Dama de Luxo [+ de 14]
Autor: Lolita
Estado: Primeira temporada quase concluida (irei postar a segunda temporada se gostarem da primeira)
Género: Romance
Idade: Eu pus para maiores de 14, pois apesar de falar desta vida, não tem cenas explicitas, mas mesmo assim faz referencia a algumas coisas que talvez nem todos possam ler.
Nota da autora: Tal como Tango (minha outra fic.), nesta fic. também vai ser as personagens principais a contar a historia,com os seus pensamentos... Postarei os pensamentos de cada personagem de cor diferente (quando postar o primeiro capitulo eu indicarei as cores)
Personagens: Personagens inventadas por mim
Resumo da história: Dama de Luxo é uma história de uma Jovem que é chamada para trabalhar para a prostituta mais famosa de Lisboa. Os seus principios vão além de ser uma prostituta, porém aceita ser uma dama de aluguer. um trabalho perigoso, no qual a verdade e a mentira andam de mãos dadas.
Será que a vida desta jovem vai mudar quando, no seu trabalho encontra o verdadeiro amor?
Indice:
Capitulo 1 -- Página 1
Capitulo 2 -- Página 1
Capitulo 3 -- Página 1
Capitulo 4 -- Página 1
Capitulo 5 -- Página 1
Capitulo 6 -- Página 2
Capitulo 7 -- Página 2
Capitulo 8 -- Pagina 2
Capitulo 9 -- Pagina 2
Capitulo 10 -- Pagina 3
Capitulo 11 -- Pagina 3
Introdução/primeiro capitulo: Ai que trânsito, é este? Quando penso que faz uma hora que saí da faculdade e ainda não cheguei a casa, fico com uma raiva imensa. São nessas horas que todos os Portugueses deve parar para refletir a vida. Agora estou eu encostada com o rosto no volante a espera dos carros andarem. E para piorar a minha vida, o homem que está na minha frente é um lerdo e por sinal barbeiro. E depois são as mulheres que conduzem mal.
O meu nome é Diana Gomez e tenho 19 anos. Nem tão magra e nem tão gorda. Luto para perder os 7 quilos até hoje que ganhei com o maldito ano passado. Loira de olhos azuis, mas que não faz diferença alguma no padrão de beleza da minha faculdade. Antes eu era uma menina simples, que usava óculos, andava de rabo de cavalo e nem gostava de me produzir, sempre sendo motivos de gozação das pessoas. Mas foi ao entrar na faculdade de jornalismo e a sorte foi bater na minha porta e eu recebia-a de braços abertos.
Toda esta mudança se deve a ela, Carolina.Temida por muitos, mas para mim uma fada madrinha que me proporcionou a ter e ser tudo que sou hoje. Dona de uma casa de prostutuição mais famoso e mais quente da cidade, tendo mulheres selecionadas a dedo por ela para trabalhar. Ainda me recordo hoje, quando ela entrou na minha vida.Já há alguns meses que tinha completado os meus 18 anos de idade. Estava eu saindo da faculdade em direção à paragem do autocarro com minhas amigas. Ah! Nessa época não tinha carro e nem pensava nisso. Ela parou o seu carro Jaguar, na minha frente, olhou-me de cima a baixo.
-Você, jovem pode vir aqui, por favor? – disse ela sorrindo para mim.
Eu fiquei assustada, afinal o que aquela senhora que aparentava ter os seus 35 anos de idade queria comigo? As minhas amigas ficaram insistindo e eu me aproximei do carro.
Nota: O pensamento da Diana irá ser sempre escrito em Rosa
Posto mais ainda hoje se tiver coments
Estado: Primeira temporada quase concluida (irei postar a segunda temporada se gostarem da primeira)
Género: Romance
Idade: Eu pus para maiores de 14, pois apesar de falar desta vida, não tem cenas explicitas, mas mesmo assim faz referencia a algumas coisas que talvez nem todos possam ler.
Nota da autora: Tal como Tango (minha outra fic.), nesta fic. também vai ser as personagens principais a contar a historia,com os seus pensamentos... Postarei os pensamentos de cada personagem de cor diferente (quando postar o primeiro capitulo eu indicarei as cores)
Personagens: Personagens inventadas por mim
Resumo da história: Dama de Luxo é uma história de uma Jovem que é chamada para trabalhar para a prostituta mais famosa de Lisboa. Os seus principios vão além de ser uma prostituta, porém aceita ser uma dama de aluguer. um trabalho perigoso, no qual a verdade e a mentira andam de mãos dadas.
Será que a vida desta jovem vai mudar quando, no seu trabalho encontra o verdadeiro amor?
Indice:
Capitulo 1 -- Página 1
Capitulo 2 -- Página 1
Capitulo 3 -- Página 1
Capitulo 4 -- Página 1
Capitulo 5 -- Página 1
Capitulo 6 -- Página 2
Capitulo 7 -- Página 2
Capitulo 8 -- Pagina 2
Capitulo 9 -- Pagina 2
Capitulo 10 -- Pagina 3
Capitulo 11 -- Pagina 3
Introdução/primeiro capitulo: Ai que trânsito, é este? Quando penso que faz uma hora que saí da faculdade e ainda não cheguei a casa, fico com uma raiva imensa. São nessas horas que todos os Portugueses deve parar para refletir a vida. Agora estou eu encostada com o rosto no volante a espera dos carros andarem. E para piorar a minha vida, o homem que está na minha frente é um lerdo e por sinal barbeiro. E depois são as mulheres que conduzem mal.
O meu nome é Diana Gomez e tenho 19 anos. Nem tão magra e nem tão gorda. Luto para perder os 7 quilos até hoje que ganhei com o maldito ano passado. Loira de olhos azuis, mas que não faz diferença alguma no padrão de beleza da minha faculdade. Antes eu era uma menina simples, que usava óculos, andava de rabo de cavalo e nem gostava de me produzir, sempre sendo motivos de gozação das pessoas. Mas foi ao entrar na faculdade de jornalismo e a sorte foi bater na minha porta e eu recebia-a de braços abertos.
Toda esta mudança se deve a ela, Carolina.Temida por muitos, mas para mim uma fada madrinha que me proporcionou a ter e ser tudo que sou hoje. Dona de uma casa de prostutuição mais famoso e mais quente da cidade, tendo mulheres selecionadas a dedo por ela para trabalhar. Ainda me recordo hoje, quando ela entrou na minha vida.Já há alguns meses que tinha completado os meus 18 anos de idade. Estava eu saindo da faculdade em direção à paragem do autocarro com minhas amigas. Ah! Nessa época não tinha carro e nem pensava nisso. Ela parou o seu carro Jaguar, na minha frente, olhou-me de cima a baixo.
-Você, jovem pode vir aqui, por favor? – disse ela sorrindo para mim.
Eu fiquei assustada, afinal o que aquela senhora que aparentava ter os seus 35 anos de idade queria comigo? As minhas amigas ficaram insistindo e eu me aproximei do carro.
Nota: O pensamento da Diana irá ser sempre escrito em Rosa
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1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
Assinatura em construção!
)Assinatura em construção!
Wow, para primeiro capitulo tem muito que se lhe diga. E eu nunca li fics deste tipo. Fiquei meia assustada quando escreveste que ela tinha palavras fortes, mas se nao tem minimo de idade, tudo bem... Gostei da descriçao que a Diana fez a si própria, e de como tudo começou. Decerto que vai ser de meu interesse.
Muito bom. Continua assim!
Muito bom. Continua assim!
| Spoiler: | |
![]() |
http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-gerais-f23/fairy-tales-o-incio-t4901.htm
[email protected] -->Meu MSN, adicionem à vontade!
ups
, não queria assustar ninguem com o meu sentido de "palavras fortes", bom, para dizer a verdade eu e que nao me consegui explicar bem...
eu queria dizer com "palavras fortes" do tipo, de falar de "lesbicas" "prostituição" mas nada de assim de muito forte
ok eu nao me consigo explicar, mas podem ficar descansados porque nao tem nada de cenas "para maiores de 18 anos", posso fazer a referencia que este foi cliente daquele e tal mas nao aprofundo mais o assunto do que isso...
nao sei se agora me fix entender ou nao...
haa e seja bem-vinda, é a primeira leitora!
Vou postar mais um pouco...
-Sim?
-Querida fiquei encantada com a sua beleza – só que me faltava. Uma rica lésbica atrás de mim. Juro que quase falei umas coisas feias para ela – O meu nome é Carolina e estou atrás de meninas para trabalharem comigo.
-Trabalhar? – perguntei. Afinal trabalho era o que estava precisar. – Em que?
-Não acredito que na rua seja o local adequado para falar do trabalho, querida. Acredito que você é o perfil perfeito que estou a precisar.
-Você é empresaria? Está atrás de uma modelo? Bom...eu já fiz curso. – falei as pressas só parando quando percebi o olhar sério dela.
-Depende do ponto de vista de quem ver – sorriu ela – Perdi tempo demais aqui consigo. Preciso ir agora, mas antes disso...Qual é seu nome?
-Diana.
-Belo nome, Diana. Diana eu pago muito bem, fique com o meu cartão. Fico á sua espera! Apareca na sexta-feira.
Peguei o cartão, falamos mais algumas coisas sobre o tipo de trabalho sempre recebendo respostas vagas e ela se foi embora. Nessa mesma semana tudo começou a desandar na minha vida. A minha mãe começou a ter problemas com dinheiro e não estava a encontrar nenhum modo de pagar o apartamento que compramos. E para piorar a situação a minha avó que estava a alguns dias no hospital, tinha piorado e precisava de remédios muito caros, para os quais não tinha-mos dinheiro.
Falei a minha mãe sobre o emprego, mas ela foi tão indiferente que até me assustei. Na sexta feira depois da faculdade, eu e a Mónica, a minha melhor amiga fomos ao local onde o cartão mostrava. Nós gastamos duas passagens de autocarro para chegar lá, mas quando encontramos o local ficamos bastante surpresas. O lugar era uma casa, ou melhor, uma mansão. O lado de fora era vermelho e branco o que deixou eu e a Mónica encantadas. Entramos e identifiquei-me numa recepção que tinha. A Mónica que é bem mais esperta que eu, ficou olhando para todos os detalhes do local.
-Tem algo de errado aqui – disse ela no meu ouvido.
-Porque?
-Olha a quantidade de mulheres e de seguranças que aqui estão.
-Eu acho que é agencia de modelos.
-Não – insistiu – Tem algo muito errado.
E foi ao entrar dentro da casa que tive a certeza que estava tudo erradissimo. Sofás vermelhos, palcos, mesas redondas, o que mostrava que aquilo era tudo, menos uma agencia de modelos. Pensei que era uma boate, mas quando vi uma mulher andar pelo local com os trajes que não trazia tive a prova que estava numa casa de prostituição. Fui às pressas até a porta, mas escutei a voz da Carolina.
-Algo me falava que você viria.
era disto que tava mais ou menos a falar... em que algumas cenas falavam de casas de prostituição e assim, mas é só neste capitulo, porque nos seguintes já não vai abordar tanto destes assuntos...
posto mais ainda hoje se houver mais comentários
, não queria assustar ninguem com o meu sentido de "palavras fortes", bom, para dizer a verdade eu e que nao me consegui explicar bem...eu queria dizer com "palavras fortes" do tipo, de falar de "lesbicas" "prostituição" mas nada de assim de muito forte

ok eu nao me consigo explicar, mas podem ficar descansados porque nao tem nada de cenas "para maiores de 18 anos", posso fazer a referencia que este foi cliente daquele e tal mas nao aprofundo mais o assunto do que isso...

nao sei se agora me fix entender ou nao...
haa e seja bem-vinda, é a primeira leitora!

Vou postar mais um pouco...
-Sim?
-Querida fiquei encantada com a sua beleza – só que me faltava. Uma rica lésbica atrás de mim. Juro que quase falei umas coisas feias para ela – O meu nome é Carolina e estou atrás de meninas para trabalharem comigo.
-Trabalhar? – perguntei. Afinal trabalho era o que estava precisar. – Em que?
-Não acredito que na rua seja o local adequado para falar do trabalho, querida. Acredito que você é o perfil perfeito que estou a precisar.
-Você é empresaria? Está atrás de uma modelo? Bom...eu já fiz curso. – falei as pressas só parando quando percebi o olhar sério dela.
-Depende do ponto de vista de quem ver – sorriu ela – Perdi tempo demais aqui consigo. Preciso ir agora, mas antes disso...Qual é seu nome?
-Diana.
-Belo nome, Diana. Diana eu pago muito bem, fique com o meu cartão. Fico á sua espera! Apareca na sexta-feira.
Peguei o cartão, falamos mais algumas coisas sobre o tipo de trabalho sempre recebendo respostas vagas e ela se foi embora. Nessa mesma semana tudo começou a desandar na minha vida. A minha mãe começou a ter problemas com dinheiro e não estava a encontrar nenhum modo de pagar o apartamento que compramos. E para piorar a situação a minha avó que estava a alguns dias no hospital, tinha piorado e precisava de remédios muito caros, para os quais não tinha-mos dinheiro.
Falei a minha mãe sobre o emprego, mas ela foi tão indiferente que até me assustei. Na sexta feira depois da faculdade, eu e a Mónica, a minha melhor amiga fomos ao local onde o cartão mostrava. Nós gastamos duas passagens de autocarro para chegar lá, mas quando encontramos o local ficamos bastante surpresas. O lugar era uma casa, ou melhor, uma mansão. O lado de fora era vermelho e branco o que deixou eu e a Mónica encantadas. Entramos e identifiquei-me numa recepção que tinha. A Mónica que é bem mais esperta que eu, ficou olhando para todos os detalhes do local.
-Tem algo de errado aqui – disse ela no meu ouvido.
-Porque?
-Olha a quantidade de mulheres e de seguranças que aqui estão.
-Eu acho que é agencia de modelos.
-Não – insistiu – Tem algo muito errado.
E foi ao entrar dentro da casa que tive a certeza que estava tudo erradissimo. Sofás vermelhos, palcos, mesas redondas, o que mostrava que aquilo era tudo, menos uma agencia de modelos. Pensei que era uma boate, mas quando vi uma mulher andar pelo local com os trajes que não trazia tive a prova que estava numa casa de prostituição. Fui às pressas até a porta, mas escutei a voz da Carolina.
-Algo me falava que você viria.
era disto que tava mais ou menos a falar... em que algumas cenas falavam de casas de prostituição e assim, mas é só neste capitulo, porque nos seguintes já não vai abordar tanto destes assuntos...
posto mais ainda hoje se houver mais comentários
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
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Lolita escreveu:ups, não queria assustar ninguem com o meu sentido de "palavras fortes", bom, para dizer a verdade eu e que nao me consegui explicar bem...
eu queria dizer com "palavras fortes" do tipo, de falar de "lesbicas" "prostituição" mas nada de assim de muito forte
ok eu nao me consigo explicar, mas podem ficar descansados porque nao tem nada de cenas "para maiores de 18 anos", posso fazer a referencia que este foi cliente daquele e tal mas nao aprofundo mais o assunto do que isso...
nao sei se agora me fix entender ou nao...
É claro. Também ninguém vai ter um ataque se ler umas quantas "frases fortes". Creio que todos, ou pelo menos maior parte do pessoal do forum já sabem do que estão a ler e que não levem a mal.
| Spoiler: | |
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http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-gerais-f23/fairy-tales-o-incio-t4901.htm
[email protected] -->Meu MSN, adicionem à vontade!
Karen_95 escreveu:Lolita escreveu:ups, não queria assustar ninguem com o meu sentido de "palavras fortes", bom, para dizer a verdade eu e que nao me consegui explicar bem...
eu queria dizer com "palavras fortes" do tipo, de falar de "lesbicas" "prostituição" mas nada de assim de muito forte
ok eu nao me consigo explicar, mas podem ficar descansados porque nao tem nada de cenas "para maiores de 18 anos", posso fazer a referencia que este foi cliente daquele e tal mas nao aprofundo mais o assunto do que isso...
nao sei se agora me fix entender ou nao...
É claro. Também ninguém vai ter um ataque se ler umas quantas "frases fortes". Creio que todos, ou pelo menos maior parte do pessoal do forum já sabem do que estão a ler e que não levem a mal.
espero que sim, porque por causa dessas palavras tive um pouco de receio em postar esta fic.
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
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Assinatura em construção!
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Eh pah.... uma coisa é capitulos curtinhos... outra coisa é isto...
Eh pah pelo amor da santa... isto quanto muito e um prologo... tens metade d uma folha do word s tanto... pralem d que tá toda em cor d rosa
Bem e a historia... quer dizer pode n ter palabrões nem cenas explicitas, mas a historia em si não é pra ler em tdas as idades daki do forum penso eu.... não esta mt mal escrita mas tá ridiculamente minuscula! tenta aumentar os capitulos... e boa escrita
(Pralem d que temporadas são nas séries... mas prontes)
Eh pah pelo amor da santa... isto quanto muito e um prologo... tens metade d uma folha do word s tanto... pralem d que tá toda em cor d rosa
Bem e a historia... quer dizer pode n ter palabrões nem cenas explicitas, mas a historia em si não é pra ler em tdas as idades daki do forum penso eu.... não esta mt mal escrita mas tá ridiculamente minuscula! tenta aumentar os capitulos... e boa escrita

(Pralem d que temporadas são nas séries... mas prontes)
Muito obrigada pela opinião...
Eu pus esse capitulo em cor de rosa porque a historia vai ser contada por duas pessoas, por isso vou por os pensamentos de cada um em cores diferentes para osleitores saberem distingui-los...
Foi isso mesmo que ainda não tinha conseguido encontrar as palavras certas para dizer, não a fic. não tem palavrões nenhuns nem tem cenas explicitas, e talvez tenhas razão, por isso vou mudar a idade talvez para maiores de 14, mas ainda não sei...
ok, a partir de agora vou aumentar mais os capitulos,muito obrigada pela opinião
Eu pus esse capitulo em cor de rosa porque a historia vai ser contada por duas pessoas, por isso vou por os pensamentos de cada um em cores diferentes para osleitores saberem distingui-los...
Foi isso mesmo que ainda não tinha conseguido encontrar as palavras certas para dizer, não a fic. não tem palavrões nenhuns nem tem cenas explicitas, e talvez tenhas razão, por isso vou mudar a idade talvez para maiores de 14, mas ainda não sei...
ok, a partir de agora vou aumentar mais os capitulos,muito obrigada pela opinião
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
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Olá!
Bem... que historia!
Realmente aquela casa por fora é uma coisa e por dentro é outra :$
A menina devia saber que nunca devia falar com estranhos né mas como era uma senhora, pronto...
Tá muito mas mto fixe! Quero que postes a continuação dela até ao fim! ok? diz que sim!! ah e com caps maiores!
(icone a babar-se)
Já né!
Bem... que historia!
Realmente aquela casa por fora é uma coisa e por dentro é outra :$
A menina devia saber que nunca devia falar com estranhos né mas como era uma senhora, pronto...
Tá muito mas mto fixe! Quero que postes a continuação dela até ao fim! ok? diz que sim!! ah e com caps maiores!
(icone a babar-se)
Já né!
e é já mesmo 
-Acho que tenho que ir embora! – falei tentando desviar o olhar dela.
-Já querida? – perguntou ela se aproximando cada vez mais de mim – Gostou da minha casa.
-Acredito que me equivoquei no tipo de trabalho que você iria oferecer-me – falei tentando ficar séria e sem mostrar como estava nervosa com ela a olhar para mim.
-O que foi querida? Não tenha medo de mim! – falou quando desviei o olhar do dela – Algo contra o meu estabelecimento?
-Nada contra, mas também nada a favor. Eu tive que apanhar dois autocarros atrás de emprego e quando chego aqui me deparo com uma casa destas? A senhora confundiu-me, pois não sou nenhuma mulher da vida. Se quer uma prostituta que vá a noite na rua e encontre uma – falei indignada – Sou uma menina de respeito! Não daria esse desgosto para a minha família. Não estou tão necessitada ao ponto de vender meu próprio corpo.
-Calma! Tudo tem um preço e pode ganhar muito comigo.
-A Senhora não me compra com seu dinheiro. Vou embora, pois vejo que perdi o meu tempo – disse saindo arritada do local.
-Espere – falou ela indo atrás de mim
-O que quer? – perguntei ainda irritada.
-Você já fez teatro?
-Já sim, mas parei de fazer quando entrei na faculdade. Porque?
-Menina – riu e não sei até hoje se foi de mim – hoje é seu dia de sorte.
E foi a partir desse dia que a minha vida mudou. Carolina fez-me uma proposta que á primeira eu hesitei mas depois não pude deixar de aceitar. Não faria nada de errado e nem precisava entregar o que tenho de mais precioso no momento. Sim, eu sou virgem! 19 anos e virgem sei que é uma raridade. Isso surpreendeu Carolina, e acredito que ganhei mais credibilidade com ela.Pois é, sou uma das damas de luxo da casa dela. Já faz meses que trabalho para ela e já tenho clientes que sempre escolhem-me. Um emprego que no máximo eu faço é mentir e trocar alguns beijos com a pessoa. Os homens contratam-me para fingir que sou sua filha, esposa, namorada. A minha mãe ao principio não gostou e até hoje não gosta, mas acabou por aceitar, pois comecei a ajudar muito mais monetariamente la em casa. Não, ela não é interesseira! Até financiar um negocio de moda para a minha mãe e minha avó, eu ajudei. Não falo o quanto ganho, mas a quantidade de zeros que tenho no meu ordenado anima bem a minha conta.
Finalmente cheguei em casa depois do transito que está nos dias de hoje. Entrei em casa e vi minha avó e minha mãe a almoçar.
-Olá – disse
-Chegaste tarde! Demoraste tanto que almoçamos – disse a minha avó.
-Vou buscar o teu almoço – falou a minha mãe – a sua avó fez batatas fritas como gostas.
-Que bom! – sorri.
Amo as duas e elas são a minha família. Desde que o meu pai abandonou-me a mim e á minha mãe, elas fazem de tudo para dar-me de tudo do melhor. A minha mãe tem que ter dois empregos para tentar sustentar-me a mim e á minha avó e minha avó trabalha até altas horas da noite como costureira. Cresci a estudar em colégios e de ensino bom e hoje acho-me na obrigação de proporcionar a elas tudo que elas me proporcionaram e ainda me proporcionam.
Passei a tarde toda a estudar, pois sabia que hoje, sexta-feira, era dia de trabalho. De tão exausta que estava acabei por adormecer, sendo, algum tempo depois, acordada com o meu telemóvel a tocar.
-Estou? – falei sonolenta sem olhar ao menos quem era.
-Diana? Sou eu, a Dora!
Dora é filha de Carolina. Ela trabalha na seleção dos trabalhos para cada rapariga. Ela tem a mesma idade que a minha e está na mesma faculdade, apenas diferindo no curso. Eu estou em jornalismo, ela em administração. O que Carolina ganha, e olhem que ganha muito dinheiro, dá tudo para a Dora, não quer que lhe falte nada e não admite que ela entre nesta vida.
-Olá Dora, o que foi?
-Pelo jeito que falas estavas a dormir.
-Sim. Passei a tarde a estudar e deitei-me um pouco para descansar.
-Trabalho para ti.
-Qual? Que não seja nenhum deputado velho chato essa semana, que quer falar para uma menina que é meu namorado – disse lembrando-me do velho de 50 anos da semana passada.
-Não – riu ela – Vais fazer um trabalho noutro país.
ri - ai agora quase que me ia apanhando, vá a serio, onde é mesmo para eu ir?
- Estou a falar a sério, tens que ir para outro país.
– Oh não, tudo menos ir para outro país - fiquei cruzando os dedos até ela falar.
-É um trabalho para um empresário de Espanha e podes ter certeza que ganharás muito bem. Ele está a precisar de uma esposa e de uma filha.
-Não me diga que sou a esposa.
-Não. A minha mãe falou para ele que serias mais útil sendo a filha e a Patricia ( uma das prostitutas mais bem pagas daquela casa) vai ser a esposa.
-Quando nós vamos para Espanha?
-Bom, eu preciso de ti daqui a 1 hora. Traz roupa que talvez possas ficar lá alguns dias.
-E só me avisas agora? – falei revoltada.
-Só deu para te avisar agora.
Desliguei e fui me arrumar as minhas coisas à pressa. O meu trabalho exigia que ficasse livre nos meus fins de semana. Tomei um banho, vesti-me e fui para o meu trabalho.

-Acho que tenho que ir embora! – falei tentando desviar o olhar dela.
-Já querida? – perguntou ela se aproximando cada vez mais de mim – Gostou da minha casa.
-Acredito que me equivoquei no tipo de trabalho que você iria oferecer-me – falei tentando ficar séria e sem mostrar como estava nervosa com ela a olhar para mim.
-O que foi querida? Não tenha medo de mim! – falou quando desviei o olhar do dela – Algo contra o meu estabelecimento?
-Nada contra, mas também nada a favor. Eu tive que apanhar dois autocarros atrás de emprego e quando chego aqui me deparo com uma casa destas? A senhora confundiu-me, pois não sou nenhuma mulher da vida. Se quer uma prostituta que vá a noite na rua e encontre uma – falei indignada – Sou uma menina de respeito! Não daria esse desgosto para a minha família. Não estou tão necessitada ao ponto de vender meu próprio corpo.
-Calma! Tudo tem um preço e pode ganhar muito comigo.
-A Senhora não me compra com seu dinheiro. Vou embora, pois vejo que perdi o meu tempo – disse saindo arritada do local.
-Espere – falou ela indo atrás de mim
-O que quer? – perguntei ainda irritada.
-Você já fez teatro?
-Já sim, mas parei de fazer quando entrei na faculdade. Porque?
-Menina – riu e não sei até hoje se foi de mim – hoje é seu dia de sorte.
E foi a partir desse dia que a minha vida mudou. Carolina fez-me uma proposta que á primeira eu hesitei mas depois não pude deixar de aceitar. Não faria nada de errado e nem precisava entregar o que tenho de mais precioso no momento. Sim, eu sou virgem! 19 anos e virgem sei que é uma raridade. Isso surpreendeu Carolina, e acredito que ganhei mais credibilidade com ela.Pois é, sou uma das damas de luxo da casa dela. Já faz meses que trabalho para ela e já tenho clientes que sempre escolhem-me. Um emprego que no máximo eu faço é mentir e trocar alguns beijos com a pessoa. Os homens contratam-me para fingir que sou sua filha, esposa, namorada. A minha mãe ao principio não gostou e até hoje não gosta, mas acabou por aceitar, pois comecei a ajudar muito mais monetariamente la em casa. Não, ela não é interesseira! Até financiar um negocio de moda para a minha mãe e minha avó, eu ajudei. Não falo o quanto ganho, mas a quantidade de zeros que tenho no meu ordenado anima bem a minha conta.
Finalmente cheguei em casa depois do transito que está nos dias de hoje. Entrei em casa e vi minha avó e minha mãe a almoçar.
-Olá – disse
-Chegaste tarde! Demoraste tanto que almoçamos – disse a minha avó.
-Vou buscar o teu almoço – falou a minha mãe – a sua avó fez batatas fritas como gostas.
-Que bom! – sorri.
Amo as duas e elas são a minha família. Desde que o meu pai abandonou-me a mim e á minha mãe, elas fazem de tudo para dar-me de tudo do melhor. A minha mãe tem que ter dois empregos para tentar sustentar-me a mim e á minha avó e minha avó trabalha até altas horas da noite como costureira. Cresci a estudar em colégios e de ensino bom e hoje acho-me na obrigação de proporcionar a elas tudo que elas me proporcionaram e ainda me proporcionam.
Passei a tarde toda a estudar, pois sabia que hoje, sexta-feira, era dia de trabalho. De tão exausta que estava acabei por adormecer, sendo, algum tempo depois, acordada com o meu telemóvel a tocar.
-Estou? – falei sonolenta sem olhar ao menos quem era.
-Diana? Sou eu, a Dora!
Dora é filha de Carolina. Ela trabalha na seleção dos trabalhos para cada rapariga. Ela tem a mesma idade que a minha e está na mesma faculdade, apenas diferindo no curso. Eu estou em jornalismo, ela em administração. O que Carolina ganha, e olhem que ganha muito dinheiro, dá tudo para a Dora, não quer que lhe falte nada e não admite que ela entre nesta vida.
-Olá Dora, o que foi?
-Pelo jeito que falas estavas a dormir.
-Sim. Passei a tarde a estudar e deitei-me um pouco para descansar.
-Trabalho para ti.
-Qual? Que não seja nenhum deputado velho chato essa semana, que quer falar para uma menina que é meu namorado – disse lembrando-me do velho de 50 anos da semana passada.
-Não – riu ela – Vais fazer um trabalho noutro país.
ri - ai agora quase que me ia apanhando, vá a serio, onde é mesmo para eu ir?
- Estou a falar a sério, tens que ir para outro país.
– Oh não, tudo menos ir para outro país - fiquei cruzando os dedos até ela falar.
-É um trabalho para um empresário de Espanha e podes ter certeza que ganharás muito bem. Ele está a precisar de uma esposa e de uma filha.
-Não me diga que sou a esposa.
-Não. A minha mãe falou para ele que serias mais útil sendo a filha e a Patricia ( uma das prostitutas mais bem pagas daquela casa) vai ser a esposa.
-Quando nós vamos para Espanha?
-Bom, eu preciso de ti daqui a 1 hora. Traz roupa que talvez possas ficar lá alguns dias.
-E só me avisas agora? – falei revoltada.
-Só deu para te avisar agora.
Desliguei e fui me arrumar as minhas coisas à pressa. O meu trabalho exigia que ficasse livre nos meus fins de semana. Tomei um banho, vesti-me e fui para o meu trabalho.
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
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)Assinatura em construção!
gOSH....
Vamos lá ver se as coisas de fazer teatro nao vai mudar a vida dela como ser violada pelo espanhol ou algo assim...
isto enerva-me! Faz-me lembrar a gaja... a alcoviteira em auto da barca do inferno.. as chefes que comentiam lenocidio deviam ser punidas!
Brggg!
Mas Adorei, com todas as letras e feitios
Estava fabuloso!
Espero pela continuação!
Ja né!
Vamos lá ver se as coisas de fazer teatro nao vai mudar a vida dela como ser violada pelo espanhol ou algo assim...
isto enerva-me! Faz-me lembrar a gaja... a alcoviteira em auto da barca do inferno.. as chefes que comentiam lenocidio deviam ser punidas!
Brggg!
Mas Adorei, com todas as letras e feitios
Estava fabuloso!
Espero pela continuação!
Ja né!
Ao chegar entrei pelos fundos, como sempre faço, para evitar que alguém me reconheça.
-Olá Diana – disse Pedro o segurança e motorista daquela casa.
-Olá Pedro! Já vi que hoje isto está ao rubro – falei olhando para o relógio e vendo que não passava das 7 da noite e já encontrava o local cheio de carros.
-Está a haver uma despedida de solteiro. Acredito que isso aqui mais tarde vai está um inferno.
Entrei e fui direto para o camarim onde as meninas vesatiam-se a maquilhavam-se.
-Boa noite! – falei.
-Ainda bem que chegaste – disse Carolina com muita pressa – Vai te arrumar que o Pedro vai levar-vos para o aeroporto.
-Eu volto quando?
-Domingo já estarás aqui. A Patricia ficará mais tempo, mas tu no Domingo já disse que te quero aqui.
-Ótimo! – falei indo até o local onde guardava os meus brinquedos de luxo que trabalho.
Carolina tinha-me me dado várias perucas e lentes de contato de diversas cores para evitar que me reconhecesse quando estivesse em trabalhando.
-Loira, Morena ou Ruiva? – perguntou a Dora pegando nas perucas.
-Já me vejo loira todos os dias. Eu quero ser morena de olhos verdes.
-Cabelos longos ou curtos?
-Médios. Eu vou usar essa – pegando uma peruca lisa com as pontas encaracoladas.
Coloquei tudo, vestime e olhei-me ao espelho. Eu estava uma morena linda e bastante diferente da loira que sou.
-Serás Vanessa, filha de Mariana. Estudou na Inglaterra e veio recentemente visitar os seus pais. – falou Carolina entregando-me uma pasta cheia de informações.
-Vai haver alguma festa hoje? – perguntei.
-Sim e minha mãe alugou um vestido preto para, ele é divino – disse Dora.
-Quero ver – sorri, curiosa.
-Depois.
-E o trabalho é para que? - Disse Patricia entrendo.
-O empresário Roberto precisa de uma família sólida e bela para apresentar ao seu chefe.
-O trabalho sujo, eu faço querida – disse Patricia.
-Oi Patricia!
-Oi querida! – senti ela forçando um sorriso.
Ela morria e morre de inveja de mim, porque Carolina arranjava-me trabalhos maravilhosos e nem precisava de me prostituir. Temos pena, que se dane ela e o veneno dela. Não vou dar bola para aqueles que me odeiam.
O Pedro deixou-nos no aeroporto e logo embarcamos. Agum tempo depois já estávamos em Espanha. Eu e ela ao chegarmos fomos a casa de banho e trocamo-nos. O vestido preto que Carolina tinha alugado era inexplicavelmente lindo. Quando saí-mos encontramos um carro preto á nossa espera. Nós entramos e vimos um homem bem vestido, com a aparência de ter uns 40 anos de idade que nos olhava.
-Boa noite! – disse ele
-Boa noite! – falamos
-Meu nome é Roberto Fernandes. Acredito que Carolina passou informações ao meu respeito para vocês.
-Somos um casal e ela é sua enteada – falou Patricia encarando ele séria.
-Muito bem! Somos uma família muito feliz! O que vocês não souberem não falem. Iremos a uma festa na casa do meu chefe onde terá as principais famílias da alta sociedade de Espanha. Contratei vocês porque a Carolina disse-me que são as melhores e as mais lindas. – sorriu.
-Mas alguma informação? – perguntei.
-Não. Você será Vanessa e você – olhando para Patricia – será a Mariana a minha esposa.
Depois de uma série de informações, nós fomos a festa. Quando chegamos vimos a casa e fiquei encantada com o seu tamanho. A quantidade de carros só mostrava a quantidade de pessoas que tinha. Definitivamente aquele seria um trabalho importante. Toquei no meu cabelo e percebi que estava firme. Descemos do carro e vi o Roberto dando o braço para a Patricia segurar.
Entramos na casa e fiquei admirada com o luxo e a elegância que aquele local tinha. A minha mãe iria amar a decoração. Os moveis tinham cor de marfim combinando com a parede branco gelo. Segui Roberto que apresentava a nós para várias pessoas.
-Linda sua filha e esposa, Roberto – falou a mulher do chefe dele.
-Obrigada! A Senhora que é bonita e está divina com esse vestido – assumo que sei fazer as pessoas me adorarem. Só precisa falar alguns elogios e aumentar a auto estima da pessoa.
Foi isso que aconteceu! A senhora que se chamava Gabriela começou a conversar comigo e fiz vários elogios ao meu suposto pai para ela. Definitivamente, aquele homem sairia daquela festa com a sua aparencia bem cuidada, pois ele era um bom pai, irmão e amigo.
-Sua filha e encantadora! – falou ela para o Roberto.
-Cuido muito dela! Tenho medo que algo a aconteça – falou Roberto sorridente – Eu e meu amor fazemos de tudo para dar a melhor educação para ela.
-Eu tive muita sorte de ter uma filha e um marido tão maravilhoso.
-Teve mesmo, Mariana! Mas eu também tive sorte com o meu marido e o meu filho. Você tem que idade querida? – perguntou ela olhando-me.
-19 anos.
-Meu filho tem 20 anos. Trabalha na empresa do pai. Um moço muito lindo e simpático que tenho a certeza que você adoraria conhecer – Ótimo! Irei conhecer a família toda. Eu quero a minha casa! Este trabalho está a começar a ser chato de mais! As vezes bate-me o arrependimento de mentir, mas nesta vida quando se entra vicia-se.
-Boa noite! – falou um homem de cabelos grisalhos, alto, moreno, dotado de uma voz forte.
-Boa noite, Henrique! Essa é minha família – olhando para mim e para Patricia – Mariana minha esposa e a minha quase filha, Vanessa. Meus amores, esse é Henrique.
-O meu marido fala muito do senhor.
-Espero que sejam coisas boas! – sorriu Henrique – É muito difícil nos dias de hoje, as pessoas gostarem-se no trabalho. Um mundo cheio de rivalidade e ambição.
-Mas o meu pai só fala coisas maravilhosas do senhor e acredito que ele não mediu os elogios que fez a si. O senhor aparenta ser um homem forte e por sinal muito elegante. Sinto-me muito honrada em conhece-lo esta noite. O meu pai exemplifica o senhor pelo seu óptimo caráter.
-Vejo que a sua filha puxou a si, Roberto! – falou Henrique.
-Apesar de não ser a minha filha de sangue, segue os meus passos. Acredito que ela e sua mãe foram anjos que apareceram em minha vida.
-Não fale assim, meu amor – colocando as mãos sobre o rosto do Roberto – que fico emocionada.
Premio do Oscar de melhor atriz coadjuvante para a Patricia e uma salva que palmas para a minha atuação. O Roberto e Henrique foram para uma sala conversar coisas de homens e fumar um charuto, já Patricia foi com Gabriela, a esposa de Henrique falar sobre moda. Eu...aproveitei para respirar um pouco e conhecer a casa.
Fiquei caminhando pelo jardim vendo as estrelas e imaginando o que a Mónica e a Dora estavam a fazer. O que eu mais desejava era ter um fim de semana nós três juntas na praia, divertindo-nos. Isso era tão difícil! Só nos encontrava-mos na faculdade e saia-mos depois da aula.
Olhei para o relógio e vi que já passavam das 2 da manhã, mas sabia que a Mónica ainda estava acordada.Decidi ligar para ela.
-Bonitinha da minha vida! Por onde anda a dama de luxo mais famosa desta cidade?
-Só se for dama de lixo – ri – Eu estou a fazer um trabalho básico em Espanha.
-Uau, hoje vai até Espanha, amanhã conquistará o mundo.
-Cala boca, sua tontinha! Falas demais – fiquei triste.
-Desculpa linda! Sabes que falo estas coisas porque gostaria de estar contigo.
-Trabalho Mónica! Com o dinheiro que ganhar estes dias irei pedir uma folga a Carolina.
-Pede mesmo! Já gostei mais. Mas conta-me...Estás numa festa?
-Sim, numa mega festa.
-Rapazes giros?
-Só pensas neles? Até agora só homens e velhos.
- Poxa, nunca tens sorte.
-Sorte só com o dinheiro, porque no amor eu não tenho faz já muito tempo. – falei rápido virando em direção a porta e dando um encontrão numa pessoa. Meu telemovel caiu no chão.
-O meu telemóvel – Gritei me abaixando e pegando ele no chão.
Peguei o meu telemóvel que teve um leve arranhão que se tinha desligado, fui olhar para a pessoa com quem tinha dado um encontrão, fiquei encantada com a sua beleza.
-Olá Diana – disse Pedro o segurança e motorista daquela casa.
-Olá Pedro! Já vi que hoje isto está ao rubro – falei olhando para o relógio e vendo que não passava das 7 da noite e já encontrava o local cheio de carros.
-Está a haver uma despedida de solteiro. Acredito que isso aqui mais tarde vai está um inferno.
Entrei e fui direto para o camarim onde as meninas vesatiam-se a maquilhavam-se.
-Boa noite! – falei.
-Ainda bem que chegaste – disse Carolina com muita pressa – Vai te arrumar que o Pedro vai levar-vos para o aeroporto.
-Eu volto quando?
-Domingo já estarás aqui. A Patricia ficará mais tempo, mas tu no Domingo já disse que te quero aqui.
-Ótimo! – falei indo até o local onde guardava os meus brinquedos de luxo que trabalho.
Carolina tinha-me me dado várias perucas e lentes de contato de diversas cores para evitar que me reconhecesse quando estivesse em trabalhando.
-Loira, Morena ou Ruiva? – perguntou a Dora pegando nas perucas.
-Já me vejo loira todos os dias. Eu quero ser morena de olhos verdes.
-Cabelos longos ou curtos?
-Médios. Eu vou usar essa – pegando uma peruca lisa com as pontas encaracoladas.
Coloquei tudo, vestime e olhei-me ao espelho. Eu estava uma morena linda e bastante diferente da loira que sou.
-Serás Vanessa, filha de Mariana. Estudou na Inglaterra e veio recentemente visitar os seus pais. – falou Carolina entregando-me uma pasta cheia de informações.
-Vai haver alguma festa hoje? – perguntei.
-Sim e minha mãe alugou um vestido preto para, ele é divino – disse Dora.
-Quero ver – sorri, curiosa.
-Depois.
-E o trabalho é para que? - Disse Patricia entrendo.
-O empresário Roberto precisa de uma família sólida e bela para apresentar ao seu chefe.
-O trabalho sujo, eu faço querida – disse Patricia.
-Oi Patricia!
-Oi querida! – senti ela forçando um sorriso.
Ela morria e morre de inveja de mim, porque Carolina arranjava-me trabalhos maravilhosos e nem precisava de me prostituir. Temos pena, que se dane ela e o veneno dela. Não vou dar bola para aqueles que me odeiam.
O Pedro deixou-nos no aeroporto e logo embarcamos. Agum tempo depois já estávamos em Espanha. Eu e ela ao chegarmos fomos a casa de banho e trocamo-nos. O vestido preto que Carolina tinha alugado era inexplicavelmente lindo. Quando saí-mos encontramos um carro preto á nossa espera. Nós entramos e vimos um homem bem vestido, com a aparência de ter uns 40 anos de idade que nos olhava.
-Boa noite! – disse ele
-Boa noite! – falamos
-Meu nome é Roberto Fernandes. Acredito que Carolina passou informações ao meu respeito para vocês.
-Somos um casal e ela é sua enteada – falou Patricia encarando ele séria.
-Muito bem! Somos uma família muito feliz! O que vocês não souberem não falem. Iremos a uma festa na casa do meu chefe onde terá as principais famílias da alta sociedade de Espanha. Contratei vocês porque a Carolina disse-me que são as melhores e as mais lindas. – sorriu.
-Mas alguma informação? – perguntei.
-Não. Você será Vanessa e você – olhando para Patricia – será a Mariana a minha esposa.
Depois de uma série de informações, nós fomos a festa. Quando chegamos vimos a casa e fiquei encantada com o seu tamanho. A quantidade de carros só mostrava a quantidade de pessoas que tinha. Definitivamente aquele seria um trabalho importante. Toquei no meu cabelo e percebi que estava firme. Descemos do carro e vi o Roberto dando o braço para a Patricia segurar.
Entramos na casa e fiquei admirada com o luxo e a elegância que aquele local tinha. A minha mãe iria amar a decoração. Os moveis tinham cor de marfim combinando com a parede branco gelo. Segui Roberto que apresentava a nós para várias pessoas.
-Linda sua filha e esposa, Roberto – falou a mulher do chefe dele.
-Obrigada! A Senhora que é bonita e está divina com esse vestido – assumo que sei fazer as pessoas me adorarem. Só precisa falar alguns elogios e aumentar a auto estima da pessoa.
Foi isso que aconteceu! A senhora que se chamava Gabriela começou a conversar comigo e fiz vários elogios ao meu suposto pai para ela. Definitivamente, aquele homem sairia daquela festa com a sua aparencia bem cuidada, pois ele era um bom pai, irmão e amigo.
-Sua filha e encantadora! – falou ela para o Roberto.
-Cuido muito dela! Tenho medo que algo a aconteça – falou Roberto sorridente – Eu e meu amor fazemos de tudo para dar a melhor educação para ela.
-Eu tive muita sorte de ter uma filha e um marido tão maravilhoso.
-Teve mesmo, Mariana! Mas eu também tive sorte com o meu marido e o meu filho. Você tem que idade querida? – perguntou ela olhando-me.
-19 anos.
-Meu filho tem 20 anos. Trabalha na empresa do pai. Um moço muito lindo e simpático que tenho a certeza que você adoraria conhecer – Ótimo! Irei conhecer a família toda. Eu quero a minha casa! Este trabalho está a começar a ser chato de mais! As vezes bate-me o arrependimento de mentir, mas nesta vida quando se entra vicia-se.
-Boa noite! – falou um homem de cabelos grisalhos, alto, moreno, dotado de uma voz forte.
-Boa noite, Henrique! Essa é minha família – olhando para mim e para Patricia – Mariana minha esposa e a minha quase filha, Vanessa. Meus amores, esse é Henrique.
-O meu marido fala muito do senhor.
-Espero que sejam coisas boas! – sorriu Henrique – É muito difícil nos dias de hoje, as pessoas gostarem-se no trabalho. Um mundo cheio de rivalidade e ambição.
-Mas o meu pai só fala coisas maravilhosas do senhor e acredito que ele não mediu os elogios que fez a si. O senhor aparenta ser um homem forte e por sinal muito elegante. Sinto-me muito honrada em conhece-lo esta noite. O meu pai exemplifica o senhor pelo seu óptimo caráter.
-Vejo que a sua filha puxou a si, Roberto! – falou Henrique.
-Apesar de não ser a minha filha de sangue, segue os meus passos. Acredito que ela e sua mãe foram anjos que apareceram em minha vida.
-Não fale assim, meu amor – colocando as mãos sobre o rosto do Roberto – que fico emocionada.
Premio do Oscar de melhor atriz coadjuvante para a Patricia e uma salva que palmas para a minha atuação. O Roberto e Henrique foram para uma sala conversar coisas de homens e fumar um charuto, já Patricia foi com Gabriela, a esposa de Henrique falar sobre moda. Eu...aproveitei para respirar um pouco e conhecer a casa.
Fiquei caminhando pelo jardim vendo as estrelas e imaginando o que a Mónica e a Dora estavam a fazer. O que eu mais desejava era ter um fim de semana nós três juntas na praia, divertindo-nos. Isso era tão difícil! Só nos encontrava-mos na faculdade e saia-mos depois da aula.
Olhei para o relógio e vi que já passavam das 2 da manhã, mas sabia que a Mónica ainda estava acordada.Decidi ligar para ela.
-Bonitinha da minha vida! Por onde anda a dama de luxo mais famosa desta cidade?
-Só se for dama de lixo – ri – Eu estou a fazer um trabalho básico em Espanha.
-Uau, hoje vai até Espanha, amanhã conquistará o mundo.
-Cala boca, sua tontinha! Falas demais – fiquei triste.
-Desculpa linda! Sabes que falo estas coisas porque gostaria de estar contigo.
-Trabalho Mónica! Com o dinheiro que ganhar estes dias irei pedir uma folga a Carolina.
-Pede mesmo! Já gostei mais. Mas conta-me...Estás numa festa?
-Sim, numa mega festa.
-Rapazes giros?
-Só pensas neles? Até agora só homens e velhos.
- Poxa, nunca tens sorte.
-Sorte só com o dinheiro, porque no amor eu não tenho faz já muito tempo. – falei rápido virando em direção a porta e dando um encontrão numa pessoa. Meu telemovel caiu no chão.
-O meu telemóvel – Gritei me abaixando e pegando ele no chão.
Peguei o meu telemóvel que teve um leve arranhão que se tinha desligado, fui olhar para a pessoa com quem tinha dado um encontrão, fiquei encantada com a sua beleza.
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
Assinatura em construção!
)Assinatura em construção!
- Desculpa-me
-Tudo bem – disse encarando aqueles os olhos cor de mel, olhos mais perfeitos que já tinha visto em toda a minha vida. Nem as minhas lentes de contato chegavam para a cor daqueles olhos. Eu senti-me perdida, com as pernas bambas, com o corpo sonso.
Ao olhar aquele homem fui invadida pelas sensações mais estranhas que eu já tive. Não sei por quanto tempo fiquei a admirar aqueles olhos que pareciam que liam a minha alma. Fiquei tão fascinada naqueles olhos.
Meu Deus! Estou feita! Olhei para a camisa branca que ele vestia e vi que ela estava manchada de um tom roxo que ao olhar o copo na que ele tinha na sua mão vi que era vinho. Congelei! Dependentemente quem fosse aquele homem, eu estaria mais que feita com o Roberto.
-Ai Jesus, a sua camisa – falei passando a mão na sua camisa para tentar limpar – E agora? O senhor não pode ficar com a sua camisa molhada.
-Não há problema!
-Como assim, não há problema? Estamos numa festa elegante e o senhor não pode ficar com a roupa molhada. Além de que, vinho macha. Eu conheço a dona desta casa e ela pode ajuda-lo, ela pode emprestar uma camisa do filho dela. – falei aquelas palavras tão rápido, que quando as terminei fiquei sem fôlego. Juro! Eu estava apavorada.
Do nada, ele começou a rir. No primeiro momento achei estranho, mas o estranho acabou por me irritar.
-Qual é a graça? – perguntei colocando a mão na cintura e olhando para ele irritada.
-Você fala demais!
-Ai, é? – perguntei indignada – Eu estava a tentar ajudar.
Eu virei-me de costas e deixei-o ali sozinho. Não queria ficar mais perto dele, pela briga e por causa daqueles olhos lindos.
-Você além de tagarela, louca, – disse ele a rir, não acredito que ele está a seguir-me – é uma rapariga muito linda.
Ele me chamou de linda? Não posso negar que amo receber elogios! Virei de novo e encarei-o com a expressão séria, ai percebi que ele sorria para mim.
-Sou o Miguel, o filho da dona simpática que você falou. Sou o filho do Henrique e da Gabriela. E você é filha de algum amigo do meu pai?
-Sim. Sou filha do Roberto Diniz.
-Então é você a filha do Roberto? – riu
-Posso saber qual é a graça? Você adora rir das pessoas, não é? – falei tentando parecer simpática no meu tom irritado.
-Desculpa se fui indelicado.
-Muito indelicado!
-Posso saber o seu nome?
-Di....Vanessa – por pouco fazia asneira. – Miguel, você precisa trocar essa blusa. Não pode ficar na festa do seu pai com a blusa molhada.
-Nem você.
Morri nessa altura. Olhei para o meu vestido e vi o que mais temia. Eu tinha vinho no meu vestido também.
-Onde fica a casade banho? – perguntei chorosa.
-Vem comigo que nós dois não podemos ficar com a roupa molhada.
O segui e fomos para o primeiro andar da casa que era mais belo que a parte de baixo. Entrei na casa de banho e com uma toalha tentei limpar o meu vestido Definitivamente, a Carolina iria-me matar por ter estragado o vestido, que, ainda por cima era alugado! Quando olhei para o meu rosto já me via a chorar e a pensar na bronca que iria levar.
-Não chores – falou ele assustando-me, com a cabeça na porta da casa de banho.
-É a primeira vez que uso este vestido – limpei as lagrimas – e eu sou tão descuidada que o sujei. Minha mãe vai-me matar!
-O seu pai depois há de comprar um novo.
-E a sua camisa? – olhei para ele que estava vestido com uma blusa de manga cava branca, que mostrava os detalhes do corpo bronzeado dele.
-Mandei lavar para ver se sai. Você não quer fazer o mesmo?
-Você acha que sai? – perguntei receosa.
-Não custa nada tentar!
-E como vou ficar na festa? É que nua não dava lá muito geito ficar! – ele riu.
-Eu vou bucar um vestido de uma amiga minha – senti a palavra "amiga" muito forte – Enquanto isso, ficamos no meu quarto á espera que o seu vestido sece ou você quer ficar na festa?
-Mas é a festa do seu pai. Seria indelicadeza da minha parte!
-Então prefere ficar com o vestido molhado na frente de todos.
-Eu não sei se posso ficar no seu quarto – claro que podia, mas tinha que fazer aquele charme que todas as mulheres sabem fazer.
-Acho que o seu pai não vai se importar!
Ele levou-me para o quarto dele que era enorme. Tinha uma cama de casal que fazia duas da minha de tão grande e o quarto estava bem arrumado para meninos da idade dele. No tempo que ele foi na casa onde estavam as máquinas de lavar, eu fiquei a olhar os seus CD´s. Ele adorava Elvis, e isso fez-me perceber que tínhamos algo em comum.
-Também gostas? – perguntou assustando-me.
-Elvis? Amo!
-Eu adoro! Tenho todos os Cd´s.
-Essa é a roupa para mim? – falei do vestido azul que ele tinha na mão.
-Sim, podes trocar na minha casa de banho.
-Obrigada, mesmo! – e dei aquele sorriso de como quem quer engatar.
Troquei de roupa e voltei com o vestido sujo na mão. Ele estava no computador muito concentrado, mas ao escutar os meus passos virou-se.
-Parece que foi feito para as suas medidas.
-É verdade!
-Senhor saiu a mancha de vinho da sua blusa. – falou uma senhora que entrou no quarto que aparentava ter uns 50 anos.
-Ótimo Maria, agora preciso que você tire a mancha deste vestido – deu a ela o vestido que estava na minha mão – e traga-o seco e rápido.
-Sim senhor!
-E mais uma coisa. Avise a minha mãe que a filha do Senhor Roberto está aqui em cima comigo a conversar.
-Sim senhor! – disse a senhora saindo.
-Voltamos ao tempo da escravidão? A forma que você falou com a senhora assustou-me. Nem ao menos deu obrigada pela camisa limpa. – falei indignada.
-Meus pais pagam-na, não achas suficiente, Vanessa?
-Mas isso não significa que você não possa ser gentil, ou melhor educado.
-Pelo jeito além de tagarela você adora dar lições de moral.
-Só para quem merece – falei sentando-me na cama dele.
-Lá em Inglaterra onde você morou ensinam essas coisas?
-Ser educado não é algo que se aprende saindo do país.
-Está bem, senhora tagarela!
-Ótimo, você não vai escutar mais a minha voz.
-Não faça isso – disse ele rindo – Estou a brincar consigo! Quer comer alguma coisa?
-Eu gostaria sim.
-E beber?
-Água.
-Vou buscar algo para nós dois.
-Obrigada!
Aproveitei que ele saiu e a tentação levou-me a olhar para o computador dele, ele estava na sua pagina pessoal. Uma coisa que não posso negar é a minha grande curiosidade pelas coisas e estava ali na minha frente. Foi tentação demais e eu não resisti!
Fiquei a ver a sua página pessoal e fiquei completamente esquecida da porta.Ele é solteiro. Isso é muito bom! Quer dizer, seria bom se eu fosse uma garota normal e não estivesse em trabalho. Essa é a pior parte quando eu me lembro das regras para ser o que sou.
-Olhar as coisas dos outros é feio! – falou ele.
-Você entra sempre ás escondidas – falei virando-me para ele assustada – Nunca escuto você a chegar.
-Isso é bom porque sempre a surpreendo.
-Não tem nada de bom em me surpreender.
-Tem porque vejo você arregalando esses olhos verdes que são lindos.
-Seus olhos também são lindos! – falei sorrindo. Senti nesse momento que fiquei fascinada a olhar para ele, mas controlei-me.
-Finalmente encontramos vocês. – falou a mãe dele entrando no meu quarto com a Patricia e interrompendo aquele momento.
-Tudo bem – disse encarando aqueles os olhos cor de mel, olhos mais perfeitos que já tinha visto em toda a minha vida. Nem as minhas lentes de contato chegavam para a cor daqueles olhos. Eu senti-me perdida, com as pernas bambas, com o corpo sonso.
Ao olhar aquele homem fui invadida pelas sensações mais estranhas que eu já tive. Não sei por quanto tempo fiquei a admirar aqueles olhos que pareciam que liam a minha alma. Fiquei tão fascinada naqueles olhos.
Meu Deus! Estou feita! Olhei para a camisa branca que ele vestia e vi que ela estava manchada de um tom roxo que ao olhar o copo na que ele tinha na sua mão vi que era vinho. Congelei! Dependentemente quem fosse aquele homem, eu estaria mais que feita com o Roberto.
-Ai Jesus, a sua camisa – falei passando a mão na sua camisa para tentar limpar – E agora? O senhor não pode ficar com a sua camisa molhada.
-Não há problema!
-Como assim, não há problema? Estamos numa festa elegante e o senhor não pode ficar com a roupa molhada. Além de que, vinho macha. Eu conheço a dona desta casa e ela pode ajuda-lo, ela pode emprestar uma camisa do filho dela. – falei aquelas palavras tão rápido, que quando as terminei fiquei sem fôlego. Juro! Eu estava apavorada.
Do nada, ele começou a rir. No primeiro momento achei estranho, mas o estranho acabou por me irritar.
-Qual é a graça? – perguntei colocando a mão na cintura e olhando para ele irritada.
-Você fala demais!
-Ai, é? – perguntei indignada – Eu estava a tentar ajudar.
Eu virei-me de costas e deixei-o ali sozinho. Não queria ficar mais perto dele, pela briga e por causa daqueles olhos lindos.
-Você além de tagarela, louca, – disse ele a rir, não acredito que ele está a seguir-me – é uma rapariga muito linda.
Ele me chamou de linda? Não posso negar que amo receber elogios! Virei de novo e encarei-o com a expressão séria, ai percebi que ele sorria para mim.
-Sou o Miguel, o filho da dona simpática que você falou. Sou o filho do Henrique e da Gabriela. E você é filha de algum amigo do meu pai?
-Sim. Sou filha do Roberto Diniz.
-Então é você a filha do Roberto? – riu
-Posso saber qual é a graça? Você adora rir das pessoas, não é? – falei tentando parecer simpática no meu tom irritado.
-Desculpa se fui indelicado.
-Muito indelicado!
-Posso saber o seu nome?
-Di....Vanessa – por pouco fazia asneira. – Miguel, você precisa trocar essa blusa. Não pode ficar na festa do seu pai com a blusa molhada.
-Nem você.
Morri nessa altura. Olhei para o meu vestido e vi o que mais temia. Eu tinha vinho no meu vestido também.
-Onde fica a casade banho? – perguntei chorosa.
-Vem comigo que nós dois não podemos ficar com a roupa molhada.
O segui e fomos para o primeiro andar da casa que era mais belo que a parte de baixo. Entrei na casa de banho e com uma toalha tentei limpar o meu vestido Definitivamente, a Carolina iria-me matar por ter estragado o vestido, que, ainda por cima era alugado! Quando olhei para o meu rosto já me via a chorar e a pensar na bronca que iria levar.
-Não chores – falou ele assustando-me, com a cabeça na porta da casa de banho.
-É a primeira vez que uso este vestido – limpei as lagrimas – e eu sou tão descuidada que o sujei. Minha mãe vai-me matar!
-O seu pai depois há de comprar um novo.
-E a sua camisa? – olhei para ele que estava vestido com uma blusa de manga cava branca, que mostrava os detalhes do corpo bronzeado dele.
-Mandei lavar para ver se sai. Você não quer fazer o mesmo?
-Você acha que sai? – perguntei receosa.
-Não custa nada tentar!
-E como vou ficar na festa? É que nua não dava lá muito geito ficar! – ele riu.
-Eu vou bucar um vestido de uma amiga minha – senti a palavra "amiga" muito forte – Enquanto isso, ficamos no meu quarto á espera que o seu vestido sece ou você quer ficar na festa?
-Mas é a festa do seu pai. Seria indelicadeza da minha parte!
-Então prefere ficar com o vestido molhado na frente de todos.
-Eu não sei se posso ficar no seu quarto – claro que podia, mas tinha que fazer aquele charme que todas as mulheres sabem fazer.
-Acho que o seu pai não vai se importar!
Ele levou-me para o quarto dele que era enorme. Tinha uma cama de casal que fazia duas da minha de tão grande e o quarto estava bem arrumado para meninos da idade dele. No tempo que ele foi na casa onde estavam as máquinas de lavar, eu fiquei a olhar os seus CD´s. Ele adorava Elvis, e isso fez-me perceber que tínhamos algo em comum.
-Também gostas? – perguntou assustando-me.
-Elvis? Amo!
-Eu adoro! Tenho todos os Cd´s.
-Essa é a roupa para mim? – falei do vestido azul que ele tinha na mão.
-Sim, podes trocar na minha casa de banho.
-Obrigada, mesmo! – e dei aquele sorriso de como quem quer engatar.
Troquei de roupa e voltei com o vestido sujo na mão. Ele estava no computador muito concentrado, mas ao escutar os meus passos virou-se.
-Parece que foi feito para as suas medidas.
-É verdade!
-Senhor saiu a mancha de vinho da sua blusa. – falou uma senhora que entrou no quarto que aparentava ter uns 50 anos.
-Ótimo Maria, agora preciso que você tire a mancha deste vestido – deu a ela o vestido que estava na minha mão – e traga-o seco e rápido.
-Sim senhor!
-E mais uma coisa. Avise a minha mãe que a filha do Senhor Roberto está aqui em cima comigo a conversar.
-Sim senhor! – disse a senhora saindo.
-Voltamos ao tempo da escravidão? A forma que você falou com a senhora assustou-me. Nem ao menos deu obrigada pela camisa limpa. – falei indignada.
-Meus pais pagam-na, não achas suficiente, Vanessa?
-Mas isso não significa que você não possa ser gentil, ou melhor educado.
-Pelo jeito além de tagarela você adora dar lições de moral.
-Só para quem merece – falei sentando-me na cama dele.
-Lá em Inglaterra onde você morou ensinam essas coisas?
-Ser educado não é algo que se aprende saindo do país.
-Está bem, senhora tagarela!
-Ótimo, você não vai escutar mais a minha voz.
-Não faça isso – disse ele rindo – Estou a brincar consigo! Quer comer alguma coisa?
-Eu gostaria sim.
-E beber?
-Água.
-Vou buscar algo para nós dois.
-Obrigada!
Aproveitei que ele saiu e a tentação levou-me a olhar para o computador dele, ele estava na sua pagina pessoal. Uma coisa que não posso negar é a minha grande curiosidade pelas coisas e estava ali na minha frente. Foi tentação demais e eu não resisti!
Fiquei a ver a sua página pessoal e fiquei completamente esquecida da porta.Ele é solteiro. Isso é muito bom! Quer dizer, seria bom se eu fosse uma garota normal e não estivesse em trabalho. Essa é a pior parte quando eu me lembro das regras para ser o que sou.
-Olhar as coisas dos outros é feio! – falou ele.
-Você entra sempre ás escondidas – falei virando-me para ele assustada – Nunca escuto você a chegar.
-Isso é bom porque sempre a surpreendo.
-Não tem nada de bom em me surpreender.
-Tem porque vejo você arregalando esses olhos verdes que são lindos.
-Seus olhos também são lindos! – falei sorrindo. Senti nesse momento que fiquei fascinada a olhar para ele, mas controlei-me.
-Finalmente encontramos vocês. – falou a mãe dele entrando no meu quarto com a Patricia e interrompendo aquele momento.
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
Assinatura em construção!
)Assinatura em construção!
-A Maria não avisou que estávamos aqui?
-Sim, mas eu e a Mariana demoramos para vir.
-Filha o que houve com a sua roupa? – senti Patricia a fitar-me com muita raiva.
-Um acidente. Eu e o Miguel demos um encontrão e acabamos por ficar enxarcados de vinho.
-Coitadinhos – disse a Gabriela abraçando-me – Graças a Deus que meu filho tem essas roupas das ex-namoradas dele que deixam aqui em casa para emprestar para ti.
Bingo. A mãe acabou de o descobrir!
-Mãma, falando assim de mim ao pé delas o que elas irão pensar de mim?
Namorador. Mas o que me importa? Nada !
-Mas também Gabriela, com um filho lindo como o seu, deve ter várias namoradas.
-Sua filha também é linda, Mariana!
-Obrigada senhora!
-Filho vamos comigo no meu quarto que tenho algo para mostrar para ti.
-Sim, senhora!
-Podem ficar aqui no quarto do meu filho. Daqui a pouco voltamos!
Nós vimos eles a sair e senti a mão da Patricia apertando o meu braço.
-Passaste-te? – perguntei a ela soltando-me – Nunca mais toques no meu braço assim.
-A Carolina vai te matar quando saber que estragaste o vestido.
-Com ela entendo-me eu!
-Deverias estar lá embaixo a trabalhar.
-Patricia, acorda! Eu estou aqui conversando com o filho do chefão.
-Diana não te esqueças que estás aqui a trabalhar – falou séria.
-Eu sei – falei desanimada – Não vou fazer nada de errado!
-A mãe dele vai ser fácil de manipular e ela já está a acreditar em tudo.
-A tua atuação está merecedora de um Oscar.
-Tenho com quem aprender. Você é a maior mentirosa de todas.
-Mentir não é pecado, querida! – sorri.
-Surpresa para ti, querida – falou Gabriela entrando no quarto com Miguel – Toma.
Peguei o vestido que estava nas mãos dela e vi que estava limpo. Olhei para os dois e sorri de felicidade.
-Obrigada!
-Agora podeste ir trocar e voltem a festa os dois. Quero que os dois tirem uma foto juntos para os vossos pais colocarem na mesa e lembrarem como tem filhos lindos.
Nós trocamos de roupa e eu e Miguel voltamos a festa. Eu fiquei sentada olhando as pessoas quando vi ele sentando ao meu lado.
-Quer vinho? – perguntou ele rindo
-Não, fico na água mesmo! Pelo menos não mancha. – ri.
-Vais ficar a noite toda aqui sentada ou aceitas dançar comigo?
-Se prometeres que não irás estragar os meus sapados com pisoteios.
-Eu danço muito bem – ele levantou-me e fomos até onde as pessoas dançavam uma música lenta.
Ele passou as mãos pela minha cintura e eu cruzei meus braços no seu pescoço. Dançamos e fiquei sentindo o perfume doce que ele usava. Eu sentia a respiração ofegante dele sobre os meus cabelos. Se ele fosse uma pessoa que eu encontrasse numa festa sendo eu mesma, ficaria com ele. A sua beleza, não posso negar que atrai-me muito. Porém se tem algo que não posso fazer, é envolver com coisas que não estão relacionadas ao meu trabalho.
-O que aconteceu? – perguntou ele me olhando. – Sinto que estás um pouco triste. Não queres dançar mais?
-Não é nada – sorri para ele.
Ficamos a dançar por algum tempo, até que nos juntamos com os pais dele e os meus supostos pais. Conversamos e quando já passavam das 3 da manhã, a família Herrera levou-nos até a porta.
-Adorei a sua esposa, Roberto! Precisamos marcar para sair Mariana. – falou Gabriela
-Claro, querida!
- Também temos que marcar um dia para nos encontrar, Vanessa. – falou Miguel
-Pode ser – falei totalmente desanimada.
-O que acha de irmos a um barzinho na terça?
-Bom – E agora? O que iria falar para ele? Só poderia encontrar com ele nos fins de semana E se o Roberto me pagasse. – Nos dias de semana eu viajo.
-Você gosta de viajar, querida? – perguntou Gabriela em um tom curioso.
-A minha filha adora o mundo e sempre quando posso, vou com ela.
-Por isso que nunca apresentei as duas as vocês. Sempre ficam nessas viagens e mal tem tempo para mim.
-Não fale assim, meu amor! Você também trabalha demais.
-Se isso é uma indireta para mim... aviso já que o seu marido adora trabalhar. – disse Henrique.
-Adoro mesmo! Bom – vendo o motorista chegando com o carro – Boa noite!
Nos despedimos e recebi um beijo na bochecha de Miguel e entrei no carro. Passei a ida até a casa do Roberto olhando para janela e pensando em tudo que aconteceu naquela noite.Roberto passou o caminho todo elogiando o nosso trabalho. Fiquei feliz! Mais um trabalho bem feito e bem pago.
Chegamos no apartamento dele que ficava no centro da cidade. Subimos e eu fiquei a admirar aquela casa.
-Está um quarto aqui embaixo, podes dormir nele. – falou olhando para mim.
-Então vou para o quarto descansar. A viagem foi cansativa e a festa também. Algo para fazer amanhã?
-Amanhã falarei tudo para ti. Agora vai descansar, quero-te amanhã linda.
Eu fui em direção ao quarto e quando estava a entrar vi ele e a Patrcia a se agarrar. Bom...Agora ela era ela. Entrei no quarto e tranquei a porta. Queria evitar encontros indesejáveis a noite.
Tirei a peruca e as lentes e fui tomar um banho que tirou todo o peso da mentira que cobria o meu corpo. Mentir e fingir ser outra pessoa sempre eram fáceis demais para mim. Só que aquela noite sentia uma angustia no peito que não conseguia explicar o que era. Sai do banho, coloquei uma camisola e mal cheguei á cama adormeci, dormi como uma pedra naquela noite.
-Sim, mas eu e a Mariana demoramos para vir.
-Filha o que houve com a sua roupa? – senti Patricia a fitar-me com muita raiva.
-Um acidente. Eu e o Miguel demos um encontrão e acabamos por ficar enxarcados de vinho.
-Coitadinhos – disse a Gabriela abraçando-me – Graças a Deus que meu filho tem essas roupas das ex-namoradas dele que deixam aqui em casa para emprestar para ti.
Bingo. A mãe acabou de o descobrir!
-Mãma, falando assim de mim ao pé delas o que elas irão pensar de mim?
Namorador. Mas o que me importa? Nada !
-Mas também Gabriela, com um filho lindo como o seu, deve ter várias namoradas.
-Sua filha também é linda, Mariana!
-Obrigada senhora!
-Filho vamos comigo no meu quarto que tenho algo para mostrar para ti.
-Sim, senhora!
-Podem ficar aqui no quarto do meu filho. Daqui a pouco voltamos!
Nós vimos eles a sair e senti a mão da Patricia apertando o meu braço.
-Passaste-te? – perguntei a ela soltando-me – Nunca mais toques no meu braço assim.
-A Carolina vai te matar quando saber que estragaste o vestido.
-Com ela entendo-me eu!
-Deverias estar lá embaixo a trabalhar.
-Patricia, acorda! Eu estou aqui conversando com o filho do chefão.
-Diana não te esqueças que estás aqui a trabalhar – falou séria.
-Eu sei – falei desanimada – Não vou fazer nada de errado!
-A mãe dele vai ser fácil de manipular e ela já está a acreditar em tudo.
-A tua atuação está merecedora de um Oscar.
-Tenho com quem aprender. Você é a maior mentirosa de todas.
-Mentir não é pecado, querida! – sorri.
-Surpresa para ti, querida – falou Gabriela entrando no quarto com Miguel – Toma.
Peguei o vestido que estava nas mãos dela e vi que estava limpo. Olhei para os dois e sorri de felicidade.
-Obrigada!
-Agora podeste ir trocar e voltem a festa os dois. Quero que os dois tirem uma foto juntos para os vossos pais colocarem na mesa e lembrarem como tem filhos lindos.
Nós trocamos de roupa e eu e Miguel voltamos a festa. Eu fiquei sentada olhando as pessoas quando vi ele sentando ao meu lado.
-Quer vinho? – perguntou ele rindo
-Não, fico na água mesmo! Pelo menos não mancha. – ri.
-Vais ficar a noite toda aqui sentada ou aceitas dançar comigo?
-Se prometeres que não irás estragar os meus sapados com pisoteios.
-Eu danço muito bem – ele levantou-me e fomos até onde as pessoas dançavam uma música lenta.
Ele passou as mãos pela minha cintura e eu cruzei meus braços no seu pescoço. Dançamos e fiquei sentindo o perfume doce que ele usava. Eu sentia a respiração ofegante dele sobre os meus cabelos. Se ele fosse uma pessoa que eu encontrasse numa festa sendo eu mesma, ficaria com ele. A sua beleza, não posso negar que atrai-me muito. Porém se tem algo que não posso fazer, é envolver com coisas que não estão relacionadas ao meu trabalho.
-O que aconteceu? – perguntou ele me olhando. – Sinto que estás um pouco triste. Não queres dançar mais?
-Não é nada – sorri para ele.
Ficamos a dançar por algum tempo, até que nos juntamos com os pais dele e os meus supostos pais. Conversamos e quando já passavam das 3 da manhã, a família Herrera levou-nos até a porta.
-Adorei a sua esposa, Roberto! Precisamos marcar para sair Mariana. – falou Gabriela
-Claro, querida!
- Também temos que marcar um dia para nos encontrar, Vanessa. – falou Miguel
-Pode ser – falei totalmente desanimada.
-O que acha de irmos a um barzinho na terça?
-Bom – E agora? O que iria falar para ele? Só poderia encontrar com ele nos fins de semana E se o Roberto me pagasse. – Nos dias de semana eu viajo.
-Você gosta de viajar, querida? – perguntou Gabriela em um tom curioso.
-A minha filha adora o mundo e sempre quando posso, vou com ela.
-Por isso que nunca apresentei as duas as vocês. Sempre ficam nessas viagens e mal tem tempo para mim.
-Não fale assim, meu amor! Você também trabalha demais.
-Se isso é uma indireta para mim... aviso já que o seu marido adora trabalhar. – disse Henrique.
-Adoro mesmo! Bom – vendo o motorista chegando com o carro – Boa noite!
Nos despedimos e recebi um beijo na bochecha de Miguel e entrei no carro. Passei a ida até a casa do Roberto olhando para janela e pensando em tudo que aconteceu naquela noite.Roberto passou o caminho todo elogiando o nosso trabalho. Fiquei feliz! Mais um trabalho bem feito e bem pago.
Chegamos no apartamento dele que ficava no centro da cidade. Subimos e eu fiquei a admirar aquela casa.
-Está um quarto aqui embaixo, podes dormir nele. – falou olhando para mim.
-Então vou para o quarto descansar. A viagem foi cansativa e a festa também. Algo para fazer amanhã?
-Amanhã falarei tudo para ti. Agora vai descansar, quero-te amanhã linda.
Eu fui em direção ao quarto e quando estava a entrar vi ele e a Patrcia a se agarrar. Bom...Agora ela era ela. Entrei no quarto e tranquei a porta. Queria evitar encontros indesejáveis a noite.
Tirei a peruca e as lentes e fui tomar um banho que tirou todo o peso da mentira que cobria o meu corpo. Mentir e fingir ser outra pessoa sempre eram fáceis demais para mim. Só que aquela noite sentia uma angustia no peito que não conseguia explicar o que era. Sai do banho, coloquei uma camisola e mal cheguei á cama adormeci, dormi como uma pedra naquela noite.
1º Capitulo da minha Fanfic: Do Sol ás Trevas já postado ( vai ler?
)
Assinatura em construção!
)Assinatura em construção!
MUITO FIXE!
aquela parte dos vestidos das namoradas foi demais! Ganda mulherengo
mas tbm, com aquela brasa quem é que não o quereria?
Adorei mesmo! Como ela diz, é facil fazer passar-se por outra pessoa mas qnd ela encontra o seu amor, que ja deu para ver que é ele, já é mais complicado pois começa a sentir peso na consciencia devido ás mentiras...
mas espero e tenh a certeza que eles vão ficar juntos no final!!! Eles têm de ficar!
Espero por mais!
aquela parte dos vestidos das namoradas foi demais! Ganda mulherengo
mas tbm, com aquela brasa quem é que não o quereria? Adorei mesmo! Como ela diz, é facil fazer passar-se por outra pessoa mas qnd ela encontra o seu amor, que ja deu para ver que é ele, já é mais complicado pois começa a sentir peso na consciencia devido ás mentiras...
mas espero e tenh a certeza que eles vão ficar juntos no final!!! Eles têm de ficar!
Espero por mais!
esta tua fic tambem esta muito boa. continua
eu nao cria estar na pele da diana ainda para mais ela estava afazer-se passar por outra pessoa quando se enamora por um rapas e a conta disso esta a sofrer.
quando postas mais? Espero que pronto. estou agostar muito desta Fic
PS: se quizeres passa na minha nova fic Traços do destino
eu nao cria estar na pele da diana ainda para mais ela estava afazer-se passar por outra pessoa quando se enamora por um rapas e a conta disso esta a sofrer.
quando postas mais? Espero que pronto. estou agostar muito desta Fic
PS: se quizeres passa na minha nova fic Traços do destino
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
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