso Octávia - Dissera a guerreira dos céus. Haruka pusera-se em frente da sombra. - Temos uma missão proteger o Rei Endymion!
- Tolas! Vou-vos matar a todos – Dissera Mistress num tom severo – O primeiro serás tu!
O cabelo longo fora direito a Gonçalo que o puxou para perto de Mistress.
- Queres dizer as tuas últimas palavras antes de morreres? – Perguntara ela
- Bunny amo-te… - Dissera Gonçalo derramando uma lágrima minutos antes de fechar os seus belos olhos azuis

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