[Terminada] Fever Of Love
Ara minna-san 
Esta é uma fanfic de Inuyasha que eu e mais a minha amiga Janete criámos a algum tempo atrás
A nossa fanfic é baseada num diário relatando sobre o que se passou naquele dia em que o escreveram... A Janete faz de Kagome e eu de Inuyasha...
Espero que leiam e dêem a vossa opinião
Enjoy it
**********************************************************
Índice:
Capítulo 1 - página 1
Capítulo 2 - página 1
Capítulo 3 - página 1
Capítulo 4 - página 2
Capítulo 5 - página 2
Capítulo 6 - página 2
Capítulo 7 - página 2
Capítulo 8 - página 2
Capítulo 9 - página 2
Capítulo 10 - página 3
Capítulo 11 [final] - página 3

Esta é uma fanfic de Inuyasha que eu e mais a minha amiga Janete criámos a algum tempo atrás

A nossa fanfic é baseada num diário relatando sobre o que se passou naquele dia em que o escreveram... A Janete faz de Kagome e eu de Inuyasha...
Espero que leiam e dêem a vossa opinião

Enjoy it

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Índice:
Capítulo 1 - página 1
Capítulo 2 - página 1
Capítulo 3 - página 1
Capítulo 4 - página 2
Capítulo 5 - página 2
Capítulo 6 - página 2
Capítulo 7 - página 2
Capítulo 8 - página 2
Capítulo 9 - página 2
Capítulo 10 - página 3
Capítulo 11 [final] - página 3

Capítulo 1
Kagome:
Querido diário…
Tive-te sempre guardado, ignorando-te indesculpavelmente, mas agora necessito de partilhar as minhas emoções e não será de qualquer forma, será escrevendo; escrever para desabafar.
Hoje estive com o Inuyasha! Ele é tão lindo, aquelas orelhinhas são tão engraçadas, o cabelo sedoso e brilhante, mas e o corpo? Esbelto, com uns abdominais formosos, um corpo digno de ser possuído. Vi-o em tronco nu!! O meu coração disparou de tal modo que parecia sair do meu peito.
Bom, a bem dizer, estávamos perto de uma cascata a conversar, foi muito divertido e assim do nada o Inuyasha pergunta:
- Vamos dar um mergulho?
- Não trouxe o fato de banho e com esta roupa não dá muito jeito. – respondi desgostosa.
- Não faz mal, vai mesmo assim ou então com a roupa interior, anda vamos! - disse ele enquanto tirava a sua roupa.
Senti-me envergonhada, não iria com a roupa interior, que estava ele a pensar quando disse aquilo? De repente o mundo pareceu ter parado!! O corpo dele brilhava e o meu coração parava por instantes. Como ele é fantástico!
Ele mergulhou nas águas límpidas da cascata, tudo ficava mais bonito com ele lá presente. Não sei como mas comecei a ficar com um calor horrendo, quase que morria, dei uma corrida e mergulhei na água com roupa e tudo.
- Então a água não está fantástica? – perguntou ele vindo na minha direcção.
- Sim, está muito boa… – disse derretida a olhar para o seu corpo gracioso.
Mas aquilo não era normal, nem parecia eu, parecia uma parvinha, não é a Kagome, eu não sou assim e afirmei repentinamente: “Tenho de ir embora, adeus.” Saí da água rapidamente e corri até não puder mais, fui para casa. Nem dei tempo do Inuyasha dizer alguma coisa, não estava a ser eu própria, parecia algo mais forte que eu.
- Que raio se passa comigo? – interroguei a mim própria. Olhei para o espelho e disse - Será que…que estou…não, não pode ser!!
Apaixonada?! Não sei. Quando estou com ele esqueço de tanta coisa, sinto-me bem com ele, a olhar para ele. Mesmo com aquele corpinho, difícil não olhar!
Estava a tomar o meu duche e pela mente só passava imagens, parecia tão real, ele a abraçar-me, a beijar-me e aos poucos era roupa por todo o lado, em cima das rochas, espalhadas pelo campo. Quando estávamos envolvidos na relva verde, fresca e luminosa, as flores desabrochadas e o sol aquecia os nossos belos e suaves……
- Kagome estás aí? - perguntou a Sango entrando em minha casa.
- Sim, já vou! - respondi apressada.
Acordei para a realidade, não passou de meras imagens. Talvez desejo, paixão, amor…não sei!
Inuyasha:
- Perdeste Inuyasha! – ouvi uma voz e quando olhei vi que era da Kikyou, apontando-me uma flecha e lançando-a, e esta cravou-se no meu peito
- Kikyou??? Porquê?? – disse-lhe com ar sofredor devido à dor que a flecha provocava
- Pensaste mesmo que eu te amava? Como posso eu amar um hanyou? Eu andava a fingir só para poder me aproximar de ti.. próximo o suficiente para.. te destruir!! Morre!!!
Quando ela se aproximou, cravei a minha mão no seu peito.. eu.. matei-a!
E acordei, sobressaltado… fora tudo um sonho… Porque sonhei com ela? Que pesadelo! Porque continua ela a surgir-me em cada sonho que eu tenho…?
Eu prometi a mim mesmo que não voltava a apaixonar-me por mais ninguém depois dela, até ao dia em que a Kagome apareceu… Ela é tão diferente da Kikyou.. ela sorri para mim de uma maneira que eu nunca tinha visto antes, ela gosta de mim pelo que eu sou, não se importa que eu seja um hanyou.. às vezes fico acordado a noite toda só para a ver dormir, nós divertimo-nos juntos.. bem, nem sempre… Lembro-me do dia em que nos conhecemos, adoro a maneira como ela olha para mim, a maneira como ela me toca, parece magia! Ela é tão importante para mim.. porque é que eu não me apercebi disto antes? Serei estúpido ou.. cego? Eu quero-a como nunca quis outra pessoa.. mas.. será que ela sente o mesmo por mim? Ela diz que quer viver comigo, mas nunca me falou sobre os seus sentimentos.. ela nunca me disse o que realmente ela quer.. mas às vezes eu penso que ela sente o mesmo que eu, o mesmo desejo… Eu penso que ela me quer tanto quanto eu quero-a a ela. Mas eu prometi que não voltava a me apaixonar por mais ninguém.. ninguém.. nem mesmo por ela.
Começou a chover, então voltei para casa. Entrei e chamei-a, ela não respondia. Entrei no quarto e vi-a deitada, ainda a dormir. Ela parece um anjo quando está a dormir… Deitei-me ao lado dela e notei que ela estava só com uma camisa vestida. Que tentação! Não, eu não podia, ela poderia ficar chateada.. mas eu não aguentei, ela é tão linda… Comecei a tocar-lhe no seu rosto ao de leve e fui percorrendo o seu pescoço com o meu dedo até que cheguei ao seu seio.. que macia é toda a sua pele! O meu coração começou a acelerar e a minha cabeça já não conseguia pensar direito.. quando dei por mim, a minha mão movia-se como que automaticamente e..*PÁS!!*.. ela tinha acordado e dera-me um estalo… Olho para os seus olhos, agora turvados devido às lágrimas, e pergunto-me porquê que fez aquilo. Ela agarra-se a mim a chorar e entre soluços pede-me desculpa.
- De-desculpa! Eu sempre quis que tu fizesses isto, eu sempre quis que tu viesses ter comigo.. sempre.. mas…
Ela me abraça com força e me beija e a única coisa que faço é afastá-la delicadamente e pedir-lhe para que se vista. Levanto-me e saio do quarto. Sento-me perto de uma árvore e começo a pensar no calor daquele abraço, no sabor daquele beijo, nos seus lábios macios… Só espero que ela não tenha ficado zangada comigo.
- INUYASHAAA! – oiço-a a gritar
Ela atira-se para cima de mim e começa a beijar-me. Neste momento eu não consigo afastá-la, ela deseja-me mesmo…
- Tu tens mesmo a certeza que… - comecei eu por lhe dizer
- Porque não? Nós estamos a viver juntos como um casal à mais de um ano, porque não poderemos fazer também o que os casais fazem…
E neste momento silencio-a colando os meus lábios nos dela. Como foi tão intenso aquele beijo.. a suavidade como os nossos lábios se tocavam, a maneira como a minha língua pedia permissão para entrar na sua boca a se entrelaçar na sua língua.. as mãos dela começaram a percorrer o meu peito com tamanha delicadeza e sedução, até que…
- Desculpa.. eu não posso…
- Porquê?! – disse Kagome ao ficar visivelmente irritada com o que fiz
- É melhor para ti se não deixarmos que isto vá tão longe.. acredita!
Eu não quero voltar a ser magoado e nem a quero magoar…
Para pensar com clareza, eu fui tomar um banho. Não me estava a sentir bem com esta situação toda, ela deixa-me fora de mim! Não de uma maneira má, mas sim de uma maneira descontrolada, não consigo estar longe daquele seu corpo que me deixa louco, dos seus olhos penetrantes e intensos, dos seus lábios doces e macios, da sua pele delicada e suave.. sempre que a sinto perto de mim o meu coração bate depressa e sinto vontade de a agarrar e beijar como se não houvesse amanhã…!
Quando ia a sair do banho e me levanto, a Kagome abre a porta e consegue ver-me nu! Eu ainda volto a agachar-me e meter-me dentro de água, mas nesse instante, ela começa a se despir e pergunta-me se pode partilhar o banho comigo.
- Importaste que eu tome banho contigo? – disse Kagome num tom sedutor
- Esp-espera um minuto! O que estás a fazer??
Ela ignora as minhas palavras e entra na banheira, eu levanto-me e agarro na sua mão beijando-a, passo o meu braço pela sua cintura e encosto o seu corpo ao meu. Sinto-a a tremer nos meus braços e beijo-a. As minhas mãos percorrem cada milímetro do seu corpo, seguidas dos meus lábios que vão também percorrendo a sua pele… Saímos do banho e dirigimo-nos até à cama. Não estávamos ainda satisfeitos e voltámos a nos perder nos braços um do outro, entre carícias e beijos, o momento aqueceu mais.. fui para cima dela e foi como se estivesse num sonho tão bom que não desejava acordar nunca… Demos tantas voltas naquela cama, até que parámos.. estávamos sem fôlego, não conseguíamos pronunciar uma palavra que fosse, a nossa troca de olhares e de carícias falavam por si… Até que acabámos por adormecer…
Que sentimento tão forte será este? Será isto.. amor??
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Kagome:
24 de Janeiro
Querido diário…
Tive-te sempre guardado, ignorando-te indesculpavelmente, mas agora necessito de partilhar as minhas emoções e não será de qualquer forma, será escrevendo; escrever para desabafar.
Hoje estive com o Inuyasha! Ele é tão lindo, aquelas orelhinhas são tão engraçadas, o cabelo sedoso e brilhante, mas e o corpo? Esbelto, com uns abdominais formosos, um corpo digno de ser possuído. Vi-o em tronco nu!! O meu coração disparou de tal modo que parecia sair do meu peito.
Bom, a bem dizer, estávamos perto de uma cascata a conversar, foi muito divertido e assim do nada o Inuyasha pergunta:
- Vamos dar um mergulho?
- Não trouxe o fato de banho e com esta roupa não dá muito jeito. – respondi desgostosa.
- Não faz mal, vai mesmo assim ou então com a roupa interior, anda vamos! - disse ele enquanto tirava a sua roupa.
Senti-me envergonhada, não iria com a roupa interior, que estava ele a pensar quando disse aquilo? De repente o mundo pareceu ter parado!! O corpo dele brilhava e o meu coração parava por instantes. Como ele é fantástico!
Ele mergulhou nas águas límpidas da cascata, tudo ficava mais bonito com ele lá presente. Não sei como mas comecei a ficar com um calor horrendo, quase que morria, dei uma corrida e mergulhei na água com roupa e tudo.
- Então a água não está fantástica? – perguntou ele vindo na minha direcção.
- Sim, está muito boa… – disse derretida a olhar para o seu corpo gracioso.
Mas aquilo não era normal, nem parecia eu, parecia uma parvinha, não é a Kagome, eu não sou assim e afirmei repentinamente: “Tenho de ir embora, adeus.” Saí da água rapidamente e corri até não puder mais, fui para casa. Nem dei tempo do Inuyasha dizer alguma coisa, não estava a ser eu própria, parecia algo mais forte que eu.
- Que raio se passa comigo? – interroguei a mim própria. Olhei para o espelho e disse - Será que…que estou…não, não pode ser!!
Apaixonada?! Não sei. Quando estou com ele esqueço de tanta coisa, sinto-me bem com ele, a olhar para ele. Mesmo com aquele corpinho, difícil não olhar!
Estava a tomar o meu duche e pela mente só passava imagens, parecia tão real, ele a abraçar-me, a beijar-me e aos poucos era roupa por todo o lado, em cima das rochas, espalhadas pelo campo. Quando estávamos envolvidos na relva verde, fresca e luminosa, as flores desabrochadas e o sol aquecia os nossos belos e suaves……
- Kagome estás aí? - perguntou a Sango entrando em minha casa.
- Sim, já vou! - respondi apressada.
Acordei para a realidade, não passou de meras imagens. Talvez desejo, paixão, amor…não sei!
Até à próxima diário.
Kagome
Inuyasha:
25 de Janeiro
- Perdeste Inuyasha! – ouvi uma voz e quando olhei vi que era da Kikyou, apontando-me uma flecha e lançando-a, e esta cravou-se no meu peito
- Kikyou??? Porquê?? – disse-lhe com ar sofredor devido à dor que a flecha provocava
- Pensaste mesmo que eu te amava? Como posso eu amar um hanyou? Eu andava a fingir só para poder me aproximar de ti.. próximo o suficiente para.. te destruir!! Morre!!!
Quando ela se aproximou, cravei a minha mão no seu peito.. eu.. matei-a!
E acordei, sobressaltado… fora tudo um sonho… Porque sonhei com ela? Que pesadelo! Porque continua ela a surgir-me em cada sonho que eu tenho…?
Eu prometi a mim mesmo que não voltava a apaixonar-me por mais ninguém depois dela, até ao dia em que a Kagome apareceu… Ela é tão diferente da Kikyou.. ela sorri para mim de uma maneira que eu nunca tinha visto antes, ela gosta de mim pelo que eu sou, não se importa que eu seja um hanyou.. às vezes fico acordado a noite toda só para a ver dormir, nós divertimo-nos juntos.. bem, nem sempre… Lembro-me do dia em que nos conhecemos, adoro a maneira como ela olha para mim, a maneira como ela me toca, parece magia! Ela é tão importante para mim.. porque é que eu não me apercebi disto antes? Serei estúpido ou.. cego? Eu quero-a como nunca quis outra pessoa.. mas.. será que ela sente o mesmo por mim? Ela diz que quer viver comigo, mas nunca me falou sobre os seus sentimentos.. ela nunca me disse o que realmente ela quer.. mas às vezes eu penso que ela sente o mesmo que eu, o mesmo desejo… Eu penso que ela me quer tanto quanto eu quero-a a ela. Mas eu prometi que não voltava a me apaixonar por mais ninguém.. ninguém.. nem mesmo por ela.
Começou a chover, então voltei para casa. Entrei e chamei-a, ela não respondia. Entrei no quarto e vi-a deitada, ainda a dormir. Ela parece um anjo quando está a dormir… Deitei-me ao lado dela e notei que ela estava só com uma camisa vestida. Que tentação! Não, eu não podia, ela poderia ficar chateada.. mas eu não aguentei, ela é tão linda… Comecei a tocar-lhe no seu rosto ao de leve e fui percorrendo o seu pescoço com o meu dedo até que cheguei ao seu seio.. que macia é toda a sua pele! O meu coração começou a acelerar e a minha cabeça já não conseguia pensar direito.. quando dei por mim, a minha mão movia-se como que automaticamente e..*PÁS!!*.. ela tinha acordado e dera-me um estalo… Olho para os seus olhos, agora turvados devido às lágrimas, e pergunto-me porquê que fez aquilo. Ela agarra-se a mim a chorar e entre soluços pede-me desculpa.
- De-desculpa! Eu sempre quis que tu fizesses isto, eu sempre quis que tu viesses ter comigo.. sempre.. mas…
Ela me abraça com força e me beija e a única coisa que faço é afastá-la delicadamente e pedir-lhe para que se vista. Levanto-me e saio do quarto. Sento-me perto de uma árvore e começo a pensar no calor daquele abraço, no sabor daquele beijo, nos seus lábios macios… Só espero que ela não tenha ficado zangada comigo.
- INUYASHAAA! – oiço-a a gritar
Ela atira-se para cima de mim e começa a beijar-me. Neste momento eu não consigo afastá-la, ela deseja-me mesmo…
- Tu tens mesmo a certeza que… - comecei eu por lhe dizer
- Porque não? Nós estamos a viver juntos como um casal à mais de um ano, porque não poderemos fazer também o que os casais fazem…
E neste momento silencio-a colando os meus lábios nos dela. Como foi tão intenso aquele beijo.. a suavidade como os nossos lábios se tocavam, a maneira como a minha língua pedia permissão para entrar na sua boca a se entrelaçar na sua língua.. as mãos dela começaram a percorrer o meu peito com tamanha delicadeza e sedução, até que…
- Desculpa.. eu não posso…
- Porquê?! – disse Kagome ao ficar visivelmente irritada com o que fiz
- É melhor para ti se não deixarmos que isto vá tão longe.. acredita!
Eu não quero voltar a ser magoado e nem a quero magoar…
Para pensar com clareza, eu fui tomar um banho. Não me estava a sentir bem com esta situação toda, ela deixa-me fora de mim! Não de uma maneira má, mas sim de uma maneira descontrolada, não consigo estar longe daquele seu corpo que me deixa louco, dos seus olhos penetrantes e intensos, dos seus lábios doces e macios, da sua pele delicada e suave.. sempre que a sinto perto de mim o meu coração bate depressa e sinto vontade de a agarrar e beijar como se não houvesse amanhã…!
Quando ia a sair do banho e me levanto, a Kagome abre a porta e consegue ver-me nu! Eu ainda volto a agachar-me e meter-me dentro de água, mas nesse instante, ela começa a se despir e pergunta-me se pode partilhar o banho comigo.
- Importaste que eu tome banho contigo? – disse Kagome num tom sedutor
- Esp-espera um minuto! O que estás a fazer??
Ela ignora as minhas palavras e entra na banheira, eu levanto-me e agarro na sua mão beijando-a, passo o meu braço pela sua cintura e encosto o seu corpo ao meu. Sinto-a a tremer nos meus braços e beijo-a. As minhas mãos percorrem cada milímetro do seu corpo, seguidas dos meus lábios que vão também percorrendo a sua pele… Saímos do banho e dirigimo-nos até à cama. Não estávamos ainda satisfeitos e voltámos a nos perder nos braços um do outro, entre carícias e beijos, o momento aqueceu mais.. fui para cima dela e foi como se estivesse num sonho tão bom que não desejava acordar nunca… Demos tantas voltas naquela cama, até que parámos.. estávamos sem fôlego, não conseguíamos pronunciar uma palavra que fosse, a nossa troca de olhares e de carícias falavam por si… Até que acabámos por adormecer…
Que sentimento tão forte será este? Será isto.. amor??
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Fico contente que estejam a gostar
Aqui vai mais um cap
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Capítulo 2
Kagome
Não me sai da cabeça aquele grandioso momento que passei com o Inuyasha. As suas mãos a percorrerem o meu corpo fazendo com que eu vibrasse de tanta excitação. Já para não falar de como ele foi na cama, hummm que ardente, fantástico, nunca pensei que fosse tão bom ser possuída por ele.
Ontem ele esteve tão querido comigo, falava de maneira tão carinhosa, nem parecia o mesmo Inuyasha, aqueles olhinhos brilhavam só para mim. O mais impressionante é que ele convidou-me para jantar, fiquei estupefacta, mas é claro que aceitei, gosto muito dele, não poderia negar tal convite.
O jantar é hoje e de tão nervosa que estou a Sango disponibilizou-se para ajudar-me a preparar, coisas de mulher!
- Que dizes deste vestido preto? – perguntei inocentemente à Sango.
- Kagome, vais para um funeral ou para um jantar romântico? – respondeu-me ironicamente.
– E este azul? – respondi envergonhada
- Ainda bem que estou aqui, estás sem jeito nenhum – afirmou Sango enquanto revirava a minha roupa pelo quarto. Até que… – Achei, é este! – exclamou ela ao retirar um lindo e curto vestido vermelho.
- Oh, que bonito, mas não achas um pouco provocador? – perguntei-lhe
- Nada disso, anda lá veste.
Vesti aquela beleza de vestido, curto, vermelho brilhante com um decote fantástico. Realçava lindamente os meus seios. – Fantástico!!
Dei um toque ao cabelo, uma maquilhagem natural no rosto, um perfume sexy e pronta para o jantar.
- Obrigado Sango, foste uma querida.
- Anda lá, vai arrasar aquele hanyou! – disse Sango a rir.
Cheguei ao local prometido, era ao ar livre, ao lado de uma linda e grande árvore, com luz a iluminá-la, uma mesa recheada de deliciosas iguarias, pétalas de rosas pela relva verde e velas à volta da mesa.
- Estou sem palavras, está maravilhoso Inuyasha!
- Achas que sim, não tenho muito jeito, mas como é para ti. – disse ele atrapalhado
Nesse preciso momento ele olha bem para mim, fixou os olhos no meu decote. Parecia que estava a sentir cada canto que os seus olhos passavam em mim.
- Inuyasha, estás bem? – perguntei despercebida.
- E-Eu, es-estou muuuito bemmmm! Hehe, porque não haveria de estar? – respondeu sempre fixado no decote e descendo o olhar até às minhas pernas.
- Vamos jantar? – perguntei-lhe
- Sim, sim, vamos! – respondeu-me sem jeito.
Sentamo-nos à mesa e demos inicio ao jantar, olhávamo-nos nos olhos e bastava isso para reconhecer o quanto gostamos um do outro.
Adorei aqueles instantes na sua companhia, foi inesquecível. Reparei de como estava a lua, redonda, brilhante e aparentava estar tão perto.
- Queres sentar-te na relva e olhar para a lua?
Ele fez careta, mas fiz aqueles olhinhos e não resistiu: Hummm, pode ser, pedes cada coisa!
“Sim!!! Que bom!” pensei eu toda contente.
Sentamo-nos na relva a olhar a lua, mas eu não queria olhar para a lua, queria centrar o meu olhar naquele hanyou lindo, sexy, admirável. Queria beijá-lo sem parar, amá-lo mesmo ali ao luar, rebolar na relva sem parar, gemer e gritar até não puder mais. Isso é o que eu queria! E não resisti!
- Beija-me Inuyasha, beija-me!! –ordenei-lhe desorientada e desejosa.
- Hein, que disseste? Estás bem? - perguntou aparvalhado.
- Beija-me agora!! – disse-lhe isto, mas nem esperei pela resposta, saltei para cima dele arranquei o seu fato e ele escandalizado nem se mexeu.
– Então eu é que vou fazer tudo sozinha? – afirmei um tanto irritada, mas demasiado desejosa para me chatear naquele momento
- Tu? Nãoooo! – respondeu-me desabotoando o meu vestido, mas parou ali! Nem chegou a tirar aquela peça de roupa que estava a separar os nossos corpos.
- Que se passa!? – perguntei já chateada.
- É ela, estou a sentir! – disse ele estranhamente a olhar para o lado.
- Ela quem?? Responde-me Inuyasha!!
- É ela, está aqui! A Kikyou!
Ele pressentiu a Kikyou. Largou-me e foi atrás dela. Mas porquê? Que quer ela agora?
Inuyasha
Aquela noite.. nunca eu me senti tão bem como me senti naquela noite… O cheiro da sua pele, o sabor dos seus lábios ainda estão entranhados em todo o meu corpo… A maneira como ela se movia com graciosidade em cima de mim, parecia uma Deusa! O dia de ontem foi fantástico, não houve uma única vez que ela me mandasse “sentar”, estava tão querida para comigo, andámos o dia inteiro a trocar carícias e beijos, de mão dada.. o Miroku e a Sango ficaram pasmados quando nos viram assim tão carinhosos um com o outro…
- Que bicho vos mordeu? Onde está aquele “Inuyasha arrogante e orgulhoso”? – brincou Miroku quando me apanhou sozinho
- Estás a chamar de arrogante e orgulhoso a quem?! – ameacei-o eu com as minhas garras
- Hey! Calma! *gota* Estava só a brincar contigo… Nunca tinha visto a Kagome assim tão carinhosa contigo, quem me dera que a Sango fosse assim.. qual foi o teu truque?
- Nenhum.. – respondi ruborizando
- Vá lá Inuyasha.. diz lá…
- Grrrr.. Pronto está bem… Passei a noite com a Kagome…
- Oh, isso vocês passam todas as noites… - respondeu Miroku revirando os olhos
- Desta vez foi diferente.. percebes?
- Não me digas que.. tu e a Kagome.. foram fazer um filho???
- Estás parvo?! – respondi ao dar-lhe um murro na cabeça – Preciso da tua ajuda…
- Da minha ajuda? Para quê?
- Convidei a Kagome para jantar.. mas não sei o que levar vestido.. não creio que esta roupa seja a mais adequada para um jantar romântico…
- Jantar romântico, hein? As coisas aqueceram mesmo… Vem comigo então.
O Miroku ajudou-me a escolher a melhor roupa para a ocasião e ainda me ajudou a preparar aquele ambiente romântico com que acolhi a Kagome umas horas depois. Quando ela apareceu à hora marcada, tudo à nossa volta parecia ter desaparecido! Ela estava mais linda que nunca! Aquele vestido vermelho que realçava todas as curvas de seu corpo estavam-me a deixar atrapalhado.. não consegui deixar de olhar para aquele decote em seu peito e para as suas pernas que, naquele momento, pareciam mais altas que o normal.
Quando eu comecei a desabotoar o seu vestido, senti o cheiro da Kikyou.. olhei para a Kagome e senti-me estranho, como se estivesse a trair alguém, mas.. quem? Larguei-a sem pensar duas vezes e parti em busca da Kikyou, o seu cheiro estava cada vez mais forte… Corri o mais que pude e ali encontrei ela, uns metros mais à frente. A sua aura brilhava, estava linda! Parecia um anjo resplandecente! Comecei a andar na sua direcção, mas quanto mais andava, mais ela me parecia distante.. porque não a conseguia alcançar?
Comecei a correr até que o seu corpo se desvaneceu no ar! Não estava a entender mais nada.. se não era ela, porque sentira o seu cheiro? Olhei em volta e nem um sinal da Kikyou.. rodei sobre mim mesmo e voltei para trás. Até que me lembrei.. Kagome!! Estaria ela chateada comigo por a ter posto de lado e ido à procura da Kikyou?
“És mesmo idiota, Inuyasha! É claro que está chateada!” pensei para comigo.
Cheguei perto da porta de casa, a minha mão não conseguia abri-la.. até que ouvi soluços vindo do lago. Dirigi-me para lá e vi a Kagome com as mãos a taparem-lhe o rosto e as lágrimas a escorrerem-lhe pela cara. Aproximei-me dela e sentei-me a seu lado.
- Desculpa.. eu não queria.. magoar-te. – disse-lhe murmurando de cabeça baixa
- Diz-me a verdade Inuyasha.. tu ainda amas a Kikyou, não amas? – perguntou-me ela com a cabeça entre os braços
- Eu.. disse-te que não te queria magoar…
Kagome levanta-se de repente com os punhos cerrados e diz: Mas acabaste de o fazer! Eu pensava que tu nutrias um sentimento forte por mim! Suficiente para te fazer esquecer a Kikyou! Mas.. afinal enganei-me…
- Perdoa-me Kagome..!
- Não dá para te perdoar.. EU ODEIO-TE INUYASHA!!
E dito isto, ela vira-me as costas e começa a correr o mais que pode, e eu vou atrás dela. Ao alcança-la, viro-a para mim e dou-lhe um beijo forçado, ela ainda tenta resistir durante um tempo até que desiste. De um momento para o outro já estavam as nossas roupas espalhadas pela relva, os nossos corpos juntos formando um só…
No fim, só me lembro de lhe dizer: “Amo-te Kagome…”
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Capítulo 2
Kagome
27 de Janeiro
Querido diário,Não me sai da cabeça aquele grandioso momento que passei com o Inuyasha. As suas mãos a percorrerem o meu corpo fazendo com que eu vibrasse de tanta excitação. Já para não falar de como ele foi na cama, hummm que ardente, fantástico, nunca pensei que fosse tão bom ser possuída por ele.
Ontem ele esteve tão querido comigo, falava de maneira tão carinhosa, nem parecia o mesmo Inuyasha, aqueles olhinhos brilhavam só para mim. O mais impressionante é que ele convidou-me para jantar, fiquei estupefacta, mas é claro que aceitei, gosto muito dele, não poderia negar tal convite.
O jantar é hoje e de tão nervosa que estou a Sango disponibilizou-se para ajudar-me a preparar, coisas de mulher!
- Que dizes deste vestido preto? – perguntei inocentemente à Sango.
- Kagome, vais para um funeral ou para um jantar romântico? – respondeu-me ironicamente.
– E este azul? – respondi envergonhada
- Ainda bem que estou aqui, estás sem jeito nenhum – afirmou Sango enquanto revirava a minha roupa pelo quarto. Até que… – Achei, é este! – exclamou ela ao retirar um lindo e curto vestido vermelho.
- Oh, que bonito, mas não achas um pouco provocador? – perguntei-lhe
- Nada disso, anda lá veste.
Vesti aquela beleza de vestido, curto, vermelho brilhante com um decote fantástico. Realçava lindamente os meus seios. – Fantástico!!
Dei um toque ao cabelo, uma maquilhagem natural no rosto, um perfume sexy e pronta para o jantar.
- Obrigado Sango, foste uma querida.
- Anda lá, vai arrasar aquele hanyou! – disse Sango a rir.
Cheguei ao local prometido, era ao ar livre, ao lado de uma linda e grande árvore, com luz a iluminá-la, uma mesa recheada de deliciosas iguarias, pétalas de rosas pela relva verde e velas à volta da mesa.
- Estou sem palavras, está maravilhoso Inuyasha!
- Achas que sim, não tenho muito jeito, mas como é para ti. – disse ele atrapalhado
Nesse preciso momento ele olha bem para mim, fixou os olhos no meu decote. Parecia que estava a sentir cada canto que os seus olhos passavam em mim.
- Inuyasha, estás bem? – perguntei despercebida.
- E-Eu, es-estou muuuito bemmmm! Hehe, porque não haveria de estar? – respondeu sempre fixado no decote e descendo o olhar até às minhas pernas.
- Vamos jantar? – perguntei-lhe
- Sim, sim, vamos! – respondeu-me sem jeito.
Sentamo-nos à mesa e demos inicio ao jantar, olhávamo-nos nos olhos e bastava isso para reconhecer o quanto gostamos um do outro.
Adorei aqueles instantes na sua companhia, foi inesquecível. Reparei de como estava a lua, redonda, brilhante e aparentava estar tão perto.
- Queres sentar-te na relva e olhar para a lua?
Ele fez careta, mas fiz aqueles olhinhos e não resistiu: Hummm, pode ser, pedes cada coisa!
“Sim!!! Que bom!” pensei eu toda contente.
Sentamo-nos na relva a olhar a lua, mas eu não queria olhar para a lua, queria centrar o meu olhar naquele hanyou lindo, sexy, admirável. Queria beijá-lo sem parar, amá-lo mesmo ali ao luar, rebolar na relva sem parar, gemer e gritar até não puder mais. Isso é o que eu queria! E não resisti!
- Beija-me Inuyasha, beija-me!! –ordenei-lhe desorientada e desejosa.
- Hein, que disseste? Estás bem? - perguntou aparvalhado.
- Beija-me agora!! – disse-lhe isto, mas nem esperei pela resposta, saltei para cima dele arranquei o seu fato e ele escandalizado nem se mexeu.
– Então eu é que vou fazer tudo sozinha? – afirmei um tanto irritada, mas demasiado desejosa para me chatear naquele momento
- Tu? Nãoooo! – respondeu-me desabotoando o meu vestido, mas parou ali! Nem chegou a tirar aquela peça de roupa que estava a separar os nossos corpos.
- Que se passa!? – perguntei já chateada.
- É ela, estou a sentir! – disse ele estranhamente a olhar para o lado.
- Ela quem?? Responde-me Inuyasha!!
- É ela, está aqui! A Kikyou!
Ele pressentiu a Kikyou. Largou-me e foi atrás dela. Mas porquê? Que quer ela agora?
Até à próxima diário!
Kagome
Inuyasha
27 de Janeiro
Aquela noite.. nunca eu me senti tão bem como me senti naquela noite… O cheiro da sua pele, o sabor dos seus lábios ainda estão entranhados em todo o meu corpo… A maneira como ela se movia com graciosidade em cima de mim, parecia uma Deusa! O dia de ontem foi fantástico, não houve uma única vez que ela me mandasse “sentar”, estava tão querida para comigo, andámos o dia inteiro a trocar carícias e beijos, de mão dada.. o Miroku e a Sango ficaram pasmados quando nos viram assim tão carinhosos um com o outro…
- Que bicho vos mordeu? Onde está aquele “Inuyasha arrogante e orgulhoso”? – brincou Miroku quando me apanhou sozinho
- Estás a chamar de arrogante e orgulhoso a quem?! – ameacei-o eu com as minhas garras
- Hey! Calma! *gota* Estava só a brincar contigo… Nunca tinha visto a Kagome assim tão carinhosa contigo, quem me dera que a Sango fosse assim.. qual foi o teu truque?
- Nenhum.. – respondi ruborizando
- Vá lá Inuyasha.. diz lá…
- Grrrr.. Pronto está bem… Passei a noite com a Kagome…
- Oh, isso vocês passam todas as noites… - respondeu Miroku revirando os olhos
- Desta vez foi diferente.. percebes?
- Não me digas que.. tu e a Kagome.. foram fazer um filho???
- Estás parvo?! – respondi ao dar-lhe um murro na cabeça – Preciso da tua ajuda…
- Da minha ajuda? Para quê?
- Convidei a Kagome para jantar.. mas não sei o que levar vestido.. não creio que esta roupa seja a mais adequada para um jantar romântico…
- Jantar romântico, hein? As coisas aqueceram mesmo… Vem comigo então.
O Miroku ajudou-me a escolher a melhor roupa para a ocasião e ainda me ajudou a preparar aquele ambiente romântico com que acolhi a Kagome umas horas depois. Quando ela apareceu à hora marcada, tudo à nossa volta parecia ter desaparecido! Ela estava mais linda que nunca! Aquele vestido vermelho que realçava todas as curvas de seu corpo estavam-me a deixar atrapalhado.. não consegui deixar de olhar para aquele decote em seu peito e para as suas pernas que, naquele momento, pareciam mais altas que o normal.
Quando eu comecei a desabotoar o seu vestido, senti o cheiro da Kikyou.. olhei para a Kagome e senti-me estranho, como se estivesse a trair alguém, mas.. quem? Larguei-a sem pensar duas vezes e parti em busca da Kikyou, o seu cheiro estava cada vez mais forte… Corri o mais que pude e ali encontrei ela, uns metros mais à frente. A sua aura brilhava, estava linda! Parecia um anjo resplandecente! Comecei a andar na sua direcção, mas quanto mais andava, mais ela me parecia distante.. porque não a conseguia alcançar?
Comecei a correr até que o seu corpo se desvaneceu no ar! Não estava a entender mais nada.. se não era ela, porque sentira o seu cheiro? Olhei em volta e nem um sinal da Kikyou.. rodei sobre mim mesmo e voltei para trás. Até que me lembrei.. Kagome!! Estaria ela chateada comigo por a ter posto de lado e ido à procura da Kikyou?
“És mesmo idiota, Inuyasha! É claro que está chateada!” pensei para comigo.
Cheguei perto da porta de casa, a minha mão não conseguia abri-la.. até que ouvi soluços vindo do lago. Dirigi-me para lá e vi a Kagome com as mãos a taparem-lhe o rosto e as lágrimas a escorrerem-lhe pela cara. Aproximei-me dela e sentei-me a seu lado.
- Desculpa.. eu não queria.. magoar-te. – disse-lhe murmurando de cabeça baixa
- Diz-me a verdade Inuyasha.. tu ainda amas a Kikyou, não amas? – perguntou-me ela com a cabeça entre os braços
- Eu.. disse-te que não te queria magoar…
Kagome levanta-se de repente com os punhos cerrados e diz: Mas acabaste de o fazer! Eu pensava que tu nutrias um sentimento forte por mim! Suficiente para te fazer esquecer a Kikyou! Mas.. afinal enganei-me…
- Perdoa-me Kagome..!
- Não dá para te perdoar.. EU ODEIO-TE INUYASHA!!
E dito isto, ela vira-me as costas e começa a correr o mais que pode, e eu vou atrás dela. Ao alcança-la, viro-a para mim e dou-lhe um beijo forçado, ela ainda tenta resistir durante um tempo até que desiste. De um momento para o outro já estavam as nossas roupas espalhadas pela relva, os nossos corpos juntos formando um só…
No fim, só me lembro de lhe dizer: “Amo-te Kagome…”
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Respondendo á lulumoon: Hanyou - Meio-demónio
São seres sobrenaturais, frutos da união de um ser humano com um youkai (Demónio).
(Espero ter esclarecido)
Sobre este capitulo:
Adorei, tá simplesmente fantasticoo..
Tá muito românticoo.
(Eu adoro romançes)
Parabens ás duas pelo excelente trabalho!
*
São seres sobrenaturais, frutos da união de um ser humano com um youkai (Demónio).
(Espero ter esclarecido)

Sobre este capitulo:
Adorei, tá simplesmente fantasticoo..
Tá muito românticoo.
(Eu adoro romançes)Parabens ás duas pelo excelente trabalho!
*
Obrigado Lili Moon ^^
Obrigada, Serena, por teres explicado à lulumoon 
Bem, aqui vem mais outro capítulo
Capítulo 3
Inuyasha
Como eu esperava, ela ficou estranha comigo a partir daquela noite.. como fui tão idiota? Quando lhe disse que a amo ela nem respondeu, senti uma lágrima cair em silêncio no meu ombro, levantou-se, reuniu todas as suas roupas e foi para casa. Fiquei ali sentado a vê-la ir-se embora, sem conseguir falar.
Hoje, quando amanheceu e os primeiros raios de sol batiam no meu rosto, senti uma sensação de vazio no meu coração, como se tivessem arrancado todo o seu conteúdo. Abri os olhos e sentei-me, virei-me para o meu lado esquerdo e vi o Miroku sentado a olhar para mim com um ar reprovador.
- O que fizeste à Kagome? Ela ultimamente tem andado tão apática. – perguntou-me num tom sério
Baixei a cabeça, as imagens daquela noite surgiam-me como flashes, senti um aperto no peito e deixei-me ficar calado. Levantei-me e saí do quarto. Passei perto do quarto onde a Kagome agora dormia com a Sango, a porta estava aberta e os nossos olhares se cruzaram, um ambiente pesado se instalou à nossa volta até que ela desviou o olhar e eu segui o meu caminho.
Vagueei por entre a floresta mergulhado nos meus pensamentos, até que de repente sinto o cheiro dela, da Kikyou. Não, desta vez não fui atrás dela, não foi necessário, pois ela apareceu mesmo à minha frente.
- Pareces triste. – disse-me numa voz calma, quase surdina
- Naquela noite, porque desapareceste?
- Não sei do que falas. – respondeu-me passando ao meu lado e caminhando em sentido contrário
- Espera! Como não sabes? Eu senti o teu cheiro! Tentei te alcançar mas tu desapareceste!
- Não era eu. Sabes bem que muitos youkais querem te destruir utilizando-me a mim, pois todos sabem que tu ainda me amas.. não é verdade?
Eu não consegui responder-lhe, ela sabe que eu ainda sinto algo por ela, mas.. a Kagome.. a Kagome é quem realmente amo! Também não me posso esquecer que elas são a mesma pessoa…
A Kikyou aproxima-se de mim e pousa a sua cabeça e a sua mão sobre o meu peito. Os meus braços rodeiam o seu corpo e começo a sentir uma energia forte a envolver-nos aos dois.. os seus olhos, agora fixos nos meus, pareciam hipnotizarem-me, os seus lábios estavam cada vez mais perto dos meus e ela sussurra perto da minha boca antes de me beijar: Ainda te amo...
Fechei os olhos e a imagem da Kagome surgiu na minha cabeça, afasto de repente a Kikyou de mim e olho para ela, sinto uma sensação de repulsa por mim mesmo e afasto-me daquele lugar. Corro sem parar, deixando-a sozinha no meio da floresta.
Pelo caminho, sinto uma energia maligna.. pus-me em posição de alerta e fui caminhando devagar. Sentia alguém mover-se por entre as plantas, mas tentei ignorar. Do nada, um youkay pequeno salta para cima das minhas costas e ferra-me com as suas garras. A Kikyou aparece de arco e flecha na mão e lança-a contra o demónio. Fico a olhar para ela dizendo mentalmente um “obrigado”, mas ela vira-me as costas e desaparece no meio da escuridão.
Chego a casa e encontro a Kagome sentada à porta. Ela olha para mim com um ar sério, levanta-se e diz:
- Eu amo-te Inuyasha, já te dei bastantes provas disso. Compreendo que ainda sintas algo pela Kikyou, mas é comigo que tu estás, foi comigo que te deitaste! Há no teu coração algum sentimento por mim? – perguntou-me com a voz tremida
- Todo. Todo o meu coração está cheio de sentimento por ti. Já te disse, mas volto a repetir, eu também te amo Kagome. Agora entendo este sentimento que me consumia e ardia dentro de mim, porque é que a toda a hora me apetecia beijar-te, abraçar-te, possuir-te! Digo-te, sem medos e sem dúvidas.. eu amo-te!
Ao ouvir as minhas palavras, várias lágrimas corriam pelo seu rosto e de repente agarra-se a mim, beijando-me. Entrámos para dentro de casa e fomos para o nosso quarto. Entro e noto que ela não me seguia, pois tinha reparado na ferida que tenho nas costas.
- O que te aconteceu? – pergunta-me com a mão na boca e um ar assustado
- Não foi nada...
- Como nada? Estás ferido!
- Não vamos pensar nisto, neste momento só quero ter-te aqui envolvida nos meus braços, sentir o teu corpo nu.. tenho saudades de fazer amor contigo!
Ela sai sem dizer nada e volta com uma pequena mala branca de onde retira ligaduras e outras coisas mais. Depois de me ter aplicado o curativo, eu agarro-a de maneira a que ela fique deitada no chão, beijo-a delicadamente, passo a minha mão pela sua barriga e vou subindo devagar. Ela fecha os olhos e começa a gemer baixinho, eu beijo-lhe o pescoço e vou descendo.. retiro-lhe a roupa deixando-a só com a roupa interior, retiro também o resto de roupa que eu ainda tinha vestido e deixo-me ficar deitado, à espera que ela venha para cima de mim. Como que adivinhasse, ela senta-se em cima de mim e começa a balançar, deixando-me completamente louco. Sem resistir mais, tiro-lhe o resto da roupa e beijo os seus delicados seios, enquanto que as minhas mãos acariciam todo o seu corpo. Quando já estávamos envolvidos um no outro, Sango aparece! Envergonhada, fecha a porta de maneira brusca, pedindo desculpas sem parar do outro lado da porta. Olho para a Kagome e rimo-nos os dois. Ela sai de cima de mim e volta a vestir-se, sai do quarto e vai ter com a Sango. Embora tenha ficado aborrecido por termos sido interrompidos, não estava chateado. Olhei para a lua e sorri. Agora sabia que estava tudo bem.
Kagome
Mesmo magoada com a atitude do Inuyasha não resisti ao beijo dele e é claro tinha de acabar em roupas espalhadas por todo o lado e o nosso amor falou mais alto. Mas mesmo assim o que ele me fez não se faz a ninguém, sinto-me traída, triste, magoada, sozinha e incompreendida.
Parece que o mundo caiu sobre mim, que nada mais faz sentido, já não consigo ser a mesma, não consigo mesmo!
As noites passadas até dormi com a Sango, é obvio que não é a mesma coisa que dormir com o Inuyasha, mas fez-me bem. Chorei imenso, desabafei tanto com a Sango e ela compreendeu, é uma grande amiga!
Ela foi até à cozinha e deixou a porta entreaberta e quem passou nessa altura? O Inuyasha! O meu coração deu um pulo quando os nossos olhares se cruzaram, que momento estranho, foi esquisito. Se fosse por ele ficava horas a olhar para mim, mas eu estava demasiado magoada com ele e desviei-lhe o olhar.
- Oh meu Deus! – pensei eu.
Ouvi uma porta a fechar. *PUM* era o Inuyasha a sair de casa, fui a correr até à janela da sala e vi-o em direcção à floresta.
- Que vontade tenho de ir atrás dele – disse baixinho
Fui até à cozinha e deparei-me com a Sango e o Miroku aos beijos, que marotos!! Senti-me constrangida e ao virar as costas o Miroku disse:
- Não, não vás, fica! Anda tomar o pequeno-almoço connosco.
“Que simpático”, pensei eu.
- Está bem, aceito! - respondi um bocadinho envergonhada com a situação
Tomamos os três o pequeno-almoço juntos, senti um aperto enorme no coração, sabia que algo de desconfortável estava a acontecer, e só pensava no Inuyasha. Será que lhe aconteceu algo de mal? Não aguentaria tal acontecimento! Eu amo-o! É isso, tenho de lhe dizer o quanto o amo, vou perdoá-lo, por um lado até compreendo o que se está a passar com ele e lhe é difícil.
Acabei de tomar o pequeno-almoço e levantei-me da cadeira.
- Que se passa Kagome? Estás melhor? –perguntou Sango admirada com a minha reacção.
- Eu? Eu estou bem!! Tenho de esclarecer isto com o Inuyasha, eu amo-o e é com ele que quero ficar. –respondi contente com as palavras que acabara de dizer.
- Sim, faz isso. Ele não está nada bem com esta situação, ele ama-te Kagome, mas vocês têm mesmo que falar! –disse Miroku muito sério!
Fui tomar o meu duche cheiroso e harmonioso, vesti a minha roupa confortável e fui sentar-me fora da porta imensamente feliz.
O tempo passava, passava e nada dele aparecer. Que ansiedade eu tinha, o meu corpo já começava a tremer tanto, porque demorava tanto ele.
- Será que se passou alguma coisa pelo caminho? Porque demora tanto? – perguntava eu sem qualquer resposta.
- Espera amiga, tem calma, daqui a nada ele aparece. – disse Sango encostada à porta.
Esperei e esperei, já tinha uma grande agonia em mim. Nesse instante ele apareceu com uma cara triste, em baixo, que horror, o que lhe fiz sofrer por não ter perdoado. Levantei-me e disse apressadamente.
- Eu amo-te Inuyasha, já te dei provas bastantes disso. Compreendo que ainda sintas algo pela Kikyou, mas é comigo que tu estás, foi comigo que te deitaste! - eu falava e quase chorava ao mesmo tempo e por último perguntei - Há no teu coração algum sentimento por mim?
Ele falou-me tanta coisa bonita e eu ficava ali a olhar para os seus olhos sinceros. Eu chorava desalmadamente, mas não resisti às suas palavras de sinceridade e beijei-o docemente. Entramos para casa e reparei nas suas costas, pois ele ia à minha frente. Estava ferido!!
- Que te aconteceu? - perguntei assustadíssima da resposta.
- Não foi nada. – respondeu ele como nada tivesse acontecido.
- Como nada? Estás ferido!
Após ter proferido estas palavras fui buscar a mala dos primeiros socorros, coloquei um curativo na sua ferida, mas ele mal deixava, ele agarra-me e beijou-me delicadamente. Gemi de prazer e de saudade, tiramos todas as peças de roupa e lançamo-nos ao amor, desejo e paixão, até…Sango aparecer! Ela saiu no mesmo momento que entrou no quarto, pediu desculpas sem parar, mas eu e o Inuyasha riamo-nos da situação.
Vesti-me e fui ter com a Sango, falamos e via-se perfeitamente o quanto estava feliz. Até o ar que respirava era mais leve, agora tudo era mais bonito, estou feliz!
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Capítulo 3
Inuyasha
01 de Fevereiro
Como eu esperava, ela ficou estranha comigo a partir daquela noite.. como fui tão idiota? Quando lhe disse que a amo ela nem respondeu, senti uma lágrima cair em silêncio no meu ombro, levantou-se, reuniu todas as suas roupas e foi para casa. Fiquei ali sentado a vê-la ir-se embora, sem conseguir falar.
Hoje, quando amanheceu e os primeiros raios de sol batiam no meu rosto, senti uma sensação de vazio no meu coração, como se tivessem arrancado todo o seu conteúdo. Abri os olhos e sentei-me, virei-me para o meu lado esquerdo e vi o Miroku sentado a olhar para mim com um ar reprovador.
- O que fizeste à Kagome? Ela ultimamente tem andado tão apática. – perguntou-me num tom sério
Baixei a cabeça, as imagens daquela noite surgiam-me como flashes, senti um aperto no peito e deixei-me ficar calado. Levantei-me e saí do quarto. Passei perto do quarto onde a Kagome agora dormia com a Sango, a porta estava aberta e os nossos olhares se cruzaram, um ambiente pesado se instalou à nossa volta até que ela desviou o olhar e eu segui o meu caminho.
Vagueei por entre a floresta mergulhado nos meus pensamentos, até que de repente sinto o cheiro dela, da Kikyou. Não, desta vez não fui atrás dela, não foi necessário, pois ela apareceu mesmo à minha frente.
- Pareces triste. – disse-me numa voz calma, quase surdina
- Naquela noite, porque desapareceste?
- Não sei do que falas. – respondeu-me passando ao meu lado e caminhando em sentido contrário
- Espera! Como não sabes? Eu senti o teu cheiro! Tentei te alcançar mas tu desapareceste!
- Não era eu. Sabes bem que muitos youkais querem te destruir utilizando-me a mim, pois todos sabem que tu ainda me amas.. não é verdade?
Eu não consegui responder-lhe, ela sabe que eu ainda sinto algo por ela, mas.. a Kagome.. a Kagome é quem realmente amo! Também não me posso esquecer que elas são a mesma pessoa…
A Kikyou aproxima-se de mim e pousa a sua cabeça e a sua mão sobre o meu peito. Os meus braços rodeiam o seu corpo e começo a sentir uma energia forte a envolver-nos aos dois.. os seus olhos, agora fixos nos meus, pareciam hipnotizarem-me, os seus lábios estavam cada vez mais perto dos meus e ela sussurra perto da minha boca antes de me beijar: Ainda te amo...
Fechei os olhos e a imagem da Kagome surgiu na minha cabeça, afasto de repente a Kikyou de mim e olho para ela, sinto uma sensação de repulsa por mim mesmo e afasto-me daquele lugar. Corro sem parar, deixando-a sozinha no meio da floresta.
Pelo caminho, sinto uma energia maligna.. pus-me em posição de alerta e fui caminhando devagar. Sentia alguém mover-se por entre as plantas, mas tentei ignorar. Do nada, um youkay pequeno salta para cima das minhas costas e ferra-me com as suas garras. A Kikyou aparece de arco e flecha na mão e lança-a contra o demónio. Fico a olhar para ela dizendo mentalmente um “obrigado”, mas ela vira-me as costas e desaparece no meio da escuridão.
Chego a casa e encontro a Kagome sentada à porta. Ela olha para mim com um ar sério, levanta-se e diz:
- Eu amo-te Inuyasha, já te dei bastantes provas disso. Compreendo que ainda sintas algo pela Kikyou, mas é comigo que tu estás, foi comigo que te deitaste! Há no teu coração algum sentimento por mim? – perguntou-me com a voz tremida
- Todo. Todo o meu coração está cheio de sentimento por ti. Já te disse, mas volto a repetir, eu também te amo Kagome. Agora entendo este sentimento que me consumia e ardia dentro de mim, porque é que a toda a hora me apetecia beijar-te, abraçar-te, possuir-te! Digo-te, sem medos e sem dúvidas.. eu amo-te!
Ao ouvir as minhas palavras, várias lágrimas corriam pelo seu rosto e de repente agarra-se a mim, beijando-me. Entrámos para dentro de casa e fomos para o nosso quarto. Entro e noto que ela não me seguia, pois tinha reparado na ferida que tenho nas costas.
- O que te aconteceu? – pergunta-me com a mão na boca e um ar assustado
- Não foi nada...
- Como nada? Estás ferido!
- Não vamos pensar nisto, neste momento só quero ter-te aqui envolvida nos meus braços, sentir o teu corpo nu.. tenho saudades de fazer amor contigo!
Ela sai sem dizer nada e volta com uma pequena mala branca de onde retira ligaduras e outras coisas mais. Depois de me ter aplicado o curativo, eu agarro-a de maneira a que ela fique deitada no chão, beijo-a delicadamente, passo a minha mão pela sua barriga e vou subindo devagar. Ela fecha os olhos e começa a gemer baixinho, eu beijo-lhe o pescoço e vou descendo.. retiro-lhe a roupa deixando-a só com a roupa interior, retiro também o resto de roupa que eu ainda tinha vestido e deixo-me ficar deitado, à espera que ela venha para cima de mim. Como que adivinhasse, ela senta-se em cima de mim e começa a balançar, deixando-me completamente louco. Sem resistir mais, tiro-lhe o resto da roupa e beijo os seus delicados seios, enquanto que as minhas mãos acariciam todo o seu corpo. Quando já estávamos envolvidos um no outro, Sango aparece! Envergonhada, fecha a porta de maneira brusca, pedindo desculpas sem parar do outro lado da porta. Olho para a Kagome e rimo-nos os dois. Ela sai de cima de mim e volta a vestir-se, sai do quarto e vai ter com a Sango. Embora tenha ficado aborrecido por termos sido interrompidos, não estava chateado. Olhei para a lua e sorri. Agora sabia que estava tudo bem.
Kagome
01 de Fevereiro
Querido diário,Mesmo magoada com a atitude do Inuyasha não resisti ao beijo dele e é claro tinha de acabar em roupas espalhadas por todo o lado e o nosso amor falou mais alto. Mas mesmo assim o que ele me fez não se faz a ninguém, sinto-me traída, triste, magoada, sozinha e incompreendida.
Parece que o mundo caiu sobre mim, que nada mais faz sentido, já não consigo ser a mesma, não consigo mesmo!
As noites passadas até dormi com a Sango, é obvio que não é a mesma coisa que dormir com o Inuyasha, mas fez-me bem. Chorei imenso, desabafei tanto com a Sango e ela compreendeu, é uma grande amiga!
Ela foi até à cozinha e deixou a porta entreaberta e quem passou nessa altura? O Inuyasha! O meu coração deu um pulo quando os nossos olhares se cruzaram, que momento estranho, foi esquisito. Se fosse por ele ficava horas a olhar para mim, mas eu estava demasiado magoada com ele e desviei-lhe o olhar.
- Oh meu Deus! – pensei eu.
Ouvi uma porta a fechar. *PUM* era o Inuyasha a sair de casa, fui a correr até à janela da sala e vi-o em direcção à floresta.
- Que vontade tenho de ir atrás dele – disse baixinho
Fui até à cozinha e deparei-me com a Sango e o Miroku aos beijos, que marotos!! Senti-me constrangida e ao virar as costas o Miroku disse:
- Não, não vás, fica! Anda tomar o pequeno-almoço connosco.
“Que simpático”, pensei eu.
- Está bem, aceito! - respondi um bocadinho envergonhada com a situação
Tomamos os três o pequeno-almoço juntos, senti um aperto enorme no coração, sabia que algo de desconfortável estava a acontecer, e só pensava no Inuyasha. Será que lhe aconteceu algo de mal? Não aguentaria tal acontecimento! Eu amo-o! É isso, tenho de lhe dizer o quanto o amo, vou perdoá-lo, por um lado até compreendo o que se está a passar com ele e lhe é difícil.
Acabei de tomar o pequeno-almoço e levantei-me da cadeira.
- Que se passa Kagome? Estás melhor? –perguntou Sango admirada com a minha reacção.
- Eu? Eu estou bem!! Tenho de esclarecer isto com o Inuyasha, eu amo-o e é com ele que quero ficar. –respondi contente com as palavras que acabara de dizer.
- Sim, faz isso. Ele não está nada bem com esta situação, ele ama-te Kagome, mas vocês têm mesmo que falar! –disse Miroku muito sério!
Fui tomar o meu duche cheiroso e harmonioso, vesti a minha roupa confortável e fui sentar-me fora da porta imensamente feliz.
O tempo passava, passava e nada dele aparecer. Que ansiedade eu tinha, o meu corpo já começava a tremer tanto, porque demorava tanto ele.
- Será que se passou alguma coisa pelo caminho? Porque demora tanto? – perguntava eu sem qualquer resposta.
- Espera amiga, tem calma, daqui a nada ele aparece. – disse Sango encostada à porta.
Esperei e esperei, já tinha uma grande agonia em mim. Nesse instante ele apareceu com uma cara triste, em baixo, que horror, o que lhe fiz sofrer por não ter perdoado. Levantei-me e disse apressadamente.
- Eu amo-te Inuyasha, já te dei provas bastantes disso. Compreendo que ainda sintas algo pela Kikyou, mas é comigo que tu estás, foi comigo que te deitaste! - eu falava e quase chorava ao mesmo tempo e por último perguntei - Há no teu coração algum sentimento por mim?
Ele falou-me tanta coisa bonita e eu ficava ali a olhar para os seus olhos sinceros. Eu chorava desalmadamente, mas não resisti às suas palavras de sinceridade e beijei-o docemente. Entramos para casa e reparei nas suas costas, pois ele ia à minha frente. Estava ferido!!
- Que te aconteceu? - perguntei assustadíssima da resposta.
- Não foi nada. – respondeu ele como nada tivesse acontecido.
- Como nada? Estás ferido!
Após ter proferido estas palavras fui buscar a mala dos primeiros socorros, coloquei um curativo na sua ferida, mas ele mal deixava, ele agarra-me e beijou-me delicadamente. Gemi de prazer e de saudade, tiramos todas as peças de roupa e lançamo-nos ao amor, desejo e paixão, até…Sango aparecer! Ela saiu no mesmo momento que entrou no quarto, pediu desculpas sem parar, mas eu e o Inuyasha riamo-nos da situação.
Vesti-me e fui ter com a Sango, falamos e via-se perfeitamente o quanto estava feliz. Até o ar que respirava era mais leve, agora tudo era mais bonito, estou feliz!
Até à próxima diário.
Kagome
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