Uma Dança em Paris [+14] [ Cancelada]
Resolvi escrever um historia um pouco diferente do que tenho vindo a escrever até agora.
O titulo é provisório!
Vou postar o prólogo em seguida e depois meto parte do 1º capitulo.
espero que gostem
Indice:
Prólogo - página 1
capítulo I - Página 1
Algo se passara há dez anos atrás. Algo doloroso acontecera. Na memória só ficavam as belas recordações de adolescência dos tempos em que passaram juntas. No presente reinava a frieza e por vezes a crueldade dos obstáculos que enfrentavam no dia-a-dia.
A rotina era monótona. Levantava-se sempre à mesma hora, tomava um duche, comia um pequeno-almoço leve, pegava no carro e aí ia ela até ao local de trabalho.
Mais uma vez tinha se sentado na cadeira desconfortável do seu gabinete. Há espera dela estava um monte de papelada tediosa para ver e assinar para não falar do acerto de contas que muito provavelmente teria de apresentar ao chefe ao final do dia.
Tinha mudado desde algum tempo para cá. Amadurecera, estava mais bela do que antes mas perdera toda a beleza que o seu coração puro possuía, os seus olhos azuis já não brilhavam como outrora, escondiam apenas tristeza e mágoa de um passado trágico e doloroso na qual queria esquecer.
Tinha-se fechado. Tudo a que rodeava revelava pouco interesse para ela.
O titulo é provisório!
Vou postar o prólogo em seguida e depois meto parte do 1º capitulo.
espero que gostem

Indice:
Prólogo - página 1
capítulo I - Página 1
Algo se passara há dez anos atrás. Algo doloroso acontecera. Na memória só ficavam as belas recordações de adolescência dos tempos em que passaram juntas. No presente reinava a frieza e por vezes a crueldade dos obstáculos que enfrentavam no dia-a-dia.
A rotina era monótona. Levantava-se sempre à mesma hora, tomava um duche, comia um pequeno-almoço leve, pegava no carro e aí ia ela até ao local de trabalho.
Mais uma vez tinha se sentado na cadeira desconfortável do seu gabinete. Há espera dela estava um monte de papelada tediosa para ver e assinar para não falar do acerto de contas que muito provavelmente teria de apresentar ao chefe ao final do dia.
Tinha mudado desde algum tempo para cá. Amadurecera, estava mais bela do que antes mas perdera toda a beleza que o seu coração puro possuía, os seus olhos azuis já não brilhavam como outrora, escondiam apenas tristeza e mágoa de um passado trágico e doloroso na qual queria esquecer.
Tinha-se fechado. Tudo a que rodeava revelava pouco interesse para ela.

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Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :)
I
O fantasma do passado!
O fantasma do passado!
Os raios de sol entravam pela janela do seu quarto e mais uma vez se preparava para mais um dia de trabalho.
A pontualidade continuava a não ser o seu forte. Saiu de casa apressadamente e por sorte conseguiu chegar um pouco antes da hora de entrada.
- Bom Dia Bunny! – Cumprimentava a sua fiel secretária
- Bom Dia Aya! – Respondera-lhe com frieza – Leva-me um café rapidamente…
- Com certeza Bunny – Assentiu Aya
Aya era a melhor amiga de Bunny desde de que fugira de Tóquio. Aya era uma parisiense extremamente esbelta. Alta e magra apresentava um cabelo negro, liso e bastante comprido. Ajudara Bunny a adaptar-se à Europa um mundo completamente diferente do Japão. Uma sensação que Bunny adorava sentir.
Aya levou rapidamente o café à sua amiga e disse:
- Que se passa Bunny?
- Nada… - Respondera sem olhar para a cara da amiga.
- Conheço-te… Não me consegue mentir. - Respondera-lhe com apreensão
- Estou apenas cansada… Se não te importas… Preciso de concentração… – Pedira-lhe com rudeza
Aya assentiu e retirou-se. O telefonou tocou. Do outro lado ouvira-se a voz de um homem.
- Empresa Glod Earth, bom dia em que posso ser útil?
- Bom dia fala da Empresa Chiba & Mizuno, será possível falar com a senhora Tsukino?
- Neste momento não sei se a Senhora Tsukino poderá atender a sua chamada. Aguarde um momento por favor!
Aya dirigiu-se ao gabinete de Bunny.
Bunny tens uma chamada em linha. Dizem que são da Empresa Chiba & Mizuno… - Dissera-lhe ela
Sim passa – Assentiu Bunny
Passados uns minutos Bunny levanta o auscultador.
- Bunny como estás? – Perguntara uma voz conhecida. Bunny ficara petrificada, aquela voz fazia lembrar Gonçalo Chiba. Aquele que no passado a deixara no altar. Bunny não conseguia proferir nenhuma palavra, tinha ficado paralisada, presa ao passado e por instantes relembrava-se do que havia passado, a dor e o sofrimento que ele e as suas ex – amigas haviam lhe causado. As lágrimas escoavam pela sua face pálida.
Bunny ficara feliz por ouvir de novo aquela voz calma que durante anos a tranquilizou, mas depressa essa alegria e essa felicidade tinha se acabado.
- Que queres de mim? – Perguntara-lhe grosseiramente
- Bunny queria saber como estavas, procurei-te anos a fio… - Respondera-lhe um pouco chocado.
- Como tens coragem de me telefonar, depois do que me fizeste? Depois de me teres abandonado, de me teres traído… - Continuou ela
Gonçalo ficara sem resposta. O que ele lhe fizera era vergonhoso. Estava envergonhado e ressentido. Ele não a reconhecia, toda aquela frieza e crueldade estavam a magoa-lo eram como facas serem espetadas no seu corpo, no seu coração despedaçado.
Ele ainda a amava, sempre a tinha amado mas porque razão lhe fizera aquilo?
- Gonçalo se não tens mais nada para dizer então deixa-me trabalhar – Dissera-lhe agressivamente – E nunca mais me voltes a procurar!
As lágrimas escorriam-lhe pela cara. O seu maior pesadelo estava de volta, o fantasma que durante anos lhe atormentaram ameaçava atormentar de novo.
Não sabia o que fazer. O ódio crescia-lhe a cada momento que se lembrava dele e delas. A sua vontade de matar alguém ou até de quebrar alguma coisa em seu redor era imensa. O seu mundo tinha caído novamente. Bunny era forte, uma mulher muito forte, uma mulher cujo seu maior sonho fora destruído e quebrado por aqueles que mais amava na vida.
Rancor por tudo e todos fora criado por ela de forma a proteger-se do que a circundava, tinha desistido de acreditar no que era bonito e principalmente no amor. Tinha deixado de ser a guerreira do amor e da justiça isso para ela era lixo como aquelas que a tinham morto por dentro.
Bunny perdera a noção do tempo e do espaço. Entrara numa espécie de transe, não se movia, não falava, olhava apenas e fixamente para a parede onde imaginava a cara de cada traidor, imaginava-se a matá-los esse era o seu desejo mais profundo. Era impensável que alguma vez pudesse desejar o mal a outras pessoas. Isso acontecera mesmo.
Sentia-se perseguida pelos cinco. Sentia-se incomodada.

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OMG
ela foi deixada no altar?
o gonçalo traiu-a???
cm a Ami ou qê???
E as outras? que lhe fizeram? ocultaram a traiçao?
meu, a Bunny está irreconhecivel! Fria, amarga, despedaçada... coitada fogo!
Aqle amor que parecia ser impossivel de ruir acabou mesmo por desfalecer...
Olha, o cap ficou bestial!!!
Espero mesmo mto ansiosamente por mais
Bjinho.
ela foi deixada no altar?
o gonçalo traiu-a???
cm a Ami ou qê???
E as outras? que lhe fizeram? ocultaram a traiçao?
meu, a Bunny está irreconhecivel! Fria, amarga, despedaçada... coitada fogo!
Aqle amor que parecia ser impossivel de ruir acabou mesmo por desfalecer...
Olha, o cap ficou bestial!!!
Espero mesmo mto ansiosamente por mais
Bjinho.
Haruka 
*Zir! ah tanto tempo! msmo!
Vai haver a continuação do capítulo.
*Yey! n posso crer!
Posso dizer-te que vai haver um grande equivoco. Agora quem traiu quem so tenho uma pequena ideia base....
*Ai é?
Uum agora cativaste-m ainda mais!!!!
tou bue curiosa pa saber qal o inquivoco!
N tenh outro remedio agora se nao esperar
BjinhOoOsS*

*Zir! ah tanto tempo! msmo!
Vai haver a continuação do capítulo.
*Yey! n posso crer!
Posso dizer-te que vai haver um grande equivoco. Agora quem traiu quem so tenho uma pequena ideia base....
*Ai é?
Uum agora cativaste-m ainda mais!!!!

tou bue curiosa pa saber qal o inquivoco!

N tenh outro remedio agora se nao esperar
LOL
Posta depressa
BjinhOoOsS*
Bunny perdera a noção do tempo e do espaço. Entrara numa espécie de
transe, não se movia, não falava, olhava apenas e fixamente para a
parede onde imaginava a cara de cada traidor, imaginava-se a matá-los
esse era o seu desejo mais profundo. Era impensável que alguma vez
pudesse desejar o mal a outras pessoas. Isso acontecera mesmo.
Sentia-se
perseguida pelos cinco. Sentia-se incomodada.

menina o que ouve com nossa bunizinha... aquela menina linda
alegre e brincalhona????? onde está todo amor que tinha pelas
amigas o que elas fizerão de tão mal...
Gonçalo eu sei... deixou ela no altar... mas as meninas fizeram o que mesmo???é verdade a Bunny está inreconhecivél...

... mas tenho que lhe dar meus parabéns, sua historia está mesmo
Sensacional... vou esperar pelo próximo capitulo
, quero ver se a Bunny não vai perdoar o grande amor da sua vida... só quero ver...
beijos


eu escolho te louvar senhor
com tudo o que sou, da minha vontade eu abro mão, pois eu escolho o som do céu....
A fic está triste mas ao mesmo tempo muito bonita
Gonçalo vou te partir todo
*vai buscar a sua catana* ,Ou melhor vou-te decapitar 
- Bunny como estás? – Perguntara uma voz conhecida. Bunny ficara
petrificada, aquela voz fazia lembrar Gonçalo Chiba. Aquele que no
passado a deixara no altar. Bunny não conseguia proferir nenhuma
palavra, tinha ficado paralisada, presa ao passado e por instantes
relembrava-se do que havia passado, a dor e o sofrimento que ele e as
suas ex – amigas haviam lhe causado. As lágrimas escoavam pela sua face
pálida.
Gonçalo vou te partir todo
*vai buscar a sua catana* ,Ou melhor vou-te decapitar 
Muito obrigado por gostarem. espero que gostem da segunda parte!
- Bunny - Chamava Aya, tentando abrir a porta que estava trancada. Do outro lado nem uma palavra, nem um suspiro. Isso preocupava-a. Após algumas tentativas e com ajuda entraram no gabinete da Bunny.
- Posso..? – Perguntara a sua fiel companheira e a mais que tudo sua amiga.
- Sim entra… - Respondera-lhe com tristeza.
- Conta-me tudo! O que se passou? – Dissera Aya preocupada
- Não se passou nada! – Dizia Bunny, enquanto se preparava para ir embora.
- Foi aquele telefonema, não foi? – A pergunta de Aya deixara a sem falava. Aya nesse instante tivera a confirmação que aquele que falara era Gonçalo Chiba. – Era ele, certo?
-Sim Aya … - Bunny não conseguira evitar as lágrimas, que teimavam escorrer pela sua face. Aya não sabia o que fazer. A única coisa que podia fazer, era consola-la, abraça-la e foi o que fez. Bunny há muitos anos que não sentia uns braços quentes a consolá-la. Desde há muito anos que ela não sabia o que era carinho. Ela própria deixara de que querer o que era carinho, mas Aya era a única em que acreditava, que confiava e contava todos os seus segredos do passado.
Do outro lado do mundo Gonçalo contava às amigas como é que a conversa tinha corrido.
- Então como correu? Perguntava Maria
- Mal… Correu mal… - Respondera-lhe entristecido – Como teve coragem de me insultar? De me tratar mal?
- Aquela Bunny… quem é que pensa que ela é? Depois tudo o que nos fez… Devia ter vergonha na cara! Sinceramente… – Dissera a loira de olhos azuis
- Mas o que ela te disse Gonçalinho? – Dissera a morena – Para tares a sim de certeza que foi algo desagradável…
- Por favor! Não me façam relembrar das coisas horrorosas que ela me disse. Disse ele, enquanto caminhava para o seu quarto. – Não me incomodem mais!
Anoiteceu. A noite estava calma. Bunny fechou a janela do seu quarto e foi-se deitar. O fantasma do seu passado parecia que queria invadir os sonhos. Não conseguia pensar em mais nada senão no telefonema que recebera logo pela manhã. Os actos haviam a marcado para o resto da sua vida, apenas um milagre podiam fazer com que ela esquecesse tudo e perdoasse as pessoas que ela amou.
Não pregou olho a noite inteira pensativa, levantou-se e foi à cozinha retirar um pacote de bolachas num dos seus armários de cozinha. Menina gulosa que anteriormente era doida por bolachas tinha desaparecido. Realmente ela mudara muito desde então.
A meio da noite recebera uma chamada anónima no seu telemóvel pessoal. Bunny atendeu mas apenas ouviu respiração da pessoa que a queria contactar. Julgava que fosse o canalha que teve a coragem de mentir à sua secretária só para falar com ela de manhã. Bunny poisou de novo o telemóvel na sua mesa-de-cabeceira e disse para os seus botões:
- Abandonaste-me à 10 anos atrás no altar, ligas-te ontem de manhã e ainda tens a lata de me ligares a estas horas! Seu cara de pau…
Bunny não resistiu ao cansaço e finalmente adormeceu. Acordou sobressaltada de manhã, muito provavelmente sonhara com que aconteceu anteriormente, esses pensamentos teimavam em não sair da sua cabeça. Estaria ela a precisar de ajuda? Estaria ela a ficar louca pelo desgosto e sofrimento que tivera? Estivera ela a isolar-se cada vez mais?
Essas eram hipóteses validas, de facto Bunny estava a ficar louca e isolada. Apenas saía de casa para o trabalho. Após a hora laboral Bunny voltava para casa e trancava-se. Outrora não prescindia das suas amigas por nada deste mundo, agora Bunny adorava estar sozinha.
Dentro da sua mala de mão, retirou umas certas coisas pessoais incluindo seu telemóvel, no seu telemóvel estavam uma série de chamadas não atendidas de um número um pouco estranho. De início pensaria que fosse Aya preocupada, mas rapidamente lembrou-se que se fosse Aya aparecia o nome.
- Estes números são japoneses e não franceses – Julgou ela – De certeza que é ele outra vez… Tem cá uma lata!
Bunny jamais se lembraria que poderiam ser os seus pais a tentar falar com ela numa última réstia de esperança.
No Japão Fernanda, mãe de Bunny chorava baba e ranho.
- A minha filha não me atende o telemóvel. Será que lhe aconteceu alguma coisa, será que o número não é dela e estamos a incomodar outras pessoas?
- Fernandinha não pense assim, querida… Lembra-te do que aconteceu no dia do casamento dela…Foi abandonada… De certeza que pensa que é aquele sujeito sem vergonha nenhuma! – Tentava acalmar o Senhor Ikuko
- Talvez tenhas razão… - Assentia a sua mulher.
II
- Bunny - Chamava Aya, tentando abrir a porta que estava trancada. Do outro lado nem uma palavra, nem um suspiro. Isso preocupava-a. Após algumas tentativas e com ajuda entraram no gabinete da Bunny.
- Posso..? – Perguntara a sua fiel companheira e a mais que tudo sua amiga.
- Sim entra… - Respondera-lhe com tristeza.
- Conta-me tudo! O que se passou? – Dissera Aya preocupada
- Não se passou nada! – Dizia Bunny, enquanto se preparava para ir embora.
- Foi aquele telefonema, não foi? – A pergunta de Aya deixara a sem falava. Aya nesse instante tivera a confirmação que aquele que falara era Gonçalo Chiba. – Era ele, certo?
-Sim Aya … - Bunny não conseguira evitar as lágrimas, que teimavam escorrer pela sua face. Aya não sabia o que fazer. A única coisa que podia fazer, era consola-la, abraça-la e foi o que fez. Bunny há muitos anos que não sentia uns braços quentes a consolá-la. Desde há muito anos que ela não sabia o que era carinho. Ela própria deixara de que querer o que era carinho, mas Aya era a única em que acreditava, que confiava e contava todos os seus segredos do passado.
Do outro lado do mundo Gonçalo contava às amigas como é que a conversa tinha corrido.
- Então como correu? Perguntava Maria
- Mal… Correu mal… - Respondera-lhe entristecido – Como teve coragem de me insultar? De me tratar mal?
- Aquela Bunny… quem é que pensa que ela é? Depois tudo o que nos fez… Devia ter vergonha na cara! Sinceramente… – Dissera a loira de olhos azuis
- Mas o que ela te disse Gonçalinho? – Dissera a morena – Para tares a sim de certeza que foi algo desagradável…
- Por favor! Não me façam relembrar das coisas horrorosas que ela me disse. Disse ele, enquanto caminhava para o seu quarto. – Não me incomodem mais!
Anoiteceu. A noite estava calma. Bunny fechou a janela do seu quarto e foi-se deitar. O fantasma do seu passado parecia que queria invadir os sonhos. Não conseguia pensar em mais nada senão no telefonema que recebera logo pela manhã. Os actos haviam a marcado para o resto da sua vida, apenas um milagre podiam fazer com que ela esquecesse tudo e perdoasse as pessoas que ela amou.
Não pregou olho a noite inteira pensativa, levantou-se e foi à cozinha retirar um pacote de bolachas num dos seus armários de cozinha. Menina gulosa que anteriormente era doida por bolachas tinha desaparecido. Realmente ela mudara muito desde então.
A meio da noite recebera uma chamada anónima no seu telemóvel pessoal. Bunny atendeu mas apenas ouviu respiração da pessoa que a queria contactar. Julgava que fosse o canalha que teve a coragem de mentir à sua secretária só para falar com ela de manhã. Bunny poisou de novo o telemóvel na sua mesa-de-cabeceira e disse para os seus botões:
- Abandonaste-me à 10 anos atrás no altar, ligas-te ontem de manhã e ainda tens a lata de me ligares a estas horas! Seu cara de pau…
Bunny não resistiu ao cansaço e finalmente adormeceu. Acordou sobressaltada de manhã, muito provavelmente sonhara com que aconteceu anteriormente, esses pensamentos teimavam em não sair da sua cabeça. Estaria ela a precisar de ajuda? Estaria ela a ficar louca pelo desgosto e sofrimento que tivera? Estivera ela a isolar-se cada vez mais?
Essas eram hipóteses validas, de facto Bunny estava a ficar louca e isolada. Apenas saía de casa para o trabalho. Após a hora laboral Bunny voltava para casa e trancava-se. Outrora não prescindia das suas amigas por nada deste mundo, agora Bunny adorava estar sozinha.
Dentro da sua mala de mão, retirou umas certas coisas pessoais incluindo seu telemóvel, no seu telemóvel estavam uma série de chamadas não atendidas de um número um pouco estranho. De início pensaria que fosse Aya preocupada, mas rapidamente lembrou-se que se fosse Aya aparecia o nome.
- Estes números são japoneses e não franceses – Julgou ela – De certeza que é ele outra vez… Tem cá uma lata!
Bunny jamais se lembraria que poderiam ser os seus pais a tentar falar com ela numa última réstia de esperança.
No Japão Fernanda, mãe de Bunny chorava baba e ranho.
- A minha filha não me atende o telemóvel. Será que lhe aconteceu alguma coisa, será que o número não é dela e estamos a incomodar outras pessoas?
- Fernandinha não pense assim, querida… Lembra-te do que aconteceu no dia do casamento dela…Foi abandonada… De certeza que pensa que é aquele sujeito sem vergonha nenhuma! – Tentava acalmar o Senhor Ikuko
- Talvez tenhas razão… - Assentia a sua mulher.

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Mas q confusao q pa qi vai!
É ela q diz que ele a traiu;
É ele que ta indignado com a atitude dela;
mas afinal o q se passa aqui?
bem, ja estou ah... ah nora!!! mesmo!
eu estou mais q confusa, eu estou... EU ESTOU É A FICAR CAQUÉCTICA/CHÉCHÉ (tal como os velhos desdentados e doentes!)
By the way...
vê-se que ela ainda está marcada e que, apesar de o negar, ela ainda gosta dele... pode sentir raiva pelo gonçalo mas sabemos q ela nunca o esqueceu...
Bem, agora é q eu qero mesmo a continuaçao!
tou pa morrer se nao descobrir rapidamente o q se passa entre tudo isto!
Bjinho*
É ela q diz que ele a traiu;
É ele que ta indignado com a atitude dela;
mas afinal o q se passa aqui?
bem, ja estou ah... ah nora!!! mesmo!
eu estou mais q confusa, eu estou... EU ESTOU É A FICAR CAQUÉCTICA/CHÉCHÉ (tal como os velhos desdentados e doentes!)
By the way...
vê-se que ela ainda está marcada e que, apesar de o negar, ela ainda gosta dele... pode sentir raiva pelo gonçalo mas sabemos q ela nunca o esqueceu...
Bem, agora é q eu qero mesmo a continuaçao!
tou pa morrer se nao descobrir rapidamente o q se passa entre tudo isto!
Bjinho*
ahhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quero saber o que aconteceu para Gonçalo ter abandonado
Bunny no altar... tou muito curiosa... tou amando sua historia
é bem diferênte... continua por favor, tou muito curiosa
hahaha
Quero saber o que aconteceu para Gonçalo ter abandonado
Bunny no altar... tou muito curiosa... tou amando sua historia
é bem diferênte... continua por favor, tou muito curiosa
hahaha

eu escolho te louvar senhor
com tudo o que sou, da minha vontade eu abro mão, pois eu escolho o som do céu....
III
A minha filha não me atende o telemóvel. Será que lhe aconteceu alguma coisa, será que o número não é dela e estamos a incomodar outras pessoas?
- Fernandinha não pense assim, querida… Lembra-te do que aconteceu no dia do casamento dela…Foi abandonada… De certeza que pensa que é aquele sujeito sem vergonha nenhuma! – Tentava acalmar o Senhor Ikuko
- Talvez tenhas razão… - Assentia a sua mulher. – Vou tentar novamente querido, talvez desta vez me atenda.
O telefonema da mãe de Bunny tinha sido em vão. Bunny continuava sem atender as chamadas que seus pais faziam. A cada recusa de chamada os seus pais perdiam a esperança de terem novamente a sua filha nos seus braços.
O dia amanheceu com o doce cheiro a primavera. As árvores cheias de flores dançavam ao som de uma brisa suave que percorria ao logo das avenidas Bunny percorria sozinha e isolada. Estava linda como sempre fora, a sua beleza invejava a outras jovens e atraía atenções de jovens masculinos.
Ao longe uma pessoa segui-a, observava todos os seus passos e movimentos, parecia a reconhecer de algum lugar. Uma jovem alta de cabelo louro, vestia roupa masculina e andava numa mota. Tentava não ser descoberta, talvez tentasse ter a certeza que aquela era quem procurava desde de há muitos anos a trás. Pareci-a conhecer na perfeição todas as suas qualidades, todos os seus defeitos tudo mais alguma coisa.
A loira parou a sua moto, de trás apareceu uma jovem alta e morena com nuances verdes.
- Tens a certeza que é ela? – Perguntou a morena
- Sim tenho, mudou muito desde que a vimos, mas quem já a conhece desde dos seus quinze anos, dificilmente se esquece da sua princesa, não é verdade? – Dissera a loira
- Sim. Concordo. – Assentava a morena.
- Temos de arranjar maneira de falar com ela depressa. Preciso saber porque nos deixou! Não a perdoo… – Dissera a loira emotivamente
- Tenta compreender que ela foi abandonada pelo Gonçalo no altar, não é fácil… E depois as nossas companheiras de guerra fizeram o que fizeram… - Respondera a outra
- Sim… Mas ela sabia que podia contar connosco! Preferiu fugir em vez de vir pedir-nos ajuda! Sempre estivemos pronta ajudá-la… - A loira começava agora a lacrimejar. Sentira muito a partida de Bunny. Sentia que Bunny fosse como sua irmã mais nova, tratava-a como tal. Talvez fosse mais do que irmã, talvez sentisse alguma coisa por ela, talvez gostasse dela mais do que amiga, ou irmã.
Na verdade sentia alguma atracção por ela. Dava-lhe arrepios sempre que a via ou estava com ela ou até quando a ajudava-a. Perder o seu coração seria como uma morte para ela, afinal ela amava-a de qualquer maneira, de qualquer jeito. Podia ser fria e por vezes cruel, mas por baixo da sua frieza e da sua atitude impulsiva estava uma rapariga doce, muito doce que dava valor a tudo, incluído o amor que sentia pela Bunny e pela sua fiel companheira de vida.
- Tudo Bem? – Ao lado da mota da loira e da morena parava um carro onde vinham duas passageiras que parecia se conhecer extremamente bem.
- Olá… Olha Bunny está a sair! Vamos segui-la… Esperemos que vá para casa senão temos de arranjar uma maneira de atraí-la para nós….
Bunnny dirigia-se para o se escritório. Lá dentro outro dia tedioso a esperava, montes de papeladas e outras cenas que ela não gostava nada.
- Bom dia. Estás melhor? – Perguntara Aya
Bunny não dissera nada apenas se limitou a ir para o seu gabinete. Entretanto Aya tinha se lembrado do telefonema de umas pessoa que falavam uma língua esquisita.
- Bunny, uma senhora telefonou à tua procura… - Dissera a morena
- Esquisito… Já agora o que queria de mim? – Perguntara-lhe
- Não percebi nada do que a senhora disse, estava a falar numa língua muito estranha. Mas depois um jovem rapaz falou em Inglês e disse que se chamava Chico! – Dissera Aya enquanto se preparava para confirmar a agenda do dia
Bunny não esperava tal notícia. Aquilo deixara perplexa sem reacção. Percebera agora o quanto magoara os seus pais com a sua fuga. Deixara tudo, tudo significava o mais importante para ela, os seus pais. Bunny tinha deixado o mais importante da sua vida por causa de uma traição, de um desgosto. Tinha preferido ficar sozinha em vez de pedir ajudava àqueles que se preocupavam com ela. O choque tinha sido grande de facto mas Bunny tinha feito mal e começava-se a sentir culpada.
O quarteto que a seguia tinha desistido de a seguir. Pensava agora outra maneira de conseguir falar e enfrentá-la sobre as acções que tomara de cabeça quente.

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :)
Adorei esta história pelo facto de ser diferente do que estou habituada. É engraçado ver as coisas de outra maneira. Confesso que nunca imaginei ver a Bunny como sendo uma pessoa fria e sozinha mas eu acho que é isso que torna esta história muito boa. Eu gostei imenso e tou ansiosa para saber o resto. Continua a escrever.
Hummm
bem, ja é meio caminho andado.
As Outer já a descobriram. So falta confrontarem-na.
Confesso q deu-me vontade de rir quando a Aya lhe avisou q uma mulher tinha telefonado para la a falar numa lingua estranha. Ja tou a ver a cena toda!
A aya sentada ah secretaria, muito tranquila, ate q de repente, ouve "rnhof rnhof rnhof"! Deve ter ficado cm montes de pontos de interrogaçao em volta da cabeça!
Ok, tou a ser má. Peço desculpa.
Tou ansiosa para continuar a saber a continuação!
Bjinho*
bem, ja é meio caminho andado.
As Outer já a descobriram. So falta confrontarem-na.
Confesso q deu-me vontade de rir quando a Aya lhe avisou q uma mulher tinha telefonado para la a falar numa lingua estranha. Ja tou a ver a cena toda!
A aya sentada ah secretaria, muito tranquila, ate q de repente, ouve "rnhof rnhof rnhof"! Deve ter ficado cm montes de pontos de interrogaçao em volta da cabeça!
Ok, tou a ser má. Peço desculpa.
Tou ansiosa para continuar a saber a continuação!
Bjinho*
acho que vao ter uma supresa mais para a frente. Se leram bem as descriçoes que falam da haruka tem lá uma parte da surpresa....
deixo já a primeira parte do capitulo II
Bunny não esperava tal notícia. Aquilo deixara perplexa sem reacção. Percebera agora o quanto magoara os seus pais com a sua fuga. Deixara tudo, tudo significava o mais importante para ela, os seus pais. Bunny tinha deixado o mais importante da sua vida por causa de uma traição, de um desgosto. Tinha preferido ficar sozinha em vez de pedir ajudava àqueles que se preocupavam com ela. O choque tinha sido grande de facto mas Bunny tinha feito mal e começava-se a sentir culpada.
O quarteto que a seguia tinha desistido de a seguir. Pensava agora outra maneira de conseguir falar e enfrentá-la sobre as acções que tomara de cabeça quente.
Ela queria encontra-la. Era o seu mais desejo profundo. Mas não sabia como o fazer. Lembrou-se de várias de maneiras mas nenhuma lhe parecia a mais acertada para falar com ela.
Andava muito pensativa. Sentia saudades dela, sentia saudades de por dizer um simples “olá” ou simples “tudo bem”. Arrancou na sua moto e foi até ao seu apartamento, desencantou um papel e uma caneta e começou a escrever
Querida Bunny…
Porque me deixaste? Porque desiste de nós que éramos tuas amigas?
Percebo que o te tiveram não tem perdão mas fugires sem dizeres nada…
Quero te ver, tenho saudades tuas, só penso em ti desde que te vi numa das avenidas da capital. Estás linda como sempre estiveste, mas agora estás melhor do que nunca…
Meu doce encontra-te comigo no parque às 19 horas, prometo-te que não te vais arrepender!
Os mais sinceros cumprimentos….”
Saiu disparada, esperou pela Bunny entrar em casa e meteu no correio. Estava com esperanças que ela aparecesse no parque à hora combinada.
Bunny exausta depois de um dia de trabalho, chegou a casa e retirou a carta destinada a si.
- Como é possível enviar-me cartas de amor! – Diz Bunny rasgando a carta que tinha recebido
deixo já a primeira parte do capitulo II
II
Carta de Amor
Carta de Amor
Bunny não esperava tal notícia. Aquilo deixara perplexa sem reacção. Percebera agora o quanto magoara os seus pais com a sua fuga. Deixara tudo, tudo significava o mais importante para ela, os seus pais. Bunny tinha deixado o mais importante da sua vida por causa de uma traição, de um desgosto. Tinha preferido ficar sozinha em vez de pedir ajudava àqueles que se preocupavam com ela. O choque tinha sido grande de facto mas Bunny tinha feito mal e começava-se a sentir culpada.
O quarteto que a seguia tinha desistido de a seguir. Pensava agora outra maneira de conseguir falar e enfrentá-la sobre as acções que tomara de cabeça quente.
Ela queria encontra-la. Era o seu mais desejo profundo. Mas não sabia como o fazer. Lembrou-se de várias de maneiras mas nenhuma lhe parecia a mais acertada para falar com ela.
Andava muito pensativa. Sentia saudades dela, sentia saudades de por dizer um simples “olá” ou simples “tudo bem”. Arrancou na sua moto e foi até ao seu apartamento, desencantou um papel e uma caneta e começou a escrever
“Paris, 28 de Março
Querida Bunny…
Porque me deixaste? Porque desiste de nós que éramos tuas amigas?
Percebo que o te tiveram não tem perdão mas fugires sem dizeres nada…
Quero te ver, tenho saudades tuas, só penso em ti desde que te vi numa das avenidas da capital. Estás linda como sempre estiveste, mas agora estás melhor do que nunca…
Meu doce encontra-te comigo no parque às 19 horas, prometo-te que não te vais arrepender!
Os mais sinceros cumprimentos….”
Saiu disparada, esperou pela Bunny entrar em casa e meteu no correio. Estava com esperanças que ela aparecesse no parque à hora combinada.
Bunny exausta depois de um dia de trabalho, chegou a casa e retirou a carta destinada a si.
- Como é possível enviar-me cartas de amor! – Diz Bunny rasgando a carta que tinha recebido

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :)
Bem, pelo q disseste, a Haruka parecia nutrir mto mais do q amizade por ela como irma... mas isso ja todos sabemos... lol
Agora esta carta. Penso q ela pensa qe foi o gonçalo q a escreveu mas para mim foi a haruka pois é a unica q tem uma moto e a unica q ta em paris e q a ama.
certo. ok.
Mas cmo eu adoro misterios e tal e nhã nhã nhã, eu vou esperar pela continuaçao ehehehehhe!
esta fic ta msm fixe!!
mal posso esperar zir-chan, sou.t sincera!
Bjo*
Agora esta carta. Penso q ela pensa qe foi o gonçalo q a escreveu mas para mim foi a haruka pois é a unica q tem uma moto e a unica q ta em paris e q a ama.
certo. ok.
Mas cmo eu adoro misterios e tal e nhã nhã nhã, eu vou esperar pela continuaçao ehehehehhe!
esta fic ta msm fixe!!
mal posso esperar zir-chan, sou.t sincera!
Bjo*
Antes de mais, por favor, não o vejas como má opinião, ao leres o que passo a escrever mas se assim o entenderes como crítica, que a vejas como construtiva e não destrutiva, também o fazem comigo e isso enriquece-me.
Começo com a má parte, aquela que podes achar pior do que vou escrever... mas li tudo, e é o que acho na geral da fanfic.
Primeiro não entendo bem a maneira como colocas os verbos, desculpa, eu compreendo a intenção deles, mas acaba por se tornar confuso. Depois há uma troca (normal e inofensiva) dos há, à e á... de resto, no que toca a erros, penso que se releres os notarás perfeitamente. Por último, este reparo: O pai da Bunny chama-se Kenji. Ikkuko, na versão original, é a mãe da Bunny
. E um simples pedido, não é reparo: ai a letra, desculpa, até pode ser só a mim mas faz uma ligeira impressão aos olhos por ser tão pequenina x)
De resto: Não tenho nada a apontar. As descrições estão muito agradáveis à leitura, a ideia é muito original, consegues prender quem lê, nota-se especialmente um mistério na história, pois penso que a Bunny sente-se amargurada pela traição... mas e os outros?! Apenas ressentem a fuga dela, ou algo mais?
Esta última parte... bem... surpreendeu-me!
Eu aprecio bem mais ler histórias U.A., apesar de preferir sempre inicialmente saber a categoria, sub-categoria, rated e personagens/casal a abordar no aspecto principal e secundário... Por isso, isto da Haruka... fiquei a pensar se esta história agora vai começar a ser sobre ela e a Bunny a corresponder aos sentimentos dela ou se é sobre o casal Bunny/Gonçalo, que pelo rumo inicial da história é o que me parece fazer mais sentido...
Bem, fico à espera de mais. Beijinhos.
Começo com a má parte, aquela que podes achar pior do que vou escrever... mas li tudo, e é o que acho na geral da fanfic.
Primeiro não entendo bem a maneira como colocas os verbos, desculpa, eu compreendo a intenção deles, mas acaba por se tornar confuso. Depois há uma troca (normal e inofensiva) dos há, à e á... de resto, no que toca a erros, penso que se releres os notarás perfeitamente. Por último, este reparo: O pai da Bunny chama-se Kenji. Ikkuko, na versão original, é a mãe da Bunny
. E um simples pedido, não é reparo: ai a letra, desculpa, até pode ser só a mim mas faz uma ligeira impressão aos olhos por ser tão pequenina x)De resto: Não tenho nada a apontar. As descrições estão muito agradáveis à leitura, a ideia é muito original, consegues prender quem lê, nota-se especialmente um mistério na história, pois penso que a Bunny sente-se amargurada pela traição... mas e os outros?! Apenas ressentem a fuga dela, ou algo mais?
Esta última parte... bem... surpreendeu-me!
Eu aprecio bem mais ler histórias U.A., apesar de preferir sempre inicialmente saber a categoria, sub-categoria, rated e personagens/casal a abordar no aspecto principal e secundário... Por isso, isto da Haruka... fiquei a pensar se esta história agora vai começar a ser sobre ela e a Bunny a corresponder aos sentimentos dela ou se é sobre o casal Bunny/Gonçalo, que pelo rumo inicial da história é o que me parece fazer mais sentido...
Bem, fico à espera de mais. Beijinhos.

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Dumpling eu apenas escrevo em verbos terminados em ara e ava, escrevo tudo no impessoal (maior parte das vezes) e o passado...Quantos ao há e Às meto qnd o word se queixa, foram sempre os meus problemas a portugues...
Quanto ao pai bunny enganei-me quando escrevi o nome... Mesmo assim queria por senhor tsukino porque nao achei o nome dele
segue o rumo disso mas como traição bunny nem se quer queira ouvir falar dele né
quanto a haruka esta parte foi feita a pressao pk nao queria mete-los todos em confronto logo no inicio
Quanto ao pai bunny enganei-me quando escrevi o nome... Mesmo assim queria por senhor tsukino porque nao achei o nome dele
segue o rumo disso mas como traição bunny nem se quer queira ouvir falar dele né

quanto a haruka esta parte foi feita a pressao pk nao queria mete-los todos em confronto logo no inicio

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. Esse Gonçalo é mesmo tóto! Queremos a nossa bunny de volta 
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