Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Erros de português mais frequentes

#21
zirateb escreveu:um erro frequente que vi nas ordens de serviço da minha escola foi o erro "dum" e "duma" em vez de escrever de um e de uma...

Isso acho que é correcto, é uma conjugação de uma preposição (de) com um artigo (um). Também fazemos isso com o "do", "da"... no fundo, está correcto, apesar de dar um tom talvez mais informal, como disse a Ayame.

E por falar nisso, aproveito também para esclarecer aquilo do "há" e "à":

Hikari escreveu:
Ice Moon escreveu: E depois são aqueles casos de "há" e "á"
Não seria antes "?

O primeiro é uma conjugação do verbo haver, por exemplo:

Existem muitas árvores aqui. = muitas árvores aqui.

O segundo é novamente uma contracção da preposição "a" com o artigo definido "a". Por exemplo:

Vou à escola = Vou a... + ... a escola
Vou ao banco = Vou a... + ...o banco

Por exemplo, os brasileiro, em vez de usarem a preposição "a" usam "em" e fica:

Vou na escola = Vou em... + ... a escola
Vou no banco = Vou em... + ...o banco


Ice Moon:
Acho que o "á" não existe, pelo menos assim sozinho... só se for em interjeições, mas aí acho que o mais correcto seria o "Ah". Mas não tenho a certeza, também.
The Moon will rise, the Sun will set...
...but I won't forget...
#22
Existe o "a" com acento grave e com acento agudo
E o "Ah" normalmente significa uma expressão de surpresa
Pelo menos foi o que o meu professor de português disse Embaracoso''
#23
ice-chan quere-me cá parecer que á nao existe. só existe há e à

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Novas novidades irão aparecer fica atento :) 
#24
Pois, penso que deve ser isso zir-san Embaracoso
Mas tenho uma vaga ideia de já ter visto frases com "á" Embaracoso'', mas pronto, isso eu depois vejo lol
#25
nao existe nao. as frases que tu leste foram frases com erros pk muita gente se engana e escrevem com á em de vez de à que é a forma correcta

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#27
Ice Moon escreveu:
Açoreano - Açoriano
A minha professora de português do 9ºano disse-me que se podia escrever de ambas as maneiras ô_o
É apenas opcional! D:
#28
Vanilla, há pouco tempo tb tive a dúvida sobre isso do açoreano/açoriano (acuso-me, até há pouco tempo escrevia "açoreano"), e fui pesquisar e de facto no dicionário aparecia como correcto "açoriano", assim como em vário sites de correcção de língua portuguesa, q alertava para esse erro frequente, e q deriva do facto de acharmos q deriva de "açores" ter um "e", e q só temos q acrescentar o "ano".
Bem, professores são professores, e n vou categoricamente dizer q a tua está errada, q deve ter estudado português mais tempo do q eu... Mas tb são humanos e de vez em qd enganam-se...


Ahhh!!! Obviamente q ia dizer as várias situações em q há erros no uso ou falta de hífen, mas de tão óbvia já foi dita por duas pessoas para casos diferentes!!! Very Happy Para quem tem dificuldade com isso, uma vez falaram-me numa mnemónica qq para ajudar... Mas como n tenho problemas, nunca confundi, nem a decorei... Mas procurem, deve haver por aí na net! :Embaracoso':

Ice Moon, a zir e a mesuneko têm razão. "á" n existe. Deves ter lido várias vezes, sim, mas é pq muitas pessoas escrevem errado. O q se calhar induz algumas pessoas como tu em erro pensando q existe... Mas não.

Sobre esse, alguns erros frequentes: "Cozido há portuguesa". MAL!!! Mas se disserem "HÁ cozido À portuguesa" já está bem. Very Happy "Há" é uma forma do verbo "haver", como já disseram, q serve para dizer q "existe", ou "existe neste momento". "À" é para indicar a forma como é feito, como se fosse "à moda portuguesa".
Um ainda mais frequente: "à dois anos". MAL! Neste caso tb se deve usar "há", forma do verbo "haver", pq se quer dizer q passaram dois anos desde qq coisa, existem dois anos desde esse acontecimento.

Adorei o tópico. Lado instrutivo do fórum. Very Happy

#29
mesuneko escreveu:
zirateb escreveu:um erro frequente que vi nas ordens de serviço da minha escola foi o erro "dum" e "duma" em vez de escrever de um e de uma...

Isso acho que é correcto, é uma conjugação de uma preposição (de) com um artigo (um). Também fazemos isso com o "do", "da"... no fundo, está correcto, apesar de dar um tom talvez mais informal, como disse a Ayame.

E por falar nisso, aproveito também para esclarecer aquilo do "há" e "à":

Hikari escreveu:
Ice Moon escreveu: E depois são aqueles casos de "há" e "á"
Não seria antes "?

O primeiro é uma conjugação do verbo haver, por exemplo:

Existem muitas árvores aqui. = muitas árvores aqui.

O segundo é novamente uma contracção da preposição "a" com o artigo definido "a". Por exemplo:

Vou à escola = Vou a... + ... a escola
Vou ao banco = Vou a... + ...o banco

Por exemplo, os brasileiro, em vez de usarem a preposição "a" usam "em" e fica:

Vou na escola = Vou em... + ... a escola
Vou no banco = Vou em... + ...o banco


Ice Moon:
Acho que o "á" não existe, pelo menos assim sozinho... só se for em interjeições, mas aí acho que o mais correcto seria o "Ah". Mas não tenho a certeza, também.

existe mas nao é correcto. em nenhum decumento escrito seja relatorios para escola ou outra coisa se deve escrever duma ou dum. a maioria das pessoas dizem de+uma tudo pegado acabando por escrever duma. eu tive de fazer um relatorio de final de curso e eu lembro-me de uma pessoa estar a corrigir o relatorio dos meus colegas e riscar o "dum" e o "duma". kasei eu sei que nao existe á fui eu que emendei a ice-chan

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#30
Eu sei, zir... Eu disse " a zir e a mesuneko têm razão"... Lê lá outra vez... Aquilo era para a Ice Moon... :Embaracoso':

#31
ok desculpa eu tava mais conecentrada a responder a mesuneko

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#32
Os açorianos dizem "açorEano" : |
Bah, a língua portuguesa é ambigua. E sim, também fui googlar no meu dicionário de língua portuguesa de 1998 ._. Dizia açoriano. lol
Agora não entendo a companhia de seguros "açoreana" ~.~
#33
Vanilla escreveu:Os açorianos dizem "açorEano" : |
Bah, a língua portuguesa é ambigua.
(...)
Agora não entendo a companhia de seguros "açoreana" ~.~
LoL muito bem visto, Vanilla! lol!

zirateb escreveu:existe mas nao é correcto. em nenhum decumento escrito seja relatorios para escola ou outra coisa se deve escrever duma ou dum.
Se existe, então é correcto. Não será provavelmente adequado para documentos mais formais e outras burocracias... Mas, por exemplo, em livros não técnicos (prosa, poesia, BD, ...) acho perfeitamente razoável a sua aplicação (se bem que, pessoamente, também não gosto de usar).
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#34
Aqui estão alguns erros comuns e não só.
Vão ter muito trabalho a ler isto, isto é se lerem Razz.


À, á, há ou ah?

* á ou à

Muitas pessoas têm dificuldade na colocação do acento no "a" e, erradamente, optam pelo acento agudo (´). Com efeito, sempre que se trate de utilizar a preposição "a" contraída com o artigo definido "a", o acento é grave.



Exemplificando: O João vai à feira = O João vai a(prep.) a(art.) feira

a + a = à



O acento grave só surge em mais seis palavras portuguesas. A saber:



às (a + as) Ex. Ele foi para casa às quatro horas.

àquele (a + aquele) Ex. Ele foi àquele sítio de que te falei.

àquela (a + aquela) Ex. Ela foi àquela conferência.

àqueles (a + aqueles) Ex. Eles foram àqueles bares famosos.

àquelas (a + aquelas) Ex. Elas foram àquelas lojas.

àquilo (a + aquilo) Ex. Não liques àquilo que ele disse.



Por isso não se enganem: este "á" não existe.

* à ou há

Já vimos de onde surgiu a palavra à. No entanto, ela é facilmente confundida com a sua homófona há. Ora, este segundo vocábulo, é uma forma do presente do indicativo (3.ª pessoa do singular) do verbo haver. Este verbo tem várias significações e uma das formas de termos a certeza de que se trata da forma verbal, é substitui-la por um sinónimo, como "existe".



Exemplificando: Ele disse que há/ à um acento na palavra

Ele disse que existe um acento na palavra

= Ele disse que há um acento na palavra.



O exemplo tenta demonstrar, que sendo possível substituir-se a palavra pela forma verbal "existe", ficamos a saber que devemos utilizar a forma do verbo haver, ou seja, "há".



Veja-se outro exemplo:

O João vai à/há escola.

O João vai existe escola (não faz sentido) = O João vai à escola.



No entanto, nem sempre este truque resulta. Assim, aconselho um outro: substituir a palavra por "havia". Se a frase ficar com sentido, é porque se trata da forma "há", caso contrário, será a palavra "à".

* E a forma "ah"?

"Ah" é uma interjeição exclamativa. Serve para exprimir admiração.

Ex. Ah, que bébé tão lindo!


Fonte: Em Português Correcto - VELHO & Em Português Correcto - NOVO


Mandado ou Mandato?

* A polícia revistou a casa do suspeito em cumprimento de um mandado/mandato de busca.

Mandato e mandado são palavras parónimas, isto é, parecidas na escrita e na pronúncia mas diferentes quanto ao significado.

Mandato é um substantivo que significa “autorização”, “poder que alguém confere a outrem para, em seu nome, praticar certos actos”; “procuração “; “delegação”; “ordem”; “sentença ou decreto”.

Mandado, além de adjectivo, pode ser substantivo significando “ordem judicial”: mandado de captura, de prisão, de detenção, de busca, etc.


Assim, dizemos:

- A polícia revistou a casa do suspeito em cumprimento de um mandado de busca.
- O Presidente cumpre um segundo mandato eleitoral.
- O juiz mandou emitir um mandado de captura.


Fonte: Em Português Correcto - VELHO & Em Português Correcto - NOVO


Com certeza ou concerteza?
A resposta é fácil: deve-se usar sempre duas palavras e nunca uma única.

Erros de português mais frequentes Concerteza

Erros de português mais frequentes Com20certeza

Fonte: http://embomportugues.blogs.sapo.pt/tag/com+certeza+ou+concerteza



Passas-te/Passaste; ficas-te/ficaste

Acabei de ler um artigo num blog, que não vou identificar, onde se fazia uma clara confusão entre estas formas.

Este é um erro muito frequente e facilmente resolvido se se souber pronunciar as palavras e onde recai o acento.

Assim, em "passas-te" e "ficas-te", o acento recai na primeira sílaba ("pá"; "fí") e em "passaste" e "ficaste", recai na segunda sílaba ("ssás" e "cás").

Recorrendo à gramática, "passas-te" é uma forma reflexa na 2.ª pessoa do singular do presente do indicativo. "Passaste" está no pretérito perfeito.

Assim:



Tu "passaste" o exame.

Tu "passas-te" quando vês aquela miúda!


Fonte: Em Português Correcto - VELHO & Em Português Correcto - NOVO


Ter de ou Ter que?

Qual será a forma correcta?

a) Tenho que me ir embora.
b) Tenho de me ir embora.

Escolheu “tenho que”? Pois é, realmente ouve-se tantas vezes este erro que até o tomamos como certo. Mas a frase correcta, neste caso, é a da alínea b). Vejamos porquê:


* Ter que usa-se no sentido de “ter algo para”. Usamos esta expressão quando antes do “que” podemos subentender as palavras “algo”, “coisa” ou “coisas.
* Ter de serve para exprimir “dever”, “obrigação”, “desejo” ou “necessidade” em relação a alguma coisa. Assim, tomando o exemplo inicial, “tenho de me ir embora” significa que se tem necessidade ou se é obrigado a ir embora.


Vejamos mais alguns exemplos:


* Tenho de estudar. = sou obrigado/ tenho necessidade de estudar

Tenho que estudar. = tenho muitas coisas para estudar


* Tenho que comer. = tenho alimentos para comer.

Tenho de comer. = tenho necessidade, ou devo comer.


Fonte: Em Português Correcto - VELHO & Em Português Correcto - NOVO


Aonde ou onde?

Onde = lugar em que/ em que (lugar). Indica permanência, o lugar em que se está ou em que se passa alguma coisa. Complementa verbos que exprimem estado ou permanência e que normalmente pedem a preposição em:

* Onde estás? – Em casa.
* Onde mora a Maria?
* Não entendo onde ele estava com a cabeça quando falou nisso.
* Não sei onde me apresentar nem a quem me dirigir.

Aonde = a que lugar. É a combinação da preposição a + onde. Indica movimento para algum lugar. Dá ideia de aproximação. É usado com os verbos ir, chegar, retornar e outros que pedem a preposição a. Exemplos:

* Sabes aonde eles foram? – Ao cinema.
* A mulher do século 21 sabe muito bem aonde quer chegar.
* Aonde nos levará esta discussão?
* Estavam à deriva, sem saber aonde ir.
* Há lugares no universo aonde não se vai sozinho.


Fonte: Em Português Correcto - VELHO & Em Português Correcto - NOVO


"Porque" ou "Por que"?

A distinção entre estas duas expressões é menos difícil do que se possa pensar.

Porque é uma conjunção causal com o sentido de por qual motivo.
Por que trata-se da preposição por mais o determinante relativo que. Se for possível substituir a expressão por pelo qual, pela qual, pelos quais ou pelas quais, então deve-se usar os dois vocábulos.

Exemplos:
Não sei porque te foste embora (=por qual motivo)
Não sei por que razão te foste embora (=pela qual)

Quanto à frase interrogativa, regra geral usa-se a palavra única, à excepção de quando esta é acompanhada de substantivo. Exemplos:

Porque vieste? (=Por qual motivo vieste?)
Por que motivo vieste?

Fonte: Em Português Correcto - VELHO & Em Português Correcto - NOVO

A língua portuguesa é muito traiçoeira Very Happy. Vejam se esta explicação é melhor:

porque / por que, porquê / por quê [Sintaxe / Ortografia]
Qual é a distribuição dos usos de porque, porquê, por que e por quê?
(...)

Em português europeu, a confusão gráfica entre porque e por que deve-se à dificuldade em distinguir algumas construções (...). As principais construções passíveis de gerar confusão são as que se apresentam de (1) a (5).

(1) Orações subordinadas causais introduzidas pela conjunção subordinativa causal porque: Não fizemos compras porque não tínhamos dinheiro.
(2) Orações coordenadas explicativas introduzidas pela conjunção coordenativa explicativa porque: Eles devem ter chegado, porque o cão está a ladrar.
A diferença entre as conjunções exemplificadas em (1) e (2)(...) é muito ténue.
Em (1) a oração subordinada (porque não tínhamos dinheiro) apresenta uma causa para a oração principal (não fizemos compras), depreendendo-se que o motivo para a ausência de compras foi a falta de dinheiro.
Em (2) a oração coordenada (porque o cão está a ladrar) apresenta uma explicação para a enunciação da primeira oração (eles devem ter chegado), não se depreendendo que o motivo de alguém ter chegado foi o facto de o cão ladrar, tratando-se apenas de uma dedução do emissor. (...).

(3) Orações interrogativas (directas e indirectas) introduzidas pelo pronome interrogativo porque: Porque esperas? Perguntei porque esperas.
Como no caso de outros pronomes interrogativos, a função de porque em (3) é questionar, neste caso a causa, sendo substituível por qual o motivo de/para, qual a causa de/para, qual a razão de/para. Assim, a pergunta Porque esperas? é parafraseável por Qual o motivo de estares à espera?. A resposta a esta interrogativa directa deve explicitar uma causa, sendo habitualmente introduzida pela conjunção causal referida em (1): - Espero porque o médico ainda não me chamou.

(4a) Orações interrogativas (directas e indirectas) que correspondem a um argumento introduzido pela preposição por seguida do pronome/determinante interrogativo que: Por que esperas? Por que peças trocaste os copos que recebeste no Natal? Perguntei por que esperas. Não sei por que peças trocaste os copos que recebeste no Natal.
A sequência por que não tem aqui qualquer valor de causa. (...). Assim, a pergunta Por que esperas? é parafraseável por Por que coisa esperas?.

(4b) Orações interrogativas (directas e indirectas) introduzidas pela preposição por seguida do determinante interrogativo que com nomes expressos como motivo, causa, razão: Por que motivo chegaram tarde? Indaguei por que motivo chegaram tarde.
Nestes casos, a sequência por que tem valor causal pois, ao contrário de (4a), a preposição por não pertence à regência do verbo (...). As respostas à interrogativa directa Por que motivo chegaram tarde? devem explicitar uma causa, sendo habitualmente introduzidas pela conjunção causal referida em (1): - Porque adormeceram.

(5a) Orações relativas introduzidas por uma preposição argumental por seguida do pronome relativo que: Chegou a encomenda por que esperava.
Tal como em (4a), em (5a) a preposição por é regida pelo verbo esperar e o pronome relativo que é o seu argumento nominal, sendo a sequência por que substituível por pela qual: Chegou a encomenda pela qual esperava.
(5b) Orações relativas introduzidas pela preposição por seguida do pronome relativo que: Explicaram o motivo por que chegaram tarde.
No caso de (5b), a preposição por não é regência do verbo chegar mas introduz um complemento circunstancial de causa (ex.: chegaram tarde por motivos alheios à sua vontade). Tal como em (5a), a sequência por que é substituível por pelo qual: Explicaram o motivo pelo qual chegaram tarde.


Após esta análise, e em jeito de resumo, no português europeu (de Portugal), a grafia porque é usada para explicitar uma causa, sendo substituível por pois, já que, visto que, dado que, uma vez que (cf. 1 e 2...) e quando é substituível por qual o motivo de (cf. 3...).

A grafia por que é usada quando antecede substantivos como razão, motivo, causa ou afins (cf. 4b) e quando é substituível pelo sintagma por que coisa (cf. 4a) ou por pelo qual/pela qual/pelos quais/pelas quais (cf. 5a e 5b).
(...).

Fontes: Público e Priberam Informática
http://ocantinhuo-da-dianuxka.blogspot.com/ ««««« Dianuxka blogspot.



#35
Fantástica compilação, Maston!
Tenho sempre dúvidas naquela do "ter de/ter que"... Embarassed mesmo depois de ler a regra (esqueço-me! LoL)!!!
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#36
Vanilla escreveu:Os açorianos dizem "açorEano" : |
Bah, a língua portuguesa é ambigua. E sim, também fui googlar no meu dicionário de língua portuguesa de 1998 ._. Dizia açoriano. lol
Agora não entendo a companhia de seguros "açoreana" ~.~

Os açorianos em geral n sei. Mas sei q todos não. Conheço alguns, e todos escrevem "açoriano" (aliás, tavam sempre a "bater-me" qd escrevia açoreano...)

#38
Legal! Dicas de Português diretamente de Portugal Very Happy

Confesso que já fui melhor nestas questões, mas aqui tenho medo de dar "pitaco", pq algumas expressões são diferentes, mas reparo erros como "Sailors". Culpa da maldita linguagem de internet, assassina o português, tadinho!

Aqui muitos escrevem o dito miguxês, aiiiixx miguuxxxa! Sem fAlAr NaS LeTrInHaS AxIm... hehehe. Nada contra, mas um pouco de bom senso vale nestas horas... hehehe...

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março Neutral
Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
#39
ahahahaha!!! chousenshi, n conhecia o termo "miguxês", mas tá muito bom!!! Digamos q é uma praga q assola também o território português!

Até percebo algumas abreviaturas, mas outras são de bradar aos céus. Por exemplo, trocar "c" por "k" ajuda exactamente a reduzir o q?!? o nº de letras é igual... E mesmo qd ajuda, algumas fazem-me comichões. Trocar "ch" po "x" ainda vai, mas "ss" por "x" é q me dá mesmo tiques nervosos...

#40
Kasei escreveu:ahahahaha!!! chousenshi, n conhecia o termo "miguxês", mas tá muito bom!!! Digamos q é uma praga q assola também o território português!

Até percebo algumas abreviaturas, mas outras são de bradar aos céus. Por exemplo, trocar "c" por "k" ajuda exactamente a reduzir o q?!? o nº de letras é igual... E mesmo qd ajuda, algumas fazem-me comichões. Trocar "ch" po "x" ainda vai, mas "ss" por "x" é q me dá mesmo tiques nervosos...

Pois é, Kasei. É que o termo se chama assim por conta dos chamados emos, que curtem música dita emocore. Exemplos: My Chemical Romance, Panic! At the disco, Fresno e Nx Zero (os dois últimos, brasileiros). São muito conhecidos por usarem roupas pretas, com tachinhas (misturando elementos punks), mas o que chama a atenção são os meninos de franjinha (chamam eles de emocinha). Como eles criaram o termo miguxo (uma mistura de amigo com Xuxo (personagem da Xuxa), eu acho), a linguagem ficou conhecida assim.

Claro que quem ler esta pequena explicação vai me chamar de preconceituosa, mas nada contra este tipo de coisa, são fases da vida, porém não devemos deixar que coisas do tipo atrapalhem nosso cotidiano. Gosto da música destes artistas, mas não preciso cortar meus pulsos e "eXXcrever" errado... hehehe

O duro é ver erros grotescos causados por isso nas redações de vestibular, coitados dos professores! hehe

Contudo, também tenho erros. Eu tenho a mania de repetir o mas diversas vezes, vou ter de parar com isso Laughing

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