Amor Eterno - Acto 1 [PAUSA]
O que acontecerá à Ana?
Total de votos: 5
-
1. Muda de orfanato 20% 1 votos
-
2. É adoptada pelo pela mãe da ami 0% 0 votos
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3. Muda de país 0% 0 votos
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4. vai viver para casa da Rita como sua meia irmã 20% 1 votos
-
5. descobre que é irmã da bunny 60% 3 votos
Esta sondagem está encerrada.
o capitulo 2 acabadinho de sair do lume espero que gostem!
Capitulo 2 “pesadelo? Não aguento”
No dia seguinte, no hospital mal que Ana tinha acordado estava lá a bunny para a ver. Ana não gosta da sua presença e pergunta:
Que fazes aqui? Não te tinha dito para não apareceres? – Responde Ana muito agressiva
Eu… vim saber como estavas eu estou preocupada contigo…não sei porque é que não queres receber visitas… - responde bunny surpreendida
Contudo Ana olha para a janela e bunny repara que Ana está com o olhar vidrado
Passa-se alguma coisa…já te disse mais do que uma vez que podes falar comigo não te quero mal a única coisa que quero é ser tua amiga e sei que o grupo da luna te fez mal e também sei que o poder que eu senti era teu…
A sério? Eu não preciso que ninguém se preocupe comigo ninguém gosta mim toda a gente me trata mal…
Ana ia começar a contar o que se passava mas arrependeu-se porque contar aquilo que se passava no orfanato podia-lhe custar a sua preciosa vida
Mas… quem é que te trata mal? Podes me dizer eu guardo segredo prometo
Ana sentia-se tentada a contar aquilo que sentia e o que se passava pois nunca tivera alguém na vida que lhe falasse tão bem como aquela doce rapariga loira de olhos azuis-claros com um penteado esquisito e respondeu-lhe
És muito gentil… como te chamas? És da minha turma não é?
Sim sou o meu nome é bunny e o teu é Ana certo?
Como sabes? - Pergunta Ana
Sei porque na escola todos falam de ti… - responde bunny
escondendo a principal razão
O que é que dizem de mim? – pergunta Ana curiosa
Bunny sentiu-se entre a espada e a parede, foi obrigada a contar o que a luna e as amiguinhas dela diziam
Bem… A luna e as amigas dizem que tu moras no orfanato Dona Celeste… - conta bunny com medo da reacção da Ana
É verdade aquilo que dizem…mais o que dizem mais?
Dizem que tu és… és… uma deslavada e… uma porca… e … uma cigana selvagem – disse bunny cabisbaixa
Ana começou a chorar de desgosto, pois sabia que toda a gente achava isso dela e disse a bunny
Elas têm razão eu sou isso tudo, não mereço ter amigos, sou uma inútil e desgraçada…snif
Não és nada, tu és uma pessoa cinco estrelas, cada um vive há sua maneira e é como cada qual toda a gente é diferente, toda a gente tem defeitos ninguém é perfeito nem tu nem ninguém fogem à regra mas cada um é diferente, tu és diferente porque és uma pessoa gentil dócil meiga e muito bonita – confortou bunny
Achas que sou isso tudo? – Respondeu Ana
Acho. A única coisa que tens de fazer agora é desprezá-las que é o que nós fazemos todos e ter confiança em ti própria – afirmou bunny
Eu concordo contigo bunny – concordou Maria
Maria tinha acabado de entrar no quarto de Ana com um almoço preparado especialmente por Maria
Maria vieste!!!
Eu disse que vinha bunny… porquê espanto todo? Olha Ana eu sei o que é estar desamparada na vida – respondeu Maria
Como te chamas? Sabes? - Perguntou Ana
Maria Kino… Eu também perdi os meus pais quando era nova e nunca tive ninguém que me apoiasse... Tive de aprender crescer, a viver os problemas que me rodeavam e o mais importante é que tive e aprender a lutar contra eles – disse Maria
Ana estava atentamente a escutar aquilo que mais parecia conselhos de um grande sábio
Como é que eu faço isso? – Pergunta Ana
Da maneira mais simples, como disse a bunny e muito bem, ganhando confiança em ti própria só assim é que sais vitoriosa e já agora trouxe-te o almoço – concluiu Maria
És muito simpática Maria! Obrigado não precisavas de te preocupar – agradeceu Ana
Aproveita que a Maria é uma mestra na arte de cozinhar – elogiou bunny
A bunny tem razão a Maria é uma grande cozinheira – concordou Joana
Ana destapa a caixa sente um cheiro agradável prova e fica deliciada
Está muito bom! Quem és tu? – Pergunta Ana olhando para Joana
Eu sou a Joana lima, eu gostava de te perguntar se não gostavas de ir connosco ao centro comercial? – Convida Joana
Eu gostava mas eu não posso… – recusa Ana
Olá boa tarde – cumprimentam Rita e ami
Olá tu é ami não és? E tua a rita? Ai gostava de ter a beleza da rita e a inteligência da ami
Ana deixa rita e ami coradas que nem um tomate com as outras a rir
Ana não podes ir connosco porquê? – pergunta bunny
Porque…
Ana ia inventar uma desculpa esfarrapada quando ouve a voz da celeste e diz
Por favor saiam do quarto depois juro que conto tudo…agora saiam
Bunny e companhia limitada estavam no corredor a fingir que não era nada com elas quando a celeste entra de rompante e diz em altos berros:
Onde está a Ana??? ONDE ESTÁ ESSA DESGRAÇADA ELA DEVIA ERA ESTAR A LIMPAR O JARDIM DO ORFA…
Celeste percebera que estava gente no corredor e modificou a conversa
…onde está a minha rica filha
Celeste foi falar com o medico que observou a Ana, fingindo-se ser mãe dela, o medico convencido de que ela era a mãe deixa-a sair quando vão embora celeste muda totalmente o seu modo de agir e de falar e agarra Ana por um braço arrastando-a pelo chão dizendo:
Já estás atrasada para o serviço de jardinagem
Bunny, Maria, Rita, Joana e Ami e mais tarde seiya que se juntara ao grupo não queriam acreditar naquilo que tinham acabado de ver, a dor e o sofrimento da pobre alma cheia de tristeza também lhes doía e bunny resolve comentar:
Vocês acham que aquela mulher tem alguma coisa a ver com os ferimentos e nódoas negras que ela apresenta diariamente?
Meninas senti algo muito forte vindo da aquela mulher…não sei o que é um poder maligno muito mais poderoso que os nossos– comentou Rita
Eu acho que sim deviamos investigar em pormenor – sugere Joana
Eu concordo – afirmou seiya
Pois e tu que não concordasses não é senhor seiya kou? – perguntou bunny com sarcasmo
Tuti-frutezinho sabes só tenho olhos para ti… - gozou seiya
Bunny mostra olhar fulminante ao seiya e este encolhe-se que nem cachorro
Como será a vida de Ana agora que elas estavam a investigar? Descobrirão alguma coisa sobre aquela mulher?
Capitulo 2 “pesadelo? Não aguento”
No dia seguinte, no hospital mal que Ana tinha acordado estava lá a bunny para a ver. Ana não gosta da sua presença e pergunta:
Que fazes aqui? Não te tinha dito para não apareceres? – Responde Ana muito agressiva
Eu… vim saber como estavas eu estou preocupada contigo…não sei porque é que não queres receber visitas… - responde bunny surpreendida
Contudo Ana olha para a janela e bunny repara que Ana está com o olhar vidrado
Passa-se alguma coisa…já te disse mais do que uma vez que podes falar comigo não te quero mal a única coisa que quero é ser tua amiga e sei que o grupo da luna te fez mal e também sei que o poder que eu senti era teu…
A sério? Eu não preciso que ninguém se preocupe comigo ninguém gosta mim toda a gente me trata mal…
Ana ia começar a contar o que se passava mas arrependeu-se porque contar aquilo que se passava no orfanato podia-lhe custar a sua preciosa vida
Mas… quem é que te trata mal? Podes me dizer eu guardo segredo prometo
Ana sentia-se tentada a contar aquilo que sentia e o que se passava pois nunca tivera alguém na vida que lhe falasse tão bem como aquela doce rapariga loira de olhos azuis-claros com um penteado esquisito e respondeu-lhe
És muito gentil… como te chamas? És da minha turma não é?
Sim sou o meu nome é bunny e o teu é Ana certo?
Como sabes? - Pergunta Ana
Sei porque na escola todos falam de ti… - responde bunny
escondendo a principal razão
O que é que dizem de mim? – pergunta Ana curiosa
Bunny sentiu-se entre a espada e a parede, foi obrigada a contar o que a luna e as amiguinhas dela diziam
Bem… A luna e as amigas dizem que tu moras no orfanato Dona Celeste… - conta bunny com medo da reacção da Ana
É verdade aquilo que dizem…mais o que dizem mais?
Dizem que tu és… és… uma deslavada e… uma porca… e … uma cigana selvagem – disse bunny cabisbaixa
Ana começou a chorar de desgosto, pois sabia que toda a gente achava isso dela e disse a bunny
Elas têm razão eu sou isso tudo, não mereço ter amigos, sou uma inútil e desgraçada…snif
Não és nada, tu és uma pessoa cinco estrelas, cada um vive há sua maneira e é como cada qual toda a gente é diferente, toda a gente tem defeitos ninguém é perfeito nem tu nem ninguém fogem à regra mas cada um é diferente, tu és diferente porque és uma pessoa gentil dócil meiga e muito bonita – confortou bunny
Achas que sou isso tudo? – Respondeu Ana
Acho. A única coisa que tens de fazer agora é desprezá-las que é o que nós fazemos todos e ter confiança em ti própria – afirmou bunny
Eu concordo contigo bunny – concordou Maria
Maria tinha acabado de entrar no quarto de Ana com um almoço preparado especialmente por Maria
Maria vieste!!!
Eu disse que vinha bunny… porquê espanto todo? Olha Ana eu sei o que é estar desamparada na vida – respondeu Maria
Como te chamas? Sabes? - Perguntou Ana
Maria Kino… Eu também perdi os meus pais quando era nova e nunca tive ninguém que me apoiasse... Tive de aprender crescer, a viver os problemas que me rodeavam e o mais importante é que tive e aprender a lutar contra eles – disse Maria
Ana estava atentamente a escutar aquilo que mais parecia conselhos de um grande sábio
Como é que eu faço isso? – Pergunta Ana
Da maneira mais simples, como disse a bunny e muito bem, ganhando confiança em ti própria só assim é que sais vitoriosa e já agora trouxe-te o almoço – concluiu Maria
És muito simpática Maria! Obrigado não precisavas de te preocupar – agradeceu Ana
Aproveita que a Maria é uma mestra na arte de cozinhar – elogiou bunny
A bunny tem razão a Maria é uma grande cozinheira – concordou Joana
Ana destapa a caixa sente um cheiro agradável prova e fica deliciada
Está muito bom! Quem és tu? – Pergunta Ana olhando para Joana
Eu sou a Joana lima, eu gostava de te perguntar se não gostavas de ir connosco ao centro comercial? – Convida Joana
Eu gostava mas eu não posso… – recusa Ana
Olá boa tarde – cumprimentam Rita e ami
Olá tu é ami não és? E tua a rita? Ai gostava de ter a beleza da rita e a inteligência da ami
Ana deixa rita e ami coradas que nem um tomate com as outras a rir
Ana não podes ir connosco porquê? – pergunta bunny
Porque…
Ana ia inventar uma desculpa esfarrapada quando ouve a voz da celeste e diz
Por favor saiam do quarto depois juro que conto tudo…agora saiam
Bunny e companhia limitada estavam no corredor a fingir que não era nada com elas quando a celeste entra de rompante e diz em altos berros:
Onde está a Ana??? ONDE ESTÁ ESSA DESGRAÇADA ELA DEVIA ERA ESTAR A LIMPAR O JARDIM DO ORFA…
Celeste percebera que estava gente no corredor e modificou a conversa
…onde está a minha rica filha
Celeste foi falar com o medico que observou a Ana, fingindo-se ser mãe dela, o medico convencido de que ela era a mãe deixa-a sair quando vão embora celeste muda totalmente o seu modo de agir e de falar e agarra Ana por um braço arrastando-a pelo chão dizendo:
Já estás atrasada para o serviço de jardinagem
Bunny, Maria, Rita, Joana e Ami e mais tarde seiya que se juntara ao grupo não queriam acreditar naquilo que tinham acabado de ver, a dor e o sofrimento da pobre alma cheia de tristeza também lhes doía e bunny resolve comentar:
Vocês acham que aquela mulher tem alguma coisa a ver com os ferimentos e nódoas negras que ela apresenta diariamente?
Meninas senti algo muito forte vindo da aquela mulher…não sei o que é um poder maligno muito mais poderoso que os nossos– comentou Rita
Eu acho que sim deviamos investigar em pormenor – sugere Joana
Eu concordo – afirmou seiya
Pois e tu que não concordasses não é senhor seiya kou? – perguntou bunny com sarcasmo
Tuti-frutezinho sabes só tenho olhos para ti… - gozou seiya
Bunny mostra olhar fulminante ao seiya e este encolhe-se que nem cachorro
Como será a vida de Ana agora que elas estavam a investigar? Descobrirão alguma coisa sobre aquela mulher?

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Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :)
Capitulo 3 “a luta contra o pesadelo”
O dia amanheceu frio, tratava-se do primeiro dia de Inverno, as pessoas saíam à rua e cheiravam a brisa suave do Inverno, a cada esquina podia-se ver alguns enfeites de natal pois ele estava à porta, a caminho da escola os alunos andam encasacados, bunny estava à porta da escola pois tinha combinado encontrar-se com as suas amigas, o autocarro do
orfanato chega ao mesmo tempo que o resto das amigas de buny, Ana estava a fazer adeus e quando saiu apenas com uma camisola fina e uma saia fina sentiu realmente o frio que estava e também as outras pobres criaturas o sentiram. Toda a gente e incluindo os professores estavam pasmados com a aquela situação viam os com o desejo de entrar para dentro da escola.
Viram aquilo? Aquilo pode ser uma pista do que se passa com a Ana – afirmou Ami
Concordo contigo ami… Ana pode viver numa espécie de orfanato em toda a gente a mal trata – disse Joana
Ó Joana não digas uma coisa dessas que mete impressão – suplicou ami
A Joana tem razão a Ana vive num orfanato foi ela que me contou – contou
bunny
E pelo o que a luna e as amigas dizem por ai ela vive no orfanato Dona Celeste! – exclamou Maria
Só não percebo o que aquela mulher tem a ver com o orfanato – pergunta-se Joana
A campainha toda e todas se dirigem à sua respectiva sala, umas estavam a ter inglês, outra estavam a ter matemática. Na turma deles a professora de matemática faz a chamada como habitualmente:
Ami, Ana, Bunny...Gabriela, Joana, Luna …. Maria… Rita… Seiya … Taiki e finalmente Yaten
Todos respondem positivamente à chamada, passa a hora de matemática e toca para o intervalo. Estavam a sair quando vêm a mesma mulher do hospital que arrastou Ana por um braço, estava ali porque tinha sido chamada porque causa das condições que a Ana vinha todos os
dias para a escola
Por favor leve-me ao director da escola – pediu Celeste
Quem é a senhora? – Perguntou o contínuo
Sou a senhora dona Celeste mãe de Ana Gaspar – justificou-se ela
Venha por aqui minha senhora vou avisá-lo que a senhora já chegou – respondeu o continuo
Celeste estava a passar pelo corredor quando foi vista pela Ana e pela bunny e bunny perguntou
Aquela mulher não foi aquela que disse que era tua mãe no hospital? – perguntou bunny
Ana tentou evitar mas não conseguiu
Que mulher? – Respondeu Ana tentando evitar a conversa
Ana não nos engana mais, está na hora de…
Bunny não chegou a completar a frase pois foi interrompida pela celeste que disse:
Minha filha! Não podes andar assim vamos para casa, já estás com febre
Bunny achou isto muito estranho e resolveu perguntar ao contínuo como se chama aquela senhora à qual o continuo respondeu:
É a dona celeste mãe da Ana porquê?
Por nada obrigado
Bunny foi pelo corredor a matutar sobre o que tinha a ver a dona celeste com o orfanato quando chocou contra o Gonçalo
Olha por onde andas cara de lua! – Ralhou Gonçalo
Bunny não lhe deu atenção pois estava metida nos seus pensamentos. Gonçalo tinha ficado a olhar para ela e a pensar: ‘sinto um poder fantástico vindo dela. Que rapariga sensacional’
Rita, Joana e Maria encontraram bunny e Rita perguntou
Que fazia aquela mulher aqui e porque é que a levou no meio das aulas?
Não sei… só sei que ela se chama Celeste – comentou bunny
Bunny descobriste uma pista extremamente importante – diz Maria
Descobri? O quê? – Pergunta bunny
Descobriste o nome dela! Tem o mesmo nome do orfanato sendo assim… - diz Joana pensativa
Ela é a dona do orfanato – completou ami
Sendo assim acho que devíamos investigar o que acham? – Sugere Rita
Acho bem! Depois das aulas elaboramos um plano no templo da Rita
Todas concordaram e ao final da tarde, depois das aulas, definiram quem ia ser as assistentes sociais e quem ia ser as crianças órfãs, quando lá viram a Ana a trabalhar quem nem uma escrava perceberam finalmente o que se passava mas quiseram saber e transformaram-se Maria e Rita eram assistentes sociais e ami Joana e bunny crianças órfãs.
Maria tocou à campainha e Celeste abriu a porta.
Boa tarde!
Nós somos da segurança social de kioto e viemos entregar estas três adoráveis crianças – explicou Maria
Estou a ver façam favor de entrar e esperar na sala que eu vou falar com a directora – disse Celeste
As meninas comentavam umas com as outras e chegaram à conclusão:
Parece que esta celeste não a dona do orfanato… sinto uma aura maléfica muito forte não sei o que é – comentou Rita
Eu vou pesquisar no meu mini computador só uns minutos…pronto já está, realmente existe uma fonte de poder maléfico aqui nesta casa mas o meu mini não consegue localizar, talvez noutro ponto já consiga – provou Ami
Peço desculpa pela demora mas conversa demorou mais daquilo que eu estava a espera, o que importa é que neste momento não há vagas, mas eu telefono para kioto avisar mas já que estão aqui eu mostro-lhes a casa toda – explicou Celeste
Todas estavam de boca aberta com a casa, pensavam como é que uma casa que aparentemente estava sempre arranjada e com criados sempre atarefados a por tudo no brincos podia fazer com que as crianças andassem mal vestidos e trabalhassem como Ana andava a fazer naquele jardim imenso, Ami pesquisava nos seu mini computador a fonte do tal poder mas
não tinha acesso a nada até quando chegaram a um corredor estreito que dava passagem a uma porta que estava trancada e que não puderam ver, curiosa bunny pergunta na mesma o que tinha atrás daquela porta
Dona Celeste, o que está dentro daquela porta?
Celeste engoliu em seco e respondeu
Herr… é uma dispensa ainda não está arranjada, está cheia de coisas que são para deitar e precisa de ser pintada, sabem esta casa foi restaurada por mim e por a minha equipa de desenho só que ainda há muito para fazer
Ami que tinha ficado pouco convencida resolveu responder para testar até onde ia as desculpas esfarrapadas
Se quiser podemos ajudar! Não é meninas?
Celeste não esperava pela resposta de Ami e teve de puxar por uma respostas mais convincente
Obrigado meninas, mas nós não queremos crianças a trabalhar por nós adultos. Temos empregados para isso, isto é uma casa séria não uma casa de escravos, vamos ver o lado dos quartos. Ora bem aqui são os quartos das crianças peço desculpa por não poderem entrar e ver as crianças pequenas neste momento estão na hora da sesta e agora a cozinha não se pode entrar porque está a ser lavada, agora é a sala onde nós vemos televisão, (a sala tinha paredes com flores em ouro, a mobília era branca com detalhes em ouro, os sofás eram dourados e o chão era
branco coberta com uma carpete imensa com tons cremes e dourados) agora temos a sala da directora e em seguida é o jardim…
Bunny disposta a saber mais, perguntou:
O que estão aqueles meninos a fazer?
Celeste mais uma vez fica engasgada sem saber o que responder por fim diz
Estão a brincar, na relva…
Eu acho que estão mais a trabalhar, estão arrancar ervas bem já vimos tudo o que havia para ver meninas vamos embora, vamos procurar outro lugar para vocês morarem – disse Maria com convicção
Não por favor fiquem mais um bocado, esperem… – gritava celeste no meio da rua
No templo de Rita, ami disse o que tinha achado através do seu mini computador
Lembram-se daquela porta trancada que a mulher disse que era a dispensa que ainda não estava pronta?
Sim diz –disse rita curiosa
Eu senti uma presença vindo de trás da porta, tudo indica que era uma pessoa trancada, também senti um enorme poder maléfico vindo da sala da directora e na segunda porta trancada o meu mini computador indicou que aí existia a fonte principal do poder maléfico – concluiu ami
Devemos ir investigar mais – sugeriu Joana
Não, não devemos é bastante perigoso – disse mariana
Nem deviam ter ido, meteram-se em sarilhos sabiam? – Pronunciou Octávia
Agora nós é que temos de vos livrar de tudo – disse Haruka
E tratar de tudo não é meninas? – Proferiu Susana
Quando ouviram estas vozes saltaram que nem umas molas a correr em direcção a elas, Susana quis esclarecer tudo aquilo que elas sempre tentaram descobrir por elas próprias então Susana começou
por dizer:
A directora do orfanato é um inimigo novo, ainda não sabemos quem é mas sabemos que tem a base muito próximo dali, a dona celeste de certeza que é uma das servas delas…
Mas o que é que isso tem a ver com as crianças trabalharem que nem escravas? Perguntou seiya
Aquilo foi a forma que o nosso inimigo arranjou para se disfarçar e o facto de elas os obrigarem a trabalhar é que é desconhecido por completo, mas tenho uma teoria que é a seguinte: a directora está a tentar criar um exército poderoso – explicou Susana
Será que vão conseguir descobrir mais sobre aquele orfanato? Quem será o novo inimigo? Vão conseguir provar aquilo que acontece no orfanato?
O dia amanheceu frio, tratava-se do primeiro dia de Inverno, as pessoas saíam à rua e cheiravam a brisa suave do Inverno, a cada esquina podia-se ver alguns enfeites de natal pois ele estava à porta, a caminho da escola os alunos andam encasacados, bunny estava à porta da escola pois tinha combinado encontrar-se com as suas amigas, o autocarro do
orfanato chega ao mesmo tempo que o resto das amigas de buny, Ana estava a fazer adeus e quando saiu apenas com uma camisola fina e uma saia fina sentiu realmente o frio que estava e também as outras pobres criaturas o sentiram. Toda a gente e incluindo os professores estavam pasmados com a aquela situação viam os com o desejo de entrar para dentro da escola.
Viram aquilo? Aquilo pode ser uma pista do que se passa com a Ana – afirmou Ami
Concordo contigo ami… Ana pode viver numa espécie de orfanato em toda a gente a mal trata – disse Joana
Ó Joana não digas uma coisa dessas que mete impressão – suplicou ami
A Joana tem razão a Ana vive num orfanato foi ela que me contou – contou
bunny
E pelo o que a luna e as amigas dizem por ai ela vive no orfanato Dona Celeste! – exclamou Maria
Só não percebo o que aquela mulher tem a ver com o orfanato – pergunta-se Joana
A campainha toda e todas se dirigem à sua respectiva sala, umas estavam a ter inglês, outra estavam a ter matemática. Na turma deles a professora de matemática faz a chamada como habitualmente:
Ami, Ana, Bunny...Gabriela, Joana, Luna …. Maria… Rita… Seiya … Taiki e finalmente Yaten
Todos respondem positivamente à chamada, passa a hora de matemática e toca para o intervalo. Estavam a sair quando vêm a mesma mulher do hospital que arrastou Ana por um braço, estava ali porque tinha sido chamada porque causa das condições que a Ana vinha todos os
dias para a escola
Por favor leve-me ao director da escola – pediu Celeste
Quem é a senhora? – Perguntou o contínuo
Sou a senhora dona Celeste mãe de Ana Gaspar – justificou-se ela
Venha por aqui minha senhora vou avisá-lo que a senhora já chegou – respondeu o continuo
Celeste estava a passar pelo corredor quando foi vista pela Ana e pela bunny e bunny perguntou
Aquela mulher não foi aquela que disse que era tua mãe no hospital? – perguntou bunny
Ana tentou evitar mas não conseguiu
Que mulher? – Respondeu Ana tentando evitar a conversa
Ana não nos engana mais, está na hora de…
Bunny não chegou a completar a frase pois foi interrompida pela celeste que disse:
Minha filha! Não podes andar assim vamos para casa, já estás com febre
Bunny achou isto muito estranho e resolveu perguntar ao contínuo como se chama aquela senhora à qual o continuo respondeu:
É a dona celeste mãe da Ana porquê?
Por nada obrigado
Bunny foi pelo corredor a matutar sobre o que tinha a ver a dona celeste com o orfanato quando chocou contra o Gonçalo
Olha por onde andas cara de lua! – Ralhou Gonçalo
Bunny não lhe deu atenção pois estava metida nos seus pensamentos. Gonçalo tinha ficado a olhar para ela e a pensar: ‘sinto um poder fantástico vindo dela. Que rapariga sensacional’
Rita, Joana e Maria encontraram bunny e Rita perguntou
Que fazia aquela mulher aqui e porque é que a levou no meio das aulas?
Não sei… só sei que ela se chama Celeste – comentou bunny
Bunny descobriste uma pista extremamente importante – diz Maria
Descobri? O quê? – Pergunta bunny
Descobriste o nome dela! Tem o mesmo nome do orfanato sendo assim… - diz Joana pensativa
Ela é a dona do orfanato – completou ami
Sendo assim acho que devíamos investigar o que acham? – Sugere Rita
Acho bem! Depois das aulas elaboramos um plano no templo da Rita
Todas concordaram e ao final da tarde, depois das aulas, definiram quem ia ser as assistentes sociais e quem ia ser as crianças órfãs, quando lá viram a Ana a trabalhar quem nem uma escrava perceberam finalmente o que se passava mas quiseram saber e transformaram-se Maria e Rita eram assistentes sociais e ami Joana e bunny crianças órfãs.
Maria tocou à campainha e Celeste abriu a porta.
Boa tarde!
Nós somos da segurança social de kioto e viemos entregar estas três adoráveis crianças – explicou Maria
Estou a ver façam favor de entrar e esperar na sala que eu vou falar com a directora – disse Celeste
As meninas comentavam umas com as outras e chegaram à conclusão:
Parece que esta celeste não a dona do orfanato… sinto uma aura maléfica muito forte não sei o que é – comentou Rita
Eu vou pesquisar no meu mini computador só uns minutos…pronto já está, realmente existe uma fonte de poder maléfico aqui nesta casa mas o meu mini não consegue localizar, talvez noutro ponto já consiga – provou Ami
Peço desculpa pela demora mas conversa demorou mais daquilo que eu estava a espera, o que importa é que neste momento não há vagas, mas eu telefono para kioto avisar mas já que estão aqui eu mostro-lhes a casa toda – explicou Celeste
Todas estavam de boca aberta com a casa, pensavam como é que uma casa que aparentemente estava sempre arranjada e com criados sempre atarefados a por tudo no brincos podia fazer com que as crianças andassem mal vestidos e trabalhassem como Ana andava a fazer naquele jardim imenso, Ami pesquisava nos seu mini computador a fonte do tal poder mas
não tinha acesso a nada até quando chegaram a um corredor estreito que dava passagem a uma porta que estava trancada e que não puderam ver, curiosa bunny pergunta na mesma o que tinha atrás daquela porta
Dona Celeste, o que está dentro daquela porta?
Celeste engoliu em seco e respondeu
Herr… é uma dispensa ainda não está arranjada, está cheia de coisas que são para deitar e precisa de ser pintada, sabem esta casa foi restaurada por mim e por a minha equipa de desenho só que ainda há muito para fazer
Ami que tinha ficado pouco convencida resolveu responder para testar até onde ia as desculpas esfarrapadas
Se quiser podemos ajudar! Não é meninas?
Celeste não esperava pela resposta de Ami e teve de puxar por uma respostas mais convincente
Obrigado meninas, mas nós não queremos crianças a trabalhar por nós adultos. Temos empregados para isso, isto é uma casa séria não uma casa de escravos, vamos ver o lado dos quartos. Ora bem aqui são os quartos das crianças peço desculpa por não poderem entrar e ver as crianças pequenas neste momento estão na hora da sesta e agora a cozinha não se pode entrar porque está a ser lavada, agora é a sala onde nós vemos televisão, (a sala tinha paredes com flores em ouro, a mobília era branca com detalhes em ouro, os sofás eram dourados e o chão era
branco coberta com uma carpete imensa com tons cremes e dourados) agora temos a sala da directora e em seguida é o jardim…
Bunny disposta a saber mais, perguntou:
O que estão aqueles meninos a fazer?
Celeste mais uma vez fica engasgada sem saber o que responder por fim diz
Estão a brincar, na relva…
Eu acho que estão mais a trabalhar, estão arrancar ervas bem já vimos tudo o que havia para ver meninas vamos embora, vamos procurar outro lugar para vocês morarem – disse Maria com convicção
Não por favor fiquem mais um bocado, esperem… – gritava celeste no meio da rua
No templo de Rita, ami disse o que tinha achado através do seu mini computador
Lembram-se daquela porta trancada que a mulher disse que era a dispensa que ainda não estava pronta?
Sim diz –disse rita curiosa
Eu senti uma presença vindo de trás da porta, tudo indica que era uma pessoa trancada, também senti um enorme poder maléfico vindo da sala da directora e na segunda porta trancada o meu mini computador indicou que aí existia a fonte principal do poder maléfico – concluiu ami
Devemos ir investigar mais – sugeriu Joana
Não, não devemos é bastante perigoso – disse mariana
Nem deviam ter ido, meteram-se em sarilhos sabiam? – Pronunciou Octávia
Agora nós é que temos de vos livrar de tudo – disse Haruka
E tratar de tudo não é meninas? – Proferiu Susana
Quando ouviram estas vozes saltaram que nem umas molas a correr em direcção a elas, Susana quis esclarecer tudo aquilo que elas sempre tentaram descobrir por elas próprias então Susana começou
por dizer:
A directora do orfanato é um inimigo novo, ainda não sabemos quem é mas sabemos que tem a base muito próximo dali, a dona celeste de certeza que é uma das servas delas…
Mas o que é que isso tem a ver com as crianças trabalharem que nem escravas? Perguntou seiya
Aquilo foi a forma que o nosso inimigo arranjou para se disfarçar e o facto de elas os obrigarem a trabalhar é que é desconhecido por completo, mas tenho uma teoria que é a seguinte: a directora está a tentar criar um exército poderoso – explicou Susana
Será que vão conseguir descobrir mais sobre aquele orfanato? Quem será o novo inimigo? Vão conseguir provar aquilo que acontece no orfanato?

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bem aqui fica a 1º parte do 4 capitulo divirtam-se
Capitulo 4 ‘A tentativa de fuga’
(por musica a tocar: https://www.youtube.com/watch?v=BkmgsksTT4A)
No orfanato Ana trabalhava que nem uma escrava como já era habitual, desta vez estava a lavar e senão os lavasse corria o risco de levar uma pancada das grandes, quando Ana acabou dos lavar teve de ir para o jardim arrancar ervas daninhas, uma pessoa com o desejo de falar com a directora deixou o portão da rua aberto e Ana aproveitou e fugiu pensava que desta vez iria ter a liberdade que tanto desejava. Correu o mais que pode em direcção ao parque já cansada sentou-se num banco, contudo o bom
tempo tornou-se mau e aconteceu o que estava previsto uma tempestade, Ana andava sozinha no parque debaixo de uma chuva torrencial saiu do parque foi direito a uma casa tocou à campainha mas não a quiseram acolher, foi à segunda casa e também ninguém a acolheu, continuou andar sempre em frente e já descalça e com fome sentia-se em desespero por causa de preconceitos estúpidos e antiquados mas mesmo assim nunca desistiu de procurar um abrigo continuou a procurar em todas as casas existentes numa estrada que não parecia ter fim, continuava à chuva
sem receber abrigo algum e sem ajuda que tanto precisava. Já sem forças Ana desmaiou, perdera os sentidos por minutos mas a sua força, coragem e a sua auto estima que criara através da sua amiga bunny não a deixaram de rastos, continuou jurou nunca desistir daquilo que mais acredita à aquelas que se tinham preocupado com ela, chegou a um momento e parou no meio da estrada, estava deserta, Ana olhou para o céu e gritou:
PORQUÊ QUE EU ESTOU DESTINADA A ISTO MEU DEUS?
Ajoelhou-se no chão e perguntou mais uma vez porque é que não tinha uma vida normal como as dos outros meninos da escola, porque é que tinha sido ela a sacrificada para sofrer, queria saber porque é que estava a sofrer desta maneira então levantou-se outra vez com coragem seguiu sempre em frente tentou mais algumas casas mas sem sucesso, por fim encontrou uma casa antiga e ficou por lá a noite, a casa não era a melhor mas Ana pensou que era melhor do que nada e por lá ficou.
O dia amanheceu com sol mas depressa ficou como a noite anterior, saiu para ir à procura de alguém que lhe pudesse dar algo saboroso mas ninguém teve o bom senso de lhe dar nada, o dia passou Ana continuava a vaguear por Juuban o aspecto dela não era a melhor e por isso as consequências foram graves mais uma vez as pessoas não olhavam para ela pelo contrario afastavam-se cada vez mais dela com medo que ela pudesse roubar algo de valor e com medo que Ana lhes pegasse alguma doença contagiosa.
Anoiteceu depressa e sempre a chover, Ana decidiu tentar a sua sorte outra vez desta vez noutra rua tocou a varias campainhas mas simplesmente desprezavam-na umas não lhes abria a porta, outras insultavam-na, um homem chegou até a apontar-lhe uma sniper a
pensar que ela fosse uma cigana a pedir esmola, Ana estava cada vez mais
destroçada e desmoralizada e sem sorte nenhuma decidiu voltar para a sua casa, mas quando lá chegou Ana não quis acreditar: a casa tinha sido deitada a baixo pela junta de freguesia de Juuban. Não tinha agora lugar para onde ir passeava á chuva como uma mendiga, estoirada decide dormir no jardim independentemente ser á chuva ou não continuava a acreditar que um dia iria ser livre então sonhou com um sonho bastante esquisito, sonhara que era a princesa do reino Winter no planeta 4 estações e que estava destinada a casar-se com o príncipe endymion, o príncipe da terra o que não sabia era que o seu príncipe estava destinado à princesa da lua.
Ana acordou o dia estava radioso, Ana não se aguentava de pé precisava urgentemente de comida senão morria então decide ir à porta das traseiras de um restaurante chique aproveitar os restos de comida que mandavam para o lixo, não era grande coisa mas para uma pessoa esfomeada aquilo servia. Comeu tudo aquilo que se podia aproveitar dos restos do restaurante, decidiu ir andar um bom bocado para ver se encontrava algo que lhe interessasse e que pudesse ficar com ele. Sentada num banco de jardim Ana desata a chorar, pensava que estar naquele orfanato não era tão mau como parecia sempre era melhor do que andar à chuva, podia não comer grande coisa mas sempre comia e apesar de as companheiras não serem as melhores e de serem más para ela, Ana tinha uma grande apreço por aquilo que tinha e possuía. O dia para ela foi longo igualzinho aos dias anteriores mas desta vez sem chuva, desprezo por parte das pessoas que passavam por ela na tinha mudado a noite chegou finalmente Ana tentou outra rua, era a rua da casa da bunny, tocou à campainha
de todas as casas mas sem resultados, chegou á ultima casa e já sem esperanças Ana toca a campainha, por sorte bunny foi quem atendeu a porta (parar musica)
Quem é? – Pergunta bunny
Ana reconhecendo a voz da sua amiga fica empolgada e responde
Sou eu a Ana a tua colega de turma
Bunny abriu a porta e viu o seu estado e disse
Ana que é que te aconteceu? – Pergunta bunny com preocupação
Por favor ajuda-me deixa-me entrar eu conto-te tudo…ajuda-me – diz Ana já sem forças para se levantar
Sim ajudo-te…mãe pai ajudem-me por favor – pediu ajuda bunny
A família de bunny levaram na para dentro pois estavam extremamente preocupados com o seu estado.
Bunny querida quem é esta menina? – Questiona Fernanda
É uma colega minha da escola – responde bunny
Mas o que lhe terá acontecido para ela estar assim?
Capitulo 4 ‘A tentativa de fuga’
(por musica a tocar: https://www.youtube.com/watch?v=BkmgsksTT4A)
No orfanato Ana trabalhava que nem uma escrava como já era habitual, desta vez estava a lavar e senão os lavasse corria o risco de levar uma pancada das grandes, quando Ana acabou dos lavar teve de ir para o jardim arrancar ervas daninhas, uma pessoa com o desejo de falar com a directora deixou o portão da rua aberto e Ana aproveitou e fugiu pensava que desta vez iria ter a liberdade que tanto desejava. Correu o mais que pode em direcção ao parque já cansada sentou-se num banco, contudo o bom
tempo tornou-se mau e aconteceu o que estava previsto uma tempestade, Ana andava sozinha no parque debaixo de uma chuva torrencial saiu do parque foi direito a uma casa tocou à campainha mas não a quiseram acolher, foi à segunda casa e também ninguém a acolheu, continuou andar sempre em frente e já descalça e com fome sentia-se em desespero por causa de preconceitos estúpidos e antiquados mas mesmo assim nunca desistiu de procurar um abrigo continuou a procurar em todas as casas existentes numa estrada que não parecia ter fim, continuava à chuva
sem receber abrigo algum e sem ajuda que tanto precisava. Já sem forças Ana desmaiou, perdera os sentidos por minutos mas a sua força, coragem e a sua auto estima que criara através da sua amiga bunny não a deixaram de rastos, continuou jurou nunca desistir daquilo que mais acredita à aquelas que se tinham preocupado com ela, chegou a um momento e parou no meio da estrada, estava deserta, Ana olhou para o céu e gritou:
PORQUÊ QUE EU ESTOU DESTINADA A ISTO MEU DEUS?
Ajoelhou-se no chão e perguntou mais uma vez porque é que não tinha uma vida normal como as dos outros meninos da escola, porque é que tinha sido ela a sacrificada para sofrer, queria saber porque é que estava a sofrer desta maneira então levantou-se outra vez com coragem seguiu sempre em frente tentou mais algumas casas mas sem sucesso, por fim encontrou uma casa antiga e ficou por lá a noite, a casa não era a melhor mas Ana pensou que era melhor do que nada e por lá ficou.
O dia amanheceu com sol mas depressa ficou como a noite anterior, saiu para ir à procura de alguém que lhe pudesse dar algo saboroso mas ninguém teve o bom senso de lhe dar nada, o dia passou Ana continuava a vaguear por Juuban o aspecto dela não era a melhor e por isso as consequências foram graves mais uma vez as pessoas não olhavam para ela pelo contrario afastavam-se cada vez mais dela com medo que ela pudesse roubar algo de valor e com medo que Ana lhes pegasse alguma doença contagiosa.
Anoiteceu depressa e sempre a chover, Ana decidiu tentar a sua sorte outra vez desta vez noutra rua tocou a varias campainhas mas simplesmente desprezavam-na umas não lhes abria a porta, outras insultavam-na, um homem chegou até a apontar-lhe uma sniper a
pensar que ela fosse uma cigana a pedir esmola, Ana estava cada vez mais
destroçada e desmoralizada e sem sorte nenhuma decidiu voltar para a sua casa, mas quando lá chegou Ana não quis acreditar: a casa tinha sido deitada a baixo pela junta de freguesia de Juuban. Não tinha agora lugar para onde ir passeava á chuva como uma mendiga, estoirada decide dormir no jardim independentemente ser á chuva ou não continuava a acreditar que um dia iria ser livre então sonhou com um sonho bastante esquisito, sonhara que era a princesa do reino Winter no planeta 4 estações e que estava destinada a casar-se com o príncipe endymion, o príncipe da terra o que não sabia era que o seu príncipe estava destinado à princesa da lua.
Ana acordou o dia estava radioso, Ana não se aguentava de pé precisava urgentemente de comida senão morria então decide ir à porta das traseiras de um restaurante chique aproveitar os restos de comida que mandavam para o lixo, não era grande coisa mas para uma pessoa esfomeada aquilo servia. Comeu tudo aquilo que se podia aproveitar dos restos do restaurante, decidiu ir andar um bom bocado para ver se encontrava algo que lhe interessasse e que pudesse ficar com ele. Sentada num banco de jardim Ana desata a chorar, pensava que estar naquele orfanato não era tão mau como parecia sempre era melhor do que andar à chuva, podia não comer grande coisa mas sempre comia e apesar de as companheiras não serem as melhores e de serem más para ela, Ana tinha uma grande apreço por aquilo que tinha e possuía. O dia para ela foi longo igualzinho aos dias anteriores mas desta vez sem chuva, desprezo por parte das pessoas que passavam por ela na tinha mudado a noite chegou finalmente Ana tentou outra rua, era a rua da casa da bunny, tocou à campainha
de todas as casas mas sem resultados, chegou á ultima casa e já sem esperanças Ana toca a campainha, por sorte bunny foi quem atendeu a porta (parar musica)
Quem é? – Pergunta bunny
Ana reconhecendo a voz da sua amiga fica empolgada e responde
Sou eu a Ana a tua colega de turma
Bunny abriu a porta e viu o seu estado e disse
Ana que é que te aconteceu? – Pergunta bunny com preocupação
Por favor ajuda-me deixa-me entrar eu conto-te tudo…ajuda-me – diz Ana já sem forças para se levantar
Sim ajudo-te…mãe pai ajudem-me por favor – pediu ajuda bunny
A família de bunny levaram na para dentro pois estavam extremamente preocupados com o seu estado.
Bunny querida quem é esta menina? – Questiona Fernanda
É uma colega minha da escola – responde bunny
Mas o que lhe terá acontecido para ela estar assim?

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :)
aqui vai a 2º parte do captitulo 4 peço desculpa por muito pequeno mas e que tou cheia de dores no meu brço direito e nao aguento mt tempo a escrever
Não sei mãe…deixamo-la tomar um belo banho quente e comer e depois logo falamos com ela
Ana estava no banho e pela primeira vez sentia-se que nem um pássaro livre, não queria acreditar que estava finalmente livre
Ana quando acabares desce à cozinha – informou bunny
Sim bunny já vou… – retorquiu Ana com um sorriso nos lábios
Ana acabou o banho e desceu foi direito à cozinha, ficou pasmada com tamanho banquete. Já à noite no quarto bunny encheu-se de coragem e perguntou:
Ana... que se passa… para ficares assim?
Nada… sai para ir dar umas voltas quando começou a tempestade… – respondeu Ana
Ana por favor conta-me o que se passa realmente… já toda a gente percebeu que tu lá és mal tratada. Por favor conta-me estou preocupada contigo – afirmou bunny
Não se passa nada eu não sou maltratada … - negou Ana
Ok… pronto já não insisto mais! Vamos dormir que manha é dia de escola… disse bunny
Despediram-se uma da outra a noite passa. Eram sete horas da manha, Ana já estava acordada e vai acordar bunny dizendo
Bunny já estamos atrasadas… despacha-te
Ouvindo estas palavras bunny levanta-se que nem um furacão, corria pela casa fora a procura de tudo quando pensou que Ana não tinha nada para se vestir então abriu o armário à Ana e disse-lhe:
Veste o que quiseres!
Ana vestiu-se estava com uma mini-saia azul escura, com uma camisola de gola alta branca, com botas até ao joelho pretas com uma casaco grosso preto
Já estou pronta vamos? – Perguntou Ana
Bunny ainda a pensar que estavam atrasadas decidiu correr quando Ana lhe disse que estavam adiantadas quarenta e cinco minutos
Como será a reacção dos seus colegas de orfanato? Como será que vão reagir luna e Gabriela quando a virem?
Não sei mãe…deixamo-la tomar um belo banho quente e comer e depois logo falamos com ela
Ana estava no banho e pela primeira vez sentia-se que nem um pássaro livre, não queria acreditar que estava finalmente livre
Ana quando acabares desce à cozinha – informou bunny
Sim bunny já vou… – retorquiu Ana com um sorriso nos lábios
Ana acabou o banho e desceu foi direito à cozinha, ficou pasmada com tamanho banquete. Já à noite no quarto bunny encheu-se de coragem e perguntou:
Ana... que se passa… para ficares assim?
Nada… sai para ir dar umas voltas quando começou a tempestade… – respondeu Ana
Ana por favor conta-me o que se passa realmente… já toda a gente percebeu que tu lá és mal tratada. Por favor conta-me estou preocupada contigo – afirmou bunny
Não se passa nada eu não sou maltratada … - negou Ana
Ok… pronto já não insisto mais! Vamos dormir que manha é dia de escola… disse bunny
Despediram-se uma da outra a noite passa. Eram sete horas da manha, Ana já estava acordada e vai acordar bunny dizendo
Bunny já estamos atrasadas… despacha-te
Ouvindo estas palavras bunny levanta-se que nem um furacão, corria pela casa fora a procura de tudo quando pensou que Ana não tinha nada para se vestir então abriu o armário à Ana e disse-lhe:
Veste o que quiseres!
Ana vestiu-se estava com uma mini-saia azul escura, com uma camisola de gola alta branca, com botas até ao joelho pretas com uma casaco grosso preto
Já estou pronta vamos? – Perguntou Ana
Bunny ainda a pensar que estavam atrasadas decidiu correr quando Ana lhe disse que estavam adiantadas quarenta e cinco minutos
Como será a reacção dos seus colegas de orfanato? Como será que vão reagir luna e Gabriela quando a virem?

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