[FIC] Stars
Capitulo 16 - A perseguição
As duas raparigas continuavam a correr pelo enome corredor. Viraram á
direita e depararam-se com uma maca, com uma rapariga deitada. Tinha
acabado de ter um acidente grave de carro, tinha de ser operada com
urgência, e ia ficar sem a perna, pois foi esmagada. Com uma enorme
tristeza ao evr aquela cena, Bunny não conseguiu continuar a correr.
- Porque paraste? Vá lá, despacha-te! - disse Sailor Light com uma certa
pressa, e puxando Bunny pelo braço.
- Coitada desta rapariga. Tenho pena dela. - disse Bunny.
- Bunny, também eu. Mas, a vida é assim. A sorte de uns, o azar de
outros! Vá lá, despacha-te, depois vimos visitá-la. - disse Sailor Light num
tom carinhoso.
Sailor Light puxou Bunny e as duas continuaram a correr. Entretanto, já o
enfermeiro tinha entrado no quarto e dado pela falta de Gonçalo.
O enfermeiro era um pouco limitado em termos de inteligência, portanto
demorou um pouco a perceber que se tratava de uma fuga.
Logo que percebeu o sucedido, correu para o meio do corredor, correndo
até á porta da clinica, e gritando:
"Apanhem-nos, estão a fugir!"
Logo que Sailor Light e Bunny ouviram o grito, souberam que corriam
perigo, pois estavam atrás delas.
- Bunny..chama a.. - dizia Gonçalo muito fraco - A Joana..
- Porquê? - perguntou Bunny, muito confusa.
- Porque ela é a única capaz de distrair o elefante que vem atrás de nós..!
- disse Gonçalo.
Bunny pegou no seu intercomunicador e disse a Joana para ir ter á clinica
com urgência. Deu-lhe a morada, e logo a seguir falou com Maria também,
pois era forte e poderia carregar Gonçalo muito bem, sem se cansar, e
era mais rapido o transporte deste também.
Maria e Joana chegaram rapidamente. Joana correu o mais rapido que
pode até conseguir encontrar o enfermeiro. Quando o viu, encondeu-se
atrás de uma parede. Pegou na lata de tinta que a professora Carolina
mandara comprar e colocou um pouco de tinta vermelha na sua perna.
Depois, foi ter com o enfermeiro.
- Senhor enfermeiro.. Venha cá.. .. aleijei-me na minha perna! Tenho
pavor a sangue e tenho umas dores horriveis! - disse Joana.
- Mas eu.. - hesitou o enfermeiro.
- Ai! - gritou Joana. - Que doreeees!
- Ok, anda ali comigo. - disse o enfermeiro.
Entranto já Maria tinha pegado em Gonçalo e tinha saído fora do hospital
com ele, e colocado no Táxi. Logo depois chegou Serenidade.
Joana, apercebendo-se de que já estava cumprida a sua "missão"
abandonou a sala onde estava a correr, mesmo a tempo, pois o enfermeiro
estava quase a tirar a tinta toda e a descobrir que não havia nenhum corte.
Joana entrou no Táxi rapidamente. Bunny mandou o Táxi ir para o templo
de Rita.
As duas raparigas continuavam a correr pelo enome corredor. Viraram á
direita e depararam-se com uma maca, com uma rapariga deitada. Tinha
acabado de ter um acidente grave de carro, tinha de ser operada com
urgência, e ia ficar sem a perna, pois foi esmagada. Com uma enorme
tristeza ao evr aquela cena, Bunny não conseguiu continuar a correr.
- Porque paraste? Vá lá, despacha-te! - disse Sailor Light com uma certa
pressa, e puxando Bunny pelo braço.
- Coitada desta rapariga. Tenho pena dela. - disse Bunny.
- Bunny, também eu. Mas, a vida é assim. A sorte de uns, o azar de
outros! Vá lá, despacha-te, depois vimos visitá-la. - disse Sailor Light num
tom carinhoso.
Sailor Light puxou Bunny e as duas continuaram a correr. Entretanto, já o
enfermeiro tinha entrado no quarto e dado pela falta de Gonçalo.
O enfermeiro era um pouco limitado em termos de inteligência, portanto
demorou um pouco a perceber que se tratava de uma fuga.
Logo que percebeu o sucedido, correu para o meio do corredor, correndo
até á porta da clinica, e gritando:
"Apanhem-nos, estão a fugir!"
Logo que Sailor Light e Bunny ouviram o grito, souberam que corriam
perigo, pois estavam atrás delas.
- Bunny..chama a.. - dizia Gonçalo muito fraco - A Joana..
- Porquê? - perguntou Bunny, muito confusa.
- Porque ela é a única capaz de distrair o elefante que vem atrás de nós..!
- disse Gonçalo.
Bunny pegou no seu intercomunicador e disse a Joana para ir ter á clinica
com urgência. Deu-lhe a morada, e logo a seguir falou com Maria também,
pois era forte e poderia carregar Gonçalo muito bem, sem se cansar, e
era mais rapido o transporte deste também.
Maria e Joana chegaram rapidamente. Joana correu o mais rapido que
pode até conseguir encontrar o enfermeiro. Quando o viu, encondeu-se
atrás de uma parede. Pegou na lata de tinta que a professora Carolina
mandara comprar e colocou um pouco de tinta vermelha na sua perna.
Depois, foi ter com o enfermeiro.
- Senhor enfermeiro.. Venha cá.. .. aleijei-me na minha perna! Tenho
pavor a sangue e tenho umas dores horriveis! - disse Joana.
- Mas eu.. - hesitou o enfermeiro.
- Ai! - gritou Joana. - Que doreeees!
- Ok, anda ali comigo. - disse o enfermeiro.
Entranto já Maria tinha pegado em Gonçalo e tinha saído fora do hospital
com ele, e colocado no Táxi. Logo depois chegou Serenidade.
Joana, apercebendo-se de que já estava cumprida a sua "missão"
abandonou a sala onde estava a correr, mesmo a tempo, pois o enfermeiro
estava quase a tirar a tinta toda e a descobrir que não havia nenhum corte.
Joana entrou no Táxi rapidamente. Bunny mandou o Táxi ir para o templo
de Rita.
O capitulo está fantastico, cheio de acçao e comedia, ou seja uma boa mistura.
Aquela joana nao tem emenda, mentir é feio
Está bastante giro este capitlu está é pequeno! :
':
Tens melhorado bastante na escrita, Parabens!
Ja sabes o que vou dizer, QUERO CAPITULOS MAIORES!
*mim fica à espera de mais*
Aquela joana nao tem emenda, mentir é feio

Está bastante giro este capitlu está é pequeno! :
':Tens melhorado bastante na escrita, Parabens!
Ja sabes o que vou dizer, QUERO CAPITULOS MAIORES!

*mim fica à espera de mais*

Tixa_Xana escreveu:O capitulo está fantastico, cheio de acçao e comedia, ou seja uma boa mistura.
Aquela joana nao tem emenda, mentir é feio
Está bastante giro este capitlu está é pequeno! :':
Tens melhorado bastante na escrita, Parabens!
Ja sabes o que vou dizer, QUERO CAPITULOS MAIORES!
*mim fica à espera de mais*
Vantagem deste capítulo pequeno: consegui só dar uma passadinha de olhos :
:Nem parece a menina tagarela que conheço :g9:
Vai escrever, mulher :
:E nada de pegar o meu chinelo, pois já joguei ele pela janela e não tens como resgatar! :g8:

Presente do Brancus- Visitem www.imagevisiondesign.com

Semi-ausente até março

Moon Revenge- exerto do volume 2 publicado 02/01
Ai Dianuxkazinha.. tu sabes que eu não te mando calar por mal :g11:
São brincadeiras inocentes
Mas não me dês uma paulada! ;-;
Ó Xaninha, não sejas mázinhaaa ;-;
Mas obrigada
Chouzinhaaaa, ai que má.. epidemia das reclamadoras xDD
Ai chouzinha, eu estava debaixo da tua janela e levei com ele na carola :g2:
São brincadeiras inocentes

Mas não me dês uma paulada! ;-;
Ó Xaninha, não sejas mázinhaaa ;-;
Mas obrigada

Chouzinhaaaa, ai que má.. epidemia das reclamadoras xDD
Ai chouzinha, eu estava debaixo da tua janela e levei com ele na carola :g2:
Makoto escreveu:Ai Dianuxkazinha.. tu sabes que eu não te mando calar por mal :g11:
São brincadeiras inocentes
Mas não me dês uma paulada! ;-;
Ó Xaninha, não sejas mázinhaaa ;-;
Mas obrigada
Chouzinhaaaa, ai que má.. epidemia das reclamadoras xDD
Ai chouzinha, eu estava debaixo da tua janela e levei com ele na carola :g2:
LOL eu sei

ta descançada, eu n te dou nenhuma paulada

Dianuxka escreveu:Makoto escreveu:Ai Dianuxkazinha.. tu sabes que eu não te mando calar por mal :g11:
São brincadeiras inocentes
Mas não me dês uma paulada! ;-;
Ó Xaninha, não sejas mázinhaaa ;-;
Mas obrigada
Chouzinhaaaa, ai que má.. epidemia das reclamadoras xDD
Ai chouzinha, eu estava debaixo da tua janela e levei com ele na carola :g2:
LOL eu sei
ta descançada, eu n te dou nenhuma paulada
Ai, que alivio :g12:
Assim também não te dou uma :g8:
Makoto escreveu:pois...mas talvez eu possa usar esses conhecimentos...pa te fazer escrever cas maiores..não era má ideia :Dianuxka escreveu:davas?
olha que eu tenho muitos conhecimentos...nunca se sabe quando é que o tempo pode parar
Podia ser a seguir de eu dar a paulada.. Assim não levava um agradecimento
:xd2: :xd2:
:
Cap. 17
O incio de uma nova vida.
Quando lá chegaram, ficaram apavorados. O tempo estava desvastado,com tudo fora do sitio, messas partidas, almofadas rasgadas. Apenas lá estava Fernando, deitado e a gemer.
Joana apressou-se a juntar o que restava das almofadas e Maria pousou-o em cima das almofadas. Depois, Joana foi ver o que Fernando
tinha.
- O que se passa? Onde está a Rita? e o avô?
- Nã...ã.. oo see...ii..
- Hã?
- Oh Joana não vês que o coitadinho está cheio de dores? Anda cá, vou tratar dessas feridas. - disse Maria num tom muito carinhoso.
- Olha, quem fez isto?
- Um..mo..mons...t...ro...
- QuÊ?!
- Óh Gonçalo, vê se lhe arranjas um remédio qualquer pós ouvidos! Ou será que é para o cérebro? Bem, vê ai o que há que a possa ajudar!
- ó Maria que piada vê lá se não te cai um dentinho -.-'
- Qual monstro? Como era?
- Pa...r...eci...a... u...um... e..et...
- Será que...?
- Que o quê?
- Nada..
"Será que são eles..?" - pensou Maria.
Maria estava com receio que um antigo inimigo tivesse voltado. Mas, não podia. Não... Ail e Ann, no passado, á várias gerações, tinham-se tornado pessoas boas. Não podiam ser eles.. Não.
- Pareciam ter que idade?
- E.. era... no.. novi... nho... pa...re...ci...aa... um.. uma... cr.. ianç..a..
"Ufa, as minhas suspeitas não se confirmaram. Agora temos é de descobrir quem é esse malvado.. e onde está a Rita!"
Mal pensara que tinha de a encontrar, Rita apareceu, e ficou chocada com o que viu. Juntamente com ela vinha o seu avô.
- O que se passou aqui? Bunny!!
- O quê? Não fui eu! Sei tanto como tu. Vim aqui para deixar o Gonçalo num sitio seguro. Mas quando cá cheguei vi esta sala assim, e o Fernando ferido.
- Fernando? Fernando? FERNANDO?
Rita não conteve o choro e correu o mais rápido que pode até ao fundo da sala aonde estava deitado e começou a fazer-lhe carinhos.
- Está tudo bem meu amor.. eu vou tratar de ti..
- A... mo..te.......
- Está bem, agora fica calado, precisas de descansar!
- ó Ri...ta.. que.. ro...roman...ti...tica..
- Ó Ritinha, o rapaz a dizer que te ama e tu manda-lo calar..
' - disse Maria.- Tu lá percebes de amor.. Está calada tu também.
Maria não conteve o choro e saiu da sala a correr. Joana foi atrás dela.
O choro de Maria ouvia-se a kilometros.
- Vá lá.. não fiques assim.. sabes que a Rita é mesmo assim.. ela não fala por mal...
- Mas então que pense no que diz, porque ela magoa as pessoas.. começo mesmo a pensar que nunca vou encontrar o meu amor.
- Vais vais!
- Será?
Na sala Gonçalo e Bunny matavam saudades. Ambos estavam com muitas saudades um do outro.
- Gonçalo, tive tantas saudades tuas!
- Também eu meu amor..
*Gonçalo beija Bunny*
- Vem morar comigo. Tu e a nossa filha.
- Eu quê?
- Vem morar comigo..
- Tens gelado? e bolo de chocolate?
- Sim, tenho
'''- Ok, então eu vou!
* Gonçalo beija Bunny de novo*
- Que bom.. vamos ser muitos felizes.. eu, tu e a Chibiusa.. como uma familia.
- Mariaaaaa!
- Diz Bunny
'''- Ajudas-me a levar o Gonçalo ao táxi? Vamos para a casa dele.
- Sim, eu ajudo.
Maria pegou nas pernas e Bunny nos braços e na cabeça. Enquanto levava Gonçalo para o táxi, Bunny lembrou-se de Serenidade, que deixara no táxi e nem se despediu sequer. Quando lá chegou, Serenidade já lá não estava, apenas um colar de pérolas que tinha ao pescoço.
- Mãe.. - disse Bunny baixinho.
Tens de entrar para responderes neste tópico.
:
adorei, escreves tão bem pena é este ultimo capitulo embora bastante accionivo seja um pouco.. peqeno 




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