[Terminada] Furuba (Fruits Basket)
Olá a todos! Decidi encurtar esta história que estava a ficar um pouco comprida demais. Espero que gostem desta "short-version".
FURUBA (Fruits Basket)
Índice:
Capítulo 1 - Introdução
Capítulo 2 - Sohma Hatori
Capítulo 3 - Sohma Shigure
Capítulo 4 - Revelações
Capítulo 5 - Confissão Inesperada
Capítulo 6 - Final
FURUBA (Fruits Basket)
Índice:
Capítulo 1 - Introdução
Capítulo 2 - Sohma Hatori
Capítulo 3 - Sohma Shigure
Capítulo 4 - Revelações
Capítulo 5 - Confissão Inesperada
Capítulo 6 - Final
Teru Teru Momiji!
Editado pela última vez em
FURUBA
Capítulo 1 – Introdução
Era o primeiro dia do mês de Setembro e os dias continuavam muito quentes mas já mais curtos. As aulas em breve iriam começar para Tohru, Kyo, Yuki e todos os outros. Aos poucos a rotina diária instalava-se. Shigure regressara à sua vida boémia e durante as férias ganhara inspiração para escrever uma nova novela romântica, para alegria da sua manager. Ayame voltou ao trabalho na sua loja de roupa e as encomendas eram tantas que não sabia como dar conta do recado. Hatori decidira abrir um consultório fora da casa Sohma, pois era esse um dos seus sonhos. Uma vez que a maldição que assombrava a família tinha sido levantada, recebera o consentimento de Akito para o fazer. Ninguém compreendera ao certo como e porque motivo a maldição tinha desaparecido, no entanto, sentiam-se todos muito felizes por isso ter acontecido. Agora todos os membros da família Sohma podiam ter uma vida normal como sempre sonharam e desejaram.
Tohru permaneceu em casa de Shigure com Yuki e Kyo. Agora que nenhum deles estava amaldiçoado Tohru já podia convidar as suas amigas para irem lanchar em casa de Shigure, sem correr o risco de estes se transformarem em animais do zodíaco. Kyo tornou-se mais meigo e por vezes surpreendia Tohru envolvendo-a nos seus braços quando estavam apenas os dois sozinhos e Yuki já não sentia receio de chocar com as pessoas na rua ou na escola e, talvez por isso, já não aparentava um ar tão pesado e sério. Yuki sorria agora mais vezes e sentia-se muito feliz por estar finalmente liberto da autoridade de Akito. Após a maldição ter terminado, Akito decidira viajar para o estrangeiro para conhecer o mundo. Momiji começou a ter aulas de violino coma sua irmã, Momo-chan, para alegria e deleite da mais nova, que admirava já há muito tempo o irmão. Momiji começou a passar mais tempo ao lado da sua família, apesar de a irmã não ter consciência dos laços familiares que os uniam.
A noite do primeiro dia de Setembro era de lua cheia e Hatori estava sentado no alpendre da sua casa a olhar para o reflexo da lua no pequeno lago enquanto pensava no seu primeiro dia de trabalho no consultório. Fora um dia cansativo mas gratificante. As luzes das casas em seu redor começavam pouco a pouco a apagar-se. Já era tarde, estava na hora de voltar para dentro de casa e descansar pois no dia seguinte teria que se levantar muito cedo para ir trabalhar. O vento agitou os ramos das árvores e as folhas bailaram ao sabor da brisa refrescante daquela noite quente e húmida.
Fim do capítulo 1
Teru Teru Momiji!
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Capítulo2 – Sohma Hatori
Todos os dias Hatori parava o carro num parque de estacionamento que ficava perto do consultório e fazia o resto do caminho a pé e todos os dias passava pela pastelaria, pela livraria, pela florista, pelos correios, até chegar ao seu local de trabalho. O cheiro que vinha da pastelaria era tentador, mas eram raras as vezes que lá ia. Nunca entrara na florista nem nos correios, pois nunca fora necessário e a livraria encontrava-se encerrada devido a obras. À hora de almoço Hatori recebeu uma chamada de Shigure a lembrá-lo que Tohru fazia anos nesse dia. Hatori não sabia o que haveria de oferecer a Tohru e Shigure sugeriu-lhe um ramo de flores,seria uma prenda simples mas ao mesmo tempo bonita e que Tohru iria certamente gostar. Hatori agradeceu a conselho e decidiu aproveitar um pouco da sua hora de almoço para passar pela florista para encomendar um lindo ramo de flores para a aniversariante.
Ao entrar reparou que a loja era bem maior do que parecia de fora. Era um local muito luminoso devido às clarabóias e com um aspecto muito fresco e limpo. Havia mil e uma flores, de todos os tamanhos, cores e feitios. Hatori reparou num pequeno aquário com dois peixes vermelhos e ao lado uma senhora que estava virada de costas para Hatori, que cantava enquanto alimentava os peixes e que não dera pela sua presença na loja. Tinha longos cabelos dourados, ligeiramente ondulados e a sua voz era encantadora. Por momentos Hatori achou que as flores pareceram-lhe ondular ao som de cada nota cantada por ela. Finda a música, a jovem mulher vira-se lentamente. Hatori nunca vira uma mulher tão bonita em toda a sua vida. Era de uma beleza ímpar! Ainda atónito e um pouco pasmado com a beldade que, como por magia surgira à sua frente, Hatori deu um passo em frente.
Senhora: Boa tarde senhor, em que posso ajudá-lo?
Hatori: Boa tarde, gostaria de encomendar um ramo de flores.
Senhora: Com certeza senhor, que flores deseja?
Hatori: Bem… não sei, esperava que me pudesse ajudar. É para uma menina que faz hoje 17 anos e não sei bem o que lhe oferecer. Ela é muito doce, gentil e importante para mim!
Senhora: Terei muito gosto em ajudá-lo senhor.Sugeria então…
Ficou acordado que Hatori iria buscar as flores ao fim da tarde, para não ter que as levar para o consultório. Nessa tarde Hatori contou as horas e os minutos até sair do trabalho. Desejava vê-la novamente. Como fora possível nunca a ter visto antes? De onde seria?Provavelmente era estrangeira mas falava japonês fluentemente. A sua voz era tão melodiosa que o deixara sereno e tranquilo. Nunca se sentira assim, nem mesmo na companhia de Kana. A partir desse dia, a vida de Hatori mudou para sempre.
Fim do capítulo 2
Todos os dias Hatori parava o carro num parque de estacionamento que ficava perto do consultório e fazia o resto do caminho a pé e todos os dias passava pela pastelaria, pela livraria, pela florista, pelos correios, até chegar ao seu local de trabalho. O cheiro que vinha da pastelaria era tentador, mas eram raras as vezes que lá ia. Nunca entrara na florista nem nos correios, pois nunca fora necessário e a livraria encontrava-se encerrada devido a obras. À hora de almoço Hatori recebeu uma chamada de Shigure a lembrá-lo que Tohru fazia anos nesse dia. Hatori não sabia o que haveria de oferecer a Tohru e Shigure sugeriu-lhe um ramo de flores,seria uma prenda simples mas ao mesmo tempo bonita e que Tohru iria certamente gostar. Hatori agradeceu a conselho e decidiu aproveitar um pouco da sua hora de almoço para passar pela florista para encomendar um lindo ramo de flores para a aniversariante.
Ao entrar reparou que a loja era bem maior do que parecia de fora. Era um local muito luminoso devido às clarabóias e com um aspecto muito fresco e limpo. Havia mil e uma flores, de todos os tamanhos, cores e feitios. Hatori reparou num pequeno aquário com dois peixes vermelhos e ao lado uma senhora que estava virada de costas para Hatori, que cantava enquanto alimentava os peixes e que não dera pela sua presença na loja. Tinha longos cabelos dourados, ligeiramente ondulados e a sua voz era encantadora. Por momentos Hatori achou que as flores pareceram-lhe ondular ao som de cada nota cantada por ela. Finda a música, a jovem mulher vira-se lentamente. Hatori nunca vira uma mulher tão bonita em toda a sua vida. Era de uma beleza ímpar! Ainda atónito e um pouco pasmado com a beldade que, como por magia surgira à sua frente, Hatori deu um passo em frente.
Senhora: Boa tarde senhor, em que posso ajudá-lo?
Hatori: Boa tarde, gostaria de encomendar um ramo de flores.
Senhora: Com certeza senhor, que flores deseja?
Hatori: Bem… não sei, esperava que me pudesse ajudar. É para uma menina que faz hoje 17 anos e não sei bem o que lhe oferecer. Ela é muito doce, gentil e importante para mim!
Senhora: Terei muito gosto em ajudá-lo senhor.Sugeria então…
Ficou acordado que Hatori iria buscar as flores ao fim da tarde, para não ter que as levar para o consultório. Nessa tarde Hatori contou as horas e os minutos até sair do trabalho. Desejava vê-la novamente. Como fora possível nunca a ter visto antes? De onde seria?Provavelmente era estrangeira mas falava japonês fluentemente. A sua voz era tão melodiosa que o deixara sereno e tranquilo. Nunca se sentira assim, nem mesmo na companhia de Kana. A partir desse dia, a vida de Hatori mudou para sempre.
Fim do capítulo 2
Teru Teru Momiji!
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Peço desculpa por não ter vindo comentar antes mas a escola não deixa vir muito tempo ao pc 
Bem adorei está fantástico
Momi se não te importares vou fazer publicidade (
) da tua fic já ke esta gente não vem comentar e ou ler 
Tinoco desculpa mas se ela lançar um livro com as fic's a 1ª edição é ke vai ser minha hehehe

Bem adorei está fantástico
Momi se não te importares vou fazer publicidade (
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Tinoco desculpa mas se ela lançar um livro com as fic's a 1ª edição é ke vai ser minha hehehe
Capítulo3 – Sohma Shigure
A lua já estava alta e Hatori não conseguia adormecer. Não conseguia apagar a imagem da florista da sua mente e a canção que ela cantara ainda soava nos seus ouvidos. Quando o cansaço finalmente venceu, os lábios de Hatori desenhavam um sorriso inocente no seu rosto.
Shigure acordou com o cheiro da terra molhada pelo orvalho da manhã e com os primeiros raios de sol. Ainda deitado relembrou a noite anterior. Para variar, Yuki e Kyo discutiram quem ficaria sentado ao lado de Tohru e enquanto isso, as melhores amigas da aniversariante acabaram por sentar cada uma ao lado dela. Para desespero de Kyo, este acabou por ficar muito longe de Tohru e mal conseguiu falar com ela, pois Kagura não o largou nem por um minuto. Fora uma noite muito agradável, divertida e barulhenta, no entanto notara que Hatori estava abstraído de tudo. Ainda tentara descobrir para onde voavam os pensamentos deste, mas ele nada dissera, o que o deixou muito curioso. Ayame notara o mesmo que Shigure. Normalmente era Hatori que punha Ayame na ordem e impedia que ele fizesse algum disparate, mas naquela noite Hatori não reagira como de costume.
Enquanto tomava banho, Shigure teve um pensamento impuro, que lhe deu uma ideia brilhante para a história que andava a escrever. Precisava de terminar depressa o manuscrito, antes que a sua manager entrasse em desespero. Adorava fazê-la sofrer, apesar de gostar muito dela. Em breve viria o Natal e com ele as prendas que teria que oferecer a todos os membros da família Sohma e, por isso, precisava de terminar aquela história e de fazer outra até ao Natal para ganhar o suficiente para todos os presentes que precisaria de comprar. Shigure suspirou. Era tão aborrecido ser um adulto responsável, se pudesse voltava outra vez para a secundária. Com essa ideia em mente começou a cantarolar no banho ~high school girls, I love high school girls! ~
Com a partida de Akito, a tensão que se sentia anteriormente na família Sohma dissipou-se e Shigure contemplara a verdadeira alegria e alívio estampados no rosto de todos nos últimos tempos.Ele próprio sentia-se um pouco diferente desde que a maldição tinha sido levantada. Quando estava a sair do banho, Shigure ouviu a campainha da sua casa tocar várias vezes. Quem poderia ser àquela hora da manhã? Era ainda muito cedo mas já a sua manager se encontrava à sua porta, desesperada a implorar para que Shigure terminasse o manuscrito para lho entregar.
Shigure: Bom dia Mitsuru-san! O que a traz tão cedo a minha casa?
Mitsuru: Bom dia, já terminou de escrever a história não já? Por favor entregue-me o manuscrito pois preciso de o levar para a editora o mais depressa possível, o prazo está prestes a terminar!
Shigure: Como pode ver acabei agora mesmo de sair do banho. Ah, não me diga que veio a esta hora de propósito para me ver com apenas uma mera toalha enrolada à voltada minha cintura. Nunca imaginei que fosse tão pervertida!
Mitsuru (super corada e envergonhada): Como pode dizer isso? Devia ter vergonha, isso não é conversa que se diga a uma senhora. Eu sou uma mulher de respeito!
Shigure: Ahah ah acalme-se, estava apenas a brincar consigo. O manuscrito está quase pronto, irei terminá-lo ainda hoje, por isso se puder venha-o buscar amanhã. Ah é verdade, se quiser voltar a ver-me apenas com uma toalha, volte à mesma hora que hoje. Mitsuru estava demasiado envergonhada para responder. Nunca conseguia retaliar. Shigure era das poucas pessoas com quem ela tinha dificuldade em lidar. Deu meia volta e foi-se embora. Shigure voltou para o quarto para se ir vestir com um sorriso malicioso, adorava provocar com a sua manager.
A lua já estava alta e Hatori não conseguia adormecer. Não conseguia apagar a imagem da florista da sua mente e a canção que ela cantara ainda soava nos seus ouvidos. Quando o cansaço finalmente venceu, os lábios de Hatori desenhavam um sorriso inocente no seu rosto.
Shigure acordou com o cheiro da terra molhada pelo orvalho da manhã e com os primeiros raios de sol. Ainda deitado relembrou a noite anterior. Para variar, Yuki e Kyo discutiram quem ficaria sentado ao lado de Tohru e enquanto isso, as melhores amigas da aniversariante acabaram por sentar cada uma ao lado dela. Para desespero de Kyo, este acabou por ficar muito longe de Tohru e mal conseguiu falar com ela, pois Kagura não o largou nem por um minuto. Fora uma noite muito agradável, divertida e barulhenta, no entanto notara que Hatori estava abstraído de tudo. Ainda tentara descobrir para onde voavam os pensamentos deste, mas ele nada dissera, o que o deixou muito curioso. Ayame notara o mesmo que Shigure. Normalmente era Hatori que punha Ayame na ordem e impedia que ele fizesse algum disparate, mas naquela noite Hatori não reagira como de costume.
Enquanto tomava banho, Shigure teve um pensamento impuro, que lhe deu uma ideia brilhante para a história que andava a escrever. Precisava de terminar depressa o manuscrito, antes que a sua manager entrasse em desespero. Adorava fazê-la sofrer, apesar de gostar muito dela. Em breve viria o Natal e com ele as prendas que teria que oferecer a todos os membros da família Sohma e, por isso, precisava de terminar aquela história e de fazer outra até ao Natal para ganhar o suficiente para todos os presentes que precisaria de comprar. Shigure suspirou. Era tão aborrecido ser um adulto responsável, se pudesse voltava outra vez para a secundária. Com essa ideia em mente começou a cantarolar no banho ~high school girls, I love high school girls! ~
Com a partida de Akito, a tensão que se sentia anteriormente na família Sohma dissipou-se e Shigure contemplara a verdadeira alegria e alívio estampados no rosto de todos nos últimos tempos.Ele próprio sentia-se um pouco diferente desde que a maldição tinha sido levantada. Quando estava a sair do banho, Shigure ouviu a campainha da sua casa tocar várias vezes. Quem poderia ser àquela hora da manhã? Era ainda muito cedo mas já a sua manager se encontrava à sua porta, desesperada a implorar para que Shigure terminasse o manuscrito para lho entregar.
Shigure: Bom dia Mitsuru-san! O que a traz tão cedo a minha casa?
Mitsuru: Bom dia, já terminou de escrever a história não já? Por favor entregue-me o manuscrito pois preciso de o levar para a editora o mais depressa possível, o prazo está prestes a terminar!
Shigure: Como pode ver acabei agora mesmo de sair do banho. Ah, não me diga que veio a esta hora de propósito para me ver com apenas uma mera toalha enrolada à voltada minha cintura. Nunca imaginei que fosse tão pervertida!
Mitsuru (super corada e envergonhada): Como pode dizer isso? Devia ter vergonha, isso não é conversa que se diga a uma senhora. Eu sou uma mulher de respeito!
Shigure: Ahah ah acalme-se, estava apenas a brincar consigo. O manuscrito está quase pronto, irei terminá-lo ainda hoje, por isso se puder venha-o buscar amanhã. Ah é verdade, se quiser voltar a ver-me apenas com uma toalha, volte à mesma hora que hoje. Mitsuru estava demasiado envergonhada para responder. Nunca conseguia retaliar. Shigure era das poucas pessoas com quem ela tinha dificuldade em lidar. Deu meia volta e foi-se embora. Shigure voltou para o quarto para se ir vestir com um sorriso malicioso, adorava provocar com a sua manager.
Teru Teru Momiji!
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eu sei tudo ate ao cap 5, mas nao te vou contar por respeito à lei nº 55 do código de processo penal das Fan Fics, que passo a citar : Um autor de fan fics nao deve spoilar o trabalho de outro para a clientela. Vais ter mesmo de esperar. Eu nao quero estragar a historia à Momi-sama 


さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
momiji escreveu:Momi-sama... acho que não me farto de ouvir isso... ai meu deus, como o meu ego está grande!
Muito obrigada às duas pelo vosso apoio incondicional!
MOMI-SAMA! MOMI-SAMA! (pronto assim nao te cansas mesmo
')Nao tens de agradecer

P.S: Fã nº1 só ha uma e mais nenhuma, sou eu
' Dito pela Momi-sama na outra fic
'
さよならできずに, 立ち止まったままの僕と一緒に...
Tinoco escreveu:P.S: Fã nº1 só ha uma e mais nenhuma, sou eu' Dito pela Momi-sama na outra fic
'
É verdade, confirma-se, és a minha fã nº1 desde a minha fanfic de Candy Candy - a continuação.
Mas Lola não fiques triste, és a minha fã nº2 e olha que só os 3 primeiros têm determinados privilégios!
(ainda não sei quais mas hei-de pensar no assunto) 
Aqui vai mais um pouco de Furuba!
Continuação do capítulo 3:
Shigure decidira que naquela tarde, depois determinar o manuscrito, iria visitar Hatori para saber o que acontecera antes da festa, pois durante a hora de almoço do dia anterior quando falara com ele por telefone, não notara nada de diferente na sua voz. Algo acontecera entre a hora de almoço e o jantar de aniversário de Tohru e Shigure queria saber o que era.
Enquanto esperava na recepção do consultório por Hatori, que estava a atender o último paciente do dia, Shigure vê entrar uma linda mulher com ar angelical no consultório do amigo. Hum… isto está a ficar interessante pensou Shigure para si próprio. Será ela o motivo? Shigure seguiu-a durante algum tempo com o olhar e reparou que ela emanava uma aura diferente das outras pessoas, não sabia explicar bem o que era, apenas sabia que era diferente de tudo o que já tinha sentido. Seria por esse motivo que Hatori no dia anterior parecia estar a leste de tudo? Finalmente decidiu ir conversar com ela para confirmar as suas suspeitas. Ao ir ao seu encontro, Shigure perdeu-se nos seus olhos de um azul tão profundo quanto o mar. Os seus longos cabelos dourados faziam-lhe lembrar um lindo pôr-do-sol.
Shigure: Boa tarde, veio para uma consulta?
Senhora: Ah, boa tarde. Não, vim apenas fazer uma entrega. E o senhor?
Shigure: Desculpe a minha indelicadeza, não cheguei a apresentar-me, chamo-me Sohma Shigure.Muito prazer.
Senhora: O prazer é todo meu. Eu sou a florista da loja aqui ao lado.
Para além de ser lindíssima, cheira bem e tem uma voz muito doce, pensou Shigure. Não me admira que Hatori tenha ficado apaixonado por ela. Até eu ficaria se não fosse o facto de eu já estar apaixonado por outra pessoa…
Shigure: Não admira que cheire a flores. Suponho que tenha sido a senhora a preparar aquilo lindo ramo de flores que o Hatori levou ontem à noite.
Senhora: Sim fui eu. Espero que tenha sido do agrado da aniversariante.
Shigure: Foi sim! Se me permite a pergunta, há quanto tempo conhece Hatori?
Senhora: Desde ontem. Foi a primeira vez que o doutor foi à minha loja.
Quando Hatori sai da sala onde dá as suas consultas e depara-se com Shigure a conversar com a florista, fica subitamente nervoso e gagueja ao falar com o amigo.
Hatori: Olá Shigure, que fazes por aqui?
Bingo! Acertei em cheio! É ela a causa! Pensou Shigure.
Shigure: Vim fazer-te uma visita mas como tens companhia vou andando para casa.
Senhora: Por favor, não se vá embora por minha causa.
Shigure: Não se preocupe, eu vim sem avisar. Além disso já matei a minha curiosidade. Adeus Hatori, até outro dia. Adeus minha senhora foi um enorme prazer conhecê-la!
Shigure segura na mão da florista para a beijar e sai. Hatori e a florista ficam sem compreender o que Shigure quis dizer com aquilo. Depois de jantar, Shigure volta para o seu quarto para terminar o manuscrito que teria de entregar a Mitsuru no dia seguinte. Quando se prepara para deitar, ouve o telefone a tocar. Era Hatori.
Shigure: Estou sim?
Hatori: Boa noite Shigure.
Shigure: Boa noite Ha-san, como foi o teu jantar com a linda florista?
Hatori: A Anna foi apenas ao consultório esta tarde para fazer uma entrega e nós não jantámos juntos.
Shigure: Anna?Até já sabes o nome dela. Isto está a ficar interessante.
Hatori: Eu não te liguei para falar da Anna mas sim da Akito.
Shigure: Da Akito? Porquê? Que aconteceu?
Hatori: Ela está a pensar em ficar a viver em Itália. Não sei o que fazer para lhe fazer mudar de ideias.
Shigure: Não faças nada. Desde que ela partiu as tensões dentro da família diminuíram e todos estão mais alegres.
Hatori: Não esperava ouvir isso de ti. Sempre pensei que gostasses dela apesar de tudo.
Shigure: Sim mas neste momento o seu regresso não faria bem a ninguém. Se ela deseja partir devemos assegurar-lhe que tudo estará bem durante a sua ausência e nada mais.
Hatori: Tens razão, assim farei. Até amanhã Shigure.
Shigure: Até amanhã Ha-san.
Fim do capítulo 3
Teru Teru Momiji!
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