Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

O Rubi de Sangue

#41
Olá
Antes de mais, quero avisar-vos de algo importante: os próximos dois capítulos serão publicados nas próximas segundas excepcionalmente. Isto porque nas próximas sextas são feriado e eu não vou estar.
Agora, aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
---------------------------------------------------------------------------------------
XII
Olhei para ele atónica: como era possível que já estivesse pronta? Devia ser um engano ou então mais uma das charadas do Barão para me confundir.
Ele falou como se lhe tivesse feito uma pergunta:
- Bom, presumo que tenhas ficado confusa com o que disse há pouco, mas não há motivo para isso. Até porque a explicação é evidente.- Fez uma pausa e continuou:
- Este treino serviu para pôr á prova as tuas capacidades enquanto vampira. è certo que também ajudou a desenvolver os teus poderes e a ter mais controlo sobre eles. Daí o treino físico.- Acrescentou:
- Já o treino espiritual tinha um objectivo diferente: testar os teus limites. Ou seja, desde o início que eu sabia o quanto querias salvar os teus pais e a Alex. E para isso, só precisavas de te transformar por completo, mas sabia que ainda não estavas pronta. Por isso seguiste todas as minhas instruções á letra. Para teres a certeza que não te escapava nada. Mas a partir de uma certa altura, começaste a desesparar e já não sabias o que fazer. Já não tinhas mais instruções para seguir e sentiste-te perdida, mas a tua força de vontade era tão grande que acabaste por conseguir atingir o teu objectivo antes do previsto.-

Quando terminou, eu perguntei com uma expressão mais confusa que das outras vezes:
- Mas como é que aconteceu? Não entendo! De um momento para o outro sou uma vampira perfeita! Ainda não consiguo entender!-
Mais uma vez, ele explicou:
- Ao ficares desesperada, depositaste toda a tua energia no medalhão, porque precisavas de apoio. E, no momento certo, essa energia libertou-se e tu conseguiste transformar-te. E é isso que te torna diferente dos outros vampiros da tua espécie. Tu tens uma força de vontade que até a mim me surpreendeu.-
Consegui perceber. Mas, ainda assim, preguntei como que a confirmar o que acabara de ser dito:
- Então, isso quer dizer que já sabia de tudo desde o início, não é assim? Já sabia que me ia transformar e que lhe iria perguntar. Então, porque não me contou?-
O Barão sorriu e respondeu:
- Está na hora de te mostrar mais uma coisa. Vamos até ao laboratório.-
Saímos do quarto e fomos para a bilbliteca. Quando chegámos ao laboratório, pela passagem da biblioteca, mandou-me sentar. Depois, abriu uma gaveta e tirou de lá a mala com as armas que havia visto fazia algum tempo. Abriu-a e tirou de lá umas cápsulas com um líquido rosa e deu-mas.
Olhei para as cápsulas e depois ele, como se me lesse os pensamentos, disse:
- Essas cápsulas são balas especiais que permitem caçar os Skilups. O líquido que contém é feito com o Rubi de Sangue, menos potente, mas com o mesmo efeito.-
Coloquei as balas que tinha na mão nas pistolas. O Barão deu-me uma caixa com mais, que guardei na bolsa com as pistolas.
Quando estava para sair, entrega-me um pedaço de papel dobrado e diz:
- Leva isto. Pode ser que te ajude.-
Guardei o papel no bolso da gaberdina e saí.
Uma vez lá fora, tirei o papel do bolso, desdobrei-o e vi que tinha um nome:
«Timóteo L. Santos, ANE». O que significaria aquilo? Encolhi os ombros e guardei-o de novo no bolso.
Fui a «andar» até ao portal, que entretanto se abrira, para o mundo dos humanos.
Quando o atravessei, estava a chover. Pus a gola do casaco para cima e comecei a andar.
E voltamos á cena do carro. (ver prólogo, se não se lembrarem)
---------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Espero, mais uma vez, que gostem.
Nas próximas semanas já sabem, o capítulo é á segunda.
Só mais uma coisa: a partir da próxima semana a história entra numa nova fase.
Até para a semana.  Smile
#42
Esse medalhão que Ana é portadora… É um Anjo da Guarda. Possibilitou-lhe  avançar o seu desempenho a nível físico e espiritual… Creio ser um objecto principal que irá desvendar o mistério que a rodeia.







A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]

A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem


[+13] [Epílogo 14/04/14]

                                                                                                                             

#43
Olá
É mais ou menos isso.
Agora, e tal como avisei na sexta, aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
--------------------------------------------------------------------------------------
XIII
O carro continuou a andar. E nós continuámos em silêncio. Olhei pela janela e vi que tinha parado de chuver. As luzes passavam por nós como flashes. Depois, voltei a olhar para o homem a meu lado. Havia alguma coisa naquela situação que não me agradava. Era como se aquele homem me conhecesse mas não me quisesse dizer. Talvez por eu ser uma vampira e ter um sexto sentido mais apurado ou talvez porque o Barão lhe tivesse dito para não o fazer.
Aquelas dúvidas e desconfianças continuaram a pairar na minha mente durante toda a viagem.
De repente, o carro parou. A porta abriu-se e ele anunciou:
- Chegámos.-
Saí do carro e pude ver melhor o sítio onde nos encontrávamos. Estáva no cimo de uma colina, junto a um grande portão negro. Por trás desse portão, podia ver-se, ainda que pouco nítida, a silhueta de uma mansão imponente. Quase tão imponente como o castelo do Barão mas não tão grandiosa. Era a primeira vez que via aquela casa, mas tive uma sensação estranhamente familiar. Era como se já lá tivesse estado.  Pisquei os olhos como que a acordar de um sonho. Timóteo fez sinal que o acompanhasse. O outro homem, que estivera a conduzir, abriu o pesado portão de ferro e entrámos. Ao aproximar-me da mansão, vi que esta tinha uma porta de madeira estilo antigo. Fez-me lembrar a mansão do «Batman».
Timóteo aproximou-se da porta, bateu uma vez e abriu-se uma janelinha por cima das nossas cabeças de onde apareceram dois olhos castanho-escuros, que se fizeram acompanhar de uma voz abafada pela porta:
- A senha?- Timóteo aproximou-se da porta e murmurou qualquer coisa. Claro que consegui ouvir e creio que o outro homem também, mas fingimos que era apenas um murmúrio.
A porta abriu-se e entrámos num enorme salão com tapecarias a forrar as paredes e uma enorme lareira num dos cantos.
Próximo da lareira, estava um cadeirão castanho de braços. Sentado nele, podia vislumbrar-se um vulto. Não consegui distinguir se era homem ou mulher, apenas que usava um casaco comprido e uns sapatos, cujos contornos eram iluminados pela luz da lareira.
-Timóteo, aproxima-te.- disse uma voz quase tão sinistra como a do Barão mas um pouco mais esganiçada.
Este aproximou-se muito nervoso, podia ver o suor a escorrer -lhe pela cara.
A voz voltou a entoar, desta vez menos esganiçada:
- Então, que trazes de novo?-
Timóteo respondeu um pouco a medo:
- Senhor, trago a rapariga como tinhas pedido. Encontrei-a por acaso á chuva. Parecia andar á procura de algo.-

O vulto levantou-se e pude ver que se tratava de um homem. Devia ter a mesma idade do Barão. Apesar de ser alto, o casaco tocava no chão, o que fazia com que parecesse mais baixo. Reparei que tinha o cabelo cor de bronze e a pele branca. Era um vampiro. Aproximou-se de mim com grandes passadas. Eu estava de pé, um passo atrás de Timóteo. O homem sorriu ironicamente e perguntou no mesmo tom de voz com que falara com Timóteo:
- És a Ana, certo?- Respondi olhando-o nos olhos amarelados:
- Sim, sou.-
O homem afastou-se e voltou a sentar-se. Voltou a pronunciar-se:
- Bom, era só para verificar se não eras uma impostora. Nunca se sabe se podemos confiar nos nossos criados.- Olhou de relançe para Timóteo que sorriu timidamente.
Desta vez, aproximei-me do sofá e acrescentei:
- Ainda bem que sou quem procurarava. Já agora posso saber porque me procurava?-
Ele soltou uma gargalhada e depois falou com um tom irónico:
- Se não fosses tu, não terias vindo da casa do Barão. Já o conheço há tempo suficiente para saber que ele nunca me enganaria.-
Fiz uma expressão confusa e perguntei:
- Como é que sabe que vim da casa dele? Pensei que me tivesse mandado á procura do Rubi de Sangue.-
Ele respondeu com um ar sério:
- Quer dizer que não sabias?-
Abanei a cabeça ainda mais confusa. Ele apercebeu-se disso e fez sinal para  que o outro homem que estava connosco, saísse excepto Timóteo.
Quando a sala ficou mais vazia, apresentou-se:
- Bem-vinda, Ana. Eu sou o Conde da Rosa e sou amigo do Barão.- Sorriu: - Amigo é pouco, somos os melhores amigos.-
Prosseguiu:
- Quando ele me telefonou a dizer que te tinha encontrado não consegui acreditar. Por isso, convidei-o a vir cá contigo, mas ele disse que estava muito ocupado e que não poderia vir, mas tu irias com todo o prazer. Afinal, não é todos os dias que se reencontra um membro da família.-
Fez uma pausa, durante a qual eu pensei sobre de que família estaria o Conde a falar e porque é que aquela casa me parecia tão familiar.
---------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Espero, mais uma vez, que gostem.
Para a semana volta a ser postado á segunda, como já tinha avisado.
Até para a semana e boa páscoa.
 Smile
#44
Joana,

Estive a ler o prólogo e reparo que há incoerências sobre o penúltimo capítulo, isto porque:

O Barão dá um papel a Ana. Ela lê está um nome. No Prólogo, A narrativa indica uma morada:

“No bolso da gabardina, para além da minha mão, estava um pedaço de papel com a morada do «amigo» do Barão”.

No Penúltimo Capítulo:

“Quando estava para sair, entrega-me um pedaço de papel dobrado e diz:

- Leva isto. Pode ser que te ajude.-
Guardei o papel no bolso da gaberdina e saí.
Uma vez lá fora, tirei o papel do bolso, desdobrei-o e vi que tinha um nome:

«Timóteo L. Santos, ANE». O que significaria aquilo? Encolhi os ombros e guardei-o de novo no bolso.”

Err… O que é Realmente o Rubi de Sangue? É o medalhão? Se for acho que houve incoerências sobre o assunto, porque:

No Prólogo está assim:

“ … era ali que vivia um velho conhecido seu que talvez me pudesse ajudar a encontrar o Rubi de Sangue.”

E nos capítulos onde narra o passado da história da personagem, ela tem consigo o medalhão:

“Já nessa altura usava o medalhão da rosa.” – Capítulo I

“- Olha para a tua rosa.-
Quando olhei, vi o medalhão aninhado entre os meus seios no decote do top, o que me fez corar um pouco, e
estava diferente. A rosa estava brilhante e polida. Nunca a tinha visto assim.” – Capítulo XI

“- Ao ficares desesperada, depositaste toda a tua energia no medalhão … ” – Capítulo XII


Boa Páscoa E Até para a Semana.







A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]

A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem


[+13] [Epílogo 14/04/14]

                                                                                                                             

#45
Ok... Admito que houve alguma incoerência em relação ao papel. 
Em relação ao rubi, a única coisa que posso adiantar e que ela não sabe o que e (por enquanto), mas vai saber em breve. E todos os leitores também. Não posso dizer mais porque senão perde a piada. 
Desculpa, mas por agora e tudo. Continua a seguir porque eu prometo que todas as tuas dúvidas serão esclarecidas. 
Até para a semana. Smile
#46
Joana,

Já tinha avisado sobre como evitares situações como esta: Releres sempre o que escreveste nos capítulos anteriores para evitares erros incoerentes. Acho que os leitores compreenderam que o rubi de sangue é algo que a personagem é senhoria desse objecto cheio de mistério mas que aos poucos será revelado no decorrer na história. Pelo que compreendi, a jovem tem consigo o medalhão que é uma espécie de força que possibilita superar as suas dificuldades mas que ainda desconhece a verdadeira importância de todos o desejarem…

Como sempre, aguardarei os capítulos seguintes para entender a importância e saber o que é realmente “Rubi de Sangue”.

Até para a Segunda Smile .

Joananascimenti escreveu:Ok... Admito que houve alguma incoerência em relação ao papel. 
Em relação ao rubi, a única coisa que posso adiantar e que ela não sabe o que e (por enquanto), mas vai saber em breve. E todos os leitores também. Não posso dizer mais porque senão perde a piada. 
Desculpa, mas por agora e tudo. Continua a seguir porque eu prometo que todas as tuas dúvidas serão esclarecidas. 
Até para a semana. Smile







A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]

A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem


[+13] [Epílogo 14/04/14]

                                                                                                                             

#47
Olá, e só para dizer que fiz uma pequena reparação no prólogo de maneira a ficar mais coerente. 
Se houver mais alguma coisa que queiras apontar, está a vontade. 
Quanto a tua suposição estás lá perto, mas, como sabes, não posso adiantar mais. 
Até segunda. Smile
#48
Joana,

Enquanto lia novamente o prólogo e só vi uma reparação no mesmo, reparei numa situação que causou dúvida sobre a sigla: ANE.

No Prólogo está:

“- Andava á tua procura. Sou Timóteo e ele é o Sebastian da Agência Nacional de Espiões.- Apontou para o vulto no volante”.

No capítulo XII:

“ «Timóteo L. Santos, ANE». O que significaria aquilo? Encolhi os ombros e guardei-o de novo no bolso.”


A questão é: É Sebastian que pertence à Agência Nacional de Espiões ou Timóteo? Isto porque, Timóteo diz que é Sebastian que pertence a essa Agência: “ … Sou Timóteo e ele é o Sebastian da Agência Nacional de Espiões”.







A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]

A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem


[+13] [Epílogo 14/04/14]

                                                                                                                             

#49
Já fiz mais alterações. Espero que agora esteja mais claro. 
Até para a semana. Smile
#50
Olá,
Tal como tinha dito, aqui fica o capítulo desta semana.
Para a semana, volta a ser á sexta.
--------------------------------------------------------------------------------------
XIV
O Conde retomou o discurso um pouco atrapalhado:
- Já falei demais, não foi?- Olhou para mim: - Olha, esquece o que ouviste. O que eu quero dizer é que isto é como uma família.- Pareceu satisfeito com aquelas palavras.
Voltou a falar:
- Mas voltemos ao que interessa: o Barão disse-me que a tua vila foi atacada por Skilups, certo?-
Assenti com a cabeça.
Ele continuou com o mesmo tom de voz:
- Portanto, conclui-se que estás aqui porque precisas de ajuda.-
Intervi:
- De facto. O Barão disse-me que seria melhor procurar alguém que soubesse onde encontrar o Rubi de Sangue.-
A cara do Conde ficou ainda mais branca. O seu tom voltou ao de atrapalhação e nervosismo:
- O Rubi de Sangue, dizes tu? E orque achas que eu te posso ajudar?-
Fiquei surpreendida. O Barão não me tinha dado informações sobre o Rubi e esperava que o Conde mas desse.
Então, ele disse num tom irónico e desafiante:
- Parece que não tens nenhuma informação sobre este assunto.- Acrescentou:- Eu também não, mas sei o básico acerca dele. Como por exemplo, o que é.-
Fiquei curiosa. Ele continuou:
- O Rubi de Sangue é, como o nome indica, um rubi feito de sangue, mas não de um sangue qualquer. É feito de uma mistura de sangue humano e sangue de vampiro OB.-
Agora estava confusa. Ele explicou:
- Por outras palavras é a única arma capaz de derrotar os Skilups.-
Depois de ouvir aquilo, perguntei:
- Como se derrotam os Skilups com isso? E onde o podemos encontrar?-
O Conde sorriu ironicamente e respondeu:
- Os Skilups não são sensíveis ao sangue dos vampiros se o beberem. Se lhes toca na pele, esta fere-se e é muito difcíl de curar. Por isso, se triturarmos o Rubi podemos derrotá-los.-
Acrescentou:
- Mas como o Rubi é muito duro para ser esmagado não podemos destruir. Só um vampiro suficientemente forte o pode fazer.-
Olhou-me com uma expressão de contentamento e prosseguiu:
- E é aí qur tu entras: és a vampira mais poderosa, segundo o Barão, dentro da espécie OB e a única com poder suficiente para partir o Rubi e salvar toda a gente.-
Fiz um esgar. Aquela conversa não me convencia:
- Ainda não me disse onde se pode encontrar essa pedra.-
Ele respondeu com um ar mais sério:
- O Rubi encontra-se em parte incerta e o Barão não possui o equipamento necessário para o encontrar, por isso mandou-te para aqui, a fim de te ajudarmos a encontrá-lo.-
Fiquei um pouco mais esclarecida, embora as desconfianças não tivessem passado. Então, disse:
- Mas não posso fazê-lo sozinha, porque mesmo sendo forte, os Skilups são em maior número e eu sou só uma. Seria eliminada num instante. Por isso, sabendo disto, o Barão não me mandaria para o campo de batalha desprotegida.-
O Conde sorriu:
- Muito perspicaz. Devo dizer que foste rápida a perceber as intensões do Barão. Felicito-te por isso.-
E, dito isto, fez sinal com a mão e apareceram dois agentes da ANE. Um era um rapaz de cabelo castanho. Tinha os olhos da mesma cor, boca e nariz finos. O outro era uma rapariga de cabelo comprido louro e olhos azuis. Usavam os dois um fato preto justo com um cinto com armas. Os sapatos e as luvas eram iguais.
-Estes são o Jerónimo e a Estefênia. Dois dos nossos melhores agentes. São humanos, mas estão habituados a trabalhar com vampiros por isso não precisas de te preocupar.-
Aproximaram-se e cumprimentara-me. Feitas as apresentações dos agentes, eu fiz a minha:
- Chamo-me Ana Semedo e sou uma vampira de tipo de sangue OB. Prazer em conhcer-vos.-
Agora que a equipa estava formada, começava a «Operação Rubi de Sangue».
---------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Espero que gostem.
Até para a semana.
 Smile
#51
Olá Joana,

Ana a escolhida para se sacrificar em prol dos dois mundos: Humano e Mágico. Agora acompanhada com dois membros irá aventurar-se na “operação Ruby de Sangue” embusca de informações sobre o objecto … Mas não é ela que o tem? Digo isto porque já comentei que disseste que ela tem desde o início da sua descoberta e agora contradizes-te pois neste capítulo está assim:

“Fiz um esgar. Aquela conversa não me convencia:
- Ainda não me disse onde se pode encontrar essa pedra.-
Ele respondeu com um ar mais sério:
- O Rubi encontra-se em parte incerta e o Barão não possui o equipamento necessário para o encontrar, por isso mandou-te para aqui, a fim de te ajudarmos a encontrá-lo.”-

Ai, Ai as incoerências…

Até sexta Smile .







A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]

A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem


[+13] [Epílogo 14/04/14]

                                                                                                                             

#52
Olá
A partir de agora, as incorências fazem parte da história. quer isto dizer que são propositadas. Isto porque, em breve, serão esclareciadas. Como, aliás, tenho vindo a dizer.
Agora, fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
---------------------------------------------------------------------------------------
 XV
-Gunter...- Chamou o Conde batendo as palmas das mãos como se estivesse a chamar um cão.
Um vulto enorme surgiu diante de nós. Estava vestido de preto e tinha as feições brancas, pelo que deduzi que também fosse um vampiro e que nos tinha aberto a porta pois ele tinha os olhos castanhos, os mesmos que tinham aparecido na ranhura da porta.
- Senhor.- Respondeu com a voz grave tal como na entrada.
- Gunter, guia a nossa recruta até aos seus aposentos, por favor.-
Tocou-me ao leve nos ombros e eu senti um arrepio. Como é que já estava atrás de mim? A sua velocidade era realmente impressionante.
Depois, disse-me para o seguir. Tirei as mãos grandes e brancas dos meus ombros e ripostei com alguma grosseiria:
- Não preciso que me leves pelos braços. Não sou nenhuma criança. Sei perfeitamente andar sozinha.-
Então, encaminhamo-nos para as escadas com ele a seguir-me a uma distância segura. Á medida que nos íamos aproximando do andar de cima, tudo ia paracendo cada vez mais familiar.

Quando chegámos lá acima, ele indicou-me a primeira porta e entrámos. O quarto não era muito grande, mas tinha espaço suficiente para caber lé dentro. Depois de tanto tempo a dormir num quarto de Princesa, não admirava que achasse aquele simples demais.
Tinha uma pequena janela de um dos lados, uma cama encostada a uma parede, um pequeno guarda-roupa, uma mesa e uma cadeira. Existia, ainda, outra porta, mais estreita, que dava para uma zona de banhos.
Em cima da cama, já se encontrava a minha mala e um fato igual aos que os agentes usavam.
Peguei naquilo como se fosse um trapo velho e perguntei ironicamente:
- É suposto usar isto?- Respondi, atirando o fato com desprezo para a cadeira:
- Eu não vou usar isto! Gosto muito da minha roupa e não uso fatos justos.-
Dito isto, fiz sinal ao Gunter para que fosse embora e levasse o fato.
Quando a porta se fechou, abri as cortinas e deixei que o luar entrasse pela janela. Era quase como se fosse de dia e iluminasse o quarto todo.
Tirei a mala da cama para a cadeira e deitei-me nela. Fiquei a olhar para o tecto escuro durante um bocado, até que decidi levantar-me e tomar um banho.
Ao despir-me, é que constatei o quanto tinha crescido: estava uma mulher. Com todos os atributos mas mais ainda por ser uma vampira. Tinha a pele mais branca, suave e brilhante, parecia um diamante que brilhava ao luar.
Enrolei uma toalha no corpo e fui para a zona de banhos. Quando abri a porta, senti o bafo quente e húmido do vapor de água. Fui avançando até sentir a borda do tanque e mergulhei na água férvida. Só então reparei que a zona de banhos era ao ar livre. A água reflectia a luz da lua. Estava uma noite calma e silenciosa, mergulhei mais na água até só se ver a cabeça, a toalha pousada na borda.
Estava a começar a desfrutar do banho quente e relaxante, quando comecei a ouvir vozes vindas do outro lado da casa.
Primeiro, pensei que fosse a minha imaginação mas depois percebi que não porque continuaram cada vez mais nítidas devido ao meu apurado sentido de audição e pude distinguir as vozes do Conde e do Barão ainda que a última viesse de um telefone.
- ...então meu caro? Ela é quem procuravas?- perguntou o Barão numa voz calma.
O outro respondeu:
- Sem duvida! Até a cara é parecida! Os olhos são dele! Ele sempre teve os olhos daquela cor!-
Ouvi uma risada do Conde que acrescentou:
- E achas que o saberá usar?-
O Barão respondeu com algum enigma como era seu hábito:
- Talvez...-
O Conde ficou pensativo. O Barão apercebeu-se disso e achou melhor terminar a conversa:
- Não devias ter inventado todas aquelas histórias. Ela já está desconfiada. De qualquer forma, logo saberás se será ou não capaz de o usar. Por agora, é tudo. Adeus.-
Saí do banho ainda mais apreensiva. Só conseguia pensar na conversa que acabara de ouvir.
Afinal qual seria o objectivo do Barão ao mandar-me para aqui? E o Conde? Que papel teria nesta história? Seria amigo ou inimigo? E quem seriam aqueles de quem falavam? Eram estas as perguntas para as quais ainda não tinha resposta.
Mas, á parte das questões, havia uma certeza: tinha de encontrar o Rubi de Sangue, salvar a Alex, os meus pais e SanDomino dos Skilups, os meus verdadeiros inimigos.
---------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Até para a semana.
 Smile
#53
Olá Joana,  

Este capítulo mostra que Ana está mais determinada a enfrentar o que está destinado. Pelos vistos, parece que ela já viveu naquele castelo…


Até sexta







A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]

A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem


[+13] [Epílogo 14/04/14]

                                                                                                                             

#54
Olá,
Aqui fica o capítulo desta semana
Espero que gostem
--------------------------------------------------------------------------------------
XVI
Os pesadelos voltaram e desta vez pareciam mais nítidos. Agora, via o quarto onde estava. Ouvia a voz de uma mulher e de dois homens a dizerem-lhe para ter calma porque ia tudo correr bem. Depois, um choro de um bebé.

Acordei sobressaltada. Estava a suar em bica. Levantei-me e fui até á janela olhar a lua. Há muito tempo que não tinha aqueles sonhos. Pensava que já nãoos tivesse mais. Mas, assim que pus os pés nesta casa, eles voltaram em força. Mais calma, voltei para a cama e consegui adormecer sem mais sobressaltos.


No dia seguinte, acordei com os primeiros raios de sol a entrarem pela janela do quarto. Deixei-me ficar na cama a olhar para o tecto. Não sabia o que me esperava naquele dia, mas quase de certeza que tinha a ver com a conversa de ontem entre o Conde e o Barão.
Como tinha tido muitos sobressaltos na noite passada, dormitei um pouco para recuperar algum sono.
Acordei com o som de alguém a bater á porta. Levantei-me com alguma relutância e fui abrir. Uma figura enorme apareceu. Era Gunter. Á luz do dia, parecia menos assustador e a sua pele mais branca.
Vinha dizer-me que descesse para o pequeno-almoço pois o Conde tinha algo importante a dizer.
Respondi-lhe que descia num minuto e fechei a porta.

Á luz do dia, a casa não parecia tão assustadora. A sala de refeições era grande, quase tão grande como a do Barão. Tinha janelas compridas e largas com cortinados vermelhos. No tecto, pendia um lustre que reflectia a luz do sol, que entrava pelas janelas.
No chão, havia um tapete enorme com motivos floridos e, por cima, uma mesa comprida de madeira com cadeiras dos dois lados e uma cabeceira onde estava o Conde. A mesa tinha uma toalha branca e loiça de prata, para além de toda a comida.

Quando me viu entrar, o Conde levantou-se e puxou uma cadeira á sua direita para que me sentasse e o acompanhasse na sua refeição. Sentei-me e olhei em volta. Havia apenas dois lugares postos na mesa, o que me levou a perguntar onde estariam os outros.
O Conde respondeu em voz alta á minha pergunta mental:
- A Estefênia e o Jerónimo já comeram e foram para o campo de treino. Ainda era muito cedo por isso não te quiseram acoradar.-
Fiquei surpreendida por saber que me levantara mais tarde que os outros. Terei dormido assim tanto? Apaguei aquele pensamento e comecei a comer.
Quando acabei, levantei-me e disse:
- Vou ter com os outros.-
O Conde nada acrescentou e eu afastei-me. Já me tinha apercebido a algum tempo que Gunter ia atrás de mim. Não liguei pois sabia que o Conde fazia aquilo apenas para me provocar. O que não fazia sentido pois não liguava a esse tipo de coisas.

Saí da casa e atravessei o jardim. Fui andando até encontrar um portão de madiera rodeado por uma cerca, também de madeira. Transpus o portão fazendo sinal a Gunter para que me deixasse sozinha a partir dali. Ele afastou-se e eu pude começar a explorar melhor o sítio.
Era um campo de treino. Devia ser aqui que os agentes treinavam. Á primeira vista, não pareceu muito grande, mas á medida que ia avançando ia descobrindo que era maior que o jardim do Barão, bastante maior.
E mais moderno. Tinha todos os equipamentos de treino para espiões: desde alvos para tiro, até ginásio de mosculação. Tudo ao ar livre.

- Então, gostas?- perguntou uma voz atrás de mim. Virei-me e vi o Conde a olhar para mim com um ar irónico.
 - Nâo é mau. Mas creio que não precisava de todo este equipamento. Já treinei como o Barão, como deve saber. Apenas preciso de melhorar as minhas capacidades mentais.-
Acrescentei:
- Mas não foi por isso que veio, pois não? O Gunter disse que tinha algo importante a contar-me.-
O Conde ficou atrapalhado:
- Sim, claro. Esqueci-me de te contar algo. Mas como foste embora tão depressa, não tive tempo. Por isso pedi ao Gunter que me dissesse onde estavas para poder vir ter contigo. Vamos para o laboratório, que lá estamos mais á vontade.-

Então, saímos dali em direcção ao laboratório que era do outro  lado da casa. Era aí que ia começar a minha missão.
---------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
Até para a semana.
 Smile
#55
Olá,
aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
---------------------------------------------------------------------------------------
XVII
O Conde andava devagar pelo que não foi difícil acompanha-lo. Durante o trajecto, pensava naquilo que ele teria para me contar. Estaria relacionado com o Rubi de Sangue? Ou talvez com os Skilups? Estava tão absorta nos meus pensamentos que quase fui contra uma porta de metal, não fosse eu aperceber-me a tempo. Olhei melhor e vi que a porta fazia parte de um edifiício enorme que parecia um quartel militar.
O Conde fez um gesto rápido e a porta abriu-se.

Lá dentro, havia pouca luz mas conseguimos ver o suficiente para saber que percorriamos um corredor estreito e comprido. Fomos andando até darmos com outra porta, mais pequena mas não menos mestiriosa.
Quando esta se abriu, pude sentir a minha boca abrir-se num «oh!» de espanto. A sala era enorme e estava munida do mais avançado equipamento. Era muito semelhante ao do Barão mas este era, sem dúvida, melhor.
Estava tão impressionada com o sítio que me sobressaltei quando o Conde cortou o silêncio:
- Sê bem-vinda ao laboratório da ANE. É aqui que vais receber mais informações sobre a tua missão.-
Acrescentou:
- E como não podia deixar que ficasse apenas entre nós, convidei uns amigos para que partilhássemos com eles esta informação.-

Nesse momento, o Barão aparece acompanhado por Dulce. Foi aí que dei conta que ela estava diferente. As suas feições já não eram as mesmas da primeira vez que a vira. Estavam mais brancas e duras. Mas não só as bochechas estavam diferentes. Os olhos tinham uma cor diferente. Quando a conheci, eram pretos, agora estavam cor de bronze, o que realçava a sua beleza. O que me fez concluir que se tratava realmente de uma vampira e não de uma humana como fizera parecer na altura. Só não entendi porque se teria disfarçado de humana. Talvez não gostasse da sua aparência, ou talvez tivesse uma razão oculta que eu nunca saberia. Estes pensamentos distraíram-me novamente. Só depois reparei que o Barão e o Conde se cumprimentavam animadamente como dois amigos que não se viam há bastante tempo:
- É bom ver-te outra vez, Rafael.- cumprimentou o Barão.
- O mesmo te digo, Arnaldo.- respondeu o Conde.
Ao ouvir o nome do Conde, soou-me estranhamente familiar, mas não liguei muito.
Feitos os cumprimentos entre os dois, o Barão virou-se para mim e cumprimentou-me com um largo sorriso:
- Também é bom ver-te, Ana.-
Retribui-lhe o sorriso irónico e um aceno a Dulce, que retribuiu com um sorriso tímido.
- Muito bem.- começou o Conde.- Agora, que já estamos todos podemos começar.-
Sentámo-nos á volta de uma mesa e o Barão começou a falar:
- Como sabes, Ana és uma vampira de tipo de sangue OB.- Até aqui não era novidade nehuma.
- E também sabes que tens grandes poderes. E que esses poderes foram controlados durante os treinos que fizeste no meu castelo.-
Continuou:
- Depois, enviei-te para aqui para que fosses pedir ajuda ao Conde para encontrar o Rubi de Sangue, a fim de salvares a tua família e a tua amiga.-
- Mas há uma coisa que ainda não sabes e que tem a ver com a tua missão e com a tua família verdadeira.-
Comecei a ficar curiosa.
O Barão levantou-se e foi até á janela como era seu hábito quando queria contar algo difícil:
- Chegou a hora de saberes qual é o verdadeiro objectivo dos Skilups e porque estás aqui.-
--------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Para a semana há mais.
Desculpem deixar-vos neste suspense, mas tem de ser.
Só posso dizer isto: para a semana vai ser surpreendente.
Mais uma vez espero que gostem.
Bom fim-de-semana.
 Smile
#56
Olá Joana,



Finalmente chega a parte mais interessante: conhecer o histórico dos inimigos que pretendem ruby de sangue e que intenções pretendem com o objecto. E Ana? Poderá estar à altura para o desafio? Fico a acompanhar.







A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]

A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem


[+13] [Epílogo 14/04/14]

                                                                                                                             

#57
Olá,
como sempre, aqui fica o capítulo desta semana
espero que gostem.
---------------------------------------------------------------------------------------
XVIII
O Barão falou com uma voz clara e suave:
- Quando partiste, continuei a minha pesquisa e descobri algo que me intrigou bastante, mas ao mesmo tempo, me ajudou a explicar alguns factos que não foram bem explicados, nomeadamente acerca da tua família biológica.- Fez uma pausa durante a qual se sentou. Virou-se para mim e retomou o discurso:
- Há muito tempo, na Transilvânia, havia duas comunidades uma de vampiros OB e outra de Skilups. Durante muito tempo, as duas viveram em paz. Mas os vampiros desenvolveram-se mais depressa que os Skilups.-
Continuou após nova pausa:
- O desenvolvimento dos vampiros devia-se á descoberta de um cristal vermelho que lhes aumentava o poder, mas também a capacidade de evoluir mais rapidamente. E os Skilups começaram a interessar-se por esse poder. E assim comaçaram a invadir as cidades dos vampiros a fim de roubar o cristal. Mas nunca conseguiram.-
Continuei a escotá-lo atentamente:
- Após vários incucessos, os Skilups pareceram desistir de tantar obter os poderes do cristal. Os vampiros poderam respirar de alívio durante algum tempo. Até deram um nome ao cristal. Chamaram-lhe Rubi de Sangue, por se assemelhar a um rubi e por ser vermelho como o sangue. - Respirou fundo e continuou.
Notei-lhe um certo nervosismo na voz, que não achei muito habitual, mas, dadas as ciscunstâncias, pensei que se devessee ao facto de estar a contar algo importante:
- Mas mal sabiam o que os esperava. Um dia, vindos do nada, os Skilups começaram a atacar de novo. Então, os vampiros decidiram adoptar uma nova estratégia. Criaram um clã de guardiões do Rubi, que ficou conhecido como Clã da Rosa Vermelha, por terem dado a forma de uma rosa ao Rubi. E assim, o rubi foi passando de geração em geração sem que os Skilups soubessem onde estava, porque este clã era nómada.-
Interrompo-o:
- Tudo isso é muito «bonito», mas ainda não me disse onde é que eu e vocês entram nessa história.-
Olhou nervosamente para o Conde, como se esperasse a sua autorização. Este último fez uma expressão de assentimento e o Barão pôde continuar:
- Bom... Acontece que tu pertences ao Clã da Rosa Vermelha e isso que trazes ao pescoço é nada mais nada menos que o Rubi de Sangue. E nós, como vampiros OB e descendentes da comunidade que o descobriu, estamos aqui para te proteger dos Skilups.-
Fiz uma expressão de surpresa mas ao mesmo tempo de esclarecimento.
O Barão e o Conde levantaram-se, bem como Dulce e eu. O Conde anunciou:
- A reunião está terminada. Podemos sair.-
E encaminharam-se para a porta.
No caminho de regresso á mansão, fui a pensar em tudo o que tinha sido dito no laboratório. Olhei para o meu pendente. De súbito, alguns flaches passaram pela minha mente. Senti uma tontura. Dulce aparou-me. Os homens já iam mais adiante e não deram pelo meu precauso.
Fui agarrada a Dulce o resto do percurso. Quando chegámos, ela dispôs-se a levar-me para o quarto, mas eu recusei diszendo que já me sentia melhor. Ela afastou-se. Novamente sozinha, revi mentalmente toda a informação. Tudo aquilo me pareceu pouco esclarecedor. Havia qualquer coisa que me estava a escapar e eu tinha de saber o que era. Pensei em perguntar ao Conde ou ao Barão e até a Dulce, mas mesmo que soubessem de alguma coisa duvido que me rspondessem. Lembrei-me de Gunter.
Segundo me contara o Conde, trabalhava para ele há bastante tempo. Podia ser que me pudesse ajudar.
Fui á sua procura. Percorri todas as divisões que conhecia da casa, mas em nenhuma o fui encontrar. Começava a pensar onde se teria metido, quando, de repente, ouço um barulho vindo do fundo do corredor. Era a zona do quarto do Conde. Avancei com cautela, não fose alguém apanhar-me. A porta estava entreaberta e um fio de luz trémula saía do seu interior. Aproximei-me e lá estava Gunter de costas para a porta. O barulho que ouvira eram os seus murmúrios. Parecia que falava com alguém, mas qaundo me inclinei para ver melhor, verifiquei que estava sozinho. Mas pude perceber parte dos murmúrios:
-...menina Elisabeth, quantas vezes tenho de lhe repetir que não pode sair de casa. Na sua condição não é aconselhável. Lembre-se que é a primeira vez que  um vampiro OB se une com um vampiro OA. Não sabemos o que daí pode resultar. Portanto, não seja impaciente, faça o que o seu irmão lhe diz e fique em casa a descansar.-
Hesitei entre entrar e perguntar a Gunter de qum estava a falar ou ir-me embora. Nesse momento, ouço passos que se aproximam daquele local.
Afastei-me dali o mais depressa que consegui. Encontrei a porta do meu quarto, entrei e pus-me á escuta.
O Conde estava no sítio onde se encontrava Gunter. Falou com uma voz tão baixa que como a de Gunter:
- O que é que  estás aqui a fazer?! Não te disse  mais do que uma vez que não te quero aqui?!-
Gunter soltou um gemido semelhante ao de uma cachorrinho. O Conde abraçou-o:
- Pronto. Eu sei que sentes a falta dela como todos nós. Mas havemos de a encontrar. Não te preocupes. Agora que temos o Rubi tudo será mais fácil.-

Desencostei o ouvido da porta com uma expressão de  terror e choque .
Aquela casa estava cheia de mistérios e segredos  que ninguém me queria contar. Ou pelo menos para já. Olhei de novo para o pendente no meu pescoço. A chave para resolver o mistério residia  no meu pendente e no quarto do Conde. E eu ia descobri-lo nem que arriscasse a vida.
--------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Mais uma vez espero que gostem.
Até para a semana.
 Smile
#58
A Ana é determinada. Os mistérios são temas secretos que podem ser por bem ou por mal. Nunca se sabe a altura de os revelar e quando acontecem ser revelados ou descoberto por outrem podem ser fatais. Que verdades irá descobrir e como será a reacção face à descoberta? Posta Mais!







A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]

A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem


[+13] [Epílogo 14/04/14]

                                                                                                                             

#59
Olá,
aqui fica o capítulo desta semana.
Espero que gostem.
---------------------------------------------------------------------------------------
XIX
Esperei até que Gunter e o Conde saíssem do quarto para jantar. Sabia que não me chamariam por pensarem que estaria ainda a digerir tudo o que ouvira no laboratório. Abri a porta do quarto devagar e espreitei pela nesga. Não se via ninguém. Decidi avançar com cuidado como fizera da última vez, não fosse alguém voltar.

O corredor pareceu-me mais sombrio e assustador que nunca. Mas não podia ceder. Se o fizesse, estaria a pôr em causa tudo em que acreditava.
Á medida que me ia aproximando da porta, sentia o coração disparar e o suor, que raramente tinha, expelir-se pelos poucos poros que possuía na minha pele dura como rocha.
Rodei a maçaneta de metal e entrei no quarto do Conde fechando-a atrás de mim com o minímo de barulho possível. Olhei em volta com curiosidade. A divisão não era muito grande, mas, ainda assim, era majestosa. Tinha uma cama de dossel parecida com a minha mas um pouco maior, uma mesa a um canto, um armário no canto oposto e uma janela idêntica á da sala de jantar. Até aqui nada de surpreendente.
Continuei a inspeccionar o local com o olhar até este cair numa pequena porta semelhante á que tinha no meu quarto e que dava para a zona de banhos. Com a curiosidade a ferir-me os nervos, resolvi aproximar-me da porta. Vi que tinha um pequeno ferrolho muito diferente da do meu quarto. Deslizei-o com cuidado e a porta abriu-se. 
Quando fui espreitar arregalei os olhos de espanto. Do outro lado, havia uma divisão mais pequena sem janelas mas igualmente acolhedora, com uma grande cómoda castanha-escura com muitas gavetas, uma poltrona semelhante aquela onde vira o Conde pela primeira vez, mas mais pequena. Em cima da cómoda, estavam várias molduras com retractos de gente com a pele branca. Numa via-se um casal. Ele com cabelo cor de bronze, vestido como o Barão e ela loura de olhos azuis vestida como uma senhora do início do século 20. Ao lado, uma fotografia do Conde um pouco mais novo e, logo a seguir, uma que me fez ficar mais tempo a olhar: tratava-se de uma rapariga vestida de preto, como os agentes da ANE, olhos verdes e cabelo ruivo. A mesma rapariga que via nos meus pesadelos. Que relação teria ela com o Conde?
Sem me aperceber, desviei o olhar para outra fotografia. Esta numa moldura maior que as outras. Retractava uma mulher de pele branca e suave com os cabelos pretos e brilhantes, os olhos da mesma cor. Instivamente, levei a mão ao bolso da gabardina e tirei a fotografia onde aparecia com os meus pais. Quando a olhei, vi que a parte correspondente á minha fotografia aparecia nítida e os meus pais desfocados. Compreendi, então, o porquê de aparecer sempre desfocada em todas as fotografias. Estas só mostravam os que pertenciam ao mundo humano. Agora que estava no mundo mágico, a minha cara já aparecia. Isso já não me surpreendeu.
O que relamente me surpreendeu foi quando aproximei a minha fotografia da da mulher com cabelo preto. As semelhanças eram evidentes.
De repente, comecei a ouvir passos no corredor.
Saí dali o mais depressa que consegui e fui para o meu quarto. Fechei a porta no preciso momento em que o Conde entrava na divisão que tinha acabado de abandonar. Respirei de alívio por ter conseguido sair a tempo. Não conseguiria pensar numa desculpa se ele me tivesse apanhado lá dentro.
Olhei de novo para a fotografia e não pude evitar pensar no que tinha visto. Decidi guardar segredo sobre aquela divisão. Contaria quando achasse oportuno. Deitei-me na cama a fitar o tecto.
De tanto pensar, acabei por fechar os olhos e adormecer.
Fui acordada, pouco depois, por um leve bater na porta. Levantei-me ainda meio ensonada e fui abrir. Era Gunter, tal como eu pensara, a avisar que o jantar estava servido.
Respondi-lhe que descia num minuto. Ele fechou a porta. Novamente a sós, escondi a fotografia entre as minha roupas. Não queria que ninguém soubesse da sua existência pelo menos por enquanto. Depois tirei a gaberdina que vestia para sair de casa. Embora estivesse sol, corria uma leve brisa fria ao fim da tarde.
Abri a porta e desci as escadas para a sala de jantar. Á medida que me aproximava, os murmúrios do Conde, que entretanto se juntara de novo aos grupo depois de uma curta passagem pelo quarto, e dos convidados iam ficando mais altos.
Quando entrei na sala, todos me saudaram como se eu fosse uma convidada muito esperada. Sentei-me á mesa ao lado de Dulce. A refeição decorreu entre momentos de silêncioa e conversas triviais. Resolvi fazer um comentário que pensei ser inocente:
- Não me contaram o que aconteceu ao Clã da Rosa Vermelha.-
De repente, a sala emudeceu. Os olhos todos postos em mim, como se tivesse acabado de dizer uma barbaridade enorme. Foi o Conde que quebrou o silêncio com um tom nervoso na voz:
- Isso não é assunto para se ter á mesa. Come a tua refeição.-
Depois voltaram ao assunto onde tinham parado.
Acabei a minha refeição e, com a desculpa de estar cansada, retirei-me para o meu quarto.
No caminho, fui a matuttar no acabara de acontecer. Aquela cena fez-me lembrar de quando perguntava sobre o meu nascimento aos meus pais. Tanbém havia um momento de silêncio e depois uma resposta vaga com que a querer mudar de assunto rapidamente.

Cheguei ao quarto e preparei-me para dormir. Quando me deitei, voltei a reflectir sobre tudo o que acontecera durante o dia.
Apesar de haver mais dúvidas que certezas, pelo menos uma era certa: aquela casa e os seus habitantes guardavam um segredo que, de alguma maneira, me envolvia. E eu, sem me aperceber, estava mais perot de o descobrir.
Adormeci a pensar nisto.
--------------------------------------------------------------------------------------
E pronto.
Mais uma vez, espero que gostem.
A partir daqui, muita coisa vai mudar.
Até para a semana.
 Smile
#60
Olá Joana,

Passo a passo Ana vai descobrindo a sua verdadeira identidade. Ela é a chave cujo destino aguarda para algo supreendente que se sujeita. Qual será a sua reacção após saber tudo o que lhe era um mistério?

Até Sexta.







A minha Segunda Fanfic de Sailor Moon: Nêmesis, A Deusa da Vingança. [17/07/2014]

A minha primeira Fanfic de Sailor Moon: Sailor Moon: Uma Alternativa à sua história de Origem


[+13] [Epílogo 14/04/14]

                                                                                                                             

Tens de entrar para responderes neste tópico.

  • 3.603 tópicos
  • 188.722 mensagens
  • 1.339 membros
  • último membro: Arza77
  • 1 online: Ana caetano