Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Brilho de Estrela [CAP 11 - 24/01/10]

#81
- Bem, em primeiro lugar, comprimentos à autora xp
Eu já acompanho esta fic desde que entrei para o forum, mas só agora é que decidi comentar, acho que deveria dar a minha opinião mesmo que ela não valha muito.
Gostei imenso da história, não está aborrecida nem repetitiva, e está muito original, do genero, não há nenhuma no forum que seja parecida, pelo menos que eu tenha visto. Um bocadinho de originalidade não faz mal a ninguém, e esta fic têm-na.
Adorei a tua maneira de escrever, está tudo bem escrito e organizado, de uma forma que me agradou ler, os meus parabens por isso. Adorei as descrições, acho que são parte importante de uma fic, e também os dialogos.
Consegues transmitir bem a história sem a tornar aborrecida ou demasiado simples e repetitiva, está fantastica. *-*
Fico à espera de mais, fiquei curiosa sobre a ultima parte, continua o mais rápido possivel.
Beijinhos.
Live is just a game...
Retain your fangs.
#82
Maylene escreveu:Obrigada a todos os comentários! Embaracoso

Estarei a retomar a fic nos próximos dias e em breve trarei mais um capítulo. É só acabá-lo.

Ainda hoje me perguntei onde andavam as fics que eu costumo ler aqui no fórum que n via actualização nenhuma. E agora vi o teu comentário Embaracoso Que bom saber que em breve vem aí um novo capítulo... Pena ir de férias logo amanhã porque gostava de o ver logo que saísse, mas vejo depois =) Tenho de reler a fic porque já há algumas cenas de que não me lembro (mais uma coisa que vou ter de guardar para depois das férias, se bem que não me esteja a queixar de ir para fora, mt pelo contrário Embaracoso).

Fico feliz por ver que isto n ficou esquecido (ao contrário de umas quantas coisas que eu comecei a escrever e nunca acabei... *guilty look*) Very Happy E fico ansiosamente à espera desse tal capítulo que virá em breve Wink

*dá um grande ovo da kinder a ver se assim a Maylene acaba mais rápido*

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#83
Fico mto feliz por saber que a fic continua a ser querida por todos. Para vos animar, já tenho o próximo capítulo escrito. Ele já estava todo elaborado na altura que deixei de actualizar mas faltavam uns ajustes e depois parei.

No entanto também necessito de reler a fic toda para conseguir continuá-la e estou a fazer um pequeno resumo dos capitulos todos postados até agora. Assim fica mais facil recordarem a grande maioria dos acontecimentos importantes sem ser necessário ler tudo desde o principio. Isso é que está a tomar algum do meu tempo senao já tinha postado o próximo capitulo.

Mas vou tentar postá-lo ainda 6f, antes de também ir de férias.

Nas Asas de um Anjo (CAP 03) - A história de um rapaz que deseja o Céu e de um anjo que se envolve numa mentira.
Elegia (CAP 10) - E se antecipássemos a morte das pessoas nos sonhos e nos apaixonássemos por uma delas?
#84
Ok, fico então ah espera Embaracoso
Ja nao te livras de mim tao dpressa Matreiro
#85
*Adiciona fic à lista de coisas a fazer kd voltar de férias* E não é que me importe de reler a fic toda outra vez (aliás tempo não me vai faltar depois de voltar, pelo menos durante um bocado), mas acredito que, para pessoas com menos disponibilidade para reler tudo, os resumos dêem jeito.

Então fico à espera Embaracoso

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#86
- Fico a esperaa.
Live is just a game...
Retain your fangs.
#87
Já é 6f mas infelizmente tenho tido os dias bastante preenchidos e agora com os preparativos para as férias ainda tem sido pior.

Lamento não cumprir com o prazo e postar o mais depressa possível. Ainda levaria algum tempo a colorir as falas das personagens e ainda não terminei de fazer o resumo de toda a fic, o que gostaria de postar antes do capítulo.

Nas Asas de um Anjo (CAP 03) - A história de um rapaz que deseja o Céu e de um anjo que se envolve numa mentira.
Elegia (CAP 10) - E se antecipássemos a morte das pessoas nos sonhos e nos apaixonássemos por uma delas?
#88
Mas olha... eu ja li varias fics em que aconselham o escritor a nao colorir as falas... dizem que faz doer a vista para nao falar da trabalheira que tens Embaracoso
Por mim, é indiferente, apenas estou-te a dizer isto só porq ja vi esse problemas das cores em varias fics XD

nao te preocupes! EU espero o tempo que for preciso para ler Toma toma

Beijokitas
Ja ne!
#89
Maylene a tua história está fantástica! Adorei!
Comecei a ler hoje e já terminei!
Continua em breve! Very Happy
#90
Como há já algum tempo que não actualizo a fic, é normal que muita coisa tenha ficado esquecida (eu própria esqueci de quase toda a estrutura e história). Por isso decidi fazer um resumo de cada capítulo para recordar todos os acontecimentos importantes em cada. Assim poderão continuar a ler os novos capítulos! Embaracoso

Capítulo 01 – O mundo parece estar finalmente em paz. Bunny estuda da faculdade, Ami segue Medicina, Maria pratica os seus dotes culinários, Joana segue a carreira da fama, Rita continua a cuidar do templo enquanto presta serviço comunitário e o Gonçalo trabalha numa produtora discográfica. Embora continuem amigas, agora todas estudam em escolas separadas e encontram-se poucas vezes.
Repentinamente dá-se uma mudança na atmosfera e as navegantes apercebem-se que algo se aproxima. Enquanto isto, Gonçalo é chamado pelo seu patrão para conhecer a nova banda que irá representar.

Capítulo 02 – Bunny chega atrasada a mais um dia de aulas e falha a apresentação dos seus novos colegas de turma. A escola encontra-se num reboliço e todos parecem encantados com os novos estudantes. Ela relembra os tempos em que tinha o Seiya na sua turma.
Gonçalo vai buscar a Bunny à escola para jantarem e conta-lhe sobre a sua promoção. Quando refere que irá representar um grupo de ídolos adolescentes a Bunny fica paralisada e deixa o garfo cair no chão. Gonçalo pensa que se deve ao facto de já não se irem encontrar tão frequentemente e começa a consolá-la, dizendo que os seus novos colegas de turma lhe farão companhia. A rapariga começa a chorar ao antever a possível separação deles os dois.
No regresso a casa, Bunny ouve um canto triste e corre ao seu encontro. Ela vê uma figura a tocar harpa enquanto canta, com um lobo aos seus pés. Ao aproximar-se a estranha figura foge e aparece Kunsite.
Incapaz de se transformar em Sailor Moon, ela é salva pelas Starlights e pelo Mascarado, acabando por desmaiar nos braços deste.
No dia seguinte ela volta a chegar atrasada à escola e fica surpreendida ao ver o Seiya sentado mesmo atrás de si.

Capítulo 03 – Os Três Luzes estão de volta e a Bunny começa a sentir-se nostálgica e mais segura. Perdia em pensamentos, ela tem de prestar uma visita ao gabinete da professora. Ao sair do gabinete encontra o Seiya à sua espera. Ele conta-lhe que regressaram para procurar a deusa do renascimento, capaz de restaurar uma galáxia inteira. Eles desejam voltar a dar vida aos seus planetas e esperam transmitir a mensagem a essa deusa através do Sistema Solar.
Entretanto o Gonçalo liga para a Bunny e o Seiya acaba por se meter na conversa, confessando que o Gonçalo tem bom gosto e ela é bonita. Seiya promete cuidar da Bunny e impedi-la de faltar às aulas.
Reunida com as suas amigas, a Bunny dá a noticia do regresso dos três rapazes, estragando a super novidade que a Joana traz uns minutos depois. A Joana fica histérica ao saber que são colegas de turma e pergunta-lhe a que horas acabam as suas aulas.
No dia seguinte prestam uma visita à escola da Bunny e a Joana persegue o Seiya por toda a escola para lhe dar um abraço. Durante a fuga, o Seiya arrasta a Bunny atrás de si e os dois vão esbarrar no director.
No regresso a casa, Bunny não sente coragem de contar às amigas o sucedido e acaba por ocultar que já não se consegue transformar. Ao afastar-se delas, ouve novamente a mesma voz e volta a ser atacada por Kunsite. É salva pelas suas Guerreiras e também pelas Starlights. Assim que o Mascarado também aparece, Kunsite destrói o seu próprio demónio e volta a desaparecer.

Capítulo 04 – A Bunny dorme e não se apercebe que estão a tocar à porta. Ao não conseguir acordar a rapariga, o Luna vai receber o Seiya e pede para que ele a proteja.
As meninas estão reunidas a comentar o facto da Sailor Moon já não se conseguir transformar. Também estranham o facto de um dos generais do Príncipe Endymion ter regressado, enquanto esperam a chegada da Bunny.
No meio de um ensaio ele apercebe-se da estranha mensagem que a voz dos três transporta. A Bunny aparece no estúdio e o Seiya diz para o Gonçalo levá-la a jantar fora.
Após uma conversa entre os Três Luzes, eles admitem que terão de ser cuidadosos com a situação e que será melhor que o Gonçalo não saiba das suas identidades para não afectar o trabalho. Taiki e Yaten pedem para o Seiya afastar-se da Sailor Moon.
As quatro raparigas vão até ao estúdio para ver os Três Luzes mas são barradas à entrada por um segurança. A Joana tenta passar através dele mas é enganada pelos três rapazes que saiem do edifício nesse momento. Ami, Rita e Maria pedem para que protejam a Bunny agora que apareceu um novo inimigo.
No meio do jantar, Gonçalo diz que as pedras dos seus generais ainda se encontram no mesmo sítio onde as deixara e que não compreende de onde apareceu o Kunsite. Bunny pensa que poderá estar a sofrer uma nova mudança de poderes mas Gonçalo pergunta-lhe se já não tinha atingido o estádio máximo da transformação como Eternal Sailor Moon. Mudando de assunto, Gonçalo deseja perguntar algo à Bunny e esta fica feliz pensando que é sobre o casamento, porém o assunto é sobre os Três Luzes.
Incomodado com o perigo que a Bunny corre, Seiya estaciona o carro à porta dela durante a noite e fica de vigia. Misteriosamente a Bunny sai de casa e caminha pelas ruas. Seiya vai atrás dela. Taiki e Yaten reúnem-se a eles e salvam-na do novo ataque do inimigo. Luna pede para lhe cedam um pouco de poder à Sailor Moon, para tentar despertar os seus poderes e disto resulta uma nova transformação para a Sailor Moon.

Capítulo 05 – Chegou o primeiro concerto dos Três Luzes e a Joana quer que a Bunny peça ao Gonçalo os bilhetes. A rapariga apercebe-se que o Gonçalo não lhe tinha falado de nada e que estão a ficar um pouco distantes. Os Três Luzes reúnem-se a elas ao tentarem fugir do Gonçalo, que os anda a matar de trabalho. Porém são descobertos quando dão com a língua pelo telemóvel da Bunny.
O Gonçalo está tão empenhado no seu trabalho que se esquece de dar bilhetes à Bunny. Seiya apercebe-se deste facto e envia os convites, desejando usar esse espectáculo para entregar uma mensagem de amor à Bunny.
Quando a Bunny vai aos bastidores procurar pelo Gonçalo acaba perdida e é atacada. Novamente é salva pelas Starlights e pelas Guerreiras Navegantes e usa os seus novos poderes para destruir o demónio do inimigo.
Seiya dedica uma música a Bunny e tenta transmitir-lhe uma mensagem. Infelizmente ela não se apercebe dessa mensagem.

Capítulo 06 – Haruka irrompe pelo estúdio e espeta um murro no Seiya, culpando-os já de tudo o que poderá acontecer. Na rua, confessa à Mariana que tem medo que a sua princesa fique sozinha nesta batalha e que ela seja separada do Gonçalo.
Na escola, a Bunny começa a ficar mal vista aos olhares dos seus colegas por andar frequentemente na companhia dos três ídolos.
Gonçalo tenta investigar ao máximo o passado dos Trêz Luzes, especialmente o de Seiya. Ele tenta descobrir de quem o Seiya está apaixonado e que o faz emitir tanto brilho mas cada vez que se aproxima desta verdade, dá-se conta que todas as respostas o levam até à Bunny. Taiki e Yaten começam a ficar desconfiados de todas as perguntas do Gonçalo.
Seiya tenta falar com a Bunny pelo telemóvel mas esta desliga-o. Então ele vai a casa dela contra à vontade dos seus dois colegas, que também terminam por ir lá parar. Seiya faz-se convidado para jantar.
Enquanto isto, alguém faz uma entrega ao Gonçalo de uma fita de cassete gravada em estúdio que transmite uma mensagem de Seiya para a sua pessoa importante. Gonçalo já não aguenta com tantos enigmas e acredita que a Bunny os possa esclarecer todos. Ao ir a casa da rapariga acaba por se deparar com os três rapazes a jantar lá e com uma das mãos do Seiya poisada na face da rapariga e a outra sobre a mão da rapariga.

Capítulo 07 – Inconscientemente, Gonçalo começa a sentir que a Bunny tem todas as resposta que ele precisa. Ele também acaba por jantar mas antes acusa a Bunny de estar a envenenar as suas estrelas. O jantar é passado no meio de conversas sobre o trabalho dos quatro homens.
No estúdio, Gonçalo chateia-se com a má performance dos ídolos. A voz dos três deixa de estar em sincronia. Seiya canta para a Bunny, Yaten canta para a sua princesa e o Taiki é o único que canta para a deusa que desejam encontrar.
Bunny sente-se mais distante do Gonçalo e mais próxima de Seiya. Ela deseja recuperar o amor do Gonçalo e também deseja que a Chibi-Usa regresse. Ao regressar a casa após um dia na biblioteca, ela volta a ser atacada por Kunsite e salva novamente pelos Três Luzes que se transformam na presença de Kunsite.
Repentinamente dá-se uma mudança brusca na Sailor Moon e ela pede que o poder das Starlights seja directamente dirigido ao seu corpo. Com esse poder ela diz que matar é a única solução para acabar com todos aqueles problemas com os seus olhos cheios de ódio, deixando Star Fighter assombrada. Kunsite incapaz de lutar contra aquele poder desaparece e a Sailor Moon desmaia. Quando a Bunny acorda não se lembra de nada e Seiya acredita que aquela que tinha aparecido anteriormente não era a verdadeira Sailor Moon.
Kunsite regressa a um mundo feito de cristal revoltado com o facto de ter falhado e saber que a ira da Deusa se abateria sobre ele. Ele admite ter estado confiante com a garantia da Deusa dos poderes da Sailor Moon estarem selados. Decide então que deve ir falar com o seu príncipe mas é impedido pelos outros três generais que relembram que a Deusa não lhes deu essa ordem. No meio de uma conversa, ele questiona-se acerca dos motivos que levam a Deusa a desejar matar a Sailor Moon. Kunsite vai falar com o seu príncipe e pede para que tenha cuidado com os três ídolos.
De regresso a casa, Gonçalo encontra-se com uma mulher de cabelos ruivos.

Capítulo 08 – As cinco raparigas viajam até à praia onde se vão as filmagens de um filme onde os Três Luzes vão participar.
Um acidente faz a actriz principal ser incapaz de representar o seu papel e Seiya sugere que seja feita uma substituição. A Bunny é escolhida para contracenar com o Seiya sob a ameaça que se não for a rapariga o Seiya desiste das filmagens. Gonçalo acaba por deitar a Bunny abaixo ao dizer que ela não consegue decorar nenhuma frase sequer.
Bunny começa a ensaiar mas a Joana questiona sobre a cena do beijo e a rapariga sai a correr perturbada. Ela corre para a falésia onde encontra o Seiya.
Gonçalo relê o guião no seu camarim e sente que talvez não a devesse ter chamado para as filmagens. Ao sair até à rua vê duas figuras no cimo da falésia e tem um pressentimento que é a Bunny e o Seiya e sente-se incomodado.
As filmagens tornam-se demasiado reais e o Taiki e Yaten apercebem-se que tudo está a chegar a um limite. Gonçalo pede à Bunny para beijar o Seiya nas filmagens e a rapariga afasta-se aflita. Kunsite ataca mas novamente as Guerreiras Navegantes e o Mascarado intervêm. Porém não conseguem parar Kunsite e são salvas pelas Starlights que cedem poder à Bunny, deixando o Mascarado atónito por conhecerem a verdadeira identidade da Sailor Moon.
A Sailor Moon descontrola-se a ataca o Kunsite com todos os poderes. No momento que está quase a matá-lo surge uma figura feminina feita de cristal na sua frente e ambas fitam-se cheias de ódio. As duas mulheres enfrentam-se e a Sailor Moon descarrega uma forte explosão no acampamento. Star Fighter intervém e coloca-se entre as duas, fazendo a figura de cristal ceder e a Sailor Moon desmaiar. Quando a Bunny acorda só vê destruição à sua volta e está nos braços do Seiya que a impede de ver o que se passa. Ela luta para se libertar e consegue ver o corpo de uma vítima a ser levado.

Nas Asas de um Anjo (CAP 03) - A história de um rapaz que deseja o Céu e de um anjo que se envolve numa mentira.
Elegia (CAP 10) - E se antecipássemos a morte das pessoas nos sonhos e nos apaixonássemos por uma delas?
#91
Ok muito bem feito Very Happy pra mim que acho que não acompanhei de inicio :s não tenho a certeza, desculpa, são muitos meses sem vir cá Matreiro e está sem dúvida uma boa fic, com mais calma irei ler tudo anteriormente, mas digo que gosto Very Happy
#92
Capítulo 09 – Quando o brilho desvanece


Bunny estava mais desesperada do que nunca e debatia-se nos braços do Seiya. Tentava ver, a todo o custo, o que se passava no acampamento. Taiki e Yaten observavam-na sem apresentarem qualquer reacção. Até os rostos deles contorciam-se de tristeza ao verem a dor da rapariga. Foram precisos vários minutos para que a Bunny ficasse cansada de lutar e se deixasse cair finalmente nos braços do rapaz sem oposição. Chorava silenciosamente mesmo sem compreender o que a rodeava. Fora ela que fizera aquilo? Não podia ser…
Passos aproximaram-se e uma voz familiar soou.
- Seiya poderias levar a Bunny para casa por favor?
Bunny libertou-se dos braços do rapaz no mesmo instante e atirou-se para os braços do Gonçalo.
- Gonçalo diz-me o que aconteceu! Diz-me por favor!
- Já acordaste Bunny? Teria sido melhor se ainda estivesses a dormir.
Ele voltou a entregá-la a Seiya e estendeu-lhe as chaves do seu carro.
- Leva-a para casa por favor Seiya. – e dito isto virou as costas e voltou para o acampamento.
Seiya deitou um olhar aos seus companheiros que lhe acenaram positivamente. Ele pegou então na mão da rapariga e arrastou-a dali para fora.

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Seiya deitou a jovem na sua cama e fê-la tomar um calmante. Esperou que adormecesse para respirar de alívio. Luna não estava em casa e ele regressou à cozinha para beber um copo de água.
Toda aquela destruição… aquele poder… aquela que não podia ser a Sailor Moon, pelo menos a que ele conhecia. Levou a mão ao seu braço direito magoado pelo ataque dela. Toda a dor que ela sentia… também ele a sentia…
Bateram à porta e ele foi abrir. Do outro lado estavam o Taiki e o Yaten.
- Trouxemos o nosso carro. O Gonçalo ainda ficou por lá. – informou o Yaten. – Como ela está?
Seiya deixou-os entrar e fechou a porta. Naquele momento já passava da 1 da manhã.
- Dei-lhe um calmante e lá adormeceu. Como ficaram as coisas por lá?
- Os feridos foram todos enviados para o hospital, entre eles estão alguns técnicos. O único óbito foi aquele.
Seiya foi buscar uma chávena de chá que fizera para a Bunny e também serviu os seus amigos. - O que vos parece? – perguntou enquanto bebia um pouco.
- Uma verídica possessão. – declarou logo o Taiki. – Perdeu o controlo sob o seu corpo, perdeu as lembranças, ficou confusa e ganhou uma personalidade que não é dela.
- A nossa princesa falou-nos disso. – Yaten também bebeu um pouco do seu chá.
- Agora resta saber qual delas é a verdadeira Sailor Moon.
- A verdadeira Sailor Moon é a Pudinzinho. Ela é amorosa e nunca faria uma coisa daquelas.
- Seiya, na regra das possessões nunca sabemos quando se é uma pessoa ou outra. Ela pode a qualquer momento voltar a ficar assim e tu nem te aperceberes a não ser que já seja tarde demais. Tens de te afastar agora dela. – disse o Taiki secamente.
- Não o farei. Não agora.
- Isto começa a ficar demasiado perigoso para nós. – comentou o Yaten. – Temos de encontrar a Deusa e regressar logo ao nosso planeta.
- Vocês pretendem abandoná-las e deixar tudo como está?
- Seiya, neste momento nada pode garantir a nossa segurança aqui. O que nos garante que da próxima vez não seremos nós as vítimas? Viste como ela te tratou. Ainda tens o braço ferido…
- Isto não é nada. – Seiya desviou o seu olhar do olhar crítico do Taiki.
Yaten terminou o seu chá e poisou a chávena em cima da mesa da cozinha.
- De qualquer maneira não lhe cederei mais poder.
- O que estás a dizer? Queres que ela seja ferida?
O Seiya assanhou-se contra o seu colega de cabelos brancos e com a mão livre agarrou-lhe na camisa.
- Tem lá calma Seiya. Não vou entregar o meu poder para voltar a ver destruição como esta. Também não vou emprestar o meu poder para no minuto a seguir ser morto.
Yaten retirou a mão do companheiro da sua camisa e encaminhou-se para a porta. Taiki poisou a sua chávena também e seguiu o Yaten. Colocou a mão no puxador mas antes de sair voltou-se para o Seiya.
- Seiya… esta não é a nossa batalha.
- Então faremos dela uma das nossas batalhas.
Taiki suspirou e olhou para a frente. – Sabes Seiya, nada te garante que quando ela acordar não te irá matar.
- Se ela assim o fizer terei todo o gosto de morrer nas suas mãos.
Taiki fechou a porta atrás de si deixando o colega para trás. Caminhou ao lado de Yaten pela rua.
- Desde quando isto chegou a este ponto? Espero que não te importes de dormir no carro.
Yaten negou com a cabeça.
- Não. Mas também nós já estamos neste ponto pelo Seiya… Temos de cuidar dele, especialmente neste momento.

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A vítima do desastre foi a actriz que se encontrava a entrar no seu ex-camarim no momento em que o ataque foi directo a ele e o fez explodir. O funeral realizou-se no dia seguinte e as quatro raparigas estiveram presentes juntamente com Taiki e Yaten. A Bunny e o Seiya foram os únicos que faltaram.
As filmagens nunca chegaram a serem concluídas porque a partir daquele dia o Gonçalo afastou a Bunny das mesmas com receio que a tragédia se voltasse a repetir. Seiya revoltou-se e abandonou as filmagens dizendo que se não fosse a Bunny então ele também não participaria no filme.
A Ami, a Rita, a Maria e a Joana não visitaram a Bunny nesse dia nem no outro. Desde aquele incidente que não se tinham voltado a ver e isto era porque qualquer uma delas tinha receio da sua princesa. Bunny não voltou a sair de casa pois estava deprimida. Nos dois dias que se seguiram tudo o que recebeu foi um simples telefonema do Gonçalo a perguntar se estava bem.

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- Muito bem Taiki e Yaten. Mas onde é que está o Seiya?

Gonçalo entregou-lhes a folha com a letra da nova música. Tinha sido escrita por Seiya e mais uma vez falava de amor.
- Ele hoje não se estava a sentir muito bem. – comunicou o Taiki.
- A sério? Então ele que descanse um pouco. – disse enquanto vestia o seu casaco.
- Vais sair? – perguntou o Yaten.
- Hoje saio mais cedo. Vou tratar de alguns assuntos pessoais e depois irei visitar a Bunny. Ahh… – lembrou-se o Gonçalo de repente. – O Seiya já tinha participado em algum filme antes?
Os dois estranharam esta pergunta e negaram com a cabeça.
- Oh… participou sim. Vocês os três fizeram um filme de heróis com super poderes antes. Tenho de pedir essa cassete para ver. – e sorrindo mais uma vez saiu, acenou e saiu.
Taiki e Yaten entreolharam-se. Sobre as suas cabeças surgia a mesma preocupação e dúvida. Afinal o que queria o Gonçalo deles? Porque estava a sondar tanto o passado dos três, especialmente o do Seiya? E mais importante… quem era a pessoa que contava tanto sobre eles ao seu produtor?
Saíram minutos a seguir ao outro rapaz e dirigiram-se para casa. Seiya estava sentado no sofá com o telemóvel no ouvido. Ouvia-se o toque do outro lado mas ninguém atendia.
- Precisamos de falar Seiya. – declarou o Yaten.
- Sobre o quê? – o rapaz lançou um olhar impaciente para os seus companheiros.
- Tens de começar a ter cuidado com o Gonçalo. Ele não pára de recolher todas as informações sobre ti e a qualquer momento até poderá descobrir quem somos.
- Ele que descubra…
- Seiya! Não sabemos o que o Gonçalo pretende. Tem cuidado com ele por favor!
Mais uma vez a chamada foi parar ao atendedor de chamadas. Seiya desligou o telemóvel preocupadamente e levantou-se num pulo. Pegou no seu casaco e correu até à porta.
- Agora tenho sair.
- Seiya!
- Yaten, eu não me importo que ele investigue tudo até que se sinta satisfeito. Eu já não me importo de nada, excepto uma coisa… – e dizendo isso saiu.

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Bateu e aguardou. Como ninguém lhe respondeu, ele próprio abriu a porta. Tinha consigo uma cópia da chave que fizera no dia anterior. Com tanta coisa que vinha a acontecer, podia precisar de entrar ali dentro a qualquer momento. Subiu as escadas e encontrou a Bunny deitada na cama a chorar.
- Ainda estás assim Pudizinho?
- Sai Seiya.
Três dias se tinham passado e tudo permanecia igual. Ela não saíra de casa e passava o tempo todo assim. Aquilo já era demais…
- Não! Não te vou deixar nesse estado e até ao final do dia vou pôr-te a sorrir.
Seiya agarrou no braço dela e puxou-a para fora da cama. Arrastou-a pelas escadas abaixo e conduziu-a até à rua.
- Estás a magoar-me Seiya.
- Hoje não ficarás em casa.
Levou-a até ao carro e obrigou-a a entrar. Logo de seguida ele também entrou e pôs o carro a trabalhar.

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Taiki e Yaten tinham regressado ao estúdio. Yaten esquecera-se que trocara de casaco durante a manhã e tinha deixado lá o seu transformador.
- Tens de ser mais cuidadoso Yaten. Se o Gonçalo descobre aquilo…
Yaten foi procurar pelo seu casaco deixando o colega sozinho. Taiki desviou o olhar para cima de uma das mesas da sala e viu lá a mala do Gonçalo. Encaminhou-se para ela, abriu-a e encontrou lá dentro o tal caderno onde o produtor estava sempre a fazer as suas anotações sobre eles. Abriu e…
- Isto é…
- Está aqui Taiki. Encontrei-o. Podemos regressar… Que estás a fazer?
O mais velho dos Três Luzes voltou-se para o Yaten com uma expressão pesada e estendeu-lhe o caderno. Yaten agarrou-o e desfolhou-o. Bastou olhar para poucas páginas para compreender.
- Não pode ser! Este Gonçalo sabe tudo sobre nós. Como?
- Não sei. Alguém deve ter-lhe fornecido essas informações todas, até mesmo a origem dos nossos nomes…
- Mas só há uma pessoa que sabe disto…
Seria essa pessoa a que eles estavam a pensar? Não podia… Ela não estava ali. Ela tinha ficado no planeta desta vez… E porquê contar aquilo tudo ao Gonçalo, porquê chegar quase ao ponto de revelar até as suas identidades?

(…)
Seiya Kou, cujo nome significa “Luz de Estrela”. Provavelmente foi o primeiro membro a ter a ideia de criar a banda. Não só da banda mas também do trio. Taiki e Yaten juntaram-se a ele posteriormente.
É regido sob o signo de Leão, que o tornam muito emotivo e imprevisível. Dificilmente consegue lidar com raparigas mesmo que esteja a cantar para encontrar uma. Não consegue controlar emoções e nem se abstrair das suas opiniões. Taiki e Yaten têm dificuldades em chamá-lo à atenção.
(…)
Nunca vi personalidades tão contraditórias e ao mesmo tempo tão semelhantes. Apesar de serem bastante diferentes, partilham o mesmo sobrenome. Os três foram adoptados pela mesma pessoa em crianças e foi assim que se conheceram. Para alcançarem um objectivo comum uniram-se e criaram uma amizade.
(…)
Mesmo que sejam os três muito eloquentes, o certo é que têm comportamentos antagónicos. É como se não estivessem habituados a lidar com outros seres humanos. Isso leva-me a pensar que podem não ser deste planeta.
(…)

Esta era a última frase que aparecia escrita na última folha preenchida, entre muitas outras que só falavam do Seiya. Yaten olhou assombrosamente para Taiki e teve de conter toda a sua fúria.

- Tive de me esquecer do meu caderno. Raios.

Gonçalo abriu a porta do estúdio e assustou-se quando viu dois olhares frios a fitá-lo. Taiki e Yaten estavam com os braços cruzados e sentados em duas cadeiras viradas para a porta a fitá-la.
- Ainda estão aqui?
Gonçalo reparou que o seu caderno estava apoiado no colo de Taiki que se levantou e estendeu-lho.
- O que significa isto Gonçalo?
- Isso… então vocês leram… Devem estar chateados comigo.
- É claro que estamos! – Yaten começou aos berros com a sua voz aguda mas foi interrompido pelo braço de Taiki que se estendeu à sua frente.
- Porque queres tanto saber sobre o nosso passado? Isto são assuntos demasiado pessoais e não te dizem respeito…
- Foi mal… – Gonçalo admitiu e agarrou o caderno de volta.
- Porquê tanto interesse no Seiya? – questionou novamente o Taiki. – Porquê essa obsessão por ele?
O Gonçalo olhou para o caderno e sorriu para si durante uns instante.
- Isso é porque… Não consigo compreender de onde vem o brilho do Seiya e ao mesmo tempo invejo a sua luz. Ele brilha mais do que qualquer um de vós. É por causa dessa rapariga que ele ama, não é?
- E o que tens haver com isso? – atiçou logo o yaten cruzando os braços.

- Vocês sabem quem ela é.
- Sabemos mas não iremos dizer. – Taiki remexeu no bolso das suas calças e tirou a chave do carro. Avançou até à porta. – Gonçalo, estamos muito gratos por todo o teu trabalho mas gostaríamos que não te metesses na nossa vida pessoal, muito menos na vida privada do Seiya.
- Entendo. – Gonçalo assentiu e estendeu-lhes o caderno. – Isto deve fica convosco e podem fazer o que quiserem com ele.
Taiki ignorou o caderno e saiu pela porta sendo seguido pelo Yaten. Antes de fecharem a porta ambos disseram:
- Até amanhã!
A porta foi fechada bruscamente, deixando o produtor pensativo:
- “Kunsite disse-me para ter cuidado com eles. Eles seriam os inimigos… Mas Kunsite ocultou-me algo. Os acontecimentos coincidem bem demais. O aparecimento dos Três Luzes coincide com o aparecimento das três novas guerreiras navegantes. Há dois anos atrás há indícios do mesmo ter acontecido. Estarão eles associados? Não… só pode haver uma solução… Eles estarão ligados às Starlights? É impossível não os reconhecer. Mesmo que queira duvidar de Kunsite, ou não consiga perceber o que ele diz… o que é certo é que, provavelmente, eles serão as Starlights. Eles não são deste planeta!”
Gonçalo ficou mais uma vez a olhar para o seu caderno. Sabia que tinha ali informações valiosas mas agora teria de passar a ter mais cuidado. Estava tão perto de a encontrar… alguém que até o Taiki e o Yaten conheciam… provavelmente alguém com quem eles falavam e davam-se bem… provavelmente… a Bunny… A imagem do jantar de uma das noites anteriores assombrou o pensamento. Não… não queria acreditar, aliás… não podia acreditar… abriu uma das gavetas de uma mesa que usava habitualmente como sua secretária e colocou lá dentro caderno, trancou-a de seguida. Não iria mais investigar o passado do Seiya. Tinha ido longe demais! Aquilo era demasiado pessoal e se fosse com ele também não gostaria. Mas bem lá no fundo… ele tinha era medo que quando finalmente encontrasse a rapariga… nesse mesmo dia… pudesse perder a Bunny.

(Continua já a seguir)

Nas Asas de um Anjo (CAP 03) - A história de um rapaz que deseja o Céu e de um anjo que se envolve numa mentira.
Elegia (CAP 10) - E se antecipássemos a morte das pessoas nos sonhos e nos apaixonássemos por uma delas?
#93
(Continuação)

xxXxxXxx

As quatro amigas tinham-se encontrado na rua. Se era por acaso ou não, também não interessava. Entreolhavam-se com uma culpa espelhada nos seus olhos e uma falta de vivacidade. Estavam sentadas num banco de jardim sem saberem o que dizer entre si. Todas tinham o mesmo sentimento apesar de não o terem confessado.
Haruka e Mariana contornaram a esquina e foram ter com elas. Mais atrás vinha a Octávia e a Susana. Não tinham sido chamadas mas tinham pressentido que eram necessárias. Todas eram guerreiras navegantes e, como tal, já lhes estava no sangue o chamamento entre si, mesmo sem ser necessário comunicar. Sentaram-se num dos bancos mais próximos.
- Porquê essa cara de enterro? – perguntou a Mariana.
- Poderemos ser chamadas mesmo de guerreiras navegantes? – suspirou a Joana.
- E qual a dúvida disso? – contestou a Haruka cruzando as pernas.
- É que… – começou a Ami a dizer.
- Não nos achamos mais dignas de sermos as guerreiras navegantes da nossa princesa. – concluiu a Maria.
- E porque não haveriam de ser? Vocês foram as quatro guerreiras escolhidas para serem as suas protectoras. – declarou logo a Susana. - É a vossa missão estar sempre ao lado dela e protegê-la.
- Mas é que… – Rita devolveu o seu olhar para os seus sapatos. – Nós pela primeira vez tivemos medo da nossa própria princesa.
Octávia aproximou-se delas e sorriu, o que fez as quatro fitarem-na.
- Às vezes ter muito poder é assustador mas teremos de confiar na nossa princesa. Vamos pedir-lhe desculpas e continuar a protegê-la.
Todas concordaram. Aquele sentimento era bastante perturbador e queriam-se livrar dele o quanto antes. Aquilo tinha sido algo fora do normal e não se iria voltar a repetir. A Bunny tinha-se descontrolado um pouco e era só isso… só podia ser isso… Mas mesmo que se tentassem convencer deste pensamento, ainda assim não conseguiam apagar aquele sentimento de culpa – a culpa de duvidarem e temerem a princesa da lua.
A Haruka e a Mariana entreolharam-se e trocaram opiniões só pelo meio do olhar. Tinham tomado conhecimento do que acontecera e compreendiam as outras quatro guerreiras. Ambas se levantaram ao mesmo tempo e despediram-se. Caminharam lado a lado pelo passeio que as levaria até casa.
- Até mesmo uma guerreira navegante consegue ter medo do que tenta proteger. Não sei o eu elas viram na nossa princesa para as deixar assim tão assustadas.
- Tenho medo Mariana.
Mariana parou e olhou para a sua companheira.
- Já sei, o medo da batalha que se aproxima…
- Não! A batalha já começou. Tenho é medo que desta vez o inimigo não possa ser derrotado por nós.
Mariana franziu as sobrancelhas espantada. Olhou durante momentos para o céu. O sol brilhava tão intensamente naquele dia que era capaz de jurar que tudo estava em paz. Sorriu e fechou os olhos, deixando-se levar pela aragem quente do final da tarde.
- Um inimigo que está para além dos nossos poderes… Acho que gostaria de conhecer tal inimigo e combatê-lo a teu lado.
- Eu não… Desconfio que nem a nossa princesa o conseguirá vencer.
- Que pessimista Haruka. Não costumas ser assim. – Mariana aproximou-se da Haruka e abraçou-a. – O teu medo é assim tão grande?
Haruka não respondeu. Ela apenas limitou-se a deixar o seu corpo aquecer com aquele abraço e a olhar para o horizonte. Não se viam muitas nuvens e estava um céu quase limpo e brilhante mas… ainda assim ela conseguia sentir o cheiro da batalha que acabara de começar.

xxXxxXxx

Gonçalo estava sentado no seu sofá com uma toalha molhada pendurada ao pescoço. Tinha acabado de tomar banho e fitava o seu telemóvel em cima da mesa.
- Devia ir ter com ela e ver como está. Mas…
- Príncipe.
Uma voz ouvia-se naquela divisão e em poucos segundos Kunsite materializou-se no meio da sala.
- Príncipe, viu o que aconteceu? Ela tornou-se uma pessoa perigosa.
- Kunsite, porque ela seria perigosa? Porque a Sailor Moon iria querer destruir o planeta em que vive?
Kunsite avançou até à mesa e agarrou no telemóvel do seu príncipe. Tocou nas teclas e depois virou o visor para o Gonçalo com o número da Bunny marcado.
- Algo que esteve adormecido este tempo todo acabou de despertar. Essa força não se preocupa com mais nada e destruirá tudo o que se puser à sua frente, até mesmo as pessoas amadas… O príncipe e este planeta estão em perigosa se essa força não for eliminada.
- Sim… – Gonçalo fechou os olhos e fez uma expressão tensa. – Estás a pedir para eu escolher entre a mulher que amo e o planeta que devo proteger…
Kunsite poisou o telemóvel onde estivera antes de o agarrar e esperou ansiosamente pela resposta do Gonçalo.
- Eu já decidi… protegerei este planeta sim. Ele é o meu reino e é a missa missão protegê-lo.
Gonçalo levantou-se e foi vestir uma camisa. Vestiu também um casaco e penteou-se enquanto Kunsite dava um suspiro de alívio. Agarrou o telemóvel, colocou-o no bolso do casaco e dirigiu-se para a porta. Parou para olhar para o seu subordinado antes de sair.
- Porém Kunsite… eu também a protegerei. Não vou escolher nenhuma das duas – a Terra e a Bunny – eu escolho as duas! Se este planeta estiver de morrer nas mãos da Sailor Moon, então eu morrerei com ele nas mãos dela.
Ele saiu deixando o general para trás. Era aquilo a que chamavam um amor impossível de deter? Era… Kunsite fechou a sua cara numa expressão de desespero. O seu espírito tinha sido libertado da pedra e ganhado forma, assim como acontecera com os outros três generais. Aos Shitennou tinha sido atribuída uma missão – proteger o planeta Terra e o seu príncipe. Aquela que lhes tinha dado vida novamente… aquela que detinha o poder da criação e da destruição… mais uma vez ordenara-lhes: “Protejam este planeta, protejam a minha criação!” Era isso que tinham de fazer. Era para isso que existiam. Mas depois… aquela últimas palavras: “Matem a princesa da Lua! Façam a sua existência regressar ao nada e irei abençoar o vosso planeta mais do que tudo.” Como poderia uma mulher ter tanta raiva de outra? Como poderia essa raiva chegar a extremos em que a morte não chegava e era preciso destruir toda a existência? Havia algo que a Deusa estava a tentar combater. Mas se ela era a Deusa… porque não fazia esse trabalho num estalar de dedos?
Mesmo não compreendendo nada do que se estava a passar, Kunsite sabia que tinha a sua ordem dada pela Deusa – destruir a Sailor Moon e aquilo que estava a despertar dentro dela – e a sua missão – servir o seu príncipe e o planeta Terra.
Voltou-se a envolver na sua capa e regressou para o paraíso de cristal.


Gonçalo caminhou pelas ruas. A aragem fresca da noite estava a refrescar-lhe a cabeça. Tinha sido um grande estúpido. Dedicara-se de corpo e alma ao seu trabalho e esquecera-se da sua amada. Durante os últimos tempos não lhe tinha dado atenção nenhuma. Um mero telefonema após o desastre que ocorrera não era o suficiente. Ele devia ter estado ao lado dela naquele momento mais do que tudo, para lhe dar todas as forças que pudesse. Talvez o casamento os aproximasse mais. Era isso… ia pedir desculpas à Bunny e falar-lhe do casamento. Ela ainda era muito nova mas já era maior de idade. Poderiam combinar tudo para se casarem no ano que se seguiria ou talvez no outro. Não… seria melhor casarem-se já.
O Gonçalo parou e fitou uma casa que se começara a ver por entre as árvores do passeio. Não se via nenhuma luz acesa. Era sinal que a Bunny estava já a dormir? Mas tinha de ir falar com ela. Tinha de pedir-lhe desculpa por toda a ausência, tinha de abraçá-la e tinha de ficar a seu lado. Logo agora que o inimigo começara a revelar-se, precisava de a proteger mais do que tudo.
Virou na esquina e sentiu um forte poder. Um poder negro!

xxXxxXxx

- Parece que deixei de ser útil. Nem sequer consegui fazer-te sorrir.
Seiya parou o carro à frente da porta da Bunny e tocou na mão dela.
- Desculpa Seiya. Eu agradeço imenso a tua dedicação mas… algo está errado comigo. Já não me sinto eu própria.
- Acho que estás cansada Pudinzinho. Não há nada de errado contigo, apenas estás um pouco em baixo. Mas vais animar-te, eu sei. Não vou desistir.
A Bunny saiu do carro e foi imitada pelo rapaz. Ele acompanhou-a até à porta de casa e foi quando uma explosão se ouviu. Ambos voltaram-se para trás e correram para ver de onde vinha. Uma árvore ardia mesmo em frente da casa da rapariga e, ao lado dessa árvore, estava Zoisite. Ele caminhou até ficar a meio da estrada e encarou-os.
- Kunsite já fez a sua escolha e a minha escolha é a mesma que a dele. – disse enquanto erguia a sua mão na direcção da Bunny.
- Transformação do poder da Estrela Fighter!
Seiya transformou-se colocou-se à frente da rapariga.
- Kunsite também disse-me quem eram vocês… parece que ele ainda não quer que o nosso príncipe saiba da verdade porque pensa que irá eliminar essa verdade antes que possa ser descoberta.
Zoisite estalou os dedos e desapareceu. Fighter e Bunny ficaram desorientadas e começaram a procurar o local para onde ele possa ter ido. A árvore deixara de arder e a atmosfera ficara mais pesada.
- A escolha de Kunsite foi… – o general apareceu atrás deles, entre a porta de casa da Bunny e o portão do jardim da mesma. – …eliminar as Starlights!
Desviou no último momento a sua mão da direcção da Bunny para a direcção da Star Fighter e dela irrompeu um disparo de luz que atingiu a navegante no peito, projectando-a contra à árvore que momentos antes estivera a arder.
- FIGHTER!
A rapariga correu ao encontro da Starlight e tentou ajudá-la a sentar-se.
- Kunsite escolheu… servir o nosso príncipe mais do que tudo. Eu irei eliminar todos aqueles que colocarem o nosso príncipe em perigo e vocês… guerreiras estrangeiras que ameaçam a paz deste planeta… serão as primeiras!

xxXXxxXXxx

Kunsite fitava o copo de cristal que segurava entre os dedos. Estava sentado num trono de cristal a beber um pouco de vinho com um tom rosado. Teria feito bem a sua escolha? Seria punido pela Deusa? Provavelmente… Já não podia continuar mais assim… seguir dois géneros de ordens não era o seu estilo. Por um lado havia aquela que pedia a morte da princesa da lua e a glória para a Terra, por outro havia o príncipe da Terra que amava a princesa da lua e acreditava nela. Tinha que escolher uma dessas ordens.
Bebeu mais um pouco e voltou a fitar o copo. Sabia que era uma traição à Deusa, sabia que pagaria bem caro esta afronta mas também sabia que acabara de escolher. Kunsite escolhera servir o príncipe da Terra!
Chamara até si Zoisite, o seu fiel companheiro. Comunicara-lhe que fosse em seu lugar proteger o planeta, por agora. Ele ficaria ali à espera da punição por parte daquela que sabia tudo. Aguardava que a qualquer momento uma força invisível o estrangulasse ou queimasse vivo. As ordens que dera a Zoisite? Simplesmente, destruir as Starlights que representavam um perigo para a Terra e para Endymion.
Olhou para o chão de cristal a seus pés e teve uma visão. Nela viu Endymion no cimo de uma falésia à beira do precipício e do outro lado estava a princesa da lua com os braços estendidos a gritar desesperadamente. Entre os dois erguia-se uma barreira formada pelas Starlights que impediam que ambos se reencontrassem. Ele sabia que tinha de eliminar aquela barreira que deixava o príncipe tão triste. A Deusa aparecera e caminhara até às Starlights. Abraçara-as e devolvera um olhar de ódio para o céu, olhar esse que cruzou com o olhar compenetrado de Kunsite, ferindo-o. Fechou os olhos e aquela visão desapareceu. Quando voltou a abri-los teve um arrepio. A escolha que fizera estava errada porque a fúria da Deusa iria abater-se entre todos e destruiria tanto a lua como a terra.

(Continua já a seguir)

Nas Asas de um Anjo (CAP 03) - A história de um rapaz que deseja o Céu e de um anjo que se envolve numa mentira.
Elegia (CAP 10) - E se antecipássemos a morte das pessoas nos sonhos e nos apaixonássemos por uma delas?
#94
(Continuação)

xxXXxxXXxx

Zoisite mais uma vez esticou o braço na direcção de Star Fighter. A Bunny rapidamente colocou-se à frente de braços esticados para o proteger.
- Pára Zoisite!
- Sai da frente princesa da lua. Aqueles que ameaçam o príncipe devem ser eliminados.
- As Starlights não são o inimigo!
A Bunny recusou-se a sair da frente da Star Figther e Zoisite foi obrigado a ceder e a baixar o braço para não ferir a princesa. Kunsite ordenara-lhe que só eliminasse as Starlights e deixasse a princesa viva por enquanto. Estava à espera da punição da Deusa e não queria receber uma também do seu soberano.
- Com uma oportunidade como esta e estás a desperdiçá-la Zoisite?
Jadeite surgiu no ar e ficou a olhar a situação. Tinha os braços cruzados e olhava para Zoisite com um olhar repugnante.
- As ordens foram bem claras: “Eliminar a Sailor Moon!”.
- Não servimos a Deusa e sim o príncipe Endymion.
Jadeite desapareceu e voltou a reaparecer ao lado de Zoisite: - Servimos a Terra queres tu dizer. E para o bem dela a Sailor Moon deve morrer agora! – esticou o braço e lançou um ataque na direcção da Sailor Moon no momento em que Zoisite gritava “Não!!!”.
Ondas de poder pararam o ataque, protegendo a Sailor Moon e a Star Fighter no seu interior. Quando o fumo do ataque se dissipou, diante deles estava a guerreira navegante da Lua com a sua transformação consumada. Mas havia algo errado! Dela eram emitidas ondas de poder negro.

Gonçalo dobrou a esquina e sentiu. Sentiu um enorme poder negro! Viu Zoisite e Jadeite lado a lado, à frente estava a Sailor Moon e atrás dela estava uma das novas guerreiras navegantes. Mas porque havia poder negro por todo o lado? Levou a mão ao peito com uma dor enorme que tinha acabado de se apossar dele e caiu de joelhos no chão. Não se conseguia mexer. Estaria aquele poder a ameaçar a Terra a ponto de o enfraquecer tanto?
A Sailor Moon olhou para Jadeite e Zoisite com o olhar cheio de ódio. Levantou a mão e nela apareceu o seu ceptro sem ser preciso ser invocado. Apontou-o contra eles e estava a preparar para lançar o seu ataque quando uma mão agarrou a cintura dela.
- Pára Pudinzinho! Se o fizeres destruirás a tua casa.
Ela retirou a mão da sua cintura e aproximou-se dos dois generais ainda com o ceptro apontado a eles. Eles recuaram e começaram a andar para um dos lados, sendo seguidos pela Sailor Moon. Agora estavam atrás de uma pequena casa do outro lado da rua e ainda sob a ameaça do ceptro. Uma luz brilhante encadeou todos e projectou-se sem aviso prévio contra os dois generais. O ataque falhou o seu destino e bateu na pequena casa do outro lado da rua destruindo-a completamente. Zoisite e Jaideite caíram no chão ao lado de Nephrite que os salvara e devolveram um olhar vingativo para a Sailor Moon. Novamente ela retribui esse olhar cheio de ódio. E voltou a apontar o ceptro para eles. Uma nova casa estava mesmo atrás mas antes que o ataque ficasse completo, os três desapareceram.
Gonçalo observara tudo do outro lado da rua. Estava chocado com o que vira. Era aquela ameaça que Kunsite lhe falara? Era mesmo a Sailor Moon que estava a ameaçar o seu planeta? Não podia acreditar… todo aquele poder negro… aquele poder…
Ela descarregou o ataque que acabara de se formar no seu ceptro apesar do inimigo não estar mais presente. Ergueu-o ao céu e o ataque foi dirigido para direcções diferentes, ouvindo-se múltiplas explosões simultâneas. Após isto o ceptro desapareceu e ela caiu no chão desmaiada. Star Fighter aproximou-se dela a coxear e sem saber o que pensar. Teria sido possuída outra vez? Só podia. Afastou-lhe os cabelos da cara no mesmo momento em que o fato de Sailor Moon desaparecia e regressava às suas roupas normais e viu que ela estava a chorar.
Gonçalo não suportou a dor que lhe invadira o coração. Seria isto o resultado de não ter dado tanta atenção ao inimigo quando ele começou a atacar? Era por não ter conseguido proteger a Bunny?
Apertou com mais força a mão no seu peito. Se a Sailor Moon era mesmo o inimigo, então que faria? Lutar contra aquela que amava ou proteger o seu planeta? Também ele acabou por desmaiar no chão no preciso momento em que Star Figther recolhia a Bunny nos seus braços. A última coisa que viu foi o carro do Seiya estacionado à porta da casa da Bunny.

Fim do 9º Capítulo

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Nota da Autora: Há séculos que não actualizava a fic mas ela não estava esquecida. Eu apenas afastei-me um pouco do vicio da Sailor Moon e coloquei a fic de parte. Foi pena porque já tinha este capitulo pronto na altura e só faltavam umas correcções. Mas agora terminei-o e postei. Deixando uma boa noticia, o próximo capítulo já está pronto e o seguinte já está a ser feito.

Já me disseram que as cores na fics tornam-se difícil de ler e, na verdade, também é maçador para mim perder bastante tempo a colorir, quando poderia postar os capítulos mais rapidamente. Mas aguardo a vossa opinião sobre isso.

Obrigado a todos os que não desistiram de ler a fic! Embaracoso

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Elegia (CAP 10) - E se antecipássemos a morte das pessoas nos sonhos e nos apaixonássemos por uma delas?
#95
Maravilhosa T^T

Adorei cada linha que li

Tá tão lindo.

A ultima parte foi mesmo marcante!

Também adorei a parte em que Yatem e Taiki descobrem o caderno.

Mas... Opá! A Ultima parte quase que me pôs a chorar!

E estou ansiosa que postes o próxima cap.

Em relação ás cores, bem com cores não é preciso dizer "disse Rita" "esclareceu Ami" "Exclamou Sailor Neptuno" é uma maneira de cortar certas partes e ás vezes tamos a ler um cap. e não percebos quem disse isto quem disse aquilo, por outro lado ás vezes não se percebe o que estão a dizer, mas para isso metemos o rato em cima seleciona-mos o que não percebemos e lemos, claro que dá mais trabalho mas vendo os prós e contras eu prefira a fic a cores

mas esta é a minha opinião faz como quiseres Very Happy

jnpereira95

Tratem-me por Joana! XD
#96
u...Oh...U...Oh
block
pock

ADOREI XDDDD

a fic ta cada vez melhor! o rumo da historia ta a ficar bue emocionante!!!!!!!
Espero ansiosamente pela continuaçao pfv!

Quanto as cores... fui eu q disse...
eu apenas limitei-me a dizer o q montes de pessoas disseram aos ecritores das imensas fics q li.
Dizem q lhes confundem a vista e q até e bastante saturante para o escritor... study

por mim, nao me faz diferença pois até da um novo estilo á fic e até nao precisas de estar a escrever "Disse a x", "Respondeu a Y" "Opinou a flantal" ... mas mesmo assim, mas axu q a maioria prefere tudo da mesma cor...

mas tal como a jnpereira 95 disse, quando nao consigo ler, selecciono com o rato a frase... é o q eu custumo fazer naquelas situações...
Mas por acaso, as cores q usas-te lêem-se bastante bem!

não me importo de ler a fic a preto e branco mas a cores (cores que sejam legiveis), sempre sobressai mais a fic né? Matreiro
dá-t é um pouco mais de trabalho...

mas isto, é so uma simples opinião... tu é q sabes o rumo a dar a tua fic!! Very Happy


Bem, passando a frente!
Parabéns!
tens um optimo sentido de criatividade! Quem me dera também saber escrever assim como tuEmbaracoso espero q quando acabares esta fic, faças uma outra! Embaracoso

Beijokas fofinhas
#97
Obrigada pelos vossos comentários.
Já faz parte da minha escrita colocar "disse X", "respondeu Y" e quando não o faço, asseguro-me que deixei bem claro antes ou depois de quem disse.

Achei que as cores facilitam também, de certo modo, a leitura. Ainda não chegámos a parte do "disse X" e já sabemos quem está a falar.

As cores também são muito importantes. Cores claras são de difícil leitura e desmotiva bastante os leitores.

Vou aguardar mais algumas opiniões, mas provavelmente continuarei a colorir.

jnpereira95, a parte do Taiki e Yaten descobrirem o caderno foi algo que me deu prazer a escrever. Assim eles começaram a ficar em alerta. Esta parte também será fundamental para mostrar mais a amizade que junta os três rapazes. Afinal eles estão preocupados com a privacidade do Seiya.
Quando ao final, custou um bocado ver a destruição que a Sailor Moon provocou. Infelizmente haverão muitas mais.

Haruka Tenou, fico feliz em saber que começou a ficar emocionante a história. Acredita que ainda ficará mais (pelo menos é o que espero).
Quanto à criatividade é algo que vamos praticando. Já tive mais e já não tive nenhuma. O segredo nem é a criatividade mas sim a escrita. Quanto mais escrevemos, fica mais fácil desenvolvermos um plot com facilidade e sem apelarmos tanto à criatividade. Pelo menos quando estou inspirada tudo sai naturalmente.
Neste momento espero mesmo terminar esta. Quanto a uma próxima, logo se virá.

O próximo capítulo já está escrita e nele vão começar a explicações para tudo o que está a acontecer à Sailor Moon. Estou a aguardar os comentários dos leitores que foram de férias para postá-lo depois.

Nas Asas de um Anjo (CAP 03) - A história de um rapaz que deseja o Céu e de um anjo que se envolve numa mentira.
Elegia (CAP 10) - E se antecipássemos a morte das pessoas nos sonhos e nos apaixonássemos por uma delas?
#98
És tao mázinha sniifff
eu quero ler (fazer birra com os pes)

"Quanto mais escrevemos, fica mais fácil desenvolvermos um plot com facilidade"

Sim, verdade! Eu propria já notei isso em mim mesma!!

Céus, ainda mais destruições? Pobre Bunny... onde é q isto vai parar?
eu aguardo ansiosamente pelo cap!
Obrigada pela resposta!
#99
É bem feita para o Mamo-chan não andar a cuscar na vida privada das starlights!! Agora a Taiki e a Yaten descobriram e ele já não pode fazer nada!!!! AHAHAHA

er... isto foi um desabafo, n lhe dês muita importância Matreiro

Bem, é bom ver um novo capítulo (ok, ok eu fui preguiçosa, já o tinha lido mas só agora é que o comento... gomen ne). E é bom saber também que o próximo já está feito, porque fiquei curiosa, especialmente se este vai ter mais informações sobre o que se passa com a Usagi. Ela está cada vez em baixo e a preocupar toda a gente, mesmo as inners ficaram com medo dela Desiludido
Gostei especialmente da parte do Kunzite. Acredito que ele tenha escolhido o melhor caminho, mesmo com a possibilidade de vir a ser castigado. Afinal ele tem de servir o príncipe dele e não uma deusa qualquer que quer destruir a Sailor Moon. O dilema dele e o do Mamoru no fim deixaram-me bastante emocionada. De facto é uma escolha difícil que ele vai ter de fazer.

Well, parabéns Embaracoso Mesmo com a pausa a fic continua muito boa Embaracoso *dá ovinhos da kinder*
Fico então à espera de mais capítulos!!
Beijocas!!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^



Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
#100
É
bem feita para o Mamo-chan não andar a cuscar na vida privada das
starlights!! Agora a Taiki e a Yaten descobriram e ele já não pode
fazer nada!!!! AHAHAHA

Será que ele não pode fazer nada? O Gonçalo nesta fic é do demónio xDD Tadinho. Por acaso ele anda a irritar um pouco a autora. A ver se a partir de agora o transformo numa personagem fixe.

*Aceita os ovinhos Kinder*
Vou rever o capitulo para o vir postar ou hoje ou nos próximos dias! Embaracoso

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