Suicído: Acto de Coragem ou Cobardia?
Suicído: Acto de Coragem ou Cobardia?
Total de votos: 46
-
-Coragem 7% 3 votos
-
-Cobardia 33% 15 votos
-
-Depende do porquê de a pessoa se suicidar 35% 16 votos
-
-Nenhum 9% 4 votos
-
-Outro ponto de vista (diz qual nas respostas) 17% 8 votos
Esta sondagem está encerrada.
Pois bem... Todos os dias ouvimos na TV ou lemos no jornal pessoas que se suicidam a torto e a direito. Acham que este acto é considerado de coragem uma vez que não é qualquer pessoa que tem a ousadia de acabar com a sua vida ou um acto de cobardia pois a pessoa está só a fugir dos seus problemas?
Digam o que pensam sobre o assunto.
Digam o que pensam sobre o assunto.
If we should get separated, just whistle. I'll come running. I promise.
Há 1 ano nesta magnífica comunidade!
Ai credo... que assunto pah... não sei não acho lá mt adequada a ideia, tendo em contanque temos aqui pessoas bastante novas no forum, tar a ler estes tópicos não é sinceramente grande ideia digo eu...
Anyway... Sinceramente nunca pensei nisso como um acto de coragem, até acho ridícula essa noção... é mais um acto de desespero....
Anyway... Sinceramente nunca pensei nisso como um acto de coragem, até acho ridícula essa noção... é mais um acto de desespero....
É como o Rmmr111 diz, acho que é um acto de desespero.
A depressão e o desespero são coisas químicas fisiologicas do nosso corpo, é um desequilibrio de enzimas e hormonas. Quando uma pessoa se suicida não está na posse das suas faculdades mentais em pleno, por isso é uma coisa muito complicada de avaliar...
A depressão e o desespero são coisas químicas fisiologicas do nosso corpo, é um desequilibrio de enzimas e hormonas. Quando uma pessoa se suicida não está na posse das suas faculdades mentais em pleno, por isso é uma coisa muito complicada de avaliar...

Sammu, és fixe!
Acho, sem sombra de dúvida, que é uma acto de cobardia, ou como o Sammu e o Rmmr111 dizem.
Uma pessoa não se suicidaria sem razão, sem ter, ao menos, tentado resolver a sua vida.
Aliás, alguém que pensa que suicidar-se é a solução para os seus problemas, é um irracional e bastante infantil. (é melhor não falar na infantilidade do senhor que se suicidou por ser fã de HP XD)
Se o suicídio fosse um acto de coragem, havia mortos aos magotes
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Uma pessoa não se suicidaria sem razão, sem ter, ao menos, tentado resolver a sua vida.
Aliás, alguém que pensa que suicidar-se é a solução para os seus problemas, é um irracional e bastante infantil. (é melhor não falar na infantilidade do senhor que se suicidou por ser fã de HP XD)
Se o suicídio fosse um acto de coragem, havia mortos aos magotes
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http://sm-portugal.coolbb.net/fanfics-gerais-f23/fairy-tales-o-incio-t4901.htm
[email protected] -->Meu MSN, adicionem à vontade!
Primeiro que tudo, acho que este tópico não é muito indicado para um forúm destes. Mas pronto, eu percebo a ideia.
Como o Sammu disse, quando uma pessoa se suicida, é porque as suas faculdades mentais não estão no sitio. Ainda no outro dia estive a falar com o meu pai sobre epic drama vs suicidio sério. Porque o meu pai estava a falar de Chrme Syndrome do qual ele é especialista, e que na maioria dos casos essas pessoas preferem o suicidio ou a depressão cronica e viveram com uma doença intestinal crónica. E o meu pai estava a explicar-me as coisas que ele dizia para calar os doentes quando eles começavam com os pensamentos suicidas.
E chegamos os 2 à conclusão de que as raparigas tendem muito mais à ameaça e ao epic drama que os homens, que quando se suicidam o fazem pela calada, sem dizer nada a ninguém, e fazem-no mesmo...enquanto as raparigas ameaçam muito, cortam-se muito, mas depois não fazem nada.
Já tive muitos testemunhos de episódios do género, e existe uma estatistica que fala que os rapazes se suicidam mais que as raparigas...não creio que seja por coragem, mas não sei porque seja, talvez porque muitos rapazes engolem os problemas, não os transmitem a ninguem, querem enfrentar tudo sozinhos...eu não sei, não sou homem, não compreendo na totalidade a sua mente, apesar de ter convivido mais com homens ao longo da minha jubentuh!
O acto de auto-mutilação, se posso chamar-lhe assim, quem o pratica não quer realmente matar-se, mas sim chamar a atenção dos outros, como um grito de HELP ME... outro é só porque é moda e é giro. O cortar liberta substancias que trazem calma ao corpo.
Mas existem outros factores, socio-económicos e mesmo...digamos, ambientais.
A finlândia é o pais da Europa (ou pelo menos era), com a maior taxa de suicidios...e a causa provada, é a falta de sol.
O japão, tem o seu famoso suicidio harakiri, que agora graças a god já não é tão praticado, alá kamikaze, mas nas gerações mais velhas existe aquele conceito da honra da familia, e do desonrar.
Eu uma vez li um texto na aula de inglês sobre um homem que perdeu o negócio de familia porque a empresa faliu numa crise, e ele matou a familia toda e depois suicidou-se porque preferia morrer a ser desonrado ou a ficar na miséria.
Como o Sammu disse, quando uma pessoa se suicida, é porque as suas faculdades mentais não estão no sitio. Ainda no outro dia estive a falar com o meu pai sobre epic drama vs suicidio sério. Porque o meu pai estava a falar de Chrme Syndrome do qual ele é especialista, e que na maioria dos casos essas pessoas preferem o suicidio ou a depressão cronica e viveram com uma doença intestinal crónica. E o meu pai estava a explicar-me as coisas que ele dizia para calar os doentes quando eles começavam com os pensamentos suicidas.
E chegamos os 2 à conclusão de que as raparigas tendem muito mais à ameaça e ao epic drama que os homens, que quando se suicidam o fazem pela calada, sem dizer nada a ninguém, e fazem-no mesmo...enquanto as raparigas ameaçam muito, cortam-se muito, mas depois não fazem nada.
Já tive muitos testemunhos de episódios do género, e existe uma estatistica que fala que os rapazes se suicidam mais que as raparigas...não creio que seja por coragem, mas não sei porque seja, talvez porque muitos rapazes engolem os problemas, não os transmitem a ninguem, querem enfrentar tudo sozinhos...eu não sei, não sou homem, não compreendo na totalidade a sua mente, apesar de ter convivido mais com homens ao longo da minha jubentuh!
O acto de auto-mutilação, se posso chamar-lhe assim, quem o pratica não quer realmente matar-se, mas sim chamar a atenção dos outros, como um grito de HELP ME... outro é só porque é moda e é giro. O cortar liberta substancias que trazem calma ao corpo.
Mas existem outros factores, socio-económicos e mesmo...digamos, ambientais.
A finlândia é o pais da Europa (ou pelo menos era), com a maior taxa de suicidios...e a causa provada, é a falta de sol.
O japão, tem o seu famoso suicidio harakiri, que agora graças a god já não é tão praticado, alá kamikaze, mas nas gerações mais velhas existe aquele conceito da honra da familia, e do desonrar.
Eu uma vez li um texto na aula de inglês sobre um homem que perdeu o negócio de familia porque a empresa faliu numa crise, e ele matou a familia toda e depois suicidou-se porque preferia morrer a ser desonrado ou a ficar na miséria.
.:Who could ever learn to Love a Beast:.

.Her Ghost in the Fog.

.Her Ghost in the Fog.
Eu penso que enfrentar os nossos problemas por muito graves e grandes que eles sejam, isso sim é coragem.
Agora, quando decidimos pôr um ponto final na nossa vida, porque não aguentámos a pressão, não considero que isso seja um acto de coragem nem de cobardia.
As pessoas que se suicidam, estão meramente a fugir dos problemas, não têm capacidades suficientes para os enfrentar. Logo, isto não é um acto de coragem, a meu ver.
Por outro lado, as pessoas que se suicidam, estão mesmo desesperadas e não conseguem ver "uma luzinha ao fundo do túnel". E mesmo que estas não dêem o devido valor à vida, é sempre um acto difícil de executar, afinal de contas estamos a acabar de vez connosco. Logo, isto não é um acto de cobardia, a meu ver.
Resumindo e concluindo: O suicídio tem as duas faces da moeda - a coragem e a cobardia.
Agora, quando decidimos pôr um ponto final na nossa vida, porque não aguentámos a pressão, não considero que isso seja um acto de coragem nem de cobardia.
As pessoas que se suicidam, estão meramente a fugir dos problemas, não têm capacidades suficientes para os enfrentar. Logo, isto não é um acto de coragem, a meu ver.
Por outro lado, as pessoas que se suicidam, estão mesmo desesperadas e não conseguem ver "uma luzinha ao fundo do túnel". E mesmo que estas não dêem o devido valor à vida, é sempre um acto difícil de executar, afinal de contas estamos a acabar de vez connosco. Logo, isto não é um acto de cobardia, a meu ver.
Resumindo e concluindo: O suicídio tem as duas faces da moeda - a coragem e a cobardia.
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ashe12mariana escreveu:Resumindo e concluindo: O suicídio tem as duas faces da moeda - a coragem e a cobardia.Era isso mesmo que eu ia dizer..
O dizer que se vai suicidar é cobardia, é o fugir aos problemas da forma mais fácil, mas o acto em si precisa de coragem, é preciso coragem para alguém acabar com a própria vida, daí que seja um grande passo entre um e o outro, felizmente.
Mas não é um assunto que me agrade discutir, sinceramente... Acho que quando uma pessoa chega a esse ponto não merece ser julgada pela sua decisão, não é algo fácil e não se decide dum momento para o outro, portanto posso compreender ou não, mas não julgo a decisão.

For Disney fans ^^

Jobem se és cobarde e medricas?
Então não te aproximes de nós...
Se tiveres coragem ou se fores doido tenta enfrentar-nos.....
- Gang Terror Negro
ps- não aceitamos devoluções e não nos responsabilizamos por danos físicos causados muahahahah
Para mim é um acto de cobardia-.-'
Acho muito estupido as pessoas suicidar-se seja porque motivo for
'
Não sei bem...
Penso que nem um maluquinho se quer suicidar.
Mas é apenas a minha opinião..
Acho que a vida, por muito má que seja, pode um dia vir a ter os seus momentos bons que até podem durar por muito tempo.
Acho muito estupido as pessoas suicidar-se seja porque motivo for
'Não sei bem...
Penso que nem um maluquinho se quer suicidar.
Mas é apenas a minha opinião..
Acho que a vida, por muito má que seja, pode um dia vir a ter os seus momentos bons que até podem durar por muito tempo.

Obrigada Atalantav =)
Inscrevam-se: http://sakuraportugal.forumeiros.com/forum.htm"
Eis aqui um forum para aprender e ensinar: http://regressoaulas.forumeiros.com/portal.htm
Xaninha, fiquei impressionada com o que contaste e acho que é preciso teres coragem para contares uma historia dessas aqui. Só te vou dar um conselho que não tem nada a ver com o assunto mas nao me consigo conter... tem atenção à maneira como escreves
há muita falta de virgulas aí e torna-se dificil a compreensão do texto.
Agora em relação ao tópico, acho este assunto um bocado pesado visto que há crianças aqui inscritas e que não deveriam ler estas coisas as pronto vou dar a minha opinião na mesma.
O suicídio pra mim não é nada mais que um acto de cobardia, mas depende também da situação da pessoa.
Uma pessoa que não tenho problemas psicológicos, nem depressões nem nada disso, não tem motivo nenhum para se suicidar. A maior parte dos suicídio acontecem na adolescência quando, por exemplo, acabam com o namorado, ou não se sentem bem com o corpo, aquelas típicas "pancas" dos adolescentes. Ora isso é cobardia e é estupidez, a vida não acaba só porque perdemos alguém ou não nos sentimos bem, temos é que ser sempre positivos e não viver uma vida de "mártir". A minha mãe sempre disse, "temos duas opções na vida: chorar e ficar deprimidas porque o leite se derramou, ou dar a volta por cima, ter optimismo e sermos felizes".
Por outro lado, compreendo que haja pessoas com graves problemas mentais e com graves depressões. Aí já há uma certa "justificação" para o suicídio. Não é só uma chamada de atenção, mas é aquilo que o espirito e a alma da pessoa representa...
há muita falta de virgulas aí e torna-se dificil a compreensão do texto.Agora em relação ao tópico, acho este assunto um bocado pesado visto que há crianças aqui inscritas e que não deveriam ler estas coisas as pronto vou dar a minha opinião na mesma.
O suicídio pra mim não é nada mais que um acto de cobardia, mas depende também da situação da pessoa.
Uma pessoa que não tenho problemas psicológicos, nem depressões nem nada disso, não tem motivo nenhum para se suicidar. A maior parte dos suicídio acontecem na adolescência quando, por exemplo, acabam com o namorado, ou não se sentem bem com o corpo, aquelas típicas "pancas" dos adolescentes. Ora isso é cobardia e é estupidez, a vida não acaba só porque perdemos alguém ou não nos sentimos bem, temos é que ser sempre positivos e não viver uma vida de "mártir". A minha mãe sempre disse, "temos duas opções na vida: chorar e ficar deprimidas porque o leite se derramou, ou dar a volta por cima, ter optimismo e sermos felizes".
Por outro lado, compreendo que haja pessoas com graves problemas mentais e com graves depressões. Aí já há uma certa "justificação" para o suicídio. Não é só uma chamada de atenção, mas é aquilo que o espirito e a alma da pessoa representa...

*firma feita pela Diza xD*
Fic Princesas em Perigo - acabada
Nova Fic - Earth Rose - 9º capitulo POSTADO
Não é coragem é que compreendo o que algumas pessoas dizem que é cobardia e isso mas eu fiquei um bocado revoltada com este assunto prontos e desculpem mas acho melhor editar a minha mensagem pensando bem nunca se sabe quem está de trás do ecrã e eu realmente não quero pôr assim a minha vida à "balda" mas prontos eu só quis foi que as pessoas que leram o que aconteceu comigo percebessem que muitas das vezes não é covardia e sim doenças que vem de trás ... desculpem por editar a mensagem --'

Obrigada amigo secreto de Janeiro *-*
Bem... 1º concordo com quem diz que não parece o melhor assunto para debater num fórum repleto de crianças =\
Cobardia ou Coragem? Nem uma coisa nem outra...
Desespero, sim.
... E quando a pessoa não está com uma doença grave que a mantém incapacitada de ter uma vida autónoma... Se a pessoa, se não se matasse, conseguisse viver por si só, sem precisar de ajudas exteriores para andar, comer, sentar, e por aí adiante... Então é também um acto de egoísmo. Egoísmo elevado a um grau enorme.
Morrer é corajoso? Matar-se é corajoso? Hmm.. Aceito a opinião, mas não concordo com ela. Viver é corajoso. Morrer é morrer. Para quem está morto não há facilidades nem dificuldades. Para quem morre, tudo está bem. Ou não está bem nem mal porque, enfim, está morto. Quem fica vivo é quem sofre. É quem é "castigado" pelo acto de suicídio do outro. Ficar vivo é que é o desafio. Sobreviver. Lutar. Torcer para que se morra de velhice e não pelas 500 oportunidades de morte dos tipos mais variados com que nos deparamos todos os dias, desde que nascemos até ao dito dia.
MAS quando a pessoa tem um desequilíbrio mental, não é como se ponderasse o que está a fazer, por isso não vale a pena descutir se é isto ou aquilo. A pessoa não se encontra propriamente em condições mentais para racionalizar. Se se suícida é mais por culpa dos que a rodeiam que não tomaram bem conta da pessoa que viam ter distúrbios mentais.
MAS se falamos de uma pessoa com uma doença crónica grave que a curto, médio ou longo prazo a deixará incapacidade de ter a tal vida autónoma: posso apenas referir que sou perfeitamente a favor da eutanásia e, como tal, nestas situações, também... aceito o suicídio.
Agora... se me falarem da maioria dos casos de suicídio que acontece DE REPENTE de pessoas que NUNCA SE ESPEROU... Egoísmo.
Não cobardia. Não coragem. Egoísmo.
Agora "é preciso ter coragem para pegar numa faca e cortarmo-nos a nós próprios, sabendo a dor que nos vamos infligir" ou "é preciso ter coragem para nos atirarmos do 10º andar sabendo à partida do quão angustiante será a falta de oxigénio a que nos vamos submeter a tal ponto que acabaremos mortos alguns antes de chegar ou chão, ou sabendo da força com que vamos embater no chão e no quanto vamos ficar todos partidinhos e esmagados e, como tal, a última sensação antes de morrer também não deve ser nada agradável"... Epa sim, aí: suicídio é coragem. lol Mas apenas mesmo a coragem de nos inflingirmos tais dores e aflições apenas porque nos apetece.
Mas não é coragem o facto de irmos acabar com a nossa vida. Isso não é coragem. Porque se tás morto, acabou. Não é coragem nenhuma. Não sentes nada, não sentes se foi corajoso ou cobarde. Não sentes remorços nem felicidade. Não sentes. Não estás vivo. Morto, não és nada.
Viver sim, é corajoso.
Mas claro que, nas situações que referi... A vida não vale tanta coragem assim. Mas só nas situações que referi. E já são imensamente abrangentes.
Não, não aceito suicídios porque o namorado acabou com ela. Não aceito porque morreram os familiares. Epa, custa, doi, mas hey!... Se ficámos, eles se estivessem cá também iam querer o melhor para nós, e não que nos fossemos juntar a eles!... Lá está: há que ter coragem para viver.
Não aceito que se matem só porque... lhes deu na real gana porque a gaja de quem gostam não repare que eles existem.
Epa, poupem-me, porque se todos nos matassemos por isso o mundo estava vazio. Isto são actos de egoísmo. E infelizmente, a maioria dos suicídios são casos destes.
Cada um de vocês aqui pode conhecer quem não tenha sido, podem ter estado quase a matar-se por algum motivo vosso que não tenha sido este. E não vos estou a chamar egoista, porque então vos enquadro nas pessoas com problemas reais, que tornam a vida praticamente... invivivel (se é que tal existe).
Portanto leiam bem o que eu disse antes que alguém se sinta ofendido
'
Cobardia ou Coragem? Nem uma coisa nem outra...
Desespero, sim.
... E quando a pessoa não está com uma doença grave que a mantém incapacitada de ter uma vida autónoma... Se a pessoa, se não se matasse, conseguisse viver por si só, sem precisar de ajudas exteriores para andar, comer, sentar, e por aí adiante... Então é também um acto de egoísmo. Egoísmo elevado a um grau enorme.
Morrer é corajoso? Matar-se é corajoso? Hmm.. Aceito a opinião, mas não concordo com ela. Viver é corajoso. Morrer é morrer. Para quem está morto não há facilidades nem dificuldades. Para quem morre, tudo está bem. Ou não está bem nem mal porque, enfim, está morto. Quem fica vivo é quem sofre. É quem é "castigado" pelo acto de suicídio do outro. Ficar vivo é que é o desafio. Sobreviver. Lutar. Torcer para que se morra de velhice e não pelas 500 oportunidades de morte dos tipos mais variados com que nos deparamos todos os dias, desde que nascemos até ao dito dia.
MAS quando a pessoa tem um desequilíbrio mental, não é como se ponderasse o que está a fazer, por isso não vale a pena descutir se é isto ou aquilo. A pessoa não se encontra propriamente em condições mentais para racionalizar. Se se suícida é mais por culpa dos que a rodeiam que não tomaram bem conta da pessoa que viam ter distúrbios mentais.
MAS se falamos de uma pessoa com uma doença crónica grave que a curto, médio ou longo prazo a deixará incapacidade de ter a tal vida autónoma: posso apenas referir que sou perfeitamente a favor da eutanásia e, como tal, nestas situações, também... aceito o suicídio.
Agora... se me falarem da maioria dos casos de suicídio que acontece DE REPENTE de pessoas que NUNCA SE ESPEROU... Egoísmo.
Não cobardia. Não coragem. Egoísmo.
Agora "é preciso ter coragem para pegar numa faca e cortarmo-nos a nós próprios, sabendo a dor que nos vamos infligir" ou "é preciso ter coragem para nos atirarmos do 10º andar sabendo à partida do quão angustiante será a falta de oxigénio a que nos vamos submeter a tal ponto que acabaremos mortos alguns antes de chegar ou chão, ou sabendo da força com que vamos embater no chão e no quanto vamos ficar todos partidinhos e esmagados e, como tal, a última sensação antes de morrer também não deve ser nada agradável"... Epa sim, aí: suicídio é coragem. lol Mas apenas mesmo a coragem de nos inflingirmos tais dores e aflições apenas porque nos apetece.
Mas não é coragem o facto de irmos acabar com a nossa vida. Isso não é coragem. Porque se tás morto, acabou. Não é coragem nenhuma. Não sentes nada, não sentes se foi corajoso ou cobarde. Não sentes remorços nem felicidade. Não sentes. Não estás vivo. Morto, não és nada.
Viver sim, é corajoso.
Mas claro que, nas situações que referi... A vida não vale tanta coragem assim. Mas só nas situações que referi. E já são imensamente abrangentes.
Não, não aceito suicídios porque o namorado acabou com ela. Não aceito porque morreram os familiares. Epa, custa, doi, mas hey!... Se ficámos, eles se estivessem cá também iam querer o melhor para nós, e não que nos fossemos juntar a eles!... Lá está: há que ter coragem para viver.
Não aceito que se matem só porque... lhes deu na real gana porque a gaja de quem gostam não repare que eles existem.
Epa, poupem-me, porque se todos nos matassemos por isso o mundo estava vazio. Isto são actos de egoísmo. E infelizmente, a maioria dos suicídios são casos destes.
Cada um de vocês aqui pode conhecer quem não tenha sido, podem ter estado quase a matar-se por algum motivo vosso que não tenha sido este. E não vos estou a chamar egoista, porque então vos enquadro nas pessoas com problemas reais, que tornam a vida praticamente... invivivel (se é que tal existe).
Portanto leiam bem o que eu disse antes que alguém se sinta ofendido
'Sailor S escreveu:Bem... 1º concordo com quem diz que não parece o melhor assunto para debater num fórum repleto de crianças =\
Cobardia ou Coragem? Nem uma coisa nem outra...
Desespero, sim.
... E quando a pessoa não está com uma doença grave que a mantém incapacitada de ter uma vida autónoma... Se a pessoa, se não se matasse, conseguisse viver por si só, sem precisar de ajudas exteriores para andar, comer, sentar, e por aí adiante... Então é também um acto de egoísmo. Egoísmo elevado a um grau enorme.
Morrer é corajoso? Matar-se é corajoso? Hmm.. Aceito a opinião, mas não concordo com ela. Viver é corajoso. Morrer é morrer. Para quem está morto não há facilidades nem dificuldades. Para quem morre, tudo está bem. Ou não está bem nem mal porque, enfim, está morto. Quem fica vivo é quem sofre. É quem é "castigado" pelo acto de suicídio do outro. Ficar vivo é que é o desafio. Sobreviver. Lutar. Torcer para que se morra de velhice e não pelas 500 oportunidades de morte dos tipos mais variados com que nos deparamos todos os dias, desde que nascemos até ao dito dia.
MAS quando a pessoa tem um desequilíbrio mental, não é como se ponderasse o que está a fazer, por isso não vale a pena descutir se é isto ou aquilo. A pessoa não se encontra propriamente em condições mentais para racionalizar. Se se suícida é mais por culpa dos que a rodeiam que não tomaram bem conta da pessoa que viam ter distúrbios mentais.
MAS se falamos de uma pessoa com uma doença crónica grave que a curto, médio ou longo prazo a deixará incapacidade de ter a tal vida autónoma: posso apenas referir que sou perfeitamente a favor da eutanásia e, como tal, nestas situações, também... aceito o suicídio.
Agora... se me falarem da maioria dos casos de suicídio que acontece DE REPENTE de pessoas que NUNCA SE ESPEROU... Egoísmo.
Não cobardia. Não coragem. Egoísmo.
Agora "é preciso ter coragem para pegar numa faca e cortarmo-nos a nós próprios, sabendo a dor que nos vamos infligir" ou "é preciso ter coragem para nos atirarmos do 10º andar sabendo à partida do quão angustiante será a falta de oxigénio a que nos vamos submeter a tal ponto que acabaremos mortos alguns antes de chegar ou chão, ou sabendo da força com que vamos embater no chão e no quanto vamos ficar todos partidinhos e esmagados e, como tal, a última sensação antes de morrer também não deve ser nada agradável"... Epa sim, aí: suicídio é coragem. lol Mas apenas mesmo a coragem de nos inflingirmos tais dores e aflições apenas porque nos apetece.
Mas não é coragem o facto de irmos acabar com a nossa vida. Isso não é coragem. Porque se tás morto, acabou. Não é coragem nenhuma. Não sentes nada, não sentes se foi corajoso ou cobarde. Não sentes remorços nem felicidade. Não sentes. Não estás vivo. Morto, não és nada.
Viver sim, é corajoso.
Mas claro que, nas situações que referi... A vida não vale tanta coragem assim. Mas só nas situações que referi. E já são imensamente abrangentes.
Não, não aceito suicídios porque o namorado acabou com ela. Não aceito porque morreram os familiares. Epa, custa, doi, mas hey!... Se ficámos, eles se estivessem cá também iam querer o melhor para nós, e não que nos fossemos juntar a eles!... Lá está: há que ter coragem para viver.
Não aceito que se matem só porque... lhes deu na real gana porque a gaja de quem gostam não repare que eles existem.
Epa, poupem-me, porque se todos nos matassemos por isso o mundo estava vazio. Isto são actos de egoísmo. E infelizmente, a maioria dos suicídios são casos destes.
Cada um de vocês aqui pode conhecer quem não tenha sido, podem ter estado quase a matar-se por algum motivo vosso que não tenha sido este. E não vos estou a chamar egoista, porque então vos enquadro nas pessoas com problemas reais, que tornam a vida praticamente... invivivel (se é que tal existe).
Portanto leiam bem o que eu disse antes que alguém se sinta ofendido'
A minha opinião é sem tirar nem por igual à da Sailor S.
Para mim é um acto de egoismo sim.. por + que puxe pela tola a tentar perceber o que leva alguem a kerer akabar com a vida vai sempre parar ao egoismo exepto os casos k a S referiu e mt bem.
Infelizmente ja tive pessoas mt proximas de mim que tiveram essa infeliz ideia.. felizmente n passou do tentar... mas so de saber isso deixou.m de rastos.. então kual é o objectivo de alguem que se suicida ou tenta suicidar.s? Infligir dor nos outros? Já que este n é capaz de lidar com ela.. axa.s no direito de provokar dor aos que estão em redor?
Depois viram.s para mim, tu não percebes... capaz.. nunca penxei em tal coisa.. sei bem o que ia fazer a amigos e familia.. se não gosto de sofrer n vou fazer os outros sofrer tb.. é assim k eu penxo.
Mas pronto, cada um sabe o que faz da vida.. so axo é que diviam penxar 2x antes de fazer alguma coisa.. penxarem tb nos outros n custa nd.
cumpz
cruz



Jovems escritores, não resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando!
Tanto problema de não se poder falar disto num fórum onde tão crianças
'' A maioria tem mais de 14, e se podemos ter aqui topicos a falar de abortos e sexo, não vejo o problema deste. É tabu?
É um assunto sério, como muitos outros que cá temos, onde já foi mais que provado que podemos ter um diálogo e debate construtivo.
E ah, a opinião da Sailor S é de facto igual ao meu ponto de vista, ela tem o dom da palavra
'' A maioria tem mais de 14, e se podemos ter aqui topicos a falar de abortos e sexo, não vejo o problema deste. É tabu?É um assunto sério, como muitos outros que cá temos, onde já foi mais que provado que podemos ter um diálogo e debate construtivo.
E ah, a opinião da Sailor S é de facto igual ao meu ponto de vista, ela tem o dom da palavra


Sammu, és fixe!
Sammu escreveu:Tanto problema de não se poder falar disto num fórum onde tão crianças'' A maioria tem mais de 14, e se podemos ter aqui topicos a falar de abortos e sexo, não vejo o problema deste. É tabu?
É um assunto sério, como muitos outros que cá temos, onde já foi mais que provado que podemos ter um diálogo e debate construtivo.
E ah, a opinião da Sailor S é de facto igual ao meu ponto de vista, ela tem o dom da palavra
Obrigada Sammu =)
Sim de facto a Sailor S fala muito bem e disse tudo o que havia para dizer

Obrigada pelas vossas opiniões até agora. Estava curiosa para saber o que achavam

If we should get separated, just whistle. I'll come running. I promise.
Há 1 ano nesta magnífica comunidade!
Bem é uma questao complicada...
Votei no depende do motivo... mas o meu pensamento vai mais para acto de cobardia...
Mas la esta, nunca se sabe como a pessoa est psicologicamente ou qual o motivo d suicido...
Por exemplo conhexo uma historia de uma mae que se suicidou para salvar a vida ao filho (pois foi para lhe dar o coraçao), isso sem duvida é um grande acto de coragem!!!
Por isso depende mesmo do motivo e do estado psicologico da pessoa...
Votei no depende do motivo... mas o meu pensamento vai mais para acto de cobardia...
Mas la esta, nunca se sabe como a pessoa est psicologicamente ou qual o motivo d suicido...
Por exemplo conhexo uma historia de uma mae que se suicidou para salvar a vida ao filho (pois foi para lhe dar o coraçao), isso sem duvida é um grande acto de coragem!!!
Por isso depende mesmo do motivo e do estado psicologico da pessoa...

Realmente a S disse tudo MESMO. Principalmente o facto de "quem cá fica é que sofre" , é bem verdade.
Para eles acaba-se a dor, para os que ficam a dor ainda se torna pior do que era.
Mas cada caso é um caso. Lembro do filme do "Mar Adentro", fiquei completamente de acordo com a Eutanásia - mas isso já é ir a um assunto profundo demais.
Ainda lembro o filme "Para além do Horizonte", que foi um filme que me marcou imenso, apesar de não querer acreditar num Inferno ou Paraíso após a vida, este filme mostrar que o Paraíso é o que escolhemos ... e bem... mais não digo senão faço spoiler.
Para mais... já se passaram uns anos e não tenho problema de expor a realidade que vivi... [ leia quem quiser
]Bem... no final... é tudo uma questão do que leva a... mas é um assunto tão extenso ... que nunca mais sairíamos daqui a ir buscar "porquês" .
Para eles acaba-se a dor, para os que ficam a dor ainda se torna pior do que era.
Mas cada caso é um caso. Lembro do filme do "Mar Adentro", fiquei completamente de acordo com a Eutanásia - mas isso já é ir a um assunto profundo demais.
Ainda lembro o filme "Para além do Horizonte", que foi um filme que me marcou imenso, apesar de não querer acreditar num Inferno ou Paraíso após a vida, este filme mostrar que o Paraíso é o que escolhemos ... e bem... mais não digo senão faço spoiler.
Para mais... já se passaram uns anos e não tenho problema de expor a realidade que vivi... [ leia quem quiser
]Spoiler
Quando o meu pai foi assassinado eu tinha 11 anos e eu e a minha família sofremos o que um Deus qualquer sabe, e foi tudo de repente... quanto mais alguém que sofre decidir pôr fim à vida... a família ficar a pensar os porquês e o que podiam mais ter feito...
A minha irmã antes disso já sofria de anorexia e depois sofreu de bulimia e quis por termo à vida. Ao que quero chegar: ela na altura tinha 13, hoje tem 20 e só diz "Ainda bem que não o fiz" por tanto caso que ela vê, por tudo o que hoje está a viver.
Já o irmão do meu ex-namorado se suicidou mesmo no dia de anos dele... era eu a dar-lhe os parabéns e ele a chorar. E ainda deixou uma filha recém-nascida. Aí considero egoísmo, ele estava a sofrer a morte da mulher que tinha morrido no parto... e a bebé? Pensou nela? Só passou um tempo com ela...
A minha irmã antes disso já sofria de anorexia e depois sofreu de bulimia e quis por termo à vida. Ao que quero chegar: ela na altura tinha 13, hoje tem 20 e só diz "Ainda bem que não o fiz" por tanto caso que ela vê, por tudo o que hoje está a viver.
Já o irmão do meu ex-namorado se suicidou mesmo no dia de anos dele... era eu a dar-lhe os parabéns e ele a chorar. E ainda deixou uma filha recém-nascida. Aí considero egoísmo, ele estava a sofrer a morte da mulher que tinha morrido no parto... e a bebé? Pensou nela? Só passou um tempo com ela...

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Dumpling* escreveu:
Mas cada caso é um caso. Lembro do filme do "Mar Adentro", fiquei completamente de acordo com a Eutanásia - mas isso já é ir a um assunto profundo demais..
Foi por causa desse filme que decide criar este tópico. Vi-o semana passada em Espanhol e achei fenomenal. Não decidi falar sobre a eutanásia porque ainda é um assunto um pouco contorverso mas sim sobre o suícido em si

If we should get separated, just whistle. I'll come running. I promise.
Há 1 ano nesta magnífica comunidade!
....Muito sinceramente não esperava encontrar um tema deste algum dia no fórum, devo dizer que fiquei surpreendida.
Já li e respeito todas as vossas opiniões, mas é-me particularmente muito difícil e doloroso opinar sobre este assunto, respeito as vossas opiniões, embora as considere (algumas) um pouco ....prematuramente (falta-me a palavra exacta) especialmente porque existe uma falta de vivência realista para o qual e sem ela não estamos preparados para o fazer, e essa falta de vivência nos impeça irremediavelmente de poder julgar alguém que determina de um modo tão horroroso como dar por terminada a sua vida.
Já perdi mais do que um familiar por suicídio, e sei o quão doloroso e angustiante é tentarmos justificarmos esse acto que nos atormenta e dilacera o coração.
Na altura em que tudo aconteceu eu era muito jovem para aceitar e ter essa compreensão do quão doloroso pode ser a vida de uma pessoa, e que motivos (insuportáveis) a podem levar a um desespero tão grande ao ponto de cometer um acto como este, era incompreensível por mais que tentasse, não conseguia fazê-lo. É doloroso fazê-lo, mas o momento leva-me a partilhar convosco uma das minhas perdas maiores que já tive ao longo da vida.
Perdi o meu avô (que cometeu suicídio) quando eu tinha apenas 9 anos, ele era um avô muito especial e querido que quase fiquei doente com o desgosto. Inconformada e desesperada atormentei-me anos e anos
para tentar compreender a sua atitude, mesmo sem querer culpava-o
(injustamente) por ter sido (fraco) em tolerar a sua dor e não ter resistido
aos seus problemas, por vezes pensava que ele não tinha o direito de nos causar tanta dor, não ele que era uma pessoa tão doce e meiga e querido para toda a sua família, amigos e não só… embora eu soubesse o motivo para o qual justificou aos filhos e netos o seu acto. Só muitos anos mais tarde consegui “tentar compreendê-lo” e aceitar a sua vontade. Compreensão essa que os filhos conseguiram ter no momento, por isso conseguiram forças para resistir à sua perda.
O meu avô amava muito a minha avó e vice-versa, desde novos que se conheceram, eram muito felizes (mesmo com muitas dificuldades para criar os seus filhos). Não viviam um sem o outro, mesmo velhinhos, estavam sempre juntos e eram muito ternos num com o outro, não o escondiam de ninguém os olhares e atitudes carinhosas um para o outro.
A minha avó adoeceu dois anos antes desta tragédia, com uma doença cardíaca, que não lhe deu vida por muitos anos e um dia partiu… Foi algo terrível e que o meu avô não conseguiu aguentar , tinha todo o apoio e cuidados dos filhos e muitos netos que tinha, mas dizia que lhe podiam dar tudo menos aliviar a sua dor que cada dia que passava era maior e mais dolorosa de suportar.
Poupar-vos-ei de pormenores que poderiam ser (muito fortes)
para os membros mais sensíveis do fórum (se bem que existe um desses membros que já os conhece a todos, mas foi em privado).
Tudo isto para dizer que existem situações que nos ultrapassa a compreensão racional e irracional, por mais que a queiramos ter para podermos dizer e julgar um acto destes .
Depois da perda do meu avô, perdi mais familiares também por suicídio, e apenas terminaram desta forma com o grande sofrimento
penoso que tinham derivado a sofrerem de uma doença incurável ,fatal e
extremamente dolorosa.
Penso que para cometer um acto mórbido assim, é precisa mesmo muita coragem , embora o
desespero que atinge estas pessoas seja tão, mas tão grande que não as faça desistir e encoraje até conseguirem o seu objectivo.
Para além disto penso muito sinceramente que as pessoas que o cometem não conseguem ter forças para pensar na dor que irão causar aos outros (mesmo tendem a ter essa noção) e se as tiverem pensam e confiam nos seus sentimentos para com ele(ela) e na capacidade de os compreenderem por mais doloroso que possa ser para eles.
Eu vi nos olhos do meu avô o arrependimento ea dor que nos estava causando, do sofrimento físico que viveu durante 24 horas
até falecer, mas também via um raiozínho de luz (quase a apagar-se) tentando antes disso pedir-nos perdão, mas também procurava o nossa perdão porque estava pertinho de encontrar o que lhe iria aliviar a dor extremosa que ele sentia havia dois longos e penosos anos.
Serei possivelmente considerada uma membro com pensamentos loucos dizendo que hoje se pudesse voltar aquele mfatídico dia, iria ajoelhar-me aos pés do meu avó, (assim como fiz na realidade, mas em vez de chorar convulsivamente e sem dizer uma única palavra como o fiz na realidade) iria abraça-lo com muita força e dizia-lhe que o admirava e amava muito, muito, mas muito mesmo e que o perdoava porque tinha a capacidade de o compreender, dizer-lhe-ia que ele iria estar sempre vivo no meu coração (assim como está) e um dia mais tarde nocoração dos meus filhos (se os tivesse) porque eles iram saber quem foi esse ser grandioso que foi o avô da mãe deles. Hoje os meus filhos conhecem o meu avô como eu conheci e orgulham-se muito da história de amor dos meus avós e da coragem que o meu avô teve até ao fim.Incluindo a minha filha que tem na sua posse a aliança de casamento que o meu avô usava, aliança essa que foi-lhe dada a ela no dia em que nasceu, pela parte do meu pai (filho da meu avô).
Tudo isto não é para explicar e justificar a atitude de ninguém, mas que fez-me ver e aceitar sem condenar ninguém que decidiu simplesmente que tinha o direito de por fim à sua penosa vida.
Eu sei que é difícil compreender-mos, porque é muito, mas também temos de tentar (mesmo com muita dor por vezes) respeitar essa vontade.
Eu sei muito bem que há situações que meu Deus nos parece mesmo “uma loucura” e de bradar aos céus..uma rapariga ou rapaz (só porque um rapaz ou uma rapariga não quer uma relação ou desistiu simplesmente
dele ou dela) por amor de Deus uma pessoa que pense em suicidar-se por causa disso e é uma atitude para a qual não encontro um nome apropriado no momento) não tem justificação e é incompreensível .
Tal como este caso que conheci recentemente …. de um rapaz de 23 anos que se suicidou
porque teve um resultado numa cadeira da Universidade que não agradou ao seu pai, depois de se dedicar dia e noite aos estudos como sempre fazia,
simplesmente não aguentou a angustia de ter fracassado, neste caso penso que o pai dele terá isso na consciência o resto da vida dele, se perguntam se esterapaz foi consciente? Claro que não foi, mas quem somos nós para o julgarmos e julgarmos a sua memória? Ninguém, porque simplesmente não vivemos a angústia dele e de todas as outras pessoas que o fazem. Se somos mais fortes para ultrapassarmos alguns momentos das nossas vidas, melhor para nós, mas não nos compete julgar ninguém sobre algo que desconhecemos , apesar de imaginarmos que não.
E com isto deixo-vos, poderia falar muito mais de casos que conheci pessoalmente e não só….que me chocaram muito, mas também me deram a oportunidade de os ter conseguido ouvir e compreender , pelo menos
estar “próximo de quem já o tentou fazer mais do que uma vez” mas que resistiu e conseguiu lutar contra o que sentia.
Desculpem o longo testamento, mas já sabem como sou…
Bane
Já li e respeito todas as vossas opiniões, mas é-me particularmente muito difícil e doloroso opinar sobre este assunto, respeito as vossas opiniões, embora as considere (algumas) um pouco ....prematuramente (falta-me a palavra exacta) especialmente porque existe uma falta de vivência realista para o qual e sem ela não estamos preparados para o fazer, e essa falta de vivência nos impeça irremediavelmente de poder julgar alguém que determina de um modo tão horroroso como dar por terminada a sua vida.
Já perdi mais do que um familiar por suicídio, e sei o quão doloroso e angustiante é tentarmos justificarmos esse acto que nos atormenta e dilacera o coração.
Na altura em que tudo aconteceu eu era muito jovem para aceitar e ter essa compreensão do quão doloroso pode ser a vida de uma pessoa, e que motivos (insuportáveis) a podem levar a um desespero tão grande ao ponto de cometer um acto como este, era incompreensível por mais que tentasse, não conseguia fazê-lo. É doloroso fazê-lo, mas o momento leva-me a partilhar convosco uma das minhas perdas maiores que já tive ao longo da vida.
Perdi o meu avô (que cometeu suicídio) quando eu tinha apenas 9 anos, ele era um avô muito especial e querido que quase fiquei doente com o desgosto. Inconformada e desesperada atormentei-me anos e anos
para tentar compreender a sua atitude, mesmo sem querer culpava-o
(injustamente) por ter sido (fraco) em tolerar a sua dor e não ter resistido
aos seus problemas, por vezes pensava que ele não tinha o direito de nos causar tanta dor, não ele que era uma pessoa tão doce e meiga e querido para toda a sua família, amigos e não só… embora eu soubesse o motivo para o qual justificou aos filhos e netos o seu acto. Só muitos anos mais tarde consegui “tentar compreendê-lo” e aceitar a sua vontade. Compreensão essa que os filhos conseguiram ter no momento, por isso conseguiram forças para resistir à sua perda.
O meu avô amava muito a minha avó e vice-versa, desde novos que se conheceram, eram muito felizes (mesmo com muitas dificuldades para criar os seus filhos). Não viviam um sem o outro, mesmo velhinhos, estavam sempre juntos e eram muito ternos num com o outro, não o escondiam de ninguém os olhares e atitudes carinhosas um para o outro.
A minha avó adoeceu dois anos antes desta tragédia, com uma doença cardíaca, que não lhe deu vida por muitos anos e um dia partiu… Foi algo terrível e que o meu avô não conseguiu aguentar , tinha todo o apoio e cuidados dos filhos e muitos netos que tinha, mas dizia que lhe podiam dar tudo menos aliviar a sua dor que cada dia que passava era maior e mais dolorosa de suportar.
Poupar-vos-ei de pormenores que poderiam ser (muito fortes)
para os membros mais sensíveis do fórum (se bem que existe um desses membros que já os conhece a todos, mas foi em privado).
Tudo isto para dizer que existem situações que nos ultrapassa a compreensão racional e irracional, por mais que a queiramos ter para podermos dizer e julgar um acto destes .
Depois da perda do meu avô, perdi mais familiares também por suicídio, e apenas terminaram desta forma com o grande sofrimento
penoso que tinham derivado a sofrerem de uma doença incurável ,fatal e
extremamente dolorosa.
Penso que para cometer um acto mórbido assim, é precisa mesmo muita coragem , embora o
desespero que atinge estas pessoas seja tão, mas tão grande que não as faça desistir e encoraje até conseguirem o seu objectivo.
Para além disto penso muito sinceramente que as pessoas que o cometem não conseguem ter forças para pensar na dor que irão causar aos outros (mesmo tendem a ter essa noção) e se as tiverem pensam e confiam nos seus sentimentos para com ele(ela) e na capacidade de os compreenderem por mais doloroso que possa ser para eles.
Eu vi nos olhos do meu avô o arrependimento ea dor que nos estava causando, do sofrimento físico que viveu durante 24 horas
até falecer, mas também via um raiozínho de luz (quase a apagar-se) tentando antes disso pedir-nos perdão, mas também procurava o nossa perdão porque estava pertinho de encontrar o que lhe iria aliviar a dor extremosa que ele sentia havia dois longos e penosos anos.
Serei possivelmente considerada uma membro com pensamentos loucos dizendo que hoje se pudesse voltar aquele mfatídico dia, iria ajoelhar-me aos pés do meu avó, (assim como fiz na realidade, mas em vez de chorar convulsivamente e sem dizer uma única palavra como o fiz na realidade) iria abraça-lo com muita força e dizia-lhe que o admirava e amava muito, muito, mas muito mesmo e que o perdoava porque tinha a capacidade de o compreender, dizer-lhe-ia que ele iria estar sempre vivo no meu coração (assim como está) e um dia mais tarde nocoração dos meus filhos (se os tivesse) porque eles iram saber quem foi esse ser grandioso que foi o avô da mãe deles. Hoje os meus filhos conhecem o meu avô como eu conheci e orgulham-se muito da história de amor dos meus avós e da coragem que o meu avô teve até ao fim.Incluindo a minha filha que tem na sua posse a aliança de casamento que o meu avô usava, aliança essa que foi-lhe dada a ela no dia em que nasceu, pela parte do meu pai (filho da meu avô).
Tudo isto não é para explicar e justificar a atitude de ninguém, mas que fez-me ver e aceitar sem condenar ninguém que decidiu simplesmente que tinha o direito de por fim à sua penosa vida.
Eu sei que é difícil compreender-mos, porque é muito, mas também temos de tentar (mesmo com muita dor por vezes) respeitar essa vontade.
Eu sei muito bem que há situações que meu Deus nos parece mesmo “uma loucura” e de bradar aos céus..uma rapariga ou rapaz (só porque um rapaz ou uma rapariga não quer uma relação ou desistiu simplesmente
dele ou dela) por amor de Deus uma pessoa que pense em suicidar-se por causa disso e é uma atitude para a qual não encontro um nome apropriado no momento) não tem justificação e é incompreensível .
Tal como este caso que conheci recentemente …. de um rapaz de 23 anos que se suicidou
porque teve um resultado numa cadeira da Universidade que não agradou ao seu pai, depois de se dedicar dia e noite aos estudos como sempre fazia,
simplesmente não aguentou a angustia de ter fracassado, neste caso penso que o pai dele terá isso na consciência o resto da vida dele, se perguntam se esterapaz foi consciente? Claro que não foi, mas quem somos nós para o julgarmos e julgarmos a sua memória? Ninguém, porque simplesmente não vivemos a angústia dele e de todas as outras pessoas que o fazem. Se somos mais fortes para ultrapassarmos alguns momentos das nossas vidas, melhor para nós, mas não nos compete julgar ninguém sobre algo que desconhecemos , apesar de imaginarmos que não.
E com isto deixo-vos, poderia falar muito mais de casos que conheci pessoalmente e não só….que me chocaram muito, mas também me deram a oportunidade de os ter conseguido ouvir e compreender , pelo menos
estar “próximo de quem já o tentou fazer mais do que uma vez” mas que resistiu e conseguiu lutar contra o que sentia.
Desculpem o longo testamento, mas já sabem como sou…
Bane
É assim...como muitos ja disseram e acho bem temos gente muito jovem aqui...
é por isso que eu vou partilhar isto convosco...
eu quando tinha 17 anos tentei o suicidiu 2 vezes...as duas vezes porque tava com uma grande depressao...
o meu avo tinha falecido a pouco tempo e eu entrei numa faze que me levou a depressao...eu cheguei ao ponto de dizer aos meus proprios pais que eles nao queriam saber de mim e que me ia matar...mas eles nao acreditaram...a primeira vez que tentei foi o meu primo que me ajudou quando me viu inconsciente no meu quarto cheia de frascos de medicamentos...fui para o hospital e fique la 3 dias...quando vim para casa pensava que tava melhor mas nao...passado um mes tudo começou outra ves...mas desta vez foi o meu corpo que sofreu...curtei os pulsos...se qurem saber a verdade nem sei bem o porque de o ter feito...mais uma vez hospital...tive acompanhamento ate fazer 19 anos...começei a namurar tava tudo a correr bem...ate que a 2 mese atras voltou a acontecer...mas so que o meu primo tava comigo e nao me deixou fazer nada...e tudo porque eu e o meu ex namurado nos chateamos e acabamos...se nao fosse o meu primo eu nao tava aqui...
e agora eu penso em tudo o que fiz e o que sofri por fazer isto e a conclusao que chego e que foi tudo por cobardia por nao conseguir resolver os meus problemas e pensar que se me matar tudo se resolve mas nao...
poiis se isso acontece-se muita gente ia sufrer com essa atitude que eu tinha tumado...
e as pessoas que se suicidam e por cubardia por nao conseguir resolver os seus propris problemas...e nao se deixarem ajudar....pois se deixarem os amigos e a familia ajudar nao chegam a esse ponto e ate sao compreendidos...
mas a pessoas e pessoas...
e por isso pessoal quando virem que têm problemas, sentem que querem desaparecer nao tentem isso pois ninguem merece que voces se suicidem, nem o vosso namurado/a, nem os vossos amigos, nem mesmo a familia...
pensem em voces e que conseguem tudo da vida...
pois e a coisa mais bela que temos a nossa vida...
[Esta imagem já não existe]
é por isso que eu vou partilhar isto convosco...
eu quando tinha 17 anos tentei o suicidiu 2 vezes...as duas vezes porque tava com uma grande depressao...
o meu avo tinha falecido a pouco tempo e eu entrei numa faze que me levou a depressao...eu cheguei ao ponto de dizer aos meus proprios pais que eles nao queriam saber de mim e que me ia matar...mas eles nao acreditaram...a primeira vez que tentei foi o meu primo que me ajudou quando me viu inconsciente no meu quarto cheia de frascos de medicamentos...fui para o hospital e fique la 3 dias...quando vim para casa pensava que tava melhor mas nao...passado um mes tudo começou outra ves...mas desta vez foi o meu corpo que sofreu...curtei os pulsos...se qurem saber a verdade nem sei bem o porque de o ter feito...mais uma vez hospital...tive acompanhamento ate fazer 19 anos...começei a namurar tava tudo a correr bem...ate que a 2 mese atras voltou a acontecer...mas so que o meu primo tava comigo e nao me deixou fazer nada...e tudo porque eu e o meu ex namurado nos chateamos e acabamos...se nao fosse o meu primo eu nao tava aqui...
e agora eu penso em tudo o que fiz e o que sofri por fazer isto e a conclusao que chego e que foi tudo por cobardia por nao conseguir resolver os meus problemas e pensar que se me matar tudo se resolve mas nao...
poiis se isso acontece-se muita gente ia sufrer com essa atitude que eu tinha tumado...
e as pessoas que se suicidam e por cubardia por nao conseguir resolver os seus propris problemas...e nao se deixarem ajudar....pois se deixarem os amigos e a familia ajudar nao chegam a esse ponto e ate sao compreendidos...
mas a pessoas e pessoas...
e por isso pessoal quando virem que têm problemas, sentem que querem desaparecer nao tentem isso pois ninguem merece que voces se suicidem, nem o vosso namurado/a, nem os vossos amigos, nem mesmo a familia...
pensem em voces e que conseguem tudo da vida...
pois e a coisa mais bela que temos a nossa vida...
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