A Lágrima de Prata - O renascimento das guerreiras
Quem conhecesse verdadeiramente Gonçalo Chiba poderia prontamente descreve-lo como uma pessoa Responsável, Teimoso mas dócil… Alguém em quem se pode confiar… porem ultimamente ele próprio tinha medo de não estar á altura de tal confiança, medo de falhar todos os que amara, á sua terra… falhar a Bunny.
Encostado no parapeito de uma janela do segundo andar do Hospital central de Tóquio Gonçalo observava a lua atentamente, aquela esfera branca no espaço escuro e frio parecia ter sobre ele poderes que desconhecia, uma atracção mágica que lhe trazia calma nos momentos mais difíceis da sua vida, uma confidente que nunca o julgara e que sempre ouvira os seus desabafos, como nunca ninguém o fizera.
Ainda pensava na voz desanimada de Bunny ao telefone quando lhe dissera há uns meses que tinha sido destacado para estagiar no Hospital Central de Tóquio.
Claro que o tentou esconder parabenizando-o e fazendo planos mirabolantes de como sairia de casa para viver com ele, e como comeriam pequenos-almoços luxuosos preparados por ela num pequeno apartamento Bem no centro de Tóquio, com vista para a multidão incessante e os possantes aranha céus, De como se tornaria a Dona de casa perfeita e como receberiam os amigos de Juuban Todos os domingos á noite a cada duas semanas para mostrar como estavam ambos tão crescidos e felizes.
Bem no fundo da sua consciência Gonçalo ambicionava exactamente um cenário assim, embora soubesse que seria egoísmo da sua parte obrigar Bunny a crescer tão depressa…
E ambos sabiam que o que o Futuro lhes reservava era algo mais do que uma casa nos subúrbios, um jardinzinho perfeito e uma ou duas filhas saídas de um qualquer poster publicitário.
A distância tornava-se por vezes insuportável, pois embora morasse ainda no pequeno apartamento de Juuban, com os horários loucos do estágio e as horas de viagem raramente via Bunny, Mário ou alguma das raparigas com as quais desenvolvera laços tão fortes.
Afagava uma espécie de Hera decorativa que crescia no parapeito da
janela, conectando-se com o seu planeta guardião
-“Algo não está bem, Sinto escuridão a alastrar-se, A terra queixa-se no seu gemido silencioso… E eu não a entendo”
Do lado exterior do edifício a menos de dois quilómetros de distancia uma força maligna crescia lentamente na escuridão.
***** *****
Uma crescente claridade Invadiu todo o espaço que circundava Minako.
Sentia algumas dores no corpo e conseguiu vislumbrar na penumbra do quarto os mesmos móveis trabalhados detalhadamente, embora todas as cortinas e colchas outrora em tons vivos e coloridos, se apresentassem todos em tons cinzentos e negros, dando ao quarto um ar lúgubre e bafiento. Quando inspirava sentia algumas dores nas costelas e ao tentar levantar-se gemeu de dor, por lhe ser impossível apoiar-se no braço esquerdo.
Um vulto enroscado num divã aos pés da cama fê-la sobressaltar-se olhando em redor em busca de alguma coisa que pudesse usar como arma de arremesso.
Levantou-se silenciosamente da cama e dirigiu-se á porta.
Trancada.
Abriu as cortinas de modo a conseguir perceber o que se passava lá fora, e o cenário que viu deixou-a atónita.
Joana soltou um suspiro de admiração, uma beleza triste pairava naquele planeta. Nas ruas cuidadosamente calcetadas de uma pedra cinzenta com contornos doirados, (deixando-a curiosa por lhe parecer familiar, sem saber identificar onde a havia visto, talvez um sinal de que as suas memórias como princesa retornavam mesclando-se com as suas memórias presentes, enubladas e incertas, mas presentes) as pessoas caminhavam cabisbaixas, um doce cântico ecoava até à sua janela, agradecendo tristemente estarem vivos e lamentando a perca dos entes queridos. No ar milhares de esferas prateadas semelhantes a pirilampos pairavam deixando atrás de si rastos de pós multicolores.”Parecem fadas” pensou Joana.
-É lindo não é?
Joana sobressaltou-se com a voz atrás de si, embora Minako continuasse impassível, respondendo numa voz chorosa.
-Não foi um sonho?
Pandora poisou a sua mão no ombro de Minako, fazendo-lhe uma festa apaziguadora.
-Sabes que não...
-O que fizeram eles… o que fiz eu? - Joana sentiu uma lágrima quente a escapar á fortaleza de tristeza contida que Minako erguera em seu redor, enquanto Minako se encostava ao espesso vidro embaciando-o com o seu
soluçar ofegante. – Ela morreu?
Pandora respondeu renitentemente
-A rainha… não sabemos ao certo o que aconteceu, é tudo muito confuso, mas os Drossin surgiram pouco depois de teres usado a tiara de Vénus. – “Drossin?” Joana tentou memorizar o nome. Quando regressasse pediria a
Ami para pesquisar no computador de mercúrio -Apenas tu estavas com ela nessa altura, os soldados dizem ter ouvido um grito e alguns descrevem que a rainha se desfez em pó quando a mulher ruiva…
-Sieltenite – interrompeu Minako – Ela estava atrás de uma maldita lágrima de prata… o que é isso?
Pandora afastou-se ligeiramente, Joana pressentiu que talvez quisesse dizer alguma coisa que não fosse agradar Minako.
-Quando aquela mulher me atacou… não consegui sentir uma aura totalmente negra nela… alguma coisa a controlava… Ela estava cega por um
ódio, era como se algo se aproveitasse da sua angustia para a guiar… nunca senti nada assim
Minako cerrou o punho falando lenta e pausadamente
-Não tem desculpa! Ela matou a minha mãe!
-Minako… Eu sei que é duro… mas com Afrodite morta… deves ser coroada.
Minako anuiu, sentindo-se subitamente esmagada pela responsabilidade esmagadora de governar um planeta sem qualquer orientação. Pandora olhou-a solenemente nos olhos
-Não estás sozinha!
A coroação da sucessora deveria ser um acontecimento feliz e majestoso, segundo a tradição o banquete que antecedia a coroação duraria 3 dias durante os quais se comporiam odes á futura governação da princesa, louvando ainda as sábias decisões da deposta rainha. Oferendas aos Deuses
seriam feitas e pactos de paz seriam celebrados após a coroação.
Os três dias de coroação foram soturnos. embora feliz pela princesa, o povo sentia-se obrigado a velar a rainha que tão bem comandara o planeta. As canções felizes foram substituídas por trovas póstumas e pesarosas e por uma alegria abatida pelo medo da ameaça que assombrava as suas vidas.
O enorme salão fora brutalmente destruído pelo furioso ataque, obrigando a uma reorganização forçada, com a ajuda dos embaixadores da terra e de Júpiter, planetas conhecidos pela exportação de madeira e outros recursos necessários para construir um enorme salão. A construção demorou aproximadamente uma semana e Juntou um volumoso aglomerado de pessoas que trabalhavam arduamente a madeira construindo um salão abobadado com requintados pormenores. A nogueira da terra foi finamente finalizada por Axtah, uma pedra marmórea de grande valor proveniente de Júpiter.
O salão foi ricamente decorado com flores multicoloridas apenas encontradas em Marte, e no exterior Pequenas fontes jorravam uma água interminável, criada pela protegida de mercúrio, (no momento a única com
capacidade plena sobre os seus poderes). Joana ficava fascinada com cada
detalhe, cada cor e cada som que a atingiam deixando-a zonza com deslumbramento.
Um enorme tapete em tons prateados e vermelhos completava o longo corredor que terminava num trono com entalhes correspondentes aos
emblemas de cada reino que fazia parte da aliança galáctica.
Minako percorreu o corredor com todos os olhos postos em si, enquanto perto do trono três sacerdotes esperavam solenemente cada um com uma caixa de madeira escura nas mãos.
Pandora explicara-lhe na noite anterior no que consistia a cerimónia, depois do ataque fora encarregue da protecção da princesa, graças ao ser despertar como guerreira entendia agora tradições há muito esquecidas, embora não soubesse bem o verdadeiro propósito do seu despertar. Os três sacerdotes eram os homens de confiança da sua mãe a falecida rainha. Cada um trazia consigo um dos dons necessários para governar,simbolizados por três objectos.
O silencio instalou-se na sala por segundos dando lugar a um cântico profundo e de certa forma místico. O primeiro homem de cara ovalada e comprida, olhar ríspido e voz rouca, envergava uma túnica em tons azuis. abriu a sua caixa, revelando uma capa com entrelaçados doirados a adornar.
-Com um reinado vem responsabilidade, sobre os teus ombros cai o destino do teu povo, suporta-os quando precisarem, e quando tu precisares proteger-te-ão
Dito isto colocou-lhe o manto sobre os ombros
O segundo homem de expressões simpáticas e com um sorriso apaziguador abriu lentamente a sua caixa revelando um Delicado alfinete, que reflectiu ligeiramente a luz do vitral nas suas vestes amarelas.
-O altruísmo é o cimento que prende a responsabilidade. As tuas necessidades não se devem sobrepor ás dos que de ti precisam, não deixes que isto aconteça e o teu reinado decorrerá com paz
Ao terminar de falar prendeu o manto com o alfinete, dando lugar ao terceiro homem, com uma cara redonda e um nariz vermelho e proeminente que fez Joana rir por instantes. As suas roupas eram vermelhas, o que acentuava a sua tez naturalmente corada.
-Para se governar tens que entender as tuas responsabilidades e o mundo que te rodeia, o conhecimento é a terceira virtude.
Colocou-lhe com algum esforço. Visto Minako ser ligeiramente mais alta que ele, uma tiara simples mas bela de um metal com uma cor semelhante ao bronze mas ligeiramente mais claro, com uma pedra laranja.
“Onde estará a tiara que me deram antes do ataque?” pensou Joana intrigada.
Enquanto decorria a coroação Joana observara todo atentamente, vira a princesa de Mercúrio a apontar afincadamente num bloquinho todos os passos do ritual, enquanto Makoto, a princesa de Júpiter se derretia por um rapaz da plebe. “Há coisas que nunca mudam…”
Quando a tiara lhe tocou na fronte, sentiu um estranho calor, o seu corpo ficou mais leve e subitamente uma vaga de luz invadiu o salão.
-É tempo -Uma voz maviosa ecoou pelo salão fazendo com que as guardiãs dos diversos planetas, presentes na cerimónia se transformassem à espera de um combate.
Á frente dos seus olhos Minako desapareceu por entre um clarão.
Joana sentiu-se a flutuar por longos segundos antes de aterrar no solo duro de uma gruta escura.
Raios de luz dispersos entravam por uma fenda no teto da mesma, dando á pedra castanha tonalidades alaranjadas. A seu lado Pandora tossia engasgada com a poeira que levantaram com a sua aterragem forçada.
Levantando-se rapidamente invocou a si o poder de Nephis
-Nephis Power Make up! - Uma luz púrpura envolveu-a e em segundos envergava o fato de guardiã de Nephis, a Lua de Vénus. Estendeu a Minako a mão ajudando-a a levantar-se. – Acho que devemos ir por ali.
Joana suspirou extasiada. Embutidos na pedra encontravam-se dois magníficos portões finos apresentando uma falsa fragilidade. Ladeando-os
duas estátuas idênticas de uma mulher sem rostos pairavam magicamente.
Os seus sapatos de linho brano e sola de madeira ecoavam na pedra levantando á sua passagem um rasto de pequenas partículas translúcidas de pó
-Porque achas que estamos aqui? – Chousenshi andava ligeiramente tentando não fazer barulho, enquanto estudava todo o local em busca de possíveis inimigos – Será alguma armadilha?
-Não te sei explicar bem. Sinto que estou ligada a este local… Não existe nele qualquer perigo para nós.
Pandora anuiu não muito convencida, preferiu continuar transformada para prevenir.
Chegaram finalmente perto dos portões, apercebendo-se agora da sua magnitude. Pelos cálculos de Joana deveriam ter aproximadamente 4 metros
de altura, e embora estivessem bem fechados era possível sentir-se uma agradável aragem a sair do seu interior.
Minako poisou as suas mãos sobre o portão e uma Ténue luz laranja emanou deles, fazendo a sua textura porosa parecer quase viva, palpitante, não se movendo, no entanto, nem um milímetro.
Do tecto imponentes estalactites começaram a soltar grossas gotas de água, fazendo surgir pelo ar diversos brilhos quando embatiam nos raios de luz. Rapidamente deram a ideia de uma chuva subterrânea que deixou o vestido de Minako completamente encharcado , e os acessórios metálicos de Chou reluzentes.
Ao mesmo tempo que a agua caia um coro de vozes maviosas começou a cantar uma canção suave em palavras que Joana nunca antes tinha ouvido. O medalhão de peito de Chou começou a brilhar cada vez mais intensamente, respondendo á canção e libertando tons violetas e laranjas que tornaram a gruta num espectáculo de luz que fez Joana esquecer o desconforto causado pela roupa colada ao corpo. Diversos vultos voavam pelas paredes, ululando ao ritmo da musica, até esta parar dando lugar a um incessante gotejar.
Quando as silhuetas dispersas pela gruta se uniram formando um só corpo Joana soltou um grito de exclamação em uníssono com Minako.
Encostado no parapeito de uma janela do segundo andar do Hospital central de Tóquio Gonçalo observava a lua atentamente, aquela esfera branca no espaço escuro e frio parecia ter sobre ele poderes que desconhecia, uma atracção mágica que lhe trazia calma nos momentos mais difíceis da sua vida, uma confidente que nunca o julgara e que sempre ouvira os seus desabafos, como nunca ninguém o fizera.
Ainda pensava na voz desanimada de Bunny ao telefone quando lhe dissera há uns meses que tinha sido destacado para estagiar no Hospital Central de Tóquio.
Claro que o tentou esconder parabenizando-o e fazendo planos mirabolantes de como sairia de casa para viver com ele, e como comeriam pequenos-almoços luxuosos preparados por ela num pequeno apartamento Bem no centro de Tóquio, com vista para a multidão incessante e os possantes aranha céus, De como se tornaria a Dona de casa perfeita e como receberiam os amigos de Juuban Todos os domingos á noite a cada duas semanas para mostrar como estavam ambos tão crescidos e felizes.
Bem no fundo da sua consciência Gonçalo ambicionava exactamente um cenário assim, embora soubesse que seria egoísmo da sua parte obrigar Bunny a crescer tão depressa…
E ambos sabiam que o que o Futuro lhes reservava era algo mais do que uma casa nos subúrbios, um jardinzinho perfeito e uma ou duas filhas saídas de um qualquer poster publicitário.
A distância tornava-se por vezes insuportável, pois embora morasse ainda no pequeno apartamento de Juuban, com os horários loucos do estágio e as horas de viagem raramente via Bunny, Mário ou alguma das raparigas com as quais desenvolvera laços tão fortes.
Afagava uma espécie de Hera decorativa que crescia no parapeito da
janela, conectando-se com o seu planeta guardião
-“Algo não está bem, Sinto escuridão a alastrar-se, A terra queixa-se no seu gemido silencioso… E eu não a entendo”
Do lado exterior do edifício a menos de dois quilómetros de distancia uma força maligna crescia lentamente na escuridão.
***** *****
Uma crescente claridade Invadiu todo o espaço que circundava Minako.
Sentia algumas dores no corpo e conseguiu vislumbrar na penumbra do quarto os mesmos móveis trabalhados detalhadamente, embora todas as cortinas e colchas outrora em tons vivos e coloridos, se apresentassem todos em tons cinzentos e negros, dando ao quarto um ar lúgubre e bafiento. Quando inspirava sentia algumas dores nas costelas e ao tentar levantar-se gemeu de dor, por lhe ser impossível apoiar-se no braço esquerdo.
Um vulto enroscado num divã aos pés da cama fê-la sobressaltar-se olhando em redor em busca de alguma coisa que pudesse usar como arma de arremesso.
Levantou-se silenciosamente da cama e dirigiu-se á porta.
Trancada.
Abriu as cortinas de modo a conseguir perceber o que se passava lá fora, e o cenário que viu deixou-a atónita.
Joana soltou um suspiro de admiração, uma beleza triste pairava naquele planeta. Nas ruas cuidadosamente calcetadas de uma pedra cinzenta com contornos doirados, (deixando-a curiosa por lhe parecer familiar, sem saber identificar onde a havia visto, talvez um sinal de que as suas memórias como princesa retornavam mesclando-se com as suas memórias presentes, enubladas e incertas, mas presentes) as pessoas caminhavam cabisbaixas, um doce cântico ecoava até à sua janela, agradecendo tristemente estarem vivos e lamentando a perca dos entes queridos. No ar milhares de esferas prateadas semelhantes a pirilampos pairavam deixando atrás de si rastos de pós multicolores.”Parecem fadas” pensou Joana.
-É lindo não é?
Joana sobressaltou-se com a voz atrás de si, embora Minako continuasse impassível, respondendo numa voz chorosa.
-Não foi um sonho?
Pandora poisou a sua mão no ombro de Minako, fazendo-lhe uma festa apaziguadora.
-Sabes que não...
-O que fizeram eles… o que fiz eu? - Joana sentiu uma lágrima quente a escapar á fortaleza de tristeza contida que Minako erguera em seu redor, enquanto Minako se encostava ao espesso vidro embaciando-o com o seu
soluçar ofegante. – Ela morreu?
Pandora respondeu renitentemente
-A rainha… não sabemos ao certo o que aconteceu, é tudo muito confuso, mas os Drossin surgiram pouco depois de teres usado a tiara de Vénus. – “Drossin?” Joana tentou memorizar o nome. Quando regressasse pediria a
Ami para pesquisar no computador de mercúrio -Apenas tu estavas com ela nessa altura, os soldados dizem ter ouvido um grito e alguns descrevem que a rainha se desfez em pó quando a mulher ruiva…
-Sieltenite – interrompeu Minako – Ela estava atrás de uma maldita lágrima de prata… o que é isso?
Pandora afastou-se ligeiramente, Joana pressentiu que talvez quisesse dizer alguma coisa que não fosse agradar Minako.
-Quando aquela mulher me atacou… não consegui sentir uma aura totalmente negra nela… alguma coisa a controlava… Ela estava cega por um
ódio, era como se algo se aproveitasse da sua angustia para a guiar… nunca senti nada assim
Minako cerrou o punho falando lenta e pausadamente
-Não tem desculpa! Ela matou a minha mãe!
-Minako… Eu sei que é duro… mas com Afrodite morta… deves ser coroada.
Minako anuiu, sentindo-se subitamente esmagada pela responsabilidade esmagadora de governar um planeta sem qualquer orientação. Pandora olhou-a solenemente nos olhos
-Não estás sozinha!
A coroação da sucessora deveria ser um acontecimento feliz e majestoso, segundo a tradição o banquete que antecedia a coroação duraria 3 dias durante os quais se comporiam odes á futura governação da princesa, louvando ainda as sábias decisões da deposta rainha. Oferendas aos Deuses
seriam feitas e pactos de paz seriam celebrados após a coroação.
Os três dias de coroação foram soturnos. embora feliz pela princesa, o povo sentia-se obrigado a velar a rainha que tão bem comandara o planeta. As canções felizes foram substituídas por trovas póstumas e pesarosas e por uma alegria abatida pelo medo da ameaça que assombrava as suas vidas.
O enorme salão fora brutalmente destruído pelo furioso ataque, obrigando a uma reorganização forçada, com a ajuda dos embaixadores da terra e de Júpiter, planetas conhecidos pela exportação de madeira e outros recursos necessários para construir um enorme salão. A construção demorou aproximadamente uma semana e Juntou um volumoso aglomerado de pessoas que trabalhavam arduamente a madeira construindo um salão abobadado com requintados pormenores. A nogueira da terra foi finamente finalizada por Axtah, uma pedra marmórea de grande valor proveniente de Júpiter.
O salão foi ricamente decorado com flores multicoloridas apenas encontradas em Marte, e no exterior Pequenas fontes jorravam uma água interminável, criada pela protegida de mercúrio, (no momento a única com
capacidade plena sobre os seus poderes). Joana ficava fascinada com cada
detalhe, cada cor e cada som que a atingiam deixando-a zonza com deslumbramento.
Um enorme tapete em tons prateados e vermelhos completava o longo corredor que terminava num trono com entalhes correspondentes aos
emblemas de cada reino que fazia parte da aliança galáctica.
Minako percorreu o corredor com todos os olhos postos em si, enquanto perto do trono três sacerdotes esperavam solenemente cada um com uma caixa de madeira escura nas mãos.
Pandora explicara-lhe na noite anterior no que consistia a cerimónia, depois do ataque fora encarregue da protecção da princesa, graças ao ser despertar como guerreira entendia agora tradições há muito esquecidas, embora não soubesse bem o verdadeiro propósito do seu despertar. Os três sacerdotes eram os homens de confiança da sua mãe a falecida rainha. Cada um trazia consigo um dos dons necessários para governar,simbolizados por três objectos.
O silencio instalou-se na sala por segundos dando lugar a um cântico profundo e de certa forma místico. O primeiro homem de cara ovalada e comprida, olhar ríspido e voz rouca, envergava uma túnica em tons azuis. abriu a sua caixa, revelando uma capa com entrelaçados doirados a adornar.
-Com um reinado vem responsabilidade, sobre os teus ombros cai o destino do teu povo, suporta-os quando precisarem, e quando tu precisares proteger-te-ão
Dito isto colocou-lhe o manto sobre os ombros
O segundo homem de expressões simpáticas e com um sorriso apaziguador abriu lentamente a sua caixa revelando um Delicado alfinete, que reflectiu ligeiramente a luz do vitral nas suas vestes amarelas.
-O altruísmo é o cimento que prende a responsabilidade. As tuas necessidades não se devem sobrepor ás dos que de ti precisam, não deixes que isto aconteça e o teu reinado decorrerá com paz
Ao terminar de falar prendeu o manto com o alfinete, dando lugar ao terceiro homem, com uma cara redonda e um nariz vermelho e proeminente que fez Joana rir por instantes. As suas roupas eram vermelhas, o que acentuava a sua tez naturalmente corada.
-Para se governar tens que entender as tuas responsabilidades e o mundo que te rodeia, o conhecimento é a terceira virtude.
Colocou-lhe com algum esforço. Visto Minako ser ligeiramente mais alta que ele, uma tiara simples mas bela de um metal com uma cor semelhante ao bronze mas ligeiramente mais claro, com uma pedra laranja.
“Onde estará a tiara que me deram antes do ataque?” pensou Joana intrigada.
Enquanto decorria a coroação Joana observara todo atentamente, vira a princesa de Mercúrio a apontar afincadamente num bloquinho todos os passos do ritual, enquanto Makoto, a princesa de Júpiter se derretia por um rapaz da plebe. “Há coisas que nunca mudam…”
Quando a tiara lhe tocou na fronte, sentiu um estranho calor, o seu corpo ficou mais leve e subitamente uma vaga de luz invadiu o salão.
-É tempo -Uma voz maviosa ecoou pelo salão fazendo com que as guardiãs dos diversos planetas, presentes na cerimónia se transformassem à espera de um combate.
Á frente dos seus olhos Minako desapareceu por entre um clarão.
Joana sentiu-se a flutuar por longos segundos antes de aterrar no solo duro de uma gruta escura.
Raios de luz dispersos entravam por uma fenda no teto da mesma, dando á pedra castanha tonalidades alaranjadas. A seu lado Pandora tossia engasgada com a poeira que levantaram com a sua aterragem forçada.
Levantando-se rapidamente invocou a si o poder de Nephis
-Nephis Power Make up! - Uma luz púrpura envolveu-a e em segundos envergava o fato de guardiã de Nephis, a Lua de Vénus. Estendeu a Minako a mão ajudando-a a levantar-se. – Acho que devemos ir por ali.
Joana suspirou extasiada. Embutidos na pedra encontravam-se dois magníficos portões finos apresentando uma falsa fragilidade. Ladeando-os
duas estátuas idênticas de uma mulher sem rostos pairavam magicamente.
Os seus sapatos de linho brano e sola de madeira ecoavam na pedra levantando á sua passagem um rasto de pequenas partículas translúcidas de pó
-Porque achas que estamos aqui? – Chousenshi andava ligeiramente tentando não fazer barulho, enquanto estudava todo o local em busca de possíveis inimigos – Será alguma armadilha?
-Não te sei explicar bem. Sinto que estou ligada a este local… Não existe nele qualquer perigo para nós.
Pandora anuiu não muito convencida, preferiu continuar transformada para prevenir.
Chegaram finalmente perto dos portões, apercebendo-se agora da sua magnitude. Pelos cálculos de Joana deveriam ter aproximadamente 4 metros
de altura, e embora estivessem bem fechados era possível sentir-se uma agradável aragem a sair do seu interior.
Minako poisou as suas mãos sobre o portão e uma Ténue luz laranja emanou deles, fazendo a sua textura porosa parecer quase viva, palpitante, não se movendo, no entanto, nem um milímetro.
Do tecto imponentes estalactites começaram a soltar grossas gotas de água, fazendo surgir pelo ar diversos brilhos quando embatiam nos raios de luz. Rapidamente deram a ideia de uma chuva subterrânea que deixou o vestido de Minako completamente encharcado , e os acessórios metálicos de Chou reluzentes.
Ao mesmo tempo que a agua caia um coro de vozes maviosas começou a cantar uma canção suave em palavras que Joana nunca antes tinha ouvido. O medalhão de peito de Chou começou a brilhar cada vez mais intensamente, respondendo á canção e libertando tons violetas e laranjas que tornaram a gruta num espectáculo de luz que fez Joana esquecer o desconforto causado pela roupa colada ao corpo. Diversos vultos voavam pelas paredes, ululando ao ritmo da musica, até esta parar dando lugar a um incessante gotejar.
Quando as silhuetas dispersas pela gruta se uniram formando um só corpo Joana soltou um grito de exclamação em uníssono com Minako.
OOOOOOOOOOOOOOOOOOooooooooooooooooooOOOOOOOOOooooooooooooohhh...
hahauhauhauha... rm! Que saudades da Chouzinha! *---* a minha heroina... adorei o capítulo!!!! Curiosíssima pra saber o que as duas viram...
(lembra que prometeu comentar
)
Desculpa, cheia de tarefas...
um dia eu volto
*foge*
E é só um trecho, imagino inteiro

hahauhauhauha... rm! Que saudades da Chouzinha! *---* a minha heroina... adorei o capítulo!!!! Curiosíssima pra saber o que as duas viram...
(lembra que prometeu comentar
)Desculpa, cheia de tarefas...
um dia eu volto
*foge*E é só um trecho, imagino inteiro


Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
Começo por dizer: Quero voltar aos velhos tempos em que uma série de pessoas (elas sabem quem são) colocavam os seus capítulos e faziam mega comentários uns aos outros, subornando-as com ovos Kinder... Ah, que saudades!
Hehe. Tenho mesmo! E peço desculpa, rmmr, mas não tinha ainda visto que tinhas actualizado a tua fanfic! Talvez porque já não estou habituada a que as histórias que eu acompanhava sejam actualizadas... (nem a minha tem sido!) Mas pronto, pedidos de desculpa postos, aqui vamos nós ao comentário! E desculpa se não sair muito bem, ando enferrujada :\
O início revelou logo Pandora! Já não me lembrava do nome dela, mas depois recordei-me imediatamente, por causa duns pormenores da minha própria história e dum comentário antigo meu na tua fanfic sobre isso... Mas adiante
Tinha saudades da Pandora! E quando ela foi ao encontro da Joana... Aquele "Destino...", gostei muito 
E a Bunny, sempre tão despreocupada... Só aquela cena entre a Susana e ela fez-me logo sorrir. Tinha logo de comentar os bolos!
E adorei a forma como a Rita acordou, tão vívida na minha imaginação. E novamente uma cena cómica da Bunny a partir a cozinha toda! Só ela! Gostei mesmo daquele "Típico", parece que estava mesmo a ouvi-lo 
Depois, o Gonçalo. Este retrato tão realista da sua personagem foi, de facto, muito bem delineado. Gostei muito da forma como o caracterizaste, especialmente aquela sensação de ele estar arrancar Bunny à sua juventude, a apressar o seu futuro. A correria da sua vida, ter sido destacado para o Hospital de Tóquio... Foi muito bem pensado (e eu revi-me a mim própria nesses horários loucos de estágio
).
De seguida, a minha parte favorita neste capítulo; a da Minako. Gostei muito do diálogo inicial com Pandora e fiquei muito intrigada quanto àquilo que ela sentiu em relação à Sieltenite. Também visualizei muito bem a descrição que passou diante dos olhos da Minako, no que diz respeito às ruas e ao modo como as pessoas caminhavam, aquele rasto de destruição que pairava no ar. Parecia que o acompanhava mesmo! E, como sempre, adoro, adoro os pormenores que utilizas para descrever os outros planetas, os seus costumes, tudo. É um dos pontos fortes mais sólidos da tua história; essa riqueza em detalhes. Por mais pequeno que possa parecer, adorei o facto de teres referido que o salão fora reconstruído a partir de madeira proveniente de Júpiter e da Terra. Esses pormenores, como estou certa já ter dito antes, enriquecem imenso a história, e eu adoro lê-los.
Também gostei muito dos três sacerdotes, especialmente dos objectos que entregaram à Princesa e daquilo que simbolizavam, bem como das suas palavras. Mais uma vez, foi tudo muito bem pensado!
E adorei, adorei o final. Que mistério! Porque é que a Minako e a Chousenshi (Chousenshi!! Que saudades dela!) foram parar ali? Porque é que a Minako e Joana gritaram? Tantas perguntas e tão poucas respostas que quero ver rapidamente esclarecidas no próximo capítulo!
Em suma, não me esqueci desta história! Embora já não me recordasse de todos os pormenores, tinha imensas saudades dela e acho que as coisas acabaram por voltar depois de ter lido este capítulo, que adorei! E mal posso esperar pelo próximo! Os meus parabéns, rmmr!
Hehe. Tenho mesmo! E peço desculpa, rmmr, mas não tinha ainda visto que tinhas actualizado a tua fanfic! Talvez porque já não estou habituada a que as histórias que eu acompanhava sejam actualizadas... (nem a minha tem sido!) Mas pronto, pedidos de desculpa postos, aqui vamos nós ao comentário! E desculpa se não sair muito bem, ando enferrujada :\O início revelou logo Pandora! Já não me lembrava do nome dela, mas depois recordei-me imediatamente, por causa duns pormenores da minha própria história e dum comentário antigo meu na tua fanfic sobre isso... Mas adiante
Tinha saudades da Pandora! E quando ela foi ao encontro da Joana... Aquele "Destino...", gostei muito 
E a Bunny, sempre tão despreocupada... Só aquela cena entre a Susana e ela fez-me logo sorrir. Tinha logo de comentar os bolos!
E adorei a forma como a Rita acordou, tão vívida na minha imaginação. E novamente uma cena cómica da Bunny a partir a cozinha toda! Só ela! Gostei mesmo daquele "Típico", parece que estava mesmo a ouvi-lo 
Depois, o Gonçalo. Este retrato tão realista da sua personagem foi, de facto, muito bem delineado. Gostei muito da forma como o caracterizaste, especialmente aquela sensação de ele estar arrancar Bunny à sua juventude, a apressar o seu futuro. A correria da sua vida, ter sido destacado para o Hospital de Tóquio... Foi muito bem pensado (e eu revi-me a mim própria nesses horários loucos de estágio
).De seguida, a minha parte favorita neste capítulo; a da Minako. Gostei muito do diálogo inicial com Pandora e fiquei muito intrigada quanto àquilo que ela sentiu em relação à Sieltenite. Também visualizei muito bem a descrição que passou diante dos olhos da Minako, no que diz respeito às ruas e ao modo como as pessoas caminhavam, aquele rasto de destruição que pairava no ar. Parecia que o acompanhava mesmo! E, como sempre, adoro, adoro os pormenores que utilizas para descrever os outros planetas, os seus costumes, tudo. É um dos pontos fortes mais sólidos da tua história; essa riqueza em detalhes. Por mais pequeno que possa parecer, adorei o facto de teres referido que o salão fora reconstruído a partir de madeira proveniente de Júpiter e da Terra. Esses pormenores, como estou certa já ter dito antes, enriquecem imenso a história, e eu adoro lê-los.
Também gostei muito dos três sacerdotes, especialmente dos objectos que entregaram à Princesa e daquilo que simbolizavam, bem como das suas palavras. Mais uma vez, foi tudo muito bem pensado!
E adorei, adorei o final. Que mistério! Porque é que a Minako e a Chousenshi (Chousenshi!! Que saudades dela!) foram parar ali? Porque é que a Minako e Joana gritaram? Tantas perguntas e tão poucas respostas que quero ver rapidamente esclarecidas no próximo capítulo!

Em suma, não me esqueci desta história! Embora já não me recordasse de todos os pormenores, tinha imensas saudades dela e acho que as coisas acabaram por voltar depois de ter lido este capítulo, que adorei! E mal posso esperar pelo próximo! Os meus parabéns, rmmr!

Passados uns tempos me vem comentarz...
Chouzilda!!!!
Fico super feliz que mesmo com todo este trabalho tenhas tido tempo pra vir comentar a minha ficzita ;.;
A Chou vai bem muito obrigado, vai saber mais dela no restante trecho, mas só algumas coisas! Não posso revelar tudo
Fiquei extremamente feliz que tenha lido este trechinho (eu tenho por volta de 4 capitulos ou 5 em atraso de sua fic :
': )
*me lê again*
*me chora compulsibamente*
KÁKÁZINHAAAA vieste comentar e eu nem vi :='(:
Oh pah! ja sabes como eu adoro os teus mega comments! e este num ficou atras do esperado!
Estou te super agradecido por teres arranjado tempo pa ler a nha ficzoca mesmo com tanto trabalheco! (fica sabendo q vou começar a ler os 2 capitulos que tenho em atraso
)
Quanto á parte da Bunny Susana e Rita... eu resolvi fazer essa parte assim um misto, acho q a fic tá mt carregada, resolvi meter tambem algumas partes assim mais lights pra parecer mais o anime,e verdade seja dita a Bunny n pode ser sempre super quieta enão enjoa xDDDD
Loool
Por acaso a parte dos estagios e da falta de tempo tambem m lembrei um bocadinho de ti que andas sempre atolada em trabalho
[Eu queria deixar um parentises mas acabei por me esquecer, é q ainda pensam q eu sou praki um machista, mas a maioria das Jobens japonesas sonha é casar-se e ser dona de casa (agora é que a tendencia se esta a inverter, mas até há uns anos era assim, e ainda se ve mts casos de mulheres com carreiras bem sucedidas que largam tudo pra casar e constituir familia)] A Siel tem mtos mistérios... uma boa vilã tem sempre que ter mistéiros (alias a da sua fic nem soube o nome ainda pk me faltam dois capitulos, n sei s já sabem o nome da badalhoca das facas de prata
) (ainda me lembro) É assim quanto á cena de Venus... Eu quero Venus como um planeta cheio de vida e cor, mas como morreu a Soberana quis passar uma especie de esmorecer da população e do proprio ambiente, aquelas luzes no céu tem que ver com isso tambem, mas explicarei melhor na 2ª parte do capitulo. Descrever os outros planetas... eh pah é sinceramente o que me dá mais gozo, até porque esta fic se basei bastante no passado delas antes da ligação forte que estabeleceram com o reino da Lua. o laço existiu sempre mas nós não sabiamos quase nada sobre elas e os seus costumes e é impossivel que 9 planetas tivessem os mesmos costumes.... então deu me pra isto.
Eu tive a ver os capitulos mais iniciais e realmente tão mt mais pquenos, exactamente por eu não saber que rumo dar á historia ao certo, agora j´+a tenho tudo delineado na minha cabeça.
Qd elogias a minha escrita é sempre motivo pra eu derramar rios de baba pq sinceramente és das pessoas cuja escrita fenomenal que até da inveja de ler (no bom sentido :
: ) :='(:
Terás que ler o resto para saber Muahahahaha
Muito obrigado por terem comentado
sou capaz de postar o resto ainda hj ou durante esta semana 
E quanto aos restantes leiotres continuem a ler! mesmo q n comentem, só o simples facto de lerem as nossas ficas dá-nos a nos autores uma enorme felicidade (e a ver se alguns aprendem a escrever melhor com os bons exemplos cá do forum!)
chousenshi escreveu:OOOOOOOOOOOOOOOOOOooooooooooooooooooOOOOOOOOOooooooooooooohhh...
hahauhauhauha... rm! Que saudades da Chouzinha! *---* a minha heroina... adorei o capítulo!!!! Curiosíssima pra saber o que as duas viram...
(lembra que prometeu comentar![]()
)
Desculpa, cheia de tarefas...![]()
um dia eu volto
*foge*
E é só um trecho, imagino inteiro![]()
Chouzilda!!!!
Fico super feliz que mesmo com todo este trabalho tenhas tido tempo pra vir comentar a minha ficzita ;.;
A Chou vai bem muito obrigado, vai saber mais dela no restante trecho, mas só algumas coisas! Não posso revelar tudo

Fiquei extremamente feliz que tenha lido este trechinho (eu tenho por volta de 4 capitulos ou 5 em atraso de sua fic :
': )*Kaoru escreveu:Começo por dizer: Quero voltar aos velhos tempos em que uma série de pessoas (elas sabem quem são) colocavam os seus capítulos e faziam mega comentários uns aos outros, subornando-as com ovos Kinder... Ah, que saudades!*me tem um ataque de histeria*Hehe. Tenho mesmo! E peço desculpa, rmmr, mas não tinha ainda visto que tinhas actualizado a tua fanfic! Talvez porque já não estou habituada a que as histórias que eu acompanhava sejam actualizadas... (nem a minha tem sido!) Mas pronto, pedidos de desculpa postos, aqui vamos nós ao comentário! E desculpa se não sair muito bem, ando enferrujada :\\
O início revelou logo Pandora! Já não me lembrava do nome dela, mas depois recordei-me imediatamente, por causa duns pormenores da minha própria história e dum comentário antigo meu na tua fanfic sobre isso... Mas adianteTinha saudades da Pandora! E quando ela foi ao encontro da Joana... Aquele "Destino...", gostei muito
E a Bunny, sempre tão despreocupada... Só aquela cena entre a Susana e ela fez-me logo sorrir. Tinha logo de comentar os bolos!E adorei a forma como a Rita acordou, tão vívida na minha imaginação. E novamente uma cena cómica da Bunny a partir a cozinha toda! Só ela! Gostei mesmo daquele "Típico", parece que estava mesmo a ouvi-lo
Depois, o Gonçalo. Este retrato tão realista da sua personagem foi, de facto, muito bem delineado. Gostei muito da forma como o caracterizaste, especialmente aquela sensação de ele estar arrancar Bunny à sua juventude, a apressar o seu futuro. A correria da sua vida, ter sido destacado para o Hospital de Tóquio... Foi muito bem pensado (e eu revi-me a mim própria nesses horários loucos de estágio).
De seguida, a minha parte favorita neste capítulo; a da Minako. Gostei muito do diálogo inicial com Pandora e fiquei muito intrigada quanto àquilo que ela sentiu em relação à Sieltenite. Também visualizei muito bem a descrição que passou diante dos olhos da Minako, no que diz respeito às ruas e ao modo como as pessoas caminhavam, aquele rasto de destruição que pairava no ar. Parecia que o acompanhava mesmo! E, como sempre, adoro, adoro os pormenores que utilizas para descrever os outros planetas, os seus costumes, tudo. É um dos pontos fortes mais sólidos da tua história; essa riqueza em detalhes. Por mais pequeno que possa parecer, adorei o facto de teres referido que o salão fora reconstruído a partir de madeira proveniente de Júpiter e da Terra. Esses pormenores, como estou certa já ter dito antes, enriquecem imenso a história, e eu adoro lê-los.
Também gostei muito dos três sacerdotes, especialmente dos objectos que entregaram à Princesa e daquilo que simbolizavam, bem como das suas palavras. Mais uma vez, foi tudo muito bem pensado!
E adorei, adorei o final. Que mistério! Porque é que a Minako e a Chousenshi (Chousenshi!! Que saudades dela!) foram parar ali? Porque é que a Minako e Joana gritaram? Tantas perguntas e tão poucas respostas que quero ver rapidamente esclarecidas no próximo capítulo!
Em suma, não me esqueci desta história! Embora já não me recordasse de todos os pormenores, tinha imensas saudades dela e acho que as coisas acabaram por voltar depois de ter lido este capítulo, que adorei! E mal posso esperar pelo próximo! Os meus parabéns, rmmr!
*me lê again*
*me chora compulsibamente*
KÁKÁZINHAAAA vieste comentar e eu nem vi :='(:
Oh pah! ja sabes como eu adoro os teus mega comments! e este num ficou atras do esperado!
Estou te super agradecido por teres arranjado tempo pa ler a nha ficzoca mesmo com tanto trabalheco! (fica sabendo q vou começar a ler os 2 capitulos que tenho em atraso
)Quanto á parte da Bunny Susana e Rita... eu resolvi fazer essa parte assim um misto, acho q a fic tá mt carregada, resolvi meter tambem algumas partes assim mais lights pra parecer mais o anime,e verdade seja dita a Bunny n pode ser sempre super quieta enão enjoa xDDDD
Loool
Por acaso a parte dos estagios e da falta de tempo tambem m lembrei um bocadinho de ti que andas sempre atolada em trabalho
[Eu queria deixar um parentises mas acabei por me esquecer, é q ainda pensam q eu sou praki um machista, mas a maioria das Jobens japonesas sonha é casar-se e ser dona de casa (agora é que a tendencia se esta a inverter, mas até há uns anos era assim, e ainda se ve mts casos de mulheres com carreiras bem sucedidas que largam tudo pra casar e constituir familia)] A Siel tem mtos mistérios... uma boa vilã tem sempre que ter mistéiros (alias a da sua fic nem soube o nome ainda pk me faltam dois capitulos, n sei s já sabem o nome da badalhoca das facas de prata
) (ainda me lembro) É assim quanto á cena de Venus... Eu quero Venus como um planeta cheio de vida e cor, mas como morreu a Soberana quis passar uma especie de esmorecer da população e do proprio ambiente, aquelas luzes no céu tem que ver com isso tambem, mas explicarei melhor na 2ª parte do capitulo. Descrever os outros planetas... eh pah é sinceramente o que me dá mais gozo, até porque esta fic se basei bastante no passado delas antes da ligação forte que estabeleceram com o reino da Lua. o laço existiu sempre mas nós não sabiamos quase nada sobre elas e os seus costumes e é impossivel que 9 planetas tivessem os mesmos costumes.... então deu me pra isto.Eu tive a ver os capitulos mais iniciais e realmente tão mt mais pquenos, exactamente por eu não saber que rumo dar á historia ao certo, agora j´+a tenho tudo delineado na minha cabeça.
Qd elogias a minha escrita é sempre motivo pra eu derramar rios de baba pq sinceramente és das pessoas cuja escrita fenomenal que até da inveja de ler (no bom sentido :
: ) :='(:Terás que ler o resto para saber Muahahahaha
Muito obrigado por terem comentado
sou capaz de postar o resto ainda hj ou durante esta semana 
E quanto aos restantes leiotres continuem a ler! mesmo q n comentem, só o simples facto de lerem as nossas ficas dá-nos a nos autores uma enorme felicidade (e a ver se alguns aprendem a escrever melhor com os bons exemplos cá do forum!)
Bem, o prometido é devido.
meu DEEUUUUS! há quanto tempo que eu não psotava nada aqui! é engraçado, ainda tenho fresquinha a história e todos os rumos que delineei há mais ou menos dois anos (que foi quando a comecei).Tinha este capitulo a meio desde... há um ano aproximadamente, mas ontem apeteceu-me terminá-lo. Não vou postar com tanta regularidade como gostaria mas também o tempo não é muito.
Já tinha um bocadinho de saudades desta história, e espero que a meia dúzia de pessoas que a lia também sinta o mesmo
Adicionei resumos de TODOS os capítulos na 1ª página, para ajudar quem já não se lembra muito bem da história, e para dar uma ideia aso que ainda não a leram sequer.
E sem mais demoras:
Parte 2:
Os seus cabelos flutuantes fundiam-se com o vento multicolorido da gruta, revelando uma cara serena e desprovida de emoções. os seus lábios entreabertos fecharam-se encerrando no seu interior a melodia hipnótica que pairara no ar instantes atrás. Sorrindo ligeiramente Afrodite abriu os braços
************************************
Um clarão vermelho sangue iluminou completamente o quarto vazio de um hotel fechado recentemente, não muito longe de Juuban.
Com um estrondo Sieltenite aterrou na cama velha que gemeu protestando contra o peso morto que fez os seus pés partirem, fazendo com que uma nuvem de poeira se erguesse no ar
Sieltenite levantou-se furiosa tossindo ruidosamente com a poeira que se infiltrava nos seus pulmões. O chão rangia á sua passagem enquanto o tecto apresentava manchas inestéticas de frequentes infiltrações.
“Não há qualquer dúvida de porque fecharam esta espelunca”
Com um estalar de dedos todas as divisões do espaço abandonado ganharam um ar sumptuoso, Milhares de velas iluminavam a sala dando aos seus cabelos um brilho vermelho semelhante ao dos rubis embutidos nas jóias que ostentava.
“Bem melhor”
Com uma curta frase Invocou um espectro de formas indistintas e difusas, que afastava e aproximava os seus contornos ciclicamente. Estava demasiado fraca para se dar ao luxo de ver a cara que tão bem conhecia, por enquanto bastava-lhe ouvir a sua voz.
-Vejo que chegaste a conclusões… no mínimo interessantes – A voz melódica invadiu o quarto fazendo pele de galinha surgir na nuca de Sieltenite, Toda aquela doçura não costumava significar bom resultado para ela. – Eu disse-te para não subestimares as guerreiras deste sistema solar… não disse?
A risadinha de escárnio que encheu os seus ouvidos fê-la fechar com força os maxilares, raspando os dentes uns de encontro aos outros, reprimindo uma resposta que não abonaria em seu favor
-S…Sim Mestre disse me tal coisa… mas as suas essências são tão poderosas! Concerteza seriam bastante úteis para…
-Não te dei o direito de assumires nada sobre o que pode ou não ser útil para nós! Limita-te a seguir as ordens!
Sieltenite olhou o chão ligeiramente desapontada
-Já recolhemos a essência de alguns humanos, mas é difícil conseguir apanhá-los sozinhos, estamos demasiado fracos para combater hordes de humanos enfurecidos… E todas as nossas tentativas tem sido em vão… Não existe em nenhuma das nossas vitimas uma qualquer réstia da lágrima. Para alem do mais as essências dos humanos comuns são etéreas, se não regressarem rapidamente aos seus corpos esvaem-se no ar.
A resposta do seu mestre deixou-a ligeiramente confusa
-Chegou a altura de os usares…
************************************
As ruas de Juuban estavam morbidamente silenciosas, como que com medo de um possível ataque inimigo, fazendo-se apenas ouvir o calcorrear descontinuo das botas de salto alto da guerreira vestida em trajes púrpura e com um estranho penteado.
Chou senshi Cambaleava pelas ruas agarrando-se ao cotovelo esquerdo que pingava um sangue vítreo e vermelho, dando á noite primaveril o amargo odor a sofrimento. A sua transformação estava muito fraca, mas ainda sentia parte da energia do graal pulsar em si, embora soubesse que aquele não era o seu poder completo.
Desde que descobrira os seus poderes Apenas uma vez o graal aparecera em seu auxilio, dando lhe uma força maior para combater inimigos inesperados… Fora aproximadamente há 4 anos quando aquela estranha guerreira de armadura dourada surgiu na sua vida.
Também ai o graal a auxiliou, guiando a na busca pela sua missão, mas nem este poder foi o suficiente para a salvar….
Encostou-se á parede deixando se levar rapidamente pelas recordações enquanto desmaiava extenuada quebrando a sua transformação em estilhaços de luz púrpura , embatendo num caixote de lixo.
Curiosamente as imagens que lhe assolaram a mente vinham da altura em que tudo começou… quando a sua missão se impôs aos seus desejos alterando-lhe o rumo da vida.
************************************************************************
Sieltenite percebera agora. A luz vermelha rubi da sua aparição foi rapidamente consumida no meio da Discoteca “Raeno Steel” Completamente cheia aquela hora da noite. Com o cabelo preso num rabo de cavalo e uma mini saia provocante Sieltenite mesclou-se na multidão rapidamente, levando na mão um pequeno pedaço de pano e uma pedra translúcida avermelhada. Chegada ao meio da pista (e depois de escapar ao assédio de um grupo de jovens embriagados) Poisou no chão o pano e ergueu a jóia no ar fazendo com que as multicoloridas lâmpadas do tecto lhe adulterassem a tonalidade. Murmurou durante uns segundos algumas palavras arcanas, sendo completamente ignorada pela mutlidão.
“Talvez no meio de vocês esteja a lágrima…”
A luz falhou por dois segundos e assim como surgira naquele local lotado Sieltenite desapareceu. Alguns curiosos apontavam estupefactos para a súbita chuva de estrelas no exterior.
A pequena pedra emitira um brilho vibrante, que acabou por passar despercebido enquanto as pessoas olhavam pela janela para a súbita chuva de estrrelas… e de repente uma por uma, as pessoas próximas da pedra vermelha começaram a desfalecer inanimadas, pálidas como se tivessem morrido. A pedra aumentava gradualmente a cada pessoa que desfalecia, mostrando cada vez mais os contornos humanóides de uma estatueta vermelha escura, acabando por atingir os dois metros de altura, sendo por esta altura visíveis os delicados detalhes.
Não passava de um sarcófago grená, uma cara serena e ameaçadora com uma marca igual á de Sieltenite, as duas luas inversas sobrepostas por três estrelas negras. Quando o estranho sarcófago se partiu deixando sair uma mão cadavérica de longas unhas azuis, as pessoas atropelaram-se na direcção da porta
meu DEEUUUUS! há quanto tempo que eu não psotava nada aqui! é engraçado, ainda tenho fresquinha a história e todos os rumos que delineei há mais ou menos dois anos (que foi quando a comecei).Tinha este capitulo a meio desde... há um ano aproximadamente, mas ontem apeteceu-me terminá-lo. Não vou postar com tanta regularidade como gostaria mas também o tempo não é muito.
Já tinha um bocadinho de saudades desta história, e espero que a meia dúzia de pessoas que a lia também sinta o mesmo
Adicionei resumos de TODOS os capítulos na 1ª página, para ajudar quem já não se lembra muito bem da história, e para dar uma ideia aso que ainda não a leram sequer.
E sem mais demoras:
Parte 2:
Os seus cabelos flutuantes fundiam-se com o vento multicolorido da gruta, revelando uma cara serena e desprovida de emoções. os seus lábios entreabertos fecharam-se encerrando no seu interior a melodia hipnótica que pairara no ar instantes atrás. Sorrindo ligeiramente Afrodite abriu os braços
************************************
Um clarão vermelho sangue iluminou completamente o quarto vazio de um hotel fechado recentemente, não muito longe de Juuban.
Com um estrondo Sieltenite aterrou na cama velha que gemeu protestando contra o peso morto que fez os seus pés partirem, fazendo com que uma nuvem de poeira se erguesse no ar
Sieltenite levantou-se furiosa tossindo ruidosamente com a poeira que se infiltrava nos seus pulmões. O chão rangia á sua passagem enquanto o tecto apresentava manchas inestéticas de frequentes infiltrações.
“Não há qualquer dúvida de porque fecharam esta espelunca”
Com um estalar de dedos todas as divisões do espaço abandonado ganharam um ar sumptuoso, Milhares de velas iluminavam a sala dando aos seus cabelos um brilho vermelho semelhante ao dos rubis embutidos nas jóias que ostentava.
“Bem melhor”
Com uma curta frase Invocou um espectro de formas indistintas e difusas, que afastava e aproximava os seus contornos ciclicamente. Estava demasiado fraca para se dar ao luxo de ver a cara que tão bem conhecia, por enquanto bastava-lhe ouvir a sua voz.
-Vejo que chegaste a conclusões… no mínimo interessantes – A voz melódica invadiu o quarto fazendo pele de galinha surgir na nuca de Sieltenite, Toda aquela doçura não costumava significar bom resultado para ela. – Eu disse-te para não subestimares as guerreiras deste sistema solar… não disse?
A risadinha de escárnio que encheu os seus ouvidos fê-la fechar com força os maxilares, raspando os dentes uns de encontro aos outros, reprimindo uma resposta que não abonaria em seu favor
-S…Sim Mestre disse me tal coisa… mas as suas essências são tão poderosas! Concerteza seriam bastante úteis para…
-Não te dei o direito de assumires nada sobre o que pode ou não ser útil para nós! Limita-te a seguir as ordens!
Sieltenite olhou o chão ligeiramente desapontada
-Já recolhemos a essência de alguns humanos, mas é difícil conseguir apanhá-los sozinhos, estamos demasiado fracos para combater hordes de humanos enfurecidos… E todas as nossas tentativas tem sido em vão… Não existe em nenhuma das nossas vitimas uma qualquer réstia da lágrima. Para alem do mais as essências dos humanos comuns são etéreas, se não regressarem rapidamente aos seus corpos esvaem-se no ar.
A resposta do seu mestre deixou-a ligeiramente confusa
-Chegou a altura de os usares…
************************************
As ruas de Juuban estavam morbidamente silenciosas, como que com medo de um possível ataque inimigo, fazendo-se apenas ouvir o calcorrear descontinuo das botas de salto alto da guerreira vestida em trajes púrpura e com um estranho penteado.
Chou senshi Cambaleava pelas ruas agarrando-se ao cotovelo esquerdo que pingava um sangue vítreo e vermelho, dando á noite primaveril o amargo odor a sofrimento. A sua transformação estava muito fraca, mas ainda sentia parte da energia do graal pulsar em si, embora soubesse que aquele não era o seu poder completo.
Desde que descobrira os seus poderes Apenas uma vez o graal aparecera em seu auxilio, dando lhe uma força maior para combater inimigos inesperados… Fora aproximadamente há 4 anos quando aquela estranha guerreira de armadura dourada surgiu na sua vida.
Também ai o graal a auxiliou, guiando a na busca pela sua missão, mas nem este poder foi o suficiente para a salvar….
Encostou-se á parede deixando se levar rapidamente pelas recordações enquanto desmaiava extenuada quebrando a sua transformação em estilhaços de luz púrpura , embatendo num caixote de lixo.
Curiosamente as imagens que lhe assolaram a mente vinham da altura em que tudo começou… quando a sua missão se impôs aos seus desejos alterando-lhe o rumo da vida.
************************************************************************
Sieltenite percebera agora. A luz vermelha rubi da sua aparição foi rapidamente consumida no meio da Discoteca “Raeno Steel” Completamente cheia aquela hora da noite. Com o cabelo preso num rabo de cavalo e uma mini saia provocante Sieltenite mesclou-se na multidão rapidamente, levando na mão um pequeno pedaço de pano e uma pedra translúcida avermelhada. Chegada ao meio da pista (e depois de escapar ao assédio de um grupo de jovens embriagados) Poisou no chão o pano e ergueu a jóia no ar fazendo com que as multicoloridas lâmpadas do tecto lhe adulterassem a tonalidade. Murmurou durante uns segundos algumas palavras arcanas, sendo completamente ignorada pela mutlidão.
“Talvez no meio de vocês esteja a lágrima…”
A luz falhou por dois segundos e assim como surgira naquele local lotado Sieltenite desapareceu. Alguns curiosos apontavam estupefactos para a súbita chuva de estrelas no exterior.
A pequena pedra emitira um brilho vibrante, que acabou por passar despercebido enquanto as pessoas olhavam pela janela para a súbita chuva de estrrelas… e de repente uma por uma, as pessoas próximas da pedra vermelha começaram a desfalecer inanimadas, pálidas como se tivessem morrido. A pedra aumentava gradualmente a cada pessoa que desfalecia, mostrando cada vez mais os contornos humanóides de uma estatueta vermelha escura, acabando por atingir os dois metros de altura, sendo por esta altura visíveis os delicados detalhes.
Não passava de um sarcófago grená, uma cara serena e ameaçadora com uma marca igual á de Sieltenite, as duas luas inversas sobrepostas por três estrelas negras. Quando o estranho sarcófago se partiu deixando sair uma mão cadavérica de longas unhas azuis, as pessoas atropelaram-se na direcção da porta
Rita voltou a si gritando por um segundo, o que fez Bunny partir uma das taças favoritas de Ami na cozinha.
Susana tranquilizou-a sussurrando por uns segundos .
-Onde… Yuuchirou?... quem?
-vejo que recuperaste parte das tuas memórias… calma, nós estamos aqui.
Rita inalou profundamente parecendo gradualmente mais calma. Quando finalmente recobrou a cor rosada das suas faces falou.
-De alguma maneira sinto me mais confusa do que antes de ter as memórias comigo… sinto uma maior ligação a Marte mas não percebo o porque… não deveríamos ter poderes graças á bênção do cristal de prata?
-A história é mais complexa do que possas pensar…
Bunny entrou na sala com um guardanapo em torno do dedo cortado pela taça partida, transportando um tabuleiro com um bule de chá e 6 chávenas delicadamente trabalhadas. Trazia também uma vela cinzenta clara.
-Ai a Ami guarda tantas coisas giras naquelas gavetas… resolvi acender esta velinha… dizia “sândalo” na etiqueta… acho que é calmante ou assim. - Poisou graciosamente o tabuleiro e serviu 3 das tacinhas., poisando as na mesa e dando um abraço apertado a Rita. - estava tão ralada com vocês… foste a única que reagiu até agora… estão assim há horas… estou preocupada!
Pela sala as raparigas deitadas no chão reviravam-se com caras de esforço causadas por memórias antigas. Os seus símbolos planetários brilhavam intensamente.
-Ai choramingas já sabias que era assim! Não sejas dramát… - A labareda da chama aumentou de forma espontânea tomando um contorno demoníaco por alguns segundos, interrompendo Rita que olhou pasmada. – Setsuna temos que ir!
Bunny olhou primeiramente aterrorizada e depois confusa para toda a situação
-o que lhe chamaste?
-Susana, ora!
-Mas…
-Não temos tempo para conversar Bunny! Há uma energia maligna muito forte a 5 quarteirões daqui… consegui ver várias pessoas a sofrer… o inimigo atacou de novo!
Susana acenou assertiva.
-Certo!
-MARS ESSENCE POWER MAKE UP!
-PLUTO PLANET POWER MAKE UP!
Um brilho vermelho arroxeado inundou a sala e em segundos surgiram ambas vestidas como navegante de marte e de Plutão.
-A distancia é muito grande, pode ser demasiado tarde quando la chegarmos!
-Não há problema… PHOBOS! DEIMOS!
Bunny parecia confusa e aflita por não poder fazer nada.
-o que estás a…
Os dois corvos irromperam pela janela, poisando cada um numa das mãos da sua protegida. Marte olhou os pássaros intensamente, e embora não tenha dito uma palavra pareceu dar lhes uma espécie de ordem. Os pássaros elevaram-se no ar, tornando se duas bolas de luz vermelha intensa. Tocaram-lhe as costas tornando se em duas magnificas asas de chamas. Marte dirigiu-se á janela grande do apartamento e estendeu a mão a Plutão.
-vens?
Susana olhava confusa para as chamas vivas que irrompiam das costas do novo fato da guerreira de Marte. O calor que irradiavam era… calmo. Não sabia explicar. Não sentia a destruição latente que uma chama comum emana, como se fossem extensões da alma de Rita, quente e poderosa, mas protectora e ponderada. Reparou queembora se aproximasse das cortinas sedosas da sala, não as incineravam, nem sequer chegavam a chamuscá-las.
-M..Mas… Como?
-Não há tempo para explicar! Dá-me a mão!
E com um brilho vermelho sangue seguidas por uma cauda semelhante À de um cometa, duas guerreiras navegantes irromperam pela janela , voando rapidamente na direcção da discoteca “Raeno Steel “.
___________________________
e agora vou por as leituras em dia, depois de fazer um post pro blo
Susana tranquilizou-a sussurrando por uns segundos .
-Onde… Yuuchirou?... quem?
-vejo que recuperaste parte das tuas memórias… calma, nós estamos aqui.
Rita inalou profundamente parecendo gradualmente mais calma. Quando finalmente recobrou a cor rosada das suas faces falou.
-De alguma maneira sinto me mais confusa do que antes de ter as memórias comigo… sinto uma maior ligação a Marte mas não percebo o porque… não deveríamos ter poderes graças á bênção do cristal de prata?
-A história é mais complexa do que possas pensar…
Bunny entrou na sala com um guardanapo em torno do dedo cortado pela taça partida, transportando um tabuleiro com um bule de chá e 6 chávenas delicadamente trabalhadas. Trazia também uma vela cinzenta clara.
-Ai a Ami guarda tantas coisas giras naquelas gavetas… resolvi acender esta velinha… dizia “sândalo” na etiqueta… acho que é calmante ou assim. - Poisou graciosamente o tabuleiro e serviu 3 das tacinhas., poisando as na mesa e dando um abraço apertado a Rita. - estava tão ralada com vocês… foste a única que reagiu até agora… estão assim há horas… estou preocupada!
Pela sala as raparigas deitadas no chão reviravam-se com caras de esforço causadas por memórias antigas. Os seus símbolos planetários brilhavam intensamente.
-Ai choramingas já sabias que era assim! Não sejas dramát… - A labareda da chama aumentou de forma espontânea tomando um contorno demoníaco por alguns segundos, interrompendo Rita que olhou pasmada. – Setsuna temos que ir!
Bunny olhou primeiramente aterrorizada e depois confusa para toda a situação
-o que lhe chamaste?
-Susana, ora!
-Mas…
-Não temos tempo para conversar Bunny! Há uma energia maligna muito forte a 5 quarteirões daqui… consegui ver várias pessoas a sofrer… o inimigo atacou de novo!
Susana acenou assertiva.
-Certo!
-MARS ESSENCE POWER MAKE UP!
-PLUTO PLANET POWER MAKE UP!
Um brilho vermelho arroxeado inundou a sala e em segundos surgiram ambas vestidas como navegante de marte e de Plutão.
-A distancia é muito grande, pode ser demasiado tarde quando la chegarmos!
-Não há problema… PHOBOS! DEIMOS!
Bunny parecia confusa e aflita por não poder fazer nada.
-o que estás a…
Os dois corvos irromperam pela janela, poisando cada um numa das mãos da sua protegida. Marte olhou os pássaros intensamente, e embora não tenha dito uma palavra pareceu dar lhes uma espécie de ordem. Os pássaros elevaram-se no ar, tornando se duas bolas de luz vermelha intensa. Tocaram-lhe as costas tornando se em duas magnificas asas de chamas. Marte dirigiu-se á janela grande do apartamento e estendeu a mão a Plutão.
-vens?
Susana olhava confusa para as chamas vivas que irrompiam das costas do novo fato da guerreira de Marte. O calor que irradiavam era… calmo. Não sabia explicar. Não sentia a destruição latente que uma chama comum emana, como se fossem extensões da alma de Rita, quente e poderosa, mas protectora e ponderada. Reparou queembora se aproximasse das cortinas sedosas da sala, não as incineravam, nem sequer chegavam a chamuscá-las.
-M..Mas… Como?
-Não há tempo para explicar! Dá-me a mão!
E com um brilho vermelho sangue seguidas por uma cauda semelhante À de um cometa, duas guerreiras navegantes irromperam pela janela , voando rapidamente na direcção da discoteca “Raeno Steel “.
___________________________
e agora vou por as leituras em dia, depois de fazer um post pro blo

Realmente valeu a pena ler a tua fanfic 
É fantástica !
Ganhas-te uma fã *-*
Apesar de estar meia coisa, não sei quem é a personagem principal deste enredo
Sei que não comentei nada de jeito, mas como li tudo seguido, não sei bem que dizer
A partir de agora faço comentários mais decentes
Mas houve algo que me chamou atenção, na dança da Joana e do "Ace" na discoteca, encontraram-se e foi logo beijo, assim a um desconhecido (que não é bem um desconhecido, muito pelo contrário, mas pronto
) amor à primeira vista*-* Lindo !
E claro que como sempre a Bunny super viciada em comer-.-' enfim
Que tótó 
Gostei imenso da tua forma de escrever, escreves bem melhor do que eu...eu também não escrevo nada de jeito, mas quando digo isto é porque normalmente os rapazes não gostam muito de escrever e quando escrevem enfim...mais vale nem comentar
Agora tu, tenho que admitir que descreves muito bem as situações já para não falar que sabes colocar uma pessoa a imaginar as situações como se nos encontrássemos lá a viver o momento, e isso é algo que me fascina quando leio seja lá o que for
Quando um livro não me consegue colocar na história, já nem adianta ler o resto, por essa razão também gostei tanto 
Resumindo...Fantástico*-*
Podes postar o seguinte, porque eu estou mesmo muito curiosa por saber o que vai acontecer a seguir

É fantástica !
Ganhas-te uma fã *-*
Apesar de estar meia coisa, não sei quem é a personagem principal deste enredo

Sei que não comentei nada de jeito, mas como li tudo seguido, não sei bem que dizer

A partir de agora faço comentários mais decentes

Mas houve algo que me chamou atenção, na dança da Joana e do "Ace" na discoteca, encontraram-se e foi logo beijo, assim a um desconhecido (que não é bem um desconhecido, muito pelo contrário, mas pronto
) amor à primeira vista*-* Lindo !E claro que como sempre a Bunny super viciada em comer-.-' enfim
Que tótó 
Gostei imenso da tua forma de escrever, escreves bem melhor do que eu...eu também não escrevo nada de jeito, mas quando digo isto é porque normalmente os rapazes não gostam muito de escrever e quando escrevem enfim...mais vale nem comentar
Agora tu, tenho que admitir que descreves muito bem as situações já para não falar que sabes colocar uma pessoa a imaginar as situações como se nos encontrássemos lá a viver o momento, e isso é algo que me fascina quando leio seja lá o que for
Quando um livro não me consegue colocar na história, já nem adianta ler o resto, por essa razão também gostei tanto 
Resumindo...Fantástico*-*
Podes postar o seguinte, porque eu estou mesmo muito curiosa por saber o que vai acontecer a seguir


Obrigada Atalantav =)
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É engraçado, mas apesar de já se ter passado bastante tempo, também me lembrava da tua história. Alguns capítulos por linhas gerais, especialmente os primeiros, mas ainda tenho muito presente, na minha memória, algumas das descrições quanto às recordações das navegantes, especialmente no capítulo da Joana e da Rita. Até me lembro das sensações exóticas que alguns capítulos transmitiam. Por isso, bastou-me reler os resumos que fizeste para me colocar a par da história. Confesso que estava ansiosa por ler esta segunda parte!
Vou fazer um parêntesis: a tua história, de certa forma, faz-me lembrar a minha. Talvez seja pela referência à Pandora, bem como tentarmos recorrer ao passado para construirmos o enredo. Também eu tenho Lágrimas na história, recordações. É giro, e talvez também seja esse um dos motivos porque gosto tanto desta fanfic. E, claro, a tua imaginação não te limites. Gostei mesmo desta parte, correspondeu às minhas expectativas. Mas vamos lá comentar a sério.
Fiquei curiosa com este Mestre. Pareceu-me uma pessoa sinistra, e eu já acho a Sieltenite bem "mázinha"
E que criatura era aquela que apareceu na discoteca? Foi medonho, parece que estava mesmo a ver. Brr, até tenho medo do que possa acontecer quando a Susana e a Rita lá chegarem.
Coitada da Chousenshi... Mas fiquei bastante curiosa também com a ligação dela com o Graal. Por um lado, faz-me sentido, talvez pela alusão às borboletas (Chou)... Mas, por outro, não percebo bem o motivo de ele ter regressado. E essa guerreira da armadura dourada é quem?
Só não gostei que tivesses acabado assim, porque fiquei mais curiosa para saber o que vai acontecer! Surpreendeu-me a Marte ter ganho aquelas asas de fogo, e estou curiosa acerca dos seus novos poderes. Por isso, venho por este meio pedir-lhe que não demore muito (se for possível, porque sei que não é fácil) a colocar o novo capítulo, porque eu quero saber o que se vai passar!
E bem-vindo de volta. É mesmo um prazer enorme poder voltar a ler esta maravilhosa história
*apresenta cinco ovos Kinder* Ahah, tinha tantas saudades disto! E só são cinco porque estamos em crise, temos de poupar
Hehe 
Vou fazer um parêntesis: a tua história, de certa forma, faz-me lembrar a minha. Talvez seja pela referência à Pandora, bem como tentarmos recorrer ao passado para construirmos o enredo. Também eu tenho Lágrimas na história, recordações. É giro, e talvez também seja esse um dos motivos porque gosto tanto desta fanfic. E, claro, a tua imaginação não te limites. Gostei mesmo desta parte, correspondeu às minhas expectativas. Mas vamos lá comentar a sério.
Fiquei curiosa com este Mestre. Pareceu-me uma pessoa sinistra, e eu já acho a Sieltenite bem "mázinha"
E que criatura era aquela que apareceu na discoteca? Foi medonho, parece que estava mesmo a ver. Brr, até tenho medo do que possa acontecer quando a Susana e a Rita lá chegarem.Coitada da Chousenshi... Mas fiquei bastante curiosa também com a ligação dela com o Graal. Por um lado, faz-me sentido, talvez pela alusão às borboletas (Chou)... Mas, por outro, não percebo bem o motivo de ele ter regressado. E essa guerreira da armadura dourada é quem?

Só não gostei que tivesses acabado assim, porque fiquei mais curiosa para saber o que vai acontecer! Surpreendeu-me a Marte ter ganho aquelas asas de fogo, e estou curiosa acerca dos seus novos poderes. Por isso, venho por este meio pedir-lhe que não demore muito (se for possível, porque sei que não é fácil) a colocar o novo capítulo, porque eu quero saber o que se vai passar!
E bem-vindo de volta. É mesmo um prazer enorme poder voltar a ler esta maravilhosa história

*apresenta cinco ovos Kinder* Ahah, tinha tantas saudades disto! E só são cinco porque estamos em crise, temos de poupar
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