Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Lua Vermelha

#21
Haruhi escreveu:
Angeless escreveu:
Haruhi escreveu:Era uma injustiça culparem-no! Neutral
Coitado... Aquela mulher devia arder no inferno >.<

Amei o bocadinho Surprised.o: Surprised.o:
fico à espera de mais!
haruhi estou tão feliz que gostes :='(: . e que estejas tão empenhada na história :='(: . amanhã posto mais. quero ler mais da tua Surprised.o: .

Oh Embaracoso
Quando gosto do que leio, sou assim Razz
estás de parabéns mesmo. Embaracoso
Embarassed muitissimo obrigado :='(: .
#22
Esta pequena parte continua maravilhosamente maravilhoso... xD
Ai que esta policia nao anda bem do juizo... culpar inocentes... se me chamassem para um caso eles iriam ver o que era bom (pois, eu prendia uns gajos bem bons *cough* eu nao disse nada... xD... nem quero ser policia... xD)

Deve ser terrivel ver pessoas mortas brutalmente a frente dos nossos olhos... e ele a pensar na filha quando vai tomar banho...

So uma coisa... estou curiosa... who is that woman??? xD
"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"



Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
#23
Embarassed ai obrigado pelos comments todos que metem :='(: , é tão bom saber que estão a ler :='(: e que vão dizendo o que acham :='(:, saber que seguem a história :='(: e que estão embrenhadas pela história :='(: .
não percam o próximo episódio porque nós também não Razz , e com isso saberão umas verdades chocantes para a frente Razz .
#24
aqui vai mais uma parte pequena, umas revelações pequenas serão dadas Cool .


Capitulo 3 – Descobertas



Não podia estar só a pensar no que ela me tinha dito, tinha de agir, tinha de a encontrar se queria vingar as mortes da minha família, limpar as dúvidas e o meu nome.

‘’Mas onde? Onde é que ela está? Não tenho a mais pequena ideia donde ela possa estar.’’ – pensou ele com os pensamentos em circulo.

Fui comer o pequeno-almoço a um café perto. Enquanto comi decidi ler o jornal, encontrei naquele mesmo jornal uma pista para a descobrir.

‘’Um homem que disse ter visto na zona uma mulher com uma descrição algo igual ao que eu tinha visto, foi acusado de doido pelo facto de ele disser ter visto ela a voar pelos edifícios, mas se é de facto ela então tenho de a encontrar e depressa.’’ – pensou ele para sim mesmo.

Pousei o jornal, paguei a conta e sai a correr com a sandes na mão.

Cheguei à casa daquele homem e toquei à campainha.

O homem saiu, olhou-me de alto a baixo e abriu o portão.

- Quem é você? – disse o desconhecido com a voz algo rouca e grossa.

- Eu li o que você disse. Estou interessado em saber mais sobre a mulher que viu. – respondi eu prontamente.

- Hmmm… - murmurou o homem.

- Por favor! Ela matou a minha família toda e ainda sorriu ao ver-me chegar! Por favor ajude-me! – gritei eu em suplica.

Baixei-me de joelhos como nunca tinha feito e pedi-lhe. Nunca me tinha rebaixado tanto. Depois de me ter humilhado ficou satisfeito e deixou-me entrar.

- Sente-se. – disse ele apontando para o sofá cheio de buracos e sujo.

Sentei-me e esperei por mais detalhes, mas em vez disso foi buscar uma cerveja ao frigorífico. Tinha um ar muito desmazelado, barba por fazer, cabelo sujo, roupas com nódoas e muito mais. Sentou-se, bebeu e arrotou alto.

- Bem o que posso dizer não é muito mais do que já disse aos polícias. – disse ele após o arroto.

- Por favor conte-me em detalhe. – disse em tom de suplico.

- Hmm… Então vou lhe dizer algo que não disse à polícia. – disse o homem deixando mistério no ar.

- Sim diga! – repliquei nervoso.

- Ela tinha asas pretas nas costas, uma foice na mão carregada de sangue a pingar, os olhos dela viraram-se para mim, estavam vermelhos cor de sangue e de repente ficaram pretos cor de petróleo, o meu corpo tremeu todo… - disse o homem com a cerveja na mão. A mão tremia um pouco.

Olhos vermelhos que se tornam pretos cor de petróleo, ou então são os olhos que devem de ficar vermelhos por alguma razão…

Não vi as asas, mas se tem asas pode voar a grandes velocidades… Mas que polícia poderia acreditar nisto? Nenhuma.

Mas de certo não pode ser humana, tenho de saber onde ela está!

Pensar não me ia ajudar.

- Obrigado, reparou em mais alguma coisa? – agradeci prontamente e perguntei-lhe.

- Só lhe digo isto não se aproxime dela, tenho a certeza que é uma mulher perigosa… – a voz do homem tremeu-se toda com o fim da frase.

- Obrigado, mas tenho de a encontrar. Obrigado pela informação também. Adeus. - disse eu quase num só fôlego.

Saí, comecei a andar e o homem saiu de casa a repetir ‘’não a procure’’, ‘’não a procure’’ vezes sem conta. Virei a esquina e ainda conseguia ouvi-lo. Agora não tinha tempo para os avisos dele. Tenho é de descobrir uma maneira de não voltar aquele hotel sem dar nas vistas.

Mas porquê é que ela matou-os e não a mim também?

E se ela é algo não humano o que faz ela a mostrar-se ao público?

Editado pela última vez em

#25
Ohh... e sempre bom chegar ao forum e ter algo para ler... xD
Como ja tinha dito... mas volto a repetir... esta optimo Embaracoso
Parabens!!!

Agora ainda fiquei mais curiosa... qual era a razao daquela mulher matar a familia dele??? Isto vai passar a ser conhecido como o misterio do petroleo vermelho (por causa do sangue e dos olhos... xD)

Esta 5 estrelas... espero ter mais para ler nos proximos tempos Embaracoso
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#26
Icy_Angel escreveu:Ohh... e sempre bom chegar ao forum e ter algo para ler... Matreiro
Como ja tinha dito... mas volto a repetir... esta optimo Embaracoso
Parabens!!!

Agora ainda fiquei mais curiosa... qual era a razao daquela mulher matar a familia dele??? Isto vai passar a ser conhecido como o misterio do petroleo vermelho (por causa do sangue e dos olhos... Matreiro)

Esta 5 estrelas... espero ter mais para ler nos proximos tempos Embaracoso
Embarassed obrigado Embarassed . hoje á noite meterei mais Cool . ainda mais mistérios serão revelados e ainda mais mistérios apareceram na história futuramente Cool .
#27
bem aqui vai mais um mistério nesta pequena parte Cool .


Capitulo 4 – Destino Trapaceiro





Lembrei-me que tinha de ir à esquadra continuar a conversa de ontem. Não me agradou a ideia, mas tive que ir à mesma. Cheguei em frente da esquadra e entrei, o mesmo polícia dos bigodes de ontem mandou-me entrar no gabinete.

- Descansou bem? – perguntou-me ele.

- Não dormi toda a noite… - repliquei eu cansado com os sucedidos.

- Sim já sabia disso…. - Disse o policia de bigodes num sussurro.

Mas não deixei de o ouvir mesmo num sussurro aquela afirmação.

- Eu sei que pareço doido, mas hoje ao ler o jornal descobri um homem que viu algo parecido com o que eu vi ontem. Eu fui ter com ele e ele contou-me mais coisas. Você tem de acreditar em mim. – contei-lhe então as descobertas feitas antes de chegar ali.

- Desculpe, mas o nosso dever não é acreditar, mas sim descobrir a verdade. – replicou o policia friamente.

- É por isso que estão a me vigiar e a controlar os meus passos? – repliquei eu algo zangado.

O polícia assustou-se. Foi descoberto, pensou não ter dado nas vistas.

- Eu sou inocente e mesmo que tente provar que sou culpado, não irá conseguir porque eu sou inocente! Eu nunca conseguiria matar a minha filha e família! Eles eram tudo para mim! - gritei sufocadamente enraivecido, ao mesmo tempo triste e dolorosas palavras.

Começou as lágrimas a virem-me aos olhos e chorei novamente, não conseguia ainda lidar com o que tinha acontecido.

- Peço desculpa, mas só isso não chega. – disse o policia logo de seguida.

- Então encontrarei eu a criminal que os matou. Se não tiver justiça por vocês, terei por mim! – afirmei eu ao policia.

- Você mataria a criminal ou o criminal que os matou? – inquiriu o homem.

- Sim! Nunca perdoarei a essa mulher! E é uma mulher, até nisso tem dúvidas? Acho que não posso contar com vocês! – gritei eu desolado perante as palavras do policia.

-……… - não respondeu e ficou a olhar para o chão.

O policia manteve-se em silêncio. Saí da esquadra zangado. Fui passear pela cidade a ver se conseguia saber mais. Chegou a noite e nada, nem sinais de nada. Esbarrei contra uma mulher de cabelos cor de areia da praia, olhos azuis com traços de negro dentro deles.

- Ai desculpe-me, não vi por onde estava a ir. – apressei-me eu a dizer.

- Não faz mal. – replicou ela suavemente.

Os olhos dela tornaram-se vermelhos. Assustei-me ao ver essa mudança.

- Então tu és o tal. Hahahahahahahahaha! – afirmou ela rindo logo de seguida.

E continuou a rir bem alto. Passado 5 minutos de tanto rir calou-se, começou a olhar para mim de alto a baixo como se tivesse a me inspeccionar.

- Então tu és o tal… Hmm mas será que consegues? Hahaha. Tem cuidado ou poderás descobrir algo que não queres. – proferiu ela com os olhos a verem a minha reacção.

- Eu vi alguém algo parecido consigo. Quem é você? E porque disse isso? Que conexão tem com aquela mulher de cabelos e olhos escuros? – disse eu apressadamente a querer saber mais.

- Não serei eu a responder ás tuas dúvidas, mas se não queres descobrir algo realmente mau não a sigas. Isto é um aviso devias de o seguir. – disse-me ela enigmaticamente.

- Ela matou a minha família, eu não vou perdoá-la! – afirmei eu.

- Então percorre este caminho, mas digo-te isto que aconteceu não são coincidências, tudo isto é obra do destino, se queres realmente seguir o destino sem lutar então vai e encontra-a. – disse-me ela sem explicar nada.

- Não percebo… - repliquei eu.

- Irás perceber num futuro próximo. – garantiu-me ela.

O que quis ela dizer com aquilo?

E afinal que destino é este que não gostarei?

Editado pela última vez em

#28
Ai... ta tao misterioso... e 5 estrelas Embaracoso
E isso mesmo... a policia nao faz nada... entao faz ele... xD
Quem e essa outra que apareceu??? E o destino dele??? Ai que tou curiosa... xD
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#29
Desculpa por não ter comentado mais cedo!
Adorei o capítulo Surprised.o: Surprised.o:
Omg, quem é essa agora? o.O Destino?

Agora deixaste-me curiosa!
Gostas de mistérios, dramas, romance, acção, emoções e muito mais?
Então clica ali em baixo:



FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
#30
icy obrigado Embarassed . haruhi não faz mal e obrigado Embarassed .
a ambas digo que depois logo vêm Cool . o destino é algo incrivel, mas este vai ser completamente inesperado Cool . vou colocar mais fic hoje mas só um pouco mais tarde para deixar ansiosos Twisted Evil .
#31
bem agora é que serão reveladas as parecenças com o anime death note Matreiro. aqui vai mais um bocadinho Cool .


Capitulo 5 – Coração Magoado





Ela começou a andar, virei-me para trás e ela desapareceu. Ela deve de ter os mesmo poderes que a outra rapariga. Mas quem serão estas pessoas?

Não percebo nada deste assunto de destinos que ela falou… Mas não vou desistir! A minha resolução não é tão fraca como para me dizerem algo e eu desistir assim.

Como não quero voltar àquele hotel vigiado vou para casa. Cheguei a casa. A porta estava com uma daquelas fita colas amarelas a dizer não passar. Tirei-a bruscamente. Meti a chave na porta e abri-a. Entrei dentro da casa, os corpos não estavam já lá na sala. Mas continuo a lembro-me bem daquele cenário na minha cabeça. Peguei nas coisas, comecei a afastá-las, tirei a carpete do chão e peguei-lhe fogo no quintal. Peguei num pano, meti detergente na água e lavei os móveis. Senti-me como se tivesse a apagar as memórias que eles tinham, mas não queria continuar a vê-los com sangue. Acabei de limpar os móveis e fui até ao quarto da minha ‘’pequena’’, peguei nos vestidos, tudo dela e comecei a metê-los em sacos. Depois de ter feito isso com todas as coisas menos as minhas, trouxe-as para o quintal. Primeiro pensei em as dar para caridade, mas nunca suportaria ver as coisas deles vestidas por outras pessoas. Então meti tudo embebido em álcool e peguei fogo. Enquanto as coisas queimavam, todas as minhas memórias vieram-me ao de cima. Enquanto os meus olhos estavam como que a ser consumidos pelas chamas, o meu ódio aumentou por aquela mulher mil vezes mais. Fiquei determinado a ir contra tudo e todos. E mesmo enfrentar tudo o que tente atravessar o meu caminho contra a minha determinação de a encontrar.

Peguei nas coisas que escolhi, meti dentro de uma mala pequena, meti ao braço e saí.

Fui ao banco e levantei o dinheiro todo que tinha nas contas. Fui ter com um conhecido meu. Ele consegue criar de tudo que seja cartões falsos, como cartões de identidade e muito mais.

Ele acredita na justiça tal como o seu nome Seidai, já ajudou numerosas pessoas que eram inocentes, mas que tinham sido consideradas como culpadas. Conheci-o quando precisámos de ajuda no anime Death Note, para decidir qual o melhor método de fazer o anime e como interpretar o lado da justiça de ambas as partes. Hoje encontro-me na frente dele não como animador, mas sim como pessoa que precisa dele. Contei-lhe o que tinha acontecido, ele olhou para mim.

- Na realidade tem vindo a acontecer uma vaga de coisas destas. Alguns são mesmo fanáticos pelo anime Death Note que até o levam aos extremos. Mas nestes casos que conheço não são doidos, mas sim mesmo algo parecido com o anime.

Como podia ser? Como é que podia existir algo a acontecer similar àquele anime?

E a que pessoas aconteceu aquilo que lhe aconteceu?

Editado pela última vez em

#32
aqui vai mais um bocadinho, mas desta vez grandes revelações, mas não muito grandes Cool .


Capitulo 6 – Perto da Verdade





Já me tinha esquecido da história daquele anime. Provavelmente pensaram que estava a dizer algo baseado naquela história, visto saberem que fui o animador. Não faz mal, de certo hei-de mostrar a verdade a todos eles. Pedi-lhe para meter todo o meu dinheiro e coisas pessoais no cofre particular dele. Pedi para fazer uns cartões de identidade novos para poder andar à solta a vasculhar. Fez-me de FBI, CIA e muito mais.

-Obrigado por isto e por acreditares em mim. – disse eu com a esperança ainda dentro de mim.

- Não tens de quê. – disse-me ele amigavelmente - Conheço-te e conhecia a tua família. Via-se claramente o amor entre vocês. Também serias incapaz de os matar ou mesmo mandar matar. Vinga-te porque mereces justiça por tudo o que te aconteceu e tem vindo a acontecer. – encorajou-me com aquela frase.

Meti-me à estrada. Comecei por ler todos os dados que ele me deu. Visitei todo o tipo de pessoas que não só a tinham a visto, como também lhes tinha acontecido algo com aquela mulher. Até que cheguei a um sítio um pouco mal-encarado, a tinta toda ressequida, colada ao chão, janela partidas, portas meio partidas e muito mais. Entrei lá dentro.

-Está alguém aí? – gritei eu mal entrei lá dentro.

Nada nem ninguém fez barulho. Entrei, comecei a dar uma volta pela casa. Subi umas escadas e deparei-me com um corredor com várias portas. Cheguei a um quarto onde encontrei uma fotografia que me arrepiou de alto a cima. Virei costas e continuei a percorrer aquele pequeno corredor com portas. Cheguei a outro quarto, tinha na parede montes de cisnes, mas no meio deles um patinho preto muito feio. Pensei que mais certo era haver algo com aquele pato preto. ‘’Hmm… de certo deverá de existir algum mecanismo secreto, mas qual e aonde? Hmm…’’ – pensou ele. Depois de ponderar, pensei que o patinho feio era muito óbvio. Então meti-me a analisar o fundo de longe. Quando reparei na água no meio. Carreguei lá e aquilo fez um enorme barulho na sala. Desci e fui até à sala. Lá estava um alçapão aberto, desci as escadas. Encontrei aquela mulher que matou o que eu mais amava. Ela estava como na fotografia, dentro de um tubo com um líquido vestido de sangue, com muitos cabos e tubos no corpo dela como se fossem folhas numa árvore. Fiquei a olhar para aquilo como se tivesse completamente perdido os sentidos. Ela acordou e saiu de dentro do tubo.

- Já estás aqui? És tão maroto ao vires assim sem me dizeres. Sabes que te amo, não sabes? Porque me surpreendeste? – inquiro-me mal abriu os olhos e tinha saído de dentro do tubo.

- Tu amas-me? – perguntei eu - Mas nem me conheces. – afirmei - Estás a fazer te de parva? – gritei indignado.

- Ora, mas tu és o nosso criador. Dos shinigamis com aparência humana quero eu disser. – disse ela frontalmente.

- Não, eu não sou o teu criador. Tu matas-te tudo o que eu amava! – afirmei eu já verde de raiva.

Os olhos dela ficaram sérios.

- Sabes quando eras mais pequeno, costumavas brincar com uma rapariga nos jardins da tua casa de campo. Eu era essa rapariga. O teu pai criou os shinigamis com aparência humana sempre através de ti. Visto que tens poderes inumanos dentro de ti e pelo facto de ele ter arranjado amostras de shinigamis verdadeiros. – contou-me ela.

- Isso não é verdade, o meu pai tem alzeimer, aliás tinha! – gritei eu indignado perante aquelas mentiras sujas.

- Hmm.. Ele criou a nossa aparência, mas tu crias-te a nossa alma. Tu sempre foste alguém mais que humano, és superior. – afirmou - Sempre dizes-te que casavas comigo quando éramos crianças, lembras-te? – perguntou-me ela - O teu pai depois de morrer deixou a herança a mim. Um trato de teres de casar comigo. Até escreveu que se tiveres família deverão serão ser mortos. Por isso culpa-o e não a mim. – disse-me cruelmente.

- Eu não acredito em ti! – neguei eu.

Ela virou-se para trás, abriu a gaveta e apresentou-me um ficheiro.

- Lê e depois diz-me alguma coisa. – afirmou a rapariga dos cabelos negros.

Ao folhear o ficheiro vi fotografias minhas a ser testado. Do meu pai a tratar das criações. E até o testamento deixado por ele. Como poderia o próprio pai ter feito isso? Como? Ele não deixou de olhar para ela com ar bastante desconfiado.

- Mesmo que não te acredites é a verdade. E ele deixou algo para ti que criou só para ti. – assegurou-me ela.

Virou-se e tirou de dentro de outra gaveta um caderno.

- Isto é um caderno normal aos olhos de todos. Mesmo que outros escrevam, não acontece nada. Mas se fores tu, ele fará tudo o que tu quiseres. Tens aqui um anel que parece ser completamente normal, mas que controla o teu poder, podendo até conseguires escrever num caderno ou mesmo em qualquer outro sitio o nome dessa pessoa para a matares. Ele usou o anime que animaste chamado Death Note para se basear nas suas criações. Tem nesse ficheiro as explicações dos teus poderes. – apontou ela para o ficheiro que havia me dado.

Então foi isto que aquela rapariga disse acerca de eu descobrir algo que eu não goste. De que estarei a seguir o destino. Não este destino foi-me imposto pelo meu pai. Eu não vou fazer o que ele quer.

- Naquele dia tu dizes-te que a culpa era minha deles terem morrido e porquê? – perguntou ele nervoso.

- Porque se tivesses feito o que o teu pai queria estariam vivos. – afirmou a rapariga.

Ele lembrou-se de a alguns anos atrás discutir com o pai.

- Como quer que eu me divorcie da minha mulher? – gritei eu zangado.

- É para o teu bem. – replicou o meu pai.

- Não, o que você quer é ver me infeliz! – disse eu indignado.

- Não, simplesmente digo te para teu bem… - disse-me ele algo triste.

Mas foi ele que fez este testamento, porque é que a culpa é minha???? Como podia eu ser culpado por não querer escutar o parvo do meu pai e sim o parvo do meu coração? – pensou ele para si.

Olhei para ela mais uma vez e não pude-me conter sem fazer mais perguntas.

- Se ele avisou-me porque meteu aquilo no testamento? – perguntei eu confuso.

- Hmm, és mesmo compreensão lenta… Ele não fez essas regras, o verdadeiro culpado… não, não te posso dizer o nome, mas queres conhecer? – confessou a rapariga ao de leve.

- Claro que sim! – afirmei eu.

Quem será o verdadeiro culpado disto tudo? E porque é que tenho a impressão de as coisas não irem correr tão bem como eu espero?
#33
Desculpa so vir comentar agora mas tenho andado ocupada por causa dos testes intermedios... Matreiro

Estao dois excertos, post, capitulos, partes, whatever, estao liiiiindos Surprised.o:

Pobre daquele homem... a familia morre e a justica nao faz nada...

Mas nada melhor do que descobrir sozinho... e encontrou a mulher!!! Isto agora vai aquecer... ah pois e... e tu foste logo parar nessa parte... Matreiro

Quero mais Embaracoso
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#34
pois tinha de ser Cool amanha meto mais e vao descobrir ainda mais coisas Cool só espero que se aguentem porque ficarão assim Shocked a partir daqui Twisted Evil
obrigado por estares a gostar Embarassed .
#35
bom a outra parte xD. tenho estado ocupada >_<.


Capitulo 7 – Verdade Desconcertante





Pois e não irá mesmo correr bem… Aliás não correu bem, mas eu já vos explico em detalhes o que me aconteceu…

Fui levado por ela, parou quando saímos da casa.

- O meu nome é Kuroraka. – disse-me a rapariga de cabelos e olhos negros.

Hmm… Tal como o seu cabelo e olhos o seu nome escuridão acentuava-lhe bastante bem… De uma forma má e grotesca mas acentuava… - Pensou ele para si mesmo.

Fui levado até à minha própria casa, entrámos. Subi-mos as escadas. Fomos ao quarto da minha filha. Ela tocou numa parte da parede onde tinha um coelho bege em vez de amarelinho suave. Ouviu-se um barulho…

Desci e para meu espanto havia um alçapão como na outra casa…

Desci as escadas, quando lá entrei encontrei a Shinsetsu. Como podia ela estar viva? Eu vi ela morta…

- Hmm… Já cá chegas-te? – perguntou-me ela friamente - És mesmo lento. Casei contigo porque desde de sempre que seguia os passos do teu pai. Quis criar um verdadeiro fenómeno, mas tu já o eras. Por isso interessei-me por ti. Não morri, mas todos os outros morreram. Nem sabes o quanto esperei por esta vida a que não me adapto acaba-se. Mas ainda bem que já acabou. Naquele dia eu…Aliás tudo entre nós, foi de propósito para cumprir o que queria. Mas infelizmente tu és o melhor fenómeno. - confessou ela tudo sem sequer pestanejar com uma voz fria.

- O que queres dizer com isso? – perguntei eu confuso, com a vaga de informação dado por ela.

- Que nunca te amei. Que fiz de propósito o de prender a mala. Que me vesti à princesa para te encantar. Que não sou amável. Que toda esta vida foi só uma ilusão criada por mim para poder-te analisar. Satisfeito com a resposta? – disse-me ela com um ar frio.

- Mas se seguias os passos dele como podes ter feito as regras? – perguntei eu confuso.

- Hmm… És mesmo lento… Subi no projecto e ele não. Comecei a mandar nele, nas decisões dele, etc. Foi a nossa organização que lhe meteu alzeimer. Porque ele começou a mostrar a ficar fraco e querer te contar a verdade… - confessou ela ainda mais.

- Então todo este tempo mentiste-me? – perguntei eu indignado.

- Claro que sim. – replicou logo de seguida sem sequer pensar.

- Porquê? Eu sei que tinhas interesse… Mas depois de tantos anos nunca me amas-te? Nem à tua filha? – gritei enraivecido.

- Hmm não sabias, pois não? Mas sempre fizemos experiências com os teus pais e filha. Queríamos descobrir se alguém tinha poder além de ti. Mas não te zangues que morreram depressa. Claro que só foram mortos depois de concluído que não tinham poderes. Hehehehehehe! HAHAHAHAHA! – disse ela com ar de doida.

Começou a rir maniacamente durante muito tempo.

- Então mataste-os só porque já não te serviam? – perguntei eu quase como numa afirmação.

- Sim. – os olhos dela estavam frios.

Ela deu-me um sorriso e olhos maníacos como nunca tinha visto, talvez só mesmo no anime Death Note quando ele, o Light enlouquece…

Kuroraka continuava situada atrás de mim sem se mexer.

A minha fúria foi tanta que não me pude conter. A minha raiva materializou-se em forma de espadas gémeas. Peguei nelas.

- Prometi matar aquele que matou a minha família. Não foi a Kuroraka que os matou, mas sim tu! – afirmei eu num grito desconsolado.

Investi com as espadas contra ela. Ela voou com asas de shinigami nas costas, fiquei chocado quando as vi.

- Sim, fiz-me ter o poder de shinigami para poder mandar em tudo!! HAHAHAHA. – disse ela maniacamente

A minha ira aumentou, com isso ganhei asas, não eram de shinigami, mas sim lindas asas de anjo que eu uma vez tinha visto num anime. Primeiro certifiquei-me em destruir aquele laboratório todo com um só desfeche de uma espada. Kuroraka continuava ao meu lado mesmo no voo.

- Não penses que só existe aqui estes laboratórios! HAHAHAHA. – contou Shinsetsu.

Olhei para a Kuroraka.

- Estás do lado dela ou meu? – interroguei-a.

- Eu disse-te. Eu amo-te e por isso estarei sempre do teu lado. – afirmou-me ela.

- Então ajuda-me. Ajuda-me nos meus sonhos. Torna-te parte de um novo destino comigo! – pedi-lhe eu.

Estendi a mão para ver se ela a agarrava. Vi plenamente que os olhos dela tinham medo que eu tivesse só a brincar, que fosse mentira ou sonho. Mas pegou à mesma, não queria largar aquela esperança que ela tinha desde pequena.

#36
Outro capitulo liiiiindo Embaracoso

Nao gosto do pai dele... nao me deu uma boa impressao... xD

Angeless escreveu:- Como quer que eu me divorcie da minha mulher?

- É para o teu bem.

- Não, o que você quer é ver me infeliz!

- Não, simplesmente digo te para teu bem…

Como esta parte fala sobre o passado dele... a discussao que teve com o pai... ficava bem se fosse em italico... realca-va mais e de forma diferente... xD

Mas esta optimo Embaracoso
Tambem formulo a tua pergunta... quem e o culpado??? xD
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#37
Embarassed obrigado e sim foi falta de pensar nisso dos itálicos para o passado >.<. estão quase quase a descobrir uma coisa mesmo de cair de cu >.<. hoje mais para a tardinha meto mais Matreiro.
#38
bem aqui vai mais um bocadinho. agora aguenta coração para os mais fracos Laughing . e por favor aguentem-se Laughing .


Capitulo 8 – Realidade e Destino





Eles dois voaram atrás de Shinsetsu. Ela voou bastante rápido e desapareceu de vista.

- Hmm… Estás a lutar contra o que o destino tem de mal. E a escreveres um destino melhor. Irei contigo em busca de um novo futuro. – disse uma voz desconhecida embora algo familiar aos meus ouvidos.

Apareceu de novo aquela mulher de cores da praia.

- O meu nome é Nansei posso não parecer, mas sou muito suave. – disse ela num gracejo.

E sorriu suavemente tal como o seu nome.

- Porque é que queres-me ajudar? – perguntei-lhe.

- Eu sabia desde sempre quem era o culpado. Disse acerca de coisas que não ias gostar de saber. Mas elas não eram só acerca dos teus poderes. Mas sei que terás força para superares. Em quanto acreditares, conseguirás fazer e criar um novo destino. Um novo futuro à tua frente. – disse-me Nansei.

- Se sabias porque não dizer-me? – voltei a perguntar confuso.

- E confiarias numa total estranha? Que a mulher que estiveste todos estes anos casados era realmente uma maníaca e que continuava viva? – disse-me ela sem esperar que eu respondesse - Oh por favor tu tinhas de ver. Senão não te acreditarias que ela era alguém que realmente não presta… - conclui ela.

- Sim tens razão. Mas não irei desistir. Nem que tenha de partir todas as barreiras que existem. Mas irei construir tudo de novo. – afirmei-lhe eu.

E assim decidimos que com aqueles poderes não só vamos atrás dela. Mas também iremos mudar bastante o mundo para um melhor.

Como haviam perdido Shinsetsu de vista, decidiram começar por a cidade onde estavam e seguir por aí fora. Foram ter com Seidai onde descobrem que também ele tem poderes como eles. Mas não costuma usar os poderes sem ser para ajudar.

- Tu também tens poderes? – perguntei-lhe chocado.

- Sim tenho… - afirmou-me.

- Como? – questionei-lhe.

- Hmm…Como explicar? Hmm… Á algum tempo ajudei um shinigami. Que para me agradecer deu me um poder muito particular. Uso ele para fazer as novas vidas de boas pessoas. – afirmou-me ele.

Eles contaram-lhe o que se passou.

- Meu deus então ela é a culpada… que mulher tão insensível. O que vais fazer? – perguntou-me ele.

- Seguir atrás dela. Mas mudar este mundo com as minhas próprias mãos. Quero começar de novo. Mas quero ser feliz e quero que o futuro das crianças seja também. – disse-lhe eu.

- Então irei contigo. Sozinho não tenho força suficiente, mas juntos teremos com certeza a capacidade para mudar. – afirmou ele entrando a bordo.

Recolheram informação depois de todos terem FBI, CIA e muitos mais passes para poderem entrar livremente nos sítios que queriam.

Descobriram que existia milhares de laboratórios como aquele após uns dias de pesquisa exaustiva. Também descobriram que a empresa em qual Shinsetsu mandava chama-se Metsubou.

- Hmm… Destruição… Que nome tão satânico para uma empresa que está a dar uma fachada de boa… - disse Seidai.

Virei-me para eles.

-Já agora ninguém sabe sequer o meu nome. Também visto que ainda não o dei não sabiam. – disse eu num gracejo – O meu nome é Kibou. – concluiu ele.

- Hmm esperança… Calhou te bastante bem. – disse-me Nansei num gracejo.

Decidiram descansar por aquele dia. Tinham de se preparar para a destruição da empresa.

Kibou ficou com Kuroraka no mesmo quarto.

- Olha porque é que quando matas-te a minha família, a lua estava vestida de sangue? – questionei Kuroraka.

- Isso é a empresa que sempre que é para haver mortes, metem a lua vestida de sangue para causar ilusões as pessoas… - confessou-me ela.

- Como assim? Ilusões? – perguntei confuso.

- Sim, como por exemplo veres o corpo da tua mulher no meio dos corpos e tudo o mais. Não passaram de ilusões criadas por eles. – explicou-me ela.

- Eles têm poder para tal coisa? – perguntei surpreendido.

- Sim e muito mais. Até foram eles que queriam que tu fosses preso para poderem fazer experiências à vontade… - confessou-me ela.

- Não me metem medo mesmo com isso tudo, eu sou mais forte. – afirmei-lhe para a manter mais segura.

Foram-se deitar depois de cada um ter tomado banho. Já dentro das mantas.

- Desculpa… - ouvi eu entre soluços de uma rapariga.

Kuroraka estava a chorar. Ela levantou-se e saiu do quarto. Foi até ao jardim visto que não conseguia dormir.

- Porque não estás a dormir? – perguntei-lhe repentinamente.

Kuroraka exaltou-se.

- Assustas me… - disse-me.

- Desculpa, não era a minha intenção… - afirmei eu.

- Também não queria ter-te acordado. – disse-me.

- Não faz mal. Ouvi uma rapariga chorar e tive que vir atrás. – disse eu num gracejo para a fazer sorrir.

Ela sorriu docemente. Mas os seus olhos não deixavam de estar tristes e com uma expressão dolorosa dentro deles.

Kibou andou para a fonte ficando atrás dela.

- Tu não és a culpada por nada disto. – assegurei-lhe.

Kuroraka surpreendeu-se virando para trás. O vento bateu forte levando consigo flores, o cabelo dela juntamente com as suas lágrimas.

- Desculpa… – Soluçou ela entre as lágrimas, com as mãos na cara.

- Tu não tens culpa de nada. Eu não te culpo. Culpo-me a mim pela minha fraqueza. Por não ter sido capaz de protegê-los. Não ter sido capaz de ver por detrás da máscara de Shinsetsu… - afirmei-lhe.

- Mas fui eu que os matei!! Fui eu que fiz com que isto tudo acontece-se!! – disse-me entre os duros choros.

- Levas-te a cabo ordens. Tu foste só um peão no jogo obscuro dela. – garanti-lhe.

Kibou foi ter com Kuroraka. Abraçou-a. Ela chorou profundamente nos braços dele. Ela tinha sido mais do que ninguém magoada pela Shinsetsu e pelo pai dele. Kibou para ficar zangado com ela só podia ser por uma coisa. E era porque estava a tentar despejar os sentimentos dele de incapacidade nela.

- Vamos dormir. Não te culpes senão terei de ficar deveras chateado contigo. – disse-lhe.

Agarrou a mão para dar forças à Kuroraka. Queria ver a Kuroraka que era anteriormente forte e poderosa de sempre.

No dia seguinte combinaram dividirem-se em grupo de dois. Era a hora para levarem a cabo a destruição de Metsubou.

- Eu irei levar a Kuroraka! – disse Kibou com bastante perseverança.

Todos surpreenderam-se.

- Muito bem. Então eu irei com o Seidai. – disse Nansei num gracejo e sorriso na face.

- Consegues criar uma lua vestida de sangue? – perguntei eu a Kuroraka.

- Sim consigo. Mas porquê? – disse-me ela.

- Iremos enganá-los com os próprios truques sujos deles. – garanti-lhe eu.

Apareceram as asas atrás das costas dos quatro. Kuroraka levanta a foice. Com o cabo da foice bate no chão. Tornando a lua que estava apagada do céu, aparecer radiosa de vermelho. Voaram em direcção da torre. Era agora que iria mudar o curso do destino, da história e do universo.

#39
Mais revelacoes neste capitulo Embaracoso
Nao tenho muito a dizer... esta simplesmente liindo... xD
Quero mais Embaracoso
"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"



Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo
#40
oh obrigado icy Embarassed mas acho que vou conseguir melhorar na escrita. já me disseram que não gostam da minha maneira de escrever diálogos directos e por isso quero melhorar mais. mais um bocadinho de nada de fic Matreiro. feito de propósito Matreiro mas também está tarde e vou me deitarEmbaracoso. amanhã meto mais e maiorzinho Matreiro.

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