Sailor Moon Para Sempre Eterna
Capitulo 223 (223):
Bem vimos o encontro da Bunny com o Seiya e o encontro do Yaten com a Joana e com a Maria.
Agora vamos ter o encontro da Ami com o Taiki! O que irá sair daqui!
À hora combinada, Taiki apareceu à porta de casa da Ami, e tocou à campainha.
Mentalmente, reviu tudo o que tinha pensado para a noite. A rapariga finalmente desceu, num elegante vestido azul-escuro.
Taiki *fazendo uma vénia* - Boa noite, cara dama
Ami *rindo* - E o senhor deve ser o galante cavaleiro esta noite. Onde vamos?
Taiki – permita-me fazer uma surpresa.
Taiki abriu a porta à Ami, seguindo-a para dentro do carro. Arrancaram, e ele colocou-lhe uma venda.
Ami – Taiki, estás muito misterioso
Taiki – O encanto da noite é o enigma… ainda é cedo, deixa as revelações para o final.
Ami arrepiou-se, e o coração começou a bater mais forte. Estava assim totalmente indefesa, e o par podia avançar quando quisesse. Parte de si teia o que poderia acontecer, e parte desejava que ele o fizesse. Susteve a respiração.
Ao fim do que pareceu uma eternidade, o carro parou. Sentiu o Taiki aproximar-se devagar e tocar-lhe. Levou-a pela mão, devagar, e a cada passo, o barulho de risos e musica ficava mais forte, até que, por fim, lhe tirou a venda.
Ami – A feira popular!
Taiki – Que melhor sitio para passar a noite?
Ami – nenhum *sorriu*
Taiki – onde queres ir primeiro?
Entraram na casa assombrada, para felicidade de Taiki, que esperava uma oportunidade. E teve-a, mas não como desejava, pois mal o primeiro “monstro” saiu da parede, um grito ecoou, e Ami agarrou-se ao braço dele.
Taiki – hm… Ami, não te importas de me apertar o braço com um bocadinho menos de força? Estás-me a esmagar…
Ami corou.
Ami – Desculpa, estou um bocadinho nervosa hoje, e assus… AHHH!
Voltou a cravar-lhe as unhas mal apareceu um esqueleto.
Ami – Taiki, vamos sair daqui, por favor…
Taiki – claro, pudinz…
Ami – hm???
Taiki – acho que já estou à tanto tempo com o Seiya que se começa a notar….
’ Vá, vamos
Finalmente no exterior, a Ami largou o Taiki. “é um pequeno preço a pagar pela noite”, pensou ele, massajando discretamente o local dorido.
Caminharam pelo meio das barracas, até à de algodão doce.
Taiki – dois, por favor
Vendedor – com certeza. Aqui está
Ami – obrigada Taiki.
Taiki – espera, estás com a boca suja *aproxmou-se mais dela*
Ami *pensando* - agora não, não estou preparada…
*gritando* - olha! Esta ali uma barraca de tiro, vê se me consegues ganhar um peluche
Taiki – claro, é canja
Fez uma tentativa, mas não acertou em nenhuma lata. Tentou outra vez, sem sucesso.
Ami – deixa-me tentar. Calculando a trajectória x com a velocidade da aragem no sentido do vector v…
Três tiros certeiros. Muito embaraçado, o Taiki pediu ao vendedor o peluche grande e deu-o à Ami.
Taiki – parece a Luna
Ami - *gozando* não devia ser eu a oferecer-te o peluche?
Taiki – nunca tive boa pontaria… esquece lá isso e vamos andar de montanha russa.
Depois de duas voltas, o Taiki sugeriu a roda gigante, que tinha pensado como ponto alto da noite.
Ami – não, eu tenho vertigens!
Taiki – não te preocupes com isso, eu agarro-te!
Ami *pensando* - é disso que tenho medo
Compraram bilhetes e subiram para uma cabine. Sozinhos na roda, sob a lua…
Lentamente deram as mãos. Taiki viu que era a altura certa e, inclinando-se, beijou-a.
Tudo parou para eles, e os segundos alongaram-se. Quando se afastaram, finalmente, a magia pareceu esmorecer, mas os seus olhos brilhavam, e nos lábios bailava um sorriso diferente.
Ami *quase num murmúrio* - uma ultima volta, no barco do amor…
Em direcção ao túnel, encostou a cabeça ao ombro dele, e pensou como tudo era belo.
-----------
Espero k gostem! Comentem!
Bem vimos o encontro da Bunny com o Seiya e o encontro do Yaten com a Joana e com a Maria.
Agora vamos ter o encontro da Ami com o Taiki! O que irá sair daqui!
À hora combinada, Taiki apareceu à porta de casa da Ami, e tocou à campainha.
Mentalmente, reviu tudo o que tinha pensado para a noite. A rapariga finalmente desceu, num elegante vestido azul-escuro.
Taiki *fazendo uma vénia* - Boa noite, cara dama
Ami *rindo* - E o senhor deve ser o galante cavaleiro esta noite. Onde vamos?
Taiki – permita-me fazer uma surpresa.
Taiki abriu a porta à Ami, seguindo-a para dentro do carro. Arrancaram, e ele colocou-lhe uma venda.
Ami – Taiki, estás muito misterioso
Taiki – O encanto da noite é o enigma… ainda é cedo, deixa as revelações para o final.
Ami arrepiou-se, e o coração começou a bater mais forte. Estava assim totalmente indefesa, e o par podia avançar quando quisesse. Parte de si teia o que poderia acontecer, e parte desejava que ele o fizesse. Susteve a respiração.
Ao fim do que pareceu uma eternidade, o carro parou. Sentiu o Taiki aproximar-se devagar e tocar-lhe. Levou-a pela mão, devagar, e a cada passo, o barulho de risos e musica ficava mais forte, até que, por fim, lhe tirou a venda.
Ami – A feira popular!
Taiki – Que melhor sitio para passar a noite?
Ami – nenhum *sorriu*
Taiki – onde queres ir primeiro?
Entraram na casa assombrada, para felicidade de Taiki, que esperava uma oportunidade. E teve-a, mas não como desejava, pois mal o primeiro “monstro” saiu da parede, um grito ecoou, e Ami agarrou-se ao braço dele.
Taiki – hm… Ami, não te importas de me apertar o braço com um bocadinho menos de força? Estás-me a esmagar…
Ami corou.
Ami – Desculpa, estou um bocadinho nervosa hoje, e assus… AHHH!
Voltou a cravar-lhe as unhas mal apareceu um esqueleto.
Ami – Taiki, vamos sair daqui, por favor…
Taiki – claro, pudinz…
Ami – hm???
Taiki – acho que já estou à tanto tempo com o Seiya que se começa a notar….
’ Vá, vamosFinalmente no exterior, a Ami largou o Taiki. “é um pequeno preço a pagar pela noite”, pensou ele, massajando discretamente o local dorido.
Caminharam pelo meio das barracas, até à de algodão doce.
Taiki – dois, por favor
Vendedor – com certeza. Aqui está
Ami – obrigada Taiki.
Taiki – espera, estás com a boca suja *aproxmou-se mais dela*
Ami *pensando* - agora não, não estou preparada…
*gritando* - olha! Esta ali uma barraca de tiro, vê se me consegues ganhar um peluche
Taiki – claro, é canja
Fez uma tentativa, mas não acertou em nenhuma lata. Tentou outra vez, sem sucesso.
Ami – deixa-me tentar. Calculando a trajectória x com a velocidade da aragem no sentido do vector v…
Três tiros certeiros. Muito embaraçado, o Taiki pediu ao vendedor o peluche grande e deu-o à Ami.
Taiki – parece a Luna
Ami - *gozando* não devia ser eu a oferecer-te o peluche?
Taiki – nunca tive boa pontaria… esquece lá isso e vamos andar de montanha russa.
Depois de duas voltas, o Taiki sugeriu a roda gigante, que tinha pensado como ponto alto da noite.
Ami – não, eu tenho vertigens!
Taiki – não te preocupes com isso, eu agarro-te!
Ami *pensando* - é disso que tenho medo
Compraram bilhetes e subiram para uma cabine. Sozinhos na roda, sob a lua…
Lentamente deram as mãos. Taiki viu que era a altura certa e, inclinando-se, beijou-a.
Tudo parou para eles, e os segundos alongaram-se. Quando se afastaram, finalmente, a magia pareceu esmorecer, mas os seus olhos brilhavam, e nos lábios bailava um sorriso diferente.
Ami *quase num murmúrio* - uma ultima volta, no barco do amor…
Em direcção ao túnel, encostou a cabeça ao ombro dele, e pensou como tudo era belo.
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Espero k gostem! Comentem!
vocês estão-me a fazer corarainda bem que gostaram, obrigada pelos comentarios

Lady_Sailormoon, pode ser só Serena, ok?
ja escrevi melhor fics, mas deixei de o fazer, e ultimamente nao tenho feito nada muito sério....ja considerei fazer uma, mas nao tenho tido grandes ideias
qualquer dia aturam-meTens de entrar para responderes neste tópico.


mtiximo bom, sem duvida!!!parabens a kem o fez 
... mas agora vamos com calma...esperando pelo proximo
eu tinha acertadoooooooo!!LOOOL

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