Do Ódio ao Amor
Oi Daniela-chan!!
Esta espectacular sem duvida...
Estou de acordo contigo Haruka-chan...
A com cada um pior que o outro sinceramente...
Mas agora ela esta em Osaka e podera descançar um pouco,
quer dizer acho eu...
Fico a espera do proximo capitulo!!!
Esta espectacular sem duvida...
bem, e ainda por cima foi assediada pelo taxista!
o mundo anda perdido sem sombra de duvidas!
Estou de acordo contigo Haruka-chan...
A com cada um pior que o outro sinceramente...
Mas agora ela esta em Osaka e podera descançar um pouco,
quer dizer acho eu...
Fico a espera do proximo capitulo!!!

~♥ Aishiteru Tyki ♥ ~
~Domo Arigato Itoko-chan~
Capítulo III
Na manhã seguinte acordou por volta das 11:30, espreguiçou-se e foi directa para a casa de banho, para tomar um duche rápido e descer para a sala de pequenos-almoços. Caminhou até a recepção e entregou a chave para poder sair. Não fez o check-out pois não sabia se conseguiria arranjar casa logo no primeiro dia.
Andou a vaguear pelas várias ruas, olhando para as habitações à sua volta na esperança de encontrar publicidade para compra de imóveis.
Depois de andar cerca por 2 horas, já lhe começava a doer os pés e as esperanças já se estavam a perder.
«Estes sapatos pareciam ser tão confortáveis, mas enganei-me!» - Anuiu Bunny chorosa, até que olhou para o prédio que estava à sua frente.
Era um prédio de quatro andares, revestido em pedra clara, janelas brancas e cada uma com uma varada. Este prédio até estava rodeado de um belo quintal.
«Oh! Eu adorava morar aqui! Mas será que algum destes apartamentos está à venda? Hum… seria bom de mais…» Pensou ela, chegando-se para mais perto do prédio e reparando no papel que estava colado na porta.
“Vende-se apartamento do 4º andar. Contacto: 9098769098”
Bunny, sem mais demoras e sem pensar duas vezes, telefonou de imediato para o número e atenderam ao terceiro toque. Era uma voz masculina e calma.
- Bom dia, daqui fala Taiki, em que posso ajudar? – Perguntou ele
-Bo-bom dia! E-eu q-queria… eu… «Bunny, acalma-te! Estás extática! Acalma-te e fala como deve ser, por amor de Deus!»
-Sim??? Queria…
- … Saber se já tem comprador para o apartamento na rua Tiyo. – Perguntou ela, com esperança de que ainda estivesse à venda
- O apartamento ainda se encontra à venda! Está interessada em vê-lo? – Respondeu afável
-Sim estou!!! D-dá para marcarmos algo ainda hoje?
- Por mim, hoje é um bom dia para lhe mostrar o apartamento! – Afirmou – Posso ir ter consigo agora!
- Isso era óptimo! – Alegrou-se ela
- Então dentro de 15 minutos estarei aí, Até já – informou-a Taiki
- Até já. Muito obrigado! – E desligaram a chamada.
«Era tão bom se arranjasse hoje casa! Se por fora é assim, nem imagino como será por dentro! Ahhh! Estou tão ansiosa!» - Pensou Bunny quase dando pulos de alegria.
Bunny esperava ansiosa pelo Senhor Taiki, que lhe ia mostrar o apartamento de sonho… esperava ela.
Enquanto ele não chegava, ela olhou mais uma vez para aquela rua, e achou-a muito calma, o que era bom, pois não apreciava sítios com muita movimentação, apesar de ter estado nos EUA.
E passados alguns minutos chega Taiki, que fica impressionado com a bela mulher que tem à sua frente, decidindo então aproximar-se dela.
«Espero que seja esta, mas que beleza de mulher…», Pensou Taiki maravilhado e quase a babar-se. - Bom dia, sou Taiki – disse estendendo a mão para a cumprimentar – É a senhora que deseja ver o apartamento?
- Sim, sou eu, e por favor trate-me por Bunny – Pediu ela estendendo também a sua mão, correspondendo ao cumprimento.
Taiki era alto e magro, vestia umas calças formais cinzentas escuras e uma camisa de manga curta branca, o seu cabelo era castanho e comprido e prendia a meio, como um rabo-de-cavalo. Tinha os olhos de um azul claro, como se fosse a cor do céu.
Bunny reparara que Taiki a olhava da cabeça aos pés e sentia-se embaraçada.
«Será que estou demasiado provocante?» - Pensou ela
Bunny estava com um vestido lindo lilás clarinho justo à sua cinta e ia alargando aos pouco até meia perna e umas sandálias brancas de salto raso.
Taiki parou de a mirar e olhou para os olhos dela.
«Que olhos lindos, tão grandes e azuis que me perco neles. »,- Pensou, mas abanou a cabeça para afastar aqueles pensamentos.
- Bem Bunny quer subir para ver o apartamento?
- Sim vamos. - Respondeu entusiasmada
À medida que iam subindo as escadas Taiki tentou meter conversa com a Bunny. Não era todos os dias que ele encontrava uma beldade daquelas, e não naquelas circunstancias e que ainda por mais, não aparentava ter um anel de compromisso.
- O apartamento que está a venda é o do 4º andar, espero que não se importe de subir todas estas escadas – E sorriu
- Não me importo nada, até faz bem – Ironizou ela.
Então chegaram ao último andar e Taiki tirou umas chaves do bolso das suas calças e abriu a porta.
A princípio Bunny não repara muito bem naquilo que via mas depois…
- É lindo – disse espantada.
Bunny era uma rapariga simples, por isso se nada fosse muito exuberante ela adorava. E aquele apartamento era tão simples que ela se apaixonou mal entrou.
O hall e a sala eram um compartimento junto, a cor das paredes eram brancas claro e o chão era parquet, um tom clarinho que condizia muito bem com as paredes, o rodapé era também revestido a parquet. A sala parecia quase vazia, apenas lá existia um sofá (que a fez enrugar o nariz porque não gostava nada dele) e uma mesa com quatro cadeiras. Então Bunny decidiu ir ver os outros compartimentos da casa.
A casa de banho era razoável, numa das paredes tinha uma pequena janela, tinha um pollivan azul claro, um lavatório branco e uma sanita branca com tapa da mesma cor do pollivan. O mosaico do chão e das paredes era branco.
Bunny tentou memorizar-se de que não se podia esquecer de comprar uma bela cortina para aquela janelinha.
De seguida foi ao quarto, as paredes eram beges, um tom muito clarinho, e também o chão era em parquet mas de um tipo diferente do da sala. Num dos lados do quarto havia uma daquelas portas de correr e Bunny conseguia ver a varanda através do vidro.
E por fim foi a cozinha que era do lado oposto aqueles que tinham ido, teria de passar novamente pela sala.
A cozinha era maior do que a sua anterior, tinha duas janelas, o chão era mosaico cinzento claro e as paredes azulejo branco com uma linha cinzenta clara mais ou menos a meio. Estava apenas equipada com um lindo balcão, o tampo era também cinzento claro e o resto era madeira clarinha.
Voltaram novamente à sala e Bunny olhou novamente à sua volta.
- É fantástico – disse Bunny.
Durante este tempo todo Taiki andava sempre atrás dela sem dizer uma palavra preferia vê-la maravilhada com aquele apartamento.
- Ainda bem que gosta – disse Taiki amavelmente – Devo também informá-la que tem uma garagem subterrânea e piscina privada.
- A sério? – Perguntou fascinada – Estou cada vez mais impressionada. Vou ficar com ele. – Disse olhando mais uma vez para o seu apartamento de sonho.
- Muito bem, então ainda hoje passe pela imobiliária, eu vou lá estar desde as 15:00 até as 18:00 – Informou-a – Assim tratamos da papelada toda e pode mudar-se para aqui já amanhã.
- Isso era mesmo muito bom, nem sabe como me sinto contente por sabê-lo – Respondeu ela
Despediram-se e cada seguiu o seu caminho, Bunny olhou para o relógio que marcava as 13:30.
«Tenho de ir almoçar mas onde?» - Perguntou-se
Dirigiu-se ao hotel para perguntar a recepcionista um bom restaurante para almoçar, e esta deu-lhe alguns nomes e indicações para lá chegar.
Bunny escolheu um deles e foi até lá. Era um restaurante simples, tal como ela gostava.
Pediu arroz de pato e uma água e esperou para que levassem o pedido.
«Hoje à tarde já vou para a minha nova casa, isto merecia uma comemoração», pensou, mas de seguida ficou triste, pois não tinha ninguém com quem comemorar.
Após o almoço, Bunny dirigiu-se à imobiliária para assinar os papéis para compra/venda do apartamento. Ela apesar de voluntária, tinha bastante dinheiro, desde que os pais faleceram que ela recebeu uma grande herança da parte deles, e de vez em quando, lá encontrava uma tarefa para fazer que a ajudava a ganhar mais algum.
Por outro lado, Taiki não podia deixar escapar esta oportunidade de conhecer melhor Bunny, decidindo então tentar a sua sorte.
- Bunny, espero que tudo corra bem na sua nova casa. –Disse, olhando para ela amavelmente – Se precisar de alguma coisa, não hesite em contactar-me. – E deu-lhe um cartão – Este é o meu número do escritório – E apontou para o primeiro número – E este é o meu número pessoal
- Ah... ! Po-pois! Obrigado! «Número pessoal… certo.» – Respondeu Bunny confusa – Bem agora vou andando que já se faz tarde e eu tenho assuntos a tratar – Levantou-se e estendeu a mão para se despedir de Taiki.
Este pegou na mão dela e beijou-a, fazendo Bunny corar que nem uma louca
Saiu da imobiliária apressada e foi começar as compras para a sua nova casa, enquanto se tentava distrair e esquecer o que tinha ali acontecido. Dirigiu-se então, e primeiramente a uma loja de electrodomésticos.
A sua casa, apesar de bonita, não estava equipada. Então ela tinha de comprar, um frigorífico, um fogão, um ferro de engomar, uma máquina de fazer café, uma torradeira, um televisor e claro uma aparelhagem.
Mas só conseguiu comprar o fogão, frigorífico e a aparelhagem. Mesmo assim, era só a aparelhagem que ia ser-lhe entregue hoje. O resto, seria tudo transportado na segunda-feira. Dirigiu-se então a uma loja de mobília, escolheu uma cama e um sofá, mas só apenas um deles podia ser transportado hoje, para inteiro mal dos seus pecados. Preferiu antes ficar com a cama, pois não tinha nenhuma, e a intenção de dormir naquele sofá velho ou até mesmo no chão, era completamente nula.
Eram agora 17:45 e decidiu passar pelo supermercado para comprar daquelas refeições já preparadas e quando despachada, foi fazer o check-out ao hotel (só que já passara da hora de almoço e então, tinha de pagar duas noites). Acabou por se dirigir para a sua nova casa, após ter pago a conta do hotel, e demorou menos de 5 minutos a lá chegar, num passo apressado.
Quando finalmente lá chegou, sentou-se no velho sofá, que Taiki lá deixara.
«Bem, apenas uns meses e este apartamento fica a meu gosto» - Pensou ela, com um sorriso feliz esboçado nos seus carnudos lábios
Meia hora depois, a primeira entrega a ser feita, foi a sua aparelhagem que, depois dos senhores saírem, ela ligou. Adorava ouvir música quase no máximo.
«Agora só falta a cama» - E sorriu
Pegou nos sacos do supermercado e sentou-se à mesa que estava na sala e começou a comer o que tinha comprado.
Passado algum tempo tocaram à campainha…
«Devem ser os senhores para trazerem a cama» - Pensou e levantou-se e foi abrir a porta.
Quando a abriu ficou abismada com o que via. A pessoa à sua frente era um homem lindo, alto e esbelto e parecia também musculado (não era musculado em exagero como muitos homens, este era sexy), tinha uns olhos azuis que pareciam o fundo mar e o cabelo preto.
- Ai ai, morri e fui para o céu – disse ela espantada
- O quê? – Perguntou o homem sem perceber o que se estava a passar – Está maluca, agora diz que foi para o céu. Olhe e se baixasse o som dessa aparelhagem??!!! Não era Bom?? – Falou com voz áspera e sarcástica.
Bunny estava envergonhada pois nunca pensara ter dito aquilo em voz alta, então mudou de assunto para não se enterrar mais do que já estava, logo em frente daquela beldade.
- É para entregar a cama não é? – Perguntou embaraçada com o sucedido e olhando para os seus pés
- Cama? Mas eu tenho cara de distribuir camas? Já lhe disse, ponha isso mais baixo, há pessoas que querem descansar – disse irritado, e virou-se para se ir embora e ainda disse – Passe bem, senhora da cama. – E entrou no apartamento em frente ao de Bunny.
Bunny ficou ainda mais envergonhada com o que aconteceu mas mesmo assim não deixou de pensar na beleza daquele homem.
«Um deus… Eu conheci um deus e mora mesmo à minha frente.» - Pensou fechando a porta e encostou-se à parede e foi escorregando aos poucos até ficar sentada no chão. - «Um deus de corpo perfeito, mas tão antipático e insensível.»
Passados poucos segundos de sonhar com o “Deus”, levantou-se e foi baixar o som da aparelhagem.
- Bem podia deixá-la assim e ele viria novamente aqui – disse sonhadora – Mas o melhor é manter-me sossegada e não arranjar conflitos com o meu vizinho logo no primeiro dia.
Mais tarde vieram trazer a cama e Bunny indicou o quarto para a montarem, quando acabaram o seu trabalho ela agradeceu-lhes e deu-lhes uma gorjeta antes de eles irem embora.
- Agora vou tomar um duche e vestir-me para ir festejar a minha vida e claro a minha casa de sonho – Disse triste, pois ia festejar sozinha e apressou-se para a casa de banho.
Eram 23:25 quando acabou de se arranjar, ela usava uma mini-saia de ganga que lhe cobria meia coxa e um top azul claro sem costas e decotado mostrando parte do peito, e saiu.
Dirigiu-se a uma discoteca que ficava a 15 minutos de casa dela, e quando entrou sentiu-se sozinha, era a primeira vez que não tinha companhia numa saída.
«Não interessa, agora só quero divertir-me e beber». – Pensou manhosamente
Então foi até ao bar e pediu Malibu Limão, e quando pegou na bebida encostou-se ao bar e olhou para a pista, podia ser que encontrasse algum homem para lhe fazer companhia.
Já a meio da noite, estava ela a dançar na pista e meia bêbeda quando um homem decide ir meter-se com ela.
-Olá beldade, queres companhia? – Perguntou pondo a mão na cinta dela
- Ei! Deixa-me – Gritou ela, e olhou-o de cima a baixo – Companhia contigo? Nem no meu maior pesadelo, agora desanda.
O homem era da mesma altura que Bunny, meio gorducho e com barriguinha e careca. Era o tipo de homem que devia ter mulher em casa e estava numa discoteca a tentar engatar alguém.
Bunny pediu mais uma série de bebidas e só saiu da discoteca quando esta estava a fechar.
Eram 06:30 quando estava a chegar ao seu prédio, quase não se tinha no seu pé, abriu o portão e começou a subir as escadas agarrada ao corrimão. Já no último andar Bunny pousa mal o pé no degrau e cai para a frente mas entretanto sente dois braços a agarrá-la, e levanta a cabeça para saber quem fora o herói que a salvara.
-Você? – Perguntou perplexa
- Mas que raio está a fazer? E que cheiro é este? – Perguntou o seu vizinho severamente – Acho que devia ter atenção naquilo que bebe, para a próxima posso não estar aqui para ajudá-la.
Agarrou-a no braço e puxou-a até frente da porta dela, acabando por deixá-la ali sozinha e indo-se embora.
- O – Obrigado – Disse Bunny com um soluço a meio, mas fora tarde demais, ele já não tivera tempo de a ouvir.
Então ela abriu a sua mala, tirou de lá as chaves e abriu a porta. Dirigiu-se para o quarto e deixou-se cair para cima da cama ainda vestida, e acabou por adormecer
Na manhã seguinte acordou por volta das 11:30, espreguiçou-se e foi directa para a casa de banho, para tomar um duche rápido e descer para a sala de pequenos-almoços. Caminhou até a recepção e entregou a chave para poder sair. Não fez o check-out pois não sabia se conseguiria arranjar casa logo no primeiro dia.
Andou a vaguear pelas várias ruas, olhando para as habitações à sua volta na esperança de encontrar publicidade para compra de imóveis.
Depois de andar cerca por 2 horas, já lhe começava a doer os pés e as esperanças já se estavam a perder.
«Estes sapatos pareciam ser tão confortáveis, mas enganei-me!» - Anuiu Bunny chorosa, até que olhou para o prédio que estava à sua frente.
Era um prédio de quatro andares, revestido em pedra clara, janelas brancas e cada uma com uma varada. Este prédio até estava rodeado de um belo quintal.
«Oh! Eu adorava morar aqui! Mas será que algum destes apartamentos está à venda? Hum… seria bom de mais…» Pensou ela, chegando-se para mais perto do prédio e reparando no papel que estava colado na porta.
“Vende-se apartamento do 4º andar. Contacto: 9098769098”
Bunny, sem mais demoras e sem pensar duas vezes, telefonou de imediato para o número e atenderam ao terceiro toque. Era uma voz masculina e calma.
- Bom dia, daqui fala Taiki, em que posso ajudar? – Perguntou ele
-Bo-bom dia! E-eu q-queria… eu… «Bunny, acalma-te! Estás extática! Acalma-te e fala como deve ser, por amor de Deus!»
-Sim??? Queria…
- … Saber se já tem comprador para o apartamento na rua Tiyo. – Perguntou ela, com esperança de que ainda estivesse à venda
- O apartamento ainda se encontra à venda! Está interessada em vê-lo? – Respondeu afável
-Sim estou!!! D-dá para marcarmos algo ainda hoje?
- Por mim, hoje é um bom dia para lhe mostrar o apartamento! – Afirmou – Posso ir ter consigo agora!
- Isso era óptimo! – Alegrou-se ela
- Então dentro de 15 minutos estarei aí, Até já – informou-a Taiki
- Até já. Muito obrigado! – E desligaram a chamada.
«Era tão bom se arranjasse hoje casa! Se por fora é assim, nem imagino como será por dentro! Ahhh! Estou tão ansiosa!» - Pensou Bunny quase dando pulos de alegria.
Bunny esperava ansiosa pelo Senhor Taiki, que lhe ia mostrar o apartamento de sonho… esperava ela.
Enquanto ele não chegava, ela olhou mais uma vez para aquela rua, e achou-a muito calma, o que era bom, pois não apreciava sítios com muita movimentação, apesar de ter estado nos EUA.
E passados alguns minutos chega Taiki, que fica impressionado com a bela mulher que tem à sua frente, decidindo então aproximar-se dela.
«Espero que seja esta, mas que beleza de mulher…», Pensou Taiki maravilhado e quase a babar-se. - Bom dia, sou Taiki – disse estendendo a mão para a cumprimentar – É a senhora que deseja ver o apartamento?
- Sim, sou eu, e por favor trate-me por Bunny – Pediu ela estendendo também a sua mão, correspondendo ao cumprimento.
Taiki era alto e magro, vestia umas calças formais cinzentas escuras e uma camisa de manga curta branca, o seu cabelo era castanho e comprido e prendia a meio, como um rabo-de-cavalo. Tinha os olhos de um azul claro, como se fosse a cor do céu.
Bunny reparara que Taiki a olhava da cabeça aos pés e sentia-se embaraçada.
«Será que estou demasiado provocante?» - Pensou ela
Bunny estava com um vestido lindo lilás clarinho justo à sua cinta e ia alargando aos pouco até meia perna e umas sandálias brancas de salto raso.
Taiki parou de a mirar e olhou para os olhos dela.
«Que olhos lindos, tão grandes e azuis que me perco neles. »,- Pensou, mas abanou a cabeça para afastar aqueles pensamentos.
- Bem Bunny quer subir para ver o apartamento?
- Sim vamos. - Respondeu entusiasmada
À medida que iam subindo as escadas Taiki tentou meter conversa com a Bunny. Não era todos os dias que ele encontrava uma beldade daquelas, e não naquelas circunstancias e que ainda por mais, não aparentava ter um anel de compromisso.
- O apartamento que está a venda é o do 4º andar, espero que não se importe de subir todas estas escadas – E sorriu
- Não me importo nada, até faz bem – Ironizou ela.
Então chegaram ao último andar e Taiki tirou umas chaves do bolso das suas calças e abriu a porta.
A princípio Bunny não repara muito bem naquilo que via mas depois…
- É lindo – disse espantada.
Bunny era uma rapariga simples, por isso se nada fosse muito exuberante ela adorava. E aquele apartamento era tão simples que ela se apaixonou mal entrou.
O hall e a sala eram um compartimento junto, a cor das paredes eram brancas claro e o chão era parquet, um tom clarinho que condizia muito bem com as paredes, o rodapé era também revestido a parquet. A sala parecia quase vazia, apenas lá existia um sofá (que a fez enrugar o nariz porque não gostava nada dele) e uma mesa com quatro cadeiras. Então Bunny decidiu ir ver os outros compartimentos da casa.
A casa de banho era razoável, numa das paredes tinha uma pequena janela, tinha um pollivan azul claro, um lavatório branco e uma sanita branca com tapa da mesma cor do pollivan. O mosaico do chão e das paredes era branco.
Bunny tentou memorizar-se de que não se podia esquecer de comprar uma bela cortina para aquela janelinha.
De seguida foi ao quarto, as paredes eram beges, um tom muito clarinho, e também o chão era em parquet mas de um tipo diferente do da sala. Num dos lados do quarto havia uma daquelas portas de correr e Bunny conseguia ver a varanda através do vidro.
E por fim foi a cozinha que era do lado oposto aqueles que tinham ido, teria de passar novamente pela sala.
A cozinha era maior do que a sua anterior, tinha duas janelas, o chão era mosaico cinzento claro e as paredes azulejo branco com uma linha cinzenta clara mais ou menos a meio. Estava apenas equipada com um lindo balcão, o tampo era também cinzento claro e o resto era madeira clarinha.
Voltaram novamente à sala e Bunny olhou novamente à sua volta.
- É fantástico – disse Bunny.
Durante este tempo todo Taiki andava sempre atrás dela sem dizer uma palavra preferia vê-la maravilhada com aquele apartamento.
- Ainda bem que gosta – disse Taiki amavelmente – Devo também informá-la que tem uma garagem subterrânea e piscina privada.
- A sério? – Perguntou fascinada – Estou cada vez mais impressionada. Vou ficar com ele. – Disse olhando mais uma vez para o seu apartamento de sonho.
- Muito bem, então ainda hoje passe pela imobiliária, eu vou lá estar desde as 15:00 até as 18:00 – Informou-a – Assim tratamos da papelada toda e pode mudar-se para aqui já amanhã.
- Isso era mesmo muito bom, nem sabe como me sinto contente por sabê-lo – Respondeu ela
Despediram-se e cada seguiu o seu caminho, Bunny olhou para o relógio que marcava as 13:30.
«Tenho de ir almoçar mas onde?» - Perguntou-se
Dirigiu-se ao hotel para perguntar a recepcionista um bom restaurante para almoçar, e esta deu-lhe alguns nomes e indicações para lá chegar.
Bunny escolheu um deles e foi até lá. Era um restaurante simples, tal como ela gostava.
Pediu arroz de pato e uma água e esperou para que levassem o pedido.
«Hoje à tarde já vou para a minha nova casa, isto merecia uma comemoração», pensou, mas de seguida ficou triste, pois não tinha ninguém com quem comemorar.
Após o almoço, Bunny dirigiu-se à imobiliária para assinar os papéis para compra/venda do apartamento. Ela apesar de voluntária, tinha bastante dinheiro, desde que os pais faleceram que ela recebeu uma grande herança da parte deles, e de vez em quando, lá encontrava uma tarefa para fazer que a ajudava a ganhar mais algum.
Por outro lado, Taiki não podia deixar escapar esta oportunidade de conhecer melhor Bunny, decidindo então tentar a sua sorte.
- Bunny, espero que tudo corra bem na sua nova casa. –Disse, olhando para ela amavelmente – Se precisar de alguma coisa, não hesite em contactar-me. – E deu-lhe um cartão – Este é o meu número do escritório – E apontou para o primeiro número – E este é o meu número pessoal
- Ah... ! Po-pois! Obrigado! «Número pessoal… certo.» – Respondeu Bunny confusa – Bem agora vou andando que já se faz tarde e eu tenho assuntos a tratar – Levantou-se e estendeu a mão para se despedir de Taiki.
Este pegou na mão dela e beijou-a, fazendo Bunny corar que nem uma louca
Saiu da imobiliária apressada e foi começar as compras para a sua nova casa, enquanto se tentava distrair e esquecer o que tinha ali acontecido. Dirigiu-se então, e primeiramente a uma loja de electrodomésticos.
A sua casa, apesar de bonita, não estava equipada. Então ela tinha de comprar, um frigorífico, um fogão, um ferro de engomar, uma máquina de fazer café, uma torradeira, um televisor e claro uma aparelhagem.
Mas só conseguiu comprar o fogão, frigorífico e a aparelhagem. Mesmo assim, era só a aparelhagem que ia ser-lhe entregue hoje. O resto, seria tudo transportado na segunda-feira. Dirigiu-se então a uma loja de mobília, escolheu uma cama e um sofá, mas só apenas um deles podia ser transportado hoje, para inteiro mal dos seus pecados. Preferiu antes ficar com a cama, pois não tinha nenhuma, e a intenção de dormir naquele sofá velho ou até mesmo no chão, era completamente nula.
Eram agora 17:45 e decidiu passar pelo supermercado para comprar daquelas refeições já preparadas e quando despachada, foi fazer o check-out ao hotel (só que já passara da hora de almoço e então, tinha de pagar duas noites). Acabou por se dirigir para a sua nova casa, após ter pago a conta do hotel, e demorou menos de 5 minutos a lá chegar, num passo apressado.
Quando finalmente lá chegou, sentou-se no velho sofá, que Taiki lá deixara.
«Bem, apenas uns meses e este apartamento fica a meu gosto» - Pensou ela, com um sorriso feliz esboçado nos seus carnudos lábios
Meia hora depois, a primeira entrega a ser feita, foi a sua aparelhagem que, depois dos senhores saírem, ela ligou. Adorava ouvir música quase no máximo.
«Agora só falta a cama» - E sorriu
Pegou nos sacos do supermercado e sentou-se à mesa que estava na sala e começou a comer o que tinha comprado.
Passado algum tempo tocaram à campainha…
«Devem ser os senhores para trazerem a cama» - Pensou e levantou-se e foi abrir a porta.
Quando a abriu ficou abismada com o que via. A pessoa à sua frente era um homem lindo, alto e esbelto e parecia também musculado (não era musculado em exagero como muitos homens, este era sexy), tinha uns olhos azuis que pareciam o fundo mar e o cabelo preto.
- Ai ai, morri e fui para o céu – disse ela espantada
- O quê? – Perguntou o homem sem perceber o que se estava a passar – Está maluca, agora diz que foi para o céu. Olhe e se baixasse o som dessa aparelhagem??!!! Não era Bom?? – Falou com voz áspera e sarcástica.
Bunny estava envergonhada pois nunca pensara ter dito aquilo em voz alta, então mudou de assunto para não se enterrar mais do que já estava, logo em frente daquela beldade.
- É para entregar a cama não é? – Perguntou embaraçada com o sucedido e olhando para os seus pés
- Cama? Mas eu tenho cara de distribuir camas? Já lhe disse, ponha isso mais baixo, há pessoas que querem descansar – disse irritado, e virou-se para se ir embora e ainda disse – Passe bem, senhora da cama. – E entrou no apartamento em frente ao de Bunny.
Bunny ficou ainda mais envergonhada com o que aconteceu mas mesmo assim não deixou de pensar na beleza daquele homem.
«Um deus… Eu conheci um deus e mora mesmo à minha frente.» - Pensou fechando a porta e encostou-se à parede e foi escorregando aos poucos até ficar sentada no chão. - «Um deus de corpo perfeito, mas tão antipático e insensível.»
Passados poucos segundos de sonhar com o “Deus”, levantou-se e foi baixar o som da aparelhagem.
- Bem podia deixá-la assim e ele viria novamente aqui – disse sonhadora – Mas o melhor é manter-me sossegada e não arranjar conflitos com o meu vizinho logo no primeiro dia.
Mais tarde vieram trazer a cama e Bunny indicou o quarto para a montarem, quando acabaram o seu trabalho ela agradeceu-lhes e deu-lhes uma gorjeta antes de eles irem embora.
- Agora vou tomar um duche e vestir-me para ir festejar a minha vida e claro a minha casa de sonho – Disse triste, pois ia festejar sozinha e apressou-se para a casa de banho.
Eram 23:25 quando acabou de se arranjar, ela usava uma mini-saia de ganga que lhe cobria meia coxa e um top azul claro sem costas e decotado mostrando parte do peito, e saiu.
Dirigiu-se a uma discoteca que ficava a 15 minutos de casa dela, e quando entrou sentiu-se sozinha, era a primeira vez que não tinha companhia numa saída.
«Não interessa, agora só quero divertir-me e beber». – Pensou manhosamente
Então foi até ao bar e pediu Malibu Limão, e quando pegou na bebida encostou-se ao bar e olhou para a pista, podia ser que encontrasse algum homem para lhe fazer companhia.
Já a meio da noite, estava ela a dançar na pista e meia bêbeda quando um homem decide ir meter-se com ela.
-Olá beldade, queres companhia? – Perguntou pondo a mão na cinta dela
- Ei! Deixa-me – Gritou ela, e olhou-o de cima a baixo – Companhia contigo? Nem no meu maior pesadelo, agora desanda.
O homem era da mesma altura que Bunny, meio gorducho e com barriguinha e careca. Era o tipo de homem que devia ter mulher em casa e estava numa discoteca a tentar engatar alguém.
Bunny pediu mais uma série de bebidas e só saiu da discoteca quando esta estava a fechar.
Eram 06:30 quando estava a chegar ao seu prédio, quase não se tinha no seu pé, abriu o portão e começou a subir as escadas agarrada ao corrimão. Já no último andar Bunny pousa mal o pé no degrau e cai para a frente mas entretanto sente dois braços a agarrá-la, e levanta a cabeça para saber quem fora o herói que a salvara.
-Você? – Perguntou perplexa
- Mas que raio está a fazer? E que cheiro é este? – Perguntou o seu vizinho severamente – Acho que devia ter atenção naquilo que bebe, para a próxima posso não estar aqui para ajudá-la.
Agarrou-a no braço e puxou-a até frente da porta dela, acabando por deixá-la ali sozinha e indo-se embora.
- O – Obrigado – Disse Bunny com um soluço a meio, mas fora tarde demais, ele já não tivera tempo de a ouvir.
Então ela abriu a sua mala, tirou de lá as chaves e abriu a porta. Dirigiu-se para o quarto e deixou-se cair para cima da cama ainda vestida, e acabou por adormecer
a tua fic esta muito gira
fico a espera de mais um capitulo.
bjx
fico a espera de mais um capitulo.
bjx
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm
.
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm
Bem pessoal aqui vai mais um cap, espero que gostem.
Capítulo IV
Era Domingo, e Bunny acordou por volta das 15:10, a sua noite fora bastante agitada apesar de não ter encontrado ninguém a seu gosto.
- Ai que dor de cabeça – Disse queixando-se – Preciso urgentemente de um banho
Levantou-se e foi directamente para a casa de banho, tomou um duche, vestiu-se e foi comer alguma coisa.
«Que irei fazer hoje?» - Pensou enquanto comia - «Já sei, vou às compras!»
Terminou de comer, pegou na mala e saiu para o centro de Osaka.
O primeiro sítio onde decidiu ir foi a uma loja de loiça, precisava de pratos, copos, panelas, talheres, pois não tinha nada disso
Mas voltou a casa para colocar as compras, pois caso comprasse mais alguma coisa não sabia cm carregá-las.
Mais tarde, aventurou-se a ir a um armazém onde vendiam uma grande variedade de coisas, começando por roupa e acabar em decoração.
Bunny aproveitou este lugar e comprou toalhas de banho e de mesa, lençóis, cobertores, edredões, e coisinhas mínimas como um pote para colocar a escova e a pasta de dentes, um caixote do lixo e uns panos lindos para decorar as mesas.
Quando terminou as compras, eram 19:30, então decidiu chamar um táxi pois não podia levar tudo sozinha.
«Como dá jeito ter um homem…» - Pensou suspirando - «Ou um carro» - e sorriu pois entre o carro e um homem não sabia qual deles preferir.
Passaram 30 minutos e já se encontrava em casa. Fez o jantar e depois sentou-se no sofá a ler quando se lembrou de algo importante.
-Amanhã é segunda-feira, já vou saber qual é a minha missão!!! – disse eufórica para ninguém – Vou-me já deitar, assim o tempo passa mais rápido – Colocou o marcador no livro, fechou-o e atirou-o para o sofá enquanto se levantava e foi para a cama.
07:45 da manhã (toca o despertador da Sailor Moon)
Bunny levanta-se muito rapidamente e foi tomar um duche. Hoje, ela estava especialmente feliz porque, depois de tanto tempo sem uma missão, ela ia finalmente conhecer a dela.
Saiu do banho e vestiu uma roupa casual, um par de calças de ganga azul, umas sapatilhas pretas e brancas e uma t-shirt preta decotada, o seu penteado continuava o mesmo, odangos.
Foi para a cozinha onde tomou o pequeno-almoço, também sem nada de novo, os seus cereais preferidos de chocolates. Eram 08:30, quando pegou nas suas chaves e se dirigiu para o trabalho.
Quando chegou lá, eram quase 09:00, entrou e dirigiu-se até à recepção.
Este era um edifício diferente do dos EUA, eram amplo mas tinha apenas um andar, era revestido a preta muito escura e as janelas eram de alumínio cinzentas.
- Bom dia, sou a voluntária transferida dos EUA, chamo-me Bunny Tsukino – disse com um sorriso amoroso
-Bom dia, então como foi a viagem? Muito cansativa não? – Respondeu amavelmente uma bela mulher – Oh que disparate o meu, sou Joana Lima
Joana era bem constituída, tinha um longo cabelo loiro e um laço vermelho a prender a meio, vestia-se formalmente um belo fato laranja muito claro, tinha os olhos azuis e uns brincos da mesma cor do laço.
-Muito prazer em conhecê-la, sim a viagem correu bem, mas foi bastante cansativa mas tive a vantagem de vir num fim-de-semana, já descansei o suficiente.
-Trate-me por tu, bem, vou avisar os senhores que já chegou – disse enquanto pegava no telefone – eles estão ansiosos por conhecê-la
-Ah! Que bom, eu também estou – respondeu Bunny atrapalhada – Mas só a trato por tu se também me tratar por tu.
-Combinado! – respondeu alegre, e após três toques alguém atendeu - Senhor Kou, chegou a nova voluntária, quer que a mande entrar? – Perguntou educadamente Joana
-Sim por favor, obrigado Joana. - E desligou
-Bem Bunny já podes entrar, e por aquele corredor a segunda porta à esquerda – Indicou Joana
-Obrigado e até já!!!
- Até já!
Bunny seguiu as indicações da Joana e entrou no corredor, olhou para a primeira porta que tinha uma placa que dizia “TEN’OU KOU” e a segunda “ KOU”, parou e bateu duas vezes.
- Pode entrar – respondeu uma voz masculina
-Bom dia – disse Bunny nervosa depois de abrir a porta e entrou.
O homem a sua frente era alto e musculado, com cabelo preto comprido a prender como rabo-de-cavalo, de olhos azuis e vestia um fato vermelho.
Mal Bunny entrou ele levantou-se surpreso por ver uma rapariga tão bela como ela.
- Bom dia, sou Seiya Kou – disse estendendo a mão para a cumprimentar
- Prazer em conhecê-lo Senhor Kou, sou Bunny Tsukino – e estendeu também a dela
-Por favor trata-me por tu – pediu Seiya – Senta-te – e indicou a cadeira que estava à sua frente
-Obrigado
-Então, és a voluntária transferida dos EUA! – afirmou ele – Deves estar desejosa por saber qual a tua missão
-Sim estou bastante ansiosa e curiosa – disse ela
Seiya pegou numa capa e tirou de lá um molho de folhas e passou-a para as mãos de Bunny.
-Esse é o processo da tua missão, são bastantes folhas, precisas de tempo para lê-las e compreendê-las – avisou-a ele – Se precisares de ajuda para entender alguma coisa, podes passar por aqui e falar comigo ou com a minha mulher Haruka Ten’ou Kou, ou podes simplesmente telefonar
-Sim obrigada – disse olhando para aquela resma de folhas na sua mão.
- Era só isto, podes voltar daqui a uns dias para traçarmos um plano ou objectivos para resolvermos este sério problema – afirmou
-Bem então vou indo para começar a ler o processo ainda hoje – levantou-se da cadeira e estendeu a mão para se despedir de Seiya – Então até à próxima
Ele levantou-se e fez o mesmo gesto. – Até à próxima.
Bunny saiu do escritório de Seiya e foi para a recepção e lá encontrou Joana acompanhada por uma mulher muito bonita, era alta, tinha um corpo bastante elegante, cabelo curto loiro também ela vestida com um fato azul-escuro, e Bunny foi-se aproximando.
-Ah! Bunny já estás despachada – disse Joana com um sorriso – Tens de aparecer por aqui mais vezes.
Depois de a ouvir, a mulher elegante olhou para mim e sorriu.
-Deves ser a nova voluntária, agradeço por vires, vamos precisar muito da tua ajuda – disse com firmeza – Sou Haruka Kou
- Muito prazer, sou Bunny Tsukino, e vou dar o meu melhor para conseguir ajudar o mais possível. Agora vou andando, tenho muito para ler – e abanou o processo
-Se precisares de alguma coisa não hesites em nos perguntar – lembrou-a Haruka
- Obrigado. Então adeus. – Acenou para as duas mulheres
-Adeus – disseram em uníssono
Algum tempo mais tarde, Bunny estava a subir as escadas do seu prédio e ia a olhar para o primeiro texto do processo quando alguém embateu nela e as folhas espalharam-se pelo chão.
- Ai que desastre desculpe! – disse Bunny bastante atrapalhada, baixando-se para apanhar a quantidade de folhas que estavam espalhadas pelo chão
- Já pensou em ter mais cuidado? Mas que desastrada que me saiu! –Resmungou um homem
– Cada vez que te apanho nestas escadas tem de acontecer alguma coisa? Mas que desmiolada! Já não se aguenta!
Bunny sentiu-se ofendida e olhou para a pessoa que a tinha insultadocom os nervos em franja, apesar de ainda não ter identificado a pessoa.
«É ele!» - Pensou corada
- Eu já lhe pedi desculpa, mas… OIÇA LÁ, porque me está sempre a insultar de cada vez que “me apanha nas escadas?” – Perguntou furiosa, já com as suas narinas a contraírem-se violentamente, como um touro
- Não disse nenhuma mentira! – Berrou o seu vizinho, que deixou-a de imediato a apanhar os papéis sozinha e desceu as escadas
«Mas que antipático! Nem me ajuda a apanhar estas folhas todas, e agora vou ter de as ordenar» - Pensou aborrecida «E aquele idiota fez-me gritar alto que nem uma peixeira! Se isso acontecesse com o Diamante meu deus…Mas a verdade é que ele irrita-me profundamente! RGGGGG!»
Bunny estivera 5 minutos a apanhar aquele lombo defolhas, e subiu o resto das escadas, entrando depois em casa. Gastou mais 30 minutos para ordenar as folhas e pôs-se a pensar ali a pensar no que não devia propriamente…
«Somos vizinhos, deveríamos dar-nos bem! E ele é tão lindo!» - Pensou meio aluada - «Acho que devo ir falar com ele, pedir-lhe tréguas… sim, é o mais sensato. Pareço uma daquelas desvairadas da noite. Só tenho feito coisas de adolescentes e não me tenho comportado como uma mulher “normal” se comporta na minha idade… »
Bunny não aguentava mais aquele vizinho antipático e frio, mas estava ciente que tinha tomado a decisão certa e sabia que tinha que resolver as coisas.Esperou então que ele entrasse em casa para ir ter uma conversa com ele.
Estava meia indecisa e também nervosa, poisnunca saberia qual a reacção daquele deus, mesmo depois do que se passou nessa manhã.
Eram 13:20 quando ouviu a porta dele bater, então saiu de sua casa e foi-lhe tocar à campainha. E passados segundos, ele abriu-lhe a porta.
- Precisa de alguma coisa? – Perguntou severamente e semicerrando os olhos
- Uhm!!! Bem… - Bunny estava atrapalhada e nada lhe saía
- Então? Precisa ou não? – Repetiu ele com o mesmo tem de voz
-Bem, eu não sei porque me trata assim, não lhe fiz mal nenhum, mas mesmo assim tentei ter a coragem de vir aqui pedir-lhe tréguas – e sorriu amorosamente olhando para os olhos dele
- E eu digo-lhe que esse é um pedido impossível de realizar – e ficou os seus olhos nos dela.
«Mas que olhar tão tocante, tão belo» - Pensou ele mas depois mudou o pensamento - «Mas que raio se está a passar? Agora derreto-me com os olhos desta mulher?», e olhou-a de cima a baixo. «Nunca pensei que fosse tão bela, será que lhe devo dar umas tréguas?» - Pensou novamente e depois… «Eu não me dou com mulheres» - Fechou os olhos e abanou a cabeça para que aqueles pensamentos desaparecessem
Bunny não sabia o que se passava com o seu vizinho mas ele parecia distante, então decide falar-lhe novamente.
- Está tudo bem? – Perguntou ela, olhando para ele preocupada
- Sim, está tudo bem – Respondeu
- Acho que nada vai mudar, então vou-me embora, peço desculpa pelo incómodo – Disse desiludida, virou-se e foi para casa.
Estava triste pois já se rebaixara o suficiente para amansar aquele homem e nada tinha resultado.
«Preciso de sair e já!!!» - Pensou cerrando os punhos, pegou na carteira, no processo e nas chaves e saiu de casa.
Estava a começar a descer as escadas do seu patamar quando sente a porta do seu vizinho a abrir então apressou-se a sair dali o mais rápido possível.
Foi até um restaurante para almoçar e depois dirigiu-se ao parque porque precisava de estar em contacto com a natureza e aproveitava o bom ambiente para começar a ordenar e a ler o processo.
Chegou ao parque por volta das 15:30 e sentou-se por baixo de uma árvore que lhe tapava o sol escaldante.
- Adoro este cheiro a natureza – disse calmamente e tirou as folhas desordenadas de uma capa.
«Bem vamos começar a ordená-las» - E deitou as mãos ao trabalho. «Bem, a minha sorte é terem os números das páginas senão estava feita» - e sorriu
Demorara apenas 15 minutos a ordená-las e depois começou a ler.
Quando ia no segundo texto, começava a tremer-lhe as mãos.
«Exploração infantil??????!!! Mas isto é horrível!» - Pensou horrorizada. - «Então é isto a minha missão, tenho de salvar aquelas crianças inocentes dos patifes» - pensou com firmeza
E assim passou mais 4 horas a ler o processo até que reparou que o sol já se estava a pôr.
- O tempo passa tão rápido!...– disse e olhou para o seu relógio – BAH! CREDO! Já é tão tarde!
Arrumou as folhas e foi apressadamente para casa.
Demorou 30 minutos a lá chegar e estava já a rodar as chaves na fechadura quando algo inesperado aconteceu.
Alguém a agarrara no braço e quando se virou para ver quem era ficou paralisada.
«Não pode ser» - disse assustada
-Achavas que te deixava assim? Foi tão fácil encontrar-te – disse um homem já conhecido dela – Então abres essa porta ou tenho de ser eu?
-Mas Diamante que fazes aqui? Devias estar nos EUA! Estiveste a beber? – Perguntou assustada
-Cala-te e abre! – Berrou Diamante.
Bunny tremia por todos os lados, mal conseguia acabar de rodar a chave, então Diamante afastou-lhe a mão com toda a força e abriu a porta empurrando-a para dentro e entrando logo de seguida, mas esqueceu-se de fechar a porta que ficou apenas encostada.
-Anda lá sua cabra oferecida! Agora quero ver o que vales – Disse Diamante louco de raiva – Vá mostra os teus dotes!
-Diamante por favor, não me obrigues a isto – Bunny suplicava – Por favor não me magoes, não me faças mal – E começou a chorar
Já nas escadas do prédio, ia Gonçalo, que chegava a casa depois do trabalho e ouviu os gritos. Ele não percebia o que se estava a passar e então continuou a subir.
- Cala-te desgraçada. És uma oferecida e agora vais aprender – Diamante irritado pregou-lhe um estalo e ela acaba por perder o equilíbrio acabando por embater no velho sofá que estava no meio da sala.
Nessa altura Gonçalo estava a subir o último lancil de escadas e tinha ouvido tudo.
«Bem aquilo ali está violento, mas é melhor não me meter, eles que resolvam o problema» - Pensou ele
Mas algo tinha mudado já não a ouvia a falar e agora já conseguia ver pela porta entreaberta o que se passava. Bunny estava inconsciente no chão e Diamante rasgava-lhe as roupas e começava a abusar dela, mesmo ali à sua frente, enquanto a porta estava aberta.
Nisto, Gonçalo fica cego de raiva por assistir aquela cena.
-Não!!! Isto eu não permito – Então decide ir socorrer a sua vizinha entrando pela porta a dentro.
Capítulo IV
Era Domingo, e Bunny acordou por volta das 15:10, a sua noite fora bastante agitada apesar de não ter encontrado ninguém a seu gosto.
- Ai que dor de cabeça – Disse queixando-se – Preciso urgentemente de um banho
Levantou-se e foi directamente para a casa de banho, tomou um duche, vestiu-se e foi comer alguma coisa.
«Que irei fazer hoje?» - Pensou enquanto comia - «Já sei, vou às compras!»
Terminou de comer, pegou na mala e saiu para o centro de Osaka.
O primeiro sítio onde decidiu ir foi a uma loja de loiça, precisava de pratos, copos, panelas, talheres, pois não tinha nada disso
Mas voltou a casa para colocar as compras, pois caso comprasse mais alguma coisa não sabia cm carregá-las.
Mais tarde, aventurou-se a ir a um armazém onde vendiam uma grande variedade de coisas, começando por roupa e acabar em decoração.
Bunny aproveitou este lugar e comprou toalhas de banho e de mesa, lençóis, cobertores, edredões, e coisinhas mínimas como um pote para colocar a escova e a pasta de dentes, um caixote do lixo e uns panos lindos para decorar as mesas.
Quando terminou as compras, eram 19:30, então decidiu chamar um táxi pois não podia levar tudo sozinha.
«Como dá jeito ter um homem…» - Pensou suspirando - «Ou um carro» - e sorriu pois entre o carro e um homem não sabia qual deles preferir.
Passaram 30 minutos e já se encontrava em casa. Fez o jantar e depois sentou-se no sofá a ler quando se lembrou de algo importante.
-Amanhã é segunda-feira, já vou saber qual é a minha missão!!! – disse eufórica para ninguém – Vou-me já deitar, assim o tempo passa mais rápido – Colocou o marcador no livro, fechou-o e atirou-o para o sofá enquanto se levantava e foi para a cama.
07:45 da manhã (toca o despertador da Sailor Moon)
Bunny levanta-se muito rapidamente e foi tomar um duche. Hoje, ela estava especialmente feliz porque, depois de tanto tempo sem uma missão, ela ia finalmente conhecer a dela.
Saiu do banho e vestiu uma roupa casual, um par de calças de ganga azul, umas sapatilhas pretas e brancas e uma t-shirt preta decotada, o seu penteado continuava o mesmo, odangos.
Foi para a cozinha onde tomou o pequeno-almoço, também sem nada de novo, os seus cereais preferidos de chocolates. Eram 08:30, quando pegou nas suas chaves e se dirigiu para o trabalho.
Quando chegou lá, eram quase 09:00, entrou e dirigiu-se até à recepção.
Este era um edifício diferente do dos EUA, eram amplo mas tinha apenas um andar, era revestido a preta muito escura e as janelas eram de alumínio cinzentas.
- Bom dia, sou a voluntária transferida dos EUA, chamo-me Bunny Tsukino – disse com um sorriso amoroso
-Bom dia, então como foi a viagem? Muito cansativa não? – Respondeu amavelmente uma bela mulher – Oh que disparate o meu, sou Joana Lima
Joana era bem constituída, tinha um longo cabelo loiro e um laço vermelho a prender a meio, vestia-se formalmente um belo fato laranja muito claro, tinha os olhos azuis e uns brincos da mesma cor do laço.
-Muito prazer em conhecê-la, sim a viagem correu bem, mas foi bastante cansativa mas tive a vantagem de vir num fim-de-semana, já descansei o suficiente.
-Trate-me por tu, bem, vou avisar os senhores que já chegou – disse enquanto pegava no telefone – eles estão ansiosos por conhecê-la
-Ah! Que bom, eu também estou – respondeu Bunny atrapalhada – Mas só a trato por tu se também me tratar por tu.
-Combinado! – respondeu alegre, e após três toques alguém atendeu - Senhor Kou, chegou a nova voluntária, quer que a mande entrar? – Perguntou educadamente Joana
-Sim por favor, obrigado Joana. - E desligou
-Bem Bunny já podes entrar, e por aquele corredor a segunda porta à esquerda – Indicou Joana
-Obrigado e até já!!!
- Até já!
Bunny seguiu as indicações da Joana e entrou no corredor, olhou para a primeira porta que tinha uma placa que dizia “TEN’OU KOU” e a segunda “ KOU”, parou e bateu duas vezes.
- Pode entrar – respondeu uma voz masculina
-Bom dia – disse Bunny nervosa depois de abrir a porta e entrou.
O homem a sua frente era alto e musculado, com cabelo preto comprido a prender como rabo-de-cavalo, de olhos azuis e vestia um fato vermelho.
Mal Bunny entrou ele levantou-se surpreso por ver uma rapariga tão bela como ela.
- Bom dia, sou Seiya Kou – disse estendendo a mão para a cumprimentar
- Prazer em conhecê-lo Senhor Kou, sou Bunny Tsukino – e estendeu também a dela
-Por favor trata-me por tu – pediu Seiya – Senta-te – e indicou a cadeira que estava à sua frente
-Obrigado
-Então, és a voluntária transferida dos EUA! – afirmou ele – Deves estar desejosa por saber qual a tua missão
-Sim estou bastante ansiosa e curiosa – disse ela
Seiya pegou numa capa e tirou de lá um molho de folhas e passou-a para as mãos de Bunny.
-Esse é o processo da tua missão, são bastantes folhas, precisas de tempo para lê-las e compreendê-las – avisou-a ele – Se precisares de ajuda para entender alguma coisa, podes passar por aqui e falar comigo ou com a minha mulher Haruka Ten’ou Kou, ou podes simplesmente telefonar
-Sim obrigada – disse olhando para aquela resma de folhas na sua mão.
- Era só isto, podes voltar daqui a uns dias para traçarmos um plano ou objectivos para resolvermos este sério problema – afirmou
-Bem então vou indo para começar a ler o processo ainda hoje – levantou-se da cadeira e estendeu a mão para se despedir de Seiya – Então até à próxima
Ele levantou-se e fez o mesmo gesto. – Até à próxima.
Bunny saiu do escritório de Seiya e foi para a recepção e lá encontrou Joana acompanhada por uma mulher muito bonita, era alta, tinha um corpo bastante elegante, cabelo curto loiro também ela vestida com um fato azul-escuro, e Bunny foi-se aproximando.
-Ah! Bunny já estás despachada – disse Joana com um sorriso – Tens de aparecer por aqui mais vezes.
Depois de a ouvir, a mulher elegante olhou para mim e sorriu.
-Deves ser a nova voluntária, agradeço por vires, vamos precisar muito da tua ajuda – disse com firmeza – Sou Haruka Kou
- Muito prazer, sou Bunny Tsukino, e vou dar o meu melhor para conseguir ajudar o mais possível. Agora vou andando, tenho muito para ler – e abanou o processo
-Se precisares de alguma coisa não hesites em nos perguntar – lembrou-a Haruka
- Obrigado. Então adeus. – Acenou para as duas mulheres
-Adeus – disseram em uníssono
Algum tempo mais tarde, Bunny estava a subir as escadas do seu prédio e ia a olhar para o primeiro texto do processo quando alguém embateu nela e as folhas espalharam-se pelo chão.
- Ai que desastre desculpe! – disse Bunny bastante atrapalhada, baixando-se para apanhar a quantidade de folhas que estavam espalhadas pelo chão
- Já pensou em ter mais cuidado? Mas que desastrada que me saiu! –Resmungou um homem
– Cada vez que te apanho nestas escadas tem de acontecer alguma coisa? Mas que desmiolada! Já não se aguenta!
Bunny sentiu-se ofendida e olhou para a pessoa que a tinha insultadocom os nervos em franja, apesar de ainda não ter identificado a pessoa.
«É ele!» - Pensou corada
- Eu já lhe pedi desculpa, mas… OIÇA LÁ, porque me está sempre a insultar de cada vez que “me apanha nas escadas?” – Perguntou furiosa, já com as suas narinas a contraírem-se violentamente, como um touro
- Não disse nenhuma mentira! – Berrou o seu vizinho, que deixou-a de imediato a apanhar os papéis sozinha e desceu as escadas
«Mas que antipático! Nem me ajuda a apanhar estas folhas todas, e agora vou ter de as ordenar» - Pensou aborrecida «E aquele idiota fez-me gritar alto que nem uma peixeira! Se isso acontecesse com o Diamante meu deus…Mas a verdade é que ele irrita-me profundamente! RGGGGG!»
Bunny estivera 5 minutos a apanhar aquele lombo defolhas, e subiu o resto das escadas, entrando depois em casa. Gastou mais 30 minutos para ordenar as folhas e pôs-se a pensar ali a pensar no que não devia propriamente…
«Somos vizinhos, deveríamos dar-nos bem! E ele é tão lindo!» - Pensou meio aluada - «Acho que devo ir falar com ele, pedir-lhe tréguas… sim, é o mais sensato. Pareço uma daquelas desvairadas da noite. Só tenho feito coisas de adolescentes e não me tenho comportado como uma mulher “normal” se comporta na minha idade… »
Bunny não aguentava mais aquele vizinho antipático e frio, mas estava ciente que tinha tomado a decisão certa e sabia que tinha que resolver as coisas.Esperou então que ele entrasse em casa para ir ter uma conversa com ele.
Estava meia indecisa e também nervosa, poisnunca saberia qual a reacção daquele deus, mesmo depois do que se passou nessa manhã.
Eram 13:20 quando ouviu a porta dele bater, então saiu de sua casa e foi-lhe tocar à campainha. E passados segundos, ele abriu-lhe a porta.
- Precisa de alguma coisa? – Perguntou severamente e semicerrando os olhos
- Uhm!!! Bem… - Bunny estava atrapalhada e nada lhe saía
- Então? Precisa ou não? – Repetiu ele com o mesmo tem de voz
-Bem, eu não sei porque me trata assim, não lhe fiz mal nenhum, mas mesmo assim tentei ter a coragem de vir aqui pedir-lhe tréguas – e sorriu amorosamente olhando para os olhos dele
- E eu digo-lhe que esse é um pedido impossível de realizar – e ficou os seus olhos nos dela.
«Mas que olhar tão tocante, tão belo» - Pensou ele mas depois mudou o pensamento - «Mas que raio se está a passar? Agora derreto-me com os olhos desta mulher?», e olhou-a de cima a baixo. «Nunca pensei que fosse tão bela, será que lhe devo dar umas tréguas?» - Pensou novamente e depois… «Eu não me dou com mulheres» - Fechou os olhos e abanou a cabeça para que aqueles pensamentos desaparecessem
Bunny não sabia o que se passava com o seu vizinho mas ele parecia distante, então decide falar-lhe novamente.
- Está tudo bem? – Perguntou ela, olhando para ele preocupada
- Sim, está tudo bem – Respondeu
- Acho que nada vai mudar, então vou-me embora, peço desculpa pelo incómodo – Disse desiludida, virou-se e foi para casa.
Estava triste pois já se rebaixara o suficiente para amansar aquele homem e nada tinha resultado.
«Preciso de sair e já!!!» - Pensou cerrando os punhos, pegou na carteira, no processo e nas chaves e saiu de casa.
Estava a começar a descer as escadas do seu patamar quando sente a porta do seu vizinho a abrir então apressou-se a sair dali o mais rápido possível.
Foi até um restaurante para almoçar e depois dirigiu-se ao parque porque precisava de estar em contacto com a natureza e aproveitava o bom ambiente para começar a ordenar e a ler o processo.
Chegou ao parque por volta das 15:30 e sentou-se por baixo de uma árvore que lhe tapava o sol escaldante.
- Adoro este cheiro a natureza – disse calmamente e tirou as folhas desordenadas de uma capa.
«Bem vamos começar a ordená-las» - E deitou as mãos ao trabalho. «Bem, a minha sorte é terem os números das páginas senão estava feita» - e sorriu
Demorara apenas 15 minutos a ordená-las e depois começou a ler.
Quando ia no segundo texto, começava a tremer-lhe as mãos.
«Exploração infantil??????!!! Mas isto é horrível!» - Pensou horrorizada. - «Então é isto a minha missão, tenho de salvar aquelas crianças inocentes dos patifes» - pensou com firmeza
E assim passou mais 4 horas a ler o processo até que reparou que o sol já se estava a pôr.
- O tempo passa tão rápido!...– disse e olhou para o seu relógio – BAH! CREDO! Já é tão tarde!
Arrumou as folhas e foi apressadamente para casa.
Demorou 30 minutos a lá chegar e estava já a rodar as chaves na fechadura quando algo inesperado aconteceu.
Alguém a agarrara no braço e quando se virou para ver quem era ficou paralisada.
«Não pode ser» - disse assustada
-Achavas que te deixava assim? Foi tão fácil encontrar-te – disse um homem já conhecido dela – Então abres essa porta ou tenho de ser eu?
-Mas Diamante que fazes aqui? Devias estar nos EUA! Estiveste a beber? – Perguntou assustada
-Cala-te e abre! – Berrou Diamante.
Bunny tremia por todos os lados, mal conseguia acabar de rodar a chave, então Diamante afastou-lhe a mão com toda a força e abriu a porta empurrando-a para dentro e entrando logo de seguida, mas esqueceu-se de fechar a porta que ficou apenas encostada.
-Anda lá sua cabra oferecida! Agora quero ver o que vales – Disse Diamante louco de raiva – Vá mostra os teus dotes!
-Diamante por favor, não me obrigues a isto – Bunny suplicava – Por favor não me magoes, não me faças mal – E começou a chorar
Já nas escadas do prédio, ia Gonçalo, que chegava a casa depois do trabalho e ouviu os gritos. Ele não percebia o que se estava a passar e então continuou a subir.
- Cala-te desgraçada. És uma oferecida e agora vais aprender – Diamante irritado pregou-lhe um estalo e ela acaba por perder o equilíbrio acabando por embater no velho sofá que estava no meio da sala.
Nessa altura Gonçalo estava a subir o último lancil de escadas e tinha ouvido tudo.
«Bem aquilo ali está violento, mas é melhor não me meter, eles que resolvam o problema» - Pensou ele
Mas algo tinha mudado já não a ouvia a falar e agora já conseguia ver pela porta entreaberta o que se passava. Bunny estava inconsciente no chão e Diamante rasgava-lhe as roupas e começava a abusar dela, mesmo ali à sua frente, enquanto a porta estava aberta.
Nisto, Gonçalo fica cego de raiva por assistir aquela cena.
-Não!!! Isto eu não permito – Então decide ir socorrer a sua vizinha entrando pela porta a dentro.
ola, tou a gustar da tua fic, tem uma ideias originais e giras... mas acho que está um pouco pobre em termos de descriçoes. a minha no inicio tambem estava assim e depois de me terem sugerido que fizesse mais descriçoes ficou muito melhor. tambem acho que podias perlongar mais agumas situaçoes, para nao parecer que o dia dela só tem umas 4 horas. como por exemplo quando ela recebe a missao, mais parecia uma visita ao medico do que a entrega de uma missao da ONU.
espero que nao leves a mal o comentario.
bjinhu
espero que nao leves a mal o comentario.
bjinhu
**podem tratar-me por Vânia ou Banny-chan**
fic: Sayonara sweet days
fic: Sayonara sweet days
Bem Daniela estive a ler, e é assim tens uma ideia gira mas nota-se que no início estavas mesmo muito bem e acabaste por ir regredindo em descrições ao longo da fic.
Podes até não ser muito de descrever mas numa fic isso é essencial, mesmo assim notou-se que no início estavas a ir bem, como já disse.
Aqui para o fim, principalmente no capítulo 3, tornou-se muito cansativo de ler, é muita descrição de espaços e pouca de sentimentos, é isso que está a faltar até porque ok tem alguns erros ortográficos (poucos em comparação a muita fic que leio) e os tempos verbais nem sempre estão bem, mas passa ao lado.
É engraçada a ideia, completamente u.a. mas tenta desenvolver um pouco. Está rica em diálogo e as descrições no diálogo estão óptimas. Fora dele, falta o sentir.
Coloca-te na pele da Bunny e imagina o que sentirias ao ver um homem tão belo mas tão ruim na sua frente e ao namorar um homem que aparentava ser algo que não era.
Quem lê tem de sentir, pensa nisso.
De resto, simplesmente, continua. Tens boas ideias apenas imagina-te nelas.
Beijinho.
Podes até não ser muito de descrever mas numa fic isso é essencial, mesmo assim notou-se que no início estavas a ir bem, como já disse.
Aqui para o fim, principalmente no capítulo 3, tornou-se muito cansativo de ler, é muita descrição de espaços e pouca de sentimentos, é isso que está a faltar até porque ok tem alguns erros ortográficos (poucos em comparação a muita fic que leio) e os tempos verbais nem sempre estão bem, mas passa ao lado.
É engraçada a ideia, completamente u.a. mas tenta desenvolver um pouco. Está rica em diálogo e as descrições no diálogo estão óptimas. Fora dele, falta o sentir.
Coloca-te na pele da Bunny e imagina o que sentirias ao ver um homem tão belo mas tão ruim na sua frente e ao namorar um homem que aparentava ser algo que não era.
Quem lê tem de sentir, pensa nisso.
De resto, simplesmente, continua. Tens boas ideias apenas imagina-te nelas.
Beijinho.

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Tens de entrar para responderes neste tópico.



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