Sailor Moon Regressa ao Passado
O fim da história ficou...
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Uma miséria muito grande... A Beryl é uma macaca desgraçada... A Sailor Moon é uma fracota... Devia ter-lhe tratado da saúde em condições... Eu queria uma grande batalha, cheia de sangue e tripas... Não teve jeito nenhum... -.-' 6% 2 votos
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A Beryl devia de governar o Mundo à maneira dela... Pelo menos não haviam tantos impostos... A Sailor Moon e as outras com as mini-saias deviam ter morrido todas... 3% 1 votos
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O Endymion teve um caso com aquela velha feia? Ai me Deus... Acabei de morrer e não há quem me salve... :O 19% 6 votos
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A Sailor Moon é mesmo uma fofa... Pobresinha, então depois de ter sofrido tanto, ainda perdoou a Beryl... Chorei baba e ranho, não houve lenços que me acudissem... Adorei! 72% 23 votos
Esta sondagem está encerrada.
Star Uranus escreveu:Uma vez mais, arigato pelos comentários
Ser comparado ao grande Eça de Queiroz... Nossa Senhora da Literatura...
Neo Queen Serenity escreveu:foi o Neflite no seu carro vermelho k atropelou a mae da Usagi(é so um palpite XD)
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: Essa foi MUITO bem lembrada! nunca me ocorreu!Star Uranus escreveu:
Ser comparado ao grande Eça de Queiroz... Nossa Senhora da Literatura...![]()
![]()
Não sei porquê o espanto Star Uranus, queriam muitos escritores que têm montes de livros publicados terém metade do teu talento.
Por exemplo o José Saramago (que eu respeito imenso, mas eu não aguento ler nem duas paginas dos livros dele, aquilo é uma salsada tão grande de personagens, que nós ao fim de não sei quantas linhas, já perdemos completamente o fio á meada, é cansativo e desinteressante. Tomara ele ter as tuas qualidades

Essa Santa eu não conhecia Star Uranus, mas acho que ela vem mesmo a calhar

Epah.. O Josér Samarago... Pode ser muito bom pessoa.. um senhor muito simpático...
Mas temos aqui imensa gente que o supera na escrita c 1a perna atrás das costas
.o: O Uranus, o Sammu e a Tety, são os exemplo + concretos, mas há por aí outras fanfics de que também gosto (memso k não tanto) que também quem dera ao Saramago fazer 1 trabalho tão bem conseguido -_-' *Me odeia a escrita/os livros desse escritor, daí ter necessidade de comentar o comentário da Bane
*
Mas temos aqui imensa gente que o supera na escrita c 1a perna atrás das costas
.o: O Uranus, o Sammu e a Tety, são os exemplo + concretos, mas há por aí outras fanfics de que também gosto (memso k não tanto) que também quem dera ao Saramago fazer 1 trabalho tão bem conseguido -_-' *Me odeia a escrita/os livros desse escritor, daí ter necessidade de comentar o comentário da Bane
*Capítulo XVI
– Mamoru, podes ir comprar-me morangos?
– Morangos, Usagi? – Perguntou Mamoru.
– Sim, apetecem-me morangos!
– Mas tu já viste as horas? – Perguntou, intrigado, Mamoru. – Passa da meia-noite, estamos num hospital, onde é que eu vou encontrar morangos agora?
– Não sei… Mas apetecia-me tanto… Ultimamente estou com uma vontade louca de comer morangos…
Mamoru dirigiu-se a uma máquina de venda automática que estava perto do balcão da recepção do hospital. Chocalhou os bolsos e de lá tirou algumas moedas. Introduziu-as na máquina e carregou num dos botões.
– O que é isto? – Perguntou Usagi, estupefacta.
– Então, é um iogurte de morango. Este tem pedaços.
– Mas eu queria morangos a sério. Daqueles que se põe chantily e açúcar…
– Este iogurte tem morangos a sério, pelo menos é o que diz aqui, “100% Fruta”. Oh Usagi, a esta hora é o que se arranja!
Uma senhora já idosa, de longos cabelos brancos aproximou-se do casal.
– A menina tem muita sorte, sabia? – Perguntou a velha.
– Quem? Eu? Olhe, sou uma pobre coitada, apetecem-me morangos e não os tenho para comer…
A senhora riu-se.
– Já reparou que ele gosta mesmo de si?
Mamoru ficou encarnado como um morango acabado de apanhar.
– Ai gosta? Se gostasse, arranjava-me morangos, e olhe o que ele me trouxe! – Disse Usagi, enquanto abria o iogurte.
A senhora riu-se novamente.
– Vocês são um lindo casal. Vão ser muito felizes. Apenas têm que ter cuidado. – Disse a mulher, num tom sério.
– Cuidado? – Disse Usagi, quase que se engasgando com o iogurte.
– Sim, com ela! Ela tem inveja de vocês!
– Oh minha senhora, eu agradeço a sua simpatia, mas já temos problemas que chegue. – Disse Mamoru abraçando carinhosamente a namorada.
– Eu sei menino. Sei que têm problemas. E sei que problemas são.
– Olhe, a senhora está a assustar-me. Vá lá tratar da sua vidinha, que deve de ter medicamentos para tomar e deixe-nos em paz. Muito obrigado, mas eu já tenho uma amiga bruxa e já me chega. – Disse Usagi, contraindo-se contra o peito de Mamoru.
– A menina é um pouco indelicada. Sempre foi assim? Olhe que a quem vem a caminho é igualzinha a si: indelicada e rabugenta.
– Vamos Usagi, esta senhora já nos tomou tempo a mais.
– São os familiares da senhora Ikuko? – Disse uma jovem vestida de branco.
– Sim, somos, eu sou o futuro genro, e esta rapariga é a filha.
– Futu… Futuro genro? – Disse Usagi, envergonhada.
– A senhora Ikuko estabilizou. O prognóstico continua reservado mas, por enquanto, está livre de perigo. – Disse a jovem enfermeira.
– Graças a Deus. – Disse Usagi, sentando-se aliviada.
A enfermeira afastou-se. A velha senhora voltou a aproximar-se.
– Não se esqueça do que lhe disse, menina. Tenha cuidado. – Repetiu a mulher. – Mas olhe, ele e as suas amigas vão ajudá-las. Tenha cuidado, mas não precisa preocupar-se.
A mulher fez uma leve carícia em Usagi, afastando-lhe uma madeixa que lhe caía sobre o rosto. Afastou-se e entrou num dos quartos.
Pouco depois, uma enfermeira, auxiliada por um médico, saiu de um quarto, levando uma cama.
– Desculpe, mas… Aconteceu alguma coisa? – Perguntou Mamoru, segurando o braço da enfermeira.
– Já estava velhota… Era raro receber visitas… A família dizia que ela era esquisita… Que era maluca…­ – Disse a enfermeira, sussurrando. – Eu até gostava dela, embora às vezes me assustasse… – Concluiu, benzendo-se.
– Usagi, não queres ir para casa descansar? É tarde… – Sugeriu Mamoru. – Eu fico aqui e se souber de mais alguma coisa telefono-te logo.
– Não Mamoru, tu é que vais para casa descansar. Eu fico aqui.
– Então ficamos os dois, pronto… Mas diz-me lá, já te passou esse apetite por morangos?
– Já. Com uma maluca daquelas a dizer o que disse… Não era muito boa da cabeça, ela… Acho que não deviam de deixar as pessoas assim soltas pelo hospital… Podem ser perigosas… Olha já viste o que era se ela me atacasse? – Disse Usagi abraçando fortemente Mamoru, que lhe afagou os cabelos.
Mamoru soltou uma contida gargalhada. Ajeitou-se, e reclinou-se para trás, na desconfortável cadeira. Usagi colocou a cabeça sobre o peito do namorado e adormeceram.
– Já descobriste alguma coisa Venus? – Disse Sailor Mars para o intercomunicador.
– Não, nada… – Respondeu do outro lado. – Acho que não vamos ter sorte hoje…
– Estou cansada, farta de procurar e nada, nem uma pista. Acho que vou para casa e recomeço amanhã. – Disse Mars.
– É melhor sim… Eu aviso as outras. Encontramo-nos amanhã em tua casa? – Perguntou Sailor Venus.
– Sim, logo de manhã, para depois irmos ter com a Usagi ao hospital.
A noite passou calma e serena. As estrelas brilhavam e um majestoso luar compunha o resto da fotografia perfeita.
Amanheceu. Estava um dia um pouco cinzento, mas quente.
No hospital, começavam a chegar pessoas para visitarem os doentes. Um homem de longos cabelos castanhos dirigiu-se à recepção, perguntou qualquer coisa e indicaram-lhe o caminho. Entrou no quarto onde estava Ikuko Tsukino.
– Desculpe, quem é o senhor? – Perguntou Mamoru, falando baixo para não acordar Usagi, que dormia, agarrada à mão da mãe.
O homem empalideceu como se não estivesse à espera de encontrar ali alguém.
– Eu sou… Sou um amigo. – Disse o homem.
– Conhece a senhora Ikuko?
– Conheço sim, há alguns anos. – O homem parecia nervoso, agitado.
Usagi acordou. Beijou a mão da mãe e depois esfregou os olhos.
– Bom dia. – Disse. – E o senhor é?...
– Um velho conhecido. Como está a senhora Ikuko?
– Está melhor, passou a noite bem… – Comentou Usagi.
– Fico contente por saber isso. Quando ela acordar dê-lhe cumprimentos meus.
– Mas…
O homem saiu apressado. Usagi nem teve tempo de lhe perguntar quem era.
*************
Continua aqui em baixo...
– Mamoru, podes ir comprar-me morangos?
– Morangos, Usagi? – Perguntou Mamoru.
– Sim, apetecem-me morangos!
– Mas tu já viste as horas? – Perguntou, intrigado, Mamoru. – Passa da meia-noite, estamos num hospital, onde é que eu vou encontrar morangos agora?
– Não sei… Mas apetecia-me tanto… Ultimamente estou com uma vontade louca de comer morangos…
Mamoru dirigiu-se a uma máquina de venda automática que estava perto do balcão da recepção do hospital. Chocalhou os bolsos e de lá tirou algumas moedas. Introduziu-as na máquina e carregou num dos botões.
– O que é isto? – Perguntou Usagi, estupefacta.
– Então, é um iogurte de morango. Este tem pedaços.
– Mas eu queria morangos a sério. Daqueles que se põe chantily e açúcar…
– Este iogurte tem morangos a sério, pelo menos é o que diz aqui, “100% Fruta”. Oh Usagi, a esta hora é o que se arranja!
Uma senhora já idosa, de longos cabelos brancos aproximou-se do casal.
– A menina tem muita sorte, sabia? – Perguntou a velha.
– Quem? Eu? Olhe, sou uma pobre coitada, apetecem-me morangos e não os tenho para comer…
A senhora riu-se.
– Já reparou que ele gosta mesmo de si?
Mamoru ficou encarnado como um morango acabado de apanhar.
– Ai gosta? Se gostasse, arranjava-me morangos, e olhe o que ele me trouxe! – Disse Usagi, enquanto abria o iogurte.
A senhora riu-se novamente.
– Vocês são um lindo casal. Vão ser muito felizes. Apenas têm que ter cuidado. – Disse a mulher, num tom sério.
– Cuidado? – Disse Usagi, quase que se engasgando com o iogurte.
– Sim, com ela! Ela tem inveja de vocês!
– Oh minha senhora, eu agradeço a sua simpatia, mas já temos problemas que chegue. – Disse Mamoru abraçando carinhosamente a namorada.
– Eu sei menino. Sei que têm problemas. E sei que problemas são.
– Olhe, a senhora está a assustar-me. Vá lá tratar da sua vidinha, que deve de ter medicamentos para tomar e deixe-nos em paz. Muito obrigado, mas eu já tenho uma amiga bruxa e já me chega. – Disse Usagi, contraindo-se contra o peito de Mamoru.
– A menina é um pouco indelicada. Sempre foi assim? Olhe que a quem vem a caminho é igualzinha a si: indelicada e rabugenta.
– Vamos Usagi, esta senhora já nos tomou tempo a mais.
– São os familiares da senhora Ikuko? – Disse uma jovem vestida de branco.
– Sim, somos, eu sou o futuro genro, e esta rapariga é a filha.
– Futu… Futuro genro? – Disse Usagi, envergonhada.
– A senhora Ikuko estabilizou. O prognóstico continua reservado mas, por enquanto, está livre de perigo. – Disse a jovem enfermeira.
– Graças a Deus. – Disse Usagi, sentando-se aliviada.
A enfermeira afastou-se. A velha senhora voltou a aproximar-se.
– Não se esqueça do que lhe disse, menina. Tenha cuidado. – Repetiu a mulher. – Mas olhe, ele e as suas amigas vão ajudá-las. Tenha cuidado, mas não precisa preocupar-se.
A mulher fez uma leve carícia em Usagi, afastando-lhe uma madeixa que lhe caía sobre o rosto. Afastou-se e entrou num dos quartos.
Pouco depois, uma enfermeira, auxiliada por um médico, saiu de um quarto, levando uma cama.
– Desculpe, mas… Aconteceu alguma coisa? – Perguntou Mamoru, segurando o braço da enfermeira.
– Já estava velhota… Era raro receber visitas… A família dizia que ela era esquisita… Que era maluca…­ – Disse a enfermeira, sussurrando. – Eu até gostava dela, embora às vezes me assustasse… – Concluiu, benzendo-se.
– Usagi, não queres ir para casa descansar? É tarde… – Sugeriu Mamoru. – Eu fico aqui e se souber de mais alguma coisa telefono-te logo.
– Não Mamoru, tu é que vais para casa descansar. Eu fico aqui.
– Então ficamos os dois, pronto… Mas diz-me lá, já te passou esse apetite por morangos?
– Já. Com uma maluca daquelas a dizer o que disse… Não era muito boa da cabeça, ela… Acho que não deviam de deixar as pessoas assim soltas pelo hospital… Podem ser perigosas… Olha já viste o que era se ela me atacasse? – Disse Usagi abraçando fortemente Mamoru, que lhe afagou os cabelos.
Mamoru soltou uma contida gargalhada. Ajeitou-se, e reclinou-se para trás, na desconfortável cadeira. Usagi colocou a cabeça sobre o peito do namorado e adormeceram.
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– Já descobriste alguma coisa Venus? – Disse Sailor Mars para o intercomunicador.
– Não, nada… – Respondeu do outro lado. – Acho que não vamos ter sorte hoje…
– Estou cansada, farta de procurar e nada, nem uma pista. Acho que vou para casa e recomeço amanhã. – Disse Mars.
– É melhor sim… Eu aviso as outras. Encontramo-nos amanhã em tua casa? – Perguntou Sailor Venus.
– Sim, logo de manhã, para depois irmos ter com a Usagi ao hospital.
A noite passou calma e serena. As estrelas brilhavam e um majestoso luar compunha o resto da fotografia perfeita.
Amanheceu. Estava um dia um pouco cinzento, mas quente.
No hospital, começavam a chegar pessoas para visitarem os doentes. Um homem de longos cabelos castanhos dirigiu-se à recepção, perguntou qualquer coisa e indicaram-lhe o caminho. Entrou no quarto onde estava Ikuko Tsukino.
– Desculpe, quem é o senhor? – Perguntou Mamoru, falando baixo para não acordar Usagi, que dormia, agarrada à mão da mãe.
O homem empalideceu como se não estivesse à espera de encontrar ali alguém.
– Eu sou… Sou um amigo. – Disse o homem.
– Conhece a senhora Ikuko?
– Conheço sim, há alguns anos. – O homem parecia nervoso, agitado.
Usagi acordou. Beijou a mão da mãe e depois esfregou os olhos.
– Bom dia. – Disse. – E o senhor é?...
– Um velho conhecido. Como está a senhora Ikuko?
– Está melhor, passou a noite bem… – Comentou Usagi.
– Fico contente por saber isso. Quando ela acordar dê-lhe cumprimentos meus.
– Mas…
O homem saiu apressado. Usagi nem teve tempo de lhe perguntar quem era.
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Continua aqui em baixo...


Continuação do Capítulo XVI
– Quem era aquele, Mamoru? Conheces? – Perguntou Usagi.
– Não, não sei quem era… Mas parecia nervoso, assustado, talvez.
– Bom dia, bom dia! Como está a minha paciente preferida? – Bradou Minako, ao entrar no quarto.
– Chiu! A senhora Ikuko está a dormir! – Disse Rei, beliscando o braço da companheira.
– Opá, eu também não adivinhava! – Disse Minako, melindrada. E não precisava dares logo um beliscão, essas tuas unhas parecem canivetes!
– Então Usagi, como estás? – Perguntou Makoto.
– Estou bem. Cansada, mas bem. – Respondeu.
– Bem? Com umas olheiras dessas? – Exclamou Ami.
– Por esse andar, qualquer dia tens que ir ao “Doutor Acuda-me que eu sou Pobrezinha!”… – Sugeriu Minako.
Usagi fez um sorriso forçado.
– Mas o que foi Usagi…? – Perguntou Rei.
Usagi começou a chorar compulsivamente. Rei abraçou a amiga.
– Pronto, já passou… – Dizia enquanto lhe passava s mãos pelos longos cabelos loiros. – Ela vai ficar bem e tudo se vai resolver.
– Coitadinha da minha mãe. Pobrezinha, ela tinha vindo das compras… E vem aquele carro e deixa-a assim… – Balbuciava Usagi.
Mamoru fez um sinal a Ami, Makoto e Minako e saíram os quatro do quarto, deixando Usagi e Rei sozinhas com Ikuko.
– Ela está muito frágil. Dormiu pouco esta noite, mas sempre agarrada à mão da mãe… – Disse Mamoru, enquanto colocava moedas numa máquina de café. – Querem um?
– Sim, aceito. – Disse Makoto.
– Para mim também pode ser um, obrigado. – Agradeceu Ami. - Mas sem açúcar.
– Então e tu Minako? Não queres? - Perguntou Mamoru.
– Não, obrigado, o café deixa-me os dentes numa desgraça, amarelos como tudo… Mas obrigado na mesma.
Sentaram-se numas cadeiras, a conversar enquanto bebiam o café. Minako pegou numa revista e começou a desfolhá-la. Os seus olhos pararam numa página onde estava uma fotografia sua. O seu coração acelerou.
– O que foi Minako? Que cara é essa? – Perguntou Makoto, preocupada.
– Nada! Não foi nada! – Disse, escondendo a revista atrás das costas.
– Desculpa lá, mas alguma coisa foi. Mostra lá essa revista! – Disse Ami, tentando chegar à revista.
– Já disse que não foi nada. Eu é que me lembrei de uma coisa que tenho para fazer. Dêem um beijo meu à Usagi e peçam-lhe desculpa por me ter ido embora.
Enquanto se dirigia para a saída do hospital, Minako deixou cair uma folha de papel.
– Minako! – Gritou Mamoru, enquanto pegava na folha.
As outras duas raparigas aproximaram-se e Minako voltou atrás.
– Deixaste cair isto. – Disse Mamoru.
Minako arrancou rapidamente o papel das mãos de Mamoru.
– Obrigada, Mamoru. Até logo. – Disse Minako, voltando-se.
– O que tem esse papel, Minako? – Perguntou Makoto.
– Nada, são só contas para pagar. Está muito cara a electricidade! – Proferiu Minako, enquanto caminhava para a porta do hospital.
Makoto correu para a amiga e tirou-lhe o papel das mãos.
– Dá cá isso, Makoto. Já disse que não é nada! – Disse Minako, sobressaltada.
– Mas isto é… – Falou Makoto, abrindo os olhos.
– Uma rescisão de contrato… – Confidenciou Minako… – Pronto, é isso…
– Mas porquê? O que se passa? Tu não nos contas nada Minako! Andas estranha!
Mamoru segredou qualquer coisa ao ouvido de Ami e dirigiu-se para o quarto. A rapariga aproximou-se das outras duas que, entretanto, se tinham sentado.
– Já não sei cantar… E a editora quer acabar com o contrato. As vendas dos discos estão a descer imenso… Eles dizem que é por eu ter cancelado a tournée… – Explicou Minako.
– Mas tu tinhas uma tournée marcada e não nos disseste nada? – Questionou Ami.
– Tinha, mas foi na altura em que a Michiru morreu e depois foram as outras… E desmarquei… Não ia estar a cantar, aos saltos em cima de um palco, quando tinha perdido uma das minhas amigas…
– Oh Minako… Podias ter-nos dito… – Disse Makoto.
– Mas eu não vos queria estar a preocupar, vocês têm a vossa vida. Por isso é que me mostrei sempre alegre e divertida… Eu não queria estar a aborrece-las com os meus dramas de cantora de terceira classe.
– É “cantora de terceira categoria”… Oh Minako, mas olha lá… Nós somos amigas, não? E as amigas são para as coisas boas e para as coisas más! Não são só para irmos para a discoteca, para andar por aí a fazer palhaçadas… As amigas são para todas as ocasiões! – Repreendeu Ami.
– Eu sei mas é que… – Começou Minako.
– Mas é que nada! Devias ter-nos dito! – Ripostou Makoto.
– Pronto, desculpem! – Disse Minako, tapando a cara, para esconder as suas lágrimas.
– Mas agora já está, e pronto, não há nada a fazer… Ou melhor, vamos deixar passar mais algum tempo e depois voltas para as cantorias… De certeza que te aceitam de volta…
– Não aceitam… Eles disseram que se eu não desse um concerto até ao fim do mês que estava tudo acabado. E disseram-me que eu nunca ia ser ninguém na vida e que ia acabar como empregada da limpeza que canta no duche.
– Eles que se atrevam! – Disse Makoto, arregaçando as mangas. – Mas era só o que faltava! Eles que experimentem fazer alguma coisa de mal, que nem sabem com quem se meteram!
Minako sorriu.
– Obrigada. Eu não sei o que seria de mim sem vocês…
– Vá, toma lá uma revista, para te entreteres… Eu vou só ali um bocadinho para o pé da Usagi e já volto. – Disse Makoto. – Ficas com ela Ami?
– Sim, fico. – Respondeu Ami.
- Essa revista não… – Disse Minako, limpando as lágrimas dos olhos.
– Mas o que tem essa revista, afinal? – Interrogou Ami.
– Abre e lê… – Disse Minako, cabisbaixa.
Ami desfolhou a revista, encontrou uma grande fotografia de Minako, com um texto a acompanhar. No título podia ler-se: “Grande promessa musical sem discos vendidos! Editora expulsa artista.”.
– Estou a ver… - Falou Ami.
– E essa gente das revistas que não tem mais que fazer… Se eles se metessem na sua vida, faziam melhor figura. – Balbuciou Minako, amarrotando a revista.
– Oh Minako, mas é o trabalho deles… – Defendeu Ami.
– Não me interessa, eles que falem da Britne Speres, que anda passadinha, bêbeda e drogada. Não falem de mim! Olha, sabes que mais? Não quero saber! Se não conseguir voltar à carreira de cantora, olha, sei lá… Vou para actriz!
– Vês, há sempre solução Minako, menos para a morte… – Aclamou Ami.
– Ah, ia ser giro, eu como actriz principal. Parece que já me estou a ver a receber um Óscar! E a ser fotografada com os famosos de Bollywood! – Dizia Minako enquanto esfregava as mãos.
– Mas Bollywood é na Índia…
– Sim, eu sei, não sou assim tão burra… Mas Hollywood é muito longe… Quer dizer… Primeiro conquisto os indianos, depois logo vêm os americanos...
**************
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– Quem era aquele, Mamoru? Conheces? – Perguntou Usagi.
– Não, não sei quem era… Mas parecia nervoso, assustado, talvez.
– Bom dia, bom dia! Como está a minha paciente preferida? – Bradou Minako, ao entrar no quarto.
– Chiu! A senhora Ikuko está a dormir! – Disse Rei, beliscando o braço da companheira.
– Opá, eu também não adivinhava! – Disse Minako, melindrada. E não precisava dares logo um beliscão, essas tuas unhas parecem canivetes!
– Então Usagi, como estás? – Perguntou Makoto.
– Estou bem. Cansada, mas bem. – Respondeu.
– Bem? Com umas olheiras dessas? – Exclamou Ami.
– Por esse andar, qualquer dia tens que ir ao “Doutor Acuda-me que eu sou Pobrezinha!”… – Sugeriu Minako.
Usagi fez um sorriso forçado.
– Mas o que foi Usagi…? – Perguntou Rei.
Usagi começou a chorar compulsivamente. Rei abraçou a amiga.
– Pronto, já passou… – Dizia enquanto lhe passava s mãos pelos longos cabelos loiros. – Ela vai ficar bem e tudo se vai resolver.
– Coitadinha da minha mãe. Pobrezinha, ela tinha vindo das compras… E vem aquele carro e deixa-a assim… – Balbuciava Usagi.
Mamoru fez um sinal a Ami, Makoto e Minako e saíram os quatro do quarto, deixando Usagi e Rei sozinhas com Ikuko.
– Ela está muito frágil. Dormiu pouco esta noite, mas sempre agarrada à mão da mãe… – Disse Mamoru, enquanto colocava moedas numa máquina de café. – Querem um?
– Sim, aceito. – Disse Makoto.
– Para mim também pode ser um, obrigado. – Agradeceu Ami. - Mas sem açúcar.
– Então e tu Minako? Não queres? - Perguntou Mamoru.
– Não, obrigado, o café deixa-me os dentes numa desgraça, amarelos como tudo… Mas obrigado na mesma.
Sentaram-se numas cadeiras, a conversar enquanto bebiam o café. Minako pegou numa revista e começou a desfolhá-la. Os seus olhos pararam numa página onde estava uma fotografia sua. O seu coração acelerou.
– O que foi Minako? Que cara é essa? – Perguntou Makoto, preocupada.
– Nada! Não foi nada! – Disse, escondendo a revista atrás das costas.
– Desculpa lá, mas alguma coisa foi. Mostra lá essa revista! – Disse Ami, tentando chegar à revista.
– Já disse que não foi nada. Eu é que me lembrei de uma coisa que tenho para fazer. Dêem um beijo meu à Usagi e peçam-lhe desculpa por me ter ido embora.
Enquanto se dirigia para a saída do hospital, Minako deixou cair uma folha de papel.
– Minako! – Gritou Mamoru, enquanto pegava na folha.
As outras duas raparigas aproximaram-se e Minako voltou atrás.
– Deixaste cair isto. – Disse Mamoru.
Minako arrancou rapidamente o papel das mãos de Mamoru.
– Obrigada, Mamoru. Até logo. – Disse Minako, voltando-se.
– O que tem esse papel, Minako? – Perguntou Makoto.
– Nada, são só contas para pagar. Está muito cara a electricidade! – Proferiu Minako, enquanto caminhava para a porta do hospital.
Makoto correu para a amiga e tirou-lhe o papel das mãos.
– Dá cá isso, Makoto. Já disse que não é nada! – Disse Minako, sobressaltada.
– Mas isto é… – Falou Makoto, abrindo os olhos.
– Uma rescisão de contrato… – Confidenciou Minako… – Pronto, é isso…
– Mas porquê? O que se passa? Tu não nos contas nada Minako! Andas estranha!
Mamoru segredou qualquer coisa ao ouvido de Ami e dirigiu-se para o quarto. A rapariga aproximou-se das outras duas que, entretanto, se tinham sentado.
– Já não sei cantar… E a editora quer acabar com o contrato. As vendas dos discos estão a descer imenso… Eles dizem que é por eu ter cancelado a tournée… – Explicou Minako.
– Mas tu tinhas uma tournée marcada e não nos disseste nada? – Questionou Ami.
– Tinha, mas foi na altura em que a Michiru morreu e depois foram as outras… E desmarquei… Não ia estar a cantar, aos saltos em cima de um palco, quando tinha perdido uma das minhas amigas…
– Oh Minako… Podias ter-nos dito… – Disse Makoto.
– Mas eu não vos queria estar a preocupar, vocês têm a vossa vida. Por isso é que me mostrei sempre alegre e divertida… Eu não queria estar a aborrece-las com os meus dramas de cantora de terceira classe.
– É “cantora de terceira categoria”… Oh Minako, mas olha lá… Nós somos amigas, não? E as amigas são para as coisas boas e para as coisas más! Não são só para irmos para a discoteca, para andar por aí a fazer palhaçadas… As amigas são para todas as ocasiões! – Repreendeu Ami.
– Eu sei mas é que… – Começou Minako.
– Mas é que nada! Devias ter-nos dito! – Ripostou Makoto.
– Pronto, desculpem! – Disse Minako, tapando a cara, para esconder as suas lágrimas.
– Mas agora já está, e pronto, não há nada a fazer… Ou melhor, vamos deixar passar mais algum tempo e depois voltas para as cantorias… De certeza que te aceitam de volta…
– Não aceitam… Eles disseram que se eu não desse um concerto até ao fim do mês que estava tudo acabado. E disseram-me que eu nunca ia ser ninguém na vida e que ia acabar como empregada da limpeza que canta no duche.
– Eles que se atrevam! – Disse Makoto, arregaçando as mangas. – Mas era só o que faltava! Eles que experimentem fazer alguma coisa de mal, que nem sabem com quem se meteram!
Minako sorriu.
– Obrigada. Eu não sei o que seria de mim sem vocês…
– Vá, toma lá uma revista, para te entreteres… Eu vou só ali um bocadinho para o pé da Usagi e já volto. – Disse Makoto. – Ficas com ela Ami?
– Sim, fico. – Respondeu Ami.
- Essa revista não… – Disse Minako, limpando as lágrimas dos olhos.
– Mas o que tem essa revista, afinal? – Interrogou Ami.
– Abre e lê… – Disse Minako, cabisbaixa.
Ami desfolhou a revista, encontrou uma grande fotografia de Minako, com um texto a acompanhar. No título podia ler-se: “Grande promessa musical sem discos vendidos! Editora expulsa artista.”.
– Estou a ver… - Falou Ami.
– E essa gente das revistas que não tem mais que fazer… Se eles se metessem na sua vida, faziam melhor figura. – Balbuciou Minako, amarrotando a revista.
– Oh Minako, mas é o trabalho deles… – Defendeu Ami.
– Não me interessa, eles que falem da Britne Speres, que anda passadinha, bêbeda e drogada. Não falem de mim! Olha, sabes que mais? Não quero saber! Se não conseguir voltar à carreira de cantora, olha, sei lá… Vou para actriz!
– Vês, há sempre solução Minako, menos para a morte… – Aclamou Ami.
– Ah, ia ser giro, eu como actriz principal. Parece que já me estou a ver a receber um Óscar! E a ser fotografada com os famosos de Bollywood! – Dizia Minako enquanto esfregava as mãos.
– Mas Bollywood é na Índia…
– Sim, eu sei, não sou assim tão burra… Mas Hollywood é muito longe… Quer dizer… Primeiro conquisto os indianos, depois logo vêm os americanos...
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Novos capitulos!!:
=D: da minha fic. preferida
.o:
.o:
.o:
.o:
Eu já devia ter-me habituádo a estas surpresas,mas sinceramente fui apanhada de novo,também desprevenida.
Fiquei sem fôlego, perdi até a respiração em alguns momentos ao ler estes capitulos novos.
.o:
.o:
.o:
.o:
Como sempre estão divinamente bém escritos, expressas-te sempre com uma emoção devastadora Star Uranus, que fico :='(: :='(: :='(: .Cada palavra e frase com tantos pormenores, que é inexplicável para quem lê, poder dizer ao certo o que sente. São emoções diversas, profundas e constantes de beleza.
O capitulo XIV deixou-me simplesmente rendida
.o:
.o:
.o:
.o: ,(É impressão minha ou a Chibiusa vem a caminho?
.o:
.o:
.o:
.o:)
Senti neste capitulo que está tão bem escrito, que por momentos senti que estava mesmo sentindo estas cenas
.
E é por tudo isto que para mim a tua fic.. é a obra mais perfeita e deslumbrante que li até hoje, será sempre para mim lida e acarinhada como desde a primeira vez que a li, a mesma emoção, a mesma ternura, sedução e misterio, por mais que a leia, sinto sempre como se fosse a primeira vez, mesmo já sabendo quase todas as linhas de cor.
Vou lê-la um dia aos meus netos porque é um tesouro que lhes vou mostrar(tenho esperança de viver até lá).
É fantastico como a seguir ao ultimo capitulo que tinhas escrito, de repente deste uma reviravolta ( como sempre) na historia,mas consegues ainda fazer mais e melhor para nos surpreenderes até á nossa rendição absoluta, como foi para mim!
Mais duas personagens misteriosas, :
: :
: :
: , eu arriscava-me na velhota do hospital como alguém muito proximo da Beryl? Ou então alguém muito proximo da Usagi, (ou a propria Usagi) que tenha vindo de um Futuro muito longinquo.Agora o homem que apareceu no hospital?
não sei porquê mas sinto que a mãe da Usagi tem algum admirador secreto
Depois fiquei
.o: por teres incluindo e desenvolvido na tua fic..a Minako como cantora, é maravilhoso
.o:
.o:
.o: .
É magnifico como até nos momentos mais pesados consegues ser tão criativo e nos deliciares com momentos unicos de humor assim como tu fazes.
Agora,bem... agora estou completamente no escuro (como se diz) nem consigo ter palpites,nem ter a minima ideia) sobre os novos capitulos, que estou desejando de os poder ler.
.o:
.o:
.o:
.o:
Mas para nos dares um descanço destes com a Beryl, aposto que nos proximos capitulos deve vir ai uma descarga de Beryl.. daquelas...
Preparar, porque deve ser de arrasar tudo, quando a Beryl fica demasiado tempo quieta, já se adivinha o pior... :(ju2):
=D: da minha fic. preferida
.o:
.o:
.o:
.o: Eu já devia ter-me habituádo a estas surpresas,mas sinceramente fui apanhada de novo,também desprevenida.
Fiquei sem fôlego, perdi até a respiração em alguns momentos ao ler estes capitulos novos.
.o:
.o:
.o:
.o: Como sempre estão divinamente bém escritos, expressas-te sempre com uma emoção devastadora Star Uranus, que fico :='(: :='(: :='(: .Cada palavra e frase com tantos pormenores, que é inexplicável para quem lê, poder dizer ao certo o que sente. São emoções diversas, profundas e constantes de beleza.
O capitulo XIV deixou-me simplesmente rendida
.o:
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.o: ,(É impressão minha ou a Chibiusa vem a caminho?
.o:
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.o:) Senti neste capitulo que está tão bem escrito, que por momentos senti que estava mesmo sentindo estas cenas
.E é por tudo isto que para mim a tua fic.. é a obra mais perfeita e deslumbrante que li até hoje, será sempre para mim lida e acarinhada como desde a primeira vez que a li, a mesma emoção, a mesma ternura, sedução e misterio, por mais que a leia, sinto sempre como se fosse a primeira vez, mesmo já sabendo quase todas as linhas de cor.
Vou lê-la um dia aos meus netos porque é um tesouro que lhes vou mostrar(tenho esperança de viver até lá).
É fantastico como a seguir ao ultimo capitulo que tinhas escrito, de repente deste uma reviravolta ( como sempre) na historia,mas consegues ainda fazer mais e melhor para nos surpreenderes até á nossa rendição absoluta, como foi para mim!
Mais duas personagens misteriosas, :
: :
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: , eu arriscava-me na velhota do hospital como alguém muito proximo da Beryl? Ou então alguém muito proximo da Usagi, (ou a propria Usagi) que tenha vindo de um Futuro muito longinquo.Agora o homem que apareceu no hospital?
não sei porquê mas sinto que a mãe da Usagi tem algum admirador secreto
Depois fiquei
.o: por teres incluindo e desenvolvido na tua fic..a Minako como cantora, é maravilhoso
.o:
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.o: .É magnifico como até nos momentos mais pesados consegues ser tão criativo e nos deliciares com momentos unicos de humor assim como tu fazes.
Agora,bem... agora estou completamente no escuro (como se diz) nem consigo ter palpites,nem ter a minima ideia) sobre os novos capitulos, que estou desejando de os poder ler.
.o:
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.o:Mas para nos dares um descanço destes com a Beryl, aposto que nos proximos capitulos deve vir ai uma descarga de Beryl.. daquelas...
Preparar, porque deve ser de arrasar tudo, quando a Beryl fica demasiado tempo quieta, já se adivinha o pior... :(ju2):
Editado pela última vez em
Bane Tsukino escreveu:É fantastico como a seguir ao ultimo capitulo que tinhas escrito, de repente deste uma reviravolta ( como sempre) na historia,mas consegues ainda fazer mais e melhor para nos surpreenderes até á nossa rendição absoluta, como foi para mim!
Arigato Bane
Neste último capítulo não alterei o rumo da história :
': Acho que confundiste com o anterior ou ainda com o outro antes.Bane Tsukino escreveu:Mais duas personagens misteriosas, :: :
: :
: , eu arriscava-me na velhota do hospital como alguém muito proximo da Beryl? Ou então alguém muito proximo da Usagi, (ou a propria Usagi) que tenha vindo de um Futuro muito longinquo.Agora o homem que apareceu no hospital?
não sei porquê mas sinto que a mãe da Usagi tem algum admirador secreto
![]()
Esse homem misterioso, vocês verão quem é em breve...
Quanto à Velha, vou esperar por mais alguns comentários a este capítulo, para falar sobre ela.
Bane Tsukino escreveu:
Depois fiquei.o: por teres incluindo e desenvolvido na tua fic..a Minako como cantora, é maravilhoso
.o:
.o:
.o: .
É magnifico como até nos momentos mais pesados consegues ser tão criativo e nos deliciares com momentos unicos de humor assim como tu fazes.
Logo no Prólogo, fala-se que a Minako é cantora e que tem sucesso.
Neste capítulo, procurei explicar a suposta "friesa" por parte da Minako. Isto é, vocês disseram que ela estava a ser demasiado alegre e bem-humorada, com demasiadas piadas, mesmo após a morte das outras 4 amigas (Neptune, Pluto, Saturn e Uranus).
Eu disse que isso tinha uma razão de ser.
A Minako, estava com problemas e não os queria demonstrar às amigas, a forma que ela encontrou para o fazer foi "mascarar-se", continuando sempre alegre e divertida, para não mostrar que, ela própria, estava com problemas. É logico que ela sofreu com a morte das amigas, mas não quis dar "parte fraca" às outras.

Star Uranus escreveu:Arigato BaneNeste último capítulo não alterei o rumo da história Acho que confundiste com o anterior ou ainda com o outro antes.
Desculpa ,mas não me expliquei bém, quando eu referi ao ultimo capitulo, estava a referir-me ao capitulo XV (agora sim, estou nos capitulos certos,eu acho que o que me deram no hospital foi mais forte do que eu pensava) o capitulo XV tinha sido o ultimo que eu tinha lido até ontem.
Tu é que te enganás-te Star Uranus, e em vez de escreveres XVI, escreves-te XIV, ora vê lá se não é ? Capítulo XIV e em vez disso deveria ter sido Capitulo XVI, quando escreves-te continuação do capitulo XVI já escreves-te correcto, por isso eu me enganei.
Também por isso eu disse que tinhas dado uma reviravolta enorme na historia, mas também porque eu estava à espera de encontrar o capitulo XVI completamente diferente, pela forma como o XV tinha terminado , consegues sempre surpreenderes-nos completamente, isso é uma qualidade que poucos escritores têm, aliás digo-te sinceramente que nunca li nenhum livro escrito desta forma brilhante como fazes, és realmente extraordinário e um criador cheio de talento,isso já estou farta de to dizer,mas é inevitável, desculpa se me torno repetitiva,mas tu até tens a arte de me tirares as palavras , olha que não é nada fácil conseguir isso, mas tu consegues essa proeza.
Desculpa não poder dizer aquilo que realmente mereces ouvir,mas simplesmente eu não encontro palavras para tal. Desculpa muito sinceramente!Eu sei que disseste no prólogo que a Minako era cantora (eu conheço o prólogo quase de cor) mas ainda não tinhas incluido esse facto na fic, por isso gostei imenso de o teres feito.
A Minako é de todas as navegantes a mais parecida com a Usagi, no fundo as duas para não preocuparem as outras, não demonstram muitas vezes os seu sentimentos,conseguem disfarçar muito bem aquilo que sentem ou estão a viver, para darém mais força ás outras, (pelo menos pensam assim).
Bem, houve pessoas que disseram que a Minako era demasiado alegre e dizia montes de disparates, mas eu nunca disse nada disso,porque para mim tu foste genial até nisso, se fosses alterar a personalidade e postura da Minako ia ficar um pouco estranho, afinal a Minako é mesmo assim, tal e qual como tu a descreves, até nos nos minimos detalhes, a sério, isso é fenomenal! E depois a suposta *friesa* dela também faz parte da personágem, lembro-me que em alguns episodios da serie Star's ela o demonstrou varias vezes, aliás só o *Artemis* presenciou alguns momentos desses, embora a Usagi mesmo sem estar com a Minako tenha a capacidade de o perceber, faz de conta que é uma desastrada( e é) que não se apercebe de nada,mas no fundo ela é super sensivel para detectar a quilometros o que se passa com qualquer pessoa que conheça (pelo menos eu vejo assim, não sei se estarei certa).
Achei o capitulo XVI um dos mais marcantes da tua fic... muito sinceramente, não só pelo que escreves-te,mas pela forma como o fizés-te, é tão envolvente as palavras do Mamoru para a Usagi, que qualquer pessoa fica ao ler isto, tem uma carga emocional muito grande,mas não excessiva, está mesmo no ponto (como se custuma dizer) , já hoje li este capitulo sei lá quantas vezes .
Estou maravilhada.És um máu,
:
: :
: :='(: :='(: vais deixar-me aqui a roer as unhas até saber quem são aquelas personagens misteriosas do hospital? Estou para aqui cheia de duvidas em acertar, a fazer avaliações por conta propria, já tenho uma lista enorme de supostos nomes... podias ser um bocadinho simpatico e dar-me só que fosse uma pista, assim mesmo pequenina....mesmo pequenina.... please.....*Bane implora, suplica, ajoelha-se ,reza, o que mais posso fazer?*
uraninhos? escreveste um capitulo sem matar ninguem

bem, vamos ao comentário propriamente dito
gosto da maneira como descreves o amor e a cumplicidade da Usagi e do Mamoru.... nao é nem demasiado lamechas, nem demasiado... à anime
(onde se nota uma certa frieza no Mamoru)
e gostei tambem do promenor da Usagi dormir de mao dada com a mãe.... nota-se o amor entre mae e filha
gostei da interrupçao da velhinha... muito misteriosa...
e do homem entao.... ainda mais misterioso
depois, gostei do "mini drama" da Minnako.... tadita ja nao sabe cantar.... isso lembra-me uma certa conversa
e adorei a comparaçao à miss spears xDD
e finalmente, a fala da Minnako a dizer que ia conquistar os indianos... ai a marota xDD
pronto, resumindo gostei imenso deste capitulo....
agora nao demores muito para pôr o proximo por favor xDD

bem, vamos ao comentário propriamente dito

gosto da maneira como descreves o amor e a cumplicidade da Usagi e do Mamoru.... nao é nem demasiado lamechas, nem demasiado... à anime
(onde se nota uma certa frieza no Mamoru)e gostei tambem do promenor da Usagi dormir de mao dada com a mãe.... nota-se o amor entre mae e filha
gostei da interrupçao da velhinha... muito misteriosa...
e do homem entao.... ainda mais misterioso

depois, gostei do "mini drama" da Minnako.... tadita ja nao sabe cantar.... isso lembra-me uma certa conversa
e adorei a comparaçao à miss spears xDDe finalmente, a fala da Minnako a dizer que ia conquistar os indianos... ai a marota xDD
pronto, resumindo gostei imenso deste capitulo....
agora nao demores muito para pôr o proximo por favor xDD

*firma feita pela Diza xD*
Fic Princesas em Perigo - acabada
Nova Fic - Earth Rose - 9º capitulo POSTADO
bem...o que poderei dizer eu mais????
uraninhos do coraçao da tua mana, todo o capitulo tá espectacular e quem te conhece sabe que este capitulo tem muito de ti...muitas da expressoes sao usadas por ti e nem imaginas como me ri ao ler aquelas frases, mais um pouco e caía da cadeira.
fico tambem ansiosa por saber quem era aquele misterioso homem e tambem a velhota...é mt estranho ela saber que a chibiusa poderia vir a caminho (o que eu tenho a certeza) e tambem conhecer os promenores da luta com a beryl...espero ansiosa por mais um capitulo e pelo desfecho de mais este misterio...
boa sorte com isso e que continues com o maravilhoso trabalho que tens feito...tu és incrivel!!!!!
uraninhos do coraçao da tua mana, todo o capitulo tá espectacular e quem te conhece sabe que este capitulo tem muito de ti...muitas da expressoes sao usadas por ti e nem imaginas como me ri ao ler aquelas frases, mais um pouco e caía da cadeira.
fico tambem ansiosa por saber quem era aquele misterioso homem e tambem a velhota...é mt estranho ela saber que a chibiusa poderia vir a caminho (o que eu tenho a certeza) e tambem conhecer os promenores da luta com a beryl...espero ansiosa por mais um capitulo e pelo desfecho de mais este misterio...
boa sorte com isso e que continues com o maravilhoso trabalho que tens feito...tu és incrivel!!!!!

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
Arigato pelos comentários! 
Vocês não acham que estão a dar demasiada importância à velhota?
Mas eu vou esclarecer essa parte...
Pois, a mulherzinha morreu... Ou melhor, já estava morta quando falou com a Usagi e o Mamoru...
Sabem, isto é o que dá andar a ver a Melinda a ajudar as almas penadas... 

Vocês não acham que estão a dar demasiada importância à velhota?

Mas eu vou esclarecer essa parte...

Star Uranus escreveu:A mulher fez uma leve carícia em Usagi, afastando-lhe uma madeixa que lhe caía sobre o rosto. Afastou-se e entrou num dos quartos.
Pouco depois, uma enfermeira, auxiliada por um médico, saiu de um quarto, levando uma cama.
– Desculpe, mas… Aconteceu alguma coisa? – Perguntou Mamoru, segurando o braço da enfermeira.
– Já estava velhota… Era raro receber visitas… A família dizia que ela era esquisita… Que era maluca…– Disse a enfermeira, sussurrando. – Eu até gostava dela, embora às vezes me assustasse… – Concluiu, benzendo-se
Pois, a mulherzinha morreu... Ou melhor, já estava morta quando falou com a Usagi e o Mamoru...
Sabem, isto é o que dá andar a ver a Melinda a ajudar as almas penadas... 

Capítulo XVII
– Menina Tsukino? – Rerguntou um homem vestido com uma bata branca.
– Sim? Sou eu. – Respondeu Usagi.
– Era para informá-la de que a sua mãe já acordou. Pode ir visitá-la…
– Graças a Deus! – Agradeceu, aliviada, Usagi, enquanto se levantava da desconfortável cadeira que estava ao lado da máquina de venda automática. – Muito obrigada, doutor! Não sei como lhe agradecer!
– Menina… – Disse o médico. – Tenha alguma paciência…
Usagi entrou de rompante no quarto onde a mãe estava. Sentou-se ao seu lado e pegou-lhe na mão.
– Mãe, como estás? – Perguntou, alegre, Usagi.
– Estou bem, obrigada. – Respondeu Ikuko.
– Vou telefonar ao pai e ao Chingo, eles foram almoçar aqui perto, não devem demorar. Estávamos tão preocupados, mãe… – Disse Usagi enquanto passava a mão da mãe na sua face.
– Tudo bem Usagi… – Começou Ikuko, – Agora está tudo bem…
Usagi esboçou um sorriso acanhado.
– Mãe, sei que este, se calhar, não é o melhor momento para falar disto mas… – Disse Usagi.
– Diz filha… – Disse Ikuko, segurando a mão de Usagi.
– Tu lembras-te do acidente? Como é que foi e quem ia no carro?
– Não me recordo muito bem… Quer dizer, eu ia a atravessar a rua… lembro-me de ver um carro vermelho… – Tentou explicar Ikuko. Só me recordo que quem ia a conduzir tinha o cabelo comprido e…
Ikuko Tsukino fechou os olhos soltando a mão de Usagi.
– Doutor! Doutor! – Chamou Usagi, aflita.
Um médico e uma enfermeira entraram rapidamente no quarto.
– Doutor, a minha mãe… – Disse Usagi com lágrimas nos olhos.
A enfermeira pegou no pulso de Ikuko Tsukino.
– Está apenas desmaiada. Não se preocupe… – Disse a enfermeira.
– Mas ela estava a falar tão bem…
– Sim, mas é tudo muito recente, tem que ter calma… A sua mãe não deve fazer esforços. Tem que descansar. – Repreendeu o médico.
– Mas a minha mãe vai ficar boa não vai? – Perguntou Usagi assustada e entre as lágrimas que lhe escorriam no rosto.
– Acalme-se menina. Não se preocupe porque tudo vai ficar bem. – Disse a enfermeira.
– Por favor, ajudem a minha mãe… – Pedia, inconsolavelmente, Usagi.
– Ela vai ficar bem, só tem que descansar. Os ferimentos estão a sarar muito bem, mas precisa de algum repouso. – Disse o médico fazendo um sinal à enfermeira, que ajudou Usagi a levantar-se e a sair do quarto.
Usagi saiu do quarto do hospital entre lágrimas e sentou-se na cadeira onde estava à pouco. Mamoru e as amigas chegaram pouco depois.
– Ela só me disse que o carro era vermelho e que quem ia a conduzir tinha cabelo comprido… Mais nada…
– Sim, entendo… Mas o médico tem razão, a tua mãe tem que descansar… Não a podes estar agora a apoquentar com essas perguntas. Há tempo para isso depois… – Disse Rei.
– Olha, vamos deixar a tua mãe descansar um bocadinho está bem? Vamos dar um passeio ao parque, e assim também espaireces um bocadinho! – Sugeriu Makoto.
– Não, eu tenho que ficar aqui a tomar conta da minha mãe… – Disse Usagi.
– A senhora Ikuko está bem entregue, não tens que te preocupar. – Disse Rei pegando no braço da amiga.
– Pronto, está bem… Mas só por um bocadinho… – Consentiu Usagi agarrando-se ao braço de Rei.
Saíram do hospital. Lá fora estava um dia calmo, com pouco vento. O sol brilhava entre as nuvens.
– Então estão aqui! – Disse um homem de cabelos bancos que se aproximava do grupo.
– Desculpe? Quem é o senhor? – Perguntou Mamoru.
– Não me conheces Endymion? – Exclamou o homem, estalando os dedos fazendo com que uma aura de luz roxa o cobrisse.
– Kunzite! – Gritaram as raparigas.
– Mas como é que vocês voltaram? O que é que vocês querem de nós? – Perguntou Mamoru.
– Nada de perguntas! – Gritou Kunzite. – Desta vez vai ser diferente, vocês vão fazer o que eu disser!
– Ah, mas isso é que era bom! – Bradou Rei. – O que tu quiseres uma ova! Em mim ninguém manda! – Terminou apontando-lhe o dedo.
– Meninas? – Perguntou Ami.
– Sim! – Responderam todas.
– Mars Crystal Power! – Gritou Rei.
– Júpiter Crystal Power! – Gritou Makoto.
– Mercury Crystal Power! – Gritou Ami.
– Venus Crystal Power! – Gritou Minako.
– Moon Eternal! – Gritou Usagi.
– Make-Up! – Terminaram, em uníssono.
Kunzite olhava perplexo para as raparigas, surpreso com o poder que elas agora tinham, bem superior ao de alguns anos atrás.
– Tuxedo Power! Make-Up! – Gritou Mamoru, segurando uma rosa.
– Eu sou uma bela guerreira, do amor e da justiça! Sou a Sailor Moon!
– Sailor Mercury!
– Sailor Mars!
– Sailor Jupiter!
– Sailor Venus!
– E em nome da Lua, vamos castigar-te! – Terminou Sailor Moon.
– Calem-se e morram! – Bradou Kunzite, enquanto juntava as suas mãos, formando um globo de energia roxa que atingiu as Senshis.
– Mars, Flame Sniper! – Das mãos de Sailor Mars saiu uma seta flamejante que se dirigiu a Kunzite. Este, por sua vez, esquivou-se do ataque.
– Júpiter, Oak Evolution! – As folhas cortantes de Sailor Júpiter apenas danificaram a capa de Kunzite.
– Precisas de ajuda, Kunzite? – Perguntou um homem de longos cabelos castanhos.
– Não, eu sei dar conta do recado. – Ripostou Kunzite.
– Não! – Gritou Sailor Moon, reconhecendo o homem.
– Mas tu és… – Disse Tuxedo Kamen.
– Nefurite! – Terminou Sailor Mars.
– Fico contente por saberem quem sou! – Exclamou Nefurite entre gargalhadas.
Sailor Moon caiu de joelhos no chão, jogando as mãos à cabeça.
– Sailor Moon! – Gritou Sailor Mars, correndo para a amiga.
– Não pode ser, Mars… Era ele…
– Morram! – Bradou Kunzite elevando as mãos. Um globo de energia roxa começou a formar-se.
– Para! – Gritou Nefurite detendo Kunzite.
– Mas o que estás a fazer? – Perguntou Kunzite.
– Eu…
Kunzite empurrou Nefurite que caiu no chão.
– Não estou a perceber nada disto. – Disse Sailor Júpiter. – Mas o que pretendem vocês afinal?
Nefurite levantou-se, elevou um braço no ar e uma onda de energia rodeou Kunzite.
– Mas o que estás a fazer, Nefurite? De que lado estás tu?! – Gritou Kunzite sentindo-se encurralado, enquanto que a barreira energética se convergia.
Nefurite parecia confuso, olhava para Kunzite e para as Sailor Senshis, sem saber o que fazer.
De repente, um raio negro cai do céu atingindo Nefurite. Os seus braços levantaram-se em direcção ao céu e começou a flutuar. A barreira energética em redor de Kunzite desapareceu.
– Desculpa Sailor Moon! – Gritou Nefurite, fazendo surgir um majestoso globo negro nas suas mãos, que crescia sem cessar. – Não desistas!
– Pára! – Gritou Sailor Moon, recompondo-se.
O globo de energia negra desprendeu-se das mãos de Nefurite e dirigia-se para o hospital.
– Não! – Bradava Sailor Moon.
– Moon Healing… – Sailor Moon foi interrompida por uma lufada de vento vinda das mãos de Kunzite.
– Mercury Aqua Rapsody! – Jactos de água saíram das mãos de Sailor Mercury, detendo Kunzite.
– Burning Mandala! – Os anéis flamejantes de Sailor Mars atingiram-se Nefurite fazendo-o cair e dissipando o globo de energia.
Tuxedo Kamen correu para Nefurite aparando a sua queda. Este, recompondo-se, afastou-se e olhava para todos os presentes confuso e assustado.
– Nefurite! Lembras-te de nós? Da Naru? – Perguntava, insistentemente, Sailor Mercury.
– Eu, eu não sei… – Respondeu Nefurite.
– Foste tu! – Disse Sailor Moon, de olhos bem abertos, aproximando-se de Nefurite. – Foste tu que deixaste a minha mãe assim! Foste tu que a atropelaste!
– Mas, eu…
– Nefurite! Não te deixes controlar por elas! – Gritou Kunzite, já refeito do ataque de Sailor Mercury.
Nefurite levantou a cabeça, olhando Sailor Moon nos seus olhos. Sailor Moon assustou-se. Tuxedo Kamen correu para junto dela.
– Tu não lhe vais fazer mal! Eu não deixo! – Disse Tuxedo Kamen.
– Morram! Morram todos! – Gritou Nefurite fazendo os seus olhos brilhar como blocos de gelo.
As Sailor Senshis caíram no chão e Tuxedo Kamen manteve-se agarrado a Sailor Moon, protegendo-a.
Na mão de Nefurite surgiu um bastão pontiagudo. Tuxedo Kamen levantou-se e atirou-lhe várias rosas, que Nefurite rapidamente repeliu.
Kunzite correu na direcção de Tuxedo Kamen e agarrou-o por trás. Tuxedo Kamen debatia-se mas sem sucesso. Em passos lentos e pesados, Nefurite aproximou-se, elevou o braço que segurava o bastão e mirou-o no peito de Tuxedo Kamen.
– Moon Princess Halation! – Um clarão de luz amarela e azul fez com que Nefurite deixasse cair o bastão e com que Kunzite largasse Tuxedo Kamen.
– Quem é que… – Murmurou Sailor Moon voltando-se.
**************
Ir para Capítulo XVII (Parte II)
– Menina Tsukino? – Rerguntou um homem vestido com uma bata branca.
– Sim? Sou eu. – Respondeu Usagi.
– Era para informá-la de que a sua mãe já acordou. Pode ir visitá-la…
– Graças a Deus! – Agradeceu, aliviada, Usagi, enquanto se levantava da desconfortável cadeira que estava ao lado da máquina de venda automática. – Muito obrigada, doutor! Não sei como lhe agradecer!
– Menina… – Disse o médico. – Tenha alguma paciência…
Usagi entrou de rompante no quarto onde a mãe estava. Sentou-se ao seu lado e pegou-lhe na mão.
– Mãe, como estás? – Perguntou, alegre, Usagi.
– Estou bem, obrigada. – Respondeu Ikuko.
– Vou telefonar ao pai e ao Chingo, eles foram almoçar aqui perto, não devem demorar. Estávamos tão preocupados, mãe… – Disse Usagi enquanto passava a mão da mãe na sua face.
– Tudo bem Usagi… – Começou Ikuko, – Agora está tudo bem…
Usagi esboçou um sorriso acanhado.
– Mãe, sei que este, se calhar, não é o melhor momento para falar disto mas… – Disse Usagi.
– Diz filha… – Disse Ikuko, segurando a mão de Usagi.
– Tu lembras-te do acidente? Como é que foi e quem ia no carro?
– Não me recordo muito bem… Quer dizer, eu ia a atravessar a rua… lembro-me de ver um carro vermelho… – Tentou explicar Ikuko. Só me recordo que quem ia a conduzir tinha o cabelo comprido e…
Ikuko Tsukino fechou os olhos soltando a mão de Usagi.
– Doutor! Doutor! – Chamou Usagi, aflita.
Um médico e uma enfermeira entraram rapidamente no quarto.
– Doutor, a minha mãe… – Disse Usagi com lágrimas nos olhos.
A enfermeira pegou no pulso de Ikuko Tsukino.
– Está apenas desmaiada. Não se preocupe… – Disse a enfermeira.
– Mas ela estava a falar tão bem…
– Sim, mas é tudo muito recente, tem que ter calma… A sua mãe não deve fazer esforços. Tem que descansar. – Repreendeu o médico.
– Mas a minha mãe vai ficar boa não vai? – Perguntou Usagi assustada e entre as lágrimas que lhe escorriam no rosto.
– Acalme-se menina. Não se preocupe porque tudo vai ficar bem. – Disse a enfermeira.
– Por favor, ajudem a minha mãe… – Pedia, inconsolavelmente, Usagi.
– Ela vai ficar bem, só tem que descansar. Os ferimentos estão a sarar muito bem, mas precisa de algum repouso. – Disse o médico fazendo um sinal à enfermeira, que ajudou Usagi a levantar-se e a sair do quarto.
Usagi saiu do quarto do hospital entre lágrimas e sentou-se na cadeira onde estava à pouco. Mamoru e as amigas chegaram pouco depois.
– Ela só me disse que o carro era vermelho e que quem ia a conduzir tinha cabelo comprido… Mais nada…
– Sim, entendo… Mas o médico tem razão, a tua mãe tem que descansar… Não a podes estar agora a apoquentar com essas perguntas. Há tempo para isso depois… – Disse Rei.
– Olha, vamos deixar a tua mãe descansar um bocadinho está bem? Vamos dar um passeio ao parque, e assim também espaireces um bocadinho! – Sugeriu Makoto.
– Não, eu tenho que ficar aqui a tomar conta da minha mãe… – Disse Usagi.
– A senhora Ikuko está bem entregue, não tens que te preocupar. – Disse Rei pegando no braço da amiga.
– Pronto, está bem… Mas só por um bocadinho… – Consentiu Usagi agarrando-se ao braço de Rei.
Saíram do hospital. Lá fora estava um dia calmo, com pouco vento. O sol brilhava entre as nuvens.
– Então estão aqui! – Disse um homem de cabelos bancos que se aproximava do grupo.
– Desculpe? Quem é o senhor? – Perguntou Mamoru.
– Não me conheces Endymion? – Exclamou o homem, estalando os dedos fazendo com que uma aura de luz roxa o cobrisse.
– Kunzite! – Gritaram as raparigas.
– Mas como é que vocês voltaram? O que é que vocês querem de nós? – Perguntou Mamoru.
– Nada de perguntas! – Gritou Kunzite. – Desta vez vai ser diferente, vocês vão fazer o que eu disser!
– Ah, mas isso é que era bom! – Bradou Rei. – O que tu quiseres uma ova! Em mim ninguém manda! – Terminou apontando-lhe o dedo.
– Meninas? – Perguntou Ami.
– Sim! – Responderam todas.
– Mars Crystal Power! – Gritou Rei.
– Júpiter Crystal Power! – Gritou Makoto.
– Mercury Crystal Power! – Gritou Ami.
– Venus Crystal Power! – Gritou Minako.
– Moon Eternal! – Gritou Usagi.
– Make-Up! – Terminaram, em uníssono.
Kunzite olhava perplexo para as raparigas, surpreso com o poder que elas agora tinham, bem superior ao de alguns anos atrás.
– Tuxedo Power! Make-Up! – Gritou Mamoru, segurando uma rosa.
– Eu sou uma bela guerreira, do amor e da justiça! Sou a Sailor Moon!
– Sailor Mercury!
– Sailor Mars!
– Sailor Jupiter!
– Sailor Venus!
– E em nome da Lua, vamos castigar-te! – Terminou Sailor Moon.
– Calem-se e morram! – Bradou Kunzite, enquanto juntava as suas mãos, formando um globo de energia roxa que atingiu as Senshis.
– Mars, Flame Sniper! – Das mãos de Sailor Mars saiu uma seta flamejante que se dirigiu a Kunzite. Este, por sua vez, esquivou-se do ataque.
– Júpiter, Oak Evolution! – As folhas cortantes de Sailor Júpiter apenas danificaram a capa de Kunzite.
– Precisas de ajuda, Kunzite? – Perguntou um homem de longos cabelos castanhos.
– Não, eu sei dar conta do recado. – Ripostou Kunzite.
– Não! – Gritou Sailor Moon, reconhecendo o homem.
– Mas tu és… – Disse Tuxedo Kamen.
– Nefurite! – Terminou Sailor Mars.
– Fico contente por saberem quem sou! – Exclamou Nefurite entre gargalhadas.
Sailor Moon caiu de joelhos no chão, jogando as mãos à cabeça.
– Sailor Moon! – Gritou Sailor Mars, correndo para a amiga.
– Não pode ser, Mars… Era ele…
– Morram! – Bradou Kunzite elevando as mãos. Um globo de energia roxa começou a formar-se.
– Para! – Gritou Nefurite detendo Kunzite.
– Mas o que estás a fazer? – Perguntou Kunzite.
– Eu…
Kunzite empurrou Nefurite que caiu no chão.
– Não estou a perceber nada disto. – Disse Sailor Júpiter. – Mas o que pretendem vocês afinal?
Nefurite levantou-se, elevou um braço no ar e uma onda de energia rodeou Kunzite.
– Mas o que estás a fazer, Nefurite? De que lado estás tu?! – Gritou Kunzite sentindo-se encurralado, enquanto que a barreira energética se convergia.
Nefurite parecia confuso, olhava para Kunzite e para as Sailor Senshis, sem saber o que fazer.
De repente, um raio negro cai do céu atingindo Nefurite. Os seus braços levantaram-se em direcção ao céu e começou a flutuar. A barreira energética em redor de Kunzite desapareceu.
– Desculpa Sailor Moon! – Gritou Nefurite, fazendo surgir um majestoso globo negro nas suas mãos, que crescia sem cessar. – Não desistas!
– Pára! – Gritou Sailor Moon, recompondo-se.
O globo de energia negra desprendeu-se das mãos de Nefurite e dirigia-se para o hospital.
– Não! – Bradava Sailor Moon.
– Moon Healing… – Sailor Moon foi interrompida por uma lufada de vento vinda das mãos de Kunzite.
– Mercury Aqua Rapsody! – Jactos de água saíram das mãos de Sailor Mercury, detendo Kunzite.
– Burning Mandala! – Os anéis flamejantes de Sailor Mars atingiram-se Nefurite fazendo-o cair e dissipando o globo de energia.
Tuxedo Kamen correu para Nefurite aparando a sua queda. Este, recompondo-se, afastou-se e olhava para todos os presentes confuso e assustado.
– Nefurite! Lembras-te de nós? Da Naru? – Perguntava, insistentemente, Sailor Mercury.
– Eu, eu não sei… – Respondeu Nefurite.
– Foste tu! – Disse Sailor Moon, de olhos bem abertos, aproximando-se de Nefurite. – Foste tu que deixaste a minha mãe assim! Foste tu que a atropelaste!
– Mas, eu…
– Nefurite! Não te deixes controlar por elas! – Gritou Kunzite, já refeito do ataque de Sailor Mercury.
Nefurite levantou a cabeça, olhando Sailor Moon nos seus olhos. Sailor Moon assustou-se. Tuxedo Kamen correu para junto dela.
– Tu não lhe vais fazer mal! Eu não deixo! – Disse Tuxedo Kamen.
– Morram! Morram todos! – Gritou Nefurite fazendo os seus olhos brilhar como blocos de gelo.
As Sailor Senshis caíram no chão e Tuxedo Kamen manteve-se agarrado a Sailor Moon, protegendo-a.
Na mão de Nefurite surgiu um bastão pontiagudo. Tuxedo Kamen levantou-se e atirou-lhe várias rosas, que Nefurite rapidamente repeliu.
Kunzite correu na direcção de Tuxedo Kamen e agarrou-o por trás. Tuxedo Kamen debatia-se mas sem sucesso. Em passos lentos e pesados, Nefurite aproximou-se, elevou o braço que segurava o bastão e mirou-o no peito de Tuxedo Kamen.
– Moon Princess Halation! – Um clarão de luz amarela e azul fez com que Nefurite deixasse cair o bastão e com que Kunzite largasse Tuxedo Kamen.
– Quem é que… – Murmurou Sailor Moon voltando-se.
**************
Ir para Capítulo XVII (Parte II)

coitadita da usagi,tá toda preocupada com a mae e nao é pra mesmo...quem nao ficaria?mas de certeza que vai ficar bem
quanto à pessoa que apareceu no final tenho quase a certeza que é a chibiusa...aquela malandra nao ia deixar passar esta oportunidade para treinar, ou será uma segunda filha da usagi e do mamoru?ate ja estou a imaginar a cara deles ao descobrirem que têm mais uma filha...ia ser mt giro...
bem uranus so tenho a dar-te os parabens por mais este capitulo,espero ansiosamente pelo proximo...
quanto à pessoa que apareceu no final tenho quase a certeza que é a chibiusa...aquela malandra nao ia deixar passar esta oportunidade para treinar, ou será uma segunda filha da usagi e do mamoru?ate ja estou a imaginar a cara deles ao descobrirem que têm mais uma filha...ia ser mt giro...
bem uranus so tenho a dar-te os parabens por mais este capitulo,espero ansiosamente pelo proximo...


Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
Forum Evangelion
http://evangelion-pt.ativoforum.com/portal.htm
anokas2757 escreveu:coitadita da usagi,tá toda preocupada com a mae e nao é pra mesmo...quem nao ficaria?mas de certeza que vai ficar bem
quanto à pessoa que apareceu no final tenho quase a certeza que é a chibiusa...aquela malandra nao ia deixar passar esta oportunidade para treinar, ou será uma segunda filha da usagi e do mamoru?ate ja estou a imaginar a cara deles ao descobrirem que têm mais uma filha...ia ser mt giro...
bem uranus so tenho a dar-te os parabens por mais este capitulo,espero ansiosamente pelo proximo...
Mais filhos? Isso era sinal que eles andavam a treinar e muito bem...
Vou tentr não demorar com o próximo capítulo...


Star Uranus escreveu:Capítulo XVIIWeeeeeeeeeeeeee mais um capitulo
Nefurite levantou a cabeça, olhando Sailor Moon nos seus olhos. Sailor Moon assustou-se. Tuxedo Kamen correu para junto dela.
]
– Morram! Morram todos! – Gritou Nefurite fazendo os seus olhos brilhar como blocos de gelo.
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.o:
.o:
.o:
.o: Adorei 
Ái jesus...., que até ficamos petrificados com estas frases...
Olha lá Star Uranus, qualquer dia destes ainda tenho um ataque do miocardio com estes capitulos... de cortar a respiração :
: :
: :
: Nem vou dizer como está o capitulo,para não repetir o que disse nos 2 comentarios acima, só vou acrescentar que fiquei de novo surpreendida.
Primeiro: Pensei que a velhota desse mais pano para mangas, surpreendentemente e aparentemente isso não aconteceu.
(Caramba quase dei uma volta ao miolo de tantas teorias que tinha)
Segundo: Pensei que a mãe da Usagi não acordasse tão cedo.
Quanto á teoria da Anokas, bem... talvez ela esteja certa, mas também pode não ser a Chibiusa, mas quem sabe seja a Chibi-Chibi..quem sabe? Só o autor
Continuo quase sufocada só de tentar imaginar o que a Beryl anda preparando
, ela não está sossegada demais não? :
': Hum.. aposto que deve estar preparando alguma bem pesada .......... Uiiiiiiiiiiiiii até me dá um arrepio na espinha, só de pensar no que aquela cabeça diabolica anda magicando :
: :
: :
: :
: 
Capítulo XVII (Parte II)
– Moon Princess Halation! – Um clarão de luz amarela e azul fez com que Nefurite deixasse cair o bastão e com que Kunzite largasse Tuxedo Kamen.
– Quem é que… – Murmurou Sailor Moon voltando-se.
– Eu sou uma bela guerreira, do amor e da justiça! Sailor Chibi-Moon! E em nome da Futura Lua, vou castigar-te!
– Chibi-Usa! – Gritou Sailor Moon esboçando um sorriso.
– Estão todas bem? – Perguntou Sailor Chibi-Moon. – Tuxedo Kamen, estás bem?
Todos responderam afirmativamente com a cabeça.
– Estás tão crescida! – Exclamou Sailor Moon.
Sailor Chibi Moon esboçou um alegre sorriso.
– Mas quem é esta? Outra Sailor Senshi?! – Perguntou, indignado, Nefurite.
– Mas tu não ouviste a minha apresentação? – Questionou Sailor Chibi Moon, desiludida.
– Esta é que é a filha da Serenity?!
Do outro lado da rua ouviu-se um grito. Frente à porta do hospital, Kunzite agarrava os braços de Naru.
– Larga-a Kunzite! – Gritou Tuxedo Kamen, atirando uma rosa que roçou o ombro do outro.
– Aquela rapariga… – Murmurou Nefurite olhando para Naru. Os seus olhos brilhavam. – Eu lembro-me dela…
Naru mordeu a mão de Kunzite e correu para junto de Sailor Moon.
– Ajuda-me… – Pediu
Sailor Chibi Moon segurou o seu ceptro com convicção.
– Moon Princess Halation! – A forte energia emanada pelo ceptro de Sailor Chibi Moon atingiu Kunzite. – Agora Sailor Moon!
– Sim! – Disse Sailor Moon. – Moon Healing Escalation!
– Perdoe-me majestade… – Disse Kunzite ajoelhando-se.
O seu corpo transformou-se em milhares de estrelas que rodearam os presentes e subiram em direcção ao céu.
– Nefurite, lembras-te da Naru? – Perguntou Sailor Mars. – De como te apaixonaste por ela? Do amor que vocês viveram?
– Eu não sei… Eu… – Disse Nefurite esfregando as mãos na cabeça, ajuelhado. – Eu não sei!
Naru correu para Nefurite, ajoelhou-se perante ele e levantou-lhe a cabeça. Olhou-o nos olhos.
– Lembras-te de mim? – Perguntou Naru.
Nefurite jogou a mão ao peito. Sentia uma dor no coração.
– Lembras-te de mim, Nefurite? Lembras-te? – Insistiu Naru.
Os olhos de Nefurite brilharam.
– Fui eu, fui eu que fiz mal à senhora Tsukino… Foi por causa dela… Foi ela que me fez fazer uma coisa daquelas… Eu, eu não sei!
De repente, Tuxedo Kamen lembrou-se do homem que tinha visitado Ikuko Tsukino, um homem de longos cabelos castanhos.
– Foste tu que visitaste a senhora Tsukino? – Perguntou Tuxedo Kamen.
– Olha para mim, Nefurite. – Disse Naru, pegando no queixo do homem.
– Agora, agora eu lembro-me… Eu lembro-me! – Disse Nefurite, levantando-se. – Sailor Moon, a Queen Beryl continua atrás de ti, ela não vai desistir enquanto não destruir o que mais amas!
Ouviram-se gargalhadas histéricas.
– Muito bem Nefurite! – Disse uma mulher que batia palmas, enquanto se aproximava.
– Queen Beryl! – Gritou Sailor Venus, Mars, Mercury e Jupiter.
– Pois agora vais ter que morrer… – Disse Queen Beryl, rindo-se. – Estou a ver que fiz mal em trazer-te de novo à vida… E essa rapariguita, pode ir contigo… Por isso… – Das suas mãos saíram dois raios negros que atingiram a cabeça de Nefurite e a de Naru.
– Pára! – Gritou Sailor Chibi Moon, de braços abertos, colocando-se entre Queen Beryl e os outros dois.
– Sailor Moon, faz qualquer… Coisa… – Murmurava Sailor Chibi Moon.
– Moon Healing Escalation! – A forte luz branca emanada pelo ceptro de Sailor Moon fez com que Queen Beryl fraquejasse. Uma réstia de raios luminosos atingiu Nefurite.
– Até sempre, Naru… Obrigado por tudo Sailor Moon, majestade… – Proferiu Nefurite antes de o seu corpo se desvanecer em milhares de estrelas.
– Rapariga insolente… Vais pagar-mas! – Gritou Queen Beryl. – Hei-de ver-te sofrer minha menina! Hás-de rastejar aos meus pés! Tal como ele fez há muitos anos atrás!
**************
Ir para Capítulo XVIII
– Moon Princess Halation! – Um clarão de luz amarela e azul fez com que Nefurite deixasse cair o bastão e com que Kunzite largasse Tuxedo Kamen.
– Quem é que… – Murmurou Sailor Moon voltando-se.
– Eu sou uma bela guerreira, do amor e da justiça! Sailor Chibi-Moon! E em nome da Futura Lua, vou castigar-te!
– Chibi-Usa! – Gritou Sailor Moon esboçando um sorriso.
– Estão todas bem? – Perguntou Sailor Chibi-Moon. – Tuxedo Kamen, estás bem?
Todos responderam afirmativamente com a cabeça.
– Estás tão crescida! – Exclamou Sailor Moon.
Sailor Chibi Moon esboçou um alegre sorriso.
– Mas quem é esta? Outra Sailor Senshi?! – Perguntou, indignado, Nefurite.
– Mas tu não ouviste a minha apresentação? – Questionou Sailor Chibi Moon, desiludida.
– Esta é que é a filha da Serenity?!
Do outro lado da rua ouviu-se um grito. Frente à porta do hospital, Kunzite agarrava os braços de Naru.
– Larga-a Kunzite! – Gritou Tuxedo Kamen, atirando uma rosa que roçou o ombro do outro.
– Aquela rapariga… – Murmurou Nefurite olhando para Naru. Os seus olhos brilhavam. – Eu lembro-me dela…
Naru mordeu a mão de Kunzite e correu para junto de Sailor Moon.
– Ajuda-me… – Pediu
Sailor Chibi Moon segurou o seu ceptro com convicção.
– Moon Princess Halation! – A forte energia emanada pelo ceptro de Sailor Chibi Moon atingiu Kunzite. – Agora Sailor Moon!
– Sim! – Disse Sailor Moon. – Moon Healing Escalation!
– Perdoe-me majestade… – Disse Kunzite ajoelhando-se.
O seu corpo transformou-se em milhares de estrelas que rodearam os presentes e subiram em direcção ao céu.
– Nefurite, lembras-te da Naru? – Perguntou Sailor Mars. – De como te apaixonaste por ela? Do amor que vocês viveram?
– Eu não sei… Eu… – Disse Nefurite esfregando as mãos na cabeça, ajuelhado. – Eu não sei!
Naru correu para Nefurite, ajoelhou-se perante ele e levantou-lhe a cabeça. Olhou-o nos olhos.
– Lembras-te de mim? – Perguntou Naru.
Nefurite jogou a mão ao peito. Sentia uma dor no coração.
– Lembras-te de mim, Nefurite? Lembras-te? – Insistiu Naru.
Os olhos de Nefurite brilharam.
– Fui eu, fui eu que fiz mal à senhora Tsukino… Foi por causa dela… Foi ela que me fez fazer uma coisa daquelas… Eu, eu não sei!
De repente, Tuxedo Kamen lembrou-se do homem que tinha visitado Ikuko Tsukino, um homem de longos cabelos castanhos.
– Foste tu que visitaste a senhora Tsukino? – Perguntou Tuxedo Kamen.
– Olha para mim, Nefurite. – Disse Naru, pegando no queixo do homem.
– Agora, agora eu lembro-me… Eu lembro-me! – Disse Nefurite, levantando-se. – Sailor Moon, a Queen Beryl continua atrás de ti, ela não vai desistir enquanto não destruir o que mais amas!
Ouviram-se gargalhadas histéricas.
– Muito bem Nefurite! – Disse uma mulher que batia palmas, enquanto se aproximava.
– Queen Beryl! – Gritou Sailor Venus, Mars, Mercury e Jupiter.
– Pois agora vais ter que morrer… – Disse Queen Beryl, rindo-se. – Estou a ver que fiz mal em trazer-te de novo à vida… E essa rapariguita, pode ir contigo… Por isso… – Das suas mãos saíram dois raios negros que atingiram a cabeça de Nefurite e a de Naru.
– Pára! – Gritou Sailor Chibi Moon, de braços abertos, colocando-se entre Queen Beryl e os outros dois.
– Sailor Moon, faz qualquer… Coisa… – Murmurava Sailor Chibi Moon.
– Moon Healing Escalation! – A forte luz branca emanada pelo ceptro de Sailor Moon fez com que Queen Beryl fraquejasse. Uma réstia de raios luminosos atingiu Nefurite.
– Até sempre, Naru… Obrigado por tudo Sailor Moon, majestade… – Proferiu Nefurite antes de o seu corpo se desvanecer em milhares de estrelas.
– Rapariga insolente… Vais pagar-mas! – Gritou Queen Beryl. – Hei-de ver-te sofrer minha menina! Hás-de rastejar aos meus pés! Tal como ele fez há muitos anos atrás!
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acertei,acertei....*me salta pelo quarto a comemorar!!!*
eu tinha a certeza que era a chibiusa...
agora sô uranos, tenho uma reclamaçao: este capitulo é minusculo...quero mais
nao sei o que tas a preparar para a rainha beryl,mas nao é nada de bom...de certeza absoluta.
força nisso,espero ansiosa pelo proximo capitulo
eu tinha a certeza que era a chibiusa...

agora sô uranos, tenho uma reclamaçao: este capitulo é minusculo...quero mais

nao sei o que tas a preparar para a rainha beryl,mas nao é nada de bom...de certeza absoluta.
força nisso,espero ansiosa pelo proximo capitulo

Chegou finalmente---> Viagem ao futuro:Capitulo 1
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Tens de entrar para responderes neste tópico.
(é so um palpite XD)



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