Lua Vermelha
EDIT: Fic de Death Note toda reescrita. Só ainda reescrevi este capitulo 1
'
Capitulo 1 – O Inicio Do Fim
A noite chovia a cântaros. O céu encontrava-se escuro que nem breu, as estrelas não existiam naquele céu escuro e fechado. Ouvia-se passos apressados chapinhar nas poças de chuva imundas. O chapéu azul-escuro era movido bruscamente pelo seu utilizador. Uma nuvem de bafo esbranquiçado saiu da boca do belo homem de cabelos castanhos dourados, olhos cor de avelã, alto, robusto e moreno que levava no corpo um fato cor de mel. Apressou-se a colocar a chave prateada na fechadura verde e empurrou a porta. Descalçou os sapatos de couro castanhos-escuros e calçou os chinelos brancos que combinavam com as suas meias. Pousou a sua pasta cor de amêndoa em cima da pequena mesa do hall de entrada e foi em direcção à sala. Lá acendeu o interruptor branco esbatido pela idade que tinha e deparou-se com uma mulher de cabelos como o petróleo, olhos negros, pele pálida e alta. Vestia calções azuis-escuros com o fim em branco, camisola verde escura, botas da mesma cor dos calções, uma longa espécie de capa até aos sapatos, castanha escura com uma faixa branca no torso e ostentava uma foice na mão. Esta tinha um cabo em madeira, uma lâmina prateada e na junção da madeira e lâmina estava uma pedra preciosa vermelha cor de sangue. Da lâmina caíam pingos de sangue que chocaram o belo homem, tornando-o lívido. Olhou para o tapete cor de noz, ordenado de flores pretas, e viu os corpos do seu pai, mãe, filha e mulher lá estendidos; estavam mortos. Levou as mãos trémulas à cara, entrando num frenesim total. Grossas lágrimas escorriam pelas faces do homem. Passos fortes faziam o tapete ensanguentado rugir sempre que aquela mulher avançava. Agarrou com a mão esquerda o pescoço do desconhecido e empurrou-o contra a parede bege. A sua boca sussurrou algo ao ouvido do desconhecido que largou ainda mais largas lágrimas. A mulher abriu as compridas janelas que deixavam entrar para dentro da sala uma luz vermelha. A lua estava de cor de sangue e a rapariga saltou, carregando na sua mão esquerda a foice. Quando o homem correu para a janela já não via nada senão a carregada lua vestida de sangue. Olhou de esguelha para o seu lado esquerdo para ver se era mesmo verdade o que tinha visto. Os corpos continuavam lá, estendido, imóveis, pálidos, simplesmente já não estavam vivos. Debruçou-se sobre eles, chorando desalmadamente e gritou loucamente de dor. Os vizinhos ouviam os seus gritos doloridos e depressa chamaram a polícia para ver o que se passava. O raiar do sol entrou pelas janelas escancaradas da casa, homens fardados de azul a dizer ‘’Polícia’’ entrando e saindo. Encostado ao móvel alto parede, situava-se o homem enlouquecido de dor, já sem forças para nada. Parecia que a sua alma já não se encontrava ali. Um polícia forte e de bigodes amarelados pegou-lhe pelo braço esquerdo, levantando-o como se o corpo estivesse morto.
- Ouça, precisa de meter as ideias em claro, para nos explicar o que passou! – disse o polícia.
Os olhos vazios, desprovidos de emoção, continuavam a olhar para baixo, em direcção aos corpos das pessoas que ele amava. Foi carregado até ao carro da polícia e levado para a esquadra local. A porta verde fora fechada pela polícia, juntamente com a janela, e carregados de fita amarela a dizer: ‘’Não trespassar’’. O homem olhava pelo vidro do quadro, fitando vaziamente as ruas, lojas e casa por onde passavam. Chegando à esquadra, foi puxado do carro e fizeram-no entrar pelas portas adentro. Entrou no gabinete do polícia de bigodes amarelos quase a rojo. Sentou-se na cadeira verde escura, e ficou a olhar para a mesa castanha clara que existia na sua frente. Enquanto olhava vaziamente para a mesa, lembrava-se da sua filha Hikari. Uma bela criança de seis anos, com belos olhos verdes cor de jade, cabelo dourado que perante o sol reluzia. Sempre amigável, sonhadora, encantadora. Era uma luz na vida daquele homem, sempre alegre, fazia-o espairecer acerca do problema de alzheimer do pai. O próprio pai dele não reconhecia o filho, nem a sua mulher, cunhada e neta. Grossas lágrimas voltaram a escorrer pela face do rapaz quando se lembrou da sua mulher. Cabelos cor de mel, olhos verdes, cor de jade, alta, elegante, inteligente. Chamava-se Shinsetsu, cheia de amabilidade e gentilidade. Toda a sua vida havia desmoronado perante os seus olhos. Ele nada tinha podido fazer para impedir tal acontecimento. Era o dia de aniversário da sua filha e tinha feito a promessa de sair mais cedo do trabalho. No entanto, não tinha conseguido cumprir o prometido porque o trabalho havia entulhado. Levou as mãos à cara devido aos remorsos e vergonha de ter ficado vivo.
'Capitulo 1 – O Inicio Do Fim
A noite chovia a cântaros. O céu encontrava-se escuro que nem breu, as estrelas não existiam naquele céu escuro e fechado. Ouvia-se passos apressados chapinhar nas poças de chuva imundas. O chapéu azul-escuro era movido bruscamente pelo seu utilizador. Uma nuvem de bafo esbranquiçado saiu da boca do belo homem de cabelos castanhos dourados, olhos cor de avelã, alto, robusto e moreno que levava no corpo um fato cor de mel. Apressou-se a colocar a chave prateada na fechadura verde e empurrou a porta. Descalçou os sapatos de couro castanhos-escuros e calçou os chinelos brancos que combinavam com as suas meias. Pousou a sua pasta cor de amêndoa em cima da pequena mesa do hall de entrada e foi em direcção à sala. Lá acendeu o interruptor branco esbatido pela idade que tinha e deparou-se com uma mulher de cabelos como o petróleo, olhos negros, pele pálida e alta. Vestia calções azuis-escuros com o fim em branco, camisola verde escura, botas da mesma cor dos calções, uma longa espécie de capa até aos sapatos, castanha escura com uma faixa branca no torso e ostentava uma foice na mão. Esta tinha um cabo em madeira, uma lâmina prateada e na junção da madeira e lâmina estava uma pedra preciosa vermelha cor de sangue. Da lâmina caíam pingos de sangue que chocaram o belo homem, tornando-o lívido. Olhou para o tapete cor de noz, ordenado de flores pretas, e viu os corpos do seu pai, mãe, filha e mulher lá estendidos; estavam mortos. Levou as mãos trémulas à cara, entrando num frenesim total. Grossas lágrimas escorriam pelas faces do homem. Passos fortes faziam o tapete ensanguentado rugir sempre que aquela mulher avançava. Agarrou com a mão esquerda o pescoço do desconhecido e empurrou-o contra a parede bege. A sua boca sussurrou algo ao ouvido do desconhecido que largou ainda mais largas lágrimas. A mulher abriu as compridas janelas que deixavam entrar para dentro da sala uma luz vermelha. A lua estava de cor de sangue e a rapariga saltou, carregando na sua mão esquerda a foice. Quando o homem correu para a janela já não via nada senão a carregada lua vestida de sangue. Olhou de esguelha para o seu lado esquerdo para ver se era mesmo verdade o que tinha visto. Os corpos continuavam lá, estendido, imóveis, pálidos, simplesmente já não estavam vivos. Debruçou-se sobre eles, chorando desalmadamente e gritou loucamente de dor. Os vizinhos ouviam os seus gritos doloridos e depressa chamaram a polícia para ver o que se passava. O raiar do sol entrou pelas janelas escancaradas da casa, homens fardados de azul a dizer ‘’Polícia’’ entrando e saindo. Encostado ao móvel alto parede, situava-se o homem enlouquecido de dor, já sem forças para nada. Parecia que a sua alma já não se encontrava ali. Um polícia forte e de bigodes amarelados pegou-lhe pelo braço esquerdo, levantando-o como se o corpo estivesse morto.
- Ouça, precisa de meter as ideias em claro, para nos explicar o que passou! – disse o polícia.
Os olhos vazios, desprovidos de emoção, continuavam a olhar para baixo, em direcção aos corpos das pessoas que ele amava. Foi carregado até ao carro da polícia e levado para a esquadra local. A porta verde fora fechada pela polícia, juntamente com a janela, e carregados de fita amarela a dizer: ‘’Não trespassar’’. O homem olhava pelo vidro do quadro, fitando vaziamente as ruas, lojas e casa por onde passavam. Chegando à esquadra, foi puxado do carro e fizeram-no entrar pelas portas adentro. Entrou no gabinete do polícia de bigodes amarelos quase a rojo. Sentou-se na cadeira verde escura, e ficou a olhar para a mesa castanha clara que existia na sua frente. Enquanto olhava vaziamente para a mesa, lembrava-se da sua filha Hikari. Uma bela criança de seis anos, com belos olhos verdes cor de jade, cabelo dourado que perante o sol reluzia. Sempre amigável, sonhadora, encantadora. Era uma luz na vida daquele homem, sempre alegre, fazia-o espairecer acerca do problema de alzheimer do pai. O próprio pai dele não reconhecia o filho, nem a sua mulher, cunhada e neta. Grossas lágrimas voltaram a escorrer pela face do rapaz quando se lembrou da sua mulher. Cabelos cor de mel, olhos verdes, cor de jade, alta, elegante, inteligente. Chamava-se Shinsetsu, cheia de amabilidade e gentilidade. Toda a sua vida havia desmoronado perante os seus olhos. Ele nada tinha podido fazer para impedir tal acontecimento. Era o dia de aniversário da sua filha e tinha feito a promessa de sair mais cedo do trabalho. No entanto, não tinha conseguido cumprir o prometido porque o trabalho havia entulhado. Levou as mãos à cara devido aos remorsos e vergonha de ter ficado vivo.
Editado pela última vez em
LOOOOL sim fiz um escândalo, porque tu sabes que eu gosto de fazer coisas destas e a história ainda tem muito que desenrolar especialmente surpresas
. mas tu que nunca fazes coisas dessas fizes-te e eu fiquei mesmo
porque não conhecia essa tua faceta
. e ja tás mesmo virada clampesca porque vê-se pela história toda que andas completamente clampesca
.
. mas tu que nunca fazes coisas dessas fizes-te e eu fiquei mesmo
porque não conhecia essa tua faceta
. e ja tás mesmo virada clampesca porque vê-se pela história toda que andas completamente clampesca
.Awww, obrigada por aquilo no ínicio 
Quanto à fic...
Brutal!
Sanguíea
Descreves muito bem a dor do homem!
Isto fez-me lembrar aquela cena de Elfen Lied quando a Lucy abre a porta do frigorifico no escuro e só se vê corpos
Amei
.o:
.o: Fico à espera de mais!
Quero saber quem era a mulher

Quanto à fic...
Brutal!
Sanguíea
Descreves muito bem a dor do homem!Isto fez-me lembrar aquela cena de Elfen Lied quando a Lucy abre a porta do frigorifico no escuro e só se vê corpos

Amei
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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kristea és clampesca sim fica lá no cantinho, porque sim és clampesca, já agora gostas sim de sangue e mortes
.Haruhi escreveu:Awww, obrigada por aquilo no ínicio
Quanto à fic...
Brutal!Sanguíea
Descreves muito bem a dor do homem!
Isto fez-me lembrar aquela cena de Elfen Lied quando a Lucy abre a porta do frigorifico no escuro e só se vê corpos
Amei.o:
.o: Fico à espera de mais!
Quero saber quem era a mulher
Não tens de quê! Tu mereces!
Ai
não está assim tão boa, eu já vi elfen lied e muitos outros mas nem me lembrei disso que tinha acontecido á lucy >_<.Ai obrigado por dizeres que gostas, a mulher isso só para a frente
, juntamente com muitas surpresas
, sim a história está cheia de pormenores de sangue, mortes e assims
.
'Não gosto nada... Mas gosto das CLAMP, sim. Excepto quando elas desatam a matar tudo e todos. E quando metem aquelas partes nojentas, tipo o Syaoran a comer um olho do Fye. E a minha história não tem nada de clampesca. Matei uma pessoa. No big deal...
Agora tu... Tu matas a família toda e ainda a metes toda desmembrada...


Adorei esta pequena parte
.o:
Bastantes pormenores... mortes... sangue... isto assim e muito interessante...
... que venha mais sangue (quem ler isto vai pensar que sou alguma psicopata... mas nao sou...
)
Mas esta optimo... estou como a Haruhi, quero saber quem era a mulher...
Fico a espera de ler mais
P.S- Obrigada sobre aquilo da inspiracao...
.o:Bastantes pormenores... mortes... sangue... isto assim e muito interessante...
... que venha mais sangue (quem ler isto vai pensar que sou alguma psicopata... mas nao sou...
)Mas esta optimo... estou como a Haruhi, quero saber quem era a mulher...

Fico a espera de ler mais

P.S- Obrigada sobre aquilo da inspiracao...

"To be alive is to be loved. That's what my heart whispers to me"

Gostas de anjos? E de vampiros tambem? ----> Nas asas de um anjo

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Arigato 
Que venha coisas chocantes... isso assim e que e fixe... xD

Que venha coisas chocantes... isso assim e que e fixe... xD
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Agora fiquei mais curiosa
.o:
Fico à espera de outro capitulo!
respondendo ao PS: estou quase a postar
.o:Fico à espera de outro capitulo!
respondendo ao PS: estou quase a postar

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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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*mim voltar depois de ler ambas as fics
.o: * estão tão lindas
.o: . como prometi aqui vai mais um bocadinho da minha
. infelizmente para vocês não revela muito
.
Capitulo 2 – Desconfianças
Fui até à esquadra da polícia. Começaram-me a fazer distintas perguntas, após terem-me levado a uma sala, sentando-me logo de seguida.
- Onde estava quando as mortes ocorreram? – Perguntou o policia.
- Estava a trabalhar como todos os dias, no centro de animação de animes. – respondi-lhe eu.
- Viu alguém no local das mortes? – replicou logo de seguida.
- Sim, vi uma mulher com olhos cor de carvão, com cabelo cor de petróleo e pele branca como neve, não consegui ver o que estava a vestir, mas vi uma foice na sua mão… - disse eu já com as mãos a tremer.
- Faz ideia de quem era? – inquiriu o policia.
- Nunca a tinha visto na minha vida… - neguei apressadamente.
Comecei a tremer e a chorar quando me lembrei do que tinha acontecido.
O polícia foi me buscar um copo com leite e cacau. Disse-me para acalmar e que amanhã continuaríamos a conversa.
- Esta é uma chave para um hotel que está aqui em frente, descanse por hoje. – assegurou-me o policia de bigodes grandes.
- Mas e a minha casa? – questionei eu.
- De certo não quer voltar lá? – inquiriu-me ele.
- Não, mas e o que lhe vai acontecer? – neguei apressadamente e perguntei logo de seguida.
- Por agora não sabemos. Descanse… - disse o policia sem saber mais.
Peguei na chave e saí da esquadra. Ao entrar no quarto vi que tinha a roupa, mãos e caras cobertas de sangue. Apressei-me a tomar banho. Dentro do chuveiro não pude evitar chorar de joelhos no chão, ao ver o sangue da minha filha. Acabei de tomar banho e vesti-me. Passei a noite toda a olhar ao espelho e a lembrar-me do que ela me tinha dito, daquele cenário, das perguntas do polícia e de como me tinha dado aquela chave.
Ao entrar os primeiros raios de luz pelas persianas do quarto, reparei num detalhe do dia anterior.
Porque é que o polícia me deu aquela chave?
Eles nunca dão chaves de quartos, eles dizem sempre para ir dormir na casa de um familiar ou outra pessoa. Só podia ser por uma coisa. E essa era porque queriam vigiá-lo. De certo desconfiavam que eu os tinha morto.
Quem é que conseguia acreditar no que ele disse?
Aos olhos dos outros era muito suspeito. Mas eu não os matei, eu sou a vitima.
Porque é que devo eu de tomar as culpas por aquela mulher?
E porque é que ela me disse aquilo?
.o: * estão tão lindas
.o: . como prometi aqui vai mais um bocadinho da minha
. infelizmente para vocês não revela muito
.Capitulo 2 – Desconfianças
Fui até à esquadra da polícia. Começaram-me a fazer distintas perguntas, após terem-me levado a uma sala, sentando-me logo de seguida.
- Onde estava quando as mortes ocorreram? – Perguntou o policia.
- Estava a trabalhar como todos os dias, no centro de animação de animes. – respondi-lhe eu.
- Viu alguém no local das mortes? – replicou logo de seguida.
- Sim, vi uma mulher com olhos cor de carvão, com cabelo cor de petróleo e pele branca como neve, não consegui ver o que estava a vestir, mas vi uma foice na sua mão… - disse eu já com as mãos a tremer.
- Faz ideia de quem era? – inquiriu o policia.
- Nunca a tinha visto na minha vida… - neguei apressadamente.
Comecei a tremer e a chorar quando me lembrei do que tinha acontecido.
O polícia foi me buscar um copo com leite e cacau. Disse-me para acalmar e que amanhã continuaríamos a conversa.
- Esta é uma chave para um hotel que está aqui em frente, descanse por hoje. – assegurou-me o policia de bigodes grandes.
- Mas e a minha casa? – questionei eu.
- De certo não quer voltar lá? – inquiriu-me ele.
- Não, mas e o que lhe vai acontecer? – neguei apressadamente e perguntei logo de seguida.
- Por agora não sabemos. Descanse… - disse o policia sem saber mais.
Peguei na chave e saí da esquadra. Ao entrar no quarto vi que tinha a roupa, mãos e caras cobertas de sangue. Apressei-me a tomar banho. Dentro do chuveiro não pude evitar chorar de joelhos no chão, ao ver o sangue da minha filha. Acabei de tomar banho e vesti-me. Passei a noite toda a olhar ao espelho e a lembrar-me do que ela me tinha dito, daquele cenário, das perguntas do polícia e de como me tinha dado aquela chave.
Ao entrar os primeiros raios de luz pelas persianas do quarto, reparei num detalhe do dia anterior.
Porque é que o polícia me deu aquela chave?
Eles nunca dão chaves de quartos, eles dizem sempre para ir dormir na casa de um familiar ou outra pessoa. Só podia ser por uma coisa. E essa era porque queriam vigiá-lo. De certo desconfiavam que eu os tinha morto.
Quem é que conseguia acreditar no que ele disse?
Aos olhos dos outros era muito suspeito. Mas eu não os matei, eu sou a vitima.
Porque é que devo eu de tomar as culpas por aquela mulher?
E porque é que ela me disse aquilo?
Editado pela última vez em
Era uma injustiça culparem-no! 
Coitado... Aquela mulher devia arder no inferno >.<
Amei o bocadinho
.o:
.o:
fico à espera de mais!

Coitado... Aquela mulher devia arder no inferno >.<
Amei o bocadinho
.o:
.o: fico à espera de mais!
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FanFic: Sombras do Passado (Capítulo 4 postado dia 19/02!)
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Angeless escreveu:Haruhi escreveu:Era uma injustiça culparem-no!haruhi estou tão feliz que gostes :='(: . e que estejas tão empenhada na história :='(: . amanhã posto mais. quero ler mais da tua
Coitado... Aquela mulher devia arder no inferno >.<
Amei o bocadinho.o:
.o:
fico à espera de mais!.o: .
Oh
Quando gosto do que leio, sou assim

estás de parabéns mesmo.

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Tens de entrar para responderes neste tópico.

. adoro a tua fic
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