New Goddesses- The animal Guardians
2º Capítulo- Um gato?
1ª parte
Era manhã. Uma manhã fria. Tudo estava silencioso. Apenas se ouvia respirar. O respirar calmo e ritmado de duas pessoas. Duas pessoas que não tinham total consciência do quanto o seu destino estava prestes a mudar.
Miriam acordou. Tinha tido um sonho tão estranho, sonhara que era princesa e uma guerreira. Fora tão real... Espreguiça-se e, ao fazê-lo, sente a sua mão ir ao encontro de algo frio. Seria possível que...
Miriam: Não acredito! Não pode ser, é impossível!
Na sua mão encontrava-se algo que se assemelhava a uma caneta. Toda a conversa que tivera com a sua mãe, todas as palavras ditas naquilo que ela tinha interpretado como um sonho voltaram à sua mente. Ela era uma guerreira. Ela tinha uma missão, encontrar e proteger as quatro guerreiras sagradas. Ela tinha que experimentar os seus poderes.
Miriam levantou-se, vestiu-se fazendo o mínimo barulho possível para não encontrar a sua irmã e saiu. Dirigiu-se para o terraço do seu prédio, onde poderia ver sem ser vista, descobrir quem era longe de lugares indiscretos. Algum impulso a levou a utilizar as escadas e, estranhamente, não se encontrava cansada quando chegou ao topo.
Miriam: Meteor Planet Power, Make up!
Nada aconteceu.
Miriam: Meteor Planet Power, Make up!
A caneta brilhou intensamente mas mais nada aconteceu. Um sentimento de impotência começou a invadir o espírito de Miriam. Que raio de guerreira iria ela ser se nem se transformar conseguia?
Voltou para casa, onde Sara ainda dormia. Decidiu acordá-la, já eram horas e hoje não lhe podia dar boleia para a escola, tinha mais em que pensar.
Miriam: Sara, Sara! Acorda rapariga! Vá lá, não tens a manhã toda!
Sara: Sim, estou-me a levantar. Levas-me?
Miriam: Não, hoje não posso. Vais ter de ir a pé.
Sara: Está bem, está bem. Estou a ir.
Sara vestiu-se, comeu, preparou a mala. Tirou uma fotografia à irmã, embora ela nem se tenha apercebido. Após tentar descobrir o que se passava na mente de Miriam saiu de casa. Ambas tinham um estranho pressentimento mas nenhuma o mencionou. Apenas não acharam necessário.
Estava a andar há um bom bocado quando alguém a chama. Olha para trás mas não vê ninguém e decide continuar em frente. No entanto, tinha a estranha sensação de estar a ser observada. Olha à sua volta e, mais uma vez, não vê ninguém.
Miguel: Sara! Hei, Sara!
Sara: Hum? Miguel? Ah, olá, não te tinha visto.
Não o tinha visto. Era a mais pura verdade, por mais impossível que parecesse. O Miguel não era propriamente o género de rapaz que passasse despercebido. Alto, moreno, olhos castanhos muito expressivos e, para muitas, um sorriso capaz de derreter corações. Sim, realmente, ele era uma pessoa que dava nas vistas.
Miguel: Então rapariga, a pé hoje? Já não íamos juntos para a escola ha quase dois anos, e mesmo lá não costumamos falar. O que tens feito da tua vida?
Não se podia dizer que Sara e Miguel fossem grandes amigos. Tinham-se conhecido muitos anos antes, embora ele fosse mais velho do que ela. Apenas falavam. Um olá, tudo bem, não passava disso. Por vezes, quando se encontravam como hoje, a caminho da escola, a conversa era um pouco mais extensa. Podiam ser considerar amigos de longa data mas não grandes amigos.
Sara: Sim. É verdade, não falamos não. O normal, fotografia e assim.
Miguel: Eu reparo na máquina fotográfica sempre atrás de ti. Quer dizer, ja reparei que quanto te via a tinhas sempre contigo.
Porque é que tinha corado? Era estranho... não tinha dito nada de mal, nada fora do normal. Teria Sara reparado?
Sara tinha visto a vermelhidão que se espalhou pelo rosto do companheiro, embora tenha ficado surpreendida. Corar não era uma coisa habitual na lista de coisas habituais que o Miguel fazia. Normalmente dizia piadas e ria-se. Pelo menos era isso que ela observava. Sara dá por si a levantar a máquina fotográfica que tinha pendurada no pescoço e tirar-lhe uma fotografis. Perfeito. Adorável.
Miguel: Porque fizeste isso?
Sara: Apeteceu-me. Acontece, temos que seguir os nossos impulsos se queremos ser bons fotógrafos um dia. Chegámos à escola. Adeus.
Miguel: Adeus Sarita, até à próxima.
Sarita... a palavra ecoou na mente dela. Não sabia qual tinha sido a última vez que tinha sido chamada assim. Durante uns tempos era sempre assim que ele se dirigia a ela. Depois passou para Sara, como todas as outras pessoas. Por fim apenas deixou de se lhe dirigir.
1ª parte
Era manhã. Uma manhã fria. Tudo estava silencioso. Apenas se ouvia respirar. O respirar calmo e ritmado de duas pessoas. Duas pessoas que não tinham total consciência do quanto o seu destino estava prestes a mudar.
Miriam acordou. Tinha tido um sonho tão estranho, sonhara que era princesa e uma guerreira. Fora tão real... Espreguiça-se e, ao fazê-lo, sente a sua mão ir ao encontro de algo frio. Seria possível que...
Miriam: Não acredito! Não pode ser, é impossível!
Na sua mão encontrava-se algo que se assemelhava a uma caneta. Toda a conversa que tivera com a sua mãe, todas as palavras ditas naquilo que ela tinha interpretado como um sonho voltaram à sua mente. Ela era uma guerreira. Ela tinha uma missão, encontrar e proteger as quatro guerreiras sagradas. Ela tinha que experimentar os seus poderes.
Miriam levantou-se, vestiu-se fazendo o mínimo barulho possível para não encontrar a sua irmã e saiu. Dirigiu-se para o terraço do seu prédio, onde poderia ver sem ser vista, descobrir quem era longe de lugares indiscretos. Algum impulso a levou a utilizar as escadas e, estranhamente, não se encontrava cansada quando chegou ao topo.
Miriam: Meteor Planet Power, Make up!
Nada aconteceu.
Miriam: Meteor Planet Power, Make up!
A caneta brilhou intensamente mas mais nada aconteceu. Um sentimento de impotência começou a invadir o espírito de Miriam. Que raio de guerreira iria ela ser se nem se transformar conseguia?
Voltou para casa, onde Sara ainda dormia. Decidiu acordá-la, já eram horas e hoje não lhe podia dar boleia para a escola, tinha mais em que pensar.
Miriam: Sara, Sara! Acorda rapariga! Vá lá, não tens a manhã toda!
Sara: Sim, estou-me a levantar. Levas-me?
Miriam: Não, hoje não posso. Vais ter de ir a pé.
Sara: Está bem, está bem. Estou a ir.
Sara vestiu-se, comeu, preparou a mala. Tirou uma fotografia à irmã, embora ela nem se tenha apercebido. Após tentar descobrir o que se passava na mente de Miriam saiu de casa. Ambas tinham um estranho pressentimento mas nenhuma o mencionou. Apenas não acharam necessário.
Estava a andar há um bom bocado quando alguém a chama. Olha para trás mas não vê ninguém e decide continuar em frente. No entanto, tinha a estranha sensação de estar a ser observada. Olha à sua volta e, mais uma vez, não vê ninguém.
Miguel: Sara! Hei, Sara!
Sara: Hum? Miguel? Ah, olá, não te tinha visto.
Não o tinha visto. Era a mais pura verdade, por mais impossível que parecesse. O Miguel não era propriamente o género de rapaz que passasse despercebido. Alto, moreno, olhos castanhos muito expressivos e, para muitas, um sorriso capaz de derreter corações. Sim, realmente, ele era uma pessoa que dava nas vistas.
Miguel: Então rapariga, a pé hoje? Já não íamos juntos para a escola ha quase dois anos, e mesmo lá não costumamos falar. O que tens feito da tua vida?
Não se podia dizer que Sara e Miguel fossem grandes amigos. Tinham-se conhecido muitos anos antes, embora ele fosse mais velho do que ela. Apenas falavam. Um olá, tudo bem, não passava disso. Por vezes, quando se encontravam como hoje, a caminho da escola, a conversa era um pouco mais extensa. Podiam ser considerar amigos de longa data mas não grandes amigos.
Sara: Sim. É verdade, não falamos não. O normal, fotografia e assim.
Miguel: Eu reparo na máquina fotográfica sempre atrás de ti. Quer dizer, ja reparei que quanto te via a tinhas sempre contigo.
Porque é que tinha corado? Era estranho... não tinha dito nada de mal, nada fora do normal. Teria Sara reparado?
Sara tinha visto a vermelhidão que se espalhou pelo rosto do companheiro, embora tenha ficado surpreendida. Corar não era uma coisa habitual na lista de coisas habituais que o Miguel fazia. Normalmente dizia piadas e ria-se. Pelo menos era isso que ela observava. Sara dá por si a levantar a máquina fotográfica que tinha pendurada no pescoço e tirar-lhe uma fotografis. Perfeito. Adorável.
Miguel: Porque fizeste isso?
Sara: Apeteceu-me. Acontece, temos que seguir os nossos impulsos se queremos ser bons fotógrafos um dia. Chegámos à escola. Adeus.
Miguel: Adeus Sarita, até à próxima.
Sarita... a palavra ecoou na mente dela. Não sabia qual tinha sido a última vez que tinha sido chamada assim. Durante uns tempos era sempre assim que ele se dirigia a ela. Depois passou para Sara, como todas as outras pessoas. Por fim apenas deixou de se lhe dirigir.

2ª parte
O dia passou a um ritmo estranho e a Sara não podia estar mais feliz por ele ter acabado. Estava na hora de chegar a casa, tomar um banho quente e deitar cedinho. Estava exactamente a meio do caminho de casa quando é atacada.
Apenas via sombras à sua volta. Sombras que a magoavam. Apenas sombras.
Até que um raio de luz apareceu e se ouviu:
Miriam: Meteor Planet Power, Make up!
Finalmente, transformara-se! As suas roupas mudaram, envergava agora um uniforme de navegante. Preto e branco. Palavras se formavam na cabeça de Miriam, palavras que ela tinha que dizer.
Meteor: Não sei quem tu és mas sei o que queres. Eu sou a Sailor Meteor, a minha missão é encontrar e proteger as quatro guerreiras sagradas. Apanhaste-me de mau humor, escolheste a pessoa errada para atacares. Prepara-te para morrer.
Sara estava caída no chão, sentia-se muito fraca. Aquela sombra não se afastava, roubava toda a energia do seu corpo. Miriam desesperava ao ver a sua irmã naquele estado, não sabia o que fazer, não sabia o que dizer, apenas agiu. Agiu e gritou o que lhe veio à mente.
Meteor: Eternal... Animal... Atack!
Luzes saíram das suas mãos, tomando formas distintas. Um gato. Uma cobra. Um tubarão. Uma serpente. Três dessas formas dirigiram-se para as sombras mas uma não. Uma delas, naquele momento, a mais brilhante das quatro, entrava no corpo de Sara. A perna esquerda dela brilhava, um gato de luz aparecia na sua perna esquerda.
Meteor: Tu és a... Sailor Cat guardian. Sailor Cat!
Uma caneta apareceu em frente a Sara. Uma caneta vermelha, com a forma de um gato no topo. Palavras surgiram na sua mente, Sabia quem era, sabia o que fazer!
Sara: Sacred Cat Power, Make Up!
As suas roupas mudavam, ela própria mudava. Sentia-se mais leve, mais sensual, quase como... um gato?
Cat: Parece que atacares-me não resultou. Eu sou a Sailor Cat, tenho a agilidade e o equilíbrio de um gato. Acredita, não vais gostar de me conhecer.
Meteor: A escuridão está a aumentar, não vejo nada!
Cat: Eu trato disso, não te preocupes. Night Vision!
Tiger: Eu trato disso, não te preocupes. Night Vision!
Naquele momento tudo parou. Apenas aquela frase, dita em uníssono por aquelas duas pessoas. Duas pessoas que apenas se conseguiram ver uma à outra pois partilhavam um poder. O de ver na escuridão.
Tiger: Apresentações mais extensas para depois. Sou o Tiger Guardian. Sou o guardião da Meteor.
Cat olhou para ele por apenas um instante. Agora tinha que se concentrar no vulto por entre as sombras.
Cat: Light Cat!
Do seu corpo, mais propriamente da sua perna, um gato de luz saltou. Cresceu até engolir toda a escuridão e desapareceu. Agora apenas restava um vulto feito de sombras, enfraquecido pelo ataque de duas navegantes.
Dragon: Rápida apresentação. Sou o Dragon Guardian, teu guardião Cat. Dragon Flames!
Fogo saia das mãos dele. Parecia terrivelmente familiar a Cat mas ela não percebia porquê. Meteor encontrava-se na mesma situação, parecia que já tinha conhecido o seu guardião em alguma outra altura.
Tiger: Voltaremos a falar-nos. Adeus.
Dragon: Melhores alturas virão. Tenham cuidado. Adeus.
Desapareceram. Cat destransformou-se e, já como Sara, olhou para Meteor. Seria possível que...
Sara: Miriam?
Meteor destransforma-se em seguida. Olha para a irmã com um sorriso. Não iriam existir segredos entre elas o que era excelente.
Miriam: Sou eu. Minha querida, acho que estás diferente.
Sara olha para baixo, seguindo o olhar da irmã. Na sua perna ainda se via um gato. Não estava tão grande, mas era grande o suficiente para se notar. Poderia passar por uma tatuagem embora ambas soubesses que aquela era a marca dela. Uma marca de nascença, apenas agora revelada.
Tudo acabou. Aquela tinha sido uma vitória, a primeira das batalhas. Aquele tinha sido o começo.
O dia passou a um ritmo estranho e a Sara não podia estar mais feliz por ele ter acabado. Estava na hora de chegar a casa, tomar um banho quente e deitar cedinho. Estava exactamente a meio do caminho de casa quando é atacada.
Apenas via sombras à sua volta. Sombras que a magoavam. Apenas sombras.
Até que um raio de luz apareceu e se ouviu:
Miriam: Meteor Planet Power, Make up!
Finalmente, transformara-se! As suas roupas mudaram, envergava agora um uniforme de navegante. Preto e branco. Palavras se formavam na cabeça de Miriam, palavras que ela tinha que dizer.
Meteor: Não sei quem tu és mas sei o que queres. Eu sou a Sailor Meteor, a minha missão é encontrar e proteger as quatro guerreiras sagradas. Apanhaste-me de mau humor, escolheste a pessoa errada para atacares. Prepara-te para morrer.
Sara estava caída no chão, sentia-se muito fraca. Aquela sombra não se afastava, roubava toda a energia do seu corpo. Miriam desesperava ao ver a sua irmã naquele estado, não sabia o que fazer, não sabia o que dizer, apenas agiu. Agiu e gritou o que lhe veio à mente.
Meteor: Eternal... Animal... Atack!
Luzes saíram das suas mãos, tomando formas distintas. Um gato. Uma cobra. Um tubarão. Uma serpente. Três dessas formas dirigiram-se para as sombras mas uma não. Uma delas, naquele momento, a mais brilhante das quatro, entrava no corpo de Sara. A perna esquerda dela brilhava, um gato de luz aparecia na sua perna esquerda.
Meteor: Tu és a... Sailor Cat guardian. Sailor Cat!
Uma caneta apareceu em frente a Sara. Uma caneta vermelha, com a forma de um gato no topo. Palavras surgiram na sua mente, Sabia quem era, sabia o que fazer!
Sara: Sacred Cat Power, Make Up!
As suas roupas mudavam, ela própria mudava. Sentia-se mais leve, mais sensual, quase como... um gato?
Cat: Parece que atacares-me não resultou. Eu sou a Sailor Cat, tenho a agilidade e o equilíbrio de um gato. Acredita, não vais gostar de me conhecer.
Meteor: A escuridão está a aumentar, não vejo nada!
Cat: Eu trato disso, não te preocupes. Night Vision!
Tiger: Eu trato disso, não te preocupes. Night Vision!
Naquele momento tudo parou. Apenas aquela frase, dita em uníssono por aquelas duas pessoas. Duas pessoas que apenas se conseguiram ver uma à outra pois partilhavam um poder. O de ver na escuridão.
Tiger: Apresentações mais extensas para depois. Sou o Tiger Guardian. Sou o guardião da Meteor.
Cat olhou para ele por apenas um instante. Agora tinha que se concentrar no vulto por entre as sombras.
Cat: Light Cat!
Do seu corpo, mais propriamente da sua perna, um gato de luz saltou. Cresceu até engolir toda a escuridão e desapareceu. Agora apenas restava um vulto feito de sombras, enfraquecido pelo ataque de duas navegantes.
Dragon: Rápida apresentação. Sou o Dragon Guardian, teu guardião Cat. Dragon Flames!
Fogo saia das mãos dele. Parecia terrivelmente familiar a Cat mas ela não percebia porquê. Meteor encontrava-se na mesma situação, parecia que já tinha conhecido o seu guardião em alguma outra altura.
Tiger: Voltaremos a falar-nos. Adeus.
Dragon: Melhores alturas virão. Tenham cuidado. Adeus.
Desapareceram. Cat destransformou-se e, já como Sara, olhou para Meteor. Seria possível que...
Sara: Miriam?
Meteor destransforma-se em seguida. Olha para a irmã com um sorriso. Não iriam existir segredos entre elas o que era excelente.
Miriam: Sou eu. Minha querida, acho que estás diferente.
Sara olha para baixo, seguindo o olhar da irmã. Na sua perna ainda se via um gato. Não estava tão grande, mas era grande o suficiente para se notar. Poderia passar por uma tatuagem embora ambas soubesses que aquela era a marca dela. Uma marca de nascença, apenas agora revelada.
Tudo acabou. Aquela tinha sido uma vitória, a primeira das batalhas. Aquele tinha sido o começo.

aqui esta um novo cap tal como prometido
espero que gostem
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3º capitulo- O levantar de um pássaro.1ª Parte
Sara estava a dormir perfeitamente quando o seu lindo sonho é interrompido por uma batalha, as mesmas sombras que a atacaram durante o dia tinham interrompido o seu sonho, agora, apenas o sofrimento, o mesmo sofrimento que sentira naquela revelosa tarde em que se tornou a Sailor Cat, fazia parte do seu sonho. Sim, ela era a Sailor Cat, podia lutar contra aquele sofrimento, contra aquelas sombras.
Sara: Sacred Cat power, make up!
Mas nada lhe aconteceu, permaneceu na sua forma original, como se na verdade não fosse uma Sailor, uma das Guardiãs Sagradas. De repente uma enorme rajada de vento faz com que as sombras a largassem. Sara olha para o céu e vê uma pessoa, uma rapariga, envergava umas roupas iguais às suas enquanto Sailor, mas era verde e tinha umas lindas asas brancas de pássaro que permitiam que esta voasse. Sara fez um esforço para ver o seu rosto, mas não conseguiu pois a sombra dos seus cabelos impediam que a cara desta misteriosa rapariga fossem vistos.
Miriam: Sara! Acorda!
Sara: Ãh? O que se passa?
Miriam: Acho que estavas a ter um pesadelo, já te ouço a gemer à algum tempo.
Sara: Tive um sonho.
Sara conta detalhadamente o sonho que teve a Miriam.
Sara: Acho que ela era a Guardiã do Pássaro Sagrado.
Miriam: Sim, eu também tive um sonho com ela, mas não lhe consegui ver o rosto.
Na manhã seguinte Sara estava a ter uma aula de Inglês, em que se inscreveu para ter melhores saídas depois de acabar o curso, estava bastante distraída, estava a pensar no sonho que teva na noite anterior, quando é interrompida pela sua professora.
Professora: Students, can you pay attention, please?
Alunos: Yes teacher!
Professora: Bom, hoje, uma nova aluna, que se mudou para aqui hà dois dias, começa a frequentar a nossa aula. Espero que a tratem como se sempre cá estivesse estado. Podes fazer a tua apresentação?
Rapariga: Sim senhora, Bom o meu nome é Ângela, frequento o curso de psicologia e vou começar a ter aulas com vocês.
Professora: Sara!
Sara: Sim Stora!
Professora: Achas que a Ângela se pode sentar ao teu lado?
Sara: Claro que sim!
A Ângela dirige-se para o lado de Sara e esta acompanha todos os seus movimentos com os olhos, Ângela despertara a sua atenção, pois era-lhe familiar.
Sara: Olá, o meu nome é Sara.
Ângela: Sim, eu sei!
Sara: Como?!
Ângela: Ora, a professora acabou de o dizer!
Sara: Pois... sim... desculpa...
Ângela faz-lhe um sorriso doce e ternurento e Sara ficou a saber que Ângela era boa pessoa, seja o que for aquela sensação, a Ângela não representava qualquer perigo. Disso tinha a certeza. E algo lhe dizia que ainda iriam ser boas amigas.
espero que gostem
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3º capitulo- O levantar de um pássaro.1ª Parte
Sara estava a dormir perfeitamente quando o seu lindo sonho é interrompido por uma batalha, as mesmas sombras que a atacaram durante o dia tinham interrompido o seu sonho, agora, apenas o sofrimento, o mesmo sofrimento que sentira naquela revelosa tarde em que se tornou a Sailor Cat, fazia parte do seu sonho. Sim, ela era a Sailor Cat, podia lutar contra aquele sofrimento, contra aquelas sombras.
Sara: Sacred Cat power, make up!
Mas nada lhe aconteceu, permaneceu na sua forma original, como se na verdade não fosse uma Sailor, uma das Guardiãs Sagradas. De repente uma enorme rajada de vento faz com que as sombras a largassem. Sara olha para o céu e vê uma pessoa, uma rapariga, envergava umas roupas iguais às suas enquanto Sailor, mas era verde e tinha umas lindas asas brancas de pássaro que permitiam que esta voasse. Sara fez um esforço para ver o seu rosto, mas não conseguiu pois a sombra dos seus cabelos impediam que a cara desta misteriosa rapariga fossem vistos.
Miriam: Sara! Acorda!
Sara: Ãh? O que se passa?
Miriam: Acho que estavas a ter um pesadelo, já te ouço a gemer à algum tempo.
Sara: Tive um sonho.
Sara conta detalhadamente o sonho que teve a Miriam.
Sara: Acho que ela era a Guardiã do Pássaro Sagrado.
Miriam: Sim, eu também tive um sonho com ela, mas não lhe consegui ver o rosto.
Na manhã seguinte Sara estava a ter uma aula de Inglês, em que se inscreveu para ter melhores saídas depois de acabar o curso, estava bastante distraída, estava a pensar no sonho que teva na noite anterior, quando é interrompida pela sua professora.
Professora: Students, can you pay attention, please?
Alunos: Yes teacher!
Professora: Bom, hoje, uma nova aluna, que se mudou para aqui hà dois dias, começa a frequentar a nossa aula. Espero que a tratem como se sempre cá estivesse estado. Podes fazer a tua apresentação?
Rapariga: Sim senhora, Bom o meu nome é Ângela, frequento o curso de psicologia e vou começar a ter aulas com vocês.
Professora: Sara!
Sara: Sim Stora!
Professora: Achas que a Ângela se pode sentar ao teu lado?
Sara: Claro que sim!
A Ângela dirige-se para o lado de Sara e esta acompanha todos os seus movimentos com os olhos, Ângela despertara a sua atenção, pois era-lhe familiar.
Sara: Olá, o meu nome é Sara.
Ângela: Sim, eu sei!
Sara: Como?!
Ângela: Ora, a professora acabou de o dizer!
Sara: Pois... sim... desculpa...
Ângela faz-lhe um sorriso doce e ternurento e Sara ficou a saber que Ângela era boa pessoa, seja o que for aquela sensação, a Ângela não representava qualquer perigo. Disso tinha a certeza. E algo lhe dizia que ainda iriam ser boas amigas.

2ª Parte
A campaínha tocou, a aula acabou. Sara e Ângela levantaram-se. Sara já tinha dado meia dúzia de passos quando reparou que Ângela não a acompanhava.
Sara: Ângela, vem comigo. Já que somos companheiras de carteira quero conhecer-te melhor.
Um enorme sorriso abriu-se na cara de Ângela.
Ângela: Obrigada. Vamos então.
Estavam sentadas no pátio quando o ar, subitamente, muda. Ângela continua a falar mas Sara endireita as costas, não prestanto a mínima atenção ao que a amiga dizia. Não via ninguém por ali, nenhum sinal que algo de diferente se estava a passar. Mas a amiga subitamente calara-se.
Sara: Então, o gato comeu-te a língua Ângela.
Ângela estava muito estranha, olhava para um ponto qualquer atrás de Sara. A sua expressão poderia ser considerada de divertida.
Ângela: Sara tu... por acaso tens algum namorado?
Sara: Eu? Não, claro que não. Mas porquê?
Miguel: Talvez ela tenha pensado que namoravas comigo Sarita.
Sara virou-se tão rapidamente que o seu pescoço até lhe doeu. Miguel estava ali, parado atrás dela, com um enorme sorriso de... troça talvez?
Sara: E por alma de que deusa é que ela haveria de ter pensado isso?
Miguel: Por eu estar atrás de ti? E porque de certeza que quererias namorar comigo. São tantas as razões.
Sara olhava para ele abismada. Ultimamente, Miguel falava com ela quase diariamente. O mais estranho era que nunca tinha uma desculpa para o fazer. Ela inclusivamente já tinha ouvido raparigas a comentar que ele perguntava às pessoas por ela. Toda a situação era muito estranha.
Sara: Ahah, claro! O menino eu-tenho-todas-as-raparigas-que-quero não me consegue apanhar a mim e vive na fantasia de eu estar apaixonada por ele. Vê se cresces!
Miguel: Claro que estás. Não me apresentas a tua amiga?
A expressão na cara de Sara mudou tão rapidamente que seria impossível não notar. Passou de irritação para medo e depois para falso divertimento. Medo?
Sara: Ângela, este é o Miguel, um amigo meu que conheço há muitos anos e que recentemente bateu com a cabeça, então ficou assim. Miguel, esta é a Ângela, mudou-se hoje para a minha turma.
Ângela: Prazer.
Miguel: O prazer é todo meu, acredita.
Fitaram-se durante muito tempo até que ela quebrou o olhar. Miguel sorriu, baixou-se e deu-lhe um beijo na testa. Sara estava petrificada a ver a cena desenrolar-se. Mas que raio é que se passava entre eles os dois? Um beijo na testa!
Miguel: Adeus Ângela, gostei muito de te conhecer. Adeus Sarita!
Aproximou-se dela, ficando mesmo muito próximo. O coração de Sara batia. Ele aproximava-se mais, mais, até que lhe deu um beijo no nariz.
Miguel: Adeus!
Sara estava, mais uma vez, a dirigir-se para casa, quando é percorrida por uma sensação estranha. Alguma coisa lhe dizia que algures, alguém precisava de ajuda. Transforma-se.
Miriam estava por sua vez em casa, à espera de Sara quando essa mesma sensação a percorre. Sai de casa a correr, transformando-se.
Miriam: Meteor Planet Power, Make up!
Sara: Sacred Cat Power, Make Up!
O instinto levou-as até uma rua deserta. Quase deserta.
Viram uma sombra, não a mesma sombra que tinha atacado Cat mas era uma sombra. Só que esta era branca. Olharam para o vulto que estava a ser atacado. Um vulto que Cat reconheceu...
Ângela estava simplesmente a passear pela rua. A tarde estava calma e ela precisava de pensar. Pensar naquele rapaz da escola. Miguel. Ela percebera, desde o primeiro momento, que havia um climax entre ele e a Sara. Mas tinha sentido algo estranho quando os olhos deles se prenderam.
Nesse momento foi atacada. Rodeada por uma sombra branca que lhe provocava dor. Sentia-se só, não se conseguia mover. Até que ouviu aquelas vozes.
Meteor: Outra vez? Mas que direito tens tu de atacar uma pessoa inocente?
Cat: Prepara-te... não tens muito tempo. Light Cat!
O gato de luz apareceu, mas não cresceu. Ficou parado, a seu lado.
Cat: Mas que raio...
Meteor: Esquece! Eternal Animal Atack!
Tal como da primeira vez que tinha usado aquele ataque, luzes saíram das suas mãos. Desta vez eram apenas três. m tubarão. Uma cobra. Um pássaro. O Gato que estava parado ao lado de Sailor Cat juntou-se-lhes. O pássaro voou, sem causar danos à sombra branca. Voou e entrou no corpo de Ângela.
Um pássaro, o mesmo pássaro de luz brilhava, nas suas costas, de asas abertas. Ela olhou para cima. Uma caneta pairava à sua frente. Cat estava sem palavras. Ângela, uma sailor?
Meteor: Tu és Sailor Bird. O teu elemento é o Ar. Tu és uma das guardiãs sagradas.
Ângela agarrou na caneta. Tal como tinha acontecido a Cat, sabia o que dizer.
Ângela: Sacred Bird Power, Make up!
As suas roupas mudavam, as suas costas brilhavam. Tinha vestido um uniforme igual ao das Sailors que estavam à sua frente, mas em tons de verde, Das suas costas, um par de asas projectava-se. E ela estava leve, mais leve do que algum dia tinha sido.
Bird: Estás em maus lençóis, agora não me podes magoar. A menos que queiras receber alguma dor também.
Elevou-se no ar, bem acima da daquela “sombra” branca. Agora que a via de cima, apercebia-se de que era uma nuvem.
Bird: Crossing winds!
As suas asas agitavam-se numa dança que nem ela própria desconhecia. Vento, muito vento saía delas, assim como das suas mãos esticadas. A forma da nuvem começou a desaparecer.
Bird: Wind Bird!
Um pássaro soltou-se das suas costas. Era feito de luz e de algo mais, como ar visível. Esse pássaro apagou da face da terra aquela monstruosa nuvem. Bird aterrou e, cansada, destransformou-se.
O mesmo fizeram as outras duas.
Ângela: Sara?
Sara: Sim. Amanhã falaremos. Por hoje, temos muito em que pensar.
Miriam apenas acenou em sinal de concordância e se virou para ir para casa. Duas batalhas, duas sailors. Muito ainda estava para vir.

bem, gostei da história, apesar de achar que muito tens que melhorar, dgril. E depois, não percebi s havia "climax" entre a Sara e o Miguel ou se era entre a Ângela e o Miguel. Não me leves a mal, mas há que ser sincera, e é o k eu estou a ser.
foi fantástico! até me ri!!:xd3:
dgirl escreveu: Sara: Ângela, este é o Miguel, um amigo meu que conheço há muitos anos e que recentemente bateu com a cabeça, então ficou assim.
foi fantástico! até me ri!!:xd3:
Tens de entrar para responderes neste tópico.
.o:





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