Eterna Sailor Moon
- Aqui têm o vosso protegido, o vosso rei – Dissera Mistress enquanto atirava o corpo morto de Gonçalo para o pé das navegantes que derramavam lágrimas de sofrimento e dor. O poder negro do Chaos saíra do seu corpo alojando-se no corpo de Mistress tornando-a ainda mais forte.
Incrédulas e ainda em choque pelo que tinham acabado de ver estavam incapazes de proferir uma palavra ou de se mover para onde fosse.
Na base dos inimigos, Bunny ajoelhada no chão soluçava lavada em lágrimas pelo o que vira. Seria a segunda vez que perdia alguém tão importante como o Gonçalo era. Pela janela poderia ouvir os gritos de dor das suas amigas, sentia-se uma inútil sem poder fazer nada, sem poder salvar aqueles que ama, talvez Mistress tirvess razão – pensava ela – era uma inútil, fugia das responsabilidades, tinha sempre alguém que fizesse as coisas por ela e a cena que Bunny via era a verdade, as suas amigas estavam a lutar até à morte para a salvar e até mesmo para a encontrar.
Lá em baixo, Mistress cinicamente resolve dizer:
- Não me dão prazer. Se eu fizesse sofrer a vossa princesa talvez me divertisse ainda mais
Mistress partira em direcção ao local onde Bunny estava presa, outras seguiram-na sem demora.
A meio do caminho as guerreiras deixaram de ver a sua inimiga. Estavam rodeadas de uma imensa escuridão onde a única coisa que lhe dava alguma cor seria a neve que abundava em todo o lado.
- Brrr… que frio! – Queixava-se Joana
- Joana, esta não é a altura para te queixares de frio! – Respondia Rita
- Pois mas tu também estás agarrada a mim a bater o dente… hi, hi, hi – Dizia Joana com um riso entre lábios
- É muito bonito brincarmos com as amigas mas temos uma missão: salvar a vossa princesa – Retorquiu Aya
- Tens razão… Vamos embora.
Percorreram todos os caminhos cobertos de neve. Estavam presas numa espécie de labirinto escuro, andavam em círculos há minutos ou talvez há horas, não conseguiam sair dali até que finalmente deram com algo.
- Meninas olhem ali! – Apontava Joana
- Será que a Bunny está ali? – Perguntava Maria
- Por que não vamos averiguar? – Sugeria Ami – Pelo que vejo no meu mini computador existe duas grandes forças presentes ali
- Eu sinto duas áureas… a Bunny está ali, tenho a certeza – Confirmava Rita
Partiram para o alto. Lá no alto Mistress arreliada pelo sucesso das navegantes decidiu atacar:
- Raios Negros ataquem! Agora quero ver se a tuas amigas conseguem escapar!
Fortes raios caíam criando buracos no chão. Cada raio era mais forte que o outro anterior, apenas poderiam escapar aos raios nada mais poderiam fazer a não ser tentar ultrapassar e seguir em frente.
Finalmente chegaram ao topo, onde se encontrava Bunny e Mistress.
- Conseguiram chegar aqui, parabéns! Chegou a vossa hora… - Dissera Mistress
- Mistress basta! – Dissera Bunny
Mistress olhara espantada para Bunny.
- Octávia, nós somos tuas amigas! Pára já com isso! – Gritava Bunny
- Tola! AS TUAS AMIGAS VÃO MORRER! – Atacava Mistress
Bunny, sentia uma pontada no peito, uma dor, um sofrimento causado pela Mistress. Mistress cheia de ódio de maldição tinha as matado. Uma luz brilhante, ofuscante saíra do corpo de Bunny, o seu cristal saíra do seu peito, pegou-lhe e levantou-se caminho com ele na mão até Mistress, dissera:
- Octávia… Tu não és má tens o teu pai tens a todas nós, por favor volta a ser o que eras! Deixa-me purificar-te, por favor
- NÃO CALA-TE SUA ESTÚPIDA! VAIS MORRER! – Gritava Mistress
- Por favor…. – Tentava Bunny proferir algumas palavras. Os longos cabelos do inimigo apertaram mais o pescoço de Bunny que soltou um grito. A luz do cristal Prateado era cada vez mais poderosa, rodeou Bunny e Mistress unindo-as numa só pessoa por minutos.
No fim só restava Bunny. Levantou o seu cristal e disse:
- E sacrifico-me por toda a gente na terra! Leva-me contigo em troca dá vida às minhas amigas e todos os que morreram. Com a minha semente genuína purifica todos os inimigos…
Incrédulas e ainda em choque pelo que tinham acabado de ver estavam incapazes de proferir uma palavra ou de se mover para onde fosse.
Na base dos inimigos, Bunny ajoelhada no chão soluçava lavada em lágrimas pelo o que vira. Seria a segunda vez que perdia alguém tão importante como o Gonçalo era. Pela janela poderia ouvir os gritos de dor das suas amigas, sentia-se uma inútil sem poder fazer nada, sem poder salvar aqueles que ama, talvez Mistress tirvess razão – pensava ela – era uma inútil, fugia das responsabilidades, tinha sempre alguém que fizesse as coisas por ela e a cena que Bunny via era a verdade, as suas amigas estavam a lutar até à morte para a salvar e até mesmo para a encontrar.
Lá em baixo, Mistress cinicamente resolve dizer:
- Não me dão prazer. Se eu fizesse sofrer a vossa princesa talvez me divertisse ainda mais
Mistress partira em direcção ao local onde Bunny estava presa, outras seguiram-na sem demora.
II
A meio do caminho as guerreiras deixaram de ver a sua inimiga. Estavam rodeadas de uma imensa escuridão onde a única coisa que lhe dava alguma cor seria a neve que abundava em todo o lado.
- Brrr… que frio! – Queixava-se Joana
- Joana, esta não é a altura para te queixares de frio! – Respondia Rita
- Pois mas tu também estás agarrada a mim a bater o dente… hi, hi, hi – Dizia Joana com um riso entre lábios
- É muito bonito brincarmos com as amigas mas temos uma missão: salvar a vossa princesa – Retorquiu Aya
- Tens razão… Vamos embora.
Percorreram todos os caminhos cobertos de neve. Estavam presas numa espécie de labirinto escuro, andavam em círculos há minutos ou talvez há horas, não conseguiam sair dali até que finalmente deram com algo.
- Meninas olhem ali! – Apontava Joana
- Será que a Bunny está ali? – Perguntava Maria
- Por que não vamos averiguar? – Sugeria Ami – Pelo que vejo no meu mini computador existe duas grandes forças presentes ali
- Eu sinto duas áureas… a Bunny está ali, tenho a certeza – Confirmava Rita
Partiram para o alto. Lá no alto Mistress arreliada pelo sucesso das navegantes decidiu atacar:
- Raios Negros ataquem! Agora quero ver se a tuas amigas conseguem escapar!
Fortes raios caíam criando buracos no chão. Cada raio era mais forte que o outro anterior, apenas poderiam escapar aos raios nada mais poderiam fazer a não ser tentar ultrapassar e seguir em frente.
Finalmente chegaram ao topo, onde se encontrava Bunny e Mistress.
- Conseguiram chegar aqui, parabéns! Chegou a vossa hora… - Dissera Mistress
- Mistress basta! – Dissera Bunny
Mistress olhara espantada para Bunny.
- Octávia, nós somos tuas amigas! Pára já com isso! – Gritava Bunny
- Tola! AS TUAS AMIGAS VÃO MORRER! – Atacava Mistress
Bunny, sentia uma pontada no peito, uma dor, um sofrimento causado pela Mistress. Mistress cheia de ódio de maldição tinha as matado. Uma luz brilhante, ofuscante saíra do corpo de Bunny, o seu cristal saíra do seu peito, pegou-lhe e levantou-se caminho com ele na mão até Mistress, dissera:
- Octávia… Tu não és má tens o teu pai tens a todas nós, por favor volta a ser o que eras! Deixa-me purificar-te, por favor
- NÃO CALA-TE SUA ESTÚPIDA! VAIS MORRER! – Gritava Mistress
- Por favor…. – Tentava Bunny proferir algumas palavras. Os longos cabelos do inimigo apertaram mais o pescoço de Bunny que soltou um grito. A luz do cristal Prateado era cada vez mais poderosa, rodeou Bunny e Mistress unindo-as numa só pessoa por minutos.
No fim só restava Bunny. Levantou o seu cristal e disse:
- E sacrifico-me por toda a gente na terra! Leva-me contigo em troca dá vida às minhas amigas e todos os que morreram. Com a minha semente genuína purifica todos os inimigos…
Uma voz do nada surgira confirmando o último desejo daquela que para sempre ficou eterna…

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