Sailor Moon Portugal, A Navegante da Lua

Sailor B stars

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#1
Resumo:

O universo encontra-se novamente em perigo. O aparecimento de novas senshis, tanto boas como más, mais o guardiões que tentam proteger a Terra, que será o campo da batalha final.
Hikari é uma rapariga normal até ao dia em que...


Inicialmente só haverão personagens originais, mas lá mais para a frente, poderão vir a aparecer as vossas personagens preferidas Wink


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Índice

1º capítulo - página 1 - "Sailor Vega. Aldebaran. O caso do Parque das Borboletas"
2º capítulo - página 1 - "A Aliança Beheniana. Algol e o seu poder Maligno. Os Guardiões"
3º capítulo - página 1 - "A Loja de Música. A Grande Cabra. Sailor Capella aparece!"
4º capítulo - página 1 - "O gato mimado. A caçada. Sailor Sirius"
5º capítulo - página 2 - "Finalmente Férias! Nova em Tóquio! Uma boa amizade!"
6º capítulo - página 2 - "O Festival. Fomalhaut. Mais Senshis!"
7º capítulo - página 2 - "A reunião tão esperada. Os treinos. A tenda da vidente"
8º capítulo - páginas 2 e 3 - "A Hárpia. O Senhor das Aves. O sonho."

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1º CAPÍTULO (1ª parte) - Sailor Vega. Aldebaran. O caso do parque das Borboletas.




"Olá! O meu nome é
Hikari e tenho 15 anos.

Os meus hobbies são o teatro e a costura. Na verdade é um 2 em 1, pois gosto de costurar os vestidos que vão ser usados nas peças da escola.
Para além disso também gosto de ver televisão, doramas e ouvir musica. A minha idol preferida chama-se Aino Minako. Aposto que já todos vocês
ouviram falar dela, neste momento é a personalidade mais
falada no Japão.
A nível escolar, estou neste momento a preparar-me para os exames de admissão no ensino secundário. Quero aplicar-me para a escola Juuban. O clube de
teatro lá é muito bom e foi a escola que a Minako-chan
frequentou.
Ainda não sei bem aquilo que quero ser no futuro... A verdade é que gosto de costurar, mas infelizmente não tenho grandes ideias para fazer vestidos,
normalmente uso ideias de outras pessoas. Também gostava de
ser uma idol (a Minako inspira-me tanto Esperancoso)
Mas ainda não sei e tenho tempo para decidir Smile "


Hikari releu o que acabara de escrever.
- Acho que dá um bom post de apresentação - e carregou no botão para postar. - E pronto o blog está criado.
- Hikari! - gritou a mãe do andar debaixo - Já são 15.50, não tens de ir para a escola de apoio?
- Bolas, tens razão! - exclamou Hikari enquanto verificava a horas no relógio, atirando-o descuidadamente para cima da cama.
Em 2 minutos arranjou-se e saiu de casa a correr.

*************

Entretanto não muito longe dali, algo completamente fora da rotina de um habitante de Tóquio estava a acontecer. Um estranho objecto atravessou o céu a uma velocidade incrível e aterrou no meio de um ferro velho causando uma derrocada numa das pilhas de entulho. No entanto ninguém pareceu dar por nada, parecia ser algo normal.
O objecto que atravessara os céus quase que não era visível... a sua superfície reflectia tudo o que o rodeava, um bom método de camuflagem,
talvez por essa razão ninguém teria dado pela sua presença nos céus da cidade. A forma era redonda e relativamente pequena. Um ser humano adulto não caberia lá dentro, uma criança de 7 anos talvez, mas só na posição fetal.
E de repente abriu-se uma porta no estranho objecto. E caiu um animal identificável de lá de dentro. Tratava-se de um simples gato cinzento claro. O animal parecia atordoado e piscava muito os olhos, tentando habituar-se à luz e reconhecer o ambiente envolvente.
- Para onde é que aquele idiota nos mandou... - murmurou o gato, ao compreender o sitio onde estava. De seguida mostrou-se muito alarmado. Olhava em volta, procurando algo. Como os seus olhos não alcançavam o que procurava, subiu para o monte de entulho mais próximo e mais
uma vez olhou à sua volta.
- Onde, onde, onde?! Onde estão eles?! Porque não estão aqui?! Era suposto termos viajado juntos! - disse em pânico e correu para o objecto onde viajara.
- Formalhaut! - gritou para o ecrã que se encontrava no interior da nave e que se encontrava dessincronizado. - Daqui fala o Aldebaran. Formalhaut, o que se passa?? Onde estão o Regulus e o Antares? Eles deviam estar
comigo! O que lhes aconteceu?!
Mas o ecrã não lhe respondeu nada.
- Raios!! - gritou em desespero.
Ficou a andar em círculos por uns instantes, tentando procurar um rumo, agora que os planos tinham falhado...
- Ao menos estou na localização correcta - disse olhando para uma revista velha no chão, reconhecendo os caracteres - estou no Japão. Provavelmente em Tóquio. É uma questão de sair daqui e confirmar... Nesse caso, mesmo sem eles os dois devo continuar com o plano. Tenho de encontrar as guerreiras Behenianas!
E com um ar decidido caminhou para fora do ferro velho.

****************

Faltava 1 minuto para as 16 horas quando Hikari pôs o pé dentro da sala de aula. Mesmo a tempo, no instante seguinte tocava para a entrada e a professora entrou na sala. A rapariga procurou um lugar e sentou-se o mais
rápido que pôde.
- Hey, mesmo a tempo! - sussurrou uma voz atrás de si.
Hikari virou-se discretamente para ver quem lhe falara e viu Shuji. Um rapaz com quem ela simpatizara na escola da apoio. Ele era bastante bonito segundo os seus padrões e ela não negava um certo interesse no rapaz.
Entretanto a professora começara a fazer a chamada.
- Sim. - disse Hikari com um sorriso timido.
- Yamada-san! - chamou a professora, mas não obteve resposta e repetiu o chamado.
- Professora, a Yamada-san não está presente. - respondeu um aluno.
A professora anuiu e continuou com a chamada.
- Sabes o que aconteceu à Yamada? - cochichou a rapariga ao lado de Hikari para a colega de trás.
- Não faço ideia, mas... ela ontem ia encontrar-se com o namorado num parque. - respondeu a colega.
- Num parque? Não quererás dizer o... Parque das Borboletas? - a rapariga mostrava medo.
- Não sei... ela não me disse o sitio ao certo. Espero que tenha sido outro parque...
- O que tem o parque das borboletas? - intrometeu-se Shuji.
- Ainda não ouviste falar? Parece que ultimamente andam pessoas a desaparecer por lá. - disse a primeira rapariga.
- As pessoas começam por ir lá uma vez e depois voltam lá sempre que podem e ao fim de algum tempo desaparecem. - disse a outra rapariga.
- Isso soa-me a um mito hurbano, daqueles que se criam na internet. Vocês conhecem alguém que tenha realmente desaparecido? - continuou Shuji.
As raparigas olharam uma para a outra.
- Houve aquele rapaz da escola F. - começou - ele começou por ir lá porque dizia que se sentia muito bem enquanto lá estava, que as borboletas vinham ter com ele e isso lhe dava uma grande tranquilidade. Ao fim de uns tempos desapareceu.
- Eu cá acho que há traficantes e raptores no parque... Eles começam por viciar as pessoas que apanham, depois elas voltam para querer mais e eles no fim raptam-nas e vendem os seus órgãos no mercado negro! - disse outro rapaz que se intrometeu na conversa.
- Matsumoto! Isso é demasiado mau!! - exclamou uma das raparigas.
- Idiota é essa vossa conversa. - retorquiu o rapaz - Estamos no século XXI! livrem-se dos mitos.
- Matsumoto-san! - chamou a professora.

*****************

Não foi preciso andar muito para perceber que algo de errado se passava naquela cidade. Havia uma força maligna no ar.
- Isto só pode significar que chegamos tarde demais à Terra... As garras da Medusa já começaram a espalhar-se pelo Japão! No entanto a energia ainda não é muito forte... Sinto apenas o poder equivalente a uma guerreira da estrela do Demónio em acção... - pensou Aldebaran enquanto caminhava pelas ruas movimentadas da cidade.
Tentou descobrir qual a localização da força maléfica, mas para onde quer que caminhasse encontrava um beco sem saída ou uma estrada demasiado perigosa para um gato.
- Raios... de qualquer maneira sozinho não posso fazer nada. Não enquanto estiver nesta forma inferior. Preciso de encontrar uma guerreira... Ai, onde está o Regulus quando preciso dele?!
E começou a correr pela cidade, tentando captar a energia de alguma guerreira adormecida.

*****************

Por fim tinham terminado as aulas na escola da apoio. Hikari despediu-se dos colegas e encaminhou-se para sua casa. Mas antes parou em frente a uma loja de música.
- Uaaaah, o novo single da Minako!! - exclamou com o nariz quase encostado à montra. - mas... - pegou na sua carteira e espreitou para o interior. - nem uma moeda... e a minha mãe não me vai dar dinheiro extra enquanto em não melhorar as notas. - apresentava um ar bastante infeliz.
- Bom, tenho de rever a matéria para o teste de Inglês da semana que vem. - pensou e retirou um bloquinho de notas que tinha no bolso, começando-o a estudar enquanto caminhava.

****************

Aldebaran corria pela cidade, sem rumo algum. Apenas queria encontrar algo a que se pudesse agarrar. Era tudo novo e ele não sabia o que fazer! Fora-lhe confiada a missão de salvar o Universo, mas não conseguia encontrar os seus aliados no campo de batalha, o planeta Terra.
- Que devo fazer? Que devo fazer?! - pensava em desespero, enquanto corria junto às águas cristalinas de um ribeiro.

****************

- "Unfortunately" ... Infelizmente!, "Through"... caminho? Argh... através! - murmurava Hikari enquanto percorria o seu bloco de palavra em inglês, sem tomar atenção ao caminho. Estava a aproximar-se de uma esquina próxima de um ribeiro.

*****************

- Onde, onde?! Onde é que estão todos?! - O desespero era tanto que fechou os olhos enquanto corria. No instante seguinte sentiu-se a embater contra algo sólido e a mergulhar nas águas do ribeiro.
- Oh não! Pobre gatinho! - gritou Hikari caída no chão. De seguida levantou-se como que impulsionada por uma mola, ignorando a dor que lhe vinha do tornozelo e correu para dentro da água corrente.
Poucos minutos depois tinha o gato nos braços. O ribeiro era pouco fundo, a água ficava-lhe pelas canelas, mas a corrente era suficientemente forte para desorientar um gato.
Aldebaran nem sabia o que o atingira, nem sabia como conseguíra livrar-se das águas. Quando finalmente recuperou a compostura tinha uns olhos enormes cravados no seu focinho.
- waaaaah!! - gritou o gato - um monstro!!!
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH - gritou a rapariga em retorno. - O... o.... o gato fa.... lou... - e novamente se levantou e iniciou uma corrida, mas desta vez para longe dali.
Aldebaran viu-a a afastar-se.
- Pfu... ainda bem que se foi. - bufou. - gritava que se fartava e... - algo o fez hesitar - espera... aquela energia... seria...? - e olhou novamente procurando a rapariga com o olhar.
Uma pequena cicatriz na sua testa começou a tomar uma forma mais definida.
- É uma guerreira, de certeza!!

******************

Hikari corria sem saber onde parar... O gato falara com ela! Seria um OVNI? Um inimigo de outro planeta? ou... abrandou a corrida... uma brincadeira idiota?
- Ai, sou tão parva... - disse para si mesma, enquanto cessava a corrida e se sentava num banco. - É claro que devia haver ali algum microfone escondido! Que parvoíce a minha... a esta hora devem estar a rir-se de mim... Mas eu já lhes mostro!! - e levantou-se do banco num pulo, mas sentiu as pernas fracas. - baah, agora estou cansada... vou descansar um bocadinho e depois vou para casa.
Retirou um leitor MP3 da sua pasta e seleccionou uma música da Minako Aino. Entretanto olhou à sua volta. Não havia vivalma. O parque estava deserto, e com um tom dourado bastante atractivo. O chão estava cheio de folhas secas, a cobrirem as raízes das árvores despidas
do Outono, quase Inverno.
- Até que se está bem aqui. - pensou, enquanto encostava a cabeça para trás e fechava o olhos, trauteando a música que estava a ouvir.
Estava tão absorta nos seus pensamentos que nem reparou nas borboletas que se começavam a aproximar dela. Eram de uma cor dourada, tal como as folhas que cobriam o chão.
Tal como não deu pela presença das borboletas, também não sentiu que havia alguém a aproximar-se do seu lugar.
Um estranho olhava directamente para ela. Pareceu fixar-se no livro que caíra da sua pasta, que indicava que ela estava a estudar para entrar na escola Juban. O estranho tentou tocar na face de Hikari, mas de repente as borboletas deslocaram-se para cima dele e começaram a deitar um pó alaranjado que o adormeceu quase instantaneamente. Assim que o seu corpo assentou no chão, as raízes da árvore mais próxima puxaram-no para debaixo das folhas secas, longe da vista de Hikari.

Por detrás do alto volume da música que Hikari ouvia, pareceu-lhe ouvir uns ruídos estranhos, mas quando abriu os olhos não viu nada fora do normal... excepto as borboletas.

******************
(continua em baixo)

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção
#2
(continuação)


Por fim! Estava a sentir a energia da guerreira cada vez mais
próxima. Uma vez que apanhara essa energia, já não a esquecera. Mas ele
não poderia
estar mais alarmado. A localização da guerreira e do inimigo era exactamente a mesma!
Ao longe ouviu um grito, e correu com toda a força que lhe restava nas patas.

******************

Hikari encontrava-se de pé e com um ar nervoso.
-
As... borboletas... estarei no tal parque das borboletas?! - Hikari
olhou em volta - uff... não vejo raptores em lado nenhum... Mas, não
gosto disto... tenho de ir para casa.
Encaminhou-se para a saída, mas esta foi barrada pelas raízes das árvores.
Os seus olhos arregalaram-se e gritou.

- Isto... não é possível... o que é que está a a...contecer? -Hikari recuou em pânico.
- A tua energia parece bastante apetitosa... - sussurrou alguém atrás dela.
Hikari
virou-se com o susto e viu uma bela mulher. Os seus cabelos eram
negros, vestia um vestido da cor das folhas caídas... aliás, o próprio
vestido
imitava o padrão das folhas. Mas o que a assustou foram os
olhos da mulher... eram de um azul tão claro que eram quase brancos e o
ar louco que eles envergavam tornavam-na aterrorizadora.
Hikari
não conseguía articular uma palavra que fosse. Ficara paralisada com o
medo. A mulher avançava para ela com os braço estendido,
querendo tocar-lhe.
- NÃO! - gritou e foi como se uma onda de energia se tivesse libertado dela.
As
folhas caídas levantaram voo, revelando diversas pessoas escondidas por
debaixo destas. A mulher parou a sua marcha e olhou espantada para a
rapariga. Uma estranha luz focava-se na testa de Hikari.
- Não me
digas... - a expressão da mulher era agora a de um sorriso irónico. - A
sorte está mesmo do nosso lado. Ter a primeira guerreira bem aqui nas
minhas mãos. - o seu sorriso louco era cada vez mais assustador.
Antes que Hikari conseguísse perceber o que se estava a passar, já tinha as mãos da mulher a apertarem-lhe o pescoço.
- O teu cristal vai ser meu! - disse a mulher olhando-a com os olhos loucos.
Hikari
sentia o ar a faltar-lhe e a consciência a abandona-la. Mas no instante
seguinte algo se passou e as mãos da mulher descravaram-se do seu
pescoço.
Quando a aflição da falta de respiração passou e lhe permitiu ver o que se
passava, viu uma águia a atacar a sua inimiga.
- Maldito sejas! - gritava a mulher tentando proteger-se das garras da ave.
- Rapariga! - ouviu-se uma voz gritar.
Hikari viu Aldebaran saltar por cima das raízes que estavam a bloquear a entrada do parque.
- Toma! - o gato atirou algo para junto de Hikari.
Entretanto
a inimiga já se conseguíra livrar da águia que voara para longe com
menos de penas do que o habitual. Assim que se viu livre do animal,
ela
virou-se para a nova cena que se desenrolara e os seus olhos caíram
sobre o gato, mais precisamente sobre a cicatriz que estava na testa do
animal.
- Mas estarei a ver bem? - disse ela ainda com mais
ironia. - Será o herdeiro de Aldebaran? O príncipe da nossa "querida"
constelação
de Touro?
Aldebaran olhou a inimiga nos olhos.
- Tu és uma das Pleiades. - disse com os olhos semicerrados.
-
Sou Asterope, caro príncipe. - disse fazendo uma vénia ridícula. -
Lamento não poder aparecer mais elegante perante vós, mas segundo vejo
também não se apresenta na sua melhor forma - este último comentário foi feito com um sorriso malicioso nos lábios.
Aldebaran
retraiu-se. Sabia que na sua forma actual era-lhe impossível enfrentar
Asterope, precisava que uma guerreira lhe emprestasse poder. Mas a
rapariga parecia uma idiota. Assistia à cena toda e não se movia. Nem
sequer apanhara o medalhão que ele lhe atirara.
- Apanha o medalhão sua idiota - sussurrou de modo a que só Hikari ouvisse.
- Han? - a rapariga ainda estava em choque.
- Apanha a porra do medalhão e grita: "Vega Star Power! Make up!"!! - gritou Aldebaran.
No momento as raízes das árvores começaram a ataca-los.
Em pânico, Hikari agarrou no medalhão e gritou as palavras que o gato lhe dissera:
-
Vega Star Power! Make Up!! - no instante seguinte foi envolvida numa
luz esverdeada. Da sua testa brotou uma pedra verde clara que formou
uma tiara e se estendeu ao resto do corpo dando-lhe um uniforme de cor
verde. Do seu peito floriram pequenas flores brancas dando origem a um
laço neste
lugar.
Quando a luz a libertou, estava com um uniforme completamente diferente daquele que vestia há poucos minutos.
A
sua mente não compreendia o que se estava a passar, mas nem teve tempo
para pensar, pois nomomento seguinte era atacada por mais raízes
enviadas por Asterope.
- Então tu és mesmo a Sailor Vega. - disse a mulher e de seguida murmurou - tenho de destrui-la o mais rápido possível...
E os ataques eram cada vez mais frequentes e poderosos, tanto em Hikari, como para Aldebaran.
- Vega! Chama o poder da lira! - gritou o gato.
- E como é que eu faço isso?!!!
- Basta... - as suas palavras foram interrompidas pois um ramo atingiu-o e atirou-o para longe de Hikari.
- Gatinhooo!! - gritou a rapariga. - Bolas, como é que eu faço para chamar o raio da Lira?
No preciso momento em que disse a palavra Lira, formaram-se palavras claras na sua mente:
- Grande Lira, protege a tua filha. Alpha Lirae! Make Up!
E tinha agora um estranho instrumento musical nas mãos.
-
E o que é que eu faço com isto? Aaaaah - mais raízes a atacarem-na,
Hikari já não sabia para onde escapar. - Olha vou tocar... - e começou
a tocar aleatoriamente.
À medida que tocava, parecia que as raízes eram atingidas por uma força invisível,que as fazia recuar.
- Está a funcionar!
- Não! - Asterope deixou de comandar as raízes ao longe e correu para Hikari, no intuito de a matar com as suas próprias mãos.
- AAAAH! - Hikari tocou com mais empenho nas corda do instrumento.
Asterope sofria pequenos golpes, mas nada que a fizesse recuar.
- Toca a música da constelação de Lyra! - gritou Aldebaran debaixo de uma raiz.
- Toco o quê????
Hikari
não fazia ideia de qual música seria aquela. Nunca tivera aulas de
música e aquela era a primeira vez que tinha uma lira nas mãos. Mas sem
saber como, as suas mãos começaram a mover-se por conta própria e a tocar uma melodia.
Asterope estacou, os seus olhos esbugalharam-se.
- NÃO! - levou as mãos aos ouvidos tentando abafar o som harmonioso.
A
Hikari continuava a tocar. Asterope contorcia-se e gritava como se algo
no seu interior estivesse a ser consumido. Num uivo final, o seu corpo
ficou cinzento, e no instante seguinte, desfazia-se em pó.
Estava tudo acabado, Hikari parou de tocar.
O parque voltou a ser como era e as pessoas que estavam caídas no chão começaram a abrir os olhos.
- Vega! Temos de sair daqui depressa! - gritou Aldebaran. - As pessoas não podem perceber o que se passou!
Hikari pegou no gato e fugiu dali.

**********

Quem olhasse veria apenas escuridão.
Uma
negritude completa, sem uma única gota de luz. No entanto ouviam-se
risos de dentro daquele quarto. Alguém abriu a porta e iluminou um
pouco o espaço.
- Que aconteceu, Polaris? - disse a silhueta que se encontrava à porta.
Das entranhas do quarto escuro veio uma voz:
- Eles apareceram. Pelo menos um deles. E já encontrou uma guerreira. - a voz denotava alegria.
A silhueta permaneceu em silêncio. Como que apreendendo a informação.
- Foram eles que derrotaram Asterope?
- Sim... - mais um risinho feliz.
- E quem é a guerreira?
- Vega.
- Maldição! Tinha de ser a Vega... - disse como se um peso lhe caisse nos ombros.
- Informa a nossa senhora. Ela vai gostar de saber.
- Sim, direi. E o guardião que apareceu? Era aquele que tu esperavas?
Os risinhos cessaram. Agora quem respondeu foi uma voz séria.
-
Não. Tentei elimina-lo quando se dirigia para a Terra, mas infelizmente
falhei... No entanto devo tê-lo enviado para bem longe. - voltou a
rir-se.
- Muito bem... - a silhueta abandonou a porta e esta fechou-se, voltando a mergulhar o quarto em sombras.

************

-
Mooooh! O que é que se passa?! Quem era aquela mulher? O que eram
aquelas roupas?, aquela coisa que toca? e acima de tudo: Quem és tu?! -
gritou Hikari.
Já se encontravam em casa da rapariga. Felizmente a mãe de Hikari tinha ido às compras e estavam os dois sozinhos em casa.
-
O meu nome é Aldebaran. Sou um dos quatros guardiões da Terra. Para ser
mais exacto: sou o guardião do Este. E tu és Sailor Vega. Uma das 11
guerreiras behenianas.
- Beheni-quem?
- Acho que vou ter de começar desde o inicio...

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção
#3
Olá Hikari! Postaste a fic na sala errada. Sempre que uma fic introduz na sua maioria personagens novas deve ser movida para a a sala "Fics Gerais".
Continua a escrita Wink

Sammu, és fixe!
#4
Está muito gira a fic. Continua.
#5
Esta mt gira!
Continua! Wink



The Forgotten Sailors 2-> 11ºCapitulo
Sailor Moon:The Crystal Desire->Epilogo (completo)
Amor sobre o Gelo->20ºCapitulo
Chance of a Lifetime-> 2ºCapitulo
#6
oops, sorry sammu ^^U

obrigada a todos Smile
vou postar a continuação assim que puder Wink

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção
#7
2º CAPÍTULO – A ALIANÇA BEHENIANA. ALGOL E O SEU PODER MALIGNO. OS GUARDIÕES




- Bem, deixa-me lá explicar o
que é a aliança Beheniana. - disse Aldebaran.

Hikari olhava fixamente para o gato,
num misto de interesse e de negação:

"Isto é tudo demasiado
irreal..." - pensava ela.

- A aliança é composta
por 15 grandes estrelas:


Algol,

Pleiades,

Aldebaran,

Capella,

Sirius,

Procyon,

Regulus,

Polaris,

Gienah,

Spica,

Arcturus,

Alphecca,

Antares,

Vega e

Deneb Algedi.

Esta aliança foi feita há
milhares de anos atrás, quando o Chaos estava completamente
descontrolado.

Hikari levantou o braço, como
faria numa aula.

- Sim? - perguntou Aldebaran.

- O chaos é a tal força
que rege o universo, não é verdade?

- O chaos é de onde vêm
todas as forças malignas que habitam o universo. Foi de lá
que vieram todos os inimigos que ameaçaram o universo.
Felizmente os habitantes do planeta Terra sempre ignoraram estes
ataques, e sempre que algum se descontrolava, era-lhes feita uma
lavagem cerebral para não se lembrarem do que se tinha
passado.


« Mais alguma pergunta?

- Não. Podes continuar.

- Onde é que eu ia... Ah! O
chaos criava males diferentes a toda a hora e morreu imensa gente
pelo universo fora, foi quase o holocausto universal. Então 15
guerreiros uniram forças para selar o chaos e tentar
controla-lo. E conseguiram fazê-lo.


« Esta aliança durou até
há 100 anos atrás. Altura em que Algol e as Pleiades
decidiram sair. As Pleiades fizeram-no por se terem revoltado contra
Aldebaran, a estrela regente da constelação de Touro,
onde elas habitavam.


« As razões que levaram
Algol a desistir é que nunca foram deixadas claras pelo seu
regente. No entanto o resto da aliança conseguia adivinhar o
porquê. Algol sempre se sentira atraído pelo chaos e por
vezes era-lhe dificil esconder a sua ambição pelo poder
universal. Muitas vezes sugerira o ataque a pequenos sistemas
estrelares para aumentar o poder da aliança, mas as suas
propostas foram sempre recusadas.

« Até ao momento ainda não
se tinham notado manifestações de abuso de poder desta
estrela. Até porque a aliança estava mais ocupada a
lutar contra a Sailor Galáxia. Entretanto esta ameaça
foi derrotada por uma guerreira do Sistema Solar.

« Ainda hoje o universo está
a recuperar das feridas que a Sailor Galáxia provocou. Muitos
morreram e as suas sementes de estrela foram deixadas pelo universo.
Muitas delas permaneceram no planeta Terra e tentaram encontrar
corpos nos quais pudessem florir novamente. Foi o que aconteceu
contigo...»

Hikari arregalou os olhos:

- Han? O que queres dizer?

- A semente de estrela da princesa
Vega, que foi assassinada pela Sailor Galáxia foi deixada no
planeta Terra após a sua derrota. O desejo de voltar a florir
no corpo de uma senshi foi tanta, que a semente procurou o corpo de
uma criança recem-nascida ou ainda por nascer onde pudesse
voltar a ser plantada.

- Isso quer dizer que... eu tenho uma
coisa dessas dentro de mim? Uma semente de estrela?

- Sim. Foi ela que te deu esses
poderes. E também é ela que te está a dar o
dever de proteger o chaos das garras de Algol.

- Ah espera... mas ainda não me
explicaste o tal plano de Algol.

- Basicamente ainda não sabemos
ao certo o que ela quer fazer...

- Han?! Então porque é
que estamos aqui?! - guinchou Hikari.

- Bem... A verdade é que notamos
que houve movimentos estranhos em Algol. E só recentemente é
que notamos que a princesa de lá está desaparecida. Até
há pouco tempo pensamos que ela estava viva e a morar no
castelo. Mas depois viemos a saber que se tratava de uma impostora. A
verdadeira princesa nunca foi vista no castelo. E então
descobrimos que também ela fora morta por Galáxia e que
a sua semente de estrela também estaria perdida no planeta
Terra.

- Mas isso não quer dizer
nada...

- Quer sim! O facto de eles terem
omitido este acontecimento ao longo de 15 anos, torna tudo demasiado
suspeito! O facto da princesa estar no planeta Terra pode ser algum
posicionamento estratégico! Pensa bem: o planeta Terra fica na
via Láctea, e o que é que se encontra bem no centro
desta? O Caldeirão das Estrelas! O Chaos!

« E depois daquilo que vimos
hoje, as suspeitas da aliança foram confirmadas! Há
inimigos no planeta Terra. E pior! Parece que as Pleiades aliaram-se
a Algol.

- Mas quem é que vos garante que
é Algol que está por detrás disto tudo?

- O ar que respirei quando cheguei à
Terra era o mesmo ar infectado de poder negro que tem coberto Algol
durante os ultimos anos. Só que numa concentração
inferior.

- Então... - Hikari tentou
concentrar-se e juntar todos os bocados de informação
que Aldebaran acabara de lhe transmitir. - Isto tudo quer dizer
que... Eu sou uma princesa?!

Aldebaran caiu da cama.

- Isto não é altura para
estares a pensar nisso!!! - gritou.

- Ok, desculpa. Mas diz-me, como é
que nós vamos lutar contra isto tudo? Somos só dois e
eu não faço a mínima ideia de como usar os meus
poderes.

- A verdade é que houve outras
sementes de estrela a ficarem presas na Terra. Quase todas as
princesas da aliança ficaram cá. Excepto os principes
dos planetas guardiões e as Pleiades.

- Então temos de encontrar as
restantes senshi!

Ouviu-se a porta da rua a bater. Os
dois estacaram.

- Hikari! Cheguei! Podes vir-me ajudar
com as compras? - chamou a mãe.

- Sim, mãe já vou! -
gritou em resposta e de seguida mandou uma manta para cima de
Aldebaran.

- Mas o que é que te deu?

- Tu esconde-te e não faças
barulho! Não me está a apetecer explicar à minha
mãe porque é que temos um gato em casa! E que fala
ainda por cima!

- Os gatos daqui não falam?

- Claro que não! - e bateu com a
porta, enquanto saía do quarto.




******************




O resto do dia passou-se sem grandes
problemas, Hikari passou o tempo todo no quarto tentando entender-se
com Aldebaran, já que não podia dizer à mãe
que tinha um gato em casa.

- Não podes arranjar um sitio
para passar a noite?

- Hey acabei de chegar à Terra!
Achas que conheço alguém? Ah, já agora, tens de
ir comigo ao ferro velho procurar a minha nave.

- Procurar a tua quê?! E que
queres fazer com ela?! Não me digas que a queres trazer para
aqui!

- Mas não a posso deixar ali!
Aliás, se alguém me quiser contactar, vai usar o rádio
da nave! Aaaargh não a devia ter deixado sozinha! Temos de a
ir buscar!

- A esta hora não vamos a lado
nenhum! - retorquiu Hikari.

- Mas e se alguém me tentar
contactar?!

- Se quiseres vais lá passar a
noite. Eu é que não posso sair de casa a estas horas!

- Raios partam! És uma guerreira
que vai salvar o universo! Que te custa ires lá comigo agora?

- Custa a minha mesada! já para
não falar que se for assaltada e esfaqueada durante esta
noite, já não vou salvar planeta nenhum!

- Raios! Raparigas terrestres são
piores do que duquesas Aldebaranianas!

- Boa Noite! - disse como que para
acabar a conversa, enquanto se enfiava na cama - Amanhã talvez
vá lá contigo, mas hoje tenho sono! E ai de ti se me
acordas! - e apagou a luz.

- Sempre é melhor que nada... -
ronronou Aldebaran, procurando um sitio onde se aconchegar para
passar a noite.




**********************




No dia seguinte Hikari acordou com os
gritos de Aldebaran.

- Hikari! Hikari! Acorda!!!!! Alguém
andou a mexer na minha nave! Está tudo de pernas para o ar!

A rapariga tapou a cabeça com a
almofada.

- 'xa-me em paz, gatestúpido. -
murmurou.

- Acorda, sua miúda estúpida!
- e mordeu-lhe a mão.

- Porra!!! Gato anormal!!! Eu vou-te
castrar!! Eu vou-te meter na rua!!

- ALGUÉM ESTEVE NA MINHA NAVE!!!
- gritou o gato.

- Cala-te!!! Olha que acordas a minha
mãe!

- A tua mãe já saiu de
casa há muito tempo! Já são 11.30!! Ouves-me ou
não?!

Hikari olhou para o despertador e
confirmou o que o gato lhe dissera. Felizmente era sábado.

- Então diz lá o que se
passa - disse Hikari enquanto se sentava na cama e esfregava os
olhos.

- Hoje de manhã fui ao ferro
velho procurar a minha nave, mas ela estava toda de pernas para o ar!
Alguém andou a remexer nos papéis que eu deixei lá
dentro e parece que andou à procura de algo!

- Bah... deve ter sido o dono do ferro
velho... viu para ali uma nave espacial e decidiu ver se dava para
vender.

- Não, Hikari... Não
estás a entender... a nave estava camuflada! Só quem
sabia da sua existência é que poderia ter dado com ela!
Para além do mais, conseguiram abri-la! E é preciso um
código especial para o fazer e só eu é que o
sei!

- Então quem é que achas
que foi?

- Não sei! Mas alguém que
sabe da minha presença neste planeta! - e de seguida começou
a falar para si mesmo - Será que Asterope conseguiu enviar
alguma mensagem para Algol antes de morrer? Será que foi ela?!
Mas não... se fosse ela tinha levado a nave atrás e não
a teria deixado ali.

- Bom andarmos aqui às voltas a
perguntar quem terá sido é que não nos vai
ajudar em nada. Já agora, viste se foste seguido?

- Se...guido? - os seus olhos
esbugalharam-se. O pânico fora tanto que nem sequer se lembrara
que poderia estar a ser seguido. - waaaah, não reparei!!

- Boa... ainda me trazes para aqui os
inimigos todos e eu fico sem casa! Ainda bem que a minha mãe
não está aqui!! - guinchou Hikari enquanto corria para
a janela, tentando avistar algum comportamento suspeito na rua. - Por
aqui parece tudo normal...

- Pelos teus padrões pode estar
normal, mas a verdade é que elas podem usar tudo para nos
espiar, até animais! Vê se encontras algum pássaro,
ou gato, ou o que quer que seja!!

- A única coisa que vejo são
pássaros a voar no céu. - disse e de repente pareceu
lembrar-se de algo - Aldebaran, tu também podes utilizar
animais para te ajudarem?

- Enquanto estiver nesta forma inferior
não consigo fazer seja o que for...

- Então que águia foi
aquela que me salvou pouco antes de tu chegares ao parque?

- Uma águia?... Não sei
de águia nenhuma.

- Mas... ela salvou-me, foi como se
fosse um aliado...

- Uma águia... - Aldebaran
mostrava-se pensativo.

- O que têm as águias?

- Bem... há quem diga que as
águias protegem os nativos da constelação de
Lira. Existem até imagens antigas em que uma águia
parece envolver a constelação com as suas asas. E
também existe a lenda de Qi-Xi, mas isso já são
lendas inventadas por terrestres.

- A lenda de Qi-Xi? nunca ouvi falar.

- Vocês aqui no Japão
dão-lhe outro nome, agora não me estou a lembrar, bem
isso agora não interessa. Pode ser que a tal águia seja
um protector teu. Não sei... A verdade é que não
nos fez mal nenhum, por isso não nos precisamos de preocupar
com ele.

Hikari afastara-se da janela, enquanto
conversava com Aldebaran, e estava a sentar-se na cama quando viu
dois vultos com olhos brilhantes a olhar para dentro do quarto.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH -
gritou, enquanto apontava para a janela.


Aldebaran assustado olhou para ela e
viu para onde ela estava a apontar. No instante seguinte os dois
vultos saltaram para dentro do quarto e atiraram-se a Aldebaran.

Ouviram-se miados e ruídos de
gatos assanhadas. Hikari não conseguia distinguir o que quer
que fosse daquela massa de pêlo que lutava à sua frente.
Ela agarrou na primeira coisa que lhe veio à mão (o
candeeiro da mesa de cabeceira) e preparava-se para o arremessar
quando começou a ouvir risos:

- Aldebaran, és tão
estúpido! - disse alguém entre risos.

- Antares?! - miou Aldebaran.

Hikari conseguia ver agora a forma
correcta dos dois vultos. Eram dois gatos tal como Aldebaran. Um
deles tinha o pêlo Negro, enquanto que o outro tinha-o castanho
avermelhado.

- Claro, parvalhão. Achavas que
ias ficar com a diversão em Tóquio toda só para
ti? - disse o gato preto.

- Regulus!! - gritou Aldebaran e tentou
abraçar-se a ele, mas isto feito por um gato não é
muito confortável e Aldebaran caiu.

Os outros gatos riram que nem perdidos:

- Ahaha, vejo que ainda não te
habituaste à tua forma de gato. - riu-se o gato castanho, que
Hikari percebeu que se chamava Antares.

- Ahm... Aldebaran... - Interrompeu
Hikari. - podes-me dizer o que é que se está a passar?

- Ah pois... Isso também eu
gostava de saber! - disse ele com o olhar fixo nos outros gatos.

- É uma longa história...
- disse Regulus, o gato preto.




**************




- Então deixem-me ver se percebi
bem: Vocês são 3 dos quatro guardiões da Terra. E
são todos principes da aliança. Vieram para a Terra
tentar perceber quais os planos da Algol e tentar acordar as
guerreiras adormecidas. Quando estavam a vir para cá, algo
correu mal e separaram-se, o Regulus e o Antares aterraram de
imediato nos Estados Unidos, enquanto que o Aldebaran demorou um
pouco mais de tempo (devido à posição da Terra)
para aterrar no Japão. Hoje de manhã vocês
conseguiram chegar a Tóquio e procuraram pela nave do
Aldebaran, foram vocês que a revistaram e poucas horas depois
viram o Aldebaran a aproximar-se e decidiram segui-lo para ver se
estava tudo bem e se ele não estava a ser controlado por
Algol. - reflectiu Hikari.

- Sim, é isso tudo. - confirmou
Regulus. Este gato parecia agir como um lider perante os outros dois.

- E que é feito do 4º
guardião? - perguntou Hikari.

- Formalhaut não pertence à
aliança. Por isso não teve permissão para vir
para a Terra. - completou Antares. - mas foi ele que preparou o
engenho para podermos vir para a Terra.

- Mas pelos vistos não o
preparou muito bem - retorquiu Aldebaran. - quando cá cheguei
estava sozinho e o rádio não apanhava nada.

- Não apanhava porque o tinhas
dessintonizado. - disse Antares num tom de gozo.

- O quê?!

- Sim... achas que a frequência
do outro lado do universo é a mesma que na Terra?

- Mas... - Aldebaran corou.

- Hoje de manhã estivemos a
usa-lo. - disse Regulus. - Já informamos o Formalhaut da nossa
situação até à bocado.

- És mesmo tótó! -
riu-se Antares - Nem um rádio sabes sintonizar.

Aldebaran preparava-se para retorquir
mas assuntos mais sérios vieram-lhe à memória:

- Então mas e o que é que
vos aconteceu? Porque é que foram para o sitio errado?

- Não sei ao certo. - disse
Regulus com um ar sério. - Penso que sofremos uma
interferência exterior. Não sei se foram as Outer
Senshi, ou se algo que veio daqui da Terra.

- Poderá ter sido alguma
interferência de Algol? - perguntou Hikari.

- Não digo que não. Mas
sendo assim elas já sabiam que nós estavamos a vir para
a Terra.

- Nesse caso temos de nos apressar a
formar um contra-ataque! - disse Antares. - Rapariga já sabes
fazer alguma coisa com os teus poderes?

- Her... - Hikari sentiu-se a corar - A
verdade é que mal sei como escapei da batalha do outro dia.

- Sabes tocar lira? - perguntou
Regulus.

- Não. Nunca tinha visto uma
lira na vida.

- Então vamos começar por
te treinar. Precisas de comprar uma lira. Há alguma loja de
música aberta a esta hora?

- Não posso usar a lira que já
tenho?

- E queres destruir o bairro inteiro?
Essa lira não é um simples instrumento. Tem o poder de
uma constelação inteira dentro dela. - disse Antares.

- Sendo assim, vamos à loja de
música mais próxima. - concluiu Regulus.










FIM DO 2º CAPITULO.




NO TERCEIRO CAPÍTULO: O
APARECIMENTO DA 2º SENSHI!!

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção
#8
Comento eu...... novas senshi... MARAVILHA!!!!!! continua... e a historia tá a começar bem..... e ta a despertar-me a curiosidad.....
#9
Obrigada Neptuno_avista Smile
Gosto de saber que alguém está a ler a fanfic e a gostar Very Happy assim dá-me vontade de continuar Wink

Então cá está o 3º capitulo Wink

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3º CAPÍTULO: A LOJA DE MÚSICA. A GRANDE CABRA. SAILOR CAPELLA APARECE!


Novamente o quarto escuro.


Desta vez não haviam risos,
apenas o silêncio. A porta abriu-se e viu-se uma silhueta
recortada pela luz.

- Ainda bem que chegaste. - disse a voz
de dentro do quarto - A nossa senhora pediu-me que te desse um
recado.

- Que disse ela? - perguntou a
silhueta.

- Na verdade é um recado dentro
de outro recado. - ouviu-se um risinho.

- Fala de uma vez.

- Ela disse para tu dizeres - riu outra
vez - à tua irmãzinha que passa a vida a olhar para o
espelho, para ela se preparar para entrar em acção.

- Estás a falar da Maia?

- Sim, essa mesma. Deve ser difícil
ter tantas irmãs. - disse cinicamente.

- Ninguém te pediu a opinião.
- disse a silhueta, fechando a porta.

E os risos voltaram a encher o quarto
negro.


***


- Já fomos a 3 lojas diferentes
e ainda não encontramos uma lira. - bufou Aldebaran. Estava
pousado no ombro de Hikari.

- Deves pensar que hoje em dia é
fácil encontrar um instrumento antigo como esse. - retorquiu
Hikari.

- Leva-nos às lojas certas,
então.

E Hikari atirou o gato ao chão,
que se estatelou no pavimento.

- Que é que te deu?!

- Foi só para ver se é
verdade que os gatos caem sempre de pé. Pelos vistos não.
Ou então tu és um gato frouxo.

- Hey!! a minha forma original não
é a de um gato, sabias?!

- Pois... deves ser o belo de um
porquinho.

- Eu sou um humano, tal como tu!! Só
que como estou longe do meu planeta, não tenho poder
suficiente para voltar à minha forma. Tu bem que podias
emprestar-me alguma energia!!

- Calem-se lá. Já estou
farto de vos ouvir. - disse Antares que os acompanhava a pé.

- Não existe nenhuma loja que
venda instrumentos clássicos nesta zona? - perguntou Regulus
que caminhava lado a lado com Antares.

- Sim, existe. É para lá
que nos dirigimos agora. - disse Hikari.

- Aaah finalmente! Devias ter-nos
levado para lá logo de inicio! - rabujou Aldebaran e Hikari
deu-lhe um fortíssimo pontapé.

- Que é que te deu agora?!!!!! -
gritou Aldebaran completamente fora de si.

- Foi para confirmar se os gatos têm
mesmo 7 vidas...


***


Finalmente chegaram à loja.

- Entramos só nós os
dois. - disse Regulus. Já tinham repetido aquele processo nas
lojas anteriores.

O gato preto saltou para os braços
de Hikari e os dois entraram na loja.

- Bom dia! - Saudou a rapariga que se
encontrava ao balcão. Devia ter a mesma idade de Hikari. -
Precisam de ajuda?

- Bom dia, queria saber se têm
liras. - disse Hikari.

- Hmm, Liras... Acho que temos algumas
sim, espere só um momento. - e a rapariga desapareceu pela
porta atrás do balcão.

- Esta rapariga... - ronronou Regulus.

- Parece-me simpática. - disse
Hikari.

- Não era a isso que me referia.
Era mais... - Regulus teve de parar, pois a rapariga já
voltava com as mãos cheias de caixas.

- Temos alguns modelos. Mas são
bastante limitados. Hoje em dia quase ninguém quer aprender a
tocar lira, preferem harpa. A maior parte das liras que vendemos é
para coleccionadores de antiguidades. - contou a rapariga. - Por
acaso está a aprender a tocar?

- Her... sim, quer dizer não.
Mas é um instrumento que eu gostava de aprender. - disse
Hikari meio embaraçada.

- Se lhe interessar, temos aulas de
música nas traseiras da loja. Se bem que de momento não
há ninguém a querer aprender lira para podermos formar
uma turma.

- Oh, mas eu ainda não sei...
talvez aprenda em casa ou...

- Tem alguém que lhe ensine?
Sendo assim será mais fácil. Mas segundo me parece não
se consegue decidir por qual lira deve levar. Devia ter trazido o seu
professor consigo. Se quiser eu posso ajudar. Esta aqui é
bastante boa para quem ainda está a aprender. - e apontou para
uma das liras que tinha pousado em cima da mesa.

Hikari sentiu o coração a
querer saltar-lhe pela boca quando viu o preço da lira. E
aquela era a mais barata.

- Ahm... Sabe eu ainda preciso falar
com os meus pais, para ver se eles me dão o dinheiro e...

Regulus começou a miar de uma
forma aflitiva e a apontar para a rua.

- Mas o que é que te deu?! -
perguntou Hikari assustada.

- Se calhar ele quer ir para lá
para fora. Parece que estão uns gatos à entrada. - a
rapariga apontava para Aldebaran e Antares que esperavam
pacientemente à porta.

- Eu vou leva-lo por um instante e já
volto. - e assim fez.

- Mas o que é que te deu,
Regulus!? - repreendeu Hikari.

- Tu tens de comprar a lira o mais
rápido possível! Que conversa foi essa de teres de
falar com os teus pais? - respondeu o gato preto.

- É que sabes, eu não
tenho aquele dinheiro todo para pagar a lira!

- Se o problema é esse, já
podias ter dito! - interrompeu Antares - Toma.

- Um cartão de crédito?!
Onde é que tu arranjaste isto?!

- Quando vais para um planeta
diferente, convém ires prevenido... - disse Antares com um ar
bastante cool.

- Obrigada. - disse Hikari sorrindo -
Só espero que não dê barraca.

- Então vamos lá. - e
Regulus voltou para os braços de Hikari.

Minutos depois Hikari saía da
loja com uma caixa contendo o instrumento nas mãos e Regulus
caminhava a seu lado.

- E pronto já temos a lira. -
disse o gato sorrindo.

- Já não era sem tempo.
Tenho fome. - Aldebaran nunca estava satisfeito...


***


Foram almoçar a uma explanada
ali próxima. Hikari pediu para servirem também alguma
comida para os gatos que estavam famintos. Enquanto todos comiam,
Regulus apresentava um ar sério.

- Regulus, passa-se alguma coisa? -
perguntou Hikari.

- Ah, não ligues, ele é
sempre assim. - disse Antares.

- Não, não é. -
corrigiu Aldebaran - está tudo bem Regulus?

- Está sim... é só...
uma comixãozinha na testa.

- Sindrome de Harry Potter? O
quem-nós-sabemos está próximo? - gozou Hikari.

- Han? - fizeram os 3 gatos.

- Ok... Não há Harry
Potter nos vossos planetas... - e sorveu o sumo que tinha à
frente.


***


- Estou? Mãe? É a Yumiko.
É só para avisar que estou a fechar a loja para ir
almoçar. Ok? Vá até logo. Beijinhos. - A
rapariga da loja de música desligou o telemóvel e
trancou a loja.

- Tenho de encontrar um sitio barato
para almoçar. - pensou - preciso de poupar dinheiro para
comprar umas cordas novas para o violino.

Enquanto pensava nisto, passou em
frente a uma florista. Devia ser nova. Desde pequena que passava
naquela rua para ajudar a mãe na loja/escola de música
e nunca vira aquele estabelecimento.

- Bom dia! - disse Yumiko. - Esta loja
é nova, não é?

- Sim, acabei de a inaugurar. -
respondeu a dona saindo das traseiras da loja.

Yumiko sentiu que nunca vira uma mulher
tão bela. Os seus cabelos eram compridos de um cor de laranja
pêssego, tinha olhos dourados e uma feições
perfeitas. Também era bastante alta, deveria ter cerca de
1.75m.

- Oh! - Yumiko parecia espantada com
algo - tem hellebores negras! Nunca pensei voltar a ver uma por estes
lados!

- São lindas, não são?
São tão simples e ao mesmo tempo tão delicadas.

- Sim, tem razão. Fazem-me
lembrar a minha avó. Não por ele ser frágil, mas
porque perto da casa dela haviam muitas flores destas. - suspirou -
gostava de as poder comprar, mas infelizmente não tenho muito
dinheiro.

- Mas leve-as! Faço-lhe um preço
especial!

Yumiko tentou recusar, mas quando deu
por si já se estava a afastar da florista com um vaso de
hellebores negras nas mãos.

- Bem, ao menos foram baratas... -
suspirou.


***


Hikari preparava-se para se ir embora
da esplanada quando ao longe avistou algo que a interessou.

- Heeer, meninos esperem aqui! Ou então
vão já para casa! - disse e correu para longe.

- Hey! Mas isto é assim?! -
disse Aldebaran.

- Tem cuidado com a lira! - gritou
Antares.

- Adolescentes... - suspirou Regulus.


***


- Shuji-kun! - chamou Hikari.

O rapaz olhou e esboçou um
enorme sorriso:

- Hikari-chan! Que fazes por aqui?

- Vim fazer umas compras. E tu?

- Vim ver se comprava um livro de
exercícios.

- Hmmm, também precisava dum.

- Então anda. Fiquei de me
encontrar com o Matsumoto-kun para procurarmos juntos.

- Aaaargh... o Matsumoto-kun... -
pensou Hikari.


Não gostava da atitude do rapaz.
Sempre com um ar sério, era difícil falar com ele.
Achava que tudo o que as raparigas da escola de apoio faziam era
fútil e infantil.

- Vamos lá então. - disse
Hikari, ao menos podia passar uns momentos com Shuji-kun.


***


- Aquela rapariga não existe. -
suspirou Aldebaran. - Nós aqui a pensar numa forma de salvar o
universo e ela em vez de se aplicar a aprender a tocar lira, vai
passear e nem nos diz para onde!

- Sim... ainda acontece alguma
emergência e nem sabemos para onde ela foi! - concordou
Antares.

- Não se preocupem. - disse
Regulus. - Calculei que isto fosse acontecer, por isso pus um
localizador na sua mala. Já para não falar que fiquei
com o número de telemóvel dela.

- Waaah... Reggie tu pensas sempre em
tudo. - Aldebaran olhava para o amigo com um ar de respeito.

- Ao contrário de certas
pessoas... - picou Antares.

Mas desta vez houve algo que chamou a
atenção de Regulus:

- Pessoal, vocês vão
andando para casa, eu tenho de investigar algo! - e correu para
longe.

- Mas isto hoje está tudo
doido?!


***


Yumiko tinha entrado num restaurante de
fast food e preparava-se para pedir o prato mais barato, quando ouviu
um miado atrás de si.

- Oh! É o gatinho de há
bocado! - baixou-se para lhe fazer uma festa, pousando o vaso no
chão. - Então? perdeste-te da tua dona? Ela ficou tão
entusiasmada com a lira que se esqueceu de ti, não?

Mas a atenção de Regulus
prendera-se no vaso, assim que o vira. Aquela flor... ao ver aquela
flor teve um mau pressentimento.

- Mas o que é que tu estás
a fazer!! - gritou Yumiko ao ver o conteúdo do vaso espalhado
no chão.

As suas suspeitas estavam correctas! Na
base do vaso estava o símbolo das pleiades!

Quando Yumiko tentou endireitar o vaso,
Regulus assanhou-se e ameaçou que a arranhava.

- És um gato mau! Espera só
até eu encontrar a tua dona!

- Onde é que compraste este
vaso?! - rosnou Regulus.

Yumiko estava demasiado espantada com o
gato que falava para conseguir responder.

- Eu perguntei: onde é que tu
compraste este vaso?!

- Eu... comprei-o numa florista perto
do meu trabalho. - disse Yumiko cheia de medo do gato que falava.

- Leva-me até lá! E não
voltes a tocar nesse vaso. Está cheio de energia negra.
Durante a noite quando a planta não conseguir fazer a
fotossíntese, ela vai absorver a tua energia! Queima-a!

Yumiko não sabia o que se estava
a passar, um gato que falava e dizia que a planta que comprara era
maligna... Era tudo demasiado irreal. No entanto mostrou o caminho ao
gato.


***


- O Matsumoto-kun nunca mais chega. -
queixou-se Shuji.

- Sim, tens razão. - concordou
Hikari e no instante seguinte o seu telemóvel começou a
tocar. - Hmm, espera aí que eu vou atender.

- Hikari!! Daqui fala o Regulus! Vem o
mais rápido possível para a rua onde compramos a lira!
procura uma florista! Há um novo inimigo nessa área!
Apressa-te! - e desligou.

- Mas... - ela olhou para Shuji que
finalmente esboçara um sorriso pois já via Matsumoto a
subir a rua.

- Estava a ver que nunca mais chegavas!
- disse o rapaz.

- Desculpa, o autocarro atrasou-se e
perdi o comboio. - desculpou-se Matsumoto.

- Heer, Shuji-kun! - Hikari
aproximou-se. - Houve uma emergência e tenho de me ir embora o
mais rápido possível. Peço desculpa.

- Oh... que pena, mas se é uma
emergência eu compreendo. Vai lá descansada.

- Obrigada! Adeus! - e correu o mais
rápido que pôde para junto de Regulus.

- Tenho a impressão que ela não
gosta lá muito de mim. - murmurou Matsumoto.


***


Entretanto Regulus e Yumiko já
se encontravam em frente à florista.

- Foi aqui. - disse Yumiko tentando
recuperar o fôlego.

- Isto está impregnado de
energia negativa... Onde está a dona da loja?!

- Parece que não está cá
agora. - Yumiko entrou e perguntou à senhora idosa que estava
ao balcão se sabia do paradeiro da mulher que lhe vendera o
vaso de flores.

- Oh! foi até à estufa
tratar das hellebores negras.

- Sabe onde fica essa estufa?

- Oh sim, fica... - e deu-lhes as
indicações para chegar lá.

Uma vez fora da loja, Regulus disse:

- Rapariga, agora é melhor
ficares por aqui. Eu vou até à estufa com uma rapariga
que sabe o que fazer com aquela mulher.

- O meu nome é Yumiko. E já
que me arrastaste até aqui, quero saber o que se passa!

Regulus olhou de uma forma diferente
para a rapariga.

- De facto a minha intuição
nunca falha - deu um risinho. - Tu és a reencarnação
da Grande Cabra.

- Da grande quê?! - o gato
tinha-a ofendido.

- Não!! Não é
nesse sentido!!...


***


Hikari estava prestes a chegar à
rua que Regulus lhe indicara. Por fim, viu-o a discutir com a
rapariga que lhe vendera a lira.

- Regulus não era suposto
estares a perseguir o inimigo?! - interrompeu Hikari.

- Sim, mas ela não está
aqui.

- Mas sabemos onde ela está! -
disse Yumiko com um estranho entusiasmo.

- Regulus - Hikari fez uma pausa e
apontou para a rapariga. - O que é que ela está aqui a
fazer?

- Depois conto-te, agora temos de
enfrentar o inimigo!


***
(continuação em baixo)

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção
#10
(continuação)



Os 3 correram até ao local que a
senhora da loja lhes indicara. Ficava no meio de uma floresta onde
era impossível ver algo num raio de 10 metros devido a densa
vegetação.

- Temos de encontrar a estufa. - gritou
Regulus

- Estou a vê-la! - Yumiko
apontava para a esquerda.

Dirigiram-se para lá e entraram
de rompante.

No interior encontravam-se milhares de
hellebores negras e no meio delas... estava Maia, a pleiade mais
bela.

- Pela cicatriz que tens na testa posso
deduzir que és Regulus, o guardião do Norte. - disse
Maia numa calma stressante.

- E pelo símbolo que fazes na
base dos teus vasos posso dizer que és uma pleiade. - disse
Regulus.

- Sim. Sou Maia. A mais velha das 7
irmãs Pleiades. Agora que fizemos as apresentações,
suponho que me queiram atacar, não é verdade? - a
pleiade levantou os braços e as hellebores ganharam vida.

- Transformem-se! - gritou Regulus.

- Vega Star Power! Make Up!

- O quê?! - gritou Yumiko.

Sailor Vega já se transformara e
tinha a Alpha Lirae nas mãos pronta para se defender dos
ataques de Maia.

- Toma este medalhão e grita:
Capella Star Power! Make Up!

Yumiko assim fez e tal como Hikari,
também foi envolta em luz, mas desta vez de uma cor azul. Uma
safira brotou da sua testa dando-lhe um uniforme da sua cor, do peito
floriram pequenas flores cor de rosa que se transformaram num laço
dessa cor. Por fim a luz libertou-a.

Sailor Capella aparecera!

- Aaaah, ajudem-me!! - Maia começara
a andar na direcção de Hikari e esta não
conseguia atacar as Hellebores e defender-se da pleiade ao mesmo
tempo.

- Amalthea's Horn! - gritou Sailor
Capella e no instante seguinte um corno que se assemelhava a uma
trompa pousava na sua mão.

Capella soprou o chifre e formou-se um
vento demoníaco na estufa. Um pequeno tornado que arrancou
todas as hellebores dos vasos e prendeu Maia no seu centro.

- Hikari! Toca a melodia da tua
constelação! - gritou Regulus.

- Sim! - gritou ela, apesar de não
saber como. No entanto as suas mãos pareciam saber.

- Não! Tirem-me daqui! Naaaaaao.
- o corpo de Maia tornou-se cinzento e desfez-se em pó.

Regulus dirigiu-se para a zona onde o
pó assentara.

- Tsk... foi como eu pensei.

- O quê, Regulus? - perguntou
Hikari.

- Esta já não tem o seu
cristal.

- Qual cristal? - inquiriu Yumiko.

- Isso agora não interessa. É
preciso queimar esta estufa.

- Queimar?! Aqui no meio da floresta?!
Ainda provocamos um incêndio! - exclamou Hikari.

- Temos de o fazer, não podemos
deixar estas flores vivas. - justificou-se Regulus.

- Nesse caso temos do fazer com muito
cuidado - suspirou Yumiko e olhou para o céu.

Uma águia voava em círculos
lá no alto. Mas de um instante para o outro desceu a pique
para o meio da floresta e Yumiko deixou de a ver.

Entretanto no meio da folhagem densa
que rodeava a estufa, havia uns olhos que espiavam todos os seus
movimentos. Os olhos pareceram focar-se em Sailor Vega.

Ouviu-se um agitar das folhas e o vulto
sobressaltou-se. Mas logo de seguida acalmou-se ao ver que era apenas
uma águia.

- Alshain! - chamou o vulto e
posicionou o braço de modo a que a águia pudesse pousar
nele.

A ave fez exactamente o que o vulto
esperava e seguiu o olhar do seu mestre para dentro da estufa.

- Parece que ela hoje ela não
precisou da minha ajuda. - sussurrou o vulto.




***




- Kino-san! Não fiques para
trás! - chamou uma mulher de forma jovial.

O seu chamamento dirigia-se para uma
mulher de cabelos castanhos, olhos verdes e bastante alta. Devia ter
à volta dos 30 anos e olhava fixamente para o estabelecimento
de uma florista.

- Esperem só um bocadinho! Eu já
venho! - e entrou na loja.

- Boa Tarde! - saudou a senhora de
idade que se encontrava atrás do balcão.

- A senhora por acaso tem licença
para vender estas flores? - perguntou Kino-san apontando para as
hellebores negras.

- Ah menina, desculpe, mas eu não
sou a dona da loja. Aliás, eu nem trabalho aqui. A senhora
Maia é que é a dona, chamou-me para vir aqui hoje à
tarde porque ela precisava de se ausentar. No entanto já lá
vão umas boas horas... ela disse que precisava apenas de uma.

- Pois... compreendo. Mas eu também
tenho uma florista e posso garantir-lhe que não é
possível vender estas flores de forma legal. Aconselho-a a ter
cuidado com a tal senhora Maia.

- A sério? Oh meu deus... - a
senhora ficou muito agitada - se a polícia chega aqui e me
apanha com isto, ainda me prendem! E eu não tenho nada a ver
com isso! Oh meu deus... vou fechar a loja imediatamente!

A senhora saiu de trás do balcão
e veio para a rua mais a senhora Kino. Quando virou a chave para
trancar a porta ouviu-se um estrondo vindo do interior. As duas só
tiveram tempo de fugir para o outro lado da rua. E no instante
seguinte o edifício ruía completamente.




***




Gritos.


Gritos ecoavam no quarto negro.

Se eram gritos de medo, desespero,
ansiedade ou de alegria, ninguém conseguía dizer.

Mais uma vez a porta abriu-se e a
silhueta olhou lá para dentro.

- O que se passou agora? - perguntou.

- Ele está vivo. O maldito está
vivo! Aaaaaaaaaaaaaaah. Ele tem de morrer, tem de morrer, tem de
morrer, eu vou mata-lo com as minhas próprias mãos.
Assim que eu puder, eu vou matá-lo!

- Será que finalmente
visualizaste o teu guardião encantado? - desta vez quem sorria
era a silhueta.

Um vulto negro deslocou-se mais rápido
do que o olho humano consegue acompanhar do negrume do quarto para a
luz da porta e agarrou o pescoço daquela que falara.

- Não te atrevas a chamar-lhe
isso. - sussurrou de um modo louco fitando-a nos olhos. A silhueta
começava a sentir o ar a faltar e apenas conseguiu anuir. As
mãos largaram-na. E a personagem do quarto escuro voltou para
o seu lugar.

- De qualquer maneira tu não te
podes rir muito. - os risinhos voltaram. - Voltaste a perder uma
irmã.

A silhueta engoliu em seco.

- Sinceramente não sei porque é
que a nossa senhora vos dá tanto crédito... Nem
conseguem vencer uma guerreira aprendiz. Bem neste caso eram duas.

- Apareceu outra senshi?!

- Sim... mais uma. Sailor Capella. A
Grande Cabra. Eu informarei a nossa senhora. Tu vê se treinas
melhor as tuas irmãs. Já só te sobram 4.

- Assim farei. - e a porta fechou-se.




***




- O quê?! Tu vais ensinar-me a
tocar lira? - exclamou Hikari.

Estavam no quarto de Hikari.

- Sim. Estou a estudar para entrar no
conservatório de música, por isso já aprendi a
tocar há bastante tempo. - disse Yumiko.

- Mas isso é fantástico!
Assim escuso de estar a pagar a um professor!

- E assim fica tudo em família.
- completou Antares.




___________________________

Nota da Autora: Antes que me queiram
matar por ter usado o termo "Grande Cabra" deixem-me
explicar porque o usei:

Capella vem do latim e signigica
"pequena cabra". Esta estrela tem este nome em homenagem a
Amalthea, uma cabra da mitologia romana, a quem Júpiter partiu
um corno por engano. Esse corno foi transformado na "cornucópia",
o corno da abundância. Este corno tinha o poder de dar ao seu
portador tudo aquilo que ele desejasse. Normalmente este corno é
representado como estando cheio de fruta e vegetais.

Regulus usou aquele termo para fazer
uma referência à origem do nome da estrela Razz

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção
#11
reencarnação da Grande Cabra.!!! sim tem logica vendo a origem.... mas fartei-me de rir!!!! a rapriga deve ter ficado tão ofendida!!!!!!

kuando é k postas o proximo???
#12
lol, por acaso foi uma piada que me saiu ali na hora XD sabia que mais cedo ou mais tarde iria fazer uma piada relacionada com cabras, mas aquela foi espontânea XD

em relação ao quarto capítulo: ainda o estou a escrever e está a ficar ENORME! maior do que os anteriores...
Vou ter lhe de fazer uma revisão para ver se tudo aquilo será necessário, ou se posso dividi-lo em vários capítulos Pensativo mas vou agora ver se o acabo Wink
Penso que amanhã já vão poder lê-lo Wink

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção
#13
Novo capitulo???? Enorme??? Espctaculo!!!!!!! Melhor ainda!!!! Fico á espera...
#14
Eu espero não me vir a arrepender disto...

de facto, o quarto capítulo já está escrito. Mas ainda nem toquei no 5º ^^U e normalmente não gosto de postar um capítulo antes de ter começado a escrever o seguinte, pois posso lembrar-me de algo entretanto que poderia ter acrescentado no anterior =/

Mas este capítulo já está enorme e não me estou a ver a acrescentar-lhe mais nada... Por isso cá vai:

____________________________________________

4º CAPÍTULO - O GATO MIMADO. A CAÇADA. SAILOR SIRIUS.


Já se tinham passado algumas semanas desde que Yumiko se juntara à equipa. Durante esse tempo não tinha havido qualquer movimento da parte das forças algolianas. Mas Regulus continuava inquieto.
- O facto das pleiades estarem a vender hellebores negras diz muita coisa... - remoía entre dentes.
- Sim... se bem me lembro, essa flor é um dos símbolos de Algol. - confirmou Antares através da web-cam.
Os dois encontravam-se em casas diferentes. Finalmente Hikari contara à mãe que tinha 3 gatos em casa. Esta ficara possessa:
- Sim, podemos ter um gato. Mas só um! Fazes ideia do que custa tratar de 3 gatos ao mesmo tempo?!
Então Yumiko voluntariou-se para ficar com os restantes gatos, mas a sua mãe dissera a mesma coisa, que só podia ficar com um deles.
Ficou decidido que Yumiko ficava com Regulus e Hikari ficava com Aldebaran e Antares, até encontrarem a 3ª senshi. Hikari teve de explicar à mãe que iriam ficar com dois gatos até encontrarem alguém que quisesse ficar com o que sobrava.
- E temos de encontrar a 3ª senshi rapidamente. - reforçou Aldebaran. - Não aguento mais as manias do Antares!!
- Tu é que não aguentas?! Eu não sei como é que tu sobrevivias no teu planeta! Não tens o mínimo de organização e...
- Meninos, eu estou a tentar estudar!! - gritou Hikari do outro lado do quarto.
Os exames de admissão ao ensino secundário estavam a aproximar-se e tanto Hikari como Yumiko estudavam quase todo o dia. Só paravam quando se encontravam para as lições de música. Hikari tinha feito alguns progressos. Já reconhecia as cordas, mas o seu ritmo para tocar melodias ainda não era muito bom.
- Oh, estou farto desta casa! - explodiu Antares e fugiu pela janela.
- Raios o partam... - desabafou Aldebaran - Sempre com a mania de que é um principe.

***

Antares caminhou pelas ruas de Tóquio.
- Mal posso esperar para encontrar a 3ª guerreira. Já não consigo viver naquela casa. - resmungava e de seguida suspirou - Tenho saudades do meu castelo.
Antares sempre fora o típico príncipe rodeado de luxo. Não conseguía entender como Aldebaran se contentava com a vida actual que tinham.
- E de que me adianta ter um cartão de crédito se não o posso usar... Sou apenas um gato!! E neste planeta os gatos são estúpidos!!
Estava ele no meio da sua conversa mental e não reparou que dois dobermanns saiam de uma limusina estacionada no passeio oposto. Para seu grande azar, os dobermanns deram pela sua presença e conseguíram libertar-se das mãos do motorista.
- Fifi!! Lulu!! - gritou uma voz feminina de dentro da limusina.
Antares ouviu o ladrar dos cães e olhou a tempo para os ver quase em cima de si. Foi o "pernas para que vos quero" e começou a fugir pela rua fora, fintando os transeuntes, deixando-os desnorteados. Felizmente os cães eram maiores e não conseguíam passar por entre as pessoas tão facilmente. O gato estava a ganhar uma boa distância. Quando achou que tinha despistado os animais, descansou num beco escuro.
- Uff... pensava que era desta. - suspirou e de seguida fechou os olhos de raiva - Que humilhação!! O príncipe de uma constelação inteira a ser perseguído por cães terrestres!! Simples cães! Seres inferiores e... - algo o fez parar de falar.
Os dobermanns estavam à entrada do beco e olhavam para ele deliciados. Começaram a andar lentamente em direcção ao gato que não tinha sitio onde se esconder.
- Fifi!! Lulu!! Suas meninas feias!!! - gritou uma rapariga aparecendo por detrás dos animais, deu uma palmada em cada um e eles ficaram mansos num instante. De seguida ela agarrou nas trelas e deu-as ao motorista que a seguía.
- Estás bem, gatinho? - a rapariga tinha-se agachado e estendia uma mão a Antares.
Antares olhou desconfiado. Quem seria aquela pessoa. No entanto vestia-se bastante bem. Gostava do aspecto dela. Fazia-o lembrar-se das damas que habitavam a corte do seu planeta.
- Anda, eu não os deixo fazerem-te mal. - continuou a rapariga.
- Menina Margaret, que pretende fazer com o pobre animal? - perguntou o motorista.
- Ele está tão assustado, pobrezinho. Queria leva-lo para casa e dar-lhe algo de comer.
- Mas ele parece bem alimentado. Se calhar já tem um dono. Não será melhor deixa-lo onde está? E a menina já tem dois cães.
- Oh! Fifi e Lulu são demasiado grandes para as poder ter dentro de casa. Elas passam o tempo todo no jardim. Eu queria um animal que eu pudesse estar comigo em qualquer lugar.
- Mas e em relação ao dono?
- Se ele tiver um dono ele sabe como ir lá ter. Não é gatinho?
Antares estava a gostar da situação. A menina Margaret, como o homem lhe chamara, parecia de uma família abastada. Tudo o que ele procurava de momento. E ao mesmo tempo parecia gostar dele. Se entretanto descobrisse que a rapariga era completamente doida, sempre poderia fugir.
- Miaaaau - ronronou Antares satisfeito e esfregou o focinho na mão de Margaret.
- Vês Robert? Ele parece gostar de mim!

***

Entretanto Hikari tinha ido para a escola da apoio. Não podia estar a preocupar-se com o paradeiro de Antares. Ele era um gato com consciência humana, por isso sabia bem o que fazer.
- Tenho é de preocupar-me com o exame de Matemática. - pensou enquanto entrava na sala de aula.
A professora ainda não tinha chegado e os alunos conversavam livremente.
- Hey Shuji-kun! - Disse Hikari sentando-se no lugar do costume em frente ao rapaz, mas este apenas lhe acenou. Parecia estar a meio de uma conversa séria com Matsumoto.
- Mas estás a pensar ir? - perguntava o colega de carteira.
- Ainda não sei. - respondeu Shuji cabisbaixo. - Aquele não é o meu meio.
- Pois, ainda por cima parece ser uma coisa de alta sociedade.
- Exacto! Não sei se me vou conseguir comportar como deve ser.
- Mas vocês têm de falar. Não podem ficar neste impasse durante tanto tempo, isto já dura há quanto tempo?
- Há uns meses. Desde o verão passado.
- Bolas, eu é que não aguentava tanto tempo! Deves gostar mesmo dela!
Hikari sentiu o seu coração a apertar. De que é que eles estavam a falar? Shuji tinha uma namorada?! Não podia ser...
- Já nem sei o que sinto. Ela pareceu desinteressar-se e eu também deixei andar.
- Mas ela agora marcou um encontro contigo. Devias ir.
- Sim... penso que sim. Temos de esclarecer as coisas. Mas eu preferia que fosse uma saída a dois, entendes? Agora ela convida-me para um evento social organizado pelo pai dela!
- De facto não é lá muito conveniente.
- Mas temos de acabar com isto. Já não dá mais... - nesse instante a professora entrou na sala e tiveram de cessar a conversa.
Hikari sentia-se terrivelmente mal. Afinal não sabia nada da vida de Shuji. Fora completamente posta de parte. E para além do mais ele tinha uma namorada! Ou pelo menos parecia ter...

***

Antares ficou boquiaberto com a casa para onde a rapariga o levara. Parecia um pequeno castelo. Cheio de mordomos e empregados a cumprimenta-los para onde quer que fossem.
- É como tivesse voltado a casa - pensou o pobre gato.
- Agora ficas aqui que eu já volto com comida. - disse ela pousando-o no interior do quarto. - E não arranhes nada, está bem? Senão eu zango-me contigo!
A rapariga abandonou o quarto e Antares ficou a observar o ambiente que o rodeava.
Ao contrário do que ele imaginara, não era o típico quarto de uma princesa. As paredes tinham bastantes molduras, mas ao invés de lindas pinturas, tinham posteres de celebridades terrestres. Uma delas até reconheceu como sendo a que Hikari idolatrava. No entanto também haviam fotografias tiradas a diversas paisagens e acompanhada de pessoas diferentes. Antes que tivesse a oportunidade de estudar o resto do quarto, a porta voltou a abrir-se e a rapariga entrou com uma bandeja numa mão e um telefone na outra.
- O quê? Uma festa? Qual é o tema? ... Uma caçada? Outra vez?... Sim papá. Não vou faltar.... Mas posso levar um gatinho comigo? Encontrei-o hoje e é tão fofo. E não te preocupes, ele está bem tratado de não será vergonha nenhuma. Posso papá?... A filha do dono da empresa tinha um na festa da embaixada! Ficou tão elegante!... Oh, obrigada papá! Até logo!
- Gatinho! Vamos a uma festa amanhã à tarde. - disse Margaret sorrindo para Antares.
- Uma festa? Interessante. - pensou o gato.

***

Quando Hikari chegou a casa já era quase de noite.
- Encontraste o Antares? - exclamou Aldebaran assim que a viu.
- Mas achas que eu não tenho mais nada que fazer do que procurar o estúpido do gato? - parecia bastante abatida e a pergunta irritara-a.
- O que é que se passa contigo?
- Nada... - e atirou-se para cima da cama.
- Hei! não durmas! Precisas de treinar o teu ritmo e...
- OH ALDEBARAN CALA-TE!!! - explodiu Hikari - Achas que eu ando pouco stressada?! Tenho estudado o tempo inteiro! E quando não estou a estudar, estou a tocar lira! Há já semanas que não tenho um tempinho para mim! Nem sei se a Minako lançou algum single entretanto, nem qual o andamento do dorama das 19horas! E nunca mais consegui costurar o que quer que fosse para o clube de teatro! felizmente que eles não têm precisado de nada. Eu quero dormir, quero descansar, quero divertir-me! Estou farta de toda esta pressão!
Aldebaran baixou as orelhas. Conseguía ver o estado de Hikari. Mas não a podia deixar desistir. Ela tinha de se aplicar, ela era a esperança do universo.
- Hikari, tu sabes que a salvação do universo depende de ti.
- E da Yumi-chan também! Porque é que vocês não fazem tanta pressão com ela?
- Mas o Regulus faz! A Yumiko precisa entender como funciona o corno da Amalthea. É nisso que ela se tem aplicado nos últimos dias. Já conseguiu fazer com que saísse alguma fruta e vegetais de lá de dentro. Se bem que ainda não eram completamente comestíveis...
Hikari sentia-se tão cansada. Se ao menos não tivesse exames, se ao menos não tivesse a tarefa de salvar o universo...

***

Antares não foi dormir a casa. Em compensação dormiu numa pequena cama com lençóis de seda. Devia ser de alguma boneca que Margaret tivera quando era criança. Na manhã seguinte acordou com o chamado da sua nova dona.
- Boneco! - mas que raio de nome ela lhe fora ela dar... - temos de nos levantar cedo. A festa começa daqui poucas horas.
A custo, Antares abandonou a cama onde dormira profundamente até há poucos minutos.
- Bem, lá vamos nós.

***

- Hey Hikari! Já há noticias do Antares? - perguntou Yumiko através da web-cam.
- Nem por isso. - respondeu a rapariga. - De qualquer maneira, se ele tiver problemas, pode contactar-nos através do intercomunicador do Regulus.
- Epah, nem me fales no nome desse gato. - Yumiko baixou a cabeça num gesto de exaustão.
- Então?
- Ele não me deixa em paz por um segundo! Está sempre: Yumiko, já conseguíste descobrir os segredos da trompa? Yumiko, não podemos perder tempo, Yumiko... Aaaaargh.
- O Aldebaran faz o mesmo comigo. - desabafou Hikari.
- Epah, é que o Regulus é um óptimo professor e explica muito bem, mas depois fica completamente obcecado com aquilo!
- Bem, parece que o Regulus consegue ser ainda pior - sorriu Hikari.
- E tu não me pareces muito bem. - Yumiko parecia preocupada - Passa-se alguma coisa?
- É só o cansaço destes últimos dias... Felizmente já falta pouco para os exames. Mal posso esperar por ir para o karaoke despejar as minhas frustrações.
Yumiko riu-se. - desculpa, mas não sou grande companhia para karaokes.
- Oh! porque não?! Tu até estudas música e tudo!
- Música clássica. Estas músicas novas só me confundem o espírito.
Hikari ouviu um bocejar atrás de si. Aldebaran acordara.
- Já há noticias daquele anormal? - perguntou.

***

Antares estava feliz da vida. Viajava numa limusina ao colo de uma bela rapariga.
- Life is good - pensava o gatinho. A única coisa que o preocupava era o rosnar baixo dos cães na parte de trás da viatura. Mas nada lhe aconteceria enquanto estivesse nos braços da doce Margaret.
Poucos minutos depois a limusina imobilizava-se e a porta abriu-se.
- Menina Margaret, chegamos. - disse o motorista.
- Sim. Vou procurar o papá. - disse ela euquanto saía do carro.
- Maggie! - exclamou uma voz vinda do seu lado esquerdo.
Margaret olhou e viu a pessoa que menos desejava: Chie.
- Chie! Não sabia que vinhas. - disse tentando parecer correcta, quando no fundo queria fugir dali o mais rápido possível.
- Sim, a festa foi marcada tão em cima da hora que ninguém sabia se vinha. Oh! vejo que mudaste de animal de estimação!
- Sim. Este é o Boneco.
- E que aconteceu à Lulu e à Fifi? Parecias adorar aquelas duas. Cansaste-te delas?
- Não. Estão na parte de trás da limusina. Hoje vão para a caça.
- Ah, então sempre vais participar. Cuidado, ouvi dizer que o animal em questão é bastante esperto.
- De que animal se trata?
- Uma corça de cornos dourados.
Antares sobressaltou-se ao ouvir aquilo. Aquela descrição não lhe era estranha. Mas não se conseguía lembrar onde a ouvira.
- Cornos dourados? Nunca tinha ouvido falar dessa espécie.
- De facto acho que só existe esta. E segundo me disse a Ayami, parece que apareceu de repente nas matas da família. Ninguém sabe de onde ela veio. E todos os que a tentaram apanhar ficaram gravemente feridos.
- A sério? Bem terei de ter cuidado então. Peço desculpa, mas tenho de encontrar o meu pai. - e com esta desculpa conseguiu sair dali.
Antares sentiu que havia algo a queima-la por dentro.
- Aquela exibicionista!! Só para me dizer que está de boas relações com a filha do dono da festa. - Margaret respirou fundo - mas eu vou-lhe mostrar. Vou apanhar aquela corsa e tornar-me na melhor amiga da filha da família mais rica do Japão.
Mas a cabeça de Antares estava noutro lugar. A corça dourada...
Entretanto Margaret aproximara-se dos limites da floresta onde decorreria a caçada. Antares começou a sentir-se mal disposto.
- Mas o que é isto? Tanta energia negra concentrada! É como se estivesse no centro do domínio algoliano. - pensou o gato quase caindo dos braços daquela que o transportava.
- Estás bem boneco? Se calhar é melhor ir pôr-te ao carro. Não me pareces muito bem disposto.
Se Antares pudesse falar, ele teria agradecido a sugestão. Assim poderia falar com Regulus sobre as suas suspeitas.

***
(continua em baixo)

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção
#15
(continuação do 4º capítulo)

Shuji sentia-se tudo menos confortável. Nem sabia o que estava a fazer naquela celebração.
- Acho que só vim mesmo porque o Matsumoto me obrigou. - o amigo dera-lhe boleia na sua mota até perto do local da cerimónia.
- E põe tudo em pratos limpos! - dissera-lhe.
- Se é que existe algo para ser limpo... - suspirou cabisbaixo.
- Shuji-kun? - chamou uma voz feminina.
Shuji tinha medo de levantar os olhos. Sabia bem a quem pertencia a voz e não se sentia minimamente preparado para falar com ela. No entanto a curiosidade venceu-o e olhou para ela. Ayanami continuava linda como sempre. Os seus longos cabelos negros estavam agora penteados em vários canudos que lhe caiam pelas costas. Vestia a sua moda preferida: Elegantic Gothic Lolita e o seu traje estava perfeito, fazia-a parecer uma pequena boneca de porcelana com toques góticos. No entanto não perdia a sensualidade que o seu corpo adolescente lhe proporcionava. O toque final era uma sombrinha de renda negra, típica de uma gothloli.
- És mesmo tu! Pensei que não virias! - ela correu para ele com um enorme sorriso.
- Sim...
Não muito longe dali os convidados começavam a preparar-se para a caçada.
- Não vais participar, Haruka? - perguntou uma bela mulher de cabelos verdes.
- Nah. Nunca me interessei muito por caça. Além disso não temos cães. - respondeu a mulher alta de cabelos loiros curtos que a acompanhava.
- Ainda bem que não vão, minhas senhoras - disse um senhor baixo e de barba branca, perto delas.
- Porque diz isso? - perguntou Haruka.
- Trabalho nesta casa há mais de 20 anos e nunca vi ninguém a vir tão apavorado daquela floresta, como desde que aquele animal apareceu cá...

***

- Regulus! Regulus, responde por favor!! - chamou Antares pelo intercomunicador.
- Daqui fala o Aldebaran. Que é que fizeste agora, oh sua majestade...
- Não é altura para brincadeiras!! Creio que estou no meio de um ataque das pleiades!
- O quê?!
- Diz-me Aldebaran: uma corça de cornos dourados, diz-te alguma coisa? - fez-se silêncio do outro lado.
- Taygete... - disse Aldebaran com a voz mais séria do que o costume. - É uma pleiade. Viste algum animal desses por aí?!
- Não, mas estou prestes a ver. Vão fazer-lhe uma caçada.
- Não deixes as pessoas irem atrás dela! Percebeste?!
- Sim, vou tentar. E vocês venham para aqui o mais rápido possível!!

***

Margaret continuava à procura do pai, mas sem efeito. Entretanto soou uma voz dos altifalantes.
- Caros senhores, dentro de momentos irá iniciar-se a caçada. É favor prepararem-se para o evento.
Os convidados começaram a agitar-se e a dirigir-se para fora do recinto dos comes e bebes.
- Bolas... Acho que não é hoje que consigo ver o meu pai. Tenho de ir preparar Fifi e Lulu. E mudar de roupa. - Não podia ir para o meio da floresta com aquele vestido.

***

Antares estava a sair do carro quando ouviu o anúncio e sentiu o sangue a congelar.
- Que é que eu faço agora?! - pensou em pânico. E no instante seguinte aparecia Margaret a correr para o carro.
- Olá boneco! Parece que já estás melhor! Olha vai um bocadinho para a rua que eu tenho de ver se mudo de roupa. - mas quando disse isto desequilibrou-se no vestido e caiu com a cara no chão.
- Aaaaargh, eu não acredito!!! - gritou e apressou-se a tirar a terra que lhe tinha ficado na cara.
Então Antares viu algo que não esperava. Na testa da rapariga havia algo. Um símbolo!
- Tu és uma senshi! - gritou.
Margaret ficou petrificada. Mas de seguida relaxou.
- Deve ter sido impressão minha. - e entrou dentro do carro. Poucos minutos depois já se encontrava cá fora com um fato diferente. - Agora estou pronta! - e foi ter com o resto dos caçadores.
- Acho que já sei o que vou fazer... - ronronou Antares e seguiu a rapariga.

***

Na zona da partida, os participantes já se estavam a preparar. Margaret correu para junto de Robert que segurava Lulu e Fifi pelas trelas.
- Obrigada Robert!
- Deseja que eu cuide do gato enquanto a menina está ocupada? - disse enquanto lhe dava a espingarda.
- O gato está no carro. Não te preocupes com ele. - Margaret verificou se a sela do cavalo não tinha problemas - Parece estar tudo em ordem. Robert, diz ao júri que já estou pronta.
- Sim, menina.
O que Margaret não viu foi Antares a entrar numa das sacolas que estavam presas à sela.
Assim que todos os participantes afirmaram que estavam prontos, foi dada a partida:
- Que se inicie a caçada! - e os cães foram soltos e seguídos pelos seus donos montados a cavalo.
Felizmente para Margaret, não era a primeira vez que participava numa caçada. Quando era pequena juntara-se ao pai nestes eventos por diversas vezes. Sabia todos os segredos sobre onde se escondiam os coelhos e as raposas. E Fifi e Lulu para além de serem cães de guarda, também tinham sido especialmente treinadas para a caça na floresta.

***

Já há meia hora que começara a caçada e Margaret andava perdida na floresta mais as suas cadelas.
- Porque é que vocês não estão a apanhar o rasto do animal? - perguntou em voz alta.
- Tens de o encontrar o mais rápido possível. Já não aguento mais o calor dentro desta mochila. - disse Antares pondo a cabeça fora da sacola.
Margaret assustou-se e puxou as rédeas do cavalo que se empinou. Por pouco não caíram os 3.
- 'Tá quieta, parva burra! - gritou o gato. - Sim, eu falo mas não te quero mal nenhum. Só quero que apanhes aquele bicho!
No instante seguinte Fifi começou a correr e Lulu seguiu-a.
- Parece que encontraram o rasto! Corre atrás delas! - disse Antares.
Margaret fez o que ele lhe disse, mas sempre a olhar de lado para a cabeça do gato que saía da sua sacola de munições.

Ouviu-se uma explosão a poucos metros à frente e viram algumas labaredas.
- Raios! A maldita pleiade já apanhou alguém! - praguejou o gato.
- Se calhar é melhor pararmos por aqui. - disse Margaret receando as chamas.
- Margaret, a vida de todos os participantes desta caçada depende de ti!
- De mim? Mas porquê?
- Porque me carregas a mim na tua sacola! E eu sou o único que te pode dar poder para destruíres aquela corça do demónio!
- Han?! - Nada daquilo fazia sentido.
- Limita-te a seguir a corça!

***

Do local onde os convidados esperavam pelos caçadores, começaram a ver-se as chamas da recente explosão.
- Mas o que será que eles estão a usar contra o pobre do animal?! - perguntou alguém.
- É mais: o que é que o animal está a usar para destruir os caçadores... - murmurou o velhote de barbas.
Nesse instante 4 figuras entraram sorrateiramente na floresta. Não viram é que estavam a ser seguidas...

***

- Consigo ouvir os seus cascos a bater no solo! - gritou Margaret cheia de adrenalina.
No entanto não conseguíam avistar o animal. Por vezes tinham o vislumbre da pelagem do bicho, mas nunca o tinham visto por inteiro.
- Estou a ouvir água a correr... - informou Antares.
- Deve haver um ribeiro aqui perto. Óptimo! É o melhor sitio para encurralar a presa! - Margaret estava excitadíssima no seu papel de caçadora.
A rapariga fez o cavalo suspender a marcha, deu a entender a Antares para não fazer barulho e chamou silenciosamente os dois cães. Desmontou e prendeu o cavalo a uma árvore. Preparou a espingarda e de seguida avançou pelo meio da folhagem fazendo o mínimo de ruído possível.
Já conseguía ver o ribeiro. Pesquisou toda a margem com o olhar, mas não havia sinais da corça.
- Onde é que ela estará... - até o seu pensamento parecia ecoar no silêncio que se gerara.
Por fim ouviu-se o restolhar das folhas. Margaret apontou a espingarda para o local de onde viera o som. A corça estava a aparecer, mas...

***

- Parou finalmente. - informou Yumiko que olhava para um pequeno ecrã que indicava a localização de Antares.
- Está muito longe? - perguntou Hikari que já tinha imensos arranhões provocados pela vegetação.
- Devemos chegar lá dentro de 10 minutos.
Ao longe ouviu-se um grito e um disparo.

***

- AAAAAAAH! - Margaret não conseguiu evitar o grito de terror quando viu a corça.
O corpo era todo o de uma corça, mas no lugar do focinho encontrava-se uma cara humana.
Infelizmente para ela, o animal tinha-a visto e agora encarava-a com olhos ameaçadores.
- Viste o que não devias. - disse a corça, ou a cara que estava na corça - Tens de morrer. - Baixou a cabeça e apontou as hastes douradas para Margaret.
- NÃO!! - Margaret disparou à toa, mas parecia que os tiros não tinham qualquer efeito no animal, que começou a correr na sua direcção.
Mas vindos por detrás dos arbustos, vieram Fifi e Lulu que atacaram a corça e a fizeram mudar de direcção no último segundo.
- Margaret defende-te!! Toma isto e grita...
- "Sirius Star Power! Make Up!"
Uma luz avermelhada tomou conta do corpo de Margaret. Uma tiara com uma pedra vermelha formou-se na sua fronte e estendeu-se ao resto do uniforme, flores azuis escuras, quase negras floriram do peito e criaram um laço da mesma cor. Agora a luz deslocava-se para Fifi e Lulu e estas ganharam armaduras no lombo e na cabeça.
- Sailor Sirius. - Antares fez uma vénia.
Margaret olhava para si e para as suas cadelas.
Entretanto Taygete voltara a levantar-se e preparava-se para atacar novamente, mas Fifi e Lulu voltaram a ataca-la, mas desta vez com mais dificuldade, pois perderam o efeito surpresa de anteriormente.
- Margaret, diz-me: de que é que tu te lembras quando vez esse uniforme?
- De... - Margaret puxou pela cabeça - fogo, calor!
- Fifi!! Lulu!! recuem! - chamou.
As cadelas obedeceram, mas sem tirar o olhar da inimiga.
- Dog's Heat! Dog days of Nile! - gritou.
À sua frente formou-se uma coluna de fogo que aumentou e foi disparada na direcção de Taygete. Mas a inimiga criou uma bola de energia à sua volta e a custo resistiu ao ataque. No entanto a energia para se defender foi tanta que a terra começou a tremer e as suas vibrações chegaram até cerca de 4 quilómetros de distância.

***

- Uaaaaah, um tremor de terra!! - gritou Hikari e agarrou-se à árvore mais próxima.
- Parece que está a haver uma batalha! - gritou Aldebaran.
- Estamos quase lá! - encorajou Yumiko - É só atravessar o ribeiro e aaaaaaaaaaaaaaah!!!
A onda de calor atingiu-os e fê-los cair para trás.
- O que é que foi isto?!! - Hikari já não sabia de que mais se haveria de defender.
- É o poder de uma nova senshi! - exclamou Regulus. - corram! ela precisa da nossa ajuda!

***

Margaret estava exausta. Aquele poder usara todas as suas forças. Mas parecia que a sua inimiga também ficara abalada, pois tal como ela não se mexia do seu lugar. Sirius tentou agarrar a espingarda que deixara caída. Mas nesse instante a sua inimiga voltou a atacar.
- Amalthea's Horn!! - um trovão caiu na frente da corça.
- Alpha Lirae!! - e Hikari começou a tocar a sua música.

A corça contorceu-se e os seus cornos começaram a derreter. No instante seguinte transformara-se em pó.
- Conseguimos! - gritou Vega e abraçou-se a Capella.
- Hmm... Quem são vocês? - perguntou Margaret.

***

O quarto escuro.
Alcyone caminhou mais uma vez em frente à porta deste estranho quarto.
- Parece que está a cantar... - murmurou e abriu a porta.
- Um, dois, três. Um, dois, três. Ave, gato, cão. Ave, gato cão. Que se seguirá? Que se seguirá? Lá lá lá - ouviu-se do interior do quarto.
- Eu sempre soube que tu nas as batias todas, mas nunca te imaginei a cantar. - comentou Alcyone.
- Temos de comemorar. Apareceu a terceira senshi da aliança. Lá lá lá.
- Achas que isso é motivo para celebrar?
- Ah e também conseguimos uma nova senshi para a nossa senhora. lá lá lá.
- Bom, isso já são boas notícias.
- É? Não é? Infelizmente para ti perdeste mais uma irmã. lá lá lá. Mas esta deu mais luta. Talvez porque não tinha nada a perder. Pobre Taygete. Eu gostava dela. lá lá lá.
- Informarei a nossa senhora.
- Não precisas... ela já sabe. Lá lá lá.
E a porta fechou-se.

***

Apesar de esgotada, Margaret tinha de voltar para a festa. Não podia desaparecer assim, por isso muito a custo arrastou-se para o dorso do cavalo que felizmente não fugira.
- Obrigada pela vossa ajuda. - disse as raparigas e aos gatos.
- Não tens de quê. Aliás, vamos precisar de ti para nos ajudares. - disse Hikari.
- Sim... o Boneco já me disse qualquer coisa.
- O Boneco?! - fez Aldebaran - Será que ela está a referir-se ao... - o seu olhar prendeu-se em Antares que corou violentamente. Aldebaran explodiu em gargalhadas - Bonequinho Ahahahaha.
- Raios partam... - praguejou Antares e de seguida falou para Margaret - Eu vou contigo! - e voltou para a sacola.
- Adeus Bonequinho! - despediu-se Aldebaran com lágrimas nos olhos de tanto rir.
Margaret picou o cavalo e lá foram eles. Quando chegou ao recinto onde iniciara a caçada encontrou a maioria dos caçadores a tratarem das feridas.
- Que é que se passou? - perguntou a Robert que veio socorrê-la de imediato.
- Houve um tremor de terra. Houve algumas instalações que vieram abaixo. - e apontou para a zona onde antes tinha havido uma área de comes e bebes. O tecto tinha ido abaixo.
- E o papá?! - perguntou em desespero.
- Estou aqui... - disse uma voz por detrás dela.
- Papá!! - pai e filha abraçaram-se - Finalmente encontrei-te. - e uma lágrima escorreu-lhe pela face.

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção
#16
ADOROOOOOOOOO! esta muito bom parabens

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :) 
#17
Obrigada zirateb Smile Embarassed (btw, é o kurt cobain no teu avatar o.o? )
Infelizmente venho aqui dizer que o 5º capítulo vai demorar um pouco mais do que é costume :Lagrimas: (andava a postar um capítulo por dia).
É que agora com esta época natalícia uma pessoa mal consegue parar em casa :Embaracoso':
Mas assim que puder, terão mais aventuras de Sailor Vega e as suas companheiras Wink

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção
#18
sim é o meu deus de olhos azuis Surprised.o:
fico à espera de mais olha se puderes da uma vista de olhos nas minhas fan fics

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Novas novidades irão aparecer fica atento :) 
#20
E pronto, já acabei de escrever o 5º capítulo. Só falta revê-lo e organizar as ideias para o 6º, para ver se não tenho de lhe fazer alterações nenhumas.
E assim para vos assustar bué... o capítulo está com 13 páginas no word, em letras times new roman, tamanho 12 Falaste demais 2
Estou a ver se encontro o sitio certo para o dividir ao meio :Embaracoso':
Tenho de ver se me controlo, que daqui a nada tenho 20 páginas por capítulo :Sem paciencia:

E agora que todas as senshis foram apresentadas, está na hora de começar a acção

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