O Rubi de Sangue
Olá,
Como já tinha anunciado, vou começar uma nova fic. Desta vez, contada na primeira pessoa para ser ainda mais emocionante!
Desta vez, resolvi contar uma história inspirada na saga Twilight, mas sem lobisomens e com uns vampiros um pouco diferentes. Esta fic foi a que mais dores de cabeça me deu porque tive de a refazer pelo menos três vezes!
(Bom, mas chega de conversas e vamos ao que interessa.)
Aqui fica o prólogo para vos dar uma ideia. Espero que gostem.
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Nome: O Rubi de Sangue
Género: Aventura
Classificação: +12
Personagens: todas as personagens presentes nesta fic são da minha autoria, bem como os sítios onde a história se passa.
Aviso: Pode conter cenas um pouco «duras», daí a classificação.
Índice:
Prólogo------------- Página 1
Capítulo1----------Página 2
Capítulo 2--------Página 3
Capítulo 3-------Página 4
Capítulo 4------Página 5
Capítulo 5-----Página 6
Capítulo 6----Página 7
Capítulo 7-----Página 8
Capítulo 8----Página 9
Capítulo 9----Página 10
Capítulo 10----Página 11
Capítulo 11-----Página 12
Capítulo 12----Página 13
Capítulo 13----Página 14
Capítulo 14----Página 15
Capítulo 15---Página 16
Capítulo 16----Página 17
Capítulo 17----Página 18
Capítulo 18----Página 19
Capítulo 19-----Página 20
Capítulo 20-----Página 21
Capítulo 21----Página 22
Capítulo 22----Página 23
Capítulo 23-----Página 24
Capítulo 24-----Página 25
Capítulo 25-----Página 26
Trazia vestida uma gabardina comprida preta com o colarinho para cima, a fingir que não queria apanhar chuva no pescoço e na cara, o que me era absulotamente indiferente. O meu cabelo preto, meio molhado, bailoçava pelas costas, solto.
O que mais me irritava naquela situação não era o tempo, mas sim o propósito: tinha sido enviada pelo Barão do Rego numa missão para encontrar o Rubi de Sangue. Segundo o Barão, ele deveria estar ali a minha espera, apesar de não ter dado nenhum local exacto. No bolso da gabardina, para além da minha mão fria, estava um pedaço de papel com o nome do "amigo" do Barão.
Ser uma vampira tem as suas vantagen, como o facto de conseguir andar em cima de botas de salto agulha sem cair e silenciosamente. Como se não pisasse o chão.
Ia eu calmamente a andar pela rua, quando um grande carro preto parou á minha frente.
O que fiz foi muito rápido: tirei as mãos dos bolsos, baixei-me ligeiramente e encostei-as ás armas que tinha num cinto por baixo da gabardina.
A porta de trás do carro abriu-se e uma voz ecoou lá de dentro com um tom baixo e suave:
- Entra e não faças perguntas.-
Hesitei por momentos, ainda na mesma posição sem tirar as mãos das armas.
Podia ser uma armadilha e eu não queria arriscar, até porque não me lembrava de o Barão alguma vez ter mencionado um carro.
Tentei procurar na minha mente essa indicação, mas não a encontrei. Até que, de súbito, lembrei-me: o Barão não tinha referido de maneira explícita, mas pela expressão que fez, um meio sorriso, deu a entender que o encontro poderia ser noutro local que não naquela morada. Afinal, só me dera a morada. Não me dissera se o encontro ia ser numa casa ou na rua.
- És a Ana Semedo, não és?- perguntou, de repente, a voz interrompendo os meus pensamentos.
- Sim, sou. Porquê?- respondi num tom seco e irónico.
- Andava á tua procura. Sou Timóteo e ele é o Sebastian e somos da Agência Nacional de Espiões.- apontou para o vulto no volante.
Saí daquela posição, mas sem tirar as mãos das armas, e perguntei ainda com o mesmo tom irónico:
- Conheces o Barão do Rêgo?-
Não obtive resposta. Já irritada ia perguntar-lhe de novo, mas fui interrompida:
- Se quiseres essa informação vais ter de vir comigo, miúda.-
Não tive outro remédio senão entrar e fechar a porta.
O homem que estava sentado ao meu lado era baixo, gordo e careca. Não se parecia nada com a descrição de «distinto cavalheiro» do Barão. Só pela aparência: fato e gravata pretos, bastante organizados, ao contrário da minha para a qual ele não parava de olhar: top preto, muito curto, com um grande decote, uma mini-saia vermelha, meias de rede e botas pretas até ao joelho de salto de agulha. Usava como única jóia um medalhão com uma rosa vermelha.
Para além do cabelo preto comprido, liso solto que se espalhava pelo decote e pelo pescoço, tinha lábios pintados de vermelho e uma sombra roxa nos olhos. A cobrir toda esta endumentária, uma gabardina preta comprida e um cinto com duas pistolas pretas de cada lado.
- Não queres pousar as armas?- pergunta, passado um bocado, Timóteo.
Ao que respondi:
- Não, estou bem assim.-
Depois lembrei-me:
- Ainda não respondeste á minha pergunta.-
Mantendo o olhar fixo em frente, disse:
- Por agora, não posso revelar nada, mas quando chegarmos terás todas as respostas.-
- E onde vamos?- perguntei.
- Já vais descobrir.- respondeu.
Então, encostei-me, cruzei os braços e apreciei a viagem.
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E pronto. Desculpem se é muito longo, mas não havia como encortar mais.
Este prólogo, por assim dizer, é uma espécie de flashfoward, ou seja, para a semana vou contar o que aconteceu até esta cena e depois dela.
Espero que não fiquem muito confusos.
Mais uma vez peço desculpa por ser longo.
Até para a semana.
Como já tinha anunciado, vou começar uma nova fic. Desta vez, contada na primeira pessoa para ser ainda mais emocionante!
Desta vez, resolvi contar uma história inspirada na saga Twilight, mas sem lobisomens e com uns vampiros um pouco diferentes. Esta fic foi a que mais dores de cabeça me deu porque tive de a refazer pelo menos três vezes!
(Bom, mas chega de conversas e vamos ao que interessa.)
Aqui fica o prólogo para vos dar uma ideia. Espero que gostem.
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Nome: O Rubi de Sangue
Género: Aventura
Classificação: +12
Personagens: todas as personagens presentes nesta fic são da minha autoria, bem como os sítios onde a história se passa.
Aviso: Pode conter cenas um pouco «duras», daí a classificação.
Índice:
Prólogo------------- Página 1
Capítulo1----------Página 2
Capítulo 2--------Página 3
Capítulo 3-------Página 4
Capítulo 4------Página 5
Capítulo 5-----Página 6
Capítulo 6----Página 7
Capítulo 7-----Página 8
Capítulo 8----Página 9
Capítulo 9----Página 10
Capítulo 10----Página 11
Capítulo 11-----Página 12
Capítulo 12----Página 13
Capítulo 13----Página 14
Capítulo 14----Página 15
Capítulo 15---Página 16
Capítulo 16----Página 17
Capítulo 17----Página 18
Capítulo 18----Página 19
Capítulo 19-----Página 20
Capítulo 20-----Página 21
Capítulo 21----Página 22
Capítulo 22----Página 23
Capítulo 23-----Página 24
Capítulo 24-----Página 25
Capítulo 25-----Página 26
Prólogo
Chove. E cá estou eu sozinha numa rua desconhecida de um bairro ainda mais desconhecido.Trazia vestida uma gabardina comprida preta com o colarinho para cima, a fingir que não queria apanhar chuva no pescoço e na cara, o que me era absulotamente indiferente. O meu cabelo preto, meio molhado, bailoçava pelas costas, solto.
O que mais me irritava naquela situação não era o tempo, mas sim o propósito: tinha sido enviada pelo Barão do Rego numa missão para encontrar o Rubi de Sangue. Segundo o Barão, ele deveria estar ali a minha espera, apesar de não ter dado nenhum local exacto. No bolso da gabardina, para além da minha mão fria, estava um pedaço de papel com o nome do "amigo" do Barão.
Ser uma vampira tem as suas vantagen, como o facto de conseguir andar em cima de botas de salto agulha sem cair e silenciosamente. Como se não pisasse o chão.
Ia eu calmamente a andar pela rua, quando um grande carro preto parou á minha frente.
O que fiz foi muito rápido: tirei as mãos dos bolsos, baixei-me ligeiramente e encostei-as ás armas que tinha num cinto por baixo da gabardina.
A porta de trás do carro abriu-se e uma voz ecoou lá de dentro com um tom baixo e suave:
- Entra e não faças perguntas.-
Hesitei por momentos, ainda na mesma posição sem tirar as mãos das armas.
Podia ser uma armadilha e eu não queria arriscar, até porque não me lembrava de o Barão alguma vez ter mencionado um carro.
Tentei procurar na minha mente essa indicação, mas não a encontrei. Até que, de súbito, lembrei-me: o Barão não tinha referido de maneira explícita, mas pela expressão que fez, um meio sorriso, deu a entender que o encontro poderia ser noutro local que não naquela morada. Afinal, só me dera a morada. Não me dissera se o encontro ia ser numa casa ou na rua.
- És a Ana Semedo, não és?- perguntou, de repente, a voz interrompendo os meus pensamentos.
- Sim, sou. Porquê?- respondi num tom seco e irónico.
- Andava á tua procura. Sou Timóteo e ele é o Sebastian e somos da Agência Nacional de Espiões.- apontou para o vulto no volante.
Saí daquela posição, mas sem tirar as mãos das armas, e perguntei ainda com o mesmo tom irónico:
- Conheces o Barão do Rêgo?-
Não obtive resposta. Já irritada ia perguntar-lhe de novo, mas fui interrompida:
- Se quiseres essa informação vais ter de vir comigo, miúda.-
Não tive outro remédio senão entrar e fechar a porta.
O homem que estava sentado ao meu lado era baixo, gordo e careca. Não se parecia nada com a descrição de «distinto cavalheiro» do Barão. Só pela aparência: fato e gravata pretos, bastante organizados, ao contrário da minha para a qual ele não parava de olhar: top preto, muito curto, com um grande decote, uma mini-saia vermelha, meias de rede e botas pretas até ao joelho de salto de agulha. Usava como única jóia um medalhão com uma rosa vermelha.
Para além do cabelo preto comprido, liso solto que se espalhava pelo decote e pelo pescoço, tinha lábios pintados de vermelho e uma sombra roxa nos olhos. A cobrir toda esta endumentária, uma gabardina preta comprida e um cinto com duas pistolas pretas de cada lado.
- Não queres pousar as armas?- pergunta, passado um bocado, Timóteo.
Ao que respondi:
- Não, estou bem assim.-
Depois lembrei-me:
- Ainda não respondeste á minha pergunta.-
Mantendo o olhar fixo em frente, disse:
- Por agora, não posso revelar nada, mas quando chegarmos terás todas as respostas.-
- E onde vamos?- perguntei.
- Já vais descobrir.- respondeu.
Então, encostei-me, cruzei os braços e apreciei a viagem.
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E pronto. Desculpem se é muito longo, mas não havia como encortar mais.
Este prólogo, por assim dizer, é uma espécie de flashfoward, ou seja, para a semana vou contar o que aconteceu até esta cena e depois dela.
Espero que não fiquem muito confusos.
Mais uma vez peço desculpa por ser longo.
Até para a semana.

Sou a primeira a comentar!
Como se isso importasse.
Adorei o prólogo! Muito bom. Estou à espera de mais, tá?
Já agora (ignorem a minha inocência), o que é, exactamente, um flashward?
Sou mesmo estúpida.
Como se isso importasse.Adorei o prólogo! Muito bom. Estou à espera de mais, tá?
Já agora (ignorem a minha inocência), o que é, exactamente, um flashward?
Sou mesmo estúpida.Feito pela minha querida Miku!! Arigato!!!!! *.* *.* *.* *.*
O mundo mudou! A inteligência é subestimada! A aparência é cada vez mais importante! O mundo tá de pantanas! Muda-o, quando é tempo!
Claro que importa! E agradeço-te por isso!
Quanto a tua pergunta: como tentei explicar no fim do prólogo, um flashforward e o contrário de um flashback. Ou seja, enquanto que o ultimo e uma lembrança de um acontecimento passado, o primeiro e uma "visão", digamos assim, do futuro.
E mais ou menos como na saga Star Wars, em que cada filme vai mostrando um bocadinho do passado (flashbacks) mas também do futuro (flashforwards).
O que se passa com esta fic e que começa algures no meio da história e depois, vai recuar para revelar o que se passou até a cena descrita no prólogo e depois, quando chegar lá, vai contar tudo o que se passou depois.
Não sei se me fiz entender, mas, a medida que a história for avançando, penso que será mais fácil de perceber.
Quanto a tua pergunta: como tentei explicar no fim do prólogo, um flashforward e o contrário de um flashback. Ou seja, enquanto que o ultimo e uma lembrança de um acontecimento passado, o primeiro e uma "visão", digamos assim, do futuro.
E mais ou menos como na saga Star Wars, em que cada filme vai mostrando um bocadinho do passado (flashbacks) mas também do futuro (flashforwards).
O que se passa com esta fic e que começa algures no meio da história e depois, vai recuar para revelar o que se passou até a cena descrita no prólogo e depois, quando chegar lá, vai contar tudo o que se passou depois.
Não sei se me fiz entender, mas, a medida que a história for avançando, penso que será mais fácil de perceber.

Muito obrigada Joana!
Já consegui entender isso! 
Agora é só esperar o primeiro capítulo! Estou muito ansiosa!
Já consegui entender isso! 
Agora é só esperar o primeiro capítulo! Estou muito ansiosa!
Feito pela minha querida Miku!! Arigato!!!!! *.* *.* *.* *.*
O mundo mudou! A inteligência é subestimada! A aparência é cada vez mais importante! O mundo tá de pantanas! Muda-o, quando é tempo!
Olá
Aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
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A minha casa ficava num bairro calmo de San Domino. Talvez o mais calmo da Cidade. Pois era uma zona residencial que não tinha ninguém durante a semana, sendo o maior movimento a partir do fim da tarde e ao fim-de-semana.
A casa onde eu morava era grande, constituída por dois pisos e um quintal na parte traseira.
No rés-do-chão, havia uma cozinha não muito grande com uma mesa ao meio, e uma sala um pouco maior: com um sofá num dos lados e outro atravessado a meio. encostada á parede principal estava uma mesa com a TV e o vídeo. Á direita da mesa, havia uma grande janela com varanda que dava para a frente da casa e para o quintal, através de um corredor que comunicava com a cozinha por uma porta de madeira. No chão da sala, havia um tapete com motivos florais.
No segundo piso, havia um pequeno corredor que se dividia em três: uma casa-de-banho pequena e dois quartos.
O quarto dos meus pais, o maior, era constituído por uma cama de casal, também grande, um armário de roupa, uma janela, uma mesa e uma cadeira. Sem esquecer as mesas de cabeceira de cada um dos lados da cama.
O meu quarto era um pouco mais pequeno. Tinha o tecto inclinado, forrado a madeira, sendo que por baixo deste encostada á parede, não muito grande e com uma colcha de riscas ás cores, estava a minha cama. Noutro canto, estava um armário de roupa e, no canto oposto, uma secretária com computador.
Naquela altura, eu tinha dez anos. Não era nem muito alta nem muito baixa, vestia uma saia preta, uma camisola de gola alta ás riscas pretas e cinzentas, meias também ás riscas e sapatos castanhos. Já nessa altura usava o medalhão da rosa. Tinha o cabelo preto comprido e liso e olhos da mesma cor.
Ao contrário dos meus pais que tinham o cabelo castanho e olhos da mesma cor. Eram de estatura média, embora o meu pai fosse ligeiramente mais alto que a minha mãe.
O meu pai vestia umas calças azuis- escuras, uma camisola castanha e uns sapatos da mesma cor durante o fim-de-semana. Durante a semana, vestia um fato cinzento com botas de couro, pois trabalhava num fábrica de pastas de dentes.
Já a minha mãe vestia um fato de saia e casaco azul-escuro durante a semana, por trabalhar numa biblioteca e uns jeans com uma camisola vermelha ao fim-de-semana.
Como qualquer ser humano, eu não me lembrava de como nascera. Mas nunca me falavam no assunto. Era como se fosse um tabu. Cada vez que tentava puxar o assunto, eles desviavam-no e começavam a falar de outra coisa que lhes passava pela cabeça. Era o grande mistério da minha família.
Assim como nenhum membro da família vinha visitar-nos. Normalmente, era quando estava fora ou iam sozinhos, deixando-me em casa sempre com a mesma justificação, cada vez que perguntava porque não podia ir:
- A visita vai ser rápida. Vens connosco noutra altura.-
Mas voltavam sempre tarde, quando eu já estava a dormir. Também nunca pediam a ninguém para ficar a tomar de mim, porque diziam que já tinha idade suficiente para ficar em casa sozinha.
Como qualquer menina de 10 anos, eu ia á escola. Não era muito popular, apesar de ser a melhor da escola: não precisava de estudar pois a minha memória era excelente. Mas não era só na escrita que era boa, no excercício físico era uma ás, porque conseguia mexer-me muito depressa mas esta rapidez devia-se, segundo os professores, á minha magreza o que fazia com que fosse mais leve.
Com todas estas qualidades, eu não precisava de andar na escola, mas os meus pais diziam que fazia bem a uma menina como eu conhecer outros da sua idade. Por isso, todos os anos quando os professores perguntavam se era nesse ano que ia deixar a escola, os meus pais diziam sempre:
- Ainda não está preparada para deixar a escola.-
Durante esse tempo, só tive uma amiga verdeira. Chamava-se Alexandra, mas eu tratava-a por Alex. Tinha a mesma idade que eu e andávamos na mesma turma desde os 3 anos e era frequente, porque as nossas mães se conheciam, irmos dormir a casa uma da outra. Os meus pais só me deixavam ter aquela amiga, porque diziam que «quanto mais gente, mais confusão», por isso só convivia com Alex.
Já naquela altura, sabia que era diferente das outras raparigas da minha idade. Apesar de ter o cabelo preto, a minha pele era extremamente branca e pálida, mas também fria ao toque. Parecia uma estátua de mármore. Mas o que impressionava mais os meus colegas e professores e, ás vezes, os meus vizinhos era a minha extraordinária beleza. Havia raparigas bonitas na escola, no bairro e até a minha melhor amiga, que morava na rua a seguir á minha, era bonita, mas, de alguma maneira, a minha beleza era especial, única.
Os traços da minha cara eram perfeitos como que esculpidos na pedra e que complementavam com os cabelos. Outra característica minha era o facto de ser insensível á dor ou a qualquer outro tipo de emoção. Nunca chorava, nem sequer quando nascera. A única expressão que sabia fazer era sorrir.
Mas nem sempre era um sorriso de alegria. Por vezes, era irónico, outras vezes de provocação, de desafio o que muito impressionava os rapazes e as raparigas.
Outra das minhas características que chamavam a atenção eram os olhos. Eram pretos por causa das lentes de contacto que usava para disfarçar as tonalidades bronze e vermelha que de vez em quando apareciam.
Os meus pais diziam que eu devia ter desenvolvido uma alergia nos olhos que os tornava daquela cor. Mas eu não acreditava. Sentia que algo estava errado comigo e queria descobrir o que era. Só não sabia por onde começar. Havia vezes em que as lentes precisavam de ser substituídas. Nessas alturas, andava de óculos de sol ou de boné.
Tudo descorria normalmente. Tirando uns sonhos que de vez em quando me atormentavam. Até ao dia em que a minha vida muda radicalmente. Tudo começou num dia igual aos outros.
--------------------------------------------------------------------------------------
E pronto. Mais uma vez espero que gostem. Desculpem se é demasiado descritivo, mas este é um capítulo de apresentação por isso tem de ser assim, mas para a semana prometo que será menos descritivo.
Vemo-nos para a semana.

Aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
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I
10 Anos antesA minha casa ficava num bairro calmo de San Domino. Talvez o mais calmo da Cidade. Pois era uma zona residencial que não tinha ninguém durante a semana, sendo o maior movimento a partir do fim da tarde e ao fim-de-semana.
A casa onde eu morava era grande, constituída por dois pisos e um quintal na parte traseira.
No rés-do-chão, havia uma cozinha não muito grande com uma mesa ao meio, e uma sala um pouco maior: com um sofá num dos lados e outro atravessado a meio. encostada á parede principal estava uma mesa com a TV e o vídeo. Á direita da mesa, havia uma grande janela com varanda que dava para a frente da casa e para o quintal, através de um corredor que comunicava com a cozinha por uma porta de madeira. No chão da sala, havia um tapete com motivos florais.
No segundo piso, havia um pequeno corredor que se dividia em três: uma casa-de-banho pequena e dois quartos.
O quarto dos meus pais, o maior, era constituído por uma cama de casal, também grande, um armário de roupa, uma janela, uma mesa e uma cadeira. Sem esquecer as mesas de cabeceira de cada um dos lados da cama.
O meu quarto era um pouco mais pequeno. Tinha o tecto inclinado, forrado a madeira, sendo que por baixo deste encostada á parede, não muito grande e com uma colcha de riscas ás cores, estava a minha cama. Noutro canto, estava um armário de roupa e, no canto oposto, uma secretária com computador.
Naquela altura, eu tinha dez anos. Não era nem muito alta nem muito baixa, vestia uma saia preta, uma camisola de gola alta ás riscas pretas e cinzentas, meias também ás riscas e sapatos castanhos. Já nessa altura usava o medalhão da rosa. Tinha o cabelo preto comprido e liso e olhos da mesma cor.
Ao contrário dos meus pais que tinham o cabelo castanho e olhos da mesma cor. Eram de estatura média, embora o meu pai fosse ligeiramente mais alto que a minha mãe.
O meu pai vestia umas calças azuis- escuras, uma camisola castanha e uns sapatos da mesma cor durante o fim-de-semana. Durante a semana, vestia um fato cinzento com botas de couro, pois trabalhava num fábrica de pastas de dentes.
Já a minha mãe vestia um fato de saia e casaco azul-escuro durante a semana, por trabalhar numa biblioteca e uns jeans com uma camisola vermelha ao fim-de-semana.
Como qualquer ser humano, eu não me lembrava de como nascera. Mas nunca me falavam no assunto. Era como se fosse um tabu. Cada vez que tentava puxar o assunto, eles desviavam-no e começavam a falar de outra coisa que lhes passava pela cabeça. Era o grande mistério da minha família.
Assim como nenhum membro da família vinha visitar-nos. Normalmente, era quando estava fora ou iam sozinhos, deixando-me em casa sempre com a mesma justificação, cada vez que perguntava porque não podia ir:
- A visita vai ser rápida. Vens connosco noutra altura.-
Mas voltavam sempre tarde, quando eu já estava a dormir. Também nunca pediam a ninguém para ficar a tomar de mim, porque diziam que já tinha idade suficiente para ficar em casa sozinha.
Como qualquer menina de 10 anos, eu ia á escola. Não era muito popular, apesar de ser a melhor da escola: não precisava de estudar pois a minha memória era excelente. Mas não era só na escrita que era boa, no excercício físico era uma ás, porque conseguia mexer-me muito depressa mas esta rapidez devia-se, segundo os professores, á minha magreza o que fazia com que fosse mais leve.
Com todas estas qualidades, eu não precisava de andar na escola, mas os meus pais diziam que fazia bem a uma menina como eu conhecer outros da sua idade. Por isso, todos os anos quando os professores perguntavam se era nesse ano que ia deixar a escola, os meus pais diziam sempre:
- Ainda não está preparada para deixar a escola.-
Durante esse tempo, só tive uma amiga verdeira. Chamava-se Alexandra, mas eu tratava-a por Alex. Tinha a mesma idade que eu e andávamos na mesma turma desde os 3 anos e era frequente, porque as nossas mães se conheciam, irmos dormir a casa uma da outra. Os meus pais só me deixavam ter aquela amiga, porque diziam que «quanto mais gente, mais confusão», por isso só convivia com Alex.
Já naquela altura, sabia que era diferente das outras raparigas da minha idade. Apesar de ter o cabelo preto, a minha pele era extremamente branca e pálida, mas também fria ao toque. Parecia uma estátua de mármore. Mas o que impressionava mais os meus colegas e professores e, ás vezes, os meus vizinhos era a minha extraordinária beleza. Havia raparigas bonitas na escola, no bairro e até a minha melhor amiga, que morava na rua a seguir á minha, era bonita, mas, de alguma maneira, a minha beleza era especial, única.
Os traços da minha cara eram perfeitos como que esculpidos na pedra e que complementavam com os cabelos. Outra característica minha era o facto de ser insensível á dor ou a qualquer outro tipo de emoção. Nunca chorava, nem sequer quando nascera. A única expressão que sabia fazer era sorrir.
Mas nem sempre era um sorriso de alegria. Por vezes, era irónico, outras vezes de provocação, de desafio o que muito impressionava os rapazes e as raparigas.
Outra das minhas características que chamavam a atenção eram os olhos. Eram pretos por causa das lentes de contacto que usava para disfarçar as tonalidades bronze e vermelha que de vez em quando apareciam.
Os meus pais diziam que eu devia ter desenvolvido uma alergia nos olhos que os tornava daquela cor. Mas eu não acreditava. Sentia que algo estava errado comigo e queria descobrir o que era. Só não sabia por onde começar. Havia vezes em que as lentes precisavam de ser substituídas. Nessas alturas, andava de óculos de sol ou de boné.
Tudo descorria normalmente. Tirando uns sonhos que de vez em quando me atormentavam. Até ao dia em que a minha vida muda radicalmente. Tudo começou num dia igual aos outros.
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E pronto. Mais uma vez espero que gostem. Desculpem se é demasiado descritivo, mas este é um capítulo de apresentação por isso tem de ser assim, mas para a semana prometo que será menos descritivo.
Vemo-nos para a semana.

Olá!
Aqui está o capítulo desta semana!
Espero que gostem!
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Quando saí de casa, Alex que me esperava ao portão, nem me reconheceu. Normalmente eu usava menos roupa. No caminho para a escola, começou a cair uma chuva miudinha e Alex quase me forçou a abrir o chapéu.
Chegámos á escola com alguns segundos de atraso. Para Alex isso não era nada mas para mim era bastante, uma vez que costumava ir a «andar» para a escola e desta vez fui MESMO a andar, por culpa dos agasalhos, o que me deixou bastante irritada.
Essa irritação prolongou-se ao longo do dia e atingiu o seu pico á hora do almoço, em que não aguentei mais e arranquei a roupa que tinha a mais. Toda a gente ficou a olhar para mim e para os farrapos de roupa espalhados á minha volta. Senti-me a corar e num instante os apanhei e os guardei na mochila.
A campainha tocou e pude ir com Alex para o pátio almoçar.
Sentámo-nos num banco perto da porta que dava para sala de aula. Pousámos as mochilas e tirámos o saco com o almoço. Alex tinha trazido a sua habitual sandes de atum e sumo de fruta.
Ao mexer na mochila, reparei que esquecera o almoço na sala de aula.
- Espera aqui que eu não demoro.- disse, deixando a mochila ao pé dela.
Não demorei mais que alguns segundos. O tempo suficiente para que, ao voltar, desse de caras com uma cena desagradável.
Um miúdo corpolento, com cabelo farto castanho, vestido com uma t-shirt preta com uma caveira branca, calças castanhas de bolsos e sapatos da cor da t-shirt dirigiu-se a Alex com um ar ameaçador. Era o rufia da escola.
Normalmente, nunca se aproximava de Alex porque eu estava com ela e isso assustava-o um pouco. Nunca percebera a razão até há pouco tempo.
Fui logo a correr ter com eles, já com o saco do almoço na mão. Consegui apanhar uma parte da conversa. O rapaz falava num tom grave:
- Ouve lá, miúda. Estás a ocupar o MEU espaço por isso, desanda!-
Alex estava petreficada de medo. O rapaz aproximou-se do banco, quando se ouviu uma voz aveludada:
- Ei! Nunca te disseram que é feio maltratar uma rapariga?- Olharam os dois na direcção da voz e lá estava eu, encostada a uma coluna com os braços cruzados. O meu olhar era feroz e sedento.
Assim que me viu, começou a recuar e balbucinou:
- Hem... se calhar é melhor eu ir embora. Não sabia que este lugar estava ocupado. Desculpem.-
Sentei-me e almoçámos tranquilamente.
Depois do almoço, voltámos para as aulas. Um dos trabalhos de casa de uma aula era sobre a família. Fiquei intrigada com aquilo. Como ia eu fazer um trabalho sobre a minha família se nem os conhecia bem?
Saí da aula a pensar nisso.
Quando cheguei a casa, fui para o quarto com alguns álbuns de fotografias e comecei a pesquisar fotografias que podesse usar no trabalho.
Á medida que folheava os álbuns, ia encontrando fotos cada vez mais estranhas: para além de eu aparecer desfocada, parecia que havia uma aura á minha volta. Não era a primeira vez que isso acontecia. Sempre que tirava uma foto, ela saía desfocada. Já nas fotografias da escola acontecia o mesmo. Por isso nunca tinha fotografias minhas em casa.
E o mais estranho era que quando tirava uma fotografia com Alex, ambas apareciam nítidas. Era como se a Alex, de alguma maneira, tivesse um poder oculto que quebrava a aura á minha volta.
Estava sentada na cama a olhar para as fotografias espalhadas pela colcha. Resolvi ordená-las desde que nascera até ás mais recentes. Foi então que reparei numa que me despertou a atenção. Tratava-se de uma fotografia minha a tomar banho e a rir para a minha mãe. Nessa altura, não usava lentes de contacto, pelo que os meus olhos eram cor de bronze. Apesar de desfocada, conseguia ver perfeitamente a minha pele branca de mármore. Mas o que me chamou a atenção foi a data que estava gravada na fotografia. Era a data a seguir á do meu suposto nascimento. Como podia ser a fotografia de uma menina recém-nascida se parecia ser mais crescida? Era estranho.
Também achei estranho que a minha aparência se tivesse mantido ao longo do tempo. Parecia que, á medida que ia crescendo, ia ficando mais jovem, mas tinha começado em bebé. Tinha de haver uma razão para isto. Começava a ter as minhas suspeitas, apenas precisava de as confirmar.
Então, ganhei coragem para me levantar da cama e ir até ao meu velho coomputador. Esperei até que a Internet arrancasse, abri no motor de busca, escrevi a palavra «Vampiro» no rectângulo de pesquisa e cliquei no botão «pesquisar». Nunca pensei que aparecessem tantos sites sobre o tema. Cliquei no primeiro que encontrei.
Era um site sobre vampiros que nunca tinha visto. Comecei a percorrê-lo com as setas laterais até encontrar um link que dizia «Como ditinguir um vampiro». Cliquei e quando comecei a ler fiquei em choque. Todas as características descritas no site eram as minhas: poderes sobrenaturais, beleza e juventude eternas, pele branca e dura, olhos que mudam de cor consoante a situação, mas o que mais me impressionou foram os dentes. Isso era a única coisa que ainda não tinha visto. Também dizia que alguns vampiros não tinham reflexo no espelho, mas isso eu tinha.
Depois de ler aquilo, levantei-me e fui até ao espelho do guarda-roupa. Com algum receio abri ligeiramente a boca e ali estavam: encolhidos, mas mais salientes e brilhantes que os outros dentes, os meus caninos de vampira.
Com todas aquelas revelações só faltavam as questões mais importantes: de onde vim e quem é a minha verdadeira família.
-------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Até para a semana.
e seria pedir muito se comentassem? Eu sei que estão aí outras fics que, povavelmente, serão mais interessantes, não desvalorizando o trabalho de ninguém, como é evidente, mas só queria que me dissessem o que estão a achar até agora.

Aqui está o capítulo desta semana!
Espero que gostem!
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II
Nesse dia, estava nublado. Embora não estivesse frio, a minha mãe insistiu para que me agasalhasse e levasse o chapéu-de-chuva, apesar de isso me ser completamente indiferente.Quando saí de casa, Alex que me esperava ao portão, nem me reconheceu. Normalmente eu usava menos roupa. No caminho para a escola, começou a cair uma chuva miudinha e Alex quase me forçou a abrir o chapéu.
Chegámos á escola com alguns segundos de atraso. Para Alex isso não era nada mas para mim era bastante, uma vez que costumava ir a «andar» para a escola e desta vez fui MESMO a andar, por culpa dos agasalhos, o que me deixou bastante irritada.
Essa irritação prolongou-se ao longo do dia e atingiu o seu pico á hora do almoço, em que não aguentei mais e arranquei a roupa que tinha a mais. Toda a gente ficou a olhar para mim e para os farrapos de roupa espalhados á minha volta. Senti-me a corar e num instante os apanhei e os guardei na mochila.
A campainha tocou e pude ir com Alex para o pátio almoçar.
Sentámo-nos num banco perto da porta que dava para sala de aula. Pousámos as mochilas e tirámos o saco com o almoço. Alex tinha trazido a sua habitual sandes de atum e sumo de fruta.
Ao mexer na mochila, reparei que esquecera o almoço na sala de aula.
- Espera aqui que eu não demoro.- disse, deixando a mochila ao pé dela.
Não demorei mais que alguns segundos. O tempo suficiente para que, ao voltar, desse de caras com uma cena desagradável.
Um miúdo corpolento, com cabelo farto castanho, vestido com uma t-shirt preta com uma caveira branca, calças castanhas de bolsos e sapatos da cor da t-shirt dirigiu-se a Alex com um ar ameaçador. Era o rufia da escola.
Normalmente, nunca se aproximava de Alex porque eu estava com ela e isso assustava-o um pouco. Nunca percebera a razão até há pouco tempo.
Fui logo a correr ter com eles, já com o saco do almoço na mão. Consegui apanhar uma parte da conversa. O rapaz falava num tom grave:
- Ouve lá, miúda. Estás a ocupar o MEU espaço por isso, desanda!-
Alex estava petreficada de medo. O rapaz aproximou-se do banco, quando se ouviu uma voz aveludada:
- Ei! Nunca te disseram que é feio maltratar uma rapariga?- Olharam os dois na direcção da voz e lá estava eu, encostada a uma coluna com os braços cruzados. O meu olhar era feroz e sedento.
Assim que me viu, começou a recuar e balbucinou:
- Hem... se calhar é melhor eu ir embora. Não sabia que este lugar estava ocupado. Desculpem.-
Sentei-me e almoçámos tranquilamente.
Depois do almoço, voltámos para as aulas. Um dos trabalhos de casa de uma aula era sobre a família. Fiquei intrigada com aquilo. Como ia eu fazer um trabalho sobre a minha família se nem os conhecia bem?
Saí da aula a pensar nisso.
Quando cheguei a casa, fui para o quarto com alguns álbuns de fotografias e comecei a pesquisar fotografias que podesse usar no trabalho.
Á medida que folheava os álbuns, ia encontrando fotos cada vez mais estranhas: para além de eu aparecer desfocada, parecia que havia uma aura á minha volta. Não era a primeira vez que isso acontecia. Sempre que tirava uma foto, ela saía desfocada. Já nas fotografias da escola acontecia o mesmo. Por isso nunca tinha fotografias minhas em casa.
E o mais estranho era que quando tirava uma fotografia com Alex, ambas apareciam nítidas. Era como se a Alex, de alguma maneira, tivesse um poder oculto que quebrava a aura á minha volta.
Estava sentada na cama a olhar para as fotografias espalhadas pela colcha. Resolvi ordená-las desde que nascera até ás mais recentes. Foi então que reparei numa que me despertou a atenção. Tratava-se de uma fotografia minha a tomar banho e a rir para a minha mãe. Nessa altura, não usava lentes de contacto, pelo que os meus olhos eram cor de bronze. Apesar de desfocada, conseguia ver perfeitamente a minha pele branca de mármore. Mas o que me chamou a atenção foi a data que estava gravada na fotografia. Era a data a seguir á do meu suposto nascimento. Como podia ser a fotografia de uma menina recém-nascida se parecia ser mais crescida? Era estranho.
Também achei estranho que a minha aparência se tivesse mantido ao longo do tempo. Parecia que, á medida que ia crescendo, ia ficando mais jovem, mas tinha começado em bebé. Tinha de haver uma razão para isto. Começava a ter as minhas suspeitas, apenas precisava de as confirmar.
Então, ganhei coragem para me levantar da cama e ir até ao meu velho coomputador. Esperei até que a Internet arrancasse, abri no motor de busca, escrevi a palavra «Vampiro» no rectângulo de pesquisa e cliquei no botão «pesquisar». Nunca pensei que aparecessem tantos sites sobre o tema. Cliquei no primeiro que encontrei.
Era um site sobre vampiros que nunca tinha visto. Comecei a percorrê-lo com as setas laterais até encontrar um link que dizia «Como ditinguir um vampiro». Cliquei e quando comecei a ler fiquei em choque. Todas as características descritas no site eram as minhas: poderes sobrenaturais, beleza e juventude eternas, pele branca e dura, olhos que mudam de cor consoante a situação, mas o que mais me impressionou foram os dentes. Isso era a única coisa que ainda não tinha visto. Também dizia que alguns vampiros não tinham reflexo no espelho, mas isso eu tinha.
Depois de ler aquilo, levantei-me e fui até ao espelho do guarda-roupa. Com algum receio abri ligeiramente a boca e ali estavam: encolhidos, mas mais salientes e brilhantes que os outros dentes, os meus caninos de vampira.
Com todas aquelas revelações só faltavam as questões mais importantes: de onde vim e quem é a minha verdadeira família.
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E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Até para a semana.
e seria pedir muito se comentassem? Eu sei que estão aí outras fics que, povavelmente, serão mais interessantes, não desvalorizando o trabalho de ninguém, como é evidente, mas só queria que me dissessem o que estão a achar até agora.

Olá.
Aqui fica o capítulo desta semana, espero que gostem.
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Ainda em choque, abri a porta do quarto, desci as escadas a correr e entrei na sala onde os meus pais me esperavam.
O jantar estava pronto, por isso sentámo-nos á mesa para comer. O silêncio era pesado. O meu pai quebrou-o:
- Então, Ana como foi o teu dia?- A pergunta não podia ser mais directa.
Engoli em seco, como se tivesse perguntado se tinha feito alguma coisa de errado. A minha voz soou nervosa:
- Bom...Hoje na escola foi-nos pedido para fazermos um trabalho sobre a família e estive a ver algumas fotografias antigas. E encontrei algumas muito estranhas, nomeadamente aquelas em que eu apareço. Por isso fui pesquisar e...- Não cheguei a completar a frase. Era como se eles tivessem adivinhado o que is dizer a seguir. O jantar decorreu de forma normal, mas em silêncio.
Depois, fomos para a sala de estar. Os meus pais sentaram-se no sofá e indicaram-me a poltrona onde, normalmente, se sentava o pai. O silêncio era assustador. Mais assustador do que nas vezes em que perguntava sobre o meu nascimento. Ninguém se atrevia a dizer uma palavra, eu quebrei p silêncio com a minha voz suave e aveludada:
- Vocês já sabiam, certo?-
Eles não responderam, mas eu pude perceber pelas expressões nos seus rostos que já sabiam de tudo.
Continuei com o mesmo tom calmo:
- Porque não me contaram? Durante todos estes anos eu pensei que era uma rapariga normal! Vocês não imaginam como me sinto! Não fazem ideia de como isto é difícil e duro! Pensar a vida inteira que se é alguém para depois descobrir que não! E, se sabiam. porque não me contaram?- Respirei fundo. Cotinuei, começava a sentir uma fúria a crescer dentro de mim:
- Não me venham dizer que foi para me proteger, porque eu sei que não foi! Portanto, quero a verdade!-
Nesta altura, já estava de pé. Queria chorar, mas não conseguia. Queria soltar a raiva que tinha, mas era como se algo me impedisse, como se a minha mente me dissesse: «deixa para mais tarde.»
Então, muito timidamente, a minha mãe quebrou o silêncio:
- Ana, não houve momento nenhum em que não te quisessemos contar a verdade, mas tivémos medo da tua reacção e, sobretudo, tememos por nós. Nunca tinhamos lidado com uma situção destas. Não sabíamos como o fazer.-
Incrédula, perguntei:
- Quem vos contou? Como é que apareci? Como é que me encontraram?-
A minha mãe começou a contar:
- Nós já tínhamos tentado ter filhos, mas nunca conseguimos. Quando nos disseram que o teu pai era estéril e que só poderíamos ter filhos através da inseminação artificial com um desconhecido, ficámos muito trsites. O resto da família conformou-se com a situação, mas nós não. Foi então que pensámos em adoptar. Ainda tivemos algumas experiências, mas todas sem resultado.
Até que te encontrámos.-
Fez uma pausa e continuou:
- Nesse dia, estava frio. Tínhamos acabado de vir de um jantar com alguns amigos. Havia muito trânsito na estrada onde seguíamos, por isso decidimos ir por um atalho na floresta. Como estava cansada, encostei a cabeça ao vidro do carro. De repente, no meio da escuridão vi algo a brilhar. Chamei a atenção do teu pai, mas quando ele olhou, o brilho tinha desaparecido. Ele disse que talvez fosse do efeito das bebidas do jantar misturadas com o cansaço que estavam a provocar-me visões.
Mas, momentos depois, o brilho voltou e desta vez consegui que ele o visse.
Parámos o carro e fomos ver. Seguimos o brilho e quando descobrimos o que era nem queríamos acreditar: perdiada no meio da floresta, estava uma bebé recém-nascida num cesto. Como não te mexias e estavas fria, pensámos que estavas morta, mas, passados alguns intantes, abriste os olhos. Como estavas ali sozinha, decidimos levar-te para casa e criar-te como nossa filha. Era como um sonho tornado realidade. A tua adopção não foi difícil de conseguir uma vez que foste encontrada por nós abadonada e ningúem te veio reclamar.
Os primeiros dias foram complicados, porque tu não comias nada do que te dávamos e pensámos que era por causa da adaptação á nova família, mas como a situação se prolongou, resolvemos levar-te ao médico e foi ele que nos disse, depois de te examinar, o que realmente eras: uma vampira.
Ao príncipio, ficámos em choque com a notícia e pensámos em abandonar-te no hospital, mas tu sorriste com um sorriso tão doce que foi impossivel resistir.
Então, o médico deu-nos alguns sacos de sangue do hospital e foi isso que te alimentou durante os primeiros meses de vida. Depois, começaste a comer o que nós comíamos mas bebias sempre sangue. Outra das coisas que sempre estranhámos em ti foi o facto de cresceres mais depressa que as outras crianças, ainda eras praticamente uma recém-nascida e já flavas e andavas como uma criança mais crescida.- Fz uma pausa, respirou fundo e prosseguiu:
- A úncia coisa que achamos que te liga á tua família verdadeira é esse medalhão que tens ao pescoço. Estava lá quando te encontrámos, e foi ele que nos guiou até ti.-
Olhei para o medalhão da rosa que tinha ao pescoço. A única coisa que me lembrava daquele medalhão era que nunca o tinha tirado nem para dormir, era como se fosse um tesouro.
Então, levantei-me e anunciei:
- Vou parti á procura da minha família e de mais respostas para a minha vida. Quero saber quem sou e de onde vim. Não precisam esperar por mim. Provavelmente nunca mais voltarei.-
E, dito isto, fui para o meu quarto, arrumar as minhas coisas. Parti na manhã seguinte, ainda o sol não tinha nascido. Os meus pais dormiam profundamente. Começei a andar rumo ao desconhecido. Sem saber que estava prestes a viver a maior aventura da minha existência.
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E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Até para a semana.

Aqui fica o capítulo desta semana, espero que gostem.
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III
Mergulhada nos meus pensamentos, nem me apercebi de que a porta da frente se abrira e os meus pais chegavam a casa, depois de mais um dia de trabalho.Ainda em choque, abri a porta do quarto, desci as escadas a correr e entrei na sala onde os meus pais me esperavam.
O jantar estava pronto, por isso sentámo-nos á mesa para comer. O silêncio era pesado. O meu pai quebrou-o:
- Então, Ana como foi o teu dia?- A pergunta não podia ser mais directa.
Engoli em seco, como se tivesse perguntado se tinha feito alguma coisa de errado. A minha voz soou nervosa:
- Bom...Hoje na escola foi-nos pedido para fazermos um trabalho sobre a família e estive a ver algumas fotografias antigas. E encontrei algumas muito estranhas, nomeadamente aquelas em que eu apareço. Por isso fui pesquisar e...- Não cheguei a completar a frase. Era como se eles tivessem adivinhado o que is dizer a seguir. O jantar decorreu de forma normal, mas em silêncio.
Depois, fomos para a sala de estar. Os meus pais sentaram-se no sofá e indicaram-me a poltrona onde, normalmente, se sentava o pai. O silêncio era assustador. Mais assustador do que nas vezes em que perguntava sobre o meu nascimento. Ninguém se atrevia a dizer uma palavra, eu quebrei p silêncio com a minha voz suave e aveludada:
- Vocês já sabiam, certo?-
Eles não responderam, mas eu pude perceber pelas expressões nos seus rostos que já sabiam de tudo.
Continuei com o mesmo tom calmo:
- Porque não me contaram? Durante todos estes anos eu pensei que era uma rapariga normal! Vocês não imaginam como me sinto! Não fazem ideia de como isto é difícil e duro! Pensar a vida inteira que se é alguém para depois descobrir que não! E, se sabiam. porque não me contaram?- Respirei fundo. Cotinuei, começava a sentir uma fúria a crescer dentro de mim:
- Não me venham dizer que foi para me proteger, porque eu sei que não foi! Portanto, quero a verdade!-
Nesta altura, já estava de pé. Queria chorar, mas não conseguia. Queria soltar a raiva que tinha, mas era como se algo me impedisse, como se a minha mente me dissesse: «deixa para mais tarde.»
Então, muito timidamente, a minha mãe quebrou o silêncio:
- Ana, não houve momento nenhum em que não te quisessemos contar a verdade, mas tivémos medo da tua reacção e, sobretudo, tememos por nós. Nunca tinhamos lidado com uma situção destas. Não sabíamos como o fazer.-
Incrédula, perguntei:
- Quem vos contou? Como é que apareci? Como é que me encontraram?-
A minha mãe começou a contar:
- Nós já tínhamos tentado ter filhos, mas nunca conseguimos. Quando nos disseram que o teu pai era estéril e que só poderíamos ter filhos através da inseminação artificial com um desconhecido, ficámos muito trsites. O resto da família conformou-se com a situação, mas nós não. Foi então que pensámos em adoptar. Ainda tivemos algumas experiências, mas todas sem resultado.
Até que te encontrámos.-
Fez uma pausa e continuou:
- Nesse dia, estava frio. Tínhamos acabado de vir de um jantar com alguns amigos. Havia muito trânsito na estrada onde seguíamos, por isso decidimos ir por um atalho na floresta. Como estava cansada, encostei a cabeça ao vidro do carro. De repente, no meio da escuridão vi algo a brilhar. Chamei a atenção do teu pai, mas quando ele olhou, o brilho tinha desaparecido. Ele disse que talvez fosse do efeito das bebidas do jantar misturadas com o cansaço que estavam a provocar-me visões.
Mas, momentos depois, o brilho voltou e desta vez consegui que ele o visse.
Parámos o carro e fomos ver. Seguimos o brilho e quando descobrimos o que era nem queríamos acreditar: perdiada no meio da floresta, estava uma bebé recém-nascida num cesto. Como não te mexias e estavas fria, pensámos que estavas morta, mas, passados alguns intantes, abriste os olhos. Como estavas ali sozinha, decidimos levar-te para casa e criar-te como nossa filha. Era como um sonho tornado realidade. A tua adopção não foi difícil de conseguir uma vez que foste encontrada por nós abadonada e ningúem te veio reclamar.
Os primeiros dias foram complicados, porque tu não comias nada do que te dávamos e pensámos que era por causa da adaptação á nova família, mas como a situação se prolongou, resolvemos levar-te ao médico e foi ele que nos disse, depois de te examinar, o que realmente eras: uma vampira.
Ao príncipio, ficámos em choque com a notícia e pensámos em abandonar-te no hospital, mas tu sorriste com um sorriso tão doce que foi impossivel resistir.
Então, o médico deu-nos alguns sacos de sangue do hospital e foi isso que te alimentou durante os primeiros meses de vida. Depois, começaste a comer o que nós comíamos mas bebias sempre sangue. Outra das coisas que sempre estranhámos em ti foi o facto de cresceres mais depressa que as outras crianças, ainda eras praticamente uma recém-nascida e já flavas e andavas como uma criança mais crescida.- Fz uma pausa, respirou fundo e prosseguiu:
- A úncia coisa que achamos que te liga á tua família verdadeira é esse medalhão que tens ao pescoço. Estava lá quando te encontrámos, e foi ele que nos guiou até ti.-
Olhei para o medalhão da rosa que tinha ao pescoço. A única coisa que me lembrava daquele medalhão era que nunca o tinha tirado nem para dormir, era como se fosse um tesouro.
Então, levantei-me e anunciei:
- Vou parti á procura da minha família e de mais respostas para a minha vida. Quero saber quem sou e de onde vim. Não precisam esperar por mim. Provavelmente nunca mais voltarei.-
E, dito isto, fui para o meu quarto, arrumar as minhas coisas. Parti na manhã seguinte, ainda o sol não tinha nascido. Os meus pais dormiam profundamente. Começei a andar rumo ao desconhecido. Sem saber que estava prestes a viver a maior aventura da minha existência.
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E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Até para a semana.

Olá,
Aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
Um pequeno aviso: este capítulo tem descrições que podem causar desconforto aos mais sensíveis.
-------------------------------------------------------------------------------------
Para agravar a situação, para além do cansaço, comecei a sentir sede e um forte ardor na garganta. Já não bebia nada há dias e estava fraca, tinha esgotado as reservas de sangue que trouxera de casa e não encontrava nenhum animal no caminho que me pudesse satisfazer.
Completamente sem forças, deixei-me cair no caminho. Queria continuar, mas estava demasiado fraca para me mexer. A certa altura, a minha visão ficou turva. Antes de fechar os olhos, vi um vulto. Depois, a escuridão.
Acordei, passado um bocado. Já não senti o chão duro de terra batida mas sim uma superficície lisa, macia e confortável. Tinha a cabeça ligeiramente levantada e apoioada numa outra superficíe confortável mas mais macia que a outra onde estava o resto do corpo. Rapidamente me dei conta de que estava numa cama com uma colcha idêntica á que tinha no meu quarto mas mais velha.
Olhei para a minha roupa e vi que estava vestida com uma camisa de noite fina e branca de mangas compridas, mas a manga direita estava dobrada até ao cotovelo. Procurei a roupa que trouxera de casa e encontrei-a dobrada e lavada numa cadeira do lado esquerdo da cama.
Só então me apercebi de que estava numa cama de dossel num quarto que nunca tinha visto: era amplo e tinha uma grande janela, com as cortinas corridas deixando apenas entrar um raio de claridade. O quarto tinha, ainda, um grande armário e, aos pés da cama, havia um grande baú castanho-escuro. No chão, um tapete enorme vermelho.
Depois dee todas as observações, é que dei conta que a sensação de sede e ardor na garganta tinham desaparecido. Descobri a causa quando olhei para o lado direito: enfiada na articulação do cotovelo, estava uma fina agulha, ligada a um tubo que se ligava a um saco de sangue pendurado num gancho de ferro, como nos hospitais. O sangue circulava do saco até ao meu braço e provocava aquela sensação de conforto.
Tentei levantar-me. Queria agradecer a quem me tinha salvo. Mas senti uma tontura e voltei a deitar a cabeça na almofada.
Foi então que ouvi uma vozz suave e delicada muito perto de mim:
- Não devias mexer-te. Ainda estás fraca.-
A voz era de uma mulher. Só naquele momento é que vi que estava acompanhada. Estava vestida de branco como as enfermeiras, mas não tinha nenhum emblema, pelo que não estava num hospital, mas sim na casa de alguém. Pelo menos sabia que era vampira ou sabia como tratar com eles uma vez que tinha o equipamento necessário para «alimentar» alguém como eu.
A mulher que me impediu de levantar não devia ser vampira, ou se era disfarçava muito bem. As suas feiçoes eram rosadas e usava o cabelo castanho apanhado num totiço. Os seus olhos fizeam-me lembrar os da minha mãe: pretos e vivos. Tinha um sorriso doce e bondoso. Mas, o seu ar era cansado. Devia ter estado a cuidar de mim durante o tempo que estive desmaiada.
De repente, lembrei-me e perguntei-lhe com a voz um pouco faca, mas suave:
- Quanto tempo estive a dormir?-
Ela respondeu com o mesmo tom de voz:
- Três dias, mas não te preocupes porque foste bem cuidada por mim e pelo Barão.-
«3 dias!?» Pensei. «Isso foi muito tempo!» E eu já tinha perdido demasiado ao desmaiar.
Quando ia a perguntar onde estava, a porta do quarto abriu-se e um homem alto, magro, vestido como os cavalheiros do século XIX, penteado com gel, com um longo e fino bigode, pálido como eu, com as feiçoes jovens, mas não tanto como as minhas, entrou e fechou a porta.
Dirigiu-se á mulher que estava sentada e perguntou com uma voz suave mas grossa, olhando para mim:
- Então, Dulce como está ela?-
Dulce respondeu, sorrindo:
- Já acordou e penso que já lhe posso tirar a agulha, pois já me parece satisfeita.-
Ele sorriu e disse num tom cordial:
- Muito bem. Quando acabares, por favor deixa-nos.-
Dulce aprximou-se, tirou a agulha e abandonou o quarto, levando consigo o equipamento de transfusão.
Quando a porta se fechou, o homem que até então estivera afastado, puxou uma cadeira e aproximou-se da cama. Olhei para ele com os olhos ainda meio sonolentos.
Ele sorriu e perguntou:
- Então, sentes-te melhor, querida?-
Tentei responder com uma voz mais forte, mas saiu-me quase um murmúrio:
- Estou. obrigada.-
O sorriso manteve-se no rosto dele:
- Ainda bem. Quando a Dulce te encontrou desmaiada, no meio da estrada tu estavas quase morta. Se não fosse ela, receio que não tivesses conseguido sobreviver.-
Desta vez fui eu que sorri. Depois tentei levantar-me outra vez, mas tive outra tontura e voltei a deitar-me.
- É melhor descansares. Ainda não estás em condições de sair da cama. Amanhã falamos melhor.-
Levantou-se e caminhou para a porta.
Adormeci quando esta se fechou.
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E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Por favor, comentem (mesmo que não estejam a gostar) só para eu saber o que pensam!
Até para a semana.
Aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
Um pequeno aviso: este capítulo tem descrições que podem causar desconforto aos mais sensíveis.
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IV
Já estava na estrada há mais de dois dias e ainda não tinha encontrado nada. Nem casas, nem pessoas, nada. Só mato. Era como se a vila tivesse sido uma ilusão e estava agora a voltar á realidade. Só se viam árvores e mais árvores. O mais estranho era que tudo aquilo me parecia familiar, só não sabia onde é que já tinha visto aquele mato.Para agravar a situação, para além do cansaço, comecei a sentir sede e um forte ardor na garganta. Já não bebia nada há dias e estava fraca, tinha esgotado as reservas de sangue que trouxera de casa e não encontrava nenhum animal no caminho que me pudesse satisfazer.
Completamente sem forças, deixei-me cair no caminho. Queria continuar, mas estava demasiado fraca para me mexer. A certa altura, a minha visão ficou turva. Antes de fechar os olhos, vi um vulto. Depois, a escuridão.
Acordei, passado um bocado. Já não senti o chão duro de terra batida mas sim uma superficície lisa, macia e confortável. Tinha a cabeça ligeiramente levantada e apoioada numa outra superficíe confortável mas mais macia que a outra onde estava o resto do corpo. Rapidamente me dei conta de que estava numa cama com uma colcha idêntica á que tinha no meu quarto mas mais velha.
Olhei para a minha roupa e vi que estava vestida com uma camisa de noite fina e branca de mangas compridas, mas a manga direita estava dobrada até ao cotovelo. Procurei a roupa que trouxera de casa e encontrei-a dobrada e lavada numa cadeira do lado esquerdo da cama.
Só então me apercebi de que estava numa cama de dossel num quarto que nunca tinha visto: era amplo e tinha uma grande janela, com as cortinas corridas deixando apenas entrar um raio de claridade. O quarto tinha, ainda, um grande armário e, aos pés da cama, havia um grande baú castanho-escuro. No chão, um tapete enorme vermelho.
Depois dee todas as observações, é que dei conta que a sensação de sede e ardor na garganta tinham desaparecido. Descobri a causa quando olhei para o lado direito: enfiada na articulação do cotovelo, estava uma fina agulha, ligada a um tubo que se ligava a um saco de sangue pendurado num gancho de ferro, como nos hospitais. O sangue circulava do saco até ao meu braço e provocava aquela sensação de conforto.
Tentei levantar-me. Queria agradecer a quem me tinha salvo. Mas senti uma tontura e voltei a deitar a cabeça na almofada.
Foi então que ouvi uma vozz suave e delicada muito perto de mim:
- Não devias mexer-te. Ainda estás fraca.-
A voz era de uma mulher. Só naquele momento é que vi que estava acompanhada. Estava vestida de branco como as enfermeiras, mas não tinha nenhum emblema, pelo que não estava num hospital, mas sim na casa de alguém. Pelo menos sabia que era vampira ou sabia como tratar com eles uma vez que tinha o equipamento necessário para «alimentar» alguém como eu.
A mulher que me impediu de levantar não devia ser vampira, ou se era disfarçava muito bem. As suas feiçoes eram rosadas e usava o cabelo castanho apanhado num totiço. Os seus olhos fizeam-me lembrar os da minha mãe: pretos e vivos. Tinha um sorriso doce e bondoso. Mas, o seu ar era cansado. Devia ter estado a cuidar de mim durante o tempo que estive desmaiada.
De repente, lembrei-me e perguntei-lhe com a voz um pouco faca, mas suave:
- Quanto tempo estive a dormir?-
Ela respondeu com o mesmo tom de voz:
- Três dias, mas não te preocupes porque foste bem cuidada por mim e pelo Barão.-
«3 dias!?» Pensei. «Isso foi muito tempo!» E eu já tinha perdido demasiado ao desmaiar.
Quando ia a perguntar onde estava, a porta do quarto abriu-se e um homem alto, magro, vestido como os cavalheiros do século XIX, penteado com gel, com um longo e fino bigode, pálido como eu, com as feiçoes jovens, mas não tanto como as minhas, entrou e fechou a porta.
Dirigiu-se á mulher que estava sentada e perguntou com uma voz suave mas grossa, olhando para mim:
- Então, Dulce como está ela?-
Dulce respondeu, sorrindo:
- Já acordou e penso que já lhe posso tirar a agulha, pois já me parece satisfeita.-
Ele sorriu e disse num tom cordial:
- Muito bem. Quando acabares, por favor deixa-nos.-
Dulce aprximou-se, tirou a agulha e abandonou o quarto, levando consigo o equipamento de transfusão.
Quando a porta se fechou, o homem que até então estivera afastado, puxou uma cadeira e aproximou-se da cama. Olhei para ele com os olhos ainda meio sonolentos.
Ele sorriu e perguntou:
- Então, sentes-te melhor, querida?-
Tentei responder com uma voz mais forte, mas saiu-me quase um murmúrio:
- Estou. obrigada.-
O sorriso manteve-se no rosto dele:
- Ainda bem. Quando a Dulce te encontrou desmaiada, no meio da estrada tu estavas quase morta. Se não fosse ela, receio que não tivesses conseguido sobreviver.-
Desta vez fui eu que sorri. Depois tentei levantar-me outra vez, mas tive outra tontura e voltei a deitar-me.
- É melhor descansares. Ainda não estás em condições de sair da cama. Amanhã falamos melhor.-
Levantou-se e caminhou para a porta.
Adormeci quando esta se fechou.
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E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Por favor, comentem (mesmo que não estejam a gostar) só para eu saber o que pensam!
Até para a semana.

Olá Joana,
Li de seguida a história que publicas semanalmente. Está muito bem construída. Sabes descrever bem a acção do enredo. O que é muito bom porque consegues transmitir claramente as tuas ideias. No entanto, uns pormenores a corrigir: Atenção à ortografia. Usa o word para escreveres a fic e depois publicas no fórum. Aguardo o seu seguimento. Ganhastes uma leitora
Quero saber que acordo estabeleceu o Barão com a Ana.
Li de seguida a história que publicas semanalmente. Está muito bem construída. Sabes descrever bem a acção do enredo. O que é muito bom porque consegues transmitir claramente as tuas ideias. No entanto, uns pormenores a corrigir: Atenção à ortografia. Usa o word para escreveres a fic e depois publicas no fórum. Aguardo o seu seguimento. Ganhastes uma leitora
Quero saber que acordo estabeleceu o Barão com a Ana.Joananascimenti escreveu:
e seria pedir muito se comentassem? Eu sei que estão aí outras fics que, povavelmente, serão mais interessantes, não desvalorizando o trabalho de ninguém, como é evidente, mas só queria que me dissessem o que estão a achar até agora.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Olá
Antes de mais, quero agradecer o comentário.
Agora, aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem!
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- Bom dia. Dormiste bem?- Dulce estava ao pé da janela e abria as cortinas para deixar entrar a luz.
Sorriu quando me sentei na cama e lhe assenti com a cabeça. Nesse momento, o homem da noite anterior entrou no quarto, também sorridente.
- Bom dia. Dormiu bem?- a minha voz parecia mais animada que na noite anterior.
Olhou para mim e sorriu:
- Estás com melhor cara e isso é bom.- Sorri e tentei levantar-me, mas ao fazê-lo, senti uma tontura. Ele correu a amparar-me.
- Tem calma! Ainda não estás totalmente recuperada. O sangue demora a voltar a circular. É melhor descansares mais um pouco.-
Voltei a deitar-me com a ajuda dele e de Dulce.
O homem sentou-se na cadeira onde se tinha sentado na noite anterior.
- Com todas estas confusões, ainda não fomos apresentados. Eu sou o Arnaldo, mas todos me conhecem por Barão do Rêgo. Penso que já conheces a minha esposa, Dulce.- A mulher sorriu.
- Muito prazer. Eu sou a Ana Semedo, mas pode tratar-me só por Ana.- Ele pareceu surpreendido ao ouvir o meu nome.
- Agora que já estás melhor, podes dizer-me o que fazias na estrada áquela hora da noite?- Fiz um ar sério antes de responder. A minha voz saiu trémula:
- Há pouco tempo, descobri que era uma vampira. Por isso, resolvi sair de casa para procurar mais informações sobre de onde vim. Mas, entretanto, esgotei as minhas reservas de sangue e desmaiei. Teria ficado lá se não me tivessem encontrado. Agradeço-vos por isso.- Fiz uma pausa, depois acrescentei:
- Foi muito dificíl tomar esta decisão e eu sei que foi precipitada, mas eu tinha de saber quem sou para poder continuar.-
Ele afagou-me a cabeça e disse:
- Se quiseres e, já que aqui estás, eu posso ajudar-te. Sou perito em investigações.-
Sorri.
- A sério? Pode mesmo?! Obrigada!- abracei-o. Depois larguei-o atrapalhada. - Desculpe, foi o impulso.- Ele sorriu também.
- Não faz mal. Agora, descansa. Quando já não sentires tonturas, podes levantar-te e vir conhecer o resto da minha casa e começar com a investigação.
Então, ele e Dulce saíram do quarto.
Fiquei de cama mais algum tempo. Uma manhã, levantei-me e já não senti tonturas. Resolvi vestir-me e fui procurar o Barão.
Fui encontrá-lo na biblioteca do castelo. Estava de pé virado para a janela. A luz do sol fazia ver todas as marcas da idade, apesar de ter uma aparência jovem. Era realmente belo apesar de ser uns séculos mais velho. Tinha as mãos enlaçadas atrás das costas e olhava fixamente através da janela para o jardim do castelo.
Aproximei-me devagar e toquei-lhe ao de leve no ombro. Sò então me apercebi de que estava mais alta. Ele sobressaltou-se mas depois sorriu ao olhar para mim.
- Vejo que estás completamente recuperada. - disse, sorrindo.
- Sim.- apressei-me a acrescentar. - Hoje estou com as enegias renovadas.-
- Ainda bem.- acrescentou.
Durante um momento, ficámos em silêncio. Depois, ele deu um leve suspiro para dar seguimento á conversa. Convidou-me a sentar num canapé ali perto. Depois prosseguiu com uma expressão de culpa como uma criança que fez uma asneira e está com medo da reacção dos pais:
- Sabes, enquanto esteveste desmaiada, eu tomei a liberdade de tirar uma amostra do teu sangue.-
Fiquei surpreendida, mas deixei-o continuar:
- Quando a Dulce te trouxe, tu estavas a morrer, pois estavas muito fraca e precisavas de sangue urgentemente. Mas, antes da transfusão, eu retirei uma amostra de teu sangue e levei-o para o laboratório. Depois de alguma análise detalhada, cheguei a uma conclusão no minímo interessante e curiosa: o teu sangue não é como o sangue de um vampiro vulgar. Contém células de dois tipos de sangue de vampiro. Isso explica, por exemplo, o facto de cresceres mais depressa que a maioria das crianças, ou poderes comer comida humana e dormir, coisa que a maioria dos vampiros não fazem. Posso dizer que és um caso raro de vampiro OB.-
Depois da explicação, só consegui peguntar:
- O que é um vampiro OB?-
Pecebendo como estava confusa, o Barão explicou de uma maneira mais clara, sorrindo:
- Um vampiro de tipo de sangue OB, como tu ou eu e até a Dulce, é uma subespécie de vampiros que surgiram muito recentemente. São uma espécie que tem poderes ilimitados, mas que só podem ser controlados quando atingem os 20 anos de idade. Mas não te preocupes já falta pouco. Aqui o tempo não é medido como na Terra.-
Voltei a perguntar ainda mais confusa:
- Então se não estou na Terra, onde estou?-
O Barão respkndeu calmamente:
- Estás na Transilvânia. No Universo Mágico.-
--------------------------------------------------------------------------------------
E pronto mais uma vez espero que goestem.
Como sempre, vemo-nos para a semana.
E, já agora, sempre que poderem e quiserem, deixem o vosso comentário.
Bom fim- de- semana.
Antes de mais, quero agradecer o comentário.
Agora, aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem!
---------------------------------------------------------------------------------------
V
Na manhã seguinte, acordei com os raios de sol a baterem-me ao de leve na cara.- Bom dia. Dormiste bem?- Dulce estava ao pé da janela e abria as cortinas para deixar entrar a luz.
Sorriu quando me sentei na cama e lhe assenti com a cabeça. Nesse momento, o homem da noite anterior entrou no quarto, também sorridente.
- Bom dia. Dormiu bem?- a minha voz parecia mais animada que na noite anterior.
Olhou para mim e sorriu:
- Estás com melhor cara e isso é bom.- Sorri e tentei levantar-me, mas ao fazê-lo, senti uma tontura. Ele correu a amparar-me.
- Tem calma! Ainda não estás totalmente recuperada. O sangue demora a voltar a circular. É melhor descansares mais um pouco.-
Voltei a deitar-me com a ajuda dele e de Dulce.
O homem sentou-se na cadeira onde se tinha sentado na noite anterior.
- Com todas estas confusões, ainda não fomos apresentados. Eu sou o Arnaldo, mas todos me conhecem por Barão do Rêgo. Penso que já conheces a minha esposa, Dulce.- A mulher sorriu.
- Muito prazer. Eu sou a Ana Semedo, mas pode tratar-me só por Ana.- Ele pareceu surpreendido ao ouvir o meu nome.
- Agora que já estás melhor, podes dizer-me o que fazias na estrada áquela hora da noite?- Fiz um ar sério antes de responder. A minha voz saiu trémula:
- Há pouco tempo, descobri que era uma vampira. Por isso, resolvi sair de casa para procurar mais informações sobre de onde vim. Mas, entretanto, esgotei as minhas reservas de sangue e desmaiei. Teria ficado lá se não me tivessem encontrado. Agradeço-vos por isso.- Fiz uma pausa, depois acrescentei:
- Foi muito dificíl tomar esta decisão e eu sei que foi precipitada, mas eu tinha de saber quem sou para poder continuar.-
Ele afagou-me a cabeça e disse:
- Se quiseres e, já que aqui estás, eu posso ajudar-te. Sou perito em investigações.-
Sorri.
- A sério? Pode mesmo?! Obrigada!- abracei-o. Depois larguei-o atrapalhada. - Desculpe, foi o impulso.- Ele sorriu também.
- Não faz mal. Agora, descansa. Quando já não sentires tonturas, podes levantar-te e vir conhecer o resto da minha casa e começar com a investigação.
Então, ele e Dulce saíram do quarto.
Fiquei de cama mais algum tempo. Uma manhã, levantei-me e já não senti tonturas. Resolvi vestir-me e fui procurar o Barão.
Fui encontrá-lo na biblioteca do castelo. Estava de pé virado para a janela. A luz do sol fazia ver todas as marcas da idade, apesar de ter uma aparência jovem. Era realmente belo apesar de ser uns séculos mais velho. Tinha as mãos enlaçadas atrás das costas e olhava fixamente através da janela para o jardim do castelo.
Aproximei-me devagar e toquei-lhe ao de leve no ombro. Sò então me apercebi de que estava mais alta. Ele sobressaltou-se mas depois sorriu ao olhar para mim.
- Vejo que estás completamente recuperada. - disse, sorrindo.
- Sim.- apressei-me a acrescentar. - Hoje estou com as enegias renovadas.-
- Ainda bem.- acrescentou.
Durante um momento, ficámos em silêncio. Depois, ele deu um leve suspiro para dar seguimento á conversa. Convidou-me a sentar num canapé ali perto. Depois prosseguiu com uma expressão de culpa como uma criança que fez uma asneira e está com medo da reacção dos pais:
- Sabes, enquanto esteveste desmaiada, eu tomei a liberdade de tirar uma amostra do teu sangue.-
Fiquei surpreendida, mas deixei-o continuar:
- Quando a Dulce te trouxe, tu estavas a morrer, pois estavas muito fraca e precisavas de sangue urgentemente. Mas, antes da transfusão, eu retirei uma amostra de teu sangue e levei-o para o laboratório. Depois de alguma análise detalhada, cheguei a uma conclusão no minímo interessante e curiosa: o teu sangue não é como o sangue de um vampiro vulgar. Contém células de dois tipos de sangue de vampiro. Isso explica, por exemplo, o facto de cresceres mais depressa que a maioria das crianças, ou poderes comer comida humana e dormir, coisa que a maioria dos vampiros não fazem. Posso dizer que és um caso raro de vampiro OB.-
Depois da explicação, só consegui peguntar:
- O que é um vampiro OB?-
Pecebendo como estava confusa, o Barão explicou de uma maneira mais clara, sorrindo:
- Um vampiro de tipo de sangue OB, como tu ou eu e até a Dulce, é uma subespécie de vampiros que surgiram muito recentemente. São uma espécie que tem poderes ilimitados, mas que só podem ser controlados quando atingem os 20 anos de idade. Mas não te preocupes já falta pouco. Aqui o tempo não é medido como na Terra.-
Voltei a perguntar ainda mais confusa:
- Então se não estou na Terra, onde estou?-
O Barão respkndeu calmamente:
- Estás na Transilvânia. No Universo Mágico.-
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E pronto mais uma vez espero que goestem.
Como sempre, vemo-nos para a semana.
E, já agora, sempre que poderem e quiserem, deixem o vosso comentário.
Bom fim- de- semana.

Olá Joana,
Estou a adorar a história. Acabas os capítulos em suspense o que a torna mais apelativa e cativa para lermos os capítulos seguintes. É surpreendente. Tens de continuar a postar! Fico aguardar a próxima publicação.
Estou a adorar a história. Acabas os capítulos em suspense o que a torna mais apelativa e cativa para lermos os capítulos seguintes. É surpreendente. Tens de continuar a postar! Fico aguardar a próxima publicação.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Olá,
Antes de mais, quero agradecer os comentários.
Aqui fica o capitulo desta semana, espero que gostem
---------------------------------------------------------------------------------------
Foi então que o vi: comprido, com uma moldura castanha-escura á volta, ao lado do armário.
Aquele momento fez-me recordar o dia em que descobri que era uma vampira. Pus-me á sua frente como um «cowboy» quando enfrenta outro num duelo e pude ver o quanto estava diferente: já não parecia aquela menina de San Domino que adorava correr pelo quintal da casa ou pelo parque da cidade com Alex e com os meus pais. Estava mais alta e a minha pele mais branca. Mas o que mais me impressionou foram os olhos: agora, sem as lentes de contacto, podia ver a sua cor original. Eram uma mistura de azul com dourado, o que lhes dava uma tonalidade simples e assustadora ao mesmo tempo. Mas não deixava de ser bonita. Outra coisa que também me deixou surpreendida foi o cabelo: estava mais preto e comprido, e também parecia mais fino, como seda. Já tinha pensado em cortá-lo, mas preferi deixá-lo tal como estava. Dava um ar mais maduro. Depois de me ver ao espelho, fui para a cama e pensei em tudo o que o Barão me tinha dito. Seria possível que houvessem duas espécies de vampiros? E porque seria o meu sangue tão raro? Todas estas perguntas precisavam de uma resposta e o mais depressa possível pois a minha mente estava a dar comigo em doida.
Adormeci a pensar nestas perguntas e na maneira como iria fazê-las no dia seguinte ao Barão.
Na mamhã seguinte, depois de me vestir, fui directa á biblioteca onde o Barão estaria para lhe fazer as perguntas que martelavam na minha mente.
Mas quando entrei na biblioteca, não o encontrei em parte nenhuma. Foi então que vi algo que me surpreendeu: no meio das estantes, havia uma porta secreta. Ao aproximar-me, vi que estava entreaberta, pelo que a empurrei suavemente. Por detrás da porta, havia uma escadaria. Comecei a descê-la. Quanto mais descia parecia que ainda havia mais degraus. Quando finalmente cheguei ao fim dos degraus, deparei-me com outra porta, mas estava fechada, pelo que tive de fazer mais força para a abrir.
Ao abrir a porta, deparo-me com algo extraordinário: uma sala mais ampla que todas as outras, por onde se estendia um vasto equipamento de laboratório: computadores, frascos e frasquinhos com líquidos de várias cores, tubos de ensaio e provetas. Mas o que mais me impressionou foi uma grande estante, tão grande como as da biblioteca.
Estava tão fascinada com aquele laboratório, que nem me apercebi que a porta se fechara. Só dei conta quando senti algo pesado no ombro. Dei um ligeiro salto, mas depois olhei para o lado e vi o Barão que me sorria amavelmente, disfarçando a sua surpresa e irritação. Imediatamente, baixei os olhos e pus-me á sua frente, dizendo com uma voz de arrependimento:
- Desculpe por ter entrado assim, mas é que quando entrei na biblioteca não o encontrei e depois vi uma porta entre as estantes e deu-me uma curiosidade louca de ver o que havia do outro lado e depois vi este laboratório. Mas fique descansado que não toquei em nada.- Sò estava a ver. Se quiser, saio já.- E dirigi-me á porta, mas o Barão impediu-me. Depois baixou-se até ficar da minha altura. Sorriu antes de falar:
- Não faz mal. Eu sei o que é ser-se curioso. Eu próprio sou bastante curioso. Por isso não te preocupes. Mas para a próxima avisa, está bem?-
Senti um grande alívio quando percebi que não estava chateado.
Endireitou-se e acrescentou:
- Vamos esquecer o que aconteceu e aproveitar que estás aqui para saberes um pouco mais sobre as tuas origens. Presumo que tenhas um montão de perguntas ainda sem resposta.-
Abanei a cabeça afirmativamente. Ele prosseguiu:
- Deduzo que a pergunta que agora te ocorre e que ainda não te tinhas lembrado seja porque razão estás na Transilvânia.- De facto ainda não me lembrado dessa. Ele continuou:
- Essa pergunta é fácil de responder: tu passaste, sem te dares conta, um portal que divide os dois mundos.-
Pensei um pouco confusa, mas depois lembrei-me de ter visto uma luz avermelhada e algo brilhante na estrada, mas pensei que fosse uma ilusão provocada pela fraqueza. Deve ter sido por isso que a estrada estava vazia. Tinha passado para o Mundo Mágico.
Continuou:
- A segunda pergunta que deve ter a ver com o facto de teres dois tipos de sangue, também tem a sua resposta embora um pouco mais complexa. -
Olhou para mim de lado e depois sorriu. A minha expressão confusa era fê-lo anbrandar no discurso:
- Muito bem, deixa-me explicar de forma clara.-
Sentou-se num banco ali perto e indicou-me outro perto de um ecrã de computador ligado que mostrava uma substância violeta. Devia ser o meu sangue.
- Como vês.- começou ele apontando para o ecã.- Esta é a amostra que recolhi do teu sangue. Esta manhã fiz uma pesquisa mais aprofundada sobre o assunto e descobri algo interessnate.-
Mais uma vez fiquei curiosa. Ele finalizou:
- Pois bem: o teu sangue resulta de uma mistura de dois tipos de sangue: um de vampiro OB e outro de vampiro OA.-
A minha expressão era de surpresa. Ele acrescentou:
- A minha pesquisa diz que tu nasceste da combinação de duas espécies de vampiros: uma de tipo OB, produzida pelo próprio e que pertence á tua mãe, e outro de tipo OA que pertence ao teu pai.-
Quando terminou, eu estava em choque. Mas, ainda assim, consegui perguntar:
- Como é que sabe que o sangue OB é da minha mãe e o OA do meu pai? Por acaso sabe quem são?-
O Barão ficou atrapalhado sem saber o que responder:
- Bem...huh.... supus que fosse assim.- Fiquei satisfeita mas não completamente esclarecida.
Levantei-me para sair e, sem querer, toquei no botão de um dos ecrãs maiores que se ligou projectando uma imagem assustadoramente familiar. O meu bairro e a cidade que me viram nascer estavam destruidos.
Afastei-me rapidamente do ecrã. As lágirmas começaram a correr-me pela cara.
- O que aconteceu? Porque é que está tudo destruido?- Virei-me para ele:- Sabe quem fez isto? E porque está no seu ecrã?- Olhei melhor e vi que era um site de notícias e as imagens eram em directo.
O Barão levantou-se e desligou o ecrã. Abracei-me a ele a chorar.
Alguma coisa ou alguém tinha destruido o único sítio onde consegui ser feliz. E eu ia descobrir.
--------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Para a semana há mais.
Bom fim-de-semana
Antes de mais, quero agradecer os comentários.
Aqui fica o capitulo desta semana, espero que gostem
---------------------------------------------------------------------------------------
VI
Só naquela noite consegui ver-me ao espelho. Aproximei-me devagar da porta do quarto e rodei a maçaneta. Quando entrei, o quarto parecia-me mais familiar, mas, mesmo assim, ainda me dava algum receio.Foi então que o vi: comprido, com uma moldura castanha-escura á volta, ao lado do armário.
Aquele momento fez-me recordar o dia em que descobri que era uma vampira. Pus-me á sua frente como um «cowboy» quando enfrenta outro num duelo e pude ver o quanto estava diferente: já não parecia aquela menina de San Domino que adorava correr pelo quintal da casa ou pelo parque da cidade com Alex e com os meus pais. Estava mais alta e a minha pele mais branca. Mas o que mais me impressionou foram os olhos: agora, sem as lentes de contacto, podia ver a sua cor original. Eram uma mistura de azul com dourado, o que lhes dava uma tonalidade simples e assustadora ao mesmo tempo. Mas não deixava de ser bonita. Outra coisa que também me deixou surpreendida foi o cabelo: estava mais preto e comprido, e também parecia mais fino, como seda. Já tinha pensado em cortá-lo, mas preferi deixá-lo tal como estava. Dava um ar mais maduro. Depois de me ver ao espelho, fui para a cama e pensei em tudo o que o Barão me tinha dito. Seria possível que houvessem duas espécies de vampiros? E porque seria o meu sangue tão raro? Todas estas perguntas precisavam de uma resposta e o mais depressa possível pois a minha mente estava a dar comigo em doida.
Adormeci a pensar nestas perguntas e na maneira como iria fazê-las no dia seguinte ao Barão.
Na mamhã seguinte, depois de me vestir, fui directa á biblioteca onde o Barão estaria para lhe fazer as perguntas que martelavam na minha mente.
Mas quando entrei na biblioteca, não o encontrei em parte nenhuma. Foi então que vi algo que me surpreendeu: no meio das estantes, havia uma porta secreta. Ao aproximar-me, vi que estava entreaberta, pelo que a empurrei suavemente. Por detrás da porta, havia uma escadaria. Comecei a descê-la. Quanto mais descia parecia que ainda havia mais degraus. Quando finalmente cheguei ao fim dos degraus, deparei-me com outra porta, mas estava fechada, pelo que tive de fazer mais força para a abrir.
Ao abrir a porta, deparo-me com algo extraordinário: uma sala mais ampla que todas as outras, por onde se estendia um vasto equipamento de laboratório: computadores, frascos e frasquinhos com líquidos de várias cores, tubos de ensaio e provetas. Mas o que mais me impressionou foi uma grande estante, tão grande como as da biblioteca.
Estava tão fascinada com aquele laboratório, que nem me apercebi que a porta se fechara. Só dei conta quando senti algo pesado no ombro. Dei um ligeiro salto, mas depois olhei para o lado e vi o Barão que me sorria amavelmente, disfarçando a sua surpresa e irritação. Imediatamente, baixei os olhos e pus-me á sua frente, dizendo com uma voz de arrependimento:
- Desculpe por ter entrado assim, mas é que quando entrei na biblioteca não o encontrei e depois vi uma porta entre as estantes e deu-me uma curiosidade louca de ver o que havia do outro lado e depois vi este laboratório. Mas fique descansado que não toquei em nada.- Sò estava a ver. Se quiser, saio já.- E dirigi-me á porta, mas o Barão impediu-me. Depois baixou-se até ficar da minha altura. Sorriu antes de falar:
- Não faz mal. Eu sei o que é ser-se curioso. Eu próprio sou bastante curioso. Por isso não te preocupes. Mas para a próxima avisa, está bem?-
Senti um grande alívio quando percebi que não estava chateado.
Endireitou-se e acrescentou:
- Vamos esquecer o que aconteceu e aproveitar que estás aqui para saberes um pouco mais sobre as tuas origens. Presumo que tenhas um montão de perguntas ainda sem resposta.-
Abanei a cabeça afirmativamente. Ele prosseguiu:
- Deduzo que a pergunta que agora te ocorre e que ainda não te tinhas lembrado seja porque razão estás na Transilvânia.- De facto ainda não me lembrado dessa. Ele continuou:
- Essa pergunta é fácil de responder: tu passaste, sem te dares conta, um portal que divide os dois mundos.-
Pensei um pouco confusa, mas depois lembrei-me de ter visto uma luz avermelhada e algo brilhante na estrada, mas pensei que fosse uma ilusão provocada pela fraqueza. Deve ter sido por isso que a estrada estava vazia. Tinha passado para o Mundo Mágico.
Continuou:
- A segunda pergunta que deve ter a ver com o facto de teres dois tipos de sangue, também tem a sua resposta embora um pouco mais complexa. -
Olhou para mim de lado e depois sorriu. A minha expressão confusa era fê-lo anbrandar no discurso:
- Muito bem, deixa-me explicar de forma clara.-
Sentou-se num banco ali perto e indicou-me outro perto de um ecrã de computador ligado que mostrava uma substância violeta. Devia ser o meu sangue.
- Como vês.- começou ele apontando para o ecã.- Esta é a amostra que recolhi do teu sangue. Esta manhã fiz uma pesquisa mais aprofundada sobre o assunto e descobri algo interessnate.-
Mais uma vez fiquei curiosa. Ele finalizou:
- Pois bem: o teu sangue resulta de uma mistura de dois tipos de sangue: um de vampiro OB e outro de vampiro OA.-
A minha expressão era de surpresa. Ele acrescentou:
- A minha pesquisa diz que tu nasceste da combinação de duas espécies de vampiros: uma de tipo OB, produzida pelo próprio e que pertence á tua mãe, e outro de tipo OA que pertence ao teu pai.-
Quando terminou, eu estava em choque. Mas, ainda assim, consegui perguntar:
- Como é que sabe que o sangue OB é da minha mãe e o OA do meu pai? Por acaso sabe quem são?-
O Barão ficou atrapalhado sem saber o que responder:
- Bem...huh.... supus que fosse assim.- Fiquei satisfeita mas não completamente esclarecida.
Levantei-me para sair e, sem querer, toquei no botão de um dos ecrãs maiores que se ligou projectando uma imagem assustadoramente familiar. O meu bairro e a cidade que me viram nascer estavam destruidos.
Afastei-me rapidamente do ecrã. As lágirmas começaram a correr-me pela cara.
- O que aconteceu? Porque é que está tudo destruido?- Virei-me para ele:- Sabe quem fez isto? E porque está no seu ecrã?- Olhei melhor e vi que era um site de notícias e as imagens eram em directo.
O Barão levantou-se e desligou o ecrã. Abracei-me a ele a chorar.
Alguma coisa ou alguém tinha destruido o único sítio onde consegui ser feliz. E eu ia descobrir.
--------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Para a semana há mais.
Bom fim-de-semana

Olá Joana,
Faço este comentário para não ser mazinha mas há pormenores a emendar: Muitos já comentaram exaustamente sobre este assunto. Mas volto a repetir: Cuidado com a ortografia.
Estás a fazer uma boa história. Continua a postagem! Até para a próxima semana.
Faço este comentário para não ser mazinha mas há pormenores a emendar: Muitos já comentaram exaustamente sobre este assunto. Mas volto a repetir: Cuidado com a ortografia.
Estás a fazer uma boa história. Continua a postagem! Até para a próxima semana.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Olá,
Como sempre, aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
------------------------------------------------------------------------------------------
- E a minha família? O que lhes aconteceu? Será que estão bem? O que aconteceu? Quem ou o quê os atacou? -
Olhei para ele com os olhos inchados das lágrimas. Ele voltou a abraçar-me. Depois, disse com uma voz serena:
- Tem calma, Ana. Não vais conseguir nada com essa atitude.-
Acalmei-me um pouco e ele continuou:
- Como sabes, ainda não és uma vampira completa. Portanto ainda não podes enfrentar o que quer que tenha atacado a tua vila.-
Fiquei irritada:
- Então quando é que posso? Quando toda a SanDomino estiver destruida? Tem de me deixar sair daqui! Eu tenho de ajudar a minha família e a Alex! Eles precisam de mim!-
O Barão acalmou-me mais uma vez e continuou:
- Compreendo que queiras salvar a tua família e a tua amiga, mas o mais importante neste momento é assegurar que te tornas numa vampira completa. Só assim os vais conseguir salvar.-
-Mas quando é isso?- perguntei ainda meio nervosa.
Ele respondeu com a voz calma:
- Já falta pouco. Pelo menos 5 anos, que, como sabes, não são os mesmos no mundo dos humanos e no mundo mágico.-
Voltei a insistir:
- O que preciso de fazer durante esses 5 anos?-
Ele levantou-se e foi até uma estante encostada á parede. Carregou num botão e, de um compartimento secreto, tirou uma mala cinzenta como as dos filmes de espiões. Abriu-a e lá dentro estavam as mais avançadas armas que já vira: duas pistolas pretas com um cano maior que o resto. Ao lado estavam cápsulas com um líquido rosa dentro.
Pegou numa arma e disse:
- Estas armas foram desenvolvidas por mim há muito tempo. São feitas de um material que requer alguma agilidade e as balas têm uma fórmula, também desenvolvida por mim, que derrota qualquer criatura. Mas falta-lhe um ingrediente: O Rubi de Sangue.-
Então, perguntei curiosa:
- O que é o Rubi de Sangue?-
O Barão respondeu meio atrapalhado:
- Não te preocupes com isso agora. Saberás quando chegar o momento. Por agora, iniciaremos os treinos para controlares os teus poderes de vampira e para manejares correctamente estas armas.-
- E quanto tempo demorará o treino?- voltei a perguntar entusiasmada.
Guardou as armas e respondeu:
- 5 anos. O tempo que precisas até te tornares numa verdadeira vampira.-
O entusiasmo dentro de mim aumentou:
- Então vamos a isso!-
E, dito isto, saímos da biblioteca.
---------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Até para a semana.
Como sempre, aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
------------------------------------------------------------------------------------------
VII
Larguei-o e limpei as lágrimas. Saímos do laboratório e voltámos para a bilblioteca. Sentámo-nos nos canapés perto da janela e ali ficámos em silêncio. Até eu o quebrar com perguntas repentinas. A minha voz ainda estava nervosa:- E a minha família? O que lhes aconteceu? Será que estão bem? O que aconteceu? Quem ou o quê os atacou? -
Olhei para ele com os olhos inchados das lágrimas. Ele voltou a abraçar-me. Depois, disse com uma voz serena:
- Tem calma, Ana. Não vais conseguir nada com essa atitude.-
Acalmei-me um pouco e ele continuou:
- Como sabes, ainda não és uma vampira completa. Portanto ainda não podes enfrentar o que quer que tenha atacado a tua vila.-
Fiquei irritada:
- Então quando é que posso? Quando toda a SanDomino estiver destruida? Tem de me deixar sair daqui! Eu tenho de ajudar a minha família e a Alex! Eles precisam de mim!-
O Barão acalmou-me mais uma vez e continuou:
- Compreendo que queiras salvar a tua família e a tua amiga, mas o mais importante neste momento é assegurar que te tornas numa vampira completa. Só assim os vais conseguir salvar.-
-Mas quando é isso?- perguntei ainda meio nervosa.
Ele respondeu com a voz calma:
- Já falta pouco. Pelo menos 5 anos, que, como sabes, não são os mesmos no mundo dos humanos e no mundo mágico.-
Voltei a insistir:
- O que preciso de fazer durante esses 5 anos?-
Ele levantou-se e foi até uma estante encostada á parede. Carregou num botão e, de um compartimento secreto, tirou uma mala cinzenta como as dos filmes de espiões. Abriu-a e lá dentro estavam as mais avançadas armas que já vira: duas pistolas pretas com um cano maior que o resto. Ao lado estavam cápsulas com um líquido rosa dentro.
Pegou numa arma e disse:
- Estas armas foram desenvolvidas por mim há muito tempo. São feitas de um material que requer alguma agilidade e as balas têm uma fórmula, também desenvolvida por mim, que derrota qualquer criatura. Mas falta-lhe um ingrediente: O Rubi de Sangue.-
Então, perguntei curiosa:
- O que é o Rubi de Sangue?-
O Barão respondeu meio atrapalhado:
- Não te preocupes com isso agora. Saberás quando chegar o momento. Por agora, iniciaremos os treinos para controlares os teus poderes de vampira e para manejares correctamente estas armas.-
- E quanto tempo demorará o treino?- voltei a perguntar entusiasmada.
Guardou as armas e respondeu:
- 5 anos. O tempo que precisas até te tornares numa verdadeira vampira.-
O entusiasmo dentro de mim aumentou:
- Então vamos a isso!-
E, dito isto, saímos da biblioteca.
---------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Até para a semana.

A acção do presente capítulo foi breve. Parece que quiseste “despachar” a situação descrita. Nesta sequência, houve repetência de ideias sobre a solução do Barão dada a Ana e esta repetir o que vai acontecer no espaço de 5 anos. Tirando aos erros ortográficos (que quase todos caem) escreves bem. Mas falta inspiração para tornar a história mais qualitativa do que quantitativa. Vou manter me participativa na tua fanfic. Até à próxima semana.

A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]
A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem
[+13] [Epílogo 14/04/14]
Olá,
aqui fica o capítulo desta semana, espero que gostem.
---------------------------------------------------------------------------------------
O resto tinha sido dividido em diferentes secções: na primeira secção, havia uma série de aparelhos de ginástica desde cordas a barras. Fez-me lembrar o ginásio da escola mas ao ar livre. Na segunda, haviam várias filas de alvos em forma de pessoas. Quando o vi, calculei que fosse o campo de tiro. E, finalmente, a terceira secção que consistia somente num grande espaço aberto. Ao ver aquilo, não pude deixar de comentar:
- Pensei que era um treino de vampiros e não de humanos. Isto parece o ginásio da minha escola.- e, ao dizê-lo, uma ligeira tristeza percorreu o meu corpo.
Então, o Barão explicou:
- Para se ser uma vampira como tu, precisas de dois tipos de treino: o físico e o espiritual. O físico, que vais começar agora e continuar nos próximos tempos, consiste em saber controlar os poderes físicos de um vampiro: a velocidade, a força e a resistência. No treino espiritual, que virá mais tarde, consiste numa série de técnicas de controlo da mente. Destribui os treinos consoante a sua prioridade: 3 anos para os físicos e apenas 2 para os espirituais.-
Quando terminou perguntei:
- Porquê tanto tempo para o físico?-
Ele respondeu, sorrindo:
- Bem, é opoturno fazeres essa pergunta, porque ia explicar isso de seguida. Como sabes, precisas de desenvolver os dois o físico e o espiritual, mas como o físico demora sempre mais que o espiritual, acho que deve levar mais tempo. Já o espiritual deve servir como «retoque», ou seja, como é um treino e concentração, exige um pouco menos de tempo. Bom, mas chega de conversa e passemos á prática. Vai até ao início da pista e põe-te em posição de corrida.-
Obedeci-lhe. Assim que me posionei, ele fez um sinal com a mão e Dulce apareceu ao lado da pista com um cronómetro. Levantou um braço e pousou um dedo do outro braço no botão do cronómetro, depois baixou rapidamente o braço e gritou «partida» e comecei a correr.
Durante os dias que se seguiram, não fiz outra coisa. Como da primeira vez tinha sido rápida demais, o Barão colocou pesos nos meus tornozelos, o que tornava tudo mais dificíl. E Dulce cronometrava. De dia para dia, ia melhorando, até já não sentir os pesos.
Então, para dificultar ainda mais e como já não sentia aqueles, o Barão decidiu aumentá-los. Por isso, agora, eu tinha dois pesos nos tronozelos e dois nos pulsos, o que cansava muito mas já me sentia mais forte e mais rápida quando os tirava.
Tinham pasado dois anos desde que começara os treinos para salvar Alex e os meus pais. Mas precisava de saber mais sobre o que acontecera. Eu sabia que o Barão sabia o que atacara SanDomino e até sobre o Rubi de Sangue, mas me queria contar. E isso deixava-me curiosa e irritada ao mesmo tempo. De cada vez que lhe perguntava a resposta era sempre a mesma:
- Ainda é muito cedo para te dar essa informação. Só quando estiveres pronta é que te posso revelar alguma coisa. Por agora, concentra-te nos treinos.- dizia no intervalo do treino de tiro.
Este treino era, quanto a mim dos físicos, o mais difícil, porque as pitolas eram muito pesadas o que as tornava dificeis de manobrar, mas, aos poucos, fui conseguindo mesmo com os pesos nos pulsos.
Um dia, o Barão achou que estava na altura de tirar os pesos para ver o quanto tinha melhorado. Assim que me foram retirados, a primeira coisa que senti foi uma sensação de leveza como nunca tinha sentido antes.
Então, o Barão mandou-me correr. Eu mal podia acreditar na mudança desde o primeiro treino: agora era capaz de correr o mundo todo a pé a voltar que nunca me cansava. Estava tão rápida que mal sentia os pés a tocarem no chão.
Depois, foi a vez do treino de tiro. Aqui também as diferenças em relação ao primeiro treino eram notórias: as pistolas pareciam mais leves e fáceis de manobrar. Sentia-me como um coyboy do Velho Oeste. Até os alvos pareciam mais próximos do que realmente estavam.
No final, o Barão sorriu e declarou:
- O treino físico está terminado. E tu passaste, parabéns! Podemos passar ao espiritual.-
--------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Eu sei que não é muito grande que volta a ser «rápido», mas, ainda assim, espero que gostem.
Para a semana há mais.

aqui fica o capítulo desta semana, espero que gostem.
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VIII
O jardim do castelo tinha sido transformado num campo de treinos: á volta, havia uma pista de corrida em terra batida que percorria todo o perímetro do jardim, que era largo e comprido.O resto tinha sido dividido em diferentes secções: na primeira secção, havia uma série de aparelhos de ginástica desde cordas a barras. Fez-me lembrar o ginásio da escola mas ao ar livre. Na segunda, haviam várias filas de alvos em forma de pessoas. Quando o vi, calculei que fosse o campo de tiro. E, finalmente, a terceira secção que consistia somente num grande espaço aberto. Ao ver aquilo, não pude deixar de comentar:
- Pensei que era um treino de vampiros e não de humanos. Isto parece o ginásio da minha escola.- e, ao dizê-lo, uma ligeira tristeza percorreu o meu corpo.
Então, o Barão explicou:
- Para se ser uma vampira como tu, precisas de dois tipos de treino: o físico e o espiritual. O físico, que vais começar agora e continuar nos próximos tempos, consiste em saber controlar os poderes físicos de um vampiro: a velocidade, a força e a resistência. No treino espiritual, que virá mais tarde, consiste numa série de técnicas de controlo da mente. Destribui os treinos consoante a sua prioridade: 3 anos para os físicos e apenas 2 para os espirituais.-
Quando terminou perguntei:
- Porquê tanto tempo para o físico?-
Ele respondeu, sorrindo:
- Bem, é opoturno fazeres essa pergunta, porque ia explicar isso de seguida. Como sabes, precisas de desenvolver os dois o físico e o espiritual, mas como o físico demora sempre mais que o espiritual, acho que deve levar mais tempo. Já o espiritual deve servir como «retoque», ou seja, como é um treino e concentração, exige um pouco menos de tempo. Bom, mas chega de conversa e passemos á prática. Vai até ao início da pista e põe-te em posição de corrida.-
Obedeci-lhe. Assim que me posionei, ele fez um sinal com a mão e Dulce apareceu ao lado da pista com um cronómetro. Levantou um braço e pousou um dedo do outro braço no botão do cronómetro, depois baixou rapidamente o braço e gritou «partida» e comecei a correr.
Durante os dias que se seguiram, não fiz outra coisa. Como da primeira vez tinha sido rápida demais, o Barão colocou pesos nos meus tornozelos, o que tornava tudo mais dificíl. E Dulce cronometrava. De dia para dia, ia melhorando, até já não sentir os pesos.
Então, para dificultar ainda mais e como já não sentia aqueles, o Barão decidiu aumentá-los. Por isso, agora, eu tinha dois pesos nos tronozelos e dois nos pulsos, o que cansava muito mas já me sentia mais forte e mais rápida quando os tirava.
Tinham pasado dois anos desde que começara os treinos para salvar Alex e os meus pais. Mas precisava de saber mais sobre o que acontecera. Eu sabia que o Barão sabia o que atacara SanDomino e até sobre o Rubi de Sangue, mas me queria contar. E isso deixava-me curiosa e irritada ao mesmo tempo. De cada vez que lhe perguntava a resposta era sempre a mesma:
- Ainda é muito cedo para te dar essa informação. Só quando estiveres pronta é que te posso revelar alguma coisa. Por agora, concentra-te nos treinos.- dizia no intervalo do treino de tiro.
Este treino era, quanto a mim dos físicos, o mais difícil, porque as pitolas eram muito pesadas o que as tornava dificeis de manobrar, mas, aos poucos, fui conseguindo mesmo com os pesos nos pulsos.
Um dia, o Barão achou que estava na altura de tirar os pesos para ver o quanto tinha melhorado. Assim que me foram retirados, a primeira coisa que senti foi uma sensação de leveza como nunca tinha sentido antes.
Então, o Barão mandou-me correr. Eu mal podia acreditar na mudança desde o primeiro treino: agora era capaz de correr o mundo todo a pé a voltar que nunca me cansava. Estava tão rápida que mal sentia os pés a tocarem no chão.
Depois, foi a vez do treino de tiro. Aqui também as diferenças em relação ao primeiro treino eram notórias: as pistolas pareciam mais leves e fáceis de manobrar. Sentia-me como um coyboy do Velho Oeste. Até os alvos pareciam mais próximos do que realmente estavam.
No final, o Barão sorriu e declarou:
- O treino físico está terminado. E tu passaste, parabéns! Podemos passar ao espiritual.-
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E pronto.
Eu sei que não é muito grande que volta a ser «rápido», mas, ainda assim, espero que gostem.
Para a semana há mais.

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