O destino nas nossas mãos
Bem gostei muito da tua fanfic até agora, relata mais romance do que propriamente acção. Também so grande apreciador deste tipo de escrita, já escrevi vários one shots baseados em romance e drama, por isso não monesprezo este tema.
Nunca consegui ver bem a Usagi com o Seiya por este ter um lado feminino, não consegui mesmo imaginar a Usagi nesse tipo de "caminho", nao a encaro como uma Haruka e Mariana.
Mas por outro lado adorei todos os casais que formas-te , focando a Joana e Yaten, adoro mesmo
.
Bem neste ultimo capítulo falas-te dos inimigos muito por alto mesmo, ansio por mais detalhes.
Acho a atitude do Gonçalo muito estranha mesmo, espero para ver o que vai sair daqui.
Go on.
Nunca consegui ver bem a Usagi com o Seiya por este ter um lado feminino, não consegui mesmo imaginar a Usagi nesse tipo de "caminho", nao a encaro como uma Haruka e Mariana.
Mas por outro lado adorei todos os casais que formas-te , focando a Joana e Yaten, adoro mesmo
.Bem neste ultimo capítulo falas-te dos inimigos muito por alto mesmo, ansio por mais detalhes.
Acho a atitude do Gonçalo muito estranha mesmo, espero para ver o que vai sair daqui.
Go on.
Erva escreveu:Bem gostei muito da tua fanfic até agora, relata mais romance do que propriamente acção. Também so grande apreciador deste tipo de escrita, já escrevi vários one shots baseados em romance e drama, por isso não monesprezo este tema.
Nunca consegui ver bem a Usagi com o Seiya por este ter um lado feminino, não consegui mesmo imaginar a Usagi nesse tipo de "caminho", nao a encaro como uma Haruka e Mariana.
Mas por outro lado adorei todos os casais que formas-te , focando a Joana e Yaten, adoro mesmo.
Bem neste ultimo capítulo falas-te dos inimigos muito por alto mesmo, ansio por mais detalhes.
Acho a atitude do Gonçalo muito estranha mesmo, espero para ver o que vai sair daqui.
Go on.
Obrigada eheh, espero que gostes do que vem por ai
achei piada ao facto de gostares do Yaten e da Joana e não gostares tanto do Seiya, referiste o lado feminino que o Yaten também tem ehehe. Sabes, eu desde que vi a série Stars, achei que o Seiya era um rapaz mais interessante que o Gonçalo, pelo menos na minha visão das coisas, e pelo que vi a Bunny também não lhe ficou indiferente, mesmo estando ao lado do Gonçalo, ela continuou com aqueles olhinhos a brilhar, enquanto em pensamento dizia o nome dele 
Vai haver acção, mas isto vai ser mais baseado num românce
amanhã quero ver se começo a escrever o próximo capítulo, não queria demorar muito publicar, para o pessoal não perder o interesse.Desculpa só agora ter vindo comentar, ja tinha visto ontem mas só agora pude comentar...sorry*
Epa, tu agora tramas te me bem eu a pensar que era o Seiya e afinal é o Neflite, é que foi só para me tramares, mas tava um espectaculo este novo capitulo, adorei as cenas dos casais...entao o da Joana/Yaten e Rita/Fernando foi altamente...
Gostei que tive-se sido o Neflite (gosto bue dessa personagem) ele viu meter suspense mostrando que vem ai uma daquelas batalhas...
Mas havia outra pessoa a segui-la...hummm já nao sei quem pode ser, tu trocas me sempre as voltas...
Mas tenho uma reclamação a fazer: Entao e o Seiya??? Ha, quando é que o rapaz entra em acção?
Beijos e continua-a que estas a ir muito bem, e é normal nao teres muitas pessoas a nao comentar, sabes que o forum anda um pouco parado, com o pessoal em aulas e assim...mas isso nao é para desistir.
Epa, tu agora tramas te me bem eu a pensar que era o Seiya e afinal é o Neflite, é que foi só para me tramares, mas tava um espectaculo este novo capitulo, adorei as cenas dos casais...entao o da Joana/Yaten e Rita/Fernando foi altamente...
Gostei que tive-se sido o Neflite (gosto bue dessa personagem) ele viu meter suspense mostrando que vem ai uma daquelas batalhas...
Mas havia outra pessoa a segui-la...hummm já nao sei quem pode ser, tu trocas me sempre as voltas...
Mas tenho uma reclamação a fazer: Entao e o Seiya??? Ha, quando é que o rapaz entra em acção?
Beijos e continua-a que estas a ir muito bem, e é normal nao teres muitas pessoas a nao comentar, sabes que o forum anda um pouco parado, com o pessoal em aulas e assim...mas isso nao é para desistir.
miriam88 escreveu:Desculpa só agora ter vindo comentar, ja tinha visto ontem mas só agora pude comentar...sorry*
Epa, tu agora tramas te me bem eu a pensar que era o Seiya e afinal é o Neflite, é que foi só para me tramares, mas tava um espectaculo este novo capitulo, adorei as cenas dos casais...entao o da Joana/Yaten e Rita/Fernando foi altamente...![]()
Gostei que tive-se sido o Neflite (gosto bue dessa personagem) ele viu meter suspense mostrando que vem ai uma daquelas batalhas...
Mas havia outra pessoa a segui-la...hummm já nao sei quem pode ser, tu trocas me sempre as voltas...
Mas tenho uma reclamação a fazer: Entao e o Seiya??? Ha, quando é que o rapaz entra em acção?
Beijos e continua-a que estas a ir muito bem, e é normal nao teres muitas pessoas a nao comentar, sabes que o forum anda um pouco parado, com o pessoal em aulas e assim...mas isso nao é para desistir.
Oh obrigada querida
posso dizer que o nosso menino vem brevemente, na hora H e ele vai aparecer, e quando aparecer, uiiii
hoje vou começar a tratar do 6 capítulo, cada vez estou a escrever mais e com gosto, não me apetece parar eheh.miriam88 escreveu:Isso mesmo nada de parares, pois a tua é a fic que mais estou a seguir...
E estou desejosa da entrada triunfante do Seiya...epa mas tens de me dedicar o capitulo em que aparece o Seiya![]()
Fico a espera de mais....força ai!
Podes crer que dedico
aliás, eu envio-te o capítulo antes de o publicar aqui, ele está para breve, já estou a planear a reencontro deles, aí vai ser tão lindo 
Ora bem
Antes de mais quero dizer que este capítulo é dedicado á Miriam88, ela foi a primeira pessoa a ler as primeiras páginas deste capítulo. Este não tem 8 páginas, ficou-se pelas 6 e meia, mas está repleto de... enfim, leiam e depois vêem do que falo. Se são fãs do casal Bunny/Seiya, este capítulo é para vocês, espero que gostem e que comentem claro
gosto de saber a vossa opinião.
Eram 4 da madrugada quando Bunny acordou, apesar da dor de cabeça ter passado ligeiramente, os seus pensamentos continuavam a incomodá-la de tal forma que teve de se levantar; desceu as escadas e foi até á cozinha fazer um chá de tília para ver se conseguia dormir o resto da noite, enquanto preparava o chá recordou alguns momentos da noite anterior, um novo inimigo, as amigas tinham lhe omitido a verdade, tivera que contar a verdade aos pais que durante anos nunca desconfiaram de nada, ao pensar neste assunto suspirou apenas, apesar de tudo seria melhor assim, ao menos poderia pedir aos pais para tomarem conta de Chibiusa se fosse necessário voltar a lutar e com certeza que esse momento iria chegar, a rainha Beryl queria vingança e o seu alvo poderia ser o fruto do amor entre Bunny e Gonçalo.
Ao regressar ao andar superior, Bunny ia bebendo o seu chá quente, que lhe estava a saber muito bem mesmo, ao andar pelo quarto reparou em algo branco perto da portada que dá acesso á varanda, ao chegar um pouco mais perto verificou que era um envelope, pousou a caneca na mesa de cabeceira, sentou-se na cama e abriu o envelope:
Estarei sempre de olho em ti, mesmo que tu não dês por mim.
Eram as únicas palavras que estavam escritas naquele papel, ao ler segunda vez mais atentamente, Bunny arrepiou-se, mas não era um calafrio, era uma sensação quente, teve um pressentimento bom, apesar da carta não ter identificação alguma, mas mesmo assim correu até ao quarto da filha para ver se a menina estava bem, Chibiusa estava a chuchar no dedo tranquilamente, Bunny aconchegou a filha e deixou a porta encostada, voltou ao seu quarto e foi até á varanda, na esperança de ver a pessoa que lhe tinha deixado a carta, mas sem sucesso, nenhum vulto ou barulho, Bunny suspirou novamente, sentia-se tão sózinha e carente, deitou-se novamente e acabou por adormecer.
Era manhã e Bunny estava a passear sózinha perto dum rio, o barulho da água a correr por entre as pedras era relaxante, estava uma temperatura amena, por isso Bunny sentou-se num banco de jardim, enquanto olhava o que estava em seu redor, por instantes fechou os olhos e respirou fundo várias vezes, no ar pairava um cheiro fresco e suave, o sol aquecia ligeiramente a sua pele branca e a brisa brincava com os seus cabelos, abriu os olhos e á sua frente estava a pessoa que mais desejava naquele momento: Seiya.
Bunny levantou-se e Seiya agarrou-a pela cintura fina, há muito tempo que ansiava por aquele momento, Seiya beijou Bunny com paixão, até ambos ficarem sem ar, a emoção foi tanta que ambos não pronunciaram uma única palavra; a sua sede de paixão por Seiya era tanta que Bunny começou a tirar-lhe a camisola preta que marcava o seu tronco de sonho, Seiya passou as suas mãos fortes pelos ombros de Bunny enquanto descia as alças do seu vestido...
De repente Bunny dá um salto, a sua respiração estava afogante, tudo não passara dum sonho:
- Oh meus deus, mas o que é que me está a acontecer - respirou fundo novamente enquanto se levantava da cama, já era de manhã:
- O sonho parecia tão real, Seiya... meu querido Seiya, nem imginas as saudades que tenho de te ver, das tuas palavras sempre doces e... não, não pode ser, eu não me posso deixar iludir por um sonho, o meu coração está fechado para o amor e para os homens, não voltarei a amar ninguém, já sofri o suficiente, ainda por cima numa altura destas, tenho de estar atenta aos sinais, a Beryl pode estar cada vez mais próxima, sou tão parva, pareço uma adolescente, aghrr.
Bunny tentou esquecer o sonho que tivera, foi até ao quarto da filha levantar a menina para lhe dar o pequeno-almoço, tinha de se despachar, pois tinha de entregar o seu próximo livro á sua editora, o prazo de entrega acabaria na próxima semana, apesar de todas as confusões, tinha encontrado algum tempo para escrever, e por mais que adorasse escrever, o dinheiro também lhe faria falta, pois não queria depender do dinheiro de Gonçalo; como ia ter uma reunião com a sua editora, ia deixar Chibiusa em casa dos pais, para alegria deles, que iam passar a manhã com a neta, com certeza que a mãe tinha comprado mais roupa para a menina, cada vez que Bunny se encontrava com a mãe, dona Fernanda fazia questão de dar sempre qualquer coisa á sua neta, mesmo que Bunny discordasse, pois Chibiusa já tinha bastantes brinquedos e roupa.
Bunny e Chibiusa chegaram a casa dos Tsukino ainda não eram 10 da manhã, foi o pai que as recebeu, mal viu a neta, pegou-lhe logo ao colo:
- Oh pai vocês mimam de mais a Chibiusa, eu nem quero imaginar como vai ser quando ela começar a perceber certas coisas, espero que até lá vocês oiçam o que eu digo. Dizia Bunny meio zangada enquanto cumprimentava o pai.
- Ora ora Bunny Tsukino, é nossa neta, é normal que queiramos o melhor para ela e que nada lhe falte, além disso são raras as vezes em que estamos com ela, a tua mãe sente falta dos filhos, como sabes o Chico só vem a casa para dormir práticamente, tu já tens a tua casa, e quando ela está com a Chibiusa recorda-se do tempo em que vocês eram pequenos.
- Sim pai, tudo bem, olha eu estou super atrasada, venho buscar a Chibiusa depois do almoço, dentro desta sacola está o almoço dela, basta aquecer, esqueci-me de pôr aquelas sobremesas de fruta, naqueles frasquinhos, se a mãe quiser comprar um, eu agradecia; minha princesa, a mãe está cá depois do almoço. Bunny deu um beijo na testa da filha e despediu-se do pai, este ficou a acenar-lhe enquanto ela entrava no carro.
Bunny em 10 minutos chegou ao edificio onde ficava a sua editora, além da editora Star, nos andares superiores ficava a revista, FaceLight, ao entrar, Bunny reparou que havia um grande movimento, mas não ligou muito, dirigiu-se á recepção e falou com uma jovem morena que lá estava:
- Bom dia, o meu nome é Bunny Tsukino e estou aqui para falar com a Senhora Jane Tamura, tenho uma reunião marcada com ela para as 10 horas.
- Muito bom dia, a Senhora Tamura encontra-se na sua sala, no quarto andar, na sala 15.
- Muito obrigada, só uma curiosidade, é costume o edificio ter este movimento? Eu já cá estive duas vezes, mas nunca vi tantas pessoas. Perguntou Bunny cheia de curiosidade.
- Está cá um modelo fotográfico muito famoso, está a fotografar no sexto andar, é uma sessão para uma marca conhecida que a revista FaceLight está a fazer - respondeu a rapariga, Bunny agradeceu e virou as costas, foi até ao elevador e subiu até o quarto andar, quando lá chegou, procurou a sala 15, mas antes que pudesse encontrar o seu telemóvel toca, do outro lado uma voz feminina a avisar que chegaria um pouco atrasada, era a editora de Bunny, como não tinha nada para fazer e a curiosidade era muita, Bunny decidiu ir até ao sexto andar para matar a sua curiosidade, ao lá chegar viu imensas miúdas com papeis na mão a gritar histéricamente em frente a uma porta entre-aberta, com certeza seria um jovem modelo em roupa interior, só isso justificaria a atitude das raparigas, ao vê-las tão entusiasmadas, lembrou-se das amigas na altura em que os 3 luzes estavam na ribalta, ao ter essas recordações sorriu e decidiu ver se o jovem era mesmo bonito; na sala em frente além de projectores de luz e um enorme pano branco para fazer de fundo, estava um banco alto, de repente viu alguém de roupão azul-escuro a passar, era alto, de cabelos pretos compridos, quando o rapaz tirou o roupão e cumprimentou as fãs, Bunny não podia acreditar no que acabara de ver, Seiya era o modelo que provocava aquele alarido todo, ao vê-lo o seu coração disparou, começou a ficar com as mãos as suar, antes que ele a pudesse ver, Bunny correu até ao elevador, estava demasiado ansiosa, carregou várias vezes nos botões, mas não conseguia fazer nada de jeito, respirou fundo e contou até dez, carregou novamente no botão que chamava o elevador e nada:
- Esse elevador não funciona menina, tem de chamar o outro. A voz dum homem interrompeu o frenesim em que Bunny se encontrava e esta deu um salto ao ouvir alguém atrás dela, por momentos pensou que fosse Seiya que a tivesse visto, mas descansou ao ver que era apenas um senhor de meia idade.
- Muito obrigada, eu...eu vou de escadas, é melhor. Correu até ao acesso ás escadas de emergência e desceu até ao quarto andar, quando lá chegou correu até á sala 15 e quando lá chegou a editora tinha acabado de chegar, conversava com a sua secretária e perguntava se tinha recados, estava distraida e não notou que Bunny vinha a correr pelo corredor, antes de entrar na sala, Bunny tentou se recompor, foi num instante ao WC que ficava logo ao lado, lavou a cara e maquilhou-se novamente, mas a sua ansiedade não podia ser disfarçada.
Bunny bateu á porta e Jane Tamura mandou-a entrar, ambas cumprimentaram-se e durante uma hora esclareceram os detalhes para o novo lançamento, dentro de um mês, o livro já estaria nas bancas, Bunny despediu-se de Jane e saíu apressada até á rua, respirou de alívio, pois a sessão de Seiya ainda deveria estar a decorrer, entrou novamente para o edificio, pois esquecera-se que o carro tinha ficado no parque de estacionamento, com alguma pressa dirigiu-se ao elevador que funcionava, passados alguns segundos o elevador abriu, mal as portas se abriram Bunny reparou que o único ocupante do elevador era Seiya, mas era tarde de mais para fugir, ele tinha-a visto, mas como ele ia ao telemóvel, Bunny entrou e ficou de costas para Seiya, este sorriu e disse alto:
- Sim sim, eu depois ligo-te, tenho algo importante para fazer. Seiya desligou o telemóvel e deu dois passos em frente, Bunny fechou os olhos e serrou as mãos, mas as suas pernas tremiam tal era o nervosismo, o elevador estava a demorar imenso tempo para descer dois andares e naquele espaço minino, apenas se encontravam eles os dois, o diálogo era inevitável, rezou para que Seiya não a reconhecesse, ou que alguém lhe ligasse novamente, mas tal não aconteceu, ele estava atrás dela e sussurrou-lhe ao ouvido:
- Eu disse-te que estava de olho em ti, pudinzinho! Tinha sido Seiya a colocar a carta debaixo da portada de Bunny, esta corou de tal maneira que não foi capaz de se virar de imediato, queria dizer algo, mas tinha medo de parecer demasiado desesperada, sem se dar conta, Seiya carregou no botão de Stop do elevador:
- Quero-te Bunny, sei que já não estás com o Gonçalo...
Antes de Seiya terminar a frase Bunny voltou-se e beijou Seiya tal como tinha sonhado na noite anterior, as saudades eram muitas, durantes anos imaginou como seria o seu beijo e o seu toque, agora era tempo de realizar os seus sonhos, Seiya agarrou o rabo de Bunny com força, ela já sem ar parou o beijo:
- Não posso, não posso, deixa-me ir agora, tenho pressa, Seiya Kou tiveste muito tempo longe de tudo, não posso.
Bunny carregou no botão novamente e passados uns segundos chegaram ambos ao piso -2, Bunny correu até ao seu carro e conduziu a alta velocidade, queria estar longe de tudo, por momentos deixou-se entregar, mas felizmente caiu em si e tal como prometera, não ia amar mais homem nenhum, que raio tinha passado pela sua mente por ter caido no desejo fácil de o beijar, abrandou a condução e estacionou perto dum jardim, precisava de ar fresco e de pôr as ideias em dia, tinha de pensar bem no que tinha acabado de acontecer, descalçou-se e caminhou sobre a relva fria, sentou-se no meio do jardim, precisava de esclarecer as coisas, mas não era a altura certa, o som do telemóvel interrompeu os seus pensamentos, ao olhar para o visor Bunny ficou espantada ao ver quem era:
- Gonçalo? O que quererá ele?
Antes de mais quero dizer que este capítulo é dedicado á Miriam88, ela foi a primeira pessoa a ler as primeiras páginas deste capítulo. Este não tem 8 páginas, ficou-se pelas 6 e meia, mas está repleto de... enfim, leiam e depois vêem do que falo. Se são fãs do casal Bunny/Seiya, este capítulo é para vocês, espero que gostem e que comentem claro
gosto de saber a vossa opinião.Capítulo 6
Eram 4 da madrugada quando Bunny acordou, apesar da dor de cabeça ter passado ligeiramente, os seus pensamentos continuavam a incomodá-la de tal forma que teve de se levantar; desceu as escadas e foi até á cozinha fazer um chá de tília para ver se conseguia dormir o resto da noite, enquanto preparava o chá recordou alguns momentos da noite anterior, um novo inimigo, as amigas tinham lhe omitido a verdade, tivera que contar a verdade aos pais que durante anos nunca desconfiaram de nada, ao pensar neste assunto suspirou apenas, apesar de tudo seria melhor assim, ao menos poderia pedir aos pais para tomarem conta de Chibiusa se fosse necessário voltar a lutar e com certeza que esse momento iria chegar, a rainha Beryl queria vingança e o seu alvo poderia ser o fruto do amor entre Bunny e Gonçalo.
Ao regressar ao andar superior, Bunny ia bebendo o seu chá quente, que lhe estava a saber muito bem mesmo, ao andar pelo quarto reparou em algo branco perto da portada que dá acesso á varanda, ao chegar um pouco mais perto verificou que era um envelope, pousou a caneca na mesa de cabeceira, sentou-se na cama e abriu o envelope:
Estarei sempre de olho em ti, mesmo que tu não dês por mim.
Eram as únicas palavras que estavam escritas naquele papel, ao ler segunda vez mais atentamente, Bunny arrepiou-se, mas não era um calafrio, era uma sensação quente, teve um pressentimento bom, apesar da carta não ter identificação alguma, mas mesmo assim correu até ao quarto da filha para ver se a menina estava bem, Chibiusa estava a chuchar no dedo tranquilamente, Bunny aconchegou a filha e deixou a porta encostada, voltou ao seu quarto e foi até á varanda, na esperança de ver a pessoa que lhe tinha deixado a carta, mas sem sucesso, nenhum vulto ou barulho, Bunny suspirou novamente, sentia-se tão sózinha e carente, deitou-se novamente e acabou por adormecer.
Era manhã e Bunny estava a passear sózinha perto dum rio, o barulho da água a correr por entre as pedras era relaxante, estava uma temperatura amena, por isso Bunny sentou-se num banco de jardim, enquanto olhava o que estava em seu redor, por instantes fechou os olhos e respirou fundo várias vezes, no ar pairava um cheiro fresco e suave, o sol aquecia ligeiramente a sua pele branca e a brisa brincava com os seus cabelos, abriu os olhos e á sua frente estava a pessoa que mais desejava naquele momento: Seiya.
Bunny levantou-se e Seiya agarrou-a pela cintura fina, há muito tempo que ansiava por aquele momento, Seiya beijou Bunny com paixão, até ambos ficarem sem ar, a emoção foi tanta que ambos não pronunciaram uma única palavra; a sua sede de paixão por Seiya era tanta que Bunny começou a tirar-lhe a camisola preta que marcava o seu tronco de sonho, Seiya passou as suas mãos fortes pelos ombros de Bunny enquanto descia as alças do seu vestido...
De repente Bunny dá um salto, a sua respiração estava afogante, tudo não passara dum sonho:
- Oh meus deus, mas o que é que me está a acontecer - respirou fundo novamente enquanto se levantava da cama, já era de manhã:
- O sonho parecia tão real, Seiya... meu querido Seiya, nem imginas as saudades que tenho de te ver, das tuas palavras sempre doces e... não, não pode ser, eu não me posso deixar iludir por um sonho, o meu coração está fechado para o amor e para os homens, não voltarei a amar ninguém, já sofri o suficiente, ainda por cima numa altura destas, tenho de estar atenta aos sinais, a Beryl pode estar cada vez mais próxima, sou tão parva, pareço uma adolescente, aghrr.
Bunny tentou esquecer o sonho que tivera, foi até ao quarto da filha levantar a menina para lhe dar o pequeno-almoço, tinha de se despachar, pois tinha de entregar o seu próximo livro á sua editora, o prazo de entrega acabaria na próxima semana, apesar de todas as confusões, tinha encontrado algum tempo para escrever, e por mais que adorasse escrever, o dinheiro também lhe faria falta, pois não queria depender do dinheiro de Gonçalo; como ia ter uma reunião com a sua editora, ia deixar Chibiusa em casa dos pais, para alegria deles, que iam passar a manhã com a neta, com certeza que a mãe tinha comprado mais roupa para a menina, cada vez que Bunny se encontrava com a mãe, dona Fernanda fazia questão de dar sempre qualquer coisa á sua neta, mesmo que Bunny discordasse, pois Chibiusa já tinha bastantes brinquedos e roupa.
Bunny e Chibiusa chegaram a casa dos Tsukino ainda não eram 10 da manhã, foi o pai que as recebeu, mal viu a neta, pegou-lhe logo ao colo:
- Oh pai vocês mimam de mais a Chibiusa, eu nem quero imaginar como vai ser quando ela começar a perceber certas coisas, espero que até lá vocês oiçam o que eu digo. Dizia Bunny meio zangada enquanto cumprimentava o pai.
- Ora ora Bunny Tsukino, é nossa neta, é normal que queiramos o melhor para ela e que nada lhe falte, além disso são raras as vezes em que estamos com ela, a tua mãe sente falta dos filhos, como sabes o Chico só vem a casa para dormir práticamente, tu já tens a tua casa, e quando ela está com a Chibiusa recorda-se do tempo em que vocês eram pequenos.
- Sim pai, tudo bem, olha eu estou super atrasada, venho buscar a Chibiusa depois do almoço, dentro desta sacola está o almoço dela, basta aquecer, esqueci-me de pôr aquelas sobremesas de fruta, naqueles frasquinhos, se a mãe quiser comprar um, eu agradecia; minha princesa, a mãe está cá depois do almoço. Bunny deu um beijo na testa da filha e despediu-se do pai, este ficou a acenar-lhe enquanto ela entrava no carro.
Bunny em 10 minutos chegou ao edificio onde ficava a sua editora, além da editora Star, nos andares superiores ficava a revista, FaceLight, ao entrar, Bunny reparou que havia um grande movimento, mas não ligou muito, dirigiu-se á recepção e falou com uma jovem morena que lá estava:
- Bom dia, o meu nome é Bunny Tsukino e estou aqui para falar com a Senhora Jane Tamura, tenho uma reunião marcada com ela para as 10 horas.
- Muito bom dia, a Senhora Tamura encontra-se na sua sala, no quarto andar, na sala 15.
- Muito obrigada, só uma curiosidade, é costume o edificio ter este movimento? Eu já cá estive duas vezes, mas nunca vi tantas pessoas. Perguntou Bunny cheia de curiosidade.
- Está cá um modelo fotográfico muito famoso, está a fotografar no sexto andar, é uma sessão para uma marca conhecida que a revista FaceLight está a fazer - respondeu a rapariga, Bunny agradeceu e virou as costas, foi até ao elevador e subiu até o quarto andar, quando lá chegou, procurou a sala 15, mas antes que pudesse encontrar o seu telemóvel toca, do outro lado uma voz feminina a avisar que chegaria um pouco atrasada, era a editora de Bunny, como não tinha nada para fazer e a curiosidade era muita, Bunny decidiu ir até ao sexto andar para matar a sua curiosidade, ao lá chegar viu imensas miúdas com papeis na mão a gritar histéricamente em frente a uma porta entre-aberta, com certeza seria um jovem modelo em roupa interior, só isso justificaria a atitude das raparigas, ao vê-las tão entusiasmadas, lembrou-se das amigas na altura em que os 3 luzes estavam na ribalta, ao ter essas recordações sorriu e decidiu ver se o jovem era mesmo bonito; na sala em frente além de projectores de luz e um enorme pano branco para fazer de fundo, estava um banco alto, de repente viu alguém de roupão azul-escuro a passar, era alto, de cabelos pretos compridos, quando o rapaz tirou o roupão e cumprimentou as fãs, Bunny não podia acreditar no que acabara de ver, Seiya era o modelo que provocava aquele alarido todo, ao vê-lo o seu coração disparou, começou a ficar com as mãos as suar, antes que ele a pudesse ver, Bunny correu até ao elevador, estava demasiado ansiosa, carregou várias vezes nos botões, mas não conseguia fazer nada de jeito, respirou fundo e contou até dez, carregou novamente no botão que chamava o elevador e nada:
- Esse elevador não funciona menina, tem de chamar o outro. A voz dum homem interrompeu o frenesim em que Bunny se encontrava e esta deu um salto ao ouvir alguém atrás dela, por momentos pensou que fosse Seiya que a tivesse visto, mas descansou ao ver que era apenas um senhor de meia idade.
- Muito obrigada, eu...eu vou de escadas, é melhor. Correu até ao acesso ás escadas de emergência e desceu até ao quarto andar, quando lá chegou correu até á sala 15 e quando lá chegou a editora tinha acabado de chegar, conversava com a sua secretária e perguntava se tinha recados, estava distraida e não notou que Bunny vinha a correr pelo corredor, antes de entrar na sala, Bunny tentou se recompor, foi num instante ao WC que ficava logo ao lado, lavou a cara e maquilhou-se novamente, mas a sua ansiedade não podia ser disfarçada.
Bunny bateu á porta e Jane Tamura mandou-a entrar, ambas cumprimentaram-se e durante uma hora esclareceram os detalhes para o novo lançamento, dentro de um mês, o livro já estaria nas bancas, Bunny despediu-se de Jane e saíu apressada até á rua, respirou de alívio, pois a sessão de Seiya ainda deveria estar a decorrer, entrou novamente para o edificio, pois esquecera-se que o carro tinha ficado no parque de estacionamento, com alguma pressa dirigiu-se ao elevador que funcionava, passados alguns segundos o elevador abriu, mal as portas se abriram Bunny reparou que o único ocupante do elevador era Seiya, mas era tarde de mais para fugir, ele tinha-a visto, mas como ele ia ao telemóvel, Bunny entrou e ficou de costas para Seiya, este sorriu e disse alto:
- Sim sim, eu depois ligo-te, tenho algo importante para fazer. Seiya desligou o telemóvel e deu dois passos em frente, Bunny fechou os olhos e serrou as mãos, mas as suas pernas tremiam tal era o nervosismo, o elevador estava a demorar imenso tempo para descer dois andares e naquele espaço minino, apenas se encontravam eles os dois, o diálogo era inevitável, rezou para que Seiya não a reconhecesse, ou que alguém lhe ligasse novamente, mas tal não aconteceu, ele estava atrás dela e sussurrou-lhe ao ouvido:
- Eu disse-te que estava de olho em ti, pudinzinho! Tinha sido Seiya a colocar a carta debaixo da portada de Bunny, esta corou de tal maneira que não foi capaz de se virar de imediato, queria dizer algo, mas tinha medo de parecer demasiado desesperada, sem se dar conta, Seiya carregou no botão de Stop do elevador:
- Quero-te Bunny, sei que já não estás com o Gonçalo...
Antes de Seiya terminar a frase Bunny voltou-se e beijou Seiya tal como tinha sonhado na noite anterior, as saudades eram muitas, durantes anos imaginou como seria o seu beijo e o seu toque, agora era tempo de realizar os seus sonhos, Seiya agarrou o rabo de Bunny com força, ela já sem ar parou o beijo:
- Não posso, não posso, deixa-me ir agora, tenho pressa, Seiya Kou tiveste muito tempo longe de tudo, não posso.
Bunny carregou no botão novamente e passados uns segundos chegaram ambos ao piso -2, Bunny correu até ao seu carro e conduziu a alta velocidade, queria estar longe de tudo, por momentos deixou-se entregar, mas felizmente caiu em si e tal como prometera, não ia amar mais homem nenhum, que raio tinha passado pela sua mente por ter caido no desejo fácil de o beijar, abrandou a condução e estacionou perto dum jardim, precisava de ar fresco e de pôr as ideias em dia, tinha de pensar bem no que tinha acabado de acontecer, descalçou-se e caminhou sobre a relva fria, sentou-se no meio do jardim, precisava de esclarecer as coisas, mas não era a altura certa, o som do telemóvel interrompeu os seus pensamentos, ao olhar para o visor Bunny ficou espantada ao ver quem era:
- Gonçalo? O que quererá ele?
Obrigado pela dedicatória 
Como já te tinha dito para mim é um dos teus melhores capítulos, enquanto o li estava aqui com um sorriso de parva a sonhar com isto tudo
Mas esta otimo desde inicio ate ao fim...eu já a pensar numa enorme cena no elevador daquelas mesmo taradas e...só lhe abarra o rabo, e a parva da Bunny pára
Aiiii como é que ela pára ali, mas foi de coragem agarrar no Seiya e pregar-lhe aqueles beijo que nem sabia onde se enfiar...heheh
Gostei bue do encontro entre ele os dois, mas estava a espera de mais (fiquei com agua na boca)...Seiya
e agora aparece o Gonçalo do nada....ai, ai o que será que ele vai querer agora? Tava ela tao bem....
Agora estou aqui colada a tua historia, e mal vejo a hora de sair o próximo capitulo...nao demores muito a escrever o proximo, e mais uma vez parabéns pelo capitulo. Força ai nessa escrita.
Beijinhos*

Como já te tinha dito para mim é um dos teus melhores capítulos, enquanto o li estava aqui com um sorriso de parva a sonhar com isto tudo

Mas esta otimo desde inicio ate ao fim...eu já a pensar numa enorme cena no elevador daquelas mesmo taradas e...só lhe abarra o rabo, e a parva da Bunny pára
Aiiii como é que ela pára ali, mas foi de coragem agarrar no Seiya e pregar-lhe aqueles beijo que nem sabia onde se enfiar...hehehGostei bue do encontro entre ele os dois, mas estava a espera de mais (fiquei com agua na boca)...Seiya
e agora aparece o Gonçalo do nada....ai, ai o que será que ele vai querer agora? Tava ela tao bem....
Agora estou aqui colada a tua historia, e mal vejo a hora de sair o próximo capitulo...nao demores muito a escrever o proximo, e mais uma vez parabéns pelo capitulo. Força ai nessa escrita.
Beijinhos*
eu estou a ler isto com muitas pausas, pelo que acho que vou ser uma mafiosa que vai pedir-te uma coisa muito simples. POdes enviar-me o ficheiro word onde estas a escrever a fic para o meu email, para que possa ler, e até posteriormente começar a rever para ti? è que confesso que em casa tenho mais tempo para ler, do que propriamente na escola(que e quando assalto os pc's, e da sempre jeito fazer as revisoes em casa
De qualquer forma, comentando o que li:
Eu li o cap da discussao do Mamoru com a Usagi, e acho o mesmo que a Dumpling,acho que a discussao podia ter chegado a outros extremos, uma discussao mais acesa, trocas de acusaçoes mais fortes, etc. Tudo para descrever bem o ambiente da coisa. Alguns erros ortográficos que podem ser facilmente corrigidos, nada d mais.
De resto, só lendo com mais atençao é que posso ter uma opiniao formada acerca dos restantes capitulos
eu vou enviar-te o meu mail por PM
Beijinhos <3
De qualquer forma, comentando o que li:
Eu li o cap da discussao do Mamoru com a Usagi, e acho o mesmo que a Dumpling,acho que a discussao podia ter chegado a outros extremos, uma discussao mais acesa, trocas de acusaçoes mais fortes, etc. Tudo para descrever bem o ambiente da coisa. Alguns erros ortográficos que podem ser facilmente corrigidos, nada d mais.
De resto, só lendo com mais atençao é que posso ter uma opiniao formada acerca dos restantes capitulos
eu vou enviar-te o meu mail por PM

Beijinhos <3

さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Eu como já te disse Freyja pelo mail, adoro a tua história, e também já disse que tem pernas para andar. Como tou a rever, já li todos os seis caps, e como disse pelo mail, tou ansiosa por fazer a revisao do 7º. Até porque quero saber o que vai acontecer a seguir, quero saber o que o labregunças do Gonçalinho quer da Bunny. Epah, eu começo a odiar o Gonçalo por tua causa, e por cuasa da Miriam e da Titinha 
Either way. Para niguem pensar que eu sou mafiosa e abandonei...(eu estou aqui muahahahahah)
Beijinhos, ficarei à espera do mail

Either way. Para niguem pensar que eu sou mafiosa e abandonei...(eu estou aqui muahahahahah)
Beijinhos, ficarei à espera do mail


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Somos mesmo más, nós as 3 ahahah, se a Naoko nos apanha-se
nem sei o que nos fazia, mas o certo é que o Seiya é mais "chega-te aqui babe" do que o Gonçalo, que é mais do tipo " Agora quero, mas mais logo não sei". O sétimo capítulo vai já a caminho
Vou agora ao gmail. Meninas e meninos, aguardem, que há surpresas 
nem sei o que nos fazia, mas o certo é que o Seiya é mais "chega-te aqui babe" do que o Gonçalo, que é mais do tipo " Agora quero, mas mais logo não sei". O sétimo capítulo vai já a caminho
Vou agora ao gmail. Meninas e meninos, aguardem, que há surpresas 
Freyja escreveu:Somos mesmo más, nós as 3 ahahah, se a Naoko nos apanha-senem sei o que nos fazia, mas o certo é que o Seiya é mais "chega-te aqui babe" do que o Gonçalo, que é mais do tipo " Agora quero, mas mais logo não sei". O sétimo capítulo vai já a caminho
Vou agora ao gmail. Meninas e meninos, aguardem, que há surpresas
ohhh Freyja o que eu me ri com este teu comentário de "o seiya é mais chega aqui babe", mas concordo contigo, mas a Naoko matava-nos a ver como já pintamos o Gonçalo
Bem força ia no novo capitulo(eu pensava que ja ca estava
)Beijinhos
Antes de mais nada quero pedir desculpa pela minha ausência, infelizmente não tive tempo para publicar o sétimo capítulo e sinceramente não sei quando é que o oitavo vai estar pronto, se bem que o comecei a escrever agora, mas só escrevi uma página ainda. Quero dedicar este capítulo as minhas leitoras e leitores, principalmente à Tinoco, que me têm ajudado tanto nestas lides das fan-fics, espero que gostem.
7º Capítulo
Bunny hesitou em atender, mas passados alguns segundos decidiu fazê-lo e enfrentar Gonçalo, apesar de estar sem paciência nenhuma para enfrentar mais problemas e com certeza o telefonema dele não seria para dar boas notícias, mas quando ia carregar no botão para atender, o seu telemóvel parou de tocar e a chamada de Gonçalo foi parar ao voicemail. por um lado seria melhor assim, talvez o assunto pudesse ser resolvido sem os dois se verem, o que para Bunny era óptimo, pois depois do seu reencontro com Seiya, só queria ir para casa e estar sozinha com a sua filha. Contudo a sua curiosidade era muita e à ida para casa, acabou por ir ao voicemail para ouvir a mensagem de Gonçalo, poderia ser algo realmente importante e se fosse, não era altura para birras e teria de o enfrentar, mesmo que não lhe apetecesse:
- Deixa-me lá ver o que é que ele quer - Disse Bunny para si mesma, nitidamente ansiosa. A expectativa sobre qual seria o tema da conversa estava a deixá-la um pouco nervosa, mas em segundos ficaria a saber o que Gonçalo queria.
Olá Bunny, aqui é o Gonçalo, não sei se estás muito ocupada, mas preciso que passes em minha casa, tenho muita urgência em falar contigo, é um assunto do teu interesse. Hoje estou de folga, por isso passa por cá. Até logo... espero eu.
-Assunto do meu interesse, mas o que poderá ser? Algo sobre a Beryl? Não me parece, se assim fosse marcava uma reunião com todas as navegantes... Uhm... Mas que será? – Murmurou Bunny para com ela mesma. As perguntas iam divagando na mente de Bunny, que estava cada vez mais curiosa enquanto conduzia até ao apartamento de Gonçalo. Mil e uma ideias lhe passaram pela cabeça, chegara a pensar inclusivé que ele queria voltar para os seus braços e finalmente lhe iria explicar o que se tinha passado, mas com o regresso de Seiya os sentimentos de Bunny estavam cada vez mais confusos. O certo é que nunca tinha apagado aquele moreno de olhos azuis da sua memória e nutria por ele um sentimento que não sabia explicar, por muito que o quisesse fazer mas sabia que era muito forte, algo que chegava a magoar quando não estava na sua presença e o beijo piorara tudo. O primeiro beijo deles os dois tinha sido um impulso,mas Bunny tinha a certeza que iria voltar a vê-lo e tinham muito para conversar, mas Bunny ia adiar o reencontro com Seiya, pelo menos até pôr os pensamentos no lugar. Agora Gonçalo, que lhe ligara a dizer que precisava de falar com ela, fosse o que fosse, deixava-a anda mais confusa acerca das coisas. Mesmo assim, ela iria esclarecer tudo naquele dia pois quanto mais adiasse, pior seria. Bunny saiu do carro e vestiu o casaco, depois indo até à porta do prédio onde Gonçalo vivia, tocando na campainha, que ele atendera de imediato, abrindo a porta da rua para que ela entrasse no prédio. Ao subir as escadas, o coração de Bunny começou a bater mais rápido. Ela não sabia o que iria acontecer mal Gonçalo abrisse a porta de sua casa, mas agora era tarde para voltar atrás pois estava prestes a chegar à porta de Gonçalo que certamente a tinha deixado aberta (era um hábito dele, quando alguém conhecido tocava à porta, ele deixava-a aberta para que a pessoa entrasse logo), mas para surpresa de Bunny, Gonçalo esperava-a à porta com um ar tão ansioso quanto o dela, cumprimentou-a de forma nervosa e Bunny quebrou logo o silêncio que os estava a rodear:
- O que se passa Gonçalo? Deixaste-me preocupada! Disseste que era urgente, só espero que não seja uma má notícia, algo sobre a Beryl ou assim... Como tu já deves saber o Neflite apareceu lá em casa no Natal e contou-me tudo, não sei se ele te procurou antes... - Bunny estava tão nervosa que falou tão depressa que nem ela própria conseguiu perceber o que dissera e antes que pudesse perguntar mais alguma coisa que fosse, Gonçalo disse calmamente para ela entrar, e que iria começar a perceber tudo. Mal entrou na sala viu logo Seiya, que estava sentado no sofá, com uma chávena de café nas mãos e este, quando a viu, pousou a chávena em cima da mesa e levantou-se de imediato, quase num salto:
- Pudinzinho, Sempre vieste! - Seiya sorriu ao vê-la - Ainda bem... Temos tanto para conversar... - Ele estava visivelmente contente por ter a mulher da sua vida justamente à sua frente, embora Bunny estivesse com o ar mais confuso do mundo e prestes a pedir explicações a ambos, que se encontravam à sua frente. Ela estava confusa e sem saber o que dizer, completamente à nora e com os seus sentimentos a mil à hora o que lhe originou uma leve tontura. Seiya, com reflexos rápidos, segurou-a e sentou-a no sofá, ficando com um semblante de preocupação estampado na sua face, bem como na de Gonçalo. - Eu estou bem, estou óptima, excelente! – Dissera Bunny, de forma meio irónica, tentando acalmá-los – Mas o que raio fazem vocês os dois juntos? Querem levar-me à loucura?! Só pode ser! O meu quase ex-marido e... - Hesitou, antes que dissesse amante – E tu, Seiya! Exijo que me expliquem o que se passa! Não aguento mais esta ansiedade...
Gonçalo, que tinha ido buscar um copo de água com açúcar para que Bunny se acalmasse, voltou à sala, deu-lhe o copo para as mãos, o qual ela bebeu ainda que a termer com os nervos; e depois puxou de uma cadeira e sentou-se nesta, de frente para Bunny e Seiya, que estava sentado bem perto da sua amada. Depois respirou fundo e disse, numa voz mais ou menos controlada:
- Chegou a altura certa para saberes de toda a verdade.
- Qual verdade Gonçalo? A de que me deixaste sozinha com a Chibiusa e que nem tiveste a decência de explicar o porquê?! Sabes quantas noites eu chorei pela tua ausência?! - Bunny estava vermelha de raiva. Ela sabia que tinha sido má ideia ter ido a casa de Gonçalo. No entretanto, Seiya tinha saído da sala sem os dois notarem, pois Gonçalo e Bunny precisavam de esclarecer tudo a sós e como estavam a ignorar a sua presença, sentiu-se a mais. Assim, levantou-se e fora para a cozinha. Não iria deixar Bunny completamente sozinha, mas não os queria interromper.
- Bunny, eu chamei-te aqui para esclarecer tudo, mas tens de me ouvir e parar com as acusações! - Gonçalo tentou a todo o custo manter a calma habitual, mas Bunny não aguentava mais, tinha de pôr os pontos nos i’s.
- Tens outra não é Gonçalo?! Se fomos feitos um para o outro, quiseste casar comigo, vivemos momentos maravilhosos, depois para culminar o nosso amor, tivemos a Chibiusa e depois sem mais nem menos deixaste-me... Só pode ser outra mulher! Ela é melhor na cama do que eu?! Fala menos?! O que é Gonçalo, diz-me de uma vez por todas! Não aguento mais esta dor, ser deixada sem saber o que fiz de mal! – Naquele momento, Bunny apenas chorava enquanto olhava directamente para os olhos de Gonçalo na esperança que ele lhe dissesse a verdade de uma vez por todas.
- Não sejas tola Bunny, eu jamais te trocaria por outra... – Disse ele, abanando a cabeça, como que a enfatizar o que dissera - A razão pela qual te deixei é mais forte do que tudo isso - Gonçalo sentou-se ao lado dela e agarrou-lhe a mão.
- Então diz-me o porquê! Acho que mereço isso da tua parte, se não me trocaste por outra, porque razão te separaste de mim tão repentinamente? Tenho o direito de saber... Por favor! – Disse ela, com o olhar marejado de lágrimas. Gonçalo acabou por se levantar e dirigiu-se ao seu quarto.
Demorou pouco tempo e quando voltou, entregou a Bunny uma carta, a mesma que tinha recebido há uns meses atrás. - Lê essa carta Bunny e vais perceber tudo – Disse-lhe ele, entregando-lhe um lenço para ela limpar a face. - De quem é esta carta? - Perguntou Bunny enquanto abria o envelope.
- Veio do futuro, a letra é igual á minha, por isso deve ter sido o Endymion que a enviou - Esclareceu Gonçalo de imediato. No entretanto, Bunny começara a ler a carta que dizia o seguinte:
Caro Gonçalo Antes de mais, quero dar-te os parabéns pelo nascimento da Chibiusa, eu e a Serenidade ficamos muito contentes ao saber que o parto da Bunny correu bem. Bem, como sabes o destino é algo que pode mudar, e eu acredito que somos nós próprios que construimos o nosso futuro. Desde sempre eu e a Serenidade acreditamos que tu e a Bunny fossem feitos um para o outro, mas pelos vistos o futuro revelou-nos outra coisa. Tu e a Bunny devem construir o vosso futuro de maneira diferente. Já fizeram o vosso dever enquanto casal, que ter a Chibiusa, pelo que a vossa tarefa está cumprida. As revelações que farei com certeza que vos irão chocar um pouco, talvez por não estarem à espera de tal reviravolta. A Serenidade há umas semanas teve um sonho com o futuro da Bunny, em que ela governava o Reino da Lua ao lado do Seiya. Sei que neste momento não deves estar a compreender nada, mas com o tempo vais perceber o porquê, quando falares abertamente com a Bunny e com o Seiya. Em relação ao teu futuro, tens de governar a Terra, ao lado de uma futura companheira que com certeza irás encontrar. Sigam os vossos próprios sonhos e não deixem que alguém vos diga como deve ser o vosso futuro, está tudo nas vossas mãos. Despeço-me por agora, sei que tens de assimilar tudo o que leste, mas tenho confiança em ti, és um homem com as ideias no lugar. Um abraço, Endymion.
Bunny leu a carta pelo menos duas vezes, pois não conseguia perceber o porquê de tudo ter mudado, mas por um lado conseguiu perceber a razão pela qual nunca deixara de pensar em Seiya, mesmo quando estivera tanto tempo longe dele. A ligação deles era muito mais do que uma simples amizade e Bunny tinha quase a certeza que era amor, por tudo o que passaram. Em relação ao Gonçalo sentia exactamente o contrário. Ao começo sentira uma enorme paixão, mas com o passar dos anos, tornaram-se apenas amigos, mas tinham de continuar a construir o futuro como Reis. Agora que estava tudo nas mãos deles, isso aliviou Bunny, que ao ler aquela carta, deixou de sentir o peso da culpa por sentir algo por Seiya. Agora sim, podia resolver a vida dela.
- Penso que já compreendeste a razão pela qual sai de casa... Eu próprio ainda estava confuso e não conseguia explicar-te nada... Sei que ainda me deves odiar por tudo o que te fiz e com razão, deixei-te praticamente sozinha com a nossa filha nos braços e não tive sequer a decência de te dizer o porquê de querer a separação – Gonçalo tentou pôr em palavras aquilo que lhe ia na cabeça, enquanto esperava o perdão de Bunny. Naquele momento era o que ele mais queria, ter o perdão da mulher que tanto tinha amado mas que, com o tempo, o amor que sentia tinha-se tornado uma linda amizade. Uma amizade que ele, de maneira nenhuma, queria perder, acontecesse o que acontecesse.
- Gonçalo, ainda tenho uma dúvida, porquê é que me contaste isto agora?
- Eu quando estava a caminho de casa encontrei o Seiya, e sem querer ouvi uma conversa dele ao telefone com um dos irmãos. Sei que vocês se beijaram e que tu fugiste, provavelmente por culpa ou por ainda estares magoada pelo que te fiz, por isso decidi por tudo em pratos limpos. Sei também que uma nova batalha está próxima e se os nossos corações estiverem mais leves, sem qualquer tipo de rancor e mágoa, de certeza conseguiremos lutar em melhores condições e todos unidos, como antigamente - Gonçalo piscou o olho a Bunny, que sorria. Finalmente tudo fazia sentido na sua cabeça, apesar de ainda estar um pouco magoada. Bunny acabou por perdoar Gonçalo e ambos abraçaram-se, prometendo ser os melhores amigos e sempre que um estivesse em perigo ou em baixo, podiam contar com o outro.
- Vou sempre te proteger Bun – Após o ter dito, Gonçalo deu um beijo na testa de Bunny, ao mesmo tempo que Seiya entrava na sala, e ao vê-la abraçada a Gonçalo e este a beijar-lhe a testa, Seiya abanou a cabeça, furioso.
- Foi para isto que me chamaste cá a casa, Chiba!? Para ver-te a fazer as pazes com a Bunny?! Que golpe tão baixo... E tu Bunny, que falsidade da tua parte! Não me procures mais, pois não te quero ver mais, sejam felizes - Seiya saiu a correr, vermelho de raiva e com as lágrimas nos olhos, saindo e batendo com a porta antes que Gonçalo ou Bunny pudessem dizer algo. Seiya tinha interpretado tudo ao contrário e agora Bunny provavelmente tinha perdido o amor da sua vida, porque este tinha tirado as conclusões erradas.
- Desculpa Bunny, se quiseres eu falo com ele... –Tentou desculpar-se Gonçalo, sentindo-se meio que resposável por aquela situação. - Não adianta Gonçalo, ele é demasiado orgulhoso... E agora? - Disse Bunny que recomeçara a chorar, encostando a cara no ombro de Gonçalo.
7º Capítulo
Bunny hesitou em atender, mas passados alguns segundos decidiu fazê-lo e enfrentar Gonçalo, apesar de estar sem paciência nenhuma para enfrentar mais problemas e com certeza o telefonema dele não seria para dar boas notícias, mas quando ia carregar no botão para atender, o seu telemóvel parou de tocar e a chamada de Gonçalo foi parar ao voicemail. por um lado seria melhor assim, talvez o assunto pudesse ser resolvido sem os dois se verem, o que para Bunny era óptimo, pois depois do seu reencontro com Seiya, só queria ir para casa e estar sozinha com a sua filha. Contudo a sua curiosidade era muita e à ida para casa, acabou por ir ao voicemail para ouvir a mensagem de Gonçalo, poderia ser algo realmente importante e se fosse, não era altura para birras e teria de o enfrentar, mesmo que não lhe apetecesse:
- Deixa-me lá ver o que é que ele quer - Disse Bunny para si mesma, nitidamente ansiosa. A expectativa sobre qual seria o tema da conversa estava a deixá-la um pouco nervosa, mas em segundos ficaria a saber o que Gonçalo queria.
Olá Bunny, aqui é o Gonçalo, não sei se estás muito ocupada, mas preciso que passes em minha casa, tenho muita urgência em falar contigo, é um assunto do teu interesse. Hoje estou de folga, por isso passa por cá. Até logo... espero eu.
-Assunto do meu interesse, mas o que poderá ser? Algo sobre a Beryl? Não me parece, se assim fosse marcava uma reunião com todas as navegantes... Uhm... Mas que será? – Murmurou Bunny para com ela mesma. As perguntas iam divagando na mente de Bunny, que estava cada vez mais curiosa enquanto conduzia até ao apartamento de Gonçalo. Mil e uma ideias lhe passaram pela cabeça, chegara a pensar inclusivé que ele queria voltar para os seus braços e finalmente lhe iria explicar o que se tinha passado, mas com o regresso de Seiya os sentimentos de Bunny estavam cada vez mais confusos. O certo é que nunca tinha apagado aquele moreno de olhos azuis da sua memória e nutria por ele um sentimento que não sabia explicar, por muito que o quisesse fazer mas sabia que era muito forte, algo que chegava a magoar quando não estava na sua presença e o beijo piorara tudo. O primeiro beijo deles os dois tinha sido um impulso,mas Bunny tinha a certeza que iria voltar a vê-lo e tinham muito para conversar, mas Bunny ia adiar o reencontro com Seiya, pelo menos até pôr os pensamentos no lugar. Agora Gonçalo, que lhe ligara a dizer que precisava de falar com ela, fosse o que fosse, deixava-a anda mais confusa acerca das coisas. Mesmo assim, ela iria esclarecer tudo naquele dia pois quanto mais adiasse, pior seria. Bunny saiu do carro e vestiu o casaco, depois indo até à porta do prédio onde Gonçalo vivia, tocando na campainha, que ele atendera de imediato, abrindo a porta da rua para que ela entrasse no prédio. Ao subir as escadas, o coração de Bunny começou a bater mais rápido. Ela não sabia o que iria acontecer mal Gonçalo abrisse a porta de sua casa, mas agora era tarde para voltar atrás pois estava prestes a chegar à porta de Gonçalo que certamente a tinha deixado aberta (era um hábito dele, quando alguém conhecido tocava à porta, ele deixava-a aberta para que a pessoa entrasse logo), mas para surpresa de Bunny, Gonçalo esperava-a à porta com um ar tão ansioso quanto o dela, cumprimentou-a de forma nervosa e Bunny quebrou logo o silêncio que os estava a rodear:
- O que se passa Gonçalo? Deixaste-me preocupada! Disseste que era urgente, só espero que não seja uma má notícia, algo sobre a Beryl ou assim... Como tu já deves saber o Neflite apareceu lá em casa no Natal e contou-me tudo, não sei se ele te procurou antes... - Bunny estava tão nervosa que falou tão depressa que nem ela própria conseguiu perceber o que dissera e antes que pudesse perguntar mais alguma coisa que fosse, Gonçalo disse calmamente para ela entrar, e que iria começar a perceber tudo. Mal entrou na sala viu logo Seiya, que estava sentado no sofá, com uma chávena de café nas mãos e este, quando a viu, pousou a chávena em cima da mesa e levantou-se de imediato, quase num salto:
- Pudinzinho, Sempre vieste! - Seiya sorriu ao vê-la - Ainda bem... Temos tanto para conversar... - Ele estava visivelmente contente por ter a mulher da sua vida justamente à sua frente, embora Bunny estivesse com o ar mais confuso do mundo e prestes a pedir explicações a ambos, que se encontravam à sua frente. Ela estava confusa e sem saber o que dizer, completamente à nora e com os seus sentimentos a mil à hora o que lhe originou uma leve tontura. Seiya, com reflexos rápidos, segurou-a e sentou-a no sofá, ficando com um semblante de preocupação estampado na sua face, bem como na de Gonçalo. - Eu estou bem, estou óptima, excelente! – Dissera Bunny, de forma meio irónica, tentando acalmá-los – Mas o que raio fazem vocês os dois juntos? Querem levar-me à loucura?! Só pode ser! O meu quase ex-marido e... - Hesitou, antes que dissesse amante – E tu, Seiya! Exijo que me expliquem o que se passa! Não aguento mais esta ansiedade...
Gonçalo, que tinha ido buscar um copo de água com açúcar para que Bunny se acalmasse, voltou à sala, deu-lhe o copo para as mãos, o qual ela bebeu ainda que a termer com os nervos; e depois puxou de uma cadeira e sentou-se nesta, de frente para Bunny e Seiya, que estava sentado bem perto da sua amada. Depois respirou fundo e disse, numa voz mais ou menos controlada:
- Chegou a altura certa para saberes de toda a verdade.
- Qual verdade Gonçalo? A de que me deixaste sozinha com a Chibiusa e que nem tiveste a decência de explicar o porquê?! Sabes quantas noites eu chorei pela tua ausência?! - Bunny estava vermelha de raiva. Ela sabia que tinha sido má ideia ter ido a casa de Gonçalo. No entretanto, Seiya tinha saído da sala sem os dois notarem, pois Gonçalo e Bunny precisavam de esclarecer tudo a sós e como estavam a ignorar a sua presença, sentiu-se a mais. Assim, levantou-se e fora para a cozinha. Não iria deixar Bunny completamente sozinha, mas não os queria interromper.
- Bunny, eu chamei-te aqui para esclarecer tudo, mas tens de me ouvir e parar com as acusações! - Gonçalo tentou a todo o custo manter a calma habitual, mas Bunny não aguentava mais, tinha de pôr os pontos nos i’s.
- Tens outra não é Gonçalo?! Se fomos feitos um para o outro, quiseste casar comigo, vivemos momentos maravilhosos, depois para culminar o nosso amor, tivemos a Chibiusa e depois sem mais nem menos deixaste-me... Só pode ser outra mulher! Ela é melhor na cama do que eu?! Fala menos?! O que é Gonçalo, diz-me de uma vez por todas! Não aguento mais esta dor, ser deixada sem saber o que fiz de mal! – Naquele momento, Bunny apenas chorava enquanto olhava directamente para os olhos de Gonçalo na esperança que ele lhe dissesse a verdade de uma vez por todas.
- Não sejas tola Bunny, eu jamais te trocaria por outra... – Disse ele, abanando a cabeça, como que a enfatizar o que dissera - A razão pela qual te deixei é mais forte do que tudo isso - Gonçalo sentou-se ao lado dela e agarrou-lhe a mão.
- Então diz-me o porquê! Acho que mereço isso da tua parte, se não me trocaste por outra, porque razão te separaste de mim tão repentinamente? Tenho o direito de saber... Por favor! – Disse ela, com o olhar marejado de lágrimas. Gonçalo acabou por se levantar e dirigiu-se ao seu quarto.
Demorou pouco tempo e quando voltou, entregou a Bunny uma carta, a mesma que tinha recebido há uns meses atrás. - Lê essa carta Bunny e vais perceber tudo – Disse-lhe ele, entregando-lhe um lenço para ela limpar a face. - De quem é esta carta? - Perguntou Bunny enquanto abria o envelope.
- Veio do futuro, a letra é igual á minha, por isso deve ter sido o Endymion que a enviou - Esclareceu Gonçalo de imediato. No entretanto, Bunny começara a ler a carta que dizia o seguinte:
Caro Gonçalo Antes de mais, quero dar-te os parabéns pelo nascimento da Chibiusa, eu e a Serenidade ficamos muito contentes ao saber que o parto da Bunny correu bem. Bem, como sabes o destino é algo que pode mudar, e eu acredito que somos nós próprios que construimos o nosso futuro. Desde sempre eu e a Serenidade acreditamos que tu e a Bunny fossem feitos um para o outro, mas pelos vistos o futuro revelou-nos outra coisa. Tu e a Bunny devem construir o vosso futuro de maneira diferente. Já fizeram o vosso dever enquanto casal, que ter a Chibiusa, pelo que a vossa tarefa está cumprida. As revelações que farei com certeza que vos irão chocar um pouco, talvez por não estarem à espera de tal reviravolta. A Serenidade há umas semanas teve um sonho com o futuro da Bunny, em que ela governava o Reino da Lua ao lado do Seiya. Sei que neste momento não deves estar a compreender nada, mas com o tempo vais perceber o porquê, quando falares abertamente com a Bunny e com o Seiya. Em relação ao teu futuro, tens de governar a Terra, ao lado de uma futura companheira que com certeza irás encontrar. Sigam os vossos próprios sonhos e não deixem que alguém vos diga como deve ser o vosso futuro, está tudo nas vossas mãos. Despeço-me por agora, sei que tens de assimilar tudo o que leste, mas tenho confiança em ti, és um homem com as ideias no lugar. Um abraço, Endymion.
Bunny leu a carta pelo menos duas vezes, pois não conseguia perceber o porquê de tudo ter mudado, mas por um lado conseguiu perceber a razão pela qual nunca deixara de pensar em Seiya, mesmo quando estivera tanto tempo longe dele. A ligação deles era muito mais do que uma simples amizade e Bunny tinha quase a certeza que era amor, por tudo o que passaram. Em relação ao Gonçalo sentia exactamente o contrário. Ao começo sentira uma enorme paixão, mas com o passar dos anos, tornaram-se apenas amigos, mas tinham de continuar a construir o futuro como Reis. Agora que estava tudo nas mãos deles, isso aliviou Bunny, que ao ler aquela carta, deixou de sentir o peso da culpa por sentir algo por Seiya. Agora sim, podia resolver a vida dela.
- Penso que já compreendeste a razão pela qual sai de casa... Eu próprio ainda estava confuso e não conseguia explicar-te nada... Sei que ainda me deves odiar por tudo o que te fiz e com razão, deixei-te praticamente sozinha com a nossa filha nos braços e não tive sequer a decência de te dizer o porquê de querer a separação – Gonçalo tentou pôr em palavras aquilo que lhe ia na cabeça, enquanto esperava o perdão de Bunny. Naquele momento era o que ele mais queria, ter o perdão da mulher que tanto tinha amado mas que, com o tempo, o amor que sentia tinha-se tornado uma linda amizade. Uma amizade que ele, de maneira nenhuma, queria perder, acontecesse o que acontecesse.
- Gonçalo, ainda tenho uma dúvida, porquê é que me contaste isto agora?
- Eu quando estava a caminho de casa encontrei o Seiya, e sem querer ouvi uma conversa dele ao telefone com um dos irmãos. Sei que vocês se beijaram e que tu fugiste, provavelmente por culpa ou por ainda estares magoada pelo que te fiz, por isso decidi por tudo em pratos limpos. Sei também que uma nova batalha está próxima e se os nossos corações estiverem mais leves, sem qualquer tipo de rancor e mágoa, de certeza conseguiremos lutar em melhores condições e todos unidos, como antigamente - Gonçalo piscou o olho a Bunny, que sorria. Finalmente tudo fazia sentido na sua cabeça, apesar de ainda estar um pouco magoada. Bunny acabou por perdoar Gonçalo e ambos abraçaram-se, prometendo ser os melhores amigos e sempre que um estivesse em perigo ou em baixo, podiam contar com o outro.
- Vou sempre te proteger Bun – Após o ter dito, Gonçalo deu um beijo na testa de Bunny, ao mesmo tempo que Seiya entrava na sala, e ao vê-la abraçada a Gonçalo e este a beijar-lhe a testa, Seiya abanou a cabeça, furioso.
- Foi para isto que me chamaste cá a casa, Chiba!? Para ver-te a fazer as pazes com a Bunny?! Que golpe tão baixo... E tu Bunny, que falsidade da tua parte! Não me procures mais, pois não te quero ver mais, sejam felizes - Seiya saiu a correr, vermelho de raiva e com as lágrimas nos olhos, saindo e batendo com a porta antes que Gonçalo ou Bunny pudessem dizer algo. Seiya tinha interpretado tudo ao contrário e agora Bunny provavelmente tinha perdido o amor da sua vida, porque este tinha tirado as conclusões erradas.
- Desculpa Bunny, se quiseres eu falo com ele... –Tentou desculpar-se Gonçalo, sentindo-se meio que resposável por aquela situação. - Não adianta Gonçalo, ele é demasiado orgulhoso... E agora? - Disse Bunny que recomeçara a chorar, encostando a cara no ombro de Gonçalo.
(P.S) É capítulo 7
Meteste capítulo 8
Either way, a beter-reader vem primeiro a comentar então mim happy *0*
Depois de já ter dito aquilo que disse acerca da correcção do capítulo, mesmo não terem sido muitas mudanças, porque eu não quis alterar muito a essência da versão original
Either way...
Eu gostei imenso deste capítulo, apesar de ter ficado tristonha por o Seiya ser um otario e nao ouvir tudo até ao fim. Mas adorei, e estou curiosa
Beijinhos gandes
Meteste capítulo 8Either way, a beter-reader vem primeiro a comentar então mim happy *0*
Depois de já ter dito aquilo que disse acerca da correcção do capítulo, mesmo não terem sido muitas mudanças, porque eu não quis alterar muito a essência da versão original

Either way...
Eu gostei imenso deste capítulo, apesar de ter ficado tristonha por o Seiya ser um otario e nao ouvir tudo até ao fim. Mas adorei, e estou curiosa

Beijinhos gandes


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Obrigada querida
se não fosses tu nem reparava no erro, realmente tenho de começar a pensar na reforma, ando toda trocada :s
Isto vai ter continuação e algumas surpresas
já comecei a escrever o oitavo capítulo, mas só escrevi duas páginas ainda
vamos lá ver se hoje tenho inspiração para continuar nesta demanda 
se não fosses tu nem reparava no erro, realmente tenho de começar a pensar na reforma, ando toda trocada :sIsto vai ter continuação e algumas surpresas
já comecei a escrever o oitavo capítulo, mas só escrevi duas páginas ainda
vamos lá ver se hoje tenho inspiração para continuar nesta demanda 
Freyja escreveu:Obrigada queridase não fosses tu nem reparava no erro, realmente tenho de começar a pensar na reforma, ando toda trocada :s
Isto vai ter continuação e algumas surpresasjá comecei a escrever o oitavo capítulo, mas só escrevi duas páginas ainda
vamos lá ver se hoje tenho inspiração para continuar nesta demanda
Pois como te entendo minha pequena(em sentido figurativo). É cansativo... E eu também ando com os meus próprios dilemas :s
Eu quero essas surpresas e esse capítulo. Tou com vontade de ler *-* E rever, obvious


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Tens de entrar para responderes neste tópico.
NOVOS.
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