[FIC] Apenas Um SoNhO
*mim foge com medo*
Desculpem tenho estado ausente, e a faculdade este semstre tem sido uma dor de cabeça...
Prometo actualizar rapidamente!
A fic não esta abandonada, apenas um pouco atrasada...
Obrigada por todos os comentários!:g1:
Até muito brevemente!! :dança:
Desculpem tenho estado ausente, e a faculdade este semstre tem sido uma dor de cabeça...
Prometo actualizar rapidamente!
A fic não esta abandonada, apenas um pouco atrasada...
Obrigada por todos os comentários!:g1:
Até muito brevemente!! :dança:
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
Cá estou eu!!
E com um capitulo fresquinho....:
: E boas noticias.... O bloqueio ja passou (demorou, eu sei
) e por isso espero postar com muito mais frequência!!!
Obrigada a tds pelo apoio!! Um enorme obrigada....!
E agora.... A fic!
-Gonçalo?
Capitulo VI
-Hum? Ele continuava a beija-la, com calma, com carinho.
-Tenho algo para te dizer.
-Não te detenhas. No entanto ele continuava e ela assim não conseguia pensar.
-Não consigo, estás a distrair me.
-Então é porque não deve ser nada de importante.
Ela riu-se quando ele lhe provocou cócegas, apesar de tentar manter-se séria; precisava mesmo de falar com ele. A mão dele deslizou pela sua barriga e ela voltou a sentir cócegas.
-O nosso bebé diz te olá.
A mão parou abruptamente e ele olhou para ela em transe.
-Bebé?
Ela riu perante o olhar incrédulo dele.
-Sim, estou grávida. Vamos ser pais!
Então ele gargalhou e abraçou-se a ela. Depositou pequenos beijinhos de alegria pela sua cara, pelos seus olhos e pela sua testa. A pequena apreensão que ela tinha desapareceu. Ele estava exultante com a sua gravidez. A alegria dele demonstrava-o.
-Desde quando sabes?
-Há algum tempo.
Viu que ele franzia o sobrolho.
-E não me contaste? Foi então que se lembrou - A batalha? Quando lutaste já…
Ela pôs lhe o dedo indicador nos lábios para o calar.
-Shshsh…Está tudo bem. O nosso bebé está óptimo. Não te preocupes com mais nada.
Como que para confirmar o que dizia, pôs a sua mão por cima da dele, que descansava calidamente sobre a sua barriga e entrelaçaram os dedos.
Encostaram a testa uma na outra, os sorrisos e os corações em uníssono, felizes pela nova vida que tinham criado juntos.
Então ele abriu os olhos desmesuradamente.
-E agora? Como vamos contar aos teus pais?
****************
O ambiente era de festa.
Após gritos de choque, histeria e por fim de felicidade, todos celebravam a gravidez. Uma grande festa, com direito a bolo animava todos que nem sequer pensavam no inimigo.
Rita olhava ainda chocada para Bunny. Nunca pensara que esta engravidaria antes de casar. Mas claro, aquela era Bunny, não sabia ainda como se surpreendia. Riu-se quando imaginou a reacção dos pais dela. Provavelmente Gonçalo teria de fugir do pai dela para o outro lado do mundo, para depois ser levado de volta por uma orelha pelo senhor Tsukino para se casar. De facto o que mais a surpreendia era não estar preocupada por Bunny ser tão nova e ter uma criança. Sabia que ela estava preparada, tinha amadurecido muito nos últimos anos e por mais que não admitisse à sua frente, sabia que a eterna criança finalmente tinha crescido, sendo agora adulta e uma futura mãe.
-Rita? - Bunny encontrava-se a seu lado com uma fatia de bolo que lhe entregava.
-Não comes?
A loira riu-se.
-Hum… Na verdade já comi três… Mas o meu estômago ainda está muito sensível…
-Só algo muito forte te impediria de comer aquele bolo sozinha - Bunny riu envergonhada. – Tens razão.
-Fico muito feliz por ti cabeça de vento. A sério.
Bunny sorriu docemente enquanto dava uma mão a Rita e pousava a outra sob o seu ventre com cuidado – Eu sei.
Trocaram um olhar de mútua compreensão, para, no instante seguinte começarem a discutir quando Bunny, que decidiu que ainda aguentava mais uma fatia de bolo, tirou a fatia de bolo que Rita estava prestes a por na boca.
Foi este ambiente que Luna e Artemisa encontraram quando finalmente voltaram a Tokio. Após mais de um mês a viajar pelo mundo e a aproveitarem para namorar decidiram voltar. Estavam com saudades e a verdade é que à muito que estavam longe de casa.
-Luna! Artemisa!
O casal de gatos correu para os donos e só a interferência de Luna salvou Bunny e Rita de mais uma das suas discussões mortais.
-Oh Luna que saudades!
Todos riram com as histórias que Luna e artemisa contaram até que Luna perguntou a ocasião da festa.
-Luninha, estou grávida!
-Tu estás o quê?
-Grávida. Eu e o Gonçalo vamos ser pais.
Luna olhava de um para o outro e para os sorrisos que ambos tinham.
-Mas vocês são loucos? Nem casados são. Para além de que és muito nova. Nem sequer acabaste os teus estudos, não estás sequer preparada para ser mãe e… De repente não conseguiu falar mais pois as lágrimas de felicidade impediam-na. Enroscou-se no colo da sua dona, que lhe fazia festinhas para que se acalmasse; percebendo o que se passava com a sua querida amiga.
-Também estou muito feliz Luna.
Luna apenas deu uma pequena lambidela na mão da sua dona, enroscando-se mais.
Foi Mariana quem deu o aviso. Algo perigoso aproximava-se.
-Será o nosso inimigo?
-Que inimigo?
-Luna contamos depois. Meninas transformem-se.
-Bunny, o que pensas que estás a fazer? – Perguntou Haruka quando viu a loira a pegar no Cristal Prateado.
-Vou transformar-me claro.
-Só podes estar a brincar! – disse Maria – Nem penses! Não vais lutar! Vais ficar aqui dentro, protegida e não te atrevas a sair daqui.
-Não! Vocês precisam de mim, eles são muito poderosos e…-Foi interrompida por Gonçalo que a abraçou.
-Pensa no nosso bebé. Se fores ferida ele também será ferido. Tens de pensar nele também.
Ela mordeu o lábio inferior em dúvidas mas bastou um olhar para as suas companheiras para perceber que elas não a deixariam lutar.
-Muito bem. Ficarei aqui. Prometo.
Os restantes assentiram e saíram do templo, novamente preparados para lutar.
As lágrimas caiam silenciosamente. Era doloroso de mais ver as suas companheiras e o seu amor lutarem contra aquelas bestas. Luna e Artemisa tinham ido também para a batalha deixando-a ali, sozinha e assustada. Tinha de sair dali. Tinha de os ajudar. Sabia que estavam a perder. As navegantes cada vez recuavam mais e estavam com cada vez mais dificuldades em lutar.
Sentiu quando ele se aproximou dela. Quase se estava a habituar à chegada dele. Quase. Pois sentiu-se novamente sufocar, a entrar num buraco sem fim.
-Desta vez não entras na luta, navegante da lua? Ou deverei chamar-te Bunny?
-Não tens qualquer direito de me chamar nada. Em breve estarás destruído.
-Gosto dessa tua força… Mas… Claro que é fácil falar quando estamos protegidos e os outros estão no chão não é mesmo?
O riso era tenebroso. Trocista.
Ele sabia onde atacar. E atacara-a no seu ponto fraco, o sentimento de culpa por as suas companheiras estarem a lutar, feridas e ela sem puder fazer. Tinha que se transformar, tinha que as ajudar. Era o seu dever!
-Não o faças! Ouviu a navegante de Marte gritar por entre os ataques.
Mas ela sabia que o tinha de fazer e não hesitou nem mais um segundo.
O mascarado só percebeu que Bunny lhes tinha desobedecido quando viu um brilho pelo seu canto do olho. Ignorando todas as precauções desviou o olhar para o local e viu que ela se tinha transformado.
-Bunny sua maluca o que fizeste??
No entanto não conseguiu chegar a ela pois o monstro que o atacava não lhe dava um segundo de tréguas.
-Bem vinda navegante da Lua.
-Quem és tu? Porque nos atacas? O que queres?
-Ora, não sabes?
-Deveria saber?
Lá fora a batalha continuava. Vladimir divertia-se em contar quantos choques a navegante de Marte conseguia aguentar sem cair no chão enquanto Sasha lutava com as navegantes Neptuno e Urano, estas em claras dificuldades.
-Em breve saberás quem sou. Mas primeiro tenho de tratar de assuntos pendentes… Como as tuas amigas e esse teu… namorado…
O seu riso assustava-a. Sabia que ele falava a sério mas não sabia como vencê-lo no seu próprio jogo. Tinha de haver uma maneira. Não conseguiu terminar o raciocínio pois sentiu novamente um aperto no peito, forte, sufocador.
-Penso que não precisarás disto.
De repente sentiu um choque por todo o seu corpo, o seu corpo pesado e sem forças. Foi então que percebeu que já não estava transformada. E que o Cristal Prateado estava destruído, um monte de pó a seu lado.
Fim do capitulo VI
E com um capitulo fresquinho....:
: E boas noticias.... O bloqueio ja passou (demorou, eu sei
) e por isso espero postar com muito mais frequência!!!Obrigada a tds pelo apoio!! Um enorme obrigada....!
E agora.... A fic!
-Gonçalo?
Capitulo VI
-Hum? Ele continuava a beija-la, com calma, com carinho.
-Tenho algo para te dizer.
-Não te detenhas. No entanto ele continuava e ela assim não conseguia pensar.
-Não consigo, estás a distrair me.
-Então é porque não deve ser nada de importante.
Ela riu-se quando ele lhe provocou cócegas, apesar de tentar manter-se séria; precisava mesmo de falar com ele. A mão dele deslizou pela sua barriga e ela voltou a sentir cócegas.
-O nosso bebé diz te olá.
A mão parou abruptamente e ele olhou para ela em transe.
-Bebé?
Ela riu perante o olhar incrédulo dele.
-Sim, estou grávida. Vamos ser pais!
Então ele gargalhou e abraçou-se a ela. Depositou pequenos beijinhos de alegria pela sua cara, pelos seus olhos e pela sua testa. A pequena apreensão que ela tinha desapareceu. Ele estava exultante com a sua gravidez. A alegria dele demonstrava-o.
-Desde quando sabes?
-Há algum tempo.
Viu que ele franzia o sobrolho.
-E não me contaste? Foi então que se lembrou - A batalha? Quando lutaste já…
Ela pôs lhe o dedo indicador nos lábios para o calar.
-Shshsh…Está tudo bem. O nosso bebé está óptimo. Não te preocupes com mais nada.
Como que para confirmar o que dizia, pôs a sua mão por cima da dele, que descansava calidamente sobre a sua barriga e entrelaçaram os dedos.
Encostaram a testa uma na outra, os sorrisos e os corações em uníssono, felizes pela nova vida que tinham criado juntos.
Então ele abriu os olhos desmesuradamente.
-E agora? Como vamos contar aos teus pais?
****************
O ambiente era de festa.
Após gritos de choque, histeria e por fim de felicidade, todos celebravam a gravidez. Uma grande festa, com direito a bolo animava todos que nem sequer pensavam no inimigo.
Rita olhava ainda chocada para Bunny. Nunca pensara que esta engravidaria antes de casar. Mas claro, aquela era Bunny, não sabia ainda como se surpreendia. Riu-se quando imaginou a reacção dos pais dela. Provavelmente Gonçalo teria de fugir do pai dela para o outro lado do mundo, para depois ser levado de volta por uma orelha pelo senhor Tsukino para se casar. De facto o que mais a surpreendia era não estar preocupada por Bunny ser tão nova e ter uma criança. Sabia que ela estava preparada, tinha amadurecido muito nos últimos anos e por mais que não admitisse à sua frente, sabia que a eterna criança finalmente tinha crescido, sendo agora adulta e uma futura mãe.
-Rita? - Bunny encontrava-se a seu lado com uma fatia de bolo que lhe entregava.
-Não comes?
A loira riu-se.
-Hum… Na verdade já comi três… Mas o meu estômago ainda está muito sensível…
-Só algo muito forte te impediria de comer aquele bolo sozinha - Bunny riu envergonhada. – Tens razão.
-Fico muito feliz por ti cabeça de vento. A sério.
Bunny sorriu docemente enquanto dava uma mão a Rita e pousava a outra sob o seu ventre com cuidado – Eu sei.
Trocaram um olhar de mútua compreensão, para, no instante seguinte começarem a discutir quando Bunny, que decidiu que ainda aguentava mais uma fatia de bolo, tirou a fatia de bolo que Rita estava prestes a por na boca.
Foi este ambiente que Luna e Artemisa encontraram quando finalmente voltaram a Tokio. Após mais de um mês a viajar pelo mundo e a aproveitarem para namorar decidiram voltar. Estavam com saudades e a verdade é que à muito que estavam longe de casa.
-Luna! Artemisa!
O casal de gatos correu para os donos e só a interferência de Luna salvou Bunny e Rita de mais uma das suas discussões mortais.
-Oh Luna que saudades!
Todos riram com as histórias que Luna e artemisa contaram até que Luna perguntou a ocasião da festa.
-Luninha, estou grávida!
-Tu estás o quê?
-Grávida. Eu e o Gonçalo vamos ser pais.
Luna olhava de um para o outro e para os sorrisos que ambos tinham.
-Mas vocês são loucos? Nem casados são. Para além de que és muito nova. Nem sequer acabaste os teus estudos, não estás sequer preparada para ser mãe e… De repente não conseguiu falar mais pois as lágrimas de felicidade impediam-na. Enroscou-se no colo da sua dona, que lhe fazia festinhas para que se acalmasse; percebendo o que se passava com a sua querida amiga.
-Também estou muito feliz Luna.
Luna apenas deu uma pequena lambidela na mão da sua dona, enroscando-se mais.
Foi Mariana quem deu o aviso. Algo perigoso aproximava-se.
-Será o nosso inimigo?
-Que inimigo?
-Luna contamos depois. Meninas transformem-se.
-Bunny, o que pensas que estás a fazer? – Perguntou Haruka quando viu a loira a pegar no Cristal Prateado.
-Vou transformar-me claro.
-Só podes estar a brincar! – disse Maria – Nem penses! Não vais lutar! Vais ficar aqui dentro, protegida e não te atrevas a sair daqui.
-Não! Vocês precisam de mim, eles são muito poderosos e…-Foi interrompida por Gonçalo que a abraçou.
-Pensa no nosso bebé. Se fores ferida ele também será ferido. Tens de pensar nele também.
Ela mordeu o lábio inferior em dúvidas mas bastou um olhar para as suas companheiras para perceber que elas não a deixariam lutar.
-Muito bem. Ficarei aqui. Prometo.
Os restantes assentiram e saíram do templo, novamente preparados para lutar.
******
As lágrimas caiam silenciosamente. Era doloroso de mais ver as suas companheiras e o seu amor lutarem contra aquelas bestas. Luna e Artemisa tinham ido também para a batalha deixando-a ali, sozinha e assustada. Tinha de sair dali. Tinha de os ajudar. Sabia que estavam a perder. As navegantes cada vez recuavam mais e estavam com cada vez mais dificuldades em lutar.
Sentiu quando ele se aproximou dela. Quase se estava a habituar à chegada dele. Quase. Pois sentiu-se novamente sufocar, a entrar num buraco sem fim.
-Desta vez não entras na luta, navegante da lua? Ou deverei chamar-te Bunny?
-Não tens qualquer direito de me chamar nada. Em breve estarás destruído.
-Gosto dessa tua força… Mas… Claro que é fácil falar quando estamos protegidos e os outros estão no chão não é mesmo?
O riso era tenebroso. Trocista.
Ele sabia onde atacar. E atacara-a no seu ponto fraco, o sentimento de culpa por as suas companheiras estarem a lutar, feridas e ela sem puder fazer. Tinha que se transformar, tinha que as ajudar. Era o seu dever!
-Não o faças! Ouviu a navegante de Marte gritar por entre os ataques.
Mas ela sabia que o tinha de fazer e não hesitou nem mais um segundo.
O mascarado só percebeu que Bunny lhes tinha desobedecido quando viu um brilho pelo seu canto do olho. Ignorando todas as precauções desviou o olhar para o local e viu que ela se tinha transformado.
-Bunny sua maluca o que fizeste??
No entanto não conseguiu chegar a ela pois o monstro que o atacava não lhe dava um segundo de tréguas.
-Bem vinda navegante da Lua.
-Quem és tu? Porque nos atacas? O que queres?
-Ora, não sabes?
-Deveria saber?
Lá fora a batalha continuava. Vladimir divertia-se em contar quantos choques a navegante de Marte conseguia aguentar sem cair no chão enquanto Sasha lutava com as navegantes Neptuno e Urano, estas em claras dificuldades.
-Em breve saberás quem sou. Mas primeiro tenho de tratar de assuntos pendentes… Como as tuas amigas e esse teu… namorado…
O seu riso assustava-a. Sabia que ele falava a sério mas não sabia como vencê-lo no seu próprio jogo. Tinha de haver uma maneira. Não conseguiu terminar o raciocínio pois sentiu novamente um aperto no peito, forte, sufocador.
-Penso que não precisarás disto.
De repente sentiu um choque por todo o seu corpo, o seu corpo pesado e sem forças. Foi então que percebeu que já não estava transformada. E que o Cristal Prateado estava destruído, um monte de pó a seu lado.
Fim do capitulo VI
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
E aqui esta... Um prenda de Natal... Atrasada mas pronto.... :g6:
Capitulo VII
Parte I
Levantou-se devagar e olhou para o seu inimigo. Surpresa e angústia misturavam-se no seu rosto. Como? Como era possível que o Cristal Prateado estivesse destruído?
-Ora navegante da Lua… Não esperavas que eu fosse como todos os que já combateste antes, pois não? – Ela olhava desolada para o seu Cristal, enquanto o riso desdenhoso enchia o ar – Os outros não são nada comparados comigo.
-Todos dizem isso até serem vencidos!
-Ora ora, estamos respondões… No entanto não é isso que vejo quando olho à minha volta. Aquilo que vejo são raparigas patéticas quase sem forças para respirar! E vejo-te a ti. Sem qualquer poder, sem o teu precioso Cristal, desfeito por mim, o ser tão insignificante que te atreves a tentar vencer.
-Venceremos! Por mais que tivermos que lutar, venceremos!
Não sabia como tinha forças para lhe responder, mas iria enfrentá-lo ate ao fim, até ao seu último fôlego se fosse preciso.
-Gosto dessa tua força… Mas… Claro que é fácil falar quando estamos protegidos e os outros estão no chão não é mesmo?
-Não te percebo! Porque me manténs aqui? Se me queres destruir porque não o fazes já?
Ele olhou com satisfação para a mulher que se encontrava à sua frente. Bela sem dúvida. Poderosa também. Os seus enormes olhos azuis como safiras brilhavam de fúria, fúria dirigida a ele. Oh ela era realmente magnífica. Nunca ninguém se atrevera a desafia-lo antes. Era por isso que ela era dele, pensou com satisfação.
Foi então que sentiu o brilho que vinha do seu interior. E a sua raiva multiplicou-se por mil! Sentiu como todo o ódio que sentia vinha à tona e sentiu o seu poder aumentar… Oh ela ia pagar!
-Como te atreves-te? COMO?
Fim da Parte I
Nao sou boa pessoa?? Dois capitulos no mesmo dia
Capitulo VII
Parte I
Levantou-se devagar e olhou para o seu inimigo. Surpresa e angústia misturavam-se no seu rosto. Como? Como era possível que o Cristal Prateado estivesse destruído?
-Ora navegante da Lua… Não esperavas que eu fosse como todos os que já combateste antes, pois não? – Ela olhava desolada para o seu Cristal, enquanto o riso desdenhoso enchia o ar – Os outros não são nada comparados comigo.
-Todos dizem isso até serem vencidos!
-Ora ora, estamos respondões… No entanto não é isso que vejo quando olho à minha volta. Aquilo que vejo são raparigas patéticas quase sem forças para respirar! E vejo-te a ti. Sem qualquer poder, sem o teu precioso Cristal, desfeito por mim, o ser tão insignificante que te atreves a tentar vencer.
-Venceremos! Por mais que tivermos que lutar, venceremos!
Não sabia como tinha forças para lhe responder, mas iria enfrentá-lo ate ao fim, até ao seu último fôlego se fosse preciso.
-Gosto dessa tua força… Mas… Claro que é fácil falar quando estamos protegidos e os outros estão no chão não é mesmo?
-Não te percebo! Porque me manténs aqui? Se me queres destruir porque não o fazes já?
Ele olhou com satisfação para a mulher que se encontrava à sua frente. Bela sem dúvida. Poderosa também. Os seus enormes olhos azuis como safiras brilhavam de fúria, fúria dirigida a ele. Oh ela era realmente magnífica. Nunca ninguém se atrevera a desafia-lo antes. Era por isso que ela era dele, pensou com satisfação.
Foi então que sentiu o brilho que vinha do seu interior. E a sua raiva multiplicou-se por mil! Sentiu como todo o ódio que sentia vinha à tona e sentiu o seu poder aumentar… Oh ela ia pagar!
-Como te atreves-te? COMO?
Fim da Parte I
Nao sou boa pessoa?? Dois capitulos no mesmo dia
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
Aqui esta a segunda parte! Espero que gostem! e Comentem!!:g1:
-Como te atreveste? COMO?
Parte II
-Como te atreves-te? Sinto um novo ser em ti! Traíste-me!
-Não! Nunca fui tua! Como poderia ser? Amo o Gonçalo!
Viu como ele se aproximava perigosamente. E todo o orgulho que poderia sentir esvaiu-se como fumo.
-Não faças mal ao meu bebé! Peço-te!
Mas ela viu o ódio no seu olhar. Viu como o monstro que ela já conhecia, se transformava num ser ainda mais perigoso, consumido pelo ódio. Ódio pelo seu bebé. E sentiu um medo como nunca tinha sentido antes. Medo pela criança tão inocente que crescia nela, que dependia dela. O símbolo do amor belo e puro que ela dedicava a Gonçalo e que agora aquele monstro olhava com tanta aversão.
-Não vais fazer mal ao meu bebé! Não te deixarei.
-Oh, a sério?
Então foi lançada contra uma parede. OH, não tinha o seu cristal, precisava de se transformar, para proteger a nova vida que já tanto amava, sem sequer se aperceber.
Implorou com todas as suas forças ao cristal prateado que voltasse à vida, que protegesse a sua menina. Mas o cristal prateado não deu sinal de vida… Continuava caído no chão, despedaçado, mero pó que nada poderia fazer contra aquele louco.
Então foi elevada no ar e sentiu-se novamente a sufocar, como na primeira vez que se encontraram.
-Nunca serei tua! Por mais que tentes! Prefiro a morte!
-A escolha foi tua!
E então, enquanto sentia o ar fugir-lhe dos pulmões, sentiu outra dor; uma dor mais profunda, no seu ventre; e sentiu a mão daquele monstro. Um frio horrível percorreu todo o seu corpo. Sentiu uma escuridão terrível entrar dentro dela e apertar a frágil vida que carregava com tanta alegria, com tanto amor.
E de repente não sentiu mais nada.
Fim da parte II
-Como te atreveste? COMO?
Parte II
-Como te atreves-te? Sinto um novo ser em ti! Traíste-me!
-Não! Nunca fui tua! Como poderia ser? Amo o Gonçalo!
Viu como ele se aproximava perigosamente. E todo o orgulho que poderia sentir esvaiu-se como fumo.
-Não faças mal ao meu bebé! Peço-te!
Mas ela viu o ódio no seu olhar. Viu como o monstro que ela já conhecia, se transformava num ser ainda mais perigoso, consumido pelo ódio. Ódio pelo seu bebé. E sentiu um medo como nunca tinha sentido antes. Medo pela criança tão inocente que crescia nela, que dependia dela. O símbolo do amor belo e puro que ela dedicava a Gonçalo e que agora aquele monstro olhava com tanta aversão.
-Não vais fazer mal ao meu bebé! Não te deixarei.
-Oh, a sério?
Então foi lançada contra uma parede. OH, não tinha o seu cristal, precisava de se transformar, para proteger a nova vida que já tanto amava, sem sequer se aperceber.
Implorou com todas as suas forças ao cristal prateado que voltasse à vida, que protegesse a sua menina. Mas o cristal prateado não deu sinal de vida… Continuava caído no chão, despedaçado, mero pó que nada poderia fazer contra aquele louco.
Então foi elevada no ar e sentiu-se novamente a sufocar, como na primeira vez que se encontraram.
-Nunca serei tua! Por mais que tentes! Prefiro a morte!
-A escolha foi tua!
E então, enquanto sentia o ar fugir-lhe dos pulmões, sentiu outra dor; uma dor mais profunda, no seu ventre; e sentiu a mão daquele monstro. Um frio horrível percorreu todo o seu corpo. Sentiu uma escuridão terrível entrar dentro dela e apertar a frágil vida que carregava com tanta alegria, com tanto amor.
E de repente não sentiu mais nada.
Fim da parte II
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
Aqui esta um novo capítulo!
Agradeço do fundo do meu coração à Clair
.o:
.o: pois sem ela este capitulo nao seria possível, não uma mas duas vezes!
Adoro te amiga! Obrigada pela paciência e apoio!:g1:
Espero que gostem! Prometo actualizar para a semana!:dança:
Parte III
Não sentia mais nada. Não queria sentir mais nada. Ali no chão, sofria a dor mais profunda que alguma vez suportara. A batalha continuava à sua volta; ouvia os gritos, os sons de uma luta que já não era a sua.
-Eu avisei-te…
Ela não lhe respondeu, não tinha forças, não tinha vontade. Sentia-se vazia, sem rumo, sem forças para continuar.
-Voltaremos a encontrar-nos…minha Bunny…- Foi a última coisa que ouviu e mesmo à beira da inconsciência soube que aquela assustadora afirmação era verdade. Ele voltaria.
Odiava ser contrariado. Odiava quando alguém se atrevia a desrespeita-lo, a afronta-lo a discordar de si. Odiava que algo pudesse ameaçar o seu poder supremo.
Ela fizera isso, ela fizera aquilo que ninguém ousara fazer e sofreria as consequências dos seus impensáveis actos.
A raiva que o possuía era visível em toda a musculatura do seu enorme corpo.
Os seus olhos negros como a negridão da noite sombria, gélidos e vazios como a mais profundo abismo quase lhe saltavam das orbitas e saber disso ainda o enfurecia mais.
Ele era alguém que detestava sentimentalismos, alguém que detestava emoções que não pudesse controlar, ele era como um rochedo e o que seria do rochedo se a água o conseguisse perfurar? Não! Sentimentos eram coisas sem sentido que os seres usavam para explicar aquilo que não podiam ter…E ele tinha tudo!
Como podia ele sentir algo quando maltratava, torturava ou matava um ser insignificante? Como os seres que ele capturava nas lutas que vencia, porque ele vencia sempre! Como podia ele sentir algo como remorsos? Oh não ele não sentia nada. Tirava tudo e nada dava porque ele era o rochedo e ninguém o podia quebrar!
Tudo valia para ele, afinal a vida era uma constante guerra e ele faria tudo para ganhar sempre e conquistar os seus inúmeros objectivos pois não se tornara Senhor Supremo do Universo por acaso. Ele vencera batalhas, conquistara planetas, animais e pessoas, aqueles seres inferiores existiam apenas para servi-lo e nada mais que isso. Essa era a prova do seu poder, o poder sobre os outros.
Olhou para a sua mão e fechou-a com força fazendo as veias saltarem, ainda podia sentir o poder que emanava dela.
Ela, aquela que ele mais queria, essa vil traidora desafiara-o e pagaria o preço. Afinal, os erros como aquele teriam de ser punidos sem qualquer piedade. Primeiro começaria por aquelas intrometidas das raparigas, elas teriam de morrer, disso não existia a menor dúvida porém como ele era misericordioso seria uma morte rápida.
Quanto ao homem, esse seria outra história, a morte estava traçada no seu destino e seria às suas mãos porém teria que ser feito em frente a ela. Eles teriam ambos que pagar, ele com a sua mísera vida pois quem pensava ele que era? Como podia ele tocar em algo que não lhe pertencia? Como ousara ele, aquele terráqueo a usurpar aquilo que era dele por direito? A sua luz!
A Luz e a Escuridão percorriam o mesmo caminho juntas como uma só porque uma não podia existir sem a outra era esse o destino deles, ficarem juntos para toda a eternidade e para além desta. Afinal eram o oposto que se complementavam.
Ela sabia disso mas mesmo assim decidir ignorar e por isso ela teria o maior castigo de todos…Perder tudo aquilo que mais amava. Um por um, ela veria todos caírem nos braços gélidos da morte e nada poderia fazer para ajuda-los, ele não podia e não iria deixar dúvidas de quem era o seu mestre e senhor.
Lentamente um sorriso começou a surgir nos seus finos lábios.
- Encontramo-nos nos teus sonhos, minha doce Bunny Tsukino.
Fim do capítulo VII
Agradeço do fundo do meu coração à Clair
.o:
.o: pois sem ela este capitulo nao seria possível, não uma mas duas vezes!
Adoro te amiga! Obrigada pela paciência e apoio!:g1:
Espero que gostem! Prometo actualizar para a semana!:dança:
Parte III
Não sentia mais nada. Não queria sentir mais nada. Ali no chão, sofria a dor mais profunda que alguma vez suportara. A batalha continuava à sua volta; ouvia os gritos, os sons de uma luta que já não era a sua.
-Eu avisei-te…
Ela não lhe respondeu, não tinha forças, não tinha vontade. Sentia-se vazia, sem rumo, sem forças para continuar.
-Voltaremos a encontrar-nos…minha Bunny…- Foi a última coisa que ouviu e mesmo à beira da inconsciência soube que aquela assustadora afirmação era verdade. Ele voltaria.
****
Odiava ser contrariado. Odiava quando alguém se atrevia a desrespeita-lo, a afronta-lo a discordar de si. Odiava que algo pudesse ameaçar o seu poder supremo.
Ela fizera isso, ela fizera aquilo que ninguém ousara fazer e sofreria as consequências dos seus impensáveis actos.
A raiva que o possuía era visível em toda a musculatura do seu enorme corpo.
Os seus olhos negros como a negridão da noite sombria, gélidos e vazios como a mais profundo abismo quase lhe saltavam das orbitas e saber disso ainda o enfurecia mais.
Ele era alguém que detestava sentimentalismos, alguém que detestava emoções que não pudesse controlar, ele era como um rochedo e o que seria do rochedo se a água o conseguisse perfurar? Não! Sentimentos eram coisas sem sentido que os seres usavam para explicar aquilo que não podiam ter…E ele tinha tudo!
Como podia ele sentir algo quando maltratava, torturava ou matava um ser insignificante? Como os seres que ele capturava nas lutas que vencia, porque ele vencia sempre! Como podia ele sentir algo como remorsos? Oh não ele não sentia nada. Tirava tudo e nada dava porque ele era o rochedo e ninguém o podia quebrar!
Tudo valia para ele, afinal a vida era uma constante guerra e ele faria tudo para ganhar sempre e conquistar os seus inúmeros objectivos pois não se tornara Senhor Supremo do Universo por acaso. Ele vencera batalhas, conquistara planetas, animais e pessoas, aqueles seres inferiores existiam apenas para servi-lo e nada mais que isso. Essa era a prova do seu poder, o poder sobre os outros.
Olhou para a sua mão e fechou-a com força fazendo as veias saltarem, ainda podia sentir o poder que emanava dela.
Ela, aquela que ele mais queria, essa vil traidora desafiara-o e pagaria o preço. Afinal, os erros como aquele teriam de ser punidos sem qualquer piedade. Primeiro começaria por aquelas intrometidas das raparigas, elas teriam de morrer, disso não existia a menor dúvida porém como ele era misericordioso seria uma morte rápida.
Quanto ao homem, esse seria outra história, a morte estava traçada no seu destino e seria às suas mãos porém teria que ser feito em frente a ela. Eles teriam ambos que pagar, ele com a sua mísera vida pois quem pensava ele que era? Como podia ele tocar em algo que não lhe pertencia? Como ousara ele, aquele terráqueo a usurpar aquilo que era dele por direito? A sua luz!
A Luz e a Escuridão percorriam o mesmo caminho juntas como uma só porque uma não podia existir sem a outra era esse o destino deles, ficarem juntos para toda a eternidade e para além desta. Afinal eram o oposto que se complementavam.
Ela sabia disso mas mesmo assim decidir ignorar e por isso ela teria o maior castigo de todos…Perder tudo aquilo que mais amava. Um por um, ela veria todos caírem nos braços gélidos da morte e nada poderia fazer para ajuda-los, ele não podia e não iria deixar dúvidas de quem era o seu mestre e senhor.
Lentamente um sorriso começou a surgir nos seus finos lábios.
- Encontramo-nos nos teus sonhos, minha doce Bunny Tsukino.
Fim do capítulo VII
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
Aqui está a priemeira parte do proximo capítulo!
Espero que gostem!
.o:
Capítulo VIII
As navegantes suspiraram de alívio quando finalmente os monstros e os seus comandantes desapareceram. Estavam bastante maltratadas mas ainda assim conseguiam andar. Olharam em volta para procurar a sua princesa e o que viram deixou-as estáticas. Bunny estava caída no chão, destransformada, sem qualquer sinal de vida. O mascarado, que chegava agora ao pé delas, ao perceber o que olhavam deu um grito atormentado.
-BUNNY!
Correu para ela desesperado, não conseguindo acreditar que o que ali via era a realidade, que ela poderia estar realmente m… Não! Não pensaria nisso.
Ajoelhou-se ao pé dela e chamou, chamou como se a sua vida dependesse disso.
Mas ela não lhe respondeu; silenciosa, a sua alma gémea continuava num sono profundo que ele temia só em pensar…
-Bunny… Não!
As lágrimas agora corriam livremente pela sua cara; as navegantes que entretanto se tinham aproximado também choravam, agarradas umas às outras, em silêncio.
-Oh Bunny, não me deixes… por favor!
-Olhem – Disse Amy, com a voz rouca pelas lágrimas.
Todas olharam para onde Amy apontava e viram o medalhão destroçado, o cristal prateado a ser arrastado pela suave brisa.
Gonçalo não as ouvia, não conseguia, só olhava para a sua menina, para a sua razão de viver… Abraçou-se a ela, recusando-se a larga-la, com medo que ela pudesse desaparecer para sempre.
Então sentiu um pequeno respirar; fora apenas um movimento subtil, mas estava lá. E a esperança, a eterna esperança que sempre o acompanhara por toda a sua vida renasceu, forte.
-Ela está a respirar! Depressa! Precisamos de a levar para um lugar seguro!
****
O silêncio era perturbante. O apartamento de Gonçalo era pequeno para tanta gente, que em silêncio velava.
Estavam assim há mais de duas horas e Bunny ainda não dera sinal de sequer tentar acordar. Estavam todos esgotados, mas ninguém conseguiria sair dali sem notícias.
-Por favor descansem um pouco. Quando ela acordar não vai querer ver-vos assim… - disse Gonçalo pela milésima vez
-Mas…
-Por favor Joana, descansem na sala. Existem sacos cama para todas, estão esgotadas. Precisam de forças.
O sono acabou por vence-las, no entanto ele ficou acordado. Luna adormecera na cabeceira da dona, também exausta de tanto chorar por Bunny.
Olhou para a janela, onde a lua era visível, e o seu olhar foi novamente atraído para a jovem que estava na cama.
Acariciou-lhe amorosamente uma ferida que ela tinha na bochecha, na esperança de a poder curar; de arrebatar todo os sofrimento pelo qual passava.
Então, de repente lembrou-se do bebé. Do seu filho que crescia no ventre da mulher muito amada. Ou talvez já não… Uma dor apertou-lhe o coração… Perder um filho seria doloroso mas perder também a mulher que amava era simplesmente impossível. Impensável.
Acariciou-lhe o ventre; a sua cara; os seus cabelos que tanto o atraíam, que tanto amava ver soltos.
Tudo naquela casa tinha Bunny; tudo naquela casa era Bunny. A cozinha, onde muitas vezes faziam o pequeno-almoço, que ela invariavelmente acabava sempre por queimar; a sala onde ela chorara com os filmes de amor e quase o deixava surdo com os gritos; a varanda onde tantas vezes tinham jantado sobre as estrelas, brincando um com o outro, namorando, num mundo só deles; o quarto, onde ela se tinha entregue a ele pela primeira vez, e onde ele tinha passado os momentos mais belos e perfeitos de toda a sua vida, onde tinha sentido que finalmente pertencia a alguém, onde tinha sentido que a sua vida era perfeita. Onde ficara horas acordado a olhar para ela, que dormia placidamente aconchegada nos seus braços com total confiança. Onde eram um do outro. Onde eram um só.
Não! Não a deixaria ir sem lutar!
Mas as horas foram passando, e nem sequer o sol, sinal de um novo dia, de um novo começo, trouxe a luz que todos desejavam.
Fim da 1ª Parte!
Espero que gostem!
.o: Capítulo VIII
As navegantes suspiraram de alívio quando finalmente os monstros e os seus comandantes desapareceram. Estavam bastante maltratadas mas ainda assim conseguiam andar. Olharam em volta para procurar a sua princesa e o que viram deixou-as estáticas. Bunny estava caída no chão, destransformada, sem qualquer sinal de vida. O mascarado, que chegava agora ao pé delas, ao perceber o que olhavam deu um grito atormentado.
-BUNNY!
Correu para ela desesperado, não conseguindo acreditar que o que ali via era a realidade, que ela poderia estar realmente m… Não! Não pensaria nisso.
Ajoelhou-se ao pé dela e chamou, chamou como se a sua vida dependesse disso.
Mas ela não lhe respondeu; silenciosa, a sua alma gémea continuava num sono profundo que ele temia só em pensar…
-Bunny… Não!
As lágrimas agora corriam livremente pela sua cara; as navegantes que entretanto se tinham aproximado também choravam, agarradas umas às outras, em silêncio.
-Oh Bunny, não me deixes… por favor!
-Olhem – Disse Amy, com a voz rouca pelas lágrimas.
Todas olharam para onde Amy apontava e viram o medalhão destroçado, o cristal prateado a ser arrastado pela suave brisa.
Gonçalo não as ouvia, não conseguia, só olhava para a sua menina, para a sua razão de viver… Abraçou-se a ela, recusando-se a larga-la, com medo que ela pudesse desaparecer para sempre.
Então sentiu um pequeno respirar; fora apenas um movimento subtil, mas estava lá. E a esperança, a eterna esperança que sempre o acompanhara por toda a sua vida renasceu, forte.
-Ela está a respirar! Depressa! Precisamos de a levar para um lugar seguro!
****
O silêncio era perturbante. O apartamento de Gonçalo era pequeno para tanta gente, que em silêncio velava.
Estavam assim há mais de duas horas e Bunny ainda não dera sinal de sequer tentar acordar. Estavam todos esgotados, mas ninguém conseguiria sair dali sem notícias.
-Por favor descansem um pouco. Quando ela acordar não vai querer ver-vos assim… - disse Gonçalo pela milésima vez
-Mas…
-Por favor Joana, descansem na sala. Existem sacos cama para todas, estão esgotadas. Precisam de forças.
O sono acabou por vence-las, no entanto ele ficou acordado. Luna adormecera na cabeceira da dona, também exausta de tanto chorar por Bunny.
Olhou para a janela, onde a lua era visível, e o seu olhar foi novamente atraído para a jovem que estava na cama.
Acariciou-lhe amorosamente uma ferida que ela tinha na bochecha, na esperança de a poder curar; de arrebatar todo os sofrimento pelo qual passava.
Então, de repente lembrou-se do bebé. Do seu filho que crescia no ventre da mulher muito amada. Ou talvez já não… Uma dor apertou-lhe o coração… Perder um filho seria doloroso mas perder também a mulher que amava era simplesmente impossível. Impensável.
Acariciou-lhe o ventre; a sua cara; os seus cabelos que tanto o atraíam, que tanto amava ver soltos.
Tudo naquela casa tinha Bunny; tudo naquela casa era Bunny. A cozinha, onde muitas vezes faziam o pequeno-almoço, que ela invariavelmente acabava sempre por queimar; a sala onde ela chorara com os filmes de amor e quase o deixava surdo com os gritos; a varanda onde tantas vezes tinham jantado sobre as estrelas, brincando um com o outro, namorando, num mundo só deles; o quarto, onde ela se tinha entregue a ele pela primeira vez, e onde ele tinha passado os momentos mais belos e perfeitos de toda a sua vida, onde tinha sentido que finalmente pertencia a alguém, onde tinha sentido que a sua vida era perfeita. Onde ficara horas acordado a olhar para ela, que dormia placidamente aconchegada nos seus braços com total confiança. Onde eram um do outro. Onde eram um só.
Não! Não a deixaria ir sem lutar!
Mas as horas foram passando, e nem sequer o sol, sinal de um novo dia, de um novo começo, trouxe a luz que todos desejavam.
Fim da 1ª Parte!
**KitTty** Apenas Um SoNhO - FanFic Capitulo IX - Parte I ja postado a 16/08/2009
Tens de entrar para responderes neste tópico.
Mas isso ja sabes né? Lol




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