Lua Vermelha
Desculpa so vir comentar agora... muito estudo
'
Bem... de qualquer maneira... adorei as novas partes ou capitulos que puseste... xD
Uma lua vestida de sangue... gostei tanto da expressao... xD
Continua assim
'Bem... de qualquer maneira... adorei as novas partes ou capitulos que puseste... xD
Uma lua vestida de sangue... gostei tanto da expressao... xD
Continua assim

"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo

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mais um bocadinho xD.
Capitulo 9 – Inicio do Combate e Desastre
Materializei as minhas espadas gémeas. Todos os outros também. Seidai materializou uma espada com correntes ligadas a armas de ataque pequenas com formato de lua, sol e estrela. Nansei materializou um arco e flechas. Das costas dela saem flechas com o poder destrutivo do Sol, ligadas ao arco com correntes pelos braços até ao arco.
Voámos mais rápido. Estávamos a chegar à torre quando deparámo-nos com outros shinigamis. Eles estavam a ser controlados pela Metsubou. Não tinha-mos tempo. nem para salvar nem para termos pena deles e não os matar. A nossa decisão tinha sido de ir contra tudo e todos. E eles também irão ser levados pelo caminho pois estão a tentar nos parar. Eram pelo menos vinte. Dividimo-nos e cada um ficou encarregado de cinco. Não sei porquê. mas ao ver aqueles cinco shinigamis a virem contra mim, o tempo começou como se tivesse a parar. Eles e eu estávamos lentos. E foi aí que o senti. Senti aquele prazer de querer matar. Os meus olhos começaram a abrir devagar. O vento começou a rodear-me. Os meus olhos começaram a ficar de outra cor. O meu cabelo e roupas começaram a esvoaçar cada vez mais ferozmente. Os meus olhos cor de ametista ficaram banhados em sangue. Também tinham de ficar depois de ter começado a cortar braços, pernas, cabeças, asas, mãos, pés, orelhas, arrancar olhos, arrancar narizes, bocas e muito mais. Só parei depois de ter desmembrado e morto, tudo o que estava a travar o meu caminho. Comecei a respirar ofegantemente. Os meus companheiros olharam para mim. Não deviam de estar à espera daquelas acções minhas. Só Kuroraka é que teve a coragem de vir ter comigo.
- Estás bem? – disse Kuroraka com ar preocupada.
- Sim… - anui eu.
- Tens a certeza? – disse-me a tentar confirmar se era verdade.
Ela tinha um ar preocupado muito grande. Se continua-se a dizer que sim, magoaria os sentimentos dela e dos meus companheiros, pois não estava a dizer a verdade. Não estaria a confiar neles se lhes mentisse.
- Não. Não me sinto bem. – eu corei pois estava algo envergonhado.
- Se calhar devíamos descansar? – disse ela virando-se e olhando para Nansei e Seidai.
- Não! – gritei eu apressadamente.
Eles surpreenderam-se.
- Eu consigo ir em frente. Não será por isto que iremos parar hoje! – garanti-lhes.
Eles olharam uns para os outros.
- Então em frente! – disseram os três ao mesmo tempo para me animarem.
Capitulo 9 – Inicio do Combate e Desastre
Materializei as minhas espadas gémeas. Todos os outros também. Seidai materializou uma espada com correntes ligadas a armas de ataque pequenas com formato de lua, sol e estrela. Nansei materializou um arco e flechas. Das costas dela saem flechas com o poder destrutivo do Sol, ligadas ao arco com correntes pelos braços até ao arco.
Voámos mais rápido. Estávamos a chegar à torre quando deparámo-nos com outros shinigamis. Eles estavam a ser controlados pela Metsubou. Não tinha-mos tempo. nem para salvar nem para termos pena deles e não os matar. A nossa decisão tinha sido de ir contra tudo e todos. E eles também irão ser levados pelo caminho pois estão a tentar nos parar. Eram pelo menos vinte. Dividimo-nos e cada um ficou encarregado de cinco. Não sei porquê. mas ao ver aqueles cinco shinigamis a virem contra mim, o tempo começou como se tivesse a parar. Eles e eu estávamos lentos. E foi aí que o senti. Senti aquele prazer de querer matar. Os meus olhos começaram a abrir devagar. O vento começou a rodear-me. Os meus olhos começaram a ficar de outra cor. O meu cabelo e roupas começaram a esvoaçar cada vez mais ferozmente. Os meus olhos cor de ametista ficaram banhados em sangue. Também tinham de ficar depois de ter começado a cortar braços, pernas, cabeças, asas, mãos, pés, orelhas, arrancar olhos, arrancar narizes, bocas e muito mais. Só parei depois de ter desmembrado e morto, tudo o que estava a travar o meu caminho. Comecei a respirar ofegantemente. Os meus companheiros olharam para mim. Não deviam de estar à espera daquelas acções minhas. Só Kuroraka é que teve a coragem de vir ter comigo.
- Estás bem? – disse Kuroraka com ar preocupada.
- Sim… - anui eu.
- Tens a certeza? – disse-me a tentar confirmar se era verdade.
Ela tinha um ar preocupado muito grande. Se continua-se a dizer que sim, magoaria os sentimentos dela e dos meus companheiros, pois não estava a dizer a verdade. Não estaria a confiar neles se lhes mentisse.
- Não. Não me sinto bem. – eu corei pois estava algo envergonhado.
- Se calhar devíamos descansar? – disse ela virando-se e olhando para Nansei e Seidai.
- Não! – gritei eu apressadamente.
Eles surpreenderam-se.
- Eu consigo ir em frente. Não será por isto que iremos parar hoje! – garanti-lhes.
Eles olharam uns para os outros.
- Então em frente! – disseram os três ao mesmo tempo para me animarem.
Ahhh... violencia... 
Mas adorei... gosto de capitulos com accao...
Gosto tanto desta passagem
Continua assim

Mas adorei... gosto de capitulos com accao...

Os meus olhos cor de ametista ficaram banhados em sangue
Gosto tanto desta passagem

Continua assim

"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
uii agora no próximo bocadinho que postarei mais logo ou amanha se me lembrar claro
terá muitas mais surpresas
espero que gostem deste bocadinho que vou meter agora 
Capitulo 10 – Destino Cruel e Duro
terá muitas mais surpresas
espero que gostem deste bocadinho que vou meter agora 
Capitulo 10 – Destino Cruel e Duro
Aquele sentimento de matar continuava lá dentro do meu peito. Como se tivesse a gritar para eu matar mais. Sentia aquele ardor, que me alimentava o sentimento para matar todos os que estavam no meu caminho. Este sentimento começou a querer-me dominar. Será que tenho forças para ganhar ás minhas fraquezas? Gostaria de saber essa resposta, mas ainda não a conheço. Quando a conhecer, direi para que assim saibam também. Entrámos pela porta da frente, para assim eliminarmos possíveis obstáculos. Nansei puxou do seu arco, cada vez que o atirava matava pelo menos dez pessoas. Seidai matava quatro, ao atirar os pequenos objectos cortantes pelos corpos adentro de inimigos longe, usando a sua espada para cortar de perto e também usando ataques de magia com a espada. Kuroraka ia esquartejando todos à sua volta estivesse perto ou longe. Eu ia matando tudo embebendo-me cada vez mais em sangue. Indo cada vez mais fundo nas profundidades da minha sede de matar e de sangue. Fomos matando todos os que nos tentavam parar. Aquilo era um prédio de pelo menos 50 andares. Chegámos ao último piso alagados em sangue. Já ali não havia ninguém. Pensei que talvez fosse onde tivesse mais segurança, mas enganei-me. Entrámos pelas portas adentro. Onde estávamos com os pés poças de sangue faziam-se no chão. Olhei para baixo e vi-me reflectido no sangue. Pisei a poça de sangue para não mais me ver lá. Parámos no meio do escritório.
-Mostra-te! Queremos saber as razões e já! – disse Kibou estando algo afectado na mente.
A cadeira virou-se e ficou em direcção a nós. A minha cara só mostrou total surpresa ao ver quem era.
Lágrimas incessáveis vieram-me aos olhos. Levei a mão à boca tapando-a, para esconder a minha surpresa.
Como podia esta pessoa, ser a minha filha!? As minhas mãos começaram a tremer.
- Estás surpreendido?? – a rapariga abanou a cabeça para os lados algo decepcionado - Não devias… Não sou a tua filha. – disse-lhe tirando todas as dúvidas que poderiam ainda existir no rapaz - No dia em que encenei a morte da Shinsetsu, tomei posse do corpo da tua filha. – explicou ao confuso pai algo perdido - Já este corpo é meu e não tem memórias algumas tuas. – por fim contou a verdade.
- Quem e o que és tu?? – retorquiu Kibou ainda enraivecido por ter perdido a sua filha.
- Hmm… - hesitou a dizer - Eu sou… - hesitou ainda mais para responder - O que eu sou não te interessa, quem eu sou interessa. – disse a pequena tentando desviar o assunto.
- E quem és tu? – Gritou Kibou furiosamente.
- Eu sou Lúcifer. – a rapariga mostrou os seus olhos maquiavélicos - A minha missão é destruir tudo e todos, mas primeiro quero vê-los sofrer. – disse friamente chocando Kibou - HAHAHAHAHAHA. – rindo Lúcifer maniacamente alto.
Kibou fecha os punhos, morde o seu lábio, levanta a sua cabeça trazendo consigo vento à sua volta, que o rodeia começando a cortar tudo à sua volta. O sangue que se localizava nas suas duas espadas, são carregadas pelo vento esvoaçando como se a dançar estivessem.
- Seu cabrão vais pagá-las!! – disse Kibou num grito enraivecido.
Ataca-o repentinamente correndo na sua direcção. Quando vai para o matar, imagens da sua querida Hikari aparecem nos seus lindos olhos de ametista. Outrora carregados de raiva e dor, encontravam-se agora carregados de ternura, que o faziam ceder perante a figura da sua filha.
Não é capaz de o matar, voltando com um salto drástico, para o lugar onde anteriormente se encontrara situado no inicio de entrar ali.
- Hmm… - pondera Lúcifer sobre a atitude de Kibou - É só isso que vales? – interrogando lúcifer sobre a verdadeira força de Kibou - És fraco. – disse Lúcifer num tom de desdém.
- O que percebes tu de mim? – retorquiu Kibou já farto das atitudes de Lúcifer - Nunca perceberás os sentimentos de um pai, nem de um humano! – gritou-lhe como se estivesse a tentar convencer Lúcifer, e ao mesmo tempo a ele mesmo que tinha de se recompor daquele choque - Não tens permissão para te dirigires a mim com esse tom na tua voz! – replicou Kibou contra os modos de Lúcifer.
- E pensas que és tu que irás me calar? – Retorquiu Lúcifer logo de seguida, encarando os olhos magoados de Kibou de frente, mas com frieza dentro dos seus.
Kuroraka sabia que ele estava bastante magoado, simplesmente olhando para os olhos dele. Lúcifer tinha tomado posse do corpo da sua filha e ela era importante para ele. Ela nunca poderia tomar o espaço que a sua família antiga ocupava. Não, ela nem ocupava espaço no coração dele, pelo menos era isso que sentia dentro de si, ao olhar para a cara amargurada de Kibou, o seu amado. Ela era capaz de se sacrificar por ele, para o proteger, para ele não sair magoado, nem para ele magoar outros e assim magoar-se a ele mesmo. E ela estava ciente disso mais do que ninguém, contudo não queria preocupar ninguém. Mas esta mesma sabia também que não tinha nada a perder… Os vidros partiram-se devido ao vento circular de Kibou, que tinha voltado devido à sua raiva e amargura, deixando entrar mais vento que fez balançar os belos cabelos negros de Kuroraka. Ela sabia que ele era o seu vento, o seu ar, a sua vida. Se ele matasse agora a sua filha, mesmo sendo já só um corpo, uma carapaça para Lúcifer por assim dizer, iria magoar-lhe os sentimentos à mesma.
Acabei agora de ler aquilo que me faltava 
Aliás, ja tinha lido os outros, mas faltava-me ler o bocadinho que cá tinhas e este que postaste mesmo agora!
Amei
.o:
.o:
.o:
Lol, ele chamou-lhe uma coisa indecente o.O mas também merece né...
Coitado, eu também não teria coragem de o matar por estar no corpo da filha, mas... ai >.<
Fico à espera de mais!

Aliás, ja tinha lido os outros, mas faltava-me ler o bocadinho que cá tinhas e este que postaste mesmo agora!
Amei
.o:
.o:
.o: Lol, ele chamou-lhe uma coisa indecente o.O mas também merece né...
Coitado, eu também não teria coragem de o matar por estar no corpo da filha, mas... ai >.<
Fico à espera de mais!

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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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