O Rubi de Sangue
Olá
Aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
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Levantei-me ainda meio sonolenta e abri as cortinas. Um laivo de luz veio contra mim fazendo com que a minha pele branca brilhasse como cristal.
Olhei pela janela e vi o Conde, o Barão e Dulce no jardim numa animada conversa enquanto saboreavam o pequeno-almoço. Sorri contagiada pela sua alegria. Vesti-me e desci as escadas para me juntar a eles. Todos me saudaram com um sorriso no rosto, convidando-me a comer qualquer coisa.
Depois, o Conde chamou-me á parte. Entrámos e eu segui-o até uma divisão anexa á sala de estar, mas mais pequena. Tinha grandes estantes dde livros que chegavam até ao tecto, tal como vira na biblioteca do castelo do Barão. Havia, também, uma janela que dava para o jardim. Á frente das estantes, estava uma secretária grande com uma cadeira de braços forrada a veludo no acento, atrás da secretária. Outra á frente. Mandou-me sentar.
O sorriso de há pouco desaparacera. Franzia ligeiramente o sobrolho e olhava para mim com um ar sério.
Hesitei em quebrar o silêncio constrangedor que se mantinha entre nós. Respirei fundo e comecei:
- Bem...Porque me chamou á parte? Tem mais alguma coisa que me queira contar?-
O semblante dele mudou e voltou ao que tinha no jardim. Respondeu-me calmamente:
- Chamei-te aqui porque penso que chegou a altura de te contar a verdade sobre esta casa e sobre mim.-
Fez uma pausa. Quando estava prestes a retomar o discurso, a porta do escritório abriu-se e o Barão entrou acompanhado por Dulce, interrompendo a conversa:
- Ah! Estás aqui! Procurei-te por todo o lado!- Fez sinal a Dulce para que me levasse dali.
Assim que saímos, a porta fechou-se, mas eu ainda consegui ouvir parte da conversa da sala de estar:
- Ainda não chegou o momento!- brandiu o Barão.
- Mas porque não? Mais ou mais cedo ela vai acabar por saber!- ripostou o Conde dando um murro na mesa e levantando-se logo a seguir.
Foi até á janela.
- Trata-se da minha família, Arnaldo. Não posso continuar a esconder quem na realidade sou. E ela já não é nenhuma criança! Tem o direito de saber!-
- Precisamente por isso!- disse o Barão. - É por ela não ser uma criança que devemos ter cuidado a contar. Não sabemos como vai reagir! Vai pensar que nós a andámos a enganar este tempo todo! O que, de certa forma, até nem é mentira. Só mais um pouco!- insistiu.
O Conde acabou por ceder. A porta abriu-se e eles saíram com um ar muito sério. Mais sério que o habitual. Ali havia coisa.
Levei o resto do dia a pensar no que seria que o Conde queria dizer-me e que o Barão não queria que se soubesse. Teria alguma coisa a ver com a minha família biológica? Se fosse, então qual seria o problema? Será que era algum segredo grave? Um crime? Uma maldição? A minha mente estava muito agitada. Estava sentada no meu quarto perto da janela. Enquanto pensava olhava para o pendente. De repente, flaches dos meus pesadelos começaram a surgir novamente. Resolvi desviar o assunto e ir até ao armário de roupa a fim de escolher uma roupa para jantar. Normalmente, não vestia nenhuma roupa especial, mas, naquela vez, apeteceu-me.
Abri-o e remexi entre os vestidos. Enquanto executava a tarefa, um dos cabides bateu no fundo armário fazendo um som oco. Primeiro estranhei, pois uma parede sólida não fazia aquele barulho e uma vez que o armário estava encostado á parede ainda era mais estranho.
Por distracção, deixei cair o vestido no armário. Quando me baixei para o apanhar vi um pequeno ferrolho no fundo do armário. Pousei o vestido na cama e fui ver melhor. Empurrei suavemente o ferrolho e o fundo do armário abriu-se deixando ver uma passagem. Percorri-a e fui dar a uma porta de madeira. Com um pequeno empurrão, consegui abri-la. Semi-cerrei os olhos por causa da claridade da tarde. Quando me habituei, vi que estava no campo de treinos dos espiões. Sorri com a minha descoberta. De repente, ouço passos. Eram o Conde, o Barão, Dulce e Gunter. Decidi, então, voltar pelo mesmo sítio. Voltei a fechar o fundo do armário.
Aquela descoberta trouxera-me ainda mais perguntas que precisavam de ser respondidas.
Vesti-me e desci para jantar. A refeição decorreu sem precalços. Ninguém tcou no assunto desta manhã e não mencionei a minha descoberta.
Quando regressei ao meu quarto, depois do serão, voltei a olhar para o armário. A partir do dia seguinte, a minha estadia naquela mansão ia deixar de ser um tédio.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Para a semana, vou publicar á Segunda, porque (e sem querer fazer inveja a ninguém) na sexta é feriado em Lisboa (que é onde eu moro) e não sei se vou estar. Por isso, pelo sim pelo não, publico no dia alternativo.
Bom fim-de-semana.

Aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
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XX
Os raios de sol entraram pelas fisgas da janela do quarto. Abri os olhos devagar, tentando adaptar-me á claridade da manhã.Levantei-me ainda meio sonolenta e abri as cortinas. Um laivo de luz veio contra mim fazendo com que a minha pele branca brilhasse como cristal.
Olhei pela janela e vi o Conde, o Barão e Dulce no jardim numa animada conversa enquanto saboreavam o pequeno-almoço. Sorri contagiada pela sua alegria. Vesti-me e desci as escadas para me juntar a eles. Todos me saudaram com um sorriso no rosto, convidando-me a comer qualquer coisa.
Depois, o Conde chamou-me á parte. Entrámos e eu segui-o até uma divisão anexa á sala de estar, mas mais pequena. Tinha grandes estantes dde livros que chegavam até ao tecto, tal como vira na biblioteca do castelo do Barão. Havia, também, uma janela que dava para o jardim. Á frente das estantes, estava uma secretária grande com uma cadeira de braços forrada a veludo no acento, atrás da secretária. Outra á frente. Mandou-me sentar.
O sorriso de há pouco desaparacera. Franzia ligeiramente o sobrolho e olhava para mim com um ar sério.
Hesitei em quebrar o silêncio constrangedor que se mantinha entre nós. Respirei fundo e comecei:
- Bem...Porque me chamou á parte? Tem mais alguma coisa que me queira contar?-
O semblante dele mudou e voltou ao que tinha no jardim. Respondeu-me calmamente:
- Chamei-te aqui porque penso que chegou a altura de te contar a verdade sobre esta casa e sobre mim.-
Fez uma pausa. Quando estava prestes a retomar o discurso, a porta do escritório abriu-se e o Barão entrou acompanhado por Dulce, interrompendo a conversa:
- Ah! Estás aqui! Procurei-te por todo o lado!- Fez sinal a Dulce para que me levasse dali.
Assim que saímos, a porta fechou-se, mas eu ainda consegui ouvir parte da conversa da sala de estar:
- Ainda não chegou o momento!- brandiu o Barão.
- Mas porque não? Mais ou mais cedo ela vai acabar por saber!- ripostou o Conde dando um murro na mesa e levantando-se logo a seguir.
Foi até á janela.
- Trata-se da minha família, Arnaldo. Não posso continuar a esconder quem na realidade sou. E ela já não é nenhuma criança! Tem o direito de saber!-
- Precisamente por isso!- disse o Barão. - É por ela não ser uma criança que devemos ter cuidado a contar. Não sabemos como vai reagir! Vai pensar que nós a andámos a enganar este tempo todo! O que, de certa forma, até nem é mentira. Só mais um pouco!- insistiu.
O Conde acabou por ceder. A porta abriu-se e eles saíram com um ar muito sério. Mais sério que o habitual. Ali havia coisa.
Levei o resto do dia a pensar no que seria que o Conde queria dizer-me e que o Barão não queria que se soubesse. Teria alguma coisa a ver com a minha família biológica? Se fosse, então qual seria o problema? Será que era algum segredo grave? Um crime? Uma maldição? A minha mente estava muito agitada. Estava sentada no meu quarto perto da janela. Enquanto pensava olhava para o pendente. De repente, flaches dos meus pesadelos começaram a surgir novamente. Resolvi desviar o assunto e ir até ao armário de roupa a fim de escolher uma roupa para jantar. Normalmente, não vestia nenhuma roupa especial, mas, naquela vez, apeteceu-me.
Abri-o e remexi entre os vestidos. Enquanto executava a tarefa, um dos cabides bateu no fundo armário fazendo um som oco. Primeiro estranhei, pois uma parede sólida não fazia aquele barulho e uma vez que o armário estava encostado á parede ainda era mais estranho.
Por distracção, deixei cair o vestido no armário. Quando me baixei para o apanhar vi um pequeno ferrolho no fundo do armário. Pousei o vestido na cama e fui ver melhor. Empurrei suavemente o ferrolho e o fundo do armário abriu-se deixando ver uma passagem. Percorri-a e fui dar a uma porta de madeira. Com um pequeno empurrão, consegui abri-la. Semi-cerrei os olhos por causa da claridade da tarde. Quando me habituei, vi que estava no campo de treinos dos espiões. Sorri com a minha descoberta. De repente, ouço passos. Eram o Conde, o Barão, Dulce e Gunter. Decidi, então, voltar pelo mesmo sítio. Voltei a fechar o fundo do armário.
Aquela descoberta trouxera-me ainda mais perguntas que precisavam de ser respondidas.
Vesti-me e desci para jantar. A refeição decorreu sem precalços. Ninguém tcou no assunto desta manhã e não mencionei a minha descoberta.
Quando regressei ao meu quarto, depois do serão, voltei a olhar para o armário. A partir do dia seguinte, a minha estadia naquela mansão ia deixar de ser um tédio.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Para a semana, vou publicar á Segunda, porque (e sem querer fazer inveja a ninguém) na sexta é feriado em Lisboa (que é onde eu moro) e não sei se vou estar. Por isso, pelo sim pelo não, publico no dia alternativo.
Bom fim-de-semana.

Os mistérios por vezes podem ser chatos e talvez seguros na questão de proteger quem mais gostamos. No entanto quando mais ocultam a curiosidade é despertada na intenção de descobrir o porquê de tanto segredo. Agora que desvendou uma passagem secreta, Ana começa a compreender que tem que ser ela a descobrir que mistérios e segredos se encontrem escondidos naquela casa.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Olá,
como prometi, aqui fica o capítulo desta semana.
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Agora, passaram a consistir num treino secreto para desenvolver ainda mais os meus poderes. Apesar de já ter uma parte desenvolvida, durante o tempo que passei com o Barão, a quem agradecia, achava que só aquilo não era suficiente. Precisava de mais. E que melhor sítio para o fazer que no campo de treinos dos espiões? Ainda para mais, a horas em que estava vazio. Decidi dividir o treino em três partes: a zona com os alvos seria para treinar o tiro; a dos aparelhos de ginástica e da pista de corrida a do treino físico e uma parte deserta que servia para treinar lutas, usaria para o treino de controlo dos poderes.
Resolvi esquematizar as sessões em cada um dos espaços e calcular, de forma aproximada, quanto tempo demoraria cada uma. Para isso, fui ter com o Conde e perguntei-lhe quando acharia que começava a missão.
Ele olhou-me com um ar surpreendido:
- Bom...Ainda não decidi. Talvez para daqui a alguns meses. Mas para quê essa pressa toda? Não me digas que já estás chateada de estar aqui!-
Apresei-me a inventar uma desculpa. Não lhe podia contar a verdade, pelo menos por enquanto:
- Não, de maneira nenhuma! É só que gostava de saber como está a minha família e a minha amiga. É só por isso.-
Ele sorriu:
- Então se é só isso, não te preocupes porque vais vê-los em breve.-
Agradeci a informação e saí do escritório directamente para o meu quarto. Voltei a pegar no esquema de treinos e delineei-o para o fim do ano. Assim, quando começasse a missão, já estaria preparada.
Decidi começar naquele momento.
Vesti o fato de espia, que, entretanto, roubara do armário dos espiões no laboratório, abri o fundo do armário e desci o corredor até chegar á porta de saída para o campo de treinos. Abri a porta e lá estava ele: deserto e á minha espera. Parecia que tinha sido reservado só para mim. Tinha posto o cinto com as pistolas que o Barão me dera e ia treinar o tiro.
Aproximei-me da área com alvos a várias distâncias e comecei a disparar. Primeiro, só com uma arma e depois com as duas. Fiquei admirada com a minha potaria precisa, apesar de não ter treinado nos últimos tempos. E como se as armas fizessem parte de mim.
O tiro ao lavo durou vários dias, até o riscar da lista por achar que estava concluído.
Depois, seguiu-se o treino físico, que durou o mesmo que o treino de tiro ao alvo. Os aparelhos e o percurso eram demasiado fáceis para mim.
Passado pouco tempo, já sabia o percurso de cór, por isso também o conclui rapidamente.
Quando comecei o treino de controlo dos poderes, sabia que requeria algum tempo extra por isso decidira deixá-lo para último. Comecei por rever algumas técnicas básicas que tinha aprendido com o Barão e depois passei a coisas mais complexas.
E assim passaram os dias e as semanas. Todos os dias, depois do pequeno-almoço, que era mais energético, ia para o meu quarto, trancava a porta e ia para o campo de treinos.
Cada dia que passava estava mais forte e tinha cada vez mais controlo sobre os meus poderes e sobre o Rubi de Sangue. E isso notava-se no dia-a-dia: as minhas audição e visão estavam mais apuradas e conseguia ler os pensamentos com mais clareza. Já não me confundia tanto e conseguia arrumar melhor as ideias. Até os pesadelos parecia que controlava.
Não era apenas na mente e nos sentidos que as mudanças ocorreram. Também no físico se notavam algumas alterações. Tinha as curvas mais definidas e a minha belez parecia mais nítida que antes. Já me considerava muito atraente mas, agora, estava mais. O cabelo estava mais sedoso, os olhos mais «bronzeados» e o nariz mais empinado. Sentia-me mais mulher, mais poderosa, mais vampira, capaz de enfrentar o mundo e slavarr a Alex e os meus pais dos Skilups.
Mas ainda não estav pronta. Ainda ma faltava aprefeiçoar as minhas técnicas. Sentia que o meu poder ainda não era suficiente.
Tinha de me superar ainda mais que na casa do Barão. Força de vontade não me faltava, agora só tinha de pô-la em prática e, ali, naquele campo de treino com aquela tecnologia ia conseguir desenvolver a minha força de uma forma surpreendente. Foi com estees pensamentos que retomei os treinos.
Um dia, dei os treinos por terminados. Fui ter com o Conde e anunciei:
- Estou pronta. Posso cumprir a missão.-
Ele fez um ar surpreendido:
- Como é possível? O que andaste a fazer durante estes dias?-
Contei-lhe que elaborara um plano de treino, sem mencionar a descoberta da passagem secreta, e que o tinha seguido nos últimos dias. Quando acabei, o Conde peerguntou, atónico:
- E tencionas partir assim, sem mais nem menos? Só porque achas que com o que treinaste podes salvar os teus pais e a tua amiga?-
Assenti com a cabeça. Ele ripostou:
- Pois fica sabendo que não é tão simples como julgas! Existem uma série de questões que precisam de ser determinadas! Precisas de uma estratégia e não podes ir sozinha, pode ser perigoso!-
Desta vez, fui eu que fiquei atónica. Ia ripostar, mas bateram á porta do escritório do Conde.
--------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Espero que gostem.
Para a semana há mais.
Bons feriados (se morarem em Lisboa, como eu, ou noutro sítio que tenha Santo António, se não bom feriado)

como prometi, aqui fica o capítulo desta semana.
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XXI
O meu dia-a-dia na mansão, até aqule momento, tinha consistido apenas em comer, dormir e passear pelos jardins e por outros locais, mas esses ninguém sabia.Agora, passaram a consistir num treino secreto para desenvolver ainda mais os meus poderes. Apesar de já ter uma parte desenvolvida, durante o tempo que passei com o Barão, a quem agradecia, achava que só aquilo não era suficiente. Precisava de mais. E que melhor sítio para o fazer que no campo de treinos dos espiões? Ainda para mais, a horas em que estava vazio. Decidi dividir o treino em três partes: a zona com os alvos seria para treinar o tiro; a dos aparelhos de ginástica e da pista de corrida a do treino físico e uma parte deserta que servia para treinar lutas, usaria para o treino de controlo dos poderes.
Resolvi esquematizar as sessões em cada um dos espaços e calcular, de forma aproximada, quanto tempo demoraria cada uma. Para isso, fui ter com o Conde e perguntei-lhe quando acharia que começava a missão.
Ele olhou-me com um ar surpreendido:
- Bom...Ainda não decidi. Talvez para daqui a alguns meses. Mas para quê essa pressa toda? Não me digas que já estás chateada de estar aqui!-
Apresei-me a inventar uma desculpa. Não lhe podia contar a verdade, pelo menos por enquanto:
- Não, de maneira nenhuma! É só que gostava de saber como está a minha família e a minha amiga. É só por isso.-
Ele sorriu:
- Então se é só isso, não te preocupes porque vais vê-los em breve.-
Agradeci a informação e saí do escritório directamente para o meu quarto. Voltei a pegar no esquema de treinos e delineei-o para o fim do ano. Assim, quando começasse a missão, já estaria preparada.
Decidi começar naquele momento.
Vesti o fato de espia, que, entretanto, roubara do armário dos espiões no laboratório, abri o fundo do armário e desci o corredor até chegar á porta de saída para o campo de treinos. Abri a porta e lá estava ele: deserto e á minha espera. Parecia que tinha sido reservado só para mim. Tinha posto o cinto com as pistolas que o Barão me dera e ia treinar o tiro.
Aproximei-me da área com alvos a várias distâncias e comecei a disparar. Primeiro, só com uma arma e depois com as duas. Fiquei admirada com a minha potaria precisa, apesar de não ter treinado nos últimos tempos. E como se as armas fizessem parte de mim.
O tiro ao lavo durou vários dias, até o riscar da lista por achar que estava concluído.
Depois, seguiu-se o treino físico, que durou o mesmo que o treino de tiro ao alvo. Os aparelhos e o percurso eram demasiado fáceis para mim.
Passado pouco tempo, já sabia o percurso de cór, por isso também o conclui rapidamente.
Quando comecei o treino de controlo dos poderes, sabia que requeria algum tempo extra por isso decidira deixá-lo para último. Comecei por rever algumas técnicas básicas que tinha aprendido com o Barão e depois passei a coisas mais complexas.
E assim passaram os dias e as semanas. Todos os dias, depois do pequeno-almoço, que era mais energético, ia para o meu quarto, trancava a porta e ia para o campo de treinos.
Cada dia que passava estava mais forte e tinha cada vez mais controlo sobre os meus poderes e sobre o Rubi de Sangue. E isso notava-se no dia-a-dia: as minhas audição e visão estavam mais apuradas e conseguia ler os pensamentos com mais clareza. Já não me confundia tanto e conseguia arrumar melhor as ideias. Até os pesadelos parecia que controlava.
Não era apenas na mente e nos sentidos que as mudanças ocorreram. Também no físico se notavam algumas alterações. Tinha as curvas mais definidas e a minha belez parecia mais nítida que antes. Já me considerava muito atraente mas, agora, estava mais. O cabelo estava mais sedoso, os olhos mais «bronzeados» e o nariz mais empinado. Sentia-me mais mulher, mais poderosa, mais vampira, capaz de enfrentar o mundo e slavarr a Alex e os meus pais dos Skilups.
Mas ainda não estav pronta. Ainda ma faltava aprefeiçoar as minhas técnicas. Sentia que o meu poder ainda não era suficiente.
Tinha de me superar ainda mais que na casa do Barão. Força de vontade não me faltava, agora só tinha de pô-la em prática e, ali, naquele campo de treino com aquela tecnologia ia conseguir desenvolver a minha força de uma forma surpreendente. Foi com estees pensamentos que retomei os treinos.
Um dia, dei os treinos por terminados. Fui ter com o Conde e anunciei:
- Estou pronta. Posso cumprir a missão.-
Ele fez um ar surpreendido:
- Como é possível? O que andaste a fazer durante estes dias?-
Contei-lhe que elaborara um plano de treino, sem mencionar a descoberta da passagem secreta, e que o tinha seguido nos últimos dias. Quando acabei, o Conde peerguntou, atónico:
- E tencionas partir assim, sem mais nem menos? Só porque achas que com o que treinaste podes salvar os teus pais e a tua amiga?-
Assenti com a cabeça. Ele ripostou:
- Pois fica sabendo que não é tão simples como julgas! Existem uma série de questões que precisam de ser determinadas! Precisas de uma estratégia e não podes ir sozinha, pode ser perigoso!-
Desta vez, fui eu que fiquei atónica. Ia ripostar, mas bateram á porta do escritório do Conde.
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E pronto.
Espero que gostem.
Para a semana há mais.
Bons feriados (se morarem em Lisboa, como eu, ou noutro sítio que tenha Santo António, se não bom feriado)

A persistência da jovem é inquebrável. O desejo de evoluir o seu desempenho na intenção de proteger aqueles que ama dos Skilups é admirável. Demonstra que é uma rapariga corajosa e determinada na focagem dos objectivos. No entanto, é insuficiente o apenas o esforço que possibilitou o seu desenvolvimento. Deve atentar às palavras do Conde. Ele é sábio e experiente na matéria que Ana desejar terminar rapidamente. Continua!

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Olá
como sempre, aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
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Levantei-me da cadeira e saí da sala. Desta vez, não queria saber o que iam conversar. Concerteza mais uma das suas conversas misteriosas.
Subi as escadas a correr e só parei quando fechei a porta do meu quarto. Deixei-me cair atrás dela. Estava tão furiosa! Como é que ele se atrevia a negar-me algo tão importante só porque «ainda não sabia»? A raiva cresceu dentro ainda mais. Mas tive de admitir que ele tinha razão quando disse que precisava de uma estratégia.
Resolvi levantar-me e tomar um banho. Sempre que gostei de tomar banho ao luar e aquelas termas ao ar livre eram o sítio ideal.
Despi a gabardina e atirei-a contra a cadeira. Ao cair, a foto da minha família com Alex voou do bolso para o chão. Apanhei-a e observei-a mais uma vez. Aquela imagem era a minha única recordação. Tinha de a mantaer viva. E a única coisa a fazer era procura-las e trzê-las de volta, mas para isso precisava de derrotar os Skilups e sozinha não ia conseguir. Precisava de ajuda, por isso estava ali.
Já dentro do tanque, mergulhada até á cabeça, como era hábito, cemecei a pensar em possíveis planos de resgate, mas nenhum me parecia suficientemente bom, até porque nem sabia onde estava o inimigo.
Os vapores vigorosos e relaxantes com a luz suave da lua eram a combinação perfeita para esquecer os pensamentos nefastos e foi o que fiz.
Pus-me a olhar para o meu cabelo longo, preto, brilhante e sedoso. Nunca o queria cortar. Achava-o tão frágil que, se o cortasse, ele caía todo. Mas, naquele momento, decidi que queria deixar de o ter tão comprido. Decidi corta-lo. Precisava de algo afiado e fino para o cortar. Comecei a olhar em volta e vi mesmo o que procurava: uma pedra com uma pequena saliência como as que os homens pré-históricos usavam para cortar a carne. Estava instalada junto a outras na ponta oposta do tanque.
Levantei-me e fui buscá-la. Depois, segurei o cabelo com uma mão e com a outra cortei-o. Madeixas pretas pousaram na superficíe da água. Saí do banho mais leve e relaxada. Sabia que tinha tomado a decisão certa ao livrar-me do peso do cabelo mas também do peso de slavar toda a gente sozinha.
Quando desci, toda a gente, até Gunter, tinha os olhos em mim. A mudança de visual era evidente e todos me preguntavam a que se devia aquela mudnaça tão radical. Respondi ás suas perguntas mentais em voz alta, adoptando um hábito do Conde:
- Bem, posso dizer-vos que foi muito dificíl tomar esta decisão, mas consegui e espero que vocês me apoiem. Vou precisar pois a missão que estou prestes a levar a cabo não vai ser fácil.-
Jerónimo e Estefênia que também estavam á mesa, levantaram-se e disseram em conjunto:
- Podes contar connosco.-
O Conde também mostrou o seu apoio, através de um sorriso.
O plano estava traçado: tínhamos de encontrar o esconderijo dos Skilups o quanto antes se queríamos salvar toda a gente.
Depois do jantar, o Conde e Gunter foram para o jardim tomar o ar da noite, acompanhados pelo Barão e por Dulce. Eu fiquei dentro da mansão com Jerónimo e Estefânia a ultimar os preparativos para a missão que começava daí a algum tempo.
Nos últimos dias, eu tinha criado um laço forte com eles. Apesar de serem humanos, e não terem as mesmas capacidades que o resto dos habitantes da mansão, descobri que podiam ser de grande ajuda uma vez que tinham sido treinados para este tipo de situações. Além de que eram bastente simpáticos.
Estávamos os três no meu quarto á luz do candeeiro do tecto, sentados em cima da cama. Já tínhamos os pijamas vestidos pelo que estávamos mais confortáveis. Ao estar ali com eles, lembrei-me da festa de pijama que fizera há muito tempo com Alex no meu antigo quarto. Nessa altura, éramos apenas uma miúdas que sonhavam em ser como as modelos que víamos nas revistas que líamos enquanto bebíamos e comíamos bolachas. Ás vezes, pintávamos as unhas uma á outra a falávamos de rapazes, roupas e outras coisas.
As lágrimas vieram-me aos olhos. Estefânia olhou para mim durante um bocado a pensar no que me teria dado para estar a chorar. Com um gesto limpei as lágrimas e disse:
- Não foi nada. Continuemos.-
Nesse momento, ouviu-se um barulho de carro vindo do lado de fora. Fui á janela e vi o mesmo carro preto de Timóteo que me tinha levado á mansão havia alguns meses.
De lá de dentro, saiu Temóteo que não vinha sozinho. Atrás dele, vinha um segundo personagem que levava qualquer coisa ao colo. Era Sebastian, o motorista.
«Estranho». Pensei. O que vinha Timóteo entregar aquela hora da noite ao Conde? Devia ser valiosos para Sebastian ir com ele.
Ouviu-se um bater á porta lá de baixo. Gunter foi abrir e os homens entraram. A curiosidade era tanta que resolvi terminar a reunião estratégica e descer para ver o que se passava.
Estavam todos na sala de estar, onde eu tinhavisto o Conde pela primeira vez. Timóteo estava a segredar algo ao ouvido do Conde quando entrei. Rapidamente deixaram os sussurros e voltaram-se para Sebastian. Era quase tão grande como Gunter, também se vestia de preto, mas as feições não eram brancas como as de Gunter pelo que deduzi que fosse humano como Timóteo.
O volume que transportava ao colo assemelhava-se a uma acolfa onde se transportavam os bebés na Terra.
- Pousa-a com cuidado no sofá por favor, Sebastian.- Ordenou Timóteo com a sua voz tímida.
Sebastian pousou a alcofa em cima do sofá grande da sala e abriu-a.
O meu coração parou. Senti as lágirmas a voltarem aos olhos no instante em queme aproximei para ver o conteúdo da alcofa: não era uma alcofa mas sim um saco-cama pois tinha uma abertura para a cabeça e era mais comprido. Lá dentro, estava uma rapariga com as roupas esfarrapadas e o cabelo castanho desalinhado.
Estava muito diferente desde a última vez que a via há 10 anos, mas, ainda assim, reconhecê-la-ia em qualquer lugar. Não havia margem para dúvidas: aquela rapariga deitada no sofá era Alex, a minha melhor amiga e companheira de infância.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Até para a semana.
como sempre, aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
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XXII
-Sim?- o tom formal do Conde quando alguém batia á porta. Esta abriu-se e o Barão entrou.Levantei-me da cadeira e saí da sala. Desta vez, não queria saber o que iam conversar. Concerteza mais uma das suas conversas misteriosas.
Subi as escadas a correr e só parei quando fechei a porta do meu quarto. Deixei-me cair atrás dela. Estava tão furiosa! Como é que ele se atrevia a negar-me algo tão importante só porque «ainda não sabia»? A raiva cresceu dentro ainda mais. Mas tive de admitir que ele tinha razão quando disse que precisava de uma estratégia.
Resolvi levantar-me e tomar um banho. Sempre que gostei de tomar banho ao luar e aquelas termas ao ar livre eram o sítio ideal.
Despi a gabardina e atirei-a contra a cadeira. Ao cair, a foto da minha família com Alex voou do bolso para o chão. Apanhei-a e observei-a mais uma vez. Aquela imagem era a minha única recordação. Tinha de a mantaer viva. E a única coisa a fazer era procura-las e trzê-las de volta, mas para isso precisava de derrotar os Skilups e sozinha não ia conseguir. Precisava de ajuda, por isso estava ali.
Já dentro do tanque, mergulhada até á cabeça, como era hábito, cemecei a pensar em possíveis planos de resgate, mas nenhum me parecia suficientemente bom, até porque nem sabia onde estava o inimigo.
Os vapores vigorosos e relaxantes com a luz suave da lua eram a combinação perfeita para esquecer os pensamentos nefastos e foi o que fiz.
Pus-me a olhar para o meu cabelo longo, preto, brilhante e sedoso. Nunca o queria cortar. Achava-o tão frágil que, se o cortasse, ele caía todo. Mas, naquele momento, decidi que queria deixar de o ter tão comprido. Decidi corta-lo. Precisava de algo afiado e fino para o cortar. Comecei a olhar em volta e vi mesmo o que procurava: uma pedra com uma pequena saliência como as que os homens pré-históricos usavam para cortar a carne. Estava instalada junto a outras na ponta oposta do tanque.
Levantei-me e fui buscá-la. Depois, segurei o cabelo com uma mão e com a outra cortei-o. Madeixas pretas pousaram na superficíe da água. Saí do banho mais leve e relaxada. Sabia que tinha tomado a decisão certa ao livrar-me do peso do cabelo mas também do peso de slavar toda a gente sozinha.
Quando desci, toda a gente, até Gunter, tinha os olhos em mim. A mudança de visual era evidente e todos me preguntavam a que se devia aquela mudnaça tão radical. Respondi ás suas perguntas mentais em voz alta, adoptando um hábito do Conde:
- Bem, posso dizer-vos que foi muito dificíl tomar esta decisão, mas consegui e espero que vocês me apoiem. Vou precisar pois a missão que estou prestes a levar a cabo não vai ser fácil.-
Jerónimo e Estefênia que também estavam á mesa, levantaram-se e disseram em conjunto:
- Podes contar connosco.-
O Conde também mostrou o seu apoio, através de um sorriso.
O plano estava traçado: tínhamos de encontrar o esconderijo dos Skilups o quanto antes se queríamos salvar toda a gente.
Depois do jantar, o Conde e Gunter foram para o jardim tomar o ar da noite, acompanhados pelo Barão e por Dulce. Eu fiquei dentro da mansão com Jerónimo e Estefânia a ultimar os preparativos para a missão que começava daí a algum tempo.
Nos últimos dias, eu tinha criado um laço forte com eles. Apesar de serem humanos, e não terem as mesmas capacidades que o resto dos habitantes da mansão, descobri que podiam ser de grande ajuda uma vez que tinham sido treinados para este tipo de situações. Além de que eram bastente simpáticos.
Estávamos os três no meu quarto á luz do candeeiro do tecto, sentados em cima da cama. Já tínhamos os pijamas vestidos pelo que estávamos mais confortáveis. Ao estar ali com eles, lembrei-me da festa de pijama que fizera há muito tempo com Alex no meu antigo quarto. Nessa altura, éramos apenas uma miúdas que sonhavam em ser como as modelos que víamos nas revistas que líamos enquanto bebíamos e comíamos bolachas. Ás vezes, pintávamos as unhas uma á outra a falávamos de rapazes, roupas e outras coisas.
As lágrimas vieram-me aos olhos. Estefânia olhou para mim durante um bocado a pensar no que me teria dado para estar a chorar. Com um gesto limpei as lágrimas e disse:
- Não foi nada. Continuemos.-
Nesse momento, ouviu-se um barulho de carro vindo do lado de fora. Fui á janela e vi o mesmo carro preto de Timóteo que me tinha levado á mansão havia alguns meses.
De lá de dentro, saiu Temóteo que não vinha sozinho. Atrás dele, vinha um segundo personagem que levava qualquer coisa ao colo. Era Sebastian, o motorista.
«Estranho». Pensei. O que vinha Timóteo entregar aquela hora da noite ao Conde? Devia ser valiosos para Sebastian ir com ele.
Ouviu-se um bater á porta lá de baixo. Gunter foi abrir e os homens entraram. A curiosidade era tanta que resolvi terminar a reunião estratégica e descer para ver o que se passava.
Estavam todos na sala de estar, onde eu tinhavisto o Conde pela primeira vez. Timóteo estava a segredar algo ao ouvido do Conde quando entrei. Rapidamente deixaram os sussurros e voltaram-se para Sebastian. Era quase tão grande como Gunter, também se vestia de preto, mas as feições não eram brancas como as de Gunter pelo que deduzi que fosse humano como Timóteo.
O volume que transportava ao colo assemelhava-se a uma acolfa onde se transportavam os bebés na Terra.
- Pousa-a com cuidado no sofá por favor, Sebastian.- Ordenou Timóteo com a sua voz tímida.
Sebastian pousou a alcofa em cima do sofá grande da sala e abriu-a.
O meu coração parou. Senti as lágirmas a voltarem aos olhos no instante em queme aproximei para ver o conteúdo da alcofa: não era uma alcofa mas sim um saco-cama pois tinha uma abertura para a cabeça e era mais comprido. Lá dentro, estava uma rapariga com as roupas esfarrapadas e o cabelo castanho desalinhado.
Estava muito diferente desde a última vez que a via há 10 anos, mas, ainda assim, reconhecê-la-ia em qualquer lugar. Não havia margem para dúvidas: aquela rapariga deitada no sofá era Alex, a minha melhor amiga e companheira de infância.
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Até para a semana.

Olá Joana,
As memórias são passagens que marcam o nosso espirito o bem ou para o mal. Neste caso a recordação virou presente no momento que Ana reencontra-se com a sua melhor amiga na casa do conde. O que terá acontecido? Continua.
As memórias são passagens que marcam o nosso espirito o bem ou para o mal. Neste caso a recordação virou presente no momento que Ana reencontra-se com a sua melhor amiga na casa do conde. O que terá acontecido? Continua.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Olá
Antes de mais quero agradecer os comentários.
Agora, fica o capítulo da semana. Espero que gostem.
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Não foi preciso perguntarem-me se conhecia a rapariga. A resposta era evidente. Sem largar Alex, pedi a Gunter que a levasse para o meu quarto. Eu e Estefênia trataríamos do resto. Com cuidado, Gunter pegou nela ao colo e saímos da sal em diracção ao quarto. Durante esse tempo, o Conde despediu-se de Timóteo dizendo que ia cuidar dela.
No meu quarto, Gunter deitou Alex na minha cama, entretanto aberta, e eu tapei-a com os cobertores. Depois, fechou a pedi-lhe que nos deixasse. Assim que a porta se fechou, Alex abriu os olhos e balbucinou com uma voz fraca:
- Ana? És tu?- fui aoa seu encontro e peguei-lhe na mão. Estava quente. Sorri com os olhos enlagrimandos. Só consegui dizer:
- É tão bom voltar a ver-te.-
Ela estranhou a minha nova voz de vampira, suave e aveludada, mas sorriu e retribuiu:
- Também é bom voltar a ver-te.- E voltou a adormecer.
Nesse momento, bateram á porta. Estefânia, que tinha ficado, foi abrir e o Conde entrou acompanhado pelo Barão e por Dulce.
- O Rafael contou-me tudo.- Informou o Barão, aproximando-se da cama.
- O Timóteo e o Sabastian andavam por SanDomino á procura de sobreviventes do ataque dos Skilups, mas só encontraram destruição. Entree as ruinas, conseguiram encontrar um saco-cama que guardaram.
Depois de sucessivos fracassos, resolveram voltar. Até que um dia, ao voltarem para uma segunda ronda, ouviram algo a mexer-se por entre os escombros de uma casa. Foram ver o que era e deparam-se com a rapariga ainda viva mas muito debilitada. Como a única coisa que balbucinava era o teu nome, resolveram trazê-la para aqui. Puseram-na dentro do saco-cama pra que estivesse segura e seguiram viagem. Não sabemos o que lhe aconteceu nem como terá sobrevivido, mas o que é certo é que está muito fraca e não sabemos quanto tempo terá de vida.-
Larguei a mão de Alex com cuidado, limpei as lágrimas e disse com um ar determinado:
- Vou transformá-la.- todos ficaram atónicos. O Barão foi o único a conseguir intervir:
- Isso pode ser muito arriscado. Transformar humanos em vampiros OB é um processo demoroso. Além disso, não temos sangue que combine com o dela.-
Voltei a falar:
- Então, transfiram uma parte do meu sangue para ela. É arriscado, eu sei, mas é a única solução que nos resta para a salvar. Não se preocupem com o resto. Eu encarrego-me de a treinar.-
Perante aquele discurso, nem o Barão nem o Conde tiveram coragem para contradizer. O Conde só conseguiu dizer:
- Aqui não há condições. Levem-na para o laboratório. Lá, iniciaremos a transformação.-
Deitaram Alex numa maca e lá fomos para o laboratório. Uma vez lá, o Barão pedui a Dulce que preparasse tudo para a transformação. Deitei-me ao lado de Alex. Estiquei o braço que tinha a marca da agulha por onde me tinham dado sangue há 10 anos. Dulce voltou a espetar no mesmo sítio, mas desta vez pude ver o sangue ser sugado para dentro de uma seringa. Quando achou que era suficiente, tirou a agulha e eu pude levantar-me. Não foi preciso um penso, a marca desaparecera. Antes de começar, olhei para o corpo de Alex debilitado e convalescente uma última vez. As lágrimas veiram-me aos olhos.
Sorri e disse ao Barão:
- Como vê, temos sangue compatível.- Ele sorriu. Aproximámo-nos de Alex com a seringa. Dulce ainda tentou que fosse ela, mas eu fiz questão de reivindicar a minha vontade:
- Fui eu que dei a ideia. Além disso, Alex é minha amiga, por isso tenho de ser eu a salva-la.-
E injectei o conteúdo da seringa directamente no coração dela.
Ao entrar em contacto com o seu corpo, este começou a controcer-se e a ficar cada vez mais branco e duro. Até que parou.
Ficámos um tempo a olhar para ela. Voltou a controcer-se e a parar outra vez. Verifiquei que a cada nova controcidela as veias iam ficando roxas e salientes e depois desapareceram.
Á medida que se ia transformando, Alex parecia uma boneca de porcelana. A pele ia ficando mais branca e o cabelo mais suave e brilhante. O seu corpo ia ganhando forma.
O processo parou aos primeiros raios de sol.
Alex abriu os olhos cor de bronze e sorriu quando me viu.
Uma nova vampira tinha acabado de nascer.
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E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Por ser uma pouco mais intenso, não leiam se forem sensíveis.
Até para a semana.

Antes de mais quero agradecer os comentários.
Agora, fica o capítulo da semana. Espero que gostem.
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XXIII
Sem pensar, abracei-me ao seu corpo quente. Não conseguia parar de chorar. Sò queria estar perto da minha amiga. Tinha tanto para lhe contar! Mas era óbvio que não podia fazê-lo á frente de tanta gente.Não foi preciso perguntarem-me se conhecia a rapariga. A resposta era evidente. Sem largar Alex, pedi a Gunter que a levasse para o meu quarto. Eu e Estefênia trataríamos do resto. Com cuidado, Gunter pegou nela ao colo e saímos da sal em diracção ao quarto. Durante esse tempo, o Conde despediu-se de Timóteo dizendo que ia cuidar dela.
No meu quarto, Gunter deitou Alex na minha cama, entretanto aberta, e eu tapei-a com os cobertores. Depois, fechou a pedi-lhe que nos deixasse. Assim que a porta se fechou, Alex abriu os olhos e balbucinou com uma voz fraca:
- Ana? És tu?- fui aoa seu encontro e peguei-lhe na mão. Estava quente. Sorri com os olhos enlagrimandos. Só consegui dizer:
- É tão bom voltar a ver-te.-
Ela estranhou a minha nova voz de vampira, suave e aveludada, mas sorriu e retribuiu:
- Também é bom voltar a ver-te.- E voltou a adormecer.
Nesse momento, bateram á porta. Estefânia, que tinha ficado, foi abrir e o Conde entrou acompanhado pelo Barão e por Dulce.
- O Rafael contou-me tudo.- Informou o Barão, aproximando-se da cama.
- O Timóteo e o Sabastian andavam por SanDomino á procura de sobreviventes do ataque dos Skilups, mas só encontraram destruição. Entree as ruinas, conseguiram encontrar um saco-cama que guardaram.
Depois de sucessivos fracassos, resolveram voltar. Até que um dia, ao voltarem para uma segunda ronda, ouviram algo a mexer-se por entre os escombros de uma casa. Foram ver o que era e deparam-se com a rapariga ainda viva mas muito debilitada. Como a única coisa que balbucinava era o teu nome, resolveram trazê-la para aqui. Puseram-na dentro do saco-cama pra que estivesse segura e seguiram viagem. Não sabemos o que lhe aconteceu nem como terá sobrevivido, mas o que é certo é que está muito fraca e não sabemos quanto tempo terá de vida.-
Larguei a mão de Alex com cuidado, limpei as lágrimas e disse com um ar determinado:
- Vou transformá-la.- todos ficaram atónicos. O Barão foi o único a conseguir intervir:
- Isso pode ser muito arriscado. Transformar humanos em vampiros OB é um processo demoroso. Além disso, não temos sangue que combine com o dela.-
Voltei a falar:
- Então, transfiram uma parte do meu sangue para ela. É arriscado, eu sei, mas é a única solução que nos resta para a salvar. Não se preocupem com o resto. Eu encarrego-me de a treinar.-
Perante aquele discurso, nem o Barão nem o Conde tiveram coragem para contradizer. O Conde só conseguiu dizer:
- Aqui não há condições. Levem-na para o laboratório. Lá, iniciaremos a transformação.-
Deitaram Alex numa maca e lá fomos para o laboratório. Uma vez lá, o Barão pedui a Dulce que preparasse tudo para a transformação. Deitei-me ao lado de Alex. Estiquei o braço que tinha a marca da agulha por onde me tinham dado sangue há 10 anos. Dulce voltou a espetar no mesmo sítio, mas desta vez pude ver o sangue ser sugado para dentro de uma seringa. Quando achou que era suficiente, tirou a agulha e eu pude levantar-me. Não foi preciso um penso, a marca desaparecera. Antes de começar, olhei para o corpo de Alex debilitado e convalescente uma última vez. As lágrimas veiram-me aos olhos.
Sorri e disse ao Barão:
- Como vê, temos sangue compatível.- Ele sorriu. Aproximámo-nos de Alex com a seringa. Dulce ainda tentou que fosse ela, mas eu fiz questão de reivindicar a minha vontade:
- Fui eu que dei a ideia. Além disso, Alex é minha amiga, por isso tenho de ser eu a salva-la.-
E injectei o conteúdo da seringa directamente no coração dela.
Ao entrar em contacto com o seu corpo, este começou a controcer-se e a ficar cada vez mais branco e duro. Até que parou.
Ficámos um tempo a olhar para ela. Voltou a controcer-se e a parar outra vez. Verifiquei que a cada nova controcidela as veias iam ficando roxas e salientes e depois desapareceram.
Á medida que se ia transformando, Alex parecia uma boneca de porcelana. A pele ia ficando mais branca e o cabelo mais suave e brilhante. O seu corpo ia ganhando forma.
O processo parou aos primeiros raios de sol.
Alex abriu os olhos cor de bronze e sorriu quando me viu.
Uma nova vampira tinha acabado de nascer.
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E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Por ser uma pouco mais intenso, não leiam se forem sensíveis.
Até para a semana.

Olá Joana,
A maleficência dos Skilups compensou Ana ao reencontro da sua melhor amiga. Como reagirá Alex após saber das novidades da amiga e da sua metamorfose? Continua.
P.S. Devias colocar o aviso “Por ser uma pouco mais intenso, não leiam se forem sensíveis.” No início do Capítulo. Assim os leitores ficam a saber no fim da história.
A maleficência dos Skilups compensou Ana ao reencontro da sua melhor amiga. Como reagirá Alex após saber das novidades da amiga e da sua metamorfose? Continua.
P.S. Devias colocar o aviso “Por ser uma pouco mais intenso, não leiam se forem sensíveis.” No início do Capítulo. Assim os leitores ficam a saber no fim da história.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Olá
Na semana passada, esqueci-me de pôr o aviso antes.
Mas hoje, posso pô-lo no sítio certo.
A partir de agora, alguns capitulos poderão ser um pouco mais intensos. Não leiam se forem sensíveis.
Agora, aqui fica o desta semana.
Espero que gostem.
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Respondeu-me com um tom de voz suave e aveludado:
- Tenho sede.- Levantou-se e olhou melhor para mim.
- Estás diferente desde a última vez que te vi. E não falo apenas da roupa. Tudo em ti está mudado. Já não és a Ana que conheci em SanDomino.-
Acrescentou:
- Também devo estar diferente. Afinal agora sou uma vampiro como tu. Quero ver o meu aspecto, mas primeiro quero beber, estou seca.-
Saiu da maca e pôs-se a observar o laboratório, como uma criança que olha para uma montra de brinquedos no Natal, com um misto de curiosidade e fascínio.
- Vem comigo.- disse eu.- Vamos dar-te de beber e depois vais ver como ficaste.-
E, tal como fazíamos em pequenas, demos as mãos e fomos para dentro de casa.
Quando chegámos, fui-lhe buscar um barril de sangue puro que bebeu de um só trago.
Depois fomos para o meu quarto.
- Estou relamente diferente. Já não sou a mesma Alex de antes. Pareço mais mulher. Tal como tu.- exclamou depois de se ver no espelho.
Sentámo-nos na cama e, então, perguntei-lhe:
- O que aconteceu depois de eu partir? Se não te lembrares de tudo por causa da transformação, eu compreendo. Conta-me apenas aquilo de que te lembrares melhores.-
Alex fez uma expressão pensativa. Olhou-me nos olhos e começou a falar:
- No dia a seguir á tua partida, eu fui ter a tua casa como fazia sempre. Já sentia que algo não estava bem. O que se veio a confirmar quando a tua mãe me disse que tinhas partido. Ela contou-me tudo, que eras uma vampira e que eras adoptada. Fiquei chocada, claro. Nunca pensei que a minha melhor amiga fosse de outro mundo.- Fez uma pausa e continuou:
- Quis ir atrás de ti! Para te ajudar. Mas sabia que não podia, pois poderia pôr-te eme perigo e a mim também, por isso não o fiz. Acabei a escola e o resto dos estudos sempre á espera que voltasses. Mas nunca apareceste nem deste notácias. Os teus pais já se tinham conformado, mas eu não. Sabia que haveríamos de voltar a estar juntas. Só precisava de manter a esperança. - Voltou a suspirar e prosseguiu:
- Tudo corria normalmente até aquela noite. Vindos do nada, apareceram umas criaturas horrendas. Quando as vi, pensei que estava com alucinações, mas quando começaram a aparecer casas destruídas e rios de sangue por toda a cidade, percebi que era real. Atacaram tudo.- As lágrimas corriam-lhe pela cara. Segurei-lhe as mãos frias e duras. - Os meus pais foram mortos e a casa destruida. Em pânico, fui á tua casa na tentativa de salvar os teus pais, mas quando lá cheguei era tarde de mais: a casa tinha sido destruida e os teus pais já lá não estavam. Calculei que tivessem sido levados, pois não havia sinal dos seus corpos.-
Limpou as lágirmas, mas estas voltaram. Continuou:
- Enquanto estava á procura deles, ouvi passos, como pensei que eram novamente as criaturas, escondi-me no meio dos escombros, mas houve alguns que pedaços que caíram e fiquei presa. Estive sem me mexer durante vários dias. Até que ouvi um barulho de carro a aproximar-se. Comecei a gritar por socorro. Do carro saíram dois homens. Tiraram-me dali e meteram-me dentro de um saco-cama que tinham no carro. Como só conseguia dizer o teu nome trouxeram-me para aqui. Depois, desmaiei e o resto já sabes.-
Quando acabou, abraçou-se a mim a chorar. Também a abracei e sussurrei-lhe ao ouvido:
- Não te preocupes, está tudo bem.- desfizemos o abraço e disse-lhe olhando-a nos olhos:
- Agora que estamos juntas de novo, vai começar uma nova etapa da nossa missão.-
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Até para a semana.

Na semana passada, esqueci-me de pôr o aviso antes.
Mas hoje, posso pô-lo no sítio certo.
A partir de agora, alguns capitulos poderão ser um pouco mais intensos. Não leiam se forem sensíveis.
Agora, aqui fica o desta semana.
Espero que gostem.
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XXIV
-Como te sentes?- perguntei, olhando para Alex. Ela retribuiu o olhar, ao mesmo tempo de espanto e de curiosidade.Respondeu-me com um tom de voz suave e aveludado:
- Tenho sede.- Levantou-se e olhou melhor para mim.
- Estás diferente desde a última vez que te vi. E não falo apenas da roupa. Tudo em ti está mudado. Já não és a Ana que conheci em SanDomino.-
Acrescentou:
- Também devo estar diferente. Afinal agora sou uma vampiro como tu. Quero ver o meu aspecto, mas primeiro quero beber, estou seca.-
Saiu da maca e pôs-se a observar o laboratório, como uma criança que olha para uma montra de brinquedos no Natal, com um misto de curiosidade e fascínio.
- Vem comigo.- disse eu.- Vamos dar-te de beber e depois vais ver como ficaste.-
E, tal como fazíamos em pequenas, demos as mãos e fomos para dentro de casa.
Quando chegámos, fui-lhe buscar um barril de sangue puro que bebeu de um só trago.
Depois fomos para o meu quarto.
- Estou relamente diferente. Já não sou a mesma Alex de antes. Pareço mais mulher. Tal como tu.- exclamou depois de se ver no espelho.
Sentámo-nos na cama e, então, perguntei-lhe:
- O que aconteceu depois de eu partir? Se não te lembrares de tudo por causa da transformação, eu compreendo. Conta-me apenas aquilo de que te lembrares melhores.-
Alex fez uma expressão pensativa. Olhou-me nos olhos e começou a falar:
- No dia a seguir á tua partida, eu fui ter a tua casa como fazia sempre. Já sentia que algo não estava bem. O que se veio a confirmar quando a tua mãe me disse que tinhas partido. Ela contou-me tudo, que eras uma vampira e que eras adoptada. Fiquei chocada, claro. Nunca pensei que a minha melhor amiga fosse de outro mundo.- Fez uma pausa e continuou:
- Quis ir atrás de ti! Para te ajudar. Mas sabia que não podia, pois poderia pôr-te eme perigo e a mim também, por isso não o fiz. Acabei a escola e o resto dos estudos sempre á espera que voltasses. Mas nunca apareceste nem deste notácias. Os teus pais já se tinham conformado, mas eu não. Sabia que haveríamos de voltar a estar juntas. Só precisava de manter a esperança. - Voltou a suspirar e prosseguiu:
- Tudo corria normalmente até aquela noite. Vindos do nada, apareceram umas criaturas horrendas. Quando as vi, pensei que estava com alucinações, mas quando começaram a aparecer casas destruídas e rios de sangue por toda a cidade, percebi que era real. Atacaram tudo.- As lágrimas corriam-lhe pela cara. Segurei-lhe as mãos frias e duras. - Os meus pais foram mortos e a casa destruida. Em pânico, fui á tua casa na tentativa de salvar os teus pais, mas quando lá cheguei era tarde de mais: a casa tinha sido destruida e os teus pais já lá não estavam. Calculei que tivessem sido levados, pois não havia sinal dos seus corpos.-
Limpou as lágirmas, mas estas voltaram. Continuou:
- Enquanto estava á procura deles, ouvi passos, como pensei que eram novamente as criaturas, escondi-me no meio dos escombros, mas houve alguns que pedaços que caíram e fiquei presa. Estive sem me mexer durante vários dias. Até que ouvi um barulho de carro a aproximar-se. Comecei a gritar por socorro. Do carro saíram dois homens. Tiraram-me dali e meteram-me dentro de um saco-cama que tinham no carro. Como só conseguia dizer o teu nome trouxeram-me para aqui. Depois, desmaiei e o resto já sabes.-
Quando acabou, abraçou-se a mim a chorar. Também a abracei e sussurrei-lhe ao ouvido:
- Não te preocupes, está tudo bem.- desfizemos o abraço e disse-lhe olhando-a nos olhos:
- Agora que estamos juntas de novo, vai começar uma nova etapa da nossa missão.-
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E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Até para a semana.

Olá Joana,
Vê se que Alex é realmente amiga da Ana. A explicação provou como a sua amizade é fiel a ela. Não aceitei a parte dos pais adoptivos conformarem-se com o desaparecimento da jovem. Afinal quiseram, aceitaram-na como filha e por isso praticar a insistência de se preocuparem com ela pois quando decidiu aventurar-se para descobrir a sua origem era menor e por isso deviam assumir mais a sua responsabilidade.
P.S. Devias colocar o aviso: “alguns capítulos poderão ser um pouco mais intensos. Não leiam se forem sensíveis.” Quando for o momento e não com antecedência.
P.S. Devias colocar o aviso: “alguns capítulos poderão ser um pouco mais intensos. Não leiam se forem sensíveis.” Quando for o momento e não com antecedência.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Olá,
Aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
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Anunciei depois do jantar. Estava com o Conde, o Barão, Dulce e Alex na salade estar da mansão. Todos bebíamos um concentrado que fazia lembrar vinho, mas que, na realidade, era sangue misturado com outras substâncias.
Todos ficaram satisfeitos por ter mantido a promessa. Especialmente o Barão, pois já não ia ter de treinar mais uma discípula.
Alex foi a única que se mostrou surpreendida, mas, ao esmo tempo contente por ser eu a ensinar-lhe uma vez que a transformei.
Apenas disse:
- Concordo plenamente. Afinal, somos amigas.-
Então, abandonámos a sala e subimos para o quarto, desejando uma boa noite aos restantes.
Claro que não fomos dormir, mas contemplar o luar. Era um hábito que tinha adquirido em casa do Barão e que agora estava a recuperar. Alex estava ao meu lado com uma expressão de contemplação. Sentei-me na cama a admira-la. Fazia-me lembrar quando cheguei pela primeira vez a casa do Barão. Parecia meio confusa e perdida. Devia ser porqur acabava de descobrir que era uma vampira ou porque o sítio era novo para mim.
Agora, eu via essa mesma confusão e desorientação presentes no rosto de Alex. Parecia uma criança no corpo de uma mulher.
Os seus olhos brilhavam á luz do luar como se de algo extraordinário se tratasse.
Havia qualquer coisa naquele rosto que me fazia querer voltar aos tempos em que era criança. Aos tempos em que éramos felizes.
Ela sorriu, retribui-lhe. Há muito tempo que não sorria. A última vez fora há dez anos numa festa de pijama para duas. Ultimamente não tinha motivos para sorrir.
Desde que me tornara numa vampira, só vira tristeza e desolação por todo o lado, sorrisos falsos e expressões de ironia estampados nos rostos dos habitantes daquela mansão.
Este era o primeiro sorriso sincero que vira desde que me lembrava.
- Amanhã bem cedo, começamos os treinos.- disse, por fim. - Por isso, é melhor irmos para dormir para estarmos em forma.-
Deitámo-nos nas nossas camas e adormecemos quase de imediato. Tinha sido um dia longo e precisávamos de descansar. Uma nova etapa das nossas vidas estava prestes a começar. Mais uma que iria decidir o nosso destino enquanto vampiras.
---------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Eu sei que é curto, mas, ás vezes, com pouco se faz muito.
Para a semana será um pouco maior, prometo.
Até para a semana.

Aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
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XXV
- Tal como tinha anunciado antes de transformar Alex, eu serei a sua treinadora e tutora. Irei transmitir-lhe tudo o que o Barão me ensinou no passado.-Anunciei depois do jantar. Estava com o Conde, o Barão, Dulce e Alex na salade estar da mansão. Todos bebíamos um concentrado que fazia lembrar vinho, mas que, na realidade, era sangue misturado com outras substâncias.
Todos ficaram satisfeitos por ter mantido a promessa. Especialmente o Barão, pois já não ia ter de treinar mais uma discípula.
Alex foi a única que se mostrou surpreendida, mas, ao esmo tempo contente por ser eu a ensinar-lhe uma vez que a transformei.
Apenas disse:
- Concordo plenamente. Afinal, somos amigas.-
Então, abandonámos a sala e subimos para o quarto, desejando uma boa noite aos restantes.
Claro que não fomos dormir, mas contemplar o luar. Era um hábito que tinha adquirido em casa do Barão e que agora estava a recuperar. Alex estava ao meu lado com uma expressão de contemplação. Sentei-me na cama a admira-la. Fazia-me lembrar quando cheguei pela primeira vez a casa do Barão. Parecia meio confusa e perdida. Devia ser porqur acabava de descobrir que era uma vampira ou porque o sítio era novo para mim.
Agora, eu via essa mesma confusão e desorientação presentes no rosto de Alex. Parecia uma criança no corpo de uma mulher.
Os seus olhos brilhavam á luz do luar como se de algo extraordinário se tratasse.
Havia qualquer coisa naquele rosto que me fazia querer voltar aos tempos em que era criança. Aos tempos em que éramos felizes.
Ela sorriu, retribui-lhe. Há muito tempo que não sorria. A última vez fora há dez anos numa festa de pijama para duas. Ultimamente não tinha motivos para sorrir.
Desde que me tornara numa vampira, só vira tristeza e desolação por todo o lado, sorrisos falsos e expressões de ironia estampados nos rostos dos habitantes daquela mansão.
Este era o primeiro sorriso sincero que vira desde que me lembrava.
- Amanhã bem cedo, começamos os treinos.- disse, por fim. - Por isso, é melhor irmos para dormir para estarmos em forma.-
Deitámo-nos nas nossas camas e adormecemos quase de imediato. Tinha sido um dia longo e precisávamos de descansar. Uma nova etapa das nossas vidas estava prestes a começar. Mais uma que iria decidir o nosso destino enquanto vampiras.
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E pronto.
Eu sei que é curto, mas, ás vezes, com pouco se faz muito.
Para a semana será um pouco maior, prometo.
Até para a semana.

Olá Joana,
Apesar de pequeno o capítulo o importante conta a intenção de produzir algo. Não importa o tamanho, desenvolvimento mas sim o seu conteúdo enriquecedor que garanta uma boa história. Agora este capítulo: No início do capítulo dizes que Ana tinha anunciado assegurar ser treinadora e tutora da Alex. Quando anunciou? No capítulo anterior não revela nada… Depois deves alterar a acção porque torna-se repetitiva: quando acontece um acontecimento a acção seguinte passa-se na sala de jantar… Desculpa se sou chata com estas coisas…

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Não tem mal.
Sim, primeiro e na sala de jantar, depois e no quarto.
No capítulo 23, ela diz, antes de a transformarem: "então transfiram uma parte do meu sangue para ela. E arriscado, eu sei, mas e a única solução(...) não se preocupem com o resto. Eu encarrego-me de a treinar."
Até para a semana.
Sim, primeiro e na sala de jantar, depois e no quarto.
No capítulo 23, ela diz, antes de a transformarem: "então transfiram uma parte do meu sangue para ela. E arriscado, eu sei, mas e a única solução(...) não se preocupem com o resto. Eu encarrego-me de a treinar."
Até para a semana.

Olá Joana,
sei que alteras as acções dos capitulos mas sempre a referir os mesmos locais. quanto à citação... tens razão. Apenas foquei no capítulo anterior e não lembrei de reler os anteriores.
sei que alteras as acções dos capitulos mas sempre a referir os mesmos locais. quanto à citação... tens razão. Apenas foquei no capítulo anterior e não lembrei de reler os anteriores.
Joananascimenti escreveu:Não tem mal.
Sim, primeiro e na sala de jantar, depois e no quarto.
No capítulo 23, ela diz, antes de a transformarem: "então transfiram uma parte do meu sangue para ela. E arriscado, eu sei, mas e a única solução(...) não se preocupem com o resto. Eu encarrego-me de a treinar."
Até para a semana.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
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