Moons of Planets
aqui está o capitulo que prometi 
espero que gostem XD
5º Capitulo – “Sonhos e algumas memórias”
1ª Parte
- Não tens ninguém aqui!! AHAH! Morrerás hoje!
- Não, eu não quero morrer.
Muitos monstros começavam a aparecer e a atacar Chibimmon, ela olha à sua volta e não vê nada. Não vê vida, não vê casas, mas acima de tudo não vê as suas amigas.
- Morre!! – gritaram todos os monstros, atacando-a.
- AHHH! – gritou Chibiusa, após acordar do seu pesadelo.
- O que se passa Chibiusa?
- Nada Hotaru... tive um pesadelo...
- Foi muito mau?
- Sim... estava só... a lutar... ninguém estava lá... tenho medo... de falhar – começou a chorar – tenhi medo de morrer.
- Chibiusa, o que se passa contigo? Tu não eras assim, eras muito mais forte, eras até mais forte que a tua mãe, não tinhas medo de nada. Onde está essa tua força?
- È por isso mesmo, não a tenho aqui. A minha mãe não está aqui para ma dar, sem ela não tenho força suficiente para lutar.
- Eu dou-te essa força.
- Não é a mesma coisa – a Hotaru levantou-se da sua cama e abraçou a sua amiga, os seu corações uniram-se, Hotaru começou a sentir a dor e a tristeza de Chibiusa.
- Não é só a tu mãe que te preocupa, pois não?
- Não... acontece que não me consigo lembrar do Hélios.
- O Hélios é um pegasus que protege os sonhos. Agora deita-te, dorme. Algum dia sonharás com ele.
Chibiusa assim fez. Deitou-se e adormeceu. Entrara num lugar escuro, sem vida, sem ninguém. Mais uma vez estava sozinha.
- Estou sozinha... – sossurrou – outra vez.
- Não estás nada Princesa. Eu estarei sempre aqui, para ti.
- Hélios?!
- Sim, sou eu Princesa.
De repente começou a aparecer u lindo jardim, com um coreto com rosas de cor rosa e roxas à sua volta.
- Que lindo!
- Gostas? Sabia que precisava de um ambiente calmo e lindo.
- Obrigada! – acabou por dizer, dirigindo-se para o coreto – são lindas! – exclamou quando se aproximou das rosas.
- Eu dava-te sempre rosas destas. Eram as tua favoritas.
- Como assim?
- Não te lembras de mim pois não?
- Lamento... – sentou-se dentro do coreto, num dos bancos que esta continha, e começou a chorar.
- Não chores Princesa – seguiu-a, ajoelhou-se à sua frente e levantou a cara de Chibiusa suavemente – quero que saibas, minha linda Usagi, que te amo, estarei sempre presente, para te salvar, não aguentaria verte morrer. Esperarei por ti, esperarei que te lembres de mim e do nosso amor.
Chibiusa acordou, já era de manhã.
- Bom dia! – gritou, sorrindente, Hotaru – estás um pouco atrasada.
- Lembrei-me de algumas batalhas que tive com a mãe, quando tinha-mos que proteger os sonhos. Foi nessa altura que conheci o Hélios, não foi?
- Foi sim, mas agora despacha-te, se não ainda chegas atrasada.
Chibiusa deu um salto da cama e vestiu o uniforme da escola, o mais depressa que pôde, correu para a cozinha onde já estavam todas a terminar o pequeno-almoço.
- Bom dia!
- Estás um pouco atrasada, não achas?
- Não sejas chata, Inês.
- Como estás hoje Usa? – inquiriu Ciara
- Melhor, obrigada Ci – sentou-se e tomou o pequeno-almoço.
- Vamos embora? – perguntou Inês depois de todas terminarem de comer.
- Vamos! Quero ver se ainda vejo a nova beldade antes de começar as aulas.
- Só tu Carlota! Não pensas na escola, nem um minuto que seja, não é?
- Não! Está-me no sangue!
- Vamos lá!
- Sim, porque se chegas de novo atrasada metem-te de castigo, não é Usa?
- É sim Mimi, mas agora vamos embora por favor! – quase que implorou. As cinco amigas saíram de casa e dirigiram-se para a escola.

espero que gostem XD
5º Capitulo – “Sonhos e algumas memórias”
1ª Parte
- Não tens ninguém aqui!! AHAH! Morrerás hoje!
- Não, eu não quero morrer.
Muitos monstros começavam a aparecer e a atacar Chibimmon, ela olha à sua volta e não vê nada. Não vê vida, não vê casas, mas acima de tudo não vê as suas amigas.
- Morre!! – gritaram todos os monstros, atacando-a.
- AHHH! – gritou Chibiusa, após acordar do seu pesadelo.
- O que se passa Chibiusa?
- Nada Hotaru... tive um pesadelo...
- Foi muito mau?
- Sim... estava só... a lutar... ninguém estava lá... tenho medo... de falhar – começou a chorar – tenhi medo de morrer.
- Chibiusa, o que se passa contigo? Tu não eras assim, eras muito mais forte, eras até mais forte que a tua mãe, não tinhas medo de nada. Onde está essa tua força?
- È por isso mesmo, não a tenho aqui. A minha mãe não está aqui para ma dar, sem ela não tenho força suficiente para lutar.
- Eu dou-te essa força.
- Não é a mesma coisa – a Hotaru levantou-se da sua cama e abraçou a sua amiga, os seu corações uniram-se, Hotaru começou a sentir a dor e a tristeza de Chibiusa.
- Não é só a tu mãe que te preocupa, pois não?
- Não... acontece que não me consigo lembrar do Hélios.
- O Hélios é um pegasus que protege os sonhos. Agora deita-te, dorme. Algum dia sonharás com ele.
Chibiusa assim fez. Deitou-se e adormeceu. Entrara num lugar escuro, sem vida, sem ninguém. Mais uma vez estava sozinha.
- Estou sozinha... – sossurrou – outra vez.
- Não estás nada Princesa. Eu estarei sempre aqui, para ti.
- Hélios?!
- Sim, sou eu Princesa.
De repente começou a aparecer u lindo jardim, com um coreto com rosas de cor rosa e roxas à sua volta.
- Que lindo!
- Gostas? Sabia que precisava de um ambiente calmo e lindo.
- Obrigada! – acabou por dizer, dirigindo-se para o coreto – são lindas! – exclamou quando se aproximou das rosas.
- Eu dava-te sempre rosas destas. Eram as tua favoritas.
- Como assim?
- Não te lembras de mim pois não?
- Lamento... – sentou-se dentro do coreto, num dos bancos que esta continha, e começou a chorar.
- Não chores Princesa – seguiu-a, ajoelhou-se à sua frente e levantou a cara de Chibiusa suavemente – quero que saibas, minha linda Usagi, que te amo, estarei sempre presente, para te salvar, não aguentaria verte morrer. Esperarei por ti, esperarei que te lembres de mim e do nosso amor.
Chibiusa acordou, já era de manhã.
- Bom dia! – gritou, sorrindente, Hotaru – estás um pouco atrasada.
- Lembrei-me de algumas batalhas que tive com a mãe, quando tinha-mos que proteger os sonhos. Foi nessa altura que conheci o Hélios, não foi?
- Foi sim, mas agora despacha-te, se não ainda chegas atrasada.
Chibiusa deu um salto da cama e vestiu o uniforme da escola, o mais depressa que pôde, correu para a cozinha onde já estavam todas a terminar o pequeno-almoço.
- Bom dia!
- Estás um pouco atrasada, não achas?
- Não sejas chata, Inês.
- Como estás hoje Usa? – inquiriu Ciara
- Melhor, obrigada Ci – sentou-se e tomou o pequeno-almoço.
- Vamos embora? – perguntou Inês depois de todas terminarem de comer.
- Vamos! Quero ver se ainda vejo a nova beldade antes de começar as aulas.
- Só tu Carlota! Não pensas na escola, nem um minuto que seja, não é?
- Não! Está-me no sangue!
- Vamos lá!
- Sim, porque se chegas de novo atrasada metem-te de castigo, não é Usa?
- É sim Mimi, mas agora vamos embora por favor! – quase que implorou. As cinco amigas saíram de casa e dirigiram-se para a escola.
2ª Parte
Mais tarde Chibiusa estava a apanhar uma seca descomunal na aula de Biologia, quando a aula é interrompida com alguém a bater à porta.
- Professoara Carolina, posso entrar? – perguntou um outro professor de Biologia do 12º ano que trazia consigo os seus alunos.
- Pode sim, meninos tomem atenção, por favor – advertiu a professora, quando os alunos começaram a fazer conversa paralelas – eu e o professor Carlos decidimos fazer uma coisa diferente para o vosso trabalho este ano. Cada um de vocês vai fazer parte com um aluno da sua turma de 12º ano, e vão ter que criar uma maquete de uma parte do corpo.
- Entrem – ordenou o professor, depois dos alunos começarem a entrar Chibiusa ficou totalmente aflita, pois à sua frente estava Hélio.
- Agora vamos tirar à sorte os vossos pares – a professora Carolina começou a escrever os nomes dos seus alunos em papeis pequeninos e o professor Carlos repetiu o acto. Depois meteram os papeis em duas caixas. – Ora bem... – tirou o primeiro papel – em primeiro lugar temos... – desdobrou o papel - a Chibiusa.
- E o teu par é... – disse o professor Carlos tirando um papel também.
- O Hélio não, o Hélio não! – murmurou para si própria
- Hélio!
- Bolas! – gritou Chibiusa
- Boa! – gritou Hélio
Começaram todos a rir e Chibiusa ficou super envergonhada,
- Ora bem – começou o professor Carlos depois de já estarem os pares formados e os trabalhos destribuidos – para este trabalho cada par tem que criar um modelo da parte do corpo que vos foi destinada, terá que pesquisar e apresentar às turmas as funções e processos associados a essa parte do corpo.
A campainha tocou – Boa sorte meninos! – encorajou a professoa Carolina.
- Bem vou precisar dela – disse Chibiusa para si mesma.
Chibiusa saiu da sala para evitar Hélio e foi ter com as suas amigas.
- Olá meninas! Vamos almoçar?
- Vamos Usa.
No final da tarde Chibiusa estava a regressar a casa sozinha, pois as suas amigas sairam mais cedo que ela, entrou no salãp de Jogos do Matoki.
- Olá Matoki!
- Olá Chibiusa! – Chibiusa conhecia Matoki desde criança, pois este era um grande amigo do seu pai – não tenho visto os teus pais. Andam muito ocupados?
- Na verdade estão de férias, foram passar umas temporadas à América, Lembras-te da Setsuna?
- Sim , tenho uma vaga ideia dela. É uma velha amiga da tua mãe não é verdade?
- Sim, estou em casa dela.
- Muito bem. – Matoki dá um batido a Chibiusa, esta pega nele e senta-se numa mesa.
- Chibiusa andas a fugir de mim? Se queres ter o trabalho printo a tempo não podes continuar a fugir assim.
- Hélio?! Humm... – disse atrapalhada – eu... eu não fugi!
- Pois claro que não. – disse Hélio, sarcasticamente – onde é que será que fui tirar essa ideias?
- Não sejas parvo. Olha tenho que ir, adeus! – levantou-se e dirigiu-se ao balcão onde pagou o batido – adeus Matoki – dirigiu-se à porta da saída – falamos amanhã, ok? – não deixou Hélio responder, pois saiu logo.
Hélio começou a rir-se amorosamente pela atitude de Chibiusa e dirigiu-se ao balcão e fez o seu pedido.
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Mais tarde Chibiusa estava a apanhar uma seca descomunal na aula de Biologia, quando a aula é interrompida com alguém a bater à porta.
- Professoara Carolina, posso entrar? – perguntou um outro professor de Biologia do 12º ano que trazia consigo os seus alunos.
- Pode sim, meninos tomem atenção, por favor – advertiu a professora, quando os alunos começaram a fazer conversa paralelas – eu e o professor Carlos decidimos fazer uma coisa diferente para o vosso trabalho este ano. Cada um de vocês vai fazer parte com um aluno da sua turma de 12º ano, e vão ter que criar uma maquete de uma parte do corpo.
- Entrem – ordenou o professor, depois dos alunos começarem a entrar Chibiusa ficou totalmente aflita, pois à sua frente estava Hélio.
- Agora vamos tirar à sorte os vossos pares – a professora Carolina começou a escrever os nomes dos seus alunos em papeis pequeninos e o professor Carlos repetiu o acto. Depois meteram os papeis em duas caixas. – Ora bem... – tirou o primeiro papel – em primeiro lugar temos... – desdobrou o papel - a Chibiusa.
- E o teu par é... – disse o professor Carlos tirando um papel também.
- O Hélio não, o Hélio não! – murmurou para si própria
- Hélio!
- Bolas! – gritou Chibiusa
- Boa! – gritou Hélio
Começaram todos a rir e Chibiusa ficou super envergonhada,
- Ora bem – começou o professor Carlos depois de já estarem os pares formados e os trabalhos destribuidos – para este trabalho cada par tem que criar um modelo da parte do corpo que vos foi destinada, terá que pesquisar e apresentar às turmas as funções e processos associados a essa parte do corpo.
A campainha tocou – Boa sorte meninos! – encorajou a professoa Carolina.
- Bem vou precisar dela – disse Chibiusa para si mesma.
Chibiusa saiu da sala para evitar Hélio e foi ter com as suas amigas.
- Olá meninas! Vamos almoçar?
- Vamos Usa.
No final da tarde Chibiusa estava a regressar a casa sozinha, pois as suas amigas sairam mais cedo que ela, entrou no salãp de Jogos do Matoki.
- Olá Matoki!
- Olá Chibiusa! – Chibiusa conhecia Matoki desde criança, pois este era um grande amigo do seu pai – não tenho visto os teus pais. Andam muito ocupados?
- Na verdade estão de férias, foram passar umas temporadas à América, Lembras-te da Setsuna?
- Sim , tenho uma vaga ideia dela. É uma velha amiga da tua mãe não é verdade?
- Sim, estou em casa dela.
- Muito bem. – Matoki dá um batido a Chibiusa, esta pega nele e senta-se numa mesa.
- Chibiusa andas a fugir de mim? Se queres ter o trabalho printo a tempo não podes continuar a fugir assim.
- Hélio?! Humm... – disse atrapalhada – eu... eu não fugi!
- Pois claro que não. – disse Hélio, sarcasticamente – onde é que será que fui tirar essa ideias?
- Não sejas parvo. Olha tenho que ir, adeus! – levantou-se e dirigiu-se ao balcão onde pagou o batido – adeus Matoki – dirigiu-se à porta da saída – falamos amanhã, ok? – não deixou Hélio responder, pois saiu logo.
Hélio começou a rir-se amorosamente pela atitude de Chibiusa e dirigiu-se ao balcão e fez o seu pedido.
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