[Terminada] Fever Of Love
Capítulo 4
Kagome
Querido diário,
Como dizem depois da tempestade vem a bonança! Estes dias têm sido o máximo, magnífico, escaldantes e muito mais. É bom amar alguém quando se é respondido!
Hoje decidimos dar um passeio, os dois juntos, explorar o campo. Fomos para o lago tomar banho, como aquela água é límpida e adequada para estes momentos de harmonia. Mas o Inuyasha achou algo de estranho e não deu a certeza do que era.
- O que foi? – perguntei
- Há algo aqui que não está bem. – respondeu olhando para todo o lado e abraçando-me, não aquele abraço amoroso, mas para me tapar, não sei do quê.
- Não me digas que é novamente a Kikyou?
- Não, não!! Desta vez é diferente. Deixa lá, não nos preocupemos. – respondeu insatisfeito por não descobrir ao certo o que era.
Bem lá no fundo ele sabia o que era, mas não me quis dizer para me proteger, tenho a certeza disso!
Estivemos no lago um longo tempo, mas acabamos por sair, secar, vestir e continuamos o passeio pelo campo. Fomos a andar, andar e andar e encontramos uma espécie de gruta, ficamos só à entrada,
não aparentava que passasse alguém por ali, o Inuyasha começou a beijar-me,
acariciar
cada milímetro do meu corpo. Como ele é atrevido, mas eu gosto! Gosto dele! Empurrei-o bruscamente contra à rocha e beijei-o loucamente, a minha língua e a dele pareciam uma só, meti as minhas mãos por entre a sua roupa e senti aqueles abdominais perfeitos, a pele suave das suas costas e sem pensar as mãos foram descendo até ao traseiro.
- Hummmm, que firme que ele é! – afirmei de um modo sensual.
Beijamo-nos loucamente até que ele sussurra ao meu ouvido: Faz amor comigo. Agora! Aqui!
Olhei para ele e saltei para o seu colo quando aparecem imensos lobos, fiquei mesmo ali, no colo do Inuyasha. Bloqueei, não sabia o que fazer. Inuyasha colocou-me no chão e meteu-se à minha frente para não ser atacada. Os lobos rosnavam de raiva à nossa volta, eles estavam à espera de algo ou alguém, senão já nos tinham atacado logo no momento.
Aí as minhas dúvidas esclareceram-se, era o Kouga! Ele tentou atacar-nos, mas o Inuyasha deu luta, não se deixava vencer. Kouga caiu em si e disse:
- Peço-vos desculpa, pensava que era os youkais que estavam atrás de mim novamente.
Ele nesse momento fixou o olhar em mim, algo aconteceu ali, não sei o que foi, mas agora não me vou preocupar com isso.
- Nós só estávamos a passar por aqui! – afirmei um tanto envergonhada, pois era mentira.
O Inuyasha não ficou de boa cara, achou estranho aquele momento.
- Vamos embora! – disse com voz de chateado puxando o meu braço.
Ao mesmo tempo o Kouga foi andando com os seus lobos para dentro da gruta, mas algo me diz que se vai passar algo em breve. Bom ou mal, isso já não sei.
Inuyasha
Desde que vi o Kouga, de novo, que não consigo ficar descansado. Aquele lobo fedorento agora não larga a Kagome! Se o vir à minha frente desfaço-o!!! A Kagome anda estranha, continua tão queridinha para aquele lobo intrometido.. keh! Se ele me tenta roubar de novo a Kagome vira lobo morto!!
Estava eu a descansar deitado na relva ao sol, quando a Kagome aparece e se senta ao meu lado.
- Que se passa contigo Inuyasha? Andas tão irritado nestes últimos dois dias...
- E tu muito amável para um certo lobinho! – respondo-lhe com ironia
- Oh, não vais começar de novo! O Kouga é só um amigo! Tu devias começar a dar-te melhor com ele.
- Eu?? Dar-me melhor com aquele lobo idiota?? Nunca na vida!! Ele que nem pense em pôr as suas patas peçonhentas em cima de ti!!!
- Estás com ciúmes? – pergunta-me sorrindo
- E não é caso para estar? Ele já deu em cima de ti uma vez, não me admira que dê de novo...
Olho para a Kagome e vejo-a a sorrir docemente. Aquele sorrido trazia para mim uma enorme paz de espírito. Passei os meus dedos no seu cabelo sedoso e puxei-a delicadamente para mim, os nossos lábios estavam a um milímetro de distância, sentia a sua respiração ofegante na minha cara.. sem mais delongas, beijei-a. E que beijo! Parecia que precisávamos dele para viver, tal era a sede de voltarmos a sentir aquele sabor apaixonado. Sem demora, ela retira a minha roupa, começa por beijar o meu peito enquanto retira o resto da roupa que trazia. Ela pára, começa a se despir de forma sensual, as minhas hormonas ficam loucas e atiro-me para cima dela! Abro as suas pernas devagar e penetro-a com suavidade para não a magoar. Oiço um gemido sufocado tal era o prazer que lhe proporcionava, as suas mãos percorrem as minhas costas até chegarem ao meu traseiro e aperta-o. Envolvidos pelo prazer e desejo, começo a acelerar o ritmo e os seus gemidos ouvem-se mais alto e mais depressa. Rodamos sobre nós mesmos para que ela fique por cima de mim, move-se com graciosidade e sedução, deixando-me completamente louco de prazer e desejando mais! Levantei-me ligeiramente para acariciar e beijar os seus seios enquanto ela continuava a balançar-se para trás e para a frente, agarrando os meus cabelos. Num certo ponto de prazer, ela arranha-me as costas.
- AIIII!!
- OH! Desculpa! – diz com ar assustado
- Tem mais cuidado, as minhas costas ainda não estão saradas.
Dito isto, não sei bem porquê, ela começa a mover-se mais depressa e ambos gritamos de prazer! Já suados, parámos. Ela deita-se a meu lado e diz em forma de sussurro: Cada vez te amo mais... O meu coração encheu-se de alegria naquele momento ao ouvir as suas palavras, até que...
- Kagome!!
- Que fazes aqui, seu lobo intrometido?!
Era o Kouga! A Kagome pega nas suas roupas e corre o mais depressa que pode em direcção a casa. Eu visto-me, pego na minha Tessaiga e empunho-a contra aquele idiota!
- Que pensas tu que estás a fazer, lobo fedorento?!
- Não admito que te deites com a minha Kagome, cachorro idiota!
- Não admites?? Mas quem pensas que és???
Movido pela raiva, corro para ele e no momento em que lhe ia dar um golpe com a minha espada, ele desembainha a dele e consegue parar o meu ataque. Ficámos ali horas a lutar.. já era noite quando aparecem do nada youkais em forma de abelhas. Uma só palavra surgiu na minha cabeça ao ver aqueles insectos: Naraku! Eu e o Kouga lutámos lado a lado contra aqueles estúpidos insectos até aparecerem Sango e Miroku para nos ajudar.
Após os aniquilarmos a todos, quis retomar a minha luta com o Kouga, mas a Kagome aparece e mete-se entre nós. E aquele lobo cobarde aproveita a deixa para fugir!
- Porque estás sempre a ajudar esse estúpido lobo?? – perguntei completamente irado
- Deixa de ser idiota Inuyasha!! Com o Kouga do nosso lado teremos mais possibilidades de destruir o Naraku!
- Keh! Não preciso da ajuda dele, eu sou mais forte que ele!
- Oh, deixa de ser presunçoso!
A Kagome vira-me as costas e deixa-me ali a falar sozinho! Grrrrr!! Porque está ela sempre a ajudá-lo?? Será que ela me ama mesmo??
- OSUWARI!!
“Bolas, pensei alto demais... Agora é que ela está mesmo chateada comigo! Boa Inuyasha! Só sabes estragar tudo!”, penso para comigo. Fomos todos para casa, mas a meio do caminho ainda olhei para trás para me certificar de que não estávamos a ser seguidos por aquele idiota. Vou para o quarto e deito-me. Mais uma vez ela não se vem deitar comigo. Porque sinto ciúmes nas alturas mais inoportunas? Amanhã tentarei falar com ela.
Kagome
10 de Fevereiro
Querido diário,
Como dizem depois da tempestade vem a bonança! Estes dias têm sido o máximo, magnífico, escaldantes e muito mais. É bom amar alguém quando se é respondido!
Hoje decidimos dar um passeio, os dois juntos, explorar o campo. Fomos para o lago tomar banho, como aquela água é límpida e adequada para estes momentos de harmonia. Mas o Inuyasha achou algo de estranho e não deu a certeza do que era.
- O que foi? – perguntei
- Há algo aqui que não está bem. – respondeu olhando para todo o lado e abraçando-me, não aquele abraço amoroso, mas para me tapar, não sei do quê.
- Não me digas que é novamente a Kikyou?
- Não, não!! Desta vez é diferente. Deixa lá, não nos preocupemos. – respondeu insatisfeito por não descobrir ao certo o que era.
Bem lá no fundo ele sabia o que era, mas não me quis dizer para me proteger, tenho a certeza disso!
Estivemos no lago um longo tempo, mas acabamos por sair, secar, vestir e continuamos o passeio pelo campo. Fomos a andar, andar e andar e encontramos uma espécie de gruta, ficamos só à entrada,
não aparentava que passasse alguém por ali, o Inuyasha começou a beijar-me,
acariciar
cada milímetro do meu corpo. Como ele é atrevido, mas eu gosto! Gosto dele! Empurrei-o bruscamente contra à rocha e beijei-o loucamente, a minha língua e a dele pareciam uma só, meti as minhas mãos por entre a sua roupa e senti aqueles abdominais perfeitos, a pele suave das suas costas e sem pensar as mãos foram descendo até ao traseiro.
- Hummmm, que firme que ele é! – afirmei de um modo sensual.
Beijamo-nos loucamente até que ele sussurra ao meu ouvido: Faz amor comigo. Agora! Aqui!
Olhei para ele e saltei para o seu colo quando aparecem imensos lobos, fiquei mesmo ali, no colo do Inuyasha. Bloqueei, não sabia o que fazer. Inuyasha colocou-me no chão e meteu-se à minha frente para não ser atacada. Os lobos rosnavam de raiva à nossa volta, eles estavam à espera de algo ou alguém, senão já nos tinham atacado logo no momento.
Aí as minhas dúvidas esclareceram-se, era o Kouga! Ele tentou atacar-nos, mas o Inuyasha deu luta, não se deixava vencer. Kouga caiu em si e disse:
- Peço-vos desculpa, pensava que era os youkais que estavam atrás de mim novamente.
Ele nesse momento fixou o olhar em mim, algo aconteceu ali, não sei o que foi, mas agora não me vou preocupar com isso.
- Nós só estávamos a passar por aqui! – afirmei um tanto envergonhada, pois era mentira.
O Inuyasha não ficou de boa cara, achou estranho aquele momento.
- Vamos embora! – disse com voz de chateado puxando o meu braço.
Ao mesmo tempo o Kouga foi andando com os seus lobos para dentro da gruta, mas algo me diz que se vai passar algo em breve. Bom ou mal, isso já não sei.
Até à próxima diário.
Kagome
Kagome
Inuyasha
12 de Fevereiro
Desde que vi o Kouga, de novo, que não consigo ficar descansado. Aquele lobo fedorento agora não larga a Kagome! Se o vir à minha frente desfaço-o!!! A Kagome anda estranha, continua tão queridinha para aquele lobo intrometido.. keh! Se ele me tenta roubar de novo a Kagome vira lobo morto!!
Estava eu a descansar deitado na relva ao sol, quando a Kagome aparece e se senta ao meu lado.
- Que se passa contigo Inuyasha? Andas tão irritado nestes últimos dois dias...
- E tu muito amável para um certo lobinho! – respondo-lhe com ironia
- Oh, não vais começar de novo! O Kouga é só um amigo! Tu devias começar a dar-te melhor com ele.
- Eu?? Dar-me melhor com aquele lobo idiota?? Nunca na vida!! Ele que nem pense em pôr as suas patas peçonhentas em cima de ti!!!
- Estás com ciúmes? – pergunta-me sorrindo
- E não é caso para estar? Ele já deu em cima de ti uma vez, não me admira que dê de novo...
Olho para a Kagome e vejo-a a sorrir docemente. Aquele sorrido trazia para mim uma enorme paz de espírito. Passei os meus dedos no seu cabelo sedoso e puxei-a delicadamente para mim, os nossos lábios estavam a um milímetro de distância, sentia a sua respiração ofegante na minha cara.. sem mais delongas, beijei-a. E que beijo! Parecia que precisávamos dele para viver, tal era a sede de voltarmos a sentir aquele sabor apaixonado. Sem demora, ela retira a minha roupa, começa por beijar o meu peito enquanto retira o resto da roupa que trazia. Ela pára, começa a se despir de forma sensual, as minhas hormonas ficam loucas e atiro-me para cima dela! Abro as suas pernas devagar e penetro-a com suavidade para não a magoar. Oiço um gemido sufocado tal era o prazer que lhe proporcionava, as suas mãos percorrem as minhas costas até chegarem ao meu traseiro e aperta-o. Envolvidos pelo prazer e desejo, começo a acelerar o ritmo e os seus gemidos ouvem-se mais alto e mais depressa. Rodamos sobre nós mesmos para que ela fique por cima de mim, move-se com graciosidade e sedução, deixando-me completamente louco de prazer e desejando mais! Levantei-me ligeiramente para acariciar e beijar os seus seios enquanto ela continuava a balançar-se para trás e para a frente, agarrando os meus cabelos. Num certo ponto de prazer, ela arranha-me as costas.
- AIIII!!
- OH! Desculpa! – diz com ar assustado
- Tem mais cuidado, as minhas costas ainda não estão saradas.
Dito isto, não sei bem porquê, ela começa a mover-se mais depressa e ambos gritamos de prazer! Já suados, parámos. Ela deita-se a meu lado e diz em forma de sussurro: Cada vez te amo mais... O meu coração encheu-se de alegria naquele momento ao ouvir as suas palavras, até que...
- Kagome!!
- Que fazes aqui, seu lobo intrometido?!
Era o Kouga! A Kagome pega nas suas roupas e corre o mais depressa que pode em direcção a casa. Eu visto-me, pego na minha Tessaiga e empunho-a contra aquele idiota!
- Que pensas tu que estás a fazer, lobo fedorento?!
- Não admito que te deites com a minha Kagome, cachorro idiota!
- Não admites?? Mas quem pensas que és???
Movido pela raiva, corro para ele e no momento em que lhe ia dar um golpe com a minha espada, ele desembainha a dele e consegue parar o meu ataque. Ficámos ali horas a lutar.. já era noite quando aparecem do nada youkais em forma de abelhas. Uma só palavra surgiu na minha cabeça ao ver aqueles insectos: Naraku! Eu e o Kouga lutámos lado a lado contra aqueles estúpidos insectos até aparecerem Sango e Miroku para nos ajudar.
Após os aniquilarmos a todos, quis retomar a minha luta com o Kouga, mas a Kagome aparece e mete-se entre nós. E aquele lobo cobarde aproveita a deixa para fugir!
- Porque estás sempre a ajudar esse estúpido lobo?? – perguntei completamente irado
- Deixa de ser idiota Inuyasha!! Com o Kouga do nosso lado teremos mais possibilidades de destruir o Naraku!
- Keh! Não preciso da ajuda dele, eu sou mais forte que ele!
- Oh, deixa de ser presunçoso!
A Kagome vira-me as costas e deixa-me ali a falar sozinho! Grrrrr!! Porque está ela sempre a ajudá-lo?? Será que ela me ama mesmo??
- OSUWARI!!
“Bolas, pensei alto demais... Agora é que ela está mesmo chateada comigo! Boa Inuyasha! Só sabes estragar tudo!”, penso para comigo. Fomos todos para casa, mas a meio do caminho ainda olhei para trás para me certificar de que não estávamos a ser seguidos por aquele idiota. Vou para o quarto e deito-me. Mais uma vez ela não se vem deitar comigo. Porque sinto ciúmes nas alturas mais inoportunas? Amanhã tentarei falar com ela.

Capítulo 5
Kagome
Querido diário,
Por incrível que pareça o Inuyasha está cada mais ciumento, só por causa do Kouga, ele até tem sido um querido e tenho a certeza que poderá ajudar-nos a derrotar o Naraku. Mas ele não entende isso, às vezes é mesmo um baka!
Ontem ele veio falar comigo para esclarecer o sucedido.
- Desculpa Kagome, os ciúmes atacam na hora errada, mas eu amo-te muito e não aguento ver aquele lobo fedorento a olhar para ti daquela forma. Detesto-o e não quero que isso interfira nos nossos sentimentos. Desculpa-me! – disse o Inuyasha tão comovido.
Senti um aperto no coração e uma sensação esquisita na garganta, apetecia chorar. Uma lágrima caiu no meu rosto e eu respondi:
- Tens sido injusto comigo, o Kouga até poderá nos ajudar e tu não compreendes isso, tens de ter mais confiança em mim. Eu também te amo muito, mas tenta não ser tão ciumento, eu desculpo-te por perceber o que tens sentido e também por gostar tanto de ti.
Dei-lhe um enorme abraço, bem apertadinho e um beijo bem apetitoso. Deitamo-nos na cama e matamos as saudades por entre abraços, beijos e toques suaves como atrevidos.
Hoje, eu e o Inuyasha atravessámos o Poço Come-Ossos e fomos até à minha Era. Ele veio ao meu quarto, já pela tarde e disse:
- Tenho uma prenda para ti!
Tinha ido à rua com a minha mãe e chegou com um embrulho e o aponta para mim. – Vá abre. É para ti!
Não estava à espera, mas lá abri. Enquanto rasgava o papel de embrulho ele disse: “Feliz dia dos Namorados!!”, e aí beijou-me.
Eu não me esqueci deste dia tão especial, pois até tenho um pequeno plano para nós. Ah, o embrulho… era um vestido roxo até aos joelhos com um decote super sexy. Acho que ele não se esqueceu do vestido vermelho com o belo decote.
- Gostaste? Veste quero ver! – pediu entusiasmado
- Logo verás com ele vestido, vamos jantar fora. Os dois sozinhos!
Preparei-me muito bem, com um penteado lindíssimo, parecia que ia para uma gala. Fomos a um restaurante aqui perto, tinha imensa gente, não admirava pois era o Dia de São Valentim e os casais estavam a comemorar esse dia.
- Este sítio parece caro Kagome!
- Não sejas parvo! Pode parecer, mas não é.
Jantamos à luz das velas, lá num cantinho do restaurante longe dos restantes clientes. Um grupo de músicos tocou uma bela música “Toki o koeru omoi” tão linda, tocou mesmo no coração, adequada para o momento presenciado. Uma noite mesmo muito agradável. Tomamos a sobremesa e fomos dançar essa música, bem agarradinhos, adorei! Daí a pouco fomos para casa, ao chegar disse:
- Vou tomar um duche, estou cansada!
O Inuyasha agarrou a minha cintura levemente e beijou os meus lábios, a sua mão foi até ao meu traseiro e apalpou sensualmente, era um convite. Fomos assim agarrados até ao quarto de banho, tirei-lhe a roupa e ele tirou a minha. Entramos no duche como selvagens, ele pegou-me ao colo e tranquilamente sem pressas penetrou-me. A água do chuveiro refrescava o calor que expelíamos. Pôs-me contra a parede e naquele vai e vem beija-me loucamente. Fizemos amor louco mesmo ali no duche.
“Ainda bem que a Sango e o Miroku não estão aqui!”, pensei eu.
O ritmo foi aumentando e os gemidos tornaram-se gritos…HUMMMMM que óptimo!! Dirigimo-nos para o meu quarto e o meu hanyou disse:
- Amo-te, apesar de tudo eu amo-te muito!
- Vamos enfrentar tudo e todos, mas o nosso amor permanecerá. – disse-lhe docemente olhando nos seus belos olhos.
Vestimo-nos, despedimo-nos da minha família e voltámos para a Era Feudal. Entrámos em casa e vimos no chão da sala dois corpos despidos, apenas cobertos por uma manta, adormecidos. Eu e o Inuyasha rimo-nos baixinho e pé ante pé dirigimo-nos até ao nosso quarto, deitámo-nos e adormecemos.
A meio da noite, algo ou alguém estava por cima do tecto, ora muito rápido ora parava. Acordei sobressaltada.
- Que é isto!?!?
- O quê? O quê? – respondeu o Inuyasha apavorado.
Aí esse “algo” ou alguém com os gritos dirigiu-se até ao quarto. Deu saltos bruscos no tecto, parecia querer arrebentar com ele!
- Vou lá cima ver o que é, já volto. - afirmou o Inuyasha dando um beijo doce para eu não me preocupar.
- Tem cuidado!! – alertei-o assustada.
Bocados do tecto caíam, estava completamente assustada. Saltou, saltou e conseguiu arrebentar… fez um enorme buraco no tecto e quem era ele… o Kouga!!!
-Tu?? – gritei
-Pensavas tu que não iria te ver neste dia tão romântico!? – disse ele com ar maroto e um pouco irónico.
- Fora daqui, sai!!! – disse-lhe gritando.
- Vamos sair daqui… - ele ao afirmar pegou em mim e levou-me de casa.
- Larga-me!!!!! – gritei histericamente - Para onde me levas??
- Verás, minha querida! – respondeu misteriosamente.
Assustada e ao mesmo tempo irritada, mordi-o! Nisto ele dá um grito de dor e deixa-me cair no chão, consigo assim fugir e voltar para trás.
Mas o que deu na cabeça do Kouga para fazer uma coisa destas?!?!
Inuyasha
ARGGHH!! O que eu me tenho aguentado para não acabar com aquele estúpido lobo!! Nem mesmo com o que ele lhe fez, a Kagome deixa de ser tão simpática e boazinha para ele!! Agora tenho estado em alerta todas as noites, não vá ele tentar a mesma gracinha do outro dia!
Ontem, quando eu e a Kagome passeávamos pelo rio, vimos alguém a mexer-se por entre as folhagens. Aproximámo-nos a pensar que poderia ser algum aldeão que estivesse ferido ou precisasse de ajuda, mas não.. era o baka do Kouga! Keh! Que queria ele agora!?
Como que se lesse os meus pensamentos, disse:
- Vim em paz! Não quero lutar contigo... Preciso da vossa ajuda.
Baixei a minha Tessaiga e com um ar desconfiado perguntei porque precisava da nossa ajuda.
- Um dos meus companheiros foi morto. Encontraram-no perto de uma falésia com ferimentos graves e um fragmento de Esfera negro. Ninguém ousou em tocar-lhe, mas pela pista deixada só pode ter sido uma pessoa a causar este assassínio.
- Naraku! – exclamei com desprezo
- Não sabemos onde o Naraku possa estar, teremos que esperar mais uns dias até ele dar de si. – afirmou Kagome
- Tudo bem.. pensei que poderia contar pelo menos contigo Kagome, mas vejo que me enganei.
Vira as costas e caminha na mesma direcção por onde veio. A Kagome corre atrás dele, eu fico parvo a olhar para aquela situação! Pressinto uma energia maligna à minha volta, olho para todos os lados mas não vejo ninguém. Entretanto parto atrás daqueles dois e paro uns quantos metros longe daquela cena que agora se deparava à minha frente. Caiu-me como um balde de água fria! Ele estava a abraçar as costas e a cintura dela, os olhos estavam fechados a saborear aquele beijo que os seus lábios davam nos dela! Uma raiva se apoderava de mim, desembainho a Tessaiga e corro como um louco com os olhos vermelhos de raiva! Ele pressente-me e afasta-a e consegue parar o meu ataque. Estivemos a lutar o que para mim pareceu horas. Quando ia para usar o ataque “Vento Cortante”, a Kagome agarra-se a mim. Senti o meu corpo a ficar leve, uma paz se entranhava dentro do meu coração. Comecei a ficar mais calmo, mas ainda assim me sentia traído por ela.
- Como.. como foste capaz!? – gritei-lhe
- Eu não tive culpa.. acredita em mim... – respondeu-me ainda abraçada a mim e com a sua voz embargada devido ao choro
- Eu vi.. eu sei o que vi!!
Afasto-a bruscamente e ela cai no chão. Esfolou a perna, mas devido à ira que sentia naquele momento, não liguei. Virei-lhe as costas e fui embora, deixei-a ali a chorar... Quanto mais caminhava, mais o meu coração se sentia apertado, sufocado. Passei a noite a vaguear pela floresta, a minha mente estava longe, aquela imagem não me saía da cabeça. Será que fui demasiado bruto com ela? Será que foi mesmo culpa daquele lobo pestilento? Terá ele mentido em relação àquela história sobre o seu companheiro só para poder agarrar a Kagome??? Não conseguia obter resposta, a minha cabeça doía já de tanto pensar naquele assunto. A dor que sentia no meu peito aumentava cada vez mais, até que adormeci ao pé de uma cascata. O dia amanheceu, acordei com os primeiros raios de sol a tocarem-me na cara. Estava na altura de voltar, de falar com ela... De lhe pedir desculpa.
Finalmente chego a casa, estava tudo tão calmo, ainda deviam de estar a dormir. Entro e fecho devagar a porta atrás de mim. Caminho até ao nosso quarto e vejo-a ali deitada, a dormir serenamente. Aproximo-me e sento-me ao seu lado. Como estava destapada, noto a perna ferida agora com ligaduras. Sem me aperceber direito, murmuro um pedido de desculpas e uma lágrima teima em cair nesse mesmo instante. Oiço um gemido, ela estava a acordar. Sem pensar duas vezes, atiro-me para cima dela e começo a beijá-la, assustada ela põe-se a esbracejar tentando me afastar, como não conseguia, arranhou-me. Larguei-a naquele instante e fiquei parado a olhar para ela sem falar, eu não estava em mim! Que estava eu a tentar fazer??
- Que pensas que estás a fazer?? Tens prazer em me magoar???
Aquelas palavras foram como pedras atiradas à minha cara. Era isto que ela pensava de mim?
- Desculpa, apenas não resisti...
- Sai daqui! Não te quero ver!!
- Podes não me querer ver, mas vais ao menos me ouvir!
Ficou calada, mesmo que tentasse mostrar o contrário, ela estava curiosa em ouvir o que lhe tinha para dizer.
- Quando te vi a beijar o Kouga...
- Foi ele que me beijou!!!
- Deixas-me terminar? – pedi-lhe calmamente. Como nada dissera, continuei – Eu senti a raiva a consumir-me, foi como se o mundo estivesse a desabar, o chão ruía debaixo dos meus pés, sentia-me a cair numa imensa escuridão. Ao sentir o teu abraço foi como se me tivesses salvo, senti o calor do teu amor. Precisava de estar sozinho, de perceber que já não consigo mesmo viver sem ti. Tu és o meu mundo, o meu chão, a minha alma, o meu coração! Perdoa-me se duvidei de ti, perdoa-me se te magoei, nunca foi a minha intenção. Eu amo-te e tenho medo de te perder... como perdi a Kikyou...
As lágrimas escorriam pela sua face, ela abria a boca mas não conseguia produzir um único som. Aproximou-se de mim, levou a sua mão até à minha cara e olhando-me fixamente para os meus olhos, disse:
- Eu perdoo-te, porque te amo. Porque sei que juntos vamos ultrapassar todas as barreiras, tudo e todos aqueles que nos tentarem separar.
Fechei os olhos e senti uma sensação maravilhosa a percorrer o meu corpo. Abracei-a e beijei-a, e como que querendo aprofundar mais aquele beijo a minha língua entrava pela sua boca indo ter ao encontro da sua língua. Puxava-a mais contra mim, senti os seus braços à volta do meu pescoço enquanto que as minhas mãos lhe tocavam nas costas, por dentro da blusa. Começamos por tirar a roupa um do outro sem mais demoras, beijo-lhe no pescoço indo sempre a descer, a minha mão estava agora pousada em um dos seus seios dando depois lugar à minha boca. Sinto as mãos dela a percorrerem as minhas costas, deito-a e dirijo-me lentamente para cima dela. Quando olha para o meu membro já hirto, agarra-o e começa a percorre-lo pelo seu corpo, gemendo de tanto prazer e desejo. Ela o guia com a sua própria mão até dentro dela, penetro-a devagar e empurro o meu próprio corpo de maneira a que ele entre todo dentro dela e beijo os seus lábios sedentos de sede da boca um do outro. Vou movimentando-me, primeiro suavemente e depois cada vez mais depressa e profundamente, fazendo-a gemer. Chegando àquele limite de prazer, gememos os dois muito alto. Deitamo-nos lado a lado, ofegantes, mas com uma felicidade imensa espelhada nos nossos rostos, e ao olharmos para o tecto damos as mãos.
Uma nova esperança cresceu dentro do meu peito. Não deixarei que nada nem ninguém estrague a minha felicidade.. a nossa felicidade...
Kagome
14 de Fevereiro
Querido diário,
Por incrível que pareça o Inuyasha está cada mais ciumento, só por causa do Kouga, ele até tem sido um querido e tenho a certeza que poderá ajudar-nos a derrotar o Naraku. Mas ele não entende isso, às vezes é mesmo um baka!
Ontem ele veio falar comigo para esclarecer o sucedido.
- Desculpa Kagome, os ciúmes atacam na hora errada, mas eu amo-te muito e não aguento ver aquele lobo fedorento a olhar para ti daquela forma. Detesto-o e não quero que isso interfira nos nossos sentimentos. Desculpa-me! – disse o Inuyasha tão comovido.
Senti um aperto no coração e uma sensação esquisita na garganta, apetecia chorar. Uma lágrima caiu no meu rosto e eu respondi:
- Tens sido injusto comigo, o Kouga até poderá nos ajudar e tu não compreendes isso, tens de ter mais confiança em mim. Eu também te amo muito, mas tenta não ser tão ciumento, eu desculpo-te por perceber o que tens sentido e também por gostar tanto de ti.
Dei-lhe um enorme abraço, bem apertadinho e um beijo bem apetitoso. Deitamo-nos na cama e matamos as saudades por entre abraços, beijos e toques suaves como atrevidos.
Hoje, eu e o Inuyasha atravessámos o Poço Come-Ossos e fomos até à minha Era. Ele veio ao meu quarto, já pela tarde e disse:
- Tenho uma prenda para ti!
Tinha ido à rua com a minha mãe e chegou com um embrulho e o aponta para mim. – Vá abre. É para ti!
Não estava à espera, mas lá abri. Enquanto rasgava o papel de embrulho ele disse: “Feliz dia dos Namorados!!”, e aí beijou-me.
Eu não me esqueci deste dia tão especial, pois até tenho um pequeno plano para nós. Ah, o embrulho… era um vestido roxo até aos joelhos com um decote super sexy. Acho que ele não se esqueceu do vestido vermelho com o belo decote.
- Gostaste? Veste quero ver! – pediu entusiasmado
- Logo verás com ele vestido, vamos jantar fora. Os dois sozinhos!
Preparei-me muito bem, com um penteado lindíssimo, parecia que ia para uma gala. Fomos a um restaurante aqui perto, tinha imensa gente, não admirava pois era o Dia de São Valentim e os casais estavam a comemorar esse dia.
- Este sítio parece caro Kagome!
- Não sejas parvo! Pode parecer, mas não é.
Jantamos à luz das velas, lá num cantinho do restaurante longe dos restantes clientes. Um grupo de músicos tocou uma bela música “Toki o koeru omoi” tão linda, tocou mesmo no coração, adequada para o momento presenciado. Uma noite mesmo muito agradável. Tomamos a sobremesa e fomos dançar essa música, bem agarradinhos, adorei! Daí a pouco fomos para casa, ao chegar disse:
- Vou tomar um duche, estou cansada!
O Inuyasha agarrou a minha cintura levemente e beijou os meus lábios, a sua mão foi até ao meu traseiro e apalpou sensualmente, era um convite. Fomos assim agarrados até ao quarto de banho, tirei-lhe a roupa e ele tirou a minha. Entramos no duche como selvagens, ele pegou-me ao colo e tranquilamente sem pressas penetrou-me. A água do chuveiro refrescava o calor que expelíamos. Pôs-me contra a parede e naquele vai e vem beija-me loucamente. Fizemos amor louco mesmo ali no duche.
“Ainda bem que a Sango e o Miroku não estão aqui!”, pensei eu.
O ritmo foi aumentando e os gemidos tornaram-se gritos…HUMMMMM que óptimo!! Dirigimo-nos para o meu quarto e o meu hanyou disse:
- Amo-te, apesar de tudo eu amo-te muito!
- Vamos enfrentar tudo e todos, mas o nosso amor permanecerá. – disse-lhe docemente olhando nos seus belos olhos.
Vestimo-nos, despedimo-nos da minha família e voltámos para a Era Feudal. Entrámos em casa e vimos no chão da sala dois corpos despidos, apenas cobertos por uma manta, adormecidos. Eu e o Inuyasha rimo-nos baixinho e pé ante pé dirigimo-nos até ao nosso quarto, deitámo-nos e adormecemos.
A meio da noite, algo ou alguém estava por cima do tecto, ora muito rápido ora parava. Acordei sobressaltada.
- Que é isto!?!?
- O quê? O quê? – respondeu o Inuyasha apavorado.
Aí esse “algo” ou alguém com os gritos dirigiu-se até ao quarto. Deu saltos bruscos no tecto, parecia querer arrebentar com ele!
- Vou lá cima ver o que é, já volto. - afirmou o Inuyasha dando um beijo doce para eu não me preocupar.
- Tem cuidado!! – alertei-o assustada.
Bocados do tecto caíam, estava completamente assustada. Saltou, saltou e conseguiu arrebentar… fez um enorme buraco no tecto e quem era ele… o Kouga!!!
-Tu?? – gritei
-Pensavas tu que não iria te ver neste dia tão romântico!? – disse ele com ar maroto e um pouco irónico.
- Fora daqui, sai!!! – disse-lhe gritando.
- Vamos sair daqui… - ele ao afirmar pegou em mim e levou-me de casa.
- Larga-me!!!!! – gritei histericamente - Para onde me levas??
- Verás, minha querida! – respondeu misteriosamente.
Assustada e ao mesmo tempo irritada, mordi-o! Nisto ele dá um grito de dor e deixa-me cair no chão, consigo assim fugir e voltar para trás.
Mas o que deu na cabeça do Kouga para fazer uma coisa destas?!?!
Até à próxima diário!
Kagome
Kagome
Inuyasha
20 de Fevereiro
ARGGHH!! O que eu me tenho aguentado para não acabar com aquele estúpido lobo!! Nem mesmo com o que ele lhe fez, a Kagome deixa de ser tão simpática e boazinha para ele!! Agora tenho estado em alerta todas as noites, não vá ele tentar a mesma gracinha do outro dia!
Ontem, quando eu e a Kagome passeávamos pelo rio, vimos alguém a mexer-se por entre as folhagens. Aproximámo-nos a pensar que poderia ser algum aldeão que estivesse ferido ou precisasse de ajuda, mas não.. era o baka do Kouga! Keh! Que queria ele agora!?
Como que se lesse os meus pensamentos, disse:
- Vim em paz! Não quero lutar contigo... Preciso da vossa ajuda.
Baixei a minha Tessaiga e com um ar desconfiado perguntei porque precisava da nossa ajuda.
- Um dos meus companheiros foi morto. Encontraram-no perto de uma falésia com ferimentos graves e um fragmento de Esfera negro. Ninguém ousou em tocar-lhe, mas pela pista deixada só pode ter sido uma pessoa a causar este assassínio.
- Naraku! – exclamei com desprezo
- Não sabemos onde o Naraku possa estar, teremos que esperar mais uns dias até ele dar de si. – afirmou Kagome
- Tudo bem.. pensei que poderia contar pelo menos contigo Kagome, mas vejo que me enganei.
Vira as costas e caminha na mesma direcção por onde veio. A Kagome corre atrás dele, eu fico parvo a olhar para aquela situação! Pressinto uma energia maligna à minha volta, olho para todos os lados mas não vejo ninguém. Entretanto parto atrás daqueles dois e paro uns quantos metros longe daquela cena que agora se deparava à minha frente. Caiu-me como um balde de água fria! Ele estava a abraçar as costas e a cintura dela, os olhos estavam fechados a saborear aquele beijo que os seus lábios davam nos dela! Uma raiva se apoderava de mim, desembainho a Tessaiga e corro como um louco com os olhos vermelhos de raiva! Ele pressente-me e afasta-a e consegue parar o meu ataque. Estivemos a lutar o que para mim pareceu horas. Quando ia para usar o ataque “Vento Cortante”, a Kagome agarra-se a mim. Senti o meu corpo a ficar leve, uma paz se entranhava dentro do meu coração. Comecei a ficar mais calmo, mas ainda assim me sentia traído por ela.
- Como.. como foste capaz!? – gritei-lhe
- Eu não tive culpa.. acredita em mim... – respondeu-me ainda abraçada a mim e com a sua voz embargada devido ao choro
- Eu vi.. eu sei o que vi!!
Afasto-a bruscamente e ela cai no chão. Esfolou a perna, mas devido à ira que sentia naquele momento, não liguei. Virei-lhe as costas e fui embora, deixei-a ali a chorar... Quanto mais caminhava, mais o meu coração se sentia apertado, sufocado. Passei a noite a vaguear pela floresta, a minha mente estava longe, aquela imagem não me saía da cabeça. Será que fui demasiado bruto com ela? Será que foi mesmo culpa daquele lobo pestilento? Terá ele mentido em relação àquela história sobre o seu companheiro só para poder agarrar a Kagome??? Não conseguia obter resposta, a minha cabeça doía já de tanto pensar naquele assunto. A dor que sentia no meu peito aumentava cada vez mais, até que adormeci ao pé de uma cascata. O dia amanheceu, acordei com os primeiros raios de sol a tocarem-me na cara. Estava na altura de voltar, de falar com ela... De lhe pedir desculpa.
Finalmente chego a casa, estava tudo tão calmo, ainda deviam de estar a dormir. Entro e fecho devagar a porta atrás de mim. Caminho até ao nosso quarto e vejo-a ali deitada, a dormir serenamente. Aproximo-me e sento-me ao seu lado. Como estava destapada, noto a perna ferida agora com ligaduras. Sem me aperceber direito, murmuro um pedido de desculpas e uma lágrima teima em cair nesse mesmo instante. Oiço um gemido, ela estava a acordar. Sem pensar duas vezes, atiro-me para cima dela e começo a beijá-la, assustada ela põe-se a esbracejar tentando me afastar, como não conseguia, arranhou-me. Larguei-a naquele instante e fiquei parado a olhar para ela sem falar, eu não estava em mim! Que estava eu a tentar fazer??
- Que pensas que estás a fazer?? Tens prazer em me magoar???
Aquelas palavras foram como pedras atiradas à minha cara. Era isto que ela pensava de mim?
- Desculpa, apenas não resisti...
- Sai daqui! Não te quero ver!!
- Podes não me querer ver, mas vais ao menos me ouvir!
Ficou calada, mesmo que tentasse mostrar o contrário, ela estava curiosa em ouvir o que lhe tinha para dizer.
- Quando te vi a beijar o Kouga...
- Foi ele que me beijou!!!
- Deixas-me terminar? – pedi-lhe calmamente. Como nada dissera, continuei – Eu senti a raiva a consumir-me, foi como se o mundo estivesse a desabar, o chão ruía debaixo dos meus pés, sentia-me a cair numa imensa escuridão. Ao sentir o teu abraço foi como se me tivesses salvo, senti o calor do teu amor. Precisava de estar sozinho, de perceber que já não consigo mesmo viver sem ti. Tu és o meu mundo, o meu chão, a minha alma, o meu coração! Perdoa-me se duvidei de ti, perdoa-me se te magoei, nunca foi a minha intenção. Eu amo-te e tenho medo de te perder... como perdi a Kikyou...
As lágrimas escorriam pela sua face, ela abria a boca mas não conseguia produzir um único som. Aproximou-se de mim, levou a sua mão até à minha cara e olhando-me fixamente para os meus olhos, disse:
- Eu perdoo-te, porque te amo. Porque sei que juntos vamos ultrapassar todas as barreiras, tudo e todos aqueles que nos tentarem separar.
Fechei os olhos e senti uma sensação maravilhosa a percorrer o meu corpo. Abracei-a e beijei-a, e como que querendo aprofundar mais aquele beijo a minha língua entrava pela sua boca indo ter ao encontro da sua língua. Puxava-a mais contra mim, senti os seus braços à volta do meu pescoço enquanto que as minhas mãos lhe tocavam nas costas, por dentro da blusa. Começamos por tirar a roupa um do outro sem mais demoras, beijo-lhe no pescoço indo sempre a descer, a minha mão estava agora pousada em um dos seus seios dando depois lugar à minha boca. Sinto as mãos dela a percorrerem as minhas costas, deito-a e dirijo-me lentamente para cima dela. Quando olha para o meu membro já hirto, agarra-o e começa a percorre-lo pelo seu corpo, gemendo de tanto prazer e desejo. Ela o guia com a sua própria mão até dentro dela, penetro-a devagar e empurro o meu próprio corpo de maneira a que ele entre todo dentro dela e beijo os seus lábios sedentos de sede da boca um do outro. Vou movimentando-me, primeiro suavemente e depois cada vez mais depressa e profundamente, fazendo-a gemer. Chegando àquele limite de prazer, gememos os dois muito alto. Deitamo-nos lado a lado, ofegantes, mas com uma felicidade imensa espelhada nos nossos rostos, e ao olharmos para o tecto damos as mãos.
Uma nova esperança cresceu dentro do meu peito. Não deixarei que nada nem ninguém estrague a minha felicidade.. a nossa felicidade...

Capítulo 6
Kagome
Querido diário,
Foi nesta tarde que eu, o Inuyasha, a Sango, o Miroku, a Kirara e o Shippou estávamos na floresta a conversar tranquilos. Notei lá perto de uma árvore onde estava a Sango, o Miroku não resistiu e aproximou-se dela passando a mão pela sua cintura e perguntou:
- Vamos fazer um filho?
A Sango nem respondeu, olhou de lado para ele e deu uma chapada na cara dele.
Todos se riram, aquele par é mesmo engraçado, passamos sempre momentos únicos.
Lá no meio de uma conversa ouvimos uns passos, foram apressando o passo chegando a correr. Aparece o Kouga rodeado dos seus fiéis lobos, estava cansado de tanto correr e parecia atormentado por algo.
O Inuyasha sem pensar e sem mais demora ergueu a sua Tessaiga, aí toquei-lhe na mão com força.
- Espera! Ouve-o, sem guerras! – disse-lhe como um aviso
- Os meus companheiros estão a desaparecer drasticamente, uns são mortos e outros raptados. Não estou conseguindo controlar esta situação. Preciso novamente da vossa ajuda. – pediu Kouga com um ar mesmo aflito.
Fui a primeira a responder:
- Vamos ajudar-te!! Encontraremos o Naraku ou seja lá quem for que estiver a fazer tais tragédias.
O Inuyasha olhou para mim meio desconfiado, como quem comeu e não gostou.
- Nós conseguiremos, com a ajuda do Inuyasha é claro!! – afirmei para ele colaborar.
O Inuyasha convencido grita:
- Vamos naquela direcção! Do que estão à espera? Mais mortos, é?
Lá caminhamos pela floresta em direcção a uma aldeia, estava tudo devastado, parecia que um tornado tinha passado por lá. Estava um caos tremendo!
O céu ficou escuro, a noite parecia chegar rapidamente. Olhamos para o céu ao mesmo tempo, monstros, demónios…pareciam pássaros gigantes.. eram Youkais!! Os lobos juntaram-se em volta do Kouga, cada um de nós com a sua arma e poder demos luta.
O Inuyasha com a sua Tessaiga dava luta forte contra aqueles pássaros gigantes, invulgares. Eu atirava flechas contra eles, a Sango e o Miroku juntos combateram com todas as suas forças.
Os youkais eram demasiados, enormes, mas não desistimos!!
A Kirara transformou-se e voou até eles para contribuir à batalha, mas sem muito sucesso…ficou ferida!!
- Kirara! Kirara! – gritou o Shippou assustado.
Correu até ela para ver se estava bem, mas esta não respondeu. Furioso afasta-se da Kirara a correr, a gritar e a lançar fogo contra os Youkais, estava a dar luta!
Mas algo estranho ali se passou!!! Os youkais foram embora, assim sem mais nem menos, cheios de mistério, ficamos sem perceber!
Olhamos e interrogamos o porquê de irem-se embora daquela forma. Estávamos cansados e ofegantes de tanto tempo a lutar, vi se o Inuyasha estava bem, o Kouga continuava firme com os seus lobos, a Kirara é que estava ferida, mas eu cuidarei dela, o Shippou manteve-se sempre ao seu lado, foi um herói.
Mas algo não batia certo!!!
O Miroku anda de uma lado para o outro como se estivesse à procura de alguma coisa.
- Que se passa Miroku? ‘Tás feito barata tonta! – perguntou o Inuyasha
- É a Sango, não a vejo em sítio nenhum. Já a procurei em todo o lado. – respondeu Miroku com ar de preocupado.
- Como não a encontras? Viste bem? Pode estar por entre os mortos, ferida! – disse assustada!
- Não está, não a encontro!! – Miroku fica completamente frustrado.
- Vamos todos procurar!! – afirmou o Kouga muito determinado.
Não valia a pena procurar mais, ela não estava naquela aldeia.
- Estranho! Muito estranho. Então a Sango desapareceu assim, estranhamente, os youkais desistem a meio da batalha, só quer dizer uma coisa. – disse o Inuyasha desconfiado.
- O quê? Raptada?? – respondi sobressaltada
- Bate certo! Eles foram embora e a Sango não a vemos em lado nenhum, então foi…
- RAPTADA?!!! Não acredito! – gritou Miroku interrompendo o Shippou.
Será que a Sango foi mesmo raptada? Se foi raptada será ter sido mesmo pelos Youkais?
Inuyasha
Já passaram 4 dias desde a última batalha com aqueles youkais e a Sango continua desaparecida. Andamos à procura de pistas que nos possam levar até ela, mas sem resultado algum. Infelizmente terei que admitir que o Kouga tem sido uma boa ajuda para nós, embora continuemos sem saber para que lado nos devemos virar.
Após uma longa caminhada, vimos mais à frente uma nova aldeia. Também ela estava devastada, parecia que um remoinho passara por ali e varresse tudo à sua passagem! Caminhámos por entre os corpos e dentro de uma das casas ouvimos um barulho. Eu e o Miroku dirigimo-nos para lá e abrimos a porta devagar, entrámos e demos de caras com uma rapariga. Ela estava assustada e parecia que estava com medo de nós.
- Não tenhas medo, nós estamos aqui para te proteger. – dizia Miroku ao caminhar em direcção a ela.
- Nã.. não te aproximes de mim!
- Shh.. calma... – Miroku conseguiu abraçá-la e talvez pelo seu grande sucesso com as mulheres, lá conseguiu acalmá-la.
- Não temos tempo a perder! Sabes quem é que fez este estrago todo? – perguntei-lhe
- Foram os youkais, pareciam pássaros e caíam a pique vindos do céu.. tive tanto medo que vim para dentro, só ouvia gritos e passos...
- Não viste nenhuma mulher com eles? – pergunta Miroku
- Não me lembro.. talvez.. sim, estava! Uma rapariga com um fato preto e vermelho, atirava um estranho objecto pelo ar que regressava sempre até ela...
“Sango!”, pensei eu subitamente! Afinal ela estava com eles! Estará ela a ser controlada por algum fragmento negro??
Saí e fui contar o sucedido à Kagome, nem foi preciso dizer mais nada, o mesmo pensamento atravessara a mente de todos nós; partimos em busca da Sango.
Chegámos a um rochedo enorme, senti o cheiro dos Gokurakus e por aí sabia que estávamos perto do covil deles! A Kagome parou a meio caminho, vira um enorme pássaro a vir na nossa direcção e em cima dele estava a silhueta de uma pessoa, quando o youkai se aproximou deu para ver de quem se tratava.. Sango!
Ela atirou-nos com o seu hiraikotsu e este foi atingir em cheio no Kouga, pois ia em direcção da Kagome. Completamente irritado, ataquei o youkai com as minhas garras e este desfez-se ao meio e a Sango caiu sendo logo apanhada pelo Miroku. O Shippou alertou-nos que mais Gokurakus se aproximavam, pusemo-nos todos em posição de ataque, a Kirara transformou-se e iniciámos de novo uma nova batalha. A Sango estava agora a atacar o Miroku, ele não conseguia bater-lhe porque o seu sentimento por ela não lhe permitia tal coisa. A Kagome indicou-me onde estava o tal fragmento no corpo da Sango e assim que me desenvencilhei dos youkais que me atacavam, ataquei a Sango fazendo-lhe uma ferida nas costas e o fragmento que lá se encontrava saiu. A Sango cai no chão e o Miroku corre até ela, ainda meio acordada ela murmura um pedido de desculpa a Miroku por o ter tentado matar, ele deixa escapar uma lágrima e abraça-a com força dando-lhe um beijo terno nos lábios dela.
Depois de termos conseguido acabar com os Gokurakus, regressámos à aldeia que tinha sido destruída. A rapariga que tínhamos encontrado antes, ajudou-nos a cuidar da Sango e da sua ferida que eu lhe fizera. O Miroku não me falou desde então, embora tenha a consciência que foi para o bem dela, ela pode morrer.
Confesso que esse também é o meu medo... teremos agora que deixar o tempo passar e ver se há melhorias no estado da Sango. Se ela morrer, eu não me perdoarei.. nunca!
Kagome
23 de Fevereiro
Querido diário,
Foi nesta tarde que eu, o Inuyasha, a Sango, o Miroku, a Kirara e o Shippou estávamos na floresta a conversar tranquilos. Notei lá perto de uma árvore onde estava a Sango, o Miroku não resistiu e aproximou-se dela passando a mão pela sua cintura e perguntou:
- Vamos fazer um filho?
A Sango nem respondeu, olhou de lado para ele e deu uma chapada na cara dele.
Todos se riram, aquele par é mesmo engraçado, passamos sempre momentos únicos.
Lá no meio de uma conversa ouvimos uns passos, foram apressando o passo chegando a correr. Aparece o Kouga rodeado dos seus fiéis lobos, estava cansado de tanto correr e parecia atormentado por algo.
O Inuyasha sem pensar e sem mais demora ergueu a sua Tessaiga, aí toquei-lhe na mão com força.
- Espera! Ouve-o, sem guerras! – disse-lhe como um aviso
- Os meus companheiros estão a desaparecer drasticamente, uns são mortos e outros raptados. Não estou conseguindo controlar esta situação. Preciso novamente da vossa ajuda. – pediu Kouga com um ar mesmo aflito.
Fui a primeira a responder:
- Vamos ajudar-te!! Encontraremos o Naraku ou seja lá quem for que estiver a fazer tais tragédias.
O Inuyasha olhou para mim meio desconfiado, como quem comeu e não gostou.
- Nós conseguiremos, com a ajuda do Inuyasha é claro!! – afirmei para ele colaborar.
O Inuyasha convencido grita:
- Vamos naquela direcção! Do que estão à espera? Mais mortos, é?
Lá caminhamos pela floresta em direcção a uma aldeia, estava tudo devastado, parecia que um tornado tinha passado por lá. Estava um caos tremendo!
O céu ficou escuro, a noite parecia chegar rapidamente. Olhamos para o céu ao mesmo tempo, monstros, demónios…pareciam pássaros gigantes.. eram Youkais!! Os lobos juntaram-se em volta do Kouga, cada um de nós com a sua arma e poder demos luta.
O Inuyasha com a sua Tessaiga dava luta forte contra aqueles pássaros gigantes, invulgares. Eu atirava flechas contra eles, a Sango e o Miroku juntos combateram com todas as suas forças.
Os youkais eram demasiados, enormes, mas não desistimos!!
A Kirara transformou-se e voou até eles para contribuir à batalha, mas sem muito sucesso…ficou ferida!!
- Kirara! Kirara! – gritou o Shippou assustado.
Correu até ela para ver se estava bem, mas esta não respondeu. Furioso afasta-se da Kirara a correr, a gritar e a lançar fogo contra os Youkais, estava a dar luta!
Mas algo estranho ali se passou!!! Os youkais foram embora, assim sem mais nem menos, cheios de mistério, ficamos sem perceber!
Olhamos e interrogamos o porquê de irem-se embora daquela forma. Estávamos cansados e ofegantes de tanto tempo a lutar, vi se o Inuyasha estava bem, o Kouga continuava firme com os seus lobos, a Kirara é que estava ferida, mas eu cuidarei dela, o Shippou manteve-se sempre ao seu lado, foi um herói.
Mas algo não batia certo!!!
O Miroku anda de uma lado para o outro como se estivesse à procura de alguma coisa.
- Que se passa Miroku? ‘Tás feito barata tonta! – perguntou o Inuyasha
- É a Sango, não a vejo em sítio nenhum. Já a procurei em todo o lado. – respondeu Miroku com ar de preocupado.
- Como não a encontras? Viste bem? Pode estar por entre os mortos, ferida! – disse assustada!
- Não está, não a encontro!! – Miroku fica completamente frustrado.
- Vamos todos procurar!! – afirmou o Kouga muito determinado.
Não valia a pena procurar mais, ela não estava naquela aldeia.
- Estranho! Muito estranho. Então a Sango desapareceu assim, estranhamente, os youkais desistem a meio da batalha, só quer dizer uma coisa. – disse o Inuyasha desconfiado.
- O quê? Raptada?? – respondi sobressaltada
- Bate certo! Eles foram embora e a Sango não a vemos em lado nenhum, então foi…
- RAPTADA?!!! Não acredito! – gritou Miroku interrompendo o Shippou.
Será que a Sango foi mesmo raptada? Se foi raptada será ter sido mesmo pelos Youkais?
Até à próxima diário
Kagome
Inuyasha
27 de Fevereiro
Já passaram 4 dias desde a última batalha com aqueles youkais e a Sango continua desaparecida. Andamos à procura de pistas que nos possam levar até ela, mas sem resultado algum. Infelizmente terei que admitir que o Kouga tem sido uma boa ajuda para nós, embora continuemos sem saber para que lado nos devemos virar.
Após uma longa caminhada, vimos mais à frente uma nova aldeia. Também ela estava devastada, parecia que um remoinho passara por ali e varresse tudo à sua passagem! Caminhámos por entre os corpos e dentro de uma das casas ouvimos um barulho. Eu e o Miroku dirigimo-nos para lá e abrimos a porta devagar, entrámos e demos de caras com uma rapariga. Ela estava assustada e parecia que estava com medo de nós.
- Não tenhas medo, nós estamos aqui para te proteger. – dizia Miroku ao caminhar em direcção a ela.
- Nã.. não te aproximes de mim!
- Shh.. calma... – Miroku conseguiu abraçá-la e talvez pelo seu grande sucesso com as mulheres, lá conseguiu acalmá-la.
- Não temos tempo a perder! Sabes quem é que fez este estrago todo? – perguntei-lhe
- Foram os youkais, pareciam pássaros e caíam a pique vindos do céu.. tive tanto medo que vim para dentro, só ouvia gritos e passos...
- Não viste nenhuma mulher com eles? – pergunta Miroku
- Não me lembro.. talvez.. sim, estava! Uma rapariga com um fato preto e vermelho, atirava um estranho objecto pelo ar que regressava sempre até ela...
“Sango!”, pensei eu subitamente! Afinal ela estava com eles! Estará ela a ser controlada por algum fragmento negro??
Saí e fui contar o sucedido à Kagome, nem foi preciso dizer mais nada, o mesmo pensamento atravessara a mente de todos nós; partimos em busca da Sango.
Chegámos a um rochedo enorme, senti o cheiro dos Gokurakus e por aí sabia que estávamos perto do covil deles! A Kagome parou a meio caminho, vira um enorme pássaro a vir na nossa direcção e em cima dele estava a silhueta de uma pessoa, quando o youkai se aproximou deu para ver de quem se tratava.. Sango!
Ela atirou-nos com o seu hiraikotsu e este foi atingir em cheio no Kouga, pois ia em direcção da Kagome. Completamente irritado, ataquei o youkai com as minhas garras e este desfez-se ao meio e a Sango caiu sendo logo apanhada pelo Miroku. O Shippou alertou-nos que mais Gokurakus se aproximavam, pusemo-nos todos em posição de ataque, a Kirara transformou-se e iniciámos de novo uma nova batalha. A Sango estava agora a atacar o Miroku, ele não conseguia bater-lhe porque o seu sentimento por ela não lhe permitia tal coisa. A Kagome indicou-me onde estava o tal fragmento no corpo da Sango e assim que me desenvencilhei dos youkais que me atacavam, ataquei a Sango fazendo-lhe uma ferida nas costas e o fragmento que lá se encontrava saiu. A Sango cai no chão e o Miroku corre até ela, ainda meio acordada ela murmura um pedido de desculpa a Miroku por o ter tentado matar, ele deixa escapar uma lágrima e abraça-a com força dando-lhe um beijo terno nos lábios dela.
Depois de termos conseguido acabar com os Gokurakus, regressámos à aldeia que tinha sido destruída. A rapariga que tínhamos encontrado antes, ajudou-nos a cuidar da Sango e da sua ferida que eu lhe fizera. O Miroku não me falou desde então, embora tenha a consciência que foi para o bem dela, ela pode morrer.
Confesso que esse também é o meu medo... teremos agora que deixar o tempo passar e ver se há melhorias no estado da Sango. Se ela morrer, eu não me perdoarei.. nunca!

Capítulo 7
Kagome
Não paro de pensar na Sango, espero que ela não morra, é uma óptima amiga, mas não tem aspecto de se aguentar por muito tempo. Tenho acompanhando todas as suas reacções do golpe que o Inuyasha fez, as febres altas, alucinações, vómitos constantes, tem sido horrível, ela não parece que vai sobreviver.
- Vai correr tudo bem, não vai Kagome? – perguntou o Shippou com medo.
- Veremos meu amigo! Veremos. – não estava segura da resposta que dei.
Tenho um aperto no coração, alguma coisa vai acontecer, este pressentimento de que a Sango vai morrer não abandona a minha mente.
- Vou ver se encontro comida que a Sango possa digerir.
- Está bem eu e a Kirara tomamos conta dela! – disse o Shippou.
Peguei na minha sacola e saí, deparei-me com uma situação miserável, criancice, bakas autênticos. O Miroku e o Inuyasha a lutarem! O Miroku lutava com uma fúria tremenda, o Inuyasha nem dava luta, defendia-se e tentava resolver as coisas, mas ele nem ouvia, o ódio invadiu todo o seu corpo e nada mudaria até Sango melhorar.
- Ela está à beira da morte por tua culpa!!!! Como foste capaz?? – gritava Miroku
- Sabes muito bem que foi para bem dela, para bem de todos nós.
- Odeio-te!!! Odeio-te!!!!
Quando Miroku gritou tais palavras o Inuyasha ergueu a sua Tessaiga, mas eu exclamei:
- OSUWARI!! OSUWARI!!! Que ideia era a tua Inuyasha?? – perguntei
- Ele está estúpido, não percebeu a minha acção! – disse o Inuyasha a desculpar-se
- A Sango está à beira da morte e vocês aqui à luta feitos crianças?? É inacreditável. – afirmei caminhando em direcção à floresta.
- Onde vais? – perguntou Inuyasha
- Procurar a solução para a Sango, não é a lutar que vamos conseguir. – respondi sem piedade
- Vou contigo! – afirmou Inuyasha
- Não, eu é que vou contigo! – disse o Miroku.
Lá fomos os três para a floresta, eu à frente e os outros dois bakas atrás de mim aos empurrões tal e qual como crianças.
- Parem!! – gritei eu.
Nesse momento apareceu uma pessoa, pararam todos para saber quem era.
- Kaede!!! – disse o Inuyasha admirado.
- Sim, sou eu! Tenho algo para vocês. – respondeu-lhe
Eu desconfiada, mas adivinhando o que ela ia dizer, respondi:
- É para a Sango?
-Sim é! Umas ervas medicinais. – disse entregando-me as tais ervas.
- Vem connosco, ajuda-nos a curá-la, está mesmo à beira da morte! – disse-lhe já agoniada.
- Está bem, mas por pouco tempo.
Caminhamos de volta e fomos ter com a Sango. Kaede fez um chá e uma pasta com as ervas medicinais e explicou:
- Dá-lhe este chá e esfrega esta pasta nas suas costas. Ela ficará bem!
Ao terminar de explicar ela foi embora sem mais nada a dizer. Com a ajuda do Miroku dei o chá para ela o beber e ele colocou a pasta de ervas sobre as costas da Sango.
Esperamos a tarde toda, a noite toda e nem uma reacção dela. Todos adormeceram e iam perdendo a esperança de ela sobreviver.
Quando acordamos lá estava a Sango levantada a comer, beber como nada tivesse acontecido. O meu peito encheu-se de alegria e corri para os braços dela.
- Sango!!! Estás bem?
- Sim! Graças a todos vocês! – respondeu Sango a sorrir
Miroku acorda e os seus olhos encheram-se de alegria, chegou-se para ela, abraçou-a e beijou-lhe nos lábios docemente.
- Nunca mais faças isto a nós. Grande susto nos pregaste! – disse Miroku
Inuyasha pé ante pé foi-se chegando para ela, deu um abraço e com uma voz baixinha disse:
- Desculpa, foi para o bem de todos, para teu bem, mas se algo de mal acontecesse não me perdoaria!
- Eu sei! Obrigado! – respondeu Sango dando-lhe um abraço bem apertado.
Shippou e Kirara abraçavam e rolavam-se nas pernas da Sango com tanto carinho e saudade.
Miroku deu um aperto de mão ao Inuyasha e disse:
- Compreendi tudo o que fizeste! Desculpa se fui bruto contigo.
- Percebo o teu lado. Se estivesse na tua pele faria o mesmo. - respondeu Inuyasha fazendo as pazes com o Miroku.
Tudo acabou bem e um grande abraço uniu-nos novamente.
A Sango está fora de perigo, é o que mais nos importa.
“Obrigada Kaede” – pensei eu.
Inuyasha
A Sango tem mostrado melhorias no seu estado, já age como se nada lhe tivesse acontecido. Obrigada Kaede.. não só salvou a Sango como também me salvou a mim.. do Miroku...
Com tudo isto, o baka do Kouga tem estado mais connosco, diz ele que é para assegurar a segurança de todos! Keh! Como se eu precisasse que ele nos protegesse de alguma coisa! Então eu sirvo para quê?! Mas eu já lhe tiro o seu momento de reinado!
Hoje o dia foi mais pacífico, aquele lobinho irritante foi ter com os seus companheiros e pude estar mais a sós com a Kagome. Fomos dar um passeio e chegámos a uma clareira, ouvimos risos e pequenos gritos, como não costumamos ver por ali ninguém, pois aquele é o “nosso canto”, desembainhei a minha Tessaiga e fui pé ante pé ao sítio de onde provinham tais sons. A Kagome vinha atrás de mim agarrada à manga do meu manto, até que ficámos por detrás de uma árvore e espreitámos, devagar... e quem é que estava lá? Se não era o Miroku e a Sango! Eu fiquei tão espantado que quase teriam notado a minha presença se não fosse a Kagome a puxar-me de volta para trás da árvore. Rimo-nos baixinho e ficámos a observá-los.
Aqueles dois pareciam duas crianças a correrem um atrás do outro, ele consegue apanhá-la e deitam-se no chão, ele por cima dela. Ficam uns instantes a olhar para os olhos um do outro e o sorriso vai-se desvanecendo do rosto deles, dando lugar a uma intensidade de carinho que gera à volta daqueles dois.. a cabeça do Miroku movia-se lentamente até chegar bem próximo da cabeça da Sango, os seus lábios estavam a uma distância de milímetros e a mão esquerda dele percorria devagar e suavemente as curvas do corpo dela. Como se ela não conseguisse aguentar mais, puxou a cabeça dele com a sua mão e beijou-o fervorosamente! Eu e a Kagome até desviámos o olhar, envergonhados mas não conseguimos resistir em ver o amor que aqueles dois tentavam sempre esconder de nós. Quando olhámos de volta, a Sango já não tinha a sua blusa.. “Que rápidos!”, pensei eu.. como a Sango estava com os seus seios à mostra, a Kagome apressou-se em me tapar os olhos! Fiquei aborrecido, até parece que nunca vi uns seios à minha frente! Diga-se de passagem que só vi e toquei nos da Kagome, mas.. não era caso para ela exagerar! Naquilo tudo, perdi a melhor parte.. keh! Mas ainda cheguei a tempo de ver que agora era ela que o despia! Sempre tive curiosidade em saber como é que aquela roupa que o Miroku trás vestido se tirava.. hehehe... Olhei para a Kagome, ela estava de costas para aquela cena e olhava para mim com um ar de quem ia dizer a qualquer momento “OSUWARI!”, para evitar isso peguei na mão dela e saímos dali.
Passeávamos de mão dada à procura de outro lugar mais recatado, visto que o Miroku e a Sango decidiram usar o “nosso”. Reparei que a Kagome estava vermelha e evitava olhar para outro lado se não para baixo.
- Kagome.. – comecei por dizer, ela não olhou nem disse nada – Estás bem? Estás tão calada...
- Oh! Não é.. nada...
- Estás assim por causa do que acabámos de ver? – perguntei com um sorriso trocista
Ela fica ainda mais vermelha e responde:
- Nós não devíamos tê-los espiado! Já viste se eles descobrem? O que vão pensar de nós? Que somos alguns pervertidos..!
- Que exagero! – exclamei parando à frente dela, tinha encontrado o sítio ideal para estarmos a sós.
Aproximei-a de mim e levantei-lhe a cabeça com a mão, olhei-a bem no fundo dos olhos dela e beijei-a. Assim que fechei os olhos, as imagens daqueles dois surgiram na minha cabeça e desatei a rir.
- Inuyasha!! Que é que te deu agora?!
- Des-desculpa! – dizia eu a rir sem parar – Não consegui parar de pensar naqueles dois.
- És mesmo um baka! – diz virando-me as costas
- Espera! Não te vás embora.. não agora que conseguimos estar um momento a sós...
Ela vira-me a cara ainda com um ar chateado mas não segue caminho. Deitámo-nos no chão ao sol, estava um lindo dia!
- Está um dia bom para namorar, não é? – pergunta Kagome envergonhada
- Sim.. e há quem esteja a aproveitá-lo bem neste momento... – respondi com um suspiro
- Então.. porque não lhes seguimos o exemplo?
Olhei para ela interrogativamente mas entendi o que ela queria dizer com aquilo. Pus-me de lado e pousei a minha cabeça sobre o meu braço direito, com a minha outra mão acariciava-lhe o rosto e ficámos assim por uns segundos.
Levantei-me sem evitar o contacto visual e acariciei-lhe o seu corpo, ela tremia de desejo como que se quisesse naquele instante que eu lhe arrancasse a roupa e a possuísse já ali. Tirei-lhe a blusa e.. porque raio as mulheres usam sempre mais um complemento por baixo da roupa?? Não podia ela ser como a Sango e não usar nada? Seria mais fácil... mas lá lhe tirei também aquela coisa a que lhe chamam de soutien.. passava a minha língua pela sua orelha dando umas pequenas mordidas, passei para o pescoço e ela arrepiou-se toda, isso deixava-me divertido... Continuei a beijar-lhe e a mordiscar-lhe o pescoço, passava para o seu ombro macio e finalmente chegava ao seu seio. O seu mamilo estava rijo, não resisti a dar uma mordida e um chupão. Com a minha mão apertava-lhe sem a magoar o seu outro seio, ela estava de olhos fechados e suspirava de prazer. Continuei a descer com a minha língua a passar pela sua barriga e com as minhas mãos tirei-lhe a saia juntamente com a suas.. acho eu que se chamam cuecas, não interessa... Cheguei à sua “pombinha” e passei a minha língua cheia de desejo de provar aquele sabor quente e molhado, ela delirava, as suas pernas tremiam e a sua respiração tornava-se mais ofegante e acelerada. Nunca lhe tinha feito aquilo e gostei. Quando retirava a minha roupa, ela aproximou-se de mim, estava com um olhar diferente, parecia que me queria “comer”.. agarrou-se ao meu membro de uma tal maneira que eu fiquei espantado, nem tinha chegado a retirar as calças e ela já estava lá com a sua boca. Os movimentos que ela fazia para cima e para baixo com os seus lábios comprimidos, a sua língua a “brincar” com o todo o meu membro, tudo isso me deixava com mais vontade e prazer de a penetrar! Agarrei-lhe pelo braço e puxei-a para mim, devagar ela foi introduzindo o meu membro dentro dela e sentou-se em cima de mim com ele todo dentro, pôs-se a movimentar para trás e para a frente com os seus braços em volta do meu pescoço e de vez a vez beijávamo-nos. Deitei-a sem retirar o meu membro de dentro dela, coloquei as suas pernas sobre os meus ombros e voltei a penetrá-la com a mesma velocidade de antes, os seus gemidos eram mais intensos, deixavam-me ainda com mais desejo de continuar e não parar em circunstância alguma. Rodámos tantas posições até ficarmos completamente satisfeitos, não aguentei e acabei por me vir sempre para dentro dela, penso que não haja mal nisso.. mas ela fica sempre com um ar preocupado quando isso acontece...
Deixámo-nos ficar deitados a apreciar o calor dos raios solar e a trocar mais carícias e beijos até nos voltarmos a vestir e irmos para casa.
Não quero que estes dias de felicidade acabem, a Kagome é tudo o que mais amo nesta vida.
Kagome
28 de Fevereiro
Não paro de pensar na Sango, espero que ela não morra, é uma óptima amiga, mas não tem aspecto de se aguentar por muito tempo. Tenho acompanhando todas as suas reacções do golpe que o Inuyasha fez, as febres altas, alucinações, vómitos constantes, tem sido horrível, ela não parece que vai sobreviver.
- Vai correr tudo bem, não vai Kagome? – perguntou o Shippou com medo.
- Veremos meu amigo! Veremos. – não estava segura da resposta que dei.
Tenho um aperto no coração, alguma coisa vai acontecer, este pressentimento de que a Sango vai morrer não abandona a minha mente.
- Vou ver se encontro comida que a Sango possa digerir.
- Está bem eu e a Kirara tomamos conta dela! – disse o Shippou.
Peguei na minha sacola e saí, deparei-me com uma situação miserável, criancice, bakas autênticos. O Miroku e o Inuyasha a lutarem! O Miroku lutava com uma fúria tremenda, o Inuyasha nem dava luta, defendia-se e tentava resolver as coisas, mas ele nem ouvia, o ódio invadiu todo o seu corpo e nada mudaria até Sango melhorar.
- Ela está à beira da morte por tua culpa!!!! Como foste capaz?? – gritava Miroku
- Sabes muito bem que foi para bem dela, para bem de todos nós.
- Odeio-te!!! Odeio-te!!!!
Quando Miroku gritou tais palavras o Inuyasha ergueu a sua Tessaiga, mas eu exclamei:
- OSUWARI!! OSUWARI!!! Que ideia era a tua Inuyasha?? – perguntei
- Ele está estúpido, não percebeu a minha acção! – disse o Inuyasha a desculpar-se
- A Sango está à beira da morte e vocês aqui à luta feitos crianças?? É inacreditável. – afirmei caminhando em direcção à floresta.
- Onde vais? – perguntou Inuyasha
- Procurar a solução para a Sango, não é a lutar que vamos conseguir. – respondi sem piedade
- Vou contigo! – afirmou Inuyasha
- Não, eu é que vou contigo! – disse o Miroku.
Lá fomos os três para a floresta, eu à frente e os outros dois bakas atrás de mim aos empurrões tal e qual como crianças.
- Parem!! – gritei eu.
Nesse momento apareceu uma pessoa, pararam todos para saber quem era.
- Kaede!!! – disse o Inuyasha admirado.
- Sim, sou eu! Tenho algo para vocês. – respondeu-lhe
Eu desconfiada, mas adivinhando o que ela ia dizer, respondi:
- É para a Sango?
-Sim é! Umas ervas medicinais. – disse entregando-me as tais ervas.
- Vem connosco, ajuda-nos a curá-la, está mesmo à beira da morte! – disse-lhe já agoniada.
- Está bem, mas por pouco tempo.
Caminhamos de volta e fomos ter com a Sango. Kaede fez um chá e uma pasta com as ervas medicinais e explicou:
- Dá-lhe este chá e esfrega esta pasta nas suas costas. Ela ficará bem!
Ao terminar de explicar ela foi embora sem mais nada a dizer. Com a ajuda do Miroku dei o chá para ela o beber e ele colocou a pasta de ervas sobre as costas da Sango.
Esperamos a tarde toda, a noite toda e nem uma reacção dela. Todos adormeceram e iam perdendo a esperança de ela sobreviver.
Quando acordamos lá estava a Sango levantada a comer, beber como nada tivesse acontecido. O meu peito encheu-se de alegria e corri para os braços dela.
- Sango!!! Estás bem?
- Sim! Graças a todos vocês! – respondeu Sango a sorrir
Miroku acorda e os seus olhos encheram-se de alegria, chegou-se para ela, abraçou-a e beijou-lhe nos lábios docemente.
- Nunca mais faças isto a nós. Grande susto nos pregaste! – disse Miroku
Inuyasha pé ante pé foi-se chegando para ela, deu um abraço e com uma voz baixinha disse:
- Desculpa, foi para o bem de todos, para teu bem, mas se algo de mal acontecesse não me perdoaria!
- Eu sei! Obrigado! – respondeu Sango dando-lhe um abraço bem apertado.
Shippou e Kirara abraçavam e rolavam-se nas pernas da Sango com tanto carinho e saudade.
Miroku deu um aperto de mão ao Inuyasha e disse:
- Compreendi tudo o que fizeste! Desculpa se fui bruto contigo.
- Percebo o teu lado. Se estivesse na tua pele faria o mesmo. - respondeu Inuyasha fazendo as pazes com o Miroku.
Tudo acabou bem e um grande abraço uniu-nos novamente.
A Sango está fora de perigo, é o que mais nos importa.
“Obrigada Kaede” – pensei eu.
Até à próxima diário!
Kagome
Kagome
Inuyasha
03 de Março
A Sango tem mostrado melhorias no seu estado, já age como se nada lhe tivesse acontecido. Obrigada Kaede.. não só salvou a Sango como também me salvou a mim.. do Miroku...
Com tudo isto, o baka do Kouga tem estado mais connosco, diz ele que é para assegurar a segurança de todos! Keh! Como se eu precisasse que ele nos protegesse de alguma coisa! Então eu sirvo para quê?! Mas eu já lhe tiro o seu momento de reinado!
Hoje o dia foi mais pacífico, aquele lobinho irritante foi ter com os seus companheiros e pude estar mais a sós com a Kagome. Fomos dar um passeio e chegámos a uma clareira, ouvimos risos e pequenos gritos, como não costumamos ver por ali ninguém, pois aquele é o “nosso canto”, desembainhei a minha Tessaiga e fui pé ante pé ao sítio de onde provinham tais sons. A Kagome vinha atrás de mim agarrada à manga do meu manto, até que ficámos por detrás de uma árvore e espreitámos, devagar... e quem é que estava lá? Se não era o Miroku e a Sango! Eu fiquei tão espantado que quase teriam notado a minha presença se não fosse a Kagome a puxar-me de volta para trás da árvore. Rimo-nos baixinho e ficámos a observá-los.
Aqueles dois pareciam duas crianças a correrem um atrás do outro, ele consegue apanhá-la e deitam-se no chão, ele por cima dela. Ficam uns instantes a olhar para os olhos um do outro e o sorriso vai-se desvanecendo do rosto deles, dando lugar a uma intensidade de carinho que gera à volta daqueles dois.. a cabeça do Miroku movia-se lentamente até chegar bem próximo da cabeça da Sango, os seus lábios estavam a uma distância de milímetros e a mão esquerda dele percorria devagar e suavemente as curvas do corpo dela. Como se ela não conseguisse aguentar mais, puxou a cabeça dele com a sua mão e beijou-o fervorosamente! Eu e a Kagome até desviámos o olhar, envergonhados mas não conseguimos resistir em ver o amor que aqueles dois tentavam sempre esconder de nós. Quando olhámos de volta, a Sango já não tinha a sua blusa.. “Que rápidos!”, pensei eu.. como a Sango estava com os seus seios à mostra, a Kagome apressou-se em me tapar os olhos! Fiquei aborrecido, até parece que nunca vi uns seios à minha frente! Diga-se de passagem que só vi e toquei nos da Kagome, mas.. não era caso para ela exagerar! Naquilo tudo, perdi a melhor parte.. keh! Mas ainda cheguei a tempo de ver que agora era ela que o despia! Sempre tive curiosidade em saber como é que aquela roupa que o Miroku trás vestido se tirava.. hehehe... Olhei para a Kagome, ela estava de costas para aquela cena e olhava para mim com um ar de quem ia dizer a qualquer momento “OSUWARI!”, para evitar isso peguei na mão dela e saímos dali.
Passeávamos de mão dada à procura de outro lugar mais recatado, visto que o Miroku e a Sango decidiram usar o “nosso”. Reparei que a Kagome estava vermelha e evitava olhar para outro lado se não para baixo.
- Kagome.. – comecei por dizer, ela não olhou nem disse nada – Estás bem? Estás tão calada...
- Oh! Não é.. nada...
- Estás assim por causa do que acabámos de ver? – perguntei com um sorriso trocista
Ela fica ainda mais vermelha e responde:
- Nós não devíamos tê-los espiado! Já viste se eles descobrem? O que vão pensar de nós? Que somos alguns pervertidos..!
- Que exagero! – exclamei parando à frente dela, tinha encontrado o sítio ideal para estarmos a sós.
Aproximei-a de mim e levantei-lhe a cabeça com a mão, olhei-a bem no fundo dos olhos dela e beijei-a. Assim que fechei os olhos, as imagens daqueles dois surgiram na minha cabeça e desatei a rir.
- Inuyasha!! Que é que te deu agora?!
- Des-desculpa! – dizia eu a rir sem parar – Não consegui parar de pensar naqueles dois.
- És mesmo um baka! – diz virando-me as costas
- Espera! Não te vás embora.. não agora que conseguimos estar um momento a sós...
Ela vira-me a cara ainda com um ar chateado mas não segue caminho. Deitámo-nos no chão ao sol, estava um lindo dia!
- Está um dia bom para namorar, não é? – pergunta Kagome envergonhada
- Sim.. e há quem esteja a aproveitá-lo bem neste momento... – respondi com um suspiro
- Então.. porque não lhes seguimos o exemplo?
Olhei para ela interrogativamente mas entendi o que ela queria dizer com aquilo. Pus-me de lado e pousei a minha cabeça sobre o meu braço direito, com a minha outra mão acariciava-lhe o rosto e ficámos assim por uns segundos.
Levantei-me sem evitar o contacto visual e acariciei-lhe o seu corpo, ela tremia de desejo como que se quisesse naquele instante que eu lhe arrancasse a roupa e a possuísse já ali. Tirei-lhe a blusa e.. porque raio as mulheres usam sempre mais um complemento por baixo da roupa?? Não podia ela ser como a Sango e não usar nada? Seria mais fácil... mas lá lhe tirei também aquela coisa a que lhe chamam de soutien.. passava a minha língua pela sua orelha dando umas pequenas mordidas, passei para o pescoço e ela arrepiou-se toda, isso deixava-me divertido... Continuei a beijar-lhe e a mordiscar-lhe o pescoço, passava para o seu ombro macio e finalmente chegava ao seu seio. O seu mamilo estava rijo, não resisti a dar uma mordida e um chupão. Com a minha mão apertava-lhe sem a magoar o seu outro seio, ela estava de olhos fechados e suspirava de prazer. Continuei a descer com a minha língua a passar pela sua barriga e com as minhas mãos tirei-lhe a saia juntamente com a suas.. acho eu que se chamam cuecas, não interessa... Cheguei à sua “pombinha” e passei a minha língua cheia de desejo de provar aquele sabor quente e molhado, ela delirava, as suas pernas tremiam e a sua respiração tornava-se mais ofegante e acelerada. Nunca lhe tinha feito aquilo e gostei. Quando retirava a minha roupa, ela aproximou-se de mim, estava com um olhar diferente, parecia que me queria “comer”.. agarrou-se ao meu membro de uma tal maneira que eu fiquei espantado, nem tinha chegado a retirar as calças e ela já estava lá com a sua boca. Os movimentos que ela fazia para cima e para baixo com os seus lábios comprimidos, a sua língua a “brincar” com o todo o meu membro, tudo isso me deixava com mais vontade e prazer de a penetrar! Agarrei-lhe pelo braço e puxei-a para mim, devagar ela foi introduzindo o meu membro dentro dela e sentou-se em cima de mim com ele todo dentro, pôs-se a movimentar para trás e para a frente com os seus braços em volta do meu pescoço e de vez a vez beijávamo-nos. Deitei-a sem retirar o meu membro de dentro dela, coloquei as suas pernas sobre os meus ombros e voltei a penetrá-la com a mesma velocidade de antes, os seus gemidos eram mais intensos, deixavam-me ainda com mais desejo de continuar e não parar em circunstância alguma. Rodámos tantas posições até ficarmos completamente satisfeitos, não aguentei e acabei por me vir sempre para dentro dela, penso que não haja mal nisso.. mas ela fica sempre com um ar preocupado quando isso acontece...
Deixámo-nos ficar deitados a apreciar o calor dos raios solar e a trocar mais carícias e beijos até nos voltarmos a vestir e irmos para casa.
Não quero que estes dias de felicidade acabem, a Kagome é tudo o que mais amo nesta vida.

Capítulo 8
Kagome
Bem, que situação mais estranha!!
O Inuyasha levantou-se a meio da noite, sonâmbulo, saiu da cama e dirigiu-se à rua, claro que não fiquei quieta, fui atrás dele sorrateiramente. Lá segui ele com os braços esticados e olhos fechados, mas a murmurar muito baixinho, falava de modo que não se percebia nada. Era mesmo estranho.
Chegou ao lado de uma árvore, aparentemente igual às outras, e ele gritava feito zombie:
- Kikyou! Kikyou! Kikyouuuuu!!!
O meu coração disparou, senti uma sensação horrível, mas será que esta cena já aconteceu mais vezes?
Só sei que essa árvore se transformou na Kikyou. A copa da árvore tornou-se nos longos cabelos dela e o tronco virou corpo de mulher. Era mesmo a Kikyou! Em carne e osso, através de uma árvore…esquisito!!!
- Isto é um pesadelo, de certeza! – pensei eu.
O Inuyasha abraçou-a docemente e deu um beijo nos lábios dela. Nesse momento várias lágrimas percorreram o meu rosto, foi momentâneo, dei por mim assim…chorando! Ao beijá-la ele disse:
- Amo-te Kagome!
E eu pensei:
- É mesmo baka! Então sai da cama para chamar a Kikyou, em que esta se transforma a partir de uma árvore, e agora beija-a e diz que me ama! Que cara de pau, hein??
Aí Kikyou afasta-o e tenta matá-lo.
- Nãaaaaooooooo!!!!! – gritei.
Inuyasha acorda sem saber o que se estava a passar, não sabia onde estava e fica completamente desorientado. Eu coloquei-me à sua frente para o proteger da flecha da Kikyou. Enterrou-se no meu peito e desmaiei nos braços do Inuyasha. Ainda ouvia o que me rodeava, mas não conseguia reagir.
Como deram pela nossa falta, Sango e Miroku percorreram a floresta à nossa procura e acabaram por nos encontrar com os gritos do Inuyasha.
Kikyou já tinha desaparecido. Levaram-nos para casa para cuidarem de mim, o Inuyasha ainda estava meio atordoado sem saber o que se estava a passar.
- Alguém pode explicar o que se passou? – perguntou ele já desesperado no meio de tanta confusão.
- Ainda a amas. – murmurei com dores.
- A ti. Eu amo a ti. Amo-te. - respondeu carinhoso.
Miroku e Sango ajudaram e curaram-me, recuperei as forças e contei o que se passou.
Nesse preciso momento aparece o Kouga que ainda escutou grande parte do acontecimento.
- Seu baka nojento!! Hanyou parvo! – disse Kouga furioso contra o Inuyasha.
- Eu não me lembro de nada. Mas quem tu pensas que és para me julgar? – respondeu
Inuyasha retira a sua Tessaiga e dá a entender que quer resolver aquele assunto à luta. Kouga entende e faz sinal para irem para o exterior. Olharam-se olhos nos olhos, frente a frente, e criaram um ódio ainda maior.
Sango veio ao encontro deles e exclama:
- Inuyasha, a Kagome está ali dentro magoada com o que aconteceu e tu a brincar às lutas!!!
Ele repensou no que ela disse e sentiu-se envergonhado, mas Kouga não desperdiçou a oportunidade e pô-lo no chão.
Aí tudo deu uma volta e originou uma briga, Inuyasha contra Kouga, sem dó nem piedade. Lutava cegamente e com todo o ódio.
- Vocês não têm remédio, são uns bakas autênticos! O mundo a andar e vocês só pensam nos vossos interesses. E é assim que eu consigo tudo, com o vosso egoísmo!
Era o Naraku comigo nos braços um tanto desmaiada. Inuyasha, ao visualizar tal imagem, fica de rastos. Tentou lutar contra Naraku, mas ele desapareceu do nada, deixando-me cair com uma certa força no meio do chão.
Kouga veio ao meu encontro e tentou acordar-me, mas eu encontrava-me fraca demais para reagir.
Ele culpou o Inuyasha daquilo ter acontecido, mas a culpa não foi bem deles, também Miroku e Sango não estavam presentes.
Ninguém sabia onde estavam! Que lhes terá acontecido??
Inuyasha
Era noite quando senti o cheiro do Naraku, levantei-me rapidamente e peguei na minha Tessaiga ainda com ela na cintura. Caminhei devagar até ao sítio onde o cheiro estava mais intenso, apercebi-me pouco depois que a Kagome me seguia. Não lhe disse nada e continuei andando, ela agarrou na minha mão, parecia um tanto assustada. Apertei a minha mão na dela como que lhe quisesse transmitir confiança e lhe dizer que estava tudo bem, que eu a iria proteger.
Parámos no meio de uma clareira, no cimo do telhado de uma pequena cabana vi uma silhueta. Quando uma nuvem acabava de passar pela lua e o luar iluminava a estranha personagem, vimos de quem se tratava: Kagura!
Metade do seu rosto estava escondido pelo seu leque, ouvia-se um riso sarcástico como se estivesse a rir de nós. Após ainda um profundo silêncio que acabara de se instalar, ela finalmente falou.
- Inuyasha, pobre idiota… como deixaste tu, um ser que se diz poderoso, o Naraku capturar os teus amigos?
- Cala-te! Diz-me onde o Naraku os tem presos!
- Dir-te-ei numa condição – respondeu ela entre risos
- Qual? – arrisquei eu
- Matares essa humana que tens ao teu lado…
- NUNCA!! Prefiro antes matar-te a ti! – atirei-lhe eu antes de saltar para cima do telhado, desembainhar a minha Tessaiga e atacá-la, mas ela conseguiu escapar.
- És mesmo um baka. Tu nunca conseguirás me derrotar! Ahahahahah!
Quando menos a Kagura esperava, uma flecha enviada pela Kagome ia em sua direcção e foi-se enterrar no seu peito. A sua cara agora estava lívida e a expressão no seu rosto era de dor. Uma luz forte começou a surgir vindo de dentro da sua ferida que acabou por a envolver por completo, destruindo todo o seu corpo.
Eu fiquei parado a olhar, a nossa esperança de ficar a saber onde estava o Miroku e a Sango, tinha acabado de desaparecer. Olhei para a Kagome, ela estava assustada, os seus olhos estavam lavados em lágrimas. Não consegui ficar chateado com ela, aproximei-me e abracei-a.
- Desculpa Inuyasha! Eu agi sem pensar! Ela ia te atacar e eu só tive tempo de lhe atirar a minha flecha! E agora.. como vamos encontrar o Miroku e a Sango?? A culpa é toda minha, toda minha! – dizia ela entre soluços
- Calma meu amor, não está tudo perdido. Ainda temos… - fiz uma breve pausa antes de dizer o que disse a seguir, pois na verdade não me agradava muito a ideia - … ainda temos o Kouga para nos ajudar, mais os seus companheiros. Nem tudo está perdido, Kagome!
Ela abraça-me com força e pede-me para voltarmos para trás.
O dia amanheceu calmo, como se nada se estivesse a passar, embora os nossos corações estivessem pesados, apertados. Confesso não saber mesmo como encontrá-los.
A Kagome recolheu todas as suas coisas, pegou na sua bicicleta levando o Shippou e a Kirara com ela, e partimos. O Kouga surgiu-nos a meio do caminho, disse-nos que já tinha enviado alguns dos seus melhores companheiros em busca dos nossos amigos. Agradeci-lhe e parti-mos os cinco, embora não soubéssemos que caminho seguir exactamente.
O sol já ia lá no alto, a Kagome estava a ficar cansada e estávamos todos com fome. Ela retira da sua mala montes de comida que ainda tinha sobrado desde que ela regressou da sua Era, começou a preparar tudo e pusemo-nos a comer.
Estávamos todos silenciosos e cada uma perdido em seus pensamentos. Quando voltei a mim após uns instantes, notei que o Kouga estava a olhar para a Kagome, sabia que aquele não era o momento mais adequado, mas foi mais forte que eu! Os ciúmes, mais uma vez, se apoderaram de mim e eu quase partia para cima dele se não fosse um enorme estrondo que acabávamos de ouvir naquele momento. Olhámos em volta e só vimos pássaros a fugir de algo que provocara tal som. Sem pensar duas vezes, fomos a correr para lá, talvez ali encontrássemos alguma pista sobre o paradeiro do Miroku e da Sango.
A Kirara transformou-se, a Kagome preparou o seu arco e flecha e eu já tinha a minha Tessaiga em punho. Chegámos ao local e vimos um youkai em forma de aranha, quando o vi lembrei me da cicatriz que a Kagura tinha nas suas costas, mas este youkai não tinha nada a ver com o Naraku, o cheiro não era parecido, nem lá perto.
O youkai-aranha começou a atirar bolas de teia para cima de nós mal nos viu, o Kouga e eu conseguimos desviar-nos e preparámo-nos para atacar.
- Na sua testa, Inuyasha! É lá que vejo o fragmento de esfera!
- Estás à espera de quê? Atira… argh!... a tua flecha contra ele!
Kagome anuiu e tentou alcançar a mira da testa do youkai, mas este não parava quieto, tinha derrubado o Kouga e eu ainda consegui cortar uma das suas patas.
Sem me ter dado conta, uma das suas outras patas conseguiu me ferir, fui a voar de encontro a uma árvore a uns metros dali. Meio consciente, o vi a ir em direcção da Kagome. Embora confiasse nas suas capacidades, eu não consegui ficar ali parado! Levantei-me a custo, e no momento em que ia para o atacar a Kagome lançara a sua flecha, o fragmento de esfera saiu e o Kouga saltou para cima do corpo do youkai furando-o. Eu, com as minhas garras retalhadoras, desintegrei-o por completo.
Embora satisfeitos por termos mais um fragmento connosco, não estávamos bem por inteiro, pois mais uma vez continuamos sem saber onde eles possam estar.
Continuámos a nossa caminhada, mas ao anoitecer parámos para descansar. Voltaremos a seguir o rasto deles logo pela manhã.
Kagome
12 de Março
Bem, que situação mais estranha!!
O Inuyasha levantou-se a meio da noite, sonâmbulo, saiu da cama e dirigiu-se à rua, claro que não fiquei quieta, fui atrás dele sorrateiramente. Lá segui ele com os braços esticados e olhos fechados, mas a murmurar muito baixinho, falava de modo que não se percebia nada. Era mesmo estranho.
Chegou ao lado de uma árvore, aparentemente igual às outras, e ele gritava feito zombie:
- Kikyou! Kikyou! Kikyouuuuu!!!
O meu coração disparou, senti uma sensação horrível, mas será que esta cena já aconteceu mais vezes?
Só sei que essa árvore se transformou na Kikyou. A copa da árvore tornou-se nos longos cabelos dela e o tronco virou corpo de mulher. Era mesmo a Kikyou! Em carne e osso, através de uma árvore…esquisito!!!
- Isto é um pesadelo, de certeza! – pensei eu.
O Inuyasha abraçou-a docemente e deu um beijo nos lábios dela. Nesse momento várias lágrimas percorreram o meu rosto, foi momentâneo, dei por mim assim…chorando! Ao beijá-la ele disse:
- Amo-te Kagome!
E eu pensei:
- É mesmo baka! Então sai da cama para chamar a Kikyou, em que esta se transforma a partir de uma árvore, e agora beija-a e diz que me ama! Que cara de pau, hein??
Aí Kikyou afasta-o e tenta matá-lo.
- Nãaaaaooooooo!!!!! – gritei.
Inuyasha acorda sem saber o que se estava a passar, não sabia onde estava e fica completamente desorientado. Eu coloquei-me à sua frente para o proteger da flecha da Kikyou. Enterrou-se no meu peito e desmaiei nos braços do Inuyasha. Ainda ouvia o que me rodeava, mas não conseguia reagir.
Como deram pela nossa falta, Sango e Miroku percorreram a floresta à nossa procura e acabaram por nos encontrar com os gritos do Inuyasha.
Kikyou já tinha desaparecido. Levaram-nos para casa para cuidarem de mim, o Inuyasha ainda estava meio atordoado sem saber o que se estava a passar.
- Alguém pode explicar o que se passou? – perguntou ele já desesperado no meio de tanta confusão.
- Ainda a amas. – murmurei com dores.
- A ti. Eu amo a ti. Amo-te. - respondeu carinhoso.
Miroku e Sango ajudaram e curaram-me, recuperei as forças e contei o que se passou.
Nesse preciso momento aparece o Kouga que ainda escutou grande parte do acontecimento.
- Seu baka nojento!! Hanyou parvo! – disse Kouga furioso contra o Inuyasha.
- Eu não me lembro de nada. Mas quem tu pensas que és para me julgar? – respondeu
Inuyasha retira a sua Tessaiga e dá a entender que quer resolver aquele assunto à luta. Kouga entende e faz sinal para irem para o exterior. Olharam-se olhos nos olhos, frente a frente, e criaram um ódio ainda maior.
Sango veio ao encontro deles e exclama:
- Inuyasha, a Kagome está ali dentro magoada com o que aconteceu e tu a brincar às lutas!!!
Ele repensou no que ela disse e sentiu-se envergonhado, mas Kouga não desperdiçou a oportunidade e pô-lo no chão.
Aí tudo deu uma volta e originou uma briga, Inuyasha contra Kouga, sem dó nem piedade. Lutava cegamente e com todo o ódio.
- Vocês não têm remédio, são uns bakas autênticos! O mundo a andar e vocês só pensam nos vossos interesses. E é assim que eu consigo tudo, com o vosso egoísmo!
Era o Naraku comigo nos braços um tanto desmaiada. Inuyasha, ao visualizar tal imagem, fica de rastos. Tentou lutar contra Naraku, mas ele desapareceu do nada, deixando-me cair com uma certa força no meio do chão.
Kouga veio ao meu encontro e tentou acordar-me, mas eu encontrava-me fraca demais para reagir.
Ele culpou o Inuyasha daquilo ter acontecido, mas a culpa não foi bem deles, também Miroku e Sango não estavam presentes.
Ninguém sabia onde estavam! Que lhes terá acontecido??
Até à próxima diário
Kagome
Kagome
Inuyasha
14 de Março
Era noite quando senti o cheiro do Naraku, levantei-me rapidamente e peguei na minha Tessaiga ainda com ela na cintura. Caminhei devagar até ao sítio onde o cheiro estava mais intenso, apercebi-me pouco depois que a Kagome me seguia. Não lhe disse nada e continuei andando, ela agarrou na minha mão, parecia um tanto assustada. Apertei a minha mão na dela como que lhe quisesse transmitir confiança e lhe dizer que estava tudo bem, que eu a iria proteger.
Parámos no meio de uma clareira, no cimo do telhado de uma pequena cabana vi uma silhueta. Quando uma nuvem acabava de passar pela lua e o luar iluminava a estranha personagem, vimos de quem se tratava: Kagura!
Metade do seu rosto estava escondido pelo seu leque, ouvia-se um riso sarcástico como se estivesse a rir de nós. Após ainda um profundo silêncio que acabara de se instalar, ela finalmente falou.
- Inuyasha, pobre idiota… como deixaste tu, um ser que se diz poderoso, o Naraku capturar os teus amigos?
- Cala-te! Diz-me onde o Naraku os tem presos!
- Dir-te-ei numa condição – respondeu ela entre risos
- Qual? – arrisquei eu
- Matares essa humana que tens ao teu lado…
- NUNCA!! Prefiro antes matar-te a ti! – atirei-lhe eu antes de saltar para cima do telhado, desembainhar a minha Tessaiga e atacá-la, mas ela conseguiu escapar.
- És mesmo um baka. Tu nunca conseguirás me derrotar! Ahahahahah!
Quando menos a Kagura esperava, uma flecha enviada pela Kagome ia em sua direcção e foi-se enterrar no seu peito. A sua cara agora estava lívida e a expressão no seu rosto era de dor. Uma luz forte começou a surgir vindo de dentro da sua ferida que acabou por a envolver por completo, destruindo todo o seu corpo.
Eu fiquei parado a olhar, a nossa esperança de ficar a saber onde estava o Miroku e a Sango, tinha acabado de desaparecer. Olhei para a Kagome, ela estava assustada, os seus olhos estavam lavados em lágrimas. Não consegui ficar chateado com ela, aproximei-me e abracei-a.
- Desculpa Inuyasha! Eu agi sem pensar! Ela ia te atacar e eu só tive tempo de lhe atirar a minha flecha! E agora.. como vamos encontrar o Miroku e a Sango?? A culpa é toda minha, toda minha! – dizia ela entre soluços
- Calma meu amor, não está tudo perdido. Ainda temos… - fiz uma breve pausa antes de dizer o que disse a seguir, pois na verdade não me agradava muito a ideia - … ainda temos o Kouga para nos ajudar, mais os seus companheiros. Nem tudo está perdido, Kagome!
Ela abraça-me com força e pede-me para voltarmos para trás.
O dia amanheceu calmo, como se nada se estivesse a passar, embora os nossos corações estivessem pesados, apertados. Confesso não saber mesmo como encontrá-los.
A Kagome recolheu todas as suas coisas, pegou na sua bicicleta levando o Shippou e a Kirara com ela, e partimos. O Kouga surgiu-nos a meio do caminho, disse-nos que já tinha enviado alguns dos seus melhores companheiros em busca dos nossos amigos. Agradeci-lhe e parti-mos os cinco, embora não soubéssemos que caminho seguir exactamente.
O sol já ia lá no alto, a Kagome estava a ficar cansada e estávamos todos com fome. Ela retira da sua mala montes de comida que ainda tinha sobrado desde que ela regressou da sua Era, começou a preparar tudo e pusemo-nos a comer.
Estávamos todos silenciosos e cada uma perdido em seus pensamentos. Quando voltei a mim após uns instantes, notei que o Kouga estava a olhar para a Kagome, sabia que aquele não era o momento mais adequado, mas foi mais forte que eu! Os ciúmes, mais uma vez, se apoderaram de mim e eu quase partia para cima dele se não fosse um enorme estrondo que acabávamos de ouvir naquele momento. Olhámos em volta e só vimos pássaros a fugir de algo que provocara tal som. Sem pensar duas vezes, fomos a correr para lá, talvez ali encontrássemos alguma pista sobre o paradeiro do Miroku e da Sango.
A Kirara transformou-se, a Kagome preparou o seu arco e flecha e eu já tinha a minha Tessaiga em punho. Chegámos ao local e vimos um youkai em forma de aranha, quando o vi lembrei me da cicatriz que a Kagura tinha nas suas costas, mas este youkai não tinha nada a ver com o Naraku, o cheiro não era parecido, nem lá perto.
O youkai-aranha começou a atirar bolas de teia para cima de nós mal nos viu, o Kouga e eu conseguimos desviar-nos e preparámo-nos para atacar.
- Na sua testa, Inuyasha! É lá que vejo o fragmento de esfera!
- Estás à espera de quê? Atira… argh!... a tua flecha contra ele!
Kagome anuiu e tentou alcançar a mira da testa do youkai, mas este não parava quieto, tinha derrubado o Kouga e eu ainda consegui cortar uma das suas patas.
Sem me ter dado conta, uma das suas outras patas conseguiu me ferir, fui a voar de encontro a uma árvore a uns metros dali. Meio consciente, o vi a ir em direcção da Kagome. Embora confiasse nas suas capacidades, eu não consegui ficar ali parado! Levantei-me a custo, e no momento em que ia para o atacar a Kagome lançara a sua flecha, o fragmento de esfera saiu e o Kouga saltou para cima do corpo do youkai furando-o. Eu, com as minhas garras retalhadoras, desintegrei-o por completo.
Embora satisfeitos por termos mais um fragmento connosco, não estávamos bem por inteiro, pois mais uma vez continuamos sem saber onde eles possam estar.
Continuámos a nossa caminhada, mas ao anoitecer parámos para descansar. Voltaremos a seguir o rasto deles logo pela manhã.

Capítulo 9
Kagome
Depois de imensos dias a caminhar para encontrar o Miroku e a Sango, ontem acordei com imensa esperança no coração.
Seguimos em direcção a uma aldeia abandonada, lá bem à frente tinha uma casa degradada. A Kirara miava altíssimo, ficamos desconfiados que eles estavam lá dentro. O Kouga e o Inuyasha pé ante pé dirigiam-se a essa casa e mesmo à porta, na altura certa para tirar as dúvidas os dois começam a discutir sobre quem entraria primeiro.
- Entras tu, se atacarem não arranham a minha pele extremamente sensível. – disse o Kouga com ar autoritário.
- Sensível?! Tu que possuis garras e os outros é que vão arranhar-te!! Essa é boa! Anda lá, entras tu primeiro…
E eu a ver isto enquanto os nossos amigos poderiam estar dentro daquela casa. Não fiquei quieta! Andei até eles e empurrei-os cada um para o seu lado.
- Vocês lembram-se de discutir parvoíces sempre na altura inadequada. Bakas!!!!
Entrei na casa e não tinha ninguém. Não estava à espera disto.
- Estão aí? Encontraste-os Kagome? – perguntou Shippou.
- Lamento, mas não! Não tem ninguém! – respondi.
- Uuuuuuhhhhh…ia ser o imenso pó e as aranhas que iam arranhar a tua pele extremamente sensível. – disse Inuyasha num tom irónico contra o Kouga!
- Olha ali em cima!! – gritou Kouga.
- Sim, sim. Agora disfarça a tua conversa sensível. Ahahahah. – responde Inuyasha
- Não, é a sério são…
- Demónios!!!!- Exclamei interrompendo o Kouga.
Inuyasha nem respondeu, agarrou a sua Tessaiga e iniciou a luta.
Eram imensos demónios de todos os tamanhos e feitios a sobrevoar. A Kirara pegou no Shippou e lutavam ferozmente contra os inimigos. Eu, o Inuyasha e o Kouga juntamo-nos e defendemo-nos dos demónios. Parecia que quanto mais matavam mais aparecia. Algo não estava certo!
Inuyasha olhava para mim e interrogava-se:
- Que está a acontecer aqui??
- Será devido ao fragmento de esfera? – perguntou Shippou.
- Penso que não! Devemos estar perto do Miroku e da Sango.
Batalhamos até ao fim, com garra, até à última gota de suor e por mais que fosse maior o cansaço não desistimos.
Dei um enorme grito e atirei uma última flecha!
- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!
Tinha resultado, matamos tudo. Caímos no chão de tanto cansaço, esgotados e nem encontramos o Miroku nem a Sango, mas também penso que não estamos longe. Depois desta luta limitamos só a comer e a descansar o resto do dia.
No dia seguinte, ao nascer do sol, seguimos para o reencontro dos nossos amigos, guerra alguma fará desistirmos. Andamos e andamos quando avistamos um descampado, não havia nada, a não ser um ambiente estranho.
- Isto não é bom sinal. – disse Shippou muito baixinho.
- Vamos lá então, seguimos em frente. – afirmou Inuyasha.
Mas nem para a frente nem para os lados, não conseguíamos passar aquele ponto do descampado. Parecia…uma espécie…de barreira!
- Mas que se passa agora? Que é isto? – resmungou Kouga.
- É uma barreira. De certeza que o Miroku e a Sango estão do outro lado. Isto é mais uma prova.
- E agora que fazemos? – perguntou Inuyasha
A Kirara começou a encostar-se muito a mim, a passar vezes sem conta nas minhas pernas.
- És tu!! Tu podes solucionar este problema Kagome. – disse Shippou com os olhinhos a brilhar.
- Sim, como sacerdotisa, tu consegues! – afirmou Inuyasha agarrando na minha mão.
Fiquei sem palavras. Concentrei a minha mente para tentarmos passar a barreira.
Inuyasha
Estamos vários dias à procura do Miroku e da Sango sem acharmos qualquer sinal deles, mas hoje parece que a sorte nos sorriu! Encontrámos um descampado muito estranho, sentimos uma energia maligna à volta daquele sítio e quando tentámos atravessar fomos impelidos por alguma coisa transparente, uma espécie de barreira invisível!
A Kagome puxou de uma flecha e do seu arco e preparou-se para lança-la. O Kouga intrometeu-se no mesmo minuto que ela a ia lançar.
- Espera! Nós não sabemos o que está por detrás dessa barreira!
- BAKA! É isso mesmo que vamos descobrir agora! E não interrompas para fazer perguntas idiotas! Vamos Kagome, lança isso duma vez!
A Kagome voltou a erguer o arco e a flecha e antes que voltasse a ser de novo interrompida, lançou-a de imediato, uma luz enorme e brilhante envolveu a flecha e a sua ponta penetrou a barreira. Vários choques as envolveram provocando o seu desaparecimento.
Para espanto de todos nós, um enorme castelo surgiu à nossa frente. Finalmente encontrámos o castelo do Naraku!
Decidimos avançar mais, o ódio apoderava-se não só de mim, como também do Kouga por ter no passado visto os seus companheiros serem mortos por causa dele.
- Será que a Sango e o Miroku estão lá dentro? – pergunta Shippou
- Não sei, mas algo me diz que estamos prestes a descobri-lo. – responde Kagome
Duas sombras surgiram por detrás da porta do castelo. A porta abre-se e saem de lá duas figuras altas, quando se aproximam deu para ver claramente de quem se tratavam: Miroku e Sango!
Sem pensarem duas vezes, começaram a atacar-nos. Nós só nos desviávamos deles, pois não tínhamos qualquer intenção em os magoar.
- Morre!! – gritava Sango para a Kagome
Ela ficara quieta, petrificada, eu não podia ficar ali quieto a observar aquilo, saltei para junto da Kagome e atirei a Sango para longe. Miroku vira e voltou a sua atenção para mim.
- Espera Inuyasha! Eu vejo um fragmento de esfera no braço esquerdo do Miroku! Eles estão a ser controlados pelo Naraku!
- Maldição! Aquele verme vai pagá-las! Esconde-te Kagome, eu e o Kouga tratamos disto!
- Ok! A Sango tem o fragmento dela.. oh não!
- O que foi?
- O fragmento está nas suas costas, no mesmo sítio onde foi golpeada por ti naquele dia!
- Filho da mãe! Ele pensou mesmo em tudo! Espera aqui!
Larguei a Kagome em frente à porta do Castelo e informei o Kouga de onde se encontravam os fragmentos. Não dando mais para desviar, tive que golpear o Miroku com as minhas Garras Retalhadoras de Almas e o fragmento saltou do seu braço. O Miroku voltara a si pouco depois, agarrando o seu braço.
- O que aconteceu? Onde estamos? Porque estou ferido?
- Não é tempo para conversas Miroku, tens que nos ajudar!
- Porque está o Kouga a lutar com a Sango??
- Tens que tirar o fragmento que ela traz em suas costas, ela está a ser manipulada pelo Naraku!
- O quê??
- Rápido!!
Miroku juntou-se ao Kouga e lutava contra Sango. Deu-lhe uma pancada na cabeça, deixando-a inconsciente no chão. Kouga rasga-lhe o fato e arranca o fragmento das costas dela. Miroku não gostou do gesto dele e dá-lhe um murro, os dois começam a lutar.
- Parem! Não te apercebes que o Naraku estava a controlar-vos? – intervém Kagome
- Mas.. como?
- Não é tempo para conversas, precisamos de sair daqui, estão a vir vários Youkais nesta direcção!
Kagome e eu pegamos na Sango pelos braços e saímos todos dali em direcção ao meio da floresta.
Não foi desta que acabámos com o Naraku, mas pelo menos recuperámos os nossos amigos e sabemos que agora estamos mais perto… a batalha final aproxima-se, sinto isso!
Kagome
26 de Março
Depois de imensos dias a caminhar para encontrar o Miroku e a Sango, ontem acordei com imensa esperança no coração.
Seguimos em direcção a uma aldeia abandonada, lá bem à frente tinha uma casa degradada. A Kirara miava altíssimo, ficamos desconfiados que eles estavam lá dentro. O Kouga e o Inuyasha pé ante pé dirigiam-se a essa casa e mesmo à porta, na altura certa para tirar as dúvidas os dois começam a discutir sobre quem entraria primeiro.
- Entras tu, se atacarem não arranham a minha pele extremamente sensível. – disse o Kouga com ar autoritário.
- Sensível?! Tu que possuis garras e os outros é que vão arranhar-te!! Essa é boa! Anda lá, entras tu primeiro…
E eu a ver isto enquanto os nossos amigos poderiam estar dentro daquela casa. Não fiquei quieta! Andei até eles e empurrei-os cada um para o seu lado.
- Vocês lembram-se de discutir parvoíces sempre na altura inadequada. Bakas!!!!
Entrei na casa e não tinha ninguém. Não estava à espera disto.
- Estão aí? Encontraste-os Kagome? – perguntou Shippou.
- Lamento, mas não! Não tem ninguém! – respondi.
- Uuuuuuhhhhh…ia ser o imenso pó e as aranhas que iam arranhar a tua pele extremamente sensível. – disse Inuyasha num tom irónico contra o Kouga!
- Olha ali em cima!! – gritou Kouga.
- Sim, sim. Agora disfarça a tua conversa sensível. Ahahahah. – responde Inuyasha
- Não, é a sério são…
- Demónios!!!!- Exclamei interrompendo o Kouga.
Inuyasha nem respondeu, agarrou a sua Tessaiga e iniciou a luta.
Eram imensos demónios de todos os tamanhos e feitios a sobrevoar. A Kirara pegou no Shippou e lutavam ferozmente contra os inimigos. Eu, o Inuyasha e o Kouga juntamo-nos e defendemo-nos dos demónios. Parecia que quanto mais matavam mais aparecia. Algo não estava certo!
Inuyasha olhava para mim e interrogava-se:
- Que está a acontecer aqui??
- Será devido ao fragmento de esfera? – perguntou Shippou.
- Penso que não! Devemos estar perto do Miroku e da Sango.
Batalhamos até ao fim, com garra, até à última gota de suor e por mais que fosse maior o cansaço não desistimos.
Dei um enorme grito e atirei uma última flecha!
- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!
Tinha resultado, matamos tudo. Caímos no chão de tanto cansaço, esgotados e nem encontramos o Miroku nem a Sango, mas também penso que não estamos longe. Depois desta luta limitamos só a comer e a descansar o resto do dia.
No dia seguinte, ao nascer do sol, seguimos para o reencontro dos nossos amigos, guerra alguma fará desistirmos. Andamos e andamos quando avistamos um descampado, não havia nada, a não ser um ambiente estranho.
- Isto não é bom sinal. – disse Shippou muito baixinho.
- Vamos lá então, seguimos em frente. – afirmou Inuyasha.
Mas nem para a frente nem para os lados, não conseguíamos passar aquele ponto do descampado. Parecia…uma espécie…de barreira!
- Mas que se passa agora? Que é isto? – resmungou Kouga.
- É uma barreira. De certeza que o Miroku e a Sango estão do outro lado. Isto é mais uma prova.
- E agora que fazemos? – perguntou Inuyasha
A Kirara começou a encostar-se muito a mim, a passar vezes sem conta nas minhas pernas.
- És tu!! Tu podes solucionar este problema Kagome. – disse Shippou com os olhinhos a brilhar.
- Sim, como sacerdotisa, tu consegues! – afirmou Inuyasha agarrando na minha mão.
Fiquei sem palavras. Concentrei a minha mente para tentarmos passar a barreira.
Ate à próxima diário
Kagome
Kagome
Inuyasha
26 de Março
Estamos vários dias à procura do Miroku e da Sango sem acharmos qualquer sinal deles, mas hoje parece que a sorte nos sorriu! Encontrámos um descampado muito estranho, sentimos uma energia maligna à volta daquele sítio e quando tentámos atravessar fomos impelidos por alguma coisa transparente, uma espécie de barreira invisível!
A Kagome puxou de uma flecha e do seu arco e preparou-se para lança-la. O Kouga intrometeu-se no mesmo minuto que ela a ia lançar.
- Espera! Nós não sabemos o que está por detrás dessa barreira!
- BAKA! É isso mesmo que vamos descobrir agora! E não interrompas para fazer perguntas idiotas! Vamos Kagome, lança isso duma vez!
A Kagome voltou a erguer o arco e a flecha e antes que voltasse a ser de novo interrompida, lançou-a de imediato, uma luz enorme e brilhante envolveu a flecha e a sua ponta penetrou a barreira. Vários choques as envolveram provocando o seu desaparecimento.
Para espanto de todos nós, um enorme castelo surgiu à nossa frente. Finalmente encontrámos o castelo do Naraku!
Decidimos avançar mais, o ódio apoderava-se não só de mim, como também do Kouga por ter no passado visto os seus companheiros serem mortos por causa dele.
- Será que a Sango e o Miroku estão lá dentro? – pergunta Shippou
- Não sei, mas algo me diz que estamos prestes a descobri-lo. – responde Kagome
Duas sombras surgiram por detrás da porta do castelo. A porta abre-se e saem de lá duas figuras altas, quando se aproximam deu para ver claramente de quem se tratavam: Miroku e Sango!
Sem pensarem duas vezes, começaram a atacar-nos. Nós só nos desviávamos deles, pois não tínhamos qualquer intenção em os magoar.
- Morre!! – gritava Sango para a Kagome
Ela ficara quieta, petrificada, eu não podia ficar ali quieto a observar aquilo, saltei para junto da Kagome e atirei a Sango para longe. Miroku vira e voltou a sua atenção para mim.
- Espera Inuyasha! Eu vejo um fragmento de esfera no braço esquerdo do Miroku! Eles estão a ser controlados pelo Naraku!
- Maldição! Aquele verme vai pagá-las! Esconde-te Kagome, eu e o Kouga tratamos disto!
- Ok! A Sango tem o fragmento dela.. oh não!
- O que foi?
- O fragmento está nas suas costas, no mesmo sítio onde foi golpeada por ti naquele dia!
- Filho da mãe! Ele pensou mesmo em tudo! Espera aqui!
Larguei a Kagome em frente à porta do Castelo e informei o Kouga de onde se encontravam os fragmentos. Não dando mais para desviar, tive que golpear o Miroku com as minhas Garras Retalhadoras de Almas e o fragmento saltou do seu braço. O Miroku voltara a si pouco depois, agarrando o seu braço.
- O que aconteceu? Onde estamos? Porque estou ferido?
- Não é tempo para conversas Miroku, tens que nos ajudar!
- Porque está o Kouga a lutar com a Sango??
- Tens que tirar o fragmento que ela traz em suas costas, ela está a ser manipulada pelo Naraku!
- O quê??
- Rápido!!
Miroku juntou-se ao Kouga e lutava contra Sango. Deu-lhe uma pancada na cabeça, deixando-a inconsciente no chão. Kouga rasga-lhe o fato e arranca o fragmento das costas dela. Miroku não gostou do gesto dele e dá-lhe um murro, os dois começam a lutar.
- Parem! Não te apercebes que o Naraku estava a controlar-vos? – intervém Kagome
- Mas.. como?
- Não é tempo para conversas, precisamos de sair daqui, estão a vir vários Youkais nesta direcção!
Kagome e eu pegamos na Sango pelos braços e saímos todos dali em direcção ao meio da floresta.
Não foi desta que acabámos com o Naraku, mas pelo menos recuperámos os nossos amigos e sabemos que agora estamos mais perto… a batalha final aproxima-se, sinto isso!

Tens de entrar para responderes neste tópico.




eheh... e da fic da família também
pena que ela aqui esteja ainda atrasada

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