O que vão ser no futuro?
Tinoco escreveu:Deve ser a Futuráliaeu nunca lá fui(detesto multidoes jasus x.x).
Epah entao as médias na cidade universitaria nao estao assim tao altas cm pensava o.o como ali é para onde tdos vao pensei que estivessem em 15 ou 16.
De qualquer forma,se estás nessa escola,é uma questão de te informares ou com a secretaria ou mesmo com a psicóloga escolar -podes até perguntar-lhe coisas sobre o curso e ela até te pode ajudar com isso mostrando-te algumas coisas sobre o curso - e isso é sempre uma ajuda. Mas tens de ter em mente de que se é psicologia que queres seguir,deves fazer por isso. Se nos entretantos te surgir outra coisa que gostes,mudas o rumo à coisa. Temos sempre tempo para tudo(ou quase tudo). E quando é o nosso desejo cumprir algo,ganhamos forças até onde pensávamos que elas não existiam ;3
não estou nessa escola, quero ir pra lá

Sim, isso mesmo, a Futurália !
eu penso o mesmo, e afinal é o nosso futuro que está em causa, não podemos baixar os braços, porque ninguém vai conquistá-lo por nós!
Andei a ver os meus comentários anteriores aqui neste tópico e geezus
tenham em conta que eu entrei aqui com 14 quase 15 anos, riiiiight?
Ora bem já andava há muito tempo para 'recomentar' este tópico baseado no testemunho da minha querida Dumpling <3 mas por algum motivo foi passando e agora lembrei-me de novo. Também concordo com o que a Bequinhas disse, a nossa vida dá muitas voltas e os nossos sonhos também se alteram.
Recordo-me que quando era pequena eu queria ser tanta coisa:
- Veterinária: adorava animais, logo achei que era o ideal;
- Enfermeira: sempre que alguém se magoava, lá ia eu com Betadine e pensos rápidos para ajudar a pessoa;
- Professora: apesar de muito de nós sermos rebeldes e tal, não acredito, que na primária ou no básico, não houvesse algum professor/a que vos inspirasse e que vocês quisessem ser como eles quando fossem "grandes";
- Jornalista: desde a primária que fazia coisas para o jornal da escola, na primária era desenhos, um ou outro artigo mais trabalhado lá para o 4º ano, mas foi já no básico que comecei a escrever textos "à menina crescida" e também alguns artigos para o jornal. No secundário também participei no jornal da escola desde o 11º ao 12º.
E pronto, essas eram aquelas profissões que eu queria desde pequena até aos 13 anos talvez.
Depois comecei a ver as coisas de outra perspectiva: o que é que tem saída?
Números!
E foi aí que tudo descambou.
No 9º eu estava determinada a seguir Informática e matriculei-me numa escola profissional. Lá fiz os psicotécnicos e aquilo deu mais para Contabilidade/Secretariado, mas naquela escola só havia Contabilidade, então assim foi.
Cheguei a comentar aqui que não me deixavam sair do curso e que queria ir na mesma para a faculdade mas para outra área, só que na verdade tive mesmo de desistir. Comecei a entrar em desespero. Não era uma questão de tirar boas ou más notas, a questão era:
Por isso reforço o que a Dumpling <3 disse, e que pronto, vocês devem seguir sempre os vossos sonhos. Dinheiro é muito bom sem dúvida e sem ele não conseguimos viver, mas estar a fazer uma coisa que não gostamos é frustrante e se não somos felizes nem fazemos quem está ao nosso lado feliz, não vale a pena.
Hoje em dia tenho a certeza de que aquilo que vou seguir no futuro terá a ver com Letras e Humanidades, algo nesta área sem dúvida.
Mas acima de tudo, não desistam dos vossos sonhos.
tenham em conta que eu entrei aqui com 14 quase 15 anos, riiiiight?Ora bem já andava há muito tempo para 'recomentar' este tópico baseado no testemunho da minha querida Dumpling <3 mas por algum motivo foi passando e agora lembrei-me de novo. Também concordo com o que a Bequinhas disse, a nossa vida dá muitas voltas e os nossos sonhos também se alteram.
Recordo-me que quando era pequena eu queria ser tanta coisa:
- Veterinária: adorava animais, logo achei que era o ideal;
- Enfermeira: sempre que alguém se magoava, lá ia eu com Betadine e pensos rápidos para ajudar a pessoa;
- Professora: apesar de muito de nós sermos rebeldes e tal, não acredito, que na primária ou no básico, não houvesse algum professor/a que vos inspirasse e que vocês quisessem ser como eles quando fossem "grandes";
- Jornalista: desde a primária que fazia coisas para o jornal da escola, na primária era desenhos, um ou outro artigo mais trabalhado lá para o 4º ano, mas foi já no básico que comecei a escrever textos "à menina crescida" e também alguns artigos para o jornal. No secundário também participei no jornal da escola desde o 11º ao 12º.
E pronto, essas eram aquelas profissões que eu queria desde pequena até aos 13 anos talvez.
Depois comecei a ver as coisas de outra perspectiva: o que é que tem saída?
Números!
E foi aí que tudo descambou.
No 9º eu estava determinada a seguir Informática e matriculei-me numa escola profissional. Lá fiz os psicotécnicos e aquilo deu mais para Contabilidade/Secretariado, mas naquela escola só havia Contabilidade, então assim foi.
Cheguei a comentar aqui que não me deixavam sair do curso e que queria ir na mesma para a faculdade mas para outra área, só que na verdade tive mesmo de desistir. Comecei a entrar em desespero. Não era uma questão de tirar boas ou más notas, a questão era:
É isto que eu quero para o meu futuro?E a resposta era não, não, não.
Isto tem alguma coisa a ver comigo?Novamente: não, não, não.
O que me prende a este curso?O facto de disserem que tinha saída, mal saia da escola tinha emprego, isto e aquilo. Era tudo muito apelativo sim. Mas não era o que eu queria fazer para toda a vida.
Por isso reforço o que a Dumpling <3 disse, e que pronto, vocês devem seguir sempre os vossos sonhos. Dinheiro é muito bom sem dúvida e sem ele não conseguimos viver, mas estar a fazer uma coisa que não gostamos é frustrante e se não somos felizes nem fazemos quem está ao nosso lado feliz, não vale a pena.
Hoje em dia tenho a certeza de que aquilo que vou seguir no futuro terá a ver com Letras e Humanidades, algo nesta área sem dúvida.
Mas acima de tudo, não desistam dos vossos sonhos.

Kristea escreveu:Eu vou ser fisioterapeuta! XDEu escrevi isto? A sério? Oh meu deus, agora quero um buraco! o_________o
Já estou como a Sofia... Quando escrevi isto, não tinha mesmo noção das coisas. Há vários factores que limitam os nossos sonhos, há barreiras que até vêm por bem porque nos ensinam alguma coisa, vamos crescendo e os nossos gostos mudam. Não é que esteja numa área completamente diferente de fisioterapia, por acaso, está dentro da área da reabilitação, mas é simplesmente outro mundo. Posso realmente falar da minha situação, tal como já fizeram a Sofia e a Dumpling.
A vida nem sempre sorri. Às vezes, parece que está chateada connosco e não nos sorri durante imenso tempo. Well, aconteceu-me isso. Quando tinha uns 14 anos, não tinha ideia do que queria. Gostava de ciências e tal, da natureza. Sempre quis estar longe das áreas da saúde porque achava que era demasiada responsabilidade e que não iria aguentar. Sabia que me queria manter longe da matemática e ainda cheguei a ponderar humanidades, mas não havia nada que me interessasse em concreto. Acabei por ir para a área de Ciências e Saúde (que é Ciências e Tecnologias com a opção de Biologia e Geologia) porque achei que me iria dar mais perspectivas de futuro. Entretanto, a minha vida tornou-se um inferno. Deu tantas voltas (se calhar, foi unicamente uma recta... A descer a pique) que cheguei ao ponto de quase entrar em depressão. No meio disso tudo, um primo meu nasceu com paralisia cerebral. Podia estar aqui a barafustar acerca da incompetência do médico (foi por culpa dele, sim), mas não me valia de nada. O que aconteceu, aconteceu. E temos que aceitar e dar a volta por cima. Ainda assim, como estava tão abalada com assuntos mais próximos, só soube no final do 12º que queria Ciências da Nutrição. Demasiado tarde. Tinha média, não tinha exames... Foi no meio daquela confusão toda em que me vi obrigada a tomar uma decisão. Sou da zona do Porto, queria ficar por cá. Quem é daqui, sabe o quão horríveis (diga-se altas) são as médias aqui, para não falar da quantidade de exames e a percentagem que valem. Mas não ia ficar por aqui para ir para algo que não queria, algo que não ia gostar. Depois de falar com a minha mãe, ponderei estudar fora. Tinha melhores hipóteses. Entretanto, a minha família aproximou-se ainda mais depois de mais problemas surgirem. E foi então que o contacto com o meu primo me mostrou um caminho que eu não estava a ver, mas sempre esteve lá. Queria ajudar as pessoas. Não queria mais saber se ia aguentar ou não, ia habituar-me, ia lutar, ia fazer o que for preciso para ver o sorriso na cara das pessoas. A minha ignorância levou-me a pensar praticamente só em fisioterapia. Ainda meti outras coisas lá no meio (as duas últimas, se fosse hoje, acho que não teria gostado), inclusive o curso onde estou actualmente. É estranhamente pouco conhecido, apesar de ter surgido ao mesmo tempo que a fisioterapia e existe em Portugal há tantos anos quanto essa área. Trata-se de Terapia Ocupacional. Não sabia bem o que era, estava um bocado à nora. Só sabia que ajudava as pessoas e estavam dentro do mesmo "saco" da fisioterapia. Porque não tentar? Um ano à experiência e depois via se era realmente para mim ou não. Bem... No meio de tanta confusão, de tantos problemas, do meu próprio contacto com a inutilidade humana para certas situações que me fez crescer, comecei a ver um sorriso da vida. Quando estava no estágio (a minha uni tem estágios desde o 1º ano, o que é realmente bom. Ajuda a ter uma ideia muito concreta do que é), vi um sorriso completamente aberto. Foi aquele momento do "é mesmo isto que eu quero!". Apaixonei-me pela área pela primeira vez e continuo a fazê-lo sempre que estou em contacto com ela. Como se a sorte viesse aos pacotes depois de nos ter falhado durante imenso tempo, o curso tem imensa saída, quer em Portugal (nem sequer há desemprego!), quer no estrangeiro. Acabei por encontrar o que queria aos trambolhões e tive a sorte da empregabilidade. Vou agora para o último ano, não me arrependo e estou cada vez mais próxima de ser lançada aos lobos

Isto tudo para vos dizer: não desistam. Não tentem ver apenas umas opções. Abram os vossos horizontes, pensem em locais (não se fixem ao lugar onde vivem!), em situações que vos acontecem, em coisas que realmente gostem de fazer. Não parem os estudos até encontrarem aquilo que realmente gostam. É pior se pararem. E há sempre uma luz no meio da escuridão. Podemos é não estar a vê-la. Mas, quando vemos, é como se alguém nos estivesse a abrir os olhos para a vida. A empregabilidade é importante, mas não é tudo. Se não há em Portugal, há no estrangeiro. E lá garanto-vos que se ganha muito mais e se tem mais condições

Já agora, publicidade sobre o que é o meu curso (porque tenho que a fazer até toda a gente saber o que é. Não vou deixar que continue no desconhecido quando é tão útil, tão procurada, tão gratificante. Temos que tomar a iniciativa da divulgação; isto não se divulga sozinho!
):Spoiler
A Terapia Ocupacional utiliza a ocupação (e entenda-se por ocupação tudo aquilo que se faz no dia-a-dia, desde alimentação, a estudar, utilizar o computador, qualquer coisa. Envolve também as actividades de lazer, de trabalho, brincar e assim. É precisamente tudo o que se faz) como meio e objectivo. Ou seja, tentam reabilitar a pessoa para aquilo que ela precisa e quer fazer no seu dia-a-dia através de actividades relacionadas com a própria ocupação, para que não fique dependente de terceiros ou limitada. A ocupação é algo transversal a todas as idades e patologias, por isso toda a gente pode beneficiar da actuação da Terapia Ocupacional, desde uma criança com um atraso de desenvolvimento ou hiperactividade, a um adulto com esquizofrenia e até a um idoso com Parkinson ou Alzheimer. Tem a vertente física e a de saúde mental também, que podem ser ambas combinadas, se for necessário. A Terapia Ocupacional olha a pessoa como um todo e não só o que está à nossa frente. A pessoa não é só um corpo e não precisa só de biomecânica. É um espírito cultural, social, psicológico, religioso, etc., e compete ao terapeuta estar atento a todos os aspectos que possam influenciar a vida da pessoa, de modo a que ela seja independente e, acima de tudo feliz. Um dos lemas que muitas vezes nos é dito é: "A Terapia Ocupacional não dá mais anos à vida. Dá mais vida aos anos". E é mesmo verdade. As pessoas aprendem a aceitar as limitações que têm porque conseguem fazer a sua vida. 


Eu neste momento estou a espera de receber uma nota para saber se acabo o meu curso. Depois disso adorava adquirir mais conhecimentos na area de design e conseguir criar publicidades que conseguissem "colar" todos os espectadores ao ecra da televisão.
E espero continuar poder ter tempo para ver os meus animes e a continuar a fazer desenhos dos mesmos
E espero continuar poder ter tempo para ver os meus animes e a continuar a fazer desenhos dos mesmos

Eu gostava de trabalhar com "linguas", aka traduções and stuff like that, domino a lingua de Camões (com erros gramaticais, mais ainda assim
) o castelhano, entendo galego (apesar de não saber fala-lo), inglês, e gostava de estudar mais linguas de preferencia as asiaticas que são a minha paixão, Chinês (apesar do que todos dizem dos xin xon, a mim aparece-me um idioma bonito) no entanto é trabalhoso (demasiados ideogramas, e se não estou em erro têm 5 tons diferentes), Coreano (estou a estuda-lo, e não é dificil, o mais dificil é a pronuncia e o facto de haver muitas maneiras de dizer a mesma coisa, dependendo dos niveis de polides), Tailandês (tambem me parece bonito, mas tambem tem 3 tons e um alfabeto proprio...), Vietnamita (só porque tenho uma tia-avó vietnamita
), e Japonês (menos ideogramas que o chinês, pronuncia mais facil que Coreano, no entanto tambem tem os niveis de polidez....).
No entanto duvido que consiga realizar um sonho assim, e se o conseguir será algo muito trabalhoso. Vere-mos, nunca se sabe o que o futuro reserva.
) o castelhano, entendo galego (apesar de não saber fala-lo), inglês, e gostava de estudar mais linguas de preferencia as asiaticas que são a minha paixão, Chinês (apesar do que todos dizem dos xin xon, a mim aparece-me um idioma bonito) no entanto é trabalhoso (demasiados ideogramas, e se não estou em erro têm 5 tons diferentes), Coreano (estou a estuda-lo, e não é dificil, o mais dificil é a pronuncia e o facto de haver muitas maneiras de dizer a mesma coisa, dependendo dos niveis de polides), Tailandês (tambem me parece bonito, mas tambem tem 3 tons e um alfabeto proprio...), Vietnamita (só porque tenho uma tia-avó vietnamita
), e Japonês (menos ideogramas que o chinês, pronuncia mais facil que Coreano, no entanto tambem tem os niveis de polidez....).No entanto duvido que consiga realizar um sonho assim, e se o conseguir será algo muito trabalhoso. Vere-mos, nunca se sabe o que o futuro reserva.
Eu não sei o que quero ser, mas preferia que fosse ou na área da Arte ou na da musica
Para dizer a verdade, eu tenho 6 cadernos de desenho preenchidos com desenhos porque adoro desenhar, e por vezes até me apetece desenhar personagens de animes, mas por mais que tente, a maior parte das vezes não consigo desenhar as personagens de alguns animes muito elaborados
Para dizer a verdade, eu tenho 6 cadernos de desenho preenchidos com desenhos porque adoro desenhar, e por vezes até me apetece desenhar personagens de animes, mas por mais que tente, a maior parte das vezes não consigo desenhar as personagens de alguns animes muito elaborados
^^
Adoro este forum *-*
Adoro este forum *-*
Akari Sakura escreveu:Eu não sei o que quero ser, mas preferia que fosse ou na área da Arte ou na da musica
Para dizer a verdade, eu tenho 6 cadernos de desenho preenchidos com desenhos porque adoro desenhar, e por vezes até me apetece desenhar personagens de animes, mas por mais que tente, a maior parte das vezes não consigo desenhar as personagens de alguns animes muito elaborados
Faz muito desenho à vista!
Por exemplo tens a imagem no pc e tentas fazer igual numa folha, isso vai ajudar-te a ganhar prática e acabas por memorizar certos aspectos importantes. Fica a dica


Shadow escreveu:Akari Sakura escreveu:Eu não sei o que quero ser, mas preferia que fosse ou na área da Arte ou na da musica
Para dizer a verdade, eu tenho 6 cadernos de desenho preenchidos com desenhos porque adoro desenhar, e por vezes até me apetece desenhar personagens de animes, mas por mais que tente, a maior parte das vezes não consigo desenhar as personagens de alguns animes muito elaborados
Faz muito desenho à vista!
Por exemplo tens a imagem no pc e tentas fazer igual numa folha, isso vai ajudar-te a ganhar prática e acabas por memorizar certos aspectos importantes. Fica a dica
Ok, obrigada pela dica, vou exprimentar
^^
Adoro este forum *-*
Adoro este forum *-*
Bem eu estou agora a meio de um curso de Técnico Auxiliar de Saúde. Segui isto porque não dava para seguir o o curso de desporto que é o que eu iria seguir mas este curso se eu quiser no final posso seguir no ramo do desporto mas ainda estou indecisa ainda tenho mais 1 ano para decidir! 

;) Diana Tenoh ;)
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