Renascer para as Trevas - [Actualizada 27.03.09]
Olá pessoal, estou aqui cheia de vergonha, pois esta é uma história que me deu para escrever, quando eu tinha 18 anos…
Tive um sonho muita maluco, e deu-me uma vontade louca de pegar num caderno e numa caneta, e escrever tudo o que me estava a passar pela cabeça…
Passei essas horas de inspiração frenética, sem uma única pausa para descansar, nem senti dores na mão de tanto escrever…
Já não pegava nela à muito tempo….
:
':
Agora, dois anos depois, melhorei-a, juntei um pouco mais da minha maturidade, e dos meus conhecimentos adquiridos desde essa altura…
E pronto… Vou partilhá-la aqui convosco…
Se gostarem deste bocadinho, eu continuo a por mais, senão, obrigada pela atenção, e ela volta para a caixinha…
:g7:
Tive um sonho muita maluco, e deu-me uma vontade louca de pegar num caderno e numa caneta, e escrever tudo o que me estava a passar pela cabeça…
Passei essas horas de inspiração frenética, sem uma única pausa para descansar, nem senti dores na mão de tanto escrever…
Já não pegava nela à muito tempo….
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': Agora, dois anos depois, melhorei-a, juntei um pouco mais da minha maturidade, e dos meus conhecimentos adquiridos desde essa altura…
E pronto… Vou partilhá-la aqui convosco…
Se gostarem deste bocadinho, eu continuo a por mais, senão, obrigada pela atenção, e ela volta para a caixinha…

:g7:
Cap.1 – O inicio…
Era um dia de verão como outro qualquer…
Naquela época, passava o tempo a passear pelos meus bosques… Meus, eram propriedade do meu pai, por isso creio que posso chama-los de meus… O meu pai era o senhor feudal da região, e um grande usurpador por sinal, mas isso é outra história…
E com isso, esses bosques sem limite rodeavam a minha casa, um castelo não muito grande perdido lá pelo meio desse bosques…
E esse bosque era o meu mundo… Só meu, onde me podia refugiar do mundo em que me obrigavam a viver, e ser eu própria, sem pieguices falsas e cortesias nojentas…
Claro que os meus pais não consentiam a minha paixão pela aventura, pelo desconhecido, pela descoberta, pela minha sede de viver loucamente…….
E foi por causa dessa minha antiga paixão que me tornei no que sou hoje…
Mas comecemos pelo principio…
A minha história começou à muitos, muitos anos atrás…
No Século XVI, no principio do ano de 1500, já não me lembro da data exacta de quando eu nasci. À muito tempo que isso deixou de ter importância…
Mas foi nessa época que tudo aconteceu, quando a minha medíocre vida mudou para todo o sempre…
Ano de 1500 e pouco – Algures na Roménia……
Era um dia de Verão como outro qualquer, e como todos os dias fazia, escapulia-me de casa pela janela do meu quarto, descendo pelas grossas eras que trepavam a parede até ao chão. Mal o sol começava a surgir no horizonte, eu ia para o meu cantinho secreto, nas profundezas do bosque…
Lá havia uma linda queda de água, que por baixo formava um lago que dava continuação a um riacho, era rodeado de todo o tipo de flores de todas as tonalidades de cores possíveis e imaginárias, com os coelhos, esquilos, veados e outros tantos animais que ali se iam abastecer de água e criavam sossegadamente as suas crias…
Era ali, sentada de frente para a queda de água, no meio da relva, arbustos e das flores, com os pés dentro de água, a nadar, a alimentar as crias de coelhos e veados e outros tantos animais que eu passava o tempo, era ali sozinha com a natureza, e só ali, que eu era feliz…
Perdia horas em pensamentos, olhando para a esplendorosa cascata que deixava cair o seu véu de água continuamente, projectando uma suave sombra sobre aquele sítio onde eu me costumava sentar…
E lá ficava, durante horas e horas… Era esse o meu refúgio, onde eu podia ser eu própria, longe dos snobes, e daquelas damas da burguesia de que eu tanto odiava! Falsos e cínicas… Amigas da minha mãe, senhoras daquela época … e só de lá saía quando o sol já se voltava a pôr… Levando uma merenda que ou eu ou a minha ama me fazia.
Não tinha problemas em não comer com a família, visto estarem sempre fora nos seus assuntos.
Todos os dias, ao entrar em casa depois do meu passeio, a minha ama ficava em frente ao portão à minha espera, com as mãos nas ancas e com o seu olhar acusador, olhando para os meus cabelos desengrenados e a roupa enlameada por ter andado a correr pelo bosque, as unhas cheias de terra, e um ou dois arranhões…
E todos os dias ouvia a mesma reprimenda.
- “Outra vez menina Lilith? Outra vez”?? - E a ladainha continuava, horas sem fim… Enquanto ela me tirava bruscamente as roupas sujas…
- “Como pode pois ser possível? A quem a menina terá saído? Não à senhora sua mãe, pois tal não se justifica, nem ao senhor seu pai, pois então a quem por Deus???” - E continuava… Enquanto me metia no banho e me esfregava, com força mais do que à que seria necessária, devido à sua irritação…
- “Foi pelas minhas mãos que a menina veio ao mundo, e mesmo assim não compreendo por meios nenhuns a natureza da menina? Tão linda como é e comporta-se como cem rapazes… pior até!!! Poderia ter todos os consortes da cidade, mas afasta-os todos com a sua maneira de ser, uma rosa linda coberta de espinhos… É o que a menina é!!!”
A minha ama, Marusia. “Masi” para mim, dizia sempre a mesma lenga-lenga, e eu sorria, ao murmurar o seu discurso já tão gasto, ao mesmo tempo que ela.
Até que quando se acalmava, com ar de troça, dizia…
- “Um dia, meu Deus, já a menina será senhora de si mesma, e se continuar assim, em vez de uma casa, irá viver para uma gruta, como os animais selvagens que vivem nesse bosque, que duma maneira tão incompreensível para mim a menina adora tanto!!!!! E vai comer no chão como eles!! E nenhum rapaz bonito a vai cortejar!”
E eu revirava os olhos e suspirava… Cortejar, cortejar, as raparigas desse tempo não falavam de mais nada se não nas cortes, e nos jovens que as cortejavam, e ainda secretamente brincavam com as suas bonequinhas de trapo e porcelana, e já estavam apresada e interesseiramente comprometidas, com algum nobre jovem que os pais lhes arranjaram… E eu… Eu não suportava isso. Mas por mais que o disse-se, menos caso me faziam, por isso eu continuava, a ouvir mais e mais… - “Mas porquê? Pergunto eu? Que espírito é esse o seu? Ai de mim, ai de mim… O que eu já fiz pela menina, e a menina faz-me estas coisas! Não aguento do coração!!” E fingia que lhe ia dar um ataque, para me deixar preocupara e fazer com que eu deixasse de ser como era.
Masi já era uma senhora na casa dos 60, rechonchuda, sempre vestida com vestidos pesados, lisos e verdes musgo.
Era de constituição baixa,não me chegando à altura do queixo e apesar de aparentemente parecer muito dura à vista das outras pessoas, de rosto fechado, com os seus olhos negros sempre sérios e lábios cerrados numa fina linha, era extremamente maternal…
Mais que a minha própria mãe, por sinal, mas isso, mais uma vez, é outra história …
Enquanto isso, lavava-me e esfregava-me com uma força exagerada como se tentasse eliminar o cheiro do bosque do meu corpo, e arrancar de mim esta minha rebeldia…
Mas não podia… estava-me no sangue…
Falando em sangue… Isso lembra-me o porquê que comecei a escrever a minha história...
Mas já lá chegaremos…
Era um verão como tantos outros, em que eu passava horas perdidas no meu cantinho mágico, a que dava o nome de “Moon Calf” … Perdida no meu mundo, umas vezes a ler, outras a escrever, a nadar, outras pura e simplesmente a pensar e a sonhar…
A sonhar que um dia iria ver o mundo. Conhecer o mundo todo, todos os povos, todas as religiões e os seus hábitos e modos de vida! E que iria realizar esse sonho, nem que levasse toda uma eternidade… Hummm…. Eternidade…. Que ironia... Se eu soubesse…
Mas lá chegaremos…
Uma noite nesse dito dia de verão, estava eu no meu quarto, deitada na minha cama a ler, quando a Masi entrou de rompante com ar de extrema felicidade.
- “Menina, ó por minha vida, que alegria! Levante-se e deixe-me vesti-la! Que boas maravilhosas lhe esperam!!!” – dito isto puxou-me da cama, despiu-me a minha camisa azul céu de dormir, passou as minhas mãos e cara por água, e vestiu-me o meu melhor vestido, de veludo vermelho, bordado a ouro.
Pesado como eram todos os vestidos da época, com uma gola alta de renda branca, mais as cintas, coletes e todas as roupas que as “jovens senhoras” da cortesia éramos obrigadas a vestir…
Mas para mim, era uma tortura, era sufocante, e eu detestava!
Masi arranjou-me o cabelo numa trança enrolada à volta da cabeça como ela gostava de me ver (ridículo), e começou-me a encaminhar para o andar de baixo, com o seu braço entrelaçado ao meu, dizendo: - ”A menina faz este verão 17 primaveras, a menina irá tornar-se numa linda mulher! Espero que com a idade venha o juízo, e deixe as suas aventuras selvagens para os animais do bosque!” .
Não gostei do comentário, nem do rumo da conversa, estava com a horrível sensação de que me esperava algo de que não ia gostar nada, nem daquela alegria louca nada comum na Masi…
LOL
pela maneira como ela fala xD sabes...eu sou mais uma twilight -New Moon - Eclipse - Breaking Dwan Fan xD por isso sei +- como eles falam...especialmente quajndo ela fala que n se lembra muito bem das coisas do passado...do sangue...

e o Facto de se passar na Roménia tb ajuda xD
pela maneira como ela fala xD sabes...eu sou mais uma twilight -New Moon - Eclipse - Breaking Dwan Fan xD por isso sei +- como eles falam...especialmente quajndo ela fala que n se lembra muito bem das coisas do passado...do sangue...
Mas comecemos pelo principio…isto foi o primeiro sinal
A minha história começou à muitos, muitos anos atrás…
No Século XVI, no principio do ano de 1500, já não me lembro da data exacta de quando eu nasci, à muito tempo que deixou de ter importância…
Mas foi nessa época que tudo aconteceu, quando a minha medíocre vida mudou para todo o sempre…

e o Facto de se passar na Roménia tb ajuda xD
ups....sangue xD
Mas não podia… estava-me no sangue…
Falando em sangue… Isso lembra-me o porquê que comecei a escrever a minha história...
Eternidade ehn xD
nem que levasse toda uma eternidade… Hummm…. Eternidade…. Que ironia... Se eu soubesse…
Ya...
É que esta história eu escrevi para mim, e tirar as partes obvias, ficava mal...
Inicialmente a história passava-se na america, mas eu conheço mais a história da roménia, transilvânia os habitos, lendas e tudo mais, resolvi mudar...
Como vou expor a história, quero enchê-la de factos...
Espero que gostem de vampiros, porque eu adoro!!!
Mas prometo já duas coisas...
Brasas :g13: e muito romance...

:
=D:
É que esta história eu escrevi para mim, e tirar as partes obvias, ficava mal...
Inicialmente a história passava-se na america, mas eu conheço mais a história da roménia, transilvânia os habitos, lendas e tudo mais, resolvi mudar...
Como vou expor a história, quero enchê-la de factos...
Espero que gostem de vampiros, porque eu adoro!!!
Mas prometo já duas coisas...
Brasas :g13: e muito romance...

:
=D:Lili_Moon decidi ler a tua história e ela suscitou-me interesse desde o início...
Primeiro, gosto da forma como escreves... leve, mas intensa... a cada palavra sente-se o que queres transmitir...
Acho a personagem que descreveste muito interessante mesmo... gosta de estar em contacto com a Natureza, parece que faz parte dela... é mesmo genuína, sem a falsidade e hipocrisia da corte.
E agora... vampiros...
.o: Oh ainda estou a ler "Crepúsculo" mas já sou fã do Edward!! Por isso de certeza que vou adorar esta fic!!
Muitos parabéns Lili pela fic
Ah!! já me esquecia
'' adoro o título que deste à fic!!
Fico à espera de mais, tenho a certeza que esta história promete... :xd2:
Primeiro, gosto da forma como escreves... leve, mas intensa... a cada palavra sente-se o que queres transmitir...
Acho a personagem que descreveste muito interessante mesmo... gosta de estar em contacto com a Natureza, parece que faz parte dela... é mesmo genuína, sem a falsidade e hipocrisia da corte.
E agora... vampiros...
.o: Oh ainda estou a ler "Crepúsculo" mas já sou fã do Edward!! Por isso de certeza que vou adorar esta fic!!Muitos parabéns Lili pela fic
Ah!! já me esquecia
'' adoro o título que deste à fic!! Fico à espera de mais, tenho a certeza que esta história promete... :xd2:
Dianuxka e Paula... nem imaginam o quão bom é para mim, encontrar amantes das fantásticas personagens que são os vampiros...
:g11:
Nunca encontrei ninguem que compreendesse esse meu fascinio!!!!
:
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Muito obrigada a todos pela simpatia, agora em vez de vergonha, estou entusiasmada, e vou começar ja a preparar o proximo capitulo, para o por aqui!!
:dança:
:g11:
Nunca encontrei ninguem que compreendesse esse meu fascinio!!!!
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: Muito obrigada a todos pela simpatia, agora em vez de vergonha, estou entusiasmada, e vou começar ja a preparar o proximo capitulo, para o por aqui!!
:dança:
Andava eu a olhar para a tua assinatura (a imagem é linda, onde a arranjaste?) quando reparei que tinha o link de uma fic por baixo. Fui espreitar e...
Gostei muito deste primeiro capítulo. Escreves as coisas de uma forma muito racional e simples. Não te perdes com desvaneios e consegues deixar-me curiosa sobre a história e sobre a própria personagem principal, a Lilith. Está muito fixe. A história interessou-me, deveras.
Já vi que estás a preparar o próximo capítulo. Mas disseste isso há muito tempo! E agora? Quando é que postas um novo? Eu queria mais!!
Gostei muito! "dá 5 ovinhos da kinder à Lili e um bonequinho da/o Seiya*
Gostei muito deste primeiro capítulo. Escreves as coisas de uma forma muito racional e simples. Não te perdes com desvaneios e consegues deixar-me curiosa sobre a história e sobre a própria personagem principal, a Lilith. Está muito fixe. A história interessou-me, deveras.
Já vi que estás a preparar o próximo capítulo. Mas disseste isso há muito tempo! E agora? Quando é que postas um novo? Eu queria mais!!

Gostei muito! "dá 5 ovinhos da kinder à Lili e um bonequinho da/o Seiya*

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Oh _S.E.A_.
Foi com uma insónia e a pensar em ideias po capitulo incompleto que tenho para postar que me puz a mexer no photoshop, e agora aquilo é vicio, e distrai-me completamente...
Vou começar já agora, pois o capitulo está escrito à muito tempo, mas escrevi-o com 18 anos, e esta parte em particular, sei que posso melhorá-la imenso!!!
*me vai buscar caderno e montes de canetas*
*me começa agora mesmo a escrever sem parar...*
Plase!!!
Perdoem-me!!!
O photoshop é mau!! Muito mau!!

Foi com uma insónia e a pensar em ideias po capitulo incompleto que tenho para postar que me puz a mexer no photoshop, e agora aquilo é vicio, e distrai-me completamente...
Vou começar já agora, pois o capitulo está escrito à muito tempo, mas escrevi-o com 18 anos, e esta parte em particular, sei que posso melhorá-la imenso!!!
*me vai buscar caderno e montes de canetas*
*me começa agora mesmo a escrever sem parar...*
Plase!!!
Perdoem-me!!!
O photoshop é mau!! Muito mau!!

Jesus mulher! N precisas de ficar nesse frenezim todo! Nós esperamos um bocadinho se tiver de ser.
Lool, coitadinho do photoshop. Não é nada mau! Fizeste essa assinatura com ele, não foi? E a tua assinatura está tão linda!
Vá lá, relaxa nós desculpamos-te!
*dá um pãozinho com chocolate para a Lili comer enquanto escreve*
Lool, coitadinho do photoshop. Não é nada mau! Fizeste essa assinatura com ele, não foi? E a tua assinatura está tão linda!
Vá lá, relaxa nós desculpamos-te!
*dá um pãozinho com chocolate para a Lili comer enquanto escreve*

Um grande, grande obrigada pela sign e pelo avie Xaninha kida! ^^

Jovens escritores, nao resistem a chocolate? Especialmente Kinder? Então cuidado, o gang anda rondando
Cap.1|Segunda parte – O inico…
Masi estava mais feliz do que eu alguma vez vira.
E eu estava com medo, pois normalmente ela costumava achar as ideias loucas da minha mãe, maravilhosas para mim...
- «Hoje é um dia muito feliz, mi rază de soare!»
(Meu raio de sol)… Era assim que ela me tratava…
Até já me tinha esquecido disso… A minha Masi…
Uma das horríveis verdades da vida, é que só damos verdadeiramente valor a algo quando o perdemos… E quem diria que ela me faria tanta falta….
Hummm... continuando…
Masi acompanhou-me até ao grande hall de entrada. A porta da entrada era uma grande e pesada porta dupla de carvalho que chegava até ao tecto, com grandes ferrolhos de ferro.
E no lado direito, uma porta mais pequena, onde passava bem um adulto em pé, com uma maçaneta dourada em forma de garra.
As grandes portas eram só abertas quando vinha algum dignitário importante, os restantes dias entravam todos por aquela porta discreta.
Por cima, grandes candeeiros de cristal, com pequenos cristais em formas de pequenas gotas a toda a volta, caindo com elegância… Cujas velas se reflectiam e espalhavam aquela luz alaranjada por todo o hall cujo chão de madeira escura com enormes tapeçarias de cores suaves abafavam os sons dos nossos passos, e as paredes brancas de cal cobertas com quadros de variados tamanhos, uns maiores que eu e outros que me cabiam na palma da mão, de paisagens de caça e pesca…
Masi levou-me pelo lado direito das escadas, surgindo em frente uma porta pesada, escura, esculpida com pormenores veados, lobos e de outros animais na floresta.
Encontrava-se semi-aberta…
Masi abriu a porta, deu-me um ligeiro toque no ombro para eu entrar entrando de seguida por trás de mim.
Fechou-a, e foi pôr-se discretamente de lado da porta, agarrando as mãos uma na outra… Estava, obviamente, nervosa...
Era uma sala grande… Oval… as paredes cobertas de estantes e livros, e no meio do chão de madeira escura, um enorme tapete de pêlo de urso pardo…
No lado esquerdo uma enorme janela, cujos topos das arvores do meu adorado bosque se viam, a baloiçar ao vento. O céu estava azul-escuro com algumas nuvens negras…
(Como eu adorava ficar ali, no parapeito daquela janela, a ver o pôr do sol, para mim, a parte mais linda do dia…).
No lado direito da sala, uma enorme lareira branca, esculpida na pedra com pormenores de animais.
Estava acesa com um bom fogo, apesar de não estar muito frio, o que tornava aquela sala um pouco abafada, deixando no ar o cheiro característico de madeira a queimar e um ligeiro trago a incenso de rosas silvestres, que a minha mãe insistia sempre em pôr…
Em frente da lareira, 4 poltronas de costas altas encarnadas, torneadas a prata e uma frágil mesa baixinha de madeira, onde a minha mãe pousava o cestinho dos bordados dela e um frágil sininho dourado para chamar os criados...
E todas as noites, ali se encontravam os meus pais ao fim do dia, o meu pai a beber uma bebida que ele próprio misturava, e a minha mãe a tricotar e juntos discutiam as trivialidades da corte…
Enquanto eu, obrigada a permanecer uns momentos por dia na sua presença, sentada no parapeito da janela aspirava os ares da noite através de uma pequena fresta que eu abria…
Mas naquele dia, não estavam só os meus pais ali sentados….
Naquele dia, estava lá mais alguém… Alguém que estava mesmo à minha frente, mas eu não conseguia acreditar…
Tens de entrar para responderes neste tópico.




pelo menos dos vampiros vegetarianos como os Cullen
há montes de usuarias daqui que adoram twilight
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