[Terminada] Furuba (Fruits Basket)
Capítulo 4 – Revelações
Apesar de o frio já se fazer sentir, o céu estava limpo e o sol brilhava. Um dia perfeito para um passeio no parque. Hatori tinha combinado um encontro com Anna para aquela tarde. Hatori encontrou Anna debaixo de uma árvore de cerejeira que estava nua de flores, a cantar. Foi pelo som da sua voz que Hatori a encontrara. De todas as vezes que a ouvia cantar, Hatori ficava surpreendido com a sua voz celestial. Hatori e Anna conheciam há quase 7 meses e durante esses 7 meses o amor que sentia por ela foi crescendo e decidira que chegara a altura de lhe confessar os seus sentimentos. Por um lado receava ser rejeitado por ela, mas por outro já não suportava estar a seu lado e não poder abraçá-la como gostaria. Mesmo que fosse rejeitado, poderia sempre apagar a memória de Anna, como fizera anteriormente com Kana. Fora para ele um gesto muito difícil mas necessário. Hatori desejou que o destino fosse meigo com ele desta vez. Quando Anna se apercebeu que Hatori chegara, parou de cantara foi ter com ele.
Hatori: Anna! Chegaste mais cedo, ainda faltam15 minutos para a hora combinada.
Anna: Olá Hatori, boa tarde, sim é verdade mas, tu também chegaste 15 minutos antes da hora.
Hatori: Obrigada por teres aceitado o meu convite Anna. Foi muito amável da tua parte. Queria aproveitar este local para te mostrar algo.
Anna: De nada, com muito gosto. Para mim é sempre um grande prazer estar na tua companhia. Deixaste-me curiosa Hatori, o que me queres mostrar?
Hatori: É uma surpresa. Já mostro dentro de instantes. E se fôssemos para já até ao bar beber alguma coisa?
Anna: Boa ideia, vamos.
O parque situava-se no centro da cidade, no entanto as árvores em volta abafavam o som dos carros que passavam do lado de fora. Tinha uma zona de lazer para as crianças com baloiços e escorregas e ao fundo tinha um pequeno bar, onde Anna e Hatori tencionavam ir tomar um refresco. No parque podia-se encontrar todo o tipo de pessoa, desde jovens namorados, passando por desportistas que aproveitavam o bom tempo para fazerem jogging, até às crianças que brincavam na relva umas com as outras. Anna adorava o parque, adorava estar no meio da natureza e de ouvir o riso inocente e autêntico das crianças. Quando estavam a passar perto dos baloiços uma criança caiu e feriu o joelho com a queda. O som do choro chamou a atenção de Hatori e de Anna que prontamente foram ver o que acontecera. Hatori dispôs-se logo para examinar o joelho e chegou à conclusão que não era nada de grave mas a criança continuava a chorar. Hatori por não saber como lidar com crianças olhou para Anna como que a pedir ajuda e esta pegou num lenço de pano e limpou a ferida enquanto falava com ela numa voz meiga e tranquilizadora.
Anna: Já passou, vês? Não tens nada no joelho, era apenas um pouco de areia. Não chores mais e vai brincar com os teus amigos que estão à tua espera.
Apesar de o frio já se fazer sentir, o céu estava limpo e o sol brilhava. Um dia perfeito para um passeio no parque. Hatori tinha combinado um encontro com Anna para aquela tarde. Hatori encontrou Anna debaixo de uma árvore de cerejeira que estava nua de flores, a cantar. Foi pelo som da sua voz que Hatori a encontrara. De todas as vezes que a ouvia cantar, Hatori ficava surpreendido com a sua voz celestial. Hatori e Anna conheciam há quase 7 meses e durante esses 7 meses o amor que sentia por ela foi crescendo e decidira que chegara a altura de lhe confessar os seus sentimentos. Por um lado receava ser rejeitado por ela, mas por outro já não suportava estar a seu lado e não poder abraçá-la como gostaria. Mesmo que fosse rejeitado, poderia sempre apagar a memória de Anna, como fizera anteriormente com Kana. Fora para ele um gesto muito difícil mas necessário. Hatori desejou que o destino fosse meigo com ele desta vez. Quando Anna se apercebeu que Hatori chegara, parou de cantara foi ter com ele.
Hatori: Anna! Chegaste mais cedo, ainda faltam15 minutos para a hora combinada.
Anna: Olá Hatori, boa tarde, sim é verdade mas, tu também chegaste 15 minutos antes da hora.
Hatori: Obrigada por teres aceitado o meu convite Anna. Foi muito amável da tua parte. Queria aproveitar este local para te mostrar algo.
Anna: De nada, com muito gosto. Para mim é sempre um grande prazer estar na tua companhia. Deixaste-me curiosa Hatori, o que me queres mostrar?
Hatori: É uma surpresa. Já mostro dentro de instantes. E se fôssemos para já até ao bar beber alguma coisa?
Anna: Boa ideia, vamos.
O parque situava-se no centro da cidade, no entanto as árvores em volta abafavam o som dos carros que passavam do lado de fora. Tinha uma zona de lazer para as crianças com baloiços e escorregas e ao fundo tinha um pequeno bar, onde Anna e Hatori tencionavam ir tomar um refresco. No parque podia-se encontrar todo o tipo de pessoa, desde jovens namorados, passando por desportistas que aproveitavam o bom tempo para fazerem jogging, até às crianças que brincavam na relva umas com as outras. Anna adorava o parque, adorava estar no meio da natureza e de ouvir o riso inocente e autêntico das crianças. Quando estavam a passar perto dos baloiços uma criança caiu e feriu o joelho com a queda. O som do choro chamou a atenção de Hatori e de Anna que prontamente foram ver o que acontecera. Hatori dispôs-se logo para examinar o joelho e chegou à conclusão que não era nada de grave mas a criança continuava a chorar. Hatori por não saber como lidar com crianças olhou para Anna como que a pedir ajuda e esta pegou num lenço de pano e limpou a ferida enquanto falava com ela numa voz meiga e tranquilizadora.
Anna: Já passou, vês? Não tens nada no joelho, era apenas um pouco de areia. Não chores mais e vai brincar com os teus amigos que estão à tua espera.
Teru Teru Momiji!
Editado pela última vez em
Continuação do capítulo 4:
A criança logo se esqueceu do incidente assim que os amigos começaram a chamar por ela, que foi a correr de encontro destes. Hatori ficara muito intrigado a olhar para o joelho desde que Anna o limpara mas não fez comentários. Após examinar o joelho da criança, Hatori tivera a certeza que havia algum sangue misturado com a sujidade mas após Anna o ter limpo já não tinha nada, nem sequer uma arranhadela. Quando chegaram finalmente ao bar Hatori pediu uma limonada e Anna pediu um sumo de maracujá. Hatori não sabia como haveria de lhe perguntar sobre o que acabara de presenciar mas não conseguiria aguentar silencioso por muito mais tempo.
Hatori: Anna como conseguiste curar a ferida àquela criança?
Anna: Eu curar? Como assim? Eu apenas…
Hatori nem a deixou terminar, sabia que Anna ia inventar uma desculpa e não queria nunca ter de ouvir da boca de Anna uma única mentira.
Hatori: Quando examinei o joelho reparei que ele tinha algum sangue e depois de limpares a ferida ele já não tinha nada. Por isso pergunto-te mais uma vez, como conseguiste curar a ferida?
Anna: Eu... bem… digamos que possuo algumas habilidades pouco comuns. Peço desculpa por nunca te ter dito nada antes. Espero que continues a ser meu amigo apesar de tudo, no entanto compreendo que não me queiras voltar a ver.
Anna desviou o olhar entristecido e baixou um pouco a cabeça. Hatori afagou-lhe os cabelos e sorrindo disse:
Hatori: É compreensível que nunca tenhas tocado neste assunto. Mas não precisas de ficar preocupada, prometo que não contarei nada a ninguém. E para não pensares que és a única com capacidades extraordinárias, confesso que também tenho uma habilidade pouco comum.
Anna: A sério?
Hatori: Sim a sério. Eu consigo apagar a memória das pessoas. Espero que não fiques assustada com a minha revelação.
Anna: Não, apesar de ser um pouco fora do vulgar. Sei que pode parecer estranho, mas algo me dizia que podia confiar em ti e contar-te o meu segredo.
Hatori: Eu senti o mesmo em relação a ti Anna.
Devido à aproximidade que se criara entre os dois, Hatori comete um pequeno acto de loucura e levanta-se repentinamente da cadeira, aproxima-se de Anna e envolve carinhosamente os seus braços à sua volta, afagando-lhe os longos cabelos. Era a primeira vez que Hatori abraçava Anna daquela maneira. Hatori não tinha coragem para ir mais longe que isto pois receava perder a amizade de quem mais amava. Hatori continua a abraçá-la ternamente e muito a medo sussurra-lhe ao ouvido:
Hatori: Eu amo-te Anna.
A criança logo se esqueceu do incidente assim que os amigos começaram a chamar por ela, que foi a correr de encontro destes. Hatori ficara muito intrigado a olhar para o joelho desde que Anna o limpara mas não fez comentários. Após examinar o joelho da criança, Hatori tivera a certeza que havia algum sangue misturado com a sujidade mas após Anna o ter limpo já não tinha nada, nem sequer uma arranhadela. Quando chegaram finalmente ao bar Hatori pediu uma limonada e Anna pediu um sumo de maracujá. Hatori não sabia como haveria de lhe perguntar sobre o que acabara de presenciar mas não conseguiria aguentar silencioso por muito mais tempo.
Hatori: Anna como conseguiste curar a ferida àquela criança?
Anna: Eu curar? Como assim? Eu apenas…
Hatori nem a deixou terminar, sabia que Anna ia inventar uma desculpa e não queria nunca ter de ouvir da boca de Anna uma única mentira.
Hatori: Quando examinei o joelho reparei que ele tinha algum sangue e depois de limpares a ferida ele já não tinha nada. Por isso pergunto-te mais uma vez, como conseguiste curar a ferida?
Anna: Eu... bem… digamos que possuo algumas habilidades pouco comuns. Peço desculpa por nunca te ter dito nada antes. Espero que continues a ser meu amigo apesar de tudo, no entanto compreendo que não me queiras voltar a ver.
Anna desviou o olhar entristecido e baixou um pouco a cabeça. Hatori afagou-lhe os cabelos e sorrindo disse:
Hatori: É compreensível que nunca tenhas tocado neste assunto. Mas não precisas de ficar preocupada, prometo que não contarei nada a ninguém. E para não pensares que és a única com capacidades extraordinárias, confesso que também tenho uma habilidade pouco comum.
Anna: A sério?
Hatori: Sim a sério. Eu consigo apagar a memória das pessoas. Espero que não fiques assustada com a minha revelação.
Anna: Não, apesar de ser um pouco fora do vulgar. Sei que pode parecer estranho, mas algo me dizia que podia confiar em ti e contar-te o meu segredo.
Hatori: Eu senti o mesmo em relação a ti Anna.
Devido à aproximidade que se criara entre os dois, Hatori comete um pequeno acto de loucura e levanta-se repentinamente da cadeira, aproxima-se de Anna e envolve carinhosamente os seus braços à sua volta, afagando-lhe os longos cabelos. Era a primeira vez que Hatori abraçava Anna daquela maneira. Hatori não tinha coragem para ir mais longe que isto pois receava perder a amizade de quem mais amava. Hatori continua a abraçá-la ternamente e muito a medo sussurra-lhe ao ouvido:
Hatori: Eu amo-te Anna.
Teru Teru Momiji!
Continuação do capítulo 4:
Há muito tempo que Hatori desejava confessar os seus sentimentos. Anna estava surpreendida com o gesto de Hatori mas cedo se esboçou um sorriso na sua face e disse:
Anna: Eu também te amo muito Hatori.
Desde esse dia Anna e Hatori viveram dias muito felizes juntos. A vida de Hatori mudara e desta vez para melhor. O futuro não o preocupava mais pois estava a aprender a viver o presente. Hatori era feliz. Mais do alguma vez fora.
Não tardou que a relação de ambos fosse descoberta por mais membros da família Sohma, no entanto, para alegria do casal, a relação de ambos foi bem aceite por todos, especialmente por Shigure e Ayame, os dois melhores amigos de Hatori. Ayame para variar começou logo a disparatar:
Ayame: Ha-san sei exactamente qual é o teu problema mas não te preocupes mais pois irei preparar para Anna o segundo vestido de casamento mais bonito do mundo. Sabes que podes contar comigo para isso. Eu sou o maior e melhor estilist…
Hatori: Vestido de casamento? Mas nós não…
Ayame: Não me interpretes mal meu caro amigo, como sabes estou muito feliz por ti e gosto muito da Anna, mas o mais belo vestido de casamento está reservado para a nossa querida Tohru. Como sabes a Tohru é…
Hatori: Não é essa a questão. E não precisas de fazer nenhum vestido. A Anna…
Ayame: A Anna é demasiado bonita o que significa que a sua beleza iria ofuscar qualquer vestido. Por isso terá de ser algo simples e elegante. Tenho que combinar com a minha ajudante todos os detalhes do vestido. Tem de ser perfeito.
Hatori: Desisto, não vale a pena tentar demovê-lo. Anna, espero que não o leves a mal, o Ayame é sempre assim.
Anna: Ah ah ah, os teus amigos são tão simpáticos e caricatos.
Hatori: Shigure estás muito calado, que se passa? Não te sentes bem?
Shigure: Não é nada não te preocupes. Mais uma vez muitos parabéns Hatori, parabéns Anna. Desde o dia em que te vi no consultório do Ha-san, que eu sabia que vocês iriam ficar juntos.
Hatori: Eu sei que tu também gostas de alguém mas ainda não a quiseste apresentar.
Shigure: Não passa de um amor platónico, ou seja, ela ainda não sabe que eu gosto dela, por isso não vale a pena falarmos disso.
Hatori: Nem sabe ela, nem sabemos nós. Quando tencionas falar com ela? Seja ela quem for…
Shigure: Ainda não chegou o momento certo.
Hatori: Há um momento certo?
Shigure: Talvez.
Fim do capítulo 4
Há muito tempo que Hatori desejava confessar os seus sentimentos. Anna estava surpreendida com o gesto de Hatori mas cedo se esboçou um sorriso na sua face e disse:
Anna: Eu também te amo muito Hatori.
Desde esse dia Anna e Hatori viveram dias muito felizes juntos. A vida de Hatori mudara e desta vez para melhor. O futuro não o preocupava mais pois estava a aprender a viver o presente. Hatori era feliz. Mais do alguma vez fora.
Não tardou que a relação de ambos fosse descoberta por mais membros da família Sohma, no entanto, para alegria do casal, a relação de ambos foi bem aceite por todos, especialmente por Shigure e Ayame, os dois melhores amigos de Hatori. Ayame para variar começou logo a disparatar:
Ayame: Ha-san sei exactamente qual é o teu problema mas não te preocupes mais pois irei preparar para Anna o segundo vestido de casamento mais bonito do mundo. Sabes que podes contar comigo para isso. Eu sou o maior e melhor estilist…
Hatori: Vestido de casamento? Mas nós não…
Ayame: Não me interpretes mal meu caro amigo, como sabes estou muito feliz por ti e gosto muito da Anna, mas o mais belo vestido de casamento está reservado para a nossa querida Tohru. Como sabes a Tohru é…
Hatori: Não é essa a questão. E não precisas de fazer nenhum vestido. A Anna…
Ayame: A Anna é demasiado bonita o que significa que a sua beleza iria ofuscar qualquer vestido. Por isso terá de ser algo simples e elegante. Tenho que combinar com a minha ajudante todos os detalhes do vestido. Tem de ser perfeito.
Hatori: Desisto, não vale a pena tentar demovê-lo. Anna, espero que não o leves a mal, o Ayame é sempre assim.
Anna: Ah ah ah, os teus amigos são tão simpáticos e caricatos.
Hatori: Shigure estás muito calado, que se passa? Não te sentes bem?
Shigure: Não é nada não te preocupes. Mais uma vez muitos parabéns Hatori, parabéns Anna. Desde o dia em que te vi no consultório do Ha-san, que eu sabia que vocês iriam ficar juntos.
Hatori: Eu sei que tu também gostas de alguém mas ainda não a quiseste apresentar.
Shigure: Não passa de um amor platónico, ou seja, ela ainda não sabe que eu gosto dela, por isso não vale a pena falarmos disso.
Hatori: Nem sabe ela, nem sabemos nós. Quando tencionas falar com ela? Seja ela quem for…
Shigure: Ainda não chegou o momento certo.
Hatori: Há um momento certo?
Shigure: Talvez.
Fim do capítulo 4
Teru Teru Momiji!
Capítulo 5 – Confissão Inesperada
A tarde estava chuvosa, nublada e fria mas para Hatori todos os dias se tinham tornado solarengos desde que conhecera Anna. Hatori recordou o dia em que passeara no parque com Anna e descobrira o seu segredo e lembrou-se que ainda tinha guardada a prenda que tenciona oferecer a Anna nesse fatídico dia. Ele prometera a Anna mostrar-lhe algo, no entanto devido ao incidente com a criança e com as revelações que daí proviram acabou por não ter oportunidade de o fazer.
Hatori olhava pela janela da sala do seu consultório para as pessoas e carros que passavam na rua. A água da chuva escorria pela janela, tapando parcialmente a vista para o exterior. Esperava que ela gostasse do presente. Apesar de já sentir algum à vontade com ela, Hatori ficava sempre muito nervoso nestas situações. Hatori despertou do mar de pensamentos onde estava imerso e regressou ao trabalho.
Do outro lado da cidade Mitsuru estava em casa a curar-se de uma gripe quando recebe uma encomenda de Shigure, nada mais nada menos que um fato de empregada (maid) super sexy e indecente que este comprara na loja de Ayame. Fora a gota de água. Mitsuru já não aguentava mais as brincadeiras de Shigure, tudo tinha um limite. Apesar de estar muito doente decidiu ir até a casa de Shigure dizer-lhe pessoalmente que se demitia do cargo de manager. A chuva piorara ao longo da tarde e em breve ficaria lusco-fusco mas a determinação de Mitsuru era forte e o mau tempo não a demoveu, pois este assunto no seu entender não poderia esperar um dia que fosse, nem sequer mais um minuto. Tinha chegado a altura de colocar um ponto final a esta fase da sua vida.
Mitsuru enfiou-se no seu Toyota vermelho e pôs-se a caminho, imaginando mentalmente como seria a sua conversa com Shigure. Desta vez não poderia deixá-lo ficar a rir-se da sua cara como era costume. Chegada a casa de Shigure, Mitsuru foi prontamente até à campainha e tocou duas vezes. Esperou um pouco mas como não obteve resposta decidiu voltar a tocar duas vezes mas sem sucesso. Talvez não esteja em casa pensou Mitsuru, afinal de contas deveria de ter ligado primeiro para confirmar se estava ou não em casa, todo este caminho debaixo de chuva para nada. Quando estava a dar meia volta para se ir embora já desanimada, ouviu uma voz que vinha do interior da casa.
Shigure: Só um momento por favor, vou já.
A tarde estava chuvosa, nublada e fria mas para Hatori todos os dias se tinham tornado solarengos desde que conhecera Anna. Hatori recordou o dia em que passeara no parque com Anna e descobrira o seu segredo e lembrou-se que ainda tinha guardada a prenda que tenciona oferecer a Anna nesse fatídico dia. Ele prometera a Anna mostrar-lhe algo, no entanto devido ao incidente com a criança e com as revelações que daí proviram acabou por não ter oportunidade de o fazer.
Hatori olhava pela janela da sala do seu consultório para as pessoas e carros que passavam na rua. A água da chuva escorria pela janela, tapando parcialmente a vista para o exterior. Esperava que ela gostasse do presente. Apesar de já sentir algum à vontade com ela, Hatori ficava sempre muito nervoso nestas situações. Hatori despertou do mar de pensamentos onde estava imerso e regressou ao trabalho.
Do outro lado da cidade Mitsuru estava em casa a curar-se de uma gripe quando recebe uma encomenda de Shigure, nada mais nada menos que um fato de empregada (maid) super sexy e indecente que este comprara na loja de Ayame. Fora a gota de água. Mitsuru já não aguentava mais as brincadeiras de Shigure, tudo tinha um limite. Apesar de estar muito doente decidiu ir até a casa de Shigure dizer-lhe pessoalmente que se demitia do cargo de manager. A chuva piorara ao longo da tarde e em breve ficaria lusco-fusco mas a determinação de Mitsuru era forte e o mau tempo não a demoveu, pois este assunto no seu entender não poderia esperar um dia que fosse, nem sequer mais um minuto. Tinha chegado a altura de colocar um ponto final a esta fase da sua vida.
Mitsuru enfiou-se no seu Toyota vermelho e pôs-se a caminho, imaginando mentalmente como seria a sua conversa com Shigure. Desta vez não poderia deixá-lo ficar a rir-se da sua cara como era costume. Chegada a casa de Shigure, Mitsuru foi prontamente até à campainha e tocou duas vezes. Esperou um pouco mas como não obteve resposta decidiu voltar a tocar duas vezes mas sem sucesso. Talvez não esteja em casa pensou Mitsuru, afinal de contas deveria de ter ligado primeiro para confirmar se estava ou não em casa, todo este caminho debaixo de chuva para nada. Quando estava a dar meia volta para se ir embora já desanimada, ouviu uma voz que vinha do interior da casa.
Shigure: Só um momento por favor, vou já.
Teru Teru Momiji!
Continuação do capítulo 5:
Shigure estranhou receber visitas àquela hora e quando abriu finalmente a porta deparou-se com Mitsuru toda encharcada. Shigure não conseguiu conter um riso malicioso ao vê-la naquele lastimável estado, apesar de estar a fazer um esforço enorme para não agir por impulso e fazer o que lhe ia realmente na alma.
Shigure: Boa tarde, faça o favor de entrar. Desculpe tê-la feito esperar cá fora tanto tempo. Espere só um momento enquanto vou buscar uma toalha para se secar.
Mitsuru tremia por todos os lados. A gripe iria certamente piorar, só esperava não apanhar uma pneumonia. Que parva que eu,sou pensou para si, deveria ter ligado e tratado deste assunto por telefone, ele não merece o esforço que eu fiz de vir até cá.
Shigure: O que a trás por cá manager? Deve ser muito importante para sair de casa com o mau tempo que está a fazer. Infelizmente para si desta vez eu estou completamente vestido…
Mitsuru: Ex-manager! Vim cá apenas para lhe anunciar a minha demissão do cargo. Eu sempre tolerei as suas piadas mas desta vez passou todas as marcas. Desculpe o meu tom coloquial mas a verdade é que estou farta! Tenho dito.
Mitsuru calou-se e esperou que Shigure dissesse alguma coisa mas este permaneceu em silêncio.
Mitsuru: Bem se não tem nada a dizer e vou aproveitar para ir andando. Esta será a última vez que nos vemos. Adeus e boa sorte.
Quando Mitsuru se dirige à porta e estende a mão para a abrir, Shigure avança na sua direcção e agarra-lhe no braço esquerdo com força e puxa-a para si, abraçando-a. Ainda com a segurar-lhe o braço, afagou-lhe os cabelos com a outra mão, obrigando-a a pousar a cabeça no seu peito.
Mitsuru: Shigure que está a fazer? Largue-me por favor. Vai ficar todo molhado se continuar a agarrar-me dessa maneira.
Shigure: Não a largarei, não suporto a ideia de estar longe de si, por isso não a largarei. Nunca pensei que se fosse demitir só por eu lhe ter enviado um fato de maid. Desculpe-me Mitsuru.
Mitsuru: Nunca pensei que chegasse o dia em que me iria pedir desculpa. Deve estar doente só pode.
Shigure: Há quem diga que o amor é uma doença.
Mitsuru: Já chega das suas brincadeiras Shigure, eu estou muito zangada consigo e doente e agora eu vou-me embora. Por favor largue-me.
Shigure afasta Mitsuru ligeiramente de si e quando esta pensava que ele o iria largar, Shigure beija-a nos lábios. Um beijo intenso, que punha a descoberto sentimentos antigos e desejos reprimidos. Quando finalmente se separam, Shigure olha Mitsuru olhos nos olhos e com um ar sério e grave anuncia:
Shigure: Mitsuru, eu amo-a muito. Todas as minhas brincadeiras eram formas distorcidas de lhe mostrar o quanto é importante para mim.
Shigure estranhou receber visitas àquela hora e quando abriu finalmente a porta deparou-se com Mitsuru toda encharcada. Shigure não conseguiu conter um riso malicioso ao vê-la naquele lastimável estado, apesar de estar a fazer um esforço enorme para não agir por impulso e fazer o que lhe ia realmente na alma.
Shigure: Boa tarde, faça o favor de entrar. Desculpe tê-la feito esperar cá fora tanto tempo. Espere só um momento enquanto vou buscar uma toalha para se secar.
Mitsuru tremia por todos os lados. A gripe iria certamente piorar, só esperava não apanhar uma pneumonia. Que parva que eu,sou pensou para si, deveria ter ligado e tratado deste assunto por telefone, ele não merece o esforço que eu fiz de vir até cá.
Shigure: O que a trás por cá manager? Deve ser muito importante para sair de casa com o mau tempo que está a fazer. Infelizmente para si desta vez eu estou completamente vestido…
Mitsuru: Ex-manager! Vim cá apenas para lhe anunciar a minha demissão do cargo. Eu sempre tolerei as suas piadas mas desta vez passou todas as marcas. Desculpe o meu tom coloquial mas a verdade é que estou farta! Tenho dito.
Mitsuru calou-se e esperou que Shigure dissesse alguma coisa mas este permaneceu em silêncio.
Mitsuru: Bem se não tem nada a dizer e vou aproveitar para ir andando. Esta será a última vez que nos vemos. Adeus e boa sorte.
Quando Mitsuru se dirige à porta e estende a mão para a abrir, Shigure avança na sua direcção e agarra-lhe no braço esquerdo com força e puxa-a para si, abraçando-a. Ainda com a segurar-lhe o braço, afagou-lhe os cabelos com a outra mão, obrigando-a a pousar a cabeça no seu peito.
Mitsuru: Shigure que está a fazer? Largue-me por favor. Vai ficar todo molhado se continuar a agarrar-me dessa maneira.
Shigure: Não a largarei, não suporto a ideia de estar longe de si, por isso não a largarei. Nunca pensei que se fosse demitir só por eu lhe ter enviado um fato de maid. Desculpe-me Mitsuru.
Mitsuru: Nunca pensei que chegasse o dia em que me iria pedir desculpa. Deve estar doente só pode.
Shigure: Há quem diga que o amor é uma doença.
Mitsuru: Já chega das suas brincadeiras Shigure, eu estou muito zangada consigo e doente e agora eu vou-me embora. Por favor largue-me.
Shigure afasta Mitsuru ligeiramente de si e quando esta pensava que ele o iria largar, Shigure beija-a nos lábios. Um beijo intenso, que punha a descoberto sentimentos antigos e desejos reprimidos. Quando finalmente se separam, Shigure olha Mitsuru olhos nos olhos e com um ar sério e grave anuncia:
Shigure: Mitsuru, eu amo-a muito. Todas as minhas brincadeiras eram formas distorcidas de lhe mostrar o quanto é importante para mim.
Teru Teru Momiji!
Continuação do capítulo 5:
Mitsuru não esperava ouvir aquela confissão de Shigure. Nada tinha corrido como planeara. Como sempre, Shigure ganhava mais uma batalha. Com a cabeça a andar à roda, Mitsuru acabou por desmaiar nos braços de Shigure. Quando acordou, Mitsuru que ainda estava um pouco zonza do desmaio, deu por si deitada numa cama que não era a sua e com apenas a roupa interior vestida. Olhando em volta não reconheceu o quarto onde estava e quando se virou viu Shigure deitado ao seu lado. Vendo a situação em que estava entrou em pânico e gritou, acordando Shigure.
Mitsuru: Que aconteceu? Onde estou? Porque é que só tenho a minha roupa interior vestida?
Shigure abraça Mitsuru, aproximando-a mais dele e entre bochejos diz:
Shigure: Calma calma, não aconteceu nada demais. Desmaiaste lá em baixo na entrada da casa e como estavas toda molhada da chuva comecei por tirar apenas o teu casaco e os sapatos mas apercebi-me que estavas a começar a ficar gelada e a melhor maneira de aquecer um corpo humano é com o calor de outro corpo humano.Trouxe-te para o meu quarto, deitei-te na cama e agarrei-me a ti para te aquecer e acabei por adormecer a teu lado. Acredita que não tive segundas intenções.
Mitsuru: Eu desmaei? Ah sim, já me lembro, disse que…
Mitsuru ficou corada repentinamente ao recordar-sedas palavras de Shigure.
Mitsuru: Eu pensei que tivesse sido um sonho. A sua confissão pareceu-me tão surreal que não acreditei no que me tinha acabado de dizer.
Shigure: Não foi um sonho, foi mesmo verdade. E se tens dúvidas eu volto a repetir, eu amo-te Mitsuru.
Mitsuru: Porque é que só agora me diz isso?
Shigure: Trata-me por tu está bem? Respondendo à tua pergunta, só disse agora porque não o podia fazer antes apesar de gostar de ti há muito tempo.
Mitsuru: Porque não me podias ter dito antes?
Shigure: É segredo.
Shigure não podia contar a Mitsuru que nada lhe dissera mais cedo por estar amaldiçoado pelo signo zodíaco do cão. Uma vez que a maldição fora levantada, agora já podia abraçar Mitsuru sem receio. Como Akito estava em Itália sem regresso marcado, era a altura perfeita para contara Mitsuru o que sentia por ela. Como sabia que ela também gostava dele, não hesitou em confessar o seu amor pois sabia que seria retribuído. Shigure pediu para que Mitsuru não se demitisse do cargo de manager e que a partir daquele dia assumisse o seu relacionamento com ele. Mitsuru ainda um pouco confusa acabou por sorrir e a dizer que sim.Sentia-se ambos muito felizes nos braços um do outro. Por fim os seus sentimentos vinham à superfície.
Fim do capítulo 5
Mitsuru não esperava ouvir aquela confissão de Shigure. Nada tinha corrido como planeara. Como sempre, Shigure ganhava mais uma batalha. Com a cabeça a andar à roda, Mitsuru acabou por desmaiar nos braços de Shigure. Quando acordou, Mitsuru que ainda estava um pouco zonza do desmaio, deu por si deitada numa cama que não era a sua e com apenas a roupa interior vestida. Olhando em volta não reconheceu o quarto onde estava e quando se virou viu Shigure deitado ao seu lado. Vendo a situação em que estava entrou em pânico e gritou, acordando Shigure.
Mitsuru: Que aconteceu? Onde estou? Porque é que só tenho a minha roupa interior vestida?
Shigure abraça Mitsuru, aproximando-a mais dele e entre bochejos diz:
Shigure: Calma calma, não aconteceu nada demais. Desmaiaste lá em baixo na entrada da casa e como estavas toda molhada da chuva comecei por tirar apenas o teu casaco e os sapatos mas apercebi-me que estavas a começar a ficar gelada e a melhor maneira de aquecer um corpo humano é com o calor de outro corpo humano.Trouxe-te para o meu quarto, deitei-te na cama e agarrei-me a ti para te aquecer e acabei por adormecer a teu lado. Acredita que não tive segundas intenções.
Mitsuru: Eu desmaei? Ah sim, já me lembro, disse que…
Mitsuru ficou corada repentinamente ao recordar-sedas palavras de Shigure.
Mitsuru: Eu pensei que tivesse sido um sonho. A sua confissão pareceu-me tão surreal que não acreditei no que me tinha acabado de dizer.
Shigure: Não foi um sonho, foi mesmo verdade. E se tens dúvidas eu volto a repetir, eu amo-te Mitsuru.
Mitsuru: Porque é que só agora me diz isso?
Shigure: Trata-me por tu está bem? Respondendo à tua pergunta, só disse agora porque não o podia fazer antes apesar de gostar de ti há muito tempo.
Mitsuru: Porque não me podias ter dito antes?
Shigure: É segredo.
Shigure não podia contar a Mitsuru que nada lhe dissera mais cedo por estar amaldiçoado pelo signo zodíaco do cão. Uma vez que a maldição fora levantada, agora já podia abraçar Mitsuru sem receio. Como Akito estava em Itália sem regresso marcado, era a altura perfeita para contara Mitsuru o que sentia por ela. Como sabia que ela também gostava dele, não hesitou em confessar o seu amor pois sabia que seria retribuído. Shigure pediu para que Mitsuru não se demitisse do cargo de manager e que a partir daquele dia assumisse o seu relacionamento com ele. Mitsuru ainda um pouco confusa acabou por sorrir e a dizer que sim.Sentia-se ambos muito felizes nos braços um do outro. Por fim os seus sentimentos vinham à superfície.
Fim do capítulo 5
Teru Teru Momiji!
Capítulo 6 – Final
Anna aparecera no consultório de Hatori ao fim da tarde como já era costume e este aproveitou para dar a Anna o presente que tinha guardado. Anna estava deslumbrante como sempre e Hatori ficou espantado por se aperceber de como era possível ficar admirado de todas as vezes que a via. Anna ficou curiosa quando o viu com um embrulho na mão e sorriu quando este lho estendeu e disse:
Hatori: É para ti Anna, espero que gostes. Eu queria ter-to dado naquele dia que fomos ao parque mas acabei por me esquecer.
Anna: Oh muito obrigada, posso abrir?
Hatori: Sim claro que podes.
Anna retirou o papel de embrulho e viu uma caixa. Quando a abriu percebeu que era uma caixinha de música.
Hatori: Esta era a música que estavas a cantar no dia em que te conheci. Quando vi esta caixa de música achei que irias gostar e decidi oferecer-ta.
Hatori: É linda! Vou guardá-la como se de um tesouro se tratasse. Eu gosto muito desta música, é a minha favorita.
Hatori: Claro que esta versão instrumental não se compara à tua voz celestial mas…
Anna abraça Hatori e beija-o impedindo-o determinar a frase.
Anna: O presente é maravilhoso, estou mesmo muito feliz por mo teres oferecido. Nunca recebi nada igual.
Hatori: Fico contente por saber que gostaste.Vamos jantar?
Anna: Sim vamos.
A tarde transformara-se em noite e a lua espreitava por entre as nuvens. Partilhando um guarda-chuva para se protegerem do mau tempo, o casal caminhou lado a lado até ao parque de estacionamento onde Hatori parava o carro.
Passou-se um ano, o Inverno terminou, a Primavera e o Verão passaram e era novamente Inverno. Um novo ciclo completava-se. Hatori estava a terminar mais um dia de trabalho quando recebe uma chamada no seu telemóvel, era Shigure.
Hatori: Olá Shigure, boa tarde.
Shigure: Boa tarde Ha-san. Tenho novidades para te contar. Eu e a Mitsuru vamos casar em breve. O Ayame propos-se logo para ser ele a tratar de todos os preparativos para o casamento.
Hatori: Tu? Casar?
Shigure: Sim, a Mitsuru engravidou e vamos casar já antes que se note muito a barriguinha.
Hatori: A Mitsuru está grávida? Como te sentes relativamente a tudo isso Shigure?
Não percam a continuação do último capítulo, porque nós também não!
Anna aparecera no consultório de Hatori ao fim da tarde como já era costume e este aproveitou para dar a Anna o presente que tinha guardado. Anna estava deslumbrante como sempre e Hatori ficou espantado por se aperceber de como era possível ficar admirado de todas as vezes que a via. Anna ficou curiosa quando o viu com um embrulho na mão e sorriu quando este lho estendeu e disse:
Hatori: É para ti Anna, espero que gostes. Eu queria ter-to dado naquele dia que fomos ao parque mas acabei por me esquecer.
Anna: Oh muito obrigada, posso abrir?
Hatori: Sim claro que podes.
Anna retirou o papel de embrulho e viu uma caixa. Quando a abriu percebeu que era uma caixinha de música.
Hatori: Esta era a música que estavas a cantar no dia em que te conheci. Quando vi esta caixa de música achei que irias gostar e decidi oferecer-ta.
Hatori: É linda! Vou guardá-la como se de um tesouro se tratasse. Eu gosto muito desta música, é a minha favorita.
Hatori: Claro que esta versão instrumental não se compara à tua voz celestial mas…
Anna abraça Hatori e beija-o impedindo-o determinar a frase.
Anna: O presente é maravilhoso, estou mesmo muito feliz por mo teres oferecido. Nunca recebi nada igual.
Hatori: Fico contente por saber que gostaste.Vamos jantar?
Anna: Sim vamos.
A tarde transformara-se em noite e a lua espreitava por entre as nuvens. Partilhando um guarda-chuva para se protegerem do mau tempo, o casal caminhou lado a lado até ao parque de estacionamento onde Hatori parava o carro.
Passou-se um ano, o Inverno terminou, a Primavera e o Verão passaram e era novamente Inverno. Um novo ciclo completava-se. Hatori estava a terminar mais um dia de trabalho quando recebe uma chamada no seu telemóvel, era Shigure.
Hatori: Olá Shigure, boa tarde.
Shigure: Boa tarde Ha-san. Tenho novidades para te contar. Eu e a Mitsuru vamos casar em breve. O Ayame propos-se logo para ser ele a tratar de todos os preparativos para o casamento.
Hatori: Tu? Casar?
Shigure: Sim, a Mitsuru engravidou e vamos casar já antes que se note muito a barriguinha.
Hatori: A Mitsuru está grávida? Como te sentes relativamente a tudo isso Shigure?
Não percam a continuação do último capítulo, porque nós também não!
Teru Teru Momiji!
Conclusão do último capítulo:
Hatori: A Mitsuru está grávida? Como te sentes relativamente a tudo isso Shigure?
Shigure: Eu? Eu sinto-me o homem mais feliz à face da Terra.
Hatori: Ainda bem, fico muito contente por ti meu amigo. Relativamente ao casamento, uma vez que é o Ayame que o está a organizar, creio que seja boa ideia eu ajudar, sabes como é o Ayame, sempre coma cabeça no ar. E então quando é o casamento?
Shigure: É daqui a um mês. Queria fazer-te um pedido Hatori.
Hatori: Que se passa Shigure? De repente ficaste muito sério.
Shigure: Hatori… aceitas ser o meu padrinho de casamento?
Hatori: Aceito com muito gosto, obrigada por meteres em tanta consideração.
Shigure: Obrigada por aceitares Ha-san. Adeus, tenho que desligar, a Mitsuru está a chamar por mim.
Hatori: Até amanhã Shigure.
Hatori sorriu após pousar os auscultador do telefone. Nunca imaginara Shigure como pai de família, sempre pensou que seria um homem irresponsável até ao fim dos seus dias.
Desde que anunciara oficialmente o seu casamento Shigure mudara muito, estava mais responsável, talvez em parte por ter descoberto que em breve iria ser pai. Shigure sentia-se feliz e confiante e discutia agora com Mitsuru que nome deveriam dar à criança, apesar de ainda não saberem se seria um rapaz ou uma rapariga.
Passaram-se dois anos e foi a vez de Hatori oficializar o seu noivado com Anna. Entretanto Akito anunciara a sua estadia permanente em Itália, para alívio e alegria de todos. Era noite de lua cheia e a paz reinava na mansão Sohma. Os pirilampos bailavam ao sabor do vento e ouvia-se ao longe a doce voz de Anna que ternamente embalava nos seus braços um pequeno ser.
FIM
Espero que tenham gostado!
Hatori: A Mitsuru está grávida? Como te sentes relativamente a tudo isso Shigure?
Shigure: Eu? Eu sinto-me o homem mais feliz à face da Terra.
Hatori: Ainda bem, fico muito contente por ti meu amigo. Relativamente ao casamento, uma vez que é o Ayame que o está a organizar, creio que seja boa ideia eu ajudar, sabes como é o Ayame, sempre coma cabeça no ar. E então quando é o casamento?
Shigure: É daqui a um mês. Queria fazer-te um pedido Hatori.
Hatori: Que se passa Shigure? De repente ficaste muito sério.
Shigure: Hatori… aceitas ser o meu padrinho de casamento?
Hatori: Aceito com muito gosto, obrigada por meteres em tanta consideração.
Shigure: Obrigada por aceitares Ha-san. Adeus, tenho que desligar, a Mitsuru está a chamar por mim.
Hatori: Até amanhã Shigure.
Hatori sorriu após pousar os auscultador do telefone. Nunca imaginara Shigure como pai de família, sempre pensou que seria um homem irresponsável até ao fim dos seus dias.
Desde que anunciara oficialmente o seu casamento Shigure mudara muito, estava mais responsável, talvez em parte por ter descoberto que em breve iria ser pai. Shigure sentia-se feliz e confiante e discutia agora com Mitsuru que nome deveriam dar à criança, apesar de ainda não saberem se seria um rapaz ou uma rapariga.
Passaram-se dois anos e foi a vez de Hatori oficializar o seu noivado com Anna. Entretanto Akito anunciara a sua estadia permanente em Itália, para alívio e alegria de todos. Era noite de lua cheia e a paz reinava na mansão Sohma. Os pirilampos bailavam ao sabor do vento e ouvia-se ao longe a doce voz de Anna que ternamente embalava nos seus braços um pequeno ser.
FIM
Espero que tenham gostado!

Teru Teru Momiji!
Agora não irei escrever nada nem tão cedo!
De qualquer forma não tenho fãs suficientes para isso
és só tu, a Tinoco e a zirateb, mais ninguém tem paciência para ler as histórias horrorosas que eu escrevo! 
Estou sem inspiração (se é que alguma vez tive) neste momento, e por isso é pouco provável que escreva mais alguma fanfic.
De qualquer forma não tenho fãs suficientes para isso
és só tu, a Tinoco e a zirateb, mais ninguém tem paciência para ler as histórias horrorosas que eu escrevo! 
Estou sem inspiração (se é que alguma vez tive) neste momento, e por isso é pouco provável que escreva mais alguma fanfic.
Teru Teru Momiji!
*mim entra de devagarinho e olha chocada para o post de cima*
HORRÍVEIS?
bateste com a cabeça só pode gémea
desde de quando escreves coisas horríveis? Nunca percebes?
Escreves coisas muito lindas e fófis tá?
e terás sempre o nosso apoio
HORRÍVEIS?
bateste com a cabeça só pode gémea

desde de quando escreves coisas horríveis? Nunca percebes?
Escreves coisas muito lindas e fófis tá?
e terás sempre o nosso apoio

http://yunime.ativoforum.com/
Aparece e diverte-te ^^
Novas novidades irão aparecer fica atento :)
Tens de entrar para responderes neste tópico.
temos previlégios *-*


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