Dark Planets
as perguntinhas nas cabeças delas 
e foste tão mázinha com a Joana xD
ela diz coisas acertadas mtas vezes xD
a Rita tava taun distante =\
eu fico tda coisinha qdo penso q as Juniores são mais fortes q as grandes, ta tdo trocado xD
já tenho uma teoria para estas dark sides
mas é retrocida e mto talvez demais xD
estava bastante bom apenas tenho a certeza q pdias fzer maior -.-''
*mim vai.s embora com o saqinho dos ovos kinder À espera de um nvo capitulo e maiorzinho*
Ps. as férias estragam tda a gente xD tas a sair mto parecida à tua tia q já ta para passar as coisas do caderno para a fic e ainda naun o fez xD

e foste tão mázinha com a Joana xD
ela diz coisas acertadas mtas vezes xD
a Rita tava taun distante =\
eu fico tda coisinha qdo penso q as Juniores são mais fortes q as grandes, ta tdo trocado xD
já tenho uma teoria para estas dark sides
mas é retrocida e mto talvez demais xDestava bastante bom apenas tenho a certeza q pdias fzer maior -.-''
*mim vai.s embora com o saqinho dos ovos kinder À espera de um nvo capitulo e maiorzinho*
Ps. as férias estragam tda a gente xD tas a sair mto parecida à tua tia q já ta para passar as coisas do caderno para a fic e ainda naun o fez xD
Mais um novo encontro! 
Gostei muito do início, Likinhas, quando retrataste o estado de espírito da Rita. Ela é uma personagem misteriosa, de todas as Inners, com aquele seu poder interior
E gostei também do humor que colocaste, principalmente com aquele momento entre a Haruka e a Joana 
As tuas descrições, como sempre tenho vindo a dizer, estão a ficar cada vez melhores
Por isso, vi muito bem a Rita a abandonar o seu quarto e o templo, a andar pelas ruas e a pensar para consigo própria.
Confesso que não estava à espera de ver o Gonçalo ali no parque
Mas gostei que estivesse lá, pensativo. E gostei muito mais quando apareceu a Dark Mars! Estas guerreiras Dark intrigam-me sempre, ali a atacarem...
E, depois, o aparecimento da Junior Marte! É tão engraçado quando elas aparecem e estão tão perto das suas próprias mães e elas não o sabem
Confesso que estou ansiosa por um possível encontro entre todas. Aposto que vão ficar boquiabertas!
Mais uma vez, muitos parabéns por este capítulo, Likinhas! Deixas-nos muito curiosos para o próximo, para sabermos que guerreira vai abordar... Será que será a Mercúrio? Bem, só tu o podes dizer... Vou ficar ansiosamente à espera!
*dá cinco Kinder Joys à Likinhas*

Gostei muito do início, Likinhas, quando retrataste o estado de espírito da Rita. Ela é uma personagem misteriosa, de todas as Inners, com aquele seu poder interior
E gostei também do humor que colocaste, principalmente com aquele momento entre a Haruka e a Joana 
As tuas descrições, como sempre tenho vindo a dizer, estão a ficar cada vez melhores
Por isso, vi muito bem a Rita a abandonar o seu quarto e o templo, a andar pelas ruas e a pensar para consigo própria. Confesso que não estava à espera de ver o Gonçalo ali no parque
Mas gostei que estivesse lá, pensativo. E gostei muito mais quando apareceu a Dark Mars! Estas guerreiras Dark intrigam-me sempre, ali a atacarem...E, depois, o aparecimento da Junior Marte! É tão engraçado quando elas aparecem e estão tão perto das suas próprias mães e elas não o sabem
Confesso que estou ansiosa por um possível encontro entre todas. Aposto que vão ficar boquiabertas!Mais uma vez, muitos parabéns por este capítulo, Likinhas! Deixas-nos muito curiosos para o próximo, para sabermos que guerreira vai abordar... Será que será a Mercúrio? Bem, só tu o podes dizer... Vou ficar ansiosamente à espera!

*dá cinco Kinder Joys à Likinhas*

A minha sobrinha postou!! a minha sobrinha postou!! *mim está bué contente e poem-se a dançar no meio do quarto* sorry sobrinha, por não ter visto.... mas vim logo a correr pó forum quando me dixeste que já tinhas postado...
o capitulo apesar d pequeno está fantástico.... e já houve mais aperecimentos de mais navegantes, quer negras, quer juniores... que fixe.... espero k fikes mais inspirada nestes proximos dias... até presumo qual seja a causa dessa falta de inspiração, mas esquece isso... agora olha em frente.... tu consegues... fico á espera do proximo capitulo.... com as facas na mão!!
o capitulo apesar d pequeno está fantástico.... e já houve mais aperecimentos de mais navegantes, quer negras, quer juniores... que fixe.... espero k fikes mais inspirada nestes proximos dias... até presumo qual seja a causa dessa falta de inspiração, mas esquece isso... agora olha em frente.... tu consegues... fico á espera do proximo capitulo.... com as facas na mão!!

*entra de mansinho*
Acho que aqui a Likas esqueceu-se de um projecto qualquer, assim tipo... esta fic! :
': *desvia-se de uma faca e de um tomate maduro* [Tomate?
de onde é que esta coisa veio?
]
Para compensar, a Likas vai já por-se a escrever, prometo que dentro em breve tenho aqui um novo capitulo. Peço imensa desculpa, mas acabei por me esquecer por complecto desta fic >.<'''
Acho que aqui a Likas esqueceu-se de um projecto qualquer, assim tipo... esta fic! :
': *desvia-se de uma faca e de um tomate maduro* [Tomate?
de onde é que esta coisa veio?
]Para compensar, a Likas vai já por-se a escrever, prometo que dentro em breve tenho aqui um novo capitulo. Peço imensa desculpa, mas acabei por me esquecer por complecto desta fic >.<'''
Capitulo 5 [Parte I]
Batalha da Lua branca
Analia estava encostada à parede branca da loja, de braços cruzados.
- Liana vais demorar muito? – pergunta já a perder a paciência.
- Está quase. Bolas Lia! És tão impaciente. – queixa-se Liana ao pôr a cabeça de fora do postigo.
- Já experimentaste metade da loja e ainda não escolheste nada. Já para não falar que estamos aqui à mais de uma hora! – diz Analia zangada, olhando de lado para a amiga.
- Vocês as duas ainda vão demorar muito aí? – pergunta uma rapariga alta, de cabelos loiros presos num rabo de cavalo.
- Reclama aqui com a nossa Pop Star e não comigo. – diz Analia já sem paciência, apontando para o pequeno compartimento, tapado por uma cortina amarela, que certamente estaria atolado de roupa.
Erika, olhou rapidamente para o local e acabou por se por ao lado de Analia, encostando-se também à parede. E com as mãos nos bolsos ia observando a confusão que se estalara na loja de roupa, em época de saldos.
Estavam no século XX à apenas uma semana. Mas aquela fora uma semana um pouco atribulada para as jovens, devido aos ataques das guerreiras negras e às recentes descobertas. Agora que sabiam qual o objectivo do inimigo tinham uma pequena ideia do que ele quereria fazer e era necessário proteger as guerreiras daquele tempo para que uma tragédia não acontecesse. Small Lady era a mais afectada de todas. Como as companheiras achavam que ainda não era a altura de revelarem a sua identidade às guerreiras do século XX, ela era obrigada a esconder-se para não se encontrar com nenhuma delas na rua.
Analia ficou um pouco sobressaltada ao ver uma mulher de cabelos castanhos, extremamente compridos, presos num descaído e fino rabo de cavalo, entrar na loja. Sentia que algo não estava bem com aquele mulher, era como se conseguisse perceber uma certa aura maligna à sua volta.
- Está tudo bem? – perguntou Erika ao aperceber-se do estado da amiga.
- Está, acho eu… - murmurou abanando ligeiramente a cabeça. – Não te preocupes. Acho que estou a ficar parecida com a Rita. – acabou por dizer depois, dando uma leve risada.
- Podemos ir embora! – diz Liana, saindo do compartimento de provas de roupa, de mãos vazias.
- Deixa-me adivinhar… Experimentas-te metade da loja mas não vais levar nada porque é tudo muito antiquado. – gozou Erika.
- Digamos que a roupa deste século não é a mais indicada para mim. Século trinta onde estás tu?
- Cuidado com o que dizes. – sussurra-lhe Analia, dando-lhe uma pequena cotovelada. – Não podemos ser assim tão descuidadas.
- Ai, desculpa! – acaba por se desculpar Liana, apressando o passo e saindo rapidamente da loja.
Cinco raparigas esperavam-nas no exterior da loja, falando alegremente sobre tudo o que já tinham visto naquela cidade, naquele século.
- Estava a ver que nunca mais saiam dali. – diz uma rapariga de cabelos loiros e curtos. – Então Liana? Não me digas que não gostaste de nada?
- Tu também Ana? – berra a rapariga – Já me chega a Erika, não preciso que me gozes também!
- Peço muita desculpa! – diz Ana com um sorriso irónico, o que deixa Liana ainda mais chateada. Reparou que Analia não prestava muita atenção ao que se passava, olhando fixamente para o outro lado da rua. Olhou para o mesmo sitio que ela. – Agora percebo.
Do outro lado da rua, cinco raparigas passeavam, conversando animadamente. Entre elas, uma loira com odangos e uma rapariga de longos cabelos negros discutiam. Sim, já era normal entre elas.
- Quando é que achas que nos devemos mostrar e revelar quem verdadeiramente somos? – perguntou Analia sem nunca tirar os olhos do grupo de raparigas.
- Tu é que és a líder e tenho a certeza que quando o momento chegar tu irás sabê-lo.
Analia sorriu. Todas confiavam nela como líder e como amiga, por vezes tinha medo de falhar e de desapontá-las, por vezes questionava-se se merecia mesmo ser a líder daquele grupo de guerreiras.
- Sempre tão insegura… - comenta Matilde.
- E tu sempre com a capacidade de perceber aquilo que eu sinto… Ás vezes pergunto-me sem tens o poder de ler os pensamentos. – goza Analia, virando-se para a rapariga de cabelos cor de mar.
- Bem, e qu tal irmos ao parque? – propôs Catrina - Gostei tão quando fomos lá da primeira vez…
- Vamos lá então. – diz Lara tomando a dianteira.
***
- Rita, és sempre tão má para mim! – choraminga Bunny após mais uma discussão com Rita.
- Eu? Má? Eu só digo as verdades. Depois vem choramingar a dizer que estás gorda.
Talvez o tempo passa-se e, à sua passagem, as coisas mudassem, as pessoas amadurecessem… Mas aquela rapariga parecia inalterável por mais que o tempo passa-se. Mas nem tudo era mau nisso. Aquelas regulares discussões entre as duas raparigas divertiam as restantes que se riam com gosto da situação.
Dirigiam-se para o parque da cidade, prontas para um piquenique onde pudessem provar as maravilhosas receitas confeccionadas por Maria. Era regular fazerem aquilo assim que o Verão começava e o sol fornecia à cidade o seu inesgotável calor.
Pararam apenas assim que chegaram ao seu local preferido, a grande cerejeira que se encontrava bem no centro do parque. Era ali, desfrutando da sua sombra, que elas passavam a maior parte das tardes, rindo e conversando, aproveitando a aparente paz que se tinha instalado sobre a cidade de Tokio.
Entre risos e brincadeiras, estenderam na relva a talha aos quadrados vermelhos e brancos. Como já era habitual, Bunny foi a primeira a desfrutar das deliciosas comidas que Maria sempre levava.
- É isso mesmo, come tu primeiro que assim, se tiver veneno, és a primeira a morrer. – gozou Rita ao que Bunny fez um ar superior e deu mais uma enorme trinca na fatia de bolo de chocolate que tinha nas mãos.
Abstraída de todas as conversas trocadas pelas amigas, Amy, como já era habitual, lia calmamente um grosso livro encostada ao troco da frondosa árvore. Mas a sua concentração foi perturbada com o barulho de gritos, oriundos da outra extremidade do parque. Um intenso cheiro a fumo preencheu o ar…
Sobressaltadas apressaram-se a ir ao local onde o cheiro e os gritos provinham, mas não estavam nada à espera do cenário de terror que encontraram.
- Dark Mars… - sussurra Rita, reconhecendo uma das oito guerreiras negras que se encontravam no local.
- Conhece-la Rita? – perguntou Amy admirada.
- É a guerreira que me atacou no parque, quando me encontrei com o Gonçalo. – respondeu Rita.
Grande parte da vegetação envolvente ardia por entre intensas chamas, certamente causadas pelos ataques efectuados pela guerreira negra do planeta Marte. Várias pessoas fugiam, assustadas, do local, temendo pelas suas vidas. Alguns raios caiam de vez enquanto, raios lançados por outra guerreira negra já conhecidas das navegantes; Dark Jupiter.
Uma das guerreiras negras, de fato negro e azul-esverdeado, com o cabelo também no mesmo tom de azul e com o mesmo penteado das companheiras, apercebeu-se da presença das cinco raparigas. Um sorriso matreiro dançava nos seus lábios. Com um pequeno gesto da sua mão, fez com que um ataque semelhante a uma enorme onda se dirigisse a elas. Mas…
- Deep Submerge!
Um outro ataque embate contra o da guerreira negra.
- Trazida pelos mares da mudança, Sailor Neptune toma parte activa!
- Trazida pelos ventos da mudança, Sailor Uranus toma parte activa!
- Sou a guerreira da destruição, protegida pelo plante Saturno meu guardião. Sou Sailor Saturn!
***
- O que se passa Lia? – pergunta Catrina ao vê-la um pouco sobressaltada, olhando para todos os lados. Ana parecia estar como ela…
Estavam perto do parque da cidade, mas tinham parado ao aperceberem-se de que Analia e Ana tinha pressentido alguma coisa fora do normal.
- Algo não está bem. – respondeu Ana.
- Uma forte energia maligna abateu-se sobre a cidade.
Todas se viraram para trás, surpreendidas ao ouvir aquela voz familiar. Aquela rapariga de odangos e cabelos rosa estava ali, atrás delas, com uma expressão séria olhando em redor.
- Small Lady! Tu não devias estar aqui! – diz Sónia, um pouco aflita, verificando se as guerreiras do século XX não estariam por ali.
- Não aguentava estar mais fechada naquela casa. – disse Small Lady
visivelmente chateada.
- Small Lady por favor, vai para casa. Algo se está a passar não é seguro estares aqui! – pediu Ana.
- Mas… - tentou retorquir Small Lady.
- Não há mas nem meio mas! Vai para casa Small Lady! – disse Analia com voz autoritária.
Small Lady bufou, frustrada e até mesmo um pouco chateada devido à forma como Analia falara consigo. Deu meia volta e correu pelas ruas pouco movimentadas de Tokio, em direcção à casa onde elas se haviam instalado após chegarem aquele milénio.
- Temos uma missão à nossa espera. – disse Erika – Onde é que a energia é mais concentrada?
- Na direcção do parque. – respondeu Ana.
- Não temos tempo a perder, toca a dar a essas perninhas. – ironizou Erika, começando a correr na direcção indicada por Ana.
Todas as guerreiras lhe seguiram o exemplo, correndo a trás dela, em direcção ao parque da cidade. Mentalmente, todas se preparavam para mais um confronto. Já há muito que não lutavam todas juntas o que lhes provocava um pouco de nervosismo. Deram por si a vaguear por entre as memórias de há um ano atrás, recordando batalhas e dificuldades porque tinham passado.
Entraram no parque e tentaram furar por entre as pessoas que saiam visivelmente assustadas do local, sem nunca abrandar. Puderam correr mais livremente assim que chegaram à zona central do parque, zona essa já deserta. Ana e Analia seguiam à frente, encaminhando as companheiras para o local onde a energia se concentrava. O cheiro a queimado era cada vez mais intenso, um pequeno fumo começava a ser visível. Ficaram surpreendidas assim que chegaram ao local onde tudo decorria.
Oito guerreiras negras estavam ali presentes, bem como as guerreiras navegantes do século XX. Lutavam entre si mas as guerreiras da Lua Branca, notoriamente mais fracas, estavam em clara desvantagem, sendo obrigadas a defenderem-se e não tendo oportunidades de atacar as suas oponentes.
Analia fez sinal às companheiras e todas elas se afastaram um pouco, de modo a não serem vistas. As suas canetas de transformação apareceram diante de si.
- É a primeira vez que lutamos todas juntas com estes novos poderes. Será que conseguiremos formar uma equipa tão boa como antes? – observou Matilde pegando na sua caneta.
- Mas ainda tens dúvidas maninha? – perguntou Erika num tom de gozo, piscando o olho à sua irmã.
- Vamos a isto! – disse confiantemente Analia, erguendo no ar a caneta branca com um cristal esférico no topo, de cor verde intenso. – Pelo poder do coração de Júpiter!
- Pelo poder do coração de Vénus!
- Pelo poder do coração de Mercúrio!
- Pelo poder do coração de Marte!
- Pelo poder do coração de Úrano!
- Pelo poder do coração de Neptuno!
- Pelo poder do coração de Saturno!
- Pelo poder do coração de Plutão!
- PODER SAGRADO!
E, como já era habitual uma explosão de luz de diferentes cores invadiu o local, que mesmo estando a uma distancia considerável do local de batalha, não passou despercebida às várias guerreiras que estavam no local.
- Parece que elas também vieram. – disse Dark Mars num tom de gozo.
- Então isto será bastante interessante. – comentou uma outra guerreira negra, envergando um traje negro e alaranjado, de cabelos loiros e curiosamente soltos.
- Uma batalha é sempre interessante, Dark Venus. – disse Dark Júpiter, colocando-se ao lado da companheira.
- Parece que já sabem que estamos aqui… - disse uma voz, oriunda de uma silhueta em cima de uma árvore próxima.
- E acho que as apresentações também se dispensam entre nós. – desta vez era uma voz diferente, que parecia vir de trás da mesma árvore onde se encontrava a silhueta.
- Se tivermos em conta que elas dizem saber tudo sobre nós, até mesmo a nossa identidade, acho que te posso dar razão Úrano. – outra voz, desta vez, mais próxima que as outras duas.
- E é isso que realmente me preocupa Marte… - o barulho dos seus tacões a embater no chão, os seus cabelos castanhos brilhavam ao serem tocados pela luz do sol, o seu fato branco e verde foi facilmente reconhecido por a maior parte das Iner. - … Como é que elas sabem as nossas identidades e o porquê não nos terem enfrentado directamente e terem viajado para o século XX.
- Isso não importa agora, o que importa é que lhes trocamos as voltas. – a navegante de Úrano saiu do seu esconderijo atrás da árvore e encaminhou-se para a luz. – Afinal, tiveram de nos enfrentar à mesma.
- Mas essas informações não deixam ser importantes. Para lutarmos, devemos saber a razão pelo qual o fazemos. – a silhueta falara em primeiro lugar saltou da árvore, revelando uma guerreira de cabelos ondulados e cor de mar, trajando um fato branco e azul esverdeado.
- A Neptuno tem razão. – a navegante Júnior de Marte também saiu das sombras, sendo seguida por todas as outras guerreiras juniores.
- Eu volto a repetir… - Dark Jupiter deu alguns passos em frente. – Nós queremos vingança! Queremos vingar-nos das guardiãs do Milénio de Cristal!
Júnior Úrano preparava-se para atacar naquele momento, mas Júnior Júpiter fez sinal para que ela não fizesse. Embora contrariada e com uma enorme vontade de descarregar as suas energias sobre as suas inimigas, Júnior Úrano obedeceu.
- Porque querem vingança? E porquê aqui? – interveio Júnior Saturno, a jovem guerreira da destruição.
- Acho que o porquê é demasiado obvio. – respondeu uma guerreira que trajava de negro e azul, guerreira essa que as guerreiras juniores calcularam ser Dark Mercury.
- Se as guerreira deste século morressem, nós não existiríamos. – concluiu Júnior Mercúrio, após alguns segundos de reflexão.
- Parece que não é só fama, a guerreira Júnior de Mercúrio é mesmo tão inteligente quanto a guerreira a que sucedeu. – gozou Dark Mars com um sorriso trocista.
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Batalha da Lua branca
Analia estava encostada à parede branca da loja, de braços cruzados.
- Liana vais demorar muito? – pergunta já a perder a paciência.
- Está quase. Bolas Lia! És tão impaciente. – queixa-se Liana ao pôr a cabeça de fora do postigo.
- Já experimentaste metade da loja e ainda não escolheste nada. Já para não falar que estamos aqui à mais de uma hora! – diz Analia zangada, olhando de lado para a amiga.
- Vocês as duas ainda vão demorar muito aí? – pergunta uma rapariga alta, de cabelos loiros presos num rabo de cavalo.
- Reclama aqui com a nossa Pop Star e não comigo. – diz Analia já sem paciência, apontando para o pequeno compartimento, tapado por uma cortina amarela, que certamente estaria atolado de roupa.
Erika, olhou rapidamente para o local e acabou por se por ao lado de Analia, encostando-se também à parede. E com as mãos nos bolsos ia observando a confusão que se estalara na loja de roupa, em época de saldos.
Estavam no século XX à apenas uma semana. Mas aquela fora uma semana um pouco atribulada para as jovens, devido aos ataques das guerreiras negras e às recentes descobertas. Agora que sabiam qual o objectivo do inimigo tinham uma pequena ideia do que ele quereria fazer e era necessário proteger as guerreiras daquele tempo para que uma tragédia não acontecesse. Small Lady era a mais afectada de todas. Como as companheiras achavam que ainda não era a altura de revelarem a sua identidade às guerreiras do século XX, ela era obrigada a esconder-se para não se encontrar com nenhuma delas na rua.
Analia ficou um pouco sobressaltada ao ver uma mulher de cabelos castanhos, extremamente compridos, presos num descaído e fino rabo de cavalo, entrar na loja. Sentia que algo não estava bem com aquele mulher, era como se conseguisse perceber uma certa aura maligna à sua volta.
- Está tudo bem? – perguntou Erika ao aperceber-se do estado da amiga.
- Está, acho eu… - murmurou abanando ligeiramente a cabeça. – Não te preocupes. Acho que estou a ficar parecida com a Rita. – acabou por dizer depois, dando uma leve risada.
- Podemos ir embora! – diz Liana, saindo do compartimento de provas de roupa, de mãos vazias.
- Deixa-me adivinhar… Experimentas-te metade da loja mas não vais levar nada porque é tudo muito antiquado. – gozou Erika.
- Digamos que a roupa deste século não é a mais indicada para mim. Século trinta onde estás tu?
- Cuidado com o que dizes. – sussurra-lhe Analia, dando-lhe uma pequena cotovelada. – Não podemos ser assim tão descuidadas.
- Ai, desculpa! – acaba por se desculpar Liana, apressando o passo e saindo rapidamente da loja.
Cinco raparigas esperavam-nas no exterior da loja, falando alegremente sobre tudo o que já tinham visto naquela cidade, naquele século.
- Estava a ver que nunca mais saiam dali. – diz uma rapariga de cabelos loiros e curtos. – Então Liana? Não me digas que não gostaste de nada?
- Tu também Ana? – berra a rapariga – Já me chega a Erika, não preciso que me gozes também!
- Peço muita desculpa! – diz Ana com um sorriso irónico, o que deixa Liana ainda mais chateada. Reparou que Analia não prestava muita atenção ao que se passava, olhando fixamente para o outro lado da rua. Olhou para o mesmo sitio que ela. – Agora percebo.
Do outro lado da rua, cinco raparigas passeavam, conversando animadamente. Entre elas, uma loira com odangos e uma rapariga de longos cabelos negros discutiam. Sim, já era normal entre elas.
- Quando é que achas que nos devemos mostrar e revelar quem verdadeiramente somos? – perguntou Analia sem nunca tirar os olhos do grupo de raparigas.
- Tu é que és a líder e tenho a certeza que quando o momento chegar tu irás sabê-lo.
Analia sorriu. Todas confiavam nela como líder e como amiga, por vezes tinha medo de falhar e de desapontá-las, por vezes questionava-se se merecia mesmo ser a líder daquele grupo de guerreiras.
- Sempre tão insegura… - comenta Matilde.
- E tu sempre com a capacidade de perceber aquilo que eu sinto… Ás vezes pergunto-me sem tens o poder de ler os pensamentos. – goza Analia, virando-se para a rapariga de cabelos cor de mar.
- Bem, e qu tal irmos ao parque? – propôs Catrina - Gostei tão quando fomos lá da primeira vez…
- Vamos lá então. – diz Lara tomando a dianteira.
***
- Rita, és sempre tão má para mim! – choraminga Bunny após mais uma discussão com Rita.
- Eu? Má? Eu só digo as verdades. Depois vem choramingar a dizer que estás gorda.
Talvez o tempo passa-se e, à sua passagem, as coisas mudassem, as pessoas amadurecessem… Mas aquela rapariga parecia inalterável por mais que o tempo passa-se. Mas nem tudo era mau nisso. Aquelas regulares discussões entre as duas raparigas divertiam as restantes que se riam com gosto da situação.
Dirigiam-se para o parque da cidade, prontas para um piquenique onde pudessem provar as maravilhosas receitas confeccionadas por Maria. Era regular fazerem aquilo assim que o Verão começava e o sol fornecia à cidade o seu inesgotável calor.
Pararam apenas assim que chegaram ao seu local preferido, a grande cerejeira que se encontrava bem no centro do parque. Era ali, desfrutando da sua sombra, que elas passavam a maior parte das tardes, rindo e conversando, aproveitando a aparente paz que se tinha instalado sobre a cidade de Tokio.
Entre risos e brincadeiras, estenderam na relva a talha aos quadrados vermelhos e brancos. Como já era habitual, Bunny foi a primeira a desfrutar das deliciosas comidas que Maria sempre levava.
- É isso mesmo, come tu primeiro que assim, se tiver veneno, és a primeira a morrer. – gozou Rita ao que Bunny fez um ar superior e deu mais uma enorme trinca na fatia de bolo de chocolate que tinha nas mãos.
Abstraída de todas as conversas trocadas pelas amigas, Amy, como já era habitual, lia calmamente um grosso livro encostada ao troco da frondosa árvore. Mas a sua concentração foi perturbada com o barulho de gritos, oriundos da outra extremidade do parque. Um intenso cheiro a fumo preencheu o ar…
Sobressaltadas apressaram-se a ir ao local onde o cheiro e os gritos provinham, mas não estavam nada à espera do cenário de terror que encontraram.
- Dark Mars… - sussurra Rita, reconhecendo uma das oito guerreiras negras que se encontravam no local.
- Conhece-la Rita? – perguntou Amy admirada.
- É a guerreira que me atacou no parque, quando me encontrei com o Gonçalo. – respondeu Rita.
Grande parte da vegetação envolvente ardia por entre intensas chamas, certamente causadas pelos ataques efectuados pela guerreira negra do planeta Marte. Várias pessoas fugiam, assustadas, do local, temendo pelas suas vidas. Alguns raios caiam de vez enquanto, raios lançados por outra guerreira negra já conhecidas das navegantes; Dark Jupiter.
Uma das guerreiras negras, de fato negro e azul-esverdeado, com o cabelo também no mesmo tom de azul e com o mesmo penteado das companheiras, apercebeu-se da presença das cinco raparigas. Um sorriso matreiro dançava nos seus lábios. Com um pequeno gesto da sua mão, fez com que um ataque semelhante a uma enorme onda se dirigisse a elas. Mas…
- Deep Submerge!
Um outro ataque embate contra o da guerreira negra.
- Trazida pelos mares da mudança, Sailor Neptune toma parte activa!
- Trazida pelos ventos da mudança, Sailor Uranus toma parte activa!
- Sou a guerreira da destruição, protegida pelo plante Saturno meu guardião. Sou Sailor Saturn!
***
- O que se passa Lia? – pergunta Catrina ao vê-la um pouco sobressaltada, olhando para todos os lados. Ana parecia estar como ela…
Estavam perto do parque da cidade, mas tinham parado ao aperceberem-se de que Analia e Ana tinha pressentido alguma coisa fora do normal.
- Algo não está bem. – respondeu Ana.
- Uma forte energia maligna abateu-se sobre a cidade.
Todas se viraram para trás, surpreendidas ao ouvir aquela voz familiar. Aquela rapariga de odangos e cabelos rosa estava ali, atrás delas, com uma expressão séria olhando em redor.
- Small Lady! Tu não devias estar aqui! – diz Sónia, um pouco aflita, verificando se as guerreiras do século XX não estariam por ali.
- Não aguentava estar mais fechada naquela casa. – disse Small Lady
visivelmente chateada.
- Small Lady por favor, vai para casa. Algo se está a passar não é seguro estares aqui! – pediu Ana.
- Mas… - tentou retorquir Small Lady.
- Não há mas nem meio mas! Vai para casa Small Lady! – disse Analia com voz autoritária.
Small Lady bufou, frustrada e até mesmo um pouco chateada devido à forma como Analia falara consigo. Deu meia volta e correu pelas ruas pouco movimentadas de Tokio, em direcção à casa onde elas se haviam instalado após chegarem aquele milénio.
- Temos uma missão à nossa espera. – disse Erika – Onde é que a energia é mais concentrada?
- Na direcção do parque. – respondeu Ana.
- Não temos tempo a perder, toca a dar a essas perninhas. – ironizou Erika, começando a correr na direcção indicada por Ana.
Todas as guerreiras lhe seguiram o exemplo, correndo a trás dela, em direcção ao parque da cidade. Mentalmente, todas se preparavam para mais um confronto. Já há muito que não lutavam todas juntas o que lhes provocava um pouco de nervosismo. Deram por si a vaguear por entre as memórias de há um ano atrás, recordando batalhas e dificuldades porque tinham passado.
Entraram no parque e tentaram furar por entre as pessoas que saiam visivelmente assustadas do local, sem nunca abrandar. Puderam correr mais livremente assim que chegaram à zona central do parque, zona essa já deserta. Ana e Analia seguiam à frente, encaminhando as companheiras para o local onde a energia se concentrava. O cheiro a queimado era cada vez mais intenso, um pequeno fumo começava a ser visível. Ficaram surpreendidas assim que chegaram ao local onde tudo decorria.
Oito guerreiras negras estavam ali presentes, bem como as guerreiras navegantes do século XX. Lutavam entre si mas as guerreiras da Lua Branca, notoriamente mais fracas, estavam em clara desvantagem, sendo obrigadas a defenderem-se e não tendo oportunidades de atacar as suas oponentes.
Analia fez sinal às companheiras e todas elas se afastaram um pouco, de modo a não serem vistas. As suas canetas de transformação apareceram diante de si.
- É a primeira vez que lutamos todas juntas com estes novos poderes. Será que conseguiremos formar uma equipa tão boa como antes? – observou Matilde pegando na sua caneta.
- Mas ainda tens dúvidas maninha? – perguntou Erika num tom de gozo, piscando o olho à sua irmã.
- Vamos a isto! – disse confiantemente Analia, erguendo no ar a caneta branca com um cristal esférico no topo, de cor verde intenso. – Pelo poder do coração de Júpiter!
- Pelo poder do coração de Vénus!
- Pelo poder do coração de Mercúrio!
- Pelo poder do coração de Marte!
- Pelo poder do coração de Úrano!
- Pelo poder do coração de Neptuno!
- Pelo poder do coração de Saturno!
- Pelo poder do coração de Plutão!
- PODER SAGRADO!
E, como já era habitual uma explosão de luz de diferentes cores invadiu o local, que mesmo estando a uma distancia considerável do local de batalha, não passou despercebida às várias guerreiras que estavam no local.
- Parece que elas também vieram. – disse Dark Mars num tom de gozo.
- Então isto será bastante interessante. – comentou uma outra guerreira negra, envergando um traje negro e alaranjado, de cabelos loiros e curiosamente soltos.
- Uma batalha é sempre interessante, Dark Venus. – disse Dark Júpiter, colocando-se ao lado da companheira.
- Parece que já sabem que estamos aqui… - disse uma voz, oriunda de uma silhueta em cima de uma árvore próxima.
- E acho que as apresentações também se dispensam entre nós. – desta vez era uma voz diferente, que parecia vir de trás da mesma árvore onde se encontrava a silhueta.
- Se tivermos em conta que elas dizem saber tudo sobre nós, até mesmo a nossa identidade, acho que te posso dar razão Úrano. – outra voz, desta vez, mais próxima que as outras duas.
- E é isso que realmente me preocupa Marte… - o barulho dos seus tacões a embater no chão, os seus cabelos castanhos brilhavam ao serem tocados pela luz do sol, o seu fato branco e verde foi facilmente reconhecido por a maior parte das Iner. - … Como é que elas sabem as nossas identidades e o porquê não nos terem enfrentado directamente e terem viajado para o século XX.
- Isso não importa agora, o que importa é que lhes trocamos as voltas. – a navegante de Úrano saiu do seu esconderijo atrás da árvore e encaminhou-se para a luz. – Afinal, tiveram de nos enfrentar à mesma.
- Mas essas informações não deixam ser importantes. Para lutarmos, devemos saber a razão pelo qual o fazemos. – a silhueta falara em primeiro lugar saltou da árvore, revelando uma guerreira de cabelos ondulados e cor de mar, trajando um fato branco e azul esverdeado.
- A Neptuno tem razão. – a navegante Júnior de Marte também saiu das sombras, sendo seguida por todas as outras guerreiras juniores.
- Eu volto a repetir… - Dark Jupiter deu alguns passos em frente. – Nós queremos vingança! Queremos vingar-nos das guardiãs do Milénio de Cristal!
Júnior Úrano preparava-se para atacar naquele momento, mas Júnior Júpiter fez sinal para que ela não fizesse. Embora contrariada e com uma enorme vontade de descarregar as suas energias sobre as suas inimigas, Júnior Úrano obedeceu.
- Porque querem vingança? E porquê aqui? – interveio Júnior Saturno, a jovem guerreira da destruição.
- Acho que o porquê é demasiado obvio. – respondeu uma guerreira que trajava de negro e azul, guerreira essa que as guerreiras juniores calcularam ser Dark Mercury.
- Se as guerreira deste século morressem, nós não existiríamos. – concluiu Júnior Mercúrio, após alguns segundos de reflexão.
- Parece que não é só fama, a guerreira Júnior de Mercúrio é mesmo tão inteligente quanto a guerreira a que sucedeu. – gozou Dark Mars com um sorriso trocista.
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Spoiler
*suspira* Bem, uma tarde a escrever
É normal que notam uma grande diferença na escrita à medida que o tempo avança, é que parte do capitulo já tinha sido escrito à muito tempo, bem pouco tempo depois de postar o último capitulo... Tive que procurar a pasta da fic nos confins do meu pc x'D. Esta é apenas a primeira parte, prometo que tentarei por brevemente a 2ª 
É normal que notam uma grande diferença na escrita à medida que o tempo avança, é que parte do capitulo já tinha sido escrito à muito tempo, bem pouco tempo depois de postar o último capitulo... Tive que procurar a pasta da fic nos confins do meu pc x'D. Esta é apenas a primeira parte, prometo que tentarei por brevemente a 2ª 
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