Renascer para as Trevas - [Actualizada 27.03.09]
Ena ena! Só aquilo?
Queria mais, deixaste numa parte msm boa! Olha, uma coisa que a Lilith já tem em comum cmg... Gosta da noite e do pôr-do-sol. Eu tb adoro ficar na varanda "A aspirar os ares da noite" o problema é que n tenho varanda! XD
Bem, mas em relação ao capítulo. Está curtinho mas fixe! Gostei da descrição do sítio, imaginei-o imediatamente na minha cabeça. Gosto das tuas descrições das coisas, são realistas e permitem-nos sentir a história.
Fico ansiosa por saber mais! Está msm mt interessante! Quem será que era essa pessoa que estava com os pais dela?
*deixa um cestinho com seis ovos da kinder*
Queria mais, deixaste numa parte msm boa! Olha, uma coisa que a Lilith já tem em comum cmg... Gosta da noite e do pôr-do-sol. Eu tb adoro ficar na varanda "A aspirar os ares da noite" o problema é que n tenho varanda! XDBem, mas em relação ao capítulo. Está curtinho mas fixe! Gostei da descrição do sítio, imaginei-o imediatamente na minha cabeça. Gosto das tuas descrições das coisas, são realistas e permitem-nos sentir a história.
Fico ansiosa por saber mais! Está msm mt interessante! Quem será que era essa pessoa que estava com os pais dela?
*deixa um cestinho com seis ovos da kinder*


Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Bem mim leu a sua fic e AMEI.
.o:
.o:
Muito bem descrita como gosto, dá para visualizar cada detalhe dos lugares e ate mesmo das roupas e dos sentimentos.
Este tipo de história é mesmo daquelas que adoro e personagem principal aka lilith é daquelas que me fascinam pois impoem-se contra as regras estipuladas pela sociedade e isso fascina-me pois muitas das minhas opinioes divergem das da maioria das pessoas
Continua assim, pois estou a ver que a lilith ainda tem muito para nos contar e fazer fantasiar
.o:
Os meus parabens
Quero mais e mais
*mim deixa aqui 5 cestos com ovos kinder e 5 Seiyas em Peluche*
.o:
.o: Muito bem descrita como gosto, dá para visualizar cada detalhe dos lugares e ate mesmo das roupas e dos sentimentos.
Este tipo de história é mesmo daquelas que adoro e personagem principal aka lilith é daquelas que me fascinam pois impoem-se contra as regras estipuladas pela sociedade e isso fascina-me pois muitas das minhas opinioes divergem das da maioria das pessoas

Continua assim, pois estou a ver que a lilith ainda tem muito para nos contar e fazer fantasiar
.o:Os meus parabens

Quero mais e mais
*mim deixa aqui 5 cestos com ovos kinder e 5 Seiyas em Peluche*

:g11:
A minha Xaninha leu a minha Fic e gostou! Estou tão feliz....
.o:
Como sabes, tenho andado muito em baixo, e sem vontade de continuar, mas por ti, e pelo pessoal que a lê, gosta, e me apioa, vou continuar, como todo o carinho do meu coração!!
:='(: :='(: :='(:
Muito obrigada a todos e pelos chocolatinhos tão bons!!!!
:g13:
A minha Xaninha leu a minha Fic e gostou! Estou tão feliz....
.o: Como sabes, tenho andado muito em baixo, e sem vontade de continuar, mas por ti, e pelo pessoal que a lê, gosta, e me apioa, vou continuar, como todo o carinho do meu coração!!
:='(: :='(: :='(:
Muito obrigada a todos e pelos chocolatinhos tão bons!!!!
:g13:
Obrigada a todos os que estão a acompanhar esta fic, além de ser muito especial para mim, dedico-lhe mesmo muito tempo e pesquisa, para ser o mais realista e verdadeira possível!!
:cigarrete: :cigarrete:
Peço desculpas pelo tempo que por vezes as circunstancias me levam a fazer com que não me possa dedicar corpo e alma a ela como gostaria, mas com o vosso apoio jamais desistirei!!
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:
Obrigada!!
:
=D:
:cigarrete: :cigarrete:
Peço desculpas pelo tempo que por vezes as circunstancias me levam a fazer com que não me possa dedicar corpo e alma a ela como gostaria, mas com o vosso apoio jamais desistirei!!
.o:
.o:
.o:
.o:
.o:Obrigada!!
:
=D:Lili_Moon escreveu::g11:
A minha Xaninha leu a minha Fic e gostou! Estou tão feliz....
.o:
Como sabes, tenho andado muito em baixo, e sem vontade de continuar, mas por ti, e pelo pessoal que a lê, gosta, e me apioa, vou continuar, como todo o carinho do meu coração!!
:='(: :='(: :='(:
Muito obrigada a todos e pelos chocolatinhos tão bons!!!!
:g13:
Eu sei que tens andado em baixo e isso tambem me deixa triste :='(:
Fazes bem em continuar a escrever e é bom ler que o vais continuar
.o: e se ha coisa que aprendi é que escrever é uma boa ajuda para estes momentos 
deixo mais um cestinho para te motivar a escrever

off: Hermoin cuidado com o que falas e onde falas tem atenção aos off topics rapariga


Ao ler a introdução deixou-me bastante curiosa por saber onde ela ia dar e por isso resolvi ler os capitulos , neste caso o capitulo , que fizeste até agora .
Gostei da atitude da personagem Lilith a descrição que lhe deste de ser uma amante da natureza aquela liberdade que lhe puseste deu- me a entender que é uma rapariga aventureira e poetica .
Para além dessa Rapariga ser bem diferente das outras do tempo onde decorre a acção nunca pensei que a tua história estivesse relacionada com Vampiros o que achei bem fixe pois eu adoro a série Buffy ,a caçadora de Vampiros agora a série twilight que foi muito comentada não a conheço lá muito bem .
Lili_ Moon continua com a fic . Fico á espera .
Gostei da atitude da personagem Lilith a descrição que lhe deste de ser uma amante da natureza aquela liberdade que lhe puseste deu- me a entender que é uma rapariga aventureira e poetica .
Para além dessa Rapariga ser bem diferente das outras do tempo onde decorre a acção nunca pensei que a tua história estivesse relacionada com Vampiros o que achei bem fixe pois eu adoro a série Buffy ,a caçadora de Vampiros agora a série twilight que foi muito comentada não a conheço lá muito bem .
Lili_ Moon continua com a fic . Fico á espera .
Muito obrigada hopeless, por teres lido e comentado a minha Fic...
Como eu disse, ela já está parcialmente escrita a mais de dois anos, mas há partes que eu agora, com mais experiência e ideias de vida, estou a alterar, e além disso, quero que contenha factos históricos, e veridicos, pois eu sou uma amante de vampiros, desde que me lembro que existo...
E quero que a minha fic seja o mais "verdadeira" possivel!
Vou usar todos os meus conhecimentos deste maravilhoso mundo, que para mim é, o mundo do vampirismo!
.o:
Também amo ver Buffy, mas em relação a twilight tenho ali o primeiro livro na minha mesa de cabeceira a mais de duas semanas, e ainda nem peguei nele! Estou a guardar para quando tiver mais paciência! :
':
Depois de passar este capitulo que se segue, que é o que eu vou alterar bastante, os que se seguem já os tenho escritos e corrigidos, pois gosto como os escrevi na altura, so alterei umas coisinhas de nada, e vou passar a ser mais "assidua", até que para a xaninha e outras meninas que me andam a soburnar com chocolates e com ameaças e atentados a minha vida, fiquem contentes comigo!!

Como eu disse, ela já está parcialmente escrita a mais de dois anos, mas há partes que eu agora, com mais experiência e ideias de vida, estou a alterar, e além disso, quero que contenha factos históricos, e veridicos, pois eu sou uma amante de vampiros, desde que me lembro que existo...
E quero que a minha fic seja o mais "verdadeira" possivel!
Vou usar todos os meus conhecimentos deste maravilhoso mundo, que para mim é, o mundo do vampirismo!
.o: Também amo ver Buffy, mas em relação a twilight tenho ali o primeiro livro na minha mesa de cabeceira a mais de duas semanas, e ainda nem peguei nele! Estou a guardar para quando tiver mais paciência! :
': Depois de passar este capitulo que se segue, que é o que eu vou alterar bastante, os que se seguem já os tenho escritos e corrigidos, pois gosto como os escrevi na altura, so alterei umas coisinhas de nada, e vou passar a ser mais "assidua", até que para a xaninha e outras meninas que me andam a soburnar com chocolates e com ameaças e atentados a minha vida, fiquem contentes comigo!!

Peço desde já as minhas sinceras desculpas pelo enorme atraso desta FIC, mas quem me conhece sabe que as situações pelas quais eu passei desde que a postei não me foram nada favoráveis. Não pelo tempo que eu tive de sobra para a acabar, mas sim pelo espírito para escrever não esteve presente...
:g11: :g11: :g11: :g11:
Agora ele voltou em força, e já avancei em muito nela, e espero ser sempre frequente a postar e que evolua cada vez mais e melhor nesta fic que me é tão querida...
Obrigada a todos os que acompanharam até aqui, os seus comentários que me dão força para continuar, e a quem sempre me motivou a continuar (Tixa e Bane que estão sempre lá que eu preciso sem nunca me faltar!)
.o:
**
Nota:
Mulţumesc! - Obrigado em Romeno!
***
- Célsius!! - Gritei de modo um tanto histérico correndo na direcção do jovem alto, de ar imponente fardado com um uniforme negro de duas filas de grandes botões dourados e um chapéu preto de dois bicos com insígnias, por cima do seu cabelo louro escuro cortado rente.
Quando os seus olhos azuis-escuros caíram sobre mim, o seu olhar sério brilhou e abriu um sorriso nos seus lábios finos.
Ouvi a minha mãe soltar uma exclamação indignada e o meu pai ficar rígido.
Passei por eles em direcção aos braços abertos que Célsius me estendia.
Quando me agarrou abraçou-me com força e andou comigo a roda por breves momentos rindo à gargalhada. Eu sentia-me tão feliz como à anos não me sentia, sentia que nunca mais ia deixar de sorrir. Lágrimas de alegria brotaram dos meus olhos.
- Lillith!!!! Olha para ti! Ah, se eu te visse agora na cidade passando por mim não te reconheceria! – Parando de andar comigo à roda, pousou-me suavemente no chão. Agarrou-me pelos ombros olhou muito atento para mim – Não podes ser aquela pirralha maltrapilha que deixei aqui a chorar e a atirar-me com pedras por eu me ir embora à 5 anos! – O seu rosto estava repleto de alegria e admiração.
Fiz o meu ar mais aborrecido que consegui – Bem, tu mereceste as pedras por ires para essa guerra estúpida sem me pedir consentimento! – Fiz o meu ar digno de queixo erguido e olhar para cima.
Ele abraçou-me novamente, apanhando-me de surpresa. Retribui o abraço com alegria.
Foi a minha vez de o afastar e olhar bem atenta para ele.
- Olha para ti Célsius!! – Sorri, um sorriso verdadeiro vindo do coração e não os falsos a que eu era obrigada a submeter – Ganhaste músculos! Antes nem conseguias segurar num bastão direito, HAHA – Ri-me com gosto, e comecei a andar em redor dele – Ah, agora até já usas uma espada a serio – Apontei para a sua bainha branca – Quem diria!
Ele riu-se do meu sarcasmo comigo e voltou a abraçar-me.
- Estou tão feliz!! – Masi segurou num lenço e ouvi-a assoar-se.
Esquecera-me totalmente da presença dos meus pais na sala.
- Estás todo um homem Célsius – Exclamou a voz grossa e arranhada de meu pai, dando-lhe uma leve palmada no ombro e encaminhando-o para as poltronas – As últimas que recebi foi de que te promoveram a oficial superior, o mais novo de todo o nosso exercito devido às tuas proezas nesta guerra, tanto em estratégia como em combate, estamos verdadeiramente orgulhosos de ti! - Sentou-o numa poltrona ao lado da lareira e sentou-se em frente dele, servindo um conhaque que se encontrava por cima da mesinha de apoio e dando-lhe o copo que enchera até meio.
- Mulţumesc!- Respondeu Célsius, dando um pequeno gole.
Minha mãe sentou-se na poltrona ao lado de meu pai, pegando num pequeno sino dourado em cima da mesa e com a ponta dos dedos tocou-o duas vezes para que trouxessem o chá.
- Sente-se Lillith! – Ordenou-me.
Eu estava tão deslumbrada com o aparecimento de Célsius que nem me dera conta que estava especada a olhar ainda no sitio em que ele me deixara.
Olhei para eles a olharem para mim e fui sentar-me na poltrona ao lado de Célsius ficando a olhar para ele.
- Não te sentes assim ao lado do nosso convidado Lillith, e muito menos sem pedir autorização! – Ralhou-me minha mãe mais uma vez, começando a enervar-me – E não fiques assim a olhar fixamente! Tem modos Lillith!
Fiquei sem saber o que fazer, envergonhada pela rispidez dela para comigo em frente a Célsius. Quando me preparava para ser ainda mais rude, Célsius entrevei-o:
- Senhora Miloşovici, por favor, pelo menos somente na minha presença, deixe Lillith ser ela própria. Nem me sentiria bem se ela fosse de outra maneira comigo – Terminou Célsius, usando o seu sorriso encantador.
Senti uma onda de alegria e gratidão a invadir-me, ainda mais quando vi a cara de choque de minha mãe, e tive que recorrer a todo o meu auto-controlo para não me desatar a rir e voltar a abraça-lo ali mesmo.
Ele captou o meu olhar de agradecimento e piscou o olho discretamente.
- Cooofff… Coooffff… - Meu pai fingiu tossir para disfarçar o incómodo e continuou como se não tivesse sido interrompido – Célsius, ficaríamos honrados se pudéssemos contar com a sua estadia aqui pelo tempo que pretender, para descansar e organizar os seus planos futuros e claro, desfrutar da companhia de Lillith, de certo terão muito que conversar.
Olhei para ele irritada. Detestei que me estivesse a usar como persuasão para que Célsius ficasse, tinha a certeza que ele tinha muitos motivos para querer Célsius por perto e eu era o último deles.
- Ficas? – Olhei esperançosa para ele
- Hum….. – Fez um ar distante e pensativo fingido, o que me irritou
- És demasiado importante para mim agora?! - Levantei-me pronta para lhe virar as costas.
- Lillith!!! – A minha mãe estava verdadeiramente chocada
- HAHAHAHA – Célsius riu-se com gosto, pegou-me pela mão e fez com que me voltasse a sentar – Não mudaste nada Lillith, nem sabes como isso me deixa feliz! - Sorriu olhando para mim com carinho.
Senti-me corar e baixei os olhos para o tapete bordô estampado aos nossos pés.
- Então, ficas? – Perguntei mais como uma ordem que como um pedido.
- Com todo o prazer! – Replicou com um charme exagerado, o que me fez rir.
Senti meu pai relaxar e minha mãe via-se que estava morta por me repreender, mas controlando-se.
- Se nos perdoarem a audácia, gostaria de dar um passeio com a Lillith por estes esplendorosos jardins que vós tantos cuidados lhes dedicais – Galanteou Célsius, levantando-se e fazendo curvando-se numa leve vénia.
- Claro que sim, ficaríamos encantados que desfrutásseis da sua beleza! – Indagou minha mãe, sentindo-se elogiada pela referência aos seus jardins que era quem mais tempo lhes dedicava. Com certeza que fora isso que Célsius, recordando-se desse pormenor, recorreu para aliviar o ambiente entre ela e eu. Mais uma vez senti uma onda de gratidão a alastrar-se por todo o meu corpo e olhei grata para ele.
- Lilllith… – Ele esticou a sua mão, cavalheiro com uma vénia para que eu a aceitasse.
Pousei a minha mão sobre a dele, sorrindo encantada. Ajudou-me a levantar e quando me encontrei ao seu lado, pôs o meu braço de volta do seu.
Fazendo mais uma vénia aos meus pai, encaminhou-me para fora da sala cuja porta Masi abriu para nos dar passagem.
Não conseguia parar de olhar para ele enquanto caminhávamos.
- Estou assim tão belo aos teus olhos? – Sorriu com insolência
- Hunnf! Como se pudesses! – Voltei a fazer o meu ar empertigado
No fundo das escadarias da entrada do castelo parou, virando-se para mim pegou-me pelo queixo e retorquiu:
- Pois tu estás esplendorosamente bela aos meus olhos – Sussurrou, contemplando-me
Senti-me corar fortemente, e fiquei sem reacção.
- De… Deixa-te de falsos galanteios comigo Célsius! – Gaguejei furiosa, mas sentindo-me satisfeita com o seu elogio. Voltei a encaminhar-nos em direcção aos jardins – Nem quero imaginar a quantas jovens já não cantaste essa mesma canção!
- Estais com… Ciúmes?! – Provocou
Olhei furiosa para ele.
- O que mais me surpreende Lillith – Cortou ele, antes que eu respondesse – é de como ainda não estás casada!
Chegámos à entrada do grande jardim, com vários canteiros cheio de diversas flores de todos os tipos e cores, umas quantas arcadas torneadas de rosas brancas e vermelhas espaçadas por entre os jardim. No meio, um pequeno labirinto de arbustos bem cuidado, ouvia-se o gotejar da pequena fonte com uma ninfa no meio a jorrar água do bote que segurava no meio desse labirinto, e uns quantos bancos compridos de pedra aqui e ali.
Começamos a caminhar lentamente por entre os canteiros e por debaixo desses arcos de rosas.
- Meus pais bem que tentaram… apresentaram-me um numero do qual perdi a conta de pretendentes desde que fiz os 14… - Falava baixo e pensativamente – Mas depois – parei sob um desses arcos e toquei numa rosa branca – Quando fiz os 16 de um dia para o outro, param de os trazer, e somente minha mãe ainda me tormenta com comentários mesquinhos de que nunca ninguém me vai querer tomar como esposa – fechei o punho com raiva.
Célsius encaminhou-me até ao labirinto.
Caminhámos em silencio entrando e andando por entre os arbustos, sentindo no ar o cheiro de flores e da terra remexida pelos jardineiros. O escasso sol que conseguia surgir pro entre grossas nuvens embelezava aquela paisagem.
Chegamos ao centro do labirinto e passámos pela fonte de pedra da ninfa. Torneámos-la e encaminhamos-nos até ao único banco de pedra que ali se encontrava.
Ele e esperou que eu me sentasse, sentando-se ao meu lado em seguida, voltado para mim.
- Não te preocupes – Tocou-me no rosto com dois dedos numa suave carícia – Eu agora estou aqui – Sorriu.
Retribui o sorriso, agradecida
– Não houve nem um único pretendente que te tivesse despertado o interesse? – Perguntou, pegando-me nas mãos beijando-as, olhando para mim com um leve toque de malícia na voz e nos olhos.
- Sabes bem que não! – Respondi, energicamente, corada com o seu beijo – Que interesse tenho eu naqueles empoeirados, fingidos, endinheirados que pensam que controlam o mundo só porque tem dinheiro e ….
Célsius desatou-se a rir.
- Já deu para perceber aonde queres chegar, mas assim vais mesmo acabar sozinha, pois são todos iguais!
- Que seja! Com gente como aquela não quero nada! – Fiz o meu ar convencido com o queixo erguido e ar superior
- Então… Estás a guardar-te para alguém especial? – Mesquinhou ele
Fiz um beiço e olhei para ele furiosa.
- Eu pertenço-me somente a mim mesma e a mais ninguém Célsius! E eu já me decidi, eu não me quero casar, NUNCA!
Ele riu-se ainda mais, o que me deixou ainda mais irritada, tirei as minhas mãos das dele.
- Oh, por favor, não te aborreças comigo Li - Fez um ar de coitadinho
Senti o meu coração encher-se de carinho e nostalgia… Ele era a única pessoa que me tratava por um diminutivo, e à anos que não o ouvia chamar-me assim.
Vendo-me sorrir e descontrair os ombros, voltou a pegar nas minhas mãos
- Eu adoro o teu espírito livre Li – Começou, com os seus olhos brilhantes fixos nos meus – Mas tu sabes que neste mundo em que vivemos, não tens essa liberdade...
Olhei para ele, sentindo lágrimas teimosas e inconvenientes querendo soltarem-se dos meus olhos.
- Porquê Célsius? – A minha voz demonstrava que estava a controlar-me para não chorar – Porque é que as pessoas nascem já com obrigações das quais tem que aceder sem sequer pensar? Nascer já com a vida definida sem hipótese de escolha? Onde está escrito no universo que tem que ser assim?
- Não está escrito em lado nenhum Lillith – Sobrepôs Célsius, olhando para mim muito sério e a sua voz estava carregada de seriedade – Simplesmente é a forma que a sociedade criou para haver estabilidade e harmonia. Não podemos fazer todos aquilo que bem nos der da cabeça, seria o caos, não crês? – Olhou serio para mim, apertando-me as mãos.
Senti uma lágrima a escorrer-me pelo rosto, ao ouvir dele aquelas palavras serias das quais eu tinha noção, mas não conseguia encontrar forma em mim de as aceitar
- E mais – Continuou ele, com um sorriso travesso – Imaginas o mundo cheio de mulheres frustradas sem marido como Masi? Seria o caos absoluto! – Fingiu um arrepio
Desatei a rir à gargalhada como já não me lembrava de rir à anos, e as minhas lágrimas de tristeza misturaram-se com as do meu riso.
Célsius olhou muito sério para mim, como eu nunca o tinha visto a olhar, como se estivesses a pensar em tudo e nada ao mesmo tempo, até que sem aviso e sem que eu estivesse a contar com tal, levantou-se e ajoelhou-se ante mim, segurando-me nas mãos com força.
- Célsius! O que… - Fiquei a olhar perplexa para ele, incomodada com o ar frio, fixo e serio com que me fixava de repente.
- Lillith – A sua voz era de uma seriedade que me surpreendeu tanto, que pisquei os olhos de surpresa – Conheço-te desde sempre, vi-te crescer, sempre te adorei e protegi mais do que tudo – Chegou-se mais perto de mim e tocou-me no rosto, olhando-me directamente nos olhos
O meu coração cavalgava descompassadamente e dei por mim a suster a respiração.
- Agora, considero-me homem suficiente para te pedir a mão! Sou um homem com título, com posses e capaz! – Afastou-se e com uma mão a segurar na minha e outra sobre o seu peito, junto ao coração, perguntou: - Lillith Miloşovici ... Aceitas ser minha esposa, mãe dos meus filhos e minha companheira até ao fim dos nossos dias?!
Fiquei perplexa de boca aberta a olhar para ele, ali com um joelho em terra e uma mão no coração, olhando tão ridiculamente serio para mim, aquele rosto jovial que me acompanhara toda a vida, não consegui aguentar mais:
- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA – Ri-me histericamente à gargalhada, quase caindo do banco em que estava sentada. Sentia dores nas costelas tal era a forma como o meu corpo se sacudia com o meu riso histérico. Na minha cabeça imagens daquele rapaz em pequeno cheio de lama a lutar comigo, e agora ali naquela forma serio a pedir-me a mão! Era demais para assimilar – Céus!! Não aguento mais! Devias de olhar para a tua cara! Estás patético!!
O seu rosto passou choque a indignação. Levantou-se furioso e exclamou:
- Lillith por favor, comportai-vos!!
Parei imediatamente de rir e fiquei perturbada e desiludida como seu tom de voz severo que jamais tinha empregado comigo e tratando-me tão formalmente como nunca o fizera.
Comecei a sentir-me indisposta e uma sensação de grande mal-estar começou a assolar-me.
:g11: :g11: :g11: :g11:
Agora ele voltou em força, e já avancei em muito nela, e espero ser sempre frequente a postar e que evolua cada vez mais e melhor nesta fic que me é tão querida...
Obrigada a todos os que acompanharam até aqui, os seus comentários que me dão força para continuar, e a quem sempre me motivou a continuar (Tixa e Bane que estão sempre lá que eu preciso sem nunca me faltar!)
.o:**
Nota:
Mulţumesc! - Obrigado em Romeno!
***
CAPITULO 2 - Reencontro
- Célsius!! - Gritei de modo um tanto histérico correndo na direcção do jovem alto, de ar imponente fardado com um uniforme negro de duas filas de grandes botões dourados e um chapéu preto de dois bicos com insígnias, por cima do seu cabelo louro escuro cortado rente.
Quando os seus olhos azuis-escuros caíram sobre mim, o seu olhar sério brilhou e abriu um sorriso nos seus lábios finos.
Ouvi a minha mãe soltar uma exclamação indignada e o meu pai ficar rígido.
Passei por eles em direcção aos braços abertos que Célsius me estendia.
Quando me agarrou abraçou-me com força e andou comigo a roda por breves momentos rindo à gargalhada. Eu sentia-me tão feliz como à anos não me sentia, sentia que nunca mais ia deixar de sorrir. Lágrimas de alegria brotaram dos meus olhos.
- Lillith!!!! Olha para ti! Ah, se eu te visse agora na cidade passando por mim não te reconheceria! – Parando de andar comigo à roda, pousou-me suavemente no chão. Agarrou-me pelos ombros olhou muito atento para mim – Não podes ser aquela pirralha maltrapilha que deixei aqui a chorar e a atirar-me com pedras por eu me ir embora à 5 anos! – O seu rosto estava repleto de alegria e admiração.
Fiz o meu ar mais aborrecido que consegui – Bem, tu mereceste as pedras por ires para essa guerra estúpida sem me pedir consentimento! – Fiz o meu ar digno de queixo erguido e olhar para cima.
Ele abraçou-me novamente, apanhando-me de surpresa. Retribui o abraço com alegria.
Foi a minha vez de o afastar e olhar bem atenta para ele.
- Olha para ti Célsius!! – Sorri, um sorriso verdadeiro vindo do coração e não os falsos a que eu era obrigada a submeter – Ganhaste músculos! Antes nem conseguias segurar num bastão direito, HAHA – Ri-me com gosto, e comecei a andar em redor dele – Ah, agora até já usas uma espada a serio – Apontei para a sua bainha branca – Quem diria!
Ele riu-se do meu sarcasmo comigo e voltou a abraçar-me.
- Estou tão feliz!! – Masi segurou num lenço e ouvi-a assoar-se.
Esquecera-me totalmente da presença dos meus pais na sala.
- Estás todo um homem Célsius – Exclamou a voz grossa e arranhada de meu pai, dando-lhe uma leve palmada no ombro e encaminhando-o para as poltronas – As últimas que recebi foi de que te promoveram a oficial superior, o mais novo de todo o nosso exercito devido às tuas proezas nesta guerra, tanto em estratégia como em combate, estamos verdadeiramente orgulhosos de ti! - Sentou-o numa poltrona ao lado da lareira e sentou-se em frente dele, servindo um conhaque que se encontrava por cima da mesinha de apoio e dando-lhe o copo que enchera até meio.
- Mulţumesc!- Respondeu Célsius, dando um pequeno gole.
Minha mãe sentou-se na poltrona ao lado de meu pai, pegando num pequeno sino dourado em cima da mesa e com a ponta dos dedos tocou-o duas vezes para que trouxessem o chá.
- Sente-se Lillith! – Ordenou-me.
Eu estava tão deslumbrada com o aparecimento de Célsius que nem me dera conta que estava especada a olhar ainda no sitio em que ele me deixara.
Olhei para eles a olharem para mim e fui sentar-me na poltrona ao lado de Célsius ficando a olhar para ele.
- Não te sentes assim ao lado do nosso convidado Lillith, e muito menos sem pedir autorização! – Ralhou-me minha mãe mais uma vez, começando a enervar-me – E não fiques assim a olhar fixamente! Tem modos Lillith!
Fiquei sem saber o que fazer, envergonhada pela rispidez dela para comigo em frente a Célsius. Quando me preparava para ser ainda mais rude, Célsius entrevei-o:
- Senhora Miloşovici, por favor, pelo menos somente na minha presença, deixe Lillith ser ela própria. Nem me sentiria bem se ela fosse de outra maneira comigo – Terminou Célsius, usando o seu sorriso encantador.
Senti uma onda de alegria e gratidão a invadir-me, ainda mais quando vi a cara de choque de minha mãe, e tive que recorrer a todo o meu auto-controlo para não me desatar a rir e voltar a abraça-lo ali mesmo.
Ele captou o meu olhar de agradecimento e piscou o olho discretamente.
- Cooofff… Coooffff… - Meu pai fingiu tossir para disfarçar o incómodo e continuou como se não tivesse sido interrompido – Célsius, ficaríamos honrados se pudéssemos contar com a sua estadia aqui pelo tempo que pretender, para descansar e organizar os seus planos futuros e claro, desfrutar da companhia de Lillith, de certo terão muito que conversar.
Olhei para ele irritada. Detestei que me estivesse a usar como persuasão para que Célsius ficasse, tinha a certeza que ele tinha muitos motivos para querer Célsius por perto e eu era o último deles.
- Ficas? – Olhei esperançosa para ele
- Hum….. – Fez um ar distante e pensativo fingido, o que me irritou
- És demasiado importante para mim agora?! - Levantei-me pronta para lhe virar as costas.
- Lillith!!! – A minha mãe estava verdadeiramente chocada
- HAHAHAHA – Célsius riu-se com gosto, pegou-me pela mão e fez com que me voltasse a sentar – Não mudaste nada Lillith, nem sabes como isso me deixa feliz! - Sorriu olhando para mim com carinho.
Senti-me corar e baixei os olhos para o tapete bordô estampado aos nossos pés.
- Então, ficas? – Perguntei mais como uma ordem que como um pedido.
- Com todo o prazer! – Replicou com um charme exagerado, o que me fez rir.
Senti meu pai relaxar e minha mãe via-se que estava morta por me repreender, mas controlando-se.
- Se nos perdoarem a audácia, gostaria de dar um passeio com a Lillith por estes esplendorosos jardins que vós tantos cuidados lhes dedicais – Galanteou Célsius, levantando-se e fazendo curvando-se numa leve vénia.
- Claro que sim, ficaríamos encantados que desfrutásseis da sua beleza! – Indagou minha mãe, sentindo-se elogiada pela referência aos seus jardins que era quem mais tempo lhes dedicava. Com certeza que fora isso que Célsius, recordando-se desse pormenor, recorreu para aliviar o ambiente entre ela e eu. Mais uma vez senti uma onda de gratidão a alastrar-se por todo o meu corpo e olhei grata para ele.
- Lilllith… – Ele esticou a sua mão, cavalheiro com uma vénia para que eu a aceitasse.
Pousei a minha mão sobre a dele, sorrindo encantada. Ajudou-me a levantar e quando me encontrei ao seu lado, pôs o meu braço de volta do seu.
Fazendo mais uma vénia aos meus pai, encaminhou-me para fora da sala cuja porta Masi abriu para nos dar passagem.
Não conseguia parar de olhar para ele enquanto caminhávamos.
- Estou assim tão belo aos teus olhos? – Sorriu com insolência
- Hunnf! Como se pudesses! – Voltei a fazer o meu ar empertigado
No fundo das escadarias da entrada do castelo parou, virando-se para mim pegou-me pelo queixo e retorquiu:
- Pois tu estás esplendorosamente bela aos meus olhos – Sussurrou, contemplando-me
Senti-me corar fortemente, e fiquei sem reacção.
- De… Deixa-te de falsos galanteios comigo Célsius! – Gaguejei furiosa, mas sentindo-me satisfeita com o seu elogio. Voltei a encaminhar-nos em direcção aos jardins – Nem quero imaginar a quantas jovens já não cantaste essa mesma canção!
- Estais com… Ciúmes?! – Provocou
Olhei furiosa para ele.
- O que mais me surpreende Lillith – Cortou ele, antes que eu respondesse – é de como ainda não estás casada!
Chegámos à entrada do grande jardim, com vários canteiros cheio de diversas flores de todos os tipos e cores, umas quantas arcadas torneadas de rosas brancas e vermelhas espaçadas por entre os jardim. No meio, um pequeno labirinto de arbustos bem cuidado, ouvia-se o gotejar da pequena fonte com uma ninfa no meio a jorrar água do bote que segurava no meio desse labirinto, e uns quantos bancos compridos de pedra aqui e ali.
Começamos a caminhar lentamente por entre os canteiros e por debaixo desses arcos de rosas.
- Meus pais bem que tentaram… apresentaram-me um numero do qual perdi a conta de pretendentes desde que fiz os 14… - Falava baixo e pensativamente – Mas depois – parei sob um desses arcos e toquei numa rosa branca – Quando fiz os 16 de um dia para o outro, param de os trazer, e somente minha mãe ainda me tormenta com comentários mesquinhos de que nunca ninguém me vai querer tomar como esposa – fechei o punho com raiva.
Célsius encaminhou-me até ao labirinto.
Caminhámos em silencio entrando e andando por entre os arbustos, sentindo no ar o cheiro de flores e da terra remexida pelos jardineiros. O escasso sol que conseguia surgir pro entre grossas nuvens embelezava aquela paisagem.
Chegamos ao centro do labirinto e passámos pela fonte de pedra da ninfa. Torneámos-la e encaminhamos-nos até ao único banco de pedra que ali se encontrava.
Ele e esperou que eu me sentasse, sentando-se ao meu lado em seguida, voltado para mim.
- Não te preocupes – Tocou-me no rosto com dois dedos numa suave carícia – Eu agora estou aqui – Sorriu.
Retribui o sorriso, agradecida
– Não houve nem um único pretendente que te tivesse despertado o interesse? – Perguntou, pegando-me nas mãos beijando-as, olhando para mim com um leve toque de malícia na voz e nos olhos.
- Sabes bem que não! – Respondi, energicamente, corada com o seu beijo – Que interesse tenho eu naqueles empoeirados, fingidos, endinheirados que pensam que controlam o mundo só porque tem dinheiro e ….
Célsius desatou-se a rir.
- Já deu para perceber aonde queres chegar, mas assim vais mesmo acabar sozinha, pois são todos iguais!
- Que seja! Com gente como aquela não quero nada! – Fiz o meu ar convencido com o queixo erguido e ar superior
- Então… Estás a guardar-te para alguém especial? – Mesquinhou ele
Fiz um beiço e olhei para ele furiosa.
- Eu pertenço-me somente a mim mesma e a mais ninguém Célsius! E eu já me decidi, eu não me quero casar, NUNCA!
Ele riu-se ainda mais, o que me deixou ainda mais irritada, tirei as minhas mãos das dele.
- Oh, por favor, não te aborreças comigo Li - Fez um ar de coitadinho
Senti o meu coração encher-se de carinho e nostalgia… Ele era a única pessoa que me tratava por um diminutivo, e à anos que não o ouvia chamar-me assim.
Vendo-me sorrir e descontrair os ombros, voltou a pegar nas minhas mãos
- Eu adoro o teu espírito livre Li – Começou, com os seus olhos brilhantes fixos nos meus – Mas tu sabes que neste mundo em que vivemos, não tens essa liberdade...
Olhei para ele, sentindo lágrimas teimosas e inconvenientes querendo soltarem-se dos meus olhos.
- Porquê Célsius? – A minha voz demonstrava que estava a controlar-me para não chorar – Porque é que as pessoas nascem já com obrigações das quais tem que aceder sem sequer pensar? Nascer já com a vida definida sem hipótese de escolha? Onde está escrito no universo que tem que ser assim?
- Não está escrito em lado nenhum Lillith – Sobrepôs Célsius, olhando para mim muito sério e a sua voz estava carregada de seriedade – Simplesmente é a forma que a sociedade criou para haver estabilidade e harmonia. Não podemos fazer todos aquilo que bem nos der da cabeça, seria o caos, não crês? – Olhou serio para mim, apertando-me as mãos.
Senti uma lágrima a escorrer-me pelo rosto, ao ouvir dele aquelas palavras serias das quais eu tinha noção, mas não conseguia encontrar forma em mim de as aceitar
- E mais – Continuou ele, com um sorriso travesso – Imaginas o mundo cheio de mulheres frustradas sem marido como Masi? Seria o caos absoluto! – Fingiu um arrepio
Desatei a rir à gargalhada como já não me lembrava de rir à anos, e as minhas lágrimas de tristeza misturaram-se com as do meu riso.
Célsius olhou muito sério para mim, como eu nunca o tinha visto a olhar, como se estivesses a pensar em tudo e nada ao mesmo tempo, até que sem aviso e sem que eu estivesse a contar com tal, levantou-se e ajoelhou-se ante mim, segurando-me nas mãos com força.
- Célsius! O que… - Fiquei a olhar perplexa para ele, incomodada com o ar frio, fixo e serio com que me fixava de repente.
- Lillith – A sua voz era de uma seriedade que me surpreendeu tanto, que pisquei os olhos de surpresa – Conheço-te desde sempre, vi-te crescer, sempre te adorei e protegi mais do que tudo – Chegou-se mais perto de mim e tocou-me no rosto, olhando-me directamente nos olhos
O meu coração cavalgava descompassadamente e dei por mim a suster a respiração.
- Agora, considero-me homem suficiente para te pedir a mão! Sou um homem com título, com posses e capaz! – Afastou-se e com uma mão a segurar na minha e outra sobre o seu peito, junto ao coração, perguntou: - Lillith Miloşovici ... Aceitas ser minha esposa, mãe dos meus filhos e minha companheira até ao fim dos nossos dias?!
Fiquei perplexa de boca aberta a olhar para ele, ali com um joelho em terra e uma mão no coração, olhando tão ridiculamente serio para mim, aquele rosto jovial que me acompanhara toda a vida, não consegui aguentar mais:
- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA – Ri-me histericamente à gargalhada, quase caindo do banco em que estava sentada. Sentia dores nas costelas tal era a forma como o meu corpo se sacudia com o meu riso histérico. Na minha cabeça imagens daquele rapaz em pequeno cheio de lama a lutar comigo, e agora ali naquela forma serio a pedir-me a mão! Era demais para assimilar – Céus!! Não aguento mais! Devias de olhar para a tua cara! Estás patético!!
O seu rosto passou choque a indignação. Levantou-se furioso e exclamou:
- Lillith por favor, comportai-vos!!
Parei imediatamente de rir e fiquei perturbada e desiludida como seu tom de voz severo que jamais tinha empregado comigo e tratando-me tão formalmente como nunca o fizera.
Comecei a sentir-me indisposta e uma sensação de grande mal-estar começou a assolar-me.
OMG Lili ...já li duas vezes e não consigo parar de sentir o coração a um compasso certo de batimentos emotivos que nem sei expressar-me convenientemente.
Não gostei, não adorei AMEI simplesmente .
Está tão bem escrito e a história tão bem e romanticamente escrita que só apetece ler e reler vezes e vezes sem fim.
Sempre fico emocionada com o que escreves, mas este capitulo arrebatou o meu coração e a minha alma Lili..Não sei se sabes a sensação de ficares tão envolvida em algo que te mergulha num mar de beleza indiscritivel , que tu queres dizer montes de coisas sobre isso, mas não te sai mesmo uma palavra, pois é assim que sinto-me.
Para não fazer-te sofrer mais pela espera da minha opinião, só vou mesmo acrescentar que escrevas o que escreveres na tua vida , jamais esquecerei o que acabei de ler.
Um beijinho minha querida e todos os parabéns do mundo são insuficientes para o que mereces.
Adoro-te e admiro-te ainda mais.
Beijo
Bane
Não gostei, não adorei AMEI simplesmente .
Está tão bem escrito e a história tão bem e romanticamente escrita que só apetece ler e reler vezes e vezes sem fim.
Sempre fico emocionada com o que escreves, mas este capitulo arrebatou o meu coração e a minha alma Lili..Não sei se sabes a sensação de ficares tão envolvida em algo que te mergulha num mar de beleza indiscritivel , que tu queres dizer montes de coisas sobre isso, mas não te sai mesmo uma palavra, pois é assim que sinto-me.
Para não fazer-te sofrer mais pela espera da minha opinião, só vou mesmo acrescentar que escrevas o que escreveres na tua vida , jamais esquecerei o que acabei de ler.
Um beijinho minha querida e todos os parabéns do mundo são insuficientes para o que mereces.
Adoro-te e admiro-te ainda mais.
Beijo
Bane
mesmo apaixonante :O
Adorei tudo d inicio a fim, primeiro escreves lindamente, depois descreves tudo ao promenor, msmo como eu gosto de saber e depois a história é apaixonante, então esta última parte em que ele a pede em casamento, e ela não contém o riso, está divinal *_*
adorei mesmo, parabéns e claro, continua
.o:
Adorei tudo d inicio a fim, primeiro escreves lindamente, depois descreves tudo ao promenor, msmo como eu gosto de saber e depois a história é apaixonante, então esta última parte em que ele a pede em casamento, e ela não contém o riso, está divinal *_*
adorei mesmo, parabéns e claro, continua
.o:
esta fic esta lindíssima, estou a adorar
. continua
. continua
a minha primeira fic "AS FILHAS DA LUA"passem na minha fic e comentem XD

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm

Traços do destino
visitem o meu forum http://eterna-sailor-moon4.forumeiros.com/forum.htm
Tens de entrar para responderes neste tópico.

tou a gostar


Este foi um capítulo com muita descrição, deu pra perceber o ambiente e tudo isso...
Reportar comentário
Escolhe o motivo da denúncia e acrescenta mais contexto se necessário.