A Linha Celestial
Bem, parece que finalmente a minha inspiração está a voltar. Eu andava com esta ideia para uma fic à mt tempo, mas n sabia bem o k escrever e como a desenvolver. Felizmente, ontem, deu-me bastante inspiração e espero conseguir escrever qualquer coisinha. N prometo postar com mt regularidade, preciso de tempo para desenvolver as ideias e, pelo menos agora no principio, isto virá um bocadinho mais devagar. Mas também, como as férias estão a chegar, fico com mais tempo para postar.
A ideia para esta fic veio-me com o RPG Fantasia, da Icy_Angel, que está na sala da maluquice. Os nomes das personagens podem coincidir, mas a história vai ser diferente, apesar de ter a linha celestial como base. Espero que não te importes Icy!!
É assim a primeira história que escrevo sobre este tipo de tema e, apesar de me ter baseado nas personagens de outra coisa, a história é minha. Espero que gostem e comentem, pk isso é mt importante para mim.
Indice
- Cap. I - A floresta - p. 1
- Cap. II - Algo de estranho se passa - p. 1
- Cap. III - Perdida - p. 1
- Cap. IV - A Cidade de SilverMoon - p. 2
- Cap. V - Conversas - p. 2
- Cap. VI - Perigo - p. 2
- Cap. VII - Caída do céu - p.3
- Cap. VIII - Planos - p. 4 (Novo!!)
A ideia para esta fic veio-me com o RPG Fantasia, da Icy_Angel, que está na sala da maluquice. Os nomes das personagens podem coincidir, mas a história vai ser diferente, apesar de ter a linha celestial como base. Espero que não te importes Icy!!
É assim a primeira história que escrevo sobre este tipo de tema e, apesar de me ter baseado nas personagens de outra coisa, a história é minha. Espero que gostem e comentem, pk isso é mt importante para mim.
Indice
- Cap. I - A floresta - p. 1
- Cap. II - Algo de estranho se passa - p. 1
- Cap. III - Perdida - p. 1
- Cap. IV - A Cidade de SilverMoon - p. 2
- Cap. V - Conversas - p. 2
- Cap. VI - Perigo - p. 2
- Cap. VII - Caída do céu - p.3
- Cap. VIII - Planos - p. 4 (Novo!!)

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Gomen pelo double post, aqui está o primeiro capítulo. Espero que gostem!
Aquele era apenas mais um dia banal. Um típico dia de Primavera. O sol brilhava no céu azul vivo coberto de pequenos fiapos brancos de nuvens, quais cordeiros num prado azul. Uma leve brisa corria pelos campos verdes, fazendo as plantas curvarem-se graciosamente e transportando o delicado aroma das flores por toda a região. Os pássaros chilreavam nos seus altos poleiros, saudando alegremente a manhã, quebrando o silêncio matinal. Ainda era cedo e ninguém na casa grande tinha despertado ainda.
Aya estava em paz. Aquele era um dos raros dias em que não tivera aquele sonho. Um sonho que a perseguia desde que se lembrava, um sonho estranho e pouco claro, mas que a incomodava profundamente. Na sua curta existência de quinze anos, eram raras as noites em que não acordava com a sensação de que alguém a observava. De que alguém a chamava e lhe dizia que era precisa nalgum sítio. Mas ela ignorara sempre esses chamados tomando-os como um simples fruto da sua imaginação, e eles começaram a ser cada vez menos. Na realidade, poucas vezes sentira essa impressão durante aquele ano. Parecia que finalmente a tinham deixado em paz.
Com um breve suspiro, Aya levantou-se do seu ninho, no meio da erva alta, e olhou em redor. Procurava o seu cão, Plutão, com quem tinha vindo passear. Soltara-o há poucos minutos e ficara a observar o céu, deitada no meio da relva, a pensar.
- Plutão! – Chamou, esperando ver a silhueta do seu pastor alemão, chegando, com alguma coisa na boca. Um pau, na maior parte das vezes, embora uma vez lhe tivesse trazido uma pedra vermelha, muito polida, com uma forma ligeiramente oval, que Aya usava num fio, provocando um enorme contraste com a sua pele branca e cabelos loiros.
- Plutão!? – Voltou a chamar. Mas ele não aparecia.
“Estranho…” pensou, não era normal o seu cão não lhe obedecer.
- Plutão! Se não vens já não… recebes um… biscoito... - Aya terminou a frase lentamente. Tinha ouvido um barulho.
Com um movimento brusco, virou a cabeça para trás. Não havia dúvidas, que viera da floresta. Mas, porque teria ido Plutão para a floresta? Ninguém ia à floresta! Era regra e, embora não se soubesse bem o porquê da sua existência, ninguém lhe desobedecia.
Aquela floresta era a fronteira do terreno da casa de Aya. Era uma floresta densa, de árvores altas. Em pequena, contaram-lhe que para lá dela viviam elfos: criaturas mágicas de orelhas compridas e rostos belos, dotadas de uma grande sabedoria. Mas Aya nunca acreditara naquelas histórias. Era uma pessoa extremamente realista e custava-lhe acreditar em coisas como essas. Também não era curiosa, por isso nunca fora averiguar se era verdade o que lhe contavam. De resto, a floresta era perfeitamente normal. Não lhe chamava a atenção e ela não tinha vontade de receber um sermão do pai se lá fosse.
Mas agora, era mais do que certo que Plutão tinha ido para a floresta e ela tinha de ir atrás dele.
“Deve ter visto um coelho…”, pensou, encolhendo os ombros. “É melhor ir lá antes que ele fique preso nalguma moita.”
E assim foi, Aya meteu-se pelo meio do arvoredo entrando na floresta. O seu cão podia ser muito esperto em certas coisas, mas era um autêntico burro quando o assunto era orientação. Aya não o culpava, afinal ele já era velho, tinha uns dez anos e o seu olfacto e audição começavam a tornar-se duvidosos.
Sem prestar muita atenção ao que a rodeava, a rapariga andava rapidamente. Pequenos raios de sol passavam por entre as copas das árvores, iluminando-lhe o caminho. A floresta estava bem tratada, não havia arbustos e ervas pelo meio do terreno. Na verdade, aquilo parecia formar um caminho. Mas Aya não estranhou nada disso, a sua cabeça estava apenas concentrada em encontrar Plutão e sair dali para fora. Aquela floresta dava-lhe arrepios e ela tinha de novo a sensação de estar a ser observada.
- Ah! Estás aí! – Exclamou contente, ao ver o seu cão a poucos metros de distância, todo encolhido. – O que tens?
Rapidamente, Aya percebeu que Plutão tinha a pata presa num arbusto. Com carinho, a rapariga soltou-o. Ela adorava aquele cão, tão tolo, mas tão amigo.
- És sempre o mesmo, não és?- Disse, fingindo-se zangada mas, na verdade, tentando conter o riso.
– Pensas mesmo que te vou bater? – Perguntou, quando o cão se agachou todo, de orelhas para trás, fitando-a com uma expressão assustada. – Anda lá… - Disse-lhe meigamente, fazendo sinal para irem.
A viagem decorria, na verdade parecia mais longa do que tinha sido antes. Aya começava a estranhar, tinha a impressão de que a floresta estava a tornar-se mais densa, em vez de menos. Parecia que para cada lado onde ia as árvores se fechavam, à sua passagem, como se a quisessem prender no meio dos seus longos ramos.
- Porque é que não tens um olfacto de jeito, pá? – Perguntou Aya ao seu cão, com ar desaprovador. Este apenas soltou um latido e desatou a correr.
“Que bicho é que lhe mordeu?”, perguntou-se, indo atrás dele. Talvez tivesse encontrado o caminho.
E de facto, aquilo parecia um caminho, o solo estava pisado e desimpedido. Mas quem andaria por ali? Se bem sabia, aquela floresta não ia dar a lado nenhum que ela conhecesse, prolongando-se infinitamente. Era um bocado estranho, mas Aya não se questionava. No momento, apenas corria, com medo de se perder de novo.
Foi então que Plutão estacou.
- Que foi? Ainda não ch… - Aya estacou também, olhando espantada para a sua frente. - Oh meu…! - Exclamou estupefacta.
Cap. I – A floresta
Aquele era apenas mais um dia banal. Um típico dia de Primavera. O sol brilhava no céu azul vivo coberto de pequenos fiapos brancos de nuvens, quais cordeiros num prado azul. Uma leve brisa corria pelos campos verdes, fazendo as plantas curvarem-se graciosamente e transportando o delicado aroma das flores por toda a região. Os pássaros chilreavam nos seus altos poleiros, saudando alegremente a manhã, quebrando o silêncio matinal. Ainda era cedo e ninguém na casa grande tinha despertado ainda.
Aya estava em paz. Aquele era um dos raros dias em que não tivera aquele sonho. Um sonho que a perseguia desde que se lembrava, um sonho estranho e pouco claro, mas que a incomodava profundamente. Na sua curta existência de quinze anos, eram raras as noites em que não acordava com a sensação de que alguém a observava. De que alguém a chamava e lhe dizia que era precisa nalgum sítio. Mas ela ignorara sempre esses chamados tomando-os como um simples fruto da sua imaginação, e eles começaram a ser cada vez menos. Na realidade, poucas vezes sentira essa impressão durante aquele ano. Parecia que finalmente a tinham deixado em paz.
Com um breve suspiro, Aya levantou-se do seu ninho, no meio da erva alta, e olhou em redor. Procurava o seu cão, Plutão, com quem tinha vindo passear. Soltara-o há poucos minutos e ficara a observar o céu, deitada no meio da relva, a pensar.
- Plutão! – Chamou, esperando ver a silhueta do seu pastor alemão, chegando, com alguma coisa na boca. Um pau, na maior parte das vezes, embora uma vez lhe tivesse trazido uma pedra vermelha, muito polida, com uma forma ligeiramente oval, que Aya usava num fio, provocando um enorme contraste com a sua pele branca e cabelos loiros.
- Plutão!? – Voltou a chamar. Mas ele não aparecia.
“Estranho…” pensou, não era normal o seu cão não lhe obedecer.
- Plutão! Se não vens já não… recebes um… biscoito... - Aya terminou a frase lentamente. Tinha ouvido um barulho.
Com um movimento brusco, virou a cabeça para trás. Não havia dúvidas, que viera da floresta. Mas, porque teria ido Plutão para a floresta? Ninguém ia à floresta! Era regra e, embora não se soubesse bem o porquê da sua existência, ninguém lhe desobedecia.
Aquela floresta era a fronteira do terreno da casa de Aya. Era uma floresta densa, de árvores altas. Em pequena, contaram-lhe que para lá dela viviam elfos: criaturas mágicas de orelhas compridas e rostos belos, dotadas de uma grande sabedoria. Mas Aya nunca acreditara naquelas histórias. Era uma pessoa extremamente realista e custava-lhe acreditar em coisas como essas. Também não era curiosa, por isso nunca fora averiguar se era verdade o que lhe contavam. De resto, a floresta era perfeitamente normal. Não lhe chamava a atenção e ela não tinha vontade de receber um sermão do pai se lá fosse.
Mas agora, era mais do que certo que Plutão tinha ido para a floresta e ela tinha de ir atrás dele.
“Deve ter visto um coelho…”, pensou, encolhendo os ombros. “É melhor ir lá antes que ele fique preso nalguma moita.”
E assim foi, Aya meteu-se pelo meio do arvoredo entrando na floresta. O seu cão podia ser muito esperto em certas coisas, mas era um autêntico burro quando o assunto era orientação. Aya não o culpava, afinal ele já era velho, tinha uns dez anos e o seu olfacto e audição começavam a tornar-se duvidosos.
Sem prestar muita atenção ao que a rodeava, a rapariga andava rapidamente. Pequenos raios de sol passavam por entre as copas das árvores, iluminando-lhe o caminho. A floresta estava bem tratada, não havia arbustos e ervas pelo meio do terreno. Na verdade, aquilo parecia formar um caminho. Mas Aya não estranhou nada disso, a sua cabeça estava apenas concentrada em encontrar Plutão e sair dali para fora. Aquela floresta dava-lhe arrepios e ela tinha de novo a sensação de estar a ser observada.
- Ah! Estás aí! – Exclamou contente, ao ver o seu cão a poucos metros de distância, todo encolhido. – O que tens?
Rapidamente, Aya percebeu que Plutão tinha a pata presa num arbusto. Com carinho, a rapariga soltou-o. Ela adorava aquele cão, tão tolo, mas tão amigo.
- És sempre o mesmo, não és?- Disse, fingindo-se zangada mas, na verdade, tentando conter o riso.
– Pensas mesmo que te vou bater? – Perguntou, quando o cão se agachou todo, de orelhas para trás, fitando-a com uma expressão assustada. – Anda lá… - Disse-lhe meigamente, fazendo sinal para irem.
A viagem decorria, na verdade parecia mais longa do que tinha sido antes. Aya começava a estranhar, tinha a impressão de que a floresta estava a tornar-se mais densa, em vez de menos. Parecia que para cada lado onde ia as árvores se fechavam, à sua passagem, como se a quisessem prender no meio dos seus longos ramos.
- Porque é que não tens um olfacto de jeito, pá? – Perguntou Aya ao seu cão, com ar desaprovador. Este apenas soltou um latido e desatou a correr.
“Que bicho é que lhe mordeu?”, perguntou-se, indo atrás dele. Talvez tivesse encontrado o caminho.
E de facto, aquilo parecia um caminho, o solo estava pisado e desimpedido. Mas quem andaria por ali? Se bem sabia, aquela floresta não ia dar a lado nenhum que ela conhecesse, prolongando-se infinitamente. Era um bocado estranho, mas Aya não se questionava. No momento, apenas corria, com medo de se perder de novo.
Foi então que Plutão estacou.
- Que foi? Ainda não ch… - Aya estacou também, olhando espantada para a sua frente. - Oh meu…! - Exclamou estupefacta.

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Bem, _S.E.A_, em primeiro lugar tenho de dizer que fico muito, mas mesmo muito contente por constatar que a tua inspiração voltou!! É mesmo muito bom saber isso! ^__^ Por isso, quando vi que tinhas sido tu a colocar esta fanfic, corri logo para ler!
Gostei mesmo muito da forma como começaste o capítulo. As tuas descrições foram mesmo muito bem construídas, principalmente a comparação das nuvens com cordeiros, dá mesmo a sensação de ser, aparentemente, um dia calmo e primaveril.
O facto da Aya ter pesadelos já indicia que algo vai acontecer e que a envolve... Confesso que fiquei logo bastante curiosa! Além disso, gostei bastante da descrição que fizeste dela e do facto de ser realista. Normalmente as personagens principais das histórias de magia/aventuras fantásticas acabam por ser muito sonhadoras, com os pés bem a flutuar no céu. Parece que aqui é o contrário que acontece! E também gostei da referência aos elfos, pois são criaturas mágicas que eu gosto muito
Não pude deixar de sorrir com o nome do cão! Acreditas que pensei logo num nome que muita gente dá, Pluto? E, pela primeira vez, reparei na "ironia" da questão! Pluto em inglês quer dizer Plutão... Não estou a dizer que foi essa a tua intenção e que pensaste nisso, mas acabei por achar engraçado aquilo em que pensei
Então parece que algo vai acontecer nessa floresta. Caramba, acabaste na melhor parte... Isso não se faz! Já estou extremamente curiosa com aquilo que terá assustado o Plutão e deixado a própria Aya estupefacta. O que teria sido?
Também tenho de referir que gostei muito do modo como escreveste. Ainda não tinha tido oportunidade de ler algo teu, por isso, fiquei muito satisfeita com esta oportunidade. E escreves realmente de uma forma que nos faz querer saber o que vai acontecer de seguida ^__^
Agora vou ficar ansiosamente à espera do próximo capítulo! *dá dois ovos Kinders à _S.E.A_, ansiando que, apesar do que disse no primeiro post, coloque o segundo capítulo bem depressa* E muitos parabéns, quer pelo capítulo, quer pelo facto da inspiração ter voltado!
Gostei mesmo muito da forma como começaste o capítulo. As tuas descrições foram mesmo muito bem construídas, principalmente a comparação das nuvens com cordeiros, dá mesmo a sensação de ser, aparentemente, um dia calmo e primaveril.
O facto da Aya ter pesadelos já indicia que algo vai acontecer e que a envolve... Confesso que fiquei logo bastante curiosa! Além disso, gostei bastante da descrição que fizeste dela e do facto de ser realista. Normalmente as personagens principais das histórias de magia/aventuras fantásticas acabam por ser muito sonhadoras, com os pés bem a flutuar no céu. Parece que aqui é o contrário que acontece! E também gostei da referência aos elfos, pois são criaturas mágicas que eu gosto muito

Não pude deixar de sorrir com o nome do cão! Acreditas que pensei logo num nome que muita gente dá, Pluto? E, pela primeira vez, reparei na "ironia" da questão! Pluto em inglês quer dizer Plutão... Não estou a dizer que foi essa a tua intenção e que pensaste nisso, mas acabei por achar engraçado aquilo em que pensei

Então parece que algo vai acontecer nessa floresta. Caramba, acabaste na melhor parte... Isso não se faz! Já estou extremamente curiosa com aquilo que terá assustado o Plutão e deixado a própria Aya estupefacta. O que teria sido?
Também tenho de referir que gostei muito do modo como escreveste. Ainda não tinha tido oportunidade de ler algo teu, por isso, fiquei muito satisfeita com esta oportunidade. E escreves realmente de uma forma que nos faz querer saber o que vai acontecer de seguida ^__^
Agora vou ficar ansiosamente à espera do próximo capítulo! *dá dois ovos Kinders à _S.E.A_, ansiando que, apesar do que disse no primeiro post, coloque o segundo capítulo bem depressa* E muitos parabéns, quer pelo capítulo, quer pelo facto da inspiração ter voltado!

*mim abraça-se à Kaoru*
Bgd pelo teu comentário! Nem sabes o grande sorriso que apareceu na minha boca kd o li
D
Ainda bem que gostaste das descrições, eu ando a trabalhar muito nelas, quero que fiquem mesmo bem. Ainda bem que conseguiste visualizar.
Eu quis fazer uma personagem diferente do tipo de personagem deste tipo de histórias. Ainda bem k te deixei curiosa, era esse o meu objectivo. E eu tb gosto mt de elfos, são assim as minhas criaturas preferidas, ainda bem k tb gostas deles
Essa história do Pluto e Plutão é vdd, eu realmente pensei nisso, eu reparei nisso exactamente por causa do Pluto da Disney. Eu achei que Plutão era um bom nome para um pastor alemão, tb pensei em Neptuno, mas n soava tão bem.
Achas que eu faço querer saber o que se passa a seguir? Que bom, era msm esse o meu objectivo, ainda bem que achaste que eu consegui
Ainda bem que gostaste do que eu escrevi.
O segundo capítulo... Estou a começar a delineá-lo... espero postá-lo em breve.
Mt, mt obrigada pelo teu comentário e pelos ovos da kinder Kaoru-chan! Fiquei mt feliz por teres gostado!
Bgd pelo teu comentário! Nem sabes o grande sorriso que apareceu na minha boca kd o li
DAinda bem que gostaste das descrições, eu ando a trabalhar muito nelas, quero que fiquem mesmo bem. Ainda bem que conseguiste visualizar.
Eu quis fazer uma personagem diferente do tipo de personagem deste tipo de histórias. Ainda bem k te deixei curiosa, era esse o meu objectivo. E eu tb gosto mt de elfos, são assim as minhas criaturas preferidas, ainda bem k tb gostas deles

Essa história do Pluto e Plutão é vdd, eu realmente pensei nisso, eu reparei nisso exactamente por causa do Pluto da Disney. Eu achei que Plutão era um bom nome para um pastor alemão, tb pensei em Neptuno, mas n soava tão bem.
Achas que eu faço querer saber o que se passa a seguir? Que bom, era msm esse o meu objectivo, ainda bem que achaste que eu consegui
Ainda bem que gostaste do que eu escrevi.O segundo capítulo... Estou a começar a delineá-lo... espero postá-lo em breve.
Mt, mt obrigada pelo teu comentário e pelos ovos da kinder Kaoru-chan! Fiquei mt feliz por teres gostado!


Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Que bom que a tua inspiração voltou 
Vi o título que me atraiu, e não resisti em dar uma espreitadela. Eu também participava no RPG, e por isso reconheci logo o nome da Aya
Mas continuando...
Tal como referiu a Kaoru, acho que conseguiste criar uma personagem real, não só devido às descrições que lhe dizem respeito e que a envolvem, mas às expressões e maneiras de falar em si.
Falando em descrições, amei-as
Tens muito jeito para as fazer! Não são aborrecidas e atraem a pessoa de uma forma fantástica, deixa-me que te diga
Isso foi uma das razões que me levou a ler tudo (normalmente quando eu leio a primeira parte e não continuo, é porque me aborrece... sou uma leitora exigente!
).
Tens um texto bem construído, que envolve o leitor, transportando-nos para o local... e também gostei do facto de existirem tantos mistérios, sendo os sonhos que a Aya tem já um mistério em si... Estás de parabéns
Adoro a fic, e tenciono continuar a acompanhá-la
.o: Ganhaste uma fã!
Fico anciosamente há espera de mais!

Vi o título que me atraiu, e não resisti em dar uma espreitadela. Eu também participava no RPG, e por isso reconheci logo o nome da Aya

Mas continuando...
Tal como referiu a Kaoru, acho que conseguiste criar uma personagem real, não só devido às descrições que lhe dizem respeito e que a envolvem, mas às expressões e maneiras de falar em si.
Falando em descrições, amei-as
Tens muito jeito para as fazer! Não são aborrecidas e atraem a pessoa de uma forma fantástica, deixa-me que te diga
Isso foi uma das razões que me levou a ler tudo (normalmente quando eu leio a primeira parte e não continuo, é porque me aborrece... sou uma leitora exigente!
).Tens um texto bem construído, que envolve o leitor, transportando-nos para o local... e também gostei do facto de existirem tantos mistérios, sendo os sonhos que a Aya tem já um mistério em si... Estás de parabéns
Adoro a fic, e tenciono continuar a acompanhá-la
.o: Ganhaste uma fã!
Fico anciosamente há espera de mais!

Pois eu sei k participavas, tu eras a Aya, justamente. A sério k gostaste? Ai k bom
*mim mt feliz*
K bom k consegui criar uma personagem real. Eu realmente queria alguma pessoa k fizesse diferença, ainda bem k achas k eu consegui
E ainda bem k achas k n ficou chato, eu tava com medo k alguém achasse k tinha demasiada descrição. Pois eu tb sou como tu Haruhi, por acaso acho k já comecei a ler a tua fic e gostei mt... só k nunca comentei, tenho de ir tratar desse assunto!
Ainda bem k gostaste da fic, nem sabes o quanto o teu comentário me fez feliz, assim como o da Kaoru. Obrigada!!
A inspiração veio mais cedo do k esperava e já tou a escrever mais um capítulo. Vou ver se o posto amanhã à noite ou na quinta.
*mim mt feliz*K bom k consegui criar uma personagem real. Eu realmente queria alguma pessoa k fizesse diferença, ainda bem k achas k eu consegui
E ainda bem k achas k n ficou chato, eu tava com medo k alguém achasse k tinha demasiada descrição. Pois eu tb sou como tu Haruhi, por acaso acho k já comecei a ler a tua fic e gostei mt... só k nunca comentei, tenho de ir tratar desse assunto! Ainda bem k gostaste da fic, nem sabes o quanto o teu comentário me fez feliz, assim como o da Kaoru. Obrigada!!

A inspiração veio mais cedo do k esperava e já tou a escrever mais um capítulo. Vou ver se o posto amanhã à noite ou na quinta.


Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
_S.E.A_ escreveu:Pois eu sei k participavas, tu eras a Aya, justamente. A sério k gostaste? Ai k bom*mim mt feliz*
K bom k consegui criar uma personagem real. Eu realmente queria alguma pessoa k fizesse diferença, ainda bem k achas k eu conseguiE ainda bem k achas k n ficou chato, eu tava com medo k alguém achasse k tinha demasiada descrição. Pois eu tb sou como tu Haruhi, por acaso acho k já comecei a ler a tua fic e gostei mt... só k nunca comentei, tenho de ir tratar desse assunto!
Ainda bem k gostaste da fic, nem sabes o quanto o teu comentário me fez feliz, assim como o da Kaoru. Obrigada!!
A inspiração veio mais cedo do k esperava e já tou a escrever mais um capítulo. Vou ver se o posto amanhã à noite ou na quinta.
Sim, a sério

LOL, pois, eu era a Aya.
E acho que conseguiste, na perfeição
gosto da personagem que criaste, dá mesmo uma ideia mais real. Quando faço descrições também tenho esse medo... mas consegues fazê-las mesmo bem, não te preocupes!

De nada
Tenho muito gosto em comentar uma fic que promete... 
Espero anciosamente pelo capítulo amanhã ou na quinta então =)
É a primeira fic tua que leio S.E.A, mas deixa que te diga q estou a gostar mt!!
Tal como a kaoru e a haruhi gosto bastante das tuas descrições e tb da personalidade da Aya, mt diferente, realmente, das habituais personagens deste género de histórias.
Escreves mesmo mt mt bem... Agora fiquei mt curiosa pq acabaste na melhor parte!!
Bem, fico à espera que postes o próximo!! Já ganhaste mais uma fã!! :g12:
Tal como a kaoru e a haruhi gosto bastante das tuas descrições e tb da personalidade da Aya, mt diferente, realmente, das habituais personagens deste género de histórias.
Escreves mesmo mt mt bem... Agora fiquei mt curiosa pq acabaste na melhor parte!!
Bem, fico à espera que postes o próximo!! Já ganhaste mais uma fã!! :g12:Obrigada Paula! Ainda bem k estás a gostar, fico mt feliz por isso
Sabem, com isto deram-me inspiração para escrever o segundo capítulo. Já o escrevi! Mas só o vou postar à manhã
:P
*risada maníaca*
MUAHAUAHUAMAUAHS
Sabem, com isto deram-me inspiração para escrever o segundo capítulo. Já o escrevi! Mas só o vou postar à manhã
:P *risada maníaca*
MUAHAUAHUAMAUAHS

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Bem, por acaso deu-me a inspiração necessária para escrever este segundo capítulo. Já tenho as ideias mais claras, no entanto ainda há algumas lacunas que gostaria de preencher, por isso n sei se vou conseguir continuar a postar com tanta frequência (tb pk senão estragava o suspense)...
Aqui vai o segundo capítulo, espero k gostem e comentem. Ele é mais descritivo, espero k n o achem massador.
Nada nem ninguém podia ter preparado Aya para o que viu. Ali, erguido em toda a sua majestade, encontrava-se um enorme portão, com grandiosas grades negras e decorado com figuras estranhas e desconhecidas para Aya. Não havia nada que o suportasse, nem uma cerca, pelo que parecia preso ao chão por fios invisiveis. Era de uma beleza quase surreal, parecia que nenhuma mão humana poderia ter feito algo tão belo, que a deixara sem fôlego. E Aya, que raramente se impressionava, podia afirmar, convictamente, que o estava.
- Plutão, vem cá! – Chamou com voz trémula, num repentino acto de coragem.
A voz saiu-lhe rouca e grotesca e as palavras foram imediatamente abafadas pelas folhas verdes das árvores. Tentando-se mexer, Aya descobriu que não conseguia, parecendo presa ao chão pelos mesmos fios invisíveis que prendiam o portão. O mesmo já não acontecia com Plutão que, em posição de ataque, rosnava, desconfiado.
- O que é que tens? Cala-te! – Aya perguntou, sentindo-se de súbito irritada. Não percebia o que se estava a passar, tinha medo e queria fugir dali, mas, quando o quis fazer, constatou que as árvores se tinham fechado à sua volta, impedindo a sua passagem, envolvendo-a num núcleo denso e sufocante.
“Se continuar aqui presa vou morrer sufocada” pensou Aya. Plutão tinha agora começado a ganir, parecia que via qualquer coisa que ela não conseguia ver.
E, mais uma vez, a rapariga deu por si a olhar para o portão, que parecia chamá-la, emanando uma forte energia. Por momentos, Aya perguntou-se se tudo aquilo não passaria de um sonho, se não teria adormecido no meio da relva e iria acordar com Plutão aos pulos à sua volta.
“Talvez se eu passar o portão acorde… Costuma ser assim nos sonhos”. Pensou. Queria que tudo aquilo acabasse. Aquele era o seu único desejo no momento. Sentia-se sonolenta, o portão parecia exercer alguma força sobre ela, impedindo-a de pensar com clareza.
Mesmo assim, Aya começou a mover-se, lentamente, passo a passo, agarrando-se à esperança de que aquilo tudo não passava de um sonho. Cada vez estava mais perto, o zunido na sua cabeça aumentava, gotas de suor escorriam pela sua face que se apresentava mais branca que a própria cal.
- Plutão, anda! – Chamou, mas o pastor alemão não se moveu. Parecia petrificado e Aya não insistiu com ele.
“Afinal, se isto é um sonho”, pensou, “o Plutão vai estar lá de qualquer maneira!”
E assim, Aya continuou a andar, ignorando o cão que, ao ver a dona a aproximar-se do portão, recomeçou a ganir e a ladrar ainda mais insistentemente. O grandioso portão abria-se de par em par, à sua frente, como que a convidá-la para entrar. Uma brisa pareceu sussurrar-lhe palavras de boas vindas e uma enorme vontade de o atravessar apoderou-se de Aya.
Quando se encontrava a apenas uns milímetros de distância, a sua pedra vermelha, que usava sempre como amuleto, começou a brilhar. Um brilho insistente, uma luz que queimava o pescoço nu de Aya. Parecia avisá-la para não atravessar o portão, parecia, assim como Plutão, dizer-lhe que havia perigo. Mas ela ignorou-a, e sentindo-se de novo muito irritada, fez menção de arrancar o fio, puxando-o com todas as forças que lhe restavam. No entanto ele não se moveu do sítio onde estava, parecia que alguma magia o impedia de sair, assim como impelia Aya para atravessar o portão.
E ela assim fez. Com um último passo decidido, a rapariga atravessou o portão. E então, sentiu que o chão lhe fugia de debaixo dos pés, tudo ficou escuro e ela caiu pelo que parecia um poço infinito. O zumbido passou, assim como o sono, fazendo Aya sentir-se tão leve e despreocupada como uma pena solta de uma ave rara.
De repente, como desaparecera, o chão reapareceu, fazendo com que Aya caísse com um baque surdo, não se magoando, no entanto. Então ela olhou em volta, pestanejando quando um raio de sol lhe iluminou a cara.
- Mas que raio… - Murmurou estupefacta.
Encontrava-se numa floresta igual à que tinha abandonado há segundos atrás. Mas não havia sinais do portão e Plutão também não estava ali.
- Eu bem disse que isto não passava de um sonho! Devo ter adormecido à procura do Plutão! – Exclamou Aya, aliviada por tudo ter passado, aparentemente.
E recomeçou a busca, despreocupadamente, como se nada tivesse acontecido. Mas à medida que avançava pela floresta, a sensação de estar a ser observada regressou. Pondo a mão na sua pedra vermelha, Aya ficou estupefacta ao reparar que esta se encontrava extremamente quente.
Não se ouvia um único barulho em toda a floresta. O sol desaparecia à medida que ela avançava e Aya deu por si a pensar que horas seriam, o que estaria a fazer a sua irmã, onde estaria Plutão e se já teriam dado pela falta dela. Parecia que já tinha andado quilómetros de distância, que já se tinham passado séculos.
- Bem, às tantas aquele cão é mais esperto do que parece e voltou para casa! – Disse Aya para o ar, sem grande convicção. Começava a questionar-se se tudo o que tinha passado não teria sido realidade e não um sonho, como pensara. Nada lhe parecia fazer sentido e ela começava a duvidar da sua própria sanidade mental. – Mas se isto é realidade, onde estarei? – Perguntou-se.
A resposta não demorou muito a vir, quando Aya chegou à orla da floresta. Já era noite e o céu escuro estava salpicado de estrelas, mas a paisagem que Aya viu era muito diferente da que esperava ver. Não se encontrava mais no prado verde da sua casa, mas sim numa pequena aldeiazinha à beira de uma montanha, com várias casas dispostas de forma simétrica, diferentes de qualquer casa que já vira. Casas com grandes telhados de colmo, decoradas com trepadeiras e flores.
Um monte de perguntas fervilhava na cabeça de Aya, enquanto a incredulidade tomava conta do seu espírito. Mas antes que qualquer questão pudesse ser formulada, Aya ouviu um restolhar de folhas e um baque.
De repente, tudo ficou negro e a rapariga sentiu-se desfalecer.
Aqui vai o segundo capítulo, espero k gostem e comentem. Ele é mais descritivo, espero k n o achem massador.
Cap. II – Algo de estranho se passa
Nada nem ninguém podia ter preparado Aya para o que viu. Ali, erguido em toda a sua majestade, encontrava-se um enorme portão, com grandiosas grades negras e decorado com figuras estranhas e desconhecidas para Aya. Não havia nada que o suportasse, nem uma cerca, pelo que parecia preso ao chão por fios invisiveis. Era de uma beleza quase surreal, parecia que nenhuma mão humana poderia ter feito algo tão belo, que a deixara sem fôlego. E Aya, que raramente se impressionava, podia afirmar, convictamente, que o estava.
- Plutão, vem cá! – Chamou com voz trémula, num repentino acto de coragem.
A voz saiu-lhe rouca e grotesca e as palavras foram imediatamente abafadas pelas folhas verdes das árvores. Tentando-se mexer, Aya descobriu que não conseguia, parecendo presa ao chão pelos mesmos fios invisíveis que prendiam o portão. O mesmo já não acontecia com Plutão que, em posição de ataque, rosnava, desconfiado.
- O que é que tens? Cala-te! – Aya perguntou, sentindo-se de súbito irritada. Não percebia o que se estava a passar, tinha medo e queria fugir dali, mas, quando o quis fazer, constatou que as árvores se tinham fechado à sua volta, impedindo a sua passagem, envolvendo-a num núcleo denso e sufocante.
“Se continuar aqui presa vou morrer sufocada” pensou Aya. Plutão tinha agora começado a ganir, parecia que via qualquer coisa que ela não conseguia ver.
E, mais uma vez, a rapariga deu por si a olhar para o portão, que parecia chamá-la, emanando uma forte energia. Por momentos, Aya perguntou-se se tudo aquilo não passaria de um sonho, se não teria adormecido no meio da relva e iria acordar com Plutão aos pulos à sua volta.
“Talvez se eu passar o portão acorde… Costuma ser assim nos sonhos”. Pensou. Queria que tudo aquilo acabasse. Aquele era o seu único desejo no momento. Sentia-se sonolenta, o portão parecia exercer alguma força sobre ela, impedindo-a de pensar com clareza.
Mesmo assim, Aya começou a mover-se, lentamente, passo a passo, agarrando-se à esperança de que aquilo tudo não passava de um sonho. Cada vez estava mais perto, o zunido na sua cabeça aumentava, gotas de suor escorriam pela sua face que se apresentava mais branca que a própria cal.
- Plutão, anda! – Chamou, mas o pastor alemão não se moveu. Parecia petrificado e Aya não insistiu com ele.
“Afinal, se isto é um sonho”, pensou, “o Plutão vai estar lá de qualquer maneira!”
E assim, Aya continuou a andar, ignorando o cão que, ao ver a dona a aproximar-se do portão, recomeçou a ganir e a ladrar ainda mais insistentemente. O grandioso portão abria-se de par em par, à sua frente, como que a convidá-la para entrar. Uma brisa pareceu sussurrar-lhe palavras de boas vindas e uma enorme vontade de o atravessar apoderou-se de Aya.
Quando se encontrava a apenas uns milímetros de distância, a sua pedra vermelha, que usava sempre como amuleto, começou a brilhar. Um brilho insistente, uma luz que queimava o pescoço nu de Aya. Parecia avisá-la para não atravessar o portão, parecia, assim como Plutão, dizer-lhe que havia perigo. Mas ela ignorou-a, e sentindo-se de novo muito irritada, fez menção de arrancar o fio, puxando-o com todas as forças que lhe restavam. No entanto ele não se moveu do sítio onde estava, parecia que alguma magia o impedia de sair, assim como impelia Aya para atravessar o portão.
E ela assim fez. Com um último passo decidido, a rapariga atravessou o portão. E então, sentiu que o chão lhe fugia de debaixo dos pés, tudo ficou escuro e ela caiu pelo que parecia um poço infinito. O zumbido passou, assim como o sono, fazendo Aya sentir-se tão leve e despreocupada como uma pena solta de uma ave rara.
De repente, como desaparecera, o chão reapareceu, fazendo com que Aya caísse com um baque surdo, não se magoando, no entanto. Então ela olhou em volta, pestanejando quando um raio de sol lhe iluminou a cara.
- Mas que raio… - Murmurou estupefacta.
Encontrava-se numa floresta igual à que tinha abandonado há segundos atrás. Mas não havia sinais do portão e Plutão também não estava ali.
- Eu bem disse que isto não passava de um sonho! Devo ter adormecido à procura do Plutão! – Exclamou Aya, aliviada por tudo ter passado, aparentemente.
E recomeçou a busca, despreocupadamente, como se nada tivesse acontecido. Mas à medida que avançava pela floresta, a sensação de estar a ser observada regressou. Pondo a mão na sua pedra vermelha, Aya ficou estupefacta ao reparar que esta se encontrava extremamente quente.
Não se ouvia um único barulho em toda a floresta. O sol desaparecia à medida que ela avançava e Aya deu por si a pensar que horas seriam, o que estaria a fazer a sua irmã, onde estaria Plutão e se já teriam dado pela falta dela. Parecia que já tinha andado quilómetros de distância, que já se tinham passado séculos.
- Bem, às tantas aquele cão é mais esperto do que parece e voltou para casa! – Disse Aya para o ar, sem grande convicção. Começava a questionar-se se tudo o que tinha passado não teria sido realidade e não um sonho, como pensara. Nada lhe parecia fazer sentido e ela começava a duvidar da sua própria sanidade mental. – Mas se isto é realidade, onde estarei? – Perguntou-se.
A resposta não demorou muito a vir, quando Aya chegou à orla da floresta. Já era noite e o céu escuro estava salpicado de estrelas, mas a paisagem que Aya viu era muito diferente da que esperava ver. Não se encontrava mais no prado verde da sua casa, mas sim numa pequena aldeiazinha à beira de uma montanha, com várias casas dispostas de forma simétrica, diferentes de qualquer casa que já vira. Casas com grandes telhados de colmo, decoradas com trepadeiras e flores.
Um monte de perguntas fervilhava na cabeça de Aya, enquanto a incredulidade tomava conta do seu espírito. Mas antes que qualquer questão pudesse ser formulada, Aya ouviu um restolhar de folhas e um baque.
De repente, tudo ficou negro e a rapariga sentiu-se desfalecer.

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Ohayo _S.E.A_! Ainda bem que já postaste o segundo capítulo....estou a ver que o pessoal já não aguentava mais ver aqui sem nada!...
(Pois eu também já não aguentava mais
)
Que hei-de dizer???? Escreves mesmo mt mt bem... E....ADORO a tua maneira de escrita!
Bem, vou-me despedir porque vou entrar para o mensseger para ver se "arranjamos" aquilo!!! Kiss
:g11: Vou ter saudades tuas!!!!
(Pois eu também já não aguentava mais
)Que hei-de dizer???? Escreves mesmo mt mt bem... E....ADORO a tua maneira de escrita!

Bem, vou-me despedir porque vou entrar para o mensseger para ver se "arranjamos" aquilo!!! Kiss

:g11: Vou ter saudades tuas!!!!
Bem, _S.E.A_, confesso que fiquei muito contente por ver que já havia novo capítulo! Acredita que é muito bom uma pessoa fazer uma pausa no estudo para ler, ainda por cima a tua história! 
Em primeiro lugar, tenho de dizer que conseguiste surpreender-me. Acho que não te tens de preocupar muito com o facto de quereres deixar o suspense no ar, porque ficou muito claro, com este segundo capítulo, que o conseguiste! Além disso, não podia imaginar o rumo dos acontecimentos, pelo que fiquei agradavelmente surpreendida
Gostei muito da Aya, notou-se que foste fiel àquilo que pretendias transmitir no primeiro capítulo, a sua racionalidade. Gostei imenso de como ela tentou justificar toda aquela estranha situação da aparição do portão com o facto de que, se o atravessasse e se fosse um sonho, iria terminar. Isso, realmente, só demonstra como ela é
Também gostei muito de todas as descrições. Como podias ser aborrecida?! Nem pensar! Estavam todas muito bem escritas, em pleno contacto e sintonia com aquilo que querias transmitir. Devo dizer que o capítulo esteve com uma qualidade igual ou mesmo superior ao anterior! Tenho de apontar as descrições da ânsia e mal-estar da Aya, de como atravessou o portão, do Plutão a latir... Sinceramente, estava tão envolvida que até imaginei o Plutão a transformar-se numa pessoa e dizer, "Não atravesses!"
Parece que a Aya foi parar a um mundo praticamente... Simétrico, digamos, àquele de onde ela veio. Talvez seja um outro mundo, mas presumo que só saberemos depois
E, mais uma vez, terminaste na melhor parte! Quem lhe teria batido?
Muitos parabéns pelo capítulo, gostei mesmo muito! *dá um novo ovo Kinder à _S.E.A_* Posso dizer que quero o próximo, não posso?
.o:

Em primeiro lugar, tenho de dizer que conseguiste surpreender-me. Acho que não te tens de preocupar muito com o facto de quereres deixar o suspense no ar, porque ficou muito claro, com este segundo capítulo, que o conseguiste! Além disso, não podia imaginar o rumo dos acontecimentos, pelo que fiquei agradavelmente surpreendida

Gostei muito da Aya, notou-se que foste fiel àquilo que pretendias transmitir no primeiro capítulo, a sua racionalidade. Gostei imenso de como ela tentou justificar toda aquela estranha situação da aparição do portão com o facto de que, se o atravessasse e se fosse um sonho, iria terminar. Isso, realmente, só demonstra como ela é

Também gostei muito de todas as descrições. Como podias ser aborrecida?! Nem pensar! Estavam todas muito bem escritas, em pleno contacto e sintonia com aquilo que querias transmitir. Devo dizer que o capítulo esteve com uma qualidade igual ou mesmo superior ao anterior! Tenho de apontar as descrições da ânsia e mal-estar da Aya, de como atravessou o portão, do Plutão a latir... Sinceramente, estava tão envolvida que até imaginei o Plutão a transformar-se numa pessoa e dizer, "Não atravesses!"
Parece que a Aya foi parar a um mundo praticamente... Simétrico, digamos, àquele de onde ela veio. Talvez seja um outro mundo, mas presumo que só saberemos depois
E, mais uma vez, terminaste na melhor parte! Quem lhe teria batido?Muitos parabéns pelo capítulo, gostei mesmo muito! *dá um novo ovo Kinder à _S.E.A_* Posso dizer que quero o próximo, não posso?
.o:
Claro que podes dizer k queres o próximo Kaoru-chan!!
*mim lambe-se com o ovo*
Dumo Arigatô Gozaimasu!! Nem sabes o quão feliz fiquei por saber que estás a gostar assim tanto e ficaste tão embrenhada na história. É verdade, a Aya é uma rapariga mt racional e eu tentei mostrar ao máximo isso, assim como todos os seus outros sentimentos. Pk a Aya ainda vai ter mt que revelar.
Quanto ao mundo onde ela foi parar... pois, isso eu já não posso dizer mais nada. *mim fecha a boca* Ainda tou a pensar numas coisitas, mas o terceiro capítulo tá a ir bem. Ainda não pretendo começar a desvendar as coisas, mas vou desvendá-las em breve. Quero deixar-te curiosa mais um cadinho XD *mim mt má*
Ainda bem k te surpreendi Kaoru-chan a.k.a idola @.@!! Vão haver mais surpresas para os próximos capítulos, espero n te desapontar
Mt obrigada pelo comentário!! 1000x obrigada!!
E kt a ti Sophia-chan! Eu falo ctg na escola, obrigada por teres vindo ver a minha fic e teres comentado. Ainda bem k gostaste, fiquei mt contente por saber isso!
*mim lambe-se com o ovo*Dumo Arigatô Gozaimasu!! Nem sabes o quão feliz fiquei por saber que estás a gostar assim tanto e ficaste tão embrenhada na história. É verdade, a Aya é uma rapariga mt racional e eu tentei mostrar ao máximo isso, assim como todos os seus outros sentimentos. Pk a Aya ainda vai ter mt que revelar.
Quanto ao mundo onde ela foi parar... pois, isso eu já não posso dizer mais nada. *mim fecha a boca* Ainda tou a pensar numas coisitas, mas o terceiro capítulo tá a ir bem. Ainda não pretendo começar a desvendar as coisas, mas vou desvendá-las em breve. Quero deixar-te curiosa mais um cadinho XD *mim mt má*
Ainda bem k te surpreendi Kaoru-chan a.k.a idola @.@!! Vão haver mais surpresas para os próximos capítulos, espero n te desapontar

Mt obrigada pelo comentário!! 1000x obrigada!!
E kt a ti Sophia-chan! Eu falo ctg na escola, obrigada por teres vindo ver a minha fic e teres comentado. Ainda bem k gostaste, fiquei mt contente por saber isso!


Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
_S.E.A_ escreveu:Claro que podes dizer k queres o próximo Kaoru-chan!!*mim lambe-se com o ovo*
Dumo Arigatô Gozaimasu!! Nem sabes o quão feliz fiquei por saber que estás a gostar assim tanto e ficaste tão embrenhada na história. É verdade, a Aya é uma rapariga mt racional e eu tentei mostrar ao máximo isso, assim como todos os seus outros sentimentos. Pk a Aya ainda vai ter mt que revelar.
Quanto ao mundo onde ela foi parar... pois, isso eu já não posso dizer mais nada. *mim fecha a boca* Ainda tou a pensar numas coisitas, mas o terceiro capítulo tá a ir bem. Ainda não pretendo começar a desvendar as coisas, mas vou desvendá-las em breve. Quero deixar-te curiosa mais um cadinho XD *mim mt má*
Ainda bem k te surpreendi Kaoru-chan a.k.a idola @.@!! Vão haver mais surpresas para os próximos capítulos, espero n te desapontar
Mt obrigada pelo comentário!! 1000x obrigada!!
E kt a ti Sophia-chan! Eu falo ctg na escola, obrigada por teres vindo ver a minha fic e teres comentado. Ainda bem k gostaste, fiquei mt contente por saber isso!
O terceiro capítulo está a ir bem? Que boa notícia!
Oh, já me estás a deixar muito curiosa
E eu, ídola?! Não digas isso...
E eu tenho a certeza absoluta que não me vais desapontar, nem a mim nem a ninguém! ^__^
Que bom que tiveste mais inspiração
assim temos mais um capítulo da fic!
Citando a Kaoru, consegues fazer uma história coerente, cheia de mistérios e imprevisível, o que é bastante bom, pois faz-nos querer ler mais e mais
Dou por mim e já estou quase a chegar ao fim, mas tenho sempre pena porque não queria parar de a ler, lol. Parabéns por isso! 
Mais uma vez os pensamentos e as reacções da Aya são fiéis à sua personalidade e realidade... isso é bom, quando leio uma fic gosto sempre de coisas novas
e gosto desta personagem, é, de alguma maneira, diferente e inovadora.
Aborrecida?!
Este capítulo foi tudo menos aborrecido! Eu gosto de ler descrições, transportam-nos para o local... claro que há quem não as consiga fazer, ou que as faça aborrecidas, mas as tuas não são assim, acredita!
Adoro as tuas descrições, completam o texto de uma forma ideal
é como se eu também estivesse dentro da história lol 
Então a Aya foi parar a um mundo simétrico?
Estou anciosa para saber o que vem daí...
Tenho pena do Pluto, lol.. coitado, notava-se mesmo que estava preocupado com a dona... espero que ele ainda entre na história
(eu gosto muito de animais
).
Mais uma vez, parabéns!
assim temos mais um capítulo da fic!Citando a Kaoru, consegues fazer uma história coerente, cheia de mistérios e imprevisível, o que é bastante bom, pois faz-nos querer ler mais e mais
Dou por mim e já estou quase a chegar ao fim, mas tenho sempre pena porque não queria parar de a ler, lol. Parabéns por isso! 
Mais uma vez os pensamentos e as reacções da Aya são fiéis à sua personalidade e realidade... isso é bom, quando leio uma fic gosto sempre de coisas novas
e gosto desta personagem, é, de alguma maneira, diferente e inovadora.Aborrecida?!
Este capítulo foi tudo menos aborrecido! Eu gosto de ler descrições, transportam-nos para o local... claro que há quem não as consiga fazer, ou que as faça aborrecidas, mas as tuas não são assim, acredita!
Adoro as tuas descrições, completam o texto de uma forma ideal
é como se eu também estivesse dentro da história lol 
Então a Aya foi parar a um mundo simétrico?
Estou anciosa para saber o que vem daí...
Tenho pena do Pluto, lol.. coitado, notava-se mesmo que estava preocupado com a dona... espero que ele ainda entre na história
(eu gosto muito de animais
).Mais uma vez, parabéns!

Bem, este capítulo estava mt bom mesmo S.E.A!!
Conseguiste deixar suspense no ar e criaste realmente um ambiente de mt misterio!! Gostei mt, tal como a kaoru, da forma como conseguiste deixar ainda mais claro o caráter da Aya... a forma como ela tenta explicar as coisas de forma racional e o receio de n conseguir, pela primeira vez, fazê-lo...
A Aya num mundo simetrico... hmm o q vai sairá daqui??
Mts parabéns pelo capitulo!!
Conseguiste deixar suspense no ar e criaste realmente um ambiente de mt misterio!! Gostei mt, tal como a kaoru, da forma como conseguiste deixar ainda mais claro o caráter da Aya... a forma como ela tenta explicar as coisas de forma racional e o receio de n conseguir, pela primeira vez, fazê-lo...
A Aya num mundo simetrico... hmm o q vai sairá daqui??
Mts parabéns pelo capitulo!!
Haruhi deixaste-me mt feliz com o teu comentário. A sério k gostaste msm? Ai k bom. Ainda bem k gostas da Aya, eu também gosto dela. Podes crer que a história ainda vai ter mais mistérios e coisas para vos deixar curiosas 
Quanto ao Plutão... Ainda n decidi se o faço aparecer ou não... Logo se vê!
Ainda bem k gostaste do capítulo e das descrições, é mt importante para mim saber isso! Fico msm mt feliz. Mt obrigada
Paula! Ainda bem k gostaste, fiquei mt contente por isso. Obrigada pelo comentário.
Bem, n posso revelar mais nada em relação ao sítio onde a Aya está... vou continuar a escrever o terceiro capítulo, mas provavelmente só amanhã é k o posto.
Obrigada pelos comentários, ainda bem k estão a gostar!!

Quanto ao Plutão... Ainda n decidi se o faço aparecer ou não... Logo se vê!
Ainda bem k gostaste do capítulo e das descrições, é mt importante para mim saber isso! Fico msm mt feliz. Mt obrigada

Paula! Ainda bem k gostaste, fiquei mt contente por isso. Obrigada pelo comentário.
Bem, n posso revelar mais nada em relação ao sítio onde a Aya está... vou continuar a escrever o terceiro capítulo, mas provavelmente só amanhã é k o posto.
Obrigada pelos comentários, ainda bem k estão a gostar!!

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Gomen pela demora, mas como n tive em casa este fim-de-semana... (sabem como é Santo António... XD). Este capítulo tem mais falas, e é o ultimo k serve assim pra ambientar, a partir daki vai começar realmente a história. N saiu bem como eu esperava, mas pronto. Espero k gostem! 
- Ei, Eriol! Anda cá ver o que eu apanhei! – Um homem gordo e baixinho, envergando uma armadura azulada com decorações douradas, começou a chamar o amigo, numa língua estranha e melodiosa, que não se parecia com nenhuma língua já ouvida.
- O que foi, Erandir? Um coelho? – Perguntou, nessa mesma língua, o que acabara de ser chamado Eriol, correndo na direcção do companheiro. Era um homem alto e magro, que envergava uma armadura igual.
- Não… algo muito mais interessante. – Disse Erandir, com um esgar, apontando para um vulto caído no meio da relva.
Eriol aproximou-se do sítio onde o seu companheiro se encontrava, lançando imediatamente um olhar espantado para o que viu. Ali, no meio das árvores, encontrava-se uma rapariga de cabelos loiros presos em duas tranças, vestindo um top azul e uns calções pretos. Era Aya.
- É uma rapariga! – Exclamou Eriol, arregalando muito os olhos.
- Sim… e olha para o que ela tem no pescoço! – Disse Erandir, apontando para a pedra vermelha que repousava em cima do peito dela. – Esta é uma pedra de…
Deixou o final em aberto, baixando a voz, como se temesse pronunciar aquelas palavras.
- De um anjo. – Completou Eriol, em voz baixa. – Será que ela é um anjo?
- Não creio… Parece-me uma humana. – Disse Erandir. – A forma como se deixou apanhar.
E começou a gabar-se da maneira como lhe tinha dado uma pancada na cabeça, fazendo-a desmaiar. E o outro guarda continuou na conversa, muito excitado. De facto… nenhum dos dois era provido de grande inteligência e depressa se esqueceram de Aya. Esta não demorou muito a acordar.
Abrindo os olhos, atordoada, Aya demorou algum tempo a situar-se no tempo, já que no espaço, era impossível tal coisa. Foi então que reparou nos dois guardas que conversavam e gesticulavam vivamente, numa língua que Aya nunca ouvira.
“Devo estar a sonhar…” pensou, esfregando os olhos. Quando os abriu, quase que esperou dar de caras com Plutão. Mas não foi o caso e Aya abriu os olhos, vendo-se no mesmo sítio onde caíra.
“Tenho de sair daqui”, aquela frase passava-lhe pela mente vezes sem conta, desde que acordara. Verificando se ainda tinha a pedra consigo, lançou um olhar desconfiado aos dois homens. “Parvos…”, pensou, ao perceber que agora se desafiavam mutuamente com a ponta das suas grossas espadas.
Cuidadosamente, Aya levantou-se, tentando fazer o mínimo de barulho possível, correndo até se ver fora da floresta.
- Ok, a primeira fase correu bem. Segunda fase: saber onde estou! – Murmurou Aya, com medo de falar demasiado alto e ser descoberta. As perguntas que lhe assaltaram a mente rapidamente voltaram, juntamente com mais algumas. Não sabia onde estava, quem eram aqueles homens, onde estava Plutão.
“Plutão…”
Deixara-o na floresta, não fazia ideia se ele tinha ficado bem ou não, teria entrado pelo portão atrás dela? Teria fugido? Ou será que teria ficado preso e acabaria por morrer sufocado no meio das árvores?
Não, isso não era possível! Aya nem sequer sabia se a história do portão era realmente verdade e não fora apena uma ilusão causada pelo excessivo calor da floresta.
“Será que atravessei a floresta toda e estou do outro lado?” perguntou-se.
Mas isso também não lhe parecia possível. Ninguém atravessa uma floresta inteira num dia, assim, sem mais nem menos.
- O que me parece é que estou metida numa grande alhada… Se o pai soubesse! – Monologou.
O problema era que daquela vez ela não tinha nenhuma explicação lógica para aquilo, a não ser o sonho. Estaria ainda a dormir?
Como que a tentar provar o que pensava, Aya beliscou-se com toda a força.
- AU! – Gritou.
Quase esperou que tudo desaparecesse e ela acordasse. Mas algo lhe dizia que desta vez não seria assim.
Pela primeira vez na vida, Aya não tinha uma explicação lógica para o que tinha acontecido. Só sabia que estava perdida num sítio que não conhecia, sem maneira de voltar e isso deixava-a frustrada.
Mas não teve muito tempo para se queixar; atrás de si, vindo da floresta, ouviu-se um restolhar e sairam de lá dois guardas. Aya soube que deviam ser guardas porque vestiam as mesmas armaduras que os que a tinham apanhado, no entanto estes dois tinham caras sérias e não pareciam para brincadeiras.
- A menina vai ter de nos acompanhar! – Disse um deles, em inglês correcto, embora com um ligeiro sotaque, agarrando-lhe num braço.
- Mas… o que se passa? – Aya balbuciou, apanhada de surpresa e tentando tirar o braço das mãos fortes do homem.
- É proibida a presença de humanos nesta terra! – Disse o outro homem, agarrando-a também.
- Err… como assim? – Humanos? Proibidos? Mas… aquela gente estaria doida, ou era ela quem estava? Como é que eram proibidos humanos se aquela era uma terra de humanos?
Debatendo-se para se soltar, Aya cada vez estava mais convencida de que aquela gente era toda doida. Por outro lado, começava a pensar que era ela quem estava doida!
De repente, um dos guardas fartou-se da luta, proferiu algumas palavras esquisitas e Aya sentiu-se zonza.
- Outra vez não… - Murmurou Aya, mas já era tarde e, vencida, caiu no chão, de onde os homens a pegaram às costas, levando-a para um sítio desconhecido.

Cap. III – Perdida
- Ei, Eriol! Anda cá ver o que eu apanhei! – Um homem gordo e baixinho, envergando uma armadura azulada com decorações douradas, começou a chamar o amigo, numa língua estranha e melodiosa, que não se parecia com nenhuma língua já ouvida.
- O que foi, Erandir? Um coelho? – Perguntou, nessa mesma língua, o que acabara de ser chamado Eriol, correndo na direcção do companheiro. Era um homem alto e magro, que envergava uma armadura igual.
- Não… algo muito mais interessante. – Disse Erandir, com um esgar, apontando para um vulto caído no meio da relva.
Eriol aproximou-se do sítio onde o seu companheiro se encontrava, lançando imediatamente um olhar espantado para o que viu. Ali, no meio das árvores, encontrava-se uma rapariga de cabelos loiros presos em duas tranças, vestindo um top azul e uns calções pretos. Era Aya.
- É uma rapariga! – Exclamou Eriol, arregalando muito os olhos.
- Sim… e olha para o que ela tem no pescoço! – Disse Erandir, apontando para a pedra vermelha que repousava em cima do peito dela. – Esta é uma pedra de…
Deixou o final em aberto, baixando a voz, como se temesse pronunciar aquelas palavras.
- De um anjo. – Completou Eriol, em voz baixa. – Será que ela é um anjo?
- Não creio… Parece-me uma humana. – Disse Erandir. – A forma como se deixou apanhar.
E começou a gabar-se da maneira como lhe tinha dado uma pancada na cabeça, fazendo-a desmaiar. E o outro guarda continuou na conversa, muito excitado. De facto… nenhum dos dois era provido de grande inteligência e depressa se esqueceram de Aya. Esta não demorou muito a acordar.
Abrindo os olhos, atordoada, Aya demorou algum tempo a situar-se no tempo, já que no espaço, era impossível tal coisa. Foi então que reparou nos dois guardas que conversavam e gesticulavam vivamente, numa língua que Aya nunca ouvira.
“Devo estar a sonhar…” pensou, esfregando os olhos. Quando os abriu, quase que esperou dar de caras com Plutão. Mas não foi o caso e Aya abriu os olhos, vendo-se no mesmo sítio onde caíra.
“Tenho de sair daqui”, aquela frase passava-lhe pela mente vezes sem conta, desde que acordara. Verificando se ainda tinha a pedra consigo, lançou um olhar desconfiado aos dois homens. “Parvos…”, pensou, ao perceber que agora se desafiavam mutuamente com a ponta das suas grossas espadas.
Cuidadosamente, Aya levantou-se, tentando fazer o mínimo de barulho possível, correndo até se ver fora da floresta.
- Ok, a primeira fase correu bem. Segunda fase: saber onde estou! – Murmurou Aya, com medo de falar demasiado alto e ser descoberta. As perguntas que lhe assaltaram a mente rapidamente voltaram, juntamente com mais algumas. Não sabia onde estava, quem eram aqueles homens, onde estava Plutão.
“Plutão…”
Deixara-o na floresta, não fazia ideia se ele tinha ficado bem ou não, teria entrado pelo portão atrás dela? Teria fugido? Ou será que teria ficado preso e acabaria por morrer sufocado no meio das árvores?
Não, isso não era possível! Aya nem sequer sabia se a história do portão era realmente verdade e não fora apena uma ilusão causada pelo excessivo calor da floresta.
“Será que atravessei a floresta toda e estou do outro lado?” perguntou-se.
Mas isso também não lhe parecia possível. Ninguém atravessa uma floresta inteira num dia, assim, sem mais nem menos.
- O que me parece é que estou metida numa grande alhada… Se o pai soubesse! – Monologou.
O problema era que daquela vez ela não tinha nenhuma explicação lógica para aquilo, a não ser o sonho. Estaria ainda a dormir?
Como que a tentar provar o que pensava, Aya beliscou-se com toda a força.
- AU! – Gritou.
Quase esperou que tudo desaparecesse e ela acordasse. Mas algo lhe dizia que desta vez não seria assim.
Pela primeira vez na vida, Aya não tinha uma explicação lógica para o que tinha acontecido. Só sabia que estava perdida num sítio que não conhecia, sem maneira de voltar e isso deixava-a frustrada.
Mas não teve muito tempo para se queixar; atrás de si, vindo da floresta, ouviu-se um restolhar e sairam de lá dois guardas. Aya soube que deviam ser guardas porque vestiam as mesmas armaduras que os que a tinham apanhado, no entanto estes dois tinham caras sérias e não pareciam para brincadeiras.
- A menina vai ter de nos acompanhar! – Disse um deles, em inglês correcto, embora com um ligeiro sotaque, agarrando-lhe num braço.
- Mas… o que se passa? – Aya balbuciou, apanhada de surpresa e tentando tirar o braço das mãos fortes do homem.
- É proibida a presença de humanos nesta terra! – Disse o outro homem, agarrando-a também.
- Err… como assim? – Humanos? Proibidos? Mas… aquela gente estaria doida, ou era ela quem estava? Como é que eram proibidos humanos se aquela era uma terra de humanos?
Debatendo-se para se soltar, Aya cada vez estava mais convencida de que aquela gente era toda doida. Por outro lado, começava a pensar que era ela quem estava doida!
De repente, um dos guardas fartou-se da luta, proferiu algumas palavras esquisitas e Aya sentiu-se zonza.
- Outra vez não… - Murmurou Aya, mas já era tarde e, vencida, caiu no chão, de onde os homens a pegaram às costas, levando-a para um sítio desconhecido.

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

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