O destino nas nossas mãos
Tinoco escreveu:OlaBem eu li isto por alto, porque estou meio com pressa, e este monitor cansa-me a vista pa caramba(e Miriam eu sei q ainda te devo um feedback,isto anda complicado, começei a trabalhar esta semana e o tempo anda curto
)
De qualquer forma, alguns aspectos que eu quero apontar;
No prologo, notam-se algumas alteraçoes do tempo da escrita, quer dizer,a nivel de gramatica há algumas incorrecções,bem como ao longo do primeiro capítulo.
Uma coisa que a Miriam também referiu foi a nivel do dialogo. Tu encaraste o dialogo como uma peça de teatro, e ficou algo parecido com isso. Faltam as descriçoes dos pensamentos e expressoes de algumas delas, e também há outras maneiras de abordar as coisas.
Outra coisa que falta, e um pouco as descriçoes. Deves descrever um pouco mais o ambiente em que as coisas se estao a passar, para o leitor ficar com uma melhor ideia acerca do que esta a acontecer.
Podia apontar mais coisinhas, mas li mesmo por alto.com tempo leio com mais calma. Atençao eu nao te estou a deitar-te abaixo, mas sim a dar-te conselhos para melhorar. POsso até, se quiseres, fazer a revisao da tua fic a medida que fores escrevendo, para te ajudar de alguma forma. Eu nao sou das melhores, mas sei umas coisinhas acerca disto
De resto, o título acho que devias manter. É um titulo que puxa a atençao(pelo menos puxou-me a curiosidade) e eu acho que com jeitinho consegues fazer algo mais "brilhante" por assim dizer. As primeiras fics sao sempre a treta de sempre, mas é com os erros que se aprende. Eu quero acompanhar esta fic de perto
Uhm...mais...
Estou a gostar da historia, e quero ver onde é que esta ideia vai dar
Ah, lembrei, no primeiro post, devias fazer um indice com os titulos dos capitulos, para depois pores a pagina em que eles coincidem... (por acaso na minha tenho de actualizar, porque com a mudanca do template do forum, as paginas alteraram xDDD)
Beijinhos, e espero ansiosamente por um capitulo novo
Eu agradeço sempre a ajuda
realmente é a primeira vez que escrevo algo do género. Já tenho o segundo capítulo escrito, estava a pensar publicá-lo hoje, a verdade é que tenho pouco tempo para escrever e por vezes quando estou a escrever, tenho de estar com atenção noutra coisa e essas lacunas notam-se em alguns pequenos erros, nomeadamente nos tempos verbais que poderão falhar. Hoje como tinha previsto irei publicar o segundo capítulo para amanhã terem leitura acabadinha de sair
depois combinamos melhor a nossa cooperação se quiseres
isto de ser dona de casa e só ter um tempinho para mim enquanto os outros estão a dormir é um pouco complicado, ainda por cima amanhã tenho de ir trabalhar mais cedo, ás 9 já tenho de lá estar. Espero que gostem do que vêm aí 
Entendo-te
depois e so mandares mensagem privada que eu respondo-te na hora que a vir. Eu sei o que queres dizer com a falta de tempo para escrever, porque eu tambem me deparo com isso,e tambem so consigo escrever algo de jeito se estiver com disposiçao para tal o que se revela complicado porque estou sempre mal disposta ou deprimida, entao nao me da para escrever romance. E depois sendo dona de casa tambem, sei bem pelo que passas
(apesar desta idade, eu tenho de andar a tomar conta do meu pai que apesar de ter a idade que tem parece uma criança xDD nunca quer fazer nada XD)
De qualquer forma, depois quando postares o segundo eu leio tudinho
Beijocas
depois e so mandares mensagem privada que eu respondo-te na hora que a vir. Eu sei o que queres dizer com a falta de tempo para escrever, porque eu tambem me deparo com isso,e tambem so consigo escrever algo de jeito se estiver com disposiçao para tal o que se revela complicado porque estou sempre mal disposta ou deprimida, entao nao me da para escrever romance. E depois sendo dona de casa tambem, sei bem pelo que passas
(apesar desta idade, eu tenho de andar a tomar conta do meu pai que apesar de ter a idade que tem parece uma criança xDD nunca quer fazer nada XD) De qualquer forma, depois quando postares o segundo eu leio tudinho
Beijocas


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Aqui está o segundo capítulo, está um pouco maior do que o anterior, mas a verdade é que não tive muito tempo para o escrever, espero que gostem, ainda muitas surpresas estão para vir.
Bunny chegou a casa de rastos, últimamente sentia-se sem forças, sem motivação para fazer seja o que for, só tinha olhos para cuidar da sua filha, sabia que tinha prazos a cumprir, mas simplesmente não tinha disposição como antigamente, olhou para o seu reflexo no espelho, deu várias voltas, prendeu o cabelo, fez algumas caretas e olhou para a lingerie que as amigas lhe tinham oferecido naquela tarde.
-Vou parar de me queixar, é hoje que eu e o Gonçalo vamos ter uma noite de amor, chega de pensamentos negativos, ele sempre me amou, afinal eu era (e sou) uma bela guerreira do amor e da justiça. Disse Bunny um pouco mais animada.
Decidiu fazer uma surpresa romântica para o seu amado, um jantar a dois e quem sabe se a sobremesa não seria o prato principal, ao ter estes pensamentos fizeram-na corar e depois de ter posto a mesa com um serviço lindissimo que Maria lhe tinha oferecido como prenda de casamento, subiu para a sua casa de banho privativa e tomou um banho de imersão para relaxar, enquanto tomava uma taça de vinho para aumentar a coragem para o que iria acontecer a seguir, de repente o seu telemóvel tocou, vestiu o roupão e correu até á mesinha de cabeceira.
-Estou sim?
Ouvia-se apenas uma respiração ofugante.
-Estou? Repetiu um pouco mais alto
Mas acabaram por desligar.
-Tão estranho, vou tentar ligar de novo. Mas nisto reparou que era número privado e sendo assim não poderia ligar de volta.
Olhou para o relógio que já batia nas 20 horas, esqueceu-se do sucedido por momentos e tentou despachar-se o mais rápido possivel; vestiu um dos conjuntos que Joana tinha escolhido, preto em renda com pequenas rosas bordadas em bordeux, vestiu um vestido bordeux com um decote em V que deixava notar bem as suas curvas bem delineadas, calçou uns sapatos pretos de salto alto, dois dedos de perfume, mais uma passagem pelo espelho e estava pronta.
Já passavam das 21 horas quando Gonçalo chegou a casa, Bunny colocou o seu melhor sorriso e desligou as luzes, a sala de jantar ficou apenas com as luzes de duas velas que estavam em cima da mesa de jantar, que tinha pétalas vermelhas como decoração, o famoso simbolo do amor de Gonçalo para com ela.
Bunny: Olá meu amor, como foi o teu dia? Espero que gostes desta pequena surpresa que te fiz. Diz de forma ansiosa, tinha tantas expectativas naquele jantar...
Gonçalo: Olá, foi cansativo como sempre. Estou estafado, quero tomar um duche, comer algo e deitar-me, como é que está a Chibiusa? Disse num tom seco sem olhar para o que estava em seu redor
Bunny: Está tudo bem... amor eu fiz-te um jantar delicioso, vou tirar do forno e pôr na mesa, dá-me 3 minutos.
Gonçalo: Ainda não ouviste o que te disse, estou cansado, tive um dia de loucos, achas que tenho a tua vida descansada, que andas sempre atrás das tuas amiguinhas, lembra-te que és uma mulher casada e que tens deveres, porque não te comportas como uma pessoa de 26 anos? realmente, sou mesmo parvo ao pensar que ias mudar a atitude que tinhas quando te conheci, afinal na altura eras uma adolescente, mas pelos vistos estás na mesma ou ainda pior. Gritou Gonçalo olhando finalmente para Bunny, mas nos seus olhos já não havia o desejo de antigamente ao ver a sua linda esposa tão bela naquele vestido.
Bunny: Não tens o direito de me tratar dessa maneira, (gritou Bunny, serrando as mãos com todas as suas forças para conter o choro, pois não queria ser acusada de continuar a ser choramingas) eu fiz isto tudo a pensar em nós enquanto casal, não tenho culpa dos teus problemas, em vez de estar a acabar o meu livro, quis fazer-te esta pequena surpresa para termos um momento de casal, há quanto tempo é que não fazemos amor? Há quando tempo é que não passas a tua mão pela minha pele molhada ao sair do duche, que tanto gostavas?
Gonçalo: Tão depressa isso não vai acontecer.
Bunny: Como assim? As lágrimas estavam prestes a escorrer pela sua face cada vez mais desanimada.
Gonçalo: Vou passar uma temporada fora do país, o director do hospital quer que o represente num congresso na Suiça, veio mesmo a calhar, pois queria (hesitou), dar um tempo no nosso casamento, Bunny (falou com mais calma e pousou uma mão no ombro dela) acho que nos devemos afastar um do outro, eu continuarei a ser pai da ChibiUsa, portanto nesse aspecto não mudará nada, desculpa Bunny... A sua expressão estava incrivelmente fria sem qualquer pingo de compaixão pela dor de Bunny que estava a tentar debater-se contra as lágrimas de desespero
Bunny: Não, não é possivel... Foram as únicas palavras que foi capaz de proferir naquele momento que mais parecia um pesadelo
Nisto começa a correr, Gonçalo tenta apanhá-la, mas em vão, Bunny saiu pela porta fora.
Era uma noite de verão em Tóquio, como era quarta-feira, não se viam muitas pessoas na rua, a área de Meguro era bastante sossegada a comparar com o resto da cidade; Bunny já cansada de correr, descalçou os sapatos e foi sentar-se num baloiço, os pensamentos eram confusos e as lágrimas teimavam em não parar de correr, sentia-se miserávelmente infeliz, o homem que tanto ama, pelo qual lutou tantas vezes, não a queria ter mais como esposa com toda a certeza, aquele tempo que ele lhe pediu era apenas uma forma elegante de dizer que as coisas entre eles estavam acabadas.
- Não é possível que me esteja a acontecer uma coisa destas, eu amo-te tanto Gonçalo, fomos tão felizes em tempos, o que é que se passa... Limpou a cara e pensou que estava a ter um pesadelo, mas não, o que acabara de acontecer era bem real.
Sacudiu os pés da areia do parque para as crianças, calçou os sapatos e continuou a andar sem destino certo, precisava de se acalmar antes de voltar para casa e ter de enfrentar Gonçalo.
------------------------------------- / / -------------------------------
Em casa de Gonçalo e Bunny...
Gonçalo estava sentado á beira da cama com uma carta na mão, abanou a cabeça duas vezes e olhou para o berço de Chibiusa que continuava a dormir, agradeceu o facto de não ter acordado enquanto Bunny não estava, pois foram raras as vezes que cuidou da menina sem ter a mulher ao seu lado para o ajudar a perceber o que a filha de ambos queria naquele momento; releu a carta novamente, desta vez mais atentamente e disse para si mesmo que tinha de fazer o que o destino queria para eles.
- Ela vai ser feliz eu sei, é forte e determinada... as coisas entre nós eram apenas isto (olhou novamente para a carta que tinha nas mãos, que tremiam ligeiramente, para ele também não estava a ser fácil).
Levantou-se, tirou o telemóvel da pasta e ligou para Ami, perguntou-lhe se ela poderia ir lá a casa, que depois lhe explicaria tudo, ao que Ami respondeu logo afirmativamente e disse-lhe para esperar mais dez minutos chegaria a casa de Bunny e Gonçalo
Assim foi, passados uns minutos Ami estava a tocar á porta, estava bastante nervosa, pois não sabia o que tinha acontecido, enquanto os seus pensamentos decorriam rápidamente na sua mente, Gonçalo abre a porta e pede desculpa por a ter incomodado, certamente a amiga teve de dar explicações a Taiki, porque razão iria sair de casa tão tarde.
Gonçalo: Desculpa Ami, por te ter telefonado tão tarde, mas precisava que ficasses a tomar conta da Chibiusa enquanto a Bunny não chega a casa. Disse enquanto a cumprimentava.
Ami: Não tens de me pedir desculpa, mas afinal o que se passa? está tudo bem? E a Bunny onde foi a estas horas? O seu tom era bastante apreensivo
Gonçalo: Ela deve andar por ai, nós discutimos e eu vou sair de casa. Baixou a cabeça, tentava evitar o olhar cada vez mais preocupado de Ami que deu um salto perante aquela revelação.
Aquilo que Gonçalo acabara de dizer não poderia corresponder á verdade, Ami sabia que ambos tinham sido feitos um para o outro, o seu destino já estava escrito, Bunny e Gonçalo seriam os futuros regentes do Reino da Lua, simplesmente aquilo não fazia sentido de todo, pensava baralhada.
Ami: Eu ouvi bem? Assim de repente? Já agora porque é que me chamaste? A Joana vive aqui mais perto...
Gonçalo: De todas as amigas da Bunny, tu sempre foste a mais sensata e sabia que não irias fazer um escândalo, já a Joana era capaz de acordar a rua toda, adeus Ami e mais uma vez obrigada. Esclareceu enquanto se dirigia ao quarto para dar um beijo carinhoso á sua filha que ainda dormia tranquilamente, esboçou um sorriso ao ver que a menina estava cada vez mais parecida com a mãe.
Ami: Não tens de me agradecer, só espero que tenhas a certeza do que vais fazer, ainda podes voltar atrás. Disse quando Gonçalo voltou ao hall, ele tinha de ser razoável, mas em vão, Gonçalo já tinha as malas á porta e olhou para Ami de forma triste e respondeu-lhe.
Gonçalo: È assim que as coisas têem de ser, o destino assim o quis.
Deu meia volta, pousou as suas chaves no aparador á saida do hall e fechou a porta levemente, sabia perfeitamente que não havia volta a dar.
Uma hora depois, Bunny chegou a casa, ia incrivelmente ansiosa e com o estômago ás voltas, não só de nervos, mas também de fome, pois afinal não tinha jantado, mas naquela altura era o que menos importava, ao entrar em casa sabia que ia dar de caras com Gonçalo e possivelmente iriam ter outra discussão, ou talvez não, quem sabe se ela não o iria demover de uma ideia tão absurda como aquela, afinal eles estavam destinados a ficar juntos, um amor assim tão grande não acaba de um dia para o outro, algo estaria errado e ela iria esclarecer tudo mal abrisse aquela porta, mal entra em casa olha em volta até que vê Ami sentada no sofá com uma expressão desolada, a amiga levanta-se mal a vê, corre até ela e abraça-a com toda a ternura e repete algumas vezes ao ouvido de Bunny: Tens de ser forte, tens de ser forte.
Segundo Capítulo
Bunny chegou a casa de rastos, últimamente sentia-se sem forças, sem motivação para fazer seja o que for, só tinha olhos para cuidar da sua filha, sabia que tinha prazos a cumprir, mas simplesmente não tinha disposição como antigamente, olhou para o seu reflexo no espelho, deu várias voltas, prendeu o cabelo, fez algumas caretas e olhou para a lingerie que as amigas lhe tinham oferecido naquela tarde.
-Vou parar de me queixar, é hoje que eu e o Gonçalo vamos ter uma noite de amor, chega de pensamentos negativos, ele sempre me amou, afinal eu era (e sou) uma bela guerreira do amor e da justiça. Disse Bunny um pouco mais animada.
Decidiu fazer uma surpresa romântica para o seu amado, um jantar a dois e quem sabe se a sobremesa não seria o prato principal, ao ter estes pensamentos fizeram-na corar e depois de ter posto a mesa com um serviço lindissimo que Maria lhe tinha oferecido como prenda de casamento, subiu para a sua casa de banho privativa e tomou um banho de imersão para relaxar, enquanto tomava uma taça de vinho para aumentar a coragem para o que iria acontecer a seguir, de repente o seu telemóvel tocou, vestiu o roupão e correu até á mesinha de cabeceira.
-Estou sim?
Ouvia-se apenas uma respiração ofugante.
-Estou? Repetiu um pouco mais alto
Mas acabaram por desligar.
-Tão estranho, vou tentar ligar de novo. Mas nisto reparou que era número privado e sendo assim não poderia ligar de volta.
Olhou para o relógio que já batia nas 20 horas, esqueceu-se do sucedido por momentos e tentou despachar-se o mais rápido possivel; vestiu um dos conjuntos que Joana tinha escolhido, preto em renda com pequenas rosas bordadas em bordeux, vestiu um vestido bordeux com um decote em V que deixava notar bem as suas curvas bem delineadas, calçou uns sapatos pretos de salto alto, dois dedos de perfume, mais uma passagem pelo espelho e estava pronta.
Já passavam das 21 horas quando Gonçalo chegou a casa, Bunny colocou o seu melhor sorriso e desligou as luzes, a sala de jantar ficou apenas com as luzes de duas velas que estavam em cima da mesa de jantar, que tinha pétalas vermelhas como decoração, o famoso simbolo do amor de Gonçalo para com ela.
Bunny: Olá meu amor, como foi o teu dia? Espero que gostes desta pequena surpresa que te fiz. Diz de forma ansiosa, tinha tantas expectativas naquele jantar...
Gonçalo: Olá, foi cansativo como sempre. Estou estafado, quero tomar um duche, comer algo e deitar-me, como é que está a Chibiusa? Disse num tom seco sem olhar para o que estava em seu redor
Bunny: Está tudo bem... amor eu fiz-te um jantar delicioso, vou tirar do forno e pôr na mesa, dá-me 3 minutos.
Gonçalo: Ainda não ouviste o que te disse, estou cansado, tive um dia de loucos, achas que tenho a tua vida descansada, que andas sempre atrás das tuas amiguinhas, lembra-te que és uma mulher casada e que tens deveres, porque não te comportas como uma pessoa de 26 anos? realmente, sou mesmo parvo ao pensar que ias mudar a atitude que tinhas quando te conheci, afinal na altura eras uma adolescente, mas pelos vistos estás na mesma ou ainda pior. Gritou Gonçalo olhando finalmente para Bunny, mas nos seus olhos já não havia o desejo de antigamente ao ver a sua linda esposa tão bela naquele vestido.
Bunny: Não tens o direito de me tratar dessa maneira, (gritou Bunny, serrando as mãos com todas as suas forças para conter o choro, pois não queria ser acusada de continuar a ser choramingas) eu fiz isto tudo a pensar em nós enquanto casal, não tenho culpa dos teus problemas, em vez de estar a acabar o meu livro, quis fazer-te esta pequena surpresa para termos um momento de casal, há quanto tempo é que não fazemos amor? Há quando tempo é que não passas a tua mão pela minha pele molhada ao sair do duche, que tanto gostavas?
Gonçalo: Tão depressa isso não vai acontecer.
Bunny: Como assim? As lágrimas estavam prestes a escorrer pela sua face cada vez mais desanimada.
Gonçalo: Vou passar uma temporada fora do país, o director do hospital quer que o represente num congresso na Suiça, veio mesmo a calhar, pois queria (hesitou), dar um tempo no nosso casamento, Bunny (falou com mais calma e pousou uma mão no ombro dela) acho que nos devemos afastar um do outro, eu continuarei a ser pai da ChibiUsa, portanto nesse aspecto não mudará nada, desculpa Bunny... A sua expressão estava incrivelmente fria sem qualquer pingo de compaixão pela dor de Bunny que estava a tentar debater-se contra as lágrimas de desespero
Bunny: Não, não é possivel... Foram as únicas palavras que foi capaz de proferir naquele momento que mais parecia um pesadelo
Nisto começa a correr, Gonçalo tenta apanhá-la, mas em vão, Bunny saiu pela porta fora.
Era uma noite de verão em Tóquio, como era quarta-feira, não se viam muitas pessoas na rua, a área de Meguro era bastante sossegada a comparar com o resto da cidade; Bunny já cansada de correr, descalçou os sapatos e foi sentar-se num baloiço, os pensamentos eram confusos e as lágrimas teimavam em não parar de correr, sentia-se miserávelmente infeliz, o homem que tanto ama, pelo qual lutou tantas vezes, não a queria ter mais como esposa com toda a certeza, aquele tempo que ele lhe pediu era apenas uma forma elegante de dizer que as coisas entre eles estavam acabadas.
- Não é possível que me esteja a acontecer uma coisa destas, eu amo-te tanto Gonçalo, fomos tão felizes em tempos, o que é que se passa... Limpou a cara e pensou que estava a ter um pesadelo, mas não, o que acabara de acontecer era bem real.
Sacudiu os pés da areia do parque para as crianças, calçou os sapatos e continuou a andar sem destino certo, precisava de se acalmar antes de voltar para casa e ter de enfrentar Gonçalo.
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Em casa de Gonçalo e Bunny...
Gonçalo estava sentado á beira da cama com uma carta na mão, abanou a cabeça duas vezes e olhou para o berço de Chibiusa que continuava a dormir, agradeceu o facto de não ter acordado enquanto Bunny não estava, pois foram raras as vezes que cuidou da menina sem ter a mulher ao seu lado para o ajudar a perceber o que a filha de ambos queria naquele momento; releu a carta novamente, desta vez mais atentamente e disse para si mesmo que tinha de fazer o que o destino queria para eles.
- Ela vai ser feliz eu sei, é forte e determinada... as coisas entre nós eram apenas isto (olhou novamente para a carta que tinha nas mãos, que tremiam ligeiramente, para ele também não estava a ser fácil).
Levantou-se, tirou o telemóvel da pasta e ligou para Ami, perguntou-lhe se ela poderia ir lá a casa, que depois lhe explicaria tudo, ao que Ami respondeu logo afirmativamente e disse-lhe para esperar mais dez minutos chegaria a casa de Bunny e Gonçalo
Assim foi, passados uns minutos Ami estava a tocar á porta, estava bastante nervosa, pois não sabia o que tinha acontecido, enquanto os seus pensamentos decorriam rápidamente na sua mente, Gonçalo abre a porta e pede desculpa por a ter incomodado, certamente a amiga teve de dar explicações a Taiki, porque razão iria sair de casa tão tarde.
Gonçalo: Desculpa Ami, por te ter telefonado tão tarde, mas precisava que ficasses a tomar conta da Chibiusa enquanto a Bunny não chega a casa. Disse enquanto a cumprimentava.
Ami: Não tens de me pedir desculpa, mas afinal o que se passa? está tudo bem? E a Bunny onde foi a estas horas? O seu tom era bastante apreensivo
Gonçalo: Ela deve andar por ai, nós discutimos e eu vou sair de casa. Baixou a cabeça, tentava evitar o olhar cada vez mais preocupado de Ami que deu um salto perante aquela revelação.
Aquilo que Gonçalo acabara de dizer não poderia corresponder á verdade, Ami sabia que ambos tinham sido feitos um para o outro, o seu destino já estava escrito, Bunny e Gonçalo seriam os futuros regentes do Reino da Lua, simplesmente aquilo não fazia sentido de todo, pensava baralhada.
Ami: Eu ouvi bem? Assim de repente? Já agora porque é que me chamaste? A Joana vive aqui mais perto...
Gonçalo: De todas as amigas da Bunny, tu sempre foste a mais sensata e sabia que não irias fazer um escândalo, já a Joana era capaz de acordar a rua toda, adeus Ami e mais uma vez obrigada. Esclareceu enquanto se dirigia ao quarto para dar um beijo carinhoso á sua filha que ainda dormia tranquilamente, esboçou um sorriso ao ver que a menina estava cada vez mais parecida com a mãe.
Ami: Não tens de me agradecer, só espero que tenhas a certeza do que vais fazer, ainda podes voltar atrás. Disse quando Gonçalo voltou ao hall, ele tinha de ser razoável, mas em vão, Gonçalo já tinha as malas á porta e olhou para Ami de forma triste e respondeu-lhe.
Gonçalo: È assim que as coisas têem de ser, o destino assim o quis.
Deu meia volta, pousou as suas chaves no aparador á saida do hall e fechou a porta levemente, sabia perfeitamente que não havia volta a dar.
Uma hora depois, Bunny chegou a casa, ia incrivelmente ansiosa e com o estômago ás voltas, não só de nervos, mas também de fome, pois afinal não tinha jantado, mas naquela altura era o que menos importava, ao entrar em casa sabia que ia dar de caras com Gonçalo e possivelmente iriam ter outra discussão, ou talvez não, quem sabe se ela não o iria demover de uma ideia tão absurda como aquela, afinal eles estavam destinados a ficar juntos, um amor assim tão grande não acaba de um dia para o outro, algo estaria errado e ela iria esclarecer tudo mal abrisse aquela porta, mal entra em casa olha em volta até que vê Ami sentada no sofá com uma expressão desolada, a amiga levanta-se mal a vê, corre até ela e abraça-a com toda a ternura e repete algumas vezes ao ouvido de Bunny: Tens de ser forte, tens de ser forte.
Ora aqui estou eu. Prefiro sempre dizer o negativo e depois os pontos positivos. Sei que é a primeira fanfic, mas espero que não te importes que leia como se desconhecesse esse facto.
Primeiro, há erros e erros. Os que focaram acabam por ser descuidos - e outro nome que escreveste errado, é Chibiusa, não Chibi-Usa -, já no prólogo se fores a reler também notas como carênciadas, albúm, ciêntista, nóticias... Enfim, coisas que relendo te apercebes (; Prólogo esse que deixa curiosidade para uma boa fanfic que esteja para vir.
Focando agora o capítulo 1, além de te dizer para releres pelos mesmos motivos de lapsos, a minha primeira crítica vai para os tempos verbais. Por exemplo começas com um "são" e na mesma frase há um "acabou" em vez de acaba, na seguinte um "dizia". Outra coisa é a pontuação, que podes reler para ver se faz sentido.
Já focaram este ponto: parece um guião de teatro, coisa que normalmente me faz desprender de ler a história. Tens poucas mas boas descrições, que podes aproveitar para incluir nos diálogos de outra forma... Há humor, vão uns quantos pontos para a Joana com características bem aproveitadas, e parece que irá haver drama... Cheira-me a traição (?) talvez. Uma coisa que notei: com 3 meses a Chibiusa já come papa? o.o
Segundo capítulo, de novo, coisas como disse no primeiro "ao ter estes pensamentos fizeram-na corar". Atenção a isso, percebo que por vezes se perca a linha de pensamento, mas se releres entendes. A discussão... hum... foi tudo muito rápido! O Gonçalo podia ser reactivo, sim, mas logo assim não me soa. Gosto da ideia de que tenha acontecido algo como na fase R que o faça evitar que algo aconteça à Bunny, mas sendo que agora têm uma filha. Parece-me que vai ficar mais matura e quero ver a entrada do Seiya em acção, que deve ser o motivo para o rating atribuído.
Oferecer-me-ia para rever mas a Tinoco sabe como o fazer, além de que já tenho umas, pouco tempo e das que tenho ponho demasiado "dedo meu" - a Miriam que o diga!
Posto isto, espero que possas ver esses pontos para a próxima e que continues a escrever com boas ideias, originalidade e criatividade (;
Primeiro, há erros e erros. Os que focaram acabam por ser descuidos - e outro nome que escreveste errado, é Chibiusa, não Chibi-Usa -, já no prólogo se fores a reler também notas como carênciadas, albúm, ciêntista, nóticias... Enfim, coisas que relendo te apercebes (; Prólogo esse que deixa curiosidade para uma boa fanfic que esteja para vir.
Focando agora o capítulo 1, além de te dizer para releres pelos mesmos motivos de lapsos, a minha primeira crítica vai para os tempos verbais. Por exemplo começas com um "são" e na mesma frase há um "acabou" em vez de acaba, na seguinte um "dizia". Outra coisa é a pontuação, que podes reler para ver se faz sentido.
Já focaram este ponto: parece um guião de teatro, coisa que normalmente me faz desprender de ler a história. Tens poucas mas boas descrições, que podes aproveitar para incluir nos diálogos de outra forma... Há humor, vão uns quantos pontos para a Joana com características bem aproveitadas, e parece que irá haver drama... Cheira-me a traição (?) talvez. Uma coisa que notei: com 3 meses a Chibiusa já come papa? o.o
Segundo capítulo, de novo, coisas como disse no primeiro "ao ter estes pensamentos fizeram-na corar". Atenção a isso, percebo que por vezes se perca a linha de pensamento, mas se releres entendes. A discussão... hum... foi tudo muito rápido! O Gonçalo podia ser reactivo, sim, mas logo assim não me soa. Gosto da ideia de que tenha acontecido algo como na fase R que o faça evitar que algo aconteça à Bunny, mas sendo que agora têm uma filha. Parece-me que vai ficar mais matura e quero ver a entrada do Seiya em acção, que deve ser o motivo para o rating atribuído.
Oferecer-me-ia para rever mas a Tinoco sabe como o fazer, além de que já tenho umas, pouco tempo e das que tenho ponho demasiado "dedo meu" - a Miriam que o diga!
Posto isto, espero que possas ver esses pontos para a próxima e que continues a escrever com boas ideias, originalidade e criatividade (;

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Eu sou como tu, prefiro que me digam onde tenho de melhorar, do que me digam que está muito fixe e fica apenas por aí, assim não ajuda nada a história a crescer. Vou alterar os erros crassos tipo Chibi-Usa (como é um prefixo, penso sempre que leva hífen). E alterar um pouco a parte dos diálogos, para que a leitura seja mais corrida. Ainda não comecei a escrever o terceiro capítulo, mas ainda muitas coisas estão para vir
mas as coisas vão aquecer definitivamente. Obrigada Dumpling 
mas as coisas vão aquecer definitivamente. Obrigada Dumpling 
Bem, eu não comentei nada no primeiro capítulo, peço desculpa! >.<
Ainda me estou a perguntar que carta era aquela que o Gonçalo tanto olhava... Não faço ideia do que seja e estou curiosa! Coitadinha da Bunny! Ela não merece tanto sofrimento!
Gosto da maneira como escreves e quero ler o próximo capítulo! Continua!
Ainda me estou a perguntar que carta era aquela que o Gonçalo tanto olhava... Não faço ideia do que seja e estou curiosa! Coitadinha da Bunny! Ela não merece tanto sofrimento!

Gosto da maneira como escreves e quero ler o próximo capítulo! Continua!


Titinha escreveu:Bem, eu não comentei nada no primeiro capítulo, peço desculpa! >.<
Ainda me estou a perguntar que carta era aquela que o Gonçalo tanto olhava... Não faço ideia do que seja e estou curiosa! Coitadinha da Bunny! Ela não merece tanto sofrimento!
Gosto da maneira como escreves e quero ler o próximo capítulo! Continua!
Muito obrigada Titinha, ainda bem que reparaste na parte da carta eheh, vai relevar algumas coisas importantes. Vou ver se começo a escrever hoje o terceiro capítulo
se tudo correr bem, amanhã ou na segunda já deve cá estar.Acabei de ler a tua fic e tenho de concordar com a Dumpling*.
Eu no inicio também era assim, mas aos poucos fui melhorando e até prefiro escrever em inglês.
Continua assim, não desistas porque é assim que melhoras.
Enquanto ao enredo gostei muito e parece que vem daí uma boa fanfic. Não desistas.
Eu no inicio também era assim, mas aos poucos fui melhorando e até prefiro escrever em inglês.
Continua assim, não desistas porque é assim que melhoras.
Enquanto ao enredo gostei muito e parece que vem daí uma boa fanfic. Não desistas.
PattyFleur87 escreveu:Acabei de ler a tua fic e tenho de concordar com a Dumpling*.
Eu no inicio também era assim, mas aos poucos fui melhorando e até prefiro escrever em inglês.
Continua assim, não desistas porque é assim que melhoras.
Enquanto ao enredo gostei muito e parece que vem daí uma boa fanfic. Não desistas.
Desde já quero agradecer por teres lido a minha fic
fico sempre contente quando alguém lê algo da minha autoria. Espero que capítulo a capítulo a minha fic se torne melhor, é por essa mesma razão, vos deixo aqui o terceiro capítulo, que acabei de escrever ontem, mas ainda tive de lhe dar uns retoques, espero que gostem 
Terceiro Capítulo
Ami abraçou a amiga com todas as suas forças, não lhe podia faltar nesta altura tão complicada, Bunny esteve duas horas em estado catatónico, se Rita estivesse ali naquele momento com certeza teria dado um tabefe a Bunny, mas Ami sempre odiou violência e esperou que a amiga voltasse a si, depois de ter estado calada durante tanto tempo, levantou-se do sofá e foi até ao quarto de Chibiusa, aconchegou melhor a menina e voltou para a sala, a sua expressão continuava incrivelmente vazia, Bunny parecia uma autêntica estátua em forma humana, mesmo quando estava triste, sempre teve uma palavra a dizer, mas a separação de Gonçalo era o pior cenário possível, preferia desaparecer do que aguentar tal dor; Ami esboçou um sorriso ao vê-la entrar na sala, mas ao ver que a amiga ainda não tinha expressão facial, o sorriso desapareceu de imediato:
- Vamos lá Bunny, anima-te. Vais ver que isto é só uma fase, lembras-te quando o Gonçalo acabou contigo por causa de uns pesadelos que teve? Ele ao começo não percebeu a razão de ter tais pesadelos, até que o Endymion apareceu e disse que vocês não se deviam separar, que o amor supera tudo. Quem sabe se não será um caso parecido agora. Vais ver que daqui a uns dias ele volta para casa com uma boa desculpa para tudo o que aconteceu e fazem as pazes. Ami piscou o olho a Bunny, não tinha certezas do que acabara de dizer, mas queria muito animar a sua amiga, que estava num estado lastimável, tinha a roupa cheia de areia, o cabelo estava todo despenteado e a pouca maquilhagem que lhe restava, estava toda esborratada pelas lágrimas; de repente o telemóvel de Ami toca, era o Taiki a perguntar por ela, pois estava preocupado, há várias horas que ela tinha saído de casa e ainda não tinha dado notícias, Ami correu até á cozinha para poder explicar resumidamente o que se tinha passado naquelas horas em que esteve ausente, não queria que Bunny ouvisse a conversa, por isso falou o mais baixo que conseguiu, após ter desligado a chamada decidiu fazer um chá de Tília para ambas, principalmente para ver se Bunny descansava um pouco, amanhã ligaria para Maria, sabia que ela não hesitaria em vir ajudar Bunny neste momento tão complicado, Ami tinha coisas para tratar e assim ficaria mais descansada; andou um bocadinho perdida na cozinha de Bunny, não sabia exactamente onde estava o que necessitava para fazer o chá, mas passados 15 minutos já tinha o chá feito, colocou as duas canecas num tabuleiro e regressou á sala de estar, pousou o tabuleiro numa mesinha em madeira que estava em frente ao sofá e deu uma caneca a Bunny:
- Espero que esteja bom de açúcar, sei que gostas das coisas bastante doces, mas se quiseres ponho mais uma colher. Bunny apenas fez que sim com a cabeça, ao menos já conseguia arrancar-lhe uma reacção. Depois de beberem o chá, Bunny acabou por adormecer no ombro de Ami, que se levantou do sofá suavemente para não acordar a amiga, que finalmente tinha adormecido e precisava de imenso descanso, como não podia com ela ao colo, foi ao quarto buscar uma manta e uma almofada para deixá-la um pouco mais confortável no sofá, de seguida foi até ao quarto de hóspedes, sabia perfeitamente que Bunny tinha sempre um quarto pronto para quando fosse preciso alguém ir lá dormir e que naquele dia deu imenso jeito, Ami estava muito cansada e seria incapaz de deixar a amiga sózinha em casa, tinha medo que Chibiusa acordasse a meio da noite e que Bunny como estava no andar de baixo não ouvisse a menina a chorar.
Ao chegar ao quarto de hóspedes lembrou-se do quarto de Bunny em casa dos seus pais, os tons rosa claros e a decoração em tons pastel, não tinha grande mobilia, apenas o indispensável, uma cómoda com quatro gavetas, uma mesinha de cabeceira, outra mesinha para uma televisão e finalmente uma cama de solteiro, os lençois brancos com pequenos bordados cheiravam incrivelmente bem, o cheiro suave que tinha tudo a ver com a personalidade de Bunny, enquanto se deitava Ami pensava que a amiga se tinha tornado uma excelente dona de casa e que tinha imenso bom gosto, com certeza o problema de Gonçalo não seria por Bunny ser má dona de casa, ao certo não conseguia perceber o porquê da separação de ambos, se até há uns tempos atrás estava tudo bem, ao tentar pensar numa resposta para as várias perguntas que estavam a martelar na sua mente, acabou por adormecer, estava muito cansada, umas horas de sono e estava pronta para um novo dia.
Ás oito da manhã o despertador de Ami tocou, que a muito custo o desligou antes que mais alguém acordasse, levantou-se e foi até á sala para ver como estaria a amiga depois de uma noite de sono, para grande espanto de Ami, Bunny já estava na cozinha a preparar o pequeno-almoço, tinha estado a tomar um duche, pois o seu cabelo estava ainda molhado e trazia um roupão vestido; o seu olhar continuava vazio, mas uma mulher como ela não se podia deixar abater quando tem uma filha para criar, naquele momento Ami sentiu um enorme orgulho da amiga, como viu que estava tudo a correr dentro da normalidade telefonou para Maria, tentou resumir ao máximo o que tinha acontecido na noite anterior, que todas elas teriam de dar apoio á amiga que estava visivelmente em baixo, Maria perguntou a Ami se tinha contado algo a Bunny sobre o ataque de Octávia, mas Ami respondeu simplesmente que não, depois do que Bunny tinha passado, jamais iria preocupá-la com outros assuntos, apesar de serem importantes, antes de ambas desligarem, combinaram que Maria ficaria com Bunny durante o dia e que Ami passava lá a noite.
Maria chegou a casa de Bunny por volta das nove e meia da manhã, trazia com ela um cesto com vários cozinhados que Bunny adorava, sabia bem que ela não poderia recusar comer aquelas iguarias, Bunny sempre apreciou os pratos que Maria fazia, desde que se conheceram que sempre foi assim - Não seria agora que ela iria recusar um prato meu, feito com tanto carinho - pensou Maria enquanto subia os 3 degraus da entrada, tocou á campainha, Maria entrou no elevador e ao sair quem abriu a porta de casa foi Ami que mostrava sinais de cansaço, ao vê-la assim, as coisas estavam piores do que ela poderia imaginar, afinal não era apenas um arrufo de namorados:
- As coisas não estão mesmo nada fáceis para nós, mas muito menos para ela, não podemos contar o que se passa neste momento, ela está demasiado frágil... toma conta dela por mim Maria, tenho de ir a casa tomar banho e trocar de roupa, ir ao consultório dar as consultas da tarde e espero ainda ter tempo para falar com o Taiki, por falar nisso avisaste o Mário?
- Sim, ele fica a tomar conta do restaurante por mim, tenho confiança nele e no meu sub-chef. Não te preocupes Ami, eu trato dela, vai lá descansada. Ah é verdade, ontem avisei as outras do que se tinha passado, mas fiquei surpresa com a atitude da Susana, sei que ela é a guardiã do portal do tempo, será que ela já sabia de alguma coisa?
- Não sei, mas tem a sua lógica, bem agora tenho de ir.
Ambas despediram-se e Ami seguiu o seu caminho até casa, agora era a vez de Maria ajudar Bunny a animar-se, pousou o seu casaco de malha verde escuro no bengaleiro e dirigiu-se á cozinha, ao chegar lá encontra Bunny que estava a pôr no forno imensos biscoitos em forma de coelhinhos, ela estava tão atarefada que nem deu pela presença de Maria, quando esta a chamou, apenas disse um olá meio sumido e continuou a fazer biscoitos, de repente sai da cozinha, passa por Maria sem olhar para ela sequer - Que raio se passa com ela, parece que não está neste mundo - pensa Maria, que corre atrás dela, para ver o que se estava a passar, mal chegou ao andar superior viu que Bunny estava a vestir-se, num minuto vestiu umas calças largas de fato de treino azul escuro e uma camisola branca, calçou uns chinelos e desceu novamente as escada, dizia em tom baixo que precisava de mais farinha, até que Maria gritou:
- Bunny, o que é que se passa contigo, desde que cheguei que ainda não me disseste uma única palavra, sabes que podes desabafar comigo, sei bem o que sentes neste momento, mas tens de reagir, pelo teu bem e não só, já não és uma criança e tens de tomar conta da tua filha, não voltes a ser a mesma Bunny irresponsável como eras antigamente.
Nisto Bunny vira-se e encara Maria com a face vermelha, lágrimas nos olhos e mãos serradas, começou a gaguejar até que conseguiu proferir:
- Não f-fales do que não s-sabes Maria... n-não imaginas a minha d-dor. Parou um pouco, respirou fundo e sentou-se no chão, encostada á parede: Queres comparar os teus namoricos de criança falhados com o que me está a acontecer? Nem te atrevas a responder. Estou farta de ser acusada, deitada abaixo, estou farta que só me saibam apontar defeitos, mas quando precisam, cá está a estúpida da Bunny, sempre pronta a animar os outros, então e eu? Sim e eu? Não tenho direito a ser feliz? Pelos vistos não e estão todos a borrifarem-se para o que eu sinto neste momento, além disso sei bem os deveres que tenho, não preciso que me venhas dizer o que tenho de fazer, a Chibiusa está bem entregue, a menos que queiram dar a custódia ao G...
Bunny não conseguiu completar a frase, pois ao ir pronúnciar o nome do homem que tinha acabado o casamento na noite passada, o choro tornou-se tão intenso que não conseguia respirar, a dor era insuportável, não conseguia pensar de forma clara, parecia que estava dentro dum pesadelo que não terminava, por mais que se beliscasse, não acordava, o pesadelo era bem real e tinha de o enfrentar sózinha, que raio de guerreira seria ela, que lutou contra tudo, enfrentou tantos perigos mortais e pelo simples facto do seu casamento ter acabado, parecia que lhe tinham tirado a vida aos poucos, duma maneira vil e cruel; o que Gonçalo lhe tinha dito na noite anterior não fazia sentido nenhum, teria sido ele capaz de a trair? Não, ele não seria capaz de tal coisa, pensou Bunny enquanto dava murros na parede, perante uma Maria que chorava, que naquele momento se ajoelhou perto de si e a abraçou com todas as forças:
- Não estás sózinha Bunny, só quero o teu bem, só quero que sejas feliz, és das pessoas mais importantes da minha vida, que sempre defendi, mesmo que isso custasse a minha própria vida.
Sentadas no chão, as duas amigas choraram juntas, até que Maria sentiu um cheiro a queimado e ambas correram até á cozinha e quando lá chegaram viram que os biscoitos que Bunny tinha posto no forno já estavam queimados, ao abrir o forno, uma grande núvem preta saiu de lá e ao ver aquela cena Bunny começou a rir, ao ver Maria tão atrapalhada com uma travessa de biscoitos queimados como carvão, sabia-lhe incrivelmente bem só o facto de estar a sorrir.
- Ohh Bunny, já vinhas cá ajudar antes que te queime a cozinha pah.
- Vou já, nem imaginas como estás cómica com a cara toda preta ahahaha. Ao olhar para Bunny tão bem disposta e ao reparar na sua figura, Maria começou a rir também, nisto alguém toca á campainha.
- Eu vou lá Maria, tens de ir passar a cara por água - disse Bunny enquanto saía da cozinha e corria até á porta de entrada, ao abrir a porta exclamou surpreendida: O que fazes aqui?
Gostei, melhorou. Há partes que podem melhorar mas consegues a pouco e pouco e certamente de capítulo em capítulo deveremos ver essa evolução. As alusões à história que conhecemos são óptimas e realmente dão um ar diferente à fanfic.
Devo dizer que me senti a Bunny quando a Maria gritou com ela. Isto agora vai ser mais desabafo que outra coisa, mas muita vez sinto o mesmo de ter de animar toda a gente (chegam a dizer-me que sou uma psicóloga que não cobra nada), porém, quando preciso que alguém oiça não existe e a frustração no meio de tudo é que causa hábito... Torna-se parte de nós ficar em silêncio e quando num momento raro há alguém para desabafar, não há vontade para o fazer porque se encontram fugas àqueles nós na garganta. Senti-me no lugar dela, precisamente como quando revejo o episódio 194 - e muito por aí vem o meu nickname, foi onde o li inicialmente ao procurar a tradução fiel - que a Nyanko até diz "querias estar só, e agora choras porque estás sozinha", como deves lembrar, e há uma indirecta alusão a isso também, o aperto das mãos, a incompreensão, a protecção excessiva quando ela já sofre há meses... provavelmente foi propositado, não sei, mas encaixou muito bem na continuidade da maturidade da Bunny. Há-de chegar a um ponto que ela não quer estar com ninguém. É um sentimento de abandono forte, o que o Gonçalo fez, não houve qualquer justificação... e a verdade ao fim ao cabo é mesmo como ela diz, a Maria acaba por ser imatura no aspecto sentimental amor, enquanto a Bunny nunca viu mais ninguém à frente - se bem que tinha - e é esse momento que também vou gostar de ler, como vai ela reagir a pensamentos de que há além do Gonçalo?
Para finalizar, o diálogo final ficou um pouco aquém. Contudo, elogio o elemento surpresa no final... é isso que me prende a ler, é isso que faço (para desespero de muitas) e deves continuar, deixou mais vontade de continuar a ler do que o outro capítulo.
Devo dizer que me senti a Bunny quando a Maria gritou com ela. Isto agora vai ser mais desabafo que outra coisa, mas muita vez sinto o mesmo de ter de animar toda a gente (chegam a dizer-me que sou uma psicóloga que não cobra nada), porém, quando preciso que alguém oiça não existe e a frustração no meio de tudo é que causa hábito... Torna-se parte de nós ficar em silêncio e quando num momento raro há alguém para desabafar, não há vontade para o fazer porque se encontram fugas àqueles nós na garganta. Senti-me no lugar dela, precisamente como quando revejo o episódio 194 - e muito por aí vem o meu nickname, foi onde o li inicialmente ao procurar a tradução fiel - que a Nyanko até diz "querias estar só, e agora choras porque estás sozinha", como deves lembrar, e há uma indirecta alusão a isso também, o aperto das mãos, a incompreensão, a protecção excessiva quando ela já sofre há meses... provavelmente foi propositado, não sei, mas encaixou muito bem na continuidade da maturidade da Bunny. Há-de chegar a um ponto que ela não quer estar com ninguém. É um sentimento de abandono forte, o que o Gonçalo fez, não houve qualquer justificação... e a verdade ao fim ao cabo é mesmo como ela diz, a Maria acaba por ser imatura no aspecto sentimental amor, enquanto a Bunny nunca viu mais ninguém à frente - se bem que tinha - e é esse momento que também vou gostar de ler, como vai ela reagir a pensamentos de que há além do Gonçalo?
Para finalizar, o diálogo final ficou um pouco aquém. Contudo, elogio o elemento surpresa no final... é isso que me prende a ler, é isso que faço (para desespero de muitas) e deves continuar, deixou mais vontade de continuar a ler do que o outro capítulo.

gomawo Tinoco-chan ♡♡ a dor passa, mas a beleza permanece ♥
Obrigada Dumpling desde já, sei que reparas em todos os detalhes o que é óptimo para quem gosta de escrever 
Não queria desvendar o mistério, mas posso adiantar que ela ainda vai passar por um mau bocado, também vou pôr um pouquinho de mim nesta fic. Queria falar mais sobre isso, mas se o fizer vou falar demais
tenho de manter o suspense eheh.

Não queria desvendar o mistério, mas posso adiantar que ela ainda vai passar por um mau bocado, também vou pôr um pouquinho de mim nesta fic. Queria falar mais sobre isso, mas se o fizer vou falar demais
tenho de manter o suspense eheh.Antes de mais queria pedir imensas desculpas a quem está a seguir a minha fic, são poucas pessoas, mas boas
a verdade é que não tive muito tempo para me dedicar a cem por cento á escrita, este novo capítulo é maior, mas em termos de qualidade não será dos melhores, é um capítulo doloroso para a nossa querida Bunny, posso adiantar que vai haver mais um mistério 
4º Capítulo
Ao abrir a porta o corpo de Bunny estremeceu, em frente a ela encontrava-se um Gonçalo visivelmente em baixo, as olheiras denunciavam uma noite mal dormida, a sua pele estava pálida, para ele aquele reencontro também não iria ser fácil, mas tinha de enfrentar a realidade, quanto mais depressa os assuntos que tinham pendentes fossem resolvidos, menos dor iriam sentir.
- O que fazes aqui? Foram as únicas palavras que Bunny conseguiu pronunciar diante do homem que mais amava e que naquele momento já não lhe pertencia.
Gonçalo estendeu a mão e entregou um envelope a Bunny, virou costas e pediu desculpa, antes de entrar no elevador, olhou uma última vez para Bunny, que sem reacção tinha deixado cair o envelope enquanto olhava para ele.
Ao voltar a si Bunny foi até á cozinha contar o que acabara de acontecer a Maria, antes que a amiga lhe fizesse mil e uma perguntas, pediu-lhe que levasse Chibiusa a dar um passeio, pois precisava de ficar sózinha por algumas horas, vendo Bunny com uma expressão tão decidida, Maria apenas acenou que sim, era inútil tentar falar com ela quando Bunny se mostrava determinada a fazer algo.
Após Maria ter saído com Chibiusa, Bunny sentou-se no sofá e olhou durante uns minutos para o envelope, por um lado queria acabar com todo o sofrimento e sabia que ali poderia estar a resposta para o que estava a acontecer, por outro lado sentia um enorme receio, tinha um pressentimento de que as coisas ainda podiam piorar, mas a sua curiosidade falou mais alto e passados uns minutos Bunny abriu o envelope e lá dentro estava uma carta com a letra de Gonçalo, ao ver a caligrafia do seu amor, suspirou, não seria uma das cartas de amor que Gonçalo lhe costumava escrever nos tempos de namoro, já com algumas lágrimas nos olhos prontas a inundar-lhe a face, começou a ler:
Olá Bunny, sei que neste momento me deves estar a odiar por tudo o que fiz e que nem tive a decência de te dar uma única satisfação, por isso quero-te pedir desculpa desde já, quero que saibas que estarás sempre no meu coração e que um dia vais perceber tudo o que se está a passar connosco. Não me quero alongar muito nesta carta, sei que quanto mais escrever, mais longo será o teu sofrimento. Já falei com um amigo meu que é advogado e será ele a tratar do nosso divórcio, a guarda da Chibiusa será dividida pelos dois, mais tarde tratamos dessa parte, sei que este não é o momento certo para falar neste assunto, não é pressa para já. Em relação á casa, seria incapaz de pedir que saisses daí, quero que continues a morar aí com a nossa filha. Todos os meses irei depositar a pensão de alimentos da Chibiusa na tua conta, não quero que vocês passem necessidades. Por enquanto é tudo. Sei que um dia mais tarde serás capaz de falar comigo, novamente...
Gonçalo Chiba.
As mãos de Bunny tremiam, a carta que estava na sua mão começou a ficar molhada com as suas lágrimas, a tristeza que sentia era indescritivel, apenas queria desaparecer, a sua alma estava ferida, ao olhar para uma das muitas fotos que estavam espalhadas pela sala, mostravam a felicidade de outrora, o sorriso estava presente em todas, o amor de ambos era notório; apesar de se sentir fraca, levantou-se e pegou numa foto, a moldura era prateada, a fotografia tinha sido tirada no dia em que Gonçalo a tinha pedido em casamento, foi um dos dias mais felizes da sua vida, ao olhar atentamente para a foto, relembrou-se daquele lindo dia.
Flashback
Estava uma manhã quente em Tóquio, era o primeiro dia de férias depois do estágio, Bunny acordou e ao ver as horas deitou-se de novo e sussurou para si mesma - È só mais um bocadinho. - Afinal estava de férias e podia dormir mais um pouco, que bom que era estar de férias e não ter de se levantar cedo pensava, até que o seu telemóvel tocou, era uma mensagem de Gonçalo.
Bom dia meu amor, sei que é cedo, mas quero passar o dia contigo, vou ter a tua casa daqui a uma hora, espero que estejas pronta quando chegar, quero aproveitar bem o dia
põe-te ainda mais bonita do que já és. Beijos do teu eterno, Gonçalo.
Sem hesitar Bunny levantou-se, tomou duche e começou a eterna dúvida sobre o que vestir para estar linda para o seu amor, abriu o armário e escolheu um vestido branco, com pequenos desenhos de flores de cerejeira cor-de-rosa, calçou uns sapatinhos do mesmo tom de rosa dos desenhos do seu vestido e olhou-se ao espelho - Será que ele vai gostar? - Pensou e apenas sorriu, começou a prender os seus longos cabelos loiros em dois odangos perfeitos, sabia que já não tinha mais 14 anos, mas adorava fazer odangos e sabia que Gonçalo os adorava também; depois de estar pronta, ainda tinha vinte minutos para tomar o pequeno-almoço, apesar de estar sempre com fome, a ansiedade tirou-lhe o apetite, teve um pressentimento que algo de importante se iria passar, comeu apenas uma torrada acompanhada por um café forte.
Passados vinte minutos Gonçalo toca á porta da família Tsukino, Bunny diz adeus á mãe e corre até aos braços do seu amado, que lhe dá um abraço apertado, ao sentir o seu odor fresco e o seu calor, Gonçalo treme de desejo e suavemente pega-lhe no queixo e dá-lhe um longo beijo até ambos ficarem praticamente sem ar, os dois ficam alguns segundos a perderem-se no olhar um do outro, aqueles segundos que pareciam eternos, até que Bunny interrompe o silêncio, pois a curiosidade era muita:
- Então amor, onde vamos hoje? Estou muito curiosa. Bunny estava com alguma excitação na voz, sentia-se tão bem.
- È surpresa Bun, espera e verás. Gonçalo piscou-lhe o olho, pegou-lhe numa mão e levou-a até um jardim que ficava ao pé dum lago, era um local bastante sossegado, tinha imensas árvores que naquela altura estavam a dar fruto, o aroma que pairava no ar era reconfortante, ambos sentaram-se num banco de madeira, Gonçalo colocou o seu braço por cima de Bunny, ela começou a ficar corada:
- Só estamos aqui nós...por acaso não me queres oferecer nada, como daquela vez que fomos para o refúgio dos gatinhos vadios, em que pensei que iamos namorar a sós e afinal o que realmente querias era mostrar-me os gatinhos que lá viviam, ai que vergonha só de pensar nisso, eu convêncida que ias-me beijar e afinal acabei por receber a lambidela dum gato. Ao lembrar-se do que se tinha passado naquele dia, ambos riram-se, o certo é que no final do dia, Bunny tinha um ceptro novo, algo que o amor deles tinha feito surgir de tão forte que era, Gonçalo olhou sério para Bunny, respirou fundo e disse:
- Naquela altura eras apenas uma menina, agora já tens 22 anos, és uma mulher, na altura não tinhamos tanta intimidade - Ambos coraram, a primeira noite de amor entre eles tinha acontecido no dia em que Bunny completou 18 anos e desde aí era normal as relações entre eles, sempre com muito cuidado, pois só queriam ter filhos depois de casar e ao pensar nisso Gonçalo levanta-se e ajoelha-se em frente á sua amada - Querida Bunny, acho que está na altura do próximo passo, não posso hesitar, a pergunta que te quero fazer é muito importante...
O coração de Bunny disparou, era agora, era agora que Gonçalo iria pedí-la em casamento? Não aguentava mais a ansiedade que sentia dentro do seu peito, mais um pouco e faltava-lhe o ar, só pedia que o longo discurso de Gonçalo acabasse e que fosse directo ao assunto, até que ele lhe fez a pergunta que tanto ela esperava: Queres casar comigo Bunny Tsukino?
Fim do Flashback
Bunny estava sentada no chão com a fotografia pousada no colo, os pensamentos eram muitos e confusos, pegou novamente na fotografia e o seu olhar centrou-se na imagem de Gonçalo:
- Como é que foste capaz de me fazer isto, pensei que o teu amor por mim seria eterno, que fosse para além desta vida. Amo-te tanto, nem imaginas o que me dói saber que nunca mais te posso beijar, sentir o sabor doce dos teus lábios nos meus, saber que te podia beijar e sentir o teu sabor cada vez que me apetecia, nunca mais vou poder me deitar no teu peito, agarrar-te com toda a força e saber que és únicamente meu, que és o meu porto seguro. Tinha tanto orgulho quando iamos na rua e todas as mulheres me invejavam por ser a esposa do homem mais lindo do mundo, mais carinhoso e atencioso. E agora? O que é que eu faço aqui sem ti?
Alguns meses depois
Era Natal o primeiro Natal de Chibiusa e por isso, mesmo sem qualquer motivo para celebrações, Bunny decorou a casa com todos os enfeites próprios da época, Chibiusa era o único motivo pelo qual ainda vivia. Nunca mais tinha visto Gonçalo desde aquele dia em que ele tinha ido lá a casa lhe entregar aquela carta, apenas sabia que ele já estava na Suiça e que por essa razão não iria estar no Japão na altura do Natal e ano novo, por isso Chibiusa ia estar apenas com a mãe, ao pensar nisso Bunny suspirou e continuou a embrulhar alguns dos presentes que já tinha comprado para as suas amigas, elas insistiam que o Natal era passado em casa de Bunny, a casa era grande o suficiente para receber tantas pessoas; como Octávia namorava com Chico, o irmão de Bunny disse logo que também queria passar o Natal lá em casa e como os pais de ambos não queriam ficar sózinhos e queriam estar com a neta, também iriam lá estar, com certeza que o Natal ia ser uma confusão á moda dos Tsukino e companhia, pelo menos com tanta confusão não haveria tempo para pensar em coisas tristes. A consoada seria no dia a seguir, por isso Bunny ainda tinha de ir ás compras para ter toneladas de comida em casa; abriu a porta do carro e sentou Chibiusa na cadeirinha, enquanto ela dava aos bracinhos:
- Tens de estar quietinha Chibiusa, senão a mãe não consegue chegar a horas do supermercado ainda estar aberto, amanhã vamos ter a casa cheia de pessoas esfomeadas, temos de ter comida que chegue, não é minha pestinha? Bunny deu um beijinho na testa da menina e fechou a porta do carro, tinha uma hora para fazer as compras que lhe faltava e sem mais demoras entrou ela também no carro e arrancou; Bunny ia a cantarolar para manter a filha distraida até chegarem ao supermercado, felizmente Rita ia ter com ela para a ajudar com as compras; ao chegar ao supermercado, na entrada estava já Rita á espera com a sua habitual cara de poucos amigos:
- Então Bunny, estava a ver que nunca mais chegavas, ainda pensei que tivesses um furo pelo caminho - dizia amuada - e tu small lady, como estás fofinha? A sua expressão mudou completamente ao pegar em Chibiusa ao colo, que sorria com as caretas que Rita lhe fazia.
- Bem, tenho aqui a lista do que me falta comprar, obrigada por me vires ajudar, assim enquanto faço as compras podes cuidar da Chibiusa, bem meninas, vamos lá comprar o supermercado inteiro.
Bunny sabia bem que Rita só implicava com ela, porque se preocupava, no fundo a amizade delas era grandiosa, apesar de não parecer aos olhos dos outros, desde miúdas que era assim, Rita implicava sempre com Bunny por alguma razão, mas era sempre a primeira no campo de batalha a defender a amiga contra o inimigo, ao caminharem pelo supermercado Rita ia a pensar que ao menos teriam alguma paz no Natal, já que o futuro em relação á paz estava incerto, ela sentia que algo de ruim se estava a aproximar da terra, já Bunny ia concentrada na sua lista de compras, mas nisto bateu com o carrinho de compras em alguém:
- Oh meu deus, peço imensa desculpa, foi sem querer, eu ia a olhar para os preços, que vergonha, mais uma vez peço desculpa. Bunny estava de cabeça baixa, ela podia ser adulta, mas a sua queda para ir de encontra algo mantinha-se igual; ao olhar agora para a vitima da sua distracção, o homem que tinha "atropelado" já ia de costas, por momentos Bunny parecia reconhecer o homem que agora se afastava dela, era um homem alto e elegante, tinha cabelo comprido, ela sabia que já o tinha visto em qualquer lado, mas de momento não o estava a reconhecer, passados uns minutos Rita aparece a conduzir o carrinho de Chibiusa e diz a Bunny que o supermercado está quase a fechar e que tem de se despachar se ela quer concluir as compras para amanhã; depois de sairem do edificio, Bunny dá boleia a Rita até ao templo, vão o caminho em silêncio, pois Bunny não consegue tirar a imagem daquele homem da sua mente, é certo que apenas lhe viu as costas, mas ela sabia que já o tinha visto em qualquer lado; Rita estranha o silêncio da amiga e já perto do Templo mete-se com ela:
- Então Bunnyzinha, estás a pensar em alguma receita para fazeres amanhã? - Mas não obteve resposta, mas Rita insistiu - Compraste comida de gato para a Luna, para o Artémis e para a Diana? Bunny já regressada á terra, apenas acenou que sim, finalmente tinham chegado ao destino de Rita e as perguntas iriam acabar, mais uns minutos e Bunny já estaria em casa no sossego, últimamente andava sem paciência, só queria era paz e silêncio, mas tinha prometido ás amigas que o Natal seria em sua casa, pois queria que Chibiusa estivesse com todos aqueles que lhe desejam bem; nas os seus pensamentos eram divididos pelo homem misterioso que tinha visto no supermercado.
Well, espero que tenham gostado
quem será o homem misterioso? E como é que o Natal irá correr? E o porquê do Gonçalo ter deixado a Bunny? Eheh, muitas dúvidas.
a verdade é que não tive muito tempo para me dedicar a cem por cento á escrita, este novo capítulo é maior, mas em termos de qualidade não será dos melhores, é um capítulo doloroso para a nossa querida Bunny, posso adiantar que vai haver mais um mistério 
4º Capítulo
Ao abrir a porta o corpo de Bunny estremeceu, em frente a ela encontrava-se um Gonçalo visivelmente em baixo, as olheiras denunciavam uma noite mal dormida, a sua pele estava pálida, para ele aquele reencontro também não iria ser fácil, mas tinha de enfrentar a realidade, quanto mais depressa os assuntos que tinham pendentes fossem resolvidos, menos dor iriam sentir.
- O que fazes aqui? Foram as únicas palavras que Bunny conseguiu pronunciar diante do homem que mais amava e que naquele momento já não lhe pertencia.
Gonçalo estendeu a mão e entregou um envelope a Bunny, virou costas e pediu desculpa, antes de entrar no elevador, olhou uma última vez para Bunny, que sem reacção tinha deixado cair o envelope enquanto olhava para ele.
Ao voltar a si Bunny foi até á cozinha contar o que acabara de acontecer a Maria, antes que a amiga lhe fizesse mil e uma perguntas, pediu-lhe que levasse Chibiusa a dar um passeio, pois precisava de ficar sózinha por algumas horas, vendo Bunny com uma expressão tão decidida, Maria apenas acenou que sim, era inútil tentar falar com ela quando Bunny se mostrava determinada a fazer algo.
Após Maria ter saído com Chibiusa, Bunny sentou-se no sofá e olhou durante uns minutos para o envelope, por um lado queria acabar com todo o sofrimento e sabia que ali poderia estar a resposta para o que estava a acontecer, por outro lado sentia um enorme receio, tinha um pressentimento de que as coisas ainda podiam piorar, mas a sua curiosidade falou mais alto e passados uns minutos Bunny abriu o envelope e lá dentro estava uma carta com a letra de Gonçalo, ao ver a caligrafia do seu amor, suspirou, não seria uma das cartas de amor que Gonçalo lhe costumava escrever nos tempos de namoro, já com algumas lágrimas nos olhos prontas a inundar-lhe a face, começou a ler:
Olá Bunny, sei que neste momento me deves estar a odiar por tudo o que fiz e que nem tive a decência de te dar uma única satisfação, por isso quero-te pedir desculpa desde já, quero que saibas que estarás sempre no meu coração e que um dia vais perceber tudo o que se está a passar connosco. Não me quero alongar muito nesta carta, sei que quanto mais escrever, mais longo será o teu sofrimento. Já falei com um amigo meu que é advogado e será ele a tratar do nosso divórcio, a guarda da Chibiusa será dividida pelos dois, mais tarde tratamos dessa parte, sei que este não é o momento certo para falar neste assunto, não é pressa para já. Em relação á casa, seria incapaz de pedir que saisses daí, quero que continues a morar aí com a nossa filha. Todos os meses irei depositar a pensão de alimentos da Chibiusa na tua conta, não quero que vocês passem necessidades. Por enquanto é tudo. Sei que um dia mais tarde serás capaz de falar comigo, novamente...
Gonçalo Chiba.
As mãos de Bunny tremiam, a carta que estava na sua mão começou a ficar molhada com as suas lágrimas, a tristeza que sentia era indescritivel, apenas queria desaparecer, a sua alma estava ferida, ao olhar para uma das muitas fotos que estavam espalhadas pela sala, mostravam a felicidade de outrora, o sorriso estava presente em todas, o amor de ambos era notório; apesar de se sentir fraca, levantou-se e pegou numa foto, a moldura era prateada, a fotografia tinha sido tirada no dia em que Gonçalo a tinha pedido em casamento, foi um dos dias mais felizes da sua vida, ao olhar atentamente para a foto, relembrou-se daquele lindo dia.
Flashback
Estava uma manhã quente em Tóquio, era o primeiro dia de férias depois do estágio, Bunny acordou e ao ver as horas deitou-se de novo e sussurou para si mesma - È só mais um bocadinho. - Afinal estava de férias e podia dormir mais um pouco, que bom que era estar de férias e não ter de se levantar cedo pensava, até que o seu telemóvel tocou, era uma mensagem de Gonçalo.
Bom dia meu amor, sei que é cedo, mas quero passar o dia contigo, vou ter a tua casa daqui a uma hora, espero que estejas pronta quando chegar, quero aproveitar bem o dia
põe-te ainda mais bonita do que já és. Beijos do teu eterno, Gonçalo.Sem hesitar Bunny levantou-se, tomou duche e começou a eterna dúvida sobre o que vestir para estar linda para o seu amor, abriu o armário e escolheu um vestido branco, com pequenos desenhos de flores de cerejeira cor-de-rosa, calçou uns sapatinhos do mesmo tom de rosa dos desenhos do seu vestido e olhou-se ao espelho - Será que ele vai gostar? - Pensou e apenas sorriu, começou a prender os seus longos cabelos loiros em dois odangos perfeitos, sabia que já não tinha mais 14 anos, mas adorava fazer odangos e sabia que Gonçalo os adorava também; depois de estar pronta, ainda tinha vinte minutos para tomar o pequeno-almoço, apesar de estar sempre com fome, a ansiedade tirou-lhe o apetite, teve um pressentimento que algo de importante se iria passar, comeu apenas uma torrada acompanhada por um café forte.
Passados vinte minutos Gonçalo toca á porta da família Tsukino, Bunny diz adeus á mãe e corre até aos braços do seu amado, que lhe dá um abraço apertado, ao sentir o seu odor fresco e o seu calor, Gonçalo treme de desejo e suavemente pega-lhe no queixo e dá-lhe um longo beijo até ambos ficarem praticamente sem ar, os dois ficam alguns segundos a perderem-se no olhar um do outro, aqueles segundos que pareciam eternos, até que Bunny interrompe o silêncio, pois a curiosidade era muita:
- Então amor, onde vamos hoje? Estou muito curiosa. Bunny estava com alguma excitação na voz, sentia-se tão bem.
- È surpresa Bun, espera e verás. Gonçalo piscou-lhe o olho, pegou-lhe numa mão e levou-a até um jardim que ficava ao pé dum lago, era um local bastante sossegado, tinha imensas árvores que naquela altura estavam a dar fruto, o aroma que pairava no ar era reconfortante, ambos sentaram-se num banco de madeira, Gonçalo colocou o seu braço por cima de Bunny, ela começou a ficar corada:
- Só estamos aqui nós...por acaso não me queres oferecer nada, como daquela vez que fomos para o refúgio dos gatinhos vadios, em que pensei que iamos namorar a sós e afinal o que realmente querias era mostrar-me os gatinhos que lá viviam, ai que vergonha só de pensar nisso, eu convêncida que ias-me beijar e afinal acabei por receber a lambidela dum gato. Ao lembrar-se do que se tinha passado naquele dia, ambos riram-se, o certo é que no final do dia, Bunny tinha um ceptro novo, algo que o amor deles tinha feito surgir de tão forte que era, Gonçalo olhou sério para Bunny, respirou fundo e disse:
- Naquela altura eras apenas uma menina, agora já tens 22 anos, és uma mulher, na altura não tinhamos tanta intimidade - Ambos coraram, a primeira noite de amor entre eles tinha acontecido no dia em que Bunny completou 18 anos e desde aí era normal as relações entre eles, sempre com muito cuidado, pois só queriam ter filhos depois de casar e ao pensar nisso Gonçalo levanta-se e ajoelha-se em frente á sua amada - Querida Bunny, acho que está na altura do próximo passo, não posso hesitar, a pergunta que te quero fazer é muito importante...
O coração de Bunny disparou, era agora, era agora que Gonçalo iria pedí-la em casamento? Não aguentava mais a ansiedade que sentia dentro do seu peito, mais um pouco e faltava-lhe o ar, só pedia que o longo discurso de Gonçalo acabasse e que fosse directo ao assunto, até que ele lhe fez a pergunta que tanto ela esperava: Queres casar comigo Bunny Tsukino?
Fim do Flashback
Bunny estava sentada no chão com a fotografia pousada no colo, os pensamentos eram muitos e confusos, pegou novamente na fotografia e o seu olhar centrou-se na imagem de Gonçalo:
- Como é que foste capaz de me fazer isto, pensei que o teu amor por mim seria eterno, que fosse para além desta vida. Amo-te tanto, nem imaginas o que me dói saber que nunca mais te posso beijar, sentir o sabor doce dos teus lábios nos meus, saber que te podia beijar e sentir o teu sabor cada vez que me apetecia, nunca mais vou poder me deitar no teu peito, agarrar-te com toda a força e saber que és únicamente meu, que és o meu porto seguro. Tinha tanto orgulho quando iamos na rua e todas as mulheres me invejavam por ser a esposa do homem mais lindo do mundo, mais carinhoso e atencioso. E agora? O que é que eu faço aqui sem ti?
Alguns meses depois
Era Natal o primeiro Natal de Chibiusa e por isso, mesmo sem qualquer motivo para celebrações, Bunny decorou a casa com todos os enfeites próprios da época, Chibiusa era o único motivo pelo qual ainda vivia. Nunca mais tinha visto Gonçalo desde aquele dia em que ele tinha ido lá a casa lhe entregar aquela carta, apenas sabia que ele já estava na Suiça e que por essa razão não iria estar no Japão na altura do Natal e ano novo, por isso Chibiusa ia estar apenas com a mãe, ao pensar nisso Bunny suspirou e continuou a embrulhar alguns dos presentes que já tinha comprado para as suas amigas, elas insistiam que o Natal era passado em casa de Bunny, a casa era grande o suficiente para receber tantas pessoas; como Octávia namorava com Chico, o irmão de Bunny disse logo que também queria passar o Natal lá em casa e como os pais de ambos não queriam ficar sózinhos e queriam estar com a neta, também iriam lá estar, com certeza que o Natal ia ser uma confusão á moda dos Tsukino e companhia, pelo menos com tanta confusão não haveria tempo para pensar em coisas tristes. A consoada seria no dia a seguir, por isso Bunny ainda tinha de ir ás compras para ter toneladas de comida em casa; abriu a porta do carro e sentou Chibiusa na cadeirinha, enquanto ela dava aos bracinhos:
- Tens de estar quietinha Chibiusa, senão a mãe não consegue chegar a horas do supermercado ainda estar aberto, amanhã vamos ter a casa cheia de pessoas esfomeadas, temos de ter comida que chegue, não é minha pestinha? Bunny deu um beijinho na testa da menina e fechou a porta do carro, tinha uma hora para fazer as compras que lhe faltava e sem mais demoras entrou ela também no carro e arrancou; Bunny ia a cantarolar para manter a filha distraida até chegarem ao supermercado, felizmente Rita ia ter com ela para a ajudar com as compras; ao chegar ao supermercado, na entrada estava já Rita á espera com a sua habitual cara de poucos amigos:
- Então Bunny, estava a ver que nunca mais chegavas, ainda pensei que tivesses um furo pelo caminho - dizia amuada - e tu small lady, como estás fofinha? A sua expressão mudou completamente ao pegar em Chibiusa ao colo, que sorria com as caretas que Rita lhe fazia.
- Bem, tenho aqui a lista do que me falta comprar, obrigada por me vires ajudar, assim enquanto faço as compras podes cuidar da Chibiusa, bem meninas, vamos lá comprar o supermercado inteiro.
Bunny sabia bem que Rita só implicava com ela, porque se preocupava, no fundo a amizade delas era grandiosa, apesar de não parecer aos olhos dos outros, desde miúdas que era assim, Rita implicava sempre com Bunny por alguma razão, mas era sempre a primeira no campo de batalha a defender a amiga contra o inimigo, ao caminharem pelo supermercado Rita ia a pensar que ao menos teriam alguma paz no Natal, já que o futuro em relação á paz estava incerto, ela sentia que algo de ruim se estava a aproximar da terra, já Bunny ia concentrada na sua lista de compras, mas nisto bateu com o carrinho de compras em alguém:
- Oh meu deus, peço imensa desculpa, foi sem querer, eu ia a olhar para os preços, que vergonha, mais uma vez peço desculpa. Bunny estava de cabeça baixa, ela podia ser adulta, mas a sua queda para ir de encontra algo mantinha-se igual; ao olhar agora para a vitima da sua distracção, o homem que tinha "atropelado" já ia de costas, por momentos Bunny parecia reconhecer o homem que agora se afastava dela, era um homem alto e elegante, tinha cabelo comprido, ela sabia que já o tinha visto em qualquer lado, mas de momento não o estava a reconhecer, passados uns minutos Rita aparece a conduzir o carrinho de Chibiusa e diz a Bunny que o supermercado está quase a fechar e que tem de se despachar se ela quer concluir as compras para amanhã; depois de sairem do edificio, Bunny dá boleia a Rita até ao templo, vão o caminho em silêncio, pois Bunny não consegue tirar a imagem daquele homem da sua mente, é certo que apenas lhe viu as costas, mas ela sabia que já o tinha visto em qualquer lado; Rita estranha o silêncio da amiga e já perto do Templo mete-se com ela:
- Então Bunnyzinha, estás a pensar em alguma receita para fazeres amanhã? - Mas não obteve resposta, mas Rita insistiu - Compraste comida de gato para a Luna, para o Artémis e para a Diana? Bunny já regressada á terra, apenas acenou que sim, finalmente tinham chegado ao destino de Rita e as perguntas iriam acabar, mais uns minutos e Bunny já estaria em casa no sossego, últimamente andava sem paciência, só queria era paz e silêncio, mas tinha prometido ás amigas que o Natal seria em sua casa, pois queria que Chibiusa estivesse com todos aqueles que lhe desejam bem; nas os seus pensamentos eram divididos pelo homem misterioso que tinha visto no supermercado.
Well, espero que tenham gostado
quem será o homem misterioso? E como é que o Natal irá correr? E o porquê do Gonçalo ter deixado a Bunny? Eheh, muitas dúvidas.Eu já tinha visto o teu novo capitulo mas com o meu estagio e os estudos nao tenho muito tempo para comentar ...
desculpa a demora...
Bem adorei o teu capitulo, ficou me a saber a pouco e tinhas logo de parar ai
bem o homem misterio é claro que é o meu amor....o Seiya
Tu nao me enganas...
Mas nao sei o que se passou com o Gonçalo para pedir o divorcio assim...eram 2 pares de estalos...llol, bem adorei mesmo estas a escrever muito bem continua assim.
E já sabes quando estiver o novo capitulo avisa(se bem que já tinha visto, desculpa nao me alongar muito, mas é muito trabalho nesta cabecinha)
Beijinhos*
desculpa a demora...
Bem adorei o teu capitulo, ficou me a saber a pouco e tinhas logo de parar ai
bem o homem misterio é claro que é o meu amor....o Seiya
Tu nao me enganas...Mas nao sei o que se passou com o Gonçalo para pedir o divorcio assim...eram 2 pares de estalos...llol, bem adorei mesmo estas a escrever muito bem continua assim.
E já sabes quando estiver o novo capitulo avisa(se bem que já tinha visto, desculpa nao me alongar muito, mas é muito trabalho nesta cabecinha)
Beijinhos*
miriam88 escreveu:Eu já tinha visto o teu novo capitulo mas com o meu estagio e os estudos nao tenho muito tempo para comentar ...
desculpa a demora...
Bem adorei o teu capitulo, ficou me a saber a pouco e tinhas logo de parar aibem o homem misterio é claro que é o meu amor....o Seiya
Tu nao me enganas...
Mas nao sei o que se passou com o Gonçalo para pedir o divorcio assim...eram 2 pares de estalos...llol, bem adorei mesmo estas a escrever muito bem continua assim.
E já sabes quando estiver o novo capitulo avisa(se bem que já tinha visto, desculpa nao me alongar muito, mas é muito trabalho nesta cabecinha)
Beijinhos*
Será o Seiya? Se calhar vou ter uma surpresa para vocês
estou a trabalhar nisso. Em relação ao Gonçalo, posso adiantar que ele teve um motivo muito forte para ter feito o que fez
será esclarecido nos próximos capítulos ehehe. Obrigada querida por teres lido este texto tão longo, desta vez escrevi imenso loool.Freyja escreveu:miriam88 escreveu:Eu já tinha visto o teu novo capitulo mas com o meu estagio e os estudos nao tenho muito tempo para comentar ...
desculpa a demora...
Bem adorei o teu capitulo, ficou me a saber a pouco e tinhas logo de parar aibem o homem misterio é claro que é o meu amor....o Seiya
Tu nao me enganas...
Mas nao sei o que se passou com o Gonçalo para pedir o divorcio assim...eram 2 pares de estalos...llol, bem adorei mesmo estas a escrever muito bem continua assim.
E já sabes quando estiver o novo capitulo avisa(se bem que já tinha visto, desculpa nao me alongar muito, mas é muito trabalho nesta cabecinha)
Beijinhos*
Será o Seiya? Se calhar vou ter uma surpresa para vocêsestou a trabalhar nisso. Em relação ao Gonçalo, posso adiantar que ele teve um motivo muito forte para ter feito o que fez
será esclarecido nos próximos capítulos ehehe. Obrigada querida por teres lido este texto tão longo, desta vez escrevi imenso loool.
Nao escreves te nada imenso pois eu queria mais....
Eu acho que é o Seiya mas os outros tres luzes tambem tem cabelo comprido
tou curiosa....Mas é bom que o Gonçalo tenha uma boa desculpa para estar a magoar a Bunny
Ehehhe, estou a gostar imenso do vosso entuasiasmo, para o próximo capítulo, a identidade do homem misterioso vai ser revelada
vai ser algo romântico, mas com quem será o românce? ihih, hoje vou começar a escrever o capítulo 5 que vai ter alguma acção também, vamos lá ver se é um novo inimigo ou um velho conhecido das nossas meninas.
vai ser algo romântico, mas com quem será o românce? ihih, hoje vou começar a escrever o capítulo 5 que vai ter alguma acção também, vamos lá ver se é um novo inimigo ou um velho conhecido das nossas meninas.miriam88 escreveu:Epa inimigos é que nao se é para ser romance nos queremos romance![]()
Posta o mais rapido possivel, se nao depois nao tenho tempo, e quero uma historia pa adormecer....e eu quero o Seiya
beijo
Ontem comecei a escrever o próximo capítulo, amanhã já sou capaz de o ter pronto
o românce vai chegar e quando chegar ui, é para pegar fogo 
Bem, não consegui publicar o quinto capítulo como tinha dito, mas aqui estou eu
este tem mais acção e a revelação do novo inimigo. Tenho pena que a minha fic não seja das mais populares, talvez por ser para maiores de 16 anos. Bem espero que as meninas que me acompanham gostem 
Quinto Capítulo
Depois de deixar Rita no Templo, Bunny regressou a casa com o seu pensamento ocupado, por mais que se esforçasse, não conseguia se recordar de onde conhecia o homem que tinha visto no Supermercado, mas os seus pensamentos foram interrompidos pelo toque do seu telemóvel:
- Estou sim, fala a Bunny - Mas do outro lado ninguém respondeu, apenas uma respiração pesada era audível, Bunny insistiu mais uma vez, mas sem sucesso, a pessoa desligou de imediato -Que estranho, há muito tempo que não recebia estas chamadas misteriosas, será que tem algo a ver com o homem que vi no supermercado? Não, não pode ser, isto deve ser fruto do meu cansaço, na volta é alguém muito parecido com algum colega da escola, Bunny Tsukino vai arrumar as compras no lugar e de seguida cama, estás a ficar com a mania da perseguição. Bunny sacudiu a cabeça, numa tentativa de se tentar recompôr do que acabara de acontecer, entrou em casa e deitou Chibiusa, que tinha adormecido ainda no caminho para casa, a noite tinha sido cansativa para uma criança ainda pequena, como a menina ficou a dormir, Bunny teve tempo para arrumar as compras com calma, como eram muitos sacos, teve de ir ao carro algumas vezes para conseguir trazer tudo, no final de ter arrumado tudo nos devidos sitios sentia-se extremamente cansada, subiu as escadas com algum custo, ainda foi ao quarto da filha para aconchegar a menina mais uma vez e deu-lhe um leve beijo na testa, de seguida foi para o seu quarto, quando entrou, a porta fechou-se num estrondo, Bunny deu um salto com o susto, mas acabou por sorrir, pois reparou que tinha deixado a janela do quarto aberta e como fez corrente de ar, a porta tinha-se fechado daquela maneira, Bunny aproximou-se da janela e respirou fundo, o ar era frio, mas revigorou-lhe as energias, sentiu-se extremamente calma, o silêncio reinava, apenas se observavam umas luzes fortes ao longe, mas o silêncio foi quebrado por uns barulhos que vinham duma árvore em frente á janela do quarto de Bunny, ao tentar perceber se estaria lá alguém, Bunny foi a correr buscar o seu medalhão, a sua pulsação começava a ser cada vez mais acelerada, de repente conseguiu ver um vulto:
- Quem é que está aí? - O seu coração batia cada vez mais depressa, segurava com força o seu medalhão, os pensamentos eram confusos, há muito tempo que não se transformava, mas para proteger a sua filha e a sua casa, voltaria a lutar, mesmo odiando lutas, já não era mais aquela menina com imensos medos, hoje em dia era uma mulher corajosa e capaz de dar a sua vida para proteger aqueles que mais ama, por breves instantes ainda pensou que o medalhão não funcionasse, a ansiedade aumentava a cada minuto, gritou novamente a mesma frase, mas ninguém respondeu, passados uns segundos o vulto desapareceu a correr, sem hesitar Bunny correu até ao quarto de Chibiusa, a aflição era tanta que acordou a menina quando abriu a porta, ao ver que a menina estava bem, apesar de estar um pouco assustada, correu até a filha, tirou a menina do berço e abraçou-a com força:
- Nunca irei permitir que alguém te faça algum mal, és a coisa mais preciosa que tenho na vida minha princesa, a mãe estará sempre aqui para te proteger contra tudo, o pai pode nos ter abandonado, mas eu jamais te deixarei, se for preciso voltarei a lutar para que ninguém te toque sequer num fio de cabelo - Enquanto falava com a filha, as suas lágrimas voltaram a correr sem parar, abraçava a menina contra o seu peito com suavidade para não a magoar, enquanto acalmava Chibiusa e a tentava adormecer no seu colo, levou a menina para dormir consigo naquela noite, precisava de ficar junto á única coisa boa que lhe restava, ao olhar para o relógio viu que já era tardissimo, estava exausta e finalmente adormeceu agarrada a Chibiusa que chupava no dedo e segurava com a outra mãozinha uma madeixa do cabelo da mãe.
Eram oito da manhã quando o despertador de Bunny tocou, a vontade de despertar não era muita, a madrugada tinha sido passada praticamente em claro, mas o dia prometia ser longo, pois era véspera de Natal e tinha tantas coisas para fazer, principalmente os cozinhados, pensou duas vezes se ligaria a alguma das amigas para pedir ajuda, mas desistiu da ideia, as perguntas iam acabar por surgir e não estava com cabeça para responder a mil questões.
Chibiusa ficou a dormir na cama de Bunny, enquanto esta se dirigia á cozinha para preparar tudo para uma consoada que se adivinhava cansativa e barulhenta, respirou fundo e começou a cozinhar.
Já passava das seis da tarde quando Bunny conseguiu descansar um pouco as pernas, estava tudo pronto, só faltavam os convidados chegarem, mais um minutos e chegariam com certeza, pois o jantar começava ás oito, mas antes de jantarem com certeza queriam contar as novidades e pôr a conversa em dia e nisto a campainha toca e os primeiros a chegar foram a Amy e o Taiki que traziam imensos embrulhos na mão, Bunny pensou logo que a maior parte era para a Chibiusa, era a única criança que iria estar presente:
- Então Bunny, precisas de ajuda? Eu e o Taiki já que fomos os primeiros a chegar, podemos ajudar a finalizar os preparativos - Sorriu Ami que estava de braço dado a Taiki e ambos piscaram o olho a Bunny que estava visivelmente abatida.
- Não é preciso meninos, agradeço apenas que arrumem os embrulhos debaixo da árvore de Natal, de resto já está tudo feito, o peru deve estar pronto um pouco antes das oito... bem não preciso de vos dizer para estarem á vontade, a casa é vossa, eu entretanto vou-me arranjar, se chegar alguém, abram a porta por favor - disse Bunny enquanto tirava o avental, tinha de ir tomar um duche rápido e trocar de roupa, tinha a cara e o cabelo cheio de farinha e não só.
- Vai lá Bunny, nós ficamos aqui a tomar conta da Chibiusa, se alguém tocar á porta, nós abrimos - respondeu Taiki, que estava a arrumar os presentes debaixo da árvore de Natal numa espécie de pirâmide.
Depois de tomar um duche, Bunny abriu a janela, tinha a sensação que alguém estava a observá-la, mas era apenas uma sensação e nada mais, do outro lado da estrada apenas se via imensos carros estacionados e pelo barulho que vinha do andar de baixo, já tinham chegado mais convidados, Bunny abriu o roupeiro e tirou um vestido preto de gola alta de lã, vestiu umas collants e calçou umas botas pretas de cano alto, colocou um colar prateado e arranjou os seus cabelos num rolinho perfeito, de seguida foi fechar todas as janelas do andar de cima e finalmente desceu as escadas e ao descer viu que já tinham mais amigos:
- Olá Bunnyzinha, como estás, espero que não te importes, mas compramos dois bolos-rei, estavam com tão bom aspecto que não resisti, não foi Yaten? - Joana parecia radiante, enquanto cumprimentava a amiga, a sua vida como artista estava a correr muitissimo bem.
- Sim, pela Joana tinhamos comprado a confeitaria toda em peso e depois queixa-se que tem de emagrecer e que não cabe nos vestidos, mas depois se for preciso come uma torta inteira - dizia Yaten a tentar provocar Joana, que na altura amuava perante o gozo do marido que se ria mais o irmão, ao vê-los Bunny pensou em Seiya, o seu coração começou a bater mais rápido, nunca poderia esquecer aquele olhar, a ternura com que sempre a tratou, mas que nunca mais o tinha visto e sentia tantas saudades dele, do seu cheiro, do seu calor, daquele sorriso sedutor que lhe dava imensa piada, nisto foi acordada pela voz de Rita:
- Já estás a dormir a esta hora? Assim não vês o Pai Natal a descer na chaminé.
- Mas amor, o Pai Natal não existe, sabes bem disso não sabes? - Perguntou Fernando com um ar meio confuso, coçando a cabeça.
- Ora ora Fernando, estou a gozar com a Bunny, ai tu nunca percebes nada pah - Rita ao responder deu uma palmada no ombro de Fernando que se encolheu e foi arrumar os embrulhos que trazia, mas ao chegar perto da árvore destruiu a pirâmide que Taiki tinha feito, originando uma gargalhada colectiva - Oh meu deus, és sempre o mesmo, não sabes fazer nada de jeito, ahh, deixa estar que eu arrumo - Dizia Rita já bastante irritada, que pousou o seu copo de martini com força que quase caía no chão.
Passados uns minutos foi a vez de Maria e Mário chegarem que também traziam comida e mais presentes, um pouco depois chegou Mariana e Haruka que traziam consigo Chico e Octávia que parecia estar melhor depois da crise que teve, pelo que tinham contado a Bunny tinha sido apenas uma mal-disposição, nada de preocupante, por último chegaram os pais de Bunny e Susana, estavam já todos presentes e as conversas multiplicavam-se, a árvore de Natal estava quase coberta com tantos presentes que tinha ao seu lado, no ar sentia-se o cheiro delicioso da comida que estava em cima duma mesa perto da janela, onde estavam também as entradas e os copos para as bebidas, em cima da mesa principal estava um conjunto de loiça com desenhos alusivos á época, com azevinhos e árvores de natal, a toalha de mesa era também ela de cores vermelhas e douradas, com Pais-Natal sorridentes, eis que da cozinha se ouviu um pequeno barulho que quase não se ouvia, pois Joana insistiu em pôr a tocar um cd de Natal, para tudo ser ainda mais perfeito.
- Queres que te ajude a tirar o peru do forno gatinha? - perguntou Haruka que continuava a tratar Bunny sempre do mesmo jeito.
- Não é preciso, eu já estou habituada a fazer estas coisas, olha a Mariana está a chamar-te - respondeu Bunny, Haruka piscou-lhe o olho e voltou para dar um abraço a Mariana que estava a contar a Ami e Taiki as aventuras do seu último concerto em que um fã lhe deu umas cuecas de homem e que Haruka quase tinha agredido o homem, riram-se com a história, menos Haruka que teimava que devia ter dado com uma cadeira no homem por ter ousado dar uma coisa daquelas a Mariana; passados uns cinco minutos, Bunny trazia o maravilhoso perú que estava com óptimo aspecto, em volta umas batatinhas douradas a acompanhar, fizeram que todas as conversas fossem interrompidas e todos se sentassem á mesa:
- Está com um aspecto fantástico Bunny, aposto que está melhor que os meus cozinhados, tem cá um cheirinho mmm - dizia Maria enquanto ajudava Bunny a colocar o perú em cima da mesa.
- Depois quero a receita - disse Susana já com a água na boca.
- Claro Susana - sorriu Bunny - depois dou a receita a quem quiser e gostar do perú ahah, vamos lá pessoal, todos a comer, senão arrefece tudo e não tem piada nenhuma, não é mãe? Bunny abraçou a sua mãe com força.
- Claro filhota, vamos meninos, todos a comer e enquanto se fala não se come - dona Fernanda estava muitissimo orgulhosa da sua filha que se tinha tornado uma excelente dona de casa e que mesmo estando a passar um momento mau, não se foi abaixo pela filha e conseguiu juntar os amigos todos, fazendo aquele delicioso banquete.
Ninguém conversava naquela mesa, apenas diziam o essencial, a comida estava realmente divinal e por isso estavam todos concentrados a comer enquanto se ouvia palavras soltas de aprovação pelo que estavam a degostar, até que de repente alguém tocou á campainha:
- Deixem-se estar a comer, eu vou lá - Bunny levantou-se e em passo acelarado chegou á porta, ao abri-la teve uma das maiores surpresas da sua vida - Neflite? Estás vivo? Como?
- Olá Bunny, desculpa incomodar, mas estou desesperado e como te vi no outro dia no Supermercado decidi seguir-te até casa, preciso de saber onde vive a Sara actualmente e sei que ela deixou a cidade, por favor Bunny, ajuda-me... - Neflite estava mais magro, o seu cabelo estava ligeiramente mais curto e apanhado num rabo de cavalo, notava-se nos seus olhos o desespero por notícias de Sara, o seu único e grande amor, a história deles tinha sido trágica, mas naquele momento muitas dúvidas pairavam sobre a mente de Bunny, que pediu algumas explicações a Neflite.
- Bem, a história é longa, mas resumindo, quando a Galáxia chegou á Terra, fez renascer todos os teus inimigos, alguns recusaram lutar novamente contra ti, mas a rainha Beryl, bem, ela disse que queria vingança e por essa mesma razão, nós também voltámos á vida, mas todos os generais fugiram, disseram que não queriam lutar contra o principe, o único que ficou aqui ao meu lado para lutar contra a rainha Beryl e ajudar o Endymion foi o Jedite, o Zoicite e o Kunzite disseram que não queriam mais lutar e por isso estão em parte incerta, espero que a rainha Beryl ainda não os tenha encontrado, além de vir procurar a Sara, o grande amor da minha vida, queria te avisar sobre o que está para vir, ela veio mais forte do que nunca...
Bunny estava muitissimo confusa com todas as notícias que tinha acabado de receber, eram muitas informações num curto espaço de tempo: - Entra Neflite, jantas connosco, imagino que nunca tenhas comemorado o Natal.
Neflite agradeceu a Bunny, passados estes anos todos, o seu bom coração continuava igual, na verdade Neplite nem sabia bem o que era o Natal, o que ele mais desejava naquela altura era estar junto á pessoa que mais amava, sabia que Bunny o poderia ajudar, ao entrar viu muitos olhares postos em si, há bastantes anos atrás, tinham sido inimigos, mas agora estavam no mesmo lado, Bunny foi buscar mais um prato e um banco para Neflite se sentar, enquanto comia foi contando a todos o que tinha contado a Bunny, mas por surpresa de Bunny, as amigas não pareciam muito espantadas como ela tinha ficado, depois de Neflite ter contado a sua parte, Susana estava de cabeça baixa e exclamou:
- Princesa, desculpa, Bunny, não fomos correctas contigo, a verdade é que sabemos que o mal estava a ganhar força. A Octávia teve uma pequena crise, começou a chorar e disse que o primeiro mal estava de volta e que queria vingança, nós não queriamos que te preocupasses, pois sabemos que não estás a passar uma fase boa - Susana estava bastante vermelha de vergonha, Bunny estava de boca aberta e prestes a explodir, mas do outro lado da sala estavam duas pessoas que estavam sem reacção, os pais de Bunny não sabiam das aventuras da filha como navegante, mas naquela noite o segredo ia ser revelado.
Após muitos pedidos de desculpa e algumas confissões, já era tarde e cada um devia regressar a sua casa, Bunny estava muito cansada e tinha mil e uma coisas na sua mente, antes de Neflite ir embora, Bunny chamou-o á parte e perguntou-lhe apreensiva:
- Tu disseste-me que ontem me tinhas seguido até aqui, foste tu que estavas perto duma árvore aqui em frente do prédio? Eu fui á janela e apenas vi um vulto, depois essa pessoa correu pela rua abaixo, eras tu? Insistiu Bunny que não se tinha esquecido da noite anterior, mas para infelicidade dela, Neflite apenas disse que não, que apenas a tinha seguido, que anotou a morada e foi-se embora, depois de responder á pergunta de Bunny, agradeceu-lhe o jantar delicioso e o contacto de Sara, que estava na Austrália.
Bunny despediu-se de todos, queria ficar sózinha em silêncio, Chibiusa já tinha adormecido, ao olhar para a sua sala toda desarrumada, mas não estava com disposição para arrumar tudo, podia arrumar no dia a seguir, subiu para o seu quarto e foi á gaveta onde guardava o medalhão, pegou-lhe e lembrou-se de todas as aventuras, mas na altura tinha Gonçalo sempre ao seu lado, ao ter estas lembranças e por estar tão cansada, Bunny deitou-se em cima da cama vestida e agarrou-se á almofada:
- Será que ainda tenho forças para lutar contra a Beryl? Será que era algum enviado dela que ontem me estava a observar? Será que tenho força para aguentar isto tudo?
Bunny adormeceu, o cansaço tomou conta dela, mas enquanto Bunny adormecia, alguém a observava em cima duma árvore, saltou até á varanda e colocou por baixo da portada um envelope.
este tem mais acção e a revelação do novo inimigo. Tenho pena que a minha fic não seja das mais populares, talvez por ser para maiores de 16 anos. Bem espero que as meninas que me acompanham gostem 
Quinto Capítulo
Depois de deixar Rita no Templo, Bunny regressou a casa com o seu pensamento ocupado, por mais que se esforçasse, não conseguia se recordar de onde conhecia o homem que tinha visto no Supermercado, mas os seus pensamentos foram interrompidos pelo toque do seu telemóvel:
- Estou sim, fala a Bunny - Mas do outro lado ninguém respondeu, apenas uma respiração pesada era audível, Bunny insistiu mais uma vez, mas sem sucesso, a pessoa desligou de imediato -Que estranho, há muito tempo que não recebia estas chamadas misteriosas, será que tem algo a ver com o homem que vi no supermercado? Não, não pode ser, isto deve ser fruto do meu cansaço, na volta é alguém muito parecido com algum colega da escola, Bunny Tsukino vai arrumar as compras no lugar e de seguida cama, estás a ficar com a mania da perseguição. Bunny sacudiu a cabeça, numa tentativa de se tentar recompôr do que acabara de acontecer, entrou em casa e deitou Chibiusa, que tinha adormecido ainda no caminho para casa, a noite tinha sido cansativa para uma criança ainda pequena, como a menina ficou a dormir, Bunny teve tempo para arrumar as compras com calma, como eram muitos sacos, teve de ir ao carro algumas vezes para conseguir trazer tudo, no final de ter arrumado tudo nos devidos sitios sentia-se extremamente cansada, subiu as escadas com algum custo, ainda foi ao quarto da filha para aconchegar a menina mais uma vez e deu-lhe um leve beijo na testa, de seguida foi para o seu quarto, quando entrou, a porta fechou-se num estrondo, Bunny deu um salto com o susto, mas acabou por sorrir, pois reparou que tinha deixado a janela do quarto aberta e como fez corrente de ar, a porta tinha-se fechado daquela maneira, Bunny aproximou-se da janela e respirou fundo, o ar era frio, mas revigorou-lhe as energias, sentiu-se extremamente calma, o silêncio reinava, apenas se observavam umas luzes fortes ao longe, mas o silêncio foi quebrado por uns barulhos que vinham duma árvore em frente á janela do quarto de Bunny, ao tentar perceber se estaria lá alguém, Bunny foi a correr buscar o seu medalhão, a sua pulsação começava a ser cada vez mais acelerada, de repente conseguiu ver um vulto:
- Quem é que está aí? - O seu coração batia cada vez mais depressa, segurava com força o seu medalhão, os pensamentos eram confusos, há muito tempo que não se transformava, mas para proteger a sua filha e a sua casa, voltaria a lutar, mesmo odiando lutas, já não era mais aquela menina com imensos medos, hoje em dia era uma mulher corajosa e capaz de dar a sua vida para proteger aqueles que mais ama, por breves instantes ainda pensou que o medalhão não funcionasse, a ansiedade aumentava a cada minuto, gritou novamente a mesma frase, mas ninguém respondeu, passados uns segundos o vulto desapareceu a correr, sem hesitar Bunny correu até ao quarto de Chibiusa, a aflição era tanta que acordou a menina quando abriu a porta, ao ver que a menina estava bem, apesar de estar um pouco assustada, correu até a filha, tirou a menina do berço e abraçou-a com força:
- Nunca irei permitir que alguém te faça algum mal, és a coisa mais preciosa que tenho na vida minha princesa, a mãe estará sempre aqui para te proteger contra tudo, o pai pode nos ter abandonado, mas eu jamais te deixarei, se for preciso voltarei a lutar para que ninguém te toque sequer num fio de cabelo - Enquanto falava com a filha, as suas lágrimas voltaram a correr sem parar, abraçava a menina contra o seu peito com suavidade para não a magoar, enquanto acalmava Chibiusa e a tentava adormecer no seu colo, levou a menina para dormir consigo naquela noite, precisava de ficar junto á única coisa boa que lhe restava, ao olhar para o relógio viu que já era tardissimo, estava exausta e finalmente adormeceu agarrada a Chibiusa que chupava no dedo e segurava com a outra mãozinha uma madeixa do cabelo da mãe.
Eram oito da manhã quando o despertador de Bunny tocou, a vontade de despertar não era muita, a madrugada tinha sido passada praticamente em claro, mas o dia prometia ser longo, pois era véspera de Natal e tinha tantas coisas para fazer, principalmente os cozinhados, pensou duas vezes se ligaria a alguma das amigas para pedir ajuda, mas desistiu da ideia, as perguntas iam acabar por surgir e não estava com cabeça para responder a mil questões.
Chibiusa ficou a dormir na cama de Bunny, enquanto esta se dirigia á cozinha para preparar tudo para uma consoada que se adivinhava cansativa e barulhenta, respirou fundo e começou a cozinhar.
Já passava das seis da tarde quando Bunny conseguiu descansar um pouco as pernas, estava tudo pronto, só faltavam os convidados chegarem, mais um minutos e chegariam com certeza, pois o jantar começava ás oito, mas antes de jantarem com certeza queriam contar as novidades e pôr a conversa em dia e nisto a campainha toca e os primeiros a chegar foram a Amy e o Taiki que traziam imensos embrulhos na mão, Bunny pensou logo que a maior parte era para a Chibiusa, era a única criança que iria estar presente:
- Então Bunny, precisas de ajuda? Eu e o Taiki já que fomos os primeiros a chegar, podemos ajudar a finalizar os preparativos - Sorriu Ami que estava de braço dado a Taiki e ambos piscaram o olho a Bunny que estava visivelmente abatida.
- Não é preciso meninos, agradeço apenas que arrumem os embrulhos debaixo da árvore de Natal, de resto já está tudo feito, o peru deve estar pronto um pouco antes das oito... bem não preciso de vos dizer para estarem á vontade, a casa é vossa, eu entretanto vou-me arranjar, se chegar alguém, abram a porta por favor - disse Bunny enquanto tirava o avental, tinha de ir tomar um duche rápido e trocar de roupa, tinha a cara e o cabelo cheio de farinha e não só.
- Vai lá Bunny, nós ficamos aqui a tomar conta da Chibiusa, se alguém tocar á porta, nós abrimos - respondeu Taiki, que estava a arrumar os presentes debaixo da árvore de Natal numa espécie de pirâmide.
Depois de tomar um duche, Bunny abriu a janela, tinha a sensação que alguém estava a observá-la, mas era apenas uma sensação e nada mais, do outro lado da estrada apenas se via imensos carros estacionados e pelo barulho que vinha do andar de baixo, já tinham chegado mais convidados, Bunny abriu o roupeiro e tirou um vestido preto de gola alta de lã, vestiu umas collants e calçou umas botas pretas de cano alto, colocou um colar prateado e arranjou os seus cabelos num rolinho perfeito, de seguida foi fechar todas as janelas do andar de cima e finalmente desceu as escadas e ao descer viu que já tinham mais amigos:
- Olá Bunnyzinha, como estás, espero que não te importes, mas compramos dois bolos-rei, estavam com tão bom aspecto que não resisti, não foi Yaten? - Joana parecia radiante, enquanto cumprimentava a amiga, a sua vida como artista estava a correr muitissimo bem.
- Sim, pela Joana tinhamos comprado a confeitaria toda em peso e depois queixa-se que tem de emagrecer e que não cabe nos vestidos, mas depois se for preciso come uma torta inteira - dizia Yaten a tentar provocar Joana, que na altura amuava perante o gozo do marido que se ria mais o irmão, ao vê-los Bunny pensou em Seiya, o seu coração começou a bater mais rápido, nunca poderia esquecer aquele olhar, a ternura com que sempre a tratou, mas que nunca mais o tinha visto e sentia tantas saudades dele, do seu cheiro, do seu calor, daquele sorriso sedutor que lhe dava imensa piada, nisto foi acordada pela voz de Rita:
- Já estás a dormir a esta hora? Assim não vês o Pai Natal a descer na chaminé.
- Mas amor, o Pai Natal não existe, sabes bem disso não sabes? - Perguntou Fernando com um ar meio confuso, coçando a cabeça.
- Ora ora Fernando, estou a gozar com a Bunny, ai tu nunca percebes nada pah - Rita ao responder deu uma palmada no ombro de Fernando que se encolheu e foi arrumar os embrulhos que trazia, mas ao chegar perto da árvore destruiu a pirâmide que Taiki tinha feito, originando uma gargalhada colectiva - Oh meu deus, és sempre o mesmo, não sabes fazer nada de jeito, ahh, deixa estar que eu arrumo - Dizia Rita já bastante irritada, que pousou o seu copo de martini com força que quase caía no chão.
Passados uns minutos foi a vez de Maria e Mário chegarem que também traziam comida e mais presentes, um pouco depois chegou Mariana e Haruka que traziam consigo Chico e Octávia que parecia estar melhor depois da crise que teve, pelo que tinham contado a Bunny tinha sido apenas uma mal-disposição, nada de preocupante, por último chegaram os pais de Bunny e Susana, estavam já todos presentes e as conversas multiplicavam-se, a árvore de Natal estava quase coberta com tantos presentes que tinha ao seu lado, no ar sentia-se o cheiro delicioso da comida que estava em cima duma mesa perto da janela, onde estavam também as entradas e os copos para as bebidas, em cima da mesa principal estava um conjunto de loiça com desenhos alusivos á época, com azevinhos e árvores de natal, a toalha de mesa era também ela de cores vermelhas e douradas, com Pais-Natal sorridentes, eis que da cozinha se ouviu um pequeno barulho que quase não se ouvia, pois Joana insistiu em pôr a tocar um cd de Natal, para tudo ser ainda mais perfeito.
- Queres que te ajude a tirar o peru do forno gatinha? - perguntou Haruka que continuava a tratar Bunny sempre do mesmo jeito.
- Não é preciso, eu já estou habituada a fazer estas coisas, olha a Mariana está a chamar-te - respondeu Bunny, Haruka piscou-lhe o olho e voltou para dar um abraço a Mariana que estava a contar a Ami e Taiki as aventuras do seu último concerto em que um fã lhe deu umas cuecas de homem e que Haruka quase tinha agredido o homem, riram-se com a história, menos Haruka que teimava que devia ter dado com uma cadeira no homem por ter ousado dar uma coisa daquelas a Mariana; passados uns cinco minutos, Bunny trazia o maravilhoso perú que estava com óptimo aspecto, em volta umas batatinhas douradas a acompanhar, fizeram que todas as conversas fossem interrompidas e todos se sentassem á mesa:
- Está com um aspecto fantástico Bunny, aposto que está melhor que os meus cozinhados, tem cá um cheirinho mmm - dizia Maria enquanto ajudava Bunny a colocar o perú em cima da mesa.
- Depois quero a receita - disse Susana já com a água na boca.
- Claro Susana - sorriu Bunny - depois dou a receita a quem quiser e gostar do perú ahah, vamos lá pessoal, todos a comer, senão arrefece tudo e não tem piada nenhuma, não é mãe? Bunny abraçou a sua mãe com força.
- Claro filhota, vamos meninos, todos a comer e enquanto se fala não se come - dona Fernanda estava muitissimo orgulhosa da sua filha que se tinha tornado uma excelente dona de casa e que mesmo estando a passar um momento mau, não se foi abaixo pela filha e conseguiu juntar os amigos todos, fazendo aquele delicioso banquete.
Ninguém conversava naquela mesa, apenas diziam o essencial, a comida estava realmente divinal e por isso estavam todos concentrados a comer enquanto se ouvia palavras soltas de aprovação pelo que estavam a degostar, até que de repente alguém tocou á campainha:
- Deixem-se estar a comer, eu vou lá - Bunny levantou-se e em passo acelarado chegou á porta, ao abri-la teve uma das maiores surpresas da sua vida - Neflite? Estás vivo? Como?
- Olá Bunny, desculpa incomodar, mas estou desesperado e como te vi no outro dia no Supermercado decidi seguir-te até casa, preciso de saber onde vive a Sara actualmente e sei que ela deixou a cidade, por favor Bunny, ajuda-me... - Neflite estava mais magro, o seu cabelo estava ligeiramente mais curto e apanhado num rabo de cavalo, notava-se nos seus olhos o desespero por notícias de Sara, o seu único e grande amor, a história deles tinha sido trágica, mas naquele momento muitas dúvidas pairavam sobre a mente de Bunny, que pediu algumas explicações a Neflite.
- Bem, a história é longa, mas resumindo, quando a Galáxia chegou á Terra, fez renascer todos os teus inimigos, alguns recusaram lutar novamente contra ti, mas a rainha Beryl, bem, ela disse que queria vingança e por essa mesma razão, nós também voltámos á vida, mas todos os generais fugiram, disseram que não queriam lutar contra o principe, o único que ficou aqui ao meu lado para lutar contra a rainha Beryl e ajudar o Endymion foi o Jedite, o Zoicite e o Kunzite disseram que não queriam mais lutar e por isso estão em parte incerta, espero que a rainha Beryl ainda não os tenha encontrado, além de vir procurar a Sara, o grande amor da minha vida, queria te avisar sobre o que está para vir, ela veio mais forte do que nunca...
Bunny estava muitissimo confusa com todas as notícias que tinha acabado de receber, eram muitas informações num curto espaço de tempo: - Entra Neflite, jantas connosco, imagino que nunca tenhas comemorado o Natal.
Neflite agradeceu a Bunny, passados estes anos todos, o seu bom coração continuava igual, na verdade Neplite nem sabia bem o que era o Natal, o que ele mais desejava naquela altura era estar junto á pessoa que mais amava, sabia que Bunny o poderia ajudar, ao entrar viu muitos olhares postos em si, há bastantes anos atrás, tinham sido inimigos, mas agora estavam no mesmo lado, Bunny foi buscar mais um prato e um banco para Neflite se sentar, enquanto comia foi contando a todos o que tinha contado a Bunny, mas por surpresa de Bunny, as amigas não pareciam muito espantadas como ela tinha ficado, depois de Neflite ter contado a sua parte, Susana estava de cabeça baixa e exclamou:
- Princesa, desculpa, Bunny, não fomos correctas contigo, a verdade é que sabemos que o mal estava a ganhar força. A Octávia teve uma pequena crise, começou a chorar e disse que o primeiro mal estava de volta e que queria vingança, nós não queriamos que te preocupasses, pois sabemos que não estás a passar uma fase boa - Susana estava bastante vermelha de vergonha, Bunny estava de boca aberta e prestes a explodir, mas do outro lado da sala estavam duas pessoas que estavam sem reacção, os pais de Bunny não sabiam das aventuras da filha como navegante, mas naquela noite o segredo ia ser revelado.
Após muitos pedidos de desculpa e algumas confissões, já era tarde e cada um devia regressar a sua casa, Bunny estava muito cansada e tinha mil e uma coisas na sua mente, antes de Neflite ir embora, Bunny chamou-o á parte e perguntou-lhe apreensiva:
- Tu disseste-me que ontem me tinhas seguido até aqui, foste tu que estavas perto duma árvore aqui em frente do prédio? Eu fui á janela e apenas vi um vulto, depois essa pessoa correu pela rua abaixo, eras tu? Insistiu Bunny que não se tinha esquecido da noite anterior, mas para infelicidade dela, Neflite apenas disse que não, que apenas a tinha seguido, que anotou a morada e foi-se embora, depois de responder á pergunta de Bunny, agradeceu-lhe o jantar delicioso e o contacto de Sara, que estava na Austrália.
Bunny despediu-se de todos, queria ficar sózinha em silêncio, Chibiusa já tinha adormecido, ao olhar para a sua sala toda desarrumada, mas não estava com disposição para arrumar tudo, podia arrumar no dia a seguir, subiu para o seu quarto e foi á gaveta onde guardava o medalhão, pegou-lhe e lembrou-se de todas as aventuras, mas na altura tinha Gonçalo sempre ao seu lado, ao ter estas lembranças e por estar tão cansada, Bunny deitou-se em cima da cama vestida e agarrou-se á almofada:
- Será que ainda tenho forças para lutar contra a Beryl? Será que era algum enviado dela que ontem me estava a observar? Será que tenho força para aguentar isto tudo?
Bunny adormeceu, o cansaço tomou conta dela, mas enquanto Bunny adormecia, alguém a observava em cima duma árvore, saltou até á varanda e colocou por baixo da portada um envelope.
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