Traços do destino
♀ Capitulo 5 “O meu primeiro emprego” ♂
Ps: contêm cenas explícitas que se encontram a negrito
Esta noite, não conseguia dormir, estava tão ansiosa que chegasse, a manha, que acabei por acordar o Darien, que tinha adormecido na minha cama.
– Passa-se alguma coisa, não consegues dormir? -­­Perguntou-me ele um pouco ensonado.
– Estou tão ansiosa que chegue a manha que não consigo dormir, e desculpa não te quis acordar. – Disse eu um pouco vermelha
– Não faz mal, eu também já passei por isso, e sei o que é. – Disse ele ao mesmo tempo que me beijava e me encostava contra o seu peito forte. – Mas se não dormires a manha vais andar a dormir pelos cantos.
– Esse é o meu medo.
– Mas se não te entenderes lá pede-me ajuda, que eu te ajudarei.
Ao estar perto dele, parece que todo o meu medo e todas a minhas memorias daquela minha adolescência, desaparecem e passam a não ter sentido, é como nunca se tivessem sucedido. Mais uma vez nos deixamos levar pelo desejo mais puro e verdadeiro que é o amor, que sentimos um pelo outro, começamos nos a beijar lentamente aquele que se tornou um beijo mais urgente aos poucos, as nossas roupas começaram a ser retiradas uma peça por peça ate, que os nossos corpos se tocassem sem pudores, desta vez ele começou-me por beijar o pescoço, ate chegar aos meus seios, onde ele se pôs a brincar com eles e dar pequenas mordidelas nos meus mamilos, depois ainda desceu mais ate a minha zona intima a onde a acariciou suavemente e tornou a subir onde nos beijamos e ele perpetrou-me novamente com muita delicadeza, como movimentos sincronizados e com pequenos gemidos de prazer quando atingimos o aux do prazer e acabamos por adormecer um em cima do outro.
Finalmente já tinha a amanhecido quando acordei tinha tido uma noite maravilhosa, ele já se tinha posto a pé e eu resolvi ir dar um duche rápido antes de me vestir e comer alguma coisinha. Quando acabei de tomar duche fui-me vestir quando cheguei a cozinha tinha já um delicioso pequeno-almoço pronto. Tinha panquecas, sumo natural de laranjas, doce de morango, torradas e café.
– Fizeste isto tudo, sozinho? – Perguntei eu faxinada com aquela maravilha. – Esta linda a mesa
– Claro que fui eu. Fiz isto tudo para a minha princesa.
Quando ele me chamou de princesa alguma coisa estremeceu em mim, parecia que a muito tempo, muitas pessoas me tratavam assim. Mas quando, não me lembro!
– Passa-se alguma coisa Serena? – Pergunta o Darien preocupado, pois eu parecia estar mais com a cabeça na lua.
– Não, se passa nada, estava só apensar. – Disse eu um pouco confusa, enquanto me sentava na mesa e começava a saborear aquela deliciosa comida. – Esta divinal. – Disse eu com a boca cheia. – Não sabia que cozinhavas assim tão bem.
– Não fiz nada de especial, mas ainda bem que gostas, vejo que hoje acordaste com apetite. – Disse ele para mim que já me tinha servido três vezes, enquanto que ele uma.
– Eu acho que são os nervos que me dão mais apetite. – Disse ao mesmo tempo que comia uma torrada com doce.
Depois de termos tomado o pequeno-almoço fomos a pé ate ao Crown, para começarmos a trabalhar. Quando lá cheguei fui apresentada de imediato a todos os funcionários e ao patrão.
– Então é a famosa namorada do Darien. ­-disse o dono do Crown
– Sim. – Disse eu um pouco envergonhada
– Darien, quero que lhe ensines o que sabes. – Disse o Chefe
– Sim chefe. – Disse o Darien
Depois de passar toda a manha a ensinar-me como se fazia, já começava a dar lhe uns toques, sozinha, só não achava muita piada aqueles clientes que se punham a babar para cima de mim e a mandarem-se piropos. O Darien disse para não lhe dar muita conversa e com o tempo ia me habituando, mas ate lá tinha de me controlar para não lhes responder a letra, mas as vezes era impossível o que me valia era o Darien que me vinha socorrer nessas alturas, a Lita passava a vida a rir das minhas embaraçosas situações, atrás do balcão de atendimento, mas não me deixava de animar, dizendo sempre que estava a sair-me bem para o primeiro dia.
– Como te tas a sair? – Pergunta-me a Mina que tinha chegado naquele instante com o resto das meninas
– Acho que bem. – Disse eu com um pouco de receio
– Não sejas tão modesta, porque estas te á sair muito bem. – Disse o Darien ao se aproximar de mim
– É para admirar. – Disse a Rey sarcasticamente
– Rey não sejas tão mazinha. – Pede a Ami
– Eu mazinha, achas mesmo?
– Sim Rey, não sejas assim para a Serena que se esta a esforçar ao máximo. – Disse a Lita ao se aproximar delas
– Já sabes como é a Rey. – Disse a Mina
– Olha que fala. – Disse a Rey alterada. – Já não se pode brincar com a Serena que levais tudo a mal. – Disse ela fora de si
– Rey as brincadeiras tem um limite. – Disse a Ami
– Eu estou a dar tudo de mim para que corra tudo bem e se chegas com essas brincadeiras desmotivas-me. – Disse eu um pouco deprimida
– Desculpa. – Pede a Rey embaraçada, pois sabia que ela tinha razão
Eu estava a dar tudo de mim para dar voa impressão e agradar aos clientes mas a Rey não compreendia, compreender compreendia mas gosta sempre de embaraçar uma pessoa. O Darien disse me para ficar mais um pouco com as meninas pois já deveria estar exausta, na verdade estava, eu nunca trabalhei tanto na minha vida como no dia de hoje, mas ouvir boquinhas sem piada ainda piora mais.
Mas passado umas horas, tinha chegado ao fim daquele primeiro dia de trabalho para mim e para o Darien, já não podia com o meu corpo, só cria deitar-me numa banheira cheia de agua quente para relaxar e foi a primeira coisa que fiz, enquanto que o Darien encomendava uma pizza, para comemorar o meu primeiro dia de trabalho. Mas sem me aperceber adormeci dentro da banheira.
*** As horas foram passando e a pizza já tinha chegado quando o Darien, bateu a porta da casa de banho mas eu não respondi e ele resolveu entrar e me viu a dormir dentro na banheira cheia de água pegou-me, envolveu-me numa toalha e levou-me para o meu quarto, acabando por ele próprio também adormecer. ***
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

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Xiii
q cap tao lindo
Ja sabes q a primeira ideia q se instalou na minha mente, é ela tar gravida mas cm ainda so o conheçeu a pouco tempo e agora, ja tar gravida... bem axu q foi rapido demais e isto esta-me a fazer mal ao cerebro pois ja nao sei nada!
Mas era tao giruh ela tar de nené! Adorava ver mais uma fic em q a bunny ta de barriguinha!!
Gostei mto do cap, entao a part do coisinho coisiko melhor!! .
.
BeijiNHos
q cap tao lindo

Ja sabes q a primeira ideia q se instalou na minha mente, é ela tar gravida mas cm ainda so o conheçeu a pouco tempo e agora, ja tar gravida... bem axu q foi rapido demais e isto esta-me a fazer mal ao cerebro pois ja nao sei nada!
Mas era tao giruh ela tar de nené! Adorava ver mais uma fic em q a bunny ta de barriguinha!!
Gostei mto do cap, entao a part do coisinho coisiko melhor!! .
.BeijiNHos
O Darien é tão fofo com a Serena... Também quero um namorado assim [Esta imagem já não existe]
Aquela Rey tem sempre de implicar com a Serena...
Coitada da rapariga que assim fica toda nervosa e nem consegue trabalhar em paz...
Marisinha..... Eu cá acho que ela não está grávida, porque acho que os sintomas não aparecem de um dia para o outro...
Eu até que goatava de a ver grávida, mas não sei se vai ser já...Maasssss...isso só a Monica é que nos pode dizer....
Fico á espera de mais...
Beijinhos
Aquela Rey tem sempre de implicar com a Serena...
Coitada da rapariga que assim fica toda nervosa e nem consegue trabalhar em paz...

Haruka Tenou escreveu:Gostei mto do cap, entao a part do coisinho coisiko melhor!! .Também eu......
Marisinha..... Eu cá acho que ela não está grávida, porque acho que os sintomas não aparecem de um dia para o outro...
Eu até que goatava de a ver grávida, mas não sei se vai ser já...Maasssss...isso só a Monica é que nos pode dizer....
Fico á espera de mais...
Beijinhos
Ohhhh!Tao fofo!
E quando ela adormeceu na banheira ele levou-a para o quarto!
Ai se fosse eu a ouvir piropos dos clientes, nem pensava duas vezes!Mandava-os logo para um sito!
Mas ta muito fixe!
Estou a adorar a fic!
Esta cada vez mais fofinha!
Quando voltas a postar?
Bjs da deba
E quando ela adormeceu na banheira ele levou-a para o quarto!
Ai se fosse eu a ouvir piropos dos clientes, nem pensava duas vezes!Mandava-os logo para um sito!
Mas ta muito fixe!
Estou a adorar a fic!
Esta cada vez mais fofinha!
Quando voltas a postar?
Bjs da deba
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♀ Capitulo 6 “O principio de uma vingança?”
♂
Dias mais tarde, resolvi ir ter com um amigo meu que trabalhava na empresa do meu pai sem o Darien saber, por sua vez era o braço direito do meu pai, mas ele era o único que sabia da minha história desde o inicio, e me ajudava em tudo que podia, claro que sem o meu pai saber nem desconfiar que ele sabia que ele era na realidade por de trás daquele sorrisinho falso. Quando cheguei a empresa levava uns grandes óculos escuros, roupa preta, e o meu cabelo apanhado e coberto com um chapéu, estava irreconhecível, pois o meu pai passou por mim nem me reconheceu, mas nesse momento uma raiva enorme apoderou-se de mim quando o
vi a beijar uma mulher que não era a minha mãe e a sair de mão dada com ela da empresa. Mas sem mais demoras subi no elevador ate ao andar 38, onde se encontrava a pessoa que eu cria , e dirigi-me ate uma mulherzinha que se encontrava numa pequena mesa com um computador e muitos papeis em cima da mesa.
–Bom dia, poderia falar com o doutro Seiya Kou?
–Tem reunião marcada?
–Não mas preciso de falar urgentemente com ele
–Então aguarde um bocadinho que vou enforma-lo haver se apode atender, mas toou a falar com?
– Serena
– Espere um bocadinho. Doutro Kou tem aqui uma pessoa que quer falar urgentemente com o senhor que se chama Serena, posso a deixar passar?
Passado uns cinco minutos a secretaria disse que podia entrar, pois ele podia-me atender. Quando lá entrei ele reconheceu-me logo e encheu-me de perguntas, mas eu não lhe respondi.
–Preciso da tua ajuda. – Disse eu um pouco nervosa
–Se eu puder ajudar?
–Preciso que medeias informada de tudo o que o meu pai fizer dentro e fora da empresa.
– Vai ser um pouco difícil fora da empresa mas vou tentar. – Disse ele um pouco preocupado. – Não foste estudar para o estrangeiro?
–Estudar para fora, achas? – Disse eu chocada
– Mas foi o teu pai que me disse, não é verdade?
– Claro que não, a única verdade do meio disto tudo é que ele me esposou de casa, e disse que não cria que eu fosse mais filha dele. – Quando lhe contei isto ele ficou, sem reacção numa lhe passara pela cabeça que me fizera uma coisa dessas,
para além de todo o mal que estava a fazer. Ainda lhe pedi outra coisa muito
importante, que quando chegasse lá uma carta das Finanças para o meu pai, a
disser que a impressa como todos os vens que noutra outra hora tiveram a cargo
da Senhora Tsukino, passaram a ser administrados pela sua filha e única
proprietária Serena Tsukino, que completou 18 anos no dia 30 de Julho.
–
Não me digas que esta empresa como todos os vens te pertencem a ti. Podes
contar comigo que essa carta não vai chegar as mãos do teu pai mas sim as tuas.
– Disse ele com um ar triunfador
–Sim é verdade, o meu avô antes de falecer, deixou tudo no meu nome. Ele nunca gostou do meu pai, e para não correr o risco de eu ficar sem o que era meu por direito, deixou uma procuração a disser que enquanto que eu não completasse os meus 18 anos era a minha mãe a tomar conta de tudo.
– Então isto foi sempre teu, desde que o teu avô faleceu para ai uns 10 anos, e o teu pai não desconfia de nada, que a tua mãe não tem rigorosamente nada que ele possa deitar a mão.
–Dele só tem a roupa que tem vestida. Se não fosse a minha mãe ele nunca chegara aonde chegou era um simples miserável que não tinha onde cair de morto. Mas se lhe passa pela cabeça que a minha mãe nunca teve nada, ele não sei o que lhe faria. Por isso não quero que ele veja essa carta e quero que continua a pensar que é o dono legítimo desta empresa como do património que era do meu avô.
–Mas quando souber vai ser a pior humilhação que lhe fizeram ate hoje.
–Sim. Mas quero ser eu a espetar-lhe essa carta na sua cara e corre-lo desta empresa e da minha casa e quero velo a suplicar me de joelhos e a pedir-me desculpa a mim e a minha mãe por tudo que nos fez passar.
–Olha eu não me quero meter muito nos vossos assuntos, eu só faço isto para te ajudar, mas ouvi rumores que a sua outra filha anda a espalhar por cá, que isto tudo vaio ser dela como o resto das outras coisas e tu e a tua mãe ides para debaixo da ponte, na miséria.
–Isso é que vamos ver. Mas essa carta deve chegar nesta semana, mas quando chegar quero que me a leves ao Crown, porque eu estou lá a trabalhar. Sabes onde é?
– Sim, sim sei onde é. Costumo ir lá muitas vezes. Não te preocupes quando chegar eu levo ta lá.
Depois de ter esta conversa com o Seiya fiquei mais aliviada e ao mesmo tempo descansada, quando cheguei ao apartamento do Darien ele encontrava-se lá a minha espera.
– Onde te meteste tive a tua procura. – Disse ele preocupado. – Pensei que te tivesse ocorrido algo.
– Desculpa não ter-te dito nada. Mas como foste a universidade, para não ficar aqui a olhar para as paredes fui dar uma volta.
Eu não gostava de mentir e logo ao Darien mas desta vez teve de ser, mas se ele soubesse onde fui, dava-me um raspanete e ainda ficava mais preocupado com que me poderia ter acontecido. Mas vou ter de lhe disser mais cedo ou mais tarde, talvez lhe diga quando tiver a carta nas minhas mãos, mas ai ele não me vai perdoar ter-lhe guardado este segredo, agora não sei se lhe contar ou se lhe contar mais tarde. Estou farta de andar com a minha cabeça as voltas, o que devo fazer?
–Terra chama Serena? Terra chama Serena? – Disse o Darien para fazer-me
regressar ao mundo real. – Passou-se alguma coisa? – Pergunta de novo ele.
– Não se passa nada. É que se te digo onde fui das me um raspanete. Mas se eu te contar prometes que não me das nenhum sermão. – Suplico eu
–Esta bem prometo. – Disse ele com a sua voz meiga, ao mesmo tempo que me puxava para junto do seu peito e nos sentávamos num dos puffes daquela divisão
– Estive na empresa do meu pai. – Quando disse isto, pude sentir que ele me puxou mais para junto do seu peito, mas sem prenunciar uma palavra sequer, nesse instante senti medo e receio de continuar, mas continuei-lhe a contar tudo, desde que passara pelo meu pai e ele não me reconhecera, e a convença que tivera com o Seiya, mesmo assim ele manteve em silêncio ate que disse:
– Esse tal de Seiya é de confiança? – Perguntou ele ao meu ouvido
–Sim é. Sempre lhe contava tudo o que o meu pai fazia-me a mim e a minha mãe.
Disser a simples palavra pai nunca me doera tanto como prenuncia-la agora, cada vez que a dizia o meu coração enchia-se de raiva, dor, rancor, ódio, infelicidade.
Esse homem não deveria ser tratado por pai mas sim por mostro, mostro era a palavra que melhor lhe assentava.
– O que vais fazer com tudo que te pertence? Vais deixar aquele homem tomar conta de tudo? – Pergunta o Darien acariciando-me a minha face
– Por agora não tenho outra solução, mais quando tiver a minha mãe a salvo, a primeira coisa que vou fazer é retirar ao meu… esse homem do comando de tudo.
Se não tivesse o apoio do Darien não tinha forças para abrir guerra contra esse “Senhor” e lutar pela minha liberdade. Agora uma nova Serena estava para nascer essa que iria fazer justiça com as suas próprias mãos, essa que nunca sonharia que poderia nascer de mim. Não sei se o que vou fazer será o mais correcto mas agora é a única alternativa, e a única solução de o fazer passar por aquilo que eu passeia mas mais lentamente e menos doloroso e severo. Mas que o vai humilhar e ser julgado por toda a sociedade e a sua imagem de anos vai ser deitada por terra nuns míseros minutos, que o escândalo arrebentar. E vai se ajoelhar perante a minha mãe e eu a pedir-nos desculpas, mas essas desculpa não serão correspondidas, isso posso assegurar.
–Mas como te correu esse tal trabalho que ias apresentar? – Perguntei eu para mudar de assunto
–Correu muito bem, e nem te passa pela cabeça para onde vou estagiar. – Disse ele desanimado
– Para onde vais? – Perguntei eu curiosa
– Para a empresa do teu pai.
–O queeeeeeeeeeeeeeee? Não posso crer
♂
Dias mais tarde, resolvi ir ter com um amigo meu que trabalhava na empresa do meu pai sem o Darien saber, por sua vez era o braço direito do meu pai, mas ele era o único que sabia da minha história desde o inicio, e me ajudava em tudo que podia, claro que sem o meu pai saber nem desconfiar que ele sabia que ele era na realidade por de trás daquele sorrisinho falso. Quando cheguei a empresa levava uns grandes óculos escuros, roupa preta, e o meu cabelo apanhado e coberto com um chapéu, estava irreconhecível, pois o meu pai passou por mim nem me reconheceu, mas nesse momento uma raiva enorme apoderou-se de mim quando o
vi a beijar uma mulher que não era a minha mãe e a sair de mão dada com ela da empresa. Mas sem mais demoras subi no elevador ate ao andar 38, onde se encontrava a pessoa que eu cria , e dirigi-me ate uma mulherzinha que se encontrava numa pequena mesa com um computador e muitos papeis em cima da mesa.
–Bom dia, poderia falar com o doutro Seiya Kou?
–Tem reunião marcada?
–Não mas preciso de falar urgentemente com ele
–Então aguarde um bocadinho que vou enforma-lo haver se apode atender, mas toou a falar com?
– Serena
– Espere um bocadinho. Doutro Kou tem aqui uma pessoa que quer falar urgentemente com o senhor que se chama Serena, posso a deixar passar?
Passado uns cinco minutos a secretaria disse que podia entrar, pois ele podia-me atender. Quando lá entrei ele reconheceu-me logo e encheu-me de perguntas, mas eu não lhe respondi.
–Preciso da tua ajuda. – Disse eu um pouco nervosa
–Se eu puder ajudar?
–Preciso que medeias informada de tudo o que o meu pai fizer dentro e fora da empresa.
– Vai ser um pouco difícil fora da empresa mas vou tentar. – Disse ele um pouco preocupado. – Não foste estudar para o estrangeiro?
–Estudar para fora, achas? – Disse eu chocada
– Mas foi o teu pai que me disse, não é verdade?
– Claro que não, a única verdade do meio disto tudo é que ele me esposou de casa, e disse que não cria que eu fosse mais filha dele. – Quando lhe contei isto ele ficou, sem reacção numa lhe passara pela cabeça que me fizera uma coisa dessas,
para além de todo o mal que estava a fazer. Ainda lhe pedi outra coisa muito
importante, que quando chegasse lá uma carta das Finanças para o meu pai, a
disser que a impressa como todos os vens que noutra outra hora tiveram a cargo
da Senhora Tsukino, passaram a ser administrados pela sua filha e única
proprietária Serena Tsukino, que completou 18 anos no dia 30 de Julho.
–
Não me digas que esta empresa como todos os vens te pertencem a ti. Podes
contar comigo que essa carta não vai chegar as mãos do teu pai mas sim as tuas.
– Disse ele com um ar triunfador
–Sim é verdade, o meu avô antes de falecer, deixou tudo no meu nome. Ele nunca gostou do meu pai, e para não correr o risco de eu ficar sem o que era meu por direito, deixou uma procuração a disser que enquanto que eu não completasse os meus 18 anos era a minha mãe a tomar conta de tudo.
– Então isto foi sempre teu, desde que o teu avô faleceu para ai uns 10 anos, e o teu pai não desconfia de nada, que a tua mãe não tem rigorosamente nada que ele possa deitar a mão.
–Dele só tem a roupa que tem vestida. Se não fosse a minha mãe ele nunca chegara aonde chegou era um simples miserável que não tinha onde cair de morto. Mas se lhe passa pela cabeça que a minha mãe nunca teve nada, ele não sei o que lhe faria. Por isso não quero que ele veja essa carta e quero que continua a pensar que é o dono legítimo desta empresa como do património que era do meu avô.
–Mas quando souber vai ser a pior humilhação que lhe fizeram ate hoje.
–Sim. Mas quero ser eu a espetar-lhe essa carta na sua cara e corre-lo desta empresa e da minha casa e quero velo a suplicar me de joelhos e a pedir-me desculpa a mim e a minha mãe por tudo que nos fez passar.
–Olha eu não me quero meter muito nos vossos assuntos, eu só faço isto para te ajudar, mas ouvi rumores que a sua outra filha anda a espalhar por cá, que isto tudo vaio ser dela como o resto das outras coisas e tu e a tua mãe ides para debaixo da ponte, na miséria.
–Isso é que vamos ver. Mas essa carta deve chegar nesta semana, mas quando chegar quero que me a leves ao Crown, porque eu estou lá a trabalhar. Sabes onde é?
– Sim, sim sei onde é. Costumo ir lá muitas vezes. Não te preocupes quando chegar eu levo ta lá.
Depois de ter esta conversa com o Seiya fiquei mais aliviada e ao mesmo tempo descansada, quando cheguei ao apartamento do Darien ele encontrava-se lá a minha espera.
– Onde te meteste tive a tua procura. – Disse ele preocupado. – Pensei que te tivesse ocorrido algo.
– Desculpa não ter-te dito nada. Mas como foste a universidade, para não ficar aqui a olhar para as paredes fui dar uma volta.
Eu não gostava de mentir e logo ao Darien mas desta vez teve de ser, mas se ele soubesse onde fui, dava-me um raspanete e ainda ficava mais preocupado com que me poderia ter acontecido. Mas vou ter de lhe disser mais cedo ou mais tarde, talvez lhe diga quando tiver a carta nas minhas mãos, mas ai ele não me vai perdoar ter-lhe guardado este segredo, agora não sei se lhe contar ou se lhe contar mais tarde. Estou farta de andar com a minha cabeça as voltas, o que devo fazer?
–Terra chama Serena? Terra chama Serena? – Disse o Darien para fazer-me
regressar ao mundo real. – Passou-se alguma coisa? – Pergunta de novo ele.
– Não se passa nada. É que se te digo onde fui das me um raspanete. Mas se eu te contar prometes que não me das nenhum sermão. – Suplico eu
–Esta bem prometo. – Disse ele com a sua voz meiga, ao mesmo tempo que me puxava para junto do seu peito e nos sentávamos num dos puffes daquela divisão
– Estive na empresa do meu pai. – Quando disse isto, pude sentir que ele me puxou mais para junto do seu peito, mas sem prenunciar uma palavra sequer, nesse instante senti medo e receio de continuar, mas continuei-lhe a contar tudo, desde que passara pelo meu pai e ele não me reconhecera, e a convença que tivera com o Seiya, mesmo assim ele manteve em silêncio ate que disse:
– Esse tal de Seiya é de confiança? – Perguntou ele ao meu ouvido
–Sim é. Sempre lhe contava tudo o que o meu pai fazia-me a mim e a minha mãe.
Disser a simples palavra pai nunca me doera tanto como prenuncia-la agora, cada vez que a dizia o meu coração enchia-se de raiva, dor, rancor, ódio, infelicidade.
Esse homem não deveria ser tratado por pai mas sim por mostro, mostro era a palavra que melhor lhe assentava.
– O que vais fazer com tudo que te pertence? Vais deixar aquele homem tomar conta de tudo? – Pergunta o Darien acariciando-me a minha face
– Por agora não tenho outra solução, mais quando tiver a minha mãe a salvo, a primeira coisa que vou fazer é retirar ao meu… esse homem do comando de tudo.
Se não tivesse o apoio do Darien não tinha forças para abrir guerra contra esse “Senhor” e lutar pela minha liberdade. Agora uma nova Serena estava para nascer essa que iria fazer justiça com as suas próprias mãos, essa que nunca sonharia que poderia nascer de mim. Não sei se o que vou fazer será o mais correcto mas agora é a única alternativa, e a única solução de o fazer passar por aquilo que eu passeia mas mais lentamente e menos doloroso e severo. Mas que o vai humilhar e ser julgado por toda a sociedade e a sua imagem de anos vai ser deitada por terra nuns míseros minutos, que o escândalo arrebentar. E vai se ajoelhar perante a minha mãe e eu a pedir-nos desculpas, mas essas desculpa não serão correspondidas, isso posso assegurar.
–Mas como te correu esse tal trabalho que ias apresentar? – Perguntei eu para mudar de assunto
–Correu muito bem, e nem te passa pela cabeça para onde vou estagiar. – Disse ele desanimado
– Para onde vais? – Perguntei eu curiosa
– Para a empresa do teu pai.
–O queeeeeeeeeeeeeeee? Não posso crer
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Uiiii
uiii pa|!
pa empresa do pai dela?
chiiii
q cehna|!
o teu cap estava esplehndido|! tehns varios erros mas prohntos... eu tgbm tehnh erros eu sei
N sagbia q ela cohnhecia o xuxu...Seiya... mas aihnda bem q ele continou a ser o confidente dela|!
estou ahnsiosa por ver ela a esfregar a carta na cara dele... ahahahahhah q raiva q tehn dakele homem'zinho e aihnda por mais da meia irma q diz q aqilo vai ser dela... vai vai... eu ja lhe mostro|! --' º-º
cohntihnua|! beijinhos
uiii pa|!
pa empresa do pai dela?
chiiii
q cehna|!
o teu cap estava esplehndido|! tehns varios erros mas prohntos... eu tgbm tehnh erros eu sei

N sagbia q ela cohnhecia o xuxu...Seiya... mas aihnda bem q ele continou a ser o confidente dela|!
estou ahnsiosa por ver ela a esfregar a carta na cara dele... ahahahahhah q raiva q tehn dakele homem'zinho e aihnda por mais da meia irma q diz q aqilo vai ser dela... vai vai... eu ja lhe mostro|! --' º-º
cohntihnua|! beijinhos
obrigada pelos comentarios, desculpam a demora pois tenho andado a estudar para o codigo e para os testes da escola i não tenho tido tempo de vir postar um novo capitulo
o Seiya é um dos melhores amigos da Serena e tem a ajudado muito, estava aqui a pensar daqui a uns capítulos não por um romance entre e Seiya e a Aruca que vai aparecer daqui a ums capitulos, o que acham?
vem se a Serena aparecer gravida, sera, de so um bebe ou de gemios nao sei muito vem, o que acham?
o Seiya é um dos melhores amigos da Serena e tem a ajudado muito, estava aqui a pensar daqui a uns capítulos não por um romance entre e Seiya e a Aruca que vai aparecer daqui a ums capitulos, o que acham?
vem se a Serena aparecer gravida, sera, de so um bebe ou de gemios nao sei muito vem, o que acham?
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

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o Seiya é um dos melhores amigos da Serena e tem a ajudado muito, estava aqui a pensar daqui a uns capítulos não por um romance entre e Seiya e a Aruca que vai aparecer daqui a ums capitulos, o que acham?
Tu nem sabes qhntas batidas o meu coraçao soltou qhnd li isto! o que eu axu?= eu axu maghnifico e ficarte-ia eternamehnte grata
a Bunny aparecer de gemeos?=demais|! ficava brutal|! a chibiusa ja tihnha compahnhia|!
e pq hnao trigemeos?
genial ideia|!
Tu nem sabes qhntas batidas o meu coraçao soltou qhnd li isto! o que eu axu?= eu axu maghnifico e ficarte-ia eternamehnte grata
a Bunny aparecer de gemeos?=demais|! ficava brutal|! a chibiusa ja tihnha compahnhia|!
e pq hnao trigemeos?
genial ideia|!
Simplesmente aaddoorreeiiii!
Quando o "senhor" vir que tudo pretence a Serena e que ele nao tem nada, ai e que vai ser giro!
Coitado do Darien vai trabalhar para a empresa do "senhor"!
Ainda estou para ver o que vai acontecer!
Acho que a Serena fez bem em contar onde foi a Darien se lhe menti-se era muito pior e ele pensaria que ela nao confia nele,e tenho a certeza que ela nao quer isso.
Ai adorei o cap!
Quando voltas a postar?
Bjs da deba
Quando o "senhor" vir que tudo pretence a Serena e que ele nao tem nada, ai e que vai ser giro!
Coitado do Darien vai trabalhar para a empresa do "senhor"!
Ainda estou para ver o que vai acontecer!
Acho que a Serena fez bem em contar onde foi a Darien se lhe menti-se era muito pior e ele pensaria que ela nao confia nele,e tenho a certeza que ela nao quer isso.
Ai adorei o cap!
Quando voltas a postar?
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♀ Capitulo 7 “Dois meses depois” ♂
Já tinha passado dois meses desde que o meu … “aquele senhor” me expulsara de casa, já tinha conseguido falar com a minha mãe, já lhe tinha dito que estava tudo bem comigo e que estava muito feliz, pois tinha encontrado pessoas maravilhosas que me ajudaram imenso, mas do outro lado da linha pude-me aperceber que ela estava a chorar e ao mesmo tempo estava feliz por eu estar bem, o que mais me estranhou foi quando ela me disse que o meu... “aquele senhor” nunca mais lhe a levantou a mão e raramente aparecia lá em casa e quando lá ia não lhe dirigia nem uma palavra, e disse-lhe que quando pudesse ia tira-la de casa e atirar aquele senhor para a miséria.
O meu corpo já não tinha nenhum hematoma visível, mas sim algumas pequenas cicatrizes que mal se viam, mas que ainda estavam presentes. O Darien tinha começado já a um mês na empresa do me… “aquele senhor” a estagiar. Não era do seu agrado mas teve de se a sujeitar, o Seiya tinha o ajudado imenso a integrar-se lá e tornaram-se grandes amigos. Assim era a maneira de estar mais informada das actividades daquele senhor lá na empresa. Pois o Darien ao chegar a casa punha-me acorrer de tudo. A carta das finanças já tinha chegado as minhas mãos a mais de um mês, assim já podia estar mais segura que o… “aquele senhor” não sabe da sua existência isso era o mais importante acima de tudo. E eu trabalhava arduamente no Crown durante o dia e a noite estava atirar a carta de condução, agora já me encontrava na condução pois já tinha passado no código logo a primeira, e estava também afazer exames de equivalência ao12 ano, estes ate agora estavam-me acorrer bem. O Darien ajudava-me muito a estudar para estes quando vinha do estágio, agora já só me faltam uns três exames para ter concluído o 12 ano. Eu agora ando super stressada, pois estes três últimos exames que me faltam fazer, são mais puxados e Darien disse-me para não me preocupar que ia ter uma excelente nota neles como tive nos outros, mas não sei.
– Como esta a minha princesa? – Pergunta-me o Darien ao entrar no apartamento e dando-me um apaixonado beijo.
– Bem. E como esta o meu príncipe encantado? – Perguntei-lhe eu ao mesmo tempo que lhe seguia a corrente
– Também estou bem, mas um pouco cansado. – Disse ele abraçando-me mais. – Não te cheira a nada? – Pergunta ele intrigado
– Oh não o jantar!!! – Disse eu ao mesmo tempo que corria para a cozinha seguida pelo Darien para ver como estava o jantar, quando lá cheguei estava todo queimado, fiquei toda desiludida, como é que me pude esquecer, era lombo assado no forno com batatas, uma das minhas especialidades.
– Meu amor não fiques assim, encomendamos uma pizza. – Disse Darien para me fazer sentir melhor, mas não conseguiu, eu tinha preparado aquele jantar para comemorar o nossos dois messes de namoro mas que foi por água a baixo, mas acabamos por mandar vir uma pizza, pois já era tarde para fazer alguma coisa de jantar. Depois de jantar fomos ate ao Crown ter com os nossos amigos que já estavam a nossa espera.
– São horas de chegar? – Pergunta a Rey irritada
– Rey não sejas tão coisa. – Disse a Mina
– Coisa eu!!! – Grita mais histérica a Rey
– Desculpai o atraso, é que tivemos um problema com o jantar. – Disse o Darien para acalmar os ânimos
– Não tem mal nenhum, a Rey é sempre a mesma, não lhe ligueis. – Disse a Ami
– O Andrew, onde esta? – Pergunta o Darien
– Foi buscar alguma coisa para bebermos. – Disse a Lita. – Deve estar a vir
– Serena não tinhas de ir hoje a escola? – Pergunta-me a Ami
– Hoje não? – Disse eu
– Estas, muito pálida, não pareces tu Serena. – Disse a Lita, preocupada
– Deve ser impressão tua. – Disse eu timidamente
– A Lita tem razão, se calhar é de estares agora a tirar a carta e a fazeres o 12 ano ao mesmo tempo. – Disse a Mina
– O que isso tem a ver com que a serena esteja pálida? – Pergunta a Rey irónica
– Pode ser muito bem por vias disso. – Disse a Ami
– Mas porque dizes isso? – Pergunto eu confusa
– Deve ser só cansaço desta época de exames. – Disse a Lita. – Tem sido quase todos uns em cima dos outros.
– Eu também acho, podias ter dividido as coisas agora ou tiravas só a carta ou o 12 ano, e mais tarde tiravas o outro. Ainda para mais trabalhas aqui durante o dia inteiro. E já não estavas tão sob carregada. – Disse o Darien
– Já podeis parar de bater no ceguinho? – Disse eu irónica. – Tendes razão, mas agora já esta feito e não posso voltar atrás.
– Trago as bebidas. – Disse o Andrew, com uma bandeja na mão cheia de finos
– Já era sem tempo. – Reclama a Rey
– Tive uns assuntos a tratar. – Disse o Andrew
– Não ligues Andrew a Rey é sempre a mesma imperialzinha. – Disse a Mina
– Eu sou o que? – Disse a Rey furiosa
– imperialzinha!!! – Goza a Mina
Esta embirração entre a Rey e a Mina durou toda a noite ate que nos separamos e fomos para as nossas respectivas casas, se não fossem aquelas duas a discutirem por tudo e por nada, a noite tinha sido calma. Eu não na realidade não andava bem. Ultima mente, sentia-me super cansada, deprimida, desanimada e com pouco apetite, sendo estes sintomas estranhos em mim. Será que o Darien e as meninas têm razão? Será que fui muito precipitada ao crer tirar tudo ao mesmo tempo? Espero que não. Ia eu perdida nos meus pensamentos abraçada ao Darien pelas ruas de Tóquio, na direcção ao seu apartamento, quando uma melodia invulgar troou-se me a realidade. Era uma melodia muito suave e doce também trazia um pouco de nostalgia, que parecia sair de um violino no meio do parque. Sem trocar sequer uma palavra com o Darien puxei-o comigo para dentro daquele denso parque cheio de arvores, que aquela hora da noite metiam medo, continuamos a andar por ele quando vimos uma lindíssima rapariga de cabelos verdes a tocar o violino e acompanhada por um rapas alto e loiro, resolvemos nos aproximar deles, mas quando nos íamos aproximando cada vês mais, eles viraram-nos costas e desapareceram no ar, sem deixarem rasto.
– O que se passou, onde eles se meteram? – Pergunto eu ao olhar para um lado e para o outro
– Não sei, parece que se desfiguraram no ar. – Disse o Darien incrédulo
– Ceram espíritos, transformados em humanos. – Disse eu aterrorizada
– Não, eles não humanos como nos. Não tenhas medo, se eles não fossem humanos, não deixavam vestígios para trás. – Disse o Darien a apontar para uma pasta preta semiaberta, que se encontrava no locar onde a rapariga se encontrava.
– Como é que sabes. – Disse eu enquanto que o Darien aproximou-se do locar e pegou na pasta preta e amostrou-me o seu conteúdo, lá dentro estava cheia de partituras e num canto estava escrito Mariana Kaioh, da universidade de musica de Tóquio.
– Parece que um dos fantasmas anda na universidade de música aqui em Tóquio. – Brinca Darien
– Achas que tem muita piada, mas como é que vamos lhe entregar isso, pois deve-lhe de fazer falta, ainda para mais a manha é fim-de-semana. – Disse eu preocupada
– Não te preocupes o Andrew conhece muito pessoal dessa universidade, pode ser que a conheça e lhe possa entregar. – Disse o Darien
– Assim fico mais descansada. Vamos para casa porque já estou exausta. – Disse eu a bocejar
– Sim acho que é melhor eu também já estou cheio de sono, já passa das 3 da manha. Ao chegarmos a casa fomos nos deitar, eu estava mesmo exausta e cheia de sono. Desde que começáramos a namorar tínhamos dormido sempre juntos na mesma cama, e acabando por adormecer agarrados um ao outro. Eu ao pé dele parecia que estava protegida, em segurança e que ninguém conseguia quebrar aquele momento. Ate que se ouve alguém a tocar a campainha intensamente e nos acorda.
Já tinha passado dois meses desde que o meu … “aquele senhor” me expulsara de casa, já tinha conseguido falar com a minha mãe, já lhe tinha dito que estava tudo bem comigo e que estava muito feliz, pois tinha encontrado pessoas maravilhosas que me ajudaram imenso, mas do outro lado da linha pude-me aperceber que ela estava a chorar e ao mesmo tempo estava feliz por eu estar bem, o que mais me estranhou foi quando ela me disse que o meu... “aquele senhor” nunca mais lhe a levantou a mão e raramente aparecia lá em casa e quando lá ia não lhe dirigia nem uma palavra, e disse-lhe que quando pudesse ia tira-la de casa e atirar aquele senhor para a miséria.
O meu corpo já não tinha nenhum hematoma visível, mas sim algumas pequenas cicatrizes que mal se viam, mas que ainda estavam presentes. O Darien tinha começado já a um mês na empresa do me… “aquele senhor” a estagiar. Não era do seu agrado mas teve de se a sujeitar, o Seiya tinha o ajudado imenso a integrar-se lá e tornaram-se grandes amigos. Assim era a maneira de estar mais informada das actividades daquele senhor lá na empresa. Pois o Darien ao chegar a casa punha-me acorrer de tudo. A carta das finanças já tinha chegado as minhas mãos a mais de um mês, assim já podia estar mais segura que o… “aquele senhor” não sabe da sua existência isso era o mais importante acima de tudo. E eu trabalhava arduamente no Crown durante o dia e a noite estava atirar a carta de condução, agora já me encontrava na condução pois já tinha passado no código logo a primeira, e estava também afazer exames de equivalência ao12 ano, estes ate agora estavam-me acorrer bem. O Darien ajudava-me muito a estudar para estes quando vinha do estágio, agora já só me faltam uns três exames para ter concluído o 12 ano. Eu agora ando super stressada, pois estes três últimos exames que me faltam fazer, são mais puxados e Darien disse-me para não me preocupar que ia ter uma excelente nota neles como tive nos outros, mas não sei.
– Como esta a minha princesa? – Pergunta-me o Darien ao entrar no apartamento e dando-me um apaixonado beijo.
– Bem. E como esta o meu príncipe encantado? – Perguntei-lhe eu ao mesmo tempo que lhe seguia a corrente
– Também estou bem, mas um pouco cansado. – Disse ele abraçando-me mais. – Não te cheira a nada? – Pergunta ele intrigado
– Oh não o jantar!!! – Disse eu ao mesmo tempo que corria para a cozinha seguida pelo Darien para ver como estava o jantar, quando lá cheguei estava todo queimado, fiquei toda desiludida, como é que me pude esquecer, era lombo assado no forno com batatas, uma das minhas especialidades.
– Meu amor não fiques assim, encomendamos uma pizza. – Disse Darien para me fazer sentir melhor, mas não conseguiu, eu tinha preparado aquele jantar para comemorar o nossos dois messes de namoro mas que foi por água a baixo, mas acabamos por mandar vir uma pizza, pois já era tarde para fazer alguma coisa de jantar. Depois de jantar fomos ate ao Crown ter com os nossos amigos que já estavam a nossa espera.
– São horas de chegar? – Pergunta a Rey irritada
– Rey não sejas tão coisa. – Disse a Mina
– Coisa eu!!! – Grita mais histérica a Rey
– Desculpai o atraso, é que tivemos um problema com o jantar. – Disse o Darien para acalmar os ânimos
– Não tem mal nenhum, a Rey é sempre a mesma, não lhe ligueis. – Disse a Ami
– O Andrew, onde esta? – Pergunta o Darien
– Foi buscar alguma coisa para bebermos. – Disse a Lita. – Deve estar a vir
– Serena não tinhas de ir hoje a escola? – Pergunta-me a Ami
– Hoje não? – Disse eu
– Estas, muito pálida, não pareces tu Serena. – Disse a Lita, preocupada
– Deve ser impressão tua. – Disse eu timidamente
– A Lita tem razão, se calhar é de estares agora a tirar a carta e a fazeres o 12 ano ao mesmo tempo. – Disse a Mina
– O que isso tem a ver com que a serena esteja pálida? – Pergunta a Rey irónica
– Pode ser muito bem por vias disso. – Disse a Ami
– Mas porque dizes isso? – Pergunto eu confusa
– Deve ser só cansaço desta época de exames. – Disse a Lita. – Tem sido quase todos uns em cima dos outros.
– Eu também acho, podias ter dividido as coisas agora ou tiravas só a carta ou o 12 ano, e mais tarde tiravas o outro. Ainda para mais trabalhas aqui durante o dia inteiro. E já não estavas tão sob carregada. – Disse o Darien
– Já podeis parar de bater no ceguinho? – Disse eu irónica. – Tendes razão, mas agora já esta feito e não posso voltar atrás.
– Trago as bebidas. – Disse o Andrew, com uma bandeja na mão cheia de finos
– Já era sem tempo. – Reclama a Rey
– Tive uns assuntos a tratar. – Disse o Andrew
– Não ligues Andrew a Rey é sempre a mesma imperialzinha. – Disse a Mina
– Eu sou o que? – Disse a Rey furiosa
– imperialzinha!!! – Goza a Mina
Esta embirração entre a Rey e a Mina durou toda a noite ate que nos separamos e fomos para as nossas respectivas casas, se não fossem aquelas duas a discutirem por tudo e por nada, a noite tinha sido calma. Eu não na realidade não andava bem. Ultima mente, sentia-me super cansada, deprimida, desanimada e com pouco apetite, sendo estes sintomas estranhos em mim. Será que o Darien e as meninas têm razão? Será que fui muito precipitada ao crer tirar tudo ao mesmo tempo? Espero que não. Ia eu perdida nos meus pensamentos abraçada ao Darien pelas ruas de Tóquio, na direcção ao seu apartamento, quando uma melodia invulgar troou-se me a realidade. Era uma melodia muito suave e doce também trazia um pouco de nostalgia, que parecia sair de um violino no meio do parque. Sem trocar sequer uma palavra com o Darien puxei-o comigo para dentro daquele denso parque cheio de arvores, que aquela hora da noite metiam medo, continuamos a andar por ele quando vimos uma lindíssima rapariga de cabelos verdes a tocar o violino e acompanhada por um rapas alto e loiro, resolvemos nos aproximar deles, mas quando nos íamos aproximando cada vês mais, eles viraram-nos costas e desapareceram no ar, sem deixarem rasto.
– O que se passou, onde eles se meteram? – Pergunto eu ao olhar para um lado e para o outro
– Não sei, parece que se desfiguraram no ar. – Disse o Darien incrédulo
– Ceram espíritos, transformados em humanos. – Disse eu aterrorizada
– Não, eles não humanos como nos. Não tenhas medo, se eles não fossem humanos, não deixavam vestígios para trás. – Disse o Darien a apontar para uma pasta preta semiaberta, que se encontrava no locar onde a rapariga se encontrava.
– Como é que sabes. – Disse eu enquanto que o Darien aproximou-se do locar e pegou na pasta preta e amostrou-me o seu conteúdo, lá dentro estava cheia de partituras e num canto estava escrito Mariana Kaioh, da universidade de musica de Tóquio.
– Parece que um dos fantasmas anda na universidade de música aqui em Tóquio. – Brinca Darien
– Achas que tem muita piada, mas como é que vamos lhe entregar isso, pois deve-lhe de fazer falta, ainda para mais a manha é fim-de-semana. – Disse eu preocupada
– Não te preocupes o Andrew conhece muito pessoal dessa universidade, pode ser que a conheça e lhe possa entregar. – Disse o Darien
– Assim fico mais descansada. Vamos para casa porque já estou exausta. – Disse eu a bocejar
– Sim acho que é melhor eu também já estou cheio de sono, já passa das 3 da manha. Ao chegarmos a casa fomos nos deitar, eu estava mesmo exausta e cheia de sono. Desde que começáramos a namorar tínhamos dormido sempre juntos na mesma cama, e acabando por adormecer agarrados um ao outro. Eu ao pé dele parecia que estava protegida, em segurança e que ninguém conseguia quebrar aquele momento. Ate que se ouve alguém a tocar a campainha intensamente e nos acorda.
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
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Tá bué giro!
Quem será que estava a tocar a campainha intensamente?
Sinceramente nao fasso a minima.
A Haruka e a Mariana apareceram!!Que fixe!
A cerca da Serena ou esta subcarregada como o Darien pensa ou esta gravida!Ai era tao fixe se ela estivesse gravida!
Bem acho que nao tenho mais nada a dizer a nao ser que...ADOREI!
Quando voltas a postar?
Fico a espera do proximo cap!
Bjs da deba
Quem será que estava a tocar a campainha intensamente?
Sinceramente nao fasso a minima.
A Haruka e a Mariana apareceram!!Que fixe!
A cerca da Serena ou esta subcarregada como o Darien pensa ou esta gravida!Ai era tao fixe se ela estivesse gravida!
Bem acho que nao tenho mais nada a dizer a nao ser que...ADOREI!
Quando voltas a postar?
Fico a espera do proximo cap!
Bjs da deba
| Spoiler: | |
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Gostei muito deste capitulo
A Serena e o Darien fazem um casal tão fofinho... Ele é sempre tão querido com ela...
Com que então a Haruka e a Mariana viraram fantasminhas!?
Gostei muito que elas tivessem aparecido, agora só resta saber qual será o papel delas nesta história...
Ainda bem que a Serena já tem a carta de que estava á espera e o seu "pai" não desconfia de nada...
Quem será que estava a tocar á campaínha!??? Não faço a minima ideia de quem possa ser...
Fico á espera do próximo capitulo para saber a resposta....
Beijinhos
A Serena e o Darien fazem um casal tão fofinho... Ele é sempre tão querido com ela...
Com que então a Haruka e a Mariana viraram fantasminhas!?

Gostei muito que elas tivessem aparecido, agora só resta saber qual será o papel delas nesta história...
Ainda bem que a Serena já tem a carta de que estava á espera e o seu "pai" não desconfia de nada...
Quem será que estava a tocar á campaínha!??? Não faço a minima ideia de quem possa ser...
Fico á espera do próximo capitulo para saber a resposta....
Beijinhos
Este cap tava demais|!
finalmente eu e a minha prima aparecemos|! »(minh prima pq na versao inglesa elas sao primas e cm eu agora tou a ver a versão inglesa prnts
)
Epa|! elas agora deram em ser fantasmagóricas?= interessante|!
A serena esta gravida
A palidez diz tudo
Se ela estiver msm, tou radiante para ler o cap em q ela descobre xDDD
Ainda bem, q o 'senhor ' nao desconfia de nada e ainda bem q nao fez mais nada á Dona Fernanda (mae da bunny/serena)|!
estou ansiosa para vê-lo a ele e á sua estupida filha no meio da rua e na miseria|!
eu ja lhes digo qm é q vai morar debaixo da ponte|!
quem e q tokou ah campainha n sei...so espero q nao seja a besta quadrada do pai ou a sua meia-irma|!
ou entao, é o seiya q soube dalguma|! sim pq para o senhor estar tao calminho, é pq tem alguma na manga...
eu adorei|! adorei|! adorei|!
keru mto ler a continuaçao|!
posta depressa
bjinhos
finalmente eu e a minha prima aparecemos|! »(minh prima pq na versao inglesa elas sao primas e cm eu agora tou a ver a versão inglesa prnts
)Epa|! elas agora deram em ser fantasmagóricas?= interessante|!
A serena esta gravida

A palidez diz tudo

Se ela estiver msm, tou radiante para ler o cap em q ela descobre xDDD
Ainda bem, q o 'senhor ' nao desconfia de nada e ainda bem q nao fez mais nada á Dona Fernanda (mae da bunny/serena)|!
estou ansiosa para vê-lo a ele e á sua estupida filha no meio da rua e na miseria|!
eu ja lhes digo qm é q vai morar debaixo da ponte|!
quem e q tokou ah campainha n sei...so espero q nao seja a besta quadrada do pai ou a sua meia-irma|!
ou entao, é o seiya q soube dalguma|! sim pq para o senhor estar tao calminho, é pq tem alguma na manga...
eu adorei|! adorei|! adorei|!
keru mto ler a continuaçao|!
posta depressa

bjinhos
espero que gostem deste capitulo, e obrigada a todas por continuarem a ler a minha fic
♀ Capitulo 8 “surpresa” ♂
A campainha começa a tocar intensamente, ate que eu e o Darien fomos ver quem era. Quando o Darien abriu a grande e pesada porta da entrada.
– Seiya o que fazes aqui a esta hora? – Perguntava eu um pouco ensonada e com um mau pressentimento.
– A tua… a tua… – dizia o Seiya espavorido
– Desembucha Seiya. – Disse o Darien preocupado
– Serena… o teu pai voltou a espancar a tua mãe e ela agora esta no hospital em coma. – Quando o Seiya disse isto não me contive nas pernas e cai no gélido chão do hall da entrada, sobre os meus joelhos, mais pálida do que nunca a minha pele estava mais branca do que a da branca de neve. Naquele momento o mundo parecia desabar sobre mim, um dos meus medos tinha acontecido. Os meus olhos estavam tão secos de raiva daquele “mostro” que nem conseguia sequer largar uma lágrima, mas de um momento para o outro deixei de ter reacção sobre mim e deixei-me desabar sobre o gélido chão do hall. Quando dei por mim encontrava-me deitada numa cama de hospital, ao meu redor encontrava-se o Darien a dormir numa cadeira e com a sua cabeça debruçada sobre a cama, ate que ele acordou e eu lhe perguntei:
– Darien o que eu estou aqui a fazer?
– Quando o Seiya nos disse aquilo, tu ficaste muito branca e acabaste por desmaiar. Eu e ele achamos melhor trazer-te para o Hospital. – Disse o Darien tirando dos meus olhos pequenos fios de cabelo, com a sua voz doce fazendo-me ficar mais tranquila.
– Há minha mãe? – Perguntei eu muito preocupada com lágrimas a escorrerem me dos olhos.
– A tua mãe ainda não acordou do coma, mas o seu estado clínico não é dos piores. – Disse o Darien
– Isso, quer disser que ainda pode acordar. – Disse eu um pouco mais animada.
– Sim, mas pode acordar já hoje ou daqui a uns dias… meses… anos. – Disse o Darien com medo da minha reacção. Mas de repente entra alguém no quarto vestido com uma bata branca, de estrutura alta, cabelo castanho preso por um elástico em forma de rabo de cavalo e a sua identificação dizia Taiki Kou.
– Vejo que a menina já esta muito melhor. Mas deveria ter mais cuidado com o ser que tem dentro de si.
Quando o medico prenunciou aquelas palavras algo mexeu comigo, algo que não estava a espera.
– O que quer disser com isso? – Perguntei eu confusa
– Menina ainda não sabia, que esta grávida de cerca de dois meses.
– Grávida eu……….!!!!! – Disse eu incrédula
– Tem a certeza doutor? – Pergunta o Darien também incrédulo com a notícia.
– Tenho a plena certeza, depois das análises que fiz a menina, não me restam duvidas.
O Darien estava tão radiante, que me apertou contra o seu peito com todas as suas forças ate que:
– Darien estás me a sufocar. – Disse eu um pouco tonta.
– Parabéns aos dois, mas vou ter que me retirar.
– Doutro quando que me posso ir embora? – Perguntei eu
– Já pode ir depois do almoço, mas tem de ter mais cuidado, com sigo e com o seu bebe.
– Ok. Mas pode-me dizer como se encontra a minha mãe, que dizer aquela senhora que deu entrada ontem aqui no hospital.
– Esta ainda em estado reservado, mas eu fiz uma queixa contra o seu pai na policia e como sei que a menina também era outra das suas vitimas e deveria fazer o mesmo sem medos, pois um homem desses não devia andar por ai. – Disse o médico.
– Como é que sabe disso? – Perguntou-lhe o Darien
– Foi o meu irmão que me contou tudo, depois de muito insistir. – Disse ele
– Mas que é o seu irmão? – Perguntou o Darien
– Não será o Seiya, pois não? – Perguntei-lhe eu
– Sim ele. Ele é mais novo que eu, mas não fique chateada com ele porque fui eu que insisti, para me contar. Mas ainda não percebi porque guardaram segredo durante tanto tempo e sem ninguém dar por nada.
Depois de muita conversa, vindo dos corredores, vinha uns ruídos insuportáveis, foi quando eu, o Darien e o médico fomos ver o que se passava, caminhado ate que chegamos perto do quarto onde a minha mãe se encontrava e quando entramos lá pude ver que o meu “pai” se encontrava a discutir com uma enfermeira.
– Doutro, este homem pretendia desligar as máquinas a esta senhora e cria a levar para casa, e diz que foi um erro tela trazido para aqui. Para morre morria em casa. – Disse a enfermeira
– Chamem a polícia e não o deixem sair do hospital. – Ordenou o médico.
– Foste tu minha vaca, que abriste a boca. Tu também deverias estar deitada numa cama de hospital como esta a Pu** da tua mãe. – Disse ele dirigido a mim.
– Eu não disse nada. – Disse eu com lágrimas a escorrerem-me pelo rosto a baixo, de raiva daquele homem.
– Não foi a Serena que disse, fui eu que disse. – Disse o Seiya que tinha acabado de entrar.
– Tu és daqueles que mordem a mão aquém lhes da de comer. E podes te considerar despedido. – Disse ele sarcasticamente.
– Você não fale assim para o Seiya, ouviu. – Disse o Darien, enraivecido.
– Olha o defensor dos pobres e oprimidos. Se não tens tento na língua podes ter a certeza que não acabas o estágio.
A polícia chegou naquele instante e o levou para a esquadra e meia paz voltou ao hospital. Eu estava tão mas tão revoltada que… não tenho palavras para o justificar, raiva, ódio, medo, receio, pânico, solidão que me atormentava o meu peito naquele momento.
– Tenha calma, olhe o bebe, a menina não quer que o bebe sinta se triste, como a mãe neste momento. Relaxe acho que é melhor ir descansar um pouco. – disse o medico
– Deixe-me ficar um bocadinho com a minha mãe, por favor!!! ­ – Supliquei eu ate que tive a aprovação do medico, todas as pessoas que se encontravam ali incluindo o Darien e o Seiya saíram deixando-me a sós com a minha mãe, ela parecia tão calma e serena como se não tivesse passado por nada, já não tinha estado com ela a muito tempo, tinha muitas saudades. Se pode-se estar eu no lugar dela era muito melhor, pois ela já passara por muito. Eu amo tanto a minha mãe que não suporto a ideia de haver em coma, a culpa é toda minha não a deveria ter deixado com aquele mostro, não a deveria ter longe de mim sem poder fazer nada e de a proteger. Àquele mostro não vai estar muito tempo detido pois que tem dinheiro, pode comprar a liberdade, mas juro quando ele sair não vai por mais os pés naquela empresa, nunca mais. Vai se arrepender de tudo. Dos meus olhos escorriam imensas lágrimas que não as podia conter, mas agora não podia só pensar em mim, tinha de pensar também na felicidade e a ternura que cria transmitir ao pequeno ser que trago dentro do meu ventre, desejo do fundo do coração que ele cresça saudável e seja mais feliz do que eu alguma vês fora e essa felicidade que dure muitos e muitos anos. E espero que a minha mãe o possa ver crescer dia para dia.
♀ Capitulo 8 “surpresa” ♂
A campainha começa a tocar intensamente, ate que eu e o Darien fomos ver quem era. Quando o Darien abriu a grande e pesada porta da entrada.
– Seiya o que fazes aqui a esta hora? – Perguntava eu um pouco ensonada e com um mau pressentimento.
– A tua… a tua… – dizia o Seiya espavorido
– Desembucha Seiya. – Disse o Darien preocupado
– Serena… o teu pai voltou a espancar a tua mãe e ela agora esta no hospital em coma. – Quando o Seiya disse isto não me contive nas pernas e cai no gélido chão do hall da entrada, sobre os meus joelhos, mais pálida do que nunca a minha pele estava mais branca do que a da branca de neve. Naquele momento o mundo parecia desabar sobre mim, um dos meus medos tinha acontecido. Os meus olhos estavam tão secos de raiva daquele “mostro” que nem conseguia sequer largar uma lágrima, mas de um momento para o outro deixei de ter reacção sobre mim e deixei-me desabar sobre o gélido chão do hall. Quando dei por mim encontrava-me deitada numa cama de hospital, ao meu redor encontrava-se o Darien a dormir numa cadeira e com a sua cabeça debruçada sobre a cama, ate que ele acordou e eu lhe perguntei:
– Darien o que eu estou aqui a fazer?
– Quando o Seiya nos disse aquilo, tu ficaste muito branca e acabaste por desmaiar. Eu e ele achamos melhor trazer-te para o Hospital. – Disse o Darien tirando dos meus olhos pequenos fios de cabelo, com a sua voz doce fazendo-me ficar mais tranquila.
– Há minha mãe? – Perguntei eu muito preocupada com lágrimas a escorrerem me dos olhos.
– A tua mãe ainda não acordou do coma, mas o seu estado clínico não é dos piores. – Disse o Darien
– Isso, quer disser que ainda pode acordar. – Disse eu um pouco mais animada.
– Sim, mas pode acordar já hoje ou daqui a uns dias… meses… anos. – Disse o Darien com medo da minha reacção. Mas de repente entra alguém no quarto vestido com uma bata branca, de estrutura alta, cabelo castanho preso por um elástico em forma de rabo de cavalo e a sua identificação dizia Taiki Kou.
– Vejo que a menina já esta muito melhor. Mas deveria ter mais cuidado com o ser que tem dentro de si.
Quando o medico prenunciou aquelas palavras algo mexeu comigo, algo que não estava a espera.
– O que quer disser com isso? – Perguntei eu confusa
– Menina ainda não sabia, que esta grávida de cerca de dois meses.
– Grávida eu……….!!!!! – Disse eu incrédula
– Tem a certeza doutor? – Pergunta o Darien também incrédulo com a notícia.
– Tenho a plena certeza, depois das análises que fiz a menina, não me restam duvidas.
O Darien estava tão radiante, que me apertou contra o seu peito com todas as suas forças ate que:
– Darien estás me a sufocar. – Disse eu um pouco tonta.
– Parabéns aos dois, mas vou ter que me retirar.
– Doutro quando que me posso ir embora? – Perguntei eu
– Já pode ir depois do almoço, mas tem de ter mais cuidado, com sigo e com o seu bebe.
– Ok. Mas pode-me dizer como se encontra a minha mãe, que dizer aquela senhora que deu entrada ontem aqui no hospital.
– Esta ainda em estado reservado, mas eu fiz uma queixa contra o seu pai na policia e como sei que a menina também era outra das suas vitimas e deveria fazer o mesmo sem medos, pois um homem desses não devia andar por ai. – Disse o médico.
– Como é que sabe disso? – Perguntou-lhe o Darien
– Foi o meu irmão que me contou tudo, depois de muito insistir. – Disse ele
– Mas que é o seu irmão? – Perguntou o Darien
– Não será o Seiya, pois não? – Perguntei-lhe eu
– Sim ele. Ele é mais novo que eu, mas não fique chateada com ele porque fui eu que insisti, para me contar. Mas ainda não percebi porque guardaram segredo durante tanto tempo e sem ninguém dar por nada.
Depois de muita conversa, vindo dos corredores, vinha uns ruídos insuportáveis, foi quando eu, o Darien e o médico fomos ver o que se passava, caminhado ate que chegamos perto do quarto onde a minha mãe se encontrava e quando entramos lá pude ver que o meu “pai” se encontrava a discutir com uma enfermeira.
– Doutro, este homem pretendia desligar as máquinas a esta senhora e cria a levar para casa, e diz que foi um erro tela trazido para aqui. Para morre morria em casa. – Disse a enfermeira
– Chamem a polícia e não o deixem sair do hospital. – Ordenou o médico.
– Foste tu minha vaca, que abriste a boca. Tu também deverias estar deitada numa cama de hospital como esta a Pu** da tua mãe. – Disse ele dirigido a mim.
– Eu não disse nada. – Disse eu com lágrimas a escorrerem-me pelo rosto a baixo, de raiva daquele homem.
– Não foi a Serena que disse, fui eu que disse. – Disse o Seiya que tinha acabado de entrar.
– Tu és daqueles que mordem a mão aquém lhes da de comer. E podes te considerar despedido. – Disse ele sarcasticamente.
– Você não fale assim para o Seiya, ouviu. – Disse o Darien, enraivecido.
– Olha o defensor dos pobres e oprimidos. Se não tens tento na língua podes ter a certeza que não acabas o estágio.
A polícia chegou naquele instante e o levou para a esquadra e meia paz voltou ao hospital. Eu estava tão mas tão revoltada que… não tenho palavras para o justificar, raiva, ódio, medo, receio, pânico, solidão que me atormentava o meu peito naquele momento.
– Tenha calma, olhe o bebe, a menina não quer que o bebe sinta se triste, como a mãe neste momento. Relaxe acho que é melhor ir descansar um pouco. – disse o medico
– Deixe-me ficar um bocadinho com a minha mãe, por favor!!! ­ – Supliquei eu ate que tive a aprovação do medico, todas as pessoas que se encontravam ali incluindo o Darien e o Seiya saíram deixando-me a sós com a minha mãe, ela parecia tão calma e serena como se não tivesse passado por nada, já não tinha estado com ela a muito tempo, tinha muitas saudades. Se pode-se estar eu no lugar dela era muito melhor, pois ela já passara por muito. Eu amo tanto a minha mãe que não suporto a ideia de haver em coma, a culpa é toda minha não a deveria ter deixado com aquele mostro, não a deveria ter longe de mim sem poder fazer nada e de a proteger. Àquele mostro não vai estar muito tempo detido pois que tem dinheiro, pode comprar a liberdade, mas juro quando ele sair não vai por mais os pés naquela empresa, nunca mais. Vai se arrepender de tudo. Dos meus olhos escorriam imensas lágrimas que não as podia conter, mas agora não podia só pensar em mim, tinha de pensar também na felicidade e a ternura que cria transmitir ao pequeno ser que trago dentro do meu ventre, desejo do fundo do coração que ele cresça saudável e seja mais feliz do que eu alguma vês fora e essa felicidade que dure muitos e muitos anos. E espero que a minha mãe o possa ver crescer dia para dia.
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

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SOOO CUTE ღ|!
EU ADOREI|!|!|!|!
Afinal, era sempre o seiya ...e sempre trazia más noticias... aqle homem, devia ser embalsamado|!
eu devia lhe cortar o abono de familia as rodelas, xicota-lo, espanca-lo, tirar-lhe a pele, tortura-lo eu sei la q mais|!
ainda teve a lata de lhe xamar p***
devia ser cmg|!
A serena ta gravida|! tao fofinho|! adorei essa part|!
o taiki medico
... falta so aparecer a Amy e poc|! temos casalinho|! 
Eu amei mesmo|! posta mais|!
Bjinhnos
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Afinal, era sempre o seiya ...e sempre trazia más noticias... aqle homem, devia ser embalsamado|!
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♀ Capitulo 9 “tick-tack” ♂
As semanas foram passando, eu já tinha tomado controlo da empresa, nomeei o Seiya como presidente substituto do meu pai, ate que o Darien terminasse o curso e começa-se a entrar no ritmo da empresa. Já tinha dito aos funcionários que o meu pai estava proibido de por os pés lá na empresa e se insistisse muito e não lhes obedecesse, para chamar a polícia. Não passava um dia sequer que eu não fosse ao hospital ver como estava a minha mãe, ainda não tinha acordado do coma, estava ainda em estado reservado, se me deixassem não sairia do lado dela ate ela acordar. Como aquele animal há pós naquele estado, nunca odiei tanto alguém na minha vida como o odeio, sinto raiva e vontade de o fazer pagar por tudo o que me fez passar a mim e o que fez a minha mãe. Por minha vontade ficava a apodrecer na prisão mas a lei que temos ajuda tipos da laia dele, enquanto condena pessoas inocentes, mas aquelas que mereciam estar presas andam em liberdade. Não há um único dia que não chore, mesmo que tente fazer um esforço para não chorar é mais forte do que eu, quando começo não consigo parar. Dentro de mim sinto que o meu bebe me esta dar ânimos para continuar a lutar pelos meus objectivos e não me deixar absorver pela maré de ma sorte que me atormenta desde há muito tempo. O Darien não me larga, esta super babado, só esta bem a acariciar-me a barriga, nunca o tinha visto assim, ainda consegue ser mais meigo do que era. O apoio dele nestas semanas que passaram, tinham sido muito importante para mim. Ainda não contei a mais ninguém tirando o Seiya e o Darien, que estava grávida.
– Menina Serena, o seu pai quer entrar a força aqui na empresa, já o avisamos que chamávamos a policia, mas ele disse que isto era dele e ninguém o podia proibir de entrar na aqui na empresa. – Disse um dos funcionários ao entrar pelo meu gabinete atrapalhado.
– Já saiu da prisão, demorou mais do que estava a espera, que estaria lá dentro. Mas não o deixem entrar. – Disse eu um pouco receosa
– Serena fica aqui no gabinete que eu vou falar com o teu pai. – Disse o Darien ao sair do gabinete.
– Darien, eu vou contigo! – Disse eu ao mesmo tempo que pegava numa cópia da carta onde dizia que tudo que pertencia ao meu avô me pertence a mim, e saindo a correr atrás do Darien, ao chegar lá vimos o meu pai a discutir com os seguranças que tinha contratado para esta eventualidade.
– Minha vaca foste tu, não foste? – Perguntou ele dirigido a mim.
– Serena não te disse para ficares lá no gabinete! – Repreende-me o Darien. – Não te podes enervar!
– Não te preocupes Darien. – Disse eu para o tranquilizar. – Você o que esta a fazer nesta empresa? Não vê que não é bem-vindo cá.
– Só podes estar a brincar comigo. Enquanto estou casado com a Pu** da tua mãe isto pertence-me. – Disse o meu “Pai” furioso e triunfante.
– Engana-te crido papa, esta empresa como tudo que pertencia ao avô pertence-me só a mim, e você não tem direito a nada. – Disse eu calmamente, vendo o meu queridíssimo papa a arrebentar de raiva.
– Que eu saiba isto ainda não te pertence, porque ainda não passamos nada para o teu nome e isso nunca vai acontecer. – Disse ele irónico
– Papa, durante este tempo todo não te apercebeste que a mãe não tinha rigorosamente nada e que só estava a gerir tudo ate eu completar dezoito anos. – Disse eu mantendo-me calma e confiante enquanto, que aquele senhor estava cada vez mais furioso.
– Isso é impossível, porque a tua mãe nunca me comentou nada e sempre me deu permissão para a gerir todas as coisas. – Disse ele aos berros e fora de si, parecia aquele mostro violento quando me batia a mim e a minha mãe, sem do e piedade.
– É verdade, o avô nunca confiou em ti e para não te deixar apoderar do seu património deixou-me tudo a mim, mas como era menor para assumir o meu cargo em tudo a mãe ficou responsável de gerir tudo ate eu completar os meus dezoito anos. Agora quem dita e autoriza as regras sou eu. – Disse eu segurando com força ma mão do Darien, que se tinha aproximado de mim para me dar apoio.
– Se isso fosse verdade tinha de receber um comunicado e não recebi nada. – Disse ele com os punhos cerrados
– Não recebeste o comunicado, porque eu mesma não permiti que a carta chegasse tão sedo as tuas mãos. – Quando acabava de dizer isto atirei lhe com a fotocopia que trazia na mão, para os pés dele. Ele quando leu ficou fulo, enraivecido, furioso e rasgou a fotocópia e saio da empresa sem dizer uma única palavra.
– A minha mãe, a minha mãe!! – Cai eu de joelhos a chorar com receio que ele fosse acabar com a vida dela. – Ele, ele deve querela matar e deve se estar a dirigir para o hospital. – Disse eu entre lágrimas
– Tens a certeza no que estas a dizer? – Pergunta-me o Darien preocupado.
– Sim tenho a certeza. Ele é um mostro que é capas de cometer qualquer barbaridade. – Disse eu entre lágrimas
– Não te preocupes que eu vou por o meu irmão ao correr da situação e ele vai proteger a tua mãe e muda-la de enfermaria como modo de segurança e alertar as autoridades para qualquer eventualidade. – Disse o Seiya tentando me tranquilizar, quando ele acabou de informar o seu irmão do ocorrido, fomos de imediato para o Hospital no carro do Darien em alta velocidade. O meu coração cada vez palpitava com mais intensidade, estava com medo, muito medo, não via a hora de chegar ao hospital, nunca este caminho me rendera tanto como agora, neste momento só conseguia pensar na minha mãe, e que aquele mostro lhe pudesse fazer, dos meus olhos só escorriam lágrimas, de tão desesperada que estava, o Seiya ia a conduzir, enquanto que o Darien me segurava entre o seu peito a tentar me tranquilizar, nesta altura só cria estar nos braços da minha mãe, nos quais ela me dava amor e afecto e tranquilidade mesmo que foce mínima, sentia-me segura, mas agora não me imaginava a perder, perde-la para sempre. Ela não merecia estar a passar por tudo isto, porque a vida é tão injusta? Porque? Cada vez que percorríamos um cibo de estrada estávamos sempre a encalhar ou nos semáforos que estavam por toda a cidade ou por o número elevado de automóveis que não facilitava a passagem, com isto ficava mais enervada nunca mais via a hora de estar com a minha mãe, nunca pensei estar a passar por isto, tenho tanto medo. De repente o meu coração da saltos de alegria quando avistamos o hospital mesmo que estivéssemos a um quilómetro de distância já era um grande alívio para mim. Quando chegamos lá já estava tudo preparado, o irmão do Seiya já tinha tudo controlado agora só faltava ver se a fera atacava. Mas eu não pude aguentar mais sem ver a minha mãe e fui ter ao locar onde ela se encontrava, parecia não se importar com que estava a ocorrer a sua volta, estava tão terna ao mesmo tempo parecia que não se tinha passado nada.
As semanas foram passando, eu já tinha tomado controlo da empresa, nomeei o Seiya como presidente substituto do meu pai, ate que o Darien terminasse o curso e começa-se a entrar no ritmo da empresa. Já tinha dito aos funcionários que o meu pai estava proibido de por os pés lá na empresa e se insistisse muito e não lhes obedecesse, para chamar a polícia. Não passava um dia sequer que eu não fosse ao hospital ver como estava a minha mãe, ainda não tinha acordado do coma, estava ainda em estado reservado, se me deixassem não sairia do lado dela ate ela acordar. Como aquele animal há pós naquele estado, nunca odiei tanto alguém na minha vida como o odeio, sinto raiva e vontade de o fazer pagar por tudo o que me fez passar a mim e o que fez a minha mãe. Por minha vontade ficava a apodrecer na prisão mas a lei que temos ajuda tipos da laia dele, enquanto condena pessoas inocentes, mas aquelas que mereciam estar presas andam em liberdade. Não há um único dia que não chore, mesmo que tente fazer um esforço para não chorar é mais forte do que eu, quando começo não consigo parar. Dentro de mim sinto que o meu bebe me esta dar ânimos para continuar a lutar pelos meus objectivos e não me deixar absorver pela maré de ma sorte que me atormenta desde há muito tempo. O Darien não me larga, esta super babado, só esta bem a acariciar-me a barriga, nunca o tinha visto assim, ainda consegue ser mais meigo do que era. O apoio dele nestas semanas que passaram, tinham sido muito importante para mim. Ainda não contei a mais ninguém tirando o Seiya e o Darien, que estava grávida.
– Menina Serena, o seu pai quer entrar a força aqui na empresa, já o avisamos que chamávamos a policia, mas ele disse que isto era dele e ninguém o podia proibir de entrar na aqui na empresa. – Disse um dos funcionários ao entrar pelo meu gabinete atrapalhado.
– Já saiu da prisão, demorou mais do que estava a espera, que estaria lá dentro. Mas não o deixem entrar. – Disse eu um pouco receosa
– Serena fica aqui no gabinete que eu vou falar com o teu pai. – Disse o Darien ao sair do gabinete.
– Darien, eu vou contigo! – Disse eu ao mesmo tempo que pegava numa cópia da carta onde dizia que tudo que pertencia ao meu avô me pertence a mim, e saindo a correr atrás do Darien, ao chegar lá vimos o meu pai a discutir com os seguranças que tinha contratado para esta eventualidade.
– Minha vaca foste tu, não foste? – Perguntou ele dirigido a mim.
– Serena não te disse para ficares lá no gabinete! – Repreende-me o Darien. – Não te podes enervar!
– Não te preocupes Darien. – Disse eu para o tranquilizar. – Você o que esta a fazer nesta empresa? Não vê que não é bem-vindo cá.
– Só podes estar a brincar comigo. Enquanto estou casado com a Pu** da tua mãe isto pertence-me. – Disse o meu “Pai” furioso e triunfante.
– Engana-te crido papa, esta empresa como tudo que pertencia ao avô pertence-me só a mim, e você não tem direito a nada. – Disse eu calmamente, vendo o meu queridíssimo papa a arrebentar de raiva.
– Que eu saiba isto ainda não te pertence, porque ainda não passamos nada para o teu nome e isso nunca vai acontecer. – Disse ele irónico
– Papa, durante este tempo todo não te apercebeste que a mãe não tinha rigorosamente nada e que só estava a gerir tudo ate eu completar dezoito anos. – Disse eu mantendo-me calma e confiante enquanto, que aquele senhor estava cada vez mais furioso.
– Isso é impossível, porque a tua mãe nunca me comentou nada e sempre me deu permissão para a gerir todas as coisas. – Disse ele aos berros e fora de si, parecia aquele mostro violento quando me batia a mim e a minha mãe, sem do e piedade.
– É verdade, o avô nunca confiou em ti e para não te deixar apoderar do seu património deixou-me tudo a mim, mas como era menor para assumir o meu cargo em tudo a mãe ficou responsável de gerir tudo ate eu completar os meus dezoito anos. Agora quem dita e autoriza as regras sou eu. – Disse eu segurando com força ma mão do Darien, que se tinha aproximado de mim para me dar apoio.
– Se isso fosse verdade tinha de receber um comunicado e não recebi nada. – Disse ele com os punhos cerrados
– Não recebeste o comunicado, porque eu mesma não permiti que a carta chegasse tão sedo as tuas mãos. – Quando acabava de dizer isto atirei lhe com a fotocopia que trazia na mão, para os pés dele. Ele quando leu ficou fulo, enraivecido, furioso e rasgou a fotocópia e saio da empresa sem dizer uma única palavra.
– A minha mãe, a minha mãe!! – Cai eu de joelhos a chorar com receio que ele fosse acabar com a vida dela. – Ele, ele deve querela matar e deve se estar a dirigir para o hospital. – Disse eu entre lágrimas
– Tens a certeza no que estas a dizer? – Pergunta-me o Darien preocupado.
– Sim tenho a certeza. Ele é um mostro que é capas de cometer qualquer barbaridade. – Disse eu entre lágrimas
– Não te preocupes que eu vou por o meu irmão ao correr da situação e ele vai proteger a tua mãe e muda-la de enfermaria como modo de segurança e alertar as autoridades para qualquer eventualidade. – Disse o Seiya tentando me tranquilizar, quando ele acabou de informar o seu irmão do ocorrido, fomos de imediato para o Hospital no carro do Darien em alta velocidade. O meu coração cada vez palpitava com mais intensidade, estava com medo, muito medo, não via a hora de chegar ao hospital, nunca este caminho me rendera tanto como agora, neste momento só conseguia pensar na minha mãe, e que aquele mostro lhe pudesse fazer, dos meus olhos só escorriam lágrimas, de tão desesperada que estava, o Seiya ia a conduzir, enquanto que o Darien me segurava entre o seu peito a tentar me tranquilizar, nesta altura só cria estar nos braços da minha mãe, nos quais ela me dava amor e afecto e tranquilidade mesmo que foce mínima, sentia-me segura, mas agora não me imaginava a perder, perde-la para sempre. Ela não merecia estar a passar por tudo isto, porque a vida é tão injusta? Porque? Cada vez que percorríamos um cibo de estrada estávamos sempre a encalhar ou nos semáforos que estavam por toda a cidade ou por o número elevado de automóveis que não facilitava a passagem, com isto ficava mais enervada nunca mais via a hora de estar com a minha mãe, nunca pensei estar a passar por isto, tenho tanto medo. De repente o meu coração da saltos de alegria quando avistamos o hospital mesmo que estivéssemos a um quilómetro de distância já era um grande alívio para mim. Quando chegamos lá já estava tudo preparado, o irmão do Seiya já tinha tudo controlado agora só faltava ver se a fera atacava. Mas eu não pude aguentar mais sem ver a minha mãe e fui ter ao locar onde ela se encontrava, parecia não se importar com que estava a ocorrer a sua volta, estava tão terna ao mesmo tempo parecia que não se tinha passado nada.
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