Mudança do destino
Bem, tenho umas coisas a apontar.
Achei o capítulo um bocado pequeno de mais.
E continuas a ter diálogo a mais e poucas descrições. Mas pareceu-me já ter visto umas melhorias. Contudo, tens de ter em atenção alguns erros, mas isso é algo que ao reler algumas vezes o capítulo antes de o colocares aqui se emenda.
Não te quero rebaixar. Muito pelo contrário, estou a gostar bastante da história!
Achei o capítulo um bocado pequeno de mais.
E continuas a ter diálogo a mais e poucas descrições. Mas pareceu-me já ter visto umas melhorias. Contudo, tens de ter em atenção alguns erros, mas isso é algo que ao reler algumas vezes o capítulo antes de o colocares aqui se emenda.Não te quero rebaixar. Muito pelo contrário, estou a gostar bastante da história!


Obrigada pelo comentario.
Vou tentar ter mais atenção aos erros (sou uma cabeça no ar, estão-me sempre a dizer isso)
Este capítulo foi um pouco mais pequeno, porque apenas queria dar mais protagonismo ao casal Joan (Minako)xYaten,e a isnpiração foi pouco, e este capítulp também serviu como uma espécie de experiencia para melhorar a minha escrita.
E ainda bem que estás a gostar da minha historia.
Vou tentar ter mais atenção aos erros (sou uma cabeça no ar, estão-me sempre a dizer isso)
Este capítulo foi um pouco mais pequeno, porque apenas queria dar mais protagonismo ao casal Joan (Minako)xYaten,e a isnpiração foi pouco, e este capítulp também serviu como uma espécie de experiencia para melhorar a minha escrita.
E ainda bem que estás a gostar da minha historia.
Olá deixou aqui o Capítulo 8
Espero que gostem e comentem, please!
Capítulo 8
Tinha passado uma semana desde a saída de Seiya e Bunny, e Bunny tinha tentado aproximar se de Seiya, algo que parecia estar a ficar sério, se não fosse a Darcy a intrometer se nas alturas em que Seiya quase beijava Bunny.
Tal como tinha ocorrido na tarde, da véspera do concerto dos Três Luzes.
Era Sexta-feira, Bunny estava sentada numa pequena mesa de madeira a almoçar sozinha, coisa que não era habitual, pois ou estava acompanhada pelas suas amigas, ou por Seiya, mas Joana e Maria estavam doentes desde Terça-feira dessa semana, já se podia dizer que estavam completamente curadas, mas preferiram ficar em casa naquele dia, pois não queriam ter uma recaída, e não assistirem ao primeiro concerto de regresso dos Três Luzes.
Ami encontrava-se na biblioteca com Taiki e Yaten, estavam a ajudar este último na preparação para o exame da semana seguinte, ainda tinham convidado, Bunny, mas como sempre Bunny não desperdiçava uma hora de almoço, muito menos para estudar, e Seiya tinha-se evaporado logo a seguir à última aula da manhã.
E ali estava Bunny, sozinha e pensativa, sem ter ainda sequer tocado no almoço preparado pela mãe, nessa manhã.
Bunny pensava no inimigo, no que aconteceria da próxima vez que atacasse, e em Seiya, na semana que tinha sucedido a seguir ao encontro no cinema, sentia-se estranha, não sabia descrever aquele sentimento, tinha a sensação que a última vez que se sentira assim, foi quando estava ainda estava com Gonçalo.
Ela interrogava-se se aquilo seria possível, já teria esquecido o homem que lhe estava destinado desde vidas anteriores, ou seria apenas confusão da sua cabeça?
Bunny teve que interromper os seus pensamentos, pois sentia-se observada, quando reparou que quem a observava, era Darcy, esta olhava-a com os olhos, de como um predador olha para uma presa, prestes a atacar.
Bunny sentiu um calafrio a percorrer-lhe a coluna, com o gesto que Darcy lhe fez, pegou no dedo indicador junto ao pescoço, e em seguida largou uma gargalhada sonora e maldosa, mas depressa calou-se ao ver que os olhos de Bunny brilhavam e tinha um sorriso pateta estampado na face, olhou na mesma direcção que Bunny, e percebeu qual era a razão de toda, aquela mudança de reacção em Bunny: Seiya.
O como ele era perfeito, lindo, inteligente, amável e aqueles, belos olhos azuis-escuros, pareciam duas pedras preciosas, como adorava que aquelas pedras preciosas só olhassem para ela, Darcy, mas em vez disso olhavam para uma miúda que ela achava, tonta, patética. e não sendo merecedora de tal atenção.
Uma decisão estava tomada, iria livrar-se desta, e finalmente poderia ter a atenção que queria, continuou-os a observar à espera do momento certo.
Enquanto Darcy se perdia nos seus pensamentos, à espera do momento certo, Seiya e Bunny desfrutavam perfeitamente da companhia de um do outro, riam-se, brincavam e falavam.
No preciso momento em que Bunny deixou cair um dos seus talheres baixou-se para apanhar, e Seiya como “cavaleiro andante” que queria ser para Bunny, também e baixou para apanhar o talher, no momento em que os seus olhos se cruzam com os de Bunny, ambos se esquecem de apanhar o talher.
Era como se mais nada ou ninguém ali estivesse, apenas eles, só eles, Seiya ficou suspenso no olhar azul e celestial de Bunny, parecia o seu mundo, um mundo onde ele era o protagonista e o único no coração de Bunny, como adorava que aquilo fosse verdade.
Bunny também o susteve o seu olhar no de Seiya, ela segunda vez, desde a chegada dos Três Luzes, ela reparava na beleza dos seus olhos e rosto, a sua face tinha traços finos, mais bonitos e apreciáveis para bastantes raparigas, o cabelo negro, contrastava com a sua cor pálida, os olhos era um universo novo para descobrir, no qual ela queria entrar e de nunca mais lá sair, e os lábios, esses eram , suficientemente apetecíveis motivo pelo qual não se queria afastar de Seiya naquele momento, tão mágico, aos poucos, notou que Seiya se aproximava devagar, como se tivesse que algum movimento brusco a assusta-se, mas nada a faria afastar-se, estavam quase a tocar-se, como que se aquele inevitável beijo os fosse fundir num só, de prazer, paixão e desejo, tudo junto.
Mas esse momento foi interrompido por Darcy:
-Aqui tens o talher.
Seiya e Bunny afastaram-se ainda zonzos com aquele pequeno momento, fora interrompido, mas depressa Seiya recompôs-se:
-Obrigada mas não era preciso.
-Ora essa sempre às ordens!
E nisto Darcy juntou-se a Seiya e Bunny para almoçar, sem os deixar a sós um único minuto.
À noite Bunny antes de adormecer, pensou naquele momento mágico, partilhado com Seiya e como depressa acabara, e perguntava-se se Seiya pensava no mesmo, queria saber, se ele sentira o mesmo que ela, mas tivera oportunidade para isso durante o dia, perguntaria no dia seguinte
Era o primeiro concerto dos Três Luzes, as navegantes tinham conseguido lugares na primeira fila e acesso aos bastidores, todas deliraram com os concerto dos Três Luzes, acharam que eles estavam melhor que nunca.
Depois de todos os autógrafos e entrevistas dadas, as navegantes e os Três Luzes rumaram para o apartamento destes últimos para discutirem o ataque do novo inimigo.
A reunião já tinha começado, todos sentados à volta de uma mesa tipicamente japonesa, falavam sobre os acontecimentos anteriores e tinham chegado a acordo que o novo inimigo era a Galáxia, e que se encontrava bastante poderosa, e que todo o cuidado seria pouco, não poderiam dar-se ao luxo de que Galáxia atacasse novamente a Terra, como tinha acontecido à oito meses a trás e a quase destruíra a Terra natal das navegantes.
Durante a reunião muitos foram os planos de ataque e defesa discutidos, mas sem sucesso, pois nenhum parecia ser suficientemente bons para travar a maléfica Galáxia
No final da reunião todos concordaram que teriam que vigiar Bunny, uma vez que Galáxia jurara vingança a Bunny por a ter derrotado no ano anterior.
Todos foram saindo um a um, só restando Bunny e os Três Luzes.
Bunny despediu-se de Taiki e Yaten e foi para casa acompanhada por Seiya
A meio do caminho encontram uma menina com os cabelos cor-de-rosa presos em dois odangos, vestia um vestido azul com flores azuis mais claras e era baixa, parecendo ser do tamanho de Chibi Chibi.
-Chibi Chibi. – chama Seiya, ao confundir a pequena menina, por se parecer com Chibi Chibi
-O meu nome não e Chibi Chibi. É Chibiusa. – responde a pequena menina, a virar-se para Seiya e Bunny, revelando uns lindos olhos vermelhos, grandes e muitos expressivos, com um belo sorriso de criança travessa na cara. - A rainha Serenidade mandou me do futuro para ajudar a mamã a combater.
-A mamã? Quem é a tu mãe? – pergunta Seiya confundido
-Sou eu. – responde Bunny, com um grande sorriso na cara , por ver a sua futura filha de volta ao seu tempo, à muito que não estavam juntas e a saudade era muito grande.
Não conseguindo conter-se, Chibiusa salta para o colo de Bunny e abraçando-a como uma filha que já não vê a sua mãe à muito tempo.
O momento caloroso entre mãe e filha á interrompido por Seiya.:
-Tua filha e de quem?
-Isso agora não podes saber, saberás mais tarde – diz Chibiusa, pondo o dedo à frente da boca, num gesto de que não contaria a ninguém, aquele valioso segredo – É segredo!
-Ok. Mas podem me explicar isso do futuro e da Rainha Serenidade?
-Claro – declara Chibiusa com o seu belo sorriso travesso – Isso já não é segredo – largando uma sonora gargalhada em seguida.
-Chibiusa não podes mesmo dizer a mamã quem é o papá? E se me vou casar com ele? – pergunta Bunny, abanando as suas pestanas, esperando ter um ar suficientemente dócil e convincente, fazendo com que este acto desesperado de Bunny se tornasse em motivo para Chibiusa e Seiya se começarem a rir a bandeiras despregadas.
Assim que o ataque de riso terminou, Chibiusa toma uma expressão séria e responde a Bunny:
-Vais casar com ele mas não posso dizer quem é. – garantido que convencia Bunny a não fazer mais perguntas.
-Porquê? – insistiu Bunny, insatisfeita com a resposta dada pela Cibiusa.
-Porque assim estragavas a surpresa. – diz Chibiusa já chateada com a insistência de Bunny.
-Surpresa? Qual surpresa? – perguntou Bunny
-Não posso dizer mais nada. – diz Chibiusa saindo do colo de Bunny directamente para o chão, virando a cara a Bunny e amuando.
-Teimosa ninguém me conta nada. Tu não dizes quem e o teu pai e tu não me dizes de quem gostas, são mesmo iguaizinhos. – diz Bunny, apontando primeiro para Chibiusa e depois para Seiya.
Em seguida Bunny continuam o seu caminho com Seiya e Chibiusa para casa, chateada com as respostas de Cibiusa.
Bunny conta a Seiya toda a historia do futuro, e tudo o que implicava a sua curiosidade a respeito do seu novo futuro marido.
Seiya escutou Bunny com muita atenção, desejando ardentemente que ele fosse o futuro marido de Bunny, e que aquela adorável criança fosse filha de ambos.
Chegam a casa de Bunny, e Seiya entrou em casa de Bunny para se despedir dela.
Já na cama e com Chibiusa junto a ela Bunny decidiu investir, para ver se consegue obter respostas sobre o seu novo futuro, tão promissor como o anterior, mas também um pouco assustador:
-Não me podes mesmo dizer quem é o teu pai? – diz Bunny num tom quase inaudível
Ao que Chibiusa responde com um grande bocejo:
-Saberás quando ele se declarar.
-Declarar? – perguntou Bunny ainda mais intrigada que anteriormente.
-Sim existe alguém que gosta muito de ti desde o ano passado que tu não sabes. – diz Chibiusa já pronta para dormir, mas não conseguindo por Bunny a molestar com perguntas que Chibiusa nunca responderia, nem que lhe oferecessem todos os brinquedos do mundo.
-Eu conheço? – pergunta Bunny insistindo mais, na esperança que Chibiusa com o sono cedesse
-Perfeitamente. É um grande amigo teu mamã. – diz Chibiusa aninhando-se, junta ao peito de Bunny e quase a fechar os olhos.
Bunny ao aperceber-se que aquela linda e inocente criança e não cederia, nem com o sono, decidiu dar-lhe descanso naquela noite:
-Boa noite e não penses que te escapas de me contar a verdade.
-Ok. Ate amanha. – responde Chibiusa, já quase adormecida, sem ligar muito à resposta que Bunny lhe dera, apenas ficara contente por poder ter o seu merecido descanso, finalmente.
E Bunny adormecera a pensar no seu futuro marido, se seria tão bondoso como o Gonçalo, ou se a trataria com amor, que ela tanto queria sentir, dar e receber.
Nessa noite Bunny sonhou que dançava muito agarrada ao seu futuro marido, que vestia um smoking preto e muito elegante num grande salão, com bonitas paredes de Cristal, , enquanto que Bunny vestia um belo vestido branco, todo bordado em ouro na parte de cima, e utilizava o seu cabelo solto, que lhe dava pelo meio das costas.
Quando se preparava para beijar o seu amado Bunny reparou que ele não tinha cara, e acordou no seu quarto aos berros, com medo que aquilo fosse verdade.
Depressa percebeu que tudo não tinha passado de um sonho, e foi reconfortada por Chibiusa e Luna.
Bunny passou o resto do seu Domingo a tratar da lida doméstica e a chatear Chibiusa com perguntas sobre o futuro, de como seria, e se ela seria muito feliz.
Ao que Chibiusa respondia sempre com:
-Serás mais feliz que nunca. Logo verás
E em seguida fazia o seu sorriso mais adorável e fugia para outra divisão da casa, para não ter que responder, a mais perguntas de Bunny, com medo de falar demais, e não cumprir a promessa que fizera à Rainha Serenidade.
Por volta da hora de dormir Bunny voltou a atacar Chibiusa novamente com as suas perguntas em relação ao futuro.
Mas Chibiusa já farta de todo aquele interrogatório, fingiu que dormia, para não ter que falar no que outrora dissera.
Espero que gostem e comentem, please!
Capítulo 8
Tinha passado uma semana desde a saída de Seiya e Bunny, e Bunny tinha tentado aproximar se de Seiya, algo que parecia estar a ficar sério, se não fosse a Darcy a intrometer se nas alturas em que Seiya quase beijava Bunny.
Tal como tinha ocorrido na tarde, da véspera do concerto dos Três Luzes.
Era Sexta-feira, Bunny estava sentada numa pequena mesa de madeira a almoçar sozinha, coisa que não era habitual, pois ou estava acompanhada pelas suas amigas, ou por Seiya, mas Joana e Maria estavam doentes desde Terça-feira dessa semana, já se podia dizer que estavam completamente curadas, mas preferiram ficar em casa naquele dia, pois não queriam ter uma recaída, e não assistirem ao primeiro concerto de regresso dos Três Luzes.
Ami encontrava-se na biblioteca com Taiki e Yaten, estavam a ajudar este último na preparação para o exame da semana seguinte, ainda tinham convidado, Bunny, mas como sempre Bunny não desperdiçava uma hora de almoço, muito menos para estudar, e Seiya tinha-se evaporado logo a seguir à última aula da manhã.
E ali estava Bunny, sozinha e pensativa, sem ter ainda sequer tocado no almoço preparado pela mãe, nessa manhã.
Bunny pensava no inimigo, no que aconteceria da próxima vez que atacasse, e em Seiya, na semana que tinha sucedido a seguir ao encontro no cinema, sentia-se estranha, não sabia descrever aquele sentimento, tinha a sensação que a última vez que se sentira assim, foi quando estava ainda estava com Gonçalo.
Ela interrogava-se se aquilo seria possível, já teria esquecido o homem que lhe estava destinado desde vidas anteriores, ou seria apenas confusão da sua cabeça?
Bunny teve que interromper os seus pensamentos, pois sentia-se observada, quando reparou que quem a observava, era Darcy, esta olhava-a com os olhos, de como um predador olha para uma presa, prestes a atacar.
Bunny sentiu um calafrio a percorrer-lhe a coluna, com o gesto que Darcy lhe fez, pegou no dedo indicador junto ao pescoço, e em seguida largou uma gargalhada sonora e maldosa, mas depressa calou-se ao ver que os olhos de Bunny brilhavam e tinha um sorriso pateta estampado na face, olhou na mesma direcção que Bunny, e percebeu qual era a razão de toda, aquela mudança de reacção em Bunny: Seiya.
O como ele era perfeito, lindo, inteligente, amável e aqueles, belos olhos azuis-escuros, pareciam duas pedras preciosas, como adorava que aquelas pedras preciosas só olhassem para ela, Darcy, mas em vez disso olhavam para uma miúda que ela achava, tonta, patética. e não sendo merecedora de tal atenção.
Uma decisão estava tomada, iria livrar-se desta, e finalmente poderia ter a atenção que queria, continuou-os a observar à espera do momento certo.
Enquanto Darcy se perdia nos seus pensamentos, à espera do momento certo, Seiya e Bunny desfrutavam perfeitamente da companhia de um do outro, riam-se, brincavam e falavam.
No preciso momento em que Bunny deixou cair um dos seus talheres baixou-se para apanhar, e Seiya como “cavaleiro andante” que queria ser para Bunny, também e baixou para apanhar o talher, no momento em que os seus olhos se cruzam com os de Bunny, ambos se esquecem de apanhar o talher.
Era como se mais nada ou ninguém ali estivesse, apenas eles, só eles, Seiya ficou suspenso no olhar azul e celestial de Bunny, parecia o seu mundo, um mundo onde ele era o protagonista e o único no coração de Bunny, como adorava que aquilo fosse verdade.
Bunny também o susteve o seu olhar no de Seiya, ela segunda vez, desde a chegada dos Três Luzes, ela reparava na beleza dos seus olhos e rosto, a sua face tinha traços finos, mais bonitos e apreciáveis para bastantes raparigas, o cabelo negro, contrastava com a sua cor pálida, os olhos era um universo novo para descobrir, no qual ela queria entrar e de nunca mais lá sair, e os lábios, esses eram , suficientemente apetecíveis motivo pelo qual não se queria afastar de Seiya naquele momento, tão mágico, aos poucos, notou que Seiya se aproximava devagar, como se tivesse que algum movimento brusco a assusta-se, mas nada a faria afastar-se, estavam quase a tocar-se, como que se aquele inevitável beijo os fosse fundir num só, de prazer, paixão e desejo, tudo junto.
Mas esse momento foi interrompido por Darcy:
-Aqui tens o talher.
Seiya e Bunny afastaram-se ainda zonzos com aquele pequeno momento, fora interrompido, mas depressa Seiya recompôs-se:
-Obrigada mas não era preciso.
-Ora essa sempre às ordens!
E nisto Darcy juntou-se a Seiya e Bunny para almoçar, sem os deixar a sós um único minuto.
À noite Bunny antes de adormecer, pensou naquele momento mágico, partilhado com Seiya e como depressa acabara, e perguntava-se se Seiya pensava no mesmo, queria saber, se ele sentira o mesmo que ela, mas tivera oportunidade para isso durante o dia, perguntaria no dia seguinte
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Era o primeiro concerto dos Três Luzes, as navegantes tinham conseguido lugares na primeira fila e acesso aos bastidores, todas deliraram com os concerto dos Três Luzes, acharam que eles estavam melhor que nunca.
Depois de todos os autógrafos e entrevistas dadas, as navegantes e os Três Luzes rumaram para o apartamento destes últimos para discutirem o ataque do novo inimigo.
A reunião já tinha começado, todos sentados à volta de uma mesa tipicamente japonesa, falavam sobre os acontecimentos anteriores e tinham chegado a acordo que o novo inimigo era a Galáxia, e que se encontrava bastante poderosa, e que todo o cuidado seria pouco, não poderiam dar-se ao luxo de que Galáxia atacasse novamente a Terra, como tinha acontecido à oito meses a trás e a quase destruíra a Terra natal das navegantes.
Durante a reunião muitos foram os planos de ataque e defesa discutidos, mas sem sucesso, pois nenhum parecia ser suficientemente bons para travar a maléfica Galáxia
No final da reunião todos concordaram que teriam que vigiar Bunny, uma vez que Galáxia jurara vingança a Bunny por a ter derrotado no ano anterior.
Todos foram saindo um a um, só restando Bunny e os Três Luzes.
Bunny despediu-se de Taiki e Yaten e foi para casa acompanhada por Seiya
A meio do caminho encontram uma menina com os cabelos cor-de-rosa presos em dois odangos, vestia um vestido azul com flores azuis mais claras e era baixa, parecendo ser do tamanho de Chibi Chibi.
-Chibi Chibi. – chama Seiya, ao confundir a pequena menina, por se parecer com Chibi Chibi
-O meu nome não e Chibi Chibi. É Chibiusa. – responde a pequena menina, a virar-se para Seiya e Bunny, revelando uns lindos olhos vermelhos, grandes e muitos expressivos, com um belo sorriso de criança travessa na cara. - A rainha Serenidade mandou me do futuro para ajudar a mamã a combater.
-A mamã? Quem é a tu mãe? – pergunta Seiya confundido
-Sou eu. – responde Bunny, com um grande sorriso na cara , por ver a sua futura filha de volta ao seu tempo, à muito que não estavam juntas e a saudade era muito grande.
Não conseguindo conter-se, Chibiusa salta para o colo de Bunny e abraçando-a como uma filha que já não vê a sua mãe à muito tempo.
O momento caloroso entre mãe e filha á interrompido por Seiya.:
-Tua filha e de quem?
-Isso agora não podes saber, saberás mais tarde – diz Chibiusa, pondo o dedo à frente da boca, num gesto de que não contaria a ninguém, aquele valioso segredo – É segredo!
-Ok. Mas podem me explicar isso do futuro e da Rainha Serenidade?
-Claro – declara Chibiusa com o seu belo sorriso travesso – Isso já não é segredo – largando uma sonora gargalhada em seguida.
-Chibiusa não podes mesmo dizer a mamã quem é o papá? E se me vou casar com ele? – pergunta Bunny, abanando as suas pestanas, esperando ter um ar suficientemente dócil e convincente, fazendo com que este acto desesperado de Bunny se tornasse em motivo para Chibiusa e Seiya se começarem a rir a bandeiras despregadas.
Assim que o ataque de riso terminou, Chibiusa toma uma expressão séria e responde a Bunny:
-Vais casar com ele mas não posso dizer quem é. – garantido que convencia Bunny a não fazer mais perguntas.
-Porquê? – insistiu Bunny, insatisfeita com a resposta dada pela Cibiusa.
-Porque assim estragavas a surpresa. – diz Chibiusa já chateada com a insistência de Bunny.
-Surpresa? Qual surpresa? – perguntou Bunny
-Não posso dizer mais nada. – diz Chibiusa saindo do colo de Bunny directamente para o chão, virando a cara a Bunny e amuando.
-Teimosa ninguém me conta nada. Tu não dizes quem e o teu pai e tu não me dizes de quem gostas, são mesmo iguaizinhos. – diz Bunny, apontando primeiro para Chibiusa e depois para Seiya.
Em seguida Bunny continuam o seu caminho com Seiya e Chibiusa para casa, chateada com as respostas de Cibiusa.
Bunny conta a Seiya toda a historia do futuro, e tudo o que implicava a sua curiosidade a respeito do seu novo futuro marido.
Seiya escutou Bunny com muita atenção, desejando ardentemente que ele fosse o futuro marido de Bunny, e que aquela adorável criança fosse filha de ambos.
Chegam a casa de Bunny, e Seiya entrou em casa de Bunny para se despedir dela.
Já na cama e com Chibiusa junto a ela Bunny decidiu investir, para ver se consegue obter respostas sobre o seu novo futuro, tão promissor como o anterior, mas também um pouco assustador:
-Não me podes mesmo dizer quem é o teu pai? – diz Bunny num tom quase inaudível
Ao que Chibiusa responde com um grande bocejo:
-Saberás quando ele se declarar.
-Declarar? – perguntou Bunny ainda mais intrigada que anteriormente.
-Sim existe alguém que gosta muito de ti desde o ano passado que tu não sabes. – diz Chibiusa já pronta para dormir, mas não conseguindo por Bunny a molestar com perguntas que Chibiusa nunca responderia, nem que lhe oferecessem todos os brinquedos do mundo.
-Eu conheço? – pergunta Bunny insistindo mais, na esperança que Chibiusa com o sono cedesse
-Perfeitamente. É um grande amigo teu mamã. – diz Chibiusa aninhando-se, junta ao peito de Bunny e quase a fechar os olhos.
Bunny ao aperceber-se que aquela linda e inocente criança e não cederia, nem com o sono, decidiu dar-lhe descanso naquela noite:
-Boa noite e não penses que te escapas de me contar a verdade.
-Ok. Ate amanha. – responde Chibiusa, já quase adormecida, sem ligar muito à resposta que Bunny lhe dera, apenas ficara contente por poder ter o seu merecido descanso, finalmente.
E Bunny adormecera a pensar no seu futuro marido, se seria tão bondoso como o Gonçalo, ou se a trataria com amor, que ela tanto queria sentir, dar e receber.
Nessa noite Bunny sonhou que dançava muito agarrada ao seu futuro marido, que vestia um smoking preto e muito elegante num grande salão, com bonitas paredes de Cristal, , enquanto que Bunny vestia um belo vestido branco, todo bordado em ouro na parte de cima, e utilizava o seu cabelo solto, que lhe dava pelo meio das costas.
Quando se preparava para beijar o seu amado Bunny reparou que ele não tinha cara, e acordou no seu quarto aos berros, com medo que aquilo fosse verdade.
Depressa percebeu que tudo não tinha passado de um sonho, e foi reconfortada por Chibiusa e Luna.
Bunny passou o resto do seu Domingo a tratar da lida doméstica e a chatear Chibiusa com perguntas sobre o futuro, de como seria, e se ela seria muito feliz.
Ao que Chibiusa respondia sempre com:
-Serás mais feliz que nunca. Logo verás
E em seguida fazia o seu sorriso mais adorável e fugia para outra divisão da casa, para não ter que responder, a mais perguntas de Bunny, com medo de falar demais, e não cumprir a promessa que fizera à Rainha Serenidade.
Por volta da hora de dormir Bunny voltou a atacar Chibiusa novamente com as suas perguntas em relação ao futuro.
Mas Chibiusa já farta de todo aquele interrogatório, fingiu que dormia, para não ter que falar no que outrora dissera.
Muito, mas muito melhor. Notei uma melhoria a nível das descrições e uma melhoria do erros, apesar de ainda ter alguns. Reparei também, não deves reparado, que repetiste duas vezes a mesma palavra numa frase.
Acredito que ainda podes melhorar sobretudo nas descrições. Optar por frases mais simples e optar por descrições de lugares, de sentimentos
Acredito que ainda podes melhorar sobretudo nas descrições. Optar por frases mais simples e optar por descrições de lugares, de sentimentos


http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :)
Obrigada por todos os comentários que fizeram da minha fic!
Aqui fica o capítulo 9 (acho que ficou um pocuo grande
)!
Capítulo 9
Era segunda-feira de manhã e Bunny como sempre chegou atrasada às aulas e como sempre levara uma valente reprimenda da professora, e passou a primeira aula de manhã de castigo no corredor. Nas restantes aulas da manhã, tudo correu normal, ela falava com Seiya sobre coisas banais, sentia vontade de sair daquelas aulas enfadonhas, e dormir, ou comer, mas para além desses seus desejos habituais e infantis, dentro dela, sentia uma chama a crescer-lhe com a curiosidade de saber como era a Terra onde Seiya e seus irmãos vieram, se era como na Lua, tudo tão pacífico ou se seria como na Terra, em que as pessoas mal se olhavam e viviam muito aceleradas, com pressa de ir para algum lugar, que nem sempre sabiam qual era, se havia tanto barulho e confusão provocados pelos carros, motas, aviões e outros meios de transporte, e se as pessoas viam o facto de haver magia, um motivo para se acharam superiores aos outros, ou se utilizaram essa magia para o mal, em vez de para a paz e bem de todo o universo.
Pouco depois começava a observar todos os traços faciais de Seiya, começando pelos olhos, quando os seus olhos se encontravam com os de Seiya, como sempre tinha a sensação de entrar num mundo nunca antes visto, muitas vezes imagina os olhos de Seiya como um lugar, onde ela pudesse ser confortada, sem medos e receios, seguro o suficiente para não ter que lidar, com todas as preocupações do seu dia-a-dia, mas depois voltava ao mundo real, e percebia que desde que tivesse, junto daqueles que amava, estava segura, mas a nova ameaça de Galáxia não a fazia sentir isso.
Depois de observar o nariz e o cabelo de Seiya, passava para a boca de Seiya, como muitas vezes pensava em agarrá-lo com todas as suas forças, e juntar os lábios de ambos num só, como se aquele simples acto de afecto e carinho que nutria por Seiya, pudesse salvar o mundo, e ao mesmo tempo faze-la sorrir de um prazer que parecia inimaginável.
Bunny tinha estes pensamentos de Seiya, enquanto este falava, Seiya também observava, todas as expressões de Bunny, com todo o cuidado.
Reparava que ela tinha uma beleza tanto física como psicológica única em todo o universo, sentia que Bunny era a sua lua numa noite escura, sem estrelas a brilhar, apenas uma luz branca, que iluminava sempre o seu mundo, cada vez que ela aparecia, nos seus pensamentos, sonhos, ou na vida real, parecia um íman que o atrai cada vez para a órbita da princesa da lua.
Os olhos de Bunny para Seiya eram incomparáveis e inigualáveis a qualquer outros olhos no universo, eram azuis, expressivos e sempre com um brilho alegre, que o fazia sentir-se no céu, e toda aquela alegria o olhar, contagiava-o a sentir-se também tão alegre.
Todos esses pensamentos muitas vezes eram interrompidos por Darcy, com a mesma desculpa de sempre, pedir um lápis emprestado a Seiya, pois os deste último, segundo Darcy eram de melhor qualidade do que os das restantes pessoas da turma, principalmente do que os de Bunny, que estavam sempre roídos, pela pressão que esta sentia nos testes, Bunny recorri ao acto desesperado de roer os lápis, na esperança que estes tivessem respostas para os testes.
E quando finalmente Darcy acabava o seu discurso sobre as qualidades dos lápis de Seiya, largava o sorriso mais dócil que conseguia e abanava um pouco as pestanas, num acto de desespero, para que Seiya a visse como uma menina pateta e indefesa, tal como Bunny.
Depois de todo o teatro de Darcy acabar, Seiya dizia que os seus lápis eram iguais aos de toda a gente, e que os de Bunny nem todos se encontravam roídos apenas um pouco mais gastos do que os dele.
Darcy ouvia o discurso de Seiya com muita atenção, e quando este finalmente acabava de discursar, Darcy voltava a pedir-lhe o lápis, mas desta vez sem fazer o seu tão conhecido e gasto discurso, Seiya com a paciência quase a acabar, lá emprestava um lápis a Darcy, e voltava novamente todas as suas atenções para Bunny.
Assim que tocou para a hora do almoço Seiya foi ter com Bunny e ambos dirigiram-se para perto do campo de jogos, pois lá havia mesas à sombra, suficientemente convidativo, para um almoço a dois.
Mal chegaram ao campo de jogos, sentaram-se numa pequena mesa de madeira, muito resguardada do resto da confusão que existia no campo de jogos, com bastantes jovens que faziam de tudo um pouco desde jogar basquetebol a futebol e a pessoas que observavam estes jovens a praticar, cada um dos seus respectivos desportos.
Seiya e Bunny sentaram-se frente-a-frente, e retiraram os almoços, das suas sacolas e começaram a almoçar, até que Seiya repara no silêncio que se instalou entre ambos e decidiu puxar conversa.
-Entao como esta a tua filha? Já sabes quem é o pai? – perguntava Seiya, com um ar num misto de troça e seriedade, pois sabia que apesar da cena que Bunny fizera, quando encontraram Chibiusa, ela tinha a sua razão, também ele queria saber quem seria o eleito por Bunny, não só para ocupar o trono do Cristal de Tóquio, também estava curioso em relação ao homem que ocuparia o coração de Bunny, pois nesse aspecto queria que fosse ele, nada mais lhe interessava, nem mesmo a possibilidade de poder governar a Terra e a Lua, apenas passar o resto dos seus dias na companhia, da pessoa que mais amava no universo, a única que amava, amou e amará.
-Não tentei arrancar lhe isso o fim-de-semana todo mas não diz nada. – respondeu Bunny, um pouco com cara de amuo, estava desejosa de encontrar um novo príncipe para o seu coração.
-De certeza que é alguém que te fará feliz. – disse Seiya, com uma expressão carinhosa, na esperança de acabar com aquele pequeno amuo de Bunny
-Não sei. Só espero que me faça sentir tão bem como tu fazes quando estou contigo. – disse Bunny um pouco corada e a gaguejar, sem saber bem se deveria olhar directamente para Seiya ou se olhar para o chão.
Preferiu a segunda opção olhar directamente para o chão, para Seiya não ver como ela estava tão vermelha nas faces, e como vi que Seiya não respondia à sua afirmação, começou a reparar nos pormenores que tinha o chão, era em areia muito escura, tinha umas quantas pedras, mas nada mais, não era suficiente para a distrair durante muito tempo.
Quando Seiya finalmente acordou do “transe” que Bunny o pusera, pela afirmação feita, parecia música para os seus ouvidos, ela gostava da sua companhia, estava a ir num bom caminho, talvez até houvesse uma grande hipótese de ficarem juntos, Seiya foi-se sentar ao lado de Bunny, e puxou o queixo de Bunny, para cima, com a sua mão direita, entre os dedos indicador e polegar, pondo os seus olhares a cruzarem-se.
-Tu sentes isso quando estas comigo? – perguntou Seiya na voz mais doce que conseguiu, reparando na timidez, com que os olhos de Bunny o perscrutavam.
-Sim .E tu não sentes isso quando estas comigo? – perguntou Bunny, com algum receio patente na voz, sem saber o que esperar pela parte de Seiya.
-Sempre senti isso. – respondeu Seiya, com um sorriso, a começar a desenhar-se na sua cara, e no espanto, chapado na cara de Bunny.
-Hum ainda bem. – disse Bunny, sem saber bem se Seiya teria notado a sua estupefacção pela resposta deste último, e pela risada nervosa que dera, em sinal de felicidade.
-Olha queres passar pelo meu apartamento amanha à tarde? Estou a compor uma nova música e queria que a ouvisses e me dissesses o que achas. – disse Seiya, desta vez com uma expressão mais séria que a anterior, na esperança, de acabar com aquele jogo estranho, que se passava entre eles.
-OK. Essa música e sobre o quê? - perguntou Bunny, interrompendo a sua felicidade repentina, e sem perceber qual a sua razão para tal.
-Amanha verás. - disse Seiya, dando aquele assunto por terminado, e com a certezas que no dia seguinte tudo ficaria finalmente resolvido.
Darcy, que vira toda a acção de um canto ainda mais isolado, que Bunny e Seiya se encontravam, não suportou mais, aquela aproximação, e decidiu meter-se no caminho.
Caminhava com passos pesados, e furiosos, queria vingança mais do que nunca, aquela sede, que a dominava constantemente, sem ter fim, queria aniquilar aquela rapariga, ela descobriria, uma maneira de faze-lo, sem se desviar, da sua verdadeira razão para ali estar.
Darcy, aparece de repente, e interrompe a conversa de Seiya e Bunny não os largando mais durante todo o almoço e dando indirectas a Seiya que gostaria de sair com ele.
Seiya simplesmente afastava-a educadamente e volta a conversar e a reaproximar-se de Bunny.
Darcy farta daquela falta de atenção, ainda o espicaçava mais, não dando descanso a Seiya, e enfurecendo cada vez mais Bunny, que estava prestes a arrancar-lhe o pescoço, nesse preciso momento, mas Darcy foi salva pela campainha da escola, e o trio dirigiu-se para a sala.
No final do dia, quando finalmente pensaram que se tinham livrado de Darcy, Seiya e Bunny foram para o templo, para se encontraram todos, incluindo o Gonçalo no templo Hikawa, para Bunny contar todas as novidades sobre o aparecimento de Chibiusa, mas mal eles sabiam que Darcy os seguiu ate ao templo, sem eles darem conta.
A reunião começou, assim que se encontravam todos presentes, no templo, estavam em redor de uma mesa grande tradicional japonesa, as paredes todas em madeira, e forrada com papel de parede, com flores de cerejeira, em tons de rosa claro e branco.
Inicialmente foram Seiya e Bunny quem presidiram a reunião, começaram por falar, sobre como encontraram a Chibiusa, e as revelações por esta feitas, depois de toda a história contada, ficaram todos pensativos, sem saber bem o que dizer.
Cada um tinha os seus pensamentos, mas todos chegavam depressa à mesma conclusão, quem decidiu interromper aquele, prolongado silêncio foi Gonçalo.
-Então se eu não sou o pai, tem que ser alguém que tu conheças e seja teu amigo certo? -
Disse Gonçalo desviando todos os olhos que estavam postos em Bunny para Seiya, fazendo este último sentir as suas bochechas a ferver de tão coradas que estavam.
Para todos a resposta era óbvia menos para Buuny e Seiya. Bunny só pensava quem seria aquele homem, que lhe traria a felicidade, de lhe dar uma filha linda, e que governaria consigo no futuro, Seiya pensava que por mais que lutasse iria ficar sem Bunny novamente, pois ele, não se imaginava a governar um reino tão grande.
-Certo Gonçalo. – respondeu Bunny, interrompendo novamente o silêncio que se instalara.
-Mas quem será o pai? – perguntando Rita ironicamente, olhando para Seiya.
-Já disse que não sei. – diz Bunny, um pouco irritada, não percebendo a indirecta que Rita lhe mandara.
-Se calhar andas-te a fazer filhos em casa alheia e não te lembras. – disse Joana num tom trocista, fazendo com que a sala mergulha-se numa gargalhada geral.
-Eu ainda não o fiz com ninguém ouviram. – disse Bunny, levantando-se da mesa, e gritando em plenos pulmões, para depois se aperceber que dissera mais do que devia, e por as mãos à frente da boca, para tapá-la, voltando a sentar-se, com a cabeça baixa, para esconder o seu embaraço.
-Tem calma não queremos saber pormenores da tua vida intima, quer dizer quase ninguém quer saber – diz Yaten olhando para Seiya, e continuando a rir, não ligando ao embaraço que Bunny sentia.
-Acho bem. Eu vou andando, já estou farta desta conversa. – disse Bunny chateada com a reacção geral dos seus amigos, não reparando, no sorriso, que Seiya tinha na cara, pois sabia, que se ele a conquistasse, seria o primeiro dela, e chegaria onde Gonçalo nunca antes tinha chegado.
- Bunny não te preocupes não és a única que nunca o fez aliás há quem nunca tenha sequer beijado uma rapariga – diz Yaten olhando novamente para Seiya, que com este afirmação passara de contente a corado.
-Seiya tu nunca beijas te ninguém? Tu és uma estrela tens uma data de fãs atrás de ti e nunca as beijas-te nem mesmo no teu planeta? – perguntaram todos em coro excepto Bunny, que sentia um carinho especial por Seiya ao saber daquela grande revelação.
- Não sabem o Seiya quer manter-se puro para uma certa rapariga, que nós cá sabemos – diz Joana, troçando ainda mais, e fazendo Seiya corar ainda mais, e baixar a cabeça, sem querer ver qual a reacção que Bunny teve, em saber daquela verdade.
Aos poucos fez-se luz na cabeça de Bunny, e percebeu algo que a andava a ocupar os pensamentos já algum tempo.
-O quê?? Vocês também sabem de quem o Seiya gosta? – perguntou Bunny, um pouco chateada, por todos saberem, da verdade menos ela.
-Claro e tão óbvio, Bunny. – responde Maria, gesticulando para que o seu argumento, fizesse a Bunny perceber a verdade.
-Não acredito Seiya sou a tua melhor amiga e não me contas nada, também não te conto de quem gosto. – disse Bunny, deitando a língua de fora, em sinal de provocação, algo que não surtira o efeito desejado por esta.
-Bunny tens um namorado novo? – pergunta Maria, querendo arrancar todos os pormenores, do suposto, novo rapaz de Bunny.
-Não, só gosto de alguém. – disse Bunny, para infelicidade de Maria, Joana e Rita, que estavam desejosas de saber quem seria, o novo pretendente de Bunny, seria ele mais velho, bonito como o Gonçalo, ou seria da mesma idade e inteligente?
Essas eram as perguntas que pairavam nas cabeças das três navegantes.
-Vais contar-nos certo? – perguntam todas em coro, com um entusiasmo, que era convidativo, elas sabiam que Bunny não conseguiria ficar calada durante muito tempo.
-Vocês saberão quando chegar a altura certa. – disse Bunny, quase desesperada, por contar às amigas, quem era o rapaz eleito por ela, mas não podia, pois ele estava presente, naquele local, e sabia, que mesmo que lá não estivesse, não lhes poderia contar, pois elas não guardariam segredo, muito menos Joana, que se iria desbocar com Yaten, não poderia correr esse risco, teria que fazer as coisas à sua maneira.
-Muito espertinha – respondeu Rita, pondo os olhos em bico, e pensando numa maneira de arrancar aquela nova informação a Bunny.
-Mas vocês estão para ai a falar da minha vida amorosa como se não tivesse cá – disse Seiya já farto daquela conversa, sabendo que o tinham ignorado nos últimos cinco minutos, em que se desenrolara aquela conversa, fazendo com que num acto de desespero fecha-se o punho e batesse com ele em cima da mesa, assustando toda a gente, presente naquela reunião, até mesmo Darcy, que se encontrava à porta da sala do templo onde todos se reuniam. Nunca tinham visto Seiya assim tão chateado, de maneira que se calaram à espera que este dissesse mais alguma coisa – Pudinzinho, tu saberás quem é essa rapariga na altura certa. – disse Seiya, já um pouco mais calmo.
-Tu também saberás quem e o tal rapaz na altura certa e acho muito romântico esperares pela rapariga certa, mesmo que seja para dar o primeiro beijo. – disse Bunny, sentado-se a seu lado, para o confortar, dando de seguida um abraço.
-Ela e a única rapariga que amei em toda a minha vida. – disse Seiya, depois de ter abraçado Bunny, agarrando-lhe nas mãos, e olhando-a nos olhos, esperando, encontrar o mesmo conforto de sempre, quando olhava para Bunny.
Naquele momento aquela simples troca de olhares, fê-lo rejuvenescer a sua alma, ao olhá-la sentiu uma grande paz, que não conseguia explicar, mas sabia, que quando tivesse em apuros, bastar-lhe-ia ver aqueles olhos, para se perder, na imensidão da pessoa que era o seu mundo, o deu conforto, o seu lar. Normalmente estes pensamentos não iam muito longe, pois eram sempre interrompidos, e nesse dia não seria excepção.
-E lá vem ele, eu também só tenho olhos para a Joana, mas já beijei outras raparigas – diz Yaten, fazendo uma pequena festa na cara de Joana, descendo pelo pescoço, até aos ombros, e começando a beijar-lhe a face, o pescoço e parando aí, para completar a sua afirmação, pois sabia como Joana era ciumenta, e um mal entendido, poderia trazer-lhe problemas – Mas tu sabes que só tenho olhos para ti, minha querida Joana. – soltando um risinho nervoso.
- Eu também já beijei outras raparigas e só tenho olhos para a Amy – diz Taiki, este sendo mais tímido e não gostando de demonstrações de afecto em público apenas troca com Amy, um olhar cúmplice.
A reunião termina e Seiya como sempre leva Bunny a casa, com a diferença que Darcy os segue, e vão o caminho todo em silêncio, não sabiam que haveriam de dizer, parecia que tudo que havia para dizer se tinha evaporado, o tinha ficado por dizer, quando ouvem um grito e vão ver o que era.
O grito parecia vindo de dois quarteirões de distância, então Seiya e Bunny, contornaram a esquina e correram o mais rápido que podiam, na esperança que não fosse um demónio, mas mal chegaram ao local, desmoralizaram ao perceberem que aquele dia cansativo ainda não tinha terminado.
Seiya e Bunny transformam-se, toda esta cena presenciada por Darcy, que finalmente percebe, o porque de sentir uma energia tão forte vinda de Bunny.
O demónio assemelhava-se a uma flor, bonita e delicada, mas quando alguém se aproximava, ao contrário das flores normais, esta deitava um odor pestilento, fazendo com que Sailor Star Figther e Sailor Moon, não se conseguissem aproximar, muito mais do que três metros de distância do demónio, este odor deitado pelo demónio tinha a particularidade de deixar o inimigo cada vez mais cansado ao ponto de não ter forças, para lutar, Sailor Moon e Sailor Star Figther tentaram voltar a aproximar-se sem sucesso pois a planta deitava aquele odor destrutivo e desta vez atacou-os com uma das suas raízes, só atingido Sailor Star Figter, e ficando este preso, pelas pernas, virado de cabeça para baixo, à raiz da planta.
Sailor Moon tenta a todo o custo desembaraçar Figther da quela raiz, sem sucesso, porque em seguida é Sailor Moon que é atingida também por uma raiz, presa nos braços, e guinchando por ajuda.
Sailor Moon e Figther caiem, pois as raízes onde estavam presos, foi cortada, graças à Sailor Urano.
Depressa se recompõem e Sailor Moon devolve o demónio à sua fase humana, rapidamente averiguam se a pessoa está bem e fogem para um sitio mais resguardado, onde ninguém os possa ouvir ou ver.
-Para a próxima tenham mais cuidado – diz Sailor Urano – podemos não estar por perto e levarem-te, princesa da lua. Nunca te esqueças que Galáxia jurou-te vingança e que te iria matar. – disse, fazendo todos estremecer com a palavra matar.
Figther, não permitiria que isso acontecesse, à princesa da Lua, já enfrentara muitas lutas, mas nunca nenhuma que se assemelha-se a esta, proteger a princesa não só para a manter a salvo, mas também protege-la para poder governar o Cristal de Tóquio, juntamente com um desconhecido, algo que lhe metia raiva e esperança ao mesmo tempo, por um lado salvaria quem amava, mas por outro se não fosse ele, que governaria a seu lado, não queria que o futuro príncipe tratasse mal a sua princesa do coração.
-Figther, tens que proteger a nossa princesa agora mais do que nunca e provares que a am… - diz Sailor Neptuno que é interrompido por um beliscão de Sailor Úrano, acordando Figther dos seus pensamentos, e Sailor Neptuno para não falar demais, do que devia.
-Não fales demais, senão a nossa princesa ainda fica a saber. –diz Sailor Urano, num tom baixo, na esperança que Sailor Moon não a ouvisse, algo que não aconteceu.
-A saber o que? – pergunta Sailor moon, ainda preocupada com Figther, via se ele não tinha nenhum ferimento grave.
-Nada - responde Sailor Neptuno
- Nada não. Vocês sabem qualquer coisa e não me querem contar…o que vocês também sabem de quem é que ele gosta? Tu Haruka que nunca o suportas te? – pergunta Sailor moon indignada, de boca aberta com aquela revelação.
Até Sailor Urano sabia a verdade, ela que nunca se dera bem com Figther, que sempre lhe dissera para não se aproximar dele, ou dar-lhe qualquer tipo de confiança, teria a batalha que enfrentaram juntos oitos meses antes feito confiar tanto em Figther, algo se passava, rla queria saber o que era, mas sabia que ninguém lhe diria, então teria que descobrir toda a verdade sozinha.
-Sim princesa, agora suporto para o bem deste planeta. – responde Sailor Urano, interrompendo o pequeno filme, que se desenrolava na cabeça de Sailor Moon, parecia que tudo se tinha passado debaixo do nariz dela, sem ela se aperceber.
-Mas qual bem? – pergunta Sailor Moon, sem perceber o queriam dizer com aquilo.
Para o bem dela? Que diferença faria, seria que Setsuna as tinha visitado e avisado, do futuro, não podia ser elas ter-lhe-iam contado, teria que esperar para ver, não muito satisfeita, com esta conclusão.
-Tu descobriras. – disse Sailor Neptuno, piscando o olho, em sinal de incentivo.
A conversa termina por ali, com Sailor Moon chateada.
Sailor Neptuno e Urano, despedem-se de Sailor moon, advertindo Figther, novamente, para tomar conta de Sailor moon
Bunny vai para casa chateada e com Seiya a tentar acompanha-la, e a ver se consegue pô-la mais bem disposta.
-Estás chateada pudinzinho? – pergunta Seiya, vendo que nada surtia efeito para a acalmar, mais valia ir ao cerne da questão.
-Todos sei menos eu porquê? – pergunta Bunny, com lágrimas a romperem-lhe dos olhos, sabendo que aquele acto, iria por Seiya mais preocupado, e para a satisfazer talvez contasse a verdade.
E naquele momento Seiya decide que contaria a verdade toda a Bunny no dia seguinte, não naquele agora, porque saberia que a reacção de Bunny podia não ser a desejada, podendo acabar com qualquer esperança, então do dia seguinte não passaria, seria um dia decisivo, talvez o mais feliz da sua vida,, ou o mais triste de sempre, mas arriscaria, valia a pena.
-Tu saberás só tens que esperar. – disse Seiya, esperando que por aquele dia a resposta chegasse.
-Esperar é o que já estou farta de o fazer. – disse Bunny, batendo com o pé no chãoà espera de satisfação que sabia que não iria conseguir obter, desistindo de saber a verdade naquele dia - Bem ate amanhã.
-Ate amanhã – disse Seiya despedindo-se de Bunny, dando-lhe um beijo na testa, um acto que fez Bunny sentir-se mais calma, e sem saber por que refilara tanto, afinal ela iria saber, um dia, quando Seiya, como já dissera, ela saberia, só não percebia para quê tanto suspanse, mas agora apenas se concentrava, naquele gesto de carinho que Seiya lhe proporcionara, em segundos.
Sentindo-se na obrigação de retribuir, Bunny, deu um beijo ao de leve na cara de Seiya, para a seguir virar costas rapidamente, para Seiya não ver a sua cara, de tão corada que estava.
Seiya com aqueles dois beijos, tinha cada vez mais a certeza da sua decisão, deixando-se mergulhar naquele turbilhão de sentimentos, em cada um dos beijos, sentia, amizade, carinho, afecto, compaixão, desejo, paz e amor, algo que queria, fervorosamente agarrar.
Mal Bunny entra em casa, com um grande sorriso, encontra Chibiusa à porta, a pedir-lhe comida.
-Tal mãe, tal filha – diz Luna.
-Mamã como correu o teu dia? – perguntou Chibiusa, pedindo de seguida colo a Bunny.
-Bem e o teu? – respondeu Bunny, pegando Chibiusa ao colo, e levando para o seu quarto, onde tinha snacks, escondidos, debaixo da cama, para dar Chibiusa.
-Também hoje joguei as cartas e…. – disse Chibiusa, já no quarto de Bunny, a comer o snack, que Bunny lhe dera, e com Luna admirada a vê-la comer, pois Chibiusa, ainda era mais glutona que Bunny, no que tocava a comer.
Chibiusa contou como fora o seu dia, com Luna, todas as peripécias que fizera, fazendo Bunny rir tanto, até lhe doer a barriga.
Aquele dia finalmente tinha acabado.
À noite, Bunny pensava o que teria a nova musica dos Três Luzes, composta por Seiya, para este querer, que ela ouvisse, nunca fizera quilo antes, pressentia que algo lhe seria revelado, não sabia o quê, mas mal podia esperar para saber, e com isto Bunny adormece, em menos de nada.
Aqui fica o capítulo 9 (acho que ficou um pocuo grande
)!Capítulo 9
Era segunda-feira de manhã e Bunny como sempre chegou atrasada às aulas e como sempre levara uma valente reprimenda da professora, e passou a primeira aula de manhã de castigo no corredor. Nas restantes aulas da manhã, tudo correu normal, ela falava com Seiya sobre coisas banais, sentia vontade de sair daquelas aulas enfadonhas, e dormir, ou comer, mas para além desses seus desejos habituais e infantis, dentro dela, sentia uma chama a crescer-lhe com a curiosidade de saber como era a Terra onde Seiya e seus irmãos vieram, se era como na Lua, tudo tão pacífico ou se seria como na Terra, em que as pessoas mal se olhavam e viviam muito aceleradas, com pressa de ir para algum lugar, que nem sempre sabiam qual era, se havia tanto barulho e confusão provocados pelos carros, motas, aviões e outros meios de transporte, e se as pessoas viam o facto de haver magia, um motivo para se acharam superiores aos outros, ou se utilizaram essa magia para o mal, em vez de para a paz e bem de todo o universo.
Pouco depois começava a observar todos os traços faciais de Seiya, começando pelos olhos, quando os seus olhos se encontravam com os de Seiya, como sempre tinha a sensação de entrar num mundo nunca antes visto, muitas vezes imagina os olhos de Seiya como um lugar, onde ela pudesse ser confortada, sem medos e receios, seguro o suficiente para não ter que lidar, com todas as preocupações do seu dia-a-dia, mas depois voltava ao mundo real, e percebia que desde que tivesse, junto daqueles que amava, estava segura, mas a nova ameaça de Galáxia não a fazia sentir isso.
Depois de observar o nariz e o cabelo de Seiya, passava para a boca de Seiya, como muitas vezes pensava em agarrá-lo com todas as suas forças, e juntar os lábios de ambos num só, como se aquele simples acto de afecto e carinho que nutria por Seiya, pudesse salvar o mundo, e ao mesmo tempo faze-la sorrir de um prazer que parecia inimaginável.
Bunny tinha estes pensamentos de Seiya, enquanto este falava, Seiya também observava, todas as expressões de Bunny, com todo o cuidado.
Reparava que ela tinha uma beleza tanto física como psicológica única em todo o universo, sentia que Bunny era a sua lua numa noite escura, sem estrelas a brilhar, apenas uma luz branca, que iluminava sempre o seu mundo, cada vez que ela aparecia, nos seus pensamentos, sonhos, ou na vida real, parecia um íman que o atrai cada vez para a órbita da princesa da lua.
Os olhos de Bunny para Seiya eram incomparáveis e inigualáveis a qualquer outros olhos no universo, eram azuis, expressivos e sempre com um brilho alegre, que o fazia sentir-se no céu, e toda aquela alegria o olhar, contagiava-o a sentir-se também tão alegre.
Todos esses pensamentos muitas vezes eram interrompidos por Darcy, com a mesma desculpa de sempre, pedir um lápis emprestado a Seiya, pois os deste último, segundo Darcy eram de melhor qualidade do que os das restantes pessoas da turma, principalmente do que os de Bunny, que estavam sempre roídos, pela pressão que esta sentia nos testes, Bunny recorri ao acto desesperado de roer os lápis, na esperança que estes tivessem respostas para os testes.
E quando finalmente Darcy acabava o seu discurso sobre as qualidades dos lápis de Seiya, largava o sorriso mais dócil que conseguia e abanava um pouco as pestanas, num acto de desespero, para que Seiya a visse como uma menina pateta e indefesa, tal como Bunny.
Depois de todo o teatro de Darcy acabar, Seiya dizia que os seus lápis eram iguais aos de toda a gente, e que os de Bunny nem todos se encontravam roídos apenas um pouco mais gastos do que os dele.
Darcy ouvia o discurso de Seiya com muita atenção, e quando este finalmente acabava de discursar, Darcy voltava a pedir-lhe o lápis, mas desta vez sem fazer o seu tão conhecido e gasto discurso, Seiya com a paciência quase a acabar, lá emprestava um lápis a Darcy, e voltava novamente todas as suas atenções para Bunny.
Assim que tocou para a hora do almoço Seiya foi ter com Bunny e ambos dirigiram-se para perto do campo de jogos, pois lá havia mesas à sombra, suficientemente convidativo, para um almoço a dois.
Mal chegaram ao campo de jogos, sentaram-se numa pequena mesa de madeira, muito resguardada do resto da confusão que existia no campo de jogos, com bastantes jovens que faziam de tudo um pouco desde jogar basquetebol a futebol e a pessoas que observavam estes jovens a praticar, cada um dos seus respectivos desportos.
Seiya e Bunny sentaram-se frente-a-frente, e retiraram os almoços, das suas sacolas e começaram a almoçar, até que Seiya repara no silêncio que se instalou entre ambos e decidiu puxar conversa.
-Entao como esta a tua filha? Já sabes quem é o pai? – perguntava Seiya, com um ar num misto de troça e seriedade, pois sabia que apesar da cena que Bunny fizera, quando encontraram Chibiusa, ela tinha a sua razão, também ele queria saber quem seria o eleito por Bunny, não só para ocupar o trono do Cristal de Tóquio, também estava curioso em relação ao homem que ocuparia o coração de Bunny, pois nesse aspecto queria que fosse ele, nada mais lhe interessava, nem mesmo a possibilidade de poder governar a Terra e a Lua, apenas passar o resto dos seus dias na companhia, da pessoa que mais amava no universo, a única que amava, amou e amará.
-Não tentei arrancar lhe isso o fim-de-semana todo mas não diz nada. – respondeu Bunny, um pouco com cara de amuo, estava desejosa de encontrar um novo príncipe para o seu coração.
-De certeza que é alguém que te fará feliz. – disse Seiya, com uma expressão carinhosa, na esperança de acabar com aquele pequeno amuo de Bunny
-Não sei. Só espero que me faça sentir tão bem como tu fazes quando estou contigo. – disse Bunny um pouco corada e a gaguejar, sem saber bem se deveria olhar directamente para Seiya ou se olhar para o chão.
Preferiu a segunda opção olhar directamente para o chão, para Seiya não ver como ela estava tão vermelha nas faces, e como vi que Seiya não respondia à sua afirmação, começou a reparar nos pormenores que tinha o chão, era em areia muito escura, tinha umas quantas pedras, mas nada mais, não era suficiente para a distrair durante muito tempo.
Quando Seiya finalmente acordou do “transe” que Bunny o pusera, pela afirmação feita, parecia música para os seus ouvidos, ela gostava da sua companhia, estava a ir num bom caminho, talvez até houvesse uma grande hipótese de ficarem juntos, Seiya foi-se sentar ao lado de Bunny, e puxou o queixo de Bunny, para cima, com a sua mão direita, entre os dedos indicador e polegar, pondo os seus olhares a cruzarem-se.
-Tu sentes isso quando estas comigo? – perguntou Seiya na voz mais doce que conseguiu, reparando na timidez, com que os olhos de Bunny o perscrutavam.
-Sim .E tu não sentes isso quando estas comigo? – perguntou Bunny, com algum receio patente na voz, sem saber o que esperar pela parte de Seiya.
-Sempre senti isso. – respondeu Seiya, com um sorriso, a começar a desenhar-se na sua cara, e no espanto, chapado na cara de Bunny.
-Hum ainda bem. – disse Bunny, sem saber bem se Seiya teria notado a sua estupefacção pela resposta deste último, e pela risada nervosa que dera, em sinal de felicidade.
-Olha queres passar pelo meu apartamento amanha à tarde? Estou a compor uma nova música e queria que a ouvisses e me dissesses o que achas. – disse Seiya, desta vez com uma expressão mais séria que a anterior, na esperança, de acabar com aquele jogo estranho, que se passava entre eles.
-OK. Essa música e sobre o quê? - perguntou Bunny, interrompendo a sua felicidade repentina, e sem perceber qual a sua razão para tal.
-Amanha verás. - disse Seiya, dando aquele assunto por terminado, e com a certezas que no dia seguinte tudo ficaria finalmente resolvido.
Darcy, que vira toda a acção de um canto ainda mais isolado, que Bunny e Seiya se encontravam, não suportou mais, aquela aproximação, e decidiu meter-se no caminho.
Caminhava com passos pesados, e furiosos, queria vingança mais do que nunca, aquela sede, que a dominava constantemente, sem ter fim, queria aniquilar aquela rapariga, ela descobriria, uma maneira de faze-lo, sem se desviar, da sua verdadeira razão para ali estar.
Darcy, aparece de repente, e interrompe a conversa de Seiya e Bunny não os largando mais durante todo o almoço e dando indirectas a Seiya que gostaria de sair com ele.
Seiya simplesmente afastava-a educadamente e volta a conversar e a reaproximar-se de Bunny.
Darcy farta daquela falta de atenção, ainda o espicaçava mais, não dando descanso a Seiya, e enfurecendo cada vez mais Bunny, que estava prestes a arrancar-lhe o pescoço, nesse preciso momento, mas Darcy foi salva pela campainha da escola, e o trio dirigiu-se para a sala.
No final do dia, quando finalmente pensaram que se tinham livrado de Darcy, Seiya e Bunny foram para o templo, para se encontraram todos, incluindo o Gonçalo no templo Hikawa, para Bunny contar todas as novidades sobre o aparecimento de Chibiusa, mas mal eles sabiam que Darcy os seguiu ate ao templo, sem eles darem conta.
A reunião começou, assim que se encontravam todos presentes, no templo, estavam em redor de uma mesa grande tradicional japonesa, as paredes todas em madeira, e forrada com papel de parede, com flores de cerejeira, em tons de rosa claro e branco.
Inicialmente foram Seiya e Bunny quem presidiram a reunião, começaram por falar, sobre como encontraram a Chibiusa, e as revelações por esta feitas, depois de toda a história contada, ficaram todos pensativos, sem saber bem o que dizer.
Cada um tinha os seus pensamentos, mas todos chegavam depressa à mesma conclusão, quem decidiu interromper aquele, prolongado silêncio foi Gonçalo.
-Então se eu não sou o pai, tem que ser alguém que tu conheças e seja teu amigo certo? -
Disse Gonçalo desviando todos os olhos que estavam postos em Bunny para Seiya, fazendo este último sentir as suas bochechas a ferver de tão coradas que estavam.
Para todos a resposta era óbvia menos para Buuny e Seiya. Bunny só pensava quem seria aquele homem, que lhe traria a felicidade, de lhe dar uma filha linda, e que governaria consigo no futuro, Seiya pensava que por mais que lutasse iria ficar sem Bunny novamente, pois ele, não se imaginava a governar um reino tão grande.
-Certo Gonçalo. – respondeu Bunny, interrompendo novamente o silêncio que se instalara.
-Mas quem será o pai? – perguntando Rita ironicamente, olhando para Seiya.
-Já disse que não sei. – diz Bunny, um pouco irritada, não percebendo a indirecta que Rita lhe mandara.
-Se calhar andas-te a fazer filhos em casa alheia e não te lembras. – disse Joana num tom trocista, fazendo com que a sala mergulha-se numa gargalhada geral.
-Eu ainda não o fiz com ninguém ouviram. – disse Bunny, levantando-se da mesa, e gritando em plenos pulmões, para depois se aperceber que dissera mais do que devia, e por as mãos à frente da boca, para tapá-la, voltando a sentar-se, com a cabeça baixa, para esconder o seu embaraço.
-Tem calma não queremos saber pormenores da tua vida intima, quer dizer quase ninguém quer saber – diz Yaten olhando para Seiya, e continuando a rir, não ligando ao embaraço que Bunny sentia.
-Acho bem. Eu vou andando, já estou farta desta conversa. – disse Bunny chateada com a reacção geral dos seus amigos, não reparando, no sorriso, que Seiya tinha na cara, pois sabia, que se ele a conquistasse, seria o primeiro dela, e chegaria onde Gonçalo nunca antes tinha chegado.
- Bunny não te preocupes não és a única que nunca o fez aliás há quem nunca tenha sequer beijado uma rapariga – diz Yaten olhando novamente para Seiya, que com este afirmação passara de contente a corado.
-Seiya tu nunca beijas te ninguém? Tu és uma estrela tens uma data de fãs atrás de ti e nunca as beijas-te nem mesmo no teu planeta? – perguntaram todos em coro excepto Bunny, que sentia um carinho especial por Seiya ao saber daquela grande revelação.
- Não sabem o Seiya quer manter-se puro para uma certa rapariga, que nós cá sabemos – diz Joana, troçando ainda mais, e fazendo Seiya corar ainda mais, e baixar a cabeça, sem querer ver qual a reacção que Bunny teve, em saber daquela verdade.
Aos poucos fez-se luz na cabeça de Bunny, e percebeu algo que a andava a ocupar os pensamentos já algum tempo.
-O quê?? Vocês também sabem de quem o Seiya gosta? – perguntou Bunny, um pouco chateada, por todos saberem, da verdade menos ela.
-Claro e tão óbvio, Bunny. – responde Maria, gesticulando para que o seu argumento, fizesse a Bunny perceber a verdade.
-Não acredito Seiya sou a tua melhor amiga e não me contas nada, também não te conto de quem gosto. – disse Bunny, deitando a língua de fora, em sinal de provocação, algo que não surtira o efeito desejado por esta.
-Bunny tens um namorado novo? – pergunta Maria, querendo arrancar todos os pormenores, do suposto, novo rapaz de Bunny.
-Não, só gosto de alguém. – disse Bunny, para infelicidade de Maria, Joana e Rita, que estavam desejosas de saber quem seria, o novo pretendente de Bunny, seria ele mais velho, bonito como o Gonçalo, ou seria da mesma idade e inteligente?
Essas eram as perguntas que pairavam nas cabeças das três navegantes.
-Vais contar-nos certo? – perguntam todas em coro, com um entusiasmo, que era convidativo, elas sabiam que Bunny não conseguiria ficar calada durante muito tempo.
-Vocês saberão quando chegar a altura certa. – disse Bunny, quase desesperada, por contar às amigas, quem era o rapaz eleito por ela, mas não podia, pois ele estava presente, naquele local, e sabia, que mesmo que lá não estivesse, não lhes poderia contar, pois elas não guardariam segredo, muito menos Joana, que se iria desbocar com Yaten, não poderia correr esse risco, teria que fazer as coisas à sua maneira.
-Muito espertinha – respondeu Rita, pondo os olhos em bico, e pensando numa maneira de arrancar aquela nova informação a Bunny.
-Mas vocês estão para ai a falar da minha vida amorosa como se não tivesse cá – disse Seiya já farto daquela conversa, sabendo que o tinham ignorado nos últimos cinco minutos, em que se desenrolara aquela conversa, fazendo com que num acto de desespero fecha-se o punho e batesse com ele em cima da mesa, assustando toda a gente, presente naquela reunião, até mesmo Darcy, que se encontrava à porta da sala do templo onde todos se reuniam. Nunca tinham visto Seiya assim tão chateado, de maneira que se calaram à espera que este dissesse mais alguma coisa – Pudinzinho, tu saberás quem é essa rapariga na altura certa. – disse Seiya, já um pouco mais calmo.
-Tu também saberás quem e o tal rapaz na altura certa e acho muito romântico esperares pela rapariga certa, mesmo que seja para dar o primeiro beijo. – disse Bunny, sentado-se a seu lado, para o confortar, dando de seguida um abraço.
-Ela e a única rapariga que amei em toda a minha vida. – disse Seiya, depois de ter abraçado Bunny, agarrando-lhe nas mãos, e olhando-a nos olhos, esperando, encontrar o mesmo conforto de sempre, quando olhava para Bunny.
Naquele momento aquela simples troca de olhares, fê-lo rejuvenescer a sua alma, ao olhá-la sentiu uma grande paz, que não conseguia explicar, mas sabia, que quando tivesse em apuros, bastar-lhe-ia ver aqueles olhos, para se perder, na imensidão da pessoa que era o seu mundo, o deu conforto, o seu lar. Normalmente estes pensamentos não iam muito longe, pois eram sempre interrompidos, e nesse dia não seria excepção.
-E lá vem ele, eu também só tenho olhos para a Joana, mas já beijei outras raparigas – diz Yaten, fazendo uma pequena festa na cara de Joana, descendo pelo pescoço, até aos ombros, e começando a beijar-lhe a face, o pescoço e parando aí, para completar a sua afirmação, pois sabia como Joana era ciumenta, e um mal entendido, poderia trazer-lhe problemas – Mas tu sabes que só tenho olhos para ti, minha querida Joana. – soltando um risinho nervoso.
- Eu também já beijei outras raparigas e só tenho olhos para a Amy – diz Taiki, este sendo mais tímido e não gostando de demonstrações de afecto em público apenas troca com Amy, um olhar cúmplice.
A reunião termina e Seiya como sempre leva Bunny a casa, com a diferença que Darcy os segue, e vão o caminho todo em silêncio, não sabiam que haveriam de dizer, parecia que tudo que havia para dizer se tinha evaporado, o tinha ficado por dizer, quando ouvem um grito e vão ver o que era.
O grito parecia vindo de dois quarteirões de distância, então Seiya e Bunny, contornaram a esquina e correram o mais rápido que podiam, na esperança que não fosse um demónio, mas mal chegaram ao local, desmoralizaram ao perceberem que aquele dia cansativo ainda não tinha terminado.
Seiya e Bunny transformam-se, toda esta cena presenciada por Darcy, que finalmente percebe, o porque de sentir uma energia tão forte vinda de Bunny.
O demónio assemelhava-se a uma flor, bonita e delicada, mas quando alguém se aproximava, ao contrário das flores normais, esta deitava um odor pestilento, fazendo com que Sailor Star Figther e Sailor Moon, não se conseguissem aproximar, muito mais do que três metros de distância do demónio, este odor deitado pelo demónio tinha a particularidade de deixar o inimigo cada vez mais cansado ao ponto de não ter forças, para lutar, Sailor Moon e Sailor Star Figther tentaram voltar a aproximar-se sem sucesso pois a planta deitava aquele odor destrutivo e desta vez atacou-os com uma das suas raízes, só atingido Sailor Star Figter, e ficando este preso, pelas pernas, virado de cabeça para baixo, à raiz da planta.
Sailor Moon tenta a todo o custo desembaraçar Figther da quela raiz, sem sucesso, porque em seguida é Sailor Moon que é atingida também por uma raiz, presa nos braços, e guinchando por ajuda.
Sailor Moon e Figther caiem, pois as raízes onde estavam presos, foi cortada, graças à Sailor Urano.
Depressa se recompõem e Sailor Moon devolve o demónio à sua fase humana, rapidamente averiguam se a pessoa está bem e fogem para um sitio mais resguardado, onde ninguém os possa ouvir ou ver.
-Para a próxima tenham mais cuidado – diz Sailor Urano – podemos não estar por perto e levarem-te, princesa da lua. Nunca te esqueças que Galáxia jurou-te vingança e que te iria matar. – disse, fazendo todos estremecer com a palavra matar.
Figther, não permitiria que isso acontecesse, à princesa da Lua, já enfrentara muitas lutas, mas nunca nenhuma que se assemelha-se a esta, proteger a princesa não só para a manter a salvo, mas também protege-la para poder governar o Cristal de Tóquio, juntamente com um desconhecido, algo que lhe metia raiva e esperança ao mesmo tempo, por um lado salvaria quem amava, mas por outro se não fosse ele, que governaria a seu lado, não queria que o futuro príncipe tratasse mal a sua princesa do coração.
-Figther, tens que proteger a nossa princesa agora mais do que nunca e provares que a am… - diz Sailor Neptuno que é interrompido por um beliscão de Sailor Úrano, acordando Figther dos seus pensamentos, e Sailor Neptuno para não falar demais, do que devia.
-Não fales demais, senão a nossa princesa ainda fica a saber. –diz Sailor Urano, num tom baixo, na esperança que Sailor Moon não a ouvisse, algo que não aconteceu.
-A saber o que? – pergunta Sailor moon, ainda preocupada com Figther, via se ele não tinha nenhum ferimento grave.
-Nada - responde Sailor Neptuno
- Nada não. Vocês sabem qualquer coisa e não me querem contar…o que vocês também sabem de quem é que ele gosta? Tu Haruka que nunca o suportas te? – pergunta Sailor moon indignada, de boca aberta com aquela revelação.
Até Sailor Urano sabia a verdade, ela que nunca se dera bem com Figther, que sempre lhe dissera para não se aproximar dele, ou dar-lhe qualquer tipo de confiança, teria a batalha que enfrentaram juntos oitos meses antes feito confiar tanto em Figther, algo se passava, rla queria saber o que era, mas sabia que ninguém lhe diria, então teria que descobrir toda a verdade sozinha.
-Sim princesa, agora suporto para o bem deste planeta. – responde Sailor Urano, interrompendo o pequeno filme, que se desenrolava na cabeça de Sailor Moon, parecia que tudo se tinha passado debaixo do nariz dela, sem ela se aperceber.
-Mas qual bem? – pergunta Sailor Moon, sem perceber o queriam dizer com aquilo.
Para o bem dela? Que diferença faria, seria que Setsuna as tinha visitado e avisado, do futuro, não podia ser elas ter-lhe-iam contado, teria que esperar para ver, não muito satisfeita, com esta conclusão.
-Tu descobriras. – disse Sailor Neptuno, piscando o olho, em sinal de incentivo.
A conversa termina por ali, com Sailor Moon chateada.
Sailor Neptuno e Urano, despedem-se de Sailor moon, advertindo Figther, novamente, para tomar conta de Sailor moon
Bunny vai para casa chateada e com Seiya a tentar acompanha-la, e a ver se consegue pô-la mais bem disposta.
-Estás chateada pudinzinho? – pergunta Seiya, vendo que nada surtia efeito para a acalmar, mais valia ir ao cerne da questão.
-Todos sei menos eu porquê? – pergunta Bunny, com lágrimas a romperem-lhe dos olhos, sabendo que aquele acto, iria por Seiya mais preocupado, e para a satisfazer talvez contasse a verdade.
E naquele momento Seiya decide que contaria a verdade toda a Bunny no dia seguinte, não naquele agora, porque saberia que a reacção de Bunny podia não ser a desejada, podendo acabar com qualquer esperança, então do dia seguinte não passaria, seria um dia decisivo, talvez o mais feliz da sua vida,, ou o mais triste de sempre, mas arriscaria, valia a pena.
-Tu saberás só tens que esperar. – disse Seiya, esperando que por aquele dia a resposta chegasse.
-Esperar é o que já estou farta de o fazer. – disse Bunny, batendo com o pé no chãoà espera de satisfação que sabia que não iria conseguir obter, desistindo de saber a verdade naquele dia - Bem ate amanhã.
-Ate amanhã – disse Seiya despedindo-se de Bunny, dando-lhe um beijo na testa, um acto que fez Bunny sentir-se mais calma, e sem saber por que refilara tanto, afinal ela iria saber, um dia, quando Seiya, como já dissera, ela saberia, só não percebia para quê tanto suspanse, mas agora apenas se concentrava, naquele gesto de carinho que Seiya lhe proporcionara, em segundos.
Sentindo-se na obrigação de retribuir, Bunny, deu um beijo ao de leve na cara de Seiya, para a seguir virar costas rapidamente, para Seiya não ver a sua cara, de tão corada que estava.
Seiya com aqueles dois beijos, tinha cada vez mais a certeza da sua decisão, deixando-se mergulhar naquele turbilhão de sentimentos, em cada um dos beijos, sentia, amizade, carinho, afecto, compaixão, desejo, paz e amor, algo que queria, fervorosamente agarrar.
Mal Bunny entra em casa, com um grande sorriso, encontra Chibiusa à porta, a pedir-lhe comida.
-Tal mãe, tal filha – diz Luna.
-Mamã como correu o teu dia? – perguntou Chibiusa, pedindo de seguida colo a Bunny.
-Bem e o teu? – respondeu Bunny, pegando Chibiusa ao colo, e levando para o seu quarto, onde tinha snacks, escondidos, debaixo da cama, para dar Chibiusa.
-Também hoje joguei as cartas e…. – disse Chibiusa, já no quarto de Bunny, a comer o snack, que Bunny lhe dera, e com Luna admirada a vê-la comer, pois Chibiusa, ainda era mais glutona que Bunny, no que tocava a comer.
Chibiusa contou como fora o seu dia, com Luna, todas as peripécias que fizera, fazendo Bunny rir tanto, até lhe doer a barriga.
Aquele dia finalmente tinha acabado.
À noite, Bunny pensava o que teria a nova musica dos Três Luzes, composta por Seiya, para este querer, que ela ouvisse, nunca fizera quilo antes, pressentia que algo lhe seria revelado, não sabia o quê, mas mal podia esperar para saber, e com isto Bunny adormece, em menos de nada.
Peço desculpa pela demora deste capitulo, mas tive alguns problemas com o meu computador, e também tive fora durante uns dias.
Em relação aos outros capitulos só os vou poder postar muito raramente, o meu tempo vai ser escaço este ano, pois secundario já é algo serio.
Bem sem mais demoras aqui fica o capitulo 10!
Capítulo 10
Bunny, acordara mais tarde do que o normal, não pusera despertador com a agitação dos seus pensamentos, na noite anterior, e tinha faltado à sua primeira aula da manhã.
Para além de ter ouvido um grande sermão da sua mãe, antes de sair de casa, também ouvira um sermão do seu professor, da sua segunda hora da manhã, a pedido da professora, da primeira hora, fazendo com que o seu dia começasse catastroficamente, na opinião de Bunny.
Mas depressa esquecera os sermões, pois Seiya fez questão da animar, durante o resto das aulas da manhã, contando-lhe anedotas, piadas e situações cómicas que lhe tinham acontecido.
Darcy como sempre, ouvia aquilo, mas naquele dia tentava manter a calma, pois tinha um plano, para acabar com aquela cumplicidade.
Depressa acabaram as aulas da manhã, e foram todos almoçar, como sempre Seiya e Bunny procuraram um sitio escondido e acolhedor, para almoçarem em descanso, sem perturbações, principalmente vindas de Darcy, coisa que eles sabiam, era que Darcy ultimamente os seguia para todo o lado, quer fosse na escola, ou na rua, não lhes dava descanso, pelo menos, enquanto estavam juntos, porque durante e noite, Darcy, ia a casa de Seiya observa-lo, já que nessas alturas ele não daria conta, pois dormia profundamente, e quando o Sol rompia, volta para a sua casa, para se preparar, para mais um dia de aulas.
Seiya e Bunny, procuraram um local, longe do campo de jogos, já que mesmo na sombra, a Darcy sabia onde estavam, e levar com boladas, vindas dos jogos que se realizavam nesse mesmo local, não fazia parte dos planos de almoço perfeito para o casal.
Foi Seiya que avistou uma árvore a cerca de dez metros de distância do pavilhão onde tiveram aulas, eram isolado, e só iria para ali pessoas que quisessem privacidade algo que na escola deles ninguém gostava.
A arvore encontrava-se no meio de um pequeno jardim, com pequenas flores vulgares, cheio de sombras alguns arbustos e a bastantes árvores, mas mais pequenas que aquele que fora avistada por Seiya, essa árvore tinha aspecto de ter sido plantada à quase um século, tinha o tronco largo e com bastantes ramificações, dava uma sombra bastante agradável.
Seiya puxara Bunny, pelo seu braço esquerdo para a levar para aquele sitio tão agradável, indo esta ultima quase arrastada até ao local, onde iriam almoçar.
Bunny e Seiya sentam-se debaixo da árvore, tirando de seguida os seus almoços.
Como sempre Bunny comia rapidamente o seu almoço, sem parar para conversar, ou beber um pouco de agua, enquanto isso Seiya aproveitava para lhe contar os novos projectos dos Três Luzes, e verificar se o convite que ele fizera a Bunny ainda se mantinha de pé, Bunny acenara com a cabeça que sim, e nesse momento Seiya viu a sua oportunidade, de finalmente se declarar, bastante promissora, podia ser que naquele dia encontraria finalmente felicidade junto de quem amava, e conquistasse aquilo que tanto queria, a muito tempo, desde que chegara a Terra, teve esperança, algo que ultimamente tinha sempre, os seus dias eram recheados de momentos mágicos ao lado de Bunny.
Nessa tarde poderia ficar mais feliz do que já era, se não houvesse interrupções, como maior parte das vezes havia, Darcy aparecia sempre nos piores momentos, e isso deixava-o furioso, e depressa os seus pensamentos esperançosos se transformaram em raiva, coisa que não era habitual, numa pessoa tão pacata como ele.
Bunny, que reparara que Seiya ficara com uma tonalidade um pouco mais vermelha que o habitual, decidiu pergunta-lhe que se passava, ao que Seiya lhe responde que eram coisas sem importância, comparadas com o que se iria passar naquela tarde, naquele momento Bunny ficou confusão com a sua resposta, e pôs-se a pensar que queria aquilo dizer.
Seiya que notou a distracção de Bunny, aproximou-se dela, fazendo Bunny voltar à realidade.
As suas caras estavam cada vez mais próximas, aquele momento pqrecia ter sido congelado apenas estavam eles os dois naquele local, sem repararem que Darcy se aproximava lentamente, com intenção dos interromper.
Mas Seiya aproximava cada vez mais os seus lábios dos de Bunny, todo o seu amor ser transmitido a Bunny, através de um simples gesto de afecto, seria aquilo a que as pessoas chamavam a almas gémeas, algo que ia para alem do amor físico, que se complementaria também em alma, dor, paixão, preocupação, e que se sabia muito antes o que a pesso amada queria, mesmo antes de ela pensar sequer, aquilo era algo magico, não era só uma questão de olhar para Bunny, ou de sentir os seus lábios suaves juntos dos dele, era também uma questão, de demonstrar o seu amor de uma vez por todos, sem medos ou arrependimentos, sim aquele seria o momento perfeito.
Bunny sentia também tudo um turbilhão de sentimentos, a cada milímetro que se aproximava de Seiya, apesar de estar um pouco duvidoso, em relação à sua proximidade, mas queria saber o porque da queles sentimentos todos, ao final de tanto tempo assim ainda não sabia ainda o que eram todos aqueles novos sentimentos, cheios de vida a quererem despertar, estaria a mudar a sua maneira de amar, ou seria que amava uma maneira diferente Seiya, pis sentia isto tudo junto dele.
Darcy para impedir que acontecesse aquele beijo, corre o mais depressa que pode e mete-se no meio dos dois, com a cara virada para Seiya, acabando por o beijar.
Seiya facilmente percebe, que não esta a beikar Bunny e afasta Darcy num só empurrão, deitando-a ao chão, e fazendo Bunny opor a as mãos a frente da boca de preocupação, vendo se Darcy está bem.
Mas esta levanta-se e quase lhe cospe para a cara, olhando-a com desdém, e para Seiya com um sentimento de tristeza e de raiva.
Seiya diz a Bunny que não queria que aquilo acontecesse, facilmente Buny disse que não importava, pois percebeu que Darcy se metera.
Ambos regressaram, para as aulas, as aulas da tarde passaram a correr, com Darcy, a mandar papelinhos, contra a Bunny, e fazendo Seiya passar-se e dar-lhe um raspanete.
Seiya puxou Bunny para o seu aparmento ansioso, por lhe contar algo por que já ansiava a muito, esta seria a sua oportunidade.
Bunny e Seiya encontravam se no apartamento doa Três Luzes, com Seiya a mostrar à sua amada a sua nova musica.
-Esta musica e inspirada em ti pudinzinho – disse com um sorriso envergonhado a Bunny, na esperança que esta ficasse a perceber logo o que ele queria dizer com aquela musica, já que ela as vezes não percebia muito bem inglês.
-A serio?! Ate me fazes corar. – disse Bunny soltando um dos seus melhores sorrisos, para encorajar Seiya a mostrar-lhe a nova musica o mais depressa possível, estava em pulgas para que tal acontecesse.
-Tu mereces. Agora ouve - e Seiya começa a cantar, uma melodia, muito calma, parecendo uma musica de embalar, com a guitarra a penas, como fundo sonoro - .. My heart belongs to you…
De repente Bunny interrompe Seiya, percebendo a tradução daquela frase, da musica, mais bonita que alguma vez ovira, já sentira muita coisa ao ouvir a musica dos Três Luzes, mas desta vez sentia um chamamento mais forte.
- “O meu coração pertence te”?
-Sim.
E Seiya fecha o punho e bate três vezes no seu coração e aponta com o dedo indicador para Bunny e ambos se começam a rir com aquele gesto.
Seiya pousa a guitarra, e senta-se ao lado de Bunny, agarrando na sua mão, para começar a confessar os seu sentimentos.
-Pudinzinho tenho que te dizer uma coisa que há muito tempo te ando para…
Seiya é interrompido por um grito vindo do parque perto de sua casa, e larga instantaneamente a mão de Bunny, ambos correm para fora do apartamento em direcção ao sitio de onde vinha o grito.
Quando Sailor moon e Figther chegaram ao parque já se encontravam lá todas as navegante e duas das starlights.
-Que se passa? – pergunta Fighter
-A Galaxia atacou de novo e é ela em pessoa, não mandou ninguém fazer o trabalhos sujo – disse Maker
-Ao ataque – disse Sailor Neptuno
Todos lutavam contra um demónio que se parecia com um polvo gigante, na tentativa de não deixar Sailor moon desprotegida, mas era tarde demais, estavam todos nos tentáculos do demónio, pois o polvo, agarrara, todas as sailors e prenderas nos seus tentáculos, com a sua tinta que era muito pegajosa.
Galaxia preparava se para atacar Sailor moon mas Figther pôs-se a frente, e Galaxia não teve coragem de atacar o homem que amava, pois mesmo ele sendo seu inimigo pretendia transforma-lo em seu servo, para poder ama-la e governar todo o Universo com ela, como adorava aquele olhar de coragem e determinação, so era pena que não fosse para a proteger, pensava ela.
Então decide pô-lo sobre as suas ordens com as suas pulseiras.
E consegue, pensa ela, mal sabe que Figther so finge estar sobre o seu poder, como fizeram Sailor Urano e Sailor Neptuno na batalha anterior contra Galáxia, para proteger Sailor moon. Galaxia ordena a Figther que aniquile todas as navegantes.
-Não faças isso Fighter – diz Sailor moon
Figter olha para ela e quase cede mas depois lembra se de algo que provaria a Sailor moon que ele estava do seu lado, então faz o gesto de bater no coração três vezes e aponta para Sailor moon.
-Figther …- diz sailor moon com um ar carinhoso para Fighter.
Nesse momento ela tem a certeza que ele não magoaria ninguém.
Galaxia vem em direcção a Sailor moon para a atacar não reparando que Figther liberta todas as navegates e as starlights dando tempo a Sailor Urano para impedir a investida de Galaxia sobre Sailor moon e a Figther de atacar Galaxia deixando ferida e fazendo ir se embora
-Eu voltarei e da próxima vez não terás tanta sorte! Muahhhh! - diz Galaxia, furiosa tirando as suas pulseiras a Figther.
Depois de uma tarde atribulada Bunny regressa a casa, esquecendo que Seiya lhe estava prestes a contar algo, antes de lutarem contra Galaxia.
Bunny nos dias seguintes, todos decidiram vigiar Bunny, pois aquela tarde tinha mostrado que Galaxia estaria disposta a tudo para se vingar e não poderiam permitir que acontecesse algo de mal a Bunny, e foram-se revesendo nestas vigílias, para bem da princesa da Lua.
Mas Bunny facilmente se fartou de não poder andar sozinha, na rua sem preocupações e sem ter que dar satisfações a ninguém, ao ficar farta desta situação Bunny, finge que vai para casa, e foge pela janela do quarto, apesar de ficar com alguns arranhões, não chora, levanta-se e vai dar uma volta pela cidade, não percebendo que está a ser seguida por uma sombra obscura, até que se vira, e vê algo medonho à sua frente
Em relação aos outros capitulos só os vou poder postar muito raramente, o meu tempo vai ser escaço este ano, pois secundario já é algo serio.
Bem sem mais demoras aqui fica o capitulo 10!

Capítulo 10
Bunny, acordara mais tarde do que o normal, não pusera despertador com a agitação dos seus pensamentos, na noite anterior, e tinha faltado à sua primeira aula da manhã.
Para além de ter ouvido um grande sermão da sua mãe, antes de sair de casa, também ouvira um sermão do seu professor, da sua segunda hora da manhã, a pedido da professora, da primeira hora, fazendo com que o seu dia começasse catastroficamente, na opinião de Bunny.
Mas depressa esquecera os sermões, pois Seiya fez questão da animar, durante o resto das aulas da manhã, contando-lhe anedotas, piadas e situações cómicas que lhe tinham acontecido.
Darcy como sempre, ouvia aquilo, mas naquele dia tentava manter a calma, pois tinha um plano, para acabar com aquela cumplicidade.
Depressa acabaram as aulas da manhã, e foram todos almoçar, como sempre Seiya e Bunny procuraram um sitio escondido e acolhedor, para almoçarem em descanso, sem perturbações, principalmente vindas de Darcy, coisa que eles sabiam, era que Darcy ultimamente os seguia para todo o lado, quer fosse na escola, ou na rua, não lhes dava descanso, pelo menos, enquanto estavam juntos, porque durante e noite, Darcy, ia a casa de Seiya observa-lo, já que nessas alturas ele não daria conta, pois dormia profundamente, e quando o Sol rompia, volta para a sua casa, para se preparar, para mais um dia de aulas.
Seiya e Bunny, procuraram um local, longe do campo de jogos, já que mesmo na sombra, a Darcy sabia onde estavam, e levar com boladas, vindas dos jogos que se realizavam nesse mesmo local, não fazia parte dos planos de almoço perfeito para o casal.
Foi Seiya que avistou uma árvore a cerca de dez metros de distância do pavilhão onde tiveram aulas, eram isolado, e só iria para ali pessoas que quisessem privacidade algo que na escola deles ninguém gostava.
A arvore encontrava-se no meio de um pequeno jardim, com pequenas flores vulgares, cheio de sombras alguns arbustos e a bastantes árvores, mas mais pequenas que aquele que fora avistada por Seiya, essa árvore tinha aspecto de ter sido plantada à quase um século, tinha o tronco largo e com bastantes ramificações, dava uma sombra bastante agradável.
Seiya puxara Bunny, pelo seu braço esquerdo para a levar para aquele sitio tão agradável, indo esta ultima quase arrastada até ao local, onde iriam almoçar.
Bunny e Seiya sentam-se debaixo da árvore, tirando de seguida os seus almoços.
Como sempre Bunny comia rapidamente o seu almoço, sem parar para conversar, ou beber um pouco de agua, enquanto isso Seiya aproveitava para lhe contar os novos projectos dos Três Luzes, e verificar se o convite que ele fizera a Bunny ainda se mantinha de pé, Bunny acenara com a cabeça que sim, e nesse momento Seiya viu a sua oportunidade, de finalmente se declarar, bastante promissora, podia ser que naquele dia encontraria finalmente felicidade junto de quem amava, e conquistasse aquilo que tanto queria, a muito tempo, desde que chegara a Terra, teve esperança, algo que ultimamente tinha sempre, os seus dias eram recheados de momentos mágicos ao lado de Bunny.
Nessa tarde poderia ficar mais feliz do que já era, se não houvesse interrupções, como maior parte das vezes havia, Darcy aparecia sempre nos piores momentos, e isso deixava-o furioso, e depressa os seus pensamentos esperançosos se transformaram em raiva, coisa que não era habitual, numa pessoa tão pacata como ele.
Bunny, que reparara que Seiya ficara com uma tonalidade um pouco mais vermelha que o habitual, decidiu pergunta-lhe que se passava, ao que Seiya lhe responde que eram coisas sem importância, comparadas com o que se iria passar naquela tarde, naquele momento Bunny ficou confusão com a sua resposta, e pôs-se a pensar que queria aquilo dizer.
Seiya que notou a distracção de Bunny, aproximou-se dela, fazendo Bunny voltar à realidade.
As suas caras estavam cada vez mais próximas, aquele momento pqrecia ter sido congelado apenas estavam eles os dois naquele local, sem repararem que Darcy se aproximava lentamente, com intenção dos interromper.
Mas Seiya aproximava cada vez mais os seus lábios dos de Bunny, todo o seu amor ser transmitido a Bunny, através de um simples gesto de afecto, seria aquilo a que as pessoas chamavam a almas gémeas, algo que ia para alem do amor físico, que se complementaria também em alma, dor, paixão, preocupação, e que se sabia muito antes o que a pesso amada queria, mesmo antes de ela pensar sequer, aquilo era algo magico, não era só uma questão de olhar para Bunny, ou de sentir os seus lábios suaves juntos dos dele, era também uma questão, de demonstrar o seu amor de uma vez por todos, sem medos ou arrependimentos, sim aquele seria o momento perfeito.
Bunny sentia também tudo um turbilhão de sentimentos, a cada milímetro que se aproximava de Seiya, apesar de estar um pouco duvidoso, em relação à sua proximidade, mas queria saber o porque da queles sentimentos todos, ao final de tanto tempo assim ainda não sabia ainda o que eram todos aqueles novos sentimentos, cheios de vida a quererem despertar, estaria a mudar a sua maneira de amar, ou seria que amava uma maneira diferente Seiya, pis sentia isto tudo junto dele.
Darcy para impedir que acontecesse aquele beijo, corre o mais depressa que pode e mete-se no meio dos dois, com a cara virada para Seiya, acabando por o beijar.
Seiya facilmente percebe, que não esta a beikar Bunny e afasta Darcy num só empurrão, deitando-a ao chão, e fazendo Bunny opor a as mãos a frente da boca de preocupação, vendo se Darcy está bem.
Mas esta levanta-se e quase lhe cospe para a cara, olhando-a com desdém, e para Seiya com um sentimento de tristeza e de raiva.
Seiya diz a Bunny que não queria que aquilo acontecesse, facilmente Buny disse que não importava, pois percebeu que Darcy se metera.
Ambos regressaram, para as aulas, as aulas da tarde passaram a correr, com Darcy, a mandar papelinhos, contra a Bunny, e fazendo Seiya passar-se e dar-lhe um raspanete.
Seiya puxou Bunny para o seu aparmento ansioso, por lhe contar algo por que já ansiava a muito, esta seria a sua oportunidade.
Bunny e Seiya encontravam se no apartamento doa Três Luzes, com Seiya a mostrar à sua amada a sua nova musica.
-Esta musica e inspirada em ti pudinzinho – disse com um sorriso envergonhado a Bunny, na esperança que esta ficasse a perceber logo o que ele queria dizer com aquela musica, já que ela as vezes não percebia muito bem inglês.
-A serio?! Ate me fazes corar. – disse Bunny soltando um dos seus melhores sorrisos, para encorajar Seiya a mostrar-lhe a nova musica o mais depressa possível, estava em pulgas para que tal acontecesse.
-Tu mereces. Agora ouve - e Seiya começa a cantar, uma melodia, muito calma, parecendo uma musica de embalar, com a guitarra a penas, como fundo sonoro - .. My heart belongs to you…
De repente Bunny interrompe Seiya, percebendo a tradução daquela frase, da musica, mais bonita que alguma vez ovira, já sentira muita coisa ao ouvir a musica dos Três Luzes, mas desta vez sentia um chamamento mais forte.
- “O meu coração pertence te”?
-Sim.
E Seiya fecha o punho e bate três vezes no seu coração e aponta com o dedo indicador para Bunny e ambos se começam a rir com aquele gesto.
Seiya pousa a guitarra, e senta-se ao lado de Bunny, agarrando na sua mão, para começar a confessar os seu sentimentos.
-Pudinzinho tenho que te dizer uma coisa que há muito tempo te ando para…
Seiya é interrompido por um grito vindo do parque perto de sua casa, e larga instantaneamente a mão de Bunny, ambos correm para fora do apartamento em direcção ao sitio de onde vinha o grito.
Quando Sailor moon e Figther chegaram ao parque já se encontravam lá todas as navegante e duas das starlights.
-Que se passa? – pergunta Fighter
-A Galaxia atacou de novo e é ela em pessoa, não mandou ninguém fazer o trabalhos sujo – disse Maker
-Ao ataque – disse Sailor Neptuno
Todos lutavam contra um demónio que se parecia com um polvo gigante, na tentativa de não deixar Sailor moon desprotegida, mas era tarde demais, estavam todos nos tentáculos do demónio, pois o polvo, agarrara, todas as sailors e prenderas nos seus tentáculos, com a sua tinta que era muito pegajosa.
Galaxia preparava se para atacar Sailor moon mas Figther pôs-se a frente, e Galaxia não teve coragem de atacar o homem que amava, pois mesmo ele sendo seu inimigo pretendia transforma-lo em seu servo, para poder ama-la e governar todo o Universo com ela, como adorava aquele olhar de coragem e determinação, so era pena que não fosse para a proteger, pensava ela.
Então decide pô-lo sobre as suas ordens com as suas pulseiras.
E consegue, pensa ela, mal sabe que Figther so finge estar sobre o seu poder, como fizeram Sailor Urano e Sailor Neptuno na batalha anterior contra Galáxia, para proteger Sailor moon. Galaxia ordena a Figther que aniquile todas as navegantes.
-Não faças isso Fighter – diz Sailor moon
Figter olha para ela e quase cede mas depois lembra se de algo que provaria a Sailor moon que ele estava do seu lado, então faz o gesto de bater no coração três vezes e aponta para Sailor moon.
-Figther …- diz sailor moon com um ar carinhoso para Fighter.
Nesse momento ela tem a certeza que ele não magoaria ninguém.
Galaxia vem em direcção a Sailor moon para a atacar não reparando que Figther liberta todas as navegates e as starlights dando tempo a Sailor Urano para impedir a investida de Galaxia sobre Sailor moon e a Figther de atacar Galaxia deixando ferida e fazendo ir se embora
-Eu voltarei e da próxima vez não terás tanta sorte! Muahhhh! - diz Galaxia, furiosa tirando as suas pulseiras a Figther.
Depois de uma tarde atribulada Bunny regressa a casa, esquecendo que Seiya lhe estava prestes a contar algo, antes de lutarem contra Galaxia.
Bunny nos dias seguintes, todos decidiram vigiar Bunny, pois aquela tarde tinha mostrado que Galaxia estaria disposta a tudo para se vingar e não poderiam permitir que acontecesse algo de mal a Bunny, e foram-se revesendo nestas vigílias, para bem da princesa da Lua.
Mas Bunny facilmente se fartou de não poder andar sozinha, na rua sem preocupações e sem ter que dar satisfações a ninguém, ao ficar farta desta situação Bunny, finge que vai para casa, e foge pela janela do quarto, apesar de ficar com alguns arranhões, não chora, levanta-se e vai dar uma volta pela cidade, não percebendo que está a ser seguida por uma sombra obscura, até que se vira, e vê algo medonho à sua frente
Tens de entrar para responderes neste tópico.

Eu fico à espera do próximo capítulo, e como já disse, se alguma vez precisares de alguma ideia ou algo de género, é só mandes MP. 
!
Espero pelo próximo capítulo!
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