A Linha Celestial
S.E.A, este capitulo veio reforçar ainda mais a dificuldade cada vez maior que Aya sente em explicar racionalmente o que está a acontecer... estou a gostar mt!!!
Mais um capítulo bem escrito, que nos permite sentir todo o mistério em volta deste estranho mundo em que a Aya se encontra.
Uma outra dimensão onde não são permitidos humanos... hmm como será que a Aya se vai safar desta??
Coitada, mal se livrou dos primeiros "homens" (k, aliás n são humanos) e vêm logo outros...
É normal k ela se sinta confusa numa situação destas...
Bem, resumindo, fiquei ainda mais ansiosa... Quero Mais!!
.o:
Mais um capítulo bem escrito, que nos permite sentir todo o mistério em volta deste estranho mundo em que a Aya se encontra.Uma outra dimensão onde não são permitidos humanos... hmm como será que a Aya se vai safar desta??
Coitada, mal se livrou dos primeiros "homens" (k, aliás n são humanos) e vêm logo outros...
É normal k ela se sinta confusa numa situação destas...
Bem, resumindo, fiquei ainda mais ansiosa... Quero Mais!!
.o:Bem, eu já tinha lido o capítulo praticamente depois de teres colocado aqui, mas por falta de tempo não comentei... Só que consegui vir aqui e não resisti em comentar, até porque não gosto de deixar passar muito tempo depois da leitura 
A cada capítulo que passa consegues deixar-me ainda mais curiosa para saber tudo o que se vai passar! E olha que gostei muito destes diálogos, acho que tiveram exactamente o efeito que pretendias. Bem construídos, cativantes, deixam uma pessoa mesmo curiosa!
Estava ansiosa para saber o que ia acontecer à Aya. Imaginava que fosse um velhote qualquer (mas porque é que fico com estas impressões tão tolas?
), como um mago ou assim, mas achei muito mais interessante terem sido estes dois homens. Quero salientar uma parte que achei engraçada, "De facto… nenhum dos dois era provido de grande inteligência e depressa se esqueceram de Aya." 
Uma pedra de um anjo? Eu sempre tive cá aquela sensação que a pedra era importante, mas daí a ser de um anjo... Gostava era de saber qual é o papel do Plutão nesta situação. Não estou a ver que tenha sido mera coincidência, talvez haja algo mais...
Fico contente por a Aya se ter escapulido daqueles homens, e gostei muito, mais uma vez, do facto de ela continuar a ser realista. Mesmo naquela situação tentou encontrar uma explicação lógica, até se beliscou. Com isto és mesmo fiel àquilo que nos mostraste desde o primeiro capítulo e delimitas realmente o espírito e características que definem a personagem, o que gosto bastante
Também gostei da descrição que fizeste sobre a língua estranha que ela não conseguia compreender. Será a língua desse tal mundo? E aquilo que disseram no fim deixou-me extremamente curiosa... Humanos não são permitidos? Mas, suponho que aqueles homens não eram anjos... Então será um mundo de quê?
Já estou muito curiosa para saber o que é que aconteceu. Será que a Aya vai ser levada a alguma autoridade daquele local?
*dá à _S.E.A_ um ovo Kinder que se encontra numa imensa arca frigorífica, protegido do calor* Aqui tens
E fico ansiosamente à espera do próximo! Quero saber mais! ;_;

A cada capítulo que passa consegues deixar-me ainda mais curiosa para saber tudo o que se vai passar! E olha que gostei muito destes diálogos, acho que tiveram exactamente o efeito que pretendias. Bem construídos, cativantes, deixam uma pessoa mesmo curiosa!
Estava ansiosa para saber o que ia acontecer à Aya. Imaginava que fosse um velhote qualquer (mas porque é que fico com estas impressões tão tolas?
), como um mago ou assim, mas achei muito mais interessante terem sido estes dois homens. Quero salientar uma parte que achei engraçada, "De facto… nenhum dos dois era provido de grande inteligência e depressa se esqueceram de Aya." 
Uma pedra de um anjo? Eu sempre tive cá aquela sensação que a pedra era importante, mas daí a ser de um anjo... Gostava era de saber qual é o papel do Plutão nesta situação. Não estou a ver que tenha sido mera coincidência, talvez haja algo mais...
Fico contente por a Aya se ter escapulido daqueles homens, e gostei muito, mais uma vez, do facto de ela continuar a ser realista. Mesmo naquela situação tentou encontrar uma explicação lógica, até se beliscou. Com isto és mesmo fiel àquilo que nos mostraste desde o primeiro capítulo e delimitas realmente o espírito e características que definem a personagem, o que gosto bastante

Também gostei da descrição que fizeste sobre a língua estranha que ela não conseguia compreender. Será a língua desse tal mundo? E aquilo que disseram no fim deixou-me extremamente curiosa... Humanos não são permitidos? Mas, suponho que aqueles homens não eram anjos... Então será um mundo de quê?
Já estou muito curiosa para saber o que é que aconteceu. Será que a Aya vai ser levada a alguma autoridade daquele local?
*dá à _S.E.A_ um ovo Kinder que se encontra numa imensa arca frigorífica, protegido do calor* Aqui tens
E fico ansiosamente à espera do próximo! Quero saber mais! ;_;
Um ovo da kinder? Para mim?? *baba* Dumo Arigato Kaoru-chan!
Ai k bom k tás curiosa, eu pretendo deixar as pessoas mesmo assim. É msm mt bom saber k consegui atingir o objectivo. Lol, eu tb gostei mt de escrever essa frase, saiu-me da cabeça e achei k encaixava bem, pk akeles dois guardas n eram realmente mt inteligentes.
A Aya é realmente uma pessoa extremamente realista, mas vai começar a mudar de ideias kd se deparar com o que vai acontecer a seguir... Mas eu vou ficar de bico calado! XD
Ora aí está, o que é que aqueles homens são, é uma pergunta interessante, mas n te posso responder. Vais ter de esperar mais dois capítulos para saberes
Fico mt feliz por teres gostado do capítulo e por estares a gostar da história. É o que eu digo, posso n ter mts leitores, mas os que lêem são de qualidade e é isso que importa! Prefiro estes comentarios maiorzinhos que coisas minusculas a dizer "adorei! posta mais", claro que compreendo k ha pessoas k n têm tempo, mas assim grande é k dá prazer de ler. Mt obrigada pelo comentário!
---
Já escrevi o 4º capítulo (tou inspirada), que começou com algum problema por causa de uns pormenores (ai ai, primeira das mts botas k vou ter de descalçar
), mas dps td saiu bem, felizmente.
Maaaas, só vou postar o capítulo amanhã... hoje tenho de fazer outras coisas e por isso n dá. E além do mais gosto de vos deixar curiosas, o que se há de fazer?
Ai k bom k tás curiosa, eu pretendo deixar as pessoas mesmo assim. É msm mt bom saber k consegui atingir o objectivo. Lol, eu tb gostei mt de escrever essa frase, saiu-me da cabeça e achei k encaixava bem, pk akeles dois guardas n eram realmente mt inteligentes.
A Aya é realmente uma pessoa extremamente realista, mas vai começar a mudar de ideias kd se deparar com o que vai acontecer a seguir... Mas eu vou ficar de bico calado! XD
Ora aí está, o que é que aqueles homens são, é uma pergunta interessante, mas n te posso responder. Vais ter de esperar mais dois capítulos para saberes

Fico mt feliz por teres gostado do capítulo e por estares a gostar da história. É o que eu digo, posso n ter mts leitores, mas os que lêem são de qualidade e é isso que importa! Prefiro estes comentarios maiorzinhos que coisas minusculas a dizer "adorei! posta mais", claro que compreendo k ha pessoas k n têm tempo, mas assim grande é k dá prazer de ler. Mt obrigada pelo comentário!
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Já escrevi o 4º capítulo (tou inspirada), que começou com algum problema por causa de uns pormenores (ai ai, primeira das mts botas k vou ter de descalçar
), mas dps td saiu bem, felizmente. Maaaas, só vou postar o capítulo amanhã... hoje tenho de fazer outras coisas e por isso n dá. E além do mais gosto de vos deixar curiosas, o que se há de fazer?

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Eu acho que nesta fase é mesmo por falta de tempo... Eu ainda vou dando saltinhos por aqui porque senão enlouquecia >.< Só ter férias a partir de dia 17 de Julho... :\ Mas tenho a certeza que há muita gente que gosta da tua história, _S.E.A_
Eu, pelo menos, gosto muito 
Amanhã? Pronto, a minha pausa nas últimas gotas de estudo para quarta-feira vão ser para ler o quarto capítulo, estou ansiosa
Eu, pelo menos, gosto muito 
Amanhã? Pronto, a minha pausa nas últimas gotas de estudo para quarta-feira vão ser para ler o quarto capítulo, estou ansiosa

Gomen pelo atraso do capítulo. Tinha dito k o postava ontem mas a minha revisora mor (aka a minha mãe) não estava e como eu n faço nada sem consultar a minha almofada, digo a minha mãe
', n postei.
Aqui vai o novo capítulo, nele mostra-se um lado da Aya que não vão ver muitas vezes. O lado que fica espantado e realmente curioso com alguma coisa... XD (eu fugi um bocado dakilo k devia ser, mas achei k ficou bem... pronto se n gostarem prometo k é o único).
Deparei-me tb com a "primeira bota que vou ter de descalçar". "Descalcei-a", mas n da forma k mais gostaria, pronto, tb n pretendo k essa "bota" seja mt mencionada... Pra dizer a verdade nem precisava... mas apeteceu-me, talvez dê jeito XD. E pronto, chega de nota introdutória k ninguém vai ler, provavelmente (embora eu goste de ler as que os outros escrevem XD). Se tiverem lido esta nota escrevam "porquinho" no final do comentário!!
Aya acordou com o barulho de vozes. Abrindo os olhos, pestanejou com força ao receber a luz do sol matinal. Olhando em volta, ainda estremunhada, percebeu que se encontrava completamente sozinha, deitada numa cama.
- Que raio… Onde é que eu fui parar? – Perguntou-se. Era óbvio que aquele não era o prado em que se encontrava há horas atrás… - Oh, claro! Ainda devo estar no quarto, que sonho comprido que tive! – Exclamou, levantando-se. Mas o sítio que viu era muito diferente do que esperava ver.
E então, terrível e implacável como uma afiada faca de um assassino, a verdade abateu-se sobre Aya. Ela não estava em casa, tão pouco na sua terra. Lembrando-se de tudo o que se tinha passado anteriormente, Aya deu por si num sítio onde nunca pensara vir a estar. Uma masmorra.
As paredes eram de uma pedra áspera e rugosa, de um tom alaranjado, o chão era branco, de simples azulejo. A divisão não possuia mais que uma janela de grades, por onde entrava o sol, uma cama fofa, onde Aya estivera deitada há pouco, uma secretária e uma cadeira. À sua frente, erguia-se uma porta de ferro, com uma pequena janelinha; era de lá que vinham as vozes.
Hesitante, Aya aproximou-se da porta, encostando o ouvido à sua superfície lisa e fria. Mas não conseguiu entender nada do que as pessoas diziam, porque falavam de novo naquele estranho dialecto que ouvira no bosque. Pareciam envolvidas numa calorosa discussão; no entanto, pararam de repente, parecendo alerta. Um dos homens murmurou algumas palavras e a porta abriu-se imediatamente, como que ao seu comando, atirando Aya para o chão.
- A tentar espiar-nos, é? – Perguntou o homem que abrira a porta. Aya reconheceu-o como um dos que a tinham apanhado e, provavelmente, levado para ali.
- Claro, é isso que ela deve ser não é? Uma espia enviada pelo Rei Frederico. – Disse o outro, que entretanto também entrara.
- Rei Frederico, quem é esse? – Perguntou Aya, levantando-se.
- Não te faças desentendida… Até parece que não trabalhas para ele! – Retorquiu o guarda, com uma risada.
- Bem, o nosso rei chama-se Frederico, mas não sei que ligação pode ter convosco. – Disse Aya, falando mais do que desejava, devido ao desespero.
A Terra, pelo menos a parte que Aya conhecia, estava dividida em três reinos, o reino da Rosa, o reino do Rubi e o reino das Oliveiras. Os três reinos viviam em paz. Aya vivia ao pé da fronteira do reino da Rosa, um reino cujo bondoso rei Frederico era muito aclamado. No entanto, sabia-se que Frederico também era ambicioso. Estaria ele relacionado com tudo aquilo? Mas que reino seria aquele de que nunca ouvira falar? Nunca lhe tinham falado da existência de um quarto reino, para lá da floresta.
- Bem, podes crer que tem muita ligação. – Disse o homem, interrompendo os pensamentos da rapariga. – Talvez quando falares com o rei te lembres.
E pegando-a pelos braços, sem cerimónia, arrastou-a, com a ajuda do colega, que a mirava com curiosidade.
Aya foi levada até uma carruagem. Era simples, toda preta, puxada por cavalos prateados, tão belos como nunca vira na vida. As cortinas da janela estavam completamente corridas, o que provocou um grande desapontamento em Aya. Pela primeira vez, sentia-se curiosa com qualquer coisa. Algo que lhe custava admitir, mas que naquele momento não se importava de demonstrar.
A viagem passou depressa, embora Aya não soubesse quanto tempo decorrera realmente. Tinha a sensação que tudo à sua volta era mágico. Com alguma habilidade, tendo em conta que os guardas não pareciam tirar os olhos de cima dela, Aya conseguiu espreitar por uma frincha da cortina.
O que observou deixou-a boquiaberta. O sol iluminava uma grande cidade, com casas parecidas com as que vira na noite passada. Tudo tinha um ar alegre e místico, fora do vulgar. Viu poucas pessoas, mas as que viu pareceram-lhe mais altas que todas as que já vira no seu reino. Vestiam túnicas e roupas simples, com belas decorações e tinham feições delicadas, embora severas e sábias.
Ia entretida a observar tudo quando a carruagem parou abruptamente. Com um gesto, um dos guardas disse-lhe para sair, e ela obedeceu. Não lhe apetecia entrar em mais conflitos. No momento, a única coisa que precisava era de respostas e pretendia obtê-las falando com esse tal rei que os guardas tinham mencionado.
Pouco habituada à luz do Sol, Aya franziu os olhos ao saltar da carruagem. À sua frente erguia-se um imponente palácio de torres brancas. Das janelas, pendiam grandes bandeiras de fundo azul escuro, com uma grande lua prateada. De novo, a rapariga sentiu-se fascinada, tal era a beleza do que via, mas os guardas não lhe deram muito tempo para observar tudo, puxando-a com força em direcção ao grande portão castanho, protegido por guardas, fardados da mesma maneira que os que a escoltavam.
Ao entrar, Aya ainda se sentiu mais espantada com tudo o que via, quase não acreditando que era mesmo verdade; tudo aquilo em que se recusava a acreditar parecia estar a acontecer.
Encontravam-se num enorme corredor de paredes forradas e chão alcatifado. Avançando mais um pouco, os dois guardas dirigiram-se até a um homem que se encontrava a guardar uma grande porta negra.
- Precisamos de falar com Sua Majestade. – Disse um dos homens.
- O rei está ocupado no momento, Sua Alteza Real disse que receberia a prisioneira em seu lugar. – Respondeu o outro, apontando-lhes uma porta.
Aya, alheada desta breve conversa, observava tudo em seu redor, incrédula. Mas foi de novo puxada até a uma porta, que dava ligação a um salão.
Era redondo, o chão estava coberto por uma alcatifa fofa, havia uma enorme lareira de pedra ao fundo, onde um fogo azulado bruxuleava, e diversos quadros de pessoas de aspecto altivo adornavam as paredes brancas.
Os guardas retiraram-se, deixando Aya sozinha, mas demasiado estupefacta para dizer algo, tentando processar tudo no cérebro. Não se apercebeu portanto da entrada de um indivíduo na sala, que se aproximou dela dizendo em perfeito inglês:
- Bem vinda à cidade de Silver Moon.
', n postei. Aqui vai o novo capítulo, nele mostra-se um lado da Aya que não vão ver muitas vezes. O lado que fica espantado e realmente curioso com alguma coisa... XD (eu fugi um bocado dakilo k devia ser, mas achei k ficou bem... pronto se n gostarem prometo k é o único).
Deparei-me tb com a "primeira bota que vou ter de descalçar". "Descalcei-a", mas n da forma k mais gostaria, pronto, tb n pretendo k essa "bota" seja mt mencionada... Pra dizer a verdade nem precisava... mas apeteceu-me, talvez dê jeito XD. E pronto, chega de nota introdutória k ninguém vai ler, provavelmente (embora eu goste de ler as que os outros escrevem XD). Se tiverem lido esta nota escrevam "porquinho" no final do comentário!!

Cap. IV – A cidade de SilverMoon
Aya acordou com o barulho de vozes. Abrindo os olhos, pestanejou com força ao receber a luz do sol matinal. Olhando em volta, ainda estremunhada, percebeu que se encontrava completamente sozinha, deitada numa cama.
- Que raio… Onde é que eu fui parar? – Perguntou-se. Era óbvio que aquele não era o prado em que se encontrava há horas atrás… - Oh, claro! Ainda devo estar no quarto, que sonho comprido que tive! – Exclamou, levantando-se. Mas o sítio que viu era muito diferente do que esperava ver.
E então, terrível e implacável como uma afiada faca de um assassino, a verdade abateu-se sobre Aya. Ela não estava em casa, tão pouco na sua terra. Lembrando-se de tudo o que se tinha passado anteriormente, Aya deu por si num sítio onde nunca pensara vir a estar. Uma masmorra.
As paredes eram de uma pedra áspera e rugosa, de um tom alaranjado, o chão era branco, de simples azulejo. A divisão não possuia mais que uma janela de grades, por onde entrava o sol, uma cama fofa, onde Aya estivera deitada há pouco, uma secretária e uma cadeira. À sua frente, erguia-se uma porta de ferro, com uma pequena janelinha; era de lá que vinham as vozes.
Hesitante, Aya aproximou-se da porta, encostando o ouvido à sua superfície lisa e fria. Mas não conseguiu entender nada do que as pessoas diziam, porque falavam de novo naquele estranho dialecto que ouvira no bosque. Pareciam envolvidas numa calorosa discussão; no entanto, pararam de repente, parecendo alerta. Um dos homens murmurou algumas palavras e a porta abriu-se imediatamente, como que ao seu comando, atirando Aya para o chão.
- A tentar espiar-nos, é? – Perguntou o homem que abrira a porta. Aya reconheceu-o como um dos que a tinham apanhado e, provavelmente, levado para ali.
- Claro, é isso que ela deve ser não é? Uma espia enviada pelo Rei Frederico. – Disse o outro, que entretanto também entrara.
- Rei Frederico, quem é esse? – Perguntou Aya, levantando-se.
- Não te faças desentendida… Até parece que não trabalhas para ele! – Retorquiu o guarda, com uma risada.
- Bem, o nosso rei chama-se Frederico, mas não sei que ligação pode ter convosco. – Disse Aya, falando mais do que desejava, devido ao desespero.
A Terra, pelo menos a parte que Aya conhecia, estava dividida em três reinos, o reino da Rosa, o reino do Rubi e o reino das Oliveiras. Os três reinos viviam em paz. Aya vivia ao pé da fronteira do reino da Rosa, um reino cujo bondoso rei Frederico era muito aclamado. No entanto, sabia-se que Frederico também era ambicioso. Estaria ele relacionado com tudo aquilo? Mas que reino seria aquele de que nunca ouvira falar? Nunca lhe tinham falado da existência de um quarto reino, para lá da floresta.
- Bem, podes crer que tem muita ligação. – Disse o homem, interrompendo os pensamentos da rapariga. – Talvez quando falares com o rei te lembres.
E pegando-a pelos braços, sem cerimónia, arrastou-a, com a ajuda do colega, que a mirava com curiosidade.
Aya foi levada até uma carruagem. Era simples, toda preta, puxada por cavalos prateados, tão belos como nunca vira na vida. As cortinas da janela estavam completamente corridas, o que provocou um grande desapontamento em Aya. Pela primeira vez, sentia-se curiosa com qualquer coisa. Algo que lhe custava admitir, mas que naquele momento não se importava de demonstrar.
A viagem passou depressa, embora Aya não soubesse quanto tempo decorrera realmente. Tinha a sensação que tudo à sua volta era mágico. Com alguma habilidade, tendo em conta que os guardas não pareciam tirar os olhos de cima dela, Aya conseguiu espreitar por uma frincha da cortina.
O que observou deixou-a boquiaberta. O sol iluminava uma grande cidade, com casas parecidas com as que vira na noite passada. Tudo tinha um ar alegre e místico, fora do vulgar. Viu poucas pessoas, mas as que viu pareceram-lhe mais altas que todas as que já vira no seu reino. Vestiam túnicas e roupas simples, com belas decorações e tinham feições delicadas, embora severas e sábias.
Ia entretida a observar tudo quando a carruagem parou abruptamente. Com um gesto, um dos guardas disse-lhe para sair, e ela obedeceu. Não lhe apetecia entrar em mais conflitos. No momento, a única coisa que precisava era de respostas e pretendia obtê-las falando com esse tal rei que os guardas tinham mencionado.
Pouco habituada à luz do Sol, Aya franziu os olhos ao saltar da carruagem. À sua frente erguia-se um imponente palácio de torres brancas. Das janelas, pendiam grandes bandeiras de fundo azul escuro, com uma grande lua prateada. De novo, a rapariga sentiu-se fascinada, tal era a beleza do que via, mas os guardas não lhe deram muito tempo para observar tudo, puxando-a com força em direcção ao grande portão castanho, protegido por guardas, fardados da mesma maneira que os que a escoltavam.
Ao entrar, Aya ainda se sentiu mais espantada com tudo o que via, quase não acreditando que era mesmo verdade; tudo aquilo em que se recusava a acreditar parecia estar a acontecer.
Encontravam-se num enorme corredor de paredes forradas e chão alcatifado. Avançando mais um pouco, os dois guardas dirigiram-se até a um homem que se encontrava a guardar uma grande porta negra.
- Precisamos de falar com Sua Majestade. – Disse um dos homens.
- O rei está ocupado no momento, Sua Alteza Real disse que receberia a prisioneira em seu lugar. – Respondeu o outro, apontando-lhes uma porta.
Aya, alheada desta breve conversa, observava tudo em seu redor, incrédula. Mas foi de novo puxada até a uma porta, que dava ligação a um salão.
Era redondo, o chão estava coberto por uma alcatifa fofa, havia uma enorme lareira de pedra ao fundo, onde um fogo azulado bruxuleava, e diversos quadros de pessoas de aspecto altivo adornavam as paredes brancas.
Os guardas retiraram-se, deixando Aya sozinha, mas demasiado estupefacta para dizer algo, tentando processar tudo no cérebro. Não se apercebeu portanto da entrada de um indivíduo na sala, que se aproximou dela dizendo em perfeito inglês:
- Bem vinda à cidade de Silver Moon.

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
S.E.A, realmente, neste capítulo mostraste uma outra faceta da Aya, muito diferente da racionalidade presente nesta personagem. Gostei disso, acho q exploraste esse outro lado, digamos escondido, muito bem.
A cidade q descreveste, assim como as pessoas e o castelo imponente despertaram o meu interesse. Parece-me uma cidade envolta numa aura misteriosa e mágica.
Cidade de Silver Moon... gostei do nome
Qual será o mistério q envolve a Aya e esta misteriosa cidade???
Parece-me q o vais revelar no próximo capítulo... hmm mal posso esperar!!
.o:
ah e "porquinho" :
': 
A cidade q descreveste, assim como as pessoas e o castelo imponente despertaram o meu interesse. Parece-me uma cidade envolta numa aura misteriosa e mágica.
Cidade de Silver Moon... gostei do nome
Qual será o mistério q envolve a Aya e esta misteriosa cidade???
Parece-me q o vais revelar no próximo capítulo... hmm mal posso esperar!!
.o: ah e "porquinho" :
': 
Antes de tudo, "porquinho"
Eu, pessoalmente, leio sempre tudo aquilo que escreves e gosto muito, é sempre bom saber a faceta do autor e o que o levou a fazer isto ou aquilo. Por isso, só tenho é de te agradecer por isso 
Quanto ao capítulo! Disseste que ias mostrar uma face da Aya que não ia aparecer muitas vezes mas, embora isso seja assim, eu gostei bastante de teres mostrado esse seu lado. Acho que mesmo ela, sendo uma pessoa tão realista, não iria conseguir, por muito que quisesse, ficar indiferente àquilo. No início, ainda pensou que era a sua própria casa mas, depois, ao aperceber-se de tudo o que se passava, ficou mais disposta a deixar-se deslumbrar pelo que a rodeava e pela curiosidade. Gostei disso, porque considero que é um elemento real da história; porque creio que nem mesmo a pessoa mais realista podia ficar indiferente ao que ela viu
Gostei também muito de todas as descrições que fizeste do ambiente envolvente. O próprio começo intrigou-me; uma masmorra! Normalmente imaginamos as masmorras como um lugar frio e húmido, mas tu descreveste como tendo paredes alaranjadas e chão branco, o que, de certa forma, me fascinou. São estes pormenores que embelezam a tua história
Mas, adiante! Os guardas falaram de um rei, Frederico. Foi aqui que me apercebi do irónico que é o facto de eu ter imaginado uma Terra como a nossa. Mas, afinal, demonstraste que isso não é assim! Fiquei espantada com o facto de existirem três reinos, e ainda por cima um dos reis chamar-se Frederico. Consegues sempre surpreender-me, _S.E.A_
O ambiente todo fora das masmorras, a descrição que fizeste... Deixou-me tudo tão curiosa acerca daquele local! Quero mesmo saber quem são aquelas pessoas, o que é, ao certo, aquele reino! Silver Moon... Que bonito nome
Agora estou mesmo muito curiosa. Quem será a pessoa que entrou? Alteza Real... Será um príncipe?
*dá dois Kinder Joy à _S.E.A_ e uma foto das Outers em grande qualidade* Fico ansiosamente à espera de mais!
EDIT: Ah, e tenho mais uma coisa para dizer! A Xana-chan está a acompanhar todos os capítulos da tua história mas, como não tem tido tempo de vir cá e comentar, pediu-me para te transmitir que está a adorar a história, que é fantástica e para não te esqueceres que também tens subornos dela!
Eu, pessoalmente, leio sempre tudo aquilo que escreves e gosto muito, é sempre bom saber a faceta do autor e o que o levou a fazer isto ou aquilo. Por isso, só tenho é de te agradecer por isso 
Quanto ao capítulo! Disseste que ias mostrar uma face da Aya que não ia aparecer muitas vezes mas, embora isso seja assim, eu gostei bastante de teres mostrado esse seu lado. Acho que mesmo ela, sendo uma pessoa tão realista, não iria conseguir, por muito que quisesse, ficar indiferente àquilo. No início, ainda pensou que era a sua própria casa mas, depois, ao aperceber-se de tudo o que se passava, ficou mais disposta a deixar-se deslumbrar pelo que a rodeava e pela curiosidade. Gostei disso, porque considero que é um elemento real da história; porque creio que nem mesmo a pessoa mais realista podia ficar indiferente ao que ela viu

Gostei também muito de todas as descrições que fizeste do ambiente envolvente. O próprio começo intrigou-me; uma masmorra! Normalmente imaginamos as masmorras como um lugar frio e húmido, mas tu descreveste como tendo paredes alaranjadas e chão branco, o que, de certa forma, me fascinou. São estes pormenores que embelezam a tua história

Mas, adiante! Os guardas falaram de um rei, Frederico. Foi aqui que me apercebi do irónico que é o facto de eu ter imaginado uma Terra como a nossa. Mas, afinal, demonstraste que isso não é assim! Fiquei espantada com o facto de existirem três reinos, e ainda por cima um dos reis chamar-se Frederico. Consegues sempre surpreender-me, _S.E.A_

O ambiente todo fora das masmorras, a descrição que fizeste... Deixou-me tudo tão curiosa acerca daquele local! Quero mesmo saber quem são aquelas pessoas, o que é, ao certo, aquele reino! Silver Moon... Que bonito nome

Agora estou mesmo muito curiosa. Quem será a pessoa que entrou? Alteza Real... Será um príncipe?
*dá dois Kinder Joy à _S.E.A_ e uma foto das Outers em grande qualidade* Fico ansiosamente à espera de mais!

EDIT: Ah, e tenho mais uma coisa para dizer! A Xana-chan está a acompanhar todos os capítulos da tua história mas, como não tem tido tempo de vir cá e comentar, pediu-me para te transmitir que está a adorar a história, que é fantástica e para não te esqueceres que também tens subornos dela!

*fica toda babada e emocionada e completamente sem jeito*
Paula Ainda bem k gostaste do capítulo e achaste que ficou bem aquela parte da Aya. É muito bom saber que gostaste dos capítulos e que queres mais! Quanto aos mistérios... n te posso responder, mas pretendo começar a revelar mts coisas a partir daqui, preparem-se que depois vai ser uma enxorrada (e mais botas para descalçar...
). Obrigada pelo teu comentário!! 
Kaoru-chan NIsso de ler o que o autor escreveu antes sou exactamente como tu, gosto de saber o que eles pensaram e tal e pretendo também transmitir isso kd escrevos as minhas "notas introdutórias".
Ainda bem k gostaste do capítulo e desse "lado mais oculto" da Aya e que o achaste realista. Fico msm aliviada, tinha medo k n gostassem...
Kd tu disseste isso dos pormenores eu fiquei completamente sem jeito. Achas mesmo k está assim tão bem?? *lagrimita* SNIIIFF.
Ainda bem k estás curiosa, até a minha mãe está curiosa, eu n lhe conto nada!
:P
*baba em cima da foto das Outers* Outra para a minha colecção! e obrigada pelos kinder joy!!
Fiquei mt feliz por saber k a Tixa tb tava a ler e a gostar, fico msm mt contente
E espero k ela esteja melhor *manda-lhe um beijinho meu*. Ou então fica aki mesmo!
BEIJÃO!!!!! *dá um grande abraço à Kaoru, à Tixa e à Paula*
Bgd pelo apoio!
Paula Ainda bem k gostaste do capítulo e achaste que ficou bem aquela parte da Aya. É muito bom saber que gostaste dos capítulos e que queres mais! Quanto aos mistérios... n te posso responder, mas pretendo começar a revelar mts coisas a partir daqui, preparem-se que depois vai ser uma enxorrada (e mais botas para descalçar...
). Obrigada pelo teu comentário!! 
Kaoru-chan NIsso de ler o que o autor escreveu antes sou exactamente como tu, gosto de saber o que eles pensaram e tal e pretendo também transmitir isso kd escrevos as minhas "notas introdutórias".
Ainda bem k gostaste do capítulo e desse "lado mais oculto" da Aya e que o achaste realista. Fico msm aliviada, tinha medo k n gostassem...
Kd tu disseste isso dos pormenores eu fiquei completamente sem jeito. Achas mesmo k está assim tão bem?? *lagrimita* SNIIIFF.Ainda bem k estás curiosa, até a minha mãe está curiosa, eu n lhe conto nada!
:P *baba em cima da foto das Outers* Outra para a minha colecção! e obrigada pelos kinder joy!!
Fiquei mt feliz por saber k a Tixa tb tava a ler e a gostar, fico msm mt contente
E espero k ela esteja melhor *manda-lhe um beijinho meu*. Ou então fica aki mesmo!BEIJÃO!!!!! *dá um grande abraço à Kaoru, à Tixa e à Paula*
Bgd pelo apoio!


Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Gomem pelo atraso e pelo double post. Este capítulo não queria sair até que na segunda feira me deu um rasgo de inspiração e fiquei meia-hora a escrever sentada na sanita com a minha mãe a ralhar-me para eu ir tomar banho... err, n devia ter dito isto XD E a minha revisora aka minha mãe n pode rever o capítulo a n ser hoje à tarde, ele antes estava maior, mas tinha ficado confuso e eu diminui. O título foi um problema... mas acabou por ficar msm este.
Adiante... Este capítulo ficou mais comprido, espero que não o achem enfadonho. Se encontrarem algum erro avisem por favor!
- Bem vinda à cidade de SilverMoon.
Aya olhou para trás, sentindo-se um tanto envergonhada pela sua súbita curiosidade, que considerava infantil. O homem que falara aproximou-se, fitando-a seriamente. Era alto, de rosto alongado, como o das outras pessoas que vira. Aparentava ter uns 30 e tais anos. O seu cabelo era loiro e os olhos azuis claros. Trajava um conjunto de calças e casaco escarlates e, na testa, tinha um fio prateado com uma lua. Por entre as madeixas douradas do seu cabelo podiam ver-se duas compridas orelhas.
Aya fitou-o igualmente, não conseguindo esconder a curiosidade e incredulidade que cresciam dentro de si. As histórias que a sua mãe lhe contava em criança pareciam estar a tornar-se realidade.
- Tu… tu és um elfo! – Deixou Aya escapar.
- Sim, sou. E tu és uma humana! – Disse o elfo, com um ar impassível.– E os humanos são proibidos por aqui. Devias saber isso.
- Devia? – Perguntou Aya.
- Entraste aqui, não entraste? – Perguntou, indiferente à exclamação de Aya. – Se sabias como entrar também devias saber quem aqui vivia.
- Bem… Por acaso até não sabia! – Replicou Aya, começando a ficar irritada com o tom indiferente que o elfo lhe dirigia.
- Como não sabias? – Pela primeira vez, o elfo mostrou-se surpreendido. – Não és uma espia?
“Bem, ao menos vai direito ao assunto…”, pensou a rapariga, começando a ficar enfadada.
- Não, não sou! – Exclamou, mais alto do que queria. – Entrei aqui completamente por acaso, através de um portão, quando…
- Espera aí, um portão? – Interrompeu o elfo.
- Sim, um portão. No meio da floresta. – Respondeu a rapariga.
- O portão dos anjos… – Murmurou o elfo para si próprio, na sua língua. – Mas então, se passaste esse portão, és decerto uma grande feiticeira! – Exclamou.
- Feiticeira, eu? – Aya soltou uma gargalhada sonora. – Até há bem pouco tempo eu não acreditava na existência de nenhum dos teus, não acreditava em magia e ainda agora me pergunto se não estarei a sonhar. – Respondeu, sarcasticamente.
- Bem, podes acreditar que isto é tudo menos um sonho. – Disse solenemente, erguendo uma sobrancelha. – Posso então crer que não és uma espia?
- Acredite no que quiser… – Respondeu-lhe Aya.
- Acredito em ti. – Disse o elfo, com um sorriso amável que, no entanto, se esfumou logo. – O problema é que o meu pai não vai acreditar em ti assim tão facilmente.
- O seu pai? – Perguntou Aya, lembrando-se de que estava a falar com um desconhecido. – Quem é?
- Sou Philippe, príncipe herdeiro do reino de SilverMoon. – Disse o elfo, confirmando as suspeitas de Aya.
- Oh mer… – Balbuciou Aya, quase dizendo uma asneira de tão embasbacada que ficara.
- Agora que já me apresentei, podias fazer o mesmo. – Pediu o elfo serenamente.
- Sou a Aya, do reino da Rosa, alteza. Eu não sabia…
- Eu sei, perdoo-te isso. – Disse Phillipe, parecendo divertido com a atrapalhação de Aya. – Bem, gostava de continuar a falar, mas o tempo falta-me. Amanhã deverás falar com o rei e ele decidirá o que te fazer.
Com passadas largas, o elfo dirigiu-se à secretária e tocou numa campainha. Imediatamente, os dois guardas que tinham acompanhado Aya apareceram, fazendo uma vénia ao príncipe.
- Levem-na de novo para a prisão e esperem por indicações reais. – Ordenou-lhes ele.
Os guardas pegaram Aya pelos braços, fazendo outra vénia. Aya não ofereceu resistência, sentia-se cansada de toda aquela conversa meia estranha. Resignada, deixou-se arrastar para fora do escritório do príncipe.
- Tratem-na bem, sim? – Sussurrou Philippe, de novo na sua língua, antes do segundo guarda sair. Ele apenas curvou a cabeça, em sinal de assentimento.
O elfo quedou-se então em silêncio, pensativo. Com uma mão no queixo bicudo, dirigiu-se até à sua secretária de madeira escura e envernizada e sentou-se. Profundamente embrenhado em pensamentos, Philippe retomou a tarefa que tinha em mãos, antes de Aya chegar. Tinha de escrever uma carta para os habitantes de uma pequena aldeia que pediam uma limpeza ao lago. Mas por muito que se quisesse manter focado, os seus pensamentos acabavam sempre por voar para aquela rapariga de cabelos loiros e olhos azuis profundos. Embora não quisesse admitir, o príncipe preocupava-se com ela. Temia que o seu pai fosse severo com ela, não acreditasse na sua palavra e a mandasse matar.
Darnassus, como se chamava o rei, era cruel para com os povos não élficos e até mesmo para estes. Passava a vida a vangloriar-se dos poderes que tinha e considerava os humanos seres inferiores, feitos para servir os elfos. Os humanos, ou pelo menos a pequena parte deles que ainda acreditava, ou sabia da existência de tais criaturas, temiam-nos ou repudiavam-nos.
Desde sempre fora assim. Elfos e humanos separados por infindáveis guerras pelo poder, inveja ou, simplesmente, um ódio mortal que ninguém sabia onde tinha começado, mas que passara de geração em geração.
Fora por isso que o terceiro povo interferira. O povo dos céus, dotado de poderes divinos: os anjos. Fartos de assistir a guerras sem razão, tinham sido eles os criadores da floresta que separava as duas raças. Por isso, nos tempos que corriam, os dois povos viviam em paz, embora ainda se odiassem.
Silenciosamente, uma figura saiu detrás dos cortinados vermelhos que cobriam a grande janela atrás da secretária, interrompendo os pensamentos de Philippe.
- Estiveste aí o tempo todo, Eleanor? – Perguntou-lhe este, sem levantar os olhos da carta que escrevia.
- Sim.
- E então, o que achas?
- Acho que gostas dela, Philippe. – Disse a mulher, dando um passo em frente e revelando a sua imagem.
Tinha pele roxa e cabelo azul, cor do céu nocturno. Os seus olhos eram azuis-claros e, na testa, usava um fio com uma lua prateada, semelhante à de Philippe.
- Sabes que isso é perigoso. Não pode haver contacto entre humanos e elfos. Porque é que acreditaste nela? Quem disse que ela não está a mentir? – Perguntou-lhe na sua voz altiva.
- Digo eu, maninha. Ela atravessou o portão dos anjos. – Disse Philippe, fitando agora aquela a quem chamara irmã. – Apenas as pessoas sem más intenções podem viajar entre os dois mundos por aquele portão!
- E aquela pedra que ela tinha ao pescoço? – Perguntou Eleanor, não se dando por vencida com o argumento do irmão. – É uma pedra dos anjos. Se o pai a vê…
- O pai não vai ver. – Interrompeu Philippe levantando-se. – Aquela rapariga não é normal, sinto-o. Está destinada a fazer grandes coisas. – Disse, pondo as mãos nos ombros da irmã e olhando-a nos olhos, tão parecidos com os seus. – Quero que a vigies e me venhas contar se algo estranho acontecer. Também deves impedir que o pai descubra algo sobre ela.
- Mas… – Tentou replicar Eleanor.
- Peço-te! Talvez ela seja a solução para os nossos problemas. – Disse o elfo, insistentemente.
Eleanor e Philippe eram os dois filhos do rei de SilverMoon. Embora fosse o mais novo, era Philippe o herdeiro do trono, por ser homem. Ele saíra ao pai, mas só fisicamente, porque estava muito longe de ter a sua personalidade cruel. Já Eleanor saíra à mãe, a rainha Ilara, uma elfo nocturna do reino longínquo de Hyidara, nas montanhas do norte.
- Sabes que por ti faço tudo… – Disse Eleanor. Ela amava o irmão mais do que tudo e não conseguia deixar de lhe satisfazer as vontades, por muito estúpidas que lhe parecessem. – No entanto, fica sabendo que isto não me agrada mesmo nada. – Disse, lançando um último relance ao irmão, enquanto abria a porta.
- Obrigada. Vais ver que não será em vão. – Disse Philippe, sorrindo à irmã que saía do seu escritório.
Depois, com um suspiro, o elfo voltou para a sua secretária, a fim de acabar a tarefa que tantas vezes interrompera.
---
E agora digam da vossa justiça!
Amanhã vou tentar postar as imagens em que me baseei para criar a Aya e a Eleanor agora tenho de ir jantar... Yah, a esta hora, só cheguei do ballet às 21:00 e ainda estivemos a fazer pizza. Então pronto! Xau! XD
Adiante... Este capítulo ficou mais comprido, espero que não o achem enfadonho. Se encontrarem algum erro avisem por favor!

Cap. V - Conversas
- Bem vinda à cidade de SilverMoon.
Aya olhou para trás, sentindo-se um tanto envergonhada pela sua súbita curiosidade, que considerava infantil. O homem que falara aproximou-se, fitando-a seriamente. Era alto, de rosto alongado, como o das outras pessoas que vira. Aparentava ter uns 30 e tais anos. O seu cabelo era loiro e os olhos azuis claros. Trajava um conjunto de calças e casaco escarlates e, na testa, tinha um fio prateado com uma lua. Por entre as madeixas douradas do seu cabelo podiam ver-se duas compridas orelhas.
Aya fitou-o igualmente, não conseguindo esconder a curiosidade e incredulidade que cresciam dentro de si. As histórias que a sua mãe lhe contava em criança pareciam estar a tornar-se realidade.
- Tu… tu és um elfo! – Deixou Aya escapar.
- Sim, sou. E tu és uma humana! – Disse o elfo, com um ar impassível.– E os humanos são proibidos por aqui. Devias saber isso.
- Devia? – Perguntou Aya.
- Entraste aqui, não entraste? – Perguntou, indiferente à exclamação de Aya. – Se sabias como entrar também devias saber quem aqui vivia.
- Bem… Por acaso até não sabia! – Replicou Aya, começando a ficar irritada com o tom indiferente que o elfo lhe dirigia.
- Como não sabias? – Pela primeira vez, o elfo mostrou-se surpreendido. – Não és uma espia?
“Bem, ao menos vai direito ao assunto…”, pensou a rapariga, começando a ficar enfadada.
- Não, não sou! – Exclamou, mais alto do que queria. – Entrei aqui completamente por acaso, através de um portão, quando…
- Espera aí, um portão? – Interrompeu o elfo.
- Sim, um portão. No meio da floresta. – Respondeu a rapariga.
- O portão dos anjos… – Murmurou o elfo para si próprio, na sua língua. – Mas então, se passaste esse portão, és decerto uma grande feiticeira! – Exclamou.
- Feiticeira, eu? – Aya soltou uma gargalhada sonora. – Até há bem pouco tempo eu não acreditava na existência de nenhum dos teus, não acreditava em magia e ainda agora me pergunto se não estarei a sonhar. – Respondeu, sarcasticamente.
- Bem, podes acreditar que isto é tudo menos um sonho. – Disse solenemente, erguendo uma sobrancelha. – Posso então crer que não és uma espia?
- Acredite no que quiser… – Respondeu-lhe Aya.
- Acredito em ti. – Disse o elfo, com um sorriso amável que, no entanto, se esfumou logo. – O problema é que o meu pai não vai acreditar em ti assim tão facilmente.
- O seu pai? – Perguntou Aya, lembrando-se de que estava a falar com um desconhecido. – Quem é?
- Sou Philippe, príncipe herdeiro do reino de SilverMoon. – Disse o elfo, confirmando as suspeitas de Aya.
- Oh mer… – Balbuciou Aya, quase dizendo uma asneira de tão embasbacada que ficara.
- Agora que já me apresentei, podias fazer o mesmo. – Pediu o elfo serenamente.
- Sou a Aya, do reino da Rosa, alteza. Eu não sabia…
- Eu sei, perdoo-te isso. – Disse Phillipe, parecendo divertido com a atrapalhação de Aya. – Bem, gostava de continuar a falar, mas o tempo falta-me. Amanhã deverás falar com o rei e ele decidirá o que te fazer.
Com passadas largas, o elfo dirigiu-se à secretária e tocou numa campainha. Imediatamente, os dois guardas que tinham acompanhado Aya apareceram, fazendo uma vénia ao príncipe.
- Levem-na de novo para a prisão e esperem por indicações reais. – Ordenou-lhes ele.
Os guardas pegaram Aya pelos braços, fazendo outra vénia. Aya não ofereceu resistência, sentia-se cansada de toda aquela conversa meia estranha. Resignada, deixou-se arrastar para fora do escritório do príncipe.
- Tratem-na bem, sim? – Sussurrou Philippe, de novo na sua língua, antes do segundo guarda sair. Ele apenas curvou a cabeça, em sinal de assentimento.
O elfo quedou-se então em silêncio, pensativo. Com uma mão no queixo bicudo, dirigiu-se até à sua secretária de madeira escura e envernizada e sentou-se. Profundamente embrenhado em pensamentos, Philippe retomou a tarefa que tinha em mãos, antes de Aya chegar. Tinha de escrever uma carta para os habitantes de uma pequena aldeia que pediam uma limpeza ao lago. Mas por muito que se quisesse manter focado, os seus pensamentos acabavam sempre por voar para aquela rapariga de cabelos loiros e olhos azuis profundos. Embora não quisesse admitir, o príncipe preocupava-se com ela. Temia que o seu pai fosse severo com ela, não acreditasse na sua palavra e a mandasse matar.
Darnassus, como se chamava o rei, era cruel para com os povos não élficos e até mesmo para estes. Passava a vida a vangloriar-se dos poderes que tinha e considerava os humanos seres inferiores, feitos para servir os elfos. Os humanos, ou pelo menos a pequena parte deles que ainda acreditava, ou sabia da existência de tais criaturas, temiam-nos ou repudiavam-nos.
Desde sempre fora assim. Elfos e humanos separados por infindáveis guerras pelo poder, inveja ou, simplesmente, um ódio mortal que ninguém sabia onde tinha começado, mas que passara de geração em geração.
Fora por isso que o terceiro povo interferira. O povo dos céus, dotado de poderes divinos: os anjos. Fartos de assistir a guerras sem razão, tinham sido eles os criadores da floresta que separava as duas raças. Por isso, nos tempos que corriam, os dois povos viviam em paz, embora ainda se odiassem.
Silenciosamente, uma figura saiu detrás dos cortinados vermelhos que cobriam a grande janela atrás da secretária, interrompendo os pensamentos de Philippe.
- Estiveste aí o tempo todo, Eleanor? – Perguntou-lhe este, sem levantar os olhos da carta que escrevia.
- Sim.
- E então, o que achas?
- Acho que gostas dela, Philippe. – Disse a mulher, dando um passo em frente e revelando a sua imagem.
Tinha pele roxa e cabelo azul, cor do céu nocturno. Os seus olhos eram azuis-claros e, na testa, usava um fio com uma lua prateada, semelhante à de Philippe.
- Sabes que isso é perigoso. Não pode haver contacto entre humanos e elfos. Porque é que acreditaste nela? Quem disse que ela não está a mentir? – Perguntou-lhe na sua voz altiva.
- Digo eu, maninha. Ela atravessou o portão dos anjos. – Disse Philippe, fitando agora aquela a quem chamara irmã. – Apenas as pessoas sem más intenções podem viajar entre os dois mundos por aquele portão!
- E aquela pedra que ela tinha ao pescoço? – Perguntou Eleanor, não se dando por vencida com o argumento do irmão. – É uma pedra dos anjos. Se o pai a vê…
- O pai não vai ver. – Interrompeu Philippe levantando-se. – Aquela rapariga não é normal, sinto-o. Está destinada a fazer grandes coisas. – Disse, pondo as mãos nos ombros da irmã e olhando-a nos olhos, tão parecidos com os seus. – Quero que a vigies e me venhas contar se algo estranho acontecer. Também deves impedir que o pai descubra algo sobre ela.
- Mas… – Tentou replicar Eleanor.
- Peço-te! Talvez ela seja a solução para os nossos problemas. – Disse o elfo, insistentemente.
Eleanor e Philippe eram os dois filhos do rei de SilverMoon. Embora fosse o mais novo, era Philippe o herdeiro do trono, por ser homem. Ele saíra ao pai, mas só fisicamente, porque estava muito longe de ter a sua personalidade cruel. Já Eleanor saíra à mãe, a rainha Ilara, uma elfo nocturna do reino longínquo de Hyidara, nas montanhas do norte.
- Sabes que por ti faço tudo… – Disse Eleanor. Ela amava o irmão mais do que tudo e não conseguia deixar de lhe satisfazer as vontades, por muito estúpidas que lhe parecessem. – No entanto, fica sabendo que isto não me agrada mesmo nada. – Disse, lançando um último relance ao irmão, enquanto abria a porta.
- Obrigada. Vais ver que não será em vão. – Disse Philippe, sorrindo à irmã que saía do seu escritório.
Depois, com um suspiro, o elfo voltou para a sua secretária, a fim de acabar a tarefa que tantas vezes interrompera.
---
E agora digam da vossa justiça!
Amanhã vou tentar postar as imagens em que me baseei para criar a Aya e a Eleanor agora tenho de ir jantar... Yah, a esta hora, só cheguei do ballet às 21:00 e ainda estivemos a fazer pizza. Então pronto! Xau! XD
Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Ah, finalmente um novo capítulo! Que bom! Valeu bem a pena esperar! 
Deixa-me confessar uma coisa; este foi o meu capítulo preferido até agora! É verdade, e vou tentar explicar porquê
Gosto muito deste tipo de interacções entre seres místicos, especialmente elfos, que são dos que mais gosto. Por isso, estava muito ansiosa por saber que cidade era esta, quem era a pessoa que estava perto da Aya e o que se iria, de facto, passar.
Gostei muito do facto de ela se ver confrontada com algo em que já não acredita. Neste momento, a sua cabeça deve estar numa autêntica confusão! Por isso, compreendo perfeitamente o facto de ela ter abandonado o local sem nada dizer, quase que derrotada. Mais uma vez, deixaste transparecer a realidade
Também adorei as novas personagens, e acho que foi isso que me fez gostar tanto deste capítulo. Estava à espera de um príncipe e não me enganei
Descreveste o Philippe mesmo à maneira dos elfos, e gostei muito dele, da sua personalidade e bondade, das atitudes... E depois, de uma forma muito inteligente, integraste ali um novo pedacinho da história, a história dos três povos. Mais uma coisa que gostei imenso de ler e de saber! Pelo que percebi, os Anjos são uma espécie de "mediadores" da luta entre os Homens e os Elfos, é uma ideia muito interessante 
E conseguiste surpreender-me muito com a Eleanor (engraçado que ando a escrever algo e a personagem principal esteve mesmo para ter esse nome
). Normalmente imaginamos os elfos como o Philippe, mas ela é completamente diferente daquilo que estava à espera! Pele roxa, elfo nocturna... É mesmo muito interessante, adorei! E espero que ela se torne numa boa amiga da Aya, seria giro 
*dá uma bonita caixinha de madeira com um elfo à _S.E.A_ com dez Kinder Joy lá dentro* Agora fiquei ainda mais ansiosa pelo próximo capítulo ^__^ Muitos parabéns, gostei imenso!
A história está cada vez mais interessante e empolgante! 

Deixa-me confessar uma coisa; este foi o meu capítulo preferido até agora! É verdade, e vou tentar explicar porquê

Gosto muito deste tipo de interacções entre seres místicos, especialmente elfos, que são dos que mais gosto. Por isso, estava muito ansiosa por saber que cidade era esta, quem era a pessoa que estava perto da Aya e o que se iria, de facto, passar.
Gostei muito do facto de ela se ver confrontada com algo em que já não acredita. Neste momento, a sua cabeça deve estar numa autêntica confusão! Por isso, compreendo perfeitamente o facto de ela ter abandonado o local sem nada dizer, quase que derrotada. Mais uma vez, deixaste transparecer a realidade

Também adorei as novas personagens, e acho que foi isso que me fez gostar tanto deste capítulo. Estava à espera de um príncipe e não me enganei
Descreveste o Philippe mesmo à maneira dos elfos, e gostei muito dele, da sua personalidade e bondade, das atitudes... E depois, de uma forma muito inteligente, integraste ali um novo pedacinho da história, a história dos três povos. Mais uma coisa que gostei imenso de ler e de saber! Pelo que percebi, os Anjos são uma espécie de "mediadores" da luta entre os Homens e os Elfos, é uma ideia muito interessante 
E conseguiste surpreender-me muito com a Eleanor (engraçado que ando a escrever algo e a personagem principal esteve mesmo para ter esse nome
). Normalmente imaginamos os elfos como o Philippe, mas ela é completamente diferente daquilo que estava à espera! Pele roxa, elfo nocturna... É mesmo muito interessante, adorei! E espero que ela se torne numa boa amiga da Aya, seria giro 
*dá uma bonita caixinha de madeira com um elfo à _S.E.A_ com dez Kinder Joy lá dentro* Agora fiquei ainda mais ansiosa pelo próximo capítulo ^__^ Muitos parabéns, gostei imenso!
A história está cada vez mais interessante e empolgante! 
Kaoru-chan! Ainda bem k gostaste deste capítulo. Foi o teu preferido? K bom saber isso!!
Eu gostei de criar o Philippe, deu-me gozo, XD Ainda bem k gostaste dele. E eu adoro a Eleanor, podes crer que ainda vai ter mt importância na história
*percebe k já falou demais e cala-se*. Ainda bem k tb gostaste dela, ela é exactamente o oposto do irmão.
Eu para criá-la baseei-me numa imagem do warcraft III (acho k é do III) que achei que ficava fantástica nela. É esta aqui (vejam o link). Eu adoro-a e já a usei como wall montes de vezes. Já o Phillipe baseei-me mais na típica imagem do elfo, como o Legolas por exemplo XD Embora eu tivesse encontrado uma imagem no DA que acentava perfeitamente nele, mas n a guardei no momento e nunca mais a vi...
O próprio nome de SilverMoon vem do World of Warcraft, é o nome da cidade dos Blood Elves e Darnassus é o nome da cidade dos Night Elves, embora aqui tenha sido usado como nome do rei. Ou seja, o WoW foi a minha fonte de inspiração em relação aos elfos. (eu adoro elfos e World of Warcraft
)
Mas já me desviei. Ainda bem que gostaste, fico mt contente com o teu comentário. Obrigada pelo comentário e pela caixa!
*partilha um kinder joy com a Kaoru*
---
Silva, ainda bem k gostaste
Eu gostei de criar o Philippe, deu-me gozo, XD Ainda bem k gostaste dele. E eu adoro a Eleanor, podes crer que ainda vai ter mt importância na história
*percebe k já falou demais e cala-se*. Ainda bem k tb gostaste dela, ela é exactamente o oposto do irmão. Eu para criá-la baseei-me numa imagem do warcraft III (acho k é do III) que achei que ficava fantástica nela. É esta aqui (vejam o link). Eu adoro-a e já a usei como wall montes de vezes. Já o Phillipe baseei-me mais na típica imagem do elfo, como o Legolas por exemplo XD Embora eu tivesse encontrado uma imagem no DA que acentava perfeitamente nele, mas n a guardei no momento e nunca mais a vi...
O próprio nome de SilverMoon vem do World of Warcraft, é o nome da cidade dos Blood Elves e Darnassus é o nome da cidade dos Night Elves, embora aqui tenha sido usado como nome do rei. Ou seja, o WoW foi a minha fonte de inspiração em relação aos elfos. (eu adoro elfos e World of Warcraft
)Mas já me desviei. Ainda bem que gostaste, fico mt contente com o teu comentário. Obrigada pelo comentário e pela caixa!
*partilha um kinder joy com a Kaoru*---
Silva, ainda bem k gostaste


Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
_S.E.A_ escreveu:Kaoru-chan! Ainda bem k gostaste deste capítulo. Foi o teu preferido? K bom saber isso!!
Eu gostei de criar o Philippe, deu-me gozo, XD Ainda bem k gostaste dele. E eu adoro a Eleanor, podes crer que ainda vai ter mt importância na história*percebe k já falou demais e cala-se*. Ainda bem k tb gostaste dela, ela é exactamente o oposto do irmão.
Eu para criá-la baseei-me numa imagem do warcraft III (acho k é do III) que achei que ficava fantástica nela. É esta aqui (vejam o link). Eu adoro-a e já a usei como wall montes de vezes. Já o Phillipe baseei-me mais na típica imagem do elfo, como o Legolas por exemplo XD Embora eu tivesse encontrado uma imagem no DA que acentava perfeitamente nele, mas n a guardei no momento e nunca mais a vi...O próprio nome de SilverMoon vem do World of Warcraft, é o nome da cidade dos Blood Elves e Darnassus é o nome da cidade dos Night Elves, embora aqui tenha sido usado como nome do rei. Ou seja, o WoW foi a minha fonte de inspiração em relação aos elfos. (eu adoro elfos e World of Warcraft
)
Mas já me desviei. Ainda bem que gostaste, fico mt contente com o teu comentário. Obrigada pelo comentário e pela caixa!*partilha um kinder joy com a Kaoru*
---
Silva, ainda bem k gostaste
Ah, obrigada por partilhares a explicação connosco! Sim, de facto imaginava-a como descreves na imagem (principalmente o fio com a lua). Foi uma óptima fonte de inspiração
E fico também bastante contente por ela ter um papel importante na história 
Mais um capítulo!!! Ehhhh!!!
Tal como a Kaoru, este capítulo é dos meus preferidos, uma vez que já há uma interacção entre humanos e elfos. Adorei a ideia de os anjos tentarem impedir conflitos entre humanos e elfos!!
Também adorei o principe Philippe, pelo seu carácter e descrição...
Nada parecido com o rei, que com certeza não vai gostar nem um bocadinho da presença da Aya...
Quanto à Eleanor, apesar de estar desconfiada em relação à presença da Aya, pareceu-me ter um bom carácter. Ah e obrigada pela imagem, permite ainda uma melhor vizualização da personagem (adoro o fio com a lua).
Estou cada vez mais curiosa... este capítulo aumentou ainda mais a minha ansiedade!!
.o: Fico à espera de mais revelações... 
Tal como a Kaoru, este capítulo é dos meus preferidos, uma vez que já há uma interacção entre humanos e elfos. Adorei a ideia de os anjos tentarem impedir conflitos entre humanos e elfos!!
Também adorei o principe Philippe, pelo seu carácter e descrição...
Nada parecido com o rei, que com certeza não vai gostar nem um bocadinho da presença da Aya... Quanto à Eleanor, apesar de estar desconfiada em relação à presença da Aya, pareceu-me ter um bom carácter. Ah e obrigada pela imagem, permite ainda uma melhor vizualização da personagem (adoro o fio com a lua).
Estou cada vez mais curiosa... este capítulo aumentou ainda mais a minha ansiedade!!
.o: Fico à espera de mais revelações... 
Paulinha, obrigada pelo meu comentário (gomen n te ter respondido mais cedo mas esqueci-me completamente). Ainda bem k gostaste do capítulo, tinha medo que o achassem chato...
Também é um dos teus preferidos? K bom!! E ainda bem k estás curiosa!
O próximo capítulo já está começado mas ainda tenho de pensar nalgumas coisas antes de o terminar. Uma delas é onde será que pus o caderno onde o comecei a escrever! XD
Também é um dos teus preferidos? K bom!! E ainda bem k estás curiosa!

O próximo capítulo já está começado mas ainda tenho de pensar nalgumas coisas antes de o terminar. Uma delas é onde será que pus o caderno onde o comecei a escrever! XD

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Bem, aqui vai o sexto capítulo. É mais curto que o outro, aliás este é o mais curto de todos, mas eu quis escrevê-lo como uma pequena introdução para o próximo, sobre o qual ainda vou ter de pensar muito bem... Mas eu não me queria demorar mais até pq este capítulo já está escrito há uma série de tempo desde que tive uma noite de insónias e me deu inspiração às 2 da manhã. XD Então aqui vai!! *mim toda feliz pk a partir ainda lhe vai dar mais gozo escrever*
O som de uma porta a abrir-se de rompante interrompeu de novo os pensamentos de Phillipe. Levantando a cabeça do pergaminho, imediatamente se ergueu e fez uma vénia, quando viu o seu visitante. Á sua frente encontrava-se Darnassus, que não parecia muito satisfeito: o seu cabelo cor de palha estava despenteado e os olhos verdes faiscavam perigosamente.
- Desde quando é que uma estranha entra no meu palácio sem a minha autorização? – Gritou, olhando com cólera para o filho. – Sobretudo, uma humana!!
- Pai, por favor. – Pediu Phillipe, que conhecia o temperamento do pai e não o temia. No entanto, não conseguia perceber como soubera ele da presença de Aya no palácio.
- Ela é uma espia! De certeza que foi aquele idiota do Frederico que a mandou aqui, para tentar aprender os nossos feitiços! Aquele ranhoso ciumento! – Gritou Darnassus ignorando por completo o filho.
- Pai, eu falei com ela. Ela é boa, ela…
- Ela é boa!? – Exclamou o rei, com uma gargalhada desdenhosa. – Os humanos não são bons. São umas criaturas nojentas que não merecem viver! Como me apetecia matá-los a todos… Era o que eu teria feito, se aqueles anjos imbecis não tivessem interferido com as suas baboseiras divinas…
Darnassus tinha tanto ódio aos anjos como tinha aos homens. Eles tinham acabado com a sua única diversão: chacinar humanos. Na verdade, os anjos tinham uma série de poderes que Darnassus cobiçava. Mas nunca os tinham revelado na sua presença. O rei achava-os estúpidos por usarem os seus poderes em prol dos outros, sobretudo dos humanos. Os anjos, por sua vez, não gostavam da forma como os elfos usavam os seus poderes em proveito próprio.
O longo reinado de Darnassus, que já durava 500 anos, estava marcado por guerra e discórdia com as outras criaturas. A maior parte do povo élfico desejava a morte do rei e ansiava pela subida de Phillipe ao trono. No entanto, qualquer tentativa de o matar fracassava e os elfos de SilverMoon viam-se forçados a fugir para Hyidara, terra dos elfos nocturnos, governada pela bondosa sacerdotisa Tau, ou a aguentar pelo menos mais 100 anos de reinado, visto que os elfos, embora fossem imortais, costumavam deixar o trono por volta dos 800 anos, devido à velhice.
- Ouve-me bem! – Disse o rei, espetando um dedo mesmo à frente do nariz do filho. – Quero que me tragam essa rapariga. Ela terá o seu castigo por entrar aqui!
E dizendo isto, saiu dos aposentos de Phillipe, batendo a porta com força. O príncipe de SilverMoon ficou só, por fim, mas mais preocupado do que nunca.
Aya olhava pela janela de grades da cela. Encontrava-se sentada na cama. Na sua cabeça vagueavam milhares de pensamentos que ela tentava organizar sem, no entanto, conseguir.
Tinha consciência do perigo que corria, mas não se sentia assustada. Na verdade, mostrava-se resignada, como se algo a impedisse de reclamar. Sentia-se estúpida daquela forma, sem fazer nada para contrariar os acontecimentos. Infelizmente, parecia que eram os acontecimentos que a contrariavam.
Todas as coisas em que nunca acreditara… Aya via-se agora forçada a acreditar nelas. A viver à volta delas, à volta de coisas que não compreendia e não queria compreender.
- E pensar que isto foi tudo por causa de um cão… – Aya sorriu para si própria. – Pergunto-me como estará o Plutão agora. – Disse preguiçosamente, sentindo a preguiça invadir cada pedaço do seu corpo. Ela preocupava-se com o seu cão mas, naquele momento, tinha de confessar que ele não era uma das suas prioridades.
No entanto, assim que cerrou os seus olhos azuis, Aya ouviu um estrondo, que a fez levantar-se de novo.
Eleanor entrou na prisão com passos rápidos e decididos, ignorando as exclamações de surpresa e as vénias que os guardas faziam à sua passagem.
O seu rosto estava sério, como geralmente se apresentava, mas podia ver-se uma ruga de inquietação a formar-se na testa da princesa. Ela sentia que algo estava errado.
O edifício onde se situava a prisão era um local espaçoso e claro, iluminado por várias janelas. Havia várias celas pelos corredores, protegidas pelas grandes portas de ferro. Por trás delas, encontravam-se criminosos, ladrões ou, simplesmente, elfos que Darnassus mandara prender por que lhe apetecia. Vários guardas podiam distinguir-se ao longo dos vários corredores da prisão, cada um guardando uma cela. Incontáveis escadarias percorriam o edíficio de alto a baixo, levando aos diferentes pisos. Eleanor subiu um lanço de escadas, até a um sítio onde alguns guardas se sentavam a uma mesa, jogando cartas.
- Em que cela se encontra a humana? – Perguntou a um deles, um elfo baixinho e careca, que não estava de armadura.
Este apontou para a última cela do corredor, fazendo uma vénia com a cabeça e retomando o jogo. Eleanor dirigiu-se para lá, enxotando os dois guardas incumbidos de proteger a porta. Quando se sentou na cadeira onde um deles estivera, a elfo ouviu um estrondo. Sentindo que as suas suspeitas se confirmavam, Eleanor abriu a janelinha da porta o mais silenciosamente que conseguiu. O que viu deixou-a de boca aberta
.
Jesus! Só agora me dei conta do quão pequeno isto ficou!! Gomen, prometo que escrevo um grande para a próxima vez!!
Cap. VI - Perigo
O som de uma porta a abrir-se de rompante interrompeu de novo os pensamentos de Phillipe. Levantando a cabeça do pergaminho, imediatamente se ergueu e fez uma vénia, quando viu o seu visitante. Á sua frente encontrava-se Darnassus, que não parecia muito satisfeito: o seu cabelo cor de palha estava despenteado e os olhos verdes faiscavam perigosamente.
- Desde quando é que uma estranha entra no meu palácio sem a minha autorização? – Gritou, olhando com cólera para o filho. – Sobretudo, uma humana!!
- Pai, por favor. – Pediu Phillipe, que conhecia o temperamento do pai e não o temia. No entanto, não conseguia perceber como soubera ele da presença de Aya no palácio.
- Ela é uma espia! De certeza que foi aquele idiota do Frederico que a mandou aqui, para tentar aprender os nossos feitiços! Aquele ranhoso ciumento! – Gritou Darnassus ignorando por completo o filho.
- Pai, eu falei com ela. Ela é boa, ela…
- Ela é boa!? – Exclamou o rei, com uma gargalhada desdenhosa. – Os humanos não são bons. São umas criaturas nojentas que não merecem viver! Como me apetecia matá-los a todos… Era o que eu teria feito, se aqueles anjos imbecis não tivessem interferido com as suas baboseiras divinas…
Darnassus tinha tanto ódio aos anjos como tinha aos homens. Eles tinham acabado com a sua única diversão: chacinar humanos. Na verdade, os anjos tinham uma série de poderes que Darnassus cobiçava. Mas nunca os tinham revelado na sua presença. O rei achava-os estúpidos por usarem os seus poderes em prol dos outros, sobretudo dos humanos. Os anjos, por sua vez, não gostavam da forma como os elfos usavam os seus poderes em proveito próprio.
O longo reinado de Darnassus, que já durava 500 anos, estava marcado por guerra e discórdia com as outras criaturas. A maior parte do povo élfico desejava a morte do rei e ansiava pela subida de Phillipe ao trono. No entanto, qualquer tentativa de o matar fracassava e os elfos de SilverMoon viam-se forçados a fugir para Hyidara, terra dos elfos nocturnos, governada pela bondosa sacerdotisa Tau, ou a aguentar pelo menos mais 100 anos de reinado, visto que os elfos, embora fossem imortais, costumavam deixar o trono por volta dos 800 anos, devido à velhice.
- Ouve-me bem! – Disse o rei, espetando um dedo mesmo à frente do nariz do filho. – Quero que me tragam essa rapariga. Ela terá o seu castigo por entrar aqui!
E dizendo isto, saiu dos aposentos de Phillipe, batendo a porta com força. O príncipe de SilverMoon ficou só, por fim, mas mais preocupado do que nunca.
---
Aya olhava pela janela de grades da cela. Encontrava-se sentada na cama. Na sua cabeça vagueavam milhares de pensamentos que ela tentava organizar sem, no entanto, conseguir.
Tinha consciência do perigo que corria, mas não se sentia assustada. Na verdade, mostrava-se resignada, como se algo a impedisse de reclamar. Sentia-se estúpida daquela forma, sem fazer nada para contrariar os acontecimentos. Infelizmente, parecia que eram os acontecimentos que a contrariavam.
Todas as coisas em que nunca acreditara… Aya via-se agora forçada a acreditar nelas. A viver à volta delas, à volta de coisas que não compreendia e não queria compreender.
- E pensar que isto foi tudo por causa de um cão… – Aya sorriu para si própria. – Pergunto-me como estará o Plutão agora. – Disse preguiçosamente, sentindo a preguiça invadir cada pedaço do seu corpo. Ela preocupava-se com o seu cão mas, naquele momento, tinha de confessar que ele não era uma das suas prioridades.
No entanto, assim que cerrou os seus olhos azuis, Aya ouviu um estrondo, que a fez levantar-se de novo.
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Eleanor entrou na prisão com passos rápidos e decididos, ignorando as exclamações de surpresa e as vénias que os guardas faziam à sua passagem.
O seu rosto estava sério, como geralmente se apresentava, mas podia ver-se uma ruga de inquietação a formar-se na testa da princesa. Ela sentia que algo estava errado.
O edifício onde se situava a prisão era um local espaçoso e claro, iluminado por várias janelas. Havia várias celas pelos corredores, protegidas pelas grandes portas de ferro. Por trás delas, encontravam-se criminosos, ladrões ou, simplesmente, elfos que Darnassus mandara prender por que lhe apetecia. Vários guardas podiam distinguir-se ao longo dos vários corredores da prisão, cada um guardando uma cela. Incontáveis escadarias percorriam o edíficio de alto a baixo, levando aos diferentes pisos. Eleanor subiu um lanço de escadas, até a um sítio onde alguns guardas se sentavam a uma mesa, jogando cartas.
- Em que cela se encontra a humana? – Perguntou a um deles, um elfo baixinho e careca, que não estava de armadura.
Este apontou para a última cela do corredor, fazendo uma vénia com a cabeça e retomando o jogo. Eleanor dirigiu-se para lá, enxotando os dois guardas incumbidos de proteger a porta. Quando se sentou na cadeira onde um deles estivera, a elfo ouviu um estrondo. Sentindo que as suas suspeitas se confirmavam, Eleanor abriu a janelinha da porta o mais silenciosamente que conseguiu. O que viu deixou-a de boca aberta
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Jesus! Só agora me dei conta do quão pequeno isto ficou!! Gomen, prometo que escrevo um grande para a próxima vez!!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Bem, senhora dona _S.E.A_, tenho duas coisas a dizer: por um lado, até compreendo que queira fazer o capítulo pequeno para introduzir algo no seguinte... Mas isso é motivo para acabar em tanto suspense?! Olhe que eu tentei resignar-me com o tamanho, mas assim fico demasiado curiosa e ávida! 
Como esperava, não gostei do Darnassus. Que elfo mais mesquinho! Sempre imaginei os elfos, como já disse antes, como criaturas sábias e pacíficas e tu mostras-nos como se fossem também humanos, pelo menos na personalidade. Gosto disso, é como se os colocasses ao nosso nível, embora mais em termos de ambições. Assim sabemos que não somos os únicos seres imperfeitos nesse mundo
Mas, voltando ao Darnassus... Gostei como explicaste o que ele sentia, a raiva dos humanos e dos anjos, como desprezava os primeiros. Também acho que isso faz bastante sentido, e também achei muito interessante o pormenor de os elfos se retirarem do governo aos 800 anos. Foi algo bem pensado
E também me junto ao povo dos elfos, prefiro que seja o Phillipe a governar! 
A Aya parece estar já a aceitar tudo o que está acontecer, mas parece que está num estado, digamos... Sorumbático, como se não tivesse propriamente acção. E também acho esta componente bastante real
Já estava com saudades de ouvir falar no Plutão, nem que fosse apenas por pensamento. Até eu sinto falta do cão! 
Ah, a Eleanor! Eu gosto cada vez mais dela, nem que seja pelo seu andar decidido
Parece-me, como também já disse, uma personagem muito interessante e que terá certamente muito para nos dar. Gostei de tudo nesta parte em que falaste dela, mas... Que barulho foi aquele?! O que se passa com a Aya?! Eu quero mesmo saber, _S.E.A_, isto não se faz! ;_;
*dá um camião de Kinder Joys à _S.E.A_* Olha que se estes não resultarem eu suborno-te da mesma maneira que tu me subornaste a mim!

Como esperava, não gostei do Darnassus. Que elfo mais mesquinho! Sempre imaginei os elfos, como já disse antes, como criaturas sábias e pacíficas e tu mostras-nos como se fossem também humanos, pelo menos na personalidade. Gosto disso, é como se os colocasses ao nosso nível, embora mais em termos de ambições. Assim sabemos que não somos os únicos seres imperfeitos nesse mundo

Mas, voltando ao Darnassus... Gostei como explicaste o que ele sentia, a raiva dos humanos e dos anjos, como desprezava os primeiros. Também acho que isso faz bastante sentido, e também achei muito interessante o pormenor de os elfos se retirarem do governo aos 800 anos. Foi algo bem pensado
E também me junto ao povo dos elfos, prefiro que seja o Phillipe a governar! 
A Aya parece estar já a aceitar tudo o que está acontecer, mas parece que está num estado, digamos... Sorumbático, como se não tivesse propriamente acção. E também acho esta componente bastante real
Já estava com saudades de ouvir falar no Plutão, nem que fosse apenas por pensamento. Até eu sinto falta do cão! 
Ah, a Eleanor! Eu gosto cada vez mais dela, nem que seja pelo seu andar decidido
Parece-me, como também já disse, uma personagem muito interessante e que terá certamente muito para nos dar. Gostei de tudo nesta parte em que falaste dela, mas... Que barulho foi aquele?! O que se passa com a Aya?! Eu quero mesmo saber, _S.E.A_, isto não se faz! ;_;*dá um camião de Kinder Joys à _S.E.A_* Olha que se estes não resultarem eu suborno-te da mesma maneira que tu me subornaste a mim!

Viva!! Novo capitulooo!!! eehhh!!!
Bem, vamos lá comentar
A primeira parte prova a crueldade do rei...
realmente, faz sentido que ele também odeie os anjos, uma vez que eles querem manter a apz e a concórdia... A personagem do rei é, sem dúvida alguma, uma personagem forte, que com certeza será importante na história...
Bem, devo confessar que fiquei surpreendida pelo facto da Aya se ter resignado... pensei que ela ia ficar um bocadinho mais agitada e perturbada pelo que lhe estava a acontecer. Mais uma prova que me surpreendes sempre S.E.A.
Mas gostei até bastante desta parte, porque, realmente, face a tudo aquilo em que n acreditava, ela deve ter-se sentido resignada msm...
Mas, neste capítulo, a parte que mais me deixou pensativa (e eu fico sp bastante pensativa dps de cada capitulo
') foi a parte final... De facto, a Eleanor é uma personagem que, para mim, cria mistério... O que é que ela viu que a deixou tão surpreendida?? E que comprovou as suas suspeitas?? Ai S.E.A mais uma vez deixas o mistério no ar e os leitores a morrer de curiosidade! 
*paula rói as unhas e espera que a S.E.A revele o mistério*
Bem, vamos lá comentar

A primeira parte prova a crueldade do rei...
realmente, faz sentido que ele também odeie os anjos, uma vez que eles querem manter a apz e a concórdia... A personagem do rei é, sem dúvida alguma, uma personagem forte, que com certeza será importante na história...Bem, devo confessar que fiquei surpreendida pelo facto da Aya se ter resignado... pensei que ela ia ficar um bocadinho mais agitada e perturbada pelo que lhe estava a acontecer. Mais uma prova que me surpreendes sempre S.E.A.
Mas gostei até bastante desta parte, porque, realmente, face a tudo aquilo em que n acreditava, ela deve ter-se sentido resignada msm...Mas, neste capítulo, a parte que mais me deixou pensativa (e eu fico sp bastante pensativa dps de cada capitulo
') foi a parte final... De facto, a Eleanor é uma personagem que, para mim, cria mistério... O que é que ela viu que a deixou tão surpreendida?? E que comprovou as suas suspeitas?? Ai S.E.A mais uma vez deixas o mistério no ar e os leitores a morrer de curiosidade! 
*paula rói as unhas e espera que a S.E.A revele o mistério*
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